Foi praticada 'rapinagem' no BRB: 'Pilharam o banco em negócio criminoso'
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- Prisão de Paulo Henrique CostaOperação Complice Zero · Daniel Vorcaro · Governadora Celina Leão · Ibanez Rocha · Propina e lavagem de dinheiro
- Banco MasterCorrupção no BRB · Mensagens trocadas · Arquitetura jurídica do Master
- Eleições em PernambucoJoão Campos · Raquel Lira · Datafolha
- Atuação de Lucia na políticaJosé Guimarães · Investigações sobre Davi Alcolumbre
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Vera Magalhães, muito boa noite, tudo bem? Tudo bem, boa noite pra você também, Débora, pra Carol, pros ouvintes, pra quem nos assiste. Oi, Vera, boa noite. Essa antivéspera de feriado prolongado, você tá de folga também, Vera? Não estou, eu tô trabalhando em todos pra tirar uma folga lá no meio do ano, antes da bicho pegar na eleição.
Boa, Vera da Esperta, é isso aí. Muito bom, gente, vamos falar do assunto do dia, que foi a prisão de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso hoje na quarta fase da operação Complice Zero. E a gente tem aqui conosco, já plugada diretamente de Brasília, a nossa colega...
Larissa Lopes, que traz a repercussão dessa prisão e da divulgação de mensagens trocadas entre Paulo Henrique e Daniel Vorcaro, né Larissa? É isso, Débora, boa noite para vocês. Olha, quem se manifestou hoje...
Logo em seguida, após ser divulgada a prisão de Paulo Henrique Costa, foi a governadora aqui do Distrito Federal, Celina Leão, que disse que a prisão do ex-presidente do BRB é um assunto que cabe à justiça e a nova direção do banco está colaborando com a investigação. Celina também disse que o BRB tem apostado nas auditorias internas.
e que as informações estão sendo repassadas diretamente à Polícia Federal. A gente lembra que nos bastidores, Débora Celina não tem poupado críticas à gestão de Paulo Henrique no BRB e já tem dado sinais de distanciamento também do ex-governador Ibanez Rocha. Ele que deixou o cargo aqui no DF, pois vai se candidatar a uma vaga no Senado.
Quem também comentou sobre a prisão de Paulo Henrique Costa foi o presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Elton Luiz, que disse que lamenta a situação e que é preciso aguardar que Paulo Henrique explique o que está por trás de tudo isso. Integrantes da oposição ao governo, Celina e Banês, se manifestaram nas redes sociais.
A senadora Leila Barros disse que a prisão reforça que o que está claro desde o início é que a gestão do banco e o governo do DF, sob o comando de Ibanez, colocaram o BRB nessa situação de forma consciente. O ex-governador aqui do Distrito Federal e agora deputado federal, Rodrigo Hollenberg, cobrou a investigação contra o Ibanez Rocha e disse que agora falta prender o mandante.
Mais cedo, o próprio ex-governador Ibanez Rocha, ele também falou com a gente, basicamente respondeu que quem sabe ali da situação de Paulo Henrique Costa é a defesa dele, do próprio ex-presidente do BRB e não quis manifestar.
Essa crise, a gente lembra que ela tem respingado também em Baneiroz, inclusive, ele aparece em conversas entre o ex-presidente do BRB e Daniel Vorcaro. Então, deixando claro ali que o ex-governador tinha ciência dessa negociação e ele até pressionava para que isso fosse feito logo, porque dizia estaria tendo desgaste.
teve uma nota também, aproveitando a lei da defesa do ex-governador Ibanez Rochas, advogado dizem que o diálogo travado entre o Borcário e o então presidente do BRB apenas corrobora de forma inequívoca que foi apontado desde o início pela defesa, que o ex-governador não acompanhava, não pressionou e tampouco teve qualquer ingerência em operações realizadas pelas referidas instituições. Débora.
Obrigada, Larissa, pelas informações. Cada vez mais difícil a situação do BRB, né, Vera? O governo federal hoje disse que não vai oferecer ajuda. E quanto às mensagens mostrava a broderagem ali, né, entre Paulo Henrique Costa e o Daniel Vorcaro. Milhões, apartamentos de luxo.
Uma propina violenta. Os valores, nesse caso Master, eles sempre chamam a atenção. E nesse caso não fica atrás, porque são pelo menos seis imóveis que foram negociados como propina.
para o então presidente do BRB, como forma de viabilizar um negócio que não tinha nenhum amparo técnico, nenhum amparo legal, nenhum amparo em números e que provavelmente vai levar a uma situação muito complicada.
do banco, todo mundo tentando evitar que o BRB seja liquidado, porque é um banco público que tem ali uma série de carteiras de interesse dos servidores do GDF e de uma série de outros clientes, mas o fato é que está sendo muito difícil.
para o governo do Distrito Federal e para a nova direção do banco encontrar instituições que estejam dispostas a injetar algum dinheiro no BRB depois do que foi praticado lá. Praticada uma rapinagem, pura e simples. Pilharam o banco.
E alguém, no caso esse ex-presidente, levou muita grana para fazer isso, para fazer um negócio absolutamente criminoso como esse. Os imóveis são de altíssimo luxo, quatro deles em São Paulo, dois em Brasília, perfazendo um total de 146 milhões de reais, avaliados em 146 milhões de reais.
E fico me perguntando, desde manhã estou me perguntando isso sem que ninguém consiga me responder, como eles acharam que sairiam ilesos de uma coisa como essa? Como acharam que iria passar batido um negócio como esse? Uma propina e lavagem de dinheiro dessa monta?
E passou por muito tempo. Então, são duas perguntas. Como acharam que iam escapar ilesos e como isso rolou por tantos meses até que fosse desvendado esse esquema? Então, tem ali uma consequência imediata para o banco.
E tem consequências políticas. A primeira é que esse negócio está andando. Portanto, a Polícia Federal, mesmo antes de homologadas as delações, está avançando bastante para desvendar esse esquema. Para o ex-governador Ibanez Rocha, já é um desgaste consignado. Ele provavelmente vai ser arrastado para essa investigação também.
e fica um prejuízo também para a sua sucessora, Celina Leão, que era vice-governadora. Ela vai tentar se desvencilhar desse caso e tem tentado fazer isso, dando a entender que não estava por dentro do dia a dia do governo e que não tem nada a ver com isso, mas existe um desgaste porque é ela que vai ter que responder pela quebradeira no banco durante o período eleitoral.
Deixa eu trazer aqui uma atualização, porque o Paulo Henrique Costa foi transferido já para o complexo penitenciário da Papuda. Ele tinha sido preso mais cedo, levado para a superintendência da Polícia Federal, passou por exame de corpo de delito. E agora, fim da tarde, foi levado para a Papuda, onde vai cumprir os próximos dias dessa prisão preventiva. Um caso absolutamente escandaloso, né, gente? Imagina se o BRB tivesse, de fato, comprado o Banco Master, porque tinha essa chance naquela época.
Um banco público e o desenho ainda era para o Vorcaro ficar no Conselho de Administração, o melhor dos mundos, né? Ele ia passar o abacaxi para um banco público, embolsar ali alguns bilhões e ainda ficar comandando as operações no Conselho de Administração inacreditável.
Exato, e chegou a ser analisado, havia gente que apostava que esse negócio ia prosperar, o Vorcaro mexeu muitos pauzinhos políticos para obter a aprovação desse esquema, e o Paulo Henrique Costa escapou por um bom período.
da prisão, né? Ele teve a busca e apreensão contra ele determinada lá em novembro, foi afastado do cargo naquela ocasião, mas não esteve entre aqueles que tiveram a prisão decretada naquele momento. O Vorcaro estava, depois a prisão foi relaxada e ele voltou a ser preso nesse ano. E agora, finalmente...
Chega até ele, a investigação chega mais perto com esses indícios aí gritantes de que ele recebeu propina e ajudou a lavar dinheiro nessa operação que tinha como objetivo viabilizar esse negócio que seria muito danoso para o BRB.
Só para melhorar uma informação aqui, eu disse que o governo falou que não vai socorrer o BRB. Na verdade, a governadora Celina Leão reclamou ontem que não teve resposta do governo federal em relação a um socorro ao BRB e hoje o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, disse que é radicalmente contrário a socorrer o BRB. Bom, essa declaração dele e a falta de resposta do governo...
De certa forma... É maravilhoso, porque a direita fica pedindo e clamando todo dia para que o governo corte gastos, tenha austeridade, o governo Lula. E aí depois vão bater a porta para que o governo Lula socorra uma operação visivelmente fraudulenta de um governo da mesma direita. Então é bom que a gente tenha aí em mente...
que cobrança por austeridade fiscal vai só até a página 2. Quando é para socorrer os meus amigos, aí pode. A austeridade com o chapéu dos outros é mole, né? Gente, vamos para o nosso próximo assunto. O governo brasileiro, as autoridades foram aos Estados Unidos perguntar, saber, entender os motivos da soltura do ex-deputado.
Alexandre Ramagem, o Igor Cardin tem informações para a gente, fizeram uma reunião para tentar entender o que rolou, né Igor? Exatamente, Carol, essa reunião entre autoridades da Polícia Federal e também autoridades dos Estados Unidos para entender essas condições que levaram à soltura do ex-deputado Alexandre Ramagem. O encontro ocorreu nesta tarde após a liberação...
De ontem, sem uma comunicação formal ao governo brasileiro, a liberação de ramagem lá na Flórida, ele havia sido preso na segunda-feira em Orlando por questões migratórias, após ser flagrado com o visto vencido. Ele foi levado ao centro de detenção no condado de Orange, mas já não constava mais no sistema de serviço do ICE no dia seguinte.
A liberação ocorreu, portanto, às três da tarde, mesmo após uma reunião ali para evitar a deportação de Ramage. O governo brasileiro, então, espera manter o ex-diretor da Abin preso durante essas negociações para sua repatriação, já que ele é considerado foragido, foi condenado a 16 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal por envolvimento na trama golpista. Ele que deixou o Brasil de forma clandestina e chegou aos Estados Unidos.
após passar pela Guiana. Agora há pouco, Ramagem publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que foi detido por uma questão migratória e não de trânsito e também disse que entrou de forma irregular nos Estados Unidos no ano passado.
com passaporte e vistos válidos e também que logo depois que deu entrada nos Estados Unidos já fez o pedido de asilo e que ele e a esposa estudaram o caso e se enquadram neste pedido de asilo. Débora e Carol.
Obrigada, Igor. Trata-se de um condenado, né? Aqui no Brasil, na trama golpista, em tese, deveria ser deportado ou extraditado para cá, mas foi solto. Pois é, até aqui nós não temos informações a respeito do que as autoridades brasileiras conseguiram extrair nessas reuniões com o governo norte-americano. Fica aí...
a divergência de diversões a respeito dessa prisão e da soltura posterior, mas para ele obter um pedido de asilo político, ele vai ter que comprovar...
que foi alvo de uma condenação por razões políticas, de perseguição política. Então, essa vai ser a alegação para tentar um asilo. Mas agora a gente sabe que os canais de negociação entre o governo brasileiro e o governo americano estão mais desobstruídos, estão mais fluidos. Portanto, vai ser um choque de duas versões. Essa e a versão, que é a correta, de que ele foi...
condenado com base no nosso, na nossa Constituição, nosso Código Penal, em todo o arcabouço legal brasileiro por um crime que é o crime de tentativa de golpe de Estado e não foi um perseguido político e nem nada. Então, vamos ver o que vai prevalecer. Há pouco tempo, os Estados Unidos levantaram, né, tiraram...
as punições que havia, as sanções que havia contra o ministro Alexandre de Moraes. Mas ainda existe dentro do Departamento de Estado norte-americano uma certa animosidade em relação a esse processo contra o Jair Bolsonaro e os seus aliados por razões óbvias, tem uma equivalência.
entre o que aconteceu aqui no 8 de janeiro e durante o governo Bolsonaro, com o que ocorreu no Capitólio em 6 de janeiro, lá atrás, na transição do primeiro governo Trump para o governo Joe Biden. Então, como as coisas nos Estados Unidos são erráticas e vivem nesse ali vai e volta, a depender do humor do Donald Trump e dos seus assessores mais diretos,
não é impossível que o Alexandre de Hamagem consiga um asilo. Ele pode até vir a conseguir esse asilo. Essa ausência de informações para o governo brasileiro mostra que, apesar de as relações terem sido mais ou menos estabelecidas, elas não são plenas. O Brasil não está conseguindo entender direito nem a prisão e nem a soltura do Hamagem.
Então, a extradição também é algo bastante nebuloso. Se a gente vai conseguir extraditar o ex-deputado que perdeu o mandato, foi condenado, etc., tudo isso por ter ajudado numa trama que visava suprimir a democracia, que visava impedir ou depois empastelar o resultado das eleições.
Pois é, tudo isso, a expectativa do Brasil é que isso deporia contra ele, né? Mas ele está contando com as amizades de Alain dos Santos, Eduardo Bolsonaro, lá na Casa Branca. Eles estão um pouco ocupados, fazendo guerra pelo mundo, mas, como você bem disse, a gente nunca sabe se esse humor pode voltar. Agora, é...
O processo de extradição teria de andar para que ele fosse preso novamente, ou não necessariamente. A gente consegue explicar isso?
Não dá para saber, porque a gente não sabe nem o que foi levado em consideração para soltá-lo. Os Estados Unidos têm uma política super restritiva, migratória, e no caso dele, ficou dois dias preso e depois foi solto. Então, alguma alegação fez sentido lá. Ele está dizendo que já está com o pedido de asilo feito.
e que a sua prisão se deu por motivos migratórios e que, portanto, teriam sido elucidados. Ele disse que não entrou com documento falso, o que era uma alegação do governo brasileiro. Então, tem várias questões aí que você precisa esclarecer melhor. Era bom a Polícia Federal.
conceder uma entrevista, explicar isso que está acontecendo. Acho que não o fez até aqui, porque ela própria está com dificuldade de ter as informações completas. Bom, agora a polícia americana sabe onde é que ele está, onde é que ele mora, tem as informações.
A Ana Carolina Tomé, em Brasília, traz mais informações, mais detalhes sobre... Declarações foram dadas pelo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, que teve um café da manhã hoje com repórteres, não é, Ana?
É isso mesmo, Débora. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, disse que uma das tarefas principais dele no governo agora é melhorar a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Segundo ele, existem problemas antigos entre o governo e o Senado que ainda não foram resolvidos.
E ele pretende retomar o diálogo com a Alcolumbre para dissipar o que chamou de maledicências e desentendimentos. Recém-possado, o ministro afirmou ainda durante esse café da manhã com a imprensa que o governo estuda também subsidiar a gasolina para evitar o aumento do preço caso a guerra no Irã avance.
Guimarães ainda ressaltou que Lula vai anunciar em breve, Débora, medidas para reduzir o endividamento das famílias e que as mesmas devem resolver as batchs, as apostas online, que para o governo tem culpa significativa nesse problema. Segundo o ministro, o país não vai deixar que a guerra do Trump chegue ao consumidor brasileiro. Para ele, as medidas ainda são insuficientes.
Que serão tomadas sim, porque o país não vai deixar que a conta do Trump seja transferida para o consumidor. Nós não podemos aceitar isso, porque o problema da guerra atinge todo mundo, não é um problema para o governo. Claro que nós estamos governando, a responsabilidade nossa é tomar medidas. E já tomamos algumas muito corajosas, como eu falei aqui, foi feito com os governadores. Mas são insuficientes para dar conta do tamanho do estrago que essa guerra está fazendo no Brasil.
Mas o Dario está ciente, está conversando, eu acho que logo, logo, tomarão outras medidas. Amanhã o ministro deve se reunir em um café da manhã com o presidente da Câmara, Hugo Mota. O objetivo é criar uma relação virtuosa para aprovar medidas como a PEC da Segurança Pública e o projeto que reduz a jornada de trabalho 6x1.
além de aprovar a indicação de Jorge Messias ao STF, tudo isso até junho. Sobre a jornada, o ministro destacou, descartou, na verdade, novas desonerações para empresas como compensação, afirmando que o país não suporta mais renúncia fiscal. O projeto de lei que vai ficar para depois das eleições será o que regulamenta o trabalho por aplicativos. O ministro disse que o governo...
Queria votar, mas foi retirado de pauta por falta de consenso, pois não agradaria nem os motoristas nem as plataformas. E, segundo ele, a oposição bolsonarista estava esperando um vacilo do governo. Volto com você. Obrigada, Ana, pelas informações. Então, o governo contando com José Guimarães para colar os caquinhos dessa conturbada relação com o Columbre, parece que pode dar bom, porque ele saiu da toque e foi a posse de José Guimarães, né?
Exato. Ele tem uma boa relação na Câmara com o Hugo Mota. Uma relação com o Senado é uma relação que ele vai ter que construir. Nunca foi senador, não tem esse trânsito tão desimpedido ali no Senado, mas é isso, uma sinalização do Alcolumbre, o fato dele ter comparecido à posse do Guimarães, assim como também já era uma sinalização, a antecipação da sabatina do Jorge Messias. Então, são pequenos sinais.
de que as coisas podem começar a desempenar ali, podem começar a andar de uma forma melhor, porque houve um período entre o fim do ano passado e o início desse ano que estava sem nenhum canal de comunicação.
entre o presidente do Senado e o Planalto, a ponto do Lula ter retirado a indicação do Jorge Messias num primeiro momento. Então, esse pior momento, o momento mais agudo de crise, parece ter ficado para trás. A gente até aqui não tem algumas sinalizações que vão ser importantes. Por exemplo, está para ser definido se o senador...
Rodrigo Pacheco vai ser candidato em Minas ou não. É um dos principais aliados de Alcolumbre. Era quem ele advogava que fosse para o Supremo no lugar do Jorge Messias. E depois se filiou ao PSB e está nessa costura para ver se crava a candidatura em Minas. Que é um estado importantíssimo para o lulismo. Se essas relações...
ficarem melhores e se configurar essa aliança, isso também pode ser um empurrãozinho para a melhora da situação entre Lula e Alcolumbre. Então, é tudo uma questão de ir azeitando esses canais para essa comunicação voltar a fluir. Guimarães vai ter muito trabalho na articulação política. O Senado não é o único problema. A Câmara também está problemática.
essa dificuldade em votar o fim da escala 6x1, que é uma dificuldade em duas frentes. Com a matéria em si e a resistência da oposição se deve ao reforço do lobby do setor empregador.
E também a discussão sobre a paternidade do projeto. Então, são dois momentos de dificuldade para essa matéria. E ali ele tem condições de atuar mais fortemente, por ser a casa a qual ele pertence, na qual ele está acostumado, ele sempre frequentou o colégio de líderes, tem uma relação muito próxima com o Hugo Mota. Então, na Câmara, eu acho que ele tem condições de ser mais efetivo num primeiro momento.
Muito bem, a gente faz uma pausa no Viva Voz para o noticiário local. Já já a gente fala mais sobre política, política em Pernambuco, política em Minas Gerais. E também vamos trazer mais informações sobre essa relação entre Paulo Henrique Costa e Daniel Vorcaro. Viva Voz de volta, Bruna Barbosa em São Paulo. Tem mais informações sobre as diretrizes do plano de governo de Romeu Zema, que é pré-candidato à presidência da República. Oi, Bruna. Boa noite.
Oi, Débora, boa noite. Boa noite, Carol e Vera. O pré-candidato que foi o primeiro a lançar o plano de governo para 2026 fez um evento aqui em São Paulo detalhando as propostas e afirmou que, se for eleito presidente da República, pretende propor ao Congresso uma reformulação do Supremo Tribunal Federal.
como primeira medida de governo. Essa declaração aconteceu com o Zema, ao lado dos coordenadores dessa proposta, desse plano. Ele, que é pré-candidato pelo Novo, tem apostado na apresentação antecipada do programa.
como uma forma de se diferenciar dos outros candidatos. O argumento é de que ele possui um projeto estruturado para o país. E aí, ao detalhar a proposta, diz que pretende criar um novo Supremo com mudanças nas regras de funcionamento da corte. A gente tem esse trechinho.
Minha primeira medida será propor ao Congresso um novo Supremo. Um Supremo em que seus membros prestem contas dos seus atos. Um Supremo em que parentes de ministros não possam ter negócios jurídicos. Um Supremo com idade mínima de 60 anos e mandato de 15.
Um novo Supremo é o primeiro passo para um programa de moralização do Judiciário. Bom, o plano de governo de Zema tem como mote o Brasil sem intocáveis, com essas críticas diretas ao Judiciário, e aqui os intocáveis seriam em grande parte os ministros do Supremo, inclusive no início da semana ele defendeu a prisão de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, a gente trouxe isso aqui.
na CBN, mas não para por aí. Além de propostas para o Judiciário, o plano apresentado pelo Novo também prevê alguns outros pontos, ampliação de privatizações, como a defesa de vendas de estatais, como a Petrobras, revisão de benefícios no setor público, críticas ao modelo atual da CLT e criação de uma nova legislação.
É um plano que também inclui medidas na área de segurança, como a redução da maioridade penal e classificação de facções criminosas como organizações terroristas. Esse lançamento de Zema acontece numa semana turbulenta, com alguns embates públicos. Ele trocou farpas não só com o Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, mas também com o ministro Gilmar Mendes e hoje direcionou ataques também ao presidente do Senado, Davi Alcolum.
Nos bastidores, há alguns aliados de partidos como o PL, que ainda consideram uma possibilidade de uma composição de chapa com o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro, ainda que um pouco mais remoto do que anteriormente, mas Ema voltou a descartar essa hipótese, diz que vai manter a candidatura até o fim e não indicou nomes ou tendências para a vice.
Obrigada, Bruna, pelas informações. É o que parece a campanha de Zema vai ser focada nessa briga contra o STF. Tem mais gente em Minas Gerais defendendo o mandato para os ministros. O deputado Reginaldo Lopes, que é do PT, inclusive vice-líder do governo, iniciou essa semana a coleta de assinaturas para uma PEC, justamente para limitar o mandato de ministros do STF há 10 anos.
A maioria das mudanças que o ex-governador falou aí, elas exigem justamente proposta de emenda à Constituição. Elas têm de ser feitas por meio de PEC. Tem uma série delas que já tramita ali no Congresso, tentando mexer em algumas coisas do funcionamento do STF. Limitar decisões monocráticas, tem algumas que falam em mandato.
Mas essas propostas dificilmente avançam porque o próprio Supremo é muito refratário a qualquer alteração, qualquer proposta de alteração que venha de fora e consegue evitar que essas propostas sigam adiante. Mas eu acredito que a partir de 2027 vai ser mais difícil evitar que pelo menos algumas mudanças sejam discutidas. Esse clima de...
reforma do Supremo, ele é muito forte, muito forte na sociedade, muito forte na classe política, e aí do centrão para frente, e até a esquerda, você trouxe agora um deputado da esquerda defendendo a mesma coisa, então eu acho que vai ser meio difícil evitar que algumas discussões sejam levadas adiante. De pouco ou nada adianta, a meu ver...
umas atitudes muito beligerantes dos ministros, como ontem, por exemplo, o ministro Gilmar Mendes ameaçar, processar o senador Alessandro Vieira, buscar até a inelegibilidade dele, tudo isso denota...
um certo desespero por parte dos ministros e acaba ficando muito pior a emenda que o soneto, porque aumenta a indisposição da sociedade e da classe política com o judiciário. Dito isso...
É difícil a gente imaginar se esse plano de governo e todas essas medidas que o ex-governador Romeu Zema defende vão ser levadas adiante, porque a própria candidatura dele está ali na corda bamba, ela carece.
de uma garantia de que vai ser viabilizada por parte do seu próprio partido, por parte da direita como um todo, ou se vai se buscar uma aliança em que ele possa vir a ser vice de algum dos outros candidatos da direita. A situação em Minas também não está totalmente azeitada para o grupo político dele.
porque ele deixou o governo, no seu lugar assumiu o vice-governador Matheus Simões, com dificuldades ali, o Zema não estava no melhor momento da avaliação dele quando ele deixou o cargo, agora tem ali alguns questionamentos, inclusive de privatizações que foram feitas na gestão dele e que estão sob análise no Tribunal de Contas do Estado, e existe um grande risco da direita rachar em Minas.
E o senador Cleitinho ser candidato contra o governador Matheus Simões. E isso representar um revés importante para ele, porque Cleitinho está indo bem nas pesquisas. Então, o Zema não está com a vida ganha nem na disputa presidencial.
e nem na própria sucessão no plano local mineiro. Ele está tentando se viabilizar, justamente se colocando como o mais antilulista e o mais antissupremo entre os pré-candidatos. Mas isso talvez não seja o suficiente para que ele consiga emplacar, de fato, uma candidatura à presidência da República.
E nós vamos para mais uma pausa, para as notícias locais. Já já tem Tiago Bronzato, diretor da sucursal do Jornal Globo em Brasília, com novas revelações da investigação envolvendo Banco Master e BRB. Tuzu Viva Voz está de volta e já está com a gente o Tiago Bronzato, diretor da sucursal do Globo em Brasília. Boa noite, Tiago. Boa noite, Vera. Boa noite, Debra. Boa noite, Carol. Boa noite, aos ouvintes. Oi, Bronzato. Olá, Tiago.
Brunzato, a gente teve hoje um avanço importante nas investigações do caso Master com a revelação do primeiro grande caso de propina, corrupção do Vorcário e do Master em cima do ex-presidente do Banco de Brasília, o BRB, para tentar viabilizar a compra do Master pela instituição. Um pagamento milionário.
em termos de propina, o que mais que essa investigação revelou e como que isso muda o jogo? Vera, foram 146 milhões de reais. Foi essa a bolada que o Paulo Henrique Costa, o ex-presidente do BRB, que é o Banco de Brasília, iria receber do banqueiro Daniel Vocalo o dano do Master.
Esse dinheiro, segundo a investigação da Polícia Federal revelou hoje, era fruto de um pagamento de propina.
por meio da compra de seis imóveis luxuosos escolhidas a dedo por Paulo Henrique Costa. E por isso, o ex-presidente do BRB foi preso hoje pela Polícia Federal. Esse é aquele velho enredo de uma mão que molha a outra. De um lado você tem o vô caro, que queria vender o Master ao BRB para salvar o seu negócio, e o Master tinha pouco dinheiro em caixa, então estava topando tudo.
E do outro lado tinha o Paulo Henrique Costa, que decidiu ajudar o Vocaro comprando 12 bilhões de reais em carteiras de crédito do Master e depois ajudou a estruturar uma operação para comprar de vez por todas o banco para evitar que ele quebrasse. As mensagens encontradas pela Polícia Federal nos celulares do Vocaro e Paulo Henrique
mostram como esses interesses exclusos se misturam. Num dado momento da conversa, o Vocário e o Paulo Henrique estão batendo um papo sobre a compra de uma cobertura que Costa queria, quando de repente o Vocário, do nada, diz que estava precisando de 300 milhões de reais para fechar as contas do banco.
E bastante solícito, o Paulo Henrique falou que, claro, com certeza, vamos ajudar e vamos resolver isso. Até porque ele estava de olho numa cobertura luxuosa que o cara estava oferecendo para ele.
Em outro momento, o Volcaro diz ali para a corretora de imóveis dele que precisava manter o ex-presidente do BRB feliz, porque ele estava bastante decepcionado depois de visitar apartamentos de 30 milhões de reais e não gostar de nenhum. Os apartamentos só foram transferidos para o ex-presidente do BRB porque o Volcaro ficou sabendo.
que estava sendo investigado por um suposto esquema de pagamento de propina. Aí ele ficou preocupado e falou, ó, manda cancelar transferências desses apartamentos luxuosos para o Paulo Henrique, né? Então, assim, todo esse enredo, hoje revelado pela investigação da Polícia Federal, mostra que a gente ainda...
está vivendo de casos do passado. Esse valor dá quase três prêmios da Mega Sena, que foi sorteado hoje. Eu não ganhei. Não ganhei nem um terço disso. Eu ganhei na Mega Sena, nem ganhei o apartamento. E muito menos um apartamento de luxo. Queria alguém preocupado e me deixar feliz com o apartamento de luxo, mas sem propina. Pelo menos você vai ter a restrição do imposto de renda, Débora, daqui a pouco. Estou precisando de um amigo generoso, como for o cara. E se você também...
receber esse dinheiro, só pra ter uma noção da importância dele, é que você, assim, se você gastar 10 mil reais por dia, por 40 anos, você não torra toda essa grana. Só pra ter uma noção do quanto que é específico esse valor, né? Eu na piscina tomando uns dois drinks, uns bons drinks. Ô Bronsato, e antes de ser preso, o Paulo Henrique tava carregando uma pasta, ele costumava carregar uma pasta de couro, que tinha um monte de documentos que ele queria mostrar pra Polícia Federal. O que que tinha no final das contas nessa pasta?
Pois é, Débora, o Paulo Henrique costumava andar para cima e para baixo em Brasília com essa pasta de couro que estava recheada de documentos, né? E ele guardava com muito zelo um celular que tinha ali como proteção de tela uma imagem religiosa, né? Ele rezava muito para não ser preso, estava muito preocupado com a possibilidade de parar na prisão e por isso ele vinha insistindo bastante com a Polícia Federal para ser ouvido de novo, num novo depoimento, né?
Ele dizia que não tinha o que delatar porque ele era apenas uma peça de uma engrenagem maior nesse esquema, mas que estava disposto, sim, a colaborar com os investigadores. E ele achava que a melhor forma de colaborar era organizando toda essa papelada e também todas as mensagens do celular dele. E depois que ele foi demitido do BRB, ele passou a ter muito tempo livre, né?
E aí ele passou a desenvolver ali uma ferramenta com inteligência artificial para localizar todas as mensagens que ele considerava relevantes como prova, né? Porque ele pensava o seguinte, se ele cair, ele vai cair atirando, né? E nessas conversas de WhatsApp, né, variavam os diversos contatos, desde contatos que ele teve ali com diretores do Banco Central até conversas com o ex-governador Ibanez Rocha.
E durante as negociações do Master, o Paulo Henrique chegou a ser cobrado ali pelo Ibanez, que estava muito preocupado com o andamento do negócio. Tem até um diálogo ali entre os dois, que o Ibanez fala que o caso, o Master, estava gerando muito desgaste do que ele deveria e que ele não iria suportar. Essa é uma das mensagens que o Paulo Henrique carrega com ele ali para explicar melhor.
E as outras mensagens, ele trocava mensagem, por exemplo, com o presidente do Partido União Brasil, durante as negociações, mas ele diz que eram só mensagens de amizade, que ele costumava tomar café da manhã com o Roeda, que ele conheceu em Pernambuco, e que esses encontros que ele tinha com o presidente da União Brasil eram apenas para discutir o cenário político, será mesmo? Acho que a Polícia Federal desconfia que o Paulo Henrique mantinha uma ampla rede de contatos políticos e que a prisão dele poderá explicar muita coisa.
O Bronzato, e qual foi a mensagem encontrada pela Polícia Federal que deixou Brasília sob tensão? Olha, Carol, embora o Paulo Henrique tenha criado o maior destaque hoje nessa operação realizada pela Polícia Federal, o nome que mais causou terror e pânico em Brasília é o do advogado Daniel Monteiro.
O Daniel Monteiro era o homem de confiança do Vocaro e cuidava de toda a arquitetura jurídica das empresas e dos fundos ligados ao Master. Só para ter uma noção, o escritório do Daniel Monteiro foi o segundo mais bem pago pelo Master, conforme dados da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado. Ele recebeu...
R$ 139 milhões entre 2022 e 2025. Só ficou atrás da advogada Viviane Abarço de Moraes, a mulher do ministro Alexandre de Moraes, que tinha um contrato de R$ 129 milhões. O Daniel Monteiro, a gente sabe o que ele fazia. Numa mensagem encontrada pela Polícia Federal, ilustra bem que tipo de serviço ele prestava. Ele estava ali, num dado momento, batendo papo com o vocário, e eles estavam discutindo como escolher um laranja.
para comprar os apartamentos luxuosos para o Paulo Henrique, que estava insatisfeito com um apartamento de 30 milhões de reais, e o que eles deveriam fazer para resolver a situação, para não deixar rastros nessa operação. E aí o Daniel Monteiro diz para o Forcaro que seria bom não misturar com o restante das outras estruturas que ele tinha.
Isso acendeu o sinal de alerta na Polícia Federal, que desconfia que, além do Paulo Henrique, eles têm outras frentes de operações para investigar. E é isso que os investigadores agora querem puxar, para descobrir se alguém mais recebeu 146 milhões de reais ou até mais dinheiro do Vorcaro. Obronzato, rapidinho, essas mensagens estavam no celular do Vorcaro?
Essas mensagens foram extraídas pela Polícia Federal, tanto do celular do Vocaro, quanto do celular do Paulo Henrique, porque eles foram alvo de uma operação da Polícia Federal no final do ano passado. Então, a Polícia Federal prendeu sete ou oito celulares do Vocaro. Deve ter muito assunto ali no meio, né?
E tudo isso é pré-delação, porque os ouvintes podem ficar confusos achando que isso já é um resultado da delação, não tem delação ainda homologada, as negociações estão correndo ainda, essa é uma etapa anterior a qualquer delação.
Exatamente, esses são os achados da Polícia Federal, o que eleva ainda mais a régua da delação, né Vera? Porque agora o Volcar ou mesmo o Paulo Henrique se decidir fazer a delação, eles vão ter que entregar fatos novos. Isso aí a Polícia Federal já descobriu, não está contando, não está valendo. Agora eles vão ter que revelar fatos novos, entregar mais nomes.
É isso aí, o Banco Imobiliário está só começando. Obrigada, Thiago. Obrigado, pessoal. Boa noite. Valeu, Bronzato. E não saiu ainda o sorteio da Mega Sena, tem a chance de levar 50 milhões, aviso vocês. Boa. Gente, antes de encerrar, dá tempo de uma última informação sobre o Datafolha em Pernambuco. A Marcele Reis tem os números para a gente em Recife. Oi, Marcele, boa noite.
Oi Carol, Débora, Vera, boa noite para vocês e para todos que nos acompanham. Isso mesmo, a pesquisa Datafolha para o governo de Pernambuco, divulgada pelas rádios CBN Recife e CBN Caruaru, mostra o ex-prefeito do Recife, João Campos, do PSB, mantendo a liderança na corrida com 50% das intenções de voto.
contra 38% da governadora Raquel Lira, do PSD, no cenário estimulado. Eduardo Moura, do Novo, tem 3%. Já Ivan Moraes, do PSOL, aparece com 2%. Brancos ou nulos somam 6%, enquanto que 1% não soube ou não respondeu. No último levantamento feito pelo Datafolha no Estado, em fevereiro...
João Campos tinha 47% das intenções de voto, enquanto que Raquel Lira aparecia com 35%. Em dois meses, a distância entre eles se manteve em 12 pontos percentuais. Já no cenário espontâneo, quando o entrevistado aponta o candidato em que pretende votar, Raquel Lira e João Campos estão empatados dentro da margem de erro, com a governadora numericamente à frente por 28% a 26%. V cabinets cabinets cabinets cabinets cabinets cabinets cabinets cabinets cabinets
Em um possível cenário de segundo turno, com 52% das intenções de voto, João Campos venceria Raquel Lira, que aparece com 42%. O Datafolha também mediu as intenções de voto do Pernambucano para a presidência da República. Em um possível cenário de segundo turno, com Flávio Bolsonaro, do PL, Lula, do PT, venceria com 59% das intenções de voto, contra 32% do senador.
que conta com a maior rejeição entre todos os candidatos, que é 52%. No primeiro turno, Lula lidera com 53% das intenções de voto contra 26% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado, do PSD, e Romeu Zema têm 1% cada. Volto com vocês no estúdio. Obrigada, Marcele. Números que não surpreendem, né? A gente sabe que o João Campos tem chance de levar a seleção no primeiro turno, né, Vera?
É, não está ganho, né? Claro. Esse cenário de que pode se resolver no primeiro turno, acho que vale para um lado e para o outro. A gente não pode subestimar, num estado como Pernambuco, que ainda tem muita pobreza, o peso da máquina do estado. É uma eleição com um cenário totalmente diferente do de 2022. Em 2022, a Raquel Lira só foi ao segundo turno ali no último dia.
muito em razão de uma comoção gerada pela morte do marido dela na véspera do primeiro turno. Era uma eleição muito fragmentada, tinha vários candidatos, todos eles com chance de passar ao segundo turno. O candidato do grupo político do João Campos...
do PSB. Nem chegou aí ao segundo turno. Foram a Marília Reis e a Raquel Lira. E a comoção acabou virando o jogo e a Raquel foi eleita. Agora, a gente tem um herdeiro direto.
de Arraiz e Eduardo Campos, que é o João Campos, saindo da Prefeitura do Recife, político muito jovem, com muita expectativa depositada em cima dele por parte do PSB nacional também e da esquerda, uma renovação da esquerda não petista. Então, essa eleição vai ser uma eleição muito importante da gente acompanhar.
porque a governadora já esteve muito mal, mal avaliada, com dificuldade de composição política na Assembleia, e ela se recuperou nos últimos meses. Esses 38 mostram que não é um índice totalmente desprezível. Vai ser uma eleição muito acirrada essa de Pernambuco.
Vera Magalhães, amanhã tem mais Viva Voz. Beijo, até. Um beijo, até amanhã. A gente faz aquele resumo e dá conta do que vier de novidade também. Tchau, tchau. Beijo, Vera.
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