Episódios de Comentaristas

Sexta-feira com guitarrada e histórias de ouvintes

10 de abril de 202611min
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Confira o que João Marcello Bôscoli preparou para embalar o 'sextou' desta semana!

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Participantes neste episódio3
J

João Marcello Bôscoli

HostApresentador
T

Tatiana Fernando

Co-hostApresentadora
N

Nando

Comentarista
Assuntos3
  • Histórias de ouvintesMárcio Formiga · guitarrada · Marvin Gaye
  • Música e CulturaMestre Solano · lambada · afro-jazz cubano
  • Datas Comemorativas
Transcrição26 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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Sala de Música Com João Marcelo Pôscoli Tem um ouvinte aqui que mandou um e-mail, é o João, ele tá em São Paulo. Ele falou, eu tô aqui, Tatiane Fernando, que é com você também, viu? Lavando louça e adorando ver as caras, os gestos e os risos de vocês com o microfone desligado. João, sexta-feira o pessoal toma um negócio que eu não sei exatamente o que é que tem no almoço.

Aí ele falou, eu nunca tinha assistido rádio. E é das melhores coisas. Adorei. Venha sempre, viu, João? Porque agora chegou o seu chará, então quer dizer... Só melhora, né, João Marcelo? Boa tarde.

Boa tarde, que legal, hein? E é legal, fica melhor quando a gente fica com o microfone fechado. E aí ele se diverte mais. O meu tá aberto. Não, não, não, digo ouvinte. O ouvinte se diverte mais quando a gente tá com o microfone fechado. E aí tem aquelas coisas... E aí a gente tá aqui ajeitando as coisas do programa, tal. Pra colocar você no ar. Falando, meu Deus, cadê o João? E tal. Mas tá tudo certo, né, João? Sexta-feira, João. Ah, o que importa é que eu cheguei, né? É.

Faz tempo que você acordou agora? Eu? Quem me der? Tatiana. Não é uma siesta, né? Sei lá, não sei. Não rolou hoje? Não, não consigo. É o contrário. Eu tenho acordado às cinco da manhã, você acredita? Eu acredito. É por isso que merece um cochilinho da tarde. Virei um idoso agora. Oito e meia, nove horas. Já começa a bocejar.

Tá bom. Porém, hoje é sexta-feira. Tem muitos ouvintes que não estão nem um pouco afim de oito e meia, nove horas. Quer dizer, sei lá, não sei, né? O Fê que vai contar, porque as historinhas chegaram aí. Tem histórias hoje, João. A sua primeiro. A minha é o seguinte. Nando, você já trouxe uma vez aqui. Lembro que Tatiana adorou. Vinte se inscreveram. Eu gostei muito. Trouxe hoje. Passou por mim novamente. Eu estacionei. Estou ouvindo, ouvindo, ouvindo.

muito, muito gostoso acho que tem a cara de uma sexta-feira como hoje preparando os serviços Mestre Solano vamos lá, lembra, Nando? não não lembra? toca aí, vamos ver

Isso é guitarrada? É do Pará. Ah, é guitarrada. É, é muito legal. Isso é gostoso? Ó. Putz, o Pará é tão legal, meu. Ah, é demais.

Quando você vê as entrevistas dele, ele fala muito daquilo que já comentamos aqui, de ser de um lugar onde o rádio pegava muito da música ali do Caribe, né? Cúmbia, Calypso, enfim, tchá-tchá-tchá. Bom, afro-jazz cubano. Vai pegando tudo isso e somando, é interessante. Naquela época era mais próximo de lá do que...

do sul do Brasil. Criou esse tempero. Acho uma delícia. Vamos à história dos ouvintes. Vamos? Adorei, adorei. Dá pra acestar com essa guitarrada aí, bonita, hein? Sim, sem dúvida. Ah, é demais. É muito confortável. Dança lambada, gente. Dançando lambada, dançando lambada. Dança lambada. Dançando lambada. Dançando lambada é com ele mesmo, hein? Lambada é com ele mesmo. Mestre Solano, podem ouvir.

Vamos lá. Tem uma história boa, João. Eu tenho aqui que contar. O nosso amigo Márcio, Márcio Formiga, passou por duas semanas, olha, de um perrengue. Ele teve duas viroses, entrou no antibiótico, ficou mal, tal, tal. E hoje, João, hoje acaba o antibiótico. Ihhh!

Ele só terminou em meio assim. Hoje tem. Eu e minha esposa merecemos. Hoje tem. Ainda bem que a gente tava falando... É do Rio de Janeiro. A gente tava falando de músicas diferentonas e tal, que os clichês só valeriam se as histórias fossem boas. Acho que valeu. Valeu. Valeu. Let's get it on. Esse cara canta, hein? Chama nosso ouvinte.

Marvin Gaye. De novo? Marvin! Esse é o Márcio Formiga. É o Márcio. Hoje tem, hein? Hoje tem festa no Formigueiro, hein? Oba! Fiz no Formigueiro! Fernando desmaiou. Eu vou ter que continuar com esse quadro. Perdemos o representador. Não, não, tô aqui. Fala do Marvin Gaye. Tô te dando essa coisa.

Vamos, vamos. Fala do Marvin Gaye, João. Marvin Gaye? É, meu. Olha, vou falar uma coisa que as pessoas não ouvem toda hora, assim. Ele tinha, desde sempre, quando ele começou a fazer sucesso como cantor, ele e a Tani Terrell, era a dupla dele, né? Ele tinha o sonho de ser, tipo, como ele falava, um Black Sinatra.

Então ele fazia música pop, o soul, ele gostava disso, mas antes de se estabelecer definitivamente como um artista solo, escolhendo o seu repertório, compondo, colocando nas suas canções a sua vida, seus conflitos, seus amores, sua raiva, sua indignação, enfim, em Otis Moenão em 71, antes disso ele passou um período longo, se achando quase aquela síndrome do impostor.

Poxa, eu não sou bom o suficiente, eu queria cantar standard, né? Como Sinatra. Mas como o Matt King Cole, mas o Sinatra no sentido de ser aquela estrela, né? Porque o Sinatra foi o primeiro artista teen idol, né? O ídolo adolescente, né? Foi o primeiro, né? Então ele já vinha com esse tamanho. Até ele se encontrar, ou seja, mesmo tocando bateria, gravando na Montau. Lindo de morrer, cantando super bem.

Também tinha os seus momentos de ai meu Deus, eu preciso demais, será que eu mereço? Eu sou um impostor, eu canto bem, mas eu não canto como Sinatra, não tenho uma carreira e tal. Curioso imaginar um semideus da música tendo um momento como esse. Tá bom. João, agora é você... Atrapalhei a sexta-feira, né? Vamos lá. João, quem vem da Lua é Lunático ou é Selenita? Ô louco!

Eu ia falar selenita só porque eu não sei o que é. Vem do grego Selene, deusa da lua. Lunático é o locão, doidão. Mas o clima é lunático. Entendeu pra anotar. E aí nós vamos agora pro André. André Dória. Ele tá nessa vibe da Artemis 2. Tá quase chegando aqui. Já dá pra ver, né? Já dá pra ver. E ele escolheu a música aqui. Simboliza esse momento. Vai.

Ah, eu gosto, hein? Ele vai testar como, João Marçal? Pô, essa música é boa, bem gravada Olha o som, olha o som Major Tom

Essa música boa também, né? A gente esquece. Nossa, é bom que eu não ouço faz tempo. Eu sou muito esperto esse baixo. É o Peter Schilling. Ah, tá. Ele é alemão. E a vozinha dele agora fazendo a contagem, ó.

E a Tatiana com o London Fog escutando no ar Por pouco eu não vim de London Fog Sério Boa, boa, boa Vai ter pichinha Então a Cintia, nosso ouvinte A melhor é original em alemão

Duvido, Dani, você tem um minuto e meio. Soltou um palavrão aqui, hein? Não queria dizer nada, não. Olha! Uma interjeição, assim, eu diria. Imagina essa música alemã, você conhece? É tipo... Você é tipo o Miles, né? Ô, Tatiana, o Miles liga pro Wayne Shorter. Sábado à noite fala, Wayne, segunda-feira tem gravação de manhã. Leva aquele seu livro de composições. Tá bom? Tchau. E desligou. Não tinha ensaio, não tinha nada.

dia e meio depois, tava lá de manhã gravando com o Miles. É tipo assim, DJ Daniel, tem que achar as coisas na hora. É o famoso quem sabe faz ao vivo. 3, 2, 1 Bom, então hoje nós inauguramos aqui um sexta-hora com a participação dos ouvintes.

Quero agradecer aqui e saber que a gente pode fazer isso na sexta-feira que vem também. Adorei. E terminamos bem. Vamos lá, semana que vem, nós? Eu e você, você e eu, trazer uma musiquinha pra sextar. Ô, João, tem uma informação importante. Na sexta-feira que vem é aniversário de nove anos deste programa Estúdio CBN. Acho que você poderia pensar numa trilha sonora de festinha pra gente, hein? O que você acha? Festinha. Festinha. Festinha.

Vamos? Lá, vim, nove anos, que coisa! Obrigado, João Marcelo, e até... Beijo, bom fim de semana. Obrigado, obrigado, ouvinte. Sobreviva, volta segunda, por favor. Oh, eu sou tão fofo. Quer proteger a experiência do seu adolescente online? No TikTok, a segurança vem desde o início.

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