'Moda' dos peptídeos evidencia problema de mercado paralelo experimental
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Luiz Fernando Correia
- Proteína e NutriçãoPeptídeos como mensageiros · BPC-157 · Agonistas do GLP-1
- Mercado paralelo experimentalSegurança clínica dos peptídeos · Classificação do FDA · Proibição pela UADA
Quer proteger a experiência do seu adolescente online? No TikTok, a segurança vem desde o início. As contas de adolescentes já vêm com mais de 50 ferramentas de privacidade e proteção ativadas automaticamente. E com a sincronização familiar, os pais podem ajustar configurações de conteúdo e bem-estar digital com poucos cliques. Ambiente protegido para eles, mais tranquilidade para você. Saiba mais em segurança-tiktok.com.br
Saúde em Foco. Com Luiz Fernando Correia. Oferecimento, você luta pela sua saúde. A gente também. Alice, plano de saúde como deve ser. Muito bom dia, doutor Luiz Fernando Correia. Bom dia, Milton. Bom dia, ouvintes. Agora nós vamos falar de moda.
A moda dos peptídeos. Explica essa história para nós. Então, Milton, é uma modinha que está rolando já há algum tempo aí. Agora essa é coisa séria, né? Fala de academia, influencer falando, gente vendendo por aí. Então, o que são peptídeos? Para o básico, peptídeos são cadeias de aminoácidos. Os formadores das nossas proteínas. Peptídeos são cadeias pequenas de aminoácidos, geralmente com em torno de 50 aminoácidos.
Eles existem no nosso corpo de maneira natural e funcionam como mensageiros. Eles se ligam a receptores nas células e dizem o que tem que ser feito. Liberar a insulina, crescer, recuperar uma lesão, sentir fome, sentir saciedade. Por exemplo, todo mundo conhece alguns peptídeos. Insulina é um peptídeo, hormônio do crescimento também é peptídeo. Então, a ideia seria lógica, já que existe naturalmente, por que não usar para tratar alguma coisa?
E os mais famosos deles agora são os peptídeos que estão esses agonistas do GLP-1, a semagrutida, por exemplo, que está no OZEMP, que está no IGOV, é um peptídeo que faz a função de um hormônio natural do intestino. O problema todo...
É que junto com esses que passaram por pesquisas científicas completas, milhares e milhares de testes, regulação, análise das entidades regulatórias, surgiu o mercado paralelo de peptide experimental. Então tem alguns que estão na moda. Um deles é o tal do BPC-157, uma cadeia de 15 aminoácidos.
Seria derivado de uma proteína encontrada no suco gástrico e mostrou resultados impressionantes. Acelerou a cicatrização de tendões, ligamentos, músculos. Só que o problema, né? Mostrou tudo isso só em ratos, não mostrou em gente.
E isso é importante, porque uma revisão sistemática mostrou que tem 544 artigos sobre esse BPC-157. 35 estudos atendiam critérios de inclusão. E desses 35, Milton, só um deles era um estudo clínico em humanos.
um estudo retrospectivo com 12 pessoas, para dor crônica do joelho, sem grupo controle, e foi feito, sabe por quem? Por médicos afiliados a uma clínica que vendia a injeção de BPC-157. Então, os autores da revisão sistemática mostraram claramente que não existe segurança clínica para utilizar esse troço.
Em 2023, já, o FDA classificou o BPC-157 como substância com riscos significativos de segurança e que não pode ser manipulado por farmácias para uso humano. A UADA, que é a Agência Mundial Antidoping, já proibiu o seu uso por qualquer atleta e mesmo assim na internet tem oferta com material de pesquisa, por 100, 200 dólares o frasco. Então, Milton, eu vou dizer o seguinte, peptídeos são coisas na atuição...
elementos naturais, pequenas estruturas naturais de aminoácidos, fumadores de proteína. Agora, é lógico, quando você ouve um negócio desses, o resultado é fantástico, maravilhoso, você até pode querer experimentar. Mas pensa bem, você vai querer experimentar uma coisa que só foi testada em 12 ratos? E nenhum ser humano? Tá difícil, né?
Tá bom, doutor Fernando. Me convenceu. Valeu, um abraço. Até mais. Até mais, Milton. Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini. A partir de R$ 109.990,00 pra CNPJ.
Fala até uma concessionária BYUG, faça um test drive. Consulte condições em BYUG.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.