Conhecendo o som romântico da Guatemala
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João Marcello Bôscoli
- Música romântica da GuatemalaRicardo Arjona · Música guatemalteca · Chapim
- Canções de Ricardo ArjonaIngressos para shows · Agenda de shows
Sala de Música, com Julão Marcelo Pôscoli. Oi, João, boa tarde. Boa tarde, Tatiana. Que saudade, hein? Saudades. Tudo bem? Oi, Sumida. Tudo ótimo. E o Nando, tá aí? Oi, Sumido. Tô aqui. Ah, Sumido. Ah, Sumido.
Vamos para Guatemala? Boa tarde. Vocês estão com o mapa aberto aí? Ixi. Guatemala, fica ali, tem fronteira com México. Aí, para o lado à direita, tem Honduras, tem Nicarágua, Costa Rica, Panamá. América Central. América Central, ela fica ali. De um lado, você tem o Oceano Pacífico, do outro lado, você tem Mar das Caraíbas.
Tem uma rua aqui na Pompeia, Caraíbas. E aí tem o Golfo do México, está escrito Golfo da América, é muito engraçado. Que mapa você está olhando? O mapa é um mapa de um imperialista. Porque aqui tem um lugar que chama Novo México, Los Angeles e tal, que também não era deles também, mas está tudo certo, já está tudo resolvido.
Vamos aqui ficar na Guatemala? Vamos ouvir a música romântica da Guatemala, Tatiana? Opa, bora. O que você acha? Eu gosto. É música romântica, então vamos lá. Ai, romântica. Ricardo Arjona. É o nome? É Boniton. É Boniton? Ah, sei lá. Deixa eu ver. Ricardo Arjona. Você é especialista em barba. Nossa, eu tinha um amigo que chamava Arjona. Ah, Boniton. Vamos ouvir então.
É, vai. Guatamalteco. Guatemalteco. Guatê? É. Ah, para ver se vocês estão atentos. Já vi que vocês estão, pessoal, eles estão atentos lá. Não dá para falar a besteira. Vamos ouvir a primeira com o nosso querido Ricardo Arrona. É o maior deles de música romântica. Vamos lá. Ele está na rua esperando um táxi, Tatiana. É o começo da música, tá? Tá, tá.
Às 10 da noite, piloteava minha nave. Era meu taxi, um Volkswagen. Do ano 68. Era um dia desses malos, onde não houve passage. As lentejuelas de um traje me fizeram a parada. Era uma rubia preciosa, levava minipalda.
O escote em sua espalda Chegava justo a glória Uma lágrima negra Rodava em sua espécie
Mientras que el retrovisor desea ver que pantorrillas... Ronito, deixa eu te falar uma coisa, cara. Pantorrillas! Olha só, hoje, pra você que está aí nos ouvindo em Miami, tem show marcado para a Casseia Center. Do Ricardo? Do Ricardo. Gente, ele se apresentou a semana toda em Miami, Austin.
amanhã depois vai pra Nashville tudo esgotado sucesso você ouviu primeiro aqui só podia ser aqui
A não ser que você esteja em Miami assistindo... Tem ingresso pra Atlanta ainda. Quanto custa? Ah, desculpa, não sei. Vamos comprar, vai. Enquanto isso, conte-me mais do Ricardito. Ricardito Arrona. É o seguinte, depois quando aparecer no Super Bowl não vou esquecer que vocês ouviram o primeiro aqui. O Ricardito Arrona faz parte de um grupo de artistas chamados latinos.
já que é um lugar que a gente está sempre, um espaço aqui que temos, que falamos sobre essa questão da música do mundo, tem muita música latina. Queria só lembrar, assim como o urbano, a música urbana é contestada por várias pessoas pretas, Tyler, the Creator, por exemplo, a música latina, tem vários países que não aceitam isso, falam que não somos latinos. A música cubana, por exemplo, eles falam que é afrocubana.
E na Guatemala acontece uma coisa parecida, porque eles não se referem à sua música como latina. Eles dizem que a música é guatemalteco, não é guata, viu, Fernando? É guatemalteco. E o apelido interno deles para esse tipo de solução da nomenclatura...
é chamar a música deles, em determinadas instâncias, de chapim. Do que? Chapim. C-H-A-P-I com acento agudo. Boa tarde, Pasquale. N de navio, chapim. Então, a música guatemalteca é chamada, como os guatemaltecos se chamam ali, tipo chapim. Eu não vou falar de brazuca e tal, que já teve, né? Nos anos 70 tinha as bandas...
de jazz brazuca, um termo que não pegou muito, mas Lachapim pegou. Então, o Ricardo Arrona, como você está vendo aí, Fernando, pela agenda que ele tem nos Estados Unidos... Já temos o preço, para você que é meu amigo, é quanto? 400 reais?
Olha, depende do lugar. Se você estiver em Atlanta, no State Farm Arena, é R$ 560. Se por acaso você for para o Hard Rock Hotel e Casino Atlantic City, R$ 721. Para você que não é. Mas aí, para quem está aqui no Brasil, ele vai se apresentar em Buenos Aires nos dias 1, 2 e 3 de maio. De repente...
Vamos de navio até lá. Mas vai que você está de passagem comprada para um feriado em Buenos Aires? Seria bom. Dá para providenciar também o ingresso para ver Ricardito. Por falar em Ricardito, nosso ouvinte, Joaberdan Mariano de Maceió, Alagoas, ele diz que Marta é o seu maior sucesso, conhece tudo. É a história de um viajante a Buenos Aires e seu caso de amor com uma garota de programa. La Piba de la Recoleta.
Mamma mia Se continuar esse programa a gente vai saber tudo do Ricardo Vai mesmo História de táxi Pra avaliar essa possibilidade de comprar o ingresso Na Argentina, quem for estar lá Vou colocar mais uma música dele que chama A ti A ti Por favor Arrona Arrona
Ele gosta desse acorde, já deu pra notar. A ganar-me quando sabes bem que eu não tenho perdido tudo.
Estou falando a ti, aunque te importe pouco o que estou dizendo.
Ricardo Arrona, o artista guatemalteco... Chapim. Chapim, que nos foi apresentado hoje aqui pelo João Marcelo em Músicas do Mundo, dentro da nossa sala de música. Obrigada a você, João, por mais essa novidade. Um beijo e até amanhã.
Nos vemos lá no show na Argentina, quem sabe, né? Quem sabe, quem sabe. Vamos avaliar. Primeiro demais. Obrigado, Nando, obrigado, Cinti, obrigado, Tatiana. Obrigada, João. Amanhã, gosto sim, e daí? Lua, Lua, Lua. A gente vai pra Lua amanhã. Lua, acertei, aceitei. Lua. Lua. Lua.