Brasil entra em modo eleitoral sob pressão das redes e da agenda internacional
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Marco Rudiger
Petria
- EleiçõesCandidaturas e oposição · Engajamento nas redes
- Impacto global do PIXRelatório do governo dos EUA · Impacto do Pix
- Questão de soberania brasileiraExpectativa de melhora de vida · Políticas sociais
- Impacto das Redes SociaisManipulação da opinião pública · Desinformação
- Indicação Jorge Messias ao STFMinistro Jorge Messias · Papel do STF
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A Semana Política, com Marco Rudiger. Ele não falha em nos atender, mesmo num feriadão de Páscoa, Marco está ali de plantão com tudo que anda acontecendo. A gente não consegue descansar olhando para esse Brasil e mais, né? Olhando para o mundo também. Marco Rudiger, boa tarde, Marco. Feliz Páscoa para você.
Feliz Páscoa para você, para os nossos ouvintes, feliz Pessac também, para todos os nossos ouvintes de judaísmo. Vamos que vamos, porque essa é uma época importante, uma época que conversa com a ressurreição e conversa com a renovação. Então, eu acho que a gente tem que renovar a fé na vida, fé na trajetória que a gente está tendo, apesar do mundo estar conflitado do jeito que está.
Com certeza, Marco. Olhando para o mundo e também para o Brasil, a agenda internacional amplificou o espaço, né, Marco, nesse debate pré-eleitoral, depois da divulgação do relatório do governo dos Estados Unidos, que colocou o Pix.
como uma ameaça a empresas americanas, como o de cartões de crédito e tal, de crédito. Foram mais de 550 mil menções e 10 milhões de interações sobre o Pix. Além de tudo o que está acontecendo no mundo, essa também, Marco? Eu acho, na verdade, isso muito interessante, Petra. Em primeiro lugar, esses ataques que o governo americano...
Eu diria assim, essa inconformidade às vezes com o Brasil, elas ajudam muito o presidente Lula a se colocar como um defensor, e de fato ele é, de uma agenda, de uma pauta mais nacionalista. Então eu acho que isso é uma coisa muito importante.
A gente tem ângulo isso. E isso acontece logo em seguida. A semana passada, no fim de semana passada, o Flávio Bolsonaro ter participado do CEPAC, que é um evento ultraconservador americano, e feito não só uma...
declarações que soam muito como uma subordinação enorme ao governo dos Estados Unidos e deixando, digamos assim, um espaço para uma certa crítica que a situação acaba fazendo, os apoiadores do governo acabam fazendo no sentido de caracterizá-lo como alguém extremamente subordinado e submisso ao governo americano. Então, isso...
Se segue a esse relatório que mostra um descontentamento com o Pix. Esse descontentamento tem um sentido, porque tecnicamente falando, se os bancos centrais usarem o Pix...
E se isso se disseminar pelo mundo, você não só problematiza o grande negócio, digamos assim, dos cartões de crédito, mas também, ao mesmo tempo, você poderia, em tese, alterar o sistema de trocas internacionais.
e ali reside, digamos assim, intrinsecamente, um dos elementos de poder americano, de projeção de poder americano. A gente quando pensa na projeção de poder, acaba pensando normalmente na questão militar, mas não se trata só disso. Você tem a questão informacional, que é fundamental e crescente, e não é à toa essa proteção às plataformas, etc., passa também por aí, mas tem esse outro ângulo que é o sistema financeiro. Então...
É natural que, digamos assim, o governo americano defenda lá seus interesses e é natural que o governo brasileiro defenda os seus interesses. E a gente tem que entender que essa defesa aqui dentro, ela acaba também no ano eleitoral, obviamente, sendo... Ela gera uma tradução.
também dentro da campanha. E se um outro candidato se coloca tão fortemente aderente a um governo exterior, incluindo uma crítica que a gente tem, que eles fazem, muitas vezes, ao comércio que a gente tem com outros países, notadamente a China, então, obviamente, abre um flanco sério e grave e importante, digamos assim, para o governo desconstruir a potência dessa candidatura de oposição.
Muito bom e muito importante também Que mais a gente destaca Nessa última semana Em marco, aí olhando Para a política dentro do Brasil Eu acho que Bom, isso faz parte, claro Petra, da Política do Brasil O governo precisa de bandeiras Eu acho assim Só colocar assim para os nossos ouvintes Assim
Um ângulo. Existe um certo esgotamento. Não é que as políticas sociais não sejam necessárias. Elas são mais do que necessárias, porque o Brasil tem uma potência enorme, tem todos os recursos, tem infraestrutura, tem tecnologia também, tem áreas muito sofisticadas. O PIX, por exemplo, mostra isso. Entre outras, posso falar da Embraer, posso falar da Petrobras, que está amortecendo, digamos assim, o impacto do...
do preço, enfim, do petróleo, do derivado, do combustível. Enfim, tem uma série de coisas. Porém, o Brasil é extremamente desigual. Então, essas políticas de proteção social, elas são importantes, mas acontece que existe um certo esgotamento da expectativa de melhora de vida a partir dessas políticas. Ou seja, o que eu quero dizer, as pessoas querem um pouco mais. Então, elas querem saber o que vai ser para além do que já existe hoje.
elas têm uma expectativa de melhora futura. Então, aí eu acho que reside uma grande dificuldade do governo. Evidentemente, a questão da comunicação sempre foi uma questão muito mal resolvida do governo brasileiro. Isso foi antes com o ex-ministro Pimenta, agora com o Sidoni. Outro dia houveram críticas públicas a ele. Ainda que eu acho que melhorou, mas mesmo assim são questões importantes, porque não se trata só de comunicação.
Se trata o que você oferece, o que você coloca na mesa de futuro. A sorte, talvez, do governo é que quem está na oposição aponta para um futuro que é bem pior. A gente tem uma memória e a gente sabe exatamente como é que a gente chegou aqui, atravessando esses últimos anos. Então, tudo ainda está em aberto, mas passa por aí. O que a gente vê hoje, portanto, são essas questões de rearranjo.
de posicionamento dos atores para o embate que vai seguir daqui a poucos meses. Uma questão que eu queria ressaltar aqui é a indicação do ministro Jorge Messias, o ministro da AGU, para o STF, para o Supremo. Eu acho assim...
Ele está, assim, num ano eleitoral, essa indicação, de fato, ela concretamente, ainda que o nome dele tenha vindo à bairra no ano passado, concretamente, ele foi indicado esse ano, né? E ele é um ministro extremamente experiente.
É um sujeito que passou pela consultoria do Senado, passou pelo Banco Central, passou pela AGU. É um sujeito preparado, novo. Tem uma pauta importantíssima, que é a pauta da tecnologia, do impacto da defesa da democracia dentro da tecnologia. Mas ele está no meio de um ambiente, de um momento, altamente tenso na política. Então, existe essa questão. Então, tem havido nas redes.
Por exemplo, um embate bastante significativo, e principalmente hoje muito dominado pela oposição, em cima dessa indicação, em cima do nome dele.
Na narrativa da oposição, enfim, além de querer fragilizar o governo e criar um problema num ano eleitoral, mas isso é uma indicação técnica muito importante, o STF não pode ficar sem essa indicação, sem o nome. A gente está com o ministro hoje a menos, desde que o ministro Barroso saiu. Mas se utiliza isso para fazer um desgaste para o governo. É péssimo isso para o Brasil. O Brasil tem que resolver essa questão. Agora, por outro lado...
que a gente vê que o ministro, ele nas redes, talvez os grupos que o apoiam deveriam ser mais incisivos e mais fortes para se contrapor ao jogo da oposição. Mas esse eu acho que é um ponto importante, porque ele cala fundo na questão da própria estrutura do Estado brasileiro. Acho que a gente tem um problema no Brasil, assim, grande, a gente tem que preservar.
O legislativo, a gente tem que preservar o judiciário, preservar setores do executivo. Eu falaria, por exemplo, a Fazenda, Itamaraty, defesa, inteligência. São setores que têm que ser preservados. Outros não. A extensão, digamos assim, do...
da estabilidade total e completa, é uma questão complexa que deveria ser discutida. Agora, uma nomeação para o STF é uma nomeação importante, porque interessa ao Brasil, e eu diria para você, que gera, digamos assim, um fator adicional de renovação na Corte Suprema, que é importantíssimo, ele traz pautas relevantes.
Eu só estou apontando isso aqui, que isso foi uma indicação importante e que eu acho que deveria ser tratada tecnicamente, não tratada no meio desse jogo político. Infelizmente, é um ano que tudo é tragado pela política.
E será que dá para ter essa visão técnica diante de tudo isso que está acontecendo em Brasília, a questão do Banco Master, a questão até do questionamento da postura de ministros do STF, tudo isso vem sendo investigado, vem sendo apurado, a gente vai acompanhando. Também uma semana, queria que você falasse um pouco disso também, olhar para isso nesse sentido importante, né, Marco?
Essas CPIs, eu já tinha mencionado para você que a minha impressão, em oportunidades passadas que nós tivemos aqui os domingos, que essas CPIs eram instagramáveis. Elas estavam tendo uma sobrevida única e exclusivamente pela questão...
da política mesmo, de posicionamento. Então, por exemplo, a do INSS teve um relatório que teve um ângulo específico que meio que aliviava um lado e problematizava o outro, porque a questão do INSS, por exemplo...
Ela vem de vários anos seguidos, vários anos seguidos. Então, isso atravessou administrações e, na verdade, ela só foi levada a termo no sentido de haver uma investigação, etc., agora. O Banco Master, a mesma coisa, só agora. Mas são coisas que vão ser adiadas. Elas são, digamos assim, verdades inconvenientes a serem tratadas nesse momento.
Então, esse é um caudal, não tem como se escapar disso. Tudo que aconteceu esse ano, principalmente nos próximos meses, vai estar meio já contaminado pelo jogo político que a gente vai ver no meio do ano, agora em setembro, outubro.
Agosto, setembro e outubro vão ser meses muito tensionados no Brasil, porque tem muita coisa em jogo. Muita coisa em jogo. Então, evidentemente, é essa questão aí. Eu vou te dar um outro exemplo interessante que aconteceu essa semana. Um deputado que é da base de oposição...
importantíssimo, o Nicolas, por exemplo, tem tido críticas dentro da própria base de oposição, porque um dos argumentos contra ele, usado contra ele, foi que ele tem engajado num debate com o governo, e o engajamento dele leva a mensagem do governo para dentro da bolha da direita.
Isso é uma coisa importante as pessoas entenderem. Essas bolhas existem, principalmente na estrutura polarizada, mas quando você engaja e você dá um like ou você reproduz, por exemplo, uma coisa que você gosta, que você viu ou você achou interessante e você passa para frente, digamos assim, usando as redes, seja qual for a rede que você está usando, é você, de certa forma, está trazendo um volume, abrindo um espaço para mais pessoas verem, inclusive de outras, digamos assim, esferas dessa...
dessa bolha digital. E, portanto, o debate político se amplia nesse caso. Então, ele está sendo atacado justamente por engajar. Ou seja, supostamente ele estaria fazendo uma espécie de conspiração contra a candidatura de Flávio Bolsonaro, engajando.
com as postagens do governo. Veja só, olha só como é que a gente chegou ao nível de paranoia, de conspiração que o Brasil está nesse momento. Então, repito, eu acho que o país é potente, o país está interessante, o país podia estar melhor, não tem dúvida, a qualidade política pode ser melhor, o gasto público tem que ser revisto, a questão da dívida pública tem que ser revista, isso aí, todas essas questões.
Só depois de outubro. Até lá, o que a gente vai ver, nenhuma mudança substantiva e vai ver uma briga crescente e muito tensa. Houve há pouco, a gente viu até a matéria, que o governo estaria com uma cesta de bondade sendo preparado e tal.
Bem possível, bem possível. Quem está na máquina tem essa possibilidade. Na eleição presidencial passada, eu diria para você que foi até um feito o Lula ter vencido porque o Bolsonaro tinha uma máquina...
expressiva na mão, mas um campo extremamente engajado. A direita é muito forte nas redes, é muito engajada, usa bem as redes. Então, o que evidentemente foi problemático foi que uma parte do centro se recusou a aceitar.
coisas que aconteceram durante a gestão anterior, principalmente a questão da pandemia, do trato da Covid. Então, assim, hoje o que se apresenta como novo em oposição não é exatamente novo. Quando chegar nas ideias, a gente vai ver o que é novo e o que não é. Mas, em geral, o Brasil precisa realmente de uma agenda nova, que eu não sei se nenhum dos candidatos é capaz de oferecer hoje, mas é disso que se está se tratando. Marco, vamos para o sussurro das redes?
Tem a questão aqui da UPL, da dosimetria, então esse material aí, esse vídeo, por exemplo, do Ocolumbre, foi feito vídeo sobre o Ocolumbre, querendo mais uma vez requentar o assunto, colocar em votação isso.
Então, esse vídeo teve 45 milhões de visualizações em 48 horas. Então, é um engajamento muito grande, como eu estava falando, do campo da direita, principalmente a questão do bolsonarismo. Agora, isso daí...
Novamente, não vai pegar. Eu acho que o que está feito até agora está dado. Qualquer mudança em relação à dosimetria, em relação a você fazer uma anistia, em qualquer coisa, qualquer tema desses, hoje, nossos ouvintes fiquem atentos. Isso basicamente expuma por conta das eleições. O que é substantivo só vai ser tratado a partir de outubro.
Eu acho que algumas políticas podem vir a ser implementadas, que são importantes ainda. A gente vai ver um esforço do governo nesse sentido, mas o quanto isso vai acontecer. Então, isso cria, na verdade, como a gente vê a política nas redes. Hoje, talvez, o veio principal. Olha, é muito interessante esse dado, né, Petra? O governo tem gasto hoje mais dinheiro com as plataformas do que muitos canais de comunicação tradicionais.
inclusive na televisão. Isso mostra essa mudança grande que a gente está tendo. Lamentavelmente, é uma mudança para um tipo de comunicação, em geral, mais rasteira, menor, muito menos qualificada, muito mais fácil de ser distorcida. Então, nós temos que ficar muito atentos nas redes nesse momento, o que a gente está vendo, e por isso que é importante.
programas como Revista CBN, espaços qualificados, jornais qualificados, ler mais, procurar, leia, leia. Ler, às vezes, é um exercício... Eu diria para você, hoje, ler é um grande exercício, porque é uma coisa que você faz só.
Essa questão da solidão, nesse sentido, para a reflexão, é fundamental. As redes nos dão certa impressão que a gente está junto de um grupo, e isso é, digamos assim, dá uma sensação gostosa que você faz parte de alguma coisa, que você não está só, mas você está mais só do que se você estiver sozinho lendo. Muitas vezes as suas reflexões te levam muito além do que simplesmente você ter impressão.
que por estar numa rede social colocando algumas coisas, você está sendo valorizado, você tem pessoas que estão junto com você. Não, não, isso não é verdade. Impressionante, importantíssimo isso, né, Marco? Já cola até um pouco com o que você trouxe para a gente na semana passada, de manipulação política, isso já é uma previsão.
vai acontecer, é inevitável, mas aí a gente vai ver o quanto isso vai repercutir na sociedade. Por conta das redes sociais, é muito mais fácil você manipular a opinião pública, desinformação, lacração, é um jeito de se comunicar.
que está se transformando em uma velocidade muito grande e talvez o nosso senso crítico não acompanha. A gente não tem tempo de digerir a informação com crítica mesmo, com análise, com ponderação.
com inteligência mesmo diante dessa velocidade. Cada vez mais o que você traz aqui para a gente nessa tua última fala é fundamental para a gente usar no nosso dia a dia, pensar nossas relações, pensar a política, pensar como a gente consome informação, tudo isso é fundamental, Marco. É isso, conversa não só com a política, é porque o nosso quadro foca muito evidentemente na política, é disso que se trata, mas a repercussão grande, reputacional também hoje para as empresas, para as marcas.
Isso é muito importante. A comunicação corporativa, por exemplo, tem que ter muita atenção nisso também. E nós próprios, em relação às próprias empresas, ao consumo. Então, a gente tem uma situação muito demarcada pelo fluxo de informações em tempo real, altamente acelerado, mas que leva a distorções grandes. Então, eu diria para você que há uma preocupação não só, digamos assim, do...
questão social e política, mas nisso eu incluo também a questão empresarial. Então, há de se tomar muito cuidado. Aqueles que são gestores de empresas, que estão em organizações, que de alguma forma estão na área de comunicação. Um dado interessante, recentemente profissionais da área de comunicação estão saindo da área meio para a área estratégica das organizações.
E isso se dá, evidentemente, por conta disso também. Então, a gente está num mundo em transformação muito acelerada, em que a comunicação acaba sendo muito central e, ao mesmo tempo, uma área de oportunidade. Eu estava lendo um relatório do Antrópico, por exemplo, o impacto da inteligência artificial hoje, como é que ele vai ser em cinco anos nas profissões, vai gerar um desgaste muito grande e, potencialmente, um desemprego muito considerável. Então, eu diria, informe-se, informe-se bem.
e procure se reciclar para esse mundo que está chegando. Quanto à política, os políticos já entenderam isso. Hoje, os deputados tentam ser deputados influenciadores. Alguns são, de fato, deputados influenciadores. E essa é a dinâmica que a gente está. É ruim? Não necessariamente. Pode ser bom também. É mais informação, mais qualificado? Nem tanto.
Marco Rúdiger com a gente hoje. Vai ter chocolate? Vai ter chocolate. Eu estava andando de bike pela região, que é ótimo, é uma coisa que eu gosto. E agora eu vou voltar para o Rio para encontrar família e curtir o chocolate, curtir a paz desse dia maravilhoso. Olha só, esse é um dia muito especial para todos nós, dentro da esfera judaico-crista.
Papa Leão, por exemplo, falou outro dia contra a guerra, contra aqueles que promovem a guerra e promovem o ódio, que Deus não nos escuta, mesmo que eles digam que querem o melhor. Mas ao fazer o mal, ao fazer a guerra, ao buscar distensão em relação aos princípios humanísticos...
Deus não os escuta também. Eu achei bonito isso que ele falou. Não necessariamente, quer dizer, que eu me filie a essa visão religiosa, etc., mas o fato é que eu acho que a gente tem o que pensar. A Páscoa tem esse significado simbólico muito bonito.
E a gente precisa resgatar essa inteligência simbólica de uma vez por todas. Marco, querido, um beijo para você. Ótimo domingo nessa volta que curta o sol do Rio de Janeiro. Está um dia muito bonito em São Paulo também, para a gente poder fazer essa introspecção ou se reunir com a família, ver o que está acontecendo no mundo, mas também trazer para a nossa realidade uma política do dia a dia mais saudável, mais humana. Beijo para você.
Até domingo que vem. Maravilha, Petra. Beijo para todos. Boa Páscoa. Fiquem com Deus. Tchau.
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