Exercícios simples ajudam a aliviar dores no pescoço e melhorar a postura
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Petria
Cal Saad
- Exercícios para CervicalDor cervical · Alongamentos · Postura
- Superação e ResiliênciaSuperação pessoal · Aceitação · Espiritualidade
- Importância dos relacionamentos humanosComunidade · Interação social
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Até a próxima! Epa, deu uma dobrada aí de música.
Querida Cal Saad, que saudade de você hoje, distante feriado. É o quadro Cal pelo Mundo hoje, mas com Cal, querida. Boa tarde. Boa tarde, Petria. Boa tarde a todos os ouvintes. Feliz Páscoa para vocês. Está liberado o ovo de Páscoa depois do treino de domingo.
Você viu que no intervalo eu tava comendo um pedacinho? Você não viu. Eu já peço pra entrar antes, pra espiar. Óbvio que eu vi. Você levantou da cadeira, pegou uma bolachinha, alguma coisa e voltou. Eu trouxe a vô de par, lógico. Eu vou prestigiar meus meninos e minhas meninas aqui, ó. Com vinho de Páscoa. O Daniel tá aqui com a boca cheia aqui, ó. Tá assim, ó.
Paz muito bem, o equilíbrio é tudo, gente. Linda. Olha só, antes da gente falar sobre o assunto de hoje que você tinha prometido semana passada, que você veio aqui ao meu lado, fez uma série de exercícios. Cal, eu queria te fazer uma pergunta. À luz do que eu conversei há pouco com o Rossandro Klinger, porque tem tudo a ver com treino de domingo, tem tudo a ver com o teu trabalho.
que é essa grande ideia, vamos pegar a ideia de Páscoa, de Renascimento, essa festa cristã, essa imagem histórica importante de Jesus, essa ideia de que a vida é cíclica e a gente vai enfrentar muitas mortes ao longo da vida, mortes psíquicas e mortes simbólicas e mortes reais no nosso entorno.
E a vida continua e a gente precisa cultivar, exercitar, treinar a nossa esperança, a nossa resiliência. E como isso tem a ver com o esporte, né, Cal? É como se o treino, o esporte, talvez nos ajudasse com esse treino da personalidade e, por que não dizer, da alma também. E eu sei que isso é muito forte pra você, Cal. Muito.
Eu gosto muito dessa analogia porque o renascer é igual um cabelo novo que vai renascer, é igual uma pele que vai descascar e vai se refazer. O renascer vem de dentro para fora e a gente renasce quando a gente treina, a gente renasce quando a gente se supera, a gente renasce quando a gente deixa algumas crenças para trás para assumir.
outras pela frente. Então esse renascer é muito forte para mim, é muito forte no esporte, porque também o renascer é você se superar, colocar uma super ação nesse renascimento, colocar intenção, colocar sua fé. Eu não vou conseguir, você vai conseguir. Mostre para sua cabeça quem manda em quem. Renasça todos os dias, aplica disciplina, constância, uma dose de endorfina.
Uma dose de Eu Posso, de superação e você vai renascer.
E esperança também, né? Porque muitas vezes a gente desiste aí, pegando o gancho no esporte mesmo. E eu sempre falo assim, como é importante, às vezes a gente tem fases da vida que não consegue mesmo, né? Tá uma loucura, a vida vira de ponta cabeça. Ou acontece alguma coisa e traz um compromisso, bem naquela hora que você tava treinando e vira a tua rotina e não encaixa de novo. A importância de se ter essa persistência.
Às vezes a desistência, o erro, a morte é temporária, o não é temporário. Como é que você vê essa questão da persistência nesse sentido? Além da persistência, você se realocar. Se realocar é se programar novamente, entender que a gente vai deixar de lado em alguma fase da vida para se realocar, se realinhar e persistir, perseverar.
continuando o que você precisa fazer, mas respeitando mais do que nunca a resiliência dessa realocação, aceitar sem resistência, sem precisar guerrear consigo mesmo, que são fases da vida. Aceitar, muito bom. A aceitação, quando nós aceitamos, 50% da dor e da carga vai.
Os outros 50 é a nossa habilidade de superar a aceitação. Mas quando você realmente, eu aceito o que está acontecendo, eu me entrego, é o exercício da fé. Você se entrega sem enxergar o porquê, mas você acredita plenamente naquilo ali. Isso é a fé. Ela não existe materialmente. É o espiritual, é a entrega 100%. Até a próxima.
É a confiança. E você, bom, eu tô perguntando isso pra Cal, gente, porque conheço a Cal, né, bastante. E sei, por isso que eu acho que essa pergunta é muito oportuna pra você, Cal, porque eu sei que você vive isso. Não é papinho de treinador, não é papinho de coaching. Eu acredito muito que o trabalho que você faz com as pessoas é isso que a gente tenta transbordar aqui no Revista CBN pra nossa audiência.
É um trabalho muito interno. Você falou algumas palavras de aceitação, de fé, de acreditar, de não desistir. Que você tem muito forte com você mesma. E é interessante porque você domina uma técnica, que é a técnica do treino, do esporte, da educação física. Você domina essa técnica, mas jamais deixou de se aprimorar nesse lado ético e espiritual. Anda junto, né, Cal?
Precisa andar junto, Petra, porque senão os pilares ficam desregulados. Toda vez que a gente deixa a espiritualidade de lado, a gente está deixando algo poderosíssimo, que é algo que alimenta a nossa alma. E o que alimenta a nossa alma nos move. O que alimenta a nossa alma é a raiz, é a essência, são os valores, são os princípios que a gente vem, carrega.
Uma vida inteira, então não tem como deixar a espiritualidade de lado, não tem como deixar o mental de lado, não tem como deixar o físico de lado, não tem como deixar o emocional de lado. Então, a vida toda nós precisamos praticar a espiritualidade como praticamos o exercício físico, o exercício mental, o exercício todos os dias de disciplina.
De perdão, de resiliência, de se superar. E isso... Sair no frio, quando tá frio. Sair no calor e aguentar o calor. E não reclamar. Não reclamar. Não reclamar. Vai. Transforma. Vai. Por que, gente? Vamos, quero saber. Quando tá frio, a gente reclama que tá frio. Aí tá um calor, a turma toda reclama que tá calor. Aí choveu. Gente, precisa chover.
para dar frutos, flores. A gente precisa passar por todas as situações. Por que a gente só quer ficar em uma? Nós somos camaleões, nós precisamos vivenciar. Cada vivência nos traz uma experiência nova, nos traz um olhar diferenciado sobre aquela questão ali naquele momento. E isso vai aprimorando de acordo com o que você vai vivendo. Então, se você só vive em uma estação, que experiência? Cadê seu leque?
de experiências para poder falar sobre alguma coisa, para poder vivenciar, sentir. Maravilhoso. Vou fazer um adendo, não vou perder aqui as ouvintes que eu quero ler para você, mas isso, olha que interessante, quanto mais você se aprimora, isso eu também joguei com o Rossandro.
não te torna melhor do que ninguém, porque eu vejo muitos coachings aí na internet, inclusive pessoas ligadas ao esporte, ligadas ao treino e tal, que à medida que treinam, evoluem, se acham o dono do mundo, se acham melhor do que as outras pessoas. É o oposto. Esse treino que você fala, quando ele acontece concomitantemente o corpo, com a ética, com a filosofia, com a alma, chama espiritual se você quiser.
ele te traz humildade, né, Carl? Não traz superioridade, é aqueles dizeres religiosos na rede social querendo se colocar acima de todo mundo, de Deus e o mundo. Cara, a sociedade precisa tanto disso, né, Carl? Humildade. Muito. Humildade. Coletividade. Se você é tão bom em alguma coisa, o tempo que você gasta contando que você é tão bom ajuda o próximo a desenvolver o bom dele. Ajuda o próximo a fortalecer.
os pontos que não são tão bons quanto você é bom. Então, amiguinho, levanta e colabora. Em vez de falar o tempo que você gasta falando, colabora, põe em ação, atitudes.
E aí você vê que a conversa é correta, Cal? Quando chega uma mensagem assim da ouvinte nossa, ouvem vários que estão chegando aqui, mas a minha querida, ela é super assídua aqui, a Mari. Acabei de abrir aqui para ver quem era que tinha mandado essa mensagem. E ela fala o seguinte, olha só o nosso consultório aqui no treino de domingo com Cal Saad. Ela fala assim, eu adoraria me sentir melhor hoje num momento de perda sem medida. Ouvindo Cal e você com atenção, Pétria. Feliz Páscoa.
Feliz Páscoa profunda. Com certeza. E vai sim. A gente precisa ter essa escuta atenta, viu Mari? Pra gente conseguir realmente superar. E é o que eu falo, é informação, mas informação que ultrapassa a nossa razão e nosso intelecto. Minha querida amiga, você hoje programou pra gente um treino que a gente possa fazer em casa. O que você preparou pra gente hoje, Cal?
Hoje eu preparei para a gente falar da nossa cervical, da nossa coluna cervical, que fica aqui na região do pescoço, que muitas vezes a gente tem dor muscular, dor articular por conta de má postura, excesso de computador, de celular, problemas degenerativos que são fisiológicos, então nós vamos ter esse desgaste natural. Mas os sintomas, eles vêm acompanhados de rigidez no pescoço.
Eles podem irradiar para os braços, para o peitoral, a região do peitoral. E eu gostaria agora de passar uma série para vocês, fazendo uma analogia. E é muito profundo a minha ligação com você, porque a gente começou o programa sem eu saber que você ia falar sobre isso. E a minha série tem tudo a ver com essa analogia. Olhem esses exercícios. Primeiro a gente vai falar, mas sim.
para o coletivo, mas sim para a humildade, mas sim para o próximo. E o exercício é queixo no peito e cabeça lá em cima. E sobe a cabeça. Então, um movimento do sim. Eu sou mais generosa comigo, eu sou mais humilde, eu sou mais solidária. O exercício do não.
Não se achem melhor que ninguém. Vai olhando. Coloca o máximo que você consegue colocar de intenção para o lado. Vocês vão perceber o quão rígido fica o pescoço da gente quando a gente não faz esses exercícios que são mobilidades articulares. E agora?
a gente vai fazer uma volta ao mundo com a nossa cabeça. Por que volta ao mundo? Para a gente ampliar esse leque de vivências e experiências. Então, gira a cabeça e deixa a sua mente trabalhar em 360 graus. Você vai poder sentir, às vezes, até estalando para um lado e para o outro sem pressa, respirando junto.
O que alivia isso, hein, Carl? Fazer essa rotação com o pescoço. Alivia demais e vai soltando, vai elevando a temperatura local, deixando mais oxigênio, nutrientes, água nessa região. Agora, Petra, esses daí não precisavam das mãos. Agora eu vou colocar a cabeça na diagonal, a mão acima da cabeça.
E, gentilmente, faço o movimento de alongar. Gentilmente. Percebam que a minha postura ficou intacta. Eu não tô fazendo isso daqui, olha. É. Fica paradinho a coluna. Ó, pra você que tá no rádio agora, tá aí, não tá vendo, vai depois lá no YouTube se você quiser ver, tá bom? Calma, vou fazer um corte por nas minhas redes sociais desse exercício.
Maravilhoso. E para finalizar, com o auxílio das mãos também, fazer a parte lateral, que dá um alívio muito grande aqui na região do trapézio, dos ombros.
Alivia mesmo, quando eu era mais nova, eu tinha uma bronca que tinha que fazer isso antes do exercício. Hoje em dia, se eu não faço, eu fico super brava, eu fico brava com o contrário hoje em dia. Alivia demais. E ó, gente, nada como ter pescoço solto pra poder girar, pra poder enxergar novos ângulos. O Daniel fez aqui. Tia Cal, o Daniel Mesquita fez tudinho aqui.
Olha a risada dele, adoro. Daniel, um beijo, feliz Páscoa. Tudo que ela manda, ele faz. Tudo que ela manda, ele faz. Né, Dani? Eu quero ir pra vermelho. Adoro. Calzinha maravilhosa. Quantas vezes a gente faz esse stick-push do pescoço? Três vezes ao dia, se você tiver com muita rigidez.
Se você tiver com cervicalgia, o que é cervicalgia? Tudo que termina com ia, gente, é inflamação. Então, a cervicalgia é essa dor no pescoço. Se você tiver isso com constância, não deixe de procurar um profissional habilitado e capacitado para poder te instruir. Se você estiver tranquila, só estou com um pouco de rigidez, preciso alongar três vezes ao dia, não tem contraindicação.
e seja gentil ao fazer os exercícios. Nada de ser brusco. Olha que interessante. Alice, eu não tinha visto a sua mensagem. Ah, ela mandou agora mesmo. Ela mandou, você falou de cervical, e ela falou, assunto da cervical me interessa, tive um traumatismo dentro de um ônibus, não gosto de viajar. Qual o conselho quando viajar sentada, 12 horas, o que fazer? Ela fala que é muito desconfortável quando ela faz essas viagens, Cal.
Olha pra mim, essa pergunta foi assim. Olha pra mim, você vai pegar uma toalha. Existe um travesseirinho de pescoço. Tá. Vocês podem encontrar, mas se não tiver o travesseirinho de pescoço, vocês peguem uma toalha.
E olha só, pra quem tem dor na cervical e quando é muitas horas de voo, realmente solicita muito dessa região. Vocês estão conseguindo me enxergar? Sim, porque tá no YouTube, a Cal tá com como se fosse mesmo aquele travesseirinho de pescoço e tá bem retinha, né, Cal? Com a toalha envolvida no pescoço. Isso, coloquem a toalha, gente, mais fofinha.
mais larguinha do que muito rente ao pescoço, porque a toalha vai chegar antes da cabeça, auxiliando nesse apoio para a viagem mais confortável.
É muito... Eu uso isso muito, gente. Se eu esqueci o meu travesseirinho... Ou seja, aquele travesseirinho funciona. E se não tem, tem uns que são caros pra burro. Então, você pode pegar... Exatamente. Pode pegar a própria toalhinha e botar, né? Aqueles... Isso aqui é uma calça, olha, amiga. Isso é uma calça. Nossa, maravilhosa. Ou seja, improvisa, né? Ela tá muito grata, querida. Ela falou que até pra dormir ela tira o travesseiro.
Porque tá doendo demais. Tem que ver qual travesseiro usar, né? Tem travesseiro pra isso. Exato. Beija.
Veja a altura do travesseiro, porque quando nós colocamos a nossa cabeça deitada, gente, se vocês colocam o travesseiro muito alto, imagina a cabeça ficar assim, olha, uma noite inteira. Aí a gente vai pro descanso, pro relaxamento, só que a cabeça tá mais alta, a coluna precisa ficar reta. Toda a coluna cervical, torácica, lombar, ela precisa, sacral, precisa ficar retinha. Então, vejam se vocês não estão com o travesseiro.
E vai fazendo esses exercícios para ir amenizando a dor, aconchegando o corpo. Maravilhosa. E para finalizar, eu quero só fazer menção aqui. Ela está muito feliz que você deu essa dica. Eu quero só fazer menção aqui ao nosso querido ouvinte, o Eduardo Chacarian. Ele é de Singapura. Ele é ouvinte super assistente. Tem o Anderson, que é da Alemanha.
O ouvinte que estava ontem acompanhando a gente, que é um padre em Seixeles, também manda mensagem, vira e mexe. E o Eduardo Chacaria também é um ouvinte assíduo, ele é super fã do Rossandro, que ele já contou, ele é de Singapura. Ele está acompanhando a gente lá. Que horas são aí, Eduardo? Duas da manhã? Agora? Duas, três da manhã?
Ele fala, Petra, eu estou adorando esse tema do renascimento, resiliência e reinvenção que você está abordando hoje com os colunistas no Revista. Aí ele fala, estou num momento de vida que precisava ouvir isso. E é isso, né, Cal? Você lida. É o que a gente fala. Eu aqui no jornalismo, na comunicação, você com treino, educação física, treino do corpo, tudo é motivo ou tudo é desculpa para a gente falar sobre o que realmente interessa, que são as relações humanas.
a comunidade humana e um bem viver. Porque tudo isso que a gente fala, tudo isso que a gente informa, tem uma finalidade última, que é o quê? Trazer mais bem-estar para a nossa própria vida. Falar, poxa, eu estou vivendo uma vida plena, boa de viver, e se está ruim, eu tenho informação para eu transformar. Mas a gente precisa falar de bem viver, a gente precisa falar de comunidade, de conexão com o outro, né? A gente precisa reparar mais no outro.
Precisa olhar mais no olho do outro. Hoje a gente entra dentro de um elevador, a gente não dá nem bom dia, gente. A gente... Seres humanos precisam de seres humanos. Olhem nos olhos, aconchegam, abraçam, trocam ocitocina. É muito gostoso a gente pertencer às pessoas e aos lugares.
Eu e o Mariquelão, vai. Levanta da cadeira. E vai dar um abraço aí no amiguinho. Meu amor, um beijo pra você. Feliz Páscoa com o Chocolatinhos. Porque eu sei que você gosta de um chocolatinho também. Você gosta de um docinho. Mas tem equilíbrio. Semana que vem.
Exatamente. Semana que vem eu vou levar uma delícia pra vocês. Um beijo à hora. Já queria que fosse hoje. Beijo, boa semana. Um beijo, boa semana, gente. Feliz Pátio.
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