P. F. S. #245 - Discussão acalorada na Alego e ameaça de greve na educação municipal marcam semana
- Producao MusicalEscolha musical de Djavan · Musical sobre carreira de Djavan · Geração atual e Djavan
- Previsão do TempoChegada de friozinho em Goiás · Temperatura mínima em algumas cidades · Frescor de maio · Férias de Natália Lima
- Conversão de NíniveDiscussão entre deputados Major Araújo e Amaury Ribeiro · Ausência do senador Wilder Moraes em votação do STF · Conflitos e rachas no partido PL · Histórico de brigas dos deputados · Punição no Conselho de Ética
Precisamos falar sobre...
Está no ar o Precisão de Falar Sobre desta sexta-feira, 8 de maio de 2026, ao som dele, Djavan. Luiz Geraldo, Cileide Alves, muito boa tarde, sejam bem-vindos. Boa tarde, Bonfim, boa tarde, Luiz, boa tarde, Débora e boa tarde a todos que nos ouvem.
Boa tarde, Sileide, Débora, Bonfim. E também, claro, sempre ao nosso ouvinte. Eu gosto muito de Djavan. Só justificando a minha escolha. Tem musical sobre a carreira, né? Baseado aí, uma homenagem ao cantor aqui na capital, no Teatro Rio Vermelho, nesse fim de semana. Por isso da escolha. Débora já me deu nota 10, viu? Eu tenho um antecipado, Sileide. Eu também compartilho a nota dela.
Eu vou ser a voz destoante. Djavan não faz parte do meu Spotify, não. Ah, é? Eu gosto muito. Eu não sou dessas apaixonadas, porque agora tem uma geração de jovens aí que apaixonou pelo Djavan, né? Eu gosto dele, mas não tenho essa paixão toda dos jovens da geração atual, não.
Eu gosto muito. Não sei se eu sou da geração atual. É, você é um jovem da geração. A Cilete diz, tem da antiga e da nova. Tem, tem da minha época e tem da nova, que é mais de amada nele ainda, do que na nossa época. E vocês acreditam que eu nunca fui num show? Tenho que ir?
Ah, então vai pelo menos nesse Espetáculo. No musical, né? É o musical. Bom, gente, tá chegando o musical do Djavan e friozinho, aspas aqui, friozinho, aspas, também tá chegando no nosso estado, viu? Nos próximos dias, segundo a nossa moça do tempo, Daniela Versiani, friozinho tá chegando, aquele friozinho de maio muito comum aqui no nosso estado, em algumas cidades. Pode ser um pouco mais forte, né? Chegar a 7 graus a temperatura mínima.
sempre ali na região sudoeste que isso acontece aqui na capital, 16 graus ali é a nossa mínima que a gente deve chegar nas próximas semanas, que é aquele frescor de maio que a gente fica na expectativa e eu tô falando isso aqui bem rapidinho, gente em homenagem a Natália Lima que tá de férias e ela passa o ano inteiro quando vai fazer frio, fazer frio, olha aí quando eu tenho a notícia ela não tá aqui se você se זה se זה
Ela tá na praia. Ela tá na praia. Tá no calor. Não vai curtir o que ela gosta. Não vai curtir, gente. Eu curto muito pouco o frio. Já falei isso aqui várias vezes na programação da CBN. Mas tem quem curta. É muito bom pra tirar fotos delas com roupas. Débora, os looks.
De frio ou não? Olha, eu sou da linha looks de frio confortáveis. Então, assim, é moletom e pantufa. Não tá muito, assim, estiloso. Eu acho que a graça do frio é você ficar confortável, sabe? Pegar uma cobertinha, uma roupa mais assim. Não passar frio, né?
Pelo amor de Deus. Três horas e dez minutos. Só para registrar, viu, gente? Para todo mundo ficar atento. Que vai chegar a partir de domingo. Pode esfriar mais um pouquinho. Principalmente as nossas manhãs. Bom, enfim, é isso. Assim, a gente tem noites mais agradáveis. Não que seja um frio tão exagerado. Mas, porque depois a gente lembra, né? Porque aí logo na sequência vem o calorão. Que aí a gente dorme mal. Enfim, né? Mas...
Eu gostei do frescor, ao invés de frio. Frescor. É porque eu sempre falo frio aqui, aí não é frio, meu Deus. Não, um frescorzinho. O frio do cerrado, não é? O frio do cerrado, né? O frio do cerrado. É o frio do cerrado, que vem bem seco, por sinal.
Três horas e dez minutos, olha, onde não está nada frio, os nervos estão bem acalorados, lá na Assembleia Legislativa, esse é o nosso primeiro destaque, o primeiro assunto dessa sexta-feira que não precisamos falar sobre. A sessão ordinária de ontem da Assembleia Legislativa foi suspensa depois de uma discussão entre os deputados Major Araújo e Amaury Ribeiro, os dois são deputados do PN, essa confusão começou quando o deputado Amaury Ribeiro...
afirmou que a ausência do senador Wilder Moraes na sessão do Senado, que rejeitou o nome de Jorge Messias, isso lá em Brasília, para a vaga no STF, teria favorecido a esquerda. Os dois trocaram ofensas ali durante as falas, a sessão foi suspensa pelo presidente.
Bruno Peixoto e a sessão de horrores, de palavrões sem nenhum decoro, que a gente está falando aqui desde ano, tem repercutido muito essa questão, também aí refletindo um pouco qual que é a realidade hoje dentro do PL, o partido que tenta se estruturar para uma...
para candidaturas nesse ano de 2026, não só aqui no nosso estado, mas nacionalmente também, mas com muitos conflitos e rachas dentro da própria sigla. Aqui em Goiás, a gente já falou algum tempo atrás da opção do partido de lançar como pré-candidato Wilder Moraes, não compor chapa com o governador...
Daniel Vilela já provocou outros desgastes dentro do partido e a gente percebe que outros conflitos também vão entrando em erupção, como esse que aconteceu ontem na Assembleia Legislativa. Eu fui ver o histórico desses dois deputados, eles têm uma capivara grande, como diria.
O povo. O major Araújo, ele chegou na Assembleia em 2015 e ele era muito explosivo na época. Entre 2015 e 2018 ele conseguiu comprar muitas brigas. Teve uma vez, em 2016, que ele foi nas redes sociais, gravou um vídeo xingando o presidente da Assembleia Legislativa, na época, o deputado Hélio Souza.
Aí houve uma reação forte dos deputados estaduais contra ele, porque foi uma agressão ao presidente da casa. Chegaram a falar em investigação, com o Conselho de Ética, depois ele teve outras brigas, chegou a arremessar um tablet.
no deputado Tales Barreto. Então, esses momentos aí diminuíram, nessa legislatura ele tem ficado mais calmo, acho que a idade, a experiência política também vai tarimbando a pessoa.
O deputado Amaury Ribeiro Idem, ele chegou na Assembleia Legislativa em 2019, já fazendo declarações misóginas contra mulheres, servidoras mulheres da Assembleia. Ele disse que elas eram modelos e que estavam lá para servir os deputados. E a partir daí ele brigou com a deputada Leda Borges, Adriana Corce, nessa legislatura com a deputada Bia Lima.
Teve pelo menos dois processos no Conselho de Ética que, como os processos abertos contra o Major Araújo, não deram em nada. E aí é um tipo de homem que gosta de mostrar que é valente, que é brigão, fortão, e aí acaba dando nesses vexames aí.
E o que me impressionou é que eles acham que o bonito é feio, né? Que o feio, melhor dizendo, que o feio é bonito, porque divulgaram a briga nas redes sociais dos dois. Isso também me espantou.
E onde isso vai chegar, né, gente? Pelo amor de Deus. A Cileide, pela manhã, ontem também, ela falou algo que é muito importante, que ela cobrou do presidente da Comissão de Ética, Charles Bento, cobrou também do presidente da casa, uma resposta a respeito disso. Hoje, a Cileide pediu aos nossos ouvintes que comentassem, logo depois do papo político, o que estavam achando também dessa coisa toda. E os nossos ouvintes, uma das manifestações foi exatamente isso, que é preciso punição.
porque fica parecendo que tudo pode, que não há uma regra, que não tenha um código lá na Assembleia Legislativa. Ah, mas não precisaria desse código para dizer que o que fizeram está errado. Mas mesmo assim, há um código que estabelece as punições, enfim. E isso é passado, a Sleide acabou de lembrar agora o histórico deles.
de brigas e o que foi feito de punição. Eu não me lembro de nenhuma. Aliás, não me lembro nem de uma abertura de sindicância para dizer que fizeram alguma coisa nesse sentido. Então, fica do jeito que está e parece que a gente fica esperando a próxima. Será que vão mesmo entrar em vias de fato? Será que vão dar tiros lá dentro da Assembleia Legislativa? Pode acontecer.
Pode falar, Bonfim? Não, eu ia só complementar aqui, Sileide, a questão de usar o tempo ali da Assembleia Legislativa para esse tipo de debate. Não digo só das ofensas e dos xingamentos, mas o próprio assunto, né? Falando que a ausência de um senador numa votação que já passou, STF, o que agrega nos assuntos da Assembleia Legislativa e aqui para o nosso Estado?
E o curioso é que o deputado Amaury Ribeiro, ele fez a declaração questionando o Hilder Moraes, que não foi votar no processo de escolha do Jorge Messias, insinuando que ele ajudou o governo.
E agora, um mês atrás, foi o próprio Wilder que insistiu e fez o Amaury, desculpa, o Major Araújo ceder e aceitar a filiação do Amaury Ribeiro no PL. Então você vê que eles não têm unidade política. O Amaury foi recebido há um mês atrás pelo Wilder Moraes e...
agora fez uma declaração pública questionando, criticando o presidente do partido que o acolheu. Eu acho que política, você tem que ter também um mínimo de lealdade, de respeito pelo outro, e nesse caso aí não, nada.
Agora são 3 horas e 18 minutos. A Débora tem algo para falar para a gente. Não, só um complemento em relação a essa fala do Bonfim. Durante a reportagem eu já tenho percebido isso. Não só na Lego, na Câmara de Goiânia, o quanto vereadores, deputados, sobem à tribuna com pautas nacionais. Pessoas que foram eleitas pelos goianienses, pelos goianos, para defenderem pautas do Estado, da cidade.
E levam essa dicotomia de Lula e Bolsonaro para o debate. Beleza, e os projetos para a cidade, os projetos para o Estado? É um movimento que sempre me chama a atenção quando estou acompanhando alguma sessão, seja, enfim, da Estado ou Cidade. E fica essa dúvida, até quando as pautas nacionais serão debatidas? E, pô, tem problema aqui em Goiânia, tem problema aqui no Estado, né? E aí, como é que fica?
E a gente sabe que a gente faz parte dessa nação, Débora. Sim, a gente faz parte, é importante debater, mas talvez ali não seja um local mais apropriado. É um tempo que é destinado para discutir as pautas locais e tudo mais. E com certeza, como você disse, as pautas nacionais sempre estão ali ou o tema que está mais em alta...
nas redes ou nacionalmente, é levado para a tribuna para fazer um vídeo, se tornar um recorte e viralizar nas redes sociais. Isso é feito tanto na Câmara quanto na Assembleia costumeiramente. Agora são 3 horas e 19 minutos. É um outro assunto que a gente traz aqui. Nas últimas semanas a gente falou muito de saúde, né? Como a pedra no sapato do prefeito Sandro Mabel, prefeito aqui de Goiânia, mas essa semana...
surgiu uma outra demanda, que os professores e servidores administrativos da rede municipal aqui de Goiânia aprovaram greve. A paralisação começa oficialmente na terça-feira, dia 12 de maio. A categoria cobra atendimento de pelo menos 15 pautas, algumas pautas conhecidas e que se arrastam em várias administrações e gestões do município, como, por exemplo, o novo plano de carreira para os servidores administrativos, essa pauta é bem antiga,
A categoria também cobra pagamento do piso nacional dos professores, definição da data base, regularização de progressão de carreira, entre outras demandas. Já a prefeitura afirma que considera legítima a reivindicação, mas classificou a greve como imprópria. A gestão apresentou dados ontem sobre investimentos na educação, redução de fila de espera, principalmente na educação infantil.
Outro desafio enfrentado por Mabel, que também nas últimas semanas tem enfrentado projetos parados na Câmara. É Pafus, gente? Tá certo. Pafus. Pafus andou, mas outros emperrados ainda estão emperrados lá na Câmara. E agora essa demanda da educação, que como disse, não inova.
Às vezes ela ficava um pouco mais morna, só que vira e mexe e volta essa cobrança dos servidores, que já é bem antiga. As OSCs para a educação também foram um ponto bastante criticado, enfim, à época. E tem relação com o CMEI, sim. Pois aí, com relação ao CMEI, sim, essa...
Eu não sei se chega a ser só um protesto preventivo ou se já está se confirmando, que é com relação à terceirização da merenda escolar.
isso já tem mais de um ano foi no início da gestão foi no início da gestão que essas discussões começaram e agora essa ameaça de greve a prefeitura ontem até quando fez uma coletiva de imprensa trazendo outros dados da educação
E trazendo esse posicionamento a respeito da paralisação, a prefeitura tentando destacar investimentos, mas que não trazem respostas, mas se demonstrou ali disposta ao diálogo, como em toda greve de qualquer categoria.
Há essa disposição para o diálogo. Há possibilidade até o dia 12, se caso esses diálogos avançarem, mas não sabemos. E isso traz muitos transtornos, não só para o sistema, para esses próprios servidores e estudantes.
E é mais um... eu citei pedra no sapato aqui no início da minha fala, mas é uma nova crise que a gestão municipal vai ter de lidar de agora para frente também na educação. E até a Câmara Municipal também, Sileide, hoje você comentou sobre o assunto aqui para o ouvinte da CBN.
chama muito a atenção essa base do Mabel, ou não chama a base, mas a solidez dessa base dele, porque tem maioria, tem votos suficientes, digamos assim, traçam os caminhos que acreditam ser aquilo que pode ir adiante, por exemplo, a Comissão de Constituição e Justiça não está indo adiante.
O que pode ser feito? Encontra-se caminhos dentro do regimento interno lá da casa. Aí, por exemplo, ontem o Jornal Popular, hoje o Jornal Popular, ontem mostrava que havia 23 assinaturas que o líder teria para poder pedir o avocamento. Aliás, essa palavra, Sleide, hoje eu queria até dizer para você, quando você falou...
A gente fica, será que eu estou falando certo ou não? Pois é, eu fiquei na dúvida e aí falei avocação, mas é avocamento. Não, eu também estou na minha dúvida. Eu vou de avocamento, você de avocação, e aí a gente vai perguntar ao professor Carlos André, segunda-feira.
Mas o importante é essa solidez da base deles. Se tem essa base sólida, ele poderia fazer com que esses projetos andassem lá na Câmara Municipal. A gente sabe, a gente que acompanha a política há mais tempo, sabe que quando o governo quer, o rolo compressor vem e passa por cima mesmo. Mas isso a gente não está vendo na Câmara Municipal.
desde a administração passada. E nessa, vai ser diferente a conversa? A conversa não está sendo diferente. A conversa está seguindo o mesmo molde, que é uma dependência clara em relação aos vereadores. Os vereadores estão dando as cartas, apesar de dizerem dessa base, eu não vejo essa solidez na base do prefeito Sandro Mabel.
para inclusive tocar os projetos que são considerados importantes por ele para a administração da cidade. Pois é, e acho que você está certo, e isso tem acontecido em todos os legislativos no Brasil. Eles estão diminuindo, avançando sobre o poder do legislativo, do executivo, melhor dizendo.
E os legislativos municipais idem. E o de Goiânia ainda ficou muito mais forte isso na gestão de Rogério Cruz, que dividiu o poder, permitiu que se instalassem em Goiânia, aspas, várias prefeitinhos, prefeiturinhas.
E os vereadores querem os poderes que eles tinham lá na passada. Então, eu acho que é um pouco disso, isso que você está percebendo.
É a base gelatinosa que o Sileide tanto falou aqui, tempos atrás. Gente! Para resolver aqui, eu perguntei para o chat, e ele está me dizendo que a vocação é a mais comum, é mais aceita no meio jurídico.
mas que o avocamento também é uma palavra que é possível, se aceita, até como sinônimo. Então, ninguém está certo, ninguém está errado. Ninguém está errado, aliás, nós estamos os dois certos, cada um escolheu o que achou mais bonito. Exatamente, Sileide, você foi perfeita agora. Sileide, algo a nos dizer?
Ah tá, sim. O meu spoiler das sextas-feiras. Amanhã eu vou pegar dois, vou falar o título. Dois temas que dominaram a nossa semana no debate político. Eu acho muito importante. Abre aspas. Deputados, brigões e Assembleia Cara.
Boa, Sileide. Spoiler dado, vamos só dar um play aqui na nossa música de encerramento, que é a animação. Estão preparados? Claro. Quem aqui já dançou frevo? Eu já. Aí é demais. Sem saber, né? Sem saber, mas eu já pulei por um desengonçadamente. Vamos de Elba.
Tem show da Elba hoje, viu? Nove da noite, lá no Parque Mutirama. Tem que retirar ingresso, um quilo de alimento. Faz parte do festival que está sendo realizado lá no Mutirama. Goiás Gastronomia. Goiás Gastronomia. Hoje, nove horas, tem show da Elba. Tem show mais amanhã, no fim de semana que vem. Mas é para a gente encerrar lá em cima. Se Leide, Luiz, bom fim de semana, até segunda. Bom fim de semana para todos, até segunda.
Bom fim de semana a todos. Até segunda. Débora, Marques e eu voltamos já já. Não saia daí. Música Precisamos falar sobre...