Episódios de Precisamos Falar Sobre

P. F. S. #244 - Pesquisa eleitoral, saúde e programação do feriado em Goiânia

01 de maio de 202622min
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No “Precisamos falar sobre” desta sexta-feira (1º), os comentaristas discutiram os primeiros cenários da disputa eleitoral em Goiás, com base em pesquisa recente que aponta alto índice de eleitores indecisos e possibilidade de mudança de voto ao longo da campanha. O programa também abordou os desafios da saúde pública em Goiânia, com relatos de falta de estrutura e dificuldade de acesso a serviços, além da programação cultural e de entretenimento durante o feriado, que movimenta a capital.
Participantes neste episódio5
D

Dani

Host
L

Luiz

HostMaçoterapeuta
D

Débora

Convidado
J

José Bonfim

ConvidadoRepórter
S

Sileide

Comentarista
Assuntos3
  • Pesquisa eleitoral Datafolha - cenário presidencialCenário eleitoral para governador · Índice de eleitores indecisos · Possibilidade de mudança de voto · Candidatos bolsonaristas em Goiás · Fator Ronaldo Caiado · Corrida pelo Senado
  • Desafios da saúdeFalta de estrutura e infraestrutura · Falta de profissionais (pediatras) · Falta de raio-x nas unidades de saúde · Percepção da população sobre a saúde · Responsabilidade municipal e estadual · Destinação de recursos para a saúde
  • Desenvolvimento CulturalShow do Henrique e Juliano · Peça Subversão Cáfica · Filme O Diabo Veste Prada 2
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Precisamos falar sobre... Todo mundo tem uma pessoa, aquela pessoa, que te faz esquecer todas as outras. Todo mundo tem uma pessoa, aquela pessoa. Não precisa dia e nem hora pra chegar da potaria.

O síndico está preocupado que nós devemos cumprimentá-lo, né? Afinal de contas, ele está aqui. Hoje ele é visita. Está de passagem, nossa visita especial aqui. José Bonfim, boa tarde. Boa tarde. Muito obrigado. Boa tarde, ouvintes. Dani. Gente, eu não estou apaixonado. Eu só queria dizer isso, tá? Coloquei essa música aí. Será? Eu posso te defender ou não? Pode, por favor.

A escolha é da Débora. Ela tá apaixonada. É da Débora, Max. Justamente, Dani também teve uma grande influência. Mas já já eu explico. Se leia de boa tarde...

Boa tarde, Bonfim, Dani, Luiz. Boa tarde a todos que nos ouvem. Boa tarde, Sileide. Estou até preocupado, porque você não quer estar apaixonado. Nada contra, tudo bem. Mas foi só para registrar aí que tem show do Henrique Juliano amanhã. Amanhã, né, Dani? Isso, amanhã. Está movimentando a cidade. Muita gente nas expectativas. Hoje, Débora esteve na rodoviária, aeroporto nem estava.

Mas a rodoviária, ela disse que encontrou muita gente pelas ruas falando que estava se organizando, estava chegando em Goiânia para ir ao show do Henrique Juliano.

Uma dupla sertaneja consolidada aqui no nosso estado, com muitos fãs, o que acaba realmente movimentando a cidade, né? Pra registrar, mas se tiver alguém apaixonado, sem problema algum. Sem problema, podem mandar mensagem, inclusive, contar aqui pra gente. Não se contar que tá apaixonado, não precisa de tanto, mas pode contar se vai ao show, se gosta, se acompanha, podem ficar à vontade. Ou precisamos falar sobre nossa reunião de condomínio de todas as... Oi, Silêncio. Oi, Silêncio. Vai lá.

Eu só queria falar também, já que a gente entrou nesse assunto de programação do fim de semana, com o show da dupla, que eu ouvi o Luiz agora na Onda Cultural e fiquei com muita vontade de assistir o Subversão Cáfica. Sim! Que é com Caio Blatt e Ricardo Blatt. Ricardo Blatt, acho que só eu e o Luiz vamos lembrar dele, porque ele é um ator das antigas.

mas muito conhecido aí de televisão, e o Caio também, né? Até quando eu estava... Eu fiquei curioso, porque eu falei assim, o sobrenome é o mesmo, né? São primos, né? Eu pensava que era tio e sobrinho. Não, são primos. São três primos que vão estar nessa peça. Outra coisa que me chamou a atenção, Cileide, não sei se te chamou também, é a música ao vivo, né? O Ricardo Moura vai estar ao vivo tocando.

Pois é, olha só, programasso lá no Teatro Goiânia, hoje, amanhã e domingo. Isso, hoje 20, amanhã 8 da noite, amanhã 7 e domingo 6 da noite. Baita programão. Outra programação também, a gente não pode esquecer, gente, importantíssimo, nós que fomos criados assistindo Sessão da Tarde.

O Diabo Veste Prada 2 está nos cinemas. É um clássico. Ali, quando a gente era criança. 20 anos depois. Você já assistiu, Zileide? Criança vocês, né? Claro. Inclusive... É claro que assisti. Gostou? Muito. E vou assistir agora, porque ele é um...

programaço para quem quer se divertir só isso, né? ver as belas interpretações das atrizes todas muito boa me ajuda aí Mary Striep Mary Striep e a Anne Hathaway

E tem a outra que também é muito, muito, muito boa, gente. Como que é? Emily Blunt. Estou certo? É. E as críticas, pelo menos, eu não assisti ainda o 2 também. Vou, lógico, né? E as críticas todas que eu vi, pelo menos, muito positivas. Muitas programações nessa sexta-feira aqui de Dia do Trabalhador. Já gostei desse ritmo do Precisamos Falar Sobre. Debra Max, você está correto. Emily Blunt. E ela diz Divônica.

Ela é demais, enfim, fez vários outros sucessos, né? Kenny Hathaway, Mary Striep, enfim. Unânimes, né? Unânimes. Mas Emily Blunt também, nós temos que ressaltá-la aqui, porque ela é incrível. Bom, uma semana não tem como começar de outro jeito, se não pela política. Não estou beneficiando aqui Slade Alves nesse grupo, tá bom? Mas deve. Se não está, comece. É meu dever.

É, ele não me prestigia, mas tá bom. Que isso? Olha aí. Jamais, sempre... Não podia perder a piada. Ele que começou, né? Sempre faço isso. Falei aqui só pra desfazer, Sileide.

Bom, tivemos a divulgação dos dados da pesquisa Genial Quest, que movimentou bastante, trazendo aí um retrato da corrida eleitoral aqui no nosso estado, entre os pré-candidatos ao governo do estado e também entre os pré-candidatos ao Senado. Como disse, trouxe esse primeiro retrato e também outros desdobramentos, falando sobre eleitorado, o que preocupa mais os eleitores goianos.

Essa pesquisa que é a primeira rodada depois da saída ou da descompatibilização, essa palavra é difícil, do ex-governador Ronaldo Caiado. Sim, Dani.

Eu quero perguntar uma opinião da Cileide, trazendo outras perspectivas em relação à pesquisa, Cileide. Se teve algum ponto dessa pesquisa que te surpreendeu ou se era para esse momento exatamente o que você imaginava que poderia acontecer. Eu digo porque, por exemplo, nós aqui que a gente acompanha política, mas nós não somos especialistas, né? Falamos de todos os assuntos, todos os dias.

E aí, quando eu vi as porcentagens ali do Hilder Moraes, do PL, eu fiquei assim, eu falei, gente, imaginei que estivesse um pouco, ele viria um pouco melhor posicionado. É esse o meu olhar de fora.

Para você, esse leite teve alguma surpresa nesse sentido? Ou o cenário para esse momento, que a gente sabe pode mudar e provavelmente deve acontecer ao longo da campanha, era isso mesmo para agora? Dani, eu vou usar uma expressão que eu ouvi de uma das fontes que eu conversei de ontem para hoje para avaliar essa pesquisa. Essa pesquisa eleitoral é de largada. Então...

Numa pesquisa de largada, ela é só uma base ali de onde se começa, os candidatos se posicionam, mas ela não é uma pesquisa de chegada, ela vai mudar ao longo do tempo. E por que os pesquisadores acham que ela vai mudar? Esse é o tema do meu artigo nesse fim de semana, então já estou dando o spoiler.

do artigo que eu publico neste sábado no Jornal Popular. Essa pesquisa tem elementos que levam a gente a essa conclusão. Eu vou citar alguns aqui. Por exemplo, 52% dos candidatos, dos eleitores, disseram que podem mudar o voto para governador. Outro dado.

31% dos eleitores, e aí Dani, a gente entra no Wilder, 31% dos eleitores responderam que gostariam de ter um governador ligado ao bolsonarismo.

Então, se tem 31% de eleitores querendo um governador bolsonarista, isso leva a crer que o Hilder Moraes tem um oceano, um rio, digamos, porque não é tão grande, um rio para navegar.

Agora, ele não vai governar, ele não vai navegar sozinho por esse rio, porque o Daniel Vilela também disputa esse eleitorado e a pesquisa já mostrou que ele tem penetração no grupo. Porque quando a gente olha na porcentagem de eleitores...

de direita não bolsonarista e de eleitores bolsonaristas que votam no Daniel, é bem alta. Então ele vai navegar por esse eleitorado também, mas existe esse potencial. E por fim, o Hilder não é conhecido por 62% dos eleitores. Ele vai se tornar mais conhecido na campanha, quer dizer, se ele fizer a campanha, porque até agora...

ele não está fazendo. Então, ao se tornar conhecido, reduzir esse desconhecimento, ele também poderá melhorar essa pontuação que ele teve na pesquisa agora. A Dani falou, aí ele saiu com 9% em um dos cenários, contra 21% de Marconi e 33% de Daniel.

De qualquer forma, eu citei esses exemplos aí para ilustrar essa ideia de que essa pesquisa é muito de largada, ela não dá um cenário político para a gente do momento. Toda pesquisa é um retrato do momento, a gente sabe disso, ela não vale lá para frente.

Mas a polarização que existe na disputa presidencial, ela está consolidada. A gente hoje sabe que pelo quadro das pesquisas, e são várias que vêm sendo realizadas, a corrida, a disputa está empatada entre Lula e Bolsonaro e qualquer um dos dois pode ganhar. Agora em Goiás não, a gente não tem essa visão ainda do que pode acontecer.

E ontem, Sileide trouxe aqui, na trilha da política, acho que comentou pela manhã também, outro fato que é muito marcante nessa pesquisa, que é a questão do fator caiado, tanto da aprovação do governo, quanto como o eleitor avalia esses últimos anos de governo caiado.

E como isso pode ter interferido nos resultados do governador Daniel Villela na pesquisa e também pode alterar os caminhos e rumos dos outros pré-candidatos a partir desses resultados. E também na corrida pelo Senado, como isso tem interferido.

Me chamou a atenção também outra situação. Hoje até a Cileide de Manhã comentou essa situação da aprovação de Caiado hoje e trouxe um retrato para a gente fazer comparação, que foi exatamente quando o Marconi Perillo saiu em 2016. Mas me chama a atenção também esse fator desconhecimento. 61% dizem não conhecer o Hilder Moraes. Tem outros candidatos também com números bem elevados.

Isso num momento que a maioria está apostando nas redes sociais. A Sileide ontem comentou a respeito, e comentou hoje de novo, o Wilder parece não estar fazendo campanha, ele não aproveita os momentos. Por exemplo, ontem ele poderia ter atendido a nossa reportagem, falado sobre a pesquisa, dado a opinião dele a respeito do assunto.

Mas a gente não percebe isso, a gente não vê isso e eu não vi em outro local, não só da CBN, mas eu não vi a manifestação dele. E essa movimentação política, ela diz muito desse não conhecimento de agora para frente. Agora, como disse a Silente, começa mais forte a campanha, mas a campanha, a campanha mesmo, ela vai ser muito curta. É um tiro curto. Então, se a gente faz uma analogia com a corrida, vai ser uma corrida de 100 metros, né Silente?

É, exatamente. Não vai ser uma maratona, não. Pode não ser de 100 metros, mas maratona não vai ser. Então vai ser uma corrida de 5 quilômetros, 10 quilômetros, né? É uma coisa bem mais enxuta. E o Wilder, ele está com essa posição de falar só para o público dele, das redes sociais dele.

Existe um atrito interno, os pesquisadores, ontem eu conversei com o Ricardo Barbosa de Lima, que faz pesquisas qualitativas e quantitativas, e ele observa que essa rixa interna que existe entre os bolsonaristas em Goiás, o Hilder Moraes contra...

Gustavo Gaia, ela está acontecendo no Brasil todo. Então, lá em Minas, a gente vê o Nicolas Ferreira sendo fustigado pelo Carlos Bolsonaro. A gente vê um estremecimento aí entre Michele e Flávio Bolsonaro. Em outros estados também há.

esses atritos, para o Ricardo Barbosa de Lima, isso é uma briga que está havendo por, aspas, purificação dos bolsonaristas. Quer dizer, Gustavo Geyer é desse grupo que tem também os irmãos Bolsonaro, que querem que apenas aqueles bolsonaristas raízes...

sejam reconhecidos no partido e tenha direito às candidaturas. O Wilder não é esse bolsonarista raiz. O Wilder começou antes.

de Bolsonaro, que teve mandato, exerceu o mandato de senador antes do bolsonarismo, e o Gustavo Gair não, ele começa, ele acende ao poder com o bolsonarismo. Então essas rixas acabam minando muitas energias do partido e dos candidatos. Aqui em Goiás eu fico me perguntando se essa estratégia do...

o Hilder de não fazer campanha, também não tem relação com essa briga interna que está havendo com o Gustavo Gaia.

Agora são 3 horas e 21 minutos, vamos para a nossa próxima pauta que é saúde. Essa semana, mais uma vez, a saúde municipal aqui de Goiânia ficou nas manchetes por inúmeros problemas identificados pela população. A questão da estrutura, infraestrutura de muitas unidades de saúde, o que não é novidade e pouco evoluiu.

Nos últimos tempos, também falta de profissionais, teve um certo destaque para a questão dos pediatras, que também é uma demanda muito antiga de outras gestões. Prefeitura alega que é difícil encontrar profissionais. Os profissionais da área de pediatria afirmam a desvalorização, propostas não atrativas.

para o grupo. E também a velha história da falta de raio-x nas unidades de saúde. Até sobre esse tema, mais cedo, nessa sexta-feira, a prefeitura anunciou que está em fase final um novo processo licitatório para a contratação do serviço de radiologia.

para ampliar e qualificar a oferta de exames de raio-x. Atualmente, das 11 unidades que têm equipamentos de raio-x, apenas 7 estão com o serviço em funcionamento. E mesmo assim a gente sabe que é uma grande dificuldade para conseguir fazer exame e vira aquela peregrinação. Atendido aqui, tem que ir ali fazer o exame, aí volta, não consegue acesso a esse exame. E o paciente que está precisando de assistência fica perdido nessa história.

Eu vou ter que falar da Quest de novo. Porque quando a gente vê ali os principais problemas que a população observa em Goiás, a saúde é o principal, aparece ali no topo com 39%. E aí, Sileide, a gente estava até conversando na redação ontem, a população quer ser atendida. Ela não está importando se o hospital é municipal, se é estadual.

Se quem tem que resolver é o governo, se é o Estado ou o município. Ela quer ser atendida. Então, essa percepção do problema da saúde, ela é também por conta desses vários problemas que a gente vê no município, que acaba impactando, de certa forma, o Estado também, né? Porque é um problema geral e a população não tem.

tem que, não tem que realmente importar se é município ou estado, ela tem de ser atendida, acaba influenciando também. Até complementando, Dani, ontem eu conversei com o cientista político, Guilherme Carvalho, e ele trouxe justamente essa perspectiva, de que essa preocupação é reflexo do que a população sofre no município, e acabou levando ali essa demanda na pesquisa Quest que você citou.

E também ele trouxe até, então, por isso que é muito importante também para os pré-candidatos, ter uma base de prefeitos durante a campanha para poder alinhar aí essas demandas, porque tem toda relação com toda certeza. O município, ele atende aquele primeiro atendimento, a porta de entrada da saúde, que é...

São os postos de saúde, os CAIs, as UPAs. É por aí que a população entra no sistema de saúde.

A partir daí, se ela precisar de um atendimento de complexidade, ela já vai ser encaminhada para hospitais que a responsabilidade é do Estado. Aqui em Goiás mesmo, a gente tem esses hospitais estaduais em vários pontos.

do Estado e só aqui em Goiânia nós temos o Hugo, o Gol, o Crer, o Hospital da Mulher, o Hospital da Criança, o que mais? Se eu tiver me esquecido, vocês me ajudam. Então, fica muito aí no município e no Estado.

A União tem pouquíssimos serviços e ela praticamente não atende a população. Você tem o Hospital das Clínicas aqui em Goiás, que é federal. A União fica mais na coordenação e na definição de políticas públicas e redistribuição de recursos. Por isso que é sentido na ponta, primeiro no município e depois no Estado.

E os dois estão falhando, a realidade é essa. O governo do estado também ampliou a oferta de serviço, mas tem problemas com essa oferta de serviço que a gente está vendo diretamente. E por conta da pressão da população, tanto o estado quanto o município aumentaram.

a destinação de recursos para a saúde. Constitucionalmente, eles têm que destinar 15% dos orçamentos para a saúde, mas tanto o governo de Goiás quanto a prefeitura de Goiânia já estão destinando 21% do seu próprio orçamento para a saúde e não está dando conta. Então, é um assunto complexo.

que eu acho que esses entes aí vão ter que achar uma forma de equacionar essa questão. Como resolver? Eles já estão destinando muito recurso, mas o serviço chega insatisfatoriamente na ponta, na população. Qual é o problema? Essa é a pergunta. Vamos nessa? Vamos. Vamos. Programação para o fim de feriado.

Programação o quê? Para o fim de feriado. Trabalhar. Trabalhar. A gente vai trabalhar. Se lei de um spoiler... Hoje trabalhar. Aquele que não está prestando atenção no programa... Ela já falou. É. Se lei de um plantão, fica todo mundo no sono. Fazendo quatro coisas ao mesmo tempo. É, todo mundo no mundo da lua, né?

Mas se quiser relembrar o spoiler... Eu que não vou delatar meus colegas aqui. Tem coisa bem pior mais cedo. Você deveria aproveitar e dizer se, Leide, vamos reforçar o spoiler. Já passei a vergonha disso. Para aqueles que, como o Bonfim, não ouviram, o artigo amanhã vai mostrar dados da pesquisa que indicam que essa pesquisa é de largada.

vamos nessa então Slade muito obrigado, bom fim de semana grande abraço, beijos, bom fim de semana