| ENCONTRAR JESUS é a solução para dores acumuladas!! [Lucas 7.11-17] - Pr. Ely Moreira
O encontro com Cristo promove restauração completa. Lucas 7.11-17 apresenta uma dor acumulada, a profundidade da dor da viúva de Naim, mãe de filho único que já havia perdido o marido; alguém que experimentava dor sobre dor, luto sobre luto. Não era apenas um funeral, ela enterrava toda a sua história. A morte estava levando sua esperança, mas Jesus devolveu a vida, o futuro, a dignidade, a comunidade.Quando Jesus devolveu o filho àquela mulher, Ele não ressuscitou apenas um jovem; Ele ressuscitou uma história inteira.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #jesus #encontrocomjesus
- O encontro de Jesus com a viúva de NaimA compaixão de Jesus e o comando 'Não chore' · A interrupção do cortejo fúnebre e o toque no caixão · A ressurreição do filho único · A restituição completa da vida da mulher
- Reconciliação com DeusRestauração emocional e transformação do choro em alegria · Restauração familiar e laços entre mãe e filho · Restauração social, dignidade e voz na comunidade · Restauração do sentido da vida e esperança
- Morte da EsposaContexto cultural do século I para mulheres viúvas · Vulnerabilidade social e econômica da viúva · Perda do marido e do filho único como colapso de esperança · Comparação com a condição da mulher na cultura ocidental contemporânea
- História de EdnaLidar com lutos acumulados e dores antigas · Jesus conhece e restaura histórias quebradas · O toque de Jesus interrompe processos dolorosos
Eu queria convidar você a abrir sua Bíblia comigo lá no Evangelho de Lucas. Evangelho de Lucas. Nós vamos ler o capítulo 7 a partir do versículo de número 11. Mas vamos pensar или или или или или или
Nesse capítulo 7, todos acharam? Nós vamos ler do versículo 11 até o versículo 17. A versão que eu tenho aqui é a NAA, Nova Almeida atualizada. Vamos ler todos juntos aqui, vocês podem acompanhar. Pouco depois, Jesus foi para uma cidade chamada Naim, e os seus discípulos e numerosa multidão iam com ele.
Ao aproximar-se do portão da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva, e grande multidão da cidade ia com ela. Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse, não chore. Chegando, se tocou no caixão, e os que estavam carregando pararam.
Então Jesus disse, jovem, eu ordeno a você, levante-se. O que estava morto sentou-se e passou a falar. E Jesus o restituiu à sua mãe. Todos ficaram possuídos de temor e glorificaram a Deus, dizendo, grande profeta se levantou entre nós.
Deus visitou o seu povo. Esta notícia a respeito de Jesus se espalhou por toda a Judeia e por toda aquela região. Amém. Vamos ter uma palavra de oração? Deus, nós estamos reunidos em teu nome nessa manhã. A tua palavra, ela é viva. Além de viva, ela também é eficaz.
Pai, o Senhor não nos levantou para pegar uma palavra que não tem poder e nem eficácia. Nós cremos, Pai, que quando nos esforçamos, nos consagramos, nos debruçamos no estudo, na pesquisa, na leitura, para poder, meu Pai, trazer a exposição bíblica, Senhor. Nós cremos que estamos fazendo isso com a certeza de que o Senhor vai fazer alguma coisa.
por meio da Tua Palavra, Senhor. Por isso, nessa manhã, o desejo do nosso coração é que o Senhor faça coisas novas em nosso meio, por meio da Tua Palavra, o Senhor toque as nossas vidas e que seja uma manhã, Senhor, especial na Tua presença, Senhor. Essa é a oração que eu te faço e a faço, Senhor.
Em nome de Jesus, amém. Amém. Queridos Lucas, ele não desperdiça suas palavras quando ele diz que aquela mulher...
de alguma forma, ela era viúva e que o jovem era o seu filho único, Lucas está querendo descrever muito mais do que uma história, é muito mais do que uma narrativa. Lucas está descrevendo, provavelmente, uma tragédia e uma tragédia acumulada. Mas, para mim, para você, no século atual...
na atual cultura, a gente não tenha essa dimensão, até porque o texto é de um fato que aconteceu dentro de uma cultura, dentro de um contexto histórico-cultural. E, para isso, irmãos, nós precisamos considerar os aspectos históricos-culturais daquele momento.
em que Lucas narra esse episódio, para que a gente tenha a dimensão do que de fato estava acontecendo neste encontro que vai ocorrer entre Jesus e uma mulher.
Uma mulher que não tem nome. Lucas a chama de viúva. Uma mulher viúva da cidade de Naim e que estava a caminho do cemitério para sepultar o seu único filho. E eu queria, de alguma forma rápida, considerar um pouco dos aspectos culturais daquele momento em que se dá esse fato.
Irmãos, Lucas fala que essa mulher era viúva. Nós não podemos entender o que é ser viúva nos dias atuais.
com o que é ser viúva naqueles dias. Então, nós precisamos entender que esse texto é um texto muito profundo e muito rico, porque nós estamos falando de uma sociedade que era marcada na sua estrutura por uma estrutura patriarcal e também uma estrutura onde a mulher dependia socialmente muito da figura masculina.
Principalmente quando essa mulher atravessava um momento de perda ou de dor. E quando a gente observa o texto à luz dessa cultura judaica desse primeiro século, nós então, irmãos, podemos até fazer uma comparação com o que é ser uma mulher naqueles dias e o que é ser uma mulher na atual cultura ocidental contemporânea em que a gente vive.
Nós podemos até perceber que há semelhanças nos aspectos emocionais, mas, irmãos, há profundas diferenças nos aspectos sociais e também nos aspectos, principalmente, existenciais. Ser mulher no primeiro século era algo totalmente diferente do atual.
momento em que nós vivemos aqui nessa nossa cultura. Então, o que significa ser mulher naquela cultura judaica nos tempos de Jesus? Lá no primeiro século. Irmãos, a identidade de uma mulher estava fortemente ligada aos homens da família.
A figura masculina era muito importante naquela cultura. Esse aspecto da mulher estava muito ligado a essa figura masculina da família. Primeiro do seu pai, depois do marido, e na viúveis ao seu filho, seu filho homem.
Então, a mulher, naquela época, raramente possuía autonomia econômica, autonomia jurídica ou autonomia social. A proteção dela, o sustento e a honra, de alguma forma, estava associado à presença masculina. E, nesse contexto, a viúva de Nain está carregando, a gente pode até considerar, um drama extremo.
Embora Lucas diga que ela era viúva, ele não narra toda essa dificuldade e essas informações dos aspectos culturais do que significava ser uma viúva naqueles dias. Não é como hoje, na cultura ocidental, perder o marido...
naquela cultura, naquele primeiro século, colocava a mulher em uma situação de vulnerabilidade social, econômica e também até emocional. Então, nós percebemos que ser viúva naqueles dias significava, de alguma maneira, passar a viver à margem.
Ela ia passar a depender de caridade daquela comunidade ou da comunidade que ela vivia. Irmãos e Lucas vai adiante, ele diz que ela não apenas era viúva.
mas ela também estava indo enterrar o seu filho. Ela passa pela morte do filho único. Irmãos, isso naquela cultura, para uma mulher, como eu acabei de narrar, isso praticamente representava um colapso total de esperança.
Não se trata apenas de um luto com relações afetivas, mas, de alguma forma, de uma sentença social, a mulher estava sem marido e sem filho. Então, ela perdeu o seu sustento, ela perdeu sua proteção e, de alguma forma, também, ela compromete o seu futuro. Aquela mulher, irmão, não estava apenas indo enterrar um filho.
É muito mais do que isso. Ela estava enterrando, de alguma forma, a sua própria sobrevivência. O choro daquela mulher é um grito silencioso de quem perdeu muitas coisas. Ela perdeu o amor, ela perdeu a identidade social, e isso, irmãos, também levou ela a perder a razão de continuar a viver.
Irmãos, comparando em ser mulher na cultura ocidental contemporânea, é muito diferente. Na maioria dos casos, irmãos, a mulher no nosso contexto, ela desfruta de algumas coisas. Por exemplo, ela tem uma maior autonomia social.
ela tem uma autonomia jurídica, ela tem uma certa autonomia econômica. Na nossa cultura, a mulher pode trabalhar, ela pode sustentar-se, pode tomar decisões legais, criar os filhos de forma independente.
Isso muda significativamente as implicações práticas das perdas de um marido e também de um filho. Ainda assim, irmãos, na atual cultura, se uma mulher perder o seu marido e ficar viúva e perder o seu filho, ela ainda vai passar por um drama social.
mas, de alguma forma, irmãos, ela consegue continuar a sua vida. O drama emocional, ele continua profundo e devastador, mas, irmãos, as diferenças entre a vida daquela mulher e a vida de uma mulher na atual cultura, ela é muito diferente. A perda de um filho, ela continua sendo uma perda que traz dores a ambas as mulheres.
tanto daquela época como a de hoje. Mas, irmãos, as diferenças são intensas no que diz respeito aos aspectos sociais, econômicos e, principalmente, na questão de sustento daquela mulher. O sofrimento pode até ser real, mas, irmãos, ele é muito diferente. Até coloquei aqui um quadro para que a gente faça uma comparação rápida. A viúva de Nain.
ela dependia totalmente de homens. A mulher, na atual cultura ocidental, ela tem uma maior autonomia social e também econômica. A viúva de Nain, ela passou por um luto afetivo, social...
E, na nossa atual cultura, a mulher até passa por um sofrimento quando ela encontra esse tipo de perdas. Mas, majoritariamente, o sofrimento dela é mais emocional, não atinge muito a sua parte social. A viúva de Nain perde o futuro e perde também a capacidade de sobrevivência.
Talvez a mulher, nos dias atuais, ela perca apenas questão de vínculo e de sentido. A mulher, naquela cultura, quando ela passava por essas perdas, ela passava a ser invisível socialmente.
Mas nos nossos dias, uma mulher que passar por essas perdas, ela tem até possibilidade de receber ajuda institucional. A viúva de Nair, então, irmãos, ela representa alguém que perdeu tudo. Perdeu tudo. Perdeu amor, sustento, identidade, a esperança. A mulher contemporânea, embora...
ela sofra e também tenha alguma ferida nesse aspecto da perda, mesmo assim, ela ainda vai encontrar meios de reconstruir a sua vida. Aquela mulher, ela estava passando por um momento terrível na sua vida. Irmãos, então, a partir desse breve contexto, nós vamos pensar um pouquinho na dor.
daquela mulher, o que ela havia perdido de fato antes do milagre. Como eu disse, Lucas não desperdiça palavras, ele diz que ela era viúva, e viúva significa tudo isso que eu falei para vocês. Mas Lucas também fala que ela era mãe de um único filho, e com isso Lucas quer nos transmitir.
Uma grande tragédia, mas uma tragédia acumulada. Aquela mulher não estava enfrentando a sua primeira perda.
Lucas diz que ela era viúva. Provavelmente aquela mulher um dia, ela conheceu alguém na sua vida. Ela se encantou por alguém na sua vida. Ela se apaixonou por alguém. Ela casou-se com alguém. Mas em algum momento da vida, essa mulher com esse homem teve a alegria e o privilégio de gerar um filho. Ela conseguiu, como aquele homem, construir e ter um filho.
Mas em determinado momento, irmãos, a vida levou esse homem da sua vida e ela então passou a ser viúva. Ela já havia enterrado o marido e agora ela estava indo enterrar o seu filho. Então com isso, Lucas quer nos informar que aquela mulher estava passando por uma dor que estava se acumulando, uma dor sobre dor.
Luto sobre luto. Uma ferida sobre outra ferida. Irmãos, a mulher, de alguma forma, ela está vivendo essa questão da marginalização. Como nós falamos, ela perdeu a proteção, perdeu o sustento, perdeu o seu status, perdeu sua voz social. Uma mulher que já estava quebrada.
antes de chegar ao cemitério. E nós acabamos de falar, irmãos, que isso, de alguma maneira, deixava aquela mulher a um estado de marginalização. Aquela mulher passa a viver vulnerável. Vulnerável a abusos.
vulnerável à exploração e também vulnerável ao esquecimento. Então, quando Lucas diz que ela era viúva, ele está querendo nos informar algo importante. Aquela mulher já estava muito quebrada antes de chegar ao cemitério. Irmãos, e qual é o peso, então, de perder o filho?
O único filho. A palavra ali é monogênese. Significa último herdeiro. Última esperança. A continuidade da família. A proteção para o futuro. Aquela mulher está perdendo o passado.
está com seu presente comprometido e provavelmente sem uma perspectiva de esperança. Porque, irmãos, naquela cultura, o filho também era uma garantia de proteção na velhice.
O filho representava a continuidade da vida. Era um sinal de bênção futuro. E agora o que ela perde, irmãos? Ela perde o passado porque ela perdeu o seu marido. Agora, no presente, ela está perdendo o seu filho. E isso, irmãos, de alguma maneira compromete todo o seu futuro. Uma mulher que não tem passado.
que está sepultando o seu presente. Que perspectiva de futuro essa mulher tem? Irmãos, aquela mulher não estava apenas sepultando ou indo enterrar um corpo. Ela estava enterrando praticamente toda a sua história. Então, irmãos, é nesse momento que essa mulher, com toda essa dor acumulada,
indo enterrar muito mais do que um filho. Culturalmente, a palavra de Deus nos mostra que ela estava à frente daquele cortejo. A mulher ia à frente do corpo.
Há uma procissão se formando atrás. As pessoas, ao ver aquela procissão passando, saindo da cidade, elas deixavam seus afazeres, se juntavam ao final daquela fila e iam acompanhando aquela mulher que ia à frente daquele cortejo.
O texto diz que Jesus está indo a entrar na cidade. O encontro acontece entre Jesus e a mulher. Jesus não entra no final da procissão. Jesus está entrando e aquela mulher está saindo. É nesse momento que ele se encontra com esta mulher. Irmãos, e neste encontro com esta mulher, irmãos, vai acontecer o que eu quero chamar de или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или или
de uma restauração ou de uma restituição completa. O que Jesus vai fazer agora é algo espetacular.
O que Jesus vai fazer agora é algo miraculoso. O que Jesus vai fazer na história daquela mulher é uma restauração completa. Uma mulher que perdeu seu passado, que estava enterrando seu presente e não tinha mais perspectiva de futuro. O que Jesus vai fazer é muito mais do que ressuscitar um filho. Envolve tudo o que aquele filho significava para aquela mulher dentro daquela cultura.
Então, irmãos, nós precisamos entender isso. Ela estava enterrando muito mais que um corpo. Não era apenas um funeral. O marido, ela já havia perdido. Aquelas lágrimas, ela já havia derramado antes. Aquela dor, ela já tinha sofrido antes. E agora, ela está passando pela mesma coisa com o seu filho.
E praticamente, ela está encerrando o seu futuro. Ela estava indo enterrar a sua história. É nesse momento, irmãos, que o nosso Jesus aparece na vida dessa mulher. E esse encontro vai proporcionar a esta mulher uma restituição completa.
o encontro com Cristo. O versículo 15 diz que Jesus o entregou à sua mãe. Jesus vai ressuscitar o jovem e, com essa ação, ele vai restaurar a vida daquela mulher. O milagre vai ser físico, mas com um impacto que é total na vida daquela mulher.
Irmãos, nós precisamos entender, a frase é curta, mas ela é profundamente teológica. E Jesus o entregou à sua mãe. Veja comigo o versículo 15. O que estava morto, sentou-se e passou a falar. E Jesus o restituiu à sua mãe.
Mas, irmãos, eu quero considerar com vocês os versículos anteriores ao 15. No versículo 13, o texto diz que ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse algo. Observe comigo o que Cristo disse àquela mulher. Não chore. Irmãos, essa expressão, não chore,
ela é muito interessante de pensar. Porque Jesus, ele vai encerrar, ele vai interromper algo que estava em evolução na vida daquela mulher. Quando ele diz não chore, ele vai chegar, o verso 14 diz, ele vai tocar no caixão e vai parar.
aquela procissão, ele vai interromper algo. Ele encontra a mulher, ele fala para ela, não chore, se compadece dela, e ele toca no caixão, não é um caixão como nós conhecemos, era uma prancha, uma espécie de tábua, que funcionava como um caixão aberto. O enterro era feito fora da cidade.
Jesus, de alguma forma, quebra muitos paradigmas, porque a lei determinava muitas coisas relacionadas a tocar em caixão, a tocar em cadáver. Mas o texto diz que ele fala para aquela mulher, de alguma maneira, não chore. E, pastor Laraline, eu me lembro de algo importante. Aquela mulher estava chorando, e era um choro que envolvia todo esse desespero.
E quando Jesus diz para ela, não chore, eu me lembro, pelo menos, de Deuteronômio 34, quando o povo de Israel, eles estão à beira, ou prestes a entrar na terra prometida, e eles estão para atravessar o Jordão, e de repente o Senhor recolhe Moisés.
Moisés morre. E o texto diz lá, em Deuteronômio 34, 7 e 8, que os filhos de Israel, eles choraram. E choraram o quê? Era um choro de luto, era um choro da perda de Moisés. Eles choraram a morte de Moisés durante 30 dias.
30 dias de choro, de um choro de luto. Mas, o versículo 8, ele diz, então se cumprindo os dias do pranto do luto de Moisés. O povo, então, para de chorar.
No capítulo 1 de Josué, Deus fala com Josué e diz, Josué, Moisés morreu. Levante-se e se prepare para atravessar o Jordão. Irmãos, há alguns tipos de choro das nossas vidas que chega ao tempo em que o Senhor quer cessá-los. Em que o Senhor quer interrompê-los. Em que nós devemos, então, parar de chorar por perdas que nós...
passamos no passado, e que choramos, estamos chorando, enfrentando isso, há um momento em que esse choro, esse pranto, ele precisa ser encerrado. Algumas coisas precisam ser deixadas para trás. E quando, então, chega o tempo do cumprimento daquele luto, Deus é claro com Josué e diz, Josué, é como minha mãe dizia,
Ela dizia assim, há momentos da nossa vida, que ela falava assim, engole o choro. O que significava isso? Já deu. Já chorou demais. É hora de se levantar, sacudir a poeira, deixar o passado para trás e retomar a vida. E retomar a vida.
a caminhada, irmãos, e é isso que eu vejo Jesus, de alguma maneira, falando para aquela mulher, quando ele diz, não chore, irmãos, quando ele diz, não chore, a palavra de Deus, fala que ele vai além, ele toca, naquele esquife, irmãos, e preste atenção, aquilo que estava, em andamento, em evolução, caminhando para o sepultamento, é interrompido, e aí e aí e aí
É interrompido pelo toque de Jesus, irmãos. Então, quando Jesus devolve o filho àquela mãe, Jesus não está apenas devolvendo um filho. Não é só apenas a restauração da vida física, mas Jesus está restaurando a dignidade daquela mulher, o lugar social daquela mulher. Jesus está também restituindo a esperança, irmãos.
É uma restituição completa. O que Jesus está restituindo? As suas emoções. Aquele choro vai ser transformado em alegria.
Jesus está restaurando a área familiar daquela mulher. Os laços entre mãe e filho estão sendo restaurados. Perante a sociedade, aquela dignidade estava sendo devolvida e restituída àquela mulher. Na sua área também econômica, havia uma restituição de Deus também, no que diz respeito a sustento e futuro.
Jesus não apenas ressuscita o jovem, mas ele está restaurando a mulher. Jesus está, de alguma forma, devolvendo a vida daquela mulher. O encontro com Jesus promove uma restauração completa. O que Deus começa, ele termina.
Ele não devolve nada pela metade. A restituição não foi apenas física, foi total. Então, quando Jesus ressuscitou o filho, ele estava restituindo a sua área emocional. O luto estava sendo interrompido. O choro estava dando lugar à alegria. E o trauma estava começando a ser curado. Irmãos, o toque de Jesus.
Ele tem o poder de interromper processos dolorosos em nossas vidas. Existem pessoas que estão vivendo processos dolorosos em suas vidas.
E o encontro com Jesus, o toque de Jesus, ele tem o poder de interromper esses processos dolorosos nas nossas vidas e trazer uma restauração completa e total nas nossas vidas. Jesus transformou as lágrimas públicas daquela mulher em um testemunho público.
Mas Jesus foi além. Quando ele restitui aquele filho, há também uma restituição no aspecto familiar, não só no aspecto emocional. O texto diz que Jesus o entregou à sua mãe. Essa expressão...
Ela ecoa diretamente um outro episódio no Antigo Testamento, que é o episódio do profeta Elias, quando ele ressuscita a filha da viúva de Sarepta, o filho, e devolve a ela. O que Jesus está dizendo?
O que estava sendo arrancado dela, ele estava devolvendo, estava restituindo. Mas não só a questão familiar, mas também, irmãos, há um aspecto aí também de uma restauração na área social. Com o filho vivo, ela volta a ter a proteção que ela tinha perdido.
Ela também volta a ter uma voz na sociedade. E a dignidade também dela é restaurada. Ela deixa de ser a viúva sem futuro. E ela passa a ser uma mulher que foi visitada por Deus. Quando Jesus restaura, a morte levou o marido, o filho e a esperança. Jesus devolveu para aquela mulher a vida, o futuro.
a dignidade e o prazer e a alegria de viver não só à margem de uma comunidade, mas de ter novamente uma vida também em comunidade. Irmãos, caminhando para o final, eu queria trazer aqui algumas aplicações. Talvez haja em nosso meio pessoas que estejam vivendo esses lutos acumulados.
Perdas antigas que não foram resolvidas, dores que vão se somando ao longo dos anos. E há uma coisa muito clara, irmãos. Jesus, ele conhece todas as nossas dores. Principalmente aquelas que não começaram hoje. Mas dores que nos acompanham ao longo do tempo. Ele conhece todas as nossas dores que vão se acumulando.
Então, irmãos, uma outra coisa. Cristo não ignora as histórias quebradas. Ele vê. Ele vê tudo o que foi perdido no passado. As dores do presente. E os anseios que nós temos com relação ao nosso futuro. É nessa história.
que ele entra para mudar a história dessa mulher. Então, irmão, nós aprendemos que a restituição de Cristo vai além daquilo que foi perdido. Talvez ele não restaure tudo da mesma forma, mas ele sempre vai restaurar algo muito importante nas nossas vidas, chamado o sentido da vida.
Quantas pessoas já perderam o sentido da vida? E um encontro com Jesus tem o poder de restaurar na vida de qualquer pessoa o sentido de viver. Irmãos, onde a morte estava escrevendo o fim na vida daquela mulher, Jesus vai...
e coloca uma vírgula e ele escreve uma continuação daquilo que aparentemente era o final da vida daquela mulher. Ele vê as lutas acumuladas e ele entra em histórias quebradas e ele entra para restaurar completamente o sentido da nossa vida.
quando Jesus devolveu o filho àquela mulher, ele não ressuscitou apenas um jovem, ele ressuscitou uma história inteira. É muito mais do que a devolução de um filho, é a restituição de uma vida inteira. Irmãos, eu quero terminar trazendo uma ênfase a isso. Somente o toque de Jesus.
Ele tem o poder de interromper alguns processos dolorosos nas nossas vidas. Quem sabe você esteja chorando. Chorando por perdas do passado. A ordem de Jesus para você é nessa manhã. Não chore.
Ele está interrompendo alguma coisa nessa manhã. Está colocando um ponto final em alguns ciclos de sofrimento, de choro, de luto, de perda. Nas áreas emocionais, quem sabe, esse toque de Jesus, ele tem o poder de mudar completamente toda a nossa história. Aquela mulher estava devastada. Eu fico pensando, irmãos.
O que aconteceu naquele encontro? Parou o cortejo fúnebre. Jesus tocou no esquife. A fila parou. Jesus tem um encontro com aquela mulher. O encontro é rápido. Mulher não chore. Quando ele fala não chore, ele toca. Já fala com o filho. Manda ele se levantar. Ele senta, começa a falar. E Jesus o devolve àquela mulher. E nessa manhã.
seja uma manhã de restituição em sua vida. Aquilo que estava perdido, que Cristo possa devolver a você nessa manhã, em nome de Jesus. Amém.