ANTONELA BRAGA E NATHALIA BRAGA - PODDELAS PODCAST #558
Antonela e Nathalia Braga finalmente chegaram ao PodDelas para falar tudo sobre a parceria mãe e filha mais amada da internet! Neste episódio, elas revelam os bastidores de uma carreira construída a quatro mãos: como Nathalia aprendeu o mundo digital na prática para acompanhar a filha, como funciona a divisão entre "conversa de mãe" e a amiga, e como a marca Ticky saiu do universo do conteúdo e virou um produto real, com identidade e proposta próprias. Um papo leve, cheio de bastidores, fofocas e afeto!Dá o play e vem com a gente! Não esquece de se inscrever no canal! Clica aí!______________________________________________________Conheça o portfólio completo de Bon o Bon!https://www.instagram.com/bonobonbr
Speaker B
Speaker C
Antonela Braga
Nathalia Braga
- Interação Pai e FilhaConstrução de carreira conjunta · Divisão entre mãe e amiga · Apoio e proximidade na vida pessoal e profissional · Ensinamentos e aprendizados mútuos · Diferenças e semelhanças na personalidade · Dinâmica familiar e relação com os filhos
- Marca Ticky e Pirulitos Sem AçúcarIdeia e desenvolvimento do produto · Sabores e características dos pirulitos · Pirulito sem açúcar e seus benefícios · Lançamento e vendas no TikTok Shop · Expansão da marca e quiosques físicos · Colaborações e futuros lançamentos
- Empreendedorismo Digital e Projetos OnlineInício na internet e crescimento orgânico · Marca Ticky e transição para produto físico · Desafios da exposição e exposição online · Gerenciamento de redes sociais e conteúdo · TikTok e estratégias de conteúdo · Empreendedorismo e lançamento de produtos · TikTok Shop e vendas online · Colaborações e expansão de marca
- Desafios da Geração ZSer uma das criadoras mais comentadas · Impacto e responsabilidade como influenciadora · Linguagem e gírias da Geração Z · Vício em celular e detox digital · Supervisão parental e limites na exposição online
- Mudanças de VidaMudança de cidade e adaptação · Superação de dificuldades e desafios · Volta à faculdade e novas formações · Lidar com separação e recomeços · A importância de se cuidar como mulher e mãe
- Linguagem e ComunicaçãoGírias e abreviações da Geração Z · Formas de expressar risadas online · Vício em celular e a necessidade de detox · Dificuldade em lidar com críticas e hate online · Estratégias para lidar com comentários negativos
- Relacionamentos AmorososTroca de opiniões sobre namoro · Apoio mútuo em decisões amorosas · Abertura e confiança na relação mãe e filha · Diferentes formas de demonstrar afeto físico · Sonhos de casamento e lua de mel
- Infância e juventudeMemórias da infância e adolescência · Fase adolescente e seus desafios · Experiências com bullying na escola · Primeiros beijos e relacionamentos · Sonhos e aspirações futuras · Viagens de carro em família
- Festivais de MusicaPreferências musicais (funk, sertanejo) · Experiências em festas e rodeios · Viagens e eventos sociais · Planejamento de festas de aniversário
- Comida e culináriaPreferências alimentares (macarrão com feijão, stroganoff) · Habilidade culinária e experiências na cozinha · Comidas saudáveis e sem açúcar · Apreciação por açaí e poke
Oi, gente!
Tudo bem com vocês?
Eu tô ótima, você tá bem, amiga?
Eu também tô ótima. Sejam bem-vindos mais um Pós de Delas Podcast. Muito obrigada por acompanharem a gente. E eu já começo com a humilhação diária, que é pra você se inscrever nesse canal, senão vai braviar.
Por favor, que que é isso?
Por favor, a gente tá aí com a luta, com a meta, tá, de chegar nos 4 milhões.
Só depende de você, e da sua mãe, da sua tia, da sua amiga.
Pega a conta do seu papagaio, sei lá.
Entendeu? Qualquer coisa.
Da mãe, da tia, faz favor.
Cria mais uma conta, por dó, não tem problema.
Pode ser também. Deixa o like também, que o YouTube entende que é um vídeo legal, ele entrega pra mais gente. Deixa um comentário, quem vocês querem que a gente chame pra vir aqui.
Ah, aproveita e segue no Instagram, no TikTok. Segue no X também, @podidela. Segue a gente, Tata, Viih Tube.
E antes de apresentar as nossas convidadas maravilhosas, vocês sabem que pra momentos especiais a gente precisa de alguma coisa à altura, né. Por isso, E eu trouxe aqui pra nossa bancada hoje um lançamento que é uma verdadeira perfeição, gente. É o Bonobon Supreme Avelã. Olha que chique! Olha a elegância dessa embalagem! É uma caixa linda, assim, que traz presença, sabe? É a escolha perfeita e sofisticada pra presentear alguém querido.
Ou até mesmo pra se presentear, porque a gente merece, né? Deixa eu abrir aqui pra vocês, já tenho uma aberta. E ó, já pegaram um aqui, tá? Eu vou primeiro falar, depois eu como. Mas eu tô ansiosa, não via a hora de começar pra poder comer! Ó, é surreal! É um bombom premium que entrega uma experiência supreme. Brincadeira, é suprema, tá, gente? Eu quis fazer o trocadilho, entendeu? Tem cobertura com pedaços de avelã, uma dupla camada de chocolate.
Não é sabor chocolate não, tá? É chocolate mesmo. Um wafer crocante, um recheio super cremoso com pedaços de avelã. É de dar água na boca, gente. E aproveita pra seguir eles lá no Instagram. Que é @bonobombr, tá? Pra vocês acompanharem tudo. Vocês pegaram a dica, né, gente? Então aponta aí a câmera do seu celular pro QR code que tá aparecendo na tela. Fica por dentro de tudo de Bonobom. E se você tá assistindo pelo celular, tem o link aqui na descrição, tá bom? Então vai lá, porque tudo que é bom se fala Bonobom. Ai, que chique!
Agora eu vou comer meu... E agora ela vai comer. Peraí. Inclusive, quem roubou foi a nossa convidada da caixinha.
Contou tudo, chegou contando. Calma aí que eu vou comer.
Contei, amiga. Uai, tem que falar, né? Vamos falar: "Ai, veio 100?" Não, amor.
Pode me dar mais um? Tá bom?
Você amou?
A convidada nem apareceu ainda, mas ela já tá querendo mais um.
Pega a caixa toda.
Quer provar, mamãe?
Amiga, você quer ir falando, eu vou ter que comer tudo.
Óbvio, gente. Vamos lá. Ó, hoje a gente vai receber uma dupla que ao mesmo tempo é o quê? Mãe e filha, e também melhores amigas, tá? Nas redes sociais, elas mostram uma união, uma ótima relação. Geram muito burburinho na internet também. E a filha começou o quê? Na internet, despretensiosamente mesmo, assim. Foi crescendo de forma orgânica, autêntica, com o jeitinho dela. Até se tornar uma das criadoras mais comentadas da geração Z no Brasil, gente.
A mãe, ela já dava também seus passos na internet, tá, gente. Mas juntas, o público viu o carinho e a parceria que elas têm. E elas só crescem!
E hoje a gente vai falar, né, sobre carreira, família, empreendedorismo, pirulito e muito mais com Antonella e Natália Braga!
Oi, gente!
Sejam bem-vindas!
Olha como ela tá comendo, gente.
Eu quero comer mais um. E eu queria que vocês continuassem falando pra eu poder comer.
Mas é óbvio, amiga! Óbvio!
E aí, como vocês estão? Super animada, né, Antonella?
Muito feliz de estarmos aqui.
Ai, finalmente deu certo!
Antonella sentou aqui, gente, falou assim: "É descontraído, me dá aí um bombom, eu quero comer." Foi muito bom!
Aí tem uma convidada que já tá comendo, eu falei: "Qual das duas será?" Gente, Antonella, quem conhece ela sabe que ela é uma esfomeada. Ela é uma esfomeada, sério. Não sei nem como, ela é toda esbelta assim.
Não, você sabia que eu tinha um lema de vida que era assim? Minha mãe perguntava: "Você tá com fome? Quer comer alguma coisa?" Eu falava: "Mãe, não me pergunta se eu tô com fome. Já me dá pra comer, já chega com o negócio." Eu sempre estarei com fome, juro. Minha infância inteira, adolescência, tipo, até hoje. Ela nem pergunta, ela já chega com o negócio.
Eu como muito. Meu restaurante favorito é um beira de estrada. RIO, Minas Gerais, assim, que é o restaurante caminhoneiro.
Não aceita nem cartão, não aceita nada.
É só dinheiro. Aí é macarrão com ovo, arroz, feijão, tudo misturado.
Ai, que delícia!
Outra hora tem um quadro, né, que é o Vamos Almoçar. E ali, um dos grandes chances desse quadro é que as pessoas falam: "Gente, eu tô nela. Primeiro, que tamanho de prato?" E segundo, que é arroz, banana, que ela ama.
Eu adoro banana na comida também.
Eu amo banana.
Eu amo banana frita. Você podia dar feijoada.
Ai, amiga, não. Não, banana com feijão e arroz. E tudo misturado.
Não, sou hater da banana.
Eu gosto de doce com salgado, assim, de fruta com a comida.
Eu também. Eu sou zero. E eu segui comendo o meu...
Amiga, aproveita o seu momento, aproveita o seu momento. Eu tenho milhões de perguntas, gente. Tenho muita coisa de curiosidade, principalmente porque eu tava comentando com a Antonella que eu olho pra ela assim, me lembra eu. Parece que eu tô uma senhora, nem sou uma senhora. Mas me lembra eu com 15, 16, 17 anos, né. Também fazia muitas festas. Eu vejo você vivendo isso, acho muito legal, aproveita muito. Porque assim, foi uma fase inesquecível da minha carreira.
E ter a mãe apoiando é uma coisa que eu vivi também. E eu queria te perguntar como que é pra você, assim, essa relação. Você sente que é um diferencial na sua vida, na sua rotina, de ter a mãe tão próxima, que te apoia? Você já sentiu que isso não é todas as meninas que têm, né? Como que é pra você?
Com certeza, minha mãe me ajuda muito em tudo, em todos os aspectos. Na minha vida pessoal, na minha vida de internet. Quando eu preciso, ela tá sempre me salvando. E eu acho que... Acho que por ela ser mais nova também, tem muito isso da gente aproveitar muito mais momentos juntas, sabe? Coisas que as pessoas da minha idade, às vezes...
Escondem dos pais, né?
Escondem e tal. Coloco minha mãe junto, a gente faz junto. Então, ai, eu amo!
E até os assuntos mais complexos mesmo, né? Assim, os mais difíceis. A gente, conforme a gente tava falando aqui anteriormente, né? A gente tem uma vida muito aberta, assim, eu e Antonella, sabe? Pras alegrias, pras dificuldades e pros momentos mesmo. De adolescente, né, que é sem dúvida a fase mais complexa que a gente já viveu, nós já vivemos juntas.
Sério?
Sem dúvida.
Ah, mas também é uma fase que cria mais intimidade, não?
É, até hoje eu sempre falo que o melhor momento é aquele que a gente tá vivendo agora, óbvio. Mas a fase da adolescência, ela é muito sensível, sabe? E certo dia também me perguntaram assim: Qual é hoje a sua maior preocupação com Antonella? E sem dúvida é o fato dela ser uma adolescente com o celular na mão.
Ah, é verdade.
Mas ela tem a sua supervisão, né?
Exato!
E os seus conselhos. Qual foi o maior conselho, assim, que a sua mãe já te deu?
Caveira, Antonella!
Caveira? Como que é? É que eu nunca conto isso!
Não entendi, estou preocupada.
A gente nunca contou isso.
Vamos contar agora?
Não, põe mais perto de você, pode puxar. Sim, boa.
Você contou como que é caveira, gente?
A minha mãe, ela me conta sempre, porque às vezes eu tô falando demais, assim.
Falando demais? Na internet?
Não, em tudo, na vida mesmo. E aí ela me puxa e fala: "Ó, história da caveira". Eu esqueci a história.
Então vamos contar. É, mas é porque eu só de falar caveira, ela já sabe.
Que é pra parar, é isso?
Não, é... O que acontece? A caveira chegou no céu. E Papai do Céu virou pra ela e falou assim: "Caveira, você é por aqui? O que te matou, caveira?" E ela fala: "Foi a boca." Então, é isso. Eu ensinei pra Antonella.
Mas é quando ela fala demais, tipo, falou coisa errada? Ou quando ela realmente fala muito?
Qual o sentido? Porque a Antonella, ela não tem a proporção da voz dela. Isso, está entendendo? Então... "Ela confia demais, ela é uma adolescente, então ela tende a se abrir demais." De contar coisas minhas mesmo, sabe?
Eu conheço uma pessoa hoje, eu tô contando minha vida inteira pra essa pessoa.
E aí, quando apareceu Caveira, eu só viro e falo assim: "Caveira, Antonella, Caveira." Aí ela: "Tá bom." Gente, agora as pessoas vão saber, né?
Mas ela tá amarrada.
E ela vira: "Caveira." Vai ter que mudar agora.
Aí fala: "Esqueleto, esqueleto." Nossa, mas deu super me identifico. Eu, com a idade dela na internet. Graças a Deus que ela é sua filha, porque se fosse eu, amor... "Dei uma voltadinha no meu passado pra você ver. Eu era mil vezes pior, eu falava umas coisas, nossa, terrível!" Mas é porque você é de mãe, você expõe tudo. O relacionamento, o quê? Briga na internet.
Mas antes não se tinha essa dimensão da seriedade.
Era assim!
Mas também, nesse sentido assim, sabe? A minha preocupação não é nem dela ali na internet. É de confiar demais em pessoas que... Calma, vamos... "Vamos dar o passo de cada vez, vamos analisar".
Ah, mas a maturidade vai vir com a idade, é normal.
Mas você já tá olhando mais, observando mais?
Já tô, já mudei, né, mamãe? Já evolui.
Sem dúvida, você é maravilhosa, minha filha.
Já. Porque, por exemplo... Não esqueci o que eu ia falar.
Pode.
Não, mas eu já melhorei, assim. Antes eu saía falando tudo, aí agora não. Pensa. "Vai que essa pessoa não quer muito o meu bem, né. Vai que... na-na-na". Às vezes escapou ele, mas...
É, mas a gente tem essa tendência de confiar, né. Até que prove o contrário, só que... difícil.
Não precisa falar tudo, né, assim.
É que a minha mãe é muito reservada, muito, assim. Nem os melhores amigos da minha mãe sabem tudo da vida dela.
Eu queria ser assim. Eu sou uma boca de sacola. Fala uma dica pra gente.
Isso é muito interessante.
Mas você sabe ponderar em quem você confia, diferente de mim? "Você consegue, tipo assim, pra essa pessoa eu vou falar tudo, essa aqui não". Eu não, eu também sou tipo você. Tipo, quando eu vou ver, já falei pra todo mundo. Todo mundo aqui já sabe tudo da minha vida, não sei o quê, tava nem aí.
Mas é exatamente isso, assim. Em quem eu posso confiar? E como que se aprende isso? Apanhando mesmo, né. Só que isso, eu acho que é um dos grandes ouros da maternidade e dessa junção mãe e filha. Que a filha não precisa viver o que você viveu. Ou seja, sofrer o que você sofreu, pra ela aprender. Você pode, né, através das suas experiências que não foram boas, ensinar. E aí também vem do que ela deseja, né? Porque o outro pode se fechar e não querer aprender.
Sim. Existe uma outra fala que a gente fala muito em casa, que eu falo: "Antônia, ela... essa escola que você estuda..." A mamãe fez faculdade, né, amor? E foi ontem.
Eu não suporto essa frase, que às vezes eu tô fazendo alguma coisa...
Por causa do tempo, né?
Exatamente, porque a gente tem idades, né?
É que às vezes eu tô fazendo alguma coisa, tipo... Ah, não sei.
Quero exemplos.
Não, vai dar exemplo.
O que passa na sua cabeça?
Pensa um exemplo.
Não, ela tá querendo sair numa festa. E aí eu já peguei que, tipo, tem alguma coisinha ali, entendeu?
Por quem vai sair? Quem vai?
É, não, que tem alguma coisinha, tipo, ah, não sei. Alguma coisa que eu não senti muita firmeza. Aí eu solto um, Antonella.
Ai, é muito chato. Ai, essa escola que você estuda, eu já fiz faculdade. Muito chato.
"Eu ponho outra cereja no bolo".
Mas ela sempre tem razão, ela sempre acerta.
Às vezes não.
Eu tô nela! Não, às vezes não.
Posso falar disso? Não. Às vezes dá raiva ainda que ela não acerta, ela fica achando que ela acertou.
Ela não acertou!
Deixa ela, deixa ela.
Como era a vida de vocês, assim, antes da internet? Como era essa relação?
Eu ia perguntar isso, inclusive. Você sempre sonhou com isso, assim, ou foi sem querer?
Sempre. Porque a minha mãe, ela é desde a época do Orkut, a internet.
Eu também, eu também. Antonella! Eu também sou.
Eu iniciei na internet nessa época, é isso que você quis dizer? Quer contar?
E eu sempre vi a minha mãe gravando, trabalhando com isso. Então eu já cresci nesse mundo, né. E desde pequena, sempre quis muito, sempre gostei muito disso.
Então ela que te influenciou.
Eu iniciei ali o processo, lá pra trás, 2009. Foi assim que quando eu fui mãe da Antonella, eu ganhava dinheiro. Era assim, em 2009.
Mas você também... Não é?
Não, nessa época eu abandonei. Quando eu engravidei da Antonella, eu tinha 19 anos, eu abandonei a faculdade.
Ah, isso que é importante, você fez faculdade também.
Sim, depois. Eu abandonei a faculdade.
Pra cuidar dela?
Porque foi um caos.
Você fazia de Direito, já?
Não, não.
Todo mundo acha que ela fez Direito.
Ela é advogada, gente.
E por que é Doutora? A gente tava aqui discutindo da onde veio Doutora.
As pessoas acham que é pronunciamento. Na verdade, as pessoas... Muita gente falou: "Ah, ela é advogada por causa daquele pronunciamento, lembra?" "Ah, você falou..." Pelas palavras que eu usei, tô super errada.
Mas tem "doutora" lá no canal.
No seu canal, a gente entrou e falou assim: "Ah, deve ser doutora sim, tá escrito doutora aqui".
A gente pesquisou e tava assim, ó... Vou falar, a gente tava pesquisando e tipo: "Mas o que é?" E aí, tava dizendo que não tinha muitas fontes confiáveis. E aí, acho que alguém perguntou pra ela se era direito ou não.
Mas muita gente achou. Mas você fazia faculdade de quê? Então, eu fazia jornalismo, fiz comunicação, publicidade.
Tá vendo? Nada a ver, amiga.
Tudo isso. E aí eu engravidei da Antonella, abandonei a faculdade, voltei pra Minas Gerais. Eu morava no Rio de Janeiro pra estudar. E ali eu falei: "Bem, o que eu vou fazer?" Eu não tinha uma faculdade, não tinha um emprego, né. Falei: "Tudo que eu posso no Orkut." O cabeleireiro, por exemplo, fala aqui, as pessoas querem aquele cabelo. A loja de roupa fala aqui, vende a roupa.
Na época do Orkut.
"Vou criar um tal de blog." E peguei e fui criar o tal de blog. Sentei o bumbum na cadeira. Entrei no YouTube pra aprender como criar uma página. Sentei o bumbunzinho, aprendi, criei a página, o meu site, o blog, o primeiro.
E... E como chamava?
Blog da Natália. Bateu 18 mil... Não existia internet aqui, tá, gente.
Tem até uns vídeos do blog da Natália no YouTube. Tem um vídeo meu com 3 anos, tipo: "Vem se inscrever no canal do blog da minha mamãezinha, ok?" É muito legal, é muito legal.
Nossa, é outra visão na minha cabeça.
É. Gente...
Caramba, que legal saber disso.
Desde pequenininha.
A menininha que ela viu, assim, ela se espelhou mesmo, né?
Ela e Davi também.
Que legal!
O Davi tem muito solto também, assim, na internet. Então, não tinha internet no celular, era só no computador. Um mês bateu 18 mil acessos, em 6 meses 200 mil acessos aqui no desktop. Que praquela época era muita coisa. E eu fazia publis. Então as marcas mandavam as peças. E naquela época, 2009, eu cobrava R$1.000 pela publicidade. E eu postava e fazia 6, 7, 8, 9, fui fazendo muitas. E assim começou, entendeu? Depois de um tempo eu falei: "Bem, vou voltar pra faculdade".
E aí eu fui fazer uma outra faculdade, e aí fiz nutrição. Aí falei que tinha nutrição, aí eu tava...
Falei direito com nutrição. "Ó, o Fábio entrou na faculdade então, gente".
Que bagunça é essa?
Você que lançou a fake news, você falou: "Ela é advogada e nutricionista".
Aí a gente falou: A gente ficou pensando: "Nossa, mas ela é nova, né? Aonde que ela conseguiu tanto tempo?" E aí, parou. Aí a gente ainda pariu dois. Aí eu fiquei meio confusa. Mas enfim, foi ótimo, esclarecimento.
Mas enfim, então fizemos aí um overview. Então foi isso, né, Antonella?
E aí você cresceu vendo ela trabalhar com isso.
Sim.
Então pra você não existia outro trabalho, era isso?
Pois é, sempre quis isso. E assim, as pessoas sempre ficam perguntando: "Ai, Antonella, você imaginou onde você poderia chegar?" Eu imaginei, sabia?
Jura?
Juro! Tipo, desde pequena, assim, eu sentia que eu ia chegar onde eu queria chegar.
Que legal!
É isso, né? Ambiciosa.
Nossa, admiro essa confiança.
E vamos falar da visualização, assim, que a gente trabalha desde pequena? Vamos falar disso?
Que isso é muito legal.
Pode falar.
Que desde... Eu sempre, assim, acredito muito em você visualizar, sabe? O que você deseja. Então, nas crianças, na Antonella e no Davi, desde pequeno eu ensino eles a visualizarem. E sonharem, e pensarem naquilo como se eles já estivessem vivendo aquilo, sabe? Aquela realidade. E a Antonella é uma grande idealizadora do pensamento dela, de verdade.
Mas ela chegou a te falar assim: "Eu quero trabalhar com isso"?
Não, isso sempre foi muito natural na nossa vida, na nossa casa, entende? Então assim, era meio que um processo meio que também natural. Não teve assim: "Vamos começar agora", tipo, sabe? E foi indo aquele processo.
E aí, como é que você cuida dessa parte do limite da exposição? Até dos dois, né? Por questão de segurança, por questão de... Segurança até não só na rua, mas como na internet. A gente sabe, né? O quanto estamos vivendo uma fase muito... É ótima pra quem trabalha, a gente sabe que traz muitas oportunidades, que democratiza vários assuntos, mas tem um perigo, né? Tudo tem seu ônus e bônus.
Minha mãe, vira e mexe, às vezes eu posto algum vídeo biscoitando, ela...
Vira e mexe não, quase que todo dia, né?
Ela me manda o vídeo: "Está sensualizando demais, apague".
Eu fico assim. Eu falo: "Antônia, não tem necessidade dessa cara nesse vídeo, por gentileza, meu amor. Não tá legal".
Às vezes é tipo assim, eu olhando pra cima, ela: "Apague".
Na minha época era playlist de funk, rebolando todas as músicas. Graças a Deus essa fase passou, gente, pra mim, né? Ainda existe, façam quem gosta, mas assim, eu passou essa fase. Porque eu era muito nova praquilo, eu me expunha demais. Miga do céu!
Mas é o que eu tô pensando, mas é que eu acho que nessa fase da internet ainda não se sabia os perigos, o que isso geraria. Ninguém era... Todo mundo mais ou menos meio caladinho.
Existem dois viés, que é o viés nosso, né, do perigo pra gente, ok, beleza. Mas também, né, do impacto que eu falo, a gente conversa muito disso, do impacto na geração. Porque veja bem, a gente tá falando de uma menina, Antonella, que influencia milhares, que é líder de uma geração, de tudo isso. E que aquelas meninas que estão lá paradinhas na casa dela, deitadinhas na cama assistindo ali a ídola dela, ela olha pro que a Antonella tá falando e fazendo e ela toma aquilo como certo, entende?
Então isso é muito sério. Por isso que a gente— eu fico até arrepiada, olha— que a gente tem que levar, de verdade, a mensagem positiva e guiar também essas meninas, entende?
E como que é pra você? Porque assim, né, querendo ou não, você ainda estuda. E como que é, você entende a importância também da escola, dos estudos, né? E você consegue conciliar na rotina? Ou acaba sendo um pouco mais difícil também? Como que você pensa sobre isso?
É mais difícil porque assim, comparado aos meus amigos que só estudam, eu tenho isso, a vida assim, da internet e tal. Então acaba que é mais difícil, mas eu concilio e tô na escola.
E ela é muito boa aluna. Que bom! A Antônia, ela sempre foi aquela aluna que assim... Nunca me deu trabalho na escola, sabe? Que bom, que bom.
Sempre. E aí, você tem algum dia pra gravar as publicidades? Como é que você faz?
Não, assim, vai no aleatório mesmo.
Tipo, não tem uma... Seu colégio é integral?
Não. Então, eu estudava numa escola que era uma escola suíça que tinha aula de francês, alemão e inglês.
Alfabetização nas três línguas?
Isso.
E aí... Gente do céu!
É muito legal, né?
O meu irmão ainda estuda lá, só que eu saí por conta da carga horária mesmo. Que começava às 7 da manhã e acabava às 5 da tarde. Então não ia ter vida fora da escola. Imagina! Tipo, é mais principalmente pra quem quer viajar pro exterior, morar lá fora. Enfim. E aí, eu saí da escola, eu fui pra uma escola que eu amo agora também. Eu amava a antiga, amava principalmente o pessoal da escola, sabe?
Sim, você mantém contato com os amigos ainda.
Mantenho.
Mas o que ela tá falando é que ela amava as pessoas que trabalhavam na escola. Porque a Antonella enfrentou uma questão, né, Antonella, assim. Que a gente debateu muito na internet sobre bullying, várias coisas assim.
É, e aí eu mudei pra escola que eu tô agora, desde 2024. Que é até esse ano, até 1:30, minha aula. Só que eu amo, assim, amo as pessoas também, amo os olhares todos. Eu sou muito amiga de todo mundo também.
E a adaptação foi fácil?
Sim, eu sou muito fácil de me adaptar nos lugares.
O que você falou de bullying, foi... Eu tenho essa questão porque a gente tem filhos pequenos, né. E eu tenho muito medo da consequência da exposição em relação... A convivência deles mesmo, até na escola. Porque eles podem sofrer muito bullying, de tipo: "Vocês são conhecidos, a gente não quer vocês aqui". Ou podem ser muito idolatrados e talvez não sofrer as consequências dos erros, sei lá. E ter muitas regalias em casa.
É muito mimado, né.
E muitas pessoas interesseiras também, né.
É, mas não na idade deles, dos novinhos.
Não, mas eu penso quando crescer mesmo.
Ah, tá. Mas você sabe que... E na idade do Davi, dos nossos filhos, né? Assim, a Antonella já tá mais, já tá grandinha, né? Pra falar disso. Eu tenho muito mais preocupação com o bullying com ele, com essa idade, do que com Antonella. Porque Antonella, ela já entende, já avalia, já interpreta. Os nossos filhos, na idade que eles estão, não. Então, por exemplo, algo que o Davi enfrenta, tá? Ele, o amor da vida dele é o Reinaldinho, né?
Ele é fã número 1 do Reinaldinho. E nós estivemos com o Reinaldinho esses dias aí pra trás. Uns 7 dias juntos com o Reinaldinho. Ele ficou batendo bapho com o Reinaldinho, brincando e tal. E ele chegou na escola ansioso pra contar pros amigos que ele tava com o Reinaldinho, né. E os amigos, na mesma hora, falaram: "Não, a gente não acredita que você tava com o Reinaldinho. Não, não tem como". E ele chegou em casa desolado. "Mamãe, as pessoas tão me chamando de mentirosa. Que é impossível tá com o Reinaldinho".
E tinha foto pra provar, ele esfregava na cara.
Aí eu falei: "Vamos ler".
Ah, ótimo! Eu vou ser essa mãe. Eu vou chegar na Pai Coó. "Olha aqui, você chamou meu filho de mentiroso? Vem aqui rapidinho".
Nossa, eu vou falar assim.
"Olha essa foto aqui".
O que você liga? Tudo pra mim, eu falo. E você liga?
Amiga, óbvio que liga, você tá chorando.
Eu mostro que ninguém tá ligando, que não é pra ligar.
Eu falo: "Tá ligando? Pode ter sentimento, sim. Vai ligar sim, vamos lá que eu vou resolver".
Aí eu vou lá e converso.
Pelo amor de Deus.
Bem na cara e bravo. Bem na cara e bravo.
"É, não, são meus filhos, você é do cara".
Mas eu vou lá, né.
Pô, chamou de mentiroso, gente, tadinho.
Eu fico muito brava.
Mas também, o Davi também já lida com pessoas interesseiras. Deu uma raiva outro dia.
Conta tudo.
É que antes da gente se mudar pra uma casa, a gente morava num apartamento. E aí, era um condomínio. E outro dia, o Davi... O Davi tem 9 anos. Outro dia, ele chegou pra mim e falou assim: "Antonella..." Tadinho. "Tadinho." "Tadinho." "Tem um menino que virou meu amigo, ele quer vir aqui em casa. Mas ele quer muito te conhecer. Ele é meu amigo, mas ele quer te conhecer, tá?" Não, mas ele falou assim: "Antonella, ele me ama.
Ele é meu melhor amigo, ele me ama." Tipo, muito feliz.
Aí eu: "Quantos anos você tem?" "Quanto esse menino tem, Davi?" Ele: "14". Aí eu falei: "Tá. E ele gosta muito de mim?" Ele falou: "Sim, ele é muito seu fã. Outro dia ele bateu aqui na porta querendo tirar foto com você e tal". Aí eu já pensei assim: "Gente, o menino de 14 anos não quer ser amigo de uma criança de 9. Ele claramente tá querendo aproveitar do voo pra chegar até mim". E aí eu: "Ai, Davi, não sei o quê. Não quero que esse menino venha aqui, não sei se ele é um amigo legal, que não sei o quê".
E aí Davi: "Não, Antonella, ele gosta muito de mim". Aí o menino chegou, assim, tipo... Foi?
Ele foi? "Oi, oi." Eu achei que não tinha ido. Gente, para aí, eu tô desesperada.
Ele foi, aí o menino, tipo... A gente tem a Bubu de lá em casa, que é o amor da nossa vida, da vida minha e do Davi, assim. Que desde pequena ela trabalha com a gente. E aí a Bubu de bateu no meu quarto falando: "Tonelo, o amiguinho do Davi quer vir aqui no seu quarto te conhecer." No quarto?
Amiguinho?
Amiguinho?
Aí eu falei: "Não, Bubu, te fala que eu tô ocupada, não deixa." E o amiguinho nunca mais quis ir também. Eu também nunca quis que o amiguinho fosse.
"Mas também, um amiguinho de 14 anos não fica lá em casa, não é isso?" "Tem que se brincar." "Tão jogando bola no clube, entendeu?" "Tô nela." E aí passou lá. Não, e aí falou isso e pronto.
Sim, sim.
Mas tadinha, parece que colava, né?
É, não tem a maldade ainda, tadinho. Então, mas aí como é que você faz pra proteger eles disso, assim, sabe? Você estando no meio também, né?
É muito difícil, assim. E é, de fato... Você conversar muito, sabe? Mostrar muito e fazer o outro perceber. Eu e a Antonella, a nossa troca é muito de quê? Do aconselhar e fazer ela perceber, assim: "O que você acha disso? Minha filha, me conta aqui. O que você tá achando disso? Interpreta pra mim, me conta aí", sabe? Pra entender como ela tá observando aquilo ali, sabe?
Até quando a gente não gosta de alguém, ela vira pra mim "O que você achou disso?" Eu já falei: "Não gostei." Ela fala: "Eu também não gostei." Exatamente, entendeu?
Pra eu já não falar e já não colocar aquilo na cabeça dela. Eu quero ouvir antes.
Fala: "Então, o que você achou dessa pessoa, hein?" Ela faz isso até pra ver se eu me toquei, que a pessoa amassou, que tem que tomar cuidado, entendeu? Às vezes ela percebe que eu tenho que ter um radar com aquela pessoa, ela me pergunta: "O que você achou?" Pra ver se eu vou falar: "Ai, adorei!" Ou se eu vou falar: "Precisa de atenção nisso." Porque se eu já viro e falo: "Ah, eu não gostei", eu vou estar guiando, entendeu?
O pensamento dela.
Com certeza.
Então, eu também quero avaliar como é que ela tá Mas você também aconselha sua mãe?
Sua mãe também tem vida amorosa, tem vida pessoal. Até onde você entra?
Tem vida na internet.
Tem vida na internet, porque eu com a minha mãe sempre nunca teve limite. Você também a limita?
O que ela mais faz é assim: "Olha que gatinho pra você, mamãe". Eu falo tudo nela.
Mentira! Mas você já falou pra ela assim: "Apaga esse post, mãe"? Não?
Nossa, já. Já fiz isso.
Mas ela fica muito brava. Mas é porque apaga esse post pra geração dela. São coisas que... Antonella, isso aqui é pra minha geração.
Mas aí elas ficam com você.
Isso aqui é pra minha geração.
Mas aí elas ficam. Olha ela: "Não dá pra nenhuma geração".
Não, tipo... Não sei.
Não, tipo o post da Britney.
Mas esse eu gostei, não falei nada desse post.
Ah, pronto.
Não sei, não sei.
Mas aí a mãe fica. Minha mãe posta umas coisas também que eu falo: "Mãe, apaga, mãe".
Aí eu falo pra ela: "Mamãe, esse aqui não ficou bom". Ela: "Ai, Antonella, me deixa".
"Me deixa não".
Eu nem falo "me deixa".
Eu falo: "Ai, Antonella, não quer escutar". "Às vezes ela me pede opinião, se eu falar que não gostei, ela fica brava, hein. Ela quer que minha opinião seja positiva!" Eu entendo, eu entendo.
Juro que às vezes a Bia me fala umas coisas, eu: "Ih, tá bom, tá bom, vai lá". E já saio de perto, não quero nem interagir naquele assunto. Mas tem alguma coisa que ela fala assim: "Não quero que me poste assim". Tipo... Não, que a Antonella fala pra você, sei lá. "Não quero que poste minha foto criança, não quero que poste eu acordando".
Teve aquela fase de 2 anos pra trás. Por exemplo, quando ela tinha 14 anos e 13. Parecia que eu não tinha filha, parecia que eu só tinha Davi na minha vida. Quando ela tinha 12, 13 anos, era essa idade. Ela não tava na internet ainda. E sem brincadeira, todo mundo que entrasse na minha rede social só ia ver Davi. Porque ela não deixava, as fotos eram assim, ó.
Gente! Ainda com essa fase adolescente.
Sabe? Gente, e nenhuma foto tava boa, era um caos. Meu Deus! Aí depois passou e agora virou uma roupa.
Fala sobre essa versão, fala.
Não, gente. Não, mas hoje eu fico até mais feliz de eu ter feito foto tampando a cara.
Porque eu vejo as que eu não tô tampando e eu: "Oh, que loucura!" Juro!
Outro dia, eu não lembro que vídeo que eu fui fazer. Aí eu fui procurar foto de alguma viagem que eu fiz, sei lá, quando eu tinha 13 anos. E as únicas fotos que salvava era que eu tava de costas, mostrava só meu cabelo. Sério! Até porque você tá nela, linda. Sério!
Sempre foi linda.
Não dá, gente. Imagina, você vai, daqui uns anos Já parei, então. Nossa, eu sempre tive muito problema assim, dentário. Muito. E eu já tive que usar aquele aparelho que fica assim, que não é freio de burro, mas é um de puxar pra frente essa arcada.
Arcada? Arcada.
Tipo uma ortognática, só que de aparelho.
Isso.
Sabe o que aconteceu? Olha, essa história é interessante. A gente também nunca falou isso, em lugar nenhum. A Antônia, conforme ela falou, ela sempre teve problema com os dentes e tal. E quando ela colocou, quando o dentista colocou esse aparelho que ele pega aqui "Daqui pra boca dela". Gente, eu cheguei do trabalho, sem brincadeira, eu cheguei, ela tava debaixo da mesa.
Eu não lembro disso, sabia?
Que dó! E ela tinha quantos anos?
Ela tinha... Ela não queria ir pra aula, ela não queria. Entendeu?
Mas tinha que ir pra aula com aquilo?
Tinha.
Mas entendo, gente.
Não, eu conversei com o dentista, conversei com ele. E a gente chegou num denominador comum de beleza, ela sair da escola. E assim que ela sair da escola colocar, colocar aparelho.
É porque as outras crianças, às vezes, não é nem na maldade. Tipo: "O que é isso? Isso pode magoar ela e tudo mais". Porque é difícil lidar, né.
O Davi agora, né, vai ter que usar aparelho. E ele já falou, ele falou: "Mamãe, aquele que a minha irmã usou".
Sério? Sério, porque... Você lembra que ele falou isso pra mamãe?
Ele lembra! Ah, ele viu foto.
Não, porque ela conta pra ele, ela fala: "Davi, eu já usei esse, eu já usei aquele", entendeu? E ele fala: "Mamãe, aquele eu não vou usar, só se for trancado em casa".
Tadinho!
É uma tesoura pra criança.
É uma tesoura pra criança.
Nossa, mas doía muito.
Muito. Doía?
Doía.
Eu não sei qual que é esse, eu sei que um que é tipo um capacete que vai pra trás. Esse é o freio de burro.
Não.
Pode ser? Que é um que põe pra trás.
Sim, é o freio de burro. Esse não, é tipo uma almofadinha aqui e uma aqui e um arame aqui, ó, na frente, que puxa. Você coloca o elástico e ele puxa a sacada pra frente.
Por cima do nariz?
Deve doer muito.
Marca tudo aqui? Fica apertando o nariz?
Não, depois eu pesquiso.
Nossa, eu vou pesquisar muito! E aí, como foi o começo dela, assim? Ela chegou a te pedir pra postar no TikTok? Ela já postava antes, gravava?
Ela já tinha um celular? Como foi ela ter contato com internet, assim?
Meu primeiro telefone foi um Nokia, que não tinha nada. Que meu pai me deu só pra me comunicar com ele. Aí, o segundo, meu, foi um LG, que já foi um mais evoluído. É, todas as minhas amigas tinham iPhone X, eu com meu LG, arrasando. Aí eu já conversava, eu postava no Musical.ly.
Mas escondidinho, você postava... Tem que explicar isso direito.
É, eu tinha... Ah, você começou no Musical.ly.
Eu comecei, mas meu conta era @nataliabraga.
É, então não era tipo: "Ah, o que vai postar, o que não vai..." Era assim, só pra uma coisa brincadeira. E o Musical.ly era muito pequeno, assim. Era tudo muito controlado.
Quantos anos, mais ou menos, você tinha?
12.
Não, eu era bem mais nova.
Mas acho que era bem criança que usava esse aplicativo, gente. Era bem de criança.
Eu comecei bem nova também.
Então, só que aí também não era nem muito nada muito exposto também. Era tipo uma conta privada. Eu tenho ainda minha conta antiga privada do Instagram. Tem uns vídeos muito engraçados. Porque o meu irmão nasceu, eu tinha 8 anos. E eu sempre me achei mãe do meu irmão, assim. Então tem vários vídeos... A maioria das fotos da minha conta antiga são fotos do meu irmão. Aí tipo, meu bebê está indo pra aula.
Ai, que lindo!
Tem um vídeo muito engraçado, que é assim, eu apoiei na mesa da sala todas as bolsas da maternidade dele. Eu faço um tour. Essa é muito fofa, ela é um tom amadeirado.
Ai, que lindo!
Ela via você fazendo, né?
Exatamente. Eu com 8 anos, muito fofo. E foi isso mesmo, porque essa bolsa da maternidade foi uma publi que eu fiz, uma coisa demais. Olha isso, olha isso.
E aí, depois do musical, veio o TikTok.
É, então, aí eu comecei a postar mesmo assim com 13 anos. Mas foi quando a minha mãe virou pra mim e falou: "Antônia, se você quiser levar isso a sério e fazer isso da sua vida, você tem que realmente dar tudo de você e focar naquilo. Você tem que postar no mínimo 3 vídeos por dia". Que lá na época, 2021, era mais ou menos esse o message do TikTok, 3 vídeos por dia. Hoje em dia, você tem que postar 20. "Mas em 2021, eram mais ou menos 3". Aí eu falei: "Tá bom". Aí eu comecei a... Tem que postar 20?
Tem que postar... Não, mas eu postava muito grande. Você sabe que a Andrea tem vídeo que ela já postou há 70 minutos.
Pô, você tem hora agora? Você posta um outro, todo mundo fala: "Amen".
Pra quem tá começando, é mais ou menos isso. Porque o TikTok é muito volume.
O TikTok é volume. O que ele gosta é volume, diferente do Instagram.
Sim, sim.
Volume.
E aí... Ai, amiga, socorro, amiga.
Com que tempo?
Hoje a gente vai fazer... Quantos a gente vai fazer hoje? 59.
Normalmente a gente faz logo.
Mas eu só virei ali, assim, eu fui pro Rio, tanto que eu cheguei na minha escola, eu tinha 20 mil seguidores no TikTok.
Era já tipo, "Wow!" Mas você morou em Minas então?
Nós somos mineiras, sim.
Até que idade você morou lá?
Não, lembra que, olha só, eu fazia faculdade no Rio quando eu engravidei, lembra? Então a minha médica ginecologista era do Rio. Então eu fiz o meu pré-natal Eu moro, como a minha médica já era de lá e eu tinha 19 anos, no Rio de Janeiro. Mas eu voltei pra Minas Gerais. Só que a nossa cidade em Minas é muito perto, cerca de 2 horas do Rio.
Ah, tá.
E aí, a Antônia, ela nasceu no Rio. Ela nasceu no Rio com essa minha médica. E nós ficamos lá mais 15 dias. Então quando ela tinha 15 dias, nós voltamos pra Minas e passamos 10, 12 anos em Minas.
Ah, então só 4 anos.
Só fazem 4 anos que eu moro no Rio.
É.
Conta a história do... Que a gente, outro dia perguntaram pra Antonella assim... Eu nunca tinha feito essa pergunta pra ela. Antonella, você acha que se você tivesse em Minas, que foi no Rio que houve essa virada, você acha que teve alguma coisa a ver? E ela falou na hora: "Sem dúvida nenhuma".
Nossa, é porque assim, eu acho que eu não seria quem eu sou se eu morasse em Minas ainda, sabia?
Você acha?
Sim.
Porque quando eu me mudei pro Rio assim, tudo abriu muito. As pessoas falam: "Ai, Rio traz muita oportunidade". Muito grande, muita oportunidade e tal. Mas não só realmente pros trabalhos, assim, físicos, sabe? Mas pro mundo da internet também, eu sinto muito isso. Eu e Minas, eu gravava, eu gostava muito de gravar. Teve até um tempo, assim, quando eu era pequena que eu parei, porque as pessoas da minha escola me zoavam muito.
Tipo: "Ah, blogueirinha, não sei o quê". E aí, eu parei, eu fiquei um ano sem postar muito. E depois foi quando a minha mãe me falou e eu engatei.
Não sei.
E eu acho que mudou muito, assim, quando eu cheguei no Rio. As pessoas têm outra visão. Não tão diferente. Acho que o fato de eu ter chegado com 20 mil seguidores já mudou muito, sabe?
Entendi.
Da visão que as pessoas tiveram.
Você diz a galera da escola.
Sim.
Mas o que ela tá dizendo também é o quê? O Rio, né, assim... A Antonella, ela é carioca de Queise Dias, né. Mas a base dela é mineira, né. A nossa base é mineira. E Antonella, a gente tem uma vida muito carioca. Carioca, sabe? A gente realmente mergulhou ali, o lifestyle do carioca. A gente, eu jogo beach tennis 5 vezes na semana, 2 horas e meia, fico na praia. A Antonella joga futebol e adora jogar altinha, vai pra praia, mate com limão, essa coisa.
A gente de fato mergulhou nessa coisa do Rio, sabe? E isso fez muito bem pra Antonella, né? Quando eu decidi sair de Minas com as crianças, né, com Antonella, dava debaixo do braço mesmo, e ir pro Rio de Janeiro Foi pra que eles tivessem, assim, que estudassem numa escola internacional, como eles estudam, entende? Era que eles tivessem mais facilidade de networking.
Mas você foi pro Rio não só por isso, mas...
Eu fui por isso. Eu fui por nós.
Eu fui por nós.
Eu não tinha outro motivo, eu fui por nós. Entendi. Então, é porque eu queria... Eu tava em dúvida se eu iria pra São Paulo ou se eu iria pro Rio de Janeiro. E como o Rio era muito perto da nossa cidade, 2 horas, né?
Qual que é a cidade mesmo?
Juiz de Fora. Juiz de Fora. É cômodo. Era cômodo, era do lado de casa. Então... E foi uma escolha, assim, muito assertiva. Foi muito assertivo a gente ter ido pro Rio, assim.
Mas esse recomeço deve ter sido difícil.
Foi muito difícil.
Dá um medinho, mas sempre vale a pena, né.
E eu lembro direitinho, assim, eu tava na escola, minha mãe só virou pra mim e falou assim: "Ah, filha, uma notícia maravilhosa. A gente se muda pro Rio de Janeiro daqui uma semana". Só isso, nem sabe nem...
E nisso você já não era mais casada? Não. Ah, é isso que eu ia te perguntar. Se foi por conta da separação que teve uma mudança hardcore na vida. Ou realmente já não era mais casada. Não tinha nada e foi pro futuro mesmo, né?
Foi por nós, por nós mesmo.
Que bom! E pra você, como foi chegar lá? Porque foi com 12, né, que você foi? Você falou?
13, 12... 13, 12.
Eu cheguei em São Paulo com 12 também e me adaptei muito fácil, assim.
Que bom!
Não, porque a minha irmã tinha 16 pra 17, ela não se adaptou e voltou pro Sul.
Sério?
Ela falou: "Ai, não". Porque já é a fase que tá com o grupo formado, que já tá tipo, a galera muito amiga, sabe? E ela chegou no último ano falando: "Ah, não, não quero ficar aqui".
Mas o perfil da sua irmã, ela é aberta aberta como você assim.
Não, não é tanto.
É claro que tem, você é super.
Ela voltou e se arrependeu, amor. Ah, tá de volta, você acha?
Eu acho que pode falar.
Não, é porque até vocês, né, Vita, é muito aberta, muito comunicativa, né? Eu trouxe, esses dias eu postei um story, nem te marquei, e eu peguei e falei: cara, eu amo esse ser, você. Ela é alto astral, ela é—
eu falei: ela é sempre assim, ela é alto astral, "Porque você é isso, sabe?" "Ah, obrigada!" "Eu nem vi, amiga." "Você não viu, né?" "Eu nem vi, ninguém me mandou." "Às vezes se marcasse, ela não ia ver." "Não era nem pra ver, entendeu?" "Ai, obrigada!" "É, carinha." "Ah, obrigada!" "Mas ela é mesmo, ela é mesmo." "Ah, eu me adapto fácil, gosto de falar também." "Sou conversadeira, que sabe?" "Pô, é uma profissão que combina, né, amiga?" "É, eu trabalho com isso." "Amei, amei." "E pra você foi?" Foi fácil se adaptar?
Foi muito fácil. Eu cheguei no Rio e a minha escola sempre fez muitas viagens. Eu já fui pra Suíça com os meus amigos, que a minha escola era uma escola suíça. E aí, a gente já foi. E eu entrei na escola, no mês seguinte já ia ter uma viagem pra Minas. E aí, eu fui, ainda me aproximei mais ainda das pessoas. Que legal! Um dos meus melhores amigos, assim, que é o Sérgio, ele... Inclusive, é porque eu entrei em maio, né? O negócio que eu falei da minha mãe virar pra mim e falar: "A gente se muda daqui uma semana".
Foi realmente do meio do nada, assim, no final de maio. Ela só virou e falou: "A gente vai se mudar pro Rio de Janeiro".
Foi isso. A gente disse que não pode avisar antes, né? Que fica ansiosa.
É, exatamente.
Pensar muito não existe, vambora!
É, e eles ficam pensando, criando, sabe? E eles eram crianças, eles tinham que seguir a mãe. Então a responsabilidade era minha, né?
Sim, sim.
E aí, foi ótimo também. Porque o Sérgio também entrou do nada na escola, no meio de maio, uma semana antes que eu. E a minha escola era uma escola pequena, assim. Tinha 20 alunos na minha turma. Então, nossa, foi muito legal. Eu adoro praticamente todo mundo da minha escola antiga.
E foi recente que você mudou, então? Quanto tempo faz?
Final de 2024.
Ah, tá.
De escola. Tem um ano e pouco.
E agora tá no último?
Tá no último, terceiro ano.
Inclusive, domingo eu tenho um calango.
Não, ela tava... O quê?
Calango?
Não, mas fica tranquila que não são aquelas gírias. Isso é calango? Conta aí, eu tô curiosa.
É um dia que a gente... Por exemplo, a gente vai ter nossa formatura no fim do ano. Aí, 4 dias do ano, a gente tira esse dia pra ir pra um tipo, um sítio assim, passar o dia todo mundo jogando, fazendo futebol de sabão.
Mas a escola que permite isso?
É por fora da escola.
É com uma empresa que a gente contrata pra fazer a formatura, disponibiliza esses calangos. E aí são todas as unidades da minha escola, todos os terceiros anos juntos, que vão pra esse lugar.
Imagina a farra!
A escola sabe que todo mundo vai faltar, né? Não, domingo! Ah, menina! Você fala: "Ué, cadê os alunos?" "Ah, estão lá no calango." Que legal!
Qual que é a viagem de formatura?
Não, não vai ser viagem, vai ser a festa.
Mas qual vai ser a tua viagem?
Ah, eu vou fazer viagem de formatura com a Amaze. Não sei se você já viu.
Já.
Pra onde?
Pra Floripa que eu vou.
Ah!
Chique!
E fica quanto tempo?
São 8 dias.
Imagina!
Tô muito animada, gente.
Gente, já vai.
Ah, desse lugar que você ia pra Porto Seguro?
Não posso nem falar.
Perdi a viagem, eu já também trabalhava com internet. "Não, é noturno, não percebo, porque senão ia repetir." Porque tanto que eu faltava, mas a nota era maravilhosa. 10, 9... Só que eu via pela internet já, as videoaulas. E quase repeti por falta, porque eu não conseguia fazer peças de teatro, rodava o país, aí...
Eu não sabia dessa sua fase.
Pois é, amiga, maluca. Mas aí, consegui me formar, fui pro Butchê.
Mas você não foi na festa do...
Nem fui à festa. A festa... Ah, não, a festa eu fui, não fui na viagem.
E o povo gostava de você, te achava metida, né?
Amiga, noturno era só gente mais velha que tava entrando na escola pra, tipo...
É o supletivo.
Repetente, que, tipo, queria realmente... Era o supletivo.
Quase...
Não, nem era supletivo, era gente que, tipo... Parou a escola por algum motivo, muitas vezes de trabalhar mesmo, precisava de dinheiro. Voltou pra escola pra tentar finalizar o terceiro, assim. Então era muita gente mais velha.
É EJA o nome, eu acho, né? Sei lá. É, eu acho que é isso.
Não, o meu era normal. Tipo, era a mesma escola que eu comecei.
Era EJA, mas daí era porque tinha gente que fez com a idade dela mesmo.
Eu fiz com a idade normal. Mas a minha turma do noturno só tinha gente mais velha. Antes eu era do diurno. E aí quando eu mudei, tipo, por conta da peça, pra não repetir por falta. Aí à noite eu tinha, porque eu trabalhava de dia. Dei conta, me formei. E era boa aluna também. Mas de falta, amor, quase que foi, quase que eu rodei.
Nossa, até a faculdade, gente, não sei nem como eu me formei.
Mas você vai se formar, já é uma grande influenciadora. Mas mais do que isso, você é uma empreendedora, né. Acho que a gente tem que falar sobre isso.
Inclusive, eu trouxe pra você. Aê! Tava na correria, aí eu só enfiei. Eu acho que tem muito mais gente Vou pedir já esse cherry aqui.
Ah, que ideia, hein!
E tem o lançamento do nosso último sabor, que é o especial da Copa.
Abacaxi com hortelã.
Perfeito!
E de onde veio essa ideia? Eu sei que eu já ouvi, mas eu quero que você conte pras pessoas que não sabem, né.
Gente, calma, calma. É um ingrediente.
Mas você já viu no TikTok Shop que ela vende, tipo assim, pacotões, né?
Eu sei, eu sei.
A gente é número 2 de alimentos no TikTok Shop no Brasil.
Arrasou! Eu amo TikTok Shop, minha vida. Com a minha marca também, faz muita diferença.
Gente, isso aqui é a salvação pras minhas crianças, que elas eram açúcar.
Nossa, amiga, não tinha pensado nisso!
Amei!
É verdade!
Eu vou abrir. Será que tem algum que tem açúcar?
Você sabe que frequentemente eu recebo mensagens de endocrinologistas falando sobre...
Nossa, mas dentro do pacote vem um monte, eu vou comer um.
Ai, fui eu!
Quem comeu um daqui? Ó, já tem aqui, ó, sortou. Amiga, vem 4 por embalagem. Nossa, a gente não vai acabar nunca!
Vai, experimenta. Esse pra mim é o melhor.
Esse aqui é o de?
Ice Cherry.
Nossa!
Eu nunca provei, só o de algodão doce.
É literalmente abacaxi cortado.
Ele é muito bom! E olha só...
A gente fez esse post sem açúcar, eu não sabia o que esperar, entendeu?
É verdade. Mas ele é um sem açúcar maravilhoso.
Não, mas eu sou muito chata com coisa saudável, assim. Não é para você. Eu tenho gosto de tudo. Tanto que quando a gente veio a ideia, assim, né? Porque eu e os meus sócios, a gente tava querendo lançar alguma coisa que fosse para todo mundo uma coisa disruptiva, assim. Aí a gente foi juntando os pauzinhos e pensamos no pirulito. E aí, quando surgiu a ideia do pirulito sem açúcar, tipo, meu Deus, pirulito sem açúcar! E eu sou chata, eu sempre falo que não gosto de nada sem açúcar.
Porque nunca é o gosto igual com açúcar. E aí, não, a gente vai ter que fazer um idêntico. E não parece nunca que não é.
Maravilhoso! E esse aqui, gente, que tem hortelã, você sente o refrescantezinho da hortelã no fundo. Muito gostoso!
Por isso que você come na balada, né? Fica bem, ó... Hortelãzinha, sabe?
Sem bapho.
Eu peguei essa fase, que é moda por aí na balada.
"Ah, trouxe um pirulito pra você".
Exatamente, é sem açúcar, pode comer.
E aí, tem de abacaxi e hortelã, tem esse de ice cherry. O primeiro, que foi de algodão doce.
E qual que é o mais hypado, mais vendido?
O mais vendido é o de algodão doce, que foi o primeiro. E é mais docinho também. Então, tipo, as crianças pequenas acabam preferindo também. E 50% das nossas vendas são o pirulito de algodão doce. E aí, tem os outros. O meu favorito é o de mate com limão.
Tá vendo, carioca?
Que a gente não tem.
Puro suco, ele já bebeu tudo, não trouxe pra gente.
Isso?
Pois é, gente, eu fui colocando tudo na mala na correria. Mas eu vou mandar pra vocês.
A gente vê?
Não, a gente comprou no TikTok Shop.
Não, a gente vende.
Gente, eu vou falar uma coisa. Depois você começa a comprar no TikTok Shop.
É um cabum, vem.
2 bilhete.
Gente, que TikTok Shop é bom!
Muito rápido aquilo, gente, é um fenômeno, não é?
Vou comprar lá. Eu amo, sou viciada também.
Como foi a ideia? Esses sócios? Você já conhecia? Eles procuraram?
Eu vou querer um também.
Não, eles chegaram até mim pra gente fazer alguma coisa junto.
Juntos.
E aí a gente, tipo, foi pensando assim, nosso time é bem grande. E aí a gente sempre juntando ideias.
Faz quanto tempo que iniciou tudo assim?
Ah, escolhi, eu quero um pirulito.
Como que foi? Em agosto do ano passado.
Mas aí, um dia agosto do ano passado, como que a criação, tipo assim, escolhi que era um pirulito que eu quero lançar.
Início do ano passado. É, foi mais ou menos assim, quase um ano.
Tá, mas esses seus sócios você já conhecia ou eles chegaram em você pra fazer essa ideia?
Não, eles chegaram até mim. E aí a gente se conheceu assim. E a gente sempre vai conversando sobre tudo, sobre os sabores novos. Todo o nosso time, a gente vai falando. E aí eu vou... Por exemplo, todo sabor, esse de abacaxi com hortelã, ele era o gosto muito fraco. Aí eu falava: "Não, bota mais sabor".
"Não, não, não".
Então a gente sempre, todo mundo do time vai opinando muito, sabe, sobre os sabores e tudo mais.
E pro ano, né, de Tikki, assim, o que a gente tá bastante animado São com as collabs. A gente tem várias aí super legais. Sério, super legais. Vindo ao longo do ano.
Dá um spoiler aí. Ai, não pode? Não pode?
Não, é impossível. Mas, ó, de cara a gente já vai vir com uma, assim, absurda, maravilhosa.
Mas é collab com pessoas ou com marcas? Marcas.
Ah!
E a gente também já tem vários...
Chegaram pessoas.
Tem o quê?
E a gente também já tá com vários projetos que a gente tá botando em prática. A gente abriu nosso primeiro quiosque. Essa semana lá no Shops.
Aonde?
Qual cidade? E vai abrir no Cidade Jardim. Aqui!
No São Paulo?
No São Paulo, no Shops?
Que legal, gente!
Aí a gente vai abrir agora no Cidade Jardim também. Eu amo esse shopping!
Isso.
Que chique!
E a gente vai fazer um negocinho lá. E a gente quer vocês, viu? A gente quer vocês, a gente vai fazer um negocinho lá, a gente quer vocês.
Aonde?
Não, porque vai inaugurar também o do Cidade Jardim. E a gente vai fazer um almoço. É isso que a gente vai fazer.
Fazer um brunch chique.
Almoço, melhor.
Brunch é mais barato.
A melhor almoça vai ser a de chegar. Porque eu tenho que deixar as crianças na escola, não dá pra chegar no brunch.
Não, tô falando pra elas economizarem, eu só tô pensando nos custos da empresa.
Olha ela, olha.
Eu vou ficar louca. Ai, meu Deus. A gente aqui expandindo o produto, não vou nem conseguir falar.
Não fala.
E aí vocês, quanto tempo foi de conversa até idealizar mesmo o produto? Vocês chegaram a pensar em outro produto?
Quase um ano, assim.
Caraca.
Então, é que a gente pensou em tudo, tudo, tudo. Pensei em lançar maquiagem, a gente pensou em várias coisas. Mas eu queria sair um pouco assim, sabe? Fazer uma coisa muito diferente. E foi. Quando eu lancei a marca, é que assim, no dia do lançamento, que a gente colocou o produto à venda, foi no dia que eu falei o que era.
Então a galera não tinha contato que era Violeta.
Ah, porque eu vi todo o aquecimento. Eu também, eu tava achando que era pijama.
É, todo mundo tava achando que era pijama, que era tipo alguma coisa. E aí, quando a gente postou, falou: "Ah, não sei o quê, pirulito". Todo mundo: "Nossa, pirulito". "Nossa, não esperava, queria uma maquiagem". E não sei o quê. Mas foi muito legal. Primeiro que a gente estourou muito a bolha, assim, sabe?
É porque eu vi que todo mundo comprou pra... Tipo assim: vou comprar pra ver se eu falo mal". Não foi? Acho que tinha umas pessoas que... Eu percebia que faziam de falar: "Ai, tá querendo engajar, acho que toca". Não, hoje mesmo... Tipo assim, todo mundo, muita gente compra, muita gente mesmo.
Hoje mesmo, eu vi que apareceu pra mim uma menina provando o spice. Que a gente tem um sabor que é spice, que é de pimenta com canela. Então, ele de ser de pimenta, ele é ardidinho, né. O próprio sabor já diz. Aí a menina: "Gente, não gostei, ele é ardido".
Vamos pra revenda aí.
Eu achei bem, porque ela ia ser doce mesmo. Não ia ter como.
E aí, sempre dá umas dessas assim. Mas nossa, foi muito legal. Em 48 horas, a gente conseguiu vender 500 mil produtos.
Pirulitos.
Caraca! Eu conheço o time do TikTok, por conta da minha marca, eles falaram que realmente foi muito rápido as vendas, foi tipo assim, estrondoso. Ainda mais por ser um... Não, não tô menosprezando a categoria, mas assim, por ser um pirulito, ninguém esperava, entendeu? Total.
Caraca!
E aí, foi muito legal.
Não chegou a esgotar em nenhum momento? Eu acho que esgotou, não foi? Que ficou fora um tempo?
Sim. Então, quando a gente lançou, a gente tipo... Tipo, deu ali pra até ter mais controle. Mas foi voltando. E hoje em dia, a gente já tá acompanhando bastante essa situação.
Caraca!
Porque a gente consegue produzir bastante unidade. Pirulito é uma curiosidade. É uma coisa muito fácil de fazer, assim, sabe? Na fábrica é muito rápido fazer um pirulito.
É muito rápido.
O processo é muito rápido. Então cai uma venda, se... Mesmo não tendo estoque, a gente consegue trazer estoque muito rápido.
Entendi. Ai, que bom! Porque senão fica o estoque parado também, né? Não fica aquela coisa...
É, não, mas tem os toques, né. O que ela quer dizer é que se, por exemplo, ela fez uma collab, alguma coisa, vamos ter que produzir aquilo ali.
Rapidamente resolve.
Não, mas eu sei, mas é bom que também você não precisa, tipo, você faz ali, sei lá, se do nada acontece alguma coisa, viraliza e vende um monte, você consegue produzir, não precisa—
É, já consegue acompanhar.
Que ótimo!
E uma preocupação, né, assim, era que acontece muito, você no começo assim que surgiu o TikTok, né, pessoas que não são muito legais Eles criavam sites fakes. E as pessoas jogavam lá no Google "tique".
Golpe.
Você acredita? E aí achava o quê? Quem não tava entregando?
Vocês, óbvio.
Nossa, é difícil. Eu passei muito por isso também já.
Você também passou por isso?
Passei, é péssimo. Mas por que tique?
Então, porque tique em inglês vem um pouco dessa palavra de vício. E a gente também fez o pirulito, uma das coisas é que tem um estudo que diz que estar com água ali na boca, o pirulito, ajuda ao vício do cigarro eletrônico. Eletrônico, combateu o vício, no caso. Então as pessoas que têm esse vício, elas podem consumir o pirulito pra ajudar nisso, né, se beneficiar.
E infelizmente, há muitos adolescentes que estão envolvidos.
A gente tem vários relatos, vários feedbacks, vários.
Que legal, que ótimo!
É muito legal.
Ah, é bom, hein? Porque é um negócio legal e ainda ajuda.
Principalmente a geração dela, né. Porque tá virando cada vez mais normal.
Tipo a mesma geração sua.
Não, eu tenho 10 anos a mais que ela.
10?
Amiga, eu tô passada, amor. Minha fase foi.
Quantos anos você tem?
Eu tenho 26, ela tem 17. É, 9 anos. É, quase 10. Gente, eu tô com... Que bom que a nossa geração tá sendo substituída por uma boa influência, então.
Tá vendo? Tá vendo? Ai, mas essa geração dela é muito...
O que é farmar aura? Farmar aura.
Meu Deus.
Vamos lá, dicionário da Gen Z. Você é o quê? Gen Z? E você também é Gen Z?
Mas eu sou só porque eu nasci em 2000. Mas se você for a fundo, eu não sou mais, né? Dois filhos, não vejo mais nada na internet, não sei nada.
Não sei. New Gen Z, vamos lá. Vamos fazer um dicionário. Fala pra gente.
Farmar aura é o quê?
O meu irmão que fala muito isso.
O quê? Como fala?
Não, eu também não sei.
Sick 7? Que que é isso?
É basicamente quando você fala: "Ai, arrasou". Você fala: "Caraca, você farmou aura". "Farmou muita aura", é arrasar. Tipo: "Você arrasou, você farmou aura". "Eu arrasei, farmei muita aura", sabe?
Mas deixa eu te falar, essa geração que troca o "demais" por "dms", o não sei o quê. Aí, ao invés de economizar a letra, dobra as palavras. É muito mais fácil falar "arrasou" do que "farmou".
O que é?
Não sei nem falar. "Farmar".
Olha... Pra mim, "farmar" é de farmácia ou de fazenda.
Exatamente.
Sei lá.
Quando o Davi falou isso, "farmar", eu falei: "Amor, amor". Ele: "Não, farmar". Aí eu falei: "Gente, mas o que é isso, né?" Aí ele me explicou, eu entendi perfeitamente. Ele falou: "Mamãe, Cristiano Ronaldo farma aura. Messi farma aura. Neymar farma aura". Entendeu?
Não.
Ah, tá. Eles arrasam, tipo, os três arrasam.
Mas por que farmar?
E não só aura?
Então, porque é um negócio de game dele, que criaram. Eu fui pesquisar, entendeu? Eu vi que era isso, uma coisa de game e tal. Aí pronto, farmar aura é o seguinte. "Você tá arrasando". É isso.
Que mais? Fala mais, fala mais.
E 6ix7een? O que é isso?
Ah, 6ix7een. Então, é que pelo que eu vi, eu também não sei muito.
Ih, você não pode ficar velha não, minha filha. Você é a geração que tá atual aí.
Mas eu sou um pouco velha, assim, sabia? Em questão de TikTok. As minhas amigas às vezes me tragam... Me trazem uns memes que eu fico: "Nunca vi isso". E ela, tipo: "Antônia, que mundo que você vive?" Porque eu sou um pouco meio desatualizada, sabe?
Jura?
Até parece. Imagina a gente.
Aí esse 6-7, pelo visto, é tipo um... Pelo que eu entendi, foi um jogador de basquete que soltou isso do nada. O placar deu 6 e 7 no jogo, ele começou a falar: "Ah, 6-7." Aí do nada, todo mundo só começou a falar: "6-7." Aí quando você vê alguma coisa que é 6 com 7, você fala: "6-7." É só isso. É tipo... Agora, bem fácil assim.
Eu achei que era um equilíbrio. Não sei se é alguma coisa que envolve equilíbrio, você?
Não.
Agora, vocês, né? Que a idade... O Davi não tem celular, né? Ainda acredito que os filhinhos de vocês também não. Mas a Antonella, o que me irrita, que eu tenho certeza que as mães de adolescentes e pré-adolescentes se irritam também, que é diminuir a palavra. Tem uma palavra que me irrita demais com a Antonella, que eu tenho certeza que ela vai saber qual é. Qual é, Antonella? Não vou nem olhar pra você. Que você escreve, que eu falo: "Não, pelo amor de Deus, não escreve essa palavra assim".
Não, Antonella. Sabe o que que é? Por exemplo, ela vira pra mim e fala assim: "Eu vou poder ir na festa em..." Como é que escreve o "em"? H-E-I-N. E ela me manda, sabe como? "Em". E a primeira vez que ela escreveu isso, eu falei: "Não é assim que escreve, meu amor. É 'em', escreve certo". Aí ela: "Eu sei". E aí, toda vez ela me manda, e eu mando só pra irritar também. Porque ela me manda pra irritar, entendeu?
Eu não mando pra irritar, eu escrevo assim.
Mas não é "em", Antonella.
É "em". Mas eu tô com uma questão agora, porque meu marido o marido, né, tem 36. Ele escreve "em" com "en".
Aí você pode corrigir, porque tá errado.
Mas será que ele tá querendo fingir que é geração Z?
Pode ser. E eu escrevo "em" com "en", não escrevo com "h".
Nossa, piorou. Desculpa, fala, fala.
Eu escrevo sem o "h".
Não, mas é sem o "h" mesmo.
Não, é com o "h", né? Só que o dela tá melhor que "em", que parece que é "em casa". Mas isso não é um problema.
Não é um artigo, como você fala?
Parece que ela tá usando errado.
Entendeu?
Mas isso não é uma coisa de geração, é uma coisa de, tipo... Ler escuta e escrever rápido. Escrever errado, gente.
Mas uma coisa que eu fiquei indignada que trocaram é porque FDS era final de semana.
E não é?
Foda-se, agora. Pra eles.
Gente, tô mandando foda-se uma palavra que a gente precisa falar inteira. Escrever inteira, tem que sentir. Não dá pra você pôr FDS. Que isso, gente?
É igual quando você bate o mindinho, né?
Você precisa falar ali um palavrão inteiro.
Como é que você dá risada escrevendo?
Ah, de vários jeitos. Isso inclusive passa um pouco de como a pessoa é. Por exemplo, às vezes eu tô conversando com um garoto, né, quero dar uma charmosa assim. Aí eu boto "hahaha". É tipo "hahaha".
Ah não, gente.
Não tá tendo intimidade.
É, tipo, não tem muita intimidade.
Eu dou bem ruim, muito ruim. Mas eu tava sua melhor amiga. Você manda como a risada?
Tipo, tudo maiúsculo. Kkkkkk.
Kkkkkk, fica kkkkkk.
Eu faço rachorrachorracho até hoje.
Não, essa aí pra mim, amiga, é tipo uma sanduíche de bolinha.
Minha época foi isso aí também, menina sanduíche de bolinha.
Mas é minha época do YouTube, e manteve, ficou.
E quando é uma risadinha assim, eu mando kkkk. Eu também, eu também. Não kkkk.
Ou então quando você não quer pesar o clima, né? Falou uma coisa séria, mas você quer dar uma aliviada, kkkk, te resolveu.
É?
Não, você manda "hahaha" mesmo.
Quando eu dou muita risada, eu mando "hahaha". Eu também. E vai russo. Nossa, eu sou super engraçada.
Isso pra mim é muito não rir. "Hahaha" é muito tipo não rir.
"Hahaha".
Ai, tô muito perdida. Pode falar então. Eu sou uma pessoa... Que figurinha? Pode usar? Óbvio. Eu sou uma pessoa difícil de rir com coisa que eu vejo no telefone, assim, sabe? Então, por exemplo, a pessoa mandou uma mensagem Eu não consigo rir com a mensagem da pessoa. Presencial, eu rio de tudo. Mas pela mensagem, eu não sinto a vontade de rir. Então é muito difícil eu mandar até um "kkk" muito maiúsculo. Eu fico com preguiça também. Eu mando tipo "kkkkkk".
Mas ela tem uma mania que ninguém sabe. Porque ninguém te vê assistindo, mexendo no celular fora da câmera. Que ela mexe assim no telefone, olha aqui, ó.
Eu rio pro meu telefone mexer.
Antes, quando ela foi ficando tímida... Já tava paquerando. Não, eu achei que era isso. É isso, quando ela foi ficando teen, eu achava que era. Aí eu falava assim: "Ih, né?" "O que você tá falando?" Aí eu começava, tipo: "O que é isso, Torella?" Depois entendi que não, que ela tem essa mania mesmo. Ela tá conversando com as amigas, ela fica...
É, às vezes eu vejo um vídeo fofo, aí eu... Aí ela fica assim.
E quando você tá conversando uma coisa muito engraçada, gente, eu dou muita risada.
Eu não consigo rir, tipo, rir igual eu rio normalmente.
Mas eu rio assim, tipo... Então suas amigas não são engraçadas?
Passado. Pois é, acho que o problema não é isso, tem que trocar os amigos.
Gente, eu dou muita risada, você faz muito rir.
Eu passo mal de rir no telefone.
Tá falando não, de eu tá mexendo no telefone, às vezes eu tô aqui quietinha, ela já vem, ela: "Ih, tá rindo pra quê?" "Ai, mamãe, deixa." "Ai, o que que é?" Eu acho muito fofo falar mamãe.
Muito fofo. Sabe o que eu ia te perguntar? Como que O que é pra vocês... Eu tenho uma grande preocupação com os meus filhos sobre o vício no celular. Acho que tá chegando uma coisa que não tá conseguindo... A sua geração não tá conseguindo ter limite. Tipo, é 24 horas no celular. E como que é isso pra você, assim?
Eu sou bem viciada no meu telefone.
E é muito legal vocês falarem isso, porque é o momento... Na nossa casa é esse. Que é o quê? Eu entrei em contato com uma neuropsicóloga. Pra auxiliar Antonella em algumas questões ali, fazer alguns testes, etc. E eu levei pra ela, eu falei: "Olha, uma preocupação que eu tenho." E eu tenho conversado muito isso, né, Antonella? Com Antonella. É sobre o quê? A gente desligar o telefone. Eu falo: "Minha filha, vamos fazer o detox." E eu falei isso com a neuropsicóloga.
Eu falei: "Olha, eu quero que a minha filha faça detox em vários momentos." Odeio detox. E eu falei com ela: "Eu tenho sentido a necessidade." necessidade desse detox mental dela, sabe? Em momentos que realmente não precisam do telefone. Porque acaba que, olha só, que a gente tem uma desculpa. Todas nós, 4 aqui, temos uma desculpa.
Que a gente trabalha com isso.
É que eu cheguei numa fase que eu tenho pavor de celular, assim. Pavor. Pavor. Eu não consigo, tipo, eu pego pra trabalhar e mais nada, entendeu?
E se seu marido pega, você também fica irritada, né? Tipo...
Mas ele já aprendeu como eu funciono. Já aprendeu que eu é assim. "Ué, se ele começa a falar olhando pro seu olho e olha pro meu olho, eu já falo: 'Tem certeza? Não, desculpa, amor. Minha rainha, minha vida, é isso'". Não dá, gente. Não dá. Mas é que também, tomara que aconteça com você. Quando você começa muito nova, chega uma hora que pega ranço. Porque aquilo ali é 24 horas, aquela tela brilhando na sua cabeça, assim.
Vira obrigação, né.
E sabe uma dica muito legal que a neuropsicóloga deu pra Antonella? Que eu não conhecia, ela falou: "Olha, à noite..." "Não vou falar pra ela não mexer no telefone." Mãe, mas todo mundo conhece o modo da tela amarela. Não, não é isso não, meu amor.
Não?
Não.
Ela com medo da mãe falar uma coisa que tipo... É o uso de óculos escuros. Ela falou que na tela tem vários estudos, várias coisas, começou a me falar super legal.
Pra dormir?
Não. Ela falou: "Sabe quando você tá deitado ali?" Ela falou: "Deixa o óculos do lado da cama." Ela falou: "Vamos fazer isso com Antonella." Óculos ali do lado da cama, no modo... "e ela vai mexer, não dá pra falar que não vai mexer, entendeu? Utópico, entende? Até certa hora, beleza, colocou o óculos, por quê? Por liberação de melatonina no cérebro, vai ajudar demais." Eu achei incrível, eu achei, poxa, prático.
Mas tá fazendo ou não?
Vai começar a fazer agora.
Eu achei incrível a ideia também, mas eu só achei incrível.
Não, é porque ainda vai encontrar alguma coisa, né? A ideia prática. Não, mas é porque ela ainda não falou isso com você, foi com a mãe, entendeu?
Ainda não chegou ainda.
Mas eu falei isso, não vale, mamãe, eu falei isso com você. Sabe o que eu vou fazer? Essa semana, não consigo usar óculos escuros de dia, assim. Odeio enxergar tudo diferente do que é.
Eu tenho fotofobia, eu também não uso muito.
Eu também não uso, nem pra enxergar. Às vezes eu tô te enxergando, às vezes eu falo: "Quê?" Pra poder escutar melhor, eu tiro o óculos mesmo.
Eu também.
E aí, às vezes eu tiro, eu vejo como é muito melhor sem óculos. Eu já fico sem, ainda mais à noite. Piorou.
Mas e fazer alguma... Não sei, vocês dormem tarde? Você dorme cedo?
A gente dorme... 11. 11, 11 e pouco.
E tipo, sei lá, celular até às 10, assim, não dá pra tentar? Gente, vou falar, eu fiquei na quaresma sem celular, só até às 10. Eu achei que eu ia... E sem açúcar. Sem açúcar tava de boa. O celular parece que chegava às 10 e eu: "Meu Deus, eu preciso mexer! Meu Deus!" Juro, parecia uma louca. "Se abre, drogada!" Eu ia... "Meu Deus, eu preciso mexer!" Aí dava 10 horas, apitava e eu: "Não posso mais mexer, droga!" Já teve um dia que a gente se falou, depois das 10 você começou a pedir perdão na conversa.
"Não, perdão, amiga, Deus perdoa".
Mas é que esqueceu do trabalho, né.
Sim, era uma conversa super importante, sabe. Tipo, várias coisas, vários assuntos, trabalho e várias coisas. Aí a gente: "Amiga, Deus perdoa, precisava dessa conversa".
"Meu Deus, perdoa, calma". E eu: "Meu Deus do céu". Só que, gente, vocês não sabem o quanto foi difícil. Eu descobri que tem série na televisão. Eu descobri que existem livros. Eu descobri que é legal organizar as minhas coisas. E comecei a caçar as coisas. E aí, eu comecei a dormir mais cedo, acordar mais cedo. Juro, no final, eu tava gostando. Mas assim, foi um desafio que eu não sei explicar, juro. Verdade.
Ir pro closet, arrumar as coisas, mexer ali, mexer... É muito legal isso.
Fazer a limpa, arrumar os recebidos, tirar as caixas, sabe?
Nossa, aqui eu sou essa pessoa, né. O tempo inteiro tô fazendo limpa. A gente tem pavor de celular, eu não fico no celular. Se você pegar agora e ver o tempo do dia, assim, é muito pouco. Aí literalmente eu não tô respondendo pessoas que eu preciso responder. No carro, eu passo mal de ficar vendo. Eu não sou, mas eu acho que é do tipo do caráter da pessoa. Mas é muito comum essa geração tá muito viciada. E eu me preocupo, porque eu tenho 2 filhos, né.
Eu tive num evento no Instagram agora, eles falaram que a idade de 13 a 17, é que você já vai sair, né. Agora vai ser obrigatório o limite de tela, né. Eles vão colocar um limite de tela que se você, claro, cadastrar com a sua idade certinho, vai parar, vai bloquear o seu celular, fecha o aplicativo, não tem como entrar no Instagram. Então vocês pretendem "Mas ela vai ficar por 18, amor. Aí não tem mais o que fazer." Ela assim, ó...
Aí você que lute, tem que querer sozinha.
Mas sabe uma coisa que me preocupa muito? E que é uma fala dos pais que quando eu percebi isso, me deu um estalo absurdo. Olha só. As crianças, né, crianças e adolescentes passam tempo ali nas telas, né, vamos dizer. E muitas vezes quando a gente tá assim, juntos, aí chega fã com a Antonella. "Antonella, eu te amo e tal." E aí chega uma mãe e fala assim: "Olha, eu não conheço, né." "Ah, não sei quem é, mas a minha filha é doida com ela", exemplo.
E eu penso: "Mas então você não sabe o que ele tá vendo?" Exatamente. Não sabe quem que ele tá acompanhando, entendeu? E isso acontece com crianças pequenas. Outro dia eu tava tendo uma troca com uma YouTuber muito grande que trabalha com crianças. E a gente tava falando disso, ela falou: "Natália, acontece demais com crianças". Louco comigo. Das pessoas chegarem, e ela trabalha com público assim de 7 anos, das pessoas chegarem e falarem assim: olha, meu filho, me desculpa, eu não te conheço, mas meu filho é louco com você.
E tipo, como é que não me conhece? E o filho com essa idade, né, tá vindo, você não sabe o que ele tá vendo na televisão.
Muitas vezes YouTube liberado, tipo, entendeu? Instagram, né?
E acontece muito, gente.
Uma simples fala diz muita coisa. É verdade.
Eu acho que se tiver essa supervisão, você Já elimina muitos riscos, né? Já dá uma protegida a mais, assim. Mas eu acho que o fato de a gente ficar, eu me incluo nisso assim, da gente ficar o tempo inteiro no celular. Gente, o tanto de coisa que a gente deixa de fazer, que a gente perde. De viver.
Eu não falo, a gente não conversa muito disso? De o quê? Poxa, fazendo uma viagem. Antonella, aqui eu falo o quê? Antonella, repertório. Repertório, larga esse celular e vai ver. Ver o prédio que tá sendo construído... Porque é repertório de vida!
É por isso que eu tenho que ir mais pra festa porque em festa eu nunca pego no telefone.
Ahahahaha!
Não vou falar nada não.
Você não quer aquela "viva"? Deixa ela viver!
Às vezes até quero gravar vídeo com os meus amigos na festa e eu esqueço porque eu desgrudo do telefone quando tô lá dentro da festa.
E você é baladeira?
Eu adoro ir para festas dos meus amigos. Eu amo sair com os meus amigos.
E você gosta de que tipo? Gosta de música? Que tipo de festa?
Eu gosto de tudo, assim. Eu gosto muito de funk e sertanejo. Música internacional eu não gosto muito, sabia? Mas sertanejo e funk, eu adoro.
O que vocês gostam de ouvir?
Também, a mesma coisa. E pagode.
Ai, meu Senhor, eu não suporto pagode, Deus me perdoe.
Amo, a gente ama.
Eu amo!
A gente é muito eclética.
Essa aqui falou: "Vou fazer um pagodão no aniversário da amiga, eu vou por você".
Aí você tem que me chamar, porque eu amo.
Com certeza. Não foi pagodão, foi Felipe Amorim.
Mas agora eu vou por ela. Ele é bem moreninho, eu amo. Mas acho que alguma vez você comentou que talvez você iria pra Górdia, não sei. Aí eu falei: "Amiga, amei". Aí ele falou, acho que falou assim: "Ela odeia Pagode". Eu: "Não, amiga, mas amo você, né".
Pronto, então vamos lá. E a gente se encontrou no rodeio, amor. Lá em Americana. Encontrei, que legal.
Eu não saio, né. Então, vou sair a cinema.
Eu gosto de ir em outro lugar. Vocês dormiram lá? Dormimos, sim.
Sexta pra sábado.
Na casa da Camilla.
Ah, na casa da Camilla, é.
"Vamos gravar com a Vili". Gente, longe, né? Meu Deus.
E a volta? O trânsito parou tudo, demoramos 2 horas!
Eu também! Cheguei em casa 7 da manhã.
A gente também, eu me senti, tipo, juro, tipo assim...
Não, vocês não sabem, às 9 meus filhos tinham natação.
Meu Deus!
Nossa, tá, tá, tá.
Voltou a ser adolescente.
Eu me senti uma adolescente. E aí, calma! A gente tava numa van, porque foi a Flávia, a Viana que chamou. Mas você bebeu? Gente, todo mundo bebeu.
A gente tá ainda de ressaca, 7 da manhã pra levar as crianças.
Não, mas não foi ressaca, porque tava assim...
Mas eu fico...
Uma tacinha de vinho "Amor, eu tô assim, ó..." Não, ela ficou com uma garrafa a noite inteira, uma garrafinha assim, a noite inteira.
É, não aguentava mais.
Ela tava tendo até dengue, água parada.
E me dá ressaca, qualquer coisa dá ressaca.
Mas... Não, aí a gente saiu na van. E a van era da Flávia Viana. Então eles iam lá pro Morumbi, pra deixar todo mundo. E tipo, é bem longe daqui de Alphaville, né. E aí, passou pela entrada assim, da Castelo aqui. Aí eu falei: "Vou descer aqui, vou descer aqui." "Eu não vou até o Morumbi, juro." Aí o Águila tava comigo, ele falou: super amigo. Eu falei: "E você vai descer junto? Você vai comigo no Uber, que eu não vou pegar esse Uber sozinha". Descemos no posto, 6 da manhã. Não, mentira!
Que aventura, gente!
Calma, pegamos o Uber. E vocês não sabem, o Uber estragou. Ah!
É Deus falando: "Para".
É Deus falando: "Para, no caso".
Ele botou combustível adulterado. E o carro andava 10 por hora. Nossa, fazia... Tipo, falhava e dava um... Meu Deus, que caos! Aí eu não sabia se eu descia no meio da marginal, no meio da rodovia. Ou se eu esperava o bendito do carro andar. Pois andou. Aí chegava em Alphaville, tem umas descidas, ele ia... E aqui, na subida, amor, era 10 por hora.
Mentira!
Eu falei: "Meu Deus do céu, só tem que ir na natação desses crianças". Aí cheguei, dormi 2 horas. 2 horas. E aí fui levar as crianças na natação.
Gente, não tá que a gente aguenta, né?
Eu tava assim... A Bibi, juro.
"Eu nunca mais vou viver isso, juro".
Não, eu não sei como eu aguentei. E aí, bem nesse dia... Eles sempre vão na natação e a gente almoça e vai pra casa. Nesse dia, eles fizeram parkour. Eles não deixaram ficar brincando. E eu: "Bia, por favor, vamos embora". Ela ficou até 5 da tarde. Depois teve o jogo do Brasil. E ela: "Brasil, Brasil!" E eu: "Brasil, meu Deus!" E lá, a gente, ó... E eu me engajando com eles. Gente, a hora que eu dormi, não tava dando, gente.
8 horas da noite.
Tava acabada. Não, eles estavam com a corda toda. Eles estavam ótimos, eles foram dormir 10 da noite. Aí eu fui dormir 11. Aí no outro dia acordei cedo de novo. Eu tava assim, ó, com sono acumulado. Juro! Por isso que eu não fui no outro dia, porque eu queria ter ido mais.
Foi legal então?
Foi muito legal!
Foi muito legal!
Você foi pra lama, né?
Fui.
Gente, que coragem!
Tava igual Peppa Pig. Tava suja. Pra você ver que é só tamanho. Na verdade, olha.
Mas eu adoro fazer essas coisas com as minhas amigas. Adoro! Tinha um amigo assim que... Uma vez eu tava numa roça assim com ele e eu peguei... Qual que é o nome? Esterco, taquei nele.
Que que é isso?
Eu adoro essas brincadeiras assim.
E eu não te vi com seus amigos lá, só vi vocês com a Camila.
Não, eu tava com os meus amigos lá.
Eles estavam?
Porque eu nem fiquei muito ali onde você e minha mãe estavam. Eu tava lá embaixo com os meus amigos, amigos do Rio.
Você acredita? Legal.
Eu rodei de americana, muito conhecida lá.
Muito! E tava muito legal, né?
Muito! Eu queria ter ido no outro dia, tinha Lua Santana. E no outro dia era a Castela!
Mentira!
A gente tava no Maratona!
E eu, com Lua Castela.
Lua Castela. Pode ser também, uma dupla.
Ai, gente, eu amo! Só que eu não tinha ido.
Agora, sabe onde a gente tem que ir? Vamos em Barretos.
Vamos! Quando é?
Agosto.
Eu nunca fui.
Eu também nunca, a gente nunca foi. Eu quero muito ir.
Eu quero ir. Deixa eu ver eles também, né?
Claro!
Eu já vi a programação. Gente, isso tá incrível! A cara da vídeo animada.
Eu não vou, gente.
Acompanha aí.
Não, mas deve ser maravilhoso assistir, eu juro.
Agosto, será que você vai casar em agosto, né?
Vou, tem lua de mel, vou estar lá.
Ele vai pra onde?
Você viu que eu não sei?
Tá vendo aí?
Não, ele que arrumou o lugar.
É surpresa?
Não, é porque é mais de um lugar, eu não entendi. Eu acho que é... Calma, eu acho que é Roma com Sardenha, com Capri, com algum outro lugar.
Ué, chique!
E ele ainda falou que ele quer o dia inteiro aquilo. Aí eu falei: "Como? Eu preciso dormir?" É passeio só na viagem, 15 voos.
Eu falei: "Amiga, mas é Itália, amor." Chique!
Sim, é um lugar chique, acho que é Itália, Roma.
É altíssima temporada.
Aí tem outro lugar depois também, que acho que Capri, que é mais, né, tipo...
A ilha.
É, mais ilha e tal. Mas tem outro lugar depois que eu não tô lembrando qual.
Você quer pão duro em Capri?
Mas eu não vou pagar nada, né, amor? Ele que pagou tudo, graças a Deus.
Jura, Vi?
O quê?
Minha filha, falei pra ela, porque o Agner, meu amigo aqui, perdeu a conta dele. Aí eu falei assim, ó, e aí eu falei, gente, vai seguir ele que eu vou pegar 5 seguidores, vou fazer um Pix pra ajudar ele. Aí eu falei, ó Vi, ajuda aqui no Pix. Ela, não, dou o @Pix não.
Acredita? Ah, para, Vi. Não, que isso, sério?
Vocês são muito mão de vaca, muito.
Gente, vocês não são? Não. Que que vocês mais gostam? Eu também não sou.
O que eu mais gosto de comprar? O que eu compro mais? Ai, gente, sei lá, coisa de mulher. Beleza e roupa.
Mas é roupa, bolsa, sapato? O que vocês investem mais?
Ai, bolsa, né, Antônia? Ela?
Bolsa.
A gente é muito da bolsa. Ai, eu escorrego em tudo. Não, mas a gente é muito da bolsa, é muito mais, eu acho. Bolsa e roupa, gente.
Bolsa, eu gasto muito.
É investimento.
Comida também.
Exato, joia, eu amo.
Ai, comida, eu gosto Que eu muito de comida. já gasto, entendeu? Eu já acho um investimento muito cabível.
Vamos fazer a dinâmica com ela?
Vamos, super! Nossa, a gente falou, hein.
Quem sabe mais versão mãe e filha?
Amo!
Vamos ver. Aqui as plaquinhas.
Já deu eu, tá?
Nossa!
Vamos ver.
Aí já passou um mico, imagina a gente não saber nada uma da outra aqui.
Eu fiz com a minha mãe, ela errou tudo.
Mentira!
Sua mãe errou tudo?
Eu errei tudo dela também.
Sério?
Aí ela: "Ai, minha música favorita é country". Eu: "Nunca ouvi em 26 anos ouvir country". É, mas é. Ah!
Ó, vai aparecer as perguntas, aí você tem que responder da sua mãe e você responde da sua mãe.
Uma responde da outra, é?
Meu Deus do céu. Vai, primeira.
Com quantos anos ela deu o primeiro beijo? Uma tem que pôr da outra.
Mãe, eu sei.
Não pode perguntar! Sem pistas.
Pode virar?
Pode virar. Nossa, que pequenininho.
14. 11 ou 12?
12, 14.
Você acertou!
Eu sei que eu acertei, né? Você errou, minha filha.
É quanto?
Mais cedo que isso. Ela descobriu!
Mas aí não é justo porque ela me falou que era 14.
E foi quanto, Natália?
Fala!
13.
Então tá bom.
Por que você falou "mãe"? Era porque eu tô nela.
Você falou assim: "Mãe, como é que ela botou?" Não, porque eu achei que ela ia botar mais pra cima.
Ah, tipo 15?
Não, né? É, eu achei que você, tipo, tinha esquecido. É porque foi o seguinte, quando eu dei meu primeiro beijo foi em Minas. Aí dei meu primeiro beijo e só fui beijar de novo 2 anos depois. Então eu achei que ela ia considerar o de 2 anos depois, entendeu?
Entendi.
Próximo. Qual é a música que ela tem escutado muito ultimamente?
Fácil, fácil.
Não quero mais nada.
A gente escuta demais, demais. Hoje mesmo, avião.
Mas é que... Acho que eu sei. Mas é que eu ia falar uma que eu esqueci o nome. Mas é da mesma dupla.
Eu só esqueci o nome da música, tá?
Vai ser canto um pedacinho.
Não, tá com a hora rachada, meu amor. Eu mostro ela no celular, posso aqui?
Não, deixa eu olhar. Não, vai cair nossa live.
Não, mas é isso, não, eu olhar o nome.
Ah, tá bom.
Pode, a gente já é preocupadíssima já.
Preocupada de direito autoral.
Já tem que estourar, pelo amor de Deus, não dá pra pagar.
Ah, perdoa aí.
Não tem problema, só pra lembrar, porque...
Eu também esqueci o nome.
Não, mas então você olha aí e a gente bate pra ver se é a certa.
Canta.
Pronto.
Você canta.
É essa aqui.
A da Tatá é: "Piano todo tatuado, beijo de paero, perfume de mar..." Gente, e você não sabe que agora é a música da Bi do Caio.
Ah, mas agora você me confundiu.
Eu ia pôr no carro, porque ele está escutando.
Ah, daí já era.
Que música?
Ela falou que eu confundi. Eu falei: "Pode colocar as duas, porque eu já sei que são duas, que ela tá na dúvida." Eu coloquei duas.
Qual que é?
Pode falar.
Vai, pode falar. Pode.
Henrique e Juliana. Você colocou Henrique Juliano?
Botei.
"Fim ou Recomeço". Ah, Intervalo?
Eu achei que era Recomeço.
"E se joga na minha vida".
Ah, vocês escutam a mesma?
Sim, é a minha preferida e a preferida dela.
Gente, é muito engraçado. Porque a minha mãe me busca na escola, eu levo os discos, os dois. Porque eu chego falando que já tá estourando.
Ai, tô nela.
Juro!
Meus amigos entram, tipo assim: "Nossa, foi você ou sua mãe que botou a música?" Eu falo as duas. Acertaram, próximo.
Próxima!
Se ela pudesse mudar algo em mim, o que seria?
Acho que eu não sei, não.
Eu também não sei, não, meu amor. Que bom!
Sem brigas, pelo amor de Deus.
Como é que é? Aqui, ó. Aqui, tá vendo?
Não, mas esse é meu caboclo. É que eu viro pra bubu de queijo, se fosse lá de casa a gente fica...
Ai, meu Deus. Não tenho ideia, Antonella.
Eu tenho.
Nossa.
Não, mas eu tenho ideia do que você mudaria em mim. Ah, é?
O que ela mudaria em mim? É.
Sim, exatamente.
O que você acha que eu mudaria em você?
O que ela não gosta em você? Que ela mudaria?
Ah, vou falar de antigamente, tá? Vai, pronto.
Ponto.
Vai. Que eu sou brava. Atraso. Nossa, com certeza. E desorganização, né?
Eu tô tentando decidir qual eu ia botar.
Ah, pronto. E o dela é isso?
Brava, que eu sou brava.
Eu sou muito atrasada também.
Eu não, tenho pavor.
Como é que faz?
Se organiza.
Se organiza? Mas quem é atrasada é desorganizado, entendeu?
É muito fácil, gente. É só você programar. Ah, eu acordo de manhã, eu já sei que eu vou ter que sair, eu já vejo como tá o trânsito. Eu não fico: "Ai, deixa eu ver agora".
Você não é igual a Tia, eu não sou assim.
Eu já sou assim, já. Porque eu já não gosto de passar raiva. Aí eu já vou vendo.
O negócio é colocar, tipo, 15 minutos a mais, entendeu?
A minha mãe também é desorganizada, ela é menos que eu, mas ela é muito.
Mas aqui em São Paulo, 15 minutos a mais não é nada.
Aqui em São Paulo é tipo 30, 40 minutos.
A gente entrou no Uber, sabe como era? A gente entrou, falou que a gente ia chegar aqui 18:56. Aí de 56 pulou pra 7:04. Depois pulou pra 7:10, pulou pra 7:18.
Foi um tombo.
Absurdamente, a gente não andava.
E essa entrada pra cá também é...
Mas ele falou que quinta-feira é o pior dia. Ele disse.
É o pior dia. Quinta-feira é o pior dia de todos da semana.
Ai, é verdade.
É o pior dia, não sei porquê também, mas é.
É porque agora a galera faz home office na sexta. Então a sexta virou a quinta.
Qual é a comida favorita delas?
Ah, isso eu sei.
Vamos ver se você não vai acertar. Eu vou colocar a sua.
Sabe qual é a comida favorita? Macarrão com feijão.
E qual é a minha? Macarrão com feijão.
Macarrão sem molho e feijão preto.
Ai, deve ficar muito bom.
Muito! Amiga, uma delícia. E tem que ser um macarrão bem cozidinho, sabe?
Tô amando, eu como todo dia.
Vocês sabem cozinhar?
Não.
Não? Você sabe cozinhar, Tata?
Mais ou menos.
Eu deixo com ele.
Eu sei fazer doce, sobremesa, bolo.
Meu tio, minha mãe não sabe cozinhar mesmo. Teve um dia que ela foi fazer uma gelatina.
Ai, Antonella, que horror!
Mentira, gelatina, ó!
Gelatina você bota na água quente pra dissolver, depois você bota na geladeira. Primeiro que ela já errou botando na água normal. Porque aí não diluiu, né? Ficou tipo água com bolinhas de gelatina. E depois que ela botou no congelador, então virou uma pedra de bolinhas de gelatina.
Incrível. E você não comeu, né?
É só ler atrás, tá vendo?
Eu sou muito azarada, não quis ler, achei que era daquele jeito. A comida preferida da Antonella Stroganoff é a minha batata frita.
A sua é batata frita e salpicão. Mas era pra botar a minha também?
Não, só pra confirmar. A sua é Stroganoff?
Qual que você colocaria então?
Não, porque eu não tenho uma comida favorita.
Ah, então é lasanha e Stroganoff, vai, pronto.
É o quê?
É uma das minhas favoritas.
Coloca o seu e o meu, né, que vai facilitar a outra.
Eu tenho um bom de... Eu gosto muito de... Gosto muito de estrogonofe, eu gosto muito de açaí.
Você quer açaí? Tem aqui embaixo.
Eu quero.
Quer? A gente pede.
Não, eu já vi que tem uma das minhas favoritas aqui embaixo, que é poke.
Amo poke.
Ai, delícia.
Eu vi. Esse prédio aqui é o acontecimento, que tem um hambúrguer também japonês.
Ai, gente, eu tenho várias favoritas.
Difícil, viu? É difícil. Você quer açaí com queijo?
A gente pega.
Não, mas a gente vai sair para jantar daqui a pouco.
É?
É.
Tá bom. Próximo.
Qual é a pessoa famosa que ela mais admira?
Admira? Que ela mais admira?
Ah, eu sei o seu, eu acho.
Ah, eu sei o seu também, que, né, deu até choro. É, eu vou contar isso.
Ah, já sei, eu sei qual é, já vi o vídeo, maravilhosa. Se for o que eu tô pensando, é maravilhosa.
Com certeza é, que ela chorou.
Mas o seu eu não sei, mas eu vou ter isso.
Ah, eu vi também.
O seu, Larissa Manoela.
Mas eu vou ter Cristiano Ronaldo.
Verdade. Disciplinadíssimo, atleta, bonito.
Não, ele é muito...
Disciplina pura, eu sou fã dele. Incrível o que esse homem conquistou, né?
Nossa, e a Larissa também é incrível.
Larissa Manoela. A gente tava no restaurante quando de repente bipa o celular da Antonella que Larissa Manoela começou a seguir ela, juro. Ela fez assim: "Mamãe, mamãe". Começou a chorar.
Começou a chorar muito. Foi ano passado.
Atrasado.
E aí minha mãe fez uma surpresa... Não, foi ano passado.
Ah, foi ano passado.
E aí minha mãe fez uma surpresa pra mim ano passado.
O encontro das duas.
Eu vi, uns mema, não? Coisinha assim?
Foi, gente, eu desabei na frente dela, comecei a chorar muito, não conseguia falar.
Ela é um ícone, né?
Ela é maravilhosa.
Pouco educada.
E um exemplo pra geração.
Quando eu era pequena, ela fez um show lá na minha cidade. E aí foram todas minhas amigas, não sei o quê. E aí eu não consegui ir, fiquei muito triste. Minha mãe me levou até o Rio de Janeiro.
Tirei ela de Minas Gerais, fui pro Rio de Janeiro, peguei estrada com ela pra levar ela no show da Alice in Chains.
Ai, o que mãe não faz por filho, né?
A gente acertou tudo até agora, gente.
Tá indo super bem.
Próximo. Qual é o sonho dela que ela ainda não realizou? Perdão, eu li.
Mas acho que era você, não?
Isso eu também não... Não tô nela. Não tenho ideia, realmente não tenho ideia. Eu vou falar... Não sei.
Vou botar um aqui.
Casar, ser mãe... Ser mãe não, já ótimo, já tem um casal, que isso?
Não, pra mim.
Não, ela, uai. Ah, sim.
É que ela é nova ainda, mas né, não deixa de ser.
É esse mesmo que eu vou colocar.
Casal de jato. É um jato, é o meu sonho.
Vocês querem ter um jato?
Não, não é que... Vamos lá, gente, um avião facilita a vida, né? Exatamente, né?
Mas espera aí, pra onde?
Nossa, olha aqui, vê quanto custa uma manteiga.
Não, mas é... Não, eu sou muito boa de valores. Ela é muito boa de valores.
Lá mais.
Não, mas eu nem pensando em custo, nem nada disso. Mas é porque, por exemplo, tem semana que a gente tem que vir duas vezes. Essa semana mesmo. A gente ia vir terça e voltar na quarta. Eu ia respirar. Eu ia vir segunda e voltar terça. Respirar quarta no Rio, voltar pra hoje e ir embora amanhã.
Pode ser um helicóptero. Mas aí o helicóptero já vai jato logo. Já vai tão jato.
Ah, eu acho mais seguro. Né?
Acho melhor no avião comercial, que tem mais gente. Aí menos chance de cair.
Pronto.
CD mesmo?
Tá maluca, muito! É pra dar a senha das pessoas, né. A hora que chegou, é mais gente, é mais difícil acontecer. Sou muito cagona pra avião. Sério?
Porque a Rivotril, né.
Muito medo.
Sério?
O último avião que eu peguei, ele arremeteu, pingou e voltou. Na hora que ele pingou, eu já tava com Rivotril aqui, ó. Deus me perdoe, eu tenho receita. Aí eu tava passando mal, eu falei assim: "Eu não vou morrer dele voltar, eu vou morrer de infarto". Preciso me acalmar.
Vocês sabiam que uma vez eu já passei, tive uma turbulência que apagaram todas as luzes do avião?
Eu já tive que parar em outro aeroporto porque tava acabando a gasolina.
É, a gente passou muita coisa. Agora, você, quando você tá com seus filhos, você sente que é diferente ou não?
Pior, pior, muito pior. É do avião, sim.
A minha mãe, ela sempre—
Ela costuma entrar no avião com os meninos. Ah, sabe que se morrer, morre todo mundo?
Eu tenho, assim, eu tenho uma preocupação de verdade, porque sou eu e os meninos, assim, sabe? Então eu fico sempre, desde pequena, o meu medo, meu único Meu maior medo sempre foi faltar pros meninos, só. Esse era o meu medo da vida. Então, sabe? É só por isso, meu Deus.
Nossa, mas... Ai, eu sou super tranquila, que a Marcia Stiver disse que eu não vou morrer de avião.
Amo!
Amo!
Eu não vou morrer de queda de avião.
Eu fui não perguntar pra ela.
Mas por que ela falou isso?
Porque eu perguntei pra ela. Mentira! Se eu ia morrer de avião, né, pra eu não ter medo. Porque eu comecei a ter medo. E ela falou: "Não, você não vai morrer de queda de avião, não." Gente, eu adoro ela. Falei: "Vai viver muito?" Falei: "Ah, não." Toda vez que a gente vai viajar com a equipe, eu: "Gente, fiquem tranquilos, eu tô aqui, não vai cair. Fiquem tranquilos, não vai ser dessa vez." Ai, Deus, que me livre daquelas questões.
Pelo amor de Deus. O que tira ela do sério?
O que tira Antonella do sério?
Tudo.
Que eu faço?
Não, não precisa que você faça.
Ah, ok, sorry.
O que tira ela do sério?
Tá.
Talvez personalidade nos outros, né?
É isso que eu vou colocar.
E eu ia falar o atraso.
Ai, já vai pegando as perguntas, gente, pra gente também fazer, né? A gente não ia esquecer.
Please. Pode ir?
Pode.
Lentidão. Lerdeza.
Odeio também lerdeza.
Ansiosas, claramente.
Sim.
Ah, lerdeza de qualquer pessoa.
Mas é diferente. O seu é lerdeza. Não, é o contrário, na verdade. O seu é lentidão e o meu é lerdeza. Eu não consigo com gente lerda, que tipo Tipo assim, você fala a mesma coisa, a pessoa demora a entender. A minha mãe, ela já se irrita com a pessoa, tipo, sabe? E a pessoa devagar.
Contaram movimentos rápidos que a Carla riu horrores desse médium.
Ah, é porque a minha mãe tá me treinando pra ser mais rápida.
Eu já acho que eu sou muito mais rápida do que o pessoal da minha idade, assim, sabe?
Eu percebo convivendo com eles. Mas pra minha mãe, eu sou muito lenta ainda. Então, por exemplo, às vezes ela fala um trem, ela traz: "Procura essa maquiagem". Eu tô procurando, ela: "Não é assim, Antonella, é tipo assim".
"Não, que isso, gente, não é assim." Não é isso, é porque tudo é treinamento. Tudo é treinamento, né?
Eu tô aprendendo muito aqui.
Tudo na vida é treinamento. Então, quando ela falou que a minha mãe tava me treinando, porque a gente conversa muito disso, né? Mas, por exemplo, se a gente tá com pressa e ela vai pegar alguma coisa, não é assim. É: "Antonella, movimentos mais rápidos, mais precisos." Ela vira pra mim e fala: "Movimentos rápidos." Movimentos rápidos.
Eu entendo, juro. A Bia já perguntou pra mim: "Por que a gente tá sempre atrasada?" "Estamos atrasadas". É verdade.
Ela perguntou pra você.
E às vezes nem tá. É porque eu sou tão acelerada que ela acha que a gente tá atrasada saindo.
Mentira!
Que dó!
Ai, agora eu tô começando a...
Eu tô achando muito mais calma. Sério?
Você tá achando? Eu também tô me achando.
O que você tá fazendo?
Eu acho que tendo mais conscientização das coisas, assim. Tipo, pensando mais no momento. Eu realmente entendi que a prioridade é a minha família. Ai, que lindo. Então assim, quando eu tô com paciência...
O outro que espere que não foda a vida dele.
E eu fico pensando assim, ela só tem 6 anos, ele só tem 3 anos.
O quê?
Pode ir embora, espero que não faz sentido. Que não pode, que não for... Entendemos.
Apareceu mesmo. Mas, gente, eu fico toda hora, toda hora eu fico pensando, ele só tem 3 anos, ela só tem 6 anos.
Eles são tão lindos, né? Nossos filhos são lindos, vai.
São.
É verdade.
6, eu contando, é ótimo.
Mas o Davi é super calmo, né?
É super calmo.
É que ele não tá na idade que... Ele tá na idade que ainda quer andar com você, né? Porque chega uma fase que não quer mais andar com a mãe, né? Adolescente.
Não sei se o menino é... A Antonella não viveu essa fase, não. De quê?
Não, mas não teve dos 12 ali que já não... Que queria sair?
Viveu. De fato, os 12 são terríveis. É, ali é complicado mesmo. Tanto que não quer tirar foto e tal. Você tem razão. Mas eu não sei como é menino assim, como vai ser. Porque é tão diferente, né?
Que menino é muito apegado, né?
Muito!
Nossa!
Muito mais de empurrar, de ir, de... né?
Jura?
O Caio... Claro! Antonella, nossa! Falou "aja", pegou o "zê".
Tá vendo?
Não sou eu.
Não, mas é isso mesmo. A minha mãe, ela é muito grudenta, muito grudenta. E o meu irmão, ele gosta do grude dela, ele dá o grude dela de volta.
Grude é toque físico que ela tá falando, tá?
Então, por exemplo, a minha mãe aperta da Vi "Vivian, mas você me aperta, eu tenho pavor." Sério?
Hoje...
Ela fica assim, ó.
Eu não gosto.
Eu tenho pânico de ela pegar no meu cabelo, assim.
Porque meu cabelo já é muito leve.
Então, com a minha mãe, tipo, é diferente.
Ah, é diferente.
Eu também, eu também. Eu agarro muito o meu irmão. Mas eu agarrar, não Mia agarrar.
A minha mãe e eu, tipo, a gente é muito melhores amigas, mas a gente não tem toque físico. Esses dias ela pediu pra eu gravar um vídeo com ela, tipo, que era no colo. Eu falei... "Ah..." Aí eu: eu não gosto." Agora, meus filhos, não. Meus filhos, eu esmago. Aí ela fica: "Pô, mas eu sinto a mesma coisa por você, eu quero te esmagar." Aí eu: "Tá, vai esmagar." Mas eu entendo.
É tipo, eu... Dá muita vontade. E eu também quero esmagar o Davi. O Davi não deixa eu esmagar ele, ele só me esmaga.
Ah, tá vendo?
Mas eu tenho isso assim, de quando é por cima, eu me sinto presa, entendeu? Aí eu...
A gente chegou hoje no quarto do hotel, aí na hora que a gente chegou eram duas Eram duas camas de solteiro. A gente até falou isso nos stories, né. Eram duas camas de solteiro. Aí ela entrou no quarto primeiro, ela falou: "Ué, mamãe, colocaram duas camas de solteiro. Não colocou uma cama de casal pra gente?" Aí eu falei: "É porque eles não sabem que a gente dorme agarradinho". Porque a gente dorme junto. Mas o agarradinho com Antonella é assim, na mesma cama, uma de cada lado. Com o Davi não, é assim, ó. Ai, gente...
Mas eu acho que é muito menina e menino, sabe? Muito, não sei. A Lua não é mais independente assim também?
Sim, mas essa parte do toque, a Lua é muito. Muito, muito, muito. Mais do que eu, ela é muito. Eu amo, né.
Nela, eu amo.
O Ravi também é muito do toque. Porque tudo que a Lua faz, o Ravi faz.
É assim, é igual o Davi Antártida.
Tudo.
Acabou? Acabou, as perguntas acabaram.
Agora vai ter pergunta da galera que mandou na caixinha.
Vocês mandaram muito!
Vamos pegar as perguntas.
Deixa que eu já guardo pra vocês. Não, fica aí.
Mas eu tinha uma também enquanto não... Ah, já tá vindo.
Gente, elas estão muito conectadas.
Ai, não falamos sobre isso. Vai fazer festa de 18?
Então, eu até falei num vídeo passado que eu não ia fazer, só que agora tá chegando também. A gente tá chegando assim, falta um ano. E eu tô me animando de fazer.
A sua primeira festa foi de 16?
Foi.
De 15, você não fez?
Não tive de 15. A gente fez o de 16 como uma de 15 mesmo. E aí, eu tô pensando em fazer de 18. Não sei se tão grande como foi o de 16, mas tão legal quanto.
Mas a gente tem uma data que a gente fala sempre, que ainda vai demorar um pouquinho, mas que a gente vai fazer. Que vai ser os 20 da Antonella e os 40 da Natália. Então vai ser muito legal. Essa, a gente quer fazer uma festa assim...
Sabe? Que legal, já dá pra, tipo, perto dos dois assim, meio que.
É, no meio do caminho.
Legal.
Quando você faz? Que mês?
Março. Ai, você tá puxando o meu filho.
Ela pegou, puxou meu filho, gente.
E você faz aniversário quando?
Julho. É no meio do caminho ali, a gente faz em junho.
Julho e março?
É, a gente consegue fazer em maio, junho.
Você, que dia de julho você faz?
6. E você? Você faz em julho também?
Não, mas você é canceriano?
Ah, sim. Eu sou pisciana.
E você?
Eu sou escorpiana.
E você?
Sou leão.
Ai, que lindo! Você é meio fajuta, esse leão, né?
Ah, é verdade, eu sou mais capricórnio.
E o ascendente, qual é de vocês?
Capricórnio, muito mais eu.
Eu sou leão. E o da Antonella é câncer. Virginiana. A sua lua que é em câncer.
Nossa, eu não tenho nada de leão, sério.
Cadê essa virgem aí que organiza?
Ela ainda não veio, mas vai uma hora.
Diz que depois dos 28. É isso aí. "Antônia, você pretende fazer intercâmbio?", perguntaram.
Ai, eu já fiz um, mas não longo assim. Eu fiz um de um mês agora, em janeiro, pra Londres. E foi muito legal! Foi muito!
Sozinha?
Eu fui sozinha, sem conhecer ninguém. E eu fiz um dos meus melhores amigos, que é o John. Que eu conheci ele no intercâmbio. Ele, coincidentemente, é do Rio de Janeiro também. Aí não se desgrudam, né?
Amor meu, que demais! Como que é a relação de vocês sobre assuntos de namoro?
Maravilhosa! Maravilhosa! E nessa idade que a Antonella tá, é muito divertida. Que legal! Que a gente fica dando pitaco, rindo...
E o ótimo também que minha mãe engatou, aí eu também opino do dela. Como foi assim? Dou não, né? Senão vão achar que você tá namorando. É, mas eu tô entendendo o que você falou.
Não, mas de verdade, pô, é normal, né?
A gente tá vivendo essa fase juntas, aí a gente, tipo... Eu falo, né, eu opino no dela, ela opina no meu.
Arrasou! Ah, vocês trocam? Não, trocar não! Trocam opinião! Trocam sobre, tá louca? Que isso, meu Deus, que horror! Gente, vocês que estão com essa mente! Vocês trocam sobre, troca!
Claro, porque sim! Exatamente.
Pelo amor de Deus! Eu ia perguntar, porque você passou por uma separação. Você falou, você conversou com eles antes? Como é que foi essa, em relação a eles, sabe?
Ah, eu sempre vou ajudando muito, né, mãe?
Ah, eu vou! É, foi, não tem como, né? Tudo é conversa. A conversa resolve tudo, né? Dando opinião. É, dando opinião. Hoje a Antonella dá opinião.
Minha mãe também. Claro, gente, porque... Ah, vou falar. Tipo, quando... Até fiquei gelada quando eu falar.
É que eu tava pra lá e juro.
Ela fica assim, eu penso: "Caveira!" "Caveira, caveira, tu vai ver!" Não, não é nada demais. Mas, por exemplo, quando a minha mãe tem essas decisões, por exemplo, terminar relacionamento, eu vou lá, eu dou minhas opiniões, eu ajudo ela. Mesma coisa quando eu terminei, ela foi, me ajudou. Então a gente tem muito disso também.
Sabe o que eu ia perguntar? Você é, talvez pros amigos da Antonella, sabe aquela mãe daora? Porque minha mãe era essa mãe. Tipo assim, sabe tudo, não só dela, mas dos amigos também. Quem pegou quem, quem traiu com quem, quem fez com quem, com quem. Minha mãe era essa mãe. Aí tipo, todo mundo queria contar pra minha mãe, porque as outras mães eram tipo assim, não podia fazer saber.
Então, eu converso com eles, eles conversam, né, a gente troca. E lá em casa, nossa casa é muito o centro, assim, sabe? Vive... Eu sempre quis que a nossa casa que você desse, né. Então vive cheia de jovens, de adolescentes, né. Então eu tô ali, então eu vejo, escuto, converso, dou pitaco. Aí chega um amigo que tá ficando com uma menina, eu que tô ali, entendeu? Isso é muito bom. E é o que, de verdade, o que eu sempre sonhei. Era que eles viessem, sabe.
E a gente tá conseguindo.
Eu vivi isso com a minha mãe, deu super certo. Muito, porque eu nunca fiz nada escondido. Eu sempre podia contar, confiar nela. Nunca usei droga, nunca fiquei com alguém que não deveria. Mãe é mãe.
Ninguém nunca, na verdade, vai amar os nossos filhos como a gente. A gente não tem nenhum outro sentimento. A gente só quer o melhor, o bem deles. E a gente passa eles na nossa frente, então...
Poxa, não é? Você, agora falando de mulher, assim... Quando a gente se torna mãe, a gente sabe o quanto a gente se deixa de lado, né? E você passou por isso com 20 anos, super jovem. Abdicou de muito da sua vida, né? É, pra cuidar deles. Quando você acha que foi a virada de chave que você voltou a se enxergar como Natália?
Muito claro pra mim, muito claro esse momento, né? Hoje, ao longo da minha jornada na internet, esse é um dos pontos que mais me conectam, assim, com as mulheres, que é o fato delas falarem: "Natália, como você administra, né, tão bem, assim, mulher, mãe, trabalho e tudo mais?" E tem um momento histórico na minha vida, que era eu, Antonella, um mês, eu tava naquele um mês do primeiro filho, que só quem já passou sabe como é, não é verdade?
E eu tava lá encostada assim, juro, assim, ó, cabeça aqui, era a cama, cabeceira, parede. Calma aí, deixa eu só tossir. E eu encostada aqui, ó, Antonella no peito, assim, acabada, eu tava acabada, não aguentando mais. A mamãe entra pela porta do meu quarto no quarto e ela olha e fala: "Natália, minha filha." Eu falei: "O que foi?" Ela falou: "Minha filha, minha filha, você tem que se cuidar, olha pra você." Ela falou: "Natália, sua sobrancelha tá junta, sua unha tá desse jeito, seu cabelo..." Ó, seguinte, quando a bebê acabar de mamar, mamãe vai ficar com a bebê e eu quero que você vá pro salão, eu vou ligar pro salão agora e "Mas você sempre vai lembrar que você precisa se cuidar.
Então hoje é o primeiro momento disso. A partir daqui é com você. Então você vai se cuidar". Eu falei: "Tá bom, tá bom". E isso é muito interessante, porque pra uma mulher naquele momento ouvir isso, eu poderia ter levado pra um outro lado, tipo, sabe?
Assim de: "Pô, mas ninguém me entende, você não me entende".
Aí é difícil. Eu não conseguiria. Pronto, aí. Eu, com 1 mês, só queria dormir. Assim, eu não vou gastar a minha hora no salão nem Eu só queria dormir, só dormir, mais nada.
Então, aí eu segui o que ela falou. E de fato, na hora que eu fui pro salão e que eu dei uma respirada ali, sabe. Imagina, 19 anos, 20 anos. Sair daquela realidade, mudar pra outra. Mãe, leite, cheiro, aquela coisa. De fato, me vi mulher de novo, sabe. Assim, né. Antes era uma menina e depois eu tinha me tornado uma mulher. E aí, eu gostei do que eu vi.
E eu falei: "Nossa..." É, no segundo filho, já fui assim. Segundo filho, esquece. Nossa, total!
É só mãe pra falar isso pra você, né.
Só, da Antonella, sabe quanto que eu pesei? Eu vesti 34, eu vesti 46. Eu pesei 92 quilos, eu pesei 92 quilos. Engordei 30 quilos. Porque foi com 19 anos, eu queria comer meus sentimentos, foi, minha vida transformou loucamente, parei de estudar, abandonei faculdade e tal. E do Davi não, engordei 8. Já foi outra gestação, entendeu?
Não, muito mais madura, então assim...
Tinha idade da vida. "Vamos gravar, Vi".
É, não, total assim.
Outro momento faz diferença, né? Faz.
Teve várias que vocês responderam, mas tipo, vamos achar umas legais. Acho que essa é fofa. "Se pudessem reviver um momento da infância, qual escolheria?" Já sei o que você vai falar.
Não vou falar as viagens de carro. Não? Eu tô pensando em alguma coisa, calma.
Tinha certeza que você ia falar isso, é tão legal e você sempre é muito presente na nossa vida.
"Conta essa, vai." Ela pensando em algo melhor pra surpreender a mãe dela.
Olha como a sobrancelha dela é linda, olha.
Não é? Nossa, sim.
Eu fico babando, cílios e sobrancelha.
Os cílios é dela? Agora eu tô positiva. Ah, tá. Eu ia falar: "O quê?" "Olha a máscara, qual é a vitamina." Na hora que eu falei, eu pensei isso.
Falei: "Cara, mas agora não dá." Falei: "Calma aí, calma aí, não é possível que é natural, hein." É, não, acho que foi isso. É isso, vai, conta aí. É que eu e minha mãe, a gente sempre... Antes da Vi nascer, era muito eu e minha mãe, assim. Minha mãe. Eu e minha mãe, muito juntas. E a minha avó, ela mora em Minas, só que ela mora em outra cidade, que não é a que a gente morava. Que dá mais ou menos 2 horas de onde a gente é. E aí, então, a gente sempre, todo fim de semana, pegava estrada juntas.
A minha mãe com, sei lá, 28 anos, eu com 8. E aí, a gente cantando música a estrada toda, assim. Juntas, cantando.
Conversando. E não só pra casa da mamãe e do papai, dos meus pais, né. Mas pra outros lugares, a gente sempre foi muito assim, "Antônia, vamos entrar no carro e vamos".
E minha mãe sempre gostou muito de uma coisa que eu odeio, que é viajar de carro.
Meus pais são concessionários de carro, 52 anos. A gente é um dos grupos mais antigos de uma marca, não vou falar o nome aqui. Mas pode falar? Pode falar, Chevrolet. A gente é a sua sangue Chevrolet. Então nós somos concessionários. Então o carro pra gente é muito presente.
Entendeu? Então... Então você ama dirigir também, estrada?
Amo! Eu sou muito parceira.
E vai parando, e vai vendo as coisas, vai olhando...
Eu adoro viajar quando eu tô no banco da frente. Tão pertinho...
E quando eu tô no banco de trás, que quando... Por exemplo, a gente já foi de carro pra Bahia, saindo lá do Rio. A gente já foi de carro...
Pandemia, estourou pandemia, eu falei: "Vamos pra Bahia".
A gente já foi de carro pro Uruguai. E aí não é legal no banco de trás, gente. No banco de trás não fica bacana.
Nossa, eu concordo. Pior que eu passei mal no banco de trás.
Mas existe a questão de idade, né? Não tem como uma criança de 6 anos "Vai pra frente, entendeu?" É, não dá.
Aí eu tinha que sofrer enquanto isso.
Pronto. Aí depois fez 8, já dava, né?
É, esse momento a gente ama.
"Como é lidar com críticas em períodos de polêmica?" Verdade, a gente não falou sobre isso, né?
Como que foi pra você que já vive esse meio há muito tempo? Não só tá lidando, mas ver a sua filha tendo que passar por exposição, comentários que você sabe que não são positivos, mentiras muitas vezes. É mentira mesmo.
Como que foi? Muito presente, né? As pessoas acham que o que elas estão falando é uma verdade absoluta. E na verdade, quase nunca aquilo ali que eles tiram de qualquer lugar é real.
Posso falar rapidinho?
Pode, só um adendo. Antonella, a gente tem uma máxima lá em casa que é o seguinte: não ficar mergulhando, descendo no mundo dos comentários, sabe? Sim, verdade. Principalmente no TikTok, principalmente lá.
Pra mim, o pior é o Instagram. O que você subia?
Nossa, pra mim é TikTok.
TikTok, as pessoas ali insistem.
Pra mim é páginas de fofoca e notícia.
Pra mim é o Instagram, porque o meu problema assim, quando eu sofro hate, é muito difícil o meu hate ser de pessoa nova, é sempre de gente velha. Sempre. E vem do Instagram.
De mais velha, né, Antônia? Ai, gente velha.
Gente do Instagram assim, que vem as coisas de site de fofoca. E não sei se é porque não tem a cabeça de jovem, aí não pega as piadas. As polêmicas da minha idade, assim, por completo. E aí, veem, tipo, uma coisa e não entendem tudo. E ficam me atacando, tipo, super, assim, falando... E eu sou muito forte, assim, pra comentários que as pessoas fazem de mim. Graças a Deus, eu não ligo, assim, de verdade. O que me deixa um pouco chateada são quando os comentários são sobre coisas que não é verdade.
Tipo: "Ai, Antonella..." "Ah, ela fez isso, isso, uma coisa que eu não fiz". Aí eu fico chateada, porque não tem como, tipo...
Isso não tem como não ficar, eu também fico.
Mentira, ué. Mentira. Mas quando a pessoa tá falando de mim, tipo: "Ah, não gosto do cabelo da Antonella". Nossa, ela... Tipo, às vezes falam do meu nariz também, eu não ligo pra isso, eu não ligo, sabe?
Mas você não é o tipo de pessoa que vê uma mentira e reage, fala: "Isso aqui é mentira". Você fica quieta?
Quase nunca a gente reage. Quase nunca respondo. Quando respondo, às vezes eu respondo zoando de volta.
E tem uma técnica também, assim, que eu aprendi que é muito boa. Porque quando você lê uma inverdade, uma mentira ali, né, a primeira coisa é você querer falar: "Poxa, sabe o que eu faço?" A gente escreve, tipo assim, escrevo como se fosse responder. Gente, dá um alívio tão grande. Aí você apaga e não responde.
Ai, meu alívio não some não, meu alívio só some quando eu mando.
Eu mando e bloqueio logo em seguida.
É, eu acho que é muito mais fácil isso, bloquear. Eu saio bloqueando, entendeu? Tira daquela pessoa dali.
E aí, minha mãe sempre fala uma coisa que é muito verdade, assim. Que eu tô sendo, por exemplo, digamos que eu tô sendo muito atacada. Aconteceu alguma coisa, tá sendo atacada. Bombardeada de mensagem. Quero ficar mal por conta daquilo. Ela fala: "Antônia, se você desligar o seu telefone, sua vida aqui fora vai estar normal, não vai ter mudado nada." É só ali dentro, dentro daquele negócio ali. Por quê?
Porque aqui, ó, você mergulha, literalmente, entendeu?
Porque pessoalmente, ninguém para pra falar que não gosta do seu nariz, que não gosta do seu cabelo, que não gosta do quê.
E aí quando você tá vivendo, a cabeça tá lá dentro do telefone, você perde essa noção daqui. Então, eu, na primeira vez que eu falei isso com ela, era minha filha, presta atenção, eu lembro direitinho onde estava, no seu quarto, lá em frente, no armário, lá na outra casa. Eu virei pra ela e falei: minha filha, olha só, se a mamãe pegar esse telefone aqui e jogar pela janela agora, vem aqui, olha na janela, olha o mar, tá tudo igual, os carros tão passando, a vida tá igual, você tem escola amanhã, "Manhã, tá tudo normal. Então respira que tá tudo bem.
Esquece isso, repete." Mas como que foi pra você a decisão de se expor pra defender ela, né? Tipo...
Foi só quando saiu, né? Passou de um limite de adolescente e adolescente. E entrou... Adultos entraram ali e passaram um limite que, ao meu ver, né? Foi excedido. E então... Então, naquele momento, eu falei: "Bem, né, vou ter que..." Aí desceu aquela mãe do...
"Vou lá na escola e vou falar!" Exatamente, aquela ali, entendeu?
"Mostra a foto, filho!
Mostra a foto agora!" Exatamente isso. Eu entendo, minha mãe já me defendeu muito.
E assim, pra aquele pronunciamento, não teve preparação, não teve texto, não escrevi nada, não foi nada, assim. E eu abri o TikTok, gravei. Ele, na hora que eu ia publicar, deletou meu vídeo.
3 vezes, ela, tipo... Eu gravei 3 vezes seguidas, na minha cabeça.
Da mente. O telefone esquentou. Esquentava, porque era 10 minutos, foi 10 minutos. Não posta não, posta não! E aí eu postei meia-noite, foi meia-noite, vai causar.
Mas foi ótimo. E você avisou ela que ia postar ou não?
Falei, eu falei com ela.
E você não queria?
Eu falei, ó, hoje à noite, quando eu terminar de trabalhar, quando eu ajeitar tudo e etc., eu vou fazer um pronunciamento.
E assim foi, entendeu? Mas é difícil também separar, né, essa vida da internet pra vida real. Que, tipo, você tenta não pensar, você fala: "Não, acabou, acabou. Se eu desligar o celular, acabou". Mas às vezes tá ali fazendo um negócio, você fala: "Ai, meu Deus, será que eu vou lá ou não?". Dá aquela vontade de ficar olhando, né?
Realmente, assim, tipo, as pessoas só têm coragem de falar quando estão atrás do telefone. Com certeza. Muito engraçado isso, que teve uma vez que eu fui entrar, não sei se aquela é a sua amigo, há muito tempo, assim. Fiquei com umas amigas. Amigos, é um site que vai, tipo, você vai se conectando e fica em chamada de vídeo com pessoas do mundo inteiro, assim, ele te coloca. Aí um amigo meu entrou e sem me mostrar, falou assim: "O que você acha daquela Antonella Braga?" Aí uma menina: "Nossa, ela é insuportável, não suporto ela." Aí ele: "Então dá oi pra ela aqui." A menina, na hora, desligou. Tipo assim...
Óbvio! E às vezes quando você responde, a pessoa fala: "Ai, nossa, nem acredito que você me respondeu, eu gosto muito de você, não sei o quê." Que coisa, né?
Acho que tem a última aqui.
Se vocês pudessem trocar de vida uma com a outra por 24 horas, o que vocês fariam primeiro? Vamos fazer isso?
Vamos gravar isso? Vamos fazer um negócio desse?
Vai ser muito legal, cara.
A minha mãe teve essa ideia essa semana, ela já falou pra mim: "Por favor, vou pedir pra sua escola pra eu ficar, pra eu ir pra um dia no seu lugar." E você no meu.
E olha que interessante, eu tive essa ideia. A galera falando: "Ei, tá mal, Luca, por quê?" Olha só que louco, eu tive essa ideia e vocês trouxeram aí agora, tipo...
Foi a galera que me perguntou.
Desculpa, qual que é a pergunta?
O que vocês fariam primeiro?
Você no lugar dela, ela no seu lugar.
Eu arrumaria o quarto dela inteiro.
Pode arrumar, não precisa nem trocar de lugar comigo.
Pode ir, faz a limpa, arruma tudo.
Mas você é aquela que gosta que alguém arrume? Tipo, você não se importa?
Ai, não, você mexe em tudo, muda de lugar, não tô nem aí. Mas eu arrumar é um pânico, não consigo arrumar minhas coisas, infelizmente.
Vou mandar ela pra casa de quem pra voltar a outra? Pra sua ou pra sua?
Não, eu vou arrumar pra ela, melhor não mandar não.
Eu não tenho tempo também. Eu vou chamar a Nani. Eu tiro tipo assim, um sábado ou um domingo pra arrumar. Eu todo final de semana arrumo um cômodo, é tipo, que legal, de praxe.
Minha casa é bem grande, todo final de semana é um cômodo. Não, não como.
Que legal, adorei essa ideia, viu?
Eu adoro, eu faço muita coisa.
Amiga, você sabe que aquela brinquedoteca vai virar uma balada depois, né?
A brinquedoteca foi o pior pra organizar. Meu Deus, nem me lembro disso.
Não, mas quando eles forem adolescentes, você pode fazer uma balada. Ah, vai virar o inferno.
O inferno, já virou o inferno.
Não, mas vai ter a parte de cima que já vai ser buffet. Vai entrar em obra ano que vem. Ai, credo.
Que parte de cima?
Em cima da brinquedoteca, tem uma parte de cima. Vai fechar lá, vai ser um buffet de eventos. Porque eu gosto muito com festa, eu quero economizar.
Nunca nem vi essa parte de cima.
É pra fora da casa.
Ah, ela vai morar em Braga aí mesmo, tá vendo?
Não, vai construir um negócio, ela acha que vai gastar pouco, né?
Pra ser isso. Mas pensando tanto nos anos, é investimento.
É verdade. Ah, não, acho que a gente perguntou.
Acabou, você não falou.
Ah, é verdade. O que você faria?
Eu não sei também. Não falei, mas eu não sei. Eu acho que eu ia tomar todas as coisas que você toma, tipo whey, o tanto de coisa. Eu tomo um monte de coisa. Eu não gosto, eu não gosto.
Você quer ter o paladar dela pra ver o Sabe como que você gosta?
é? É tipo, de conseguir tomar essas coisas, vitamina, não consigo. Toma muita coisa? E tipo, a força da minha mãe pra tudo. Pra dor, pra tudo. Minha mãe é muito forte, assim, nas coisas. Eu sou muito fraca. A dor física, eu sou muito fraca. Você não vem com uma agulhinha, eu já tô em pânico, gente.
Tem que ter metal, né? Porque nem veio agulha, você já tá gritando, entendeu? Então é ela.
Tenho esse aqui, ó.
Se vocês pensam em lançar um produto de beleza É, a gente nunca fala não, nem a gente não fecha uma porta. Mas nesse momento, a gente tá na segurança.
Eu tenho ideia agora, mas a gente não sabe se na futura a gente tem que fazer.
E vem mais lançamentos de Tik?
Vem, esse ano, maravilhosa.
Já tem esse que é super copa, né? TikTok Collabs. Também, exato. E vocês pretendem expandir em produtos assim? Ou vai manter por um tempo pirulito? Pirulito. Legal. Então vem aí, né?
O que tá dando certo, a gente mantém, né? Pra não dar ruim. Isso! Arrasou!
Gente, foi muito legal conhecer vocês.
Obrigada! Nossa, eu amei muito mesmo, foi muito especial. Obrigada, foi um prazer saber mais de vocês.
Nós também. Ai, que bom!
Que bom! Gente, muito obrigada, espero que vocês tenham gostado. E agora aqui pra aquela câmera, ó. Um beijo, se inscreve no canal. E até a próxima! Beijo!
Bonobon
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