FRANCINY EHLKE NO DETECTOR DE MENTIRAS COM LUCAS RANGEL #4
🚨 Em mais um episódio do Detector de Mentiras, Lucas Rangel recebe Franciny Ehlke.Entre polêmicas, romances, uma amizade de muitos anos, fama e perguntas que prometem mexer com o passado, Franciny encara o detector e tenta provar que com ela a honestidade reina.Será que amigos não mentem mesmo? 🚨 Em mais um episódio do Detector de Mentiras, Lucas Rangel recebe Franciny Ehlke.Entre polêmicas, romances, uma amizade de muitos anos, fama e perguntas que prometem mexer com o passado, Franciny encara o detector e tenta provar que com ela a honestidade reina.Será que amigos não mentem mesmo?
Lucas Rangel
Franciny Ehlke
Mauro César
- Detector de MentirasFuncionamento do detector · Perguntas e respostas · Uso do botão de pular pergunta
- Conflito e ComunicaçãoEnvolvimento de cabeleireiro na fofoca · Ameaças e exposição na internet · Consequências para a amizade · Filtrar amizades
- Amizade Elsa e Tiago· EntretenimentoHistória de um antigo 'ficante' · Medo de perder a amizade · Aprendizado sobre fofoca e amizade
- História da Franciny EhlkeOpiniões diversas sobre o relacionamento · Lidar com comentários negativos · Terapia para lidar com a exposição
- Fofocas da InternetExpor amizades não públicas · Não sentir saudade de amizades passadas · Experiência ruim com Viih Tube · Experiência ruim com Kéfera
- Design visual e identidade da marcaMelhorias a serem feitas na marca · Inspiração em outras marcas · Bruna Tavares
- Piores experiências de gravaçãoExpectativa de simpatia com Viih Tube · Tratamento desdenhoso de Kéfera · Impacto das primeiras experiências
Lucas Rangel:Olá, eu sou o Lucas Rangel. Sejam bem-vindos ao meu novo quadro aqui no Pod Delas, Detector de Mentiras, onde vamos colocar celebridades contra a parede em busca da verdade. O convidado de hoje passará pelo desafio de responder 8 perguntas para o nosso detector de mentiras. E uma que te deu uma rasteira. Você vai contar a história?
Franciny Ehlke:Posso contar?
Lucas Rangel:E eu, como sou bonzinho, coloquei o alerta vermelho.
Franciny Ehlke:Eu prefiro não responder.
Voz C:Você vai pular.
Lucas Rangel:Vou, vou pular. Um botão que, ao ser pressionado, elimina uma das perguntas.
Franciny Ehlke:A pessoa assistiu.
Lucas Rangel:A pessoa assistiu o quê?
Franciny Ehlke:Ela viu, né?
Lucas Rangel:Calma que a gente vai falar disso. Será que o nosso convidado de hoje vai responder tudo? Foi de vídeo.
Franciny Ehlke:Você não sabia disso?
Lucas Rangel:Você ficou vendo ele e ele te xingando assim?
Franciny Ehlke:Não foi sempre que eu soube que você era gay assim. Eu achava que você era hétero ainda na época.
Lucas Rangel:Gente, estamos com a verdadeira aqui, tá? A Frella veio e falou assim: eu não vou mentir nessa merda. Bora! Toda semana eu tô aqui com meu querido amigo, o delegado Mauro César, que tá aqui com um detector de mentira, tá? Todo elaborado, porque ninguém vai passar por você, né? Estamos aqui hoje com uma convidada que todos vocês conhecem. Blogueira, empresária, mamãe, tá? Ela tá grávida agora. Amiga minha de anos, madrinha de casamento. A gente tem uma relação assim de muitos anos. Então vai ser aquele episódio gostoso de até lavar quebrar um pouco essa amizade. Eu acho que vai trazer um clima assim. Com vocês, Francine e Elke.
Franciny Ehlke:Oi, gente, tô bem nervosa.
Franciny Ehlke:E ó, eu não sei se essa história de amiga de anos vai continuar esse vídeo, né?
Lucas Rangel:Me conta uma coisa, você colocou todos esses aparelhos aí? Qual que é a sensação? Porque eu não coloquei.
Franciny Ehlke:A sensação é que você tá me colocando contra a parede mesmo.
Lucas Rangel:Você tá tensa?
Franciny Ehlke:Tô.
Franciny Ehlke:Agora que ele apertou aqui, eu fiquei: meu Deus, ele tá vendo tudo aqui, né?
Lucas Rangel:O que que são esses aparelhos que colocou? O que que mede? Olha, a gente vai ter 3 3 medições, tá?
Voz C:Uma é respiratória, para ver como é que você tá ali agindo às perguntas. A outra é dos batimentos cardíacos, para você ali conforme for batendo. E também as pontas dos dedos aí, é para que a gente tenha o nosso eletricidade nas pontas deles. Então quando a gente fica nervoso, a gente costuma suar.
Lucas Rangel:Tá pronta? Porque se decidiu ter a vida pública, vai ter que aguentar exposed.
Franciny Ehlke:Vamos!
Voz C:Antes de mais nada, tem uma pergunta que a gente costuma fazer, que é exatamente para ver se você está apta para fazer o nosso exame, tá? Você promete responder com honestidade todas as perguntas feitas nesse exame?
Franciny Ehlke:Prometo. Que horrorosa essa pergunta.
Lucas Rangel:Ele é delegado, tá, Francine? Ele pega uma algema ali, a gente sai te prendendo por mentir, tá? É justiça aqui. Vamos lá. Quando você compartilhou seu relacionamento, que faz o quê? Faz em torno de um ano mais ou menos, quando você decidiu contar do seu relacionamento, as pessoas tiveram opiniões diversas. Em algum momento, alguma dessas opiniões ou comentários ou algo que alguém falou te incomodou?
Franciny Ehlke:Sim, incomodou, porque eu ficava assim querendo muito provar que, principalmente quando estavam falando dele, que ele tipo, não, gente, ele não é essa pessoa, ele não é esse cara bravo, agressivo que vocês estão falando.
Franciny Ehlke:Então sim, incomodou bastante.
Lucas Rangel:Verdadeira, tá leve por enquanto. E entrando um pouco ainda dentro desse cenário assim, e hoje para você é uma coisa que você já conseguiu se desprender?
Franciny Ehlke:Sim, consegui. Assim, eu percebi que as pessoas, independente se elas verem seja feliz ou independente, se não, elas vão falar alguma coisa. Eu acho que quando tiver feliz, mais ainda. E aí eu acho que eu já trabalhei isso bastante, mas precisei de terapia, levava os vídeos para terapia de gente falando.
Lucas Rangel:Teve uma vez que eu acho que você ficou respondendo hater também.
Franciny Ehlke:Sim, sim, mas eu acho que assim, para eu responder, porque eu tô mais bem resolvida, sabe? Porque ano passado foi ali um momento que eu fiquei ali, meu Deus, será que, por que que as pessoas estão falando tanto isso? Eu fiquei um pouco insegura e com vontade expor menos a minha vida pessoal, sabe?
Lucas Rangel:Adorei, já começamos bem. O que você achou?
Franciny Ehlke:Eu achei que você ia fazer uma pergunta pior.
Lucas Rangel:Uma pergunta pior? Então bora para a próxima. Você acha que hoje tem a melhor marca de maquiagem do Brasil?
Franciny Ehlke:Nossa, não, não, acho que não. Acho que eu tenho que muito a melhorar ainda.
Voz C:Um pouquinho confuso aqui. Se quiser perguntar de novo para a gente—
Franciny Ehlke:Desculpa, vou explicar. É porque assim, falar que não fica um— aí o pessoal, ué, ela não Não é a dona da marca, como que ela não ama? Mas hoje enxergo coisas que eu posso melhorar, estou trabalhando nessas melhorias, sabe? Então é mais nisso assim. Eu não posso também passar em cima de outras marcas, né? Porque eu já falei isso no passado, eu falei assim: eu sou dona de uma das maiores marcas.
Franciny Ehlke:E eu fui super cancelada, então eu tô com um pouco de medo do cancelamento também.
Lucas Rangel:Por exemplo, de marca brasileira que te inspira, ou uma marca que você fala assim: eu gosto bastante dessa marca, tem alguma?
Franciny Ehlke:Tem, que é a Bruna Tavares, que ela—
Lucas Rangel:Que é uma querida, né?
Franciny Ehlke:Que é uma querida, ela não tem concorrência, nunca— nunca teve assim, sempre me deu muitas dicas e produtos maravilhosos, vende bem, ela é maravilhosa.
Lucas Rangel:As blogueiras amam a competição. E a Bruna Tavares, eu já vi várias vezes vocês juntas.
Franciny Ehlke:Sim, é, então vocês se dão super bem. Sim, e aí esse tempo até, de um tempo para cá, fiquei mais próxima dela porque eu falei, gente, tipo, a Bruna é maravilhosa mesmo.
Lucas Rangel:Tem um bar em casa, não tem um bar?
Franciny Ehlke:É maravilhoso, ela tem tipo um estúdio, um lugar de brinquedos, tudo de BT assim, muito legal. E a gente sabe, né, amigo, você sabe que já teve histórias de gente que não me apoiou ali, né, no meio, e enfim.
Lucas Rangel:Só disso. Francine, tem pergunta? E aí, tudo bem?
Voz C:Tá tranquila, tá bem.
Lucas Rangel:Aprofundamos e deu tudo certo. Tá, vamos lá. Se na época que a gente criava fic de casal eu tivesse falado pra você que eu tava realmente apaixonado por você, eu teria sido correspondido? Não.
Franciny Ehlke:Eu prefiro não responder essa pergunta. Você vai me humilhar agora?
Franciny Ehlke:Responde, Francine. Eu, na verdade, amigo, não foi sempre que eu soube que você era gay, assim, eu achava que você era hétero ainda na época.
Franciny Ehlke:Mas eu não via malícia na gente, não sentia. Eu não ia estar preparada. Só que assim, gente, a gente já ficou, isso foi a coisa mais estranha do mundo.
Lucas Rangel:Foi muito aleatório.
Franciny Ehlke:Foi, foi.
Lucas Rangel:E nunca mais aconteceu, inclusive.
Franciny Ehlke:Nunca mais.
Franciny Ehlke:E eu fiquei com muito medo assim, meu Deus, a gente não vai ser mais amigo.
Lucas Rangel:Até porque, abrindo um pouco dessa história, sem falar da parte do ficar, teve todo um decorrer Porque na época eu tinha acabado de terminar um relacionamento e a pessoa quase fez um voodoo da Francine.
Franciny Ehlke:E a pessoa assistiu.
Lucas Rangel:A pessoa assistiu o quê?
Franciny Ehlke:Ela viu, né?
Franciny Ehlke:A gente ficou—
Lucas Rangel:porque a gente na adolescência, né, se curte um bicho novo, acho que a gente tinha—
Franciny Ehlke:não, a gente ainda tem 20 e poucos, né?
Lucas Rangel:Sei lá, tipo 20 e poucos mesmo.
Franciny Ehlke:20, 21, né?
Franciny Ehlke:Mas enfim, não mudou zero, né, amigo?
Lucas Rangel:Assim, nossa relação, assim, depois assim, eu acho inclusive que a gente percebeu que a gente não daria um casal real. Eu tô pulando, você pode me falar. Desculpa, né?
Voz C:E aí, ela falou verdade com um pouquinho de nervosismo ali, mas ela falou verdade.
Franciny Ehlke:Nervosismo, ela não queria ofender, né?
Franciny Ehlke:Imagina, do nada você chorando.
Lucas Rangel:Não, você já falou não de cara, você já ofendeu o Francinho, você já começou ofendendo. Vamos lá, minha última pergunta, que depois vamos para comunidade, tá? Você já falou mal de mim ou da nossa amizade para alguém que eu não gosto?
Franciny Ehlke:Não foi mal, você sabe, né?
Franciny Ehlke:Você sabe que eu vou ter que contar, gente, mas eu vou ter que contar vagamente essa história para explicar.
Lucas Rangel:Você vai contar a história?
Franciny Ehlke:Posso contar?
Lucas Rangel:Tá, mas é aquela mesma história ou teve outra história?
Franciny Ehlke:Não, aquela mesma história, foi a história que aconteceu. Eu estava lá fazendo cabelo com uma pessoa e a pessoa estava falando de uma influenciadora muito bem, e eu estava elogiando muito grande, e eu estava elogiando essa influenciadora. Ele é meio fofoqueiro e ele tava muito tentando arrancar alguma informação minha, acho que pra levar pra lá. Porque ele é muito amigo dessa pessoa. E aí, ele ficou nesse papo e tal, até que ele chegou num ponto que ele falou assim: "Ai, essa pessoa não confia em ninguém, porque de influenciador, ela só tem amigo fulano e ciclano". E aí, eu sabia a história que ciclano falava mal. E porque você tinha me contado e outras pessoas tinham me comentado. Eu falei: "Ai, mas eu sei que..." "Essa pessoa ia lá e falava isso, isso e isso." Aí ele: "Sério?" e tal. Mas a gente já mudou de assunto. Aí o Ciclano começou a me ligar. E não tinha intimidade, eu não sou muito de atender telefone, assim. Aí depois dele ligar umas 3 vezes, eu atendi. Ele começou a meter a boca em mim, assim, no vídeo.
Lucas Rangel:Foi de vídeo? Você ficou vendo ele? E ele te xingando assim?
Franciny Ehlke:Foi muito humilhante.
Franciny Ehlke:Eu tinha que ter gravado a tela para processar essa pessoa, mas eu tipo, sabe quando você não tá preparado para isso?
Lucas Rangel:Você finalmente atendeu assim?
Franciny Ehlke:Aí eu descobri que—
Lucas Rangel:Mas eu tenho uma pergunta: quando essa pessoa te ligou, você sabia que era ligado a isso?
Franciny Ehlke:Zero, eu nem pensei.
Lucas Rangel:Você achou que era aleatório?
Franciny Ehlke:Achei que era aleatório.
Lucas Rangel:Você achou tipo assim, essa pessoa tá me ligando porque ela sabe que eu contei?
Franciny Ehlke:Não, eu nem lembrei, sabe? Nem achei nada demais assim ter falado isso. Aí descobri, né, depois, né, que o cabeleireiro Tinha falado pra influenciadora e pra ele, na frente dos dois, ó: "A Fran falou que você falava mal dela". E aí, enfim, ele negou, né, pra ela. E aí ele começou a meter a boca em mim, começou a falar que ele sabia de coisas minhas do passado, caras que eu já fiquei e tudo mais, porque você tinha contado. E aí, só que ele envenenou tanto a minha cabeça assim que eu fiquei assim: "Ah, sério?". Exagerou, porque ele também, eu lembro que você me contou Ele exagerou, falou assim coisas assim muito íntimas.
Lucas Rangel:É que ele tava num tom de ameaça pra você.
Franciny Ehlke:É, e eu nem lembrava se eu tinha te contado ou não, mas na hora eu fiquei assim: "Ah!" E ele ameaçou expor na internet e tudo mais. E aí eu desliguei aquela ligação e falei: "Olha, amigo, né? Não, olha, Ciclano, me desculpa, tipo, não foi a intenção, foi o cabeleireiro, tentou a todo custo, falei por falar assim, mas jamais imaginei que ele ia expor pra ela e tal essa informação." E enfim. Pedir desculpa e tal. E enfim, daí ele começou a inventar coisas assim. Por exemplo, ele tinha me bloqueado, falou que não, que ele não tinha bloqueado, que eu que tinha bloqueado ele, sabe? Umas coisas meio loucas assim. Só que eu fiquei assim, isso com você, eu fiquei na hora, eu fiquei tão envenenada com você.
Lucas Rangel:Só para entender, porque assim, a gente tá escondendo nomes porque a gente não quer confusão. Mas aí o que que aconteceu? Até então essa pessoa ligou para a Fran, ameaçou ela de volta, e ela desligou a ligação pensando assim: o Rangel é um filho da puta. Sim, ele fez fofoca, tipo assim, ela meio que pegou uma fofoca minha E levou. E isso gerou um bololô. Só que essa pessoa, assim que descobriu que eu tinha contado a fofoca, contou coisa de mim pra ela.
Franciny Ehlke:Isso, isso. Entendeu? Mas engraçado, né, que ele não falou que você falava de mim, nada, né. Falou, tipo, coisas assim... Que também não era nada demais, não era uma coisa... Mas você não falou, né? Depois eu fiquei assim: "Meu, não era nada demais". Tipo, tudo bem, eu também não ligava, né. Porque senão eu ia ter, tipo: "Orada, amigo, não conta pra ninguém". Mas enfim, passou assim uma meia hora, mais ou menos. E aí ele começou a ameaçar ligar pra você. Sei lá, pra meter a boca. Eu fiquei assim: "Meu Deus, não liga". Tipo, eu não quero confusão. "Ah, eu liguei pra uma pessoa que não gosta de você." E eu falei assim: "Ciclaninho, você... Por acaso o Rangel contava coisas minhas pra você?" Aí a pessoa falou que não, mas começou a falar mal do Brinco.
Franciny Ehlke:Aí eu vi que não tava mais, assim, a história tava indo longe demais.
Lucas Rangel:Eu quase trouxe ela aqui no Detector, né?
Franciny Ehlke:É, devia trazer, né?
Franciny Ehlke:Aí, enfim, depois acho que passou umas 3 horas, eu fiquei assim, mal, tipo: "Meu Deus." 'Esse clã não vai ligar pro Rangel, vai me expor na internet, não sei o quê.' Aí mandei mensagem para você e você— depois a gente deu uma tretadinha, mas não foi nada assim demais. Depois a gente se entendeu, porque percebeu que ele queria confusão mesmo.
Lucas Rangel:E eu acho que assim, na conclusão dessa história enigmática, se deu para entender ou não, tentem vocês acertar os nomes aí, que tem bastante nome para encaixar. Eu acho que isso fortaleceu nossa amizade, com certeza, porque eu acho que a gente também passou a tomar um leve cuidado com o que a gente acha que tá tudo bem levar, que o outro contou pra gente, pra um próximo. Porque esse foi o erro, sabe? Do tipo assim, no final a gente chegou na conclusão que eu errei em fazer a fofoca, eu errei também em fazer fofoca, e a gente, nós dois estávamos errados e somos dois fofoqueiros. E aí parece que a gente fez uma leitura do tipo assim, cara, eu gosto dessa amizade, é uma pessoa que eu quero ter na minha vida, e talvez por pouco eu perderia essa amizade, e talvez numa próxima perderia. Então você passa a fazer uma leitura assim, vale a pena eu, na coisa da fofoquinha levar uma intimidade do outro ou uma informação que o outro me trouxe adiante, porque a gente nunca sabe como as pessoas vão usar isso de forma maldosa, né?
Franciny Ehlke:Porque eu achava que o cabeleireiro era meu amigo, percebi que não, e a gente começa a filtrar muito mais.
Lucas Rangel:A Fulana achava que o outro era amigo dela, tanto que ela continuou achando, né?
Franciny Ehlke:Enfim, a gente começou a filtrar muito mais, né, as nossas amizades, né?
Lucas Rangel:Então vamos lá, bora agora! Ó, não apertou o botão, tá corajosa.
Voz C:Notoriamente ela ficou bem nervosa com a pergunta, teve uma variação ali no final, até teve um alívio.
Lucas Rangel:Eu acho que quando a gente conversou disso, conversou por telefone, não, a gente chegou a desligar um na cara do outro, lembra? Porque a gente se desentendeu.
Franciny Ehlke:Foi tipo, ai, Francine, não acredito que você falou isso.
Lucas Rangel:Aí ela fez, mas é você, vai lá com eles então.
Franciny Ehlke:Foi uma coisa assim, se a sua amizade com eles é mais forte. Mas aí você também, rolou uma DR sua com ciclano também, né?
Lucas Rangel:Rolou, porque depois eu tive que me entender Eu fiquei com a sensação meio assim, calma lá, mas você falava dessa amiga sua, hoje você pode não falar mais. E aí você vem trazer como se fosse uma inverdade, como se eu tivesse inventando. Internet, né, gente? Esse povo aí tem hora que tem que abrir o olho quem você tá botando dentro de casa, porque cada dia a gente tem menos pessoas dentro de casa, né, amiga? Agora, depois A gente abriu um livro aqui, né, amiga? Sim, meu Deus do céu! Ainda bem que a gente não falou o nome, senão a gente já ia pegar esse cartão SD e jogar lá no lixo. Vamos para as perguntas que vocês de casa fizeram. Pessoal da comunidade, seguidores, mandaram perguntas para Francine. Vamos! Primeira pergunta: uma marca de maquiagem que você nunca compraria? Você vai pular?
Franciny Ehlke:Vou pular, não quero.
Franciny Ehlke:Não quer?
Lucas Rangel:Não quer colocar?
Voz C:É, teve uma variação bem grande aqui.
Lucas Rangel:Única vez, tá?
Franciny Ehlke:É, mas era uma pergunta muito que eu não queria me comprometer.
Lucas Rangel:Você falou assim: eu não quero rivalidade, pelo amor de Deus. Tem várias ou uma só?
Franciny Ehlke:Nossa, tem várias, tem várias.
Voz C:Então aqui dá realmente uma verdade.
Lucas Rangel:Então tá, vamos lá, segunda pergunta: uma blogueira que você é grata. E eu acho que é no sentido assim: alguma blogueira que te ajudou ao longo da sua carreira pessoa e você tem esse sentimento de gratidão? Então existe essa pessoa?
Franciny Ehlke:Não, não, blogueira é você, amigo.
Voz C:Deu uma confusãozinha aqui na resposta.
Lucas Rangel:Francine, tem alguém que você tem uma gratidão?
Franciny Ehlke:Não, tem várias pessoas que tem gratidão, mas falar uma aqui, uma blogueira mesmo, não, uma blogueira, vou ter que citar a Bruna Tavares de novo, porque ali na época dos cílios ela me deu muito apoio, indicou fabricantes que outras pessoas não me indicavam, que eu já tinha pedido. Então eu vou indicar Bruna Tavares, é que eu fiquei pensando assim, uma pessoa que, sei lá, desde o começo me alavancou. Não, assim, sempre, né, nunca fui próxima de outras influenciadoras maiores.
Franciny Ehlke:E uma que te deu uma rasteira?
Lucas Rangel:Tô brincando, não tem essa pergunta.
Voz C:Ela fala, ela fala a verdade.
Lucas Rangel:Ótimo. Você já se arrependeu de algo que fez na internet? Se sim, o quê?
Franciny Ehlke:Já, de de expor amizades antes de conhecer a pessoa. Hoje em dia eu tenho amigos fora da internet e eu não exponho eles, não fico mostrando dia a dia com eles. Tanto é que eles vão, me visitam e tudo mais, eu não mostro porque eu não quero que as pessoas depois fiquem: ué, cadê fulana, cadê ciclana? E eu não queira justificar que a pessoa me fez algum mal, e sabe, não quero, não gosto de confusão. Então eu me arrependo disso.
Lucas Rangel:E isso, entrando um pouco nesse assunto, você tá falando mais de pessoas assim que nem são famosas, pessoas também amizades na sua vida que depois que desentendeu— não, desentendeu que eu tô dizendo assim, afastou, não quer dizer aconteceu alguma coisa— elas somem, mas as pessoas ficam com essa coisa de cadê, cadê, cadê, cadê, cadê.
Franciny Ehlke:É isso. E aí até hoje, né, ficam perguntando. E aí eu não quero justificar porque às vezes vai sobrar para pessoa virar ali uma, um ibope desnecessário.
Lucas Rangel:Nem gosto de pessoas não públicas, não é isso?
Franciny Ehlke:Tô falando de pessoas não públicas. Eu acho que esse é o maior arrependimento. Hoje em dia eu tento filtrar muito mais as pessoas que aparecem nas minhas telinhas dos stories.
Lucas Rangel:Então deixa eu fazer uma uma pergunta adicional aqui no meio disso. E dessas pessoas que passaram pela sua vida, que você viveu um momento e deixou de viver, teve uma amizade, não teve, alguma você sente saudade?
Franciny Ehlke:Eu vou ser muito fria, mas não, não sinto saudade. Verdade, eu sou muito fria, né?
Lucas Rangel:Não sente saudade?
Franciny Ehlke:Não, eu não sei, eu construo um ranço da pessoa ali que eu fico, meu Deus, como é que eu confiei? Como é que eu gostei? Assim, eu não consigo lembrar das partes boas, sabe?
Lucas Rangel:Quando aí tem esse É, às vezes eu tenho que lembrar para ver se é, sei lá, uma amizade que eu tive que foi pública, eu fuço. Se não é uma amizade que foi pública, aí eu tenho que ir lá no rolo de câmera.
Franciny Ehlke:É, e você começa a enxergar os momentos que viveu. Não sei se você também assim, nossa, essa pessoa foi interesseira nesse aqui, foi aqui. Eu acho que eu tava aceitando muito pouco, sabe?
Lucas Rangel:Gente, estamos com a verdadeira aqui, tá? A Frella veio e falou assim, eu não vou mentir nessa merda. Bora, última pergunta da comunidade. Qual é a pior pessoa que você já gravou?
Franciny Ehlke:Gente do céu.
Lucas Rangel:Essa é pra finalizar, tá? Você olhando pro botão e não tem mais como apertar.
Franciny Ehlke:Eu olhei várias vezes.
Lucas Rangel:A Fran olhou pro botão assim, ó. Oxi, devia ter falado uma marca que eu não compraria.
Franciny Ehlke:Tá, calma, preciso pensar.
Voz C:Ela tá realmente nervosa.
Franciny Ehlke:Não, coração.
Lucas Rangel:Mas você tem essa pessoa em mente?
Franciny Ehlke:Não, não. Não tem?
Voz C:Um pouco de confusão na resposta.
Lucas Rangel:Não mente, Francine. A Fran, não tenho.
Franciny Ehlke:Ele, mentira.
Lucas Rangel:Vou reformular a pergunta só para você entender. Não é uma pessoa que você brigou, é uma experiência ruim. Eu, por exemplo, tenho uma pessoa, posso falar? Se eu falar, você fala.
Franciny Ehlke:Deixa eu pensar uma pessoa específica, uma pessoa que não foi da minha.
Lucas Rangel:Para mim foi a Kéfera.
Franciny Ehlke:Sério? Sério. Por quê?
Lucas Rangel:Quem entrevista sou eu, Francine. Mas a gente nem se segue mais, mas aí foi outro desentendimento. Mas a minha experiência de— eu já contando, não vou contar nada, deixa quando for minha vez sentada aí eu respondo, se alguém quiser perguntar.
Franciny Ehlke:A única pessoa que que eu pensei aqui foi uma experiência ruim, que eu me arrependi um pouco, foi a Viih Tube. Porque no dia ela fala a verdade, mas preciso reforçar que depois ficamos muito amigas e Viih Tube já me defendeu várias vezes.
Franciny Ehlke:Então espero, Vi, não se ofenda no dia, né, no dia que você vê esse vídeo.
Franciny Ehlke:Ela vai vir aqui.
Lucas Rangel:Aí eu pergunto, você gostou de gravar com a Fran? Tô brincando.
Franciny Ehlke:Não, é porque assim, no caso Eu era muito pequena, eu acho que a Vi nem sabia quem eu era. E aí viajei de carro, meus pais me levaram de carro para gravar e tal. E eu senti que ela não, não me deu, sei lá, sabe? Eu esperava que ela fosse mais simpática. Então assim, eu gravei aquele vídeo, fiquei meio nervosa, fiquei meio engessada.
Lucas Rangel:Pois foi um vídeo lá, ela fala a verdade. Não foi encontrinho, não foi nada, vocês marcaram de gravar pelo assessor.
Franciny Ehlke:O assessor fez essa função.
Lucas Rangel:Famosa?
Franciny Ehlke:Sim, ela já estava bem grande, eu ainda estava engatinhando.
Lucas Rangel:Aquela fazia já?
Franciny Ehlke:Tinha? Não, acho que era época ainda que ela namorava o Luiz, sabe?
Lucas Rangel:E vocês eram tipo quanto de seguidor?
Franciny Ehlke:Muita, assim. E aí no dia eu fiquei assim, nossa, sabe? Tipo, eu esperava ter ficado amiga, mas óbvio que assim, hoje em dia eu entendo que a gente não cria vínculo com muita gente, né, que grava. E assim, até muita gente me conhece, fala, nossa, eu esperava que você fosse igual, né, até igual você, né, amigo? Muita gente espera. Mas na época, para uma menina de 15 anos, até você, as pessoas não falam para você fazer graça pessoalmente, amiga. Então aí depois, quando eu comecei a crescer, eu comecei a entender o quanto era cansativo assim também. Para cá, ela estava cansada, depois Mas eu entendi depois. A gente fez aquela viagem que ficamos muito besties. E até assim, a Vi maravilhosa, me defende, me ajuda, eu também ajudo ela. E é isso assim, então Vi, não fica ofendida com o que eu falei, mas na época foi uma experiência ruim.
Voz C:Ela ficou mais nervosa assim nessa questão, mas continua mantendo a verdade.
Franciny Ehlke:Ela não vai ficar brava comigo.
Lucas Rangel:Não vai ficar. Inclusive, trazendo só um adendo dessa questão da Viih Tube, eu acho a Vitória muito tipo verdadeira, no sentido assim, ela também não vai ficar babando ovo de graça, mas não é como se, do jeito que você fala, ela não te tratou mal. Mal, mas você tava com uma expectativa diferente.
Franciny Ehlke:É, eu queria ter conversado com ela, sabe?
Lucas Rangel:Eu acho que é um pouco assim da minha história com a Kéfera. Eu aproveitando o lugar de desabafo, mas só adentrando, eu boto em mim, bota em mim, bota em mim, que agora eu vou falar a minha experiência com ela, só exemplificando para isso não ficar de corte solto e as pessoas começarem a falar por cima de uma coisa que eu não expliquei. A minha primeira experiência com ela foi uma campanha publicitária, e nisso eu senti esse tratamento meio meu desdenho. Na época eu era do Vine, ela já era gigante do YouTube, mas a gente foi unido pela campanha, tipo. E depois, quando eu encontrei ela no lugar, então tipo, imagina que você passou um tempo ali gravando com essa pessoa no dia, e ela foi ela, tipo assim, não foi a pessoa mais agradável do mundo, mas não foi uma pessoa que teve falta de respeito assim. Mas foi uma experiência que eu senti que foi uma das piores. Eu não consegui vir com outra pessoa na cabeça aqui agora, mas depois o que me chateou mais demais.
Franciny Ehlke:Você postou esse vídeo depois?
Lucas Rangel:Postou, é um Vine, foi um Vine, 7 segundos só. Não, pior pessoa, gravei com ela 7 segundos. Não, mas eu gravei 7 segundos porque se quisesse gravar 15, ela não tinha ficado. Mas foi um Vine, faz muito tempo, gente, deve fazer 11 anos, 12 anos. Mas eu guardei para sempre porque foi uma das primeiras experiências que eu tive.
Franciny Ehlke:E a gente guarda muito quando a gente tá começando.
Lucas Rangel:E outra coisa, e aí hoje nós estamos nesse lugar, e aí eu busco não fazer isso com uma outra pessoa porque marca, né? Sim, por bem ou por mal. E aí depois eu encontrei ela no evento do YouTube e ela não olhou na minha cara, como se ela nunca tivesse me visto na vida.
Franciny Ehlke:Entendi.
Lucas Rangel:Só que eu não era uma pessoa que ela não conhecia, porque a gente passou boas horas juntos. Não foi tipo junta aqui, faz uma selfie. Não foi, foi uma coisa que a gente gravou por um tempo assim. E aí depois ela tipo literalmente, acho que eu meio que dei um tchau assim, ela tipo olhou na minha cara e virou para o lado.
Franciny Ehlke:Sério?
Lucas Rangel:Mas eu não tô contando isso nem no sentido de atrair hate nem nada, mas tô explicando porque eu fui falar o nome dela.
Franciny Ehlke:Eu falei que é engraçado que a gente não fica remoendo o vídeo gravado, né? A gente fica mais pela experiência Isso aqui não é recíproco, né?
Lucas Rangel:Hoje a gente não se segue porque a gente se desentendeu lá da época da farofa. Então nem foi para frente uma amizade, não é uma coisa que eu acho que ela vai ficar. Ele não tá com—
Franciny Ehlke:mas só pelo jeito que ele ficou, pelo jeito que eu fiquei assim.
Voz C:Mas você, no que você falou no momento agora, você continua com a verdade ali.
Franciny Ehlke:Ah, que bom! Sempre verdadeira com meu público.
Voz C:É, uma baixadinha.
Lucas Rangel:Então não bota em mim. Enfim, muito obrigado, Fran. Obrigada a você. Pode ficar mais aliviada. Quer tirar? Quer levantar o braço? Quer esticar? Tá toda amarrada. Tira um pouco dela, tira. Como você se sentiu?
Franciny Ehlke:Fala.
Franciny Ehlke:Não, eu fiquei nervosa, mas eu achei que foi bom, sabe, ter falado. Foi muito.
Lucas Rangel:Você sabe que quando eu tive a ideia do quadro Eu conversei, eu falei: gente, eu também não quero que seja um lugar para ficar lançando corte e as pessoas com medo de vir sair cancelada ou ficar tipo com foco em página de fofoca. Eu queria que fosse uma pegada também meio sessão de terapia, onde você tipo coloca para fora. Você teve essa sensação? Super, super, tipo aliviado assim, tô falando. E como já acusava que é verdade, você não consegue fugir também, né? E aguardo você na próxima semana porque vai ter um tanto de convidado sentando nessa mesa e a gente só vai tirar a verdade. Se falou mentira, não levanta até falar o que tá de verdade dentro do coração. Beijo para vocês, até a próxima semana aqui no Pode Delas. Siga todas as redes, Pode Delas é @poddelas em todas as redes sociais. Siga por lá, mande sua pergunta por lá se quiser mandar pergunta. Fica ligado nas nossas redes e também vem muita coisa boa por aí, sempre. Um beijo. Tem alguma pessoa que você teve uma amizade e se afastou e você sente saudade?
Franciny Ehlke:Ai, queria me emocionar agora, ó.
Lucas Rangel:Continuou sendo tudo nas suas costas.
Franciny Ehlke:E aí, quando você vê, aquela pessoa já se tornou uma estranha para você.
Lucas Rangel:Coração está com alguém ou não? Tá só numa fase solteira, focada em si?
Franciny Ehlke:Não, só meu ex, meu ex vive no meu coração.
Franciny Ehlke:Thank you.