Episódios de PODDELAS

AMANDA ARAUJO E EDUARDO DAIBERT - PODDELAS PODCAST #555

09 de junho de 20261h35min
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Se você já se perguntou como nasceram os termos "Pai do Bebê", "Tio do Bebê", "Ex-Grá" e toda a tour que tomou conta da internet, chegou a hora de descobrir a história completa!Neste episódio do PodDelas, Amanda Araújo e Eduardo Daibert contam como uma simples piada de família virou um dos maiores fenômenos espontâneos das redes sociais brasileiras. O papo foi leve sobre infância, família, fama, maternidade, a chegada do Richarlison Jr., os bastidores da relação com Richarlison e como a internet transformou a vida deles em uma verdadeira sitcom da vida real.Além disso, tem muitas histórias inéditas, momentos engraçados, e uma dinâmica especial que vai render boas risadas.Dá o play para conhecer os bastidores da família que conquistou a internet sem nem perceber. E, claro, se inscreve no canal.#PodDelas #AmandaAraujo #EduardoDaibert #Richarlison #PaidoBebê #TiodoBebê #ExGra #RicharlisonJr #Podcast #PodDelasPodcast______________________________________________________Conheça toda a linha Philips Áudio e Vídeo e encontre a tecnologia ideal para transformar sua experiência: https://qrco.de/philipsaudioevideo

Participantes neste episódio2
A

Amanda Araujo

ConvidadoInfluenciadora digital
E

Eduardo Daibert

ConvidadoCriador de conteúdo
Assuntos8
  • Viralizacao Redes SociaisCriação de termos e apelidos · Impacto nas redes sociais · Lidar com haters e comentários · O fenômeno 'Pai do Bebê', 'Tio do Bebê', 'Ex-Grá'
  • Relacionamento com RicharlisonConhecimento através de jogos online · Primeiro contato e flerte · Viagem para Londres e gravidez · Pedido de namoro e casamento · Richarlison
  • Paternidade e MaternidadeGravidez e parto · Rotina com o bebê · Relação com os pais e família · Desejos e enjoos na gravidez · Filho
  • Relação de Eduardo e AlessandraInfância e criação de conteúdo · Mudança para São Paulo e faculdade · Carreira de ator e cinema · Formação em comunicação
  • Copa do MundoPaixão pelo futebol · Assistir aos jogos e energia da torcida · Festa com tema de Copa do Mundo · Richarlison como jogador
  • Profissões do futuroCriação de conteúdo e influenciador digital · Sonhos profissionais e artísticos · Expectativas para os próximos 5 anos · Atuação em teatro e cinema
  • Jogos e dinâmicas de grupoFutebol de botão · Expostos e perguntas pessoais · Hábito de pedir as coisas · Maior mentira contada · Maior vergonha pública
  • Relacionamentos AmorososConhecimento através de amigos · Namoro e relacionamento de baixo perfil · Parceiro de faculdade e estágio
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Amanda Araujo:Oi, gente! Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos mais um Pode Delas Podcast começando a semana já. Então você já sabe que a gente começa se humilhando, né, para você se inscrever nesse canal. Não sei mais o que eu faço. Eu vou começar a ameaçar, brincadeira, mas por favor se inscreve, pega seu celular. Se você tá assistindo a gente pela televisão, pega seu celular, se inscreve aí, compartilha, deixa o like, engaja com a gente, deixa um comentário também. Quem você quer de convidado aqui, que a gente agradece, tá? Muito obrigada. Tem as redes sociais também, @poddelas em tudo, Instagram, TikTok, Twitter. Ah, e eu já vou falar que hoje a Vi não está aqui porque os nossos convidados de hoje, eles tinham uma agenda bem apertada, uma horinha assim, ó, bem, sabe, específica. E era um horário que não bateu com a agenda da Vi. Então a gente não quis perder a oportunidade, vocês estavam pedindo muito e eu vim aqui. Mas assim, ela tá lá acompanhando, sabe, mandando toda energia positiva. E eu conto com vocês também, tá? Obrigada! As redes sociais @poddelas, já falei. As minhas também, @tatá. Segue a Vi também, né, porque não tá aqui. Fingir que ela tá? Brincadeira. E, ó, agora falando, né, sobre os meus convidados de hoje, tem gente que tenta viralizar com vídeo, tem gente que tenta viralizar por algum reality e tem gente que cria sem querer um universo inteiro dentro da internet. E assim, a internet parou pra acompanhar uma história que tem personagens, apelidos e um vocabulário próprio. Tem o pai do bebê, tem o tio do bebê, tem a ex-grá, E tem, claro, o bebê. Mas por trás dos memes, dos vídeos e dos cortes que viralizam quase todos os dias, existe uma família real vivendo uma fase completamente nova da vida. E pra contar como esse universo inteiro surgiu, como a internet criou uma verdadeira fanfic da vida deles e como eles acabaram entrando no nosso dia a dia, hoje eu recebo a ex-grá e o tio do bebê. Ou melhor, Amanda Araújo e Dudu Daiberti! Sejam bem-vindos!

Eduardo Daibert:Bem-vindos! Que introdução linda eu fiz, gente. Quem vai vir? Gostou? Quem que vai vir agora?

Amanda Araujo:O que que a gente faz?

Amanda Araujo:Aí agora faz o Pix e a gente continua.

Amanda Araujo:Gente, eu amei!

Eduardo Daibert:Muito poder!

Amanda Araujo:Adorei, tô muito feliz de estar aqui também.

Amanda Araujo:Nossa, obrigada!

Eduardo Daibert:Foi muito legal que a gente conseguiu gravar hoje, assim, com tanta correria, né. Amanda morando em Londres, eu no Brasil. É muito bom estar aqui com você agora e poder gravar.

Amanda Araujo:É muito legal. Obrigada por vocês terem vindo. Eu sei que quando você tá no Brasil deve ser uma agenda muito doida, né. Pra dar conta de ver todo mundo, de fazer tudo. A família, os amigos. Então fico muito feliz de vocês estarem aqui hoje. Então sejam bem-vindos. Vamos falar de tudo, né?

Eduardo Daibert:Vamos, por favor.

Amanda Araujo:De que vocês ensaiaram?

Eduardo Daibert:Tô brincando. Nossa, pautas e pautas, muitas perguntas.

Amanda Araujo:Gente, a gente já tá aqui há um tempo, ó, falando altas coisas. Mas brincadeira, vamos começar pelo... Acho que eu queria entender mais assim da história de vocês antes disso tudo viralizar, antes de você mudar, antes de tudo, da internet. Como tava a vida? Que fase vocês estavam? Como é que foi tudo? Contem.

Eduardo Daibert:Pode começar, Isgril. Enquanto eu ensaio na minha cabeça o que eu vou falar. Porque é engraçado, porque eu sempre faço vídeos editados. Então eu sempre falo mil vezes até ficar perfeito. E agora que é falando com uma pessoa viva, é muito diferente. Então eu tô ensaiando aqui mentalmente.

Amanda Araujo:Pode falar, Isgril. Mas aqui não tem ensaio, não precisa. Não? Ah, perfeito. Eu juro que as pessoas acolhem. Pode errar, pode se perder. Ai, que bom, que bom.

Amanda Araujo:Eu acho que a internet pra gente começou desde muito cedo, né?

Eduardo Daibert:Eu sempre posto no internet, porque eu nunca viralizo, né. Então eu sempre tava flopando. Até agora é diferente, né, ver que todo mundo tá acompanhando. Porque antes eu fiquei: "Gente, não tinha ninguém".

Amanda Araujo:Desde o Facebook, eu lembro que quando a gente era criança, assim. Crianças de 13 anos, a gente postava, gostava de criar conteúdo no Facebook. Era bem legal.

Amanda Araujo:Então vocês já... Vocês têm quantos anos de diferença?

Amanda Araujo:Ele é 2 anos mais velho que eu.

Amanda Araujo:2 ou 3?

Eduardo Daibert:2. Na real, 3 essa semana, porque eu fiz aniversário mês passado. E meu aniversário é na semana que vem. Agora ela tá com 22, vai fazer 23 semana que vem.

Amanda Araujo:Uhum. Então vocês cresceram juntos, eram muito amigos desde criança?

Amanda Araujo:Sim, eu acho que a gente começou a postar junto as coisas quando a gente era criança. Tipo vídeo dançando, vídeo cantando, tutorial de YouTube. Eu queimei todos, eu queimei todos.

Eduardo Daibert:São muito ruins, são muito ruins.

Amanda Araujo:Na cara dele, ó.

Eduardo Daibert:Juro, juro muito. Mas desde criança, assim, a gente sempre andava junto. Até porque eu acho que foi uma moda, assim, criança de 2 anos de diferença, assim. Então sempre meus amigos tinham irmãos. Da idade da Amanda. Então, aproveitava que a gente saía todo mundo junto, assim. Ia pra casa, passava o dia inteiro. E sempre era gravando vídeo. Eu tinha um aplicativo... Ai, como era? Video Star, que tinha umas músicas.

Amanda Araujo:Nossa, sim. A gente gravava clipe. Era no iPad.

Eduardo Daibert:A gente gravava clipe. O iPad, aquele grandão, assim, com a borda bem larga. A gente ficava a tarde inteira gravando vídeo e fazendo edição.

Amanda Araujo:Eu não sabia que aplicativo é Video Star.

Eduardo Daibert:Deixa umas músicas... Tinha 3 músicas que eram de graça.

Amanda Araujo:Eu conheço aquela música da Taylor Swift. Taylor Swift, você lembra? Que a gente que fazia clipe. Então sempre teve esse acesso à internet muito fácil pra nós dois. Eu lembro que começou o Instagram também, a gente começou a postar foto, tipo, astérico, sabe? Tumblr com boné.

Amanda Araujo:E isso tudo no Paraná.

Eduardo Daibert:Tudo no Paraná. Eu só vim pra São Paulo em 2019. Foi pra fazer faculdade. E daí a Amanda veio depois, quando ela transferiu a dela pra São Paulo.

Amanda Araujo:E você fazia... Direito.

Amanda Araujo:Fazia Direito em Maringá. Só que daí eu via a vida do meu irmão e eu falava: "Gente, ai, ai..." Tudo que eu tenho, ela quer ter. Não, mas eu achava muito legal. Eu vinha todo final de semana pra cá ficar com ele. E eu falei: "Nossa, eu queria ir pra lá". E aí, eu fiz prova pro McKinsey. Aí eu passei, transferi, foi muito rápido a minha decisão. Aí eu vim pra cá, foi.

Amanda Araujo:E veio pra morar com ele. Você morava sozinho?

Eduardo Daibert:Eu morava, naquela época, com dois amigos meus. Eu vim pra cá sozinho, daí eu falei: "Gente, sozinho não é legal, quero morar com mais gente". Porque quando você não tem a família aqui, nem um apoio, você passa muito tempo do dia sozinho. Daí eu fiquei: "Gente, tudo bem, tipo, é legal morar sozinho". Mas eu queria uma coisa a mais. Daí eu tive uns amigos maravilhosos que dividiram apartamento comigo. E daí a Amanda decidiu, em uma semana, que ela ia mudar pra cá. E fez eles saírem do apartamento. E ela ia entrar sozinha. Mas um fato, depois de 6 meses que ela tava morando aqui, ela foi pra Londres. Então eu fiquei sozinho de novo. Então é isso.

Amanda Araujo:E aí, saindo de lá, volta com arrependido de chamar eles pra voltar.

Eduardo Daibert:Agora namoro, né. Então não tenho mais esse problema.

Amanda Araujo:Ah, tá bom. Mas você veio pra cursar...

Eduardo Daibert:Isso, eu fiz teatro. Isso, eu fiz meu curso de profissionalizante de ator na Escola de Atores Wolf Mayer. Mas depois de um ano eu falei: "Gente, é muito pouco". Porque era só 3 aulas por semana. Eu ficava o resto do dia sem fazer nada. Daí eu comecei a fazer faculdade de cinema na FAP.

Amanda Araujo:Que legal! Então você conciliava os dois?

Eduardo Daibert:Sim, eu fazia teatro de tarde. E estudava e tudo mais. E faculdade de noite. Segunda a sábado.

Amanda Araujo:E aí formou?

Eduardo Daibert:Formei.

Amanda Araujo:Nos dois? Aham. Que legal! Parabéns! É muito legal. Eu acho que é importante falar disso. Porque a gente vive... A nossa geração é uma geração que talvez não valorize tanto os estudos, sabe?

Eduardo Daibert:Nossa, com certeza. Eu acho que o estudo, além de me capacitar muito como profissional, como digital influencer, criou uma base muito forte pra mim em São Paulo. Tanto de pessoas, amigos que eu vou levar pra vida inteira. Então, o pessoal que se formou comigo são pessoas que eu tenho muito carinho. Eu acho que fizeram essa mudança de mudar de cidade muito mais fácil pra mim, entendeu? Então é muito legal, adorei. Adoro cinema, acho uma faculdade incrível. É que no cinema, faculdade é mais... Eu saio como comunicólogo, tipo, não saio como cineasta, que nem muita gente pensa.

Amanda Araujo:Então eu tenho...

Amanda Araujo:Sério?

Eduardo Daibert:Aham, tenho formação em comunicação com ênfase em cinema. E também me derritei de ator.

Amanda Araujo:Que legal! Eu não sabia que não saía como...

Amanda Araujo:Por que não sai?

Eduardo Daibert:Porque eu acho que cineasta é uma coisa que você vira ao longo da vida, sabe? Tipo, é um título grande. Tipo chefe de cozinha, que você é um cozinheiro, só que na posição que você tá fazendo é um chefe.

Amanda Araujo:Entendi.

Eduardo Daibert:É mais ou menos essa... Perspectiva, entendeu?

Amanda Araujo:Olha, fala, também sou cultura, gente. Ensinando aqui pra gente, vocês sabiam disso aí?

Eduardo Daibert:Quem tem ensino superior...

Amanda Araujo:É assim, né, cara?

Amanda Araujo:Não dá, gente. Ai, eu não me formei.

Eduardo Daibert:Você viu, né? Eu fiquei meio triste. Ela não se formou.

Amanda Araujo:Eu me formei, eu tranquei, no caso.

Eduardo Daibert:Mas eu acho que tem que voltar, é tão importante estudar. Eu já quero fazer outra faculdade. Eu acho luxo fazer faculdade por só aesthetic.

Amanda Araujo:Acabou com a cultura, já chega.

Amanda Araujo:É só aesthetic mesmo.

Eduardo Daibert:Total, acho muito legal. Faculdade de uns 30 é tipo... Acho que vai pegar. Quando eu tiver 30, daqui a 10, 15 anos, eu quero muito fazer.

Amanda Araujo:Eu tava pensando em voltar a fazer alguma faculdade. Mas acho que eu não voltaria pro direito, em específico. Eu gostava muito de estudar o direito, achava muito interessante. Mas acho que a posição que eu tô agora não é algo mais que eu me enxergo trabalhando com direito, sabe?

Amanda Araujo:E por que você escolheu? Teve influência de alguém da família?

Amanda Araujo:Eu sempre quis, desde quando eu lembro, assim, primeiro ano do ensino médio, que a gente começa já a pensar: "Nossa, o que você vai cursar?" Vem aquela pergunta, né. Eu lembro que eu queria direito porque eu gostava de história e geografia, sabe?

Amanda Araujo:Você gosta de ler, gosta de acontecer.

Amanda Araujo:Sim, aí eu gostei, comecei a fazer faculdade, eu comecei a gostar muito de estudar. Transferi pro Mackenzie e achei incrível. Mas todo mundo já querendo: "Ai, eu quero ser juiz, eu queria ser advogada". E eu falava: "Gente, não queria trabalhar com direito". E aí meus pais... Faculdade particular, meus pais estavam pagando. E qual que seria o meu retorno depois, sabe? Aí eu comecei a ganhar como influencer. E aí eu falei: "Se for pelo dinheiro, não vai dar".

Amanda Araujo:E aí trancou. Então, como foi essa sua... Essa sua virada, que você foi morar em Londres. Você tava cursando faculdade.

Amanda Araujo:Tava cursando faculdade.

Amanda Araujo:E aí, como você conheceu o Richardson? Foi jogando?

Amanda Araujo:Foi jogando.

Amanda Araujo:Menina, que loucura!

Eduardo Daibert:Online, você viu, né? É que o pessoal não sabe, mas olhando pra ela assim, não dá pra ver. Mas ela é gamer. A gente acho que inverteu um pouco os papéis. Porque, por exemplo, eu fazia balé e teatro. Amanda jogava futebol e jogava videogames assim, de... Joguinhos dela, né? Nem sei, na real.

Amanda Araujo:Joguinhos de tiro.

Eduardo Daibert:É, não ia falar tiro no programa, né? Mas agora eu vou falar. Jogos de tiro. Não ia falar.

Amanda Araujo:Mas é PUBG, não é?

Amanda Araujo:PUBG, sim. Mas é muito... A gente se conheceu muito antes de eu entrar na faculdade. Eu tava, acho que no terceirão ainda, que eu lembro que eu jogava PUBG. E a gente jogava muito. Tipo assim, eu entrava... A gente jogava 6 horas por dia. E eu lembro que eu tava na época de vestibular. E aí, eu ficava um tempão sem jogar. E ele perguntava, tipo: "Cadê você?" "Ai, tô estudando", sabe?

Eduardo Daibert:Mas foi demais. E eu lembro que tinha competição. Tipo, elas eram de um time. Como é que chamava o seu time feminino?

Amanda Araujo:Acho que era Mortal Kombat.

Eduardo Daibert:Era um time assim, que elas se ligavam religiosamente, todos os dias, 8:30 da noite, que é a hora do jantar. Então eu chegava lá: "Amanda, vamos comer?" Ela: "Eu tô em competição, eu vou ganhar R$50." Ai, sim, era isso mesmo! "Eu vou ganhar R$50, se eu ganhar é deles, então eu não posso jantar agora." Eu falava assim: "Gente, eu vou passar fome." Porque a gente come todo mundo junto, gente. Eu vou ficar passando fome, porque a Amanda vai ter que ganhar R$50. Eu vou pegar metade disso.

Amanda Araujo:Era bem legal.

Amanda Araujo:Só por esperar esse jantar.

Eduardo Daibert:Se eu tive que esperar...

Amanda Araujo:Mas quem pagava os R$50?

Amanda Araujo:Não, a gente participava de competições. Tipo, a gente pagava R$10 pra se inscrever.

Amanda Araujo:Ah, entendi.

Amanda Araujo:Aí no final ganhava assim... E ganhava... R$400. Só que daí era dividido num time de 8 meninas, assim, entendeu? Entendi. Nunca ganhamos, né? Mas era muito legal. Daí eu conheci o Rick nessa época, assim, 2019. Eu não tava nem na faculdade ainda. Só sei que a decisão de eu trancar não foi nem por conta disso. Foi um mix. Eu me mudei pra São Paulo. Aí eu comecei a pensar: "Nossa, será que eu, tipo, me passei? Será que era pra eu ter ficado em Maringá?" Que eu tava muito na dúvida ainda sobre a faculdade.

Amanda Araujo:Mas você não se adaptou aqui?

Amanda Araujo:Adaptei muito! Eu fiz muitas amizades, eu gostei muito do curso.

Amanda Araujo:Ah, tá. Será que você se... Do curso, era isso? Será que você se passou, tipo...

Amanda Araujo:Me passei, porque eu fiz a mudança, meus pais investiram em casa, investiram em tudo, sendo que eu ainda não tinha certeza se era aquilo que eu queria fazer pro resto da minha vida. Só que eu tava com medo de falar isso pros meus pais.

Amanda Araujo:Eu acho que é isso.

Amanda Araujo:Eu me senti meio, tipo: "Nossa, meus pais vão, tipo, ficar: 'Ai, filha, você não sabe o que tá pensando'?" Só que daí teve um dia que eu lembro de manhã, meus pais estavam lá em casa, eu comecei a chorar, chorar, chorar, chorar. Eu falei: "Papai, eu não sei se eu quero mais isso". E aí... Ai, emocionei. Aí, tipo assim, eles super me apoiaram. Eu falei: "Nossa, sofri isso à toa, podia ter super falado pra eles antes". E aí, nessa mesma época, eu já tava conversando com o Rick sobre uma possibilidade de a gente morar junto.

Amanda Araujo:E aí... Ah, vocês já estavam juntos?

Amanda Araujo:Não, a gente... É, a gente tava assim... Será que a gente já tava junto?

Eduardo Daibert:Ah, eu acho que sim. 2020... 3, não sei quando foi.

Amanda Araujo:Boa pergunta.

Eduardo Daibert:Boa pergunta, é tanta data diferente agora que você lembra.

Amanda Araujo:Mas é que também a memória da mãe é...

Amanda Araujo:Ah não, sim, sim, a gente já tava junto. Eu entendo. A gente já tava junto, já estávamos juntos, sim. E aí eu lembro que ele tava falando: "Ah, eu vim morar aqui." E aí eu tava nesse negócio da faculdade, eu queria trancar porque eu tava ganhando dinheiro sendo influencer, não sabia o que eu queria fazer. Eu falei: "Quer saber? Vou lá pra Londres, vou mudar pra morar com ele, vou fazer um curso de inglês." "Ah, e nesse tempo que eu tô fazendo curso de inglês, tô me adaptando, eu posso ver se eu não faço uma faculdade de marketing lá em Londres mesmo, ou se eu faço alguma coisa mais relacionada à rede social." E aí eu fui pra ter esse tempinho, essa pausa, e engravidei. E aí não deu pra fazer mais nada.

Amanda Araujo:E foi zero planejado, então?

Amanda Araujo:Foi. Não, assim, a gente pensava em engravidar. A gente, nós dois grávidos. Mas tipo, não tão rápido, entendeu?

Amanda Araujo:E foi super rápido.

Amanda Araujo:Nossa, eu cheguei e engravidei. Porque eu lembro que quando eu fiz o teste, ele me ligou, o médico me ligou falando: "Ah, você tá grávida há 5 semanas". Aí eu abri meu calendário, tinha chego há 5 semanas. Então, tipo, eu engravidei no dia que eu cheguei.

Amanda Araujo:Nossa, que tava uma saudade grande!

Amanda Araujo:Eu falei pra ele, tava com muita vontade mesmo. Porque foi, tipo assim, no dia que eu cheguei. Juro, juro, juro, foi muito rápido.

Amanda Araujo:Mas pera, vocês estavam juntos há quanto tempo?

Amanda Araujo:Eu quero entender toda a história.

Amanda Araujo:Mas vocês se conheceram no jogo? Aí quando você viu que ele era ele?

Amanda Araujo:Sim, a gente se conheceu... A história é bem legal. A gente se conheceu em 2019, quando eu comecei a jogar esse jogo. Eu comecei a jogar uma competição, time feminino e tudo mais, tinha várias meninas. Só que o cenário feminino era muito pequeno, não tinha muitos times. O jogo era mais masculino.

Eduardo Daibert:E é um jogo que você joga ligando com as pessoas. Então todo mundo entra em uma mesma ligação e você vai falando com o pessoal, tipo: "Ai, faz coisas".

Amanda Araujo:Você se conecta muito com as pessoas. E são partidas de 30 minutos, assim. Então realmente a gente conversava muito. E aí eu lembro que tinha vários campeonatos masculinos que a gente tinha que jogar, porque não tinha muitos campeonatos femininos. E o Rick, ele tinha um time que participava de campeonatos masculinos e organizava campeonatos masculinos. E a gente jogou no campeonato dele. Aí nosso era o único time feminino. Aí eu lembro que a gente caiu lá em um mapa. É uma história, a gente pula de paraquedas.

Amanda Araujo:Eu sei, eu conheço. Você também joga? Não, mas eu conheço PUBG. Eu já fui até no campeonato que teve em Dubai.

Amanda Araujo:Que legal!

Amanda Araujo:Mundial? Que legal!

Eduardo Daibert:Então, só lembrando, metas da Amanda. Campeonato PUBG em Dubai.

Amanda Araujo:Não, é muito chique, muito legal.

Amanda Araujo:É um mundo muito... Realmente, as pessoas conhecem demais. E aí, eu lembro que a gente trombou com o time do Richardson, que era o dono. Daí eu lembro que as meninas falaram: "Ai, esse aí é o dono da Stream. Vamos matar eles lá." Ai, posso falar isso aqui? Vamos tretar com eles lá, que daí eles vão ver a gente. Sabe essas coisas? Daí a gente caiu assim, no mesmo spot. A gente tretou. E eu lembro que depois ele me mandou mensagem no Insta. E aí, ele tinha 1 milhão de seguidores. O nome dele era Richarlison. E ele só tinha fotos e vídeos, tudo com legenda em inglês. Porque nessa época ele jogava no Everton, lá na Inglaterra. E eu falei: "Gente, o que esse gringo tá me mandando mensagem?" Ele me mandou um emoji de pombo. Eu falei: "Gente, uma pomba azul, o que é isso?" Juro!

Eduardo Daibert:E era antes da Copa, então... A gente, pelo menos eu, não conheço muito esse futebol.

Amanda Araujo:Eu também não conhecia.

Eduardo Daibert:Antes da De La Copa, 2014.

Amanda Araujo:E aquele já tinha jogado as Olimpíadas. "Who is this pombo?" Juro, ele me escondeu no jogo. Ele me fez muito carinho. Só que daí... Gente, gente...

Amanda Araujo:Como ele enviou um pombo do nada? Tipo, a gente espera o quê? Um foguinho, um olhinho... Um emoji de um pombo. E veio o quê?

Eduardo Daibert:Um pombo?

Amanda Araujo:Um emoji de um pombo. E eu não respondi. E a gente continuou jogando durante uma semana.

Amanda Araujo:Mas você não entendeu que era ele do jogo?

Amanda Araujo:Eu achei que ele era gringo. E eu não sabia que ele era pessoa do jogo. Depois que a gente jogou, que eu... Associei a mesma camisa de time da foto de perfil dele no jogo, que era o cara que tinha mandado mensagem. Eu falei: "Ah, é o dono da Scream". E aí eu respondi ele. Aí a gente começou a marcar de jogar todo dia, tipo, 7 horas a gente entrava, passava a noite toda jogando. E aí teve essa faculdade, a minha faculdade que eu passei.

Amanda Araujo:E aí vocês viraram no mesmo time?

Amanda Araujo:Não, não.

Amanda Araujo:Ou contra?

Amanda Araujo:É cada um por si? Sim, é que a gente jogava vários duos também, do amor, que era partida com duplas, e a gente jogava nós dois. Ou casual mesmo, casualmente jogando, sem competir pra nada. E aí entrou a pandemia. E aí, minha filha, que a gente jogava o dia inteiro.

Amanda Araujo:É verdade!

Amanda Araujo:Eu lembro que a gente passou a virada, Natal, assim, jogando, eu e ele. Porque tava todo mundo com a família, né.

Amanda Araujo:E aí não dava pra você deveria estar, né.

Eduardo Daibert:A mãe: "Tenho fome!" Dela lá jogando assim: "Para! Calma aí, preciso muito ganhar!" E a gente apostava.

Amanda Araujo:E é no celular? No computador?

Amanda Araujo:Celular. É mobile, é. E a gente é amigo desde 2019.

Amanda Araujo:Tá, e aí ficou amigo. E quando você entendeu que você tava gostando?

Amanda Araujo:É que eu era menor de idade, no caso, né. E aí, eu acho que ele esperou fazer 18 e me mandou: "Oi!" Aí foi outra intenção, no caso.

Amanda Araujo:Entendi.

Amanda Araujo:E aí, eu lembro que final de 2022, logo depois da Copa, eu lembro que ele fez aquele gol de bicicleta, eu mandei mensagem pra ele, tipo assim: "Nossa, e aí? Como é que você se sente agora que o Brasil todo tá apaixonado por você?" Aí ele falou assim: "E você tá?" Aí eu falei assim: "Ah, faz mais um gol pra mim que eu te falo". Aí eles perderam a Copa. Aí ficou um climão.

Eduardo Daibert:De lá, nunca mais falou nada.

Amanda Araujo:Aí ficou um climão. Mas daí, tudo bem. Depois disso, ele me chamou pra viajar, entendeu?

Amanda Araujo:E aí você...

Amanda Araujo:No final de 2022, ele me convidou pra viajar no meio de 2023. E aí eu topei, falei pra minha mãe: "Mamãe, é o seguinte..." Graças a Deus, nesses anos que a gente passou conversando, eu já tinha falado pra ela: "Ah, eu jogo com esse cara, eu jogo com esse cara". E quando, aliás, quando aconteceu o jogo da Copa, minha mãe, tipo, ele fez o gol: "Ai, minha filha é amiga dele", sabe essas coisas? Então ela já conhecia ele. Então quando eu falei: "Mamãe, acho que eu vou viajar com ele", ela super topou.

Amanda Araujo:Mas isso vocês conversavam como amigos? Ou você já sentia um clima, tipo... Acho que o flerte começou a ser depois da Copa do Mundo.

Amanda Araujo:De todo mundo, tipo, que já rolou uma coisa, tipo, "Ai, vamos nos ver", mas não vai ser, tipo, pra jogar.

Amanda Araujo:Entendi, entendi. E aí foi o primeiro contato pessoalmente?

Amanda Araujo:2023. A gente passou quase 4 anos amigos longe. A gente fazia ligação de vídeo até, porque eu sou amiga também dos amigos dele, que a gente jogava junto. Aí quando ele me chamou pra essa viagem, eu tava muito na dúvida, né. Porque eu lembro que eu não queria, tipo, "Nossa, eu vou viajar com jogador". Eu falei pra minha família, pedi opiniões.

Eduardo Daibert:Ela falou: "Ah, vai viajar com ele?" Eu pensei: "Ai, que legal, aproveita". Era Jericoacoara, era o quê?

Amanda Araujo:Eu diria qualquer coisa.

Eduardo Daibert:Ai, que legal! Parece super legal.

Amanda Araujo:Só que a maior preocupação das pessoas era, tipo assim: "Nossa, viagem com jogador de futebol, sabe? Você vai lá pra quê?" E aí eu fiquei, tipo: "Será que eu vou? Será que eu não vou? Será que eu vou? Será que eu não vou?" Só que daí eu lembro que eles me colocaram no grupo. Era o grupo da família dele. Aí eles mandaram, tipo, todos os dias organizadinho o que ia ter nos dias. Era, tipo assim, churrasco e futebol. Aí outro dia era, tipo assim, beach park. Fute-sabão. Aí sim, beach park e fute-sabão. Eu falei: "Gente, isso aqui é o quê? É uma colônia de férias." Eu vou! Era super programação as coisas super legais, de brincadeira. Aí dia de passeio de buggy, dia de não sei o quê.

Amanda Araujo:E com a família dele.

Amanda Araujo:Com os tios, com os primos, com os avós, todo mundo tava lá no grupo. E você? E aí eu fui. E foi.

Amanda Araujo:E aí lá que vocês se apaixonaram mais ainda.

Amanda Araujo:Na hora que eu olhei pra cara dele, eu falei: Jesus, pessoalmente é muito bom.

Amanda Araujo:Jura?

Amanda Araujo:Jura, amei. Mas a gente ficou assim, no primeiro dia de viagem, eu assim, com as minhas amigas: "Gente, relaxa, eu vou super me fazer de difícil, não vou ficar com ele nunca". Primeiro dia, eu já tava lá assim: "Ai, meu Deus do céu, é muito lindo". E a gente ficou no primeiro dia. A gente até conversou sobre isso depois. A gente tava super, tipo: "Ai, ou a gente fica, ou a gente não fica". Tanto faz, a gente era solteiro também, sabe? Só que eu gostei muito, ele me tratou que nem uma princesa. Ele com a família dele, eu achei super legal. Ele é muito legal, ele é muito querido. E aí, a gente ficou e não quis mais largar, não. Aí, quando a gente tava indo embora, ele falou assim: "Ah, tira o seu passaporte, que eu quero que você vá pra Londres". Eu falei: "Eu já tenho passaporte". Ah, é só me chamar.

Amanda Araujo:É só chamar.

Amanda Araujo:"Que eu já tô pronta, peraí". E aí foi.

Amanda Araujo:E aí você voltou pra São Paulo.

Amanda Araujo:Voltei pra São Paulo, sim. Aí a gente continuou conversando. Em 2 meses, eu já tava lá em Londres, já.

Amanda Araujo:E aí, então, depois que vocês ficaram a primeira vez, a próxima vez você já engravidou, foi isso?

Amanda Araujo:Não, não, não. É porque eu tava fazendo faculdade ainda. Eu lembro que teve Semana do Saco Cheio que tem em São Paulo, né.

Amanda Araujo:Tem em outubro, né.

Eduardo Daibert:Daí a gravidez foi no ano seguinte, no outubro.

Amanda Araujo:Isso foi em 2023. Eu lembro que Semana do Saco Cheio, eu passei tudo lá. Aí toda vez que eu tinha um tempinho, minha faculdade ia ter feriado assim, quinta e sexta, eu ia para Londres. Ele sempre falava isso. Então eu passei, eu fui para Londres acho que umas 5 vezes assim em 6 meses. Aí em 2023, 24, começou o começo do ano assim, daí ele me assumiu. Você viu o vídeo da galinha cagando um ovo e o ovo abrindo, caindo e eu saindo do meio? Não, ele me assumiu.

Eduardo Daibert:Tá, tá.

Amanda Araujo:Ou eu posso ter visto, posso ter esquecido, gente.

Eduardo Daibert:Se você denunciar...

Amanda Araujo:Eu denunciar.

Eduardo Daibert:Fiz minha parte, denunciei.

Amanda Araujo:Ele me assumiu desse jeito, a gente tava super numa discussão. Tipo, quando é que ele vai me assumir? Será que ele tá ficando comigo só pra, tipo... Porque a gente tava ficando, ele não me assumia nunca. Eu falei: "Ah, não quero mais isso, não". Aí eu acordei um dia cheia de seguidor. Falei: "Gente, o que aconteceu?". Aí eu fui ver um vídeo, é uma galinha. Daí sai da bunda dela um ovo, o ovo cai no telhado, quebra. E sai uma foto de nós dois.

Amanda Araujo:Ai, eu vi esse vídeo! Lógico que eu vi, eu vi.

Amanda Araujo:E aí foi assim que ele me assumiu. Entendi, sem te falar. Sem me falar, sem me falar. E aí, eu sinto que a gente começou a ficar mais público, né. Antes era mais no off.

Amanda Araujo:Sim, e teve um pedido formal?

Amanda Araujo:Sim, aí 6 meses depois, a gente fez uma viagem nas férias dele. Porque ele tem pouquíssimas férias, ele tem pouquíssimo tempo de descanso.

Amanda Araujo:Nossa, é uma rotina doida, né.

Amanda Araujo:É uma rotina muito corrida, muito, muito, muito. Então ele só tinha férias em julho, ele só tem férias em junho. Aliás, agora ele tá de férias também. E aí, eu lembro que ele falou: "Ah, vamos viajar, vamos pra Cancún, vamos pra essa praia". E aí, ele me pediu em namoro. E oficializou, assim. Teve o pedido, ele ajoelhou, botou o anel no meu dedo. Foi muito legal.

Amanda Araujo:E aí, foi o start do namoro.

Amanda Araujo:Sim, o start do namoro.

Amanda Araujo:Ano pá? 2024. 2024. Gente, 2024 foi o ano da sua vida, então, né?

Amanda Araujo:Foi, foi babado. Foi o... Bastante coisa aconteceu.

Amanda Araujo:E quando você descobriu que tava grávida, como foi?

Amanda Araujo:Na hora que eu vi o teste, você tá falando? Eu acho essa história muito engraçada.

Eduardo Daibert:É muito boa essa história.

Amanda Araujo:Tipo assim, eu tinha acabado de me mudar. Literalmente, acabado de me mudar. Eu tava sozinha lá em Londres. Sozinha, eu digo, sem minha família, que sempre tá comigo. Eu sou muito apegada aos meus pais, ao meu irmão. Eu tava lá sozinha.

Amanda Araujo:Nossa, deve ser uma vida muito solitária, né?

Amanda Araujo:É, agora eu tenho um bebê que me ocupa 24 horas. Sim. Mas no começo, eu ficava meio perdidinha. Eu acho que até o curso de inglês que eu falei que eu ia fazer me ajudou muito, porque eu fiz várias amizades. Só que como era intercâmbio, acabou o curso, todo mundo vai embora, né? Então ficou só eu de novo. Mas eu lembro que eu fui fazer exame de vista. Esse fato é importante. Fui fazer um exame de vista. E aí, eu tava indo embora do exame de vista, tinha uma farmácia do lado. Eu falei: "Vou dar uma passadinha na farmácia". Que eu adoro farmácias. Em Londres? Em Londres. Aí nisso, a sessão de gravidez tinha só um teste. Tipo, só um, no meio assim, centralizado. Um teste. Eu falei: "Ah, vou pegar". Minha menstruação tava atrasada, mas minha menstruação sempre atrasa quando eu tinha prova, mudança, sempre atrasava. Então, pra mim era normal. Aí eu cheguei em casa com muita vontade de ir no banheiro. Fiz xixizinho no teste, coloquei o teste, fui tirar minha roupa, comecei a arrumar minha penteadeira. Aí o teste apitou. E aí, na hora eu sabia que eu tava grávida já. Ele fez um apito assim, tipo: "Grávida". Aí eu fui pro banheiro. Eu fui pro banheiro e ele tava lá, "pregnant". E aí o Rick tava lá em casa e eu comecei a chorar, chorar, chorar, chorar. Eu até conto que depois ele me falou que ele achou que eu tinha ficado cega. Porque eu falei pra ele assim: "Mô, tô indo no exame de vista". Aí eu cheguei chorando, ele: "Pronto, ficou cega?". Juro. Aí eu lembro que a minha ideia era ligar assim pra minha mãe, pro meu irmão, pro meu pai.

Eduardo Daibert:O que ele perguntou pra você depois que ele viu o teste positivo?

Amanda Araujo:É que ele não sabia o que era "pregnant". Tava escrito em inglês. E aí eu mostrei pra ele achando que ele ia ficar tipo... Aí ele olhou o teste e ele não teve reação nenhuma. Eu falei: "Amor, eu tô grávida." Tipo... "O quê?" "É, eu tô grávida." E aí eu lembro que tipo, quando eu vi que eu tava grávida... Daí ele perguntou... O quê que ele perguntou?

Eduardo Daibert:Amanda, esquece essas coisas. Daí ele perguntou se ele também tinha que fazer um teste de gravidez. Ah, não, é que isso foi... Porque é muito bom. Essa história é a parte da história que eu fico ouvindo só pra esperar ela falar essa parte e eu rir de novo. Ela não fala assim.

Amanda Araujo:Eu falei que eu queria fazer o exame de sangue pra confirmar, porque pode ser que dê falso negativo. Falso positivo?

Amanda Araujo:Não existe falso positivo, só existe falso negativo.

Eduardo Daibert:Jura?

Amanda Araujo:Eu achei que tinha falso positivo também.

Amanda Araujo:Não, só existe falso negativo. Positivo, não.

Amanda Araujo:Me passei também, então. Mas eu falei: "Não, tá errado. Vamos fazer exame de sangue, porque lá eu vou ter certeza". Aí ele: "Mas eu vou ter que fazer também?" Eu falei: "Não, amor. Só eu que vou ter que fazer".

Amanda Araujo:Tá em mim, no caso.

Eduardo Daibert:Sim, sim, sim.

Amanda Araujo:Mas eu lembro que a minha ideia sempre... Eu sempre pensava, tipo assim: "Quando eu descobrir que eu tô grávida, eu quero fazer uma caixinha". "Quero entregar pra ele e falar, tipo, 'surpresa'". Mas eu não consegui, eu tava tão... assim...

Eduardo Daibert:Grávida?

Amanda Araujo:É, eu tava tão grávida.

Amanda Araujo:Não, mas qual foi a sensação, assim, quando você viu aquele... Porque eu lembro exatamente da... Quando eu vi, eu falei: "Socorro".

Amanda Araujo:Socorro.

Amanda Araujo:Sei lá, pra mim... Foi um mix de tudo. Sempre foi uma coisa de: "Agora não tem mais volta, é isso aqui".

Amanda Araujo:Sabe aquele clipe da Rapunzel, que ela sai da torre? E ela fala: "Isso é tão legal". E depois ela chora. Foi, tipo, isso comigo. Porque eu começava a rir. Daí eu falava: "Meu Deus do céu, mas meus pais..." Aí eu falava: "Gente, eu tô grávida." Depois eu falava: "Não, não quero mais." Aí eu falava: "Nossa, agora eu quero". Então foi um mix de sensação absurda. Exatamente por isso que eu acho que eu não consegui esperar e fazer uma surpresa pra ele. Eu precisava de ajuda naquele momento, sabe? Com meus pais longe, com meu irmão longe, com minha família longe. Eu falei: "Gente, a única pessoa que pode me ajudar é ele". E aí eu quebrei a surpresa, chamei ele direto pro quarto. Aí eu contei pra ele. E assim, foi muito importante a reação dele. Porque ele super apoiou, super falou: "Não, eu vou cuidar de você. Se você tá pai, você vai ser mamãe". Aí eu, tipo: "Nossa, é verdade?". Então eu fiquei muito mais calma. Muito melhor, foi muito legal.

Amanda Araujo:Ai, que bom, né? Porque acho que dá uma super insegurança, né, por todo o contexto, por toda a situação. E para você como mulher assim, porque a gente sabe que já tem esse pré-julgamento por ser jogador de futebol, por você ser nova, por ele também ser novo, né, por vocês morarem longe, enfim. Como foi esse, o que que foi importante para você nesse momento? O apoio dele, o apoio da família, no que que você O que te deixou segura, sabe?

Amanda Araujo:Então, desde quando ele tava pensando em me pedir em namoro, ele bateu na tecla de que ele queria ir lá em casa pra pedir permissão pros meus pais. Eu falei: "Gente, a gente tá nos anos 90, né?" Porque ele queria, tipo assim, pedir permissão pros meus pais se ele podia me pedir em namoro. Eu falei: "Muito fofo". Então, ele sempre me passou muita segurança em relação a isso. Eu não ia engravidar de um cara que eu não soubesse que iria cuidar realmente do jeito que eu quero ser cuidada. E do meu filho também. Então, ele deixava sempre muito claro que ele ia fazer de tudo por nós dois. Então assim que ele me falou, tipo: "Cara, agora é a gente, agora a gente é uma família". E aí eu lembro que quando eu fui contar pros meus pais, teve que ser por FaceTime, porque não dava tempo de eu esperar 10 dias pra ver meus pais pessoalmente. Eu lembro que ele que ligou por FaceTime, pelo meu celular. E falou: "Olha, eu fui aí, falei que eu ia cuidar da Mandinha. E agora eu vou cuidar de mais um, porque ela tá grávida". Aí eu achei, tipo, muito legal.

Amanda Araujo:Ai, ótimo!

Amanda Araujo:Ele fez questão de me fazer me sentir segura, do começo ao fim.

Amanda Araujo:E seus pais, como foi?

Amanda Araujo:Minha mãe ficou bem emocionada. Meu pai não entendeu muito no começo. Mas hoje em dia, sim. Vovô e vovó adoram. Mas no começo, acho que eles deram uma assustada. Acho que também tem essa preocupação, né? De: "Nossa, como vai ser? Quem que ele é?" Porque, tipo, sabe? Tem essa preocupação.

Amanda Araujo:Mas então teve isso? Ele foi lá falar com eles?

Amanda Araujo:Sim, ele foi falar com meus pais, pra me pedir em namoro. E depois, quando eu engravidei, ele falou com meus pais de novo, pedindo essa... Pra deixar ele cuidar da gente. Foi muito legal.

Amanda Araujo:E aí veio o bebê. E aí veio o bebê. O pai do bebê, o tio do bebê, a mãe do bebê.

Eduardo Daibert:Todo mundo junto em Maringá também. Porque a gente... Como eles fizeram meio que questão de ter o bebê em junho, né. Que é as férias dele, passar o mês inteiro em Maringá. Então a gente passou o mês inteiro, todo mundo na casa dos meus pais lá.

Amanda Araujo:Ah, então foi super... Também aproximou todo mundo mais ainda.

Eduardo Daibert:Com certeza, sim.

Amanda Araujo:É, deu certinho. Porque eu engravidei em setembro. E o bebê nasceu em junho. Que é justamente na única época que ele tava de folga, de férias, né?

Amanda Araujo:Gente, Deus é bom, né?

Amanda Araujo:Deu certinho pra ele estar lá durante a viagem.

Eduardo Daibert:Vai fazer um ano do... Segunda-feira.

Amanda Araujo:É verdade, ele já vai fazer um ano. Dia 15, ele nasceu, do ano passado.

Amanda Araujo:A gente fez a festa antes. Mas e a festa? Então, a festa foi antes?

Amanda Araujo:Foi antes, por conta da nossa data de viagem e tudo mais. Eu e o Henrique também queria aproveitar. E a gente tinha marcado a festa antes.

Amanda Araujo:E conta dessa festa, gente. Que festão! Eu amei, tá?

Amanda Araujo:Eu amei!

Eduardo Daibert:Festa de bebê!

Amanda Araujo:Vocês gostam de se organizar a festa?

Amanda Araujo:Pior que foi a primeira vez que a gente fez.

Eduardo Daibert:A primeira grandona que teve. Porque a festa de 1 ano é, tipo, festa pros pais, na verdade. Porque a criança, ela não vai lembrar do que tá acontecendo.

Amanda Araujo:Mas ela vai ver fotos.

Eduardo Daibert:Ela vai ver fotos, vai ver tudo. Então foi um momento também da família nossa conhecer a família do Rick, né. Porque a gente já conhecia eles, eu e meus pais. Porque a gente foi num... algum... Chá de bebê. No chá de bebê, eu acho.

Amanda Araujo:Chá revelação.

Eduardo Daibert:Ah, é. Chá revelação, lá em Londres. Pra saber se era Rick ou Aurora, que ia ser o nome que a mãe dele ia colocar. E daí, a gente conheceu ele. Mas o resto da família, não. Então a gente foi todo mundo lá pra conhecer.

Amanda Araujo:É, foi o primeiro evento grande que a minha família e a família do Rick se conheceu, sabe? A gente queria fazer uma coisa especial. Até porque a gente não fez mês-versário. Como tava só eu e o Rick lá em Londres, não tava a nossa família, a gente falou assim: "A gente vai contratar um bolo, fazer uma decoração pra tirar uma foto e postar no feed". "Para falar que ele tá fazendo 2 meses." Então a gente meio que deixou isso pra comemorar uma coisa entre nós, sabe? E aí a gente guardou tudo pra festa de 1 ano. Agora só daqui a 10 anos, porque Jesus!

Eduardo Daibert:Não, amor, tem a de 2, a de 3, tem a de 1 ano e 1 mês.

Amanda Araujo:Tem que ter todas as festas. E o tema foi Copa?

Amanda Araujo:Copa. Caiu na data da Copa do Mundo, sabe? É uma coisa bem legal, de 4 em 4 anos. Então não tinha tema melhor pra fazer a festinha dele. Até porque ele não ia "ursinho pô", assim. Ele gosta de desenho, mas ele não consegue associar que é um desenho.

Amanda Araujo:Então criança de 1 ano não tem muito ainda. É o que a gente não tem. Não mostra pra ele, né.

Amanda Araujo:Ele vê um programa passando na televisão, mas pra ele não é um personagem que ele gosta, sabe. Então acho que tema de Copa do Mundo é muito legal. Por conta que tá tendo a Copa agora, é muito legal.

Amanda Araujo:E como é que tá a expectativa?

Amanda Araujo:Me contem. De Copa?

Amanda Araujo:É, onde vocês vão assistir?

Eduardo Daibert:Meu, onde eu estiver, eu vou estar assistindo. Juro a você, juro a você.

Amanda Araujo:O Eduardo tá fazendo de tudo pra tentar ir, né.

Eduardo Daibert:Tô fazendo de tudo pra estar lá no estádio do Brasil. Do Brasil. Mas de onde eu estiver, eu vou estar assistindo e documentando tudo, né. Porque Copa é muito legal a energia, né. E assistir o jogo do estádio é muito bom. Muito bom, todos que eu fui. É incrível, assim, poder assistir de perto.

Amanda Araujo:Começou até a torcer pro futebol, né?

Eduardo Daibert:Não, eu trouxe pro Brasil. Trouxe pro Brasileiro. Só trouxe pra nossa seleção. E foi incrível o aniversário, porque foi justamente no dia da última preliminar, como é que chama? Amistoso. Amistoso do Brasil contra... É a mistura do Brasil com o Egito, né? E daí ganhamos, foi, tipo, a maior coisa do mundo inteiro. Não sei quem que foi na festa que deu um kit torcedor com uma bubuzela. Pra 150 pessoas, incluindo crianças, idosos e todo mundo. A cada 5 segundos, apitava vuvuzela, apitava vuvuzela. Se eu soubesse, eu teria tirado do kit torcedor.

Amanda Araujo:Um por um, pra não... Foi bem legal, cara.

Amanda Araujo:Aonde foi que vocês tiraram?

Amanda Araujo:Foi durante a festa do Titico.

Amanda Araujo:A gente passou assim... Ah, esse jogo! É verdade!

Amanda Araujo:Foi o jogo no dia. Aí a gente falou: "Cara, vamos passar no telão". E a gente deu um kit torcedor pra todo mundo. Então a gente montou um lounge assim.

Amanda Araujo:Não sei quem deu.

Amanda Araujo:Já sabe quem é.

Eduardo Daibert:Eu falando mal é a mana que tá dando tudo isso.

Amanda Araujo:Foi bem legal, foi uma energia muito gostosa, energia de copa é muito bom assim.

Amanda Araujo:E eu imagino que poucas pessoas vivam o futebol assim tão intensamente quanto vocês, né? Porque a gente aqui que é só torcedora, a gente sofre, tá? E isso tem tudo a ver com uma coisa que a gente acredita muito aqui no Pode Delas, que é o seguinte: os momentos que marcam a nossa vida. Por isso eu queria aproveitar para falar da Philips Audio Vídeo, que é uma das marcas parceiras aqui do Pode Delas, né? Vocês sabem. E a Philips sempre esteve presente nos momentos de entretenimento, de conexão e de celebração das pessoas. Pensando também nessa paixão pelo futebol, pela música e por todos os momentos especiais, eles mandaram um presente pra vocês.

Eduardo Daibert:Olha!

Amanda Araujo:Bem pequeno.

Eduardo Daibert:Eu já amei! É maior que o bebê, falando sério. É maior que o bebê. Tô falando sério.

Amanda Araujo:Um bombom beach pra você!

Amanda Araujo:Gente!

Amanda Araujo:Nossa, pesadíssimo.

Amanda Araujo:Que linda!

Amanda Araujo:Ó, tem este e também... Caso tenha muitas crianças com vuvuzelas e coisas, vocês queiram ficar mais entre vocês assim...

Eduardo Daibert:Não acredito! Muito obrigada!

Amanda Araujo:Tem voadiz também, tá? Porque, ó, gente, todos os momentos têm sua trilha sonora. Essas comemorações, né, que a gente nunca esquece. Então nada mais justo do que assistir aos jogos e celebrar tudo isso com muito som, tá? Com alta potência pra animar cada lance, bateria de longa duração. Alça de transporte pra levar a torcida pra onde você quiser. A experiência fica ainda mais completa, tá? Porque pra quem tá assistindo aqui a gente, a Philips também disponibilizou um desconto especial, gente, de 10%, usando o cupom PODDELAS, tá? É só você escanear o QR code que tá aparecendo aqui na tela ou o link que tá aí na descrição. Então arrasem, já garantam. Garantam? Garantem? Garantam o de vocês, tá? Tá muito especial, entra lá no site, tem muita coisa, vocês vão amar. E ó, eu espero que vocês usem muito.

Amanda Araujo:Eu uso muito a minha.

Amanda Araujo:Pra quem carrega sempre um bebê, é muito bom que tem uma alça aqui, tá?

Eduardo Daibert:Vou deixar aqui do meu ladinho pra Amanda ver.

Amanda Araujo:Pode deixar aí, né? É pra vocês assistirem juntos, gente.

Eduardo Daibert:Se puder, assim. Gostou? Posso ficar assim, gente, até o fim do filme?

Amanda Araujo:Gostou, viu? Valeu a pena vocês virem.

Amanda Araujo:Nossa, eu amei, tô chocada.

Eduardo Daibert:Entendeu?

Amanda Araujo:Pelo menos vocês vão sair daqui com as mãos cheias.

Amanda Araujo:Sai com as mãos cheias. Valeu, muito obrigada pela presença.

Amanda Araujo:Imagina, pode dar pra Bru que ela guarda. Apesar disso, Lindíssima!

Eduardo Daibert:Muito obrigado.

Amanda Araujo:Obrigada vocês! Adorei! Mas e aí, como é que tá essa rotina de... Porque agora tá rolando Copa, mas também ele tá de férias.

Amanda Araujo:Sim, sim.

Amanda Araujo:E aí você acaba ficando de férias junto.

Amanda Araujo:Sim, a gente aproveita pra viajar. A gente ainda não fez nenhuma viagem assim, eu, o Riquinho e ele, sabe? Porque desde quando o Riquinho nasceu, ele tem essa rotina super cansativa. Então vai ser a primeira vez que a gente vai ter esse tempinho pra nós, sabe?

Amanda Araujo:Sim. E você vai viver a Copa como? Eu tô sabendo... Meu... De um repórter, como é que tá o trabalho?

Eduardo Daibert:Conta pra gente. A gente que tem que trabalhar. A gente, tô fazendo de tudo, né? Fazer meus videozinhos aí, monetizando com o TikTok, um minuto e um segundo. Eu fico até monetizar. Porque eu tô fazendo de tudo pra assistir os jogos realmente no estádio. Acho que é uma experiência incrível, assim. Eu acho que... Tem super a ver. Dudu Dybridge tem Brasil, tem Dudu. E eu tô fazendo de tudo pra estar lá, né? Vamos ver se funcionar. Se não funcionar, em pleno mês do orgulho, já sabem o que é, né?

Amanda Araujo:Não dá, gente. Sua sobrancelha tá belíssima, tá?

Eduardo Daibert:Tá, né? Ai, obrigado!

Amanda Araujo:Juro, agora você olhou assim, ó. Olhei, né?

Eduardo Daibert:É olhar de nepo. Porque Amanda é a esposa troféu, né. Só que eu tô tentando levar os cunhados pra realmente ganhar um pouco dessa fama. Porque é só esposa de jogador, filho de jogador. E nunca pensam realmente no cunhado do jogador famoso.

Amanda Araujo:Tem a família, né.

Eduardo Daibert:Tem a família, então eu tô realmente à frente da causa nepo. E é muito, muito bom, tá?

Amanda Araujo:E eu acho que você é um ótimo representante pra essa causa. Obrigado! E vai dar certo, vai dar muito certo. Vai dar. Então você não tem nenhum jogo específico ainda que você...

Eduardo Daibert:Nenhum. Ó, eu tenho só meu passaporte, meu visto, que eu renovei ano passado. E...

Amanda Araujo:A vontade.

Eduardo Daibert:Muita vontade.

Amanda Araujo:E a disponibilidade também.

Eduardo Daibert:Muita disponibilidade, vontade e o amor no coração que não cabe no peito. Mostra sua força, Brasil. E amar o amor na chuteira. Ó, gente... Você viu, né? Podia até cantar o hino.

Amanda Araujo:E você sabe que esse microfone aqui que deixa a voz do final.

Eduardo Daibert:A veludada?

Amanda Araujo:A veludada.

Eduardo Daibert:Fala qualquer nota, eu tenho tudo de nota, fala uma nota que eu faço aqui agora pra você. Qualquer nota.

Amanda Araujo:Não sei nem dó.

Eduardo Daibert:Dó. Dó. A sua nota é dó. Nota dó. Ah, essa nota que eu sei fazer, amiga.

Amanda Araujo:Tô brincando.

Amanda Araujo:Agora, você estava falando do relato de parto, eu quero muito saber.

Eduardo Daibert:Ah, isso é top. Relato de parto, meu?

Amanda Araujo:Eu quero saber.

Amanda Araujo:O que que você tava pensando quando tava lá parindo?

Eduardo Daibert:Parindo?

Amanda Araujo:É porque você ficou no hospital.

Eduardo Daibert:Não, foi assim, Foi meu colapso de parto, gente.

Amanda Araujo:Como foi seu colapso de parto?

Eduardo Daibert:Foi assim, era um domingo, assim, super tranquilo. Tinha almoço, tinha feijoada. Era pra ter feijoada no almoço, não teve, né. Porque a Amanda não cooperou com a gente.

Amanda Araujo:Porque ou ela tá jogando, ou ela tá parindo.

Eduardo Daibert:E é sempre engraçado que é numa refeição, né. Você viu que eu sempre tô morrendo de fome. Daí eu sei que eu tô lá, eu falo assim: "Ai, vamos pro hospital, que a Amanda tá... Acho que vai parir, a contração". E daí, nisso, a gente vai pro hospital. Só que a gente vai pro hospital na intenção de voltar pra casa. Então a gente vai. Só que tinha quantos centímetros? 6?

Amanda Araujo:4?

Amanda Araujo:Não, não. Eu só tava com muita contração.

Eduardo Daibert:Era muita contração, tinha 1 centímetro só, eu acho. Uma coisa assim, e ia ter o almoço logo em seguida, importante.

Amanda Araujo:A feijoada.

Eduardo Daibert:A feijoada da vó.

Amanda Araujo:Isso lá no...

Eduardo Daibert:No hospital, lá em Maringá.

Amanda Araujo:Sim, mas vocês estavam em casa?

Amanda Araujo:A gente tava em casa. Eu comecei a sentir contração de manhã. E a minha médica falou, tipo assim: "Ai, vem aqui pra gente ver". Só que, tipo assim, isso era quase 11 da manhã. E eu falei: "Tá bom, eu vou aí e a gente volta pra feijoada". "Minha vó tá fazendo feijoada, eu quero almoçar em casa". Aí ela: "Beleza". Só que daí a gente chegou lá e ela viu que eu já estava dilatando. E ela falou: "Você não vai voltar pra casa".

Eduardo Daibert:Eu falei: "Como assim não vou voltar pra casa?" Não compensa ir pra casa, voltar depois de algumas horas.

Amanda Araujo:E aí, cancelou a feijoada. E aí, eu tive que ficar lá. E aí, evoluiu muito rápido.

Eduardo Daibert:Mas foi super tranquilo, a gente ficou lá na sala da família, assim. Eu, meus pais, o Rick e a Amanda. Ficou lá um bom tempo, assim, sei lá, uma hora, almoçamos lá mesmo. E daí, depois, foi Amanda, o Rick e minha mãe pra sala de parto. Que daí é mais reservado, é mais limpo. Tem a banheira, tem as coisas lá, a maca, tudo mais. Então elas ficaram lá até... E foi muito rápido. Eu sei que eu fiquei lá mexendo no celular, no TikTok, enquanto a Amanda tava lá parindo.

Amanda Araujo:Sabe bem como é que funciona, né? E você... Como é que foi o seu planejamento, assim, pro parto? Você queria parto normal?

Amanda Araujo:Eu queria parto normal. Nunca tinha pensado em fazer cesárea, porque eu não queria fazer cirurgia. E parto é normal, por ser normal. O corpo da mulher, normal, sabe? Então eu sempre pensei muito nisso. E eu não fiquei preocupada na minha gestação com meu parto. Eu tava tão ansiosa pra parir, no sentido de, tipo assim, eu não aguentava mais estar grávida, sabe? Eu queria logo voltar à minha rotina, voltar à minha vida, voltar pro meu corpo. Então eu tava, tipo assim: "Ah, não vejo a hora. Ai, não vejo a hora, não vejo a hora". Então acho que isso ajudou muito a chegar na hora e eu estar, tipo, super confiante, super tranquila. Entende? Aí eu não sofri muito psicologicamente. Pra mim, a pior parte foi porque eu resolvi tomar anestesia. Analgésia. Foi a pior parte, porque eu odeio agulha, né. E eu fiquei com medo da agulha. Eu tinha mais medo da agulha do que do bebê.

Amanda Araujo:Eu passei mal por conta da agulha também. Do medo, depois que eu vi.

Eduardo Daibert:Vocês têm medo de agulha?

Amanda Araujo:É que agulha é bem...

Eduardo Daibert:A gente, família. Eu não tenho medo de agulha. Só que eu falo assim: "Moça, eu vou desmaiar?" Então, tipo assim, quando eu vou tirar sangue ou fazer algum exame, eu falo assim: "Moça, pode tirar quando você quiser, minhas vias estão aqui. Mas eu vou ter que ficar sentado, porque eu desmaiarei". E é tipo: "Ai, não precisa não fazer não, moça. Não tá entendendo, eu tenho 1,85m. Se eu cair aqui, ninguém me segura".

Amanda Araujo:E elas ficam desesperadas, né. Tipo: "Você costuma desmaiar?" "Ah, você vai comer essa aqui?" Aí você traz uma bolachinha.

Amanda Araujo:Quando o sangue sai da boca e fica tudo branco, elas falam: "Gente..." Acho que essa foi a pior parte do meu parto, foi o medo que eu tava da agulha mesmo, sabe? Mas tirando isso, foi muito tranquilo, assim, pra mim.

Amanda Araujo:E quanto tempo durou?

Amanda Araujo:Eu acho que a gente foi pro hospital, era 11 da manhã. Aí acho que 1 da tarde, a gente almoçou, tudo mais. Aí 1 da tarde, 1:30, quase 2 horas, a gente foi pra sala de parto. Aí o bebê nasceu às 6.

Amanda Araujo:E você tava sem dor?

Amanda Araujo:Eu tava com muita dor, tava quase morrendo, foi muito difícil. Só que eu tava muito tranquila por dentro. Era uma dor que eu já estava preparada pra ter, sabe? Gente! Eu tava sem dor.

Eduardo Daibert:Eu fui sem dor e voltei sem dor também.

Amanda Araujo:Graças a Deus.

Amanda Araujo:Eu tive muita contração, assim. Mas em nenhum momento passou na minha cabeça, tipo: "Eu não vou aguentar". Nenhum momento. Falei: "Gente, eu quero parir logo". E aí foi indo, eu fiquei bastante tempo, fiquei no banheiro. O Rick entrou no banheiro comigo. Aí depois eu rebolei lá na bola pra ver se o bebê encaixava.

Eduardo Daibert:Você fez as aulas de parto, né?

Amanda Araujo:Fiz umas aulinhas lá. E aí depois eu deitei na cama assim, aí veio uma vontade de fazer força. Aí eu gritei: "Vou fazer força, sim, tá na hora de fazer força!" Aí começou, aí empurra, empurra. Daí o bebê ia assim, ó, e voltava. Ia assim e voltava. Aí o Rick ficava assim lá olhando, assim, relando o bebê dentro de mim. Foi o primeiro a relar nele foi o Rick. Passava a mão no cabelo dele assim. Dentro de mim. E aí ela empurrava assim, aí saiu, nasceu. E na hora que nasceu, saiu tudo.

Amanda Araujo:A recuperação é muito boa, né?

Amanda Araujo:Nossa, 20 dias depois eu tava na academia treinando assim, plena, barriga reta, foi incrível. Então tipo, o parto normal foi muito bom.

Amanda Araujo:Você teria outro?

Amanda Araujo:Teria.

Amanda Araujo:E você quer ter mais filhos?

Amanda Araujo:Terei. Não tô grávida, aquelas não tão menstruada.

Amanda Araujo:Tem que ser ter.

Amanda Araujo:Tem, mas eu quero ter, quero ter mais. Tá uma fase muito gostosa agora, gente, eu amei, tô amando. E agora eu quero ter uma menininha ou um menininho também.

Amanda Araujo:Como é que tá a rotina? Conta essa rotina lá.

Amanda Araujo:Eu ia falar de bebê, pra ter bebê?

Eduardo Daibert:Não, pra ter bebê, sim.

Amanda Araujo:A minha rotina em Londres. Sim. Cara, é muito gostoso, eu cuido do bebê. No momento eu tô trabalhando como influenciadora e gastando meu tempo pra criar ele mesmo, sabe? Então eu lembro que até os meus 4 meses eu não tive babá. Era só eu e ele. E aí foi bem pesado pra mim. Porque a minha mãe não teve babá pra cuidar de nós dois. E eu falava assim: "Nossa, se minha mãe consegue, eu consigo também". Tipo assim, vai tomando. E aí, depois que eu tive... Vai tomando. Depois que eu percebi, demorou muito tempo pra entrar na minha cabeça que tá tudo bem eu precisar de ajuda. E não ser igual a minha mãe foi nos anos 90, sabe?

Eduardo Daibert:Eu nasci em 2001, gente. Os anos 90?

Amanda Araujo:Tipo assim, foi muito difícil entrar na minha cabeça que eu podia sim contar com ajuda. Eu podia ter uma babá sem me sentir, tipo... Mais fraca por conta disso, sabe? Demorou muito tempo pra entrar na minha cabeça. Mas eu não tava conseguindo fazer nada, porque o Rick viajava muito. Quando ele tem jogo, tipo, ele tem jogo no domingo, ele viaja no sábado, dorme fora. E se o jogo é à noite, ele volta só na segunda-feira. Então eu passava o final de semana inteira sozinha. Tinha dia que eu não conseguia tomar banho. E aí o Rick falou: "Amanda, é pela sua saúde mental." "Vamos pegar uma babá". E aí, depois eu peguei uma babá, e foi incrível.

Amanda Araujo:E é brasileira?

Amanda Araujo:É brasileira, ela tem a minha idade, a Alice, incrível. E assim, ela me ajudou muito, porque a gente conseguiu fazer uma coisa muito natural, sabe? Então, ela é o tipo de babá que eu não largo meu filho com ela e vou fazer minhas coisas. A gente faz as coisas juntas. Então, tipo assim, estamos sempre juntas, sabe? Entendi. E é muito gostoso, assim. Ela é muito querida, nossa. Muito querida, assim. Antes de ser babá, ela já era minha amiga. Que morava lá.

Amanda Araujo:Ah, ela mora lá?

Amanda Araujo:Sim, ela mora lá em Londres. Entendi. E aí, por eu confiar e por ela ser...

Amanda Araujo:Já morava, né? Que parece uma pergunta idiota, que claro que ela mora pra trabalhar com vocês, mas já morava.

Amanda Araujo:Já morava, a gente já era amigas. E aí, contratei ela como babá e, nossa, me ajudou muito. Porque daí eu consegui começar a dormir, sabe? Comecei a comer. E daí eu falei: "Nossa, não tem como". Aí, ela fica de segunda a sexta. Final de semana, eu ainda fico sozinha com ele. Mas agora... Como eu tô conseguindo dormir e descansar, é até gostoso ficar com ele. Tipo, acordar com ele 7 da manhã, assim, e ter toda aquela coisinha, e trocar, e ter essa rotina com ele. Os finais de semana são muito gostosos, porque daí a gente tem mais aquele tempinho a mais, né.

Amanda Araujo:É uma conexão também, né. É super importante.

Amanda Araujo:Agora que eu consigo ter um tempo pra respirar. Eu lembro, o Eduardo ia lá com a gente. Teve um dia que ele ficou sozinho, só eu e ele lá em Londres, sem minha mãe. Nossa, foi muito trabalho, né.

Eduardo Daibert:Acho que foi em setembro, quando você voltou. Porque a gente foi... A Amanda teve o bebê aqui, em junho. E daí eles conseguiram voltar. Primeiro momento que tinha pra voltar... Passaporte saiu, a gente voltou. Não, na primeira semana de vida ele tinha passaporte, tinha visto, ele tinha CPF, tinha RG, tinha tudo que se imaginar. Só não tem a carteira de motorista, porque ainda precisa passar na prova. Porque ele tem tudo, tudo que se imaginar. E daí, assim que tirou tudo, eles foram pra Londres. Mas depois teve alguma coisa que vocês voltaram pro Brasil, em setembro.

Amanda Araujo:O jogo do Brasil.

Eduardo Daibert:Ah, é verdade! Teve um amistoso. Teve lá no Rio. Deles voltaram.

Amanda Araujo:E daí... E ele super pequenininho já, acompanhando tudo.

Amanda Araujo:Lá no estádio, assim, com aquele fone que tampa. Mas eu levo ele nos jogos desde pequeno. E hoje ele vai, hoje ele já fica na arquibancada comigo. O pessoal fala: "Não, mas ela deve ficar lá no camarote." Eu juro, eu tô lá na arquibancada, lá mesmo. E ele fica sentadinho no meu colo, assim, olhando tudo. Ele adora futebol. Ele adora futebol. Antes dele andar, ele tava jogando bola. Igual você, né, Dudu?

Eduardo Daibert:Nossa, ele é muito igual a mim. Muito igual a mim. Eu me vejo nele, na real. Porque falam que ele é muito parecido com o Richarlison. Mas eu acho que ele é... É minha cara, ele é o meu "my baby, my baby".

Amanda Araujo:Entendi.

Eduardo Daibert:Então é isso, nada da Amanda.

Amanda Araujo:Entendi. E a história do nome é da família de vocês? Que tem a tradição de colocar o nome do pai?

Amanda Araujo:Isso foi uma má interpretação de texto, que não sei se foi da minha parte. Qual parte? Tipo assim, ser obrigatoriamente... Ah, não, não é obrigatório.

Eduardo Daibert:É só, tipo, uma coisa que acontece.

Amanda Araujo:Não, é uma tradição.

Amanda Araujo:É que, tipo... Não, também. É que assim, me questionaram muito sobre a escolha do nome. E aí eu falei que o que eu achei legal é que coincidentemente o nome do meu pai é Eduardo, que é o nome do meu irmão. Então quando o Rick falou que ele queria colocar o nome do nosso filho, o nome dele, eu falei: "Nossa, muito legal!" Porque foi uma homenagem que o meu pai fez ao meu irmão, entendeu? Então tem essa tradição de família, mas não é tipo: "Nossa, qualquer homem que eu tivesse um bebê, o nome dele seria o nome do filho". Não, foi uma coisa que surgiu do Rick, que eu achei muito interessante justamente por ter pode ter acontecido também com meu pai e com meu irmão. Não é obrigatório, tipo, a minha filha não vai se chamar Amanda, entende?

Amanda Araujo:Ah não, que normalmente também é mais do menino, né, que tem o... E aí, se vier outro menino?

Eduardo Daibert:Richardson...

Amanda Araujo:É boa pergunta.

Eduardo Daibert:Vai ter que fazer variações, né, no nome?

Amanda Araujo:É boa pergunta.

Eduardo Daibert:Não, é que não tem como ter um Richardson e um João, tem que ser uma coisa parecida, né?

Amanda Araujo:Você tava pensando em colocar Eduardo, sabia?

Eduardo Daibert:Jura? Ai não, gente, já tem tanto, tem eu, meu pai, tem um monte de gente já. Diversificar, porque senão a família inteira, a linhagem inteira vai ser o mesmo nome, tem que ir mudando, né?

Amanda Araujo:Entendi. Como que você colocaria se tivesse um menino?

Eduardo Daibert:Otávio. Que nada a ver, nunca pensei. Nossa.

Amanda Araujo:Inventou agora.

Amanda Araujo:Pois é, nome de menino é difícil.

Eduardo Daibert:Não sei, eu gosto de Rodrigo, acho Rodrigo bonito.

Amanda Araujo:Então, mas eu gosto de Richardson porque é muito único também. É bem único. Agora eu fico pensando, se eu tiver outro menino, a gente vai ter que dar uma renovada também, né?

Amanda Araujo:Nossa, vai ser difícil, eu acho.

Amanda Araujo:Tem sugestão?

Amanda Araujo:Nossa, nome de menino pra mim foi difícil Silêncio.

Eduardo Daibert:Como você escolheu o seu?

Amanda Araujo:Foi com o mesmo significado da Bia. Porque o nome Beatriz é que traz felicidade. Aí eu pesquisei lá, nomes de meninos com esse significado. Aí tinha, sei lá, Fausto, Benjamin, uns outros nomes assim. E aí tinha Caio. E a gente gosta de nomes simples. Porque meu nome é Thaíse, com H e com Y. Aí eu não queria que os meus filhos tivessem um nome que tivesse que soletrar, tipo assim, como é que escreve, sabe? E aí eu falei: "Não, eu prefiro que seja nome simples, que só ali com poucas letras, fácil de escrever." E aí copiei a Bia.

Amanda Araujo:E simbólico. Legal, nunca tinha parado pra pensar no significado de um nome, né?

Eduardo Daibert:É muito legal.

Amanda Araujo:Bem significado.

Eduardo Daibert:Eu acho que é legal...

Amanda Araujo:Mas foi dificílimo, gente. Quase 8 meses, eu não tinha nome pra criança, eu acho.

Eduardo Daibert:E todo mundo pergunta, né? Primeira que tá grávida pergunta um nome.

Amanda Araujo:Não, nem falava: "Não sei". E eu sei que não tive nome pra menina. Tinha, sei lá, 20 nomes pra menina. E menino, pra mim, foi muito difícil. Nossa. Mas...

Amanda Araujo:Mas é difícil mesmo.

Amanda Araujo:Mas se vir outra menina, vai ser Aurora, é isso?

Amanda Araujo:Aurora, sim. Ah!

Amanda Araujo:E você gosta de família grande, assim? Você pretende ter vários filhos?

Amanda Araujo:Eu queria ter um casal, igual eu e o Eduardo. Eu queria ter um irmão. Eu queria... Na verdade, né? Eu tenho irmão. Eu queria ter mais um filho.

Eduardo Daibert:Então, né? Tá vendo?

Amanda Araujo:Pra dar um irmão pro meu filho.

Amanda Araujo:Entendi.

Amanda Araujo:Aí o Rick já falou que quer ter 4. E aí eu tô, tipo assim, torcendo pra vir uma menina, porque daí eu posso parar por aí. Só que daí se vir um outro menino, eu tô achando que eu vou ter mais um pra ter uma menina. Só que eu tenho muita cara de homem. E eu acho que eu só vou ter homem. Por quê? Não sei, desde sempre.

Eduardo Daibert:É o bigode. É o bigode, todo mundo fala. Todo mundo fala.

Amanda Araujo:Eu nunca me imaginei mãe de menino. Que loucura, né? Eu nunca imaginei. Quando eu descobri menino, eu: "Menino?!" Nossa, foi um... Um choque.

Amanda Araujo:É, não dá pra saber também. Pode ser que já venha uma menina.

Eduardo Daibert:Ah, mas sempre falam que, tipo assim, de repente o redemoinho do cabelo é porque o seu próximo filho vai ser... Acho que quando ele nasceu, todo mundo falava assim: "Gente, tem que ver o dedo do pé." Porque se o dedinho apontar pra lateral, é porque vai ser uma menina o próximo. Gente, como eles sabem disso? Como eles sabem?

Amanda Araujo:São umas coisas muito doidas.

Eduardo Daibert:Muito, né?

Amanda Araujo:Muito doidas. Mas você sempre sonhou em ser mãe, assim?

Amanda Araujo:Você sempre se imaginou? Não, não muito. Eu demorei muito pra me... Ficar feminina, tipo assim. Igual o Eduardo tinha comentado antes, na nossa infância ele dançava balé, cantava. E eu gostava de jogar bola, andar de skate, jogar videogame. Então eu tinha esse pensamento mais masculinozinho, sabe? "Ai, brocochô". Tipo assim, acho que é muito mais das convivências das pessoas que eu tive. Eu era muito mais próxima de homens. E por isso que eu gostava desse mundo. Quando eu me tornei amiga de meninas e comecei a me enturmar mais, gostar mais de maquiagem, gostar mais dessas coisas A minha visão de mundo mudou, eu falei: "Gente, olha o que eu tava perdendo". Como é bom ser mulher! E aí que eu comecei a gostar mais dessas coisas, de família, de menina, de cuidar, sabe? Então, tipo assim, não foi muito grande esse espaço de tempo. Foi tipo 15 anos, entendeu? Antes dos 15, eu falava: "Nossa, criança? Não quero". Depois que eu comecei a romantizar mais a vida, sabe? E aí, foi bem natural.

Amanda Araujo:Mas você não curtiu estar grávida?

Amanda Araujo:Não, odiei. Foi muito ruim. Eu passei muito mal.

Amanda Araujo:Nossa, passou mal?

Amanda Araujo:Passei muito mal. Eu tive hiperêmese gravídica. Que é um diagnóstico na gestação. Que eu vomitava 24 horas.

Amanda Araujo:Nossa!

Amanda Araujo:Eu fiquei 20 dias sem comer. Eu até pesquisei no Google quantos dias Jesus sobreviveu sem comer. Porque eu falava: "Gente, eu não consigo".

Amanda Araujo:Meu Deus, não pode rir disso, eu acho.

Eduardo Daibert:Ela no Google: "Quantos dias é o máximo que uma pessoa pode parar, pode passar doente?" Eu tomava soro na cama, assim.

Amanda Araujo:Só e vomitava, e só. Eu emagreci muito. Eu não tinha nem o que emagrecer, eu perdi muitos quilos.

Amanda Araujo:E não tinha nem o que fazer, né?

Amanda Araujo:Não, e eu tava lá em Londres também. Porque eu não conseguia nem pegar avião, eu não conseguia ficar 20 segundos sem vomitar. Eu dormia do lado do vaso, com o travesseiro no chão, de tanto que eu vomitava. Foi terrível. Que horror! Eu comecei a ficar preocupada com o bebê. Tipo, o que ele tá ficando? Não tem nada pra ele ficar, entendeu? Porque eu não comia, não bebia.

Amanda Araujo:E aí, como é que... Isso não passou? Em algum momento passou?

Amanda Araujo:O médico falou que ia passar com 6 meses. Eu tava, tipo, 3 meses grávida, o médico falou com 6 meses. Eu falei: "Gente, eu não vou aguentar". Mas eu tive que estar aguentando, né. E aí, eu aguentei.

Amanda Araujo:E aí, quando passou... Ah, passou então?

Amanda Araujo:Passou, com 7, quase 8 meses. E aí, eu consegui aproveitar a gestação, comi tudo que eu tinha pra comer.

Amanda Araujo:Teve um aleijo?

Eduardo Daibert:Não, todos os que não tinha no momento. A gente tava em Londres, ela falava assim: "Ah, eu queria tanto um melão caipira". A gente lá no centro de Londres, falou assim: "Amanda, não sei nem falar caipira em inglês". Melon, que é "pearl", tipo assim, o que eu vou falar pra comprar isso pra você? E eu achei.

Amanda Araujo:E pior que tinha.

Eduardo Daibert:E eu achei.

Amanda Araujo:Ah, você achou?

Eduardo Daibert:Tudo que eu queria, eu achava. Tudo que ela queria, eu achava.

Amanda Araujo:Mas eu não tive muito desejo estranho. Os meus desejos eram mais tipo assim: "Nossa, eu preciso agora, 3 da manhã, de uma água de coco." Em Londres, que não tem. Então meus desejos eram água de coco, não tem lá em Londres.

Eduardo Daibert:Tem as enrafadas, não é a mesma coisa?

Amanda Araujo:Com coco. Sim, mas não tive desejo diferente assim. Mas eu senti que muita coisa mudou em mim. Meus gostos de música, de beleza, minha roupa.

Amanda Araujo:Como assim? Conta!

Amanda Araujo:Eu mudei, eu transformei. Engravidei e virei mãe.

Eduardo Daibert:Tipo uma borboleta, que vai um casulo, dela sai bonita. Ah, manda foto, ela saía bonita. Mas ela teve esse casulo.

Amanda Araujo:Eu tive um casulo, eu me transformei. Antes, eu gostava de usar cropped. Curto que aparecia o peito, sabe? Ou calças assim. O meu estilo mudou, comecei a ver de outro jeito as coisas, não sei. Eu virei mãe.

Amanda Araujo:E valoriza outras coisas também, né? E de amizade, você sentiu que mudou? Que deu uma bela limpa, assim. Porque eu acho que a maternidade é muito... assim, marcante.

Eduardo Daibert:Agora que você comentou, tá entrando tudo.

Amanda Araujo:Nossa, eu tinha umas...

Amanda Araujo:Brincadeira. É porque, querendo ou não, eu sou muito nova ainda. Então eu morria de medo de perder minha personalidade, sabe? De falar, tipo assim: "Nossa, imagina se eu virar mãe e só focar no meu filho e fazer com que, tipo... Esquecer que existe um mundo além do meu filho". Tinha muito medo disso. Porque eu sempre fui de sair com minhas amigas, sempre fui de ter a minha vida pessoal também, que eu gostava. E aí, eu tava com muito medo de perder a minha personalidade. Mas a primeira vez que eu fui pra minha cidade, que bateu meia-noite e meu bebê tava dormindo com a minha mãe, eu falei: "Gente, eu sou eu!" Tipo assim, eu sou eu, só que mãe. Então eu digo que meu gosto mudou, mas foi mais gosto de... Do que eu gosto de usar, do que eu gosto de escutar, de como eu gosto de me portar. Mas me botou na mesa com meus amigos, eu continuo a mesma.

Amanda Araujo:Mas eu acho que tem uma fase mesmo, um período que a gente dá uma... Esquecido um pouco, e aí volta. Eu acho que a rede de apoio também é muito importante, né. Por você ter sua mãe ali, cuidando de você e de vocês, né. Tem essa segurança.

Amanda Araujo:Ela que tá lá agora, com o bebê lá em casa. É ela que tá?

Amanda Araujo:Ai, gente! E mudou sua relação com ela?

Amanda Araujo:Com a minha mãe? Eu acho que eu comecei a valorizar mais como mãe. Porque eu olhei e falei: "Mãe, babado! Você passou isso por mim?" Nossa, foi bem legal. Comecei a valorizar todo mundo mais.

Eduardo Daibert:E eu acho que um bebê, ainda mais uma família que não tinha um bebê há muito tempo. Que a minha irmã, ela é a primeira que teve filho, assim. Então muda a estrutura da família. Então eu virei tio, meus pais viraram avós, minha avó virou bisavó. Então tipo, todo mundo muda. O amor aumentou, né?

Amanda Araujo:Ai, uma criança é tudo de bom, né, gente?

Eduardo Daibert:É incrível, é muito bom, assim. Acho que estrutura de um jeito muito bom, assim. Deixou a gente muito mais unido, assim. É mais um motivo pra eu ir pra... Pra Manguinha visitar eles, é mais um motivo pra eu ir pra Londres. É mais um motivo pra fazer tudo, né. Fazer coisas legais. É muito divertido. E é tão bom ser tio. Porque, tipo assim, você tem todo o amor que uma criança oferece. Sem responsabilidade de ter uma, entendeu? Então é incrível. Ele fica comigo, ele sorri. Daí, quando ele para de sorrir, eu devolvo pra Amanda. Fazer essas coisas é muito bom ser tio. Tô adorando. E engaja muito, né.

Amanda Araujo:Engaja muito ser tio. Aumenta o alcance lá em onde surgiu o bebê, a mãe do bebê. Conta tudo. Eu tenho esse...

Eduardo Daibert:Esse hábito de chamar as coisas pelos que elas são. Então, a Amanda, quando ela tava grávida, eu falava: "Grávida, me dá aquilo ali". Porque eu olhava na sala, tinha uma grávida, eu falava: "Gente, grávida, por favor, é com você que eu estou falando". Meu namorado, eu chamo de namorado. Meu cachorro, eu chamo de cachorro. Uma coisa mais minha, assim. E daí, ele é um bebê. Tipo, eu olho pra ele, eu fico: "Gente, é um bebê".

Amanda Araujo:A gente parou pra pensar nisso faz pouco tempo. Que tudo ele chama pelo nome. Tipo assim, meu cachorro, ele chama de cachorro. Namorado dele, ele chama de namorado. Então, daí eu falei: "Cara, Eduardo, você chama o bebê por conta disso". E foi uma coisa muito natural que viralizou. Eu lembro que a gente pegou a ideia de um comentário, né?

Eduardo Daibert:É, eu lembro.

Amanda Araujo:É sempre legal você ler os comentários e ver o que a galera tá pensando. Aí você cria conteúdo a partir disso.

Eduardo Daibert:Pra mim, a parte melhor da internet são os comentários, assim. Os meus vídeos... O vídeo nem é tão bom, como os comentários são bons.

Amanda Araujo:São bons. A gente entra hoje pra ler os comentários das coisas.

Eduardo Daibert:Eu sempre leio todos, tento ler o máximo que eu posso. Daí eu tiro as ideias do próximo vídeo de lá. Então eu fiquei assim, a ler, e eu fiquei assim: "Gente, ele nunca chama pelo nome". Eu falei: "Nossa, real, isso é muito legal".

Amanda Araujo:Ele nunca chamou o bebê pelo nome. Esse era o comentário mais curtido.

Eduardo Daibert:Aí eu falei: "Ah, nossa, ele não sabe falar o nome." Aí eu falei: "Amanda, é o seguinte..." Amanda ia pra Londres no dia seguinte, eu falei assim: "Vai fazer assim, eu vou deitar na cama, daí você vai perguntar pra mim se eu sei o nome do seu bebê." E a gente faz essa esquete assim. E daí eu postei.

Amanda Araujo:E daí foi isso. Aí o vídeo viralizou muito. Porque daí teve toda essa questão, tipo: "Nossa, ele não fala o nome do bebê." Que as próprias pessoas comentaram sem a gente perceber que a gente não falava o nome do bebê. E aí virou uma pauta, tipo assim: "Por que ele não fala o nome do bebê?" "Ah, ele não fala o nome do bebê." E aí começou a ser "o bebê".

Eduardo Daibert:Qualquer nome que ele tivesse, eu ia falar "bebê". Não é exclusivo do Rich. Do Rich Jr. Júnior. Qualquer nome que tivesse ia ser o The Baby, né? Só que é o The Baby, the best baby do mundo. Entendi.

Amanda Araujo:E aí você virou o tio do bebê.

Eduardo Daibert:Mas foi muito rápido, porque eu acho que, não sei, eu postei o vídeo na segunda, na terça-feira eu fui para o aeroporto e falei assim: gente, o tio do bebê. Eu fiquei: gente, eu realmente sou o tio do bebê.

Amanda Araujo:É porque acho que colocaram o bebê como protagonista, né? E aí todo mundo que é personagem secundário, ele é muito, ele é muito, ele é babilônico. Tipo assim, todo mundo que virou personagem secundário virou alguém do bebê. Então minha mãe, vó do bebê, tio do bebê, pai do bebê, mãe do bebê, E aí, o fato que viralizou também foi assim, a gente que não é muito importante, beleza. Mas o fato do Richardson ser uma figura que ele é, mundial, ser chamado de pai do bebê pela nossa geração, que causou, eu acho, esse impacto, né? De tipo assim: "Gente, peraí.

Eduardo Daibert:Tudo que ele construiu pra ser filho..." 9 anos de carreira internacional, e eu falando um vídeo de bebê.

Amanda Araujo:Mas eu acho muito bom, porque assim... Você acha, né?

Eduardo Daibert:Eu vi assim: "Nossa, ele é o cunhado do tio do bebê?" Eu fiquei: "Gente, ele é!" É tipo, poder, né?

Amanda Araujo:Não, porque assim, normalmente é sempre a mulher que tem esse cargo.

Amanda Araujo:Aí agora é bom pro pai também.

Amanda Araujo:É o pai do bebê, ele sabe.

Eduardo Daibert:Ele ficando tudo, né. A gente veio pra ressignificar tudo.

Amanda Araujo:Pior que ele já sabia, ele já sabia de que tudo isso rolava. Mas eu acho que ele não entendia o quão grande que era, a dimensão.

Eduardo Daibert:Porque é uma bolha, querendo ou não, tipo, tá viralizando. Mas tá viralizando, tipo assim, na nossa bolha, entendeu?

Amanda Araujo:No algoritmo do TikTok dele não chega essas coisas.

Eduardo Daibert:É mais galinha, ovos, essas coisas assim, entendeu? Essas pautas. Pombos.

Amanda Araujo:O meu nicho e o nicho do Rick, a gente é muito diferente. Gente, sabe? Ele não conhece muito o meu mundo. E eu, tipo assim, a gente teve que conversar muito e participar muito uma da conversa do outro pra gente começar, sabe, entender o que o outro gosta.

Amanda Araujo:Porque a música... Mas você gosta de futebol, de jogo?

Amanda Araujo:Sim, sim, mas é nessas partes que a gente se conecta também, sabe? Mas assim, as músicas que ele escuta, as músicas que eu escuto, a gente tem esses gostos muito... Gostos? Muito diferentes.

Eduardo Daibert:Os gostos, os balos, não sei.

Amanda Araujo:E por conta disso, nosso algoritmo é muito diferente. Então quando a gente conta uma piada assim meio gay, ele não entende. Ele não conhece gente gay, entendeu? Ele conheceu a partir da minha família. Tipo, do fundo do meu coração. Ele não cresceu com, tipo assim: "Ai, mas é porque hoje em dia ele tem acesso às informações". Não, ele ainda é muito fora da rede social, por conta do trabalho. E ele ainda é muito, sabe, fechado ainda. Então eu apresentei muita coisa pra ele, assim como ele apresentou muita coisa pra mim. Só que a gente fez essa troca de conhecimento, sabe? Eu comecei a apresentar pra ele essas piadas. E aí foi isso, eu contei pra ele, ele não entendeu muito bem. E aí...

Amanda Araujo:Mas aceita, aceita, aceita. Tem que aceitar, tem que aceitar. Ó, a gente preparou uma dinâmica pra vocês.

Eduardo Daibert:Eu não acredito que vai ser.

Amanda Araujo:É o futebol de botão da família do bebê.

Eduardo Daibert:É o seguinte...

Amanda Araujo:Mentira!

Amanda Araujo:Vocês vão... Não! Ó, agora, como vocês estão por dentro, tá? Do universo do futebol.

Eduardo Daibert:Que país é esse? Gente, que país, que bandeira é essa engraçada? Essa dinâmica...

Amanda Araujo:Mas eu tenho certeza que vocês vão se dar bem. Eu vou até botar mais pra cá, pra ficar... Será que eles tiram uns mix? E aí, é o seguinte. Quem levar gol ganha um exposed do adversário. Então, eu vou... Vocês vão jogar. E aí, o primeiro que fizer gol, eu faço uma perguntinha aqui.

Eduardo Daibert:Mas como que joga esse jogo, gente? É que quando são bolas, eu entendo. Só que esses discos, gente... Que isso? É frisbee? Nunca joguei esse jogo.

Amanda Araujo:Pior que eu acho que eu já joguei, mas faz muito tempo. É aquele de fazer assim?

Eduardo Daibert:É, não é de fazer assim?

Amanda Araujo:Ai, não, isso aí faz muito tempo.

Eduardo Daibert:Ai, pau!

Amanda Araujo:É assim, né?

Amanda Araujo:É assim? Não, você pega um negocinho.

Amanda Araujo:Ah, não tô sabendo não também.

Eduardo Daibert:A pauta. Ah, tipo assim, ó.

Amanda Araujo:Não, não é assim, ó.

Eduardo Daibert:Pode vir, amiga.

Amanda Araujo:Ó, por exemplo, pega o 7 pra ser o seu e aí você vai... Gente, que poder!

Amanda Araujo:Ai, é difícil.

Eduardo Daibert:Ah, essa aqui é a bola que tem que entrar?

Amanda Araujo:É mais difícil do que eu pensava, gente.

Eduardo Daibert:Nossa, é 10 horas de programa, né?

Amanda Araujo:Vamos lá, quem vai começar? Vai, 2 ou 1? Não, vocês dois vão jogar. Par ou ímpar?

Amanda Araujo:Par ou ímpar? Par. Ímpar, vai.

Eduardo Daibert:Par. Ímpar.

Amanda Araujo:Nossa, Eduardo, você é muito bom. Eu roubei muito.

Amanda Araujo:Eu roubei, gente.

Eduardo Daibert:Vamos de novo, vamos nessa, mente.

Amanda Araujo:Imper.

Eduardo Daibert:Imper.

Amanda Araujo:Ganhou!

Eduardo Daibert:Ajeitei!

Amanda Araujo:Então vai, você quer começar ou quer que ela comece?

Eduardo Daibert:Vou começar, né?

Amanda Araujo:Mas aí eu defendo?

Eduardo Daibert:É tipo, eu tenho que ir num negócio, né? Não posso ir na bola direto.

Amanda Araujo:Na bolinha, é. Ó, já saiu!

Eduardo Daibert:É pênalti, né? Daí eu tenho que fazer o...

Amanda Araujo:É escanteio! Gente... E a gente põe aonde? Daqui, mas gente, não é do meio, não é do meio.

Amanda Araujo:É, eu acho que porque sair da bola do goleiro, né?

Eduardo Daibert:Injusto, injusto.

Amanda Araujo:Gente, mas daí eu faço com quem? Tem que colocar alguém aqui atrás primeiro.

Eduardo Daibert:Tá cobrando o pênalti. Ai, obrigado!

Amanda Araujo:Eu não acredito!

Eduardo Daibert:Eu não posso ir no dela, né? Tem que no meu.

Amanda Araujo:Você tem que ir no seu. Aí você pega isso para esse, ó. E se você tá mudando de lugar, eu tenho que deixar parado o goleiro?

Amanda Araujo:Não, vai tomando.

Eduardo Daibert:Então, pera aí, eu peguei aonde?

Amanda Araujo:Eu também não sei, fica na mão, gente. Mas isso é muito difícil, é muito difícil. Então vou fazendo bem as perguntas.

Amanda Araujo:Você tá arrasando!

Amanda Araujo:Vamos lá, Amanda. Conte um dia que seu irmão fez o maior drama por nada.

Eduardo Daibert:Hoje de manhã. É, Amanda.

Amanda Araujo:Nossa, eu lembro de um dia, a gente era muito criança. E aí eu lembro que você bateu o dedinho na escada. Você lembra disso? Eu lembro até hoje que quando ele se machuca, ele briga com a coisa que o machucou. E aí, tipo, ele bateu o dedinho na escada, aí ele xingou tanto a escada, tanto a escada. E eu acho que é isso, eu sempre lembro disso, porque toda vez que ele bate alguma coisa, tipo bateu o dedinho na cadeira, ele xinga a cadeira. Tipo, cadeira, eu só... E acaba com a cadeira.

Amanda Araujo:Gente, você sabe quando a gente normalmente fazia isso, né? Quando você é criança, que tipo você vai, cai...

Eduardo Daibert:Cadeira malvada!

Amanda Araujo:É, você fala: "Não acredito!" Eu acho que foi isso um pouco.

Amanda Araujo:Certeza que é isso.

Amanda Araujo:Porque ele acabou com a escada.

Eduardo Daibert:Eu acabei com a escada.

Amanda Araujo:Ele acabou com a escada.

Eduardo Daibert:Eu acabei com a escada, eu acabei.

Amanda Araujo:Aí eu fiquei me sentindo mal, eu lembro até hoje.

Amanda Araujo:Coitado.

Eduardo Daibert:Juro. Vai. Ixi, não sou eu?

Amanda Araujo:Não, eu que respondi. Ai, posso ter 3 talks?

Amanda Araujo:Pode, pode até 3 talks.

Amanda Araujo:Então vai, tomou.

Eduardo Daibert:Gente, passada com justiça desse set.

Amanda Araujo:Eu não sei o que ela tá inventando, gente, eu não sou a melhor pessoa para isso.

Eduardo Daibert:Eu sou.

Amanda Araujo:Dudu, exponha a maior mentira que a sua irmã já contou.

Eduardo Daibert:Nossa, nossa, porque na real, gente, quase fazendo um gol contra, não é possível isso. Mas ó, por exemplo, eu vou jogar essa bola Ela... pra onde que ela vai, gente?

Amanda Araujo:Vai pro gol. Não, é pra lá que você tem que ir.

Eduardo Daibert:Mas como que eu vou fazer de cá pra lá? Coloca o personagem... Mas eu posso fazer isso?

Amanda Araujo:Gente... Ah, eles estão andando, né? Esses jogadores.

Eduardo Daibert:Meu, é o seguinte, tá? É... eu acho... Ó! Ai, agora tem a minha terceira. Hahaha!

Amanda Araujo:Apenas! Apenas passo!

Amanda Araujo:Nossa, como você detectou! E você mudou coisas de lugar, né?

Eduardo Daibert:Eu mudei muito. Nossa, mentira! Pior que eu sou a pessoa que conta mentira, não verdades, né? Mas Amanda, não sei, você não é muito de mentir.

Amanda Araujo:Não, eu geralmente falo a verdade mesmo quando dói.

Eduardo Daibert:É, você não é muito de mentir, ela é muito verdadeira, ela é uma pessoa honesta, verdadeira, simpática e singela.

Amanda Araujo:Tô tentando não me queimar na internet, tá vendo, né?

Amanda Araujo:Vocês combinaram, né?

Eduardo Daibert:É que depois vai vir o Pix depois, né? Tá bom. Pix em libra, que vale muito mais do que real.

Amanda Araujo:Vale bem mais.

Eduardo Daibert:Deixa eu pensar. Acho que não, porque... Não tem outro exposed pra eu fazer mais babado? Mais babadeiro? Uma coisa bem poderosa?

Amanda Araujo:Eu não lembro de pensar em uma mentira. Já menti pra você? Não lembro.

Eduardo Daibert:Pra mim, não sei.

Amanda Araujo:Acho que não.

Amanda Araujo:Qual foi a maior vergonha que um já fez o outro passar em público?

Eduardo Daibert:Nossa.

Amanda Araujo:Todo dia, amor.

Eduardo Daibert:Ela me chamou podcast, aquele... Ela me chamou podcast dela, gente. Vocês não estão entendendo o que eu passei lá. Relatos de parto, essas coisas assim. É só babado. Nossa, mas não sei, eu acho que...

Amanda Araujo:Ai, eu sei uma!

Eduardo Daibert:Ai, qual?

Amanda Araujo:O Eduardo, quando ele era menor, ele criou um canal no YouTube.

Eduardo Daibert:Ai, não! Nós criamos um canal no YouTube.

Amanda Araujo:Ele teve a ideia, a brilhante ideia de fazer um canal Dudu e Amandinha.

Amanda Araujo:Cadê esse canal?

Amanda Araujo:Não, ele não existe mais. Ele não existe mais, justamente por conta disso. A gente gravava uns vídeos babilônicos, tipo, horrível.

Eduardo Daibert:Com mil views, ninguém assistia, só que a gente adorava.

Amanda Araujo:Mil views é bastante, gente.

Amanda Araujo:Era muito naquela época.

Eduardo Daibert:Pior que naquela época era sucesso, era hit.

Amanda Araujo:Fazia aqueles challenges de tipo assim, colocar marshmallow na boca "Tem que falar..." "Tente não rir." E aí ele olhava pra minha cara e eu dava risada, né. A gente fazia uns vídeos assim, muito, muito... Aí, tipo assim, naquela época era o ícone. A gente era, tipo assim, it girls.

Eduardo Daibert:Só que agora...

Amanda Araujo:Agora ficou itcha coisa. Porque ele queimou esses vídeos, juro. Meu sonho era ver de novo.

Amanda Araujo:E vocês assistiam quem, assim? Quem que era referência?

Amanda Araujo:Meu, não sei. Naquela época era bem YouTube, sabe?

Eduardo Daibert:Eu sempre gostei muito de assistir conteúdo online. Tipo, tanto YouTube quanto...

Amanda Araujo:A gente assistia o Luba, o Cellbit.

Eduardo Daibert:Lembra a Camilla Loures, que você me posta trends dela de 24 horas embaixo d'água?

Amanda Araujo:Era bem essa época.

Eduardo Daibert:Essas coisas que ela fazia, 24 horas no espaço, ela fazia lá, tipo, as coisas. Eu adorava, assim, me divertia muito assistindo YouTube.

Amanda Araujo:A gente ria muito. Então era uma coisa que a gente queria reproduzir.

Eduardo Daibert:A gente fazia, só que não era tão divertido assim.

Amanda Araujo:Olha, até a competitiva, né? Ela tá só te...

Eduardo Daibert:Não, eu tô vendo, gente. Ai, gente...

Amanda Araujo:Mas eu acho que naquela época a gente arrasava. Só que hoje em dia, se a gente vê aqueles vídeos, era aquele mico de criança, sabe?

Amanda Araujo:Videozinho. O bom ainda que vocês eram crianças. Você tem mais duas?

Eduardo Daibert:Eu tenho, né?

Amanda Araujo:Engraçado que eu tive uma só.

Eduardo Daibert:Engraçado, né? Vai, pode ir.

Amanda Araujo:O bom é que vocês eram crianças, né? O pior era eu fazer, não era?

Eduardo Daibert:Não é possível, não é possível.

Amanda Araujo:Eu era adolescente já.

Eduardo Daibert:É, onde você tá? Você tá do outro lado, você tá do lado bonito, tá do lado bonito. A gente tá aqui nessa câmera aqui do lado direito, tá vendo? A gente Mas eu acho que é muito relacionado. A sorte nossa é que não tinha tanto alcance as redes sociais naquela época. Porque, tipo assim, o TikTok viraliza muito rápido as coisas. Tipo, todo mundo consegue ter um vídeo com 1 milhão, eu acho. Pelo menos um. Naquela época não era assim. Naquela época, pra viralizar, tipo, tinha que estar muito. E a gente nunca viralizamos.

Amanda Araujo:É que no YouTube também tem aquela coisa que a pessoa, pra assistir a gente, precisa pesquisar a gente. Não é sentar ali rodando e aparece um vídeo, sabe? A nossa equipe fica em alta, né?

Amanda Araujo:Era bem difícil naquela época. Mas a gente sempre gostou de gravar. "Mas a questão é, não é a gente, né?

Eduardo Daibert:Sempre ele que me botava nessa." Então foi uma vergonha que ele me fez passar. Amanda, ela é a low profile de 1 milhão de seguidores. Porque ela não posta nada durante um mês inteiro. Daí eu chego, a gente grava algumas coisas. E daí ela para de postar. Porque se depender dela, gente, coitada.

Amanda Araujo:Eu até hoje tenho dificuldade com post.

Amanda Araujo:Por quê? Sem vergonha?

Amanda Araujo:Não sei.

Eduardo Daibert:Eu acho que é porque tem que estar tudo muito perfeito.

Amanda Araujo:Tipo assim, tem que estar o cabelo muito perfeito, a maquiagem, o dia.

Eduardo Daibert:Tipo, qualquer coisa tem que estar perfeita. Tem que ter aquela bosta de entregar, né?

Amanda Araujo:Entendeu?

Eduardo Daibert:E não é todo mundo que consegue entregar todos os dias.

Amanda Araujo:É porque, tipo assim, sei lá, acho que é mais autoestima mesmo de rede social, sabe? De falar, tipo assim: "Não, mas eu quero que as pessoas me vejam perfeita toda hora nos vídeos, nos stories". E é por conta disso que eu deixei de postar por muito tempo, sabe? Gente, fiz um golpe! Ai, que mentira!

Eduardo Daibert:Gente, vocês viram? Tá gravado? Eu sou muito poderoso.

Amanda Araujo:Então vamos lá. "Qual o hábito mais irritante da sua irmã que ninguém imagina que ela tenha?" Nossa, deixa eu pensar agora.

Eduardo Daibert:Vou tentar brifar na minha cabeça quais 2 hábitos irritantes.

Amanda Araujo:Nossa, eu tenho vários.

Amanda Araujo:Ninguém imagina que você tenha? Vamos tirar isso aqui, né, gente.

Amanda Araujo:Eu sou bem previsível, né. Nossa, não acredito, ficou 1x0 pra Argentina.

Eduardo Daibert:Pra Argentina. É muito poder. Eu só fiz 1 porque eu roubei muito. Vocês vão ver nas câmeras, vão ver no VAR. Eu roubei muito, vocês não vão nem ver.

Amanda Araujo:Vocês viram só aqui, ó. Aí, ó, você jogou ali com o dedo, né?

Eduardo Daibert:Nossa, joguei muito com o dedo. Deixa eu pensar. O hábito da Amanda que ninguém ia pensar que ela tem. Vai falando que eu vou completando.

Amanda Araujo:Eu tinha comentado isso, que eu gosto muito de pedir as coisas que eu posso fazer por mim mesma.

Eduardo Daibert:Nossa, total. Hoje eu tive que fazer um post pra ela, porque ela tava de olho fechado. Que ela tava sendo maquiada pra vir. Ela tipo assim: "Posso fazer um stories?" Eu tipo assim: "Amanda, que que é?" Eu adoro pedir pros outros.

Amanda Araujo:Fazer coisas que eu posso fazer, sabe? Mas eu não sei, eu sou pidona. E aí o Eduardo—

Amanda Araujo:É preguiça isso?

Amanda Araujo:É um pouco de preguiça, só que a questão é que as pessoas sempre fazem, ninguém me fala não na minha família.

Amanda Araujo:Ai, graças a Deus! Então continue pedindo, viu, hein?

Amanda Araujo:Aí eu falo pro meu irmão: Eduardo, pega isso, Eduardo, faz isso. E ele sempre faz.

Eduardo Daibert:Total, quando eu peço uma coisa, ela sempre nunca faz, ela sempre esquece. Fala: Ai, mana, faz essa coisa pra mim, não.

Amanda Araujo:Mas é que é o mais velho, né?

Eduardo Daibert:Esqueci.

Amanda Araujo:Lembra do dia que eu quase deixei a sua casa pegando fogo? Que ele falou tipo assim, ó, daqui a 5 minutos "Desliga a água." Eu falei: "Tá bom." Aí eu não desliguei, quase pegou fogo.

Eduardo Daibert:A água no fogão, no caso, vai esquentando a água.

Amanda Araujo:Meu Deus, queimou o aparelho.

Eduardo Daibert:Eu juro, qualquer coisa que eu peço pra Amanda, ela nunca vai ser feita.

Amanda Araujo:Eu esqueço bastante. Ah, isso é um hábito também.

Eduardo Daibert:Isso é um hábito. E ela também cobra coisa que ela esquece também. Por exemplo, se eu errar a senha do celular dela, ela me bate. Ela fala: "Não é possível que você errar a senha." Só que ela não sabe a do meu celular. Tenho certeza que se chegar aqui, a mesma senha... "Anos!" Se chegar aqui e me dar... Fala assim: "Você ganha 1 milhão de reais." Quais? Se você acertar a senha, ela vai errar. 987453. Agora vou ter que trocar, aparentemente. Eu lembrei, tá? Nossa, é verdade essa senha mesmo, agora vou ter que trocar, gente, no celular. Mas é muito poderosa.

Amanda Araujo:Eu acho que esse hábito de esquecer bastante veio depois da minha gestação.

Eduardo Daibert:Ah, da minha também, gente. Eu tentando me enturmar com as desgrávidas. Nossa, eu também, gente.

Amanda Araujo:Mas eu nunca mais voltei ao normal.

Amanda Araujo:É, eu acho que demorou.

Amanda Araujo:É, pra mim também. Eu marquei o... Como é o nome do médico? Esqueci da memória. Não acredito. Mas vai dar certo. Eu preciso lembrar. E a última aqui, pros dois. Qual o talento que seu irmão ou sua irmã acha que tem, mas claramente não tem? Nossa.

Amanda Araujo:Nossa, babado.

Eduardo Daibert:Pior que a Manu tem uma estima tão baixa que ela acha que ela não tem nada. Eu acho que ela é tão... Tipo, eu acho que ela canta tão bem, ela dança tão bem, ela faz tudo, só que ela não... Você canta? Ela canta super bem. Ela canta super bem.

Amanda Araujo:Canta um pedacinho. Pronto, tá?

Eduardo Daibert:Ela se maquia super bem também. "Ah, a maquiagem dela é incrível." Só que como o rosto dela não é tão bonito, o pessoal às vezes não olha muito. Mas ela sabe entregar dons, entendeu?

Amanda Araujo:É que a gente é talentoso. A gente desde sempre canta, dança, entrega nos esportes. Eu acho que entrega nos esportes pode ficar só desse lado.

Eduardo Daibert:É, a Amanda entrega bastante. Eu entrego no xadrez.

Amanda Araujo:Ai, sim, é verdade, ele fazia xadrez.

Eduardo Daibert:Eu fazia aula de xadrez.

Amanda Araujo:Ele ganhou um campeonato paranense de xadrez.

Eduardo Daibert:Só que era tão humilhante, porque tipo assim, a Amanda tinha lá os amigos de futebol. E daí eu fui fazer aula de xadrez pensando que todo mundo ia fazer. Eu era o único aluno da turma.

Amanda Araujo:Isso na escola ou era extra?

Eduardo Daibert:Na escola, era extra da escola. E daí eu me matriculei, fiquei o ano inteiro. Inteiro, só eu e Viviane. Um beijo, Viviane, professora de xadrez. Só nós dois, ela assim: "Gente, cuidado com essa criança." E eu só aqui, ó, cavalo. Eu juro. E eu amo xadrez, até hoje. Amo xadrez, sudoku, tudo que tem, tipo, só pra pensar, eu adoro. Sim, que demais.

Amanda Araujo:Performadas. Vários talentos, né?

Amanda Araujo:Mas vocês podiam cantar?

Amanda Araujo:Um tantinho. A gente cantava. Se você for buscar, a gente cantava.

Eduardo Daibert:Se você ver os vídeos que eu queimei da Biblioteca de Alexandria, que eram nossos, você vai ver.

Amanda Araujo:A gente cantava. Aquela da Clarice Lispector.

Eduardo Daibert:Ai, sim!

Amanda Araujo:Vai, canta só um pedacinho.

Amanda Araujo:Nossa, mas juro.

Amanda Araujo:Vai, a gente corta.

Eduardo Daibert:Canta uma música que eu acompanho naquela.

Amanda Araujo:Eu não lembro. Qual é aquela música que a gente gravou? É que agora eu preciso beber uns 3 litros de água.

Amanda Araujo:Bebe aí, ó. Bebe tudo.

Eduardo Daibert:Bebe.

Amanda Araujo:Mas eu acho que talento do Eduardo, ele nunca foi muito bom nos esportes.

Eduardo Daibert:Mas é que eu não acho que eu sou bom. Você tem noção?

Amanda Araujo:Você era mais bom em performar. Em dança, em canto, em teatro, ele era muito bom.

Amanda Araujo:Ah, mas tá vendo? A gente não precisa ser bom em tudo também, né?

Amanda Araujo:Não, com certeza não.

Eduardo Daibert:Eu mando que ela não é boa, ela já sabe que ela não é boa. Tipo, editar vídeo ela não é boa.

Amanda Araujo:Eu acho que em teatro não me dava muito bem também. Mas é que agora, hoje em dia, eu atuo muito bem, né?

Eduardo Daibert:Tudo bem. Hoje em dia, atuação, a Mandinha AD é incrível, sabe? Muito, muito boa. E eu sou muito bom em tudo, né? É muito poder.

Amanda Araujo:A gente falando assim, parece que a gente tem que cantar.

Eduardo Daibert:Eu tô esperando vocês cantarem.

Amanda Araujo:Não, eu tô esperando as perguntas da galera.

Eduardo Daibert:Se a Amanda começar, eu entro, né?

Amanda Araujo:Porque a gente... Vai, canta um pouquinho. Nossa!

Amanda Araujo:633046. Canta com a gente. Nossa, coitada da pessoa.

Amanda Araujo:É que hoje em dia eu canto mais musiquinha pro Titicunina, sabe? Então é gostoso.

Amanda Araujo:É como se ele tivesse dormindo.

Eduardo Daibert:Pensa que o bebê tá ali do lado, canta pra ele, eu acompanho.

Amanda Araujo:Nossa, a música que o Eduardo cantava, qual que é aquela? "Eu posso conquistar tudo que eu quero, mas foi tão fácil, prático..." Eu esqueci a letra inteira.

Eduardo Daibert:A gente gostava daquela música, a gente fazia assim, ó: "Que bebê é esse? Que bebê é esse? Que bebê é esse? Que bebê gigante." A gente pegava as músicas que a gente ouvia e ressignificava, pro bebê poder ouvir, entendeu? Eu acho que é muito sobre isso, sabe? A maternidade.

Amanda Araujo:Sei. Mas a gente postava vários vídeos cantando naquela época.

Eduardo Daibert:Se eu achar, eu te mando.

Amanda Araujo:Não, não, não, eu quero... Vai, você canta super bem.

Amanda Araujo:Eu cantei Que Bebê É Esse.

Eduardo Daibert:O hit Que Bebê É Esse?

Amanda Araujo:E uma outra assim... Pede música pra ela. Atual. O que você escuta no fone?

Amanda Araujo:Ruído branco. Não, não sei.

Eduardo Daibert:Uma vez que a mana tava grávida, daí ela ouviu boatos que se ouvia música, o bebê tipo nascia inteligente, sabe aquelas coisas?

Amanda Araujo:Ah, então é música clássica, não tem graça.

Eduardo Daibert:Não, mas a melhor parte é que elas Música no fone, e daí o bebê não ouvia nada. E depois de tipo assim um mês ouvindo música no fone, falou: gente, não, é para ouvir a música para barriga ouvir. E ela só ouvindo a música no fone, só ela.

Amanda Araujo:Escuta por dentro.

Eduardo Daibert:Eu juro, eu juro, eu fiquei: Amanda, o bebê, como é que o bebê vai ouvir daí de longe?

Amanda Araujo:Ela vai para onde?

Eduardo Daibert:Vai para o útero? Que não é, né? Bebê tem que ouvir daqui, né? Essa coisa aqui, ó, o bebê.

Amanda Araujo:Mas você escutava bastante música mesmo.

Amanda Araujo:Então o pai tem que falar com o bebê pelo seu ouvido.

Eduardo Daibert:Juro, não tava dando, juro.

Amanda Araujo:Mandaram perguntas pra vocês. Ai, meu Deus. Vocês se esquivaram de cantar.

Amanda Araujo:Yes!

Amanda Araujo:Como vocês se imaginam daqui 5 anos?

Eduardo Daibert:Nossa, 5 anos? Que pergunta boa, mas é uma pergunta muito difícil.

Amanda Araujo:Você vai estar com 30?

Eduardo Daibert:Não, vou estar com 25. Eu continuo, eu continuo, não envelheço. Mas é, nossa, porque por exemplo, 5 anos atrás eu tava num lugar muito diferente, tava fazendo faculdade e eu nunca ia imaginar que eu que eu ia realmente começar a trabalhar como criador de conteúdo.

Amanda Araujo:E ser tio.

Eduardo Daibert:E ser tio, né? Sim. Então, mas eu acho que eu me encontrei bastante assim na criação de conteúdo. Estou muito feliz fazendo o que eu faço assim, os stories e monetizando. Então acho que eu vou continuar, eu pretendo pelo menos continuar nesses próximos 5 anos. Pretendo ser tio. E é isso, né? Népotio. Não, eu prefiro entender népotio, népo, até 5 anos já que passados não, né? Até 5 anos daqui a 5 anos, não vou nem mais fazer NEP, já vou ter feito, né? Império do Divergent.

Amanda Araujo:Entendi.

Amanda Araujo:Você quer ter filhos?

Eduardo Daibert:Eu quero, só que ainda depois que eu pensava assim, ah, eu vou querer ter filhos até 30, mas depois que eu vi a Amanda com bebê, eu falei, gente, não, 30 é muito pouco, que demanda muito de tudo, né, da família, de tudo. Eu falei, não, agora filhos até 40, quem sabe, mas é uma coisa que eu quero, adoro crianças, é muito, muito gostoso. Muito gostoso, muito fofinho, um bebezinho.

Amanda Araujo:Ai, e eu pretendo ter mais filhos porque assim, eu ainda tô muito nova, tenho 22. Então daqui a 5 anos eu vou ter 27, eu vou tipo assim estar começando a vida literalmente. Então já quero ter tido todos os meus filhos, já começar a investir um pouco mais em mim, na minha família, com o Rick em si, é dar para os meus filhos o que eles precisam ter de acesso à saúde, informação e estudos, e já tá voltando a pensar em uma coisa para mim, sabe? Em fazer alguma outra coisa. Uma paixão de trabalho.

Amanda Araujo:Ah, entendi. Mais profissional.

Amanda Araujo:Sim, mais profissional. Porque agora eu ainda pretendo ficar muito com eles, sabe? Com ele, no caso, meu filho. Mas com meus próximos também. De ficar em cima, de ter essa criação mais próxima possível. Gastar o meu tempo com eles. Mas a partir do momento que eles crescerem um pouquinho, serem um pouquinho mais independentes, daí eu posso voltar a focar mais em mim. Não que eu não esteja focando, mas... Dar uma atenção a mais ao meu relacionamento com o Rick, sabe?

Eduardo Daibert:E os 30 são os novos 20. Tipo, eu tô sentindo que os 30 vai ser tão legal. Tô animado pra ter 30 anos.

Amanda Araujo:Ai, que bom que você deu uma arrumada no que você falou, né? Só porque eu falei que eu tinha 30. Não, amiga. 32 eu tenho.

Eduardo Daibert:Posso ver, posso ver. E daqui a 5 anos? Você vai estar com 40. Eles acabando com a Dadaia, imagina, tá?

Amanda Araujo:Com 25.

Eduardo Daibert:Com 25, que nem eu. A gente vai nivelar assim a idade.

Amanda Araujo:Aí eu me sinto com 20.

Eduardo Daibert:Mas então, quando você tinha a minha idade, você pensava que você estaria onde você tá agora? Tipo, de frente com o Dudu Daiver, tipo, por exemplo. Nunca imaginei que eu ia estar com você. Então, tipo, prega, prega. Nunca imaginei que eu ia ter essa oportunidade.

Amanda Araujo:Ela tem surpresa.

Amanda Araujo:E a gente tem que esperar, né, confiar.

Eduardo Daibert:É, né.

Amanda Araujo:Que a vida surpreende.

Eduardo Daibert:Ela surpreende muito. Amei a pergunta.

Amanda Araujo:"Vai ter casamento do pai do bebê com a ex-grá?" Vai estar tendo, tá esperando o pedido, no caso, né. Não veio o pedido! Ainda não.

Amanda Araujo:Ah, não acredito, gente. Me colocando na cabeça do Rick, eu acho que o pedido de namoro foi tão especial, foi num lugar tão lindo, que eu acho que ele tá esperando a gente estar em um lugar lindo e especial também, sabe? Sabe? Mas como ele não tem férias, a gente nunca mais conseguiu viajar. Então eu acho que é esse momento. E também porque o bebê deu muito trabalho pra gente, no sentido de a gente não tava pensando em outra coisa a não ser cuidar dele e tudo que acontece nesse 1 ano aí de vida, que você sabe que é uma loucura. Então acho que a partir de agora, que ele já tá andando, já tá caminhando, já tá jogando bola, que a gente pode começar a pensar em casar.

Amanda Araujo:O que você sonha, assim? Tipo, igreja, campo, praia?

Amanda Araujo:Então eu acho que eu encaixo com tudo um pouco, sabe? Eu super casaria na praia, super casaria no campo, super casaria sem os celulares, assim, uma vibe no escuro. Super casaria só eu e ele na Itália, super casaria fazendo uma festa de família.

Amanda Araujo:Então depende... O importante é casar.

Amanda Araujo:O importante é casar. Depende muito da minha vibe no momento, entende?

Eduardo Daibert:Mas eu acho que é ok. A festa que a gente fez, que a gente fez, eu colocando eu com meu bebê. A festa do meu bebê, que teve agora de 1 ano, foi decidida tudo em 1 mês. Foi um mês, foi um mês, acho que estava aqui em Londres, a gente estava em maio, não tinha festa ainda, daí teve.

Amanda Araujo:É bem de momento, então tem momentos que eu gosto de usar vestidos curtos, apertados, sabe? Mas tem momentos que eu gosto de ser princesa e usar aqueles vestidos.

Amanda Araujo:Uma mulher de fases.

Amanda Araujo:Uma mulher de fases. Então não consigo nem falar, tipo, nossa, você usaria um decote? Não sei, porque hoje não uso, mas amanhã pode ser que eu queira um decote até aqui no meu vestido de casamento. Então é uma coisa que, tipo, deixa para o momento.

Eduardo Daibert:Posso pedir agora que já teve uma festa histórica de um ano, pode ser uma coisa bem intimista, casamento, né? Tipo duas pessoas, só o noivo e a noiva e pronto. Aí pronto, caso... É muito isso.

Amanda Araujo:E o bebê?

Eduardo Daibert:Onipresente. Eu e o bebê. Eu vou estar com o bebê, obviamente, né?

Amanda Araujo:Você faz parte do bebê.

Eduardo Daibert:Au pair. Eu trabalho como au pair, né? Fazendo tudo pro baby. Eu vou estar lá com ele, né? Enquanto a Amanda luxa, eu vou estar lá com ele.

Amanda Araujo:Entendi. Como foi quando o tio do bebê conheceu o pai do bebê?

Eduardo Daibert:Nossa, como foi?

Amanda Araujo:Onde foi?

Eduardo Daibert:Foi em casa, na real. Eu acho que foi, tipo, a primeira...

Amanda Araujo:Ah, foi a primeira vez que ele foi pra Maringá.

Eduardo Daibert:Foi quando? Foi lá em São Paulo, antes de... Foi um dia aleatório, nada a ver. Porque a gente tinha combinado de ir para Maringá fazer alguma coisa depois, um ano depois, 6 meses antes da Amanda engravidar e ir para Londres. Ele foi para Maringá.

Amanda Araujo:Foi? Não, ele foi para Maringá pela primeira vez. Eu lembro, eu lembro. Ele foi para Maringá pela primeira vez para falar aquilo, para conhecer meus pais e pedir a permissão. Mas daí ele já foi lá para conhecer minha família. Família. Só que antes disso, o Rick às vezes tinha jogo do Brasil, ou algum jogo que ele tinha que vir aqui, e ele passava tipo 24 horas em São Paulo. Aí eu morava aqui, eu lembro que tipo me sentia visitando presidiário. Ele mandava assim: 5 da manhã, vem me ver. E aí eu tinha 2 horas para ficar com ele no hotel, e depois a gente saía, sabe? Era bem assim, bem corrido. Aí teve um dia que ele passou lá na casa do Eduardo porque ele não tinha onde ficar, alguma coisa assim, que ele ia pegar o aeroporto.

Eduardo Daibert:Coitadinho, não tinha onde ficar. Abri minhas portas.

Amanda Araujo:Alguma coisa lá?

Eduardo Daibert:É, não sei, eu sei que eu tava lá em casa fazendo meu café, passando meu cafezinho, aí daí eu tava assim bem, bem pijama, bem pijama core. Daí entrou o Fona, falou: "Ai, pode entrar." Daí ele entrou, ficou, ficaram lá com Amanda e depois ele saiu. E foi uma interação assim, mas a gente só foi conversar lá em Maringá realmente. Daí sim, ter uma relação, conhecer realmente como pessoa mesmo, só sem ser uma pessoa tipo assim: "Ai, oi, tudo bem?" Mas ele foi muito querido assim, bastante. E a gente passou o mês inteiro lá em Maringá juntos quando a Amanda teve o bebê. Foi muito legal, muito divertido, é muito diferente, né, de um atleta que nem eu conhecer o Rick. Não, uma vez inclusive, muito importante para ele, na época eu tava fazendo corrida, né, tava correndo assim por diversão. Antes de ser aesthetic, bem antes de ser aesthetic, que eu trouxe corrida, né, eu que inventei um pé na frente do outro assim, eu que inventei. E daí eu tava, saía para correr e voltava, daí ele falou assim: nossa, quanto tempo você correu? Eu "Sim, meia hora e 30 minutos." Meia hora, 5 km. "Nossa, é rápido, hein? Posso correr com você?" Eu falei: "Meu, vamos lá." E os dois saíram pra correr no bosque. Juro pra você que ele corria tão rápido, ele corria tão rápido. E eu atrás, ó. Era eu, ele e o segurança de carro. E ele lá na frente, eu só aqui, ó. Daí, a melhor coisa é quando paravam pra tirar foto com ele. Os ciclistas paravam. Daí ele: "Pode ir?" Eu falo: "Não, fica aqui." Daí ele correndo. Daí na volta, juro pra você, foi meu maior... Eu fiz em 24 minutos, 5 km. Eu nunca tinha corrido tão rápido.

Amanda Araujo:Eu falei: "Gente, que tudo!" Ele correu quase 5 km em 9 minutos.

Amanda Araujo:Meu Deus do céu!

Eduardo Daibert:Ele correu muito rápido. Eu olhei lá atrás assim, juro, uma lesma assim atrás tentando correr.

Amanda Araujo:Você vai pedindo carona pra segurança ou não tá?

Eduardo Daibert:Ai, total! Não, na volta eu passei 3 dias em cama. Parecia que eu tinha... Eu tava no meu pós-parto. Eu tava assim: "Gente, ele não quer correr mais não?" Ele falou assim: "Fica atrás, fica em paz. Descansa, você é um atleta, descansa. Eu já fiz minha academia, você descansa." Nunca mais eles correram juntos.

Amanda Araujo:Não, nunca mais.

Eduardo Daibert:Agora só academia, que da academia academia, exercícios separados, ele fica lá fazendo os dele. Vem ver o peso que você pega. Nossa, nunca, nunca. Eu pego peso iniciante, parece todo dia meu primeiro dia na academia. Nunca, nunca subo carga, nunca faço nada. Amo. E é isso.

Amanda Araujo:Foi muito legal aquele dia, eu ri muito também.

Amanda Araujo:Como vocês lidam com haters?

Amanda Araujo:Nossa. Eu tava falando isso pro Eduardo, que tipo assim, é...

Eduardo Daibert:Os famosos haters.

Amanda Araujo:Ah, sim.

Amanda Araujo:Eu acho que a infância me ajudou muito. Eu sofri um pouquinho de bullying, sabe aqueles bullying de colégio mesmo, sabe? Então acho que tudo que eu passei, em todos os âmbitos, tudo que eu passei por uma experiência quando eu era mais nova fez com que hoje eu lidasse muito bem com muitas coisas. Então eu lembro que naquela época que eu brigava com algumas pessoas ou quando tinha algum bullying na escola, eu chorava muito. Eu não queria ir mais pra aula, era uma coisa assim, me tocava muito. Mesmo não sendo verdade. Hoje em dia, eu só levo pra dentro o que é verdade. E geralmente hate não é, né. Então, e aí não me atinge. Aquele famoso fato, não me atinge. Eu vi uma coisa muito legal, que é tipo assim, eu chamo o Eduardo pelo nome. Se eu olhar pro Eduardo e falar, tipo assim, "João", ele não vai olhar. O João não vai fazer nenhum sentido na cabeça dele. Então, quando alguém olha pra ele e fala, tipo assim: "Ai, você é..." e fala alguma palavra de hate, se a pessoa não se identifica, não tem por que entrar. E na maioria dos meus haters, os meus hates foram por conta de interesse ou por conta de qualquer outra coisa que as pessoas acham que eu sou, que não me atinge justamente porque não sou verdadeiro, entendeu? Quando você faz alguma coisa e você vê um hate, nossa, eu fiz uma coisa, falei uma coisa errada, putz, entendi, você fica lá com um peso na consciência, é uma coisa, uma sensação estranha, mas você sempre aprende. Mas quando é algo que não tem nada para te ensinar, não atinge. Não, arrasou!

Eduardo Daibert:Eu sinto muito isso também. Pior que eu não tenho muito hate, sabia? Tipo, eu tenho muita sorte de tanto em amizade, assim, crescendo, assim. Quanto na internet, que eu encontro pessoal muito legal. Tipo, eu tenho pessoal que me acompanha há muito tempo, assim. O bebê vai fazer 1 ano, mas eu já faço vídeo há muito tempo. E desde então, eles estão comigo, eles parecem que entendem a brincadeira.

Amanda Araujo:E então... Sim, a internet tá colaborando.

Eduardo Daibert:Tá muito colaborando. Eu sinto que acontecem algumas coisas quando, sei lá, sai da bolha, né. Porque tipo, nos comentários dos nossos posts, eu só elogiando. Às vezes, quando estoura um pouco, daí você consegue enxergar um pouco de hate. Eu sinceramente nem vejo, assim.

Amanda Araujo:É, principalmente por conta disso. Quando tá fora da bolha, também não chega nem na gente. E só chega pra gente o que é verdade. E acho que hate é sobre saber lidar com a verdade.

Amanda Araujo:Uhum. Vocês já pensaram em ter um reality?

Eduardo Daibert:Nossa, é meu maior sonho. Meu maior sonho, apesar da Amanda.

Amanda Araujo:Era meio que meu sonho acompanhar vocês.

Eduardo Daibert:Eu acho que é o pesadelo da Amanda e meu sonho. Porque eu adoro filmar 24 horas por dia. Tipo, eu adoro fazer tudo filmando e editando. E já penso o que eu vou falar. Pra fazer um vídeo com a Amanda demora, demora. Eu tenho que fazer o briefing pra ela inteiro. Eu falo assim: "Amanda, vai fazer isso". Daí a gente chega no dia, ela não faz. A gente tem que embarcar pro segundo. E daí, eu acho que...

Amanda Araujo:A gente é as novas Kardashians, né?

Eduardo Daibert:Não, The Richarlisons. Ai, sim, The Richarlisons. Só a gente. Mas eu acho que ia ser muito legal ter uma pessoa filmando a gente.

Amanda Araujo:Eu vi um pessoal falando que a gente parece muito Boa Sorte Charlie. O bebê se chama Charlie.

Eduardo Daibert:Eu sou mais a Jessie, babaca.

Amanda Araujo:E eu sou a Boa Sorte, no caso.

Amanda Araujo:Você é a Jessie.

Eduardo Daibert:"Hey, Jesse!" É literalmente eu.

Amanda Araujo:É o Tico e o Teco, juro.

Eduardo Daibert:Mas isso é muito legal, eu adoro. E eu sinto que também, por mais que a gente poste bastante coisa, a gente só posta o que a gente escolhe mostrar, entendeu? Então, tipo, uma vida totalmente da internet, entendeu? Tem muita coisa que a gente vive fora.

Amanda Araujo:Lógico, óbvio, todo mundo, né?

Eduardo Daibert:Então, eu acho que isso seria super legal ainda mais, tipo, nessa época.

Amanda Araujo:Ele criando o briefing depois daqui, com a ideia já.

Eduardo Daibert:Ah, eu juro, a gente lançamento, link aqui tá aqui na bio.

Amanda Araujo:Muito bom. O namorado do tio do bebê realmente existe?

Eduardo Daibert:Não sei de onde criaram essa fic que eu não posso namorar, não posso conhecer o amor na minha vida só porque eu sou nepo, gente? Só porque eu sou nepinho que eu não posso conhecer o amor? Ele existe sim, ele é verdadeiro, não é inteligência artificial. Inclusive, eu não fechei nenhuma publi de outros namorados porque acham que é inteligência artificial. Juro, amiga, não tô conseguindo fazer mais nada, mais nada. Ele existe, ele é real, eu posso vai se provar. Só que não agora que ele tá trabalhando, né? Mas ele é real. Ele trabalha com o quê? Ele faz faculdade, ele faz economia. Ele é muito meu profile, muito, muito. O cerco é fechado assim, tipo cadeado assim. Cadeado do Daibert aqui.

Amanda Araujo:Você que privou, né?

Eduardo Daibert:Eu que privei, né? Ele faz faculdade de economia e estagia. Então a gente... E vocês se conheceram aonde? Ah, um amigo apresentou a gente. Porque eu fiz faculdade com muita gente aqui em São Paulo. E daí quando você faz faculdade numa cidade E agora tem essa coisa que os seus amigos te acolhem, te apresentam vários grupos, né. E daí, num desses, depois já formado, um amigo chegou e falou assim: "Meu, tem um cara que você precisa muito conhecer". E eu tava naquela fase que eu não queria mais amor, sabe. Tipo, não. Não existe amor em SP. #MúsicaTriste, não quero conhecer. Vou conhecer só porque a gente ia pro musical juntos, que a gente gosta muito. Muito de teatro, muito de tudo. A gente conheceu e ficou amigos durante um bom tempo. Até que a gente começou a se apaixonar e ficar namorado. E ia fazer 1 ano e 9 meses. Fez 1 ano e 9 meses essa semana.

Amanda Araujo:Que legal!

Amanda Araujo:Então ele existe mesmo?

Eduardo Daibert:Ele existe, só que eu também sinto que eu escolho muito o que eu vou mostrar na internet, entendeu? Ainda mais porque ele é uma pessoa pública— uma pessoa privada e não escolheu isso que eu escolhi, que é trabalhar pra internet, com a internet. Eu sinto que não é muito legal ficar mostrando tudo.

Amanda Araujo:E daí acaba— Tem gente que não gosta mesmo também, né?

Eduardo Daibert:E acaba que a minha vida ficou mais eu e as pessoas que já são públicas.

Amanda Araujo:Nossa, a gente com namorado low profile, né? É difícil.

Eduardo Daibert:Não, o namorado da Amanda é o maior low profile de 20 milhões. O Amando, ele tem 20 milhões e não posta nada. Então o meu— O meu tem 2 mil, então eu não posto nada, entendeu? Mas é legal, o Júlio gosta de aparecer, ele é muito fofinho, muito querido. Só que o pessoal acha que é inteligência artificial mesmo.

Amanda Araujo:Não, e é bom que o que ninguém sabe ninguém estraga, né?

Eduardo Daibert:É, né? Prometa, prometa.

Amanda Araujo:Isso aí.

Amanda Araujo:O bebê vai aprender inglês e português ao mesmo tempo?

Eduardo Daibert:Nossa, nem a mãe sabe, nem a mãe sabe nem português, nem português, nem inglês.

Amanda Araujo:Pior que eu sinto que agora ele também já tá entendendo tipo Daddy, "Mommy", "papai", "mamãe". Desde o começo, a gente mistura. E também ele ganhou muito presente. E quando a gente colocava algumas músicas, sempre tocava música em inglês. Pessoal que conversava com a gente era em inglês. Então eu acho que foi muito importante pra nós dois, até, estar adultos hoje e saber falar inglês. Foi muito mais... A minha mudança foi mil vezes mais fácil. Eu passei minha gestação inteira lá. Meu médico era italiano, que a gente se comunicava em inglês. Então eu vi o quanto o inglês é importante na nossa vida. E eu quero que meu filho Quero que meu filho faça inglês desde que ele nascesse. Quero que ele cresça, porque a gente vai viajar muito durante a nossa vida, sabe? Dependendo do trabalho do Rick. E eu quero que ele não passe necessidade de não ser... Ser dependente de um celular, ou de ser dependente de alguma coisa pra entender o que tá acontecendo no momento, sabe?

Eduardo Daibert:E é tão bom conhecer uma cultura diferente da sua. Eu sinto que a minha vida é muito mais... Eu me divirto muito mais falando inglês. Porque eu consumo, porque eu gosto das músicas, eu gosto da culinária, eu gosto de tudo isso, imaginar. Eu gosto, e acho que o inglês me facilita muito. Aprender uma língua, um idioma quando você é novo é muito mais fácil, né? É muito fácil, porque você já tá nessa frase de sugar tudo que você conhece, todo conhecimento que você conhece. Uma língua a mais é, tipo, incrível.

Amanda Araujo:Eu quero desde criancinha, já colocar ele pra fazer francês.

Amanda Araujo:Vocês estudaram em escola bilíngue?

Amanda Araujo:Não, mas a gente fazia inglês desde os 8 anos.

Eduardo Daibert:Quando eu era criancinha, tipo, criancinha, idade do bebê, eu era obcecado com High School Musical. Não sei se você conhece.

Amanda Araujo:Óbvio que eu conheço.

Eduardo Daibert:Canta pra mim, Kelys. Canta pra mim então uma musiquinha. E daí eu era obcecado em High School Musical.

Amanda Araujo:Nossa, o Zeque era tipo... Nossa, obcecado, né?

Eduardo Daibert:Por que você acha que era obcecado? Vamos falando.

Amanda Araujo:Eu entendi já.

Eduardo Daibert:Mas Sharpay. Tá bom. Mas eu era viciado em High School Musical, então eu assistia tudo. E por mais que eles traduzissem o filme, as músicas não eram traduzidas. Então o filme era dublado, só que as músicas eram em inglês. Aí com 4 anos eu falei: "Meu, por favor, me matriculem na aula de inglês, eu quero entender o que eles estão falando, quero fazer sentido." Que legal! Depois, os próximos 10 anos meus irmãos pediram para me tirarem da aula de inglês, que eu odiava fazer.

Amanda Araujo:Mas aprendi, né?

Eduardo Daibert:Mas eu aprendi.

Amanda Araujo:É aquela coisa, né? Nossa mãe colocava, a gente falava: "Nossa, não acredito que eu vou ter que ir para o inglês quinta-feira à tarde, quinta-feira à tarde." Só que hoje em dia é muito bom.

Amanda Araujo:É, não, é muito importante. Deixa eu ver o que mais aqui. A gente já falou.

Eduardo Daibert:A gente não parou de falar também, né?

Amanda Araujo:A gente já falou de tudo que perguntaram aqui.

Eduardo Daibert:Inventar alguma, amiga.

Amanda Araujo:Já falaram daqui 5 anos?

Amanda Araujo:Acho que eu já perguntei.

Amanda Araujo:Eu tenho uma pergunta que a gente sempre faz, que é qual o maior sonho realizado e um que ainda falta.

Amanda Araujo:Nossa, agora você começa um pouco de expectativa assim.

Eduardo Daibert:Nossa, sonhos realizados, eu acho que para quem é mãe é fácil, é só falar o bebê, todo mundo aplaudir, tipo, ai, que pessoa boa. Agora eu que sou tio, gente, tem que batalhar muito para realizar sonho. Deixa eu ver, acho que sempre desde criança eu pensava em morar em São Paulo. E acho que é um sonho que eu realizei muito cedo, assim, com 17. Só que eu consigo ver, acho que eu tenho muito, tô tendo muitas realizações profissionais, assim. Eu sinto que eu tô num lugar super bom, assim, de criar conteúdo e me comunicar com as pessoas, que eu sempre quis. Então eu tô muito feliz nesse âmbito, assim, profissional, realmente. Acho que vão vir coisas, já vieram coisas maravilhosas e ainda estão por vir ainda mais, assim, nesse período, nesses próximos meses.

Amanda Araujo:3 meses.

Amanda Araujo:E o que que você quer realizar ainda?

Eduardo Daibert:Então, por mais que eu gosto muito de criar conteúdo pra internet, o meu sonho, minha vocação, eu sinto que, e o que eu tenho estudado e trabalhado para fazer, é realmente me estabelecer como um artista, assim. Eu adoro teatro, faço teatro desde criança, então ainda quero atuar em uma peça, atuar em cinema, musical também, musical, sou obcecado em musicais, só nunca fiz porque eu nunca passei em uma audição.

Amanda Araujo:Mas já fez audição?

Eduardo Daibert:Já fiz audição, fiz inúmeras, inúmeras audições, só nunca o sim veio Vai vir.

Amanda Araujo:Mas uma hora vem, ué.

Eduardo Daibert:Então, e eu não tenho nenhuma pressa. Juro que eu não tenho pressa nenhuma. Eu acho que eu quero continuar atuando pra minha vida toda. Então, se eu tiver em cartaz com 50 anos, 60, é uma coisa que eu quero fazer pra minha vida inteira, entendeu? Então, acho que essa parte artística eu quero muito realizar um dia. Mas eu entendo como importante agora trabalhar nessa— na internet. E realmente conseguir sustentar com a internet, sustentar meus sonhos e fazer as coisas acontecerem. Querem.

Amanda Araujo:É isso.

Amanda Araujo:E agora?

Amanda Araujo:Achei que foi bem poético e você vai ter que se superar.

Amanda Araujo:Boa sorte, Charlie. Então, eu acho que os meus sonhos sempre foram mais em relação a como eu me sinto no momento. Eu sempre pensava, tipo, quando eu estava numa fase ruim, eu falava, tipo, gente, meu sonho é só estar bem, meu sonho é estar feliz, entendeu? E nunca passei por muita infelicidade na minha vida, mas sabe, coisa de adolescente.

Eduardo Daibert:Eu sempre fui tão feliz.

Amanda Araujo:Eu sempre fui tão feliz.

Eduardo Daibert:A gente tava, só que ela tava no quarto dela.

Amanda Araujo:Confortável, sabe? Estar confortável com qualquer coisa que eu queira fazer. Porque eu também sempre fui de mudar muito de opinião. Uma hora eu gostava de amarelo, outra hora eu gostava de azul. Então eu sempre falava: "Nossa, eu queria trabalhar com direito". Depois, de uma hora pra outra, eu não queria nunca mais ver o direito na minha frente. Aí eu não tinha vontade de ter filhos. Agora eu quero ter mais. Então eu nunca tive esse sonho, tipo: "Nossa, eu quero realizar, eu quero ser famosa". Porque hoje em dia, eu queria ser low profile, entende? Então assim, eu sinto que... Sempre os meus sonhos foi sempre como eu vou estar me sentindo, independente de onde eu estiver, independente de como eu— o que eu vou estar fazendo. Eu queria estar bem, entendeu? E eu sinto que foi um sonho realizado, porque tipo assim, eu tô muito bem com meus pais, com o meu esposo, com meu filho, na situação de profissão, em todos os âmbitos assim. Eu acho que eu me encontrei sem ter planejado, sabe? Então foi uma coisa— é um sonho estar bem.

Amanda Araujo:Ah, muito legal! E acho que são poucas as pessoas que que realmente não se importam, mas conseguem analisar como se sentem e conseguem ter essa percepção de que isso é muito importante, sabe?

Amanda Araujo:Independente de onde eu estiver, sabe? Eu pensava exatamente isso, eu quero estar bem. E que bom que tá, que bom que tá bem. Eu acho que um próximo sonho é que meu filho também fique bem, é que ele fique bem para sempre, entendeu?

Amanda Araujo:Mas ele tá bem.

Amanda Araujo:Não, no sentido de ter essa mesma sensação que eu, de ter uma vida onde ele sempre que, tipo, tá tudo bem, sabe?

Amanda Araujo:Depende de onde ele estiver.

Eduardo Daibert:Comigo como tio, como pai, eu consigo garantir a felicidade das pessoas. Eu acho, eu acho.

Amanda Araujo:Agora que eu consegui a minha felicidade, eu quero passar minha felicidade pro meu filho, sabe?

Amanda Araujo:E os nossos filhos, eles sempre vão estar bem se os pais estiverem bem.

Amanda Araujo:Então, é o que importa.

Amanda Araujo:Vocês estando nesse estado, ele com certeza vai estar. Ai, parabéns, gente. Muito legal a história de vocês.

Amanda Araujo:Ai, que bom.

Amanda Araujo:De saber mais a fundo, de conhecer um pouco mais Acho que a gente vê alguns recortes na internet, mas quando você fica horas conversando, é diferente, né?

Eduardo Daibert:Com certeza.

Amanda Araujo:Amei!

Eduardo Daibert:Eu tava falando antes de vir, tipo, foi muito legal o convite, assim. A gente ficou muito, muito feliz. E é realmente a primeira vez que a gente consegue falar por mais tempo da gente sem ser em recortes muito específicos, né? Sem ser, sabe, em um vídeo de 1 minuto e 1 segundo, né? Porque a gente consegue mostrar só... Aqui a gente consegue mostrar mais, né?

Amanda Araujo:Sim! E eu fico muito feliz vocês terem topado. Eu sei que... É o primeiro podcast, né? Primeiro de tudo. O primeiro podcast, então, de vocês terem topado de tirar esse tempinho das férias. Que eu sei que é um momento de família muito importante. Muito obrigada mesmo. E voltem sempre, tá? Ai, eu espero que a gente se veja aí pelos jogos.

Eduardo Daibert:Nossa, por favor.

Amanda Araujo:Eu também quero ir.

Eduardo Daibert:Então vamos juntos, gente. Vamos juntos.

Amanda Araujo:Eu topo.

Amanda Araujo:Tudo. Ô, gente, espero que vocês tenham gostado. Não se esqueçam de se inscrever no canal. Tem também, lembrando, do QR code e do link na descrição de elipses para vocês garantirem o desconto de 10% com o cupom PODDELAS, tá? E até quinta-feira. E agora aqui para essa aqui, gente, para nós todos, beijo, tchau!

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