TAINÁ MILITÃO - PODDELAS PODCAST #554
Ela é influenciadora, empresária, mãe da Helena e do Matteo, está grávida do terceiro filho e vive uma das fases mais especiais da sua vida. Neste episódio, o PodDelas, recebe Tainá Militão! Tainá fala sobre maternidade, família, casamento, mudanças, carreira, gravidez, a vida entre Brasil e Espanha e os bastidores de uma rotina que milhões de pessoas acompanham pelas redes sociais.E mais: conta como surgiu a paixão por perfumes e revela detalhes da criação da sua primeira fragrância em parceria com a Pétala Beauty.Não dá pra perder, né?Uma conversa leve, emocionante e cheia de histórias que você ainda não conhecia. Dá o play e vem curtir! Ah, e se inscreve no canal! #PodDelas #TainaMilitao #TainaCastro #EderMilitao #Maternidade #Gravidez #PétalaBeauty #Convocadas #Podcast______________________________________________________Conheça toda a linha Philips Áudio e Vídeo e encontre a tecnologia ideal para transformar sua experiência: https://qrco.de/philipsaudioevideo
- Paternidade e MaternidadeDiferenças entre gestações · Hematoma no útero · Parto domiciliar · Parto normal vs. cesárea · Amamentação · Puerpério · Educação dos filhos · Nome do bebê Gabriel
- Mentalidade EmpreendedoraInfluenciadora digital · Empreendedorismo feminino · Lançamento de perfume · Desenvolvimento de produto · Trajetória profissional · Estudo de medicina · Distribuidora de bebidas
- Vida Pessoal e FamiliarCasamento com Éder Militão · Relacionamento a distância · Mudança para Espanha · Relação com o pai · Dinâmica do casal · Amizade entre irmãos
- Futebol e FluminenseCopa do Mundo · Viagens e logística familiar · Vida de esposa de jogador · Éder Militão
- Gestão de Projetos e Habilidades do FuturoConstrução de casas · Mudança para Espanha · Sonho de morar em fazenda · Leilão de vacas
- Relacionamentos e NamoroCompetitividade · Teimosia · Ciúmes · Paciência · Dirigir
Oi, gente!
Boa noite, seja muito bom-vindo, bem-vindos.
Feriado, quinto!
Vocês estão fazendo o quê? Que a gente tá aqui trabalhando.
Pois é, por vocês.
Então vocês vão assistir, tá? Já pega esse vídeo aqui e compartilha com as amigas, com a família. Deixa o like, se inscreve no canal. Se você tá assistindo a gente pela televisão, pega seu celular e se inscreve aqui no canal, tá?
Por favor. E segue nas redes, gente, @poddelas, @tatá, @vitube, @todosnosas, @... Gente, tem muito conteúdo nas outras redes também.
Sempre que acaba aqui o Ao Vivo, a gente faz lá pra rede vizinha, pra outra rede vizinha, pra todas as redes, tá? Então vai lá acompanhar a gente, que sempre tem muita coisa.
No Spotify também tem bastidores.
Exatamente, exclusivos. Lá no Spotify tem muita coisa. Que vocês vão amar, tá bom? É isso, né, amiga? Exatamente.
Segue aí!
A nossa convidada de hoje, gente, é uma mulher que vive muitas versões ao mesmo tempo. Ela é mãe, influenciadora, empresária, apaixonada por saúde e bem-estar. E compartilha também com milhões de pessoas uma rotina que mistura maternidade, família, viagens e trabalho também.
E ela encontrou nas redes sociais, gente, um espaço pra dividir experiências reais sobre tudo isso que a gente falou, né. E uma das criadoras de conteúdo mais acompanhadas, de verdade, do universo lifestyle. Família também. Então, ela é mãe da Helena, do Mateu, e agora está na espera do seu terceiro filho, Gabriel.
E esse é o primeiro podcast que ela participa. Uma honra pra gente. E a gente quer conhecer mais sobre ela, além das redes sociais também, né. Até porque, além da espera do seu terceiro baby, ela também tá na expectativa do lançamento do seu novo perfume. Seu primeiro perfume, gente, muito chique.
Muito chique. Entre viagens, futebol, família, casamento, Brasil, Espanha. Hoje nós vamos falar de tudo um pouco com... Tainá Militão! Tchau, seja bem-vinda!
Que isso! Adorei a apresentação, gente. Agora eu tô com a autoestima lá em cima.
Todo mundo que vem aqui fala assim: "Gente, é pra mim, sou eu!" É, me sinto poderosa.
Depois você é poderosa!
Adorei que o look já tá na paleta.
Já tá combinando.
É isso, amiga.
Tom sobre tom.
Muito linda. E eu tô muito feliz, gente. Agora tá começando a me dar um friozinho na barriga.
Imagina, fica em paz.
Vai ser tranquilo. O Gabriel tá... Tá mexendo?
Segura ele aí. É, vai ter que segurar.
Deixa ele assim, já vai, filha.
A gente tava falando aqui antes de começar, gente, ela tá com 6 meses, né. Gente, eu com 6 meses, filha, tava um baiacu. Meu rosto, eu entregava. Você tá pleníssima, amiga.
Não, mas eu começo a partir do 8º, 9º mês ali.
Mas é que é o terceiro filho, então, tipo assim, tecnicamente no segundo, no primeiro tava ruim, no segundo, minha filha, eu já tava... Você não tem noção, não.
O que você tá sentindo de diferença das gestações?
Então, o da Helena, eu não me cuidava tanto. Então engordei bastante, engordei 20 e tantos quilos.
Você não tinha essa vida ainda de lifestyle, fitness?
Eu tinha, eu fazia esporte, mas eu não fazia... Não controlava minha alimentação, comia qualquer coisa, muito doce. Eu sou uma formiga. Então não controlava muito isso. O do Matheu, eu já controlava. Só que aí eu tive uma hematoma no meu útero. E aí eu não podia nem subir escada.
Nossa!
Você ficou de repouso?
Fiquei. Eu podia subir uma vez quando eu acordava. E pra dormir, eu subia de novo. Então, desceu, não sobe mais.
Meu Deus!
E aí, a Eliana não podia nem pegar no colo, porque eu sangrava muito.
Mas é tipo um descolamento de placenta? Não tem nada a ver o hematoma?
Não é, é como se fosse um machucado no útero. Só que sangra muito. Você sangra muito? Pode falar sangue?
Pode, óbvio! Vai cair a live.
Você acha que é porque teve um intervalo de quanto tempo?
Teve um intervalo de... Eu engravidei, acho que a Helena tinha 4, 5 meses.
Foi muito curto esse tempo? Você acha que foi por isso que teve esse hematoma ou não?
É, eu não sei. A gente não tem um diagnóstico específico por que tava o hematoma ali. E aí, só sei que ele apareceu. E aí sumiu quando tinha 8 meses de gestação.
Que bom!
E aí eu voltei a fazer atividades bem levinhas. Então eu engordei muito também, engordei 18 quilos. Mas o da Helena, eu era muito magrinha. Muito, muito. E aí saiu muito streaming. Saiu no peito, saiu na barriga, saiu no bumbum, saiu na coxa. E aquilo acabou com a minha autoestima, então...
Como é que você fez, assim, pra lidar com isso? Porque acho que depois que a gente vira mãe também, além de todos os hormônios, toda a nossa vida, rotina que muda. Porque antes a gente podia olhar pra gente. Essa hora, né, de duas crianças pequenas, a gente se deixa um pouco de lado.
Muito.
E como é que foi pra você voltar a se cuidar? Com quanto tempo? Quantos anos eles tinham? Eu acho que eu voltei a me cuidar me enxergar quando eu pari o Mateo.
E aí eu comecei a me enxergar mais como mulher. E hoje, assim, nessa gestação do Gabriel...
É outra coisa, né?
Outra vida. Assim, eu não gosto de estar grávida. Imagina se eu gostasse, né?
Quantos filhos ela teria? Ai, mas eu concordo, eu também não curti muito.
Mas não é uma coisa que eu ame. Essa gestação é a que eu tô mais sentindo assim, mais bela, mais bonita, mais feliz. Mas mesmo assim, me incomoda. Que eu tenho que deixar de fazer muita coisa que eu faço na minha rotina.
Tipo o quê?
Tipo assim, beber um café. Não bebo 200ml de café, eu bebo, tipo, 3 xícaras.
Ai, eu também, menina. Adoro um cafezinho.
Pra mim é muito difícil.
Peso, tudo. Mas nessa gestação tá tudo bem, tudo super saudável. Teve tempo do seu corpo também se recuperar, né. Deu o quê? Quase 5 anos de diferença. É, muito tempo, sim. Então, aí, tá, fazer exercício físico, tudo normal, né.
Tudo normal, esse aqui tá tudo normal. O Matheus, eu acho que a minha pele já tava esticada e não deu muita estria. E aí, eu pari ele, uma semana depois já tava fazendo futebol.
E os dois foram... Você teve alguma cesárea?
Foi normal? A Helena foi normal, no hospital. E o Matheus foi em casa. Eu tive ele em casa.
Sem médico, sem nada. Calma, mas isso foi planejado? Ou nasceu rápido? Foi tipo espirrou, nasceu?
Não, foi planejado. Eu sou meio doida mesmo. Caramba! Eu pensei: "Poxa, tava na pandemia". "Se eu conseguir ter um filho ali no hospital, por que eu não teria um em casa?" Maluca, né? Só que aí, o médico não pode te acompanhar em casa, é proibido. Tipo, pela legislação lá dos médicos. Nenhum médico pode fazer um parto domiciliar.
Sim, porque é muito risco, né?
Muito risco! E aí, eu tinha doula, enfermeira obstetra. E aí, tive que pegar cilindro de oxigênio, tive que pegar várias coisas médicas ali pra eu ter de prontidão, pra dar tempo se acontecer alguma coisa. Mas é loucura, tá, gente?
Mas por que você quis que fosse em casa, assim? Tem algum motivo que você tinha essa vontade? Ou foi mais pela pandemia?
Eu sempre achei lindo o parto normal. O poder de uma mulher poder parir a criança. Eu acho isso maravilhoso, incrível. E aí, eu falei: "Poxa..." Na pandemia, eu morria de medo de ir pro hospital e eles me colocarem numa cesárea. Então tinha muito isso na minha cabeça. Falei: "Vou tentar parir em casa". Já que é pandemia, não vai poder ir muita gente no hospital me ver também. Era o finalzinho, eu acho, da pandemia que eu parei. Não lembro direito.
A Helena deve ter sido na pandemia mesmo, né?
Foi 2019, ainda não tinha.
Ah, foi 2019. Ah, ela faz 7 esse ano.
Faz 7 esse ano.
É porque a minha filha tem 6 e ela é da pandemia, por isso que eu achei que era o mesmo momento. Mas ela acabou de fazer 6.
Ela vai fazer 7 no final do ano. E aí, decidi. Falei assim: "Bom..." E aí, todas as consultas são realizadas dentro de casa, você não sai pra nada no parto domiciliar. E as consultas são com enfermeiras obstetras, não tem médico. Aí se você quiser um médico, ele pode consultar por fora. Só que ele não pode acompanhar seu parto. E se der ruim, você tem que ganhar pontão.
Meu Deus do céu! Calma.
Mas eu não tive analgesia.
Não teve. Fui costurada na minha cama.
Ai, que pavor! O Periquita lá dentro, costurado? Me pararam lá dentro.
Mas assim, pari, aí eu deitei, porque tem o nascimento da placenta, não sei se vocês tiveram.
Aí eu tentei fiar, não deu certo, fui pra cesárea de emergência, quando depois de 19 horas. Ai, que uó, mas enfim.
Daí, Leandro, fiquei 22. Que isso, gente! E a placenta é um outro filho, tá?
Então, mas eu não cheguei nessa parte.
Aí nasceu a placenta, aí que você é...
Se precisar, é costurada. E você precisou, pra ajudar você precisou.
Um pontinho, né?
Nem uma analgesia, nada?
Não pode.
E quanto tempo foi, durou?
O do Matheus, 1 hora e 50. Foi tsunami. Mas assim, eu não sei qual foi pior, porque eu não tinha um segundo de descanso.
Era contração em cima de contração.
Contração atrás de contração. Foi loucura.
Você se arrepende? Você faria de novo?
Não. Eu faria no hospital com analgesia hoje.
Ai, ufa.
Porque dói muito. Dói muito, círculo de fogo. Se você tá com analgesia, você não sente isso.
Então, os meus foram... os dois foram normais. Mas eu tive analgesia e... Que é maravilhoso. É, assim, você sente muita dor, mas não deve ser perto do que você sentiu.
É, eu tive os dois, com analgesia e sem.
Ah, é? Você tem a comparação.
E assim, surreal. Coisa de maluco mesmo. Coisa de maluco.
Mas você não quis desistir no meio? Falou: "Vamos pro hospital logo, pelo amor de Deus!" Tive, eu pedi.
Só que a Perinatal ficava 30 minutos da minha casa. E aí, ela falou assim: "Não dá tempo, você tá com 9 de dilatação. Daqui a pouco você vai entrar no expulsivo. Você vai ter o filho no carro".
"Ah, porque foi uma hora, né?
Uma hora e pouco." Aí eu falei: "Deus, então me leva." Para, Mari!
Não pode repetir isso!
Gente, me desculpa, eu tô rindo.
Falei, gente: "Me leva, que eu não tô aguentando." Eu preferia morrer do que estar ali.
Pode falar? Pode. Se eu no hospital, quando a Gésia falava: "Gente, eu já morri e vocês estão tendo alucinação." Na hora que tava nascendo mesmo, eu falei: "Eu já não tô nesse plano, essa dor aqui não deve ser daqui. Alguma coisa aconteceu." Falei: "Aí vocês estão tendo uma miragem, eu já morri e vocês não estão sabendo." Imagina você em casa, sem uma analgesia.
Eu não...
Mas e aí? A única coisa que alivia é chuveiro quente.
Chuveiro, aí aquele paninho que fica atrás da...
Ajuda, pior que ajuda, ajuda super.
Porque vai abrindo, parece que é as costas que dói, né?
Não sei, parece que distrai também, pressiona ali, não sei.
Aí me colocou cheirinho, já: "Tira esse cheirinho daqui!" E aí depois tem um momento que você parece um animal ali, né? Parece. Gente, eu não era mais um ser humano. Eu tinha certeza. Já tinha virado um animal.
Mas a hora que nasce, passou tudo?
Depois da placenta, né. Porque eu tive com analgesia, eu não sabia dessa dor da placenta também.
Eu não senti essa dor.
Dói igual. Dói igual a um filho.
Aí você já tava com ele ali no colo.
E eu contraindo.
E vocês são gêmeos!
Ah! Eu digo isso ainda, ainda. Porque tem que contrair pra expulsar a placenta. Ai, com analgesia a gente não sente. Agora eu espero ter com analgesia no hospital.
Eu falei, no meu último parto, eu falei que se eu engravidasse de novo, eu agendaria minha cesárea. Eu não queria passar por isso de novo. Sério? Juro. Porque eu achava que o segundo filho era tipo assim: espirrou, nasceu. E não, meu segundo foi mais demorado do que o primeiro. Então eu falei: eu não quero mais viver isso aqui, amor. Eu queria que chegasse a criança assim, ó, pronto.
Eu vivi as duas coisas, a gendem e cesárea. Porque minha filha ficou sentada. E no segundo, tentei o normal de 9 horas. Dilatou os 10 centímetros e ele não descia. E eu fui pra cesárea.
Ai, aí é punk, hein.
Aí eu fiquei com 10 centímetros, tipo, muitas horas de contração e dor. E tipo, aí já não podia mais analgesia. Porque eles sabiam que tinha chance de ir pra cesárea. E tem um período que você não pode pôr mais pra esse caso virar cesárea. Daí ele falou: "Agora você vai ter que ficar sem nada". Pra cesárea, você tem que pôr outra, né, que é aquela que paralisa tudo, né. É no mesmo lugar, mas é mais. E aí, eu não podia fazer de novo uma dosezinha, sabe? Menina, aí eu falei assim: "Então vai pra cesárea!" Porque não...
Pô... Foi horrível.
Sentiu toda a dor pra ir pra cesárea.
Nossa, que ódio que me deu!
Que ódio!
Eu sei que agora não é hora de perguntar, né, porque você está grávida, mas você acha que fechou a fábrica ou... Quer mais?
Não, eu fechei, gente. Perguntar ali pro Éder, ele: "Não, quero outro, quero outro". E eu: "Não, pelo amor de Deus, não dá".
Não quer mais?
Pra mim tá ótimo.
Já tá ótimo?
Eu te entendo, ele também quer mais. E eu falo: "Então faz na sua barriga". Pois é. Ai, nossa, na sua.
Pois é, gente, vamos ter um, sei lá, entende?
O que que você mais... O que que é mais desafiador pra você na maternidade?
Olha, é porque... A gente fica olhando os dias de hoje, como tá tudo virado. Acho que pra mim, eu tenho muito medo do mundo, sabe? Pros meus filhos, jogar eles assim no mundo. Isso... Você vê como o mundo tá, isso me assusta muito. Muito.
É questão da educação, né?
E não adianta você fechar eles dentro de um quadradinho. Que não vai adiantar nada, o mundo tá aí. Daqui a pouco eles vão conhecer. Isso me assusta.
Ah, mas preparando, tendo uma boa base... Né? Pelo menos eles saem pro mundo mais preparados. Mais preparados. E acho que tendo os pais ali criando, educando em cima, né? A gente dá uma...
Educar também é difícil.
É. E eu tô mega confusa, assim, com a sua rotina mesmo. Tá na Espanha, aí vai pro Brasil?
Não, agora a gente tá no Brasil, mas eu vou me mudar oficialmente em agosto.
Para a Espanha.
Pra Espanha.
Então ele vai nascer lá?
Vai ser espanhol, aham. Que chique, mano. E aí vai todo mundo, vai as crianças...
Como é que tá sendo esse processo, assim? Tá com friozinho na barriga de mudar? Ou tá ansiosa? Que é mudar logo?
Não, eu tô arrumando já o quartinho do bebê lá. A gente tá construindo uma casa. Só que ainda não vai ficar pronta, lá na Espanha. E aí eu tô arrumando o quartinho do bebê do jeito que dá mesmo. De qualquer jeito. Que vai ser aquilo por um tempo.
Ah, vocês estão construindo lá?
Lá também.
Mas esses dias... Aqui também?
Aqui também.
Então, você postou que tava vendo móveis.
Era pra cá? Pra cá, pra cá, pra cá. Entendi. E aí, vendo escola pras crianças também, né. E as crianças estão animadíssimas.
Ai, que bom, menos mal, né.
E aí, em agosto vai todo mundo pra lá. Só, a gente vai bem no frio, né.
E vai ser o último mês que você pode viajar também de avião, né.
É, com 33 semanas eu vou e aí eu já fico.
Mas, ah, sim, é verdade, eu lembrava disso.
Período, né, perigoso. Mas acho que, não sei, tem algumas, acho que o médico tem que fazer, tem que fazer uma autorização.
Acho que sem autorização até 27, com autorização até 33.
É, eu sei porque minha irmã tá grávida, né, então ela tá. Então a previsão é o quê?
É setembro, final de setembro.
Vai ser Libra.
Libra.
E você é Peixes, mas Libra e Peixes é um pouco parecido.
O weather é o quê?
Ele é... Capricórnio.
Travou. Tá grávida, gente, já não te conto pra ela.
Gente, vocês sabem que eu sou esquecida?
Muito! Demais! Eu já sou lerda, né. Agora piorou.
Agora 3 puerperios, né, vai ser agora mais um. Realmente, você tem motivos.
Não, e o puerperio... Esquece, é a pior fase. Eu não sei o que é pior, gente. Se é a gravidez, o puerperio ou a amamentação. Porque amamentação, pra mim, foi horrível. Pra muita gente é muito bom.
Pra mim, acho que foi o puerperio. Foi o mais difícil.
Eu também fico doida.
E você amamentou os dois?
Mateu não, ele é nasci, tentei, mas assim... Mexeu com o meu psicológico de um jeito, foi horrível. Pra mim, a amamentação foi...
Não foi prazerosa?
Nada, nada. O meu bico descolou, era sangue. E aí... Ai, horrível. Foi coisa demais.
Você quer tentar agora ou...?
Ai, não sei se eu quero tentar. Ainda não decidi.
E a culpa em relação ao bico, como é que foi?
Deixa rolar, deixa rolar. Você se culpou por isso?
Nem um pouco, nem um pouco. Porque eu sei o tanto que eu sofri, o tanto que não tava fazendo bem psicologicamente pra mim amamentar. Porque a cada 3 horas era como se fosse uma tortura. Eu sabia, batia o horário, falava: "Pô, agora é a hora da tortura". E eu gritava.
Menino mama muito mais, né?
Então, o Matheus é, come muito. E aí, do Matheus eu não amamentei e fiquei super bem, não me senti culpada. "Não, não pode não". Sabia que eu tinha sofrido demais. Falei: "Gente, isso não tá saudável pra mim. Tem que ser bom pra mim também, né".
Com certeza, é seu corpo, né.
E não tava. E também, o segundo filho é mais de boa. O terceiro, deve ser?
É, o terceiro é quem criou, os outros filhos que vai ver como faz, vai aprendendo.
Não, o segundo já...
Os mais velhos já ensinam: "É assim que faz, tá? Sua mãe é assim, então vambora".
Eles se pegam ali, eu falo: "Ah, vocês resolvam". Já não tenho nem paciência mais, vai ficar...
Mas eles não são muito colados?
São muito colados.
Devem ser muito amigos. Mas isso dá atrito.
E na rotina eles sempre estão juntos? Por exemplo, quando tá com o pai, fica os dois juntos? Conta com a mãe, sempre juntos, né?
Sempre juntos. Assim, pode sair eu, pode sair o pai, pode sair a babá, pode sair a avó. Mas eles não podem ficar separados. Eles sentem.
Isso é bom, porque querendo ou não, eles têm uma base de muita amizade, né. Que muitos irmãos crescem... É que eles têm idade próxima, isso ajuda também, né. Eles querem brincar juntos, tudo mais.
Isso é ótimo! Muito bom. Acho que foi a melhor coisa que eu fiz, engatar um filho no outro.
Eu também. Então foi planejado? O Matheus foi planejado?
O Matheus foi. Ainda não foi, mas aí a gente já tinha a Helena. E aí eu falei: "Bom, bora ter logo o Matheus". A gente teve, foi a melhor coisa que eu fiz.
Mas você sempre quis ser mãe?
Sempre quis ser mãe. Sempre planejou? Eu amo ser mãe.
Ai, gente, é tão lindo, né? Acho que é a maior transformação de uma mulher.
Muito. Nossa, mudei muito.
E agora, como é que tá assim? Agora falando um pouco de Copa, de rotina e futebol. Como é que tá os preparativos? Vocês vão, não vão? Como é que tá agora, o momento?
Então, a gente vai acompanhar o Brasil. Só que agora eu tenho um lançamento, dia 20, do meu perfume.
E tem um parto também, né, que tá por aí também. Vamos combinar que tem bastante coisa acontecendo na sua vida.
E aí, a gente vai ficar no Brasil até essa data. Aí quando eu terminar o lançamento ali, a gente vai pros Estados Unidos, vai ficar um tempinho.
Ah, então pro primeiro jogo vocês não vão?
Não.
Que é 13, acho, o primeiro, né?
Não, vai ser bem na semana que eu vou estar lançando meu perfume, então não vou. E aí a gente vai depois do dia 20. A gente já vai, vai ficar um tempinho. Aí volto. Aí eu volto. E aí, dependendo de como vai ser ali o Brasil... É porque assim, o pai das crianças, não tem ninguém que tenha visto. A avó não tem visto, a irmã não tem visto. Então não tem ninguém pra levar. A babá, a gente tentou tirar 8 vezes. Estamos tentando de novo agora.
Gente, libera o visto da babá, pelo amor de Deus! Vamos fazer uma hashtag lá no consulado, brincadeira.
Não tem ninguém que tenha visto. E aí não tem ninguém pra levar as crianças.
Entendi.
Então se não for eu, ele não consegue ficar também. E aí tem que ser humana nessas horas, porque é difícil, né. Primeira Copa dele, é um momento especial. E com certeza ele quer as crianças lá. Então, se precisar da minha ajuda também, vou ajudar ele, com certeza. Pra levar as crianças. Então eu volto, vejo em que período ele quer. E aí eu tenho que voltar pra levar as crianças.
E grávida do terceiro.
Pois é. Calma aí, volta pra onde?
Pros Estados Unidos.
Fica aqui, vai pra lá, volta, pega as crianças, vai de novo?
É, dependendo da fase, né. A gente ainda tá acordando que fase que ele vai querer.
Entendi.
Mas não tem ninguém que tenha o visto. "Não, é que..." E assim, crianças pequenas, eu não posso deixar os meus filhos com qualquer pessoa.
Não, e tem a questão do passaporte também, que não pode viajar, né.
E as crianças estão numa idade que elas já vão ter memória da primeira copa do pai e tudo mais. Então é especial eles estarem mesmo, que bom que você tem essa consciência. Porque, né, enfim, sempre tem o lado pessoal da situação. Mas que bom que você tem essa maturidade, isso é importantíssimo.
Eu super liberaria pra avó paterna, pra irmã dele. Ou pra nossa babá que tá com a gente. Mas não tem ninguém que tenha. Então praticamente ele tá... Ele e um empresário lá, eu acho, vai ficar lá só. E aí é um momento que a gente precisa dos filhos também.
Com certeza.
Não, isso dá força, com certeza vai dar força pra ele nesse momento tão importante.
E vai ser o único, né? Memórias.
Com certeza.
Uma coisa, gente, agora deixa eu aproveitar que eu fiquei pensando aqui enquanto ela falava, né, sobre futebol, é que acaba fazendo parte da vida da família dela de uma forma muito especial, né? Porque pra maioria das pessoas a Copa do Mundo é um evento que acontece assim, de 4 em 4 anos. Sim. Mas pra quem vive esse universo de perto, é muito mais do que isso, né. São viagens, jogos, torcida, encontros em família, momentos de comemoração. Tem várias memórias assim que ficam pra sempre, eu tenho certeza.
Pois é, e é justamente sobre criar memórias que eu queria falar com vocês da Philips Audio e Vídeo, que chegou recentemente como parceiro do Pode Delas, né, gente. Que a gente tá muito feliz. Titek, com a gente. E a Philips acredita que a tecnologia faz parte dos momentos mais importantes da nossa vida. E é verdade, né? Seja pra ouvir aquela música que marca nossas fases da vida, assistir um jogo especial, reunir a família. Ou simplesmente aproveitar mesmo, um momento de descanso, enfim.
E aí, pensando nessa fase tão bonita que você tá vivendo, Thaynara, da família crescendo, muitos projetos, tantas lembranças sendo construídas, né? Eles mandaram um presente! Bom, tá bom, tá bom. Um presente da Philips.
Aqueles.
Mas muito pesado.
Ela tá grávida, gente.
Ai, meu Deus!
Deixa eu ir no cantinho.
Uma boom bitch!
Adorei!
Fala assim, né, vibe jogador.
Fala!
Já vai dar trajada.
Já vai lá, vai trajada.
Coloca aqui no ombro e vai cantando.
E tem uma alça, amor. Pra quem é mãe, é maravilhoso, tá? Muito top.
Tem que ir pra praia também, é bom. Só que não pode aumentar muito, né?
Ah, pode.
É verdade.
E ela é resistente à água, inclusive.
Muito.
Incrível! E, gente, a Boom Beach tem uma história, tá? Tem uma trilha sonora. Imagina pra vocês. Copa, família, Dia dos Namorados também, esse mês que vai ser muito especial, né? E a Philips quer estar presente justamente nesses momentos aí que merecem ser lembrados.
E como estamos aqui entrando também no clima de Dia dos Namorados...
Verdade, chegando, tá?
Copa, né? Fica a dica aí pra vocês. Seja pra curtir uma música, assistir um jogo ou criar um momento realmente especial em casa, a Philips acompanha tudo isso, tá? Com alta potência. Pra animar cada lance. Bateria de longa duração, tá? Alça pra levar, como a Tata falou, pra torcida, pra onde você quiser levar. A experiência realmente vai ficar mais completa, e completa de verdade.
E quem tá assistindo a gente também pode aproveitar, tá? Usando o cupom PODDELAS pra garantir um desconto muito especial, gente. Então tem o QR code que tá aparecendo na tela, o link na descrição.
Aproveitem!
Deixa eu tirar pra aqui, que eu vou precisar. A Bruna pega ali, ó.
É pesado, é pesado.
Vai, socorro, vai, socorro. Eu vou aproveitar, deixa então.
Eu vou dar um presente pra vocês.
É assim que a gente gosta!
Adoro! Perfume! Olha!
Em primeira mão, ninguém recebeu ainda, nem eu, tá? Primeirinho pra vocês.
Calma. Mas é um press kit? É. Isso aqui é o cara, investimento, mores.
Amiga, eu tô chocada. Esse aqui é o press kit?
Aqui dentro tá o perfume, só abrir.
Posso tirar isso aqui, amiga, pra eu ver?
Pode.
Licença.
Em primeira mão, ninguém recebeu nem o perfume, nem o press kit ainda.
Vamos fazer o unboxing ao vivo.
Você sabe que eu sou a louca da perfumaria, eu amo.
Gente, a gente já ganhou um press kit. Isso aqui é caro, tá, mores? Press kit é caro, vamos dar valor. Eu nem faço da minha marca mais, porque é muito caro. E é com a Petla Beauty, né?
Foi a primeira marca que eu fiz.
Cheiro da textura, mores. Investimento, olha. E eu sei quanto é fazer, tá?
Porque assim... Você tem, né?
Eu tenho e sei o trabalho que ela fez.
Eu recebi o dela também aqui no começo.
Nossa, gente, que tudo!
Ai, que lindo!
Que lindo! Bom, a gente já sabia que a embalagem era assim, né?
Vermelho é sua cor, então?
É, eu acho que vermelho remete elegância, sensualidade ao mesmo tempo.
Deixa eu sentir.
Balança, balança.
Nossa! Nossa!
Tem uma inspiração?
Tem!
Calma, não. Ah, fio, eu ia tentar adivinhar. Adoro tentar adivinhar perfumes.
Nossa, eu achei...
Sensual, né.
Mas ao mesmo tempo, ele é elegante, ele é chique.
Nossa, eu amei, eu não conhecia esse.
Muito bom. Então ele é um nicho, mas é um nicho que todo mundo conhece, né. O Nishane.
Sim, o Nishane é maravilhoso.
Chama Nishane? Não, a inspiração.
Ah, sim. Então esse chama... Nishane. Nunca vi.
Mas é o de embalagem branca.
É o de embalagem transparente com a... Sei, sei, sei. Vermelho.
Vermelho na frente. Arrasou!
"É o seu perfume da vida, então." É o meu perfume da vida. E chama Thali.
"Cheiradíssimo, tá, amores?" Então assim, tá bem fiel mesmo. Ele tem esse perfume, Nishane.
Tá muito fiel.
A hora que você bota, você sente bastante. Ele é bem compartilhável também, o Nishane.
O Éder só usa ele.
Super compartilhável, super, super, super. Dá super pra usar, real.
Dá super.
Eu achei muito chique, tá? Desde a cor da embalagem, tudo.
E ele foi feito pela casa de perfumes que cria vários perfumes super famosos.
Conta um pouco das notas.
Então, tem nota de pêssego. Ai, gente, é incrível. Tem baunilha.
No fundinho, né? Aham.
Nossa, eu amei. É aquele cheiro que dá vontade de você ficar sentindo.
Sabe o que eu achei que parecia? O seu cheiro, aquele perfume que você usa. Parece muito o seu cheiro.
Combina com você também.
Eu achei.
Nossa, amei. Bom, vai falando vocês que eu vou ficar cheirando.
Ele é muito incrível.
Eu amei, muito obrigada. Então a gente tá recebendo em primeira mão. Ninguém tem ainda.
Linda!
E quando vai ser o lançamento?
Então, dia 20 agora de junho.
Acho que isso aqui vai deixar os homens malucos, tá?
Então, essa é a intenção.
Essa é a intenção.
Eu vou chegar em casa e... Tchau!
E vral!
Você sente o cheiro, você já pensa naquela mulher assim, chegando, poderosa.
Perfeito pra você tal, tal. Maravilhoso, gente.
Para!
Isso aqui suga o homem, gente.
Rastros.
Rastros! Rastros. Vai passar um, vai falar: "Vem, senta aqui".
É isso. Nossa, já passou hoje? Ele tá em casa? Tá, amor. Ai, joia tem de tudo, entendeu? Ela já tomou um banho de perfume.
Tomei um banho, adoro.
Ó, e tá aqui, ó.
Gostoso mesmo, gente. Eu amei, muito bom gosto.
E a Petra foi a primeira marca que me apoiou quando eu comecei nessa vida de influenciadora, né.
Divulgava já, né, a marca, eu acho.
É, foi a primeira que me apoiou.
E foi sua primeira publicidade?
É, primeira. Que legal!
Que legal também, já começar uma relação assim. Que tem o valor dos dois lados, né, essa valorização.
E aí é uma pessoa que eu falei: "Poxa, eu confio". A gente já tava estudando algo. E aí eu falei assim: "Ai, tem que ser com ela".
Você arrasou! E aí, quanto tempo desenvolvendo? Porque eu sei que não foi do dia pra noite, né. Você tá falando disso já tem uns dias.
Nossa, eu acho que já faz uns 9 meses que a gente tá desenvolvendo. Um ano, por aí.
Nossa, é bastante mesmo.
Muito tempo. Que a gente tá desenvolvendo pra chegar, assim, no ponto que... E eu acompanhei tudo, desde a...
É isso que eu ia te perguntar, qual foi o seu envolvimento? Porque quando faz collab, muitas vezes você fala o caminho olfativo que você gosta e ponto final.
É, tem gente que nem precisa ir em fábrica, ver...
Como você fez essa parte?
Eu quis ver tudo, desde a fábrica, de como foi feito o cheiro, a fábrica da embalagem, tudo. Cada processo, press kit, o que vai vir no press kit, o que vai vir junto com o perfume, tudo. Eu quis opinar, quis estar ali dentro de tudo. Que eu queria que fosse a minha cara também, né. Queria que o perfume viesse um pouquinho de mim. E eu acho que ficou perfeito.
Ficou mesmo? E o lançamento vai ser no site oficial?
Vai ser no site oficial, gente.
Que é betalabeauty.com.br.
Dia 20? Dia 20 de junho, agora.
Tá pertinho agora.
Que dia é hoje?
Amiga, boa pergunta.
Ah, não faz ideia. Dia 4, sei lá.
Dia 4, 5.
Tá chegando! E vai ter festa?
"Vai ter festa lá no Rio".
"Vai ter festa".
Gente, investimento, tá? Eu não faço mais essas coisas, não.
Ela é muito pão dura.
Muito pão dura, muito pão dura.
No começo, a gente tinha que fazer isso.
Nem o press kit, amor, eu faço mais. Você faz agora pra pessoa postar, que você sabe quanto custou aquele negócio. Às vezes nem posta, é só: "Não vou fazer". "Ah, não vou".
Mas aí, por isso que você manda pros amigos, entendeu?
Minha recomendação aqui é a Petlogic. A Petlogic já faz, que é afiliadas também. Quantas meninas não mudam de vida revendendo as coisas que tem no TikTok. É, no TikTok Shopping, tudo lá.
Tá muito fofa, muito light. Mas ela vende lá também?
Ela vende também lá. Vende, sim.
Maravilhoso. E vocês, qual que é o planejamento? Lança em junho, esse mês. E já vai ter... É só o perfume? Vai ter o creme? Que eu sei que tem sempre um desdobramento.
É, depois a gente vai desdobrar um pouquinho. A gente tá estudando pra fazer também o creme, body splash. Mas isso vai ficar um pouquinho pra depois.
Você sabia como era esse desenvolvimento? O que te surpreendeu no processo?
Não sabia. Eu achei que era só ir lá, achar o cheiro. "Meu, foi!" Mas tem tudo uma etapa com... Tem até pessoas testando, né? Pessoas... Como se fosse um jurado. Tem um away inteiro por trás.
Isso na fábrica?
Eu não sabia que o perfume tinha que ficar naqueles latões também. Pra pegar, pra fixar o cheiro na pele. Não sabia disso, não fazia nem ideia.
Ah, tem que ficar em repouso?
É, tem que ficar lá.
É meio que uma cera, né?
Uma cera, o nome é maceração. E aí... E tem gente que deixa poucos dias, tem gente que deixa mais dias. Quanto mais dias você deixa lá, mais fica o cheiro na pele.
E eu tô sentindo, tá?
E a gente...
É, por isso que demorou. Porque a gente quis deixar bastante lá.
Calma, sou casada, calma.
Calma, filha. Não gosto, não.
Pra fixação ser bem forte mesmo.
E arrasou! E aí, você... Como é que tá essa preparação, assim, de lançamento? Vocês contrataram influenciadoras? Vai ser só você? Vai ter um time de... Como é que vai ser?
Vai ter um time, vai ter um time de influenciadoras, um time de TikTok. Vai ter eu, vai ter ela, vai ter tudo, todo babado.
Tem que fazer, né?
Tem que fazer vender.
Porque nós investe, fia.
Investe um pouco. É da vida.
Faça lives. A galera tá recomendando.
É, vai ter live, vai ter live.
Live de lançamento.
No evento?
Eu não sei se vai ser no evento ou vai ser um pouquinho antes. Acho que vai ser um pouquinho antes do evento, dia 19. A live.
Pré-venda.
Pré-venda.
Arrasou!
Dia 20 já.
E essa live vai ser o quê? Nas suas redes?
Nas minhas e na da Pétala.
Na da Pétala. Você já conhecia a Pétala pessoalmente ou não?
Já conhecia. Eu acho que o Eder conhecia ela, né, amor?
Tudo bem?
Tudo bom, a gente tá chegando agora.
Ele conhecia ela. E aí, a gente se conheceu, acho que no show da Ludmilla. Eu conheci ela pessoalmente. Eu trabalhava com ela, mas só ali no WhatsApp, conversa. Pelo Instagram, pelo direct. E aí teve um show da Ludmilla no passado que a gente tava, e ela tava também. Aí foi aí que a gente começou a se conhecer. E aí eu vinha pra São Paulo, a gente se via.
Acho que é aqui perto a fábrica. Acho que é aqui perto.
Eu sei que é longe, hein. É. Eu acho que é. Eu não sei onde é, porque São Paulo eu não fico muito situada. Mas eu vinha longinho.
É, então é aqui perto mesmo. Acho que aqui é um pouco longinho também, né, coitada.
É um lugar mais afastadinho.
Que que você— o que despertou assim você, esse lado empreendedora? Porque querendo ou não, né, é o começo de muita coisa. Você já tinha trabalhado com algo antes? Como é que... conta um pouco pra gente da Tainá antes das redes. Quem era você? O que você fez? Onde você morou? Como é que foi toda sua trajetória?
Então, sempre morei em Curitiba, minha cidade natal é Curitiba. E comecei a trabalhar com 14 anos já. Eu fazia... eu era estagiária de RH. De RH na empresa do meu pai. E aí trabalhei, saía da escola, ia direto para empresa, trabalhava, trabalhava. E aí fiz cursinho, continuei trabalhando de RH. E aí fiz 18 anos, aí passei para outra empresa, continuei trabalhando com RH e fazendo odontologia e trabalhando. Aí quando eu engravido Eu tenho ali uma discussão com meu pai.
E aí eu falo: "Poxa, já não dá mais pra eu trabalhar. Já não compensa também eu trabalhar aqui mais".
Porque era empresa dele.
Era empresa dele. E também eu ia me mudar pro Rio de Janeiro. Então não tinha como eu ficar à frente. E aí, eu lembro que eu tinha um carro. Me mudei pro Rio, grávida. Não, acho que ele já tinha nascido. Saí da empresa, me mudei pro Rio. E aí eu vendo esse carro que eu tinha em Curitiba. E eu abro uma... Aqui acho que fala o depósito de bebidas, né? Tipo, adega. Não é uma adega. Tipo, distribuidora de bebidas que vende todo tipo de bebida. E aí abro isso com o carro que eu tinha. E começo a gerir lá do Rio de Janeiro.
Ah, você abriu em Curitiba.
Em Curitiba, com a minha irmã. E aí eu comecei a gerir lá do Rio de Janeiro. E aí fiquei, aí fiquei a maternidade lá e gerindo essa empresa. Então, meu pai é empreendedor, né? Então acho que eu peguei um pouquinho dele, tipo, disso. E fiquei, fiquei com a empresa alguns, acho que 2 anos.
De onde veio essa ideia de distribuição de bebidas?
É isso que você quer perguntar?
Então, eu tinha um dinheiro ali e eu queria investir, não queria deixar ele parado. E aí a minha irmã também tinha um dinheiro. E eu falei: "Vamos fazer ela. Bom, tem um lugar lá que eu acho que eu consigo administrar e você faz de longe, financeiro, tananã." Eu falei: "Beleza, vamos." E aí a gente fez.
A gente fez.
A gente alugaram um espaço.
É.
Não era um ponto que passaram? Tipo, foi do zero mesmo?
Do zero, do zero, do zero.
Mas o que que é? Vocês eram muito cliente desses lugares?
Vocês eram um pouco.
Vocês eram cliente?
É que é forte esse ramo, é forte de bebida.
Sim, sim.
Também, tem isso.
E aí, depois de um tempo, eu engravidei do Mateu. E aí, eu fechei a empresa com ela. Falei assim: "Ah, Fê, já não tá fazendo muito sentido pra mim tá aqui. Tô com duas crianças dentro de casa, tá me tomando muito tempo. E acho melhor eu dar um tempo nisso, parar um pouquinho". E aí, parei com a empresa. E fiquei só com as crianças.
Só, que não é só, né?
Vamos combinar que não é tão simples assim, né? Com duas crianças. E aí eu não tinha empregada doméstica, eu tinha babá, sim, mas à noite, como o Matheus é recém-nascido, demanda muita coisa. À noite a gente não dorme, então preferia que a babá, com certeza, né, fica dormindo a noite inteira, e eu ficava com o Matheus durante a noite e ela ficava durante o dia para que eu pudesse descansar um pouquinho. E aí, a limpeza da casa, tudo era com a gente, comigo.
Então não tinha diarista, funcionária dentro de casa nessa época, quando o Mateu nasceu, não. E aí, depois que eu me separo—
E isso você morando no Rio de Janeiro, querendo ou não, sozinha também, sem rede de apoio da família, né?
Sem nada! Isso que me pegava mais. Então não tinha minha mãe, não tinha meu pai, não tinha ninguém. Sim. Tive que me virar sozinha, assim. Se eu ficasse doente, era eu por mim mesma.
É porque a gente, depois que virar mãe, a gente entende a importância de uma família perto, né? De uma rede de apoio.
Nossa, eu tenho muita rede de apoio. Que bom! Isso faz muita diferença.
Eu não sei como eu seria sem a minha rede de apoio.
E aí, depois? O que você falou?
E aí, depois, me separo. E aí, fico com as crianças e começo... Aí eu fiz o ENEM. E passei em medicina.
Why?
E eu sempre gostei de estudar, tá? Eu tranquei a faculdade na pandemia, porque eu falei assim: "Poxa, não faz sentido eu fazer faculdade de odontologia". Eu fazia faculdade de odontologia grávida. Parei, Helena. Fazia. Só que eu me mudei pro Rio e começou a pandemia, um pouquinho depois. E aí, como que eu vou fazer odontologia? Eu tava bem na época de estágio. Como eu vou fazer odontologia online? "Para mim, isso não faz sentido".
E o povo todo tava fazendo, né? Ali na pandemia, tava todo mundo fazendo o final. E só faltou o ano do TCC pra mim e do estágio. Aí eu falei assim: "Não, que profissional que eu vou me formar? Não tem como". E aí, decidi trancar. E aí, ganhei o Mateu... Engravidei de novo, ganhei o Mateu. E ficou trancada a faculdade. E com a... Eu tava administrando o depósito. Aí fechei o depósito, tranquei a faculdade, fiquei só com as crianças.
E aí o Mateu nasceu, eu me separei e eu falei: "O que eu vou fazer da minha vida agora? Preciso pensar em mim, né? Essa é a hora de pensar em mim." Eu pensava, eu era muito família, então era dona de casa, não fazia nada, ficava ali cuidando da casa. E aí: "Vou fazer um ENEM, vou tentar passar em medicina." Passei em medicina. Medicina, sempre gostei, fiz curso.
Nunca fiz faculdade. De primeira assim?
Estudei um pouquinho, né?
Não, tá, mas deu uma prova, não estudou tipo cursinho?
Não, eu fiz cursinho online. Ah, tá. Online. E aí ficava nos livros e fiz. E tirei a nota pra passar numa faculdade particular de medicina aqui.
E aí fez a faculdade de medicina?
E aí fiz um ano e meio de faculdade de medicina. E aí eu conheço o Éder, eu acho que eu tinha Ai, não sei quanto tempo de faculdade direito. E ficava muito difícil pra mim, porque medicina demanda muito tempo. Então eu ir e vir não dava pra mim. Só nas férias, feriado. E aí eu começo a trabalhar como influenciadora na faculdade. Quando eu tava fazendo faculdade.
Você tava estudando ainda.
Tava estudando. E aí eu comecei a ganhar dinheiro. E aí eu falei: "Cara, quanto..." Aí eu comecei a ver todos os meus professores ali. "Quanto tempo de medicina eu vou ter que ter pra ganhar o que eu ganho hoje?" É uns 10 anos de medicina. Um médico, infelizmente, hoje, se você não tem a sua clínica, se você não tem ali o seu negócio, infelizmente, é a melhor faculdade, né, que paga melhor. Mas não ia pagar o que eu tava ganhando como influenciadora.
E demora, né? Porque são muitos anos de faculdade, aí muitos anos de especialização, depois muito tempo até você realmente...
Nossa, eu sonhava em ser médica também. Nossa, tinha um sonho enorme assim, mas já trabalhava também, já ganhava como influenciadora.
Eu falei: "Não vou, nossa, jamais seria, não posso ver um sanguinho".
Mas eu amo assistir cirurgia, eu amo tudo assim, negócio, eu amo.
Eu gosto também.
Nossa, amo faculdade.
Mas o que você queria fazer de especialização? Qual?
Endócrino.
Ai, que legal!
Tudo endócrino.
Que você já curtia essa parte mais de esporte, corpo e saúde? Já curtia.
Muito, demais.
Hormônios.
É, amava, amava essa parte. E aí foi que eu... Poxa, tava ali, tava o Éder, eu já tava ganhando dinheiro como influenciadora. Eu falei: "Gente, não compensa eu continuar". Eu não tava tendo tempo nem pra trabalhar. Trabalhar como influenciadora direito. Porque você faz presença, você tem que gravar vídeo. E eu tinha duas crianças. Então, eu deixava eles na escola, ia pra faculdade. Chegava da faculdade, 7 da noite. As crianças já estavam indo dormir. E aí, eu tinha...
Isso tudo no Rio?
Tudo no Rio. E eu sozinha, né. Eu e a babá que me ajudava. Minha rede de apoio é minha babá ali. E aí, eu chegava, as crianças já estavam indo dormir. E aí eu tinha que gravar vídeo, fazer as coisas como influenciadora naquele período. E aí comecei a me relacionar com o Éder, ele me pediu em namoro, depois ele me pediu em casamento, e eu falei: eu não vou conseguir tempo para tudo isso que eu tô fazendo. E aí eu decidi trancar a medicina porque eu via que não tava compensando ali para mim, eu tava deixando muito os meus filhos, não tava, tinha coisas ali que aconteceu, não conseguia acompanhar.
Tem prioridades na vida, né. Tem que colocar numa balança. Pra muitas pessoas, pode ser prioridade, tipo: "Ai, meu sonho é ser médico". Eu vi como você priorizei o tempo com os meus filhos em várias situações da minha vida. Porque é o que fica na gente, é as experiências que a gente vive com quem a gente ama. Eu acho que é a coisa mais importante.
É a realidade também, né.
Também, total.
Mas é um sonho, assim, que ainda tá adormecido? Você fala: "Não, um dia eu ainda vou terminar essa faculdade". Ou você realmente... Tipo: "Ah, deixa pra lá".
Eu acho que hoje em dia eu me realizei bastante. Faz um ano e meio, né, que eu me tornei influenciadora. E eu acho que as conquistas que eu consegui até hoje... Eu acho que eu sou totalmente realizada no que eu faço hoje. Já consegui pisar em lugares que eu nunca imaginava que eu ia pisar, sabe?
Tipo o quê, assim?
Conta.
Tipo Paris Fashion Week, a Valentino me chamou, Milão. Fui com uma marca agora pra Cannes, consegui ir no festival de filme com a marca. Gente, é incrível! Isso, um ano e meio atrás, eu nunca imaginava que eu ia viver.
Acho que é isso.
Lancei o meu perfume. Gente, muita coisa que acontece que eu nem saberia que seria possível um dia. E hoje eu me sinto muito realizada. Com tão pouco tempo, me sinto muito feliz. Acho que eu nunca me senti assim na minha vida. Que demais!
Sabe o que eu queria perguntar? Porque o nosso público é muito feminino, né. E eu acho que nenhuma experiência é única se tratando de mulheres. Como foi pra você, como mulher se permitir, depois de uma separação, se reinventar, se reerguer? Onde você buscou forças além dos seus filhos? O que foi um escape pra você nesse momento?
Na separação, você perguntou? Então, nenhuma separação é fácil. Nem pra quem quer separar. Você fala assim: "Eu quero me separar hoje." Não é fácil. Nem pra quem quer. Então, foi muito difícil essa parte, até por conta das crianças. Ali, eu sozinha, me via sozinha com as crianças, e um momento me via perdida. E agora sou só eu, eu e eles, eu por eles, e agora o que que eu faço? E aí você tem que se reinventar todos os dias. E foi muita ajuda espiritual, muita ajuda psicológica que eu tive que ter também.
Fiz terapia por muito tempo para saber o que que eu ia fazer, como que eu ia agir, porque você fica sem Não é fácil. Falar que uma separação é fácil. "Ah, hoje eu quero me separar." Pode ter certeza que essa pessoa não vai ficar bem.
Super, com certeza.
Mas com terapia, com ajuda espiritual, assim, depois de um tempo você vê que tudo valeu a pena. Você passar por tudo aquilo. As crianças ali depois te olhando com orgulho de você hoje. Ontem passou o Convocadas na Globo. Pode falar Globo?
Claro!
O baby vai ser dela, pode falar.
"Posso falar isso?" Calma, gente, primeiro pode.
Eu quero cortar as partes que ela fica assim: "Pode falar?" E "pode falar isso?" Tem live que não pode falar nada.
E aí, vendo: "Ah, minha mãe tá na televisão, minha mãe tá na televisão." Isso, pra mim, cara, passou um filme na minha cabeça tão legal. Que parece que tudo que eu vivi valeu a pena. De estar ali sentada com eles, com o Éder, assistindo. E passou assim, um filme de tudo que eu fiz nesse tempo. Eu fico e ver que Deus mesmo faz, escreve, escreve certinho as linhas tortas.
Calma.
Ah, grávida, esqueceu. Eu sou lerda, eu não era lerda, tá? Quem me deixou lerda foi o Eder.
Vixe, tá te culpando hoje.
Ele é muito calmo, ele fala no 0,5. Vocês já conversaram com ele?
Nossa, gente, eu ia acelerar o áudio no 2,0.
Não, tinha que ter o 3,0 pra ele.
Ah, mas é bom ter gente calma, porque mulher já é acelerada, né?
Mãe, então, agora de 3... Às vezes dá vontade de falar assim: "Acorda!" Não tem problema pra ele, nada tem problema. Ah, que bom, isso é bom! Por exemplo, minha mãe bateu o carro. Sempre conto essa história. Minha mãe bateu o carro. "Ai, meu Deus, minha mamãe bateu o carro, agora vou ter que pagar, não sei o quê." Ele... Eu desesperada, né? "Ela tá bem?" "Você tem um dinheiro para pagar?" "Tenho." "Então qual é o problema?" Acabou com o assunto.
Dá um tapa na cara e tá certo. Ele acabou com o assunto. E tá errado? Não tá errado, aí estamos nós nesta questão de sermos desesperadas.
Não tá errado.
Eu sou igualzinha, desesperada também.
E aí eu falei assim, por um momento eu fiquei com raiva dele, porque eu não pude nem ficar nervosa ali pela situação, mas depois eu pensei, falei assim: "Caraca, "Que pensamento?" Ele falou assim: "Não tem problema." O importante é estar bem, né?
E é verdade.
A maturidade psicológica que ele tem é incrível.
E agora falando de convocadas.
Fechou o assunto. Como foi isso?
Quando gravou? Foi muito legal.
Como foi o convite?
Foi acho que 9 meses atrás, 1 ano mais ou menos.
Ah, foi antes da convocação mesmo que...
Foi bem antes, a gente começou a gravar bem antes.
Caraca! Já gravou muito tempo então?
Muito tempo. Tempo. E aí teve coisas também que a gente gravou que não foi no ar, que são super legal. É porque foi assim, um episódio para 5 meninas de 1 hora, acho que foi 1 hora o episódio. Então teve muita coisa que a gente gravou que não foi, que muito bacana também. E a gente vê que em 9 meses a nossa vida faz um 360, né? Uma pariu, a outra tá grávida, a outra mudou de país. Mas foi muito legal quando eu recebi o convite Aí fiquei muito feliz, né? Eu falei: "Gente, eu?
Claro!" Topou na hora, nem pensou.
Nem pensei. Acho que a única que pensou foi a Annalidia, que ela é mais low profile. E aí, foi muito legal. Também eles fazem a gente se sentir em casa, é super natural. A gente nem percebe que eles estão lá. Foi muito incrível.
Gravava no dia a dia, assim, como é?
No dia a dia.
Mas acompanhou você quantos dias, assim, mais ou menos?
Eles iam... Acho que a gente fez... Fez algumas gravações. E eles ficavam o dia inteiro em casa, acompanhando absolutamente tudo.
Você acordava, eles estavam lá.
Ficava microfonada. É, eles falavam assim: "Ah, 11 horas a gente tá aí". E aí já microfonava. E aí a gente vivia a vida normal. E eles gravando tudo. Mas assim, nem dá pra perceber que eles estão lá.
Mas é um episódio?
Um episódio.
Eu achei que ia ter mais, porque saiu ontem, né? Eu não consegui assistir ainda. Eu achei que ia ter mais, tipo, desenrolar a história.
É, pois tinha que ter, né?
Eu também acho. Eu acho que tinha que ter. Que tinha que ter um pra cada.
Eu acho.
Não, assim, né?
Sim.
Cada hora uma.
É. Ué. Eu acho.
Que legal.
Mas foi muito curto tempo, o pessoal ali da produção, da edição teve que se desfazer todo, né? Porque é muita gravação, muitas horas de gravação pra um episódio curto.
De uma hora, foi?
Foi uma hora, eu acho que foi.
E agora tá disponível, como é que é dito?
No Globoplay.
Já tá no Globoplay.
Tá. Mas foi muito legal, a equipe inteira, as meninas, diretor. A produtora, edição, os meninos das câmeras maravilhosos, incríveis. A equipe inteira, incrível. As meninas ali que participaram do Convocar as Esposas. Não tem o que falar, gente. São pessoas incríveis mesmo. Coração muito bom.
E é legal porque, querendo ou não, eu sempre falo isso pro Eli. Tipo, tudo que a gente faz, em família ou não, e fica registrado em coisas tão grandiosas assim, pros nossos filhos quando crescerem Eles vão ter algo legal pra assistir também, sabe? Vão ver eles pequenininhos e ouvir a história e tal. É muito legal também.
É verdade, eu não tinha pensado nisso.
Eu passei por uma coisinha parecida também, que foram lá gravar a casa e tipo, mostraram assim, a vida pessoal. Eu fiquei: "Ai, não quero mostrar tanto". Depois eu fiquei: "Quero". Porque é legal eles verem crescidos depois, assim, sabe?
É legal.
E tem uma parte ali que eles estão lá, que você nem percebe mais. Você já fala, já tá tudo natural. Deve ser igual participar de um reality.
Deixa eu te perguntar isso, você entraria pra um BBB assim? Ai, não sei. "Vai, minha filha!" "Não sei, não é não!" "Vai, minha filha, vai, ó!" "Puxar no mutirão!" "Vai sim, deixa ela ir!" "Puxar no mutirão!" "Ah, mas eu também, eu não sou de criar encrenca.
Eu sou mais paz e amor, assim." "Como é que você é no dia a dia?
Você é de boa?" "Eu sou de boa, mas assim, eu sou justa e certa." "De boa, mas com os errados." Eu não gosto de pessoa traíra, não gosto de gente que faz... Gente maldosa, isso eu não suporto. Isso pra mim não é uma coisa que eu faria, não consigo ser maldosa com alguém. E acho que isso eu não admito. Até alguns amigos do Éder, eu falo assim: "Não, não!" Depois ele vê que não mesmo.
Entendi, uma relação bem tranquila.
Mulher sempre sabe, tá? É, nossa, ele concordou, concordou.
Mas acho que se você quisesse ir, ele ia ter que aceitar, né?
Aí eu não, ele me apoia em absolutamente tudo. Às vezes eu nem quero fazer alguma coisa, ele fala assim: não faz, você tem que fazer, vai ser legal, não sei o quê. Igual o lançamento, a gente tava em dúvida, aí você tá de férias, será que eu faço? Não faz, você tem que ir. Mas eu vou trabalhar nas suas "Não, faz, vamos, eu vou junto". E ele tá aqui, ele veio comigo, ele fez questão.
Muito legal isso.
Muito legal, ele super me apoia. E quem... Eu não queria ser influenciadora. Quem me incentivou foi ele. Falou assim: "Não, você tem que ser, você tem que ir, você tem jeito". "Vai dar certo". E eu: "Ai, mas eu tenho muito medo do que as pessoas vão achar". "Não, vai, se joga, vai, vamos". "Cria conteúdo, qual é o seu nicho?". E começou, ele que me incentivou.
É muito bom ter apoio, né?
Muito bom.
É muito bom, que bom.
Agora falando de vocês, como vocês se conheceram? Postaram? Eu vi que vocês postaram um vídeo contando e que você já apareceu na foto atrás.
Você viu que loucura? Tem até um negócio dos japoneses que teve a mesma situação. Mas em 2021, eu fui... O Matheus tinha 1 mês. E aí eu fui jogar um futebol. E aí fui pro futebol treinar, porque eu sempre treinei futebol. Treinei futebol e ele me viu. Diz ele que ele gostou e falou: "Nossa, quem que é essa?" E eu nem tinha uma. "Quem que é essa?" E aí, ele mandou a foto. Sabe quando você pega o celular e tira a foto? "Ó, onde você tá?" Pra pessoa, tira a foto.
E aí, a gente começou a conversar. "Onde você tava em 2021?" "Ah, eu tava no Rio." "Ah, no Rio? Aonde?" Daí ele começou a procurar.
Como assim vocês foram falar onde você tava em 2021?
Não, por exemplo, agora.
Ela pulou a história, eu acho.
Ai, pulei, né? Eu sou lerda.
É porque ela tá contando depois que já estavam juntos, eles foram lembrar da situação.
Sim, mas aí eu falei assim, ah, ele falou, fui no Rio em 2021, a fazer o quê? Ah, joguei um futebol, eu jogava lá nesse lugar. Aí ele falou assim, deixa eu ver se eu tenho algum registro. Aí foi ver a foto, era eu, só eu no fundo.
Gente, que loucura, né?
E ele falou, que loucura!
Ou seja, se você aí tá achando "Que talvez você ainda não conheça o amor da sua vida, você já pode ter cruzado." Tá no seu roll de câmera uma foto que a pessoa apareceu atrás.
E vai ser o pai dos seus filhos e você não sabe.
E aí, ele conta: "E aí, depois eu fui numa festa." E aí, ele conta: "Quando eu abaixei o vidro do carro, ele falou assim: 'Meu Deus, é ela!'" Você lembrava? Tô chocada! Ele parou assim, ó, o amigo dele falou que ele ficou... Tipo: "Não acredito, é ela!" E aí mudou tudo. Aí ele conta... É porque eu contar não vai ficar... Mas ele fala que falou pro amigo dele, falou assim: "Eu vou casar com ela." E casou.
Falou e fez.
Meu Deus!
Mas você tava no momento assim, ó... Mas nessa época de um mês, por época de um mês, você não conheceu ele lá, ele só te viu e passou.
É, eu nem lembro dele lá.
É, então, mas quando que foi que tipo, realmente... Oi? Sou Thayná.
Como foi o primeiro date?
Foi em 2023, né?
Ah, passou 2 anos!
É, passou 2 anos, foi em 2023. Que aí eu tava solteira. Eu fui fazer um ensaio aqui no Rio, aqui em São Paulo. E aí a minha amiga: "Ah, vamos numa festa, vamos numa festa". Eu falei assim: "Ai, não, não gosto". Eu nunca fui muito de balada. "Não, não gosto". "Ah, você já tá pronta". Eu já tava maquiada, eu já tava com roupa feita.
Vamos aproveitar a make.
"Ah, é só meia hora, só meia hora." "Tá bom." E era festa do quê? Era festa de aniversário do Rodrigo, que joga com o Ed. Sei. E aí, ele pegou... Aí eu fui, né? Aí a Eva parou o carro do lado do carro do Ed. E baixou o vidro e falou assim: "Oi, amigo!" Cumprimentou ele, que eles já se conheciam, eles eram amigos. Aí foi nessa hora que ele baixou o vidro e ficou assim.
"É ela." Aí juntou, agora você entendeu?
Rebobina. Entendi, agora entendi tudo.
Lembrou lá, aí voltou pra agora.
Isso.
Aí vocês entraram na festa.
Aí a gente entrou na festa, e aí ele pediu meu telefone, ele começou a me chamar pra ir.
Então ele que já foi atacante.
Pra ir pra... Foi.
Entendi, é isso aí.
Pediu pra eu ir pra cidade dele, eu falei assim: "Não, não vou." Que isso, menino?
Mas assim, não gostou nem de um café primeiro?
Não, "vamos pra lá, vai ter aniversário do meu irmão".
Que isso, gente?
Você já sabia? "Ah, porque a gente já tinha falado que ia casar, né?" Então ele pensou: "Vou casar e vou conhecer minha irmã, vou adiantar as coisas e já mudei." Aí eu falei: "Não, não vou, vou nada." Aí tá bom, morreu.
Voltou pro Rio?
Não, fiquei aqui em São Paulo um dia, fui fazer meus cílios, tava fazendo meus cílios.
Mas nem ficaram?
Não.
Isso é difícil, menina!
E aí ele me liga do nada, me ligou. Ligar?
Você atendeu?
Tem que ser muito íntimo pra ligar.
Ai, eu odeio! Ele foi corajoso, ele foi corajoso.
Nossa, não atendia nunca! Você atendeu?
Porque eu não tava salvo o número, não tinha salvo o número.
Ele foi muito corajoso, tá?
E aí eu achei que era um número aleatório. Aí eu atendi, eu falei assim: "Alô?" Na hora que ele falou assim: "Oi", eu só levantei com meus cílios todos colados. Eu não acredito!
De olho fechado.
Tipo: "Ai, a cola vai cair no meu olho".
Ele falou assim: "Vamos comigo?" Aí eu falei assim: "Não, não dá pra eu ir".
Cara, ele não desiste.
É, não desiste. Ele ainda tava convicto que eu ia com ele, mas eu falei assim: "Não, não vou". E aí eu volto pra Curitiba, que eu ia passar o Natal com a minha família. Aí volto pra Curitiba, fico lá. E aí eu já ia pra uma festa de Ano Novo. E a gente acabou se encontrando lá, nessa festa de Ano Novo. E rolou ali.
E você já ia pra essa festa de Ano Novo também?
"Eu tô achando que você é meio detetive." Eu tô achando que você é meio detetive, foi descobrir pra onde ela ia. Ó, tá rindo, tá rindo de nervosa.
Será que você não ia então?
Eu tô achando que ele não ia.
Homem assim, minha filha, homem assim, espertinho. Ele falou: "Não vou desistir não, pois eu vou encontrar com ela lá." Eu tô achando que ele não ia.
E foi.
E foi.
E aí lá, como você ficou sabendo que ele ia?
Só se encontrou lá, ele falou: "Também vou." Não, ele falou assim: "Ah, eu vou nessa festa." Ele falou assim: "Eu também vou." "Ah, ele não ia?" "Não ia, certeza!" "Certeza que não ia!" "Ah, você vai?" "Tô indo atrás." Ele ligando: "Gente, fecha uma festa, pelo amor de Deus." "Agora vai, agora a gente vai ter que ir." Mas eu achei presença, tá?
Tá difícil achar homem que não desiste, fia, que corre atrás.
Homem quando quer, vai atrás. Não sei, amiga.
Tá escasso no mercado.
Tá salgada.
Tá escasso, que bom que você veio.
E ele fala como homem solteiro, né? Ele falava assim: "Gente, é muito difícil ser solteiro, porque hoje você não precisa correr atrás das meninas, né". Então, vem muita facilidade. Então, acho que quando a gente não quer muito, é aí que desperta alguma coisa neles. Eles se feeling, né. E aí, foi, aconteceu.
Mas até aí você não tinha nada? Nem um beijinho?
Não, nem um beijinho. Ficou lá no ano novo, no Réveillon.
E ele não desistiu, menina!
E aí, ficava me mandando "bom dia", ficava ali me mandando mensagem. E eu: "Bom dia." Vai estar lá, né?
Mas... Mas e aí? Por um momento você imaginou casar?
Casar? Não. Não imaginei. E aí, com um mês... Aí tá, fiquei com ele, Ano Novo. Ele voltou pra Madri. Aí deu 6 dias, ele chamou pra ir pra Madri.
Não pula assim, não pula assim.
Aí ficou com ele... Fiquei com ele.
Eu gosto de saber mais.
Só um dia?
Ou já ficou todos os dias? Ficou só na festa, aí ficou mais dias...
Não, não fiquei na festa, eu fiquei... Aí eu tinha pego um motorista, ele voltou comigo pra casa com o meu motorista.
Ainda pegou carro, ainda gravou.
Olha, cara de pau!
E aí a gente ficou ali na resenha, naquela casa que ele tinha alugado.
E aí a gente ficou.
Arrolou, beleza. Aí a gente ficou ali o Ano Novo inteiro, né.
Mas de cara você sentiu, tipo assim: "Nossa, gostei muito de ter ficado, vamos ficar mais vezes". Ou você, tipo assim: "Ah, tá bom".
Não, mas eu achei que era só um rolê de Ano Novo, tipo assim. Ah, tá. "Ah, mas vai acabar, porque ele mora em outro país, eu tenho 2 filhos, não tem a mínima possibilidade de eu ficar com esse cara, né? Vamos só curtir o que tá acontecendo." É aí que ele quis mais, falou: "Ah, é?" E aí, deu 6 dias, aí ele volta pra Madri, dá 6 dias e já me chama pra ir pra Madri.
Não aguentou nem uma semana.
Não.
E você foi?
E eu fui.
Pois é, ela também não aguentou.
E eu fui, eu falei: "Então vamos ver". E aí fui pra Madri. E aí, depois de 20 dias, ele me pede em namoro.
Rapidinho! A que eu falo com ele é o casamento.
É. Não, e depois de... Acho que juntos... 4 meses, 5 meses, ele me pede em casamento.
Muito rápido. Eu não vou nem falar quanto tempo foi.
Vocês casaram... Não foi ano passado? Foi ano passado?
Foi em 2024. 2024. No papel. E aí, 2025, a gente fez a festa. Aí ele me pediu em casamento em maio.
Como foi o pedido?
Ah, foi em casa, tipo...
Primeiro ele começou: "Você casaria comigo?" Sondando, pra ver se ele tá muito louco ou não, né?
Tipo, será? Pra não chegar com o pedido e eu falar não, né? "Você casaria?" "Ai, difícil, porque tem as crianças, não sei o quê, tem muitas questões." "Ah, mas será? Você casaria?" Eu falei assim: "Não sei, não sei." E aí ele chegou com um pedido e fez: "Quer casar comigo?" Eu não resisti, né, gente?
Já tava envolvida.
Claro, eu só não queria dar o braço a torcer tão cedo.
Tipo, vai que eu falo sim e ele fala: "Nossa, eu não." Imagina se ele falasse: "Nossa, sério, eu não." Aí você fala: "Não, vou ficar quietinha, deixa rolar." E aí ele pediu.
Pediu em maio e em junho a gente já casou.
O quê?
Cara, ele é rápido. Ah, no papel, né? Ah, tá.
É porque a festa...
A pessoa fala: "Quem é essa decoradora?" Apesar que a minha é maravilhosa, Andréia. Incrível. Eu falo assim: "Quem é essa pessoa que fez uma festa em um mês?" Não, é daí a gente programar uma festa.
Precisa que a Andréia fale aí um mês. Ai, aí no outro ano foi a festa.
Foi a festa. A gente até tentou fazer no mesmo ano, só que eu acho que os artistas que a gente queria não tinha data, que era Gustavo Lima... Ah, básico. É o Léo Santana, lembra o cachê, né, que eu te falei?
O cachê Gustavo Lima, Léo Santana, que tu é, né, amor? E aí não tinha esse ano, né? Então eu fui sondar, mas não vai ter porque merece esse cachê, claro, grandes artistas. Mas é que eu sou um pouco mão de vaca, né?
Ela foi falar mal do cachê.
Não, não, Léo Santana e Gustavo Lima, vocês merecem o cachê, vocês trabalharam muito por isso. Mas é que eu também trabalho muito pelo meu dinheiro, aí eu não consigo ser muito mão de vaca.
Ah, mas ela deve falar também Eu também, você é cara.
Amiga, tô baratinha ultimamente.
Você tem, né? Você é só mão de vaca mesmo. É tipo o Tio Patinhas, né?
Guardar, guardar. Você é mais mão de vaca ou você gasta?
Não, sou mais controlada.
E com o que você gasta mesmo? Que você fala: "Ah, isso eu não tenho dó".
Eu acho que eu gasto com viagem, por exemplo. A gente vai viajar, gosto de ficar num hotel bom. Gosto de comer em lugares bons, ter experiências boas.
Isso, eu sou assim também, garota.
O Elisa do perrengue. Falou: "Vamos economizar na passagem com 5 escalas?" Eu: "Não, me dá uma business agora, amor!" Você tá maluca? Fez lua de mel, falei: "Se não for de business, eu nem vou pra lua de mel." Já sabe onde vai ser a lua de mel? Sei, ganhamos uma passagem de um dos padrinhos.
E aí, vambora, né? Ganhou a passagem e já tem o hotel?
Acho que não sei.
Senão eu vou ter que dar, né, pra não ficar por baixo desse padrinho. Quem foi esse padrinho que deu essas massagens? Teve essa ideia? O melhor amigo dele.
Ai, meu Deus! Gente, que padrinhos maravilhosos. A gente não ganha nada dos padrinhos. Maravilhosos!
Mas eu ganhei as passagens.
Ganhou? Olha, não... Tá difícil, né, gente? Não é de... A gente pediu cesta básica, né? De presente, de... Aí dava quantas? A gente encheu alguns caminhões.
Ah, isso é ótimo, é maravilhoso.
É por isso que a gente não ganha presente. Mas o Vini podia dar uma televisãozinha, né?
Não, se tiver precisando de TV, a gente manda da Philips, fica tranquila, mãe, tá? Ó, de 100 polegadas, que é top!
Vai ter minha casa nova agora?
Smart, da Smart!
Não, amor, que sai luz em volta, é sério, é casa teu.
Eu sei, eu sei.
Ô, babado! Caríssimo!
Se precisar, a gente manda, tá?
Chiquérrimo, nível...
A gente manda, fica tranquila que eles dão presente. Ó, aceitaram!
Claro, a gente tá fazendo casa.
Tô falando sério, é uma TV que chama Ambilight, tem luzes em volta e conforme vai passando filme ela fica com as luzes ambientes.
Não, sério, show das TVs que eu já vi na minha vida, é o nome.
A gente tá colocando aqui agora, Philips, não nos decepcione, tá?
Que vergonha se a gente falar que vocês vão mandar e vocês não mandarem, hein?
Pelo amor de Deus, pode dar por favor. Juro, parece um telão, é surreal.
Gente, a gente tá precisando muito.
E o som, a qualidade do som é surreal. Também, mesmo, de verdade.
Arrasou! A gente tá fazendo a parte da automação da casa.
caríssimo! Ah, eu desisti no meio, fiz só uma parte, o resto eu não fiz mais. A cortina vai na mão, pra quê?
Não, amiga, não tem como fazer isso.
Faça! Posso te falar uma coisa? Tudo é automação.
Qualquer pessoa que chegar nessa casa e não sabe que é automático, pá, quebrou.
Alexa, não sei o quê lá.
Cortina também eu não...
Não, não, não põe, não põe automação.
Amiga, mas é que você resolveu...
Amiga, não, não cai nesse modus operandi. Não, não, não, isso é um problema, amiga, não vai.
"Confia, confia, confia." Confia do zero é diferente de falar.
"A Bianca, a Bianca Boca Rosa me falou." Amiga, não vai. Eu fui, devia ter ouvido ela. Fui e me arrependo. Não devia ter ido, prefiro tudo na mão, coisa mais antiga, entendeu? Aí sempre dá problema, amiga.
Para!
Que isso?
Gente... Mas é automação, né, pra você fechar curtindo no teu telefone.
Que isso? Não, não, pra quê?
Vai na mãozinha, linda.
É, né?
Não, vendo o preço também acho que...
Não precisa.
Vai deixar.
O máximo que eu vou usar é acender a luz, apagar a luz.
É isso. Não, não vai ter essas coisas também de falar lá, não. O meu tem. Eu sou meio cri cri com essas coisas. Vai que tá juntando meus dados ali dentro de casa.
Meu Deus, pensa nisso!
E você não põe câmera?
Sim, mas por exemplo, vai que a casa... Por exemplo, a Alexa tá ouvindo tudo que você tá falando.
Eu não tinha pensado nisso.
Nossa, me deixa doida! Moça, o celular também.
O celular também.
Não me deixa doida, não precisa, né?
Esse mundo que a gente vive, não tem mais como. Já tá muito digitalizado, entendeu?
Já era, né?
Vamos fazer a dinâmica?
Ai, vamos!
Vamos fazer a dinâmica. Ó, a gente preparou uma dinâmica. Cadê? Nossa! A dinâmica é raio-x da Tainá. A gente vai colocar aqui perguntas menos óbvias, tá? E aí você não pode pensar muito, você tem que responder de bate e pronto. De bate e pronto. É porque já foi na minha cabeça. Pensa no 2.0 agora, já que você é 1.0.
Acho que eu sou 3,5.
Nossa, eu sou 3,9.
Vai, queria um cheiro de infância. Bolacha. Você fala um biscoito aqui? Bolacha.
Qual a bolacha? Balada Maria?
Não, bolacha recheada mesmo. É porque é muito tempo que eu não como, né?
Não é mais a mesma coisa. Ah, deixa aí, meu Vamos lá. O que você compra sem precisar?
O que que eu compro sem precisar?
Não tá precisando, mas você compra.
Perfume. Justo. Por que eu compro tanto perfume?
Não precisa, né?
Concordo.
Tá tudo cheio. Não precisa, agora as pessoas vão comprar o seu.
Precisa sim.
É, você precisa ter uma coleção, inclusive o dela. E os meus também, se possível.
A maior qualidade da Helena? Ah, ela...
A Helena tem tantas, gente, mas ela é muito inteligente, muito.
Do Mateu?
O Mateu, ele anima a casa. O Mateu é aquele que se tá tudo quieto...
O desejo de grávida estranho que já teve, mais estranho que já teve?
Eu tive... Não tive, né? Acho que eu não tive desejo de gato. Nenhuma gestação.
Mas finge só pra ele sair de madrugada comprar alguma coisa.
Fiz isso várias vezes já. Eu acho que tem que fingir.
Já fiz.
"Ai, o milho!" Foi lá comprar o milho.
Não, de madrugada eu tive vontade de comer açaí. E ele teve que ir lá na casa do Vinícius buscar.
Muito bem, fez certinho.
É isso aí. Arrasou. Mas não é estranho, né? Minha mãe comeu tijolo.
Eu comi ração. Delícia! Olhei pra ração do cachorro, eu falei: "Cara, eu preciso provar". "Ah, e aí aquele cheirinho de terra subindo, minha boca salivava." "A ração, cheiro de terra." "Salivava, um cheirinho de terra assim da ração, uma coisa terrorosa assim, não sei o que acontece." Aí eu olhei pra ela, um cheiro subiu, o olfato fica mais assim, ainda tava longe, eu sentia como se tivesse no meu nariz. Aí eu...
"Nossa." "Foi um grãozinho só, né?" "Ué, ele não deixou eu comer mais." "Gente, tô chocada." "Eu sempre achei que isso..." "Não podia nada comer ração." "Eu achei que isso fosse um mito, mas não é." "Eu vi algum vídeo, nossa, gente, me corrijam se eu tiver errado, eu posso estar falando uma grande besteira, mas eu vi algum vídeo que quando a grávida tem desejo de de comer tijolo é que falta alguma coisa.
Ferro, acho que é ferro. Inclusive, a ração também tem um cheirinho terroso que tem a ver com o tijolo. Tudo que tem esse cheiro meio esquisito, molhado, tem alguma coisa a ver com isso aí do ferro. Não. E inclusive, eu tive que injetar ferro depois. Pode ter a ver.
Eu acho que é uma grande fake news.
Conta pra gente aí, médicos.
O maior mito sobre ser esposa de jogador?
Que tudo são flores.
Foi rápido esse, viu?
Nem tudo são flores. A gente se frustra, a gente tem momentos difíceis, mas a gente se supera também, todos os dias.
É porque é uma rotina muito maluca, né? Intensa, né?
Muito. Ainda mais quando eles estão jogando, ou quando eles se machucam. É um dos momentos mais tensos assim, que você vê que você precisa sofrer junto, né? Tipo, eu acho que eu sofro mais, sabia? Eu acho que eu sofro sinto mais pela dor dos outros do que quando é comigo. Quando é comigo, eu acho que eu consigo levar na boa. Agora, quando é com as pessoas que eu amo, acho que eu sinto muito mais.
Imagino.
Mulheres, né?
Seu maior segredo da beleza, conta, pelo amor de Deus!
E desse cabelo, o tamanho do cabelo dela.
Por favor, conta.
Dessa pele. Meu maior segredo de beleza?
Já, na mesa.
Eu acho que é o sono.
Ah, amo! Amo dormir, gente.
Mas e aí? Mas dormir nem muito também, né?
Faz mal. Eu durmo 8, 7 horas.
Ah, tá ótimo.
Mas você dorme cedo?
Eu durmo cedo. 8:30, 9 horas eu já tô dormindo.
Nossa, não é sério? Você tá aí?
Filha, então, então, então, então.
Agora nas séries do Éder eu tô expandindo pra 10. Traz série pra ela, gente.
E acorda que horas?
A gente acorda às 6 e pouco, 7 horas.
Mas isso porque é uma rotina deles?
Ele não. Eu em casa sozinha com as crianças já durmo cedo, porque lá na Espanha também são 5 horas a mais. Então ele vai dormir muito antes que eu. Então 8:30, 9 horas, já não tem nada para fazer, as crianças já estão na cama. Então eu fico lá e já me dá sono, e aí eu durmo. E aí 6 horas da manhã já tem que estar de pé para arrumar as coisas deles, levar para escola, fazer tudo. E aí já tem que estar acesa. E aí tá ótimo. Eu acho que eu durmo o suficiente, mas dormir é super importante.
Muito! E água, né?
Quer mais água aí?
Não, tá bom aqui.
E água, né? Quer mais água aí?
É eu ou você?
Sei lá. O comentário mais engraçado que já recebeu na internet?
Engraçado barra às vezes mentiroso também. Falar: "Nossa, isso aqui é uma grande mentira".
Não lembro. Me ajuda. É que o Éder, ele tava fazendo uma— ai, é nojento, pode falar. Ele tava fazendo uma massagem em mim aqui no meu pescoço, tava doendo. E aí ele tava— normalmente a gente faz massagem com creme, né? E a gente não tinha ali na hora, então ele tava fazendo assim.
E você só viu depois?
Não, eu não, eu tava sentindo, eu falei: nossa, que estranho! Eu comecei a gravar e aí eu vi Aí ontem eu fui fazer uma massagem na minha perna de novo. E a menina mandou: "Hoje não é com cuspe, né?" Gente, os seguidores são mais haters às vezes, né, gente?
Eles adoram intimidar a gente, eles falam assim: "Ah, vou falar..." Muito bom, eu adoro também. "Se sua personalidade fosse um perfume, qual seria a nota principal?" Acho que baunilha.
Docinho.
Chique. Mas eu não achei o seu tão doce.
Ele é um doce, mas ele não é um doce enjoativo, né? É, porque eu não sou muito do doce.
Você deve ser um doce mais oriental, assim.
Não é um doce muito doce, que você enjoa fácil.
Próxima: você costuma pedir desculpas primeiro?
Se eu estou errada, sim. Eu sou a primeira a pedir desculpa. Agora, se eu tiver com a razão, aí é mais difícil.
Não dá o braço a torcer?
Difícil. Hoje, a mulher que eu me tornei hoje, se eu tiver ali com a razão, é difícil É difícil. Mas agora, se eu— caraca, eu errei. Puts, eu errei, falei coisa que eu não devia. Eu sou a primeira a tá lá e falar assim: olha, me desculpa pelo que eu fiz, foi errado, não vou fazer mais. E aí segue. E aí eu falo mesmo, me desculpo mesmo.
Tá certo. Você é a grávida tranquila ou a grávida que pesquisa tudo?
Não, sou tranquila. Ah, também terceira gestação, né? Primeira? Não, não pesquisar, não tinha muita coisa assim, né? Tinha só o Google pra gente pesquisar, eu acho que 6 anos atrás não tinha muita coisa pra pesquisar. Livro? Livro? Não?
É, eu acho que não tinha tantas influenciadoras que falavam de maternidade assim, né? Tinha umas mais de chá, tipo a Flávia.
Eu tava nas baladas, né? Não sei, na época eu não imaginava que era ser mãe.
Um lugar que o futebol te levou e você nunca imaginou conhecer?
Nossa, vários, muitos. Conheci muitos países. Marrocos, um país que eu acho que eu não queria e que o futebol me levou e que eu gostei.
Ai, deve ser muito legal.
É, eu não era um país assim, bom, vou comprar uma passagem para ir para Marrocos. Não era uma passagem, uma viagem que eu faria. Tem tantos outros lugares pra gente primeiro. E é um lugar que eu adorei.
Que bom.
Voltaria?
Voltaria.
Um dia inesquecível?
Só um?
Se for com os filhos, a gente dá um desconto.
Ah, o nascimento das crianças. Mas eu ia falar também do meu casamento. Isso aí foi inesquecível pra mim.
Realmente, que festão, né, menina?
Foi.
Nossa!
Foi inesquecível, muito bom.
Eu já pensando nos reais.
Nossa, caramba! E aproveita, porque passa tão rápido.
Eu peguei um final de semana, eu falei pra Tata. Eu falei: "Fia, final de semana, porque vai ter que ser uma rave, porque vai levar tudo meu dinheiro." Melhor coisa. Tem que ser.
Você vai relembrar esse dia, vai querer voltar todos os dias da sua vida. O Éder quer renovar os votos já.
É bom demais casar.
Arrasou! É bom fazer festa, eu amo fazer festa, gente.
E lua de mel foi aonde?
Foi em Dubai.
Nice!
Gostoso também. Uma palavra que define a Tainá criança?
Sei lá, esperança.
Ai, pode ir para o próximo, a gente já falou a palavra. Qual a sua mania mais estranha?
Às vezes eu rosnando, tipo assim, meu Deus, para as pessoas, para as coisas É o quê? Às vezes eu faço, tipo, não gosto da... Você tá falando, tá, vamos, tipo assim, não me forçando, desculpa, me forçando a gravar alguma coisa ou fazendo alguma coisa que eu não quero, já olho para você e arrosno, levanta a boca assim.
Entendi.
Então cuidado com ela, gente, ela vai arrosnar para você, ela arrosna e morde.
É horrível, né? E eu nem sabia disso que eu fazia. Pessoas que me contaram.
Amigos, eles são amigos.
A gente não percebe, né, os nossos companheiros. Fala uma sua.
Mexer no piercing, horrível. Parece que eu tô tirando caco do nariz o tempo inteiro e eu fico assim rodando. Aí fala: nossa, você tá tirando caco. Eu falei: não, é que é viciante ficar rodando.
Eu tenho um de coçar a orelha. Coça muito a orelha. Meu Deus, eu fico desesperada. Eu não sei, eu coço a orelha involuntariamente.
Mas é mais cheiroso mesmo coçar a orelha. É bom. Eu não te julgo, amiga.
Pode continuar. Eu tô tentando parar. Toda vez que eu faço, eu pego, fico tirando ideia.
Ah, você pode falar que é ponto. Ai, tá. Não, tô ouvindo a produção.
Tem ponto aqui, tão falando produção. Próxima.
Próxima pergunta, por favor. Sou eu? O que você faz quando ninguém tá olhando? Rosnados. Não, tão olhando, né?
O que eu faço quando ninguém tá olhando?
E gente, difícil a pergunta mesmo.
Difícil.
É uma boa, achei.
Faço a mínima ideia. Ai, eu não como tanto não.
Ixi, tá falando que você come aqui?
Como que é, doce?
Nossa, eu sou uma formiga, como demais.
Escondida das crianças, né?
Com certeza.
Ah, isso é uma boa, comer doce.
Eu faço isso, eu dou um doce um lanche por sábado para as crianças. Então no sábado eles têm direito de escolher um açúcar, alguma, algum alimento com açúcar.
Eu faço isso também final de semana. E ela fala assim: hoje é dia da família. Aí eu: não, eu queria pirulito. Aí hoje ela falou: mas hoje é feriado. Falei: como você descobriu? Aí ela: quando vai para escola, né? Aí ela: feriado é tipo dia da família.
Aí eu: sim, então pirulito.
Aí ela: ah, tá bom, pode pegar um pirulito.
É difícil controlar o açúcar, né? Muito! Meu, eu controlo super, só que eles são desesperados, eles ficam tipo: "Hoje é o dia de comer!" E aí eu tô me questionando se vale a pena, se não, se isso não tá causando ansiedade, se não vai causar uma compulsão, eu não sei, tô um pouco preocupada porque assim, eles ficam desesperados, é tipo: "Hoje é o dia!" Eles já acordam sábado: "Eu posso comer pirulito?" Assim, fervorosos, juro, não sei o que que eu faço, não sei se não Se isso não vai causar uma compulsão, eu não sei.
É, às vezes vale a pena dar mais vezes, em menor quantidade. Do que chegar no sábado e eles ficarem doidos, entendeu?
Mas eles comem pouca quantidade.
Então sei lá, acho que a amiga não sei.
Ou dar opções de doce que não tenha açúcar.
Ah, eles comem bananinha.
Ah, isso é uma boa!
Ou tipo, fazer uns danoninhos de whey, sabe? Eu faço. Tipo assim, outras opções.
A nossa pediatra não deixa dar whey.
Tipo, picô, não deixa? É a mesma pediatra. Fruta, não.
Ah, você já perguntou?
Eu já perguntei.
Sacolé ou picolé de fruta natural? Tem um negócio que faz, você congela a fruta, aí você coloca no negócio e sai com sorvete. É uma opção também.
E, amor, você dá pra ela e ela fala assim: "Quero chocolate." "Cadê o açúcar?" E a minha filha, você não sabe, quando é picolé, aí eu já fiz isso, né, de fruta, aí ela abre: "Cadê o de açúcar?" Ela fala: "Eu quero que tenha açúcar." E ela descobriu que aquele rótulo "açúcar alto em açúcar" significa que tem açúcar. Alguém falou pra ela "Quem foi o ser humano?" Aí ela: "Cadê o rótulo?" 3 anos! Aí eu: "Que isso, minha filha? Você tá maluca?" "Tô chocada, filha." "Ai, dia da família, só vou com a pó de açúcar." Muito estranho.
E eu que fui inventar de falar pras crianças do corante vermelho, né. Que eu não deixava. Falei: "Não pode essas balas aqui, esses aqui, esses pirulitos. Isso aqui tem corante vermelho, faz muito mal, lalala." Aí a Bia fala: "Eu comprei umas... Eu viajei e trouxe uns pirulitos sem açúcar." Ela olhou, ela: "Eu quero do corante vermelho!" "Ah, eu não quero aquele que faz mal!" "Eu quero esse, eu quero do corante vermelho!" Eu tenho muita sorte, porque as crianças lá em casa em casa, por exemplo, eles oferecem doce.
E aí eles: "Mãe, eu posso comer?" Eles me perguntam, eles não vão.
Ah não, os meus também perguntam.
Mas eles também não... O Matheus assim, nem liga muito pra doce.
O Rabin é muito pequenininho, acho que não...
Só umas bolachinhas de Nutella, né, que ele gosta.
Quem não gosta?
Quem não, né? Nós entendemos, Matheus.
Você é atrasada ou adiantada?
Sou muito pontual. Incrível, né? Que hoje as pessoas que se atrasaram, mas eu sou muito pontual. Entendi. Falei que eu ia chegar aqui 4:30. Que horas estava aqui? 4:30, né, gente?
4:30. Pois é, mandaram: ela já chegou.
Deu: meu Deus, tô atrasada!
Eles: não, ela vai se arrumar aqui.
Deu: ai, ufa!
É, foi você mandando que você ia antes.
Eu: calma, amiga, ela vai se arrumar.
Ai, eu tive que esperar as pessoas, mas eu estava aqui no meu horário.
Você viu só? Eu também sou super pontual, tenho pavor do É a maior briga do meu casamento é essa.
Ele é muito atrasado. Não, esse aqui é também. Esse aqui, ele é muito tranquilo.
Inclusive, a gente queria, né, quando a gente descobriu que ele estava aqui— posso falar?
O quê?
Quando a gente descobriu que ele estava aqui, eu tinha pensado numa dinâmica com ele. Vai ver quem é mais aqui, quem é mais atrasado, quem é mais isso, porque é tão divertido.
Legal.
Será que ele topa? A cara dele de vergonha.
Vamos fazer?
Vamos! Acho que eu acabei de pôr ele numa enrascada. Eu prometo que vão ser perguntas divertidas. Só quem é mais bagunceiro. Eu acho que sempre os homens, sempre os homens são os mais bagunceiros.
Eu sou mais bagunceiro que qualquer pessoa nessa face da Terra.
Não acho você bagunceiro, amiga.
Não vai discutir então.
Quem se apaixonou primeiro?
Ai, com certeza. Vem responder.
A cara dele é para eu ir mesmo? Pode vir, vem, vem, vai ser divertido.
A gente divide o microfone?
Não, tem mais um, tem mais um.
Às vezes a gente recebe casal assim, tem dois. Bem-vindo! Sem querer te enfiei aqui, perdão, você me perdoa, tá? Eu nunca mais vou encontrar essa VTube do cacete na minha vida.
Não, gente, ele tava aqui, ele tava se sentindo em casa.
Tava mesmo.
Você cortou o cabelo?
Ela quer cortar.
Ó, fala aqui pertinho do microfone.
Eu já falo baixo, então tem que dar uma...
Mas ele parece ser calmo mesmo.
0,5.
Isso é bom demais ter gente calma à nossa volta.
Eu sou muito agitada. Mas aí você fica mais lerda ainda, com pessoa calma.
Mas pra que ter pressa?
Mas é melhor do que ficar mais irritada ainda, entendeu? Tipo assim, é bem melhor você ficar mais calma.
Ah, é verdade, tem umas luzinhas aqui, ó. Gente, sempre usa isso quando vai fazer.
Quem é mais, então?
Aí escreve, aí escreve.
É, eu amo.
Você, eu ou ele?
Sem outro V. Ah, bacana.
Isso, bacana, legal, gostei. Nossa, que produção preparada, amei. E a gente nem sabia que ele ia vir junto, né, gente?
Não tava nem esperando isso. Arrasou, Rafa, obrigada.
Não vai colar o meu, hein.
Então vai, vamos pensando, amiga. Até vi as Juntas, tá? Quem é mais, quem é mais dorminhoco?
Quem dorme mais?
Why? Você colocou eu?
Quem que dorme mais?
Ela não gosta de dormir tanto, ela tem o sono dela ali na parte da tarde, mas eu durmo mais cedo que Ele, mas para mim qualquer hora é hora de dormir.
Nossa, eu sou assim.
Quem é mais preguiçoso?
Aprofundou a pergunta, muito bem. Ah, entendemos a questão, entendi. Ela dorme mais, mas você acaba tendo um pouquinho mais. Acho que, amiga, normal, normal de se esperar, tipo assim, de um casal sempre a mulher é mais, ela é muito mais, é sempre, sou quase A gente tá vendo algo assim que é mais romântico. Ai boa! Chegou umas perguntas aqui, a produção ajudou a gente porque a gente está meio de— nossa mãe ficou uma merda isso daqui vocês não entenderam pela história que você contou eu diria que ele né se não fosse ele lutar amor...
Ele é muito romântico já.
Não sei se vai dar certo não vem mais para frente aqui ó pra você falar mais perto ai peraí gente até acostumar com isso aí é muita coisa.
Tadinha dele.
Quem é mais teimoso? Ah, ele tá sendo muito gentil, eu achando, falando ele.
Tá vendo?
Ele tá sendo muito gentil. Eu sou mais, eu acho.
Você acha? Você acha que eu sou do mais?
Eu acho que eu sou mais. Ela fala bastante, eu sempre retruco, sabe? Tipo, e ela das vezes tem muita razão. Não, sabe? Acho que 98%, sabe?
Gente, tá vendo?
Tá vendo só?
Ai, pressionadíssimo!
Ela tá feliz, ela tava feliz, surpresa de bom, de feliz.
É porque eu falo e ele fica quieto, ele abstrai, ele não é de discutir, tipo, ele não vai bater boca com você nunca. Então ele abstrai, então a gente nunca sabe, né, o que a pessoa tá pensando. Agora tô descobrindo.
Ele realmente tava absorvendo, viu? Legal. Quem é mais paciente?
Hoje eu vou deixar tudo eu aqui.
Óbvio, muito. Ele é muito paciente.
Sou muito.
Hoje você pode dar dois tapas na cara dele, amanhã ele vai estar falando com você.
Nossa, não sou.
Ele gosta. Mas aí vamos com calma, né?
Sim. Amiga, ele é assim. Você acredita?
Quem dirige melhor? Gente, eu sou tão barbeira, vocês não têm noção. Você dirige melhor?
Não, muito melhor.
Mas você é ruim?
Não, eu sou ótima.
Não, você não vê as lombadas.
Mas eu dirijo bem.
Bem, mas ela tem o pé pesado, sabe? Ela não tem meu termo. Para ela, ela quer chegar.
A gente foi no kart lá em Madrid Ele deixou todo mundo passar na frente dele, depois ele passou todo mundo.
Estratégia.
Ele é muito bom mesmo. Você viu só a estratégia?
Era ir pelo vácuo.
Ele falou: "O segredo é só não frear." Eu falei: "Pronto." É, qualquer coisa tem uns pneus lá pra parar.
Meu Deus do céu, não. É que eu já sou barbeira sem ir pra um kart. Imagina num kart.
Eu acho que eu ia ficar de cocô. Eu tenho medo dessa coisa da coluna. Eu tenho medo.
Ai, Senhor, ajuda a gente.
Então se bater no pneu, não, mas no pneu até ali tá de boa. É quando a pessoa bate também, né?
E é difícil, não capota.
Ah, não, não, é muito difícil, eu acho.
Nossa, adorei, vou querer ir.
É muito legal, muito divertido, muito. É um rolê legal para fazer. E aí você ganhou de todo mundo e deixou todo mundo dar uma volta antes.
Nossa, é bom mesmo.
Então você já ia outras vezes?
Ele fingiu, ele fingiu, ele foi Eu gosto. Quem é mais fofoqueiro?
A dela só tá no ele.
Eu.
Você é fofoqueiro? Não tem como.
Só aquele fofoqueiro que gosta de saber dos assuntos, sabe?
Eu não faço, não.
Eu acho que você vai se dar bem com o Eli. Calminho, fofoqueiro. Sério, o Eli todo?
Ele é muito fofoqueiro.
Eu saio daqui, ele vai perguntar: "Como foi aí? Teve fofoca no meio? Alguém contou no bastidor alguma coisa?" terça e quinta ele tá acordado assim na cama, sentadinho, esperando. Fofoca tem, trouxe!
Aí eu: "Que isso, gente?" É, e ele sabe muita fofoca boa.
Ele também, muito bom.
Mas ele não compartilha não, só deixa pra mim.
Às vezes ele não compartilha. Aí quando eu descubro a fofoca, eu falo: "Você não me contou?" Aí ele: "Ah, esqueci." Eu: "Porra, essa bomba?" "Essa bomba você esqueceu?" É que você fica sabendo direto na fonte.
Direto na fonte. "Não, tia, eu fico quietinho." Aí ela fala muito das vezes: "Não, não sabia não." E fica quietinho.
Não, às vezes: "Ah, já sabia." Eu: "Cara, mas você me contou!" Quem é mais provável de esquecer uma data importante? Nossa... Deixa o Céu.
Os homens, né? Os homens no geral.
É que ele é muito tranquilo, então...
Não, eu esqueço mesmo.
Ele esquece tudo.
Eu, pra decorar data é muito difícil.
Ah não, mas data importante, né?
Às vezes escapa.
Quem gasta mais? Ele virando, ele pensando: será que sou eu?
Mas gasta com o quê?
O que que você gosta dele mesmo?
Relógio?
Tênis? Não, não, antes muito mais, mas agora não, agora é mais jogos. Jogo até mesmo de telefone. Eu não gosto de ficar perdendo, eu fico comprando muita coisa.
É mentira?
É sério.
O que que você joga?
Todos os jogos que eu vejo que é legal ali, eu vou. Não tem um específico.
Aí você compra moedinha do jogo? Não é possível.
Por exemplo, Call of Duty, você compra nas armas?
Call of Duty até então não tem muito trapaça, você tem que ser bom mesmo.
Eu não sei que jogo é esse. Eu tiro, mas é no celular?
Não, no computador.
Ah, no computador, entendi.
Quem é mais chorão ou chorona, né? Quem chora mais? Ela olhando lá, gente, espiando.
É, sou muito sentimental.
Uma boa pisciana.
Ah, tem esse De fato, é o seguinte.
Quem é mais ciumento? Isso aí, eles estão rindo por quê?
Why?
Devergiu?
Deu ruim aí, hein? Vamos chegar no consenso, vamos lá, cara.
Eu sou muito tranquilo, sabe? Eu deixo ela muito à vontade.
Eu também te deixo à vontade.
Isso.
Tô olhando pras pessoas que conhecem vocês, pra ver o que eles acham sobre quem é mais.
É que a gente não tem aquele ciúme, tipo assim: "Você não vai fazer isso hoje". Ou... Não tem isso.
Chega uma fase da vida que passa essa fase, né? Passa. De ciúmes idiotas.
"Você não vai pra esse lugar, você não vai estar com essa pessoa". Passa, isso passa. Isso aí passa. Ou você, tipo, não vai usar essa roupa. Isso não existe. É aqueles ciúmes... Tem ciúmes, mas aqueles ciúmes ok.
Saudável, saudável.
Ah, eu adoro quando ele tem ciúmes de mim. Ai, me sinto toda toda. Fala isso aí, tenha medo.
Eu sou poderosa, é?
Tenha ciúmes de mim, por favor.
Eu falo para ela ser um pouquinho tóxica, mas ela não faz.
Ele fala: "Quero que você seja tóxica." Ele fala para ver se anima. Eu quero estar com meus amigos que você venha atrás de mim. Fala: "Calma aí." Ai, amor, não vou fazer isso.
Preguiça.
Agora, 3 filhos.
Ai, ai, quem mais, amiga? Quem é mais provável de começar uma discussão? Ou conversa, né?
Sei lá. Você gosta de perguntar?
Quem ele colocou?
É porque se ele não responde, ele não vai nem começar, né?
Mas você não consegue discutir com ele.
Ela briga, eu vou.
Mas eu acho que num casal hétero, todas as mulheres vão começar primeiro. O homem, acho que ele pensa que tem que falar e fala: "Quer saber? Não vou falar." "Não, depois eu vou fingir que nada aconteceu." É porque eles ficam com preguiça. É, homem é, acho que mais é mulher.
Mas aí dá mais raiva.
Tá bom, tá certo.
Fala alguma coisa.
Não, porque senão começa muita discussão.
Inclusive, tem a ver com essa daqui, ó. Que eu acho que vai ser ele.
Quem é mais provável de pedir desculpas primeiro?
É.
Só pra parar uma conversa, sabe? Tipo assim: "Ah, tá bom, desculpa." Falei? É isso.
Você não quer encrenca, gente?
Dá até raiva.
Às vezes você não tá naqueles dias tipo: "Quero hoje, eu quero arrumar uma confusão." "Não quero que você pede desculpa, eu quero que você briga comigo, porque você dá só ponto de vista." "Não, ah, você tá certa." "Você tem certeza que eu tô certa?" "Eu não tô certa." "Eu não tô, eu quero arrastar." "Não, você tá certa sim." "Você não quer colocar o seu ponto de vista?" "Não, amor, você tá certa." E quem é mais competitivo? Vou.
Ah, bom, né?
Seria um pouco estressante.
Ah, sim, também, né?
Sim, é, não, amiga, é você. A profissão dele depende disso também. É, você precisa ter esse...
E quem é mais viciado no celular?
Nossa, essa é bem... Ai, cara, sou eu.
Juro?
Fala assim: "É minha profissão, meu amor, eu só tenho que estar lá." É isso, é minha profissão, eu tenho que estar lá. É verdade. Ele nem mexe no telefone dele. Você manda mensagem, você pode esperar.
Mas espera, eu não gosto muito de ficar respondendo.
Gente, faz uma amizade com meu marido, se você é bons amigos. Ele é igualzinho. Gente, igualzinho.
Ele mexe com internet, né?
Pois é, aí tá vendo. E aí você vê o quê? Instagram, TikTok?
Mais TikTok, mas eu vejo mais jogo. Sabe o que ele gosta?
Novelinha.
E novelinha.
Das frutas?
Não, essa eu não cheguei a ver. Mas essas rapidinho que tem...
Tipo assim, essas orientais ou essas... Dorama? Não, tipo essas novelinhas rápidas de TikTok, já viram?
Gente, nunca apareceu pra mim, já.
Aqueles episódios que tem 1 minuto.
A da fruta é a mesma coisa, só que é fruta. Então, nunca apareceu pra mim.
Só que é YA, né, no caso.
Nunca apareceu pra mim.
De fruta YA?
Não, de YA assim, de novelinha assim, não.
Agora o Brasil tem vários fazendo nessa vibe.
Então é isso.
Tipo essas novelinhas super improváveis, por exemplo. Por exemplo, a menina se finge de— ela é rica, se finge de pobre, se casa com um cara pobre.
As histórias bem, tipo assim, loucas, exageradas, mas que é legal de assistir, sabe?
Que prende.
Eu jamais imaginaria que você assistiria isso.
Nossa, assisto muito, muito.
Jamais imaginaria na minha vida.
E aí, ali já tem todos os episódios? Você tem que ficar esperando sair o episódio?
Então, antes eu assistia pelo TikTok. Aí quando vai acabar, o TikTok manda você comprar o aplicativo. Aplicativo de pagar, né? Eu já paguei logo.
Eu nunca cheguei nessa fase do pagar.
Eu não esqueci o nome, mas tem um aplicativo ali que vem já as novelinhas já para você assistir. Eu já paguei logo.
Nossa, eu não sabia que tinha que pagar, gente.
Não, não é possível ter aplicativo para ver novela.
Tô chocada. Tô achando alguma aqui.
Eu achei que tinha.
A Globo agora fez um formato de novela bem rapidinho, você viu?
O que a Jade faz, vertical?
É mais ou menos isso, né?
É no TikTok também?
Não, acho que é no Instagram. Mas o forte é no TikTok, essas novelinhas, não é, vida?
No TikTok aparece bastante.
Caraca, pra mim nunca apareceu nenhuma. Nem o da Globo, nem o da... nada!
Teu celular tá te escutando, agora vai aparecer.
Novela vertical. Aí eu abro, vai estar lá, né?
Amiga, acho que a gente perguntou tudo.
É, já foi.
Já perguntou tudo.
Preguiçona.
Tem uma aqui que a gente sabe. Quem cozinha melhor?
Ai, eu.
Meu, com certeza, né?
Gabriel, você é de cozinha?
Não, só miojo só.
Ai, na minha casa não entra miojo mais.
Nossa, que vontade de comer miojo.
Eu casei com ele e ele proibiu miojo na minha casa.
Ai, uma vez que outra. Faz anos que eu não como miojo.
Eu também.
Eu amo miojo.
Mas a vontade veio aqui, ó.
Como é que é, Diogo? Esse dia você tava com vontade de comer miojo, né?
Mas não é tanto. Eu já descobri uma, sabe aquele macarrão proteico? Da Conjac. Você viu que tem agora tipo cup noodles?
E é uma delícia.
Eu vi de frango. Perguntas, vieram as perguntas do público.
Ah, é a pergunta da galera. Veio, mas é só pra você. Ah não, eles param de responder. Você já comeu esse?
Come.
E tem 30 gramas de proteína.
Arrasou, muito bom.
Muito bom, uma delícia.
Dá pras crianças.
O de frango.
Final do ano.
O povo é curioso, né?
Você viu? Gente, vocês estão construindo lá?
Sim, em sertãozinho, em Madri, no Rio de Janeiro.
3 obrinhas.
Nossa, que pavor! Obra é um pavor, gente.
Nossa, porque construir— e qual a diferença assim de método de construção? Lá em Madri tá sendo o mesmo ou tá sendo aqueles mais rápidos?
Não, é o mesmo, é o mesmo.
Tá indo ao mesmo tempo, ainda acho que a do Rio de Janeiro ainda tá indo mais rápido, eu acho.
E aí, quem que ajuda administrar isso? Porque pra ficar, deve ser outras regras, outras leis em Madrid, não?
Madrid é muito mais complicado. É, tem muitas burocracias. O Brasil é até mais tranquilo. Sim. Mas já Madrid é muita complicação.
Eles vão dentro da sua casa pra ver se a planta tá igual. Por exemplo, você faz, você compra o terreno, você faz uma planta lá falar com arquiteto, com a construtora, enfim. Aí você tem que mandar para o estado, né, para aprovar.
Qualquer coisa que você muda, que seja um piso, tem que fazer tudo de novo, mandar para eles.
Aí eles aprovaram.
Ah, mas aqui também é assim.
Mas aqui a área construída, tipo assim, se você tem tantos metros construídos, você manda, mas se você mudar a cor do piso, você não precisa provar de novo.
E aí eles vão na sua casa por um tempo, né, ver se tá tudo certo.
Eles vão fiscalizar. É que aqui não tem tanto, né, essa fiscalização.
Aqui lá tem pessoa, tem vizinhos que denunciam a obra às vezes, se vê algo diferente.
E lá só pode, assim, tem o terreno inteiro, só pode construir 20% do terreno, então é 20% de área construída.
Como assim? Aí tem que comprar um terreno de 20 mil metros.
Comprar uma fazenda. E calma, o—
Sim, se você quiser uma casa grande.
Isso deve ser uma regra do condomínio.
Não, não, é deles mesmo. É deles.
É deles? Tô chocada, sabia?
Nossa, se você quiser uma casa de 1000 metros Rascou, você vai poder construir 200, né?
É 20 mil, não sei.
Tá, qual que é o seu maior desafio sendo esposa de jogador?
Antes era ficar viajando para lá e para cá. Hoje, morando com ele, eu acho que quando ele começar a jogar, vai ser— ele fica muito tempo longe, né? Então eu fico muito tempo sozinha. Então ficar sozinha sozinha ali com as crianças, vai ser um desafio e tanto.
E aí quem que vai ser? Só você e as crianças?
É, e a babá que vai comigo.
Sim, para ajudar. Mas só vocês também? Porque lá, se no Rio já não tinha tanta gente, lá vai ser menos ainda. A sua família também não mora lá?
Não.
Caraca, ninguém.
Como é sua relação com seu pai?
Ah, então eu parei de falar com meu pai nas vezes que eu engravidei, porque acho que ele não esperava isso muito de mim. Ele tinha um sonho, e aí eu engravidei, ele queria montar uma clínica para mim, sabe, esses sonhos de pai. E aí engravidei, ele não falou muito comigo. Voltei a falar com ele depois que as crianças nasceram. E aí hoje, quando eu casei com o Éder, ele também não Não gostou muito. É que assim, ele fala assim: "Poxa, jogador de futebol, é isso?" Como pai, né, vendo a visão de pai.
E aí ele ficou meio chateado, falou algumas coisas que eu não gostei. E aí eu abstraí. E assim, às vezes a gente se fala por WhatsApp. Mas é isso também.
Não tem tanto contato.
Tanta intimidade, acho, né, seria foda.
Hoje em dia, não muito.
Ah, mas também, gente, a gente faz o que a gente pode, né. É, eu te entendo.
O Éder é essa tranquilidade toda que mostrou no Convocadas?
O povo julgando, gente. Não, é que ele atuou, tá?
Ele atuou.
Pra mim jogar pra cima não vai não.
Sério? Mas o que que te motiva assim, além do futebol?
Quando ela tá em casa, porque quando ela não tá eu fico jogando o Call of Duty 24 horas e comprando novela. Isso, meus tempos livres eu Eu faço isso. É difícil. E tipo, de domingo eu sempre vou, quando não tem jogo nem nada, eu almoço ali no restaurante brasileiro que tem lá em Madrid. Mas de resto é só em casa, não tem vontade de sair nem nada.
Em Madrid, caseiro, gente.
Você é muito gostoso, né?
Tem muita coisa legal.
Eu acho que eu tenho considerado como São Paulo assim, sabe? Tem tudo, funciona tudo. Tem muitos restaurantes, tem lojas.
É muito bom.
E é bom vocês se identificarem como casa lá, né? Tipo, conseguir sentir isso. Porque às vezes não vai, às vezes não sente, fica meio que...
É casa, mas não é lar.
É, não é lar, sim.
Eu já tive amigas que moraram em Londres, a gente tava comentando disso, que falaram que Londres é muito depressivo.
Ah, mas por conta do sol, né?
Que à noite escurece.
Sim, não tem quase.
Eu acho.
E lá em Madrid não, né?
Super positivo. Madrid sempre pode estar frio, mas o céu aberto, sabe?
Sempre sol.
Então dá uma enganada.
Não, e dá um ânimo também, né? Que quando você acorda tá nublado. Ah, gente, o pé da vida quando tá nublado e chuva. Eu não gosto.
Vai mostrar o quartinho do bebê? Já tem tema? Você chegou a falar, né, um pouquinho que tá na loucura.
Lá em Madrid ele por enquanto não vai ter um— vai ter um quarto, óbvio. Mas não vai ter decoração, vai ter a decoração que já tá lá naquele quarto. É porque é provisório, a gente vai ficar 4 meses na casa quando ele nascer.
Que já tá ficando pronta a outra?
A outra já tá ficando pronta em novembro, acho.
Ah, então já tá soldado.
Pelo amor de Deus, 2 quartos, gente. Aqui, ó, mão de vaca não faz não, minha filha, pra quê?
O do Rio a gente já tem um tema, né?
Já tem um tema.
E quanto tempo vocês estão construindo?
Faz tempo?
Há quanto tempo então?
Acho que já deve ter uns 10 meses por aí.
Caraca, então andou muito rápido.
Mas vocês casaram quando mesmo?
2024, no papel.
Não, mas a cerimônia? 2025. Custamos investimentos aqui, é muita coisa ao mesmo tempo, né? 3 ombros aí, uau, cerimônia de casamento, tem a lua de mel, aí quer renovar voto. Que isso, gente?
Tem que fazer sem pensar.
Vai renovar voto mesmo?
Preciso trabalhar, gente.
Meu Deus, que tudo!
Tá maluco, é muita conta agora, Deus me livre.
Xandar, xerelouquinho igualzinho o meu também, igualzinho, tá nem aí, vai fazendo, vai fazendo.
Qual o seu maior sonho?
Morar numa fazenda cheia de vaca, cheia de boi, cheio de cavalo, galinha, porco, tudo. Acordar de manhã e lá tirar um leitinho da Você jura mesmo? Aham, meu sonho.
Gostei desse sonho. A gente nem faz essa pergunta sempre, eu vejo cada coisa aqui, né, amiga?
Mas e lá em Madrid não dá para ter?
Para ser assim? Ah, fazenda é mais difícil lá, né? Tem que se aposentar e vir para o Brasil.
Nossa, uma vez eu fui gravar um negócio lá em Madrid e era, sei lá, uns 15 minutinhos assim do centro subindo assim, e tinha, era meio que umas fazendas, tinha um monte de bicho.
É mais afastado, é que Madrid tem muita terra assim. Assim para fora, mas Brasil já é mais a cara, né? Brasil já.
Mas vocês querem morar aqui, tipo, pensando lá velhinhos?
Eu nem sei.
O Éder fala que ele quer, coloco, ah, quero ficar em Miami, ai, quero ficar no Brasil, quero ficar no Rio.
Ah, mas também tem tempo, você aposentado mesmo?
Eu?
Capricórnio.
Mas deve ter um Aquário aí, né? Misturadinho.
Fala, Márcia sensitiva, fala.
Desculpa, Márcia, eu roubei seu lugar hoje.
Como escolheram o nome do Gabriel?
É porque é Éder Gabriel, e aí a gente pegou o segundo nome dele e colocou no bebê. Eu quero um nome composto, ele não quer.
Gabriel Junior.
Aí todo mundo fala isso, pelo amor de Deus. Ai, todo mundo fala isso.
Tem que dar continuidade.
Não, tá maluco. Mas aí você pensa o quê? Gabriel?
Não sei, algum nome, tipo por exemplo João Gabriel.
Ah, João Gabriel.
É, alguma coisa, um composto, mas ele não quer deixar.
Gabriel.
É mais fácil Gabriel ser o segundo mesmo, né? Porque Gabriel alguma coisa, não?
É, Gabriel segundo alguma coisa.
É, daí eu entendo ele, se ele quer Gabriel, se fica o segundo, vamos chamar ele de Gabriel, vamos chamar ele de João.
Aí, na hora que ela tiver lá deitadinha, eu vou lá colocar Gabriel, tá bom? Gabriel Júnior.
É verdade que é muito nome dessa criança.
É, você muda, muda para você ver.
Tempo muda. Vou chegar o nome.
Tem vários relatos, né, das pessoas do passado que a mãe tinha parido, o pai ia lá registrar e quando o pai registrava com nome errado sem querer, tipo, ah, eu quero Luana.
Ah, mas às vezes o povo do cartório Escrever errado.
Também.
O meu sobrenome, a minha família inteira, cada um tem um sobrenome do jeito diferente. Porque na hora de registrar, escreviam de um jeito diferente.
O meu veio errado, eu tô mudando hoje, agora. Porque eu fui pegar a cidadania italiana, fui descobrir que fizeram meu nome errado. O meu e da família inteira. Mentira! Eu nasci, até os meus 18 anos, era Vitória Felício. Aí eu fui descobrir que nunca foi Felício, é Di Felice. Aí teve que mudar todo mundo pra tirar a cidadania italiana.
Italiano. Mentira!
E o Eli acha o sobrenome dele feio e não pôs nos filhos. Falou: "Não, não me recuso." Uai! Não quis pôr.
Falou: "Muito feio meu sobrenome." Como vai ficar o sobrenome?
Gabriel de Castro Melitão. Ai, chique! É, tananã, Gabriel de Castro Melitão.
Tananã. Vai chegar lá, vai ser Gabriel Junior, você vai ver.
Não, Gabriel Junior, pelo amor de Deus, né?
Mas e aí, você vai decidir a hora que nascer?
Não, tô tentando convencer.
Ele tem alguns meses aí.
Ó, se você já decidiu o Gabriel, então ela pode decidir o outro nome.
Pensar o que ele quer muito.
Depois do Gabriel, o Gabriel primeiro.
Isso aí, vou chantagear.
É isso. Gabriel primeiro.
Agora a última pergunta.
Qual que pode ser em vez de Júnior? Filho, né?
Filho. O Elié.
Gabriel filho. Ele é filho?
Não, ele é neto.
Ah, ele é neto.
Tá vendo? É da continuidade.
O irmão do Éder é Júnior. Edvaldo Militão Júnior.
Senhor, o nome do senhor?
Desculpa, sogro, mas tem um nome.
Eu também desculpa, desculpa, sogro.
É tudo com E?
É.
Como lida com os haters?
Ah, gente, eu acho que eu já passei todas as fases que vocês podem imaginar que é possível. Já fiquei depressiva, já quis me separar, eu já fiquei com raiva, querendo xingar todo mundo, querendo responder. Eu já fiquei tipo: "Ah, foda-se, vou deixar". E hoje eu acho que eu cheguei numa parte da minha vida que eu abstraio. Assim, as coisas boas eu vou, leio, beleza. E quando eu vejo alguma coisa que eu não gosto... Ele me ensinou muito isso, a não ficar lendo muita coisa.
Sim.
Ele não deixa. Se ele me pega lendo, ele fica doido.
Faz mal, né?
Se eu pego uma coisa... "Ai, você vai e você entra no perfil dessa pessoa". 'Gente, que vida, que vida essa pessoa tem.' Aí você fica, chega até dar dó do hater, né? Uma pessoa que emana tanto ódio, será que essa pessoa é feliz de verdade?
É mais sobre ela, né?
Muito mais sobre ela. Igual, postei uma ultrassom do bebê, gente, o tanto de hate que eu recebi. Inclusive, uma reunião com advogado para pegar esses prints, porque assim "Tem hate que é crime". E aí, peguei alguns prints e a gente vai...
Faça isso, eu fiz isso.
Fazer judicialmente.
Eu processei mais de 200 pessoas de uma vez com ele. Porque também foi o da nossa filha, pequena, bebê, levou muito hate. Também era crime as frases e falas. E pessoas tiveram que ir até a delegacia, prestar depoimento, mandar cartinha, pagar, perdeu dinheiro. Gente falando: "Não, pelo amor de Deus, eu não tenho esse dinheiro". Mas teve a mão pra comentar, não teve?
"Então você vai ter a mão agora pra abrir o bolso." E é isso que a gente vai fazer a partir de agora. Faça, eu super recomendo. Coisas assim absurdas, tipo, gente, não consigo nem... Tipo assim, o anticristo. Olha isso. Se uma pessoa tem coragem de falar isso, o que ela tem dentro dela? Sim. Eu só imagino uma pessoa podre.
Não, e só para quando dói, tipo, no bolso. Dói na vergonha de ter que... Alguns, ele foi tão... "Não, porque ele também tem um ladinho meio vingativo." Ele falou: "Não quero dinheiro dessa pessoa não, eu quero que peça desculpas, eu quero que ela escreva uma cartinha à mão." Aí ele falava assim. E teve umas que tiveram que escrever cartinha à mão, mandar no correio, assim. Tipo, teve coisa desse nível, assim. E aí, ele fez isso.
Cada um, ele fez de um jeito. Eu não participei do processo, foi ele com nossos advogados lá.
Mas eu só falei assim, nem baixo, falei: "Sim, faça." O pior é quando é menor de idade, né, que tem que os pais ver o que a criança Criança tá fazendo, porque você é menor de idade, né?
Você vai deixar o IP do @, alguns são menores de idade, entendeu? Aí quem vai prestar é os pais, pelo que o comentário, do que os filhos fez.
Chega até a dó de um pai, né, que nem imagina às vezes, né? Nem imagina que é criança.
Nossa, eu acho que não teve menor de idade dos 200, não teve.
Não, mas é muita loucura, acho que tá doentio, né?
Tá doentio demais. Eu mesmo já nem olho.
Não, é abstrato.
Só as fofocas boas, né?
As fofoquinhas. Eles mostram, né?
Eles vão falar quem quer.
Mas tirando isso aí, eu já nem olho.
Mas quando sai alguma coisa, vocês nem entram pra ver, nem...
Eu vejo, ele não vê muito não.
Eu não vejo, zero.
E o que vocês gostam de fazer em momentos livres, assim, que não estão trabalhando, estão de boa, agora nas férias?
A gente gosta... A gente acorda, leva as crianças na escola. Depois a gente toma café, fazer todas as refeições juntos. Isso é primordial, a gente ama. Fazer um esporte. Eu adoro acordar, faço esporte. Ficar junto de noite, ver um filme. E é isso que são nossas férias, né?
Bom demais. Vem pro Brasil é outra rotina, sabe? Sim, sim. Acorda de manhã, leva as crianças pra escola, aí volta. Aí vai treinar, vai pra academia, joga beach tennis, futebol, sabe?
É outra vida.
É bom.
É muito bom.
Então agora vocês vão— a gente tem que encerrar também, que eles têm compromisso, né? O que que é? Pode falar? Não pode falar, vocês vão, né?
Já falou. A gente vai para um lugar misterioso. Ah, fala aí o que que você inventou hoje.
Um leilão de vacas.
Gente, a gente vai para um leilão de vacas.
Cara, isso é engraçado.
Depois eu conto.
Não o leilão, conviver com as vacas. Você pretende comprar vaca?
Não, já comprei uma. Eu tô estudando.
A vaca Irene.
Entrando em outro ramo agora.
A vaca Irene.
E calma, e aí vai lá só para assistir então?
É, eu vou conhecer para ver como que é, ter o conhecimento de como funciona, né? Não entrar assim de cabeça.
Quem puxou ele foi Murilo Ruffi. Murilo, a gente tem que conversar.
Fala assim: eu tô grávida, Murilo.
Poxa, 3 obras.
Nossa, vai cair.
Não, Murilo falou: não, você tem que vir nesse leilão.
Ele armou, gente, "Vai fazer o quê, gente?" Ela falou: "Só deixa se você não comprar a vaca." Eu falei: "Não, óbvio que eu não vou comprar." "Só vai pesquisar o mercado." "Não, só vou olhar pra ver como é que é isso." "É tipo, na volta a gente compra, sabe?" "Depois você conta se comprou mesmo." Eu acho que deve ser igual aquela...
Sabe aquela que passava na TV? Aqueles leilão de vaca antigamente? Deve ser isso.
Tipo assim, não levanta a mão de jeito nenhum, amor. Coçar a cabeça, não coça.
Eu não tenho ideia de como é que funciona.
É papo sério.
É que eu sou muito mão de vaca, né?
Deu o lance, você não pode voltar atrás.
Arradinha pra você.
Cara, falando nisso, eu sonhei essa noite que eu tava num leilão, acordei desesperada.
Mentira!
Essa noite, essa noite. Falei: "Hããã!" Porque eu sou mão de vaca, né? E eu sonhei que era um leilão errado, que não era leilão, tipo, que eu tinha dado sei lá quantos mil.
E eu: "Meu Deus, eu achei que eu tava..." Nossa, então vocês ficam bem com a mãozinha pra baixo.
Nada de vaca hoje, já tem uma. Irene. Irene.
A vaca já tem minha mão, gente.
É o sonho da fazenda, ele já tá começando.
Ah, já tá começando, isso.
Falei que o futuro dela vai ser dando banho em vaca.
Ele já sabe dela.
Olha, muito obrigada por vocês terem vindo. Foi um prazer receber, saber mais de você. Acho que é legal você poder também mostrar o seu outro lado, né? Porque nas redes sociais é sempre um recorte, né? As pessoas não fazem tanta ideia assim. Então muito legal saber mais de você, sua trajetória.
Parabéns!
Obrigada, eu amei estar aqui com vocês.
Que bom! Foi muito legal de conhecer um pouquinho mais no íntimo, né? Porque querendo ou não, como não tem corte o corte é você se falando o que tá vindo na cabeça e sendo você mesmo.
E fica super natural, porque você fica aqui, sabe, falando, nem parece que tá sendo gravado, né, vida?
Bom demais, amor.
Ele sem querer apareceu, veio de brinde, mas muito obrigada. E ele também, obrigada pela participação.
Ah, então obrigada também por ter participado, meu amigo, que é força.
Mas muito obrigada.
Obrigada, foi um prazer, viu?
É verdade, gente.
Um beijo e bom parto, viu?
Obrigada. É verdade, boa hora, que Deus abençoe. Que o João Que o Gabriel venha com muita saúde.
Saúde, que é o mais importante.
Amém.
Um beijo, gente. Se inscrevam no canal, curte, compartilha. QR code, link na descrição.
Aproveitem. Até semana que vem.
Calma, é cupom de Philips que a gente vai ler mais aqui.
Ah, tá na tela, tá na tela.
Pode delas?
Pode delas, amiga.
Fica aí, tá? Beijo. Agora presta câmera aqui.
Beijo, gente.
Tchau!
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