TATA NO DETECTOR DE MENTIRAS COM LUCAS RANGEL #1
🚨 No primeiro episódio do Detector de Mentiras, Lucas Rangel recebe ninguém menos que Tata Estaniecki, a nossa Big Boss.Entre revelações, tensão, risadas e tentativas de fuga, Tata precisa provar que está falando toda a verdade enquanto enfrenta as perguntas do Rangel e do público.Será que a Big Boss saiu ilesa ou entregou tudo? 👀
- Detector de MentirasFuncionamento do detector · Tata Estaniecki · Lucas Rangel
- Participação de Convidados NotáveisPolêmicas · Marcas parceiras · Publicidade
- Oposição e Ciro GomesRafa Uccman · Lucas Rangel · Viih Tube
- Origem do PodDelasPandemia · Flávia · Irmã da Tata
- Vida pública e internetOpiniões sobre criação de filhos · Ansiedade · Toxicidade da internet · Tata Estaniecki · Lucas Rangel
Olá! Olha quem está de volta neste canal que eu tanto amo. Sim, eu, Lucas Rangel, agora tenho um novo quadro aqui no Pod Delas que se chama Detector de Mentiras. A gente vai colocar um tanto de celebridade na parede e tirar a verdade delas.
O convidado de hoje passará pelo desafio de responder oito perguntas para o nosso detector de mentiras. Eu chamei ele pra cá. Ele vem. Aí ele topou e aí depois ele sumiu. Engraçado, ele vem hoje aqui no pod dela. E eu, como sou bonzinho, coloquei o alerta vermelho.
Já vai usar o botão? Um botão que é o ser pressionado, elimina uma das perguntas. Você vai pedir aumento do salário, né? Então, como funcionam os outros apresentadores aqui, amiga? Eles têm benefícios, eles têm plano de saúde. Será que o nosso convidado de hoje vai responder tudo? Algum convidado já deu em cima de você. A gente tá chique, gente. Tem um delegado aqui com a gente, tudo bem e mal. Tudo ótimo.
Prazer, a gente já se cumprimentou antes. Como é que funciona? Me conta mais ou menos. Ele vai medir o padrão de respiração, tem também a eletricidade da pele, que é quando a pessoa está realmente nervosa, a gente pega aí. E a frequência cardíaca. Na frequência cardíaca que você vai ter ali no batimento, na hora que mudar essa variação, a gente consegue identificar.
Eu já tô suando. Eu nem queria esse quadro. Brincadeira. Eu, inclusive, que fui atrás da Tatá, viu? Ela aceitou. Então, a de vocês, entendeu? Se não se inscrever aqui no canal, se não der like nesse vídeo, se não sair divulgando por aí. E falando nela, claro que como primeira convidada, eu colocaria a minha chefe de frente pra mim. Ela que é amiga minha de anos, mas ela se tornou minha chefe depois. E hoje, ela tá sentada aqui já na minha frente. O que você tá rindo aí, até? Desesperada já.
Você tá desesperada? Desesperada. Eu tô pensando onde eu estava com a cabeça de ter topado. Dois, onde eu estava com a cabeça de ter topado. Ainda abri este negócio, entendeu? Esse primeiro episódio. Amiga, você tava empolgada. Eu tava empolgada até ontem. Me conta a sensação. Você é a primeira pessoa que tá colocando coisa no dedo, aí tem aqui no braço. Como é? Muito esquisito. Tô nervosa, tô soando sovaca os dedos, tô soando tudo.
Você deve estar vendo bem aí. Sim. Esse negócio aqui fica... Ai, fica aqui uma loucura. Sei lá o que é isso aqui.
Gente, eu tô toda... Amarrada. Amarrada. Tem um negócio aqui, ó. Sente uma vibe como se você tivesse feito algo de errado. Passa essa vibe. Será que não fiz? É? De criminosa? Será que você é a próxima influenciadora que vai ser presa? Ai, tá arrependido. Meu Deus. Tá pronta. Porque se você decidiu ter a vida pública, hoje você vai aguentar a Exposite. Bora.
Delegado, quer te perguntar uma coisa? Se eu perguntar pra você, você promete responder com honestidade todas as perguntas desse exame? Assim como em tudo na minha vida. Eu, hein? Vou sair daqui presa. Livro aberto. Estamos aqui com o livro aberto. Tô. Vamos lá. Primeira pergunta, Tata. Quem apresenta melhor ou pode entrar? Eu ou a Rafa Uckmann? A Rafa Uckmann. É verdade.
Você tem certeza disso?
Tô suando a mão. A Rafa Uckmann, Tatá. A Rafa Uckmann. Amigo, eu acho que a vida é feita de ciclos. Os programas também têm ciclos. Então, o Podentrar era incrível com você. Acho que você foi a pessoa que trouxe isso pro Poddelas. Tem a sua cara. Mas a Rafa também deu a cara dela. Eu acho que não dá pra comparar. Acho que não tem como comparar você com ela. Mas tá muito legal também.
Ela só não fica por dentro da edição, que eu vi o pessoal reclamando lá um pouco. Não, a Rafa não participa tanto desse... Não, dá pra ver quando a gente assiste assim. Dá pra ver que falta. Se você quer, você já manda um recado pra Rafa aí na câmera. Também, você fica à vontade. Dá pra ver que falta um saldo. Mas é que...
Mas é que... Cadê o negócio nele também? Que não tem um... Ó o quadro meu! Não, é porque o Rangel realmente participava das edições. O Rangel assistiu o vídeo inteiro e fala tal minuto colocar isso, tal minuto colocar aquilo, tal minuto tirar isso. Então tinha mais a sua... Por isso que tinha tanto a sua identidade. A Rafa deixa a gente tocar um pouco mais. Mas eu tô brincando, eu assisti. Ela fala a verdade, tá? Não, e eu acho excelente, eu assisti, eu acho excelente.
E eu adorei que a Rafa foi pra um lado de convidado que eu não tinha feito e pessoas que ela também acaba tendo uma outra aproximação. Então, meio que ela trouxe a cara dela nisso também. Exato. Então, tá completamente diferente. Fez o Lucas Guedes. Eu chamei ele pra cá. E ele vem? Aí ele topou e aí depois ele sumiu. Mas diz que agora ele não tá falando muito da vida dele. Nada de muita polêmica. Engraçado. Ele vem hoje aqui no pódio dela.
Então, você tá lascada. Vai ver o seu roteiro que não deve poder falar nada. Vamos lá, então? Próxima pergunta.
Quem foi o convidado mais difícil que já passou pelo pod dela? Quantos episódios vocês têm no total? Você sabe? Mais de 500, né? Eu acho. 500 convidados, talvez menos, né? Porque às vezes se repete. 400 convidados. Quem foi o mais difícil que sentou e falou assim, Putz, Grila. Já vai usar o botão?
Ela ficou bem nervosa. Eu acho que seria antiprofissional da minha parte. Mas tem? Claro que tem. Acho que tem convidados que a gente não se identifica tanto com a opinião, com as falas, enfim. Mas eu acho bom até falar isso, que o meu papel ali é realmente entrevistar a pessoa. Independente se você ama, odeia, tá... Concordo ou não, é. Exatamente. Eu sempre tento ser neutra, deixar o convidado à vontade pra falar, enfim. Mesmo eu não concordando, mesmo eu concordando muito.
Como funciona um pouco desse processo de seleção dos convidados? Isso passa por você ou, às vezes, já é decidido porque a equipe sabe que você vai topar? Como funciona? A gente tem alguns nomes, algumas metas, enfim, a gente quer muito trazer fulano, fulano, fulano. As pessoas, alguns artistas lançam algumas coisas, por exemplo, cantores que lançam os álbuns, a gente fica super interessada em trazer aqui para contar mais a história. Alguns já oferecem Star, por exemplo. Super, super.
Eu participo junto com a Pamela, que é a pessoa responsável pelo nosso casting. Então, ela me traz a pré-seleção. E a gente aprova juntas os nomes. Fala, esse aqui é legal, esse aqui… Vamos pôr, Rangel. Ah, vamos trazer o Rangel? Pô, amo o Rangel, mas talvez… Já que ele vai… Talvez a Rafa Uckmann. Talvez a Rafa Uckmann possa no outro dia, melhor. Brincadeira. Mas talvez o Rangel vai, sei lá, lançar um projeto daqui duas semanas.
Vamos esperar? Faz sentido em outra data. Exatamente, faz sentido em outra data. Gostei.
Não, tô bem, eu consigo. Tá ficando tranquila? Viu que eu não tô aqui pra te jogar na parede? Mas você não tem mais botão pra apertar, tá? É só uma vez? É uma vez. Vamos lá. Essa pergunta é interessante, porque eu sei, mas às vezes o público não. Quando o pote delas começou, foi ideia de quem? Porque você começou ele com a Flávia. Foi minha.
Foi sua ideia? Foi minha ideia. Foi na pandemia, né? Foi um período muito difícil, você sabe. Chamei ela pra fazer esse projeto, ela topou na mesma hora. Só que eu sempre segui do meu lado, porque ela já tava com muitas coisas. Ela tava organizando uma live na época. Ela falou, meu, eu não consigo me doar nada, assim, resolve aí e a gente faz. E aí resolvi. Eu tenho essa facilidade de tirar os projetos do papel. O nome foi a minha irmã que deu. Sim, ela fala a verdade.
Não tem nem como eu menti, né? Porque ele tá aqui. Ficou nervosa, mas... Ficou nervosa, por quê? Última pergunta minha pra você. Ah! Algum convidado já deu em cima de você, seja no ao vivo ou no pós?
Nunca! Aqui no Pods Dela sou apresentadora, né? Independente de qualquer coisa. Não tô aqui pra outra coisa. Nem da minha parte. Eu jamais daria abertura pra isso acontecer. É, as pessoas falam, nem é uma abertura sua. Mas, às vezes, a pessoa... A falta de noção da pessoa. Não, graças a Deus. Nunca aconteceu. E nunca... Sei que já teve algumas polêmicas. Por isso que o senhor está me perguntando. Mas aproveito pra responder. Ai, que engenho.
Que não, isso nunca aconteceu, nunca ninguém deu em cima de mim. E eu também, obviamente, jamais daria abertura pra alguém numa mesa ao vivo. Né? Então, obviamente, não. Sim, está bem concisa, bem tranquila nessa parte. Olha! Bora agora! Agora o quê?
pra próxima rodada de 4 perguntas, agora feitas pelo povo. Gente, eu tô suando. Dá pra ver aqui, ó. Você quer ver? Dá uma olhadinha aqui pra você entender. Chega, já olhou o suficiente. Vamos lá. Você já deixou de convidar alguém pro POD por conta de alguma polêmica? Já. Quem? Era uma pergunta só. Aqui eu emendo e tá tudo bem. Algum nome?
Tá, tá. Tem gente aí na sua cabeça. Como que ela tá? Eu juro por Deus que não tem. Eu sei que já teve convidado, sim. Eu lembro da gente falar, tipo, vamos esperar um tempo? E sim, eu chamei uma pessoa pra apresentar comigo uma época. E no fim, deu uma super polêmica com a pessoa. E aí, é.
Na hora que ela falou, da pessoa já... É, porque, gente, infelizmente, por mais que seja minha amiga, eu preciso pensar como empresa também. Acho que eu sempre faço uma divisão, procuro fazer uma divisão da Tatá pode delas e da Tatá amiga. Então, como amiga... Minha filantropia.
Exatamente, isso é pagar as contas. É lógico. Então, como amiga, eu ia adorar, eu amo a vibe, eu ia adorar ter essa pessoa sempre. Mas, do outro lado, ia ser negativo naquela época. E quando você traz, às vezes, uma pessoa que está numa polêmica no momento, parece que você toma partido de algo, né? Exatamente. E no final, também, você tem que estar preocupada com o universo publicitário em relação ao seu canal, né?
100%, que é o que paga a conta. E as marcas não gostam de confusão nenhuma. Não. Quando a gente faz as trocas, a gente manda pras marcas parceiras. A gente já tem algumas marcas que têm contratos anuais. E a gente troca muito com essas marcas. De nomes, a gente traz convidados, a gente traz, a gente troca. Que legal. E tem muitos convidados, por exemplo, porque as pessoas pedem muito. E, às vezes, a gente tem que optar por não ter publicidade no episódio. Quem, por exemplo? Pra ter a pessoa.
Não vou falar. Quando a gente quer muito trazer uma pessoa, aí a gente traz a pessoa, mas sempre... E não coloca publicidade no episódio. E não coloca publicidade, porque mesmo a gente não linkando a publicidade com aquele guardado... A marca não quer. A marca não quer, sei lá. Tá vinculada. É. Não. Exatamente. Tá bom.
Sim, ela... A gente abriu um papo aqui do nada, tá tudo bem. Gente, o público, eles quiseram assim, como pode, né? Vamos lá. Tem alguma pessoa que você se arrependeu de convidar? Não. Todo episódio pra você, tudo bem. Eu acho que sim. Agora... Faz sentido.
Não, às vezes tem uns que você fala, ah, talvez o papo não seja tão assim. Às vezes eu percebo que eu não tô tão legal assim. Eu queria ter dado o meu... Mais! Mais, é. Às vezes até as pessoas falam, nossa, mas a Tatá não tava interessada. Não, não. Porque toda... Eu falo isso pra todos os convidados. Toda vez que eu sento na cadeira do pódio delas, eu levanto com uma informação a mais, com algo a mais. Porque a gente troca muito, imagina, quase duas horas de papo.
Então você aprende alguma coisa, não tem como. De um monte geral, experiência, conhecimento, tudo.
Não, e aprende, e às vezes aprende coisas que você quer super se inspirar e coisas que você não quer ser. E tá tudo bem, entendeu? Morto, verdade? Mas é verdade. Às vezes você fala, nossa, não concordo e eu não penso assim, eu não quero ser isso. E tá tudo bem. Você já quis alguma vez bater boca na mesa assim e se segurou?
Não, você sabe que eu sou muito insegura. Eu não ia conseguir, amiga. Não, eu sou insegura nisso. Sou muito insegura em relação a argumentar e tal. Eu tenho... Imagina, é ao vivo. Eu morro de medo de argumentar algo errado. E a internet é cíclica, né? Acho que agora a gente tá chegando de novo num lugar onde a gente se posiciona de novo, onde a gente não tem medo de falar, onde a gente pode errar e tá disposto a errar. Que há uns tempos atrás era aquela coisa assim, não opine sobre nada e você tá de parabéns.
Exatamente. E aí, você tá ali, duas, três vezes na semana, ao vivo. Eu me sinto, toda vez que eu sento naquela cadeira, com um alvo gigantesco nas costas, que a qualquer momento, alguém vai acertar ali. Qualquer momento. Você sabe, gente que trabalha com a internet sabe o que pode falar, o que não pode falar, o que dá polêmica, o que não dá. E olha que às vezes a gente ainda fala. Exatamente. Claro que sempre que eu tenho alguma oportunidade, eu me posiciono em coisas que eu tenho 100% de certeza e que eu acredito muito naquilo.
E eu acho que tem coisa que é uma causa interessante e tem coisa que é só fogo de palha.
Como tava aí? Tava com bastante frações, mas ela falou... Seguiu sendo verdade. Seguiu sendo verdade, é. É engraçado porque, assim, como você é minha amiga e muitos que vão passar por aqui, eu tenho uma relação de amizade, a gente começa um papo...
Que tem alguém aqui escutando. E a gente vai assim, ó, seguindo, porque quando eu tiver a ideia do quadro, contando um pouco já que é o primeiro episódio, eu falei com a Tata que eu queria, eu não queria que fosse uma zona de cancelamento ou um lugar onde é pra ficar tirando corte de Insta de fofoca e aí sair lascando com todo mundo. Eu queria que fosse um lugar onde a gente sim passasse por pautas interessantes e às vezes até acontecimentos da vida pessoal, né?
Da vida da pessoa, mas que no final fosse um lugar de desabafo também, sabe? Meio que uma sessão de terapia. Por isso que eu acho que tem hora que a gente se perde no assunto e vai, né?
Ai, é ótimo falar. Porque parece que a gente tá botando pra fora uma coisa que a gente precisava e não tinha encontrado uma oportunidade anterior. Sim, sim. Porque isso é legal falar. Eu não sou a pessoa que vou abrir o meu Instagram e vou me posicionar sobre alguma coisa. Eu resolvo onde tem que ser resolvido. Independente do âmbito, né?
Resolve, a gente tem que resolver. Na internet não resolve nada. Então, às vezes, isso é um pouco duro, porque uma mentira dita 15 vezes, ela vira uma verdade. Então tem muitas verdades sobre mim na internet que não são verdades. E aí... Você tem pânico quando sai as coisas de você? Amiga.
Do nada, né? Você tem mal de entrevistadora, né? Você já tá jogando pra mim. Não, mas tá. Tudo bem, não tem problema. Aqui é uma zona de eu também poder falar. Assim, depende do que, sabe? Eu tô começando a entender um pouco dessa invasão de opinião em criação de filho, em um lugar onde eu não conhecia. Dar a minha vida antes disso, do Lucas Rangel, não me incomoda.
Dessa fase nova, eu estou entendendo. Me incomodar? Talvez me incomodou uma vez ou outra. Agora eu já estou adaptando, mas você já tinha falado, a Viih Tube já tinha falado, e outras mães e pais que postam na internet, que são pais e mães, já tinham me avisado que é inevitável. As pessoas vão falar que tudo o que você está fazendo é errado e que o certo é o delas. Só que se você fizer o certo delas, um monte de outra gente vai falar que também está errado. Então, no final, eu acho que você tem quanto tempo de carreira?
15 anos esse ano. 15 anos? Eu tenho 13. Então, você pensa. A gente está já num nível que, assim, sinceramente, se eu continuo aí, ainda estou sendo contratada pelas marcas, ainda estou com algum like lá no Instagram, alguma coisa que faz gerar alguma coisa, eu não estou ligando mais, porque eu acho que estou no caminho certo. Você também deve ter a mesma sensação. Acho que a gente escuta o nosso coração também. E o que importa, assim, eu sinto que...
O que me importa mesmo são os meus amigos fora disso tudo, que às vezes estão nisso tudo, mas a minha família, a minha casa... O lugar que você volta depois. O lugar que eu volto. E eu tenho pra onde voltar, então é o que me tranquiliza. E principalmente agora nessa fazinha pai.
O voltar que antes era a minha família, a família maior, agora é tipo a minha família, eu, Blei, a Mia. Esse lugar que eu volto, ele representa isso pra mim também, sabe? Recarrega a energia. Recarrega. Porque tem hora que a internet é muito tóxica pra gente. E pra todo mundo, eu acho, tá? Até pro usuário.
É, acho que é por isso que eu me afastei um pouco, assim. É. Mas como assim? Eu me afastei um pouco. Acho que eu não tô postando 100%. Eu perdi o costume. Você fala a Tata Persona, não tipo a Tata Pode Delas, né? É, não, pode delas. A Tata? A Tata...
A tatá tá sempre no pote dela, mas a tatá tá fora. É, eu acho que eu... Primeiro que eu desacostumei a compartilhar as coisas 100%. Aprendi a viver mais antes de querer compartilhar qualquer coisa. E tá sendo muito mais gostoso, muito mais tranquilo. Acho que a minha ansiedade diminuiu, assim, mil por cento.
Então tá valendo a pena, sabe? Tô conseguindo selecionar mais o que eu posso, o que eu não posso. E ao mesmo tempo você segue online, né? Bastante. Sim, aqui no Pode Delas, exato. Só que no seu projeto, no seu programa e tudo.
Amei. Super verdade. Temos uma última pergunta ainda. A gente... Eu até esqueci de você. E ele ali, assim, ó. O Mauro, assim... Última pergunta que nós temos aqui. Interessante essa pergunta pra concluir até. Uma pessoa perguntou pra você qual foi a melhor fase do pod delas. A melhor fase do pod delas? Então, eu acho que sempre a melhor fase é a que vem, sabe? A atual. Porque a gente tem... Eu tenho um negócio com o novo, sabe?
Parece que dá aquele friozinho na barriga de novo, de ai. Eu também. Será que vai isso e a gente vai por esse caminho? Faz o quê? Faz lá, lá? Eu não sei. Eu sinto um prazer enorme na mudança. Só que toda mudança gera uma estranheza. E hoje eu tô super disposta a lidar com a estranheza, entendeu? Acho que a gente estando feliz aqui, fazendo com o coração, o resultado vem. Então, eu amo fazer em dupla. Tá sendo muito legal fazer com a Vi. Eu me divirto mais em dupla.
Às vezes. Será que um dia a gente vai ser uma dupla ainda? Ai, amigo, vamos! Eu vou ter que morar aqui em São Paulo, né? Vai ter que morar em São Paulo, ao vivo, duas vezes na semana. Mas ia ser muito legal. Meu bem, você tá aí cancelado, amiga. Eu te falei, eu tenho aquela coisa, eu tenho que segurar minha boca, senão eu vou lá e na hora e falo. A gente aprende, a gente aprende. No segundo... Eu acho que... A gente aprende. No segundo episódio já. Eu sendo puta xingada, eu aprendendo depois disso.
Não, mas posso falar? No começo, as pessoas estavam falando da Vi, por exemplo. É? Que ela estava falando muito. Mas a Vi é sincera. Não, não. Na questão de... Falar demais por cima da pessoa. Isso, de ficar interrompendo os convidados, sabe? Mas a gente é assim no dia a dia. Ela foi pegando um timing, se pá, num experimento que ela não tinha antes.
Primeira vez que ela fez um programa ao vivo, enfim. E é uma frequência muito grande. Então, sei lá, você faz 10, você erra em 1, as pessoas só falam daquele 1. Não falam dos outros 9 que você acertou. A Vi é uma pessoa muito fácil de lidar. Acho que é uma das pessoas mais fáceis que sabe. Sim. E aí, eu cheguei, amiga, ó, estão falando isso. E ela não vê, tá? Ela não vê. Ela não vê mesmo. Ela não vê nada. Isso me choca.
Mas você sabe que o bom é que ela é exatamente isso que você descreveu, que você está sendo hoje. Ela não vê. Você entendeu? Ela não gasta o tempo online consumindo a parte ruim. Ela posta, ela divide lá e desliga o celular e vai viver a vida dela. E vai viver, exatamente. A equipe do POD, né? Lógico, a gente filtra os comentários, então a gente sempre gosta desse feedback do público, porque a gente está aqui pelo público. Então, a gente escuta. E aí eu vi os comentários, falei, Vi...
Ó, teve esse feedback aqui das pessoas, que às vezes a gente tá interrompendo os convidados na hora de falar, a gente tá falando um pouco a mais, enfim. E talvez, quando as pessoas assistem o pod, querem muito saber do convidado e não tanto da gente, né? Só que como era uma novidade pra Vi, ela tava vivendo como o dia a dia dela, normal. A gente numa roda de amigos, gente, é normal, um fala por cima do outro.
E numa roda de amigos, eu acho que talvez isso é onde eu teria que entender a não falar sobre mim. E não é como se fosse no sentido egocêntrico, mas é quando você quer completar a experiência que tá sendo contada ali como experiência sua. Você fala, nossa, eu também! E aí parece que no final, pra quem tá assistindo de fora e queria ver só o convidado, porque é isso, vocês estão lá sempre. Então o convidado tá lá uma vez. Aí parece que a gente toda hora interrompe pra contar uma história nossa. Eu acho que eu ia fazer isso.
Então, é exatamente isso que estavam falando. E é o cuidado que eu tenho que tomar. E aí eu falei, Vi, vamos... A gente combinou de cada hora uma faz uma pergunta. Então, se eu fiz uma pergunta agora, a próxima é dela. A gente tá tentando combinar isso pra dar uma costurada assim nas duas. E escutando muito mais. Porque a gente esquece que a pessoa... A gente tá com um super microfone, cada um.
Quando a gente tá numa roda pessoalmente, cada um fala por si, mas tá todo mundo no mesmo volume, amor. Agora, quando você tá escutando a pessoa pelo celular ou pelo fone, junta todo mundo com um super microfone. Então, é claro que eu entendo o público, né? Então, a gente conversou. E ela, super de boa, é uma pessoa que a gente troca muito. Ela fala, acho que assim não funciona, acho que funciona. Então, assim, tá sendo muito leve, muito gostoso. Eu realmente prefiro fazer em dupla.
Claro que eu não vou falar que eu vou fazer em dupla pra sempre. Ou enfim, eu acho que é fase da vida. E às vezes faz assim, e depois... Ah, a Vi, eu sei que ela vai poder participar pra sempre. Porque ela tem um monte de projetos também, entendeu? Todo mundo, a gente sabe como é que é. Então ela conseguiu se disponibilizar por algum tempo. Não sei até quando ela vai conseguir. E a gente vai trocando. Ah, mas por enquanto ela tá, né?
Uma coisa que vocês botaram data. Por enquanto ela tá, exato. Acho que esse ano todo a gente pretende que sim, né? Não sei se ela vai conseguir também. Mas a gente tá contando com isso.
Foi bem inciso, assim, tudo conciso das palavras. Não tenho pra falar muito, não. Acabou! Acabou! Pode tirar isso! Calma que ele vai tirar, que esse negócio é caro, tá? Você que tá pagando, mas é caro. Deixa eu te falar uma coisa e você vai responder quando? Que tá todo mundo querendo saber um monte de coisa de você. Então, deixa eu fazer a chamada aqui pra semana que vem. E aí, depois da gente te ver, hein, amigo? Eu te vejo ali no RH.
Gente, muito obrigado. Começamos o novo quadro aqui. Tô muito feliz. Muito obrigado, inclusive, a amiga, por me dar essa oportunidade. Eu gosto muito, eu sempre falo pra todo canto que eu gosto muito de trabalhar aqui e com você, porque você sempre me deu essa liberdade criativa, assim. E estamos tentando uma nova coisa, um novo formato. E tamo aí pro que daí vier também. Teremos nessa temporada convidados incríveis. Gente, convidados que eu nem acredito que aceitaram, tá? Então aguarde, que vem muita gente bacana aí.
De todo jeito, já coloca aqui embaixo quem você quer ver sentado nessa mesa com esse detector de mentiras pra gente tirar bastante verdade e mentiras também. Um beijo, até semana que vem. Por onde anda a Lady Charo? A Lady tá na casa dela. De verdade é uma mentira. É, mas não teve nada que eu bati nela, assim. Mas alguém falou isso, não. Não, é que eu gosto de inventar. Você alguma vez já sentiu falta dessa amizade antiga que você tinha? E essa amizade, todo mundo sabe qual é.
Já. Já? Já. A convivência era legal e divertido. Eu achalo uma vaca? Pergunta aí. Obrigado. Você acha? Não. Eu já dou uma modificada aqui.