CAMILA FREMDER - PODDELAS PODCAST #567
Ela transformou as próprias nóias em um dos maiores podcasts de comportamento do Brasil e, no caminho, virou uma das maiores referências quando o assunto é comportamento, relações e vida adulta.Neste episódio do PodDelas, Camila Fremder fala sobre ansiedades modernas, amizades, maternidade, internet, envelhecer, terapia, redes sociais e todas aquelas pequenas situações do dia a dia que parecem acontecer só com a gente... até perceber que todo mundo passa porE, claro, colocamos a escorpiana mais famosa da internet para trabalhar! No nosso "Consultório da Vingança", a Camila analisa histórias reais enviadas pela audiência e decide quem deve perdoar, bloquear, seguir a vida... ou colocar um plano de vingança (bem-humorado e completamente inofensivo) em prática.Aperte o play, deixe seu like, inscreva-se no canal e conte pra gente nos comentários: qual foi a história que mais fez você pensar "eu faria exatamente isso"?
Camila Fremder
- Maternidade e Filhos AdultosCrianças satélite · Brigas infantis · Senso de direção infantil · Arthur Elias · Joana
- Saude Mental e BurnoutSintomas de burnout · Perimenopausa · Ansiedade · Terapia
- Carreira e projetos futurosPodcast Noia · Camisa 24 · Fechamentos estúdios · Copa Feminina · Programacao Televisiva
- Relacionamentos que machucamFim de relacionamento · Vingança de escritório · Vingança amorosa · Michelle Bolsonaro e Alexandre de Moraes
- Viagens e Imersão CulturalFérias com crianças · Hotel Fazenda · Viagem de trabalho · Mudanca para Europa
- Geração Z e Comportamento JuvenilDesafios da adolescência · Comunicação com adolescentes · Influência da internet · Geração hiperexposta
- Envelhecimento e LongevidadeOs 40 anos · Síndrome do impostor · Etarismo
- Animais de EstimacaoAdoção de animais · Comportamento animal · Relação com pets · Gatos · Cachorros
- Massagens InusitadasMassagem com pedras quentes · Sauna · Experiência em spa na Itália
- Vínculo e Relacionamento SaudávelInteração com seguidores · Reconhecimento em público · Identificação com o público
- Casamentos e convitesPlanejamento de casamento · Despedida de solteira · Festa de aniversário · Casamento em camping
Oi, gente, tudo bem com vocês?
Ai, eu tô ótima, tô cansada, né, gente?
Sejam bem-vindos! Nossa, eu tive que passar 3 kg de corretivo pra cobrir minha olheira, gente.
Pra quem não sabe, ela tava de férias, né? Agora há pouco.
Então, tava de férias com as crianças, 25 dias.
Que férias é essa, gente?
Amor, foi trabalho em cima de trabalho.
Eu Se eu reclamava do meu trabalho aqui no meu trabalho... Não reclamo mais, vocês podem ter certeza.
Eu falei pra ela antes de sair, eu falei, isso não é férias, tá bom?
Foi muito cansativo, mas foi muito gostoso. Acabei de chegar, então eu tô assim... né, escondendo a olheira. Mas estamos de volta com os ao vivo, seja bem-vindo! Chega de gaveta! Chega de programas gravados. Porque quando a gente... No mês passado, a gente gravou vários pra eu conseguir viajar, tirar minhas férias. Mas você também tirou férias, não tirou?
Não, amiga.
Ficou em casa? Não, trabalhou.
Vem aí, vem aí as minhas... Não, mas eu vou ter lua de mel. Ah, lembra? Eu vou ter 10 dias que eu vou sumir logo mais, gente. Mas é por conta da lua de mel.
É, vai ter.
Mereço também, né? Com certeza. É isso.
Então sejam bem-vindos mais um podcast delas, né? Ao vivo pra vocês. Se inscrevam no canal. A gente volta, mas a gente volta pedindo pra você se inscrever. Vai deixar um like, vai compartilhar esse vídeo, vai... Todas aquelas coisas que a gente se humilha aqui em todo santo vídeo. Então eu não sei mais o que fazer, tá? Vocês vão lá se inscrever, por favor. Deixar o like e as nossas redes também, né?
Exato, segue nas redes, se inscreve. A gente não custa, é só um botãozinho pra você apertar. Se inscreve, pra gente faz muita diferença. Por favor, se inscreve. Eu já me humilhei muito aqui. Desde que eu cheguei, eu já prometi tanta coisa, né. Então assim... Tá faltando cumprir. É, não dá. Porque eu falei que a última eu ia mostrar o peitinho, não tem como.
Então não tá chegando também.
Não vai tá dando. Mas pelo menos eu finjo que eu prometo. Mas não vai ter. Mas se inscreve, porque vale a pena, entendeu? Tá aqui quase diariamente com coisas novas pra vocês. Então se inscreve, segue nas redes.
Inclusive, vou dar uns spoilers também, que vêm programas novos! Por aí, não podia falar? Podia falar.
Não gostaram que você falou?
Não gostaram, me olharam assim, ó: Vem programas novos, vocês vão gostar!
Amiga, você é a boss da boss.
Você fala: Viu? Sou a boss da boss da boss. Parece, né? Parece. Ó, gente, a nossa convidada de hoje, ela simplesmente transformou as suas nóias em um dos maiores podcasts de comportamento do Brasil. Vocês sabem, né? Com um olhar assim, só dela pras relações, pras pessoas e pra vários temas do dia a dia. Ela divide reflexões que geram identificação... Foi bom, né? Identificação. Imediatas e fazem a gente pensar, será que ela tá falando de mim? Eu sempre acho que é pra mim.
E o que começou como textos na internet, gente, virou livro, virou roteiros, milhões de visualizações nas redes sociais, né. E nos últimos tempos, assim, ela também... A gente fala, se reinventa, sabe? E ela conseguiu mostrar que consegue falar sobre tudo, praticamente tudo, em qualquer lugar, qualquer assunto. Até da Copa do Mundo ela falou, tá, gente?
Ó, sucesso, mô, tá? Ela virou uma das maiores referências quando o assunto é comportamento, né. Justamente porque faz as perguntas Certas. E também porque viraliza quando ela menos espera, entendeu? Do icônico, a gente quer mesmo saber? Será? Até aí, do podcast errado, as comentários sempre encontram assim um jeito de praticamente atravessar a internet e render assunto por semanas, tá?
Escritora, roteirista, apresentadora, criadora de conteúdo, ela transformou observações do cotidiano em reflexões que milhões de pessoas passaram, né, a compartilhar também. E quando ela coloca isso em palavras dela assim, sabe o que a gente um trechinho dela, a sensação é sempre a mesma, gente. Ela realmente tá falando de mim, tenho certeza.
É verdade.
Então hoje recebemos ela, Camila Freire!
Obrigada! Seja bem-vinda!
Obrigada! Eu tava ouvindo a apresentação e pensando assim, gente, de que elas estão falando?
De você!
Incrível, obrigada! Eu entendo! Pois é, né?
Eu queria morar na sua cabeça.
Eu também.
Deve ser muito legal.
Deve ter muitas ali dentro.
É difícil desligar, né? Mas é interessante, é pitoresco. Tem lá as coisas que você não Fala, com certeza.
Porque você só guarda aqui, ó.
Só se tá envolvendo uma terceira pessoa que eu vou expor. E daí, eu dou uma segurada. Mas eu tava com muito medo de estar indo no podcast errado de novo.
Por quê?
Meu Deus, lá vem.
Porque eu entrava no Instagram e você tava sempre viajando. Eu vi ontem você viajando.
Eu cheguei hoje de manhã.
Então, você entendeu? Eu cheguei aqui, eu falei, cara, vai ser um golpe. Ou vão me prender numa sala e tirar um rim. Porque você não voltava.
Praticamente isso. Ó, deixa eu falar uma coisa? A gente quer começar o pódio diferente, porque é a terceira vez que você vem aqui, né?
Eu gosto.
Terceira vez teve...
É que rende, né, amiga?
Que loucura, bom demais. Você é um sucesso onde você vai, entendeu? E aí teve aqui com a Jana, depois teve Maternidelas também, incrível. E agora você sozinha pra falar de muitas nóias.
Sozinha, né? O protagonismo, finalmente. Batalhei, eu mereci estar aqui. Não foi fácil.
Depois de 3 meses.
Depois de dividir palco com aquela Cláudia Raia.
Sabe?
Cada uma, tô tendo que aguentar. Francamente, todo encontro com ela, ela tá me diagnosticando com perimenopausa. É uma loucura!
Mentira! É verdade!
Gente, vocês acreditam? Eu ando muito cansada, né. E eu já sou avoada. Eu sou muito...
Não precisa nem falar.
Não, é meu jeitinho. E aí, eu tava muito, muito, muito louca achando que eu precisava de ajuda. Liguei pro meu ginecologista pra eu ir lá fazer os exames. Fiz os exames pra eu voltar lá. E ele realmente me dá esse diagnóstico que eu tanto quero, né. Eu quero poder dizer, é por causa da perimenopausa que eu tô vivendo tudo isso. Aí ele falou, Camila, tô com seus exames, pode vir. Foi terça-feira agora.
Ah, recentíssimo.
Recente, amiga, agora. Aí peguei o carro, fui. Só que eu cheguei na porta de um hospital. O consultório dele é na Joaquim Floriano, que é no Itaim. E eu fui, não sei por quê, pra Promatre. Quando eu cheguei na porta da maternidade...
Você falou, tô grávida.
Eu até olhei, mas eu tirei o útero já.
Ai, Deus!
Eu até olhei e falei, será que eu vim dar à luz? Porque eu vou marcando as coisas. De repente...
Eu esqueci que eu vim dar à luz!
Vai que era um parto, sabe?
Não é possível.
Juro. Aí, nisso, a secretária me ligou. Porque é lógico, eu tava atrasada, né. Eu fui pra Bela Vista, e era no Itaim.
Gente, não tem nada a ver a Promatri com o Joaquim Floriano.
Não, mas eu não sei. Algo me levou até lá. E eu não dei à luz lá. Então assim, eu não sei por que eu fui pra lá.
Ah, mas eu acredito que é livramento.
Você quer mesmo estar na minha cabeça? Pensa bem.
Olha a idade que você tá.
Acho que talvez não quero mais.
É muito complicado. Aí a secretária dele ligou. Camila, a gente precisa saber se você vai demorar muito. Eu falei, vou. Porque... Aí comecei a chorar. Eu fui parar na Promatre e não sei o quê. Aí ela falou, o doutor vai te atender pelo celular, tenha seu tempo. Quanto tempo falta para você chegar aqui, querida? Ele super paciente, tadinho, porque conhece, né? Aí eu falei, eu tô a 4 km e São Paulo tá dando meia hora.
4 km só?
É porque é Bela Vista, só descer, já tá ali dentro. Aí eu falei, e eu tenho uma foto pra fazer lá na Dia TV também hoje. Aí ele, vamos fazer a consulta pelo telefone. Eu já pronta pra receber o diagnóstico. Ele falou assim, você tá com os hormônios ótimos. Você não tá nem perto, você tá maravilhosa. Eu acho que é um burnout. Aí eu saí do telefone, falei, ah, tá bom, eu vou descansar. E tal, liguei pra equipe, falei, tô com burnout.
Aí eles falaram, mas e a Tatá? Eu falei, não posso desmarcar. Porque vai me dar mais burnout furar com as pessoas. Então eu...
Agora eu tô me sentindo culpada.
Eu vim, eu tô aqui, eu tô aqui pra mostrar.
Ela tava doida pra você desmarcar, pra ir dormir também.
Eu tava, entendeu? Eu podia ter feito isso.
Meu Deus!
Amiga, ele falou.
Era pra você estar descansando.
Falou pra mim, na minha cara.
Bom, gente, então é isso. Espero que vocês tenham gostado.
A gente fica por aqui hoje.
Não, mas todo mundo é um pouco burnout.
Você tá na beira de um burnout, acho que você tem que descansar um pouquinho.
Ah, na beira, não caiu ainda. Dá pra fazer o Pix.
Eu acho que dá! Dá pra pegar umas 3 publis ainda? Dá, dá, dá, dá.
Calma aí, isso foi semana passada?
Não, amiga, foi terça agora.
Ah, terça agora?
É.
Você trabalha bastante até domingo?
Aí espera a beira do burnout, entendeu?
Eu marquei, eu fiquei tão nervosa que daí eu fui pra JTV, fiz a foto, fui pra casa, entrei hotel, Fazenda São Paulo. Sim, arrasou! Busquei, aí achei um, falei, vou descansar horrores, né? Mas aí amanhã eu gravo Close até a noite, que a gente grava 3 programas por dia.
Ah, mas você pede também, né? Não, você pediu burnout, podia dividir em 2 dias.
Gente, 3 programas é pesado.
A gente também achou pesado, você com umas crianças no Eu com a outra gritando.
Mas olha aqui, escuta uma coisa. É uma energia que a gente coloca. É que também não sei o que a gente tem na cabeça, né.
Vocês estão falando o quê de mim? Ninguém tem moral, nenhuma pessoa aqui tem moral.
Gente, mas 3? A gente não fazia 3?
Teve dia que a gente fez 3.
Teve mesmo.
Eu vou fazer 3 amanhã.
Quanto tempo de gravação cada um?
Ai, umas 2 horas.
Não, mas é muita energia, Camila.
Eu sei, não precisa me avisar.
Você precisa, eu acho que você tem que ser avisada 20 vezes até você entender.
Eu não tô sabendo.
Como é que você faz pra recompor assim?
À noite, eu vou pra esse Hotel Fazenda.
Amanhã?
É!
Graças a Deus.
Não é legal? Aí eu vou descansar sábado. Quanto tempo? Não, vou voltar domingo, porque segunda eu já gravo. Mas eu acho que tirando 2 dias bem tirados...
Você vai conseguir ficar longe do celular sem trabalhar?
Não, eu super fico. Ele tá aqui por acaso. Isso foi a Débora.
Mas você não trabalha 24 horas no celular? Não. Imagina.
Eu não senti verdade.
Eu também não. Não senti. Tomara que não pegue celular lá, não pegue sinal.
Ai, eu tinha que ter visto isso no Google, né?
Mas quando você tá indo de viagem...
Qualquer outra perto de um presídio, né? Tem bloqueio. Deviam fazer isso, um resort ao lado de um presídio.
É verdade.
Porque pega o bloqueio.
É um bom empreendimento, é um bom empreendimento.
Você tá entendendo como funciona? Cabeça. Eu tenho mania de montar empreendimentos, por isso que eu fico cansada. Alguns não servem.
Faz uma lista.
Alguns viram projeto. Muito complicado.
Papo de louca.
Gente... Mas você tem pauta, né?
Vai. Eu tenho, eu tenho. Então, mas agora eu fiquei curiosa do resort, do hotel. Você vai sozinha?
Não, eu vou com meu marido. Ah, tá.
Você não vai com o filho?
Tem pra dois, né?
Ai, que bom!
Aumentar, né?
Que bom!
Ah, mas cansa também, né?
Meninas, você com 25 já me falando isso?
Ai, eu tô pensando na lua de mel que tá chegando. Nossa, eu vou voltar assada, certeza.
Gente, gente!
Mas eu acho que a lua de mel bota uma pressão muito forte, entendeu?
É verdade.
Pra quê, né, essa pressão toda?
E se você tem um dia na lua de mel já pra ver como vai ser lá na frente? Faz um teste.
É.
Um dia sim, um dia não, marca. Não dá. Não? Tem que ser todo dia?
Com ele dá divórcio, quase.
Ai, menina, eu acho que vai acontecer todo dia na lua de mel, hein?
Não, com certeza não. Mais de uma vez por dia, com certeza.
Mais de uma vez, com certeza. Ele, ó, você vai ter cistite. Você vai ter cistite. Eu tô nervosa já. Vou tentar ficar com descanso do meu burnout, vou ficar no Hotel Fazenda pensando se você levou o remédio da cistite, entendeu?
Só que eu acho que lá você não vai descansar muito não. Há 2 dias, quanto tempo de viagem de estrada?
Uma hora e meia. Muito pertinho.
Ah, mas não acho tão perto, porque são só 2 dias.
Não é mais perto do que eu achei que tinha vaga. Porque o povo vai muito descansar. Por isso que o Brasil tá desse jeito com as vacinas.
É um resort que pode criança ou não?
Não.
Só adulto?
Eu acho que é só adulto. Porque eu não sei, eu não perguntei, porque eu não vou levar.
Entendi.
Quer um descanso, né, gente?
Não, e é horrível os que têm criança quando você tá sem. Porque você fala, podia estar proporcionando isso, faça a criança feliz. É muito ruim. Eu concordo, verdade. Gente, mas eu espero que você consiga.
É mesmo? Tem banheira no quarto?
Tem banheira, eu peguei com banheira, eu gastei.
Faz massagem, eu amo massagem pra relaxar.
Eu nem faço massagem.
Pô, aí também, né, complica.
Porque a música é sempre aquela assim: Who can say when I'm not... E eu imagino enquanto ela tá me apertando, 7 formas que eu posso morrer sozinha, sabe? O pet me encontrando, eu morta no chão e ela lá fazendo a massagem. Eu detesto essas músicas assim.
Eu amo massagem.
Não, não suporto. E teve uma vez que eu fui fazer massagem com meu marido, sabe?
A maca do lado.
Aí é muito chato ser criativa, que eu pus a cara lá, só era uma moça em mim, uma moça no meu marido, e a maca dele ficava— quem é que eu imaginava ela assim em cima dele? Foi super nervoso, relacionado, eu super tensa assim falando, cara, ela arrasa, ela é muito boa. Foi muito difícil. Não, eu não nasci pra macaco.
Gente, deu só rir no meio da massagem. Nossa, eu tenho uma história. Uma vez eu fui fazer massagem na Itália e não perguntei o preço, porque o hotel era permuta. Aí eu falei assim, ah, gente, o hotel é permuta.
Vai incluir, né? Vai incluir a massagem.
Não, o pior é que eu falei assim... É que lá fora eles são muito assim, né? Aqui, se você vai fazer uma permuta, sei lá, eles te tratam super bem. Tipo, ah, pega tudo, vai ter as melhores experiências. E lá era o que tinha no negócio lá, é isso, isso e isso.
O cardápio.
O cardápio da permuta. Gente, vocês querem saber? Foi a mais cara da minha vida.
Quanto? Euros?
Chuta.
Era euro, né? Ai, amiga, a gente já faz o VD6.
Ah, 100 euros. Não quero saber.
Eu também não. Melhor não. Nossa, me bateu uma bad agora. Porque 100 euros... Vocês querem saber?
Juro, eu me arrependi tanto. E eu me arrependi de ter feito permuta. Eu falei, eu pensei, com esse valor eu não precisaria ter postado nada.
Nada!
Eu poderia pagar a estadia inteira e não ter uma massagem. Que valor? R$480. Juro por Deus.
E eu não vi, eu só vi depois que eu tinha feito.
Eu falei, ai, imagina.
Mas você já pensou colocar uma mais cara pra bancar o que você gastou? Não, não, tô brincando.
Vocês já caíram no golpe das pedras quentes? Que são muito quentes. Tinha pedras quentes. Gente, por que é tão quente?
Eu adoro.
Colocou aqui, eu tava assim... Cara, vai carne viva, carne viva. Eu sou muito constrangida de reclamar, não gosto de reclamar. Então eu vou aguentando. E quando eu ponho a cabeça naquele lugar, eu sinto a coriza vindo. É horrível, não dá pra respirar! E aí, vocês não têm franja. Porque a gente sai assim, igual um periquito.
Meu amor, eu tenho uma testa de 3 metros.
Minha testa sai marcada no meio.
Ai, horrível!
Demora... Só sai depois do banho.
A testa inteira no buraco da testa.
Só desamassa se toma banho. Senão fica amassada. Eu acordo no dia seguinte amassada.
Não, e aí você percebe que você tá realmente com retenção. Porque fica uma marca, amor. Parece a linha do Equador dividindo esse tamanho dessa testa, não tá entendendo?
Não cabe a testa inteira no buraco, né, amiga?
Não cabe. Não cabe, aí fica bem na testa.
Se eu vou fazer, eu faço drenagem. Que eu falo, se eu não relaxar, pelo menos tá drenando. Tem algum propósito, a massagem.
Nossa, mas enfim, eu saí de lá triste, tão triste. E eu não sabia o que falar. Quando eu olhei assim, pra eu assinar, eu falei, eu não sei se eu assino, se eu finjo que eu não entendi. O que eu faço aqui?
Que língua que era?
Olha o que não fez. Fala, não, mas eu não fiz massagem. Não, não!
Não me fia! Não me fia de mim!
Não pode! E é espanhol.
Então o italiano, ele migra pro espanhol muito rapidamente, entendeu? Pra mim também. Mas nada a ver, né?
Enfim, assinei, fiquei triste o resto do dia.
Mas é bom saber porque eu vou pra Ludmilla lá, né?
Então eu já vou estar imitando massagem.
Faz massagem.
Não vou fazer não. Ai, mas eu queria.
Gente, hein, pra quê? Pensa em mim.
Toda aquela...
Eu vou ter que dar o dia inteiro, não vou nem poder fazer massagem.
Não, vai fazer aonde? Na periquita pra relaxar? Não, não, não. Massagem tântrica, não é?
Não quero.
Ô, juro, eu fiquei o dia inteiro assim... Sabe quando você fica na cabeça? Não, mas tudo bem, é permuta.
Não, e aí você vê uma...
Não, mas tudo bem, eu não paguei.
Não, você vê uma bolsa e fala, se eu não tivesse feito a massagem, eu tava com essa bolsa.
Pior que é verdade em euro.
Tipo isso, né.
Dá pra comprar uma grife, uma bolsa de grife.
Dá, claro que dá.
Dá pra comprar uma pequenininha.
Nossa, não, agora a gente entrou numa nóia bem bad pra mim. Agora acabou.
Eu só assim...
Poderia ter voltado com uma bolsinha.
Podia.
Nossa, linda. Não, mas tudo bem, valeu a pena, foi ótima a experiência.
É, tá revigorada até agora dessa massagem, né. Muito.
Pra onde que você vai?
Eu não sei.
Ah, tá.
Eu sei que é Capri, aí vai pra Roma, é vários lugares.
Você é muito pão dura pra estar indo.
Mas não é que eu vou pagar, né, amor?
Você pagou. Ah, por isso.
Não é, eu não paguei.
Pensa numa pessoa pão dura.
Eu.
É mesmo?
E eu achava que eu era.
Não, eu sou muito mesmo, assim.
Ela é que às vezes esquece.
Eu não sou muito, mas é que eu não sou de comprar. Mas eu não sou pão dura, não.
Eu Eu compro muita coisa barata, aí eu compro, entendeu?
Mas você gasta com o quê? O que você investe?
Eu não faço nada pra mim, né. Por isso que eu tô com burnout. Entendi. Mas o que é... Realmente, acho que livro. Que é barato, né, não é tão caro. Quer dizer, já foi mais barato, né. Mas é isso.
Você tem muito espaço pra livro na sua casa?
Tenho, muito. E é tudo organizado, assim, por... né.
Mas te relaxa ler?
Muito!
Eu sei que tem tudo a ver com você. Mas assim, você vê hoje como uma profissão, claro. Mas você consegue ter esse momento, tipo, leitura como um hobby? Não como, tipo, criativo pra trabalho?
Nossa, totalmente!
Ai, que bom, né, que não perdeu isso.
Não, e eu gosto de ler ficção. Eu não sou pessoa que fica lendo coisa de marketing pra aprender. Autoajuda. Deus me livre. Eu só fico lendo ficção.
E como é que você faz pra conectar no livro e não ficar...
Ah, eu conecto muito.
Passando passarinho.
É o único momento em que eu tô realmente não pensando em nada.
Então leva livro?
Eu vou, eu sempre levo.
Ah, então pronto, o Bernardo leva embora rapidinho.
E eu tenho em todo lugar.
E você gosta do livro, livro mesmo, e não do Kindle?
Eu tenho os dois, mas como eu trabalho com isso também, eu recebo muito livro, né? As editoras acabam me mandando. Então eu acabo lendo mais livro físico do que no Kindle, mas eu tenho.
E você não desapega de livro assim? Como é que funciona isso?
Ah, tem uns que chegam lá, eu sei que eu não vou ler, eu deixo uns 3 dias pra não dar peso e dou. Tem um lugar que eu fiz a última doação, que eles revertem, eles vendem, né? Eles recolhem na sua casa. Em casa, vendem. E depois eles transformam em... Eles pegam a verba e compram comida pra pet.
Ai, que legal!
Depois eu pego aqui.
Eu quero esse contato, porque eu tenho muito livro pra doar também.
É só você separar, aí você manda mensagem pra eles. Eles passam na sua casa, retiram. Aí eles têm um espaço que vende. E toda a renda é revertida pra causa animal.
Eu doei muito também, livro. A Tata sabe, eu faço limpa a cada, tipo, 2 meses de roupa, tudo pra doar. E livro, eu não sabia que eu tinha tanto!
A gente recebe muito livro, né?
E tem uns que eu sei que eu não vou ler, tipo, não é meu perfil. Aí eu não vou forçar também.
É, então bati o olho, eu vejo que eu não vou ler, eu já descarto. Mas eu tenho uma coisa que eu ganho bastante, mas eu tenho uma loucura em comprar. Eu adoro, é a única coisa que eu saio pra comprar, que eu gosto de comprar, que eu falo, que louca, pra que que tá comprando? Eu não vou ter tempo de ler tudo que eu tenho.
Não, acho que vai.
Será?
Vai.
Com esse burnout, não sei, né?
Só trabalho.
De repente vai ter que, vai ser o que vai me tirar do buraco, né?
Exatamente.
Mas assim, a gente espera. Porque a gente não quer se sentir responsável.
Se eu emburacar mesmo, vocês vão me visitar?
Então a gente vai. E eu te levo um livro?
É, só levar livro, eu sou super barata. Imagina eu falar, eu quero uma bolsa, eu quero uma massagem com pedras. Não.
Eu faço junto.
Mas um spa ia... Ai, que delícia!
Não, eu não gosto, ai.
E sauna, hein? Vocês gostam de sauna?
Odeio sauna.
Eu odeio sauna. Ai, eu fico meio achando que eu vou ter pânico.
Eu fico achando que eu tô sem ar.
Eu também, eu também.
Uma vez só, não vou ter.
Eu acho que sauna não é normal, gente. Não sei quem inventou, mas tem certeza que pode? Porque é um negócio que tem que estar pensando.
E qual que vocês acham que é a pior? Todas. Seca ou a úmida?
Nunca consegui ver diferença, pra mim todas são horríveis.
Não, eu acho que a seca é pior.
Não, na úmida eu achei que eu ia morrer. E eu ficava cheirando uma toalha gelada, assim. Eu botei no rosto, eu falei, meu Deus do céu, eu vou morrer.
E você já percebeu se você levanta ou se você abaixa, nenhum fica bom? É sempre ruim.
Gente, eu ganhei há um tempo, eu ganhei da minha irmã também. Eu tava, acho que à beira do burnout. E ela me deu de aniversário o spa. Quem disse que eu conseguia, né? Demorei um século pra conseguir.
Aí é um saco que vira uma obrigação, é mais um... Negócio pro burnout, tem um compromisso.
Não, mas era um spa muito chique. Falei, vou tirar o dia pra mim. Cheguei lá, aí era a primeira sauna. Eu fiquei desesperada, eu falei, o que é isso, gente? Será que é uma pegadinha?
Ai, imagina isso.
E ela me colocou no meio, eu não sei, comecei a ficar desesperada. E aí, a mulher fechou a porta e a porta não abria, não tinha ninguém. Eu ia na janelinha, não tinha ninguém. E eu fazia assim.
Ah, eu já ia pensar várias coisas. Vão matar eu.
Não, tudo eu acho.
Não, vocês não sabem como era. Eu não vou falar o nome, mas... Mas é assim, ó, você entra, imagina, uma sala super escura com uma pedra linda, chique, aquelas escuras. E aí a sauna úmida, tá? E aí você tem uma porta assim com um quadradão branco, tudo branco, e uma claraboia em cima que só entrava aquela luz no meio de uma cama.
É teu fim!
Não, é o teu fim.
Amiga, era a mesma, era tipo assim uma sauna com duas salas. E aí, do lado ficava um barulho de um chuveiro ligado, meio que uma cachoeira, e só uma cama de concreto no meio.
Nunca! Imagina!
Vou pegar a faca e vou fazer assim. Lógico! Eu ia no negócio, eu ia na sala branca, falava, gente, não tem ninguém. E não tinha uma saída. E eu ia na porta de madeira fechada, que não tinha como abrir. E aí eu fiquei assim, muito com vergonha, tipo, abri a moça e falei, moça, já acabou? Ou, moça, quanto tempo?
E ela é igual você, ela não consegue Tipo, reclamar, falar, não, eu também não. Eu, zero!
E aí, eu comecei assim...
Vocês me viram no podcast errado? Eu fui, eu fiquei 40 minutos.
E vou te falar, muita gente, assim como eu, assistiu pra ver a sua cara depois, sabendo que tava errado.
E foi aqui, né, que você falou, ui! Você viu que eu tentei te alertar?
Você foi a única.
Eu fui a única. Eu sou amiga de verdade. Eu falei assim, esse horário? Tem certeza?
Você falou?
Amiga, falei.
Eu sei que foi aqui, mas eu não lembro.
Ai, eu falei, sexta eu vou estar lá.
E era pra você ter pesquisado. Dado uma questionada?
Não, eu tava corrida.
Sempre? É o burnout.
Sempre corrida.
Desde lá?
Desde lá.
Tem uma coisa que a gente não falou nessas vezes que você veio aqui, que é sobre as nóias. Se tem alguma nóia nova dos 40.
Aí eu tava com essa nóia da perimenopausa, porque fica um... Você tem que ler sinais, né? Então assim, você tá sentindo calor, você tá tendo coceira dentro do ouvido, seu olho tá seco. Só que só de falarem, seu ouvido tá coçando, você sentiu seu olho seco e você tá com calor. Então assim, se tão me avisando dos sinais, eu já tô fabricando eles. É verdade, entendeu? Como é que eu vou saber que é? E aí fala assim, ah, é pela menstruação.
Eu não menstruo mais por conta do útero, porque eu tirei o útero, tive endometriose. Então eu acho que eu nunca vou saber.
Mas teus hormônios estavam normais, ele falou?
Você não sabe, eu tô impecável. Até vitamina D, que ninguém que mora em São Paulo tá bem, eu tô bem.
Você não toma vitamina D?
Eu não tomo, eu faço tudo a pé no bairro. Eu sou essa senhora que tá andando assim, ó, fazendo as coisas, andando assim, sou eu.
Nossa, eu tomo tudo, gente.
Eu não tomo nada, nenhum suplemento, nada, nada.
Ah, mas que bom, você tá ótima.
É porque eu sou saudável sozinha, né? Porque não posso, ai, não posso me animar, não posso usar coisa. Porque se eu já sou noiada caretinha, imagina se a gente soma substância, né?
Entendi.
A única substância que eu somei foi testosterona. Amei, mas só. Nenhuma outra substância nunca na vida. E álcool, às vezes.
Eu não bebo.
Não, não recomendo também. Eu peguei ranço agora. Foi beber na minha despedida, me arrependi horrores. Não bebo nunca mais, eu tô falando sério. Não, eu falei, mulher, hospital. Eu não lembrava mais, porque nunca mais eu bebi. Tipo, fazia muitos anos que eu não bebia. Eu falei, pode levar, eu tô morrendo, eu tenho Eu sei que não é bebida, eu tô morrendo.
E a ressaca de... Não é a ressaca da bebida. Porque eu tenho um tipo de ressaca que é sem beber. Que é a ressaca de falar demais.
Péssima! A moral é pior. Quando você acorda e pensa, por que eu fiz isso?
Eu não bebo, eu tenho essa toda semana. Eu fico, ai, por que eu falei aquilo pra Tatá?
Nossa, essa é a pior de todas!
Muito ruim essa ressaca.
É a pior de todas.
Eu tenho isso também, eu sou muito... E nossa... A minha psicóloga, toda vez que eu falo isso, ela: Guarda as coisas pra você. Dá uma segurada, não fala tanto.
Inconsciente.
Você tá fazendo uma vez por semana?
Tô. Agora fiquei 25 dias sem fazer.
Ixi!
E quando eles tiram férias? Que isso?
Os terapeutas? Eles não tiram, né? A minha tira!
Eu fico indignada! Como é que pode tirar férias? Falar: Ai, vou tirar férias.
Não vai! Gente, a minha acho que nunca tirou.
A minha tirou agora, é verdade.
Cuidado! Não, mas ela tirou, sim. Ela...
Ela não quer ir no parto comigo.
É melhor chamar ela.
E eu fiquei todo tempo sem fazer. Aí depois eu mandei mensagem, falei, eu não queria te atrapalhar no seu pós-parto, mas quando é que você volta? Fiquei um tempo sem fazer.
Nossa, muito difícil. Eu jamais seria médica. Nem veterinária. Porque eu tenho muito pet. Então eu faço FaceTime com a minha veterinária o tempo todo. A vida dela é um inferno por me ter na vida.
Quantos pets você tem?
6.
Cachorro, gato.
4 gatos e 2 cachorros. Passou, eu pego, né.
Entendi.
E faço lar temporário.
Que nunca sai. Que daí fica lá.
Que nunca acha alguém pra adotar.
É. Aí, o último que eu peguei, eu vi um vídeo no Instagram super triste. Que era aquelas... Música mexe muito comigo, vocês já devem ter notado. Aí começou: Tã, tã, tã-nã-nã-nã-nã-nã-nã-nã. Não, ele foi devolvido da ONG, ficou com a família apenas uma semana. Eu no café da manhã assim, amor, vou pegar. Aí ele desesperado, não, não chora. Eu falo, cara, a vida não é justa, os animais são perfeitos. Aí ele falou, você quer que eu vá buscar?
Eu falei, vai agora.
Aí ele foi, era em Cotia, voltou. Eu não tive noção do tamanho porque filmavam ele sem contexto. Ele é um pônei e eu moro em apartamento. Ele tá lá, tá?
Ele, por que que ele foi rejeitado?
Ele tem algum traço? Eles têm razão, ele comeu toda a minha lavanderia. Meu Deus do céu, toda!
Leva ele para o Deu Fazendo, pelo amor de Deus!
Eu tô esperando ele terminar de destruir, vir a maturidade, e aí eu reformo com calma, tranquila.
Mas ele foi bem acolhido, pensa.
Ele foi super, a vida dele é ótima.
E agora ele tá felizão, ele tá muito bem.
Ou são sinais de burnout canino?
Não, ele não tem, não tem, não, ele tá muito bem. Para você tá mal, todos à sua volta tão bem, entendeu? Esse é o propósito, princípio da coisa, é quando um tá mal, geral em volta tá bem, né?
Por que você acha isso?
Por que será, né? Você tá fazendo tudo por todos.
É você, amiga?
O quê?
Olha, você viu que ela foi?
Sempre tem várias coisas que as pessoas falam aqui que eu sinto que é ela. Várias coisas.
Por que que é?
Porque ela tá falando de burnout. É você, amiga? Você também tá precisando, ó.
Vamos lá pro hotel.
Eu acho que eu tô querendo.
Ah, ela precisa, ela é pra gente.
A gente não pode conversar que a gente vai montar um projeto, só assim.
A gente vai sair de lá com 3 empresas.
Eu não posso. A gente vai falar uma coisa pequena, uma lojinha de moletom. A gente vai começar.
Não, já põe um óculos.
Aí do nada a gente fornece. O tecedor não entregou! Gente nervosa. Deu problema na tecelagem.
Agora você, que fase que você tá, assim, de projetos? Porque eu sei que você está envolvida em vários. Mas como apresentadora, como personalidade. Tem algum outro diferente disso?
Não, tem o Noia, que sai toda segunda e quinta. Que é o bonitinho, não paro, vai que vai. Faz quase 8 anos agora. Aí o Camisa 24, que a gente volta ano que vem, né, pra falar de Copa Feminina e tal.
Gente, foi muito legal. A gente quer muito entrar nesse assunto.
Foi o máximo. Aí o Close, que a gente tá terminando de gravar essa... Eu acho que é a terceira ou a quarta temporada.
E aí vocês gravam tudo?
A gente grava tudo e solta.
E solta.
É. E aí eu vou fazer o Noia na Europa, né. Chique, muito chique.
Vou fazer a massagem lá no lugar dela.
Gente, não vai dar tempo, porque eu não gosto de ficar muito tempo fora de casa. Por conta dos pets também. Eu me sinto muito julgada por eles, tá?
Então, sabe que eles não têm noção de tempo, né?
Ai, amiga, para mim todas essas notícias que saem é só para convencer a gente a adotar mais. Mas eu acho que eles têm. Quando a pessoa fala assim, ai, o gato não sente, ele fica bem sozinho, eu não consigo.
Eu tenho câmera que fala, mas a gente sente, né?
Também eu fico arrasada. Daí eu botei uma cidade por dia, assim, direto. Então eu faço Londres, Dublin, Barcelona, Amsterdã, Paris.
Tipo, uma depois a psicóloga sofre mesmo.
Lisboa, Porto.
Liga pro seu médico. É. Quando é que vai sair isso aí?
Depois do Topway. Vai ser setembro.
Só 2 dias de fazenda, depois setembro já... Não.
2 dias de fazenda.
Muito pouco, né? Não, não pode ser.
Parece que eu vou pra fazenda, né?
Calma aí, calma.
É verdade?
Não, não. E é bem na minha casa.
É agora, não é bem agora?
É, imagina. Me confirmam pra essa. E eu não querendo dizer não, vou estressadíssima na fazenda dando comida, cuidando dos bichos, cuidando de vaca, brigando, cuspindo uns outros, sacou? Dando uma—
calma, calma, calma. A gente precisa rever essa sua logística, não vai dar. Quem aprovou?
Eu, né?
Não vai dar. Eu acho que você precisa de alguém pra aprovar as suas aprovações. Isso!
E você já quer pegar esse job? Cansada, cansada, estressada, com criança. Já tá querendo.
Gente, mas olha aqui, não vai ter como.
Você tem moral?
Não.
Não tem? Fica na sua.
Ah, mas eu tenho agora. 25 dias eu fiquei viajando.
Não, amiga, não.
Amiga, com duas crianças.
A gente trabalhou, fez várias reuniões, um monte de coisa.
Você... Ah, é verdade.
Eu não quero.
Só essas crianças gritarem.
Não, liberando TV sem parar pra conseguir fazer FaceTime. Sim. Não, eu sei, eu vivo isso.
Gente, como é que é a volta das férias agora? Eles chegarem em casa, a gente quer assistir ou não?
Você não pagaria o dobro pra eles terem aula em julho?
Mas tem, é bem o dobro mesmo, a colônia de férias.
É mesmo, é bem o dobro. Mas não é, o meu é uma semana e meio período. Aí me dá mais trabalho, que eu tenho que levar logo, daqui a pouco almoço tem que buscar. É, nem ponho.
Não, na escola deles tem o mês todo.
Meus nem vão pra escola ainda.
Os seus ficam direto, né?
Ainda não vai pra escola, pequenininho ainda.
Nossa, gente, mas eu tô bem apegada com essa sua logística de um dia. Porque como é que vai de Dublin pra Barcelona, gente?
Não, tenho de avião, amiga. Tudo avião.
É, sim, mas aí você não curte nenhum lugar.
Não.
Podia ter um dia de intervalo pra pelo menos ter um almoço, sabe?
Eu vou ter o dia 24. Eu faço 19, 20, 21, 22, 23, paro 24, faço 25, 26, 27.
Não, mas que bom que tem. Nossa, essa pausa vai ser muito importante.
Eu pensei para fazer fono a hora que perde a voz. Eu marquei uma pausa para fazer um fono, uma fono. Aí faz online, assopa o canudo, aquelas coisas, volta a voz.
E você vai fazer sozinha?
Então não, vão ter convidados, né? Então tem gente que vai estar lá, né, por lá. Então vai fazer comigo, vai ter gente que eu levo daqui. Mas é que eu ainda não divulguei.
Ai, que legal!
Vai ser muito massa.
Nossa, é muito chique, achei.
É legal, né? Muito legal, dá uma vibe. Eu já tinha feito Brasil, né. Já tinha feito um monte de cidade. Aí chegou essa produtora, que chama Vira Lata. Que eles fazem vários lá na Europa, fazendo stand-up e tal. E aí eu fechei pra fazer do Noia.
Que demais, parabéns!
Muito legal, muito massa.
E é a primeira vez que você tá fazendo lá? É, gente, muito, muito surreal, né? Você imaginou?
Nunca na vida. Eu já achava surreal chegar, sei lá, em Fortaleza e tá lotado, Curitiba tá lotado. Você fala, nossa, é verdade, tem gente, né?
É muito maluco, é muito doido essa, essa, quando você tem a noção do material, quando você materializa o número, né? Você fala tantos milhões, gente, quantos estádios? Isso, você consegue colocar essa galera?
Isso é tão maluco, né?
Muito.
E aí você conversar Porque às vezes, no final, ficam umas pessoas esperando, né, quando acaba. E aí, a pessoa vem falar com você e você meio reconhece ela, sabe? Do avatar. Tipo, eu falo com você, eu sei quem é você. Isso é muito maluco, a pessoa começa a existir.
Você já divulgou o link pra comprar os ingressos ou não?
Já, tá tudo lá na minha bio do Instagram.
Gente, tá na bio, vai lá! Você aí de... Fala a cidade, os lugares.
Todas, nossa, agora vou ter que lembrar, hein.
Londres, Dublin, Barcelona, Berlim, Amsterdã. Porto, Lisboa e Paris.
Nossa, lembrou!
8 com burnout. Pois é, amor.
Imagina 100. Imagina 100, você não sabe.
Isso a gente não lembra não, precisa de TP. Não lembro.
Você tá pior que eu?
Com certeza.
Liga para o meu médico.
É porque você ainda lembra.
Eu acho que ele diagnosticou errado e que eu sou formada em Grey's Anatomy.
Eu não fiz essa faculdade.
Pois é, essa faculdade foi ótima. Eu acho que não é burnout, tá?
Não, eu acho que o que te salva são os livros mesmo. É, toda noite eu dou uma parada, eu leio para caramba mesmo assim.
Então eu acho que é isso que salva de verdade, que você ainda consegue ter memória, entendeu?
Porque isso, né, repertório, mas eu, vocabulário. Ano passado eu tava pior de livro, eu li bem menos do que eu costumo ler, e eu notei assim que tava muito difícil manter a concentração porque a gente fica muito viciado no telefone, né?
Mas eu ia te perguntar isso, tirando o trabalho Você, Camila, tipo, com seu marido, com seu filho, com a sua família, você é uma pessoa muito acelerada, muito ansiosa? Ou você, tipo, é calma?
Não, não sou ansiosa nem acelerada.
Ah, então tem isso também, amiga, entendeu? Tipo, acho que ela como pessoa deve ser mais tranquila.
Não, eu sou super quieta. É então? E você me põe num canto.
Como você é ascendente?
Capricórnio, eu só quero trabalhar.
Ah, entendi.
É o meu também.
Adoro trabalhar. Acho dinheiro super, super legal de ganhar. Gosto muito.
A gente entende.
Você que tem marca com dinheiro, vem. O que que você acha, hein?
Um bom dinheiro.
Eu, você e sua marca ganhando horrores lá no meu Instagram. Vamos lá.
Muito bom.
Vamos, gente.
Eu não tenho a menor dúvida.
Ela com burnout diagnosticado.
Você, de todos esses projetos, você participa dos roteiros? Ainda?
Então, o Noia tem uma roteirista fixa, que é a Mari Faria. E aí ela me manda, eu dou uma olhada, mexo uma coisa ou outra. Mas o Noia, ele tem tanto tempo já que ele sabe quando uma máquina que funciona já vai andando, né?
A vibe, já tem tipo o fluxo, né?
Ele vai sozinho. Mas o que mais demanda mesmo são esses projetos paralelos que a gente vai inventando para conseguir arrumar problema pra gente mesmo.
E a sua rotina de gravação de publicidade, de produção de conteúdo, você consegue ter uns dias fixos assim?
Não, nada meu é fixo. Porque o nome é Nada Meu É Fixo, tudo depende do... Sou super metódica. E até porque como em casa são crianças satélites, né? Elas saem de uma casa, vão pra outra, porque Eu sou casada e eu sou madrasta da Luísa e mãe do Arthur. Então a Luísa vai pra casa da mãe, o Arthur vai pra casa do pai. Nem isso... É criança satélite. É criança satélite. Nem isso é fixo. Porque como o pai dele é muito meu amigo, meu vizinho, mora super perto, é meio assim, como é que você tá hoje? Entendeu? Então não é que é uma semana com uma semana...
Como é isso pra eles, assim, pras crianças?
Então, a Luísa é mais, né? Porque não é... Não tá... No meu controle. Mas o Arthur, eu acho que como eu separei do pai dele, eu tinha 1 ano e eu casei com o Andréli. Eu tinha 1 ano? Não, ele tinha 1 ano. E eu casei com o Andréli, tinha 2. Pra ele sempre foi essa estrutura, né, de morar com a mãe e com o padrasto e ter a casa do pai, né, e ter madrasta. Então ele sempre achou muito normal. E como a gente, sei lá, viaja junto, todos nós. A gente tem essa convivência muito intensa, ele não sente tanto, sabe?
É uma gracinha.
É o normal dele, né?
É, pra ele é o normal. Esses dias até ele me falou...
E também, por que não seria o normal? É muito doido, né? Qual é o normal?
Qual é o normal? É a realidade dele. Aí esses dias ele me falou, ai, mamãe, eu fico muito triste por você. Eu falei, por quê, filho? Ele, porque você não tem padrasto. Awww, que bonitinho! Então pra ele é super legal, sabe? É super fofo.
É um segundo pai, né?
É, super.
Gente, aquele vídeo que você postou, dele respondendo, que você tava na cozinha.
Ah, eu posto vários, mas teve um que ele falou por que não me chamavam pra trabalhar na Copa. E eu falei porque não chamam menina, tem mais menina. Eles acham que futebol é coisa de menina. Não, você vai falar assim. Eu acho muito bom que ele manda, né, como é que eu tenho que falar. Eu fiz esse. Aí tem ele respondendo meus haters.
Muito bom. Esse eu acho que eu não vi.
E você lê pra ele e fala o que você acha?
Eu falei, filho, olha o que falaram. Aí ele fez, ahn? Aí eu falo, arrumaram mais um programa pra essa chata da Camila. Aí ele fala, você vai falar... Não. Você vai falar que o seu filho mandou falar pra ela?
Sabe?
Ele vai formulando assim. Que ela é uma chata do caramba!
Me poupe, que é minha mãe!
Super xingamento, assim. Uma chata do caramba!
E quando vocês estão nos lugares e pedem pra tirar foto com você, como que ele lida?
Agora ele sabe, mas no começo vinham falar comigo, ah, posso tirar uma foto? Ele falava assim, nossa, quantas amigas você tem! Aí ele achava que eram amigas. Aí teve aquilo que ele descobriu da vovó Rita.
Ah, é muito bom, da Galinha Pitadinha.
Da Galinha Pitadinha e tal. E daí ele entendeu o meu trabalho da internet. Daí ele fala que a mamãe também é famosa. Daí eu sempre falo, mas não é famosa igual a vovó Rita. Daí, esses dias, a gente saiu de casa e, sei lá, umas 3 pessoas me pararam. Aí ele falou pra mim, falou, mãe, eu acho que tá aumentando.
Tá chegando lá.
É muito engraçado, assim.
Gente, são uns comentários muito bons.
A gente indo pro aeroporto um dia, ele fala no carro, assim, quem acha que a mamãe vai encontrar fãs?
Ai, que fofo! Ai, gente! Mas se pedem pra tirar com ele, ele não...
Ele é super aparecido.
Então, ele não liga? Gosta? Ele adora, ele aparece.
Eu preciso segurar em casa quando é dia de gravar publicidade. Às vezes ele chega da escola, ainda tô gravando. E eu tenho que mentir que ele tá participando da publicidade.
Já passei por isso.
Porque ele acha o máximo. Aí eu vou fazer os ao vivo, ele vai, ele entra no palco, eu tenho que mandar tirar.
Bonitinho, né. Nasceu pra isso.
Mas que bom que ele vê a sua profissão como algo feliz, né. Claro, nós adultos sabemos o ônus da coisa. Mas é bom. Porque dá um medo, né, deles verem como algo muito pesado, muito negativo. Porque tem a parte difícil da exposição, né, da privacidade e tudo mais. Mas é bom que ele consegue ver você feliz, que você é feliz mesmo.
Não, ele é super... Acho bonitinho, porque eu vejo que ele é orgulhoso das coisas que eu faço, sabe? Ele fala, o seu podcast é um dos melhores, né, mãe?
Sabe?
Ele fala umas coisas assim.
Não, eu sinto isso das crianças também. Mas eles são muito... Ai, de novo você vai tirar foto? Tipo, anda, menino. Você vai parar de novo? E aí, a Bia fica assim, de novo? Vamos. A gente não tava indo lá no brinquedo? Por que você parou? E aí... E o Caio? Gente, a Lua tá na fase do cocô, xixi, pum, tudo é cocô.
Quero cagar, ela fala. Gente, cocô eles acham o máximo falar, é a coisa mais engraçada deles.
Cocô, cagar, pum.
Só que agora ele, ele, seu cara de cocô, né?
E ri.
Só que ele fala para as pessoas na rua, fala o quê? Só feia, feia, cara de cocô, cocôzilda.
Não, a Lua não faz isso não, a Lua não faz isso não.
E eu não sei o que eu faço, e eu caio. Não pode, não Não pode. É cara de cocôzinho assim, feia, feia. Gente, tudo é feia, tudo é feia. Vocês estão entendendo? Encontrei a Evelyn, Evelyn Hegley.
Sei, maravilhosa.
E ela tem a Lana, que tem exatamente a mesma idade do Caio. E aí eu assim, amiga, eu não sei o que fazer. Eles estão, os dois estão se pegando no pau de um jeito que eu não sei mais como separar as brigas, porque agora é chute, soco, é pegar cabelo, é arrancar tufo de cabelo, tá virando uma coisa muito séria.
Que idade que eles estão?
Caio tem 3 e a Bia tem 6.
Ai, é.
Aí ela falou assim, amiga, aqui tá igual, você não tá entendendo. Aí eu, oi, Alana. E a Alana, não. E eu, é igual o Caio, meu Deus, é igual! Falei, vamos apresentar o Caio.
Mas não dá um alívio quando você vê que tem?
Não é só você, né?
Não é só você, uma delícia.
Eu juro que eu falei, meu Deus, obrigada, que eu não sei o que eu faço. Falei, o que faz? Ela falou, também não sei, se você soubesse, me conta. Aí eu apresentei o Caio, eu cheguei com o Caio. Eu, Caio, essa aqui é a Alana. Ele: não, feia! Aí ela: não quero, feio! Ficou os dois. E eu: vamos tirar os dois daqui, eu vou pra lá, vou pra lá. Eu: tchau, depois a gente se vê. Não dá, não dá, gente, essa fase.
Amiga, mas eu deixo abrindo, que eles querem, mas não querem.
Vão explodir, eu não sei.
Sai da sala, deixa eles lá. Não, feia, não sei o quê. Aí daqui a pouco tá já—
eu não sei, mas aí que vira uma agressão física, entendeu? E não dá. Evolui, evolui. Aí eu preciso intervir.
E aí não, o Arthur sempre foi muito calmo.
É, os meus também. Eu não cheguei ainda a passar por isso aqui também.
Aí o meu tá com 8 já, é um adulto, me dá conselho. Ele tem um senso de direção tão melhor que o meu, que eu vou, sei lá, tô no shopping, eu entro no banheiro, eu volto para o lugar que eu tava andando, sabe? Eu viro para o lado que eu já olhei a vitrine, eu não tenho noção. E várias vezes a gente vai para uma cidadezinha no interior esses dias eu tenho família, né? Aí eu parei o carro na rua, aí a gente na pracinha tem o Coreto, fui tomar um sorvete com ele, falei, cadê o carro? Ele falou, mamãe, tá vira ali, tá lá atrás. Ele tem senso de direção, chocada!
É um equilíbrio, porque ele sabe o que que você precisa, entendeu?
Assim como você sabe o que precisa. Não, eu acho que o filho vem sabendo a mãe que tem. Fala, olha, não pode dar muito nesse quesito.
Sim, minha filha é extremamente organizada, ela organiza meu quarto. Ela organiza minhas coisas.
O Ravi também é. A Lua não, nem um pouco.
É, o Arthur é super. Às vezes é amiguinho brincar com ele, eu fico até com pena porque eu acho que ele é um pouco demais. Ele chega para mim e fala assim, mãe, ele tá desarrumando tudo. Falei, filho, brinca, depois a gente arruma. Você vai me ajudar? Preocupado já, preocupado que o quarto tá uma zona, juro.
Ele vai junto na tour da Europa?
Europa? Não dá, ele vai estar na escola, né? E eu nunca fiquei tanto tempo longe.
Você vai ficar quanto tempo além desses? Vai ter o dia da viagem, pelo menos, ou você não vai chegar já no mesmo dia fazendo?
Não, não chego no mesmo dia fazendo.
Então dá, nossa, ufa! Nossa, que bom!
Ó, o mínimo! Olha, nossa, lá como descansa, como se preserva! Mas eu fico 12 dias, eu nunca fiquei 12.
Caraca, é bastante!
Eu sou muito grudada.
E vai ser em setembro. É, até lá você tem.
Eu queria que ele fosse. Vamos ver se eu peço para minha mãe levar ele no meio, sabe?
E não dá para faltar 12 dias.
Não, para mim dá, mas na escola, o que o pai falou, o pai tem razão, o pai é ajuizado, né? Ele falou, mas você vai trabalhar igual uma louca, como é que você vai dar conta?
É verdade, ele tem razão.
Ele é melhor que você, amiga.
Ele tem razão, tá vendo como você é sensível?
Já também ia falar sobre isso.
Eu tô achando também, é verdade, me desculpa. Desculpa, errei.
Mas você sabe, né? Ela tinha férias, ela parou o pódio todo, fez gaveta, desprogramou a equipe inteira programada pra férias dela. 25 dias com duas crianças e ela. Não, não é férias, férias. Tipo assim, pelo menos a mãe, pra ter rede de apoio. Ou a babá, entendeu? Não, tipo, aí não é... É muito bom.
Eu nunca tomei, sabia?
Mas é maravilhoso, gente. Mas tomem com receita.
Mas eu cogitei ir lá numa emergência e falar: I need Rivotril.
Sei. E quando a gente acorda, fala assim, ó: chega!
Não, mas não ia dar bom, porque dá muito sono. Você tem que acordar pra cuidar das crianças, uai.
Não tem como não dar.
Não, uma gotinha só não dá um...
É que depende. Em mim, uma gotinha já não faz mais efeito.
Não, eu nunca tomei. Eu acho que ia dar duas.
Eu acho que em mim...
Mas tem que ter receita.
Ia ser uma loucura. Eu tomo um negócio pra dor de cabeça, eu já acho que bateu. Tô super fraca, não posso nada.
Então, é porque como eu nunca tomo nada... Eu acho que se eu tomar assim...
A minha nunca tomo nada. Então... Eu tenho medo de antibiótico. O médico fala, ai, é porque antibiótico... Não façam isso que eu vou falar, é super errado. Eu sou uma pessoa falha. Mas eles falam assim, ai, toma 14 dias. Eu falo, eu sou tão magrinha, pequenininha, não tomo nada. Vou tomar 10, sabe? Eu tento dar uma... E funciona, pra mim tá indo.
Entendi, tá indo. Você está bem.
Tirando uma dor. Eu vou criando a minha dosagem. Tá ótima, tá ótima.
Tudo bem?
Fora dos stories, como é que você tá?
Como é que tá?
Bem?
Tá ótima, viu? Agora, sobre a pauta das nóias, vamos lá. Aí vamos voltar para a pauta dos 40. Isso dessa perimenopausa que você não está, não. E você acha que gera uma ansiedade de tipo Tipo, quero ter uma resposta pra... Achei que era isso.
Você fica o tempo inteiro em alerta. E aí, o que acontece? Tem um algoritmo. Aí ele começa a te entregar coisas. Gente, eu acho muito bizarro.
E eles estão ouvindo a gente, né?
Ele tá o tempo inteiro. Desculpa que agora vocês vão se diagnosticar com a perimenopausa.
E eu tô achando que ele tá começando a ler o que a gente escreve. Porque às vezes eu não falo as coisas, eu sei lá, converso no WhatsApp. E aí começa a aparecer.
Isso é muita invasão de privacidade, gente.
É muito, é muito.
É terrível. É muita invasão. Mas a gente depende disso.
E aí você fica só lendo aquilo. Ah, tô com isso.
Não, e aí você vai passando e vai tendo novos que você nem sabe se é um médico de verdade, se é um IA com uma coisa que inventaram.
Eu virei a tia que cai no IA também.
Ai, eu caí naquele que foi o mais lindo, que era— Não, o canguru segurando o ticket do suporte emocional. Que é um canguru Fala, esse foi um dos primeiros assim que bombou. É uma mulher tentando embarcar com o canguru de suporte emocional e o canguru tá de mochila segurando o bilhete dele. Eu achei que era verdade, amiga, juro. É muito lindo, você tem que achar depois.
Eu vou achar, quero ver.
É muito bonitinho porque daí você fica assim, é de suporte emocional dela, cara, que coisa com bicho me pega diferente.
Tá, entendi. É porque teve um agora, do bebezinho.
Qual que é?
Que enxerga. Não tem? Vocês viram esse?
Eu vi o quê? O cachorro?
Eu vi, que colocam um negócio no ouvido.
Não, dá pra ver que é IA, gente.
É IA.
Ai, é?
Tudo que tem um blur muito forte na imagem, provavelmente é IA.
E aquele que é o cachorro que escolhe o próprio dono também é o IA? Esse é IA?
Aquele também é IA?
É um círculo, um monte de gente em cadeira. E aí tem o cachorro que escolhe a IA.
Não é?
Ah, não tô acreditando nisso, gente. Não tá.
Fizeram depois de verdade, mas o primeiro era IA.
Meu, mas um dos motivos de eu parar de expor os meus filhos foi por conta da IA.
Eu super postava o Arthur pra caramba, tudo e tal.
Agora eu já não posto nada, assim, é uma foto ou outra que eu vou usar, né? Não dá pra saber também.
É porque as pessoas são muito maldosas e a gente não sabe, não existe limite, gente, não existe lei, não existe regra, não existe nenhum, não existe nenhum limite.
Eu parei total também.
Então eu tenho muito medo de alimentar isso, sabe? E a gente sabe o quanto a internet é muito perigoso, é horrível.
E a gente tá descobrindo tudo, né? Como é que vai virar, como é que vai ser.
A gente no fundo não sabe, não sabe como vai ser a época deles, tipo adolescência, como que vai ser normal, né?
Tipo, é. E eu já tenho, né, uma adolescente em casa. Luísa tem, então faz 16 agora em agosto. É uma super adolescente.
Meu Deus, já tá tirando foto assim?
Já passou essa fase.
Passou.
Agora ela quase não posta.
E sua foto agora é só na horizontal, né?
É, e também é de costas, longe, não tem muito foto dela assim. E é super... Cool. Preservada, sabe? Tudo assim, nada...
Essa geração é mais consciente, né?
Ah, porque também viram a gente se ferrando até, né?
Acho que ela deve ver seu corpo...
O povo tá preocupado com eles, acho que a preocupação foi nós, né? Acho que a gente foi tudo errado. Agora tá melhorando, eu acho, não sei.
É, eu acho, espero que sim, né?
O que essa geração te ensina, assim, tendo uma adolescente em casa?
O que você aprende? Então, isso que é muito doido você sacar, né? Porque eu pensava assim, ah, eu fui adolescente, então vou saber exatamente o que ela tá passando. E não. Então, toda experiência que você viveu na sua adolescência é praticamente nula, porque não é, não tem nada da mesma realidade. Não tem, para mim, por exemplo, não tem nada. Não tem o mesmo recorte social, não tem, sabe? Não tem mais internet, né? É, não tinha.
Eu era, eu fui ter celular, eu já era maior de idade, entende? É um outro rolê. Então você fica nessa coisa do eu vou saber o que falar, aí eu vou, e daí você não sabe. E eu acho que a chave de você conviver com adolescente é você realmente ouvir. Não é você achar que porque você passou por tudo isso você sabe o que tá acontecendo. Você não sabe. Você tem que ter essa humildade de falar, eu não sei o que tá rolando, eu tô aqui pra aprender.
Me fala, me joga aqui, entendeu?
Você tem que ter... Porque eu acho que o adulto, ele tem essa arrogância, não só com adolescente, mas também com a criança, né, de achar... Não tem frase que me irrite mais do que, na minha época. Não, é muito a pessoa que tá presa naquela época. Da época, então ela tá perdendo tudo que tá acontecendo no mundo, né? Você tem que se atualizar o tempo inteiro. Com a jovem adolescente em casa, é isso, você precisa se atualizar o tempo todo.
Então eu sou muito preocupada em saber quem que ela gosta, sabe? O que que ela tá ouvindo, o que que ela tá consumindo. Porque se você não se policiar, você faz aquilo lá, mas essa música é uma porcaria, sabe? Porque isso aqui que é música boa, você faz isso. Isso sem perceber. E é isso justamente que afasta o adolescente, que vai afastar um papo tão legal que você pode ter com ele, entender o que tá passando, o que tá acontecendo.
Então eu fico super querendo absorver absolutamente tudo, assim, sugando a juventude mesmo, sabe?
Observando as nóias adolescentes.
É, você fica. E quando vai da adolescência, quando vai o grupo de amigas, né, em casa, você fica, né, vendo o que tá acontecendo e tal. Tem coisas que são muito parecidas ainda, por exemplo, Por exemplo, quando eu era adolescente, o mais divertido quando você começa a sair em festa é as amigas em casa pra se arrumar.
Se arrumando juntas.
Isso ainda é a mesma coisa.
Que legal.
E o André, meu marido, ele fica meio assim, ah, mas elas ficam horas se arrumando pra depois ir na festa e ficar meia hora e voltar. E eu falo, tipo, eu também fazia isso. Pra mim era muito legal. E daí vem amiga dormir em casa. E ele fica, mas por que toda vez tem que dormir alguém aqui?
Porque a gente quer chegar da festa e comentar tudo o que aconteceu na festa.
Muitas coisas que eu vejo, eu falo, ai, que gostoso, ainda tem algo parecido, né? Isso é muito legal.
E de nóia, o que você acha?
Eu acho que essa coisa de bullying mesmo, de... O que eu percebi, eu parei de postar mais o Arthur quando eu percebi que a Luísa queria ser preservada. Porque algo que eu postasse poderia virar, sabe, ferramenta pra alguém usar contra ela. Ou falar, olha essa foto. Ou mexer na foto, sabe? Então eu acho que isso é muito sensível, né, na era que eles estão vivendo assim, né? Porque você não tem muito controle dessa manipulação de fotos e imagens.
Então acho que o senso dela de privacidade, que é grande, eu acho super importante, vem disso, né? De uma geração toda de hiperexposição que a gente viveu. Sim, então a gente é uma super noia mesmo.
Eu fico muito pensando nisso, não sei se vocês pensam, porque até a moda, a vida, as tendências Tudo, eu penso que é cíclico, né? E a gente viveu essa parte de muita exposição. E agora, vocês acham que tá caminhando pra geração que não vai postar nada? Que vai ser completamente...
Sim. Eu acho que depende do recorte social, sabia? Eu acho que depende, assim... Da bolha, né, também. Da bolha que tá. Eu acho que tem bolha que não. Tem bolha que é assim... A adolescente ou adolescente continua querendo ser famoso. E vê no YouTube histórias de influenciadoras que saíram de uma origem super humilde e hoje em dia têm acesso a coisas muito boas, viagens e carros. Então ainda existe essa, né, esse viés aspiracional mesmo, né, da rede social como oportunidade.
E que antes era uma coisa muito restrita, né. Se você quisesse ser famosa na minha geração, o menino queria ser jogador de futebol e a menina queria ser Paquita, né? Agora a gente tem uma coisa que assim, tem lá a ferramenta, eu tenho um telefone e eu posso ir pra qualquer lado. Eu posso fazer react, eu posso fazer vídeo sendo gamer, né? Eu posso cantar. E daí tem essa ferramenta que é uma grande inspiração ali, uma esperança. Que eu posso virar, é uma possibilidade.
Sim. Em relação à sua, em relação à sua relação com a ferramenta e também com a idade, o que que você achou que mudaria? Como você se imaginou aos 40 e hoje estando, né, nessa fase você viu que era completamente assim?
Eu acho que você já até chegou a falar que você achava que com 40 ia estar tudo tipo no devido lugar assim, tipo organizado, Você sente que tá ou tem coisas bagunçadas ainda assim?
Os 40 são os novos 30 mesmo?
Eu tô amando ter 40. Eu faço 45 em novembro. E eu tô achando muito divertido. Eu não tenho muita preocupação de não sentir a idade que eu tenho, sabe? Porque eu acho que eu tenho responsabilidade de uma mulher de 45 anos, problemas de uma mulher de 45 anos, a rotina de uma mulher de 45 anos. E talvez quando eu tinha 30, 20, eu não não sabia como é que era, né? E eu fantasiava uma rotina que não tem a ver com o que é hoje em dia você ter 45 anos.
Fala pra eu entender se não é igual a nossa.
Porque, né, eu pensava assim, ah, 45 eu vou estar, sei lá, mais séria, alguns assuntos eu não vou querer abordar, né? Você tem essa caretice, né, do etarismo? Eu penso nisso.
Você achava que você ia diminuir o trabalho? Trabalho?
Tipo, não achava que ia diminuir o trabalho, porque realmente tem essa piada, né? Ah, você tá com burnout, não sei o quê. Mas eu me realizo muito profissionalmente, eu amo muito o que eu faço. É por isso que a gente fica tão cansada, porque no fundo não é que eu tô, sei lá, cansada ou tendo um princípio de burnout porque eu tô num lugar que eu não queria estar, ou tô vivendo uma experiência tóxica dentro de um trabalho e tal. Não, eu tô aonde eu queria estar.
Né, vivendo coisas muito legais, muito boas. Mas o corpo tem um limite, a cabeça tem um limite, você fica cansada. Mas eu tinha a ideia de que alguns assuntos, alguns tópicos, ou eu não ia chegar por conta da idade. Isso é um grande etarismo, porque eu ia ficar presa nisso do que era a minha época, do que foi a minha geração. E eu acho que a minha entrada no TikTok veio para me mostrar isso, que eu ia continuar trocando com pessoas que têm, né, 18, 19, 20, da mesma maneira que eu troco com as minhas amigas que têm 45, 50, né.
Então, enxergar temas como uma barreira não existe mais pra mim, né. Eu vou e quero saber, e tô atualizada do que tá acontecendo. E eu tinha essa sensação de que com 45 eu não ia estar na internet, porque eu não ia estar entendendo a internet. E eu acho que eu tô, e que é isso. A minha geração, ela cresce na internet. A gente vai envelhecer na internet.
E é muito legal! As pessoas que acompanham envelhecem junto. Envelhecem um pouco, né. Mas elas também acompanham...
Mas eu tenho essa vibe, pode ser que eu realmente também me engane. De achar que quando eu tiver com 40, eu não vou querer mais, tipo... Sabe? Vai dar uma preguiça, assim. Porque talvez eu esqueça de entender. Talvez eu esteja errada, então. Ah, total!
Uai. Não, você vai estar assim... Com o mesmo... Eu tenho um pique muito grande, assim, né. Não tem... Sou muito animada.
Não, acho que isso eu não vou estar.
Eu faço muita coisa, cansada.
Amiga, mas é porque os filhos crescem também. Você para de ter essa garra nova.
Mas amiga, é que eu já sou cansada. Muita testosterona. Com 26 anos, imagina com 40. Sem testosterona, sem nada.
Você vai regulando.
Será?
Mas você vai... Eu acho que essa coisa de você estar por dentro do que tá acontecendo é a sua... Seu interesse de vida, sabe?
Não, e os filhos trazem muito isso também, né?
É sua sede por viver.
Eu acho que pode ser isso, talvez eu queira me interessar pelos meus filhos, talvez também entender o que eles gostam, o que tá em alta pra eles.
Mas amiga, se interessar só pelos seus filhos é um universo muito pequeno perto de tudo que você fala e das pessoas que você tem acesso, entendeu? É muita coisa.
Eu acho que tem mais uma coisa que você pode ser no seu coach.
Eu vou.
Eu acho que é isso que tá faltando.
Mas eu acho que indiretamente você já é.
Final de semana, né?
Passo para palestra.
Os 2 dias na fazenda, na fazenda eu fiz uma mentoria.
Uma mentoria.
Quer mais água?
Não, ainda tenho. Bebo super pouco. Ó, tá vendo um erro meu?
Isso é um erro.
Já falou isso.
Eu já, né? Eu me obrigo a beber água.
E a nossa promessa do doce? Ai, tô precisando de uma nova.
Eu super topo. Vamos para Para mim começou fechado. Até quando?
Natal? Não, calmou, né?
Ué, gente, eu não topo.
Por que não?
Vou casar agora, eu vou lá para Itália. Imagina sem comer nada.
O doce do casamento dela.
Que dia que é o casamento?
É 15 de agosto.
15 de agosto.
Mas 14 vai ter outras coisas também para comer, né? Vai ter comida gostosa.
Vai.
Mas você quer fazer até 14? Porque não é nada, a gente— 23 de julho.
Ah, pode ser.
Ai, nossa, que ridícula!
Não, então a gente segue. Só que eu tenho esses dias.
Então tá, no dia 14, 15 eu vou comer também. Você me lembra?
14, 15, 16.
Tá, é que eu gosto bastante de casar.
Você acabou de falar que você é desanimada, você vai dar 3 dias de festa?
É porque custa tão caro, aí eu fiz de uma vez, entendeu?
Gente, eu tenho pavor de festa. Eu tenho uma amiga que fez Detesto.
Você não gosta de fazer ou de ir?
Não gosto de nada.
Não, mas eu tô assim também agora, tá?
Detesto.
Pra sair de casa agora, tipo, máximo um cinema.
Uma super amiga minha fez um casamento.
Eu tô ótima, alguém pode me chamar pra sair?
Realmente, ela tá meio animada. Ai, Deus me perdoe, detesto.
Gente, eu não vou no casamento dos outros. Não vou, não vou. Já fui no do Bruno, que é meu agente, que eu conheço há 20 anos. Aí eu fui, fiquei uma hora e meia e fui embora. Mas uma super amiga minha, ela fez um casamento que foi um glamp. Que era tipo um camping glam. E as pessoas acamparam 3 dias. Chegou o casamento na minha— Então, sei lá, chegou o convite de casamento na minha casa, eu liguei e falei assim: Que absurdo, eu tô me sentindo ofendida que você me chamou para um horror de evento desse. Deus que me livre! Eu ia te dar presente, eu nem vou mais. Mentira, mentira!
E aí você não foi?
Claro que não. Não, óbvio que não.
Ah não, mas acho que eu também não ia não.
E eu olhava os vídeos, tava tudo lindo, ela felicíssima. Eu só pensava, Deus que me perdoe.
Eu sou assim também, eu vejo nas histórias e falo, não quero, não quero assistir.
E ela linda, felicíssima, pôr do sol, tudo certo.
Eu amo eventos, meu Deus. Eu planejo meu aniversário, tipo assim, feliz.
Eu vi já. Então eu não gosto de informar muito com você porque depois eu tenho que começar em coisa.
Eu depois eu não acredito.
Ai, credo! Não, a nossa relação pode ir até aí, do não ir no aniversário, tá tudo bem.
Tá, eu super entendo. Tá, as pessoas já me convidam constrangidas, eu gosto disso.
Não, mas já entenderam, né?
E não é fácil, foi sempre assim?
Sempre foi. Jovem, eu queria fazer parte, então eu ia fingir que eu tava gostando, sabia o nome de DJ, essas coisas, mas nunca gostei.
Mas eu não vou, porque lugar assim que eu não quero fazer parte, eu nem Ah, não vai também? Nem aí, é.
É que eu acho que ela tem mais ânimo. E ela gosta da coisa de, tipo, dar uma respirada e fazer alguma coisa diferente. Acho que é isso que ela gosta.
Eu gosto de organizar a festa.
Não, mas eu tô falando da religião. É o pior, é o pior mesmo.
O pior é pagar pra mim, né.
Não, eu pago se você quiser.
Pago pra não fazer.
Não fazer. Para!
E eu já super...
Organizar!
Eu amo pensar, fico horas pensando.
Mas eu odeio, odeio.
Aqui eu vou fazer o drink, aqui eu amo.
O casamento, eu não pensei em nada. Eu desliguei meu cérebro, eu falei: Tum, faça o que tem que fazer.
Você contratou uma pessoa e a pessoa fez.
Gente, eu esqueci meu vestido.
Nada, não vi nada.
O Eli é a noiva.
O Eli é a noiva.
Ele nunca viu uma noiva assim.
Porque o Eli sonhou com esse momento, sabe? Casar, acordar fazendo burla. E eu vi minha mãe e meu pai cagados, um casamento merda. Perdão, pais. Mas assim, eles sabem. Divorciados, felizes com outras pessoas. Então eu tinha uma referência que eu falava: Não vou sonhar com isso, melhor não sonhar. Entendeu? Então eu nunca tive. Agora, de ser mãe eu tinha. Agora, vestido branco, o cerimônia, nunca tive.
Eu não quis casar, eu só assinei. Eu nunca me vi de noiva.
Eu acho que eu tô fazendo porque tipo, acho importante, mas eu acho que é muito mais por ele.
Eu nunca tive um— é que eu tô no segundo casamento, né? Meu ex-marido não tinha essa pira, meu atual menos ainda, porque a gente já se conheceu mais velho, né? Eu tinha 37, 38, por aí. E ele, 45 quando eu conheci ele. Então acho que não tinha muito essa... Não sei, eu não toquei no assunto, né.
Vai que...
Imagina, eu tô tocando agora, ele chega e fala, preciso conversar com você.
Eu vi que você falou lá no Pod...
Eu sempre quis casar.
Imagina, é meu sonho. E eu chego no Hotel Fazenda, ainda tenho que casar?
Só que eu tenho um tempo.
Ai, que saco!
Você gosta de surpresas? Não.
Eu gosto de tudo que é controlado. Que eu sei o que vai acontecer, que horas vai começar, que horas vai acabar, quem que vai estar. Tudo que é controlável.
Engraçado que você não tem rotina.
Não, né? Algum lugar eu preciso controlar, né?
Mas eu gosto de surpresa também.
Você gosta?
Porque aí eu não tenho que me preocupar em resolver, entendeu? Adoro surpresas por isso, porque eu gosto que alguém resolva por mim.
A minha despedida solteiro foi incrível.
Eu queria muito ter ido também, porque ela tava fora viajando.
Não, mas foi incrível. Mas sabe por que foi legal? Porque não foi tipo uma festa, foi só as minhas amigas. Nossa, só fofoca, conversa, foi legal. Só que elas fizeram coisas que eu não imaginava. Tava um dia de trabalho, uma sexta-feira, no meu escritório. Elas literalmente chegaram, era tipo 20 mulheres com roupa de assaltante, me sequestraram, jogaram no meio da rua do meu escritório com carreta furacão lá, dançando no meio da rua para mim.
Eu não sei, eu não tô sabendo reagir. Eu queria ficar feliz.
Aí me colocaram num carro.
Ela tá agradecendo por não ser sua amiga e não ter que Ela tá agradecendo.
Juro, meu cara, no carro, né, vai para uma casa, 3 horas de viagem.
3 horas de viagem?
Eu achei longe, isso eu ia falar.
Mas eu fui bebendo no carro, então já cheguei. Meu Deus, eu não dirijo, tá, gente?
Mas era linda a casa.
O quê? Linda é pouco. Nossa, foi incrível. Mas eu passei, tipo assim, eu queimei largada. Cheguei lá já doida, no segundo dia já aguentava mais de bebida.
O que que foi, Gabi?
Juro, essa foi muito incrível. Eu amei muito, mas porque eu não tive que pensar, não pensei em nada, eu só fui existindo. Foi muito legal.
Então não tem que pensar.
Aí tem que ir. Aí eu preciso.
Aí tem que ir. Teve que ir.
Amiga, vamos fazer a dinâmica que ela é a melhor, né?
Nossa, sim.
Do conceito, né? Você, como escorpiana, é vingativa ainda? Ou você já virou a parte do ascendente?
Você acha que muda isso com a idade? Que muda o signo?
Eu não acho que muda. Eu acho que a gente continua o mesmo signo. Eu estudei astrologia, né? Eu tive essa onda. Eu só parei, eu não me formei astróloga porque eu fiquei grávida, fui dar à luz, né? Eu fui bebê, nunca mais voltei. Mas eu quero voltar. Mas eu não acho que vira ascendente. Eu continuo escorpiana. Eu sou vingativa no planejamento. Na execução, eu falho. Então eu tenho... Cara, eu poderia abrir uma empresa com ideias de vingança.
Sabe? Mas agora não vai dar. Porque eu virei... Meu ascendente é Aquário. E eu realmente virei... Eu tô... Nem aí.
Mas eu acho que é a maturidade que dá isso. Que você não liga muito pros outros, você fica com a imagem.
Não, eu não ligo, porque eu sei que a vida, ela rounder. Eu sei que gira de um jeito que, assim...
Mas, amiga, o maior ensinamento da vida é que um dia o bife vira. É, com certeza ele vai virar.
Um dia, ó, tosta de um lado, aí tosta do outro.
Um dia o bife vira, graças a Deus.
Mas vira muito. E aí, eu entendi que eu não precisava mais arquitetar nada. Porque a vida é tão perfeita. Que rola.
Ai, mas não é bom pensar também? É bom assistir, é bom saber.
Nossa, nem precisei fazer nada e aconteceu.
Eu gosto dessa frase, chegou em mim.
Porque chega em você, você não vai nem precisar nem buscar quando é para saber, vem, chega.
Porque chega, chega, é tão bom, né?
Então, e aí eu acho que eu virei aquariana, tá?
É, o meu ascendente Capricórnio, ele também tem esse lado mais coração de gelo, né?
De Então você continua um pouco vingativa ainda?
Ah, só no planejar, como um hobby.
Tá, então vamos planejar, tá? Para seguidoras, você pode dar uns conselhos de vingança? Posso. Então tá bom, vamos começar. História de vingança com Camila Freitas.
Aí ela: não, a gente não tem mais a dinâmica sobre isso. E agora vai falar?
Vai sim, vamos lá. Meu ficante dizia que não queria nada sério porque não era o momento. Uma semana depois apareceu namorando outra pessoa, o que ele merece?
Ele dizia que não queria... Ai, você viveu o limbo da solteira. Que é aquele período que ele precisava dela só pra se recompor e achar outra.
Ou ele precisava dela pra ter certeza que gostava da outra.
Ou tava em dúvida.
Eu acho que ela reenergizou ele, ele sugou a juventude dela. Entendeu? Deixou ela sem nada.
Pode ser.
Eu não sei, amiga. Eu acho que eu tentaria benzer, coisa assim.
Sabe? Iria pro lado mais espiritual.
Mas o que ele merece?
O que ele merece?
Quero vinganças do fundo do ódio que sobrou.
Tá, vamos pensar uma coisa bem ruim pra ele.
Eu acho que ela tem que pegar o amigo dele.
Sim!
Ah, uma boa!
Pegar o amigo é muito clássico. E mandar um teste de gravidez anônimo pra casa dele.
Positivado!
Ia ser muito bom.
Só, sem nada.
Ele não vai saber quem é. Com o nome dela.
Não, sem nome, sem nada. Porque daí ele vai pensar em todo mundo que ele já enganou. Porque a gente não sabe se ele também traía, né? Um que já apareceu com outra mulher. Nem era namorada.
Eu adorei essa.
E aí, eu acho que tem que pôr um prazo. É o teste de gravidez e dá uma data. Dia 25, eu conto. E aí, ele fica vivendo esses dias, sabe?
E não sabe que 25 de qual mês.
De qual mês. E eu gosto dessa tortura que fica dentro de uma data limite. Porque ela é muito muito forte, sabe? Essa tortura dentro da data limite, que hoje é 22, 23, 24, e vai dando herpes, sabe? É muito bom isso.
Meu Deus, eu amei!
A mesa gerou para você, Má?
Eu amei!
Luiza, você pode comprar o teste e dá para alguma grávida fazer e mandar lá.
E eu li uma coisa horrorosa, deve ser mentira. Médicos que estão aí ouvindo a gente falaram que que se homem faz xixi em teste, dá positivo, pode ser algum tipo de câncer. Você acredita?
Não, eu vi isso.
Deve ser IA, né?
Não, mas faz sentido, porque o xixi da grávida muda o beta-HCG, que pode ter alguma relação, não?
Os médicos vão responder pra gente.
Pergunta pro médico chatinho, que ele também tá indo.
Eu fico com noia d'água depois que falaram que ele consome água Eu fico super preocupada.
O chat consome água?
É, consome água.
Como assim?
Porque pra fazer funcionar, eles ficam tendo que resfriar a máquina e vai consumindo água. Não pode ficar usando de bobeira, tem que ser vida ou morte.
É, e não pode falar obrigado, não pode ser educado.
Isso eu vi, isso eu vi.
Não, tem que ser... Porque quanto mais...
Não, mas até a hora que eu preciso xingar ele, não é tipo... Não tem como, senão ficar guardando rancor também dá doença em mim.
Você bate boca com ele?
Exato.
Eu falo, não, não, eu vou ter que pagar outro, outra IA. Vou parar de pagar você.
Ameaça.
Vou pagar outra. E ainda põe os nomes, Gemini. Eu vi um que chama Manu. Vou pagar outros. Eu acho melhor você fazer direito.
Eu vi um outro que tem um outro nome. Imagina uma ameaça.
Eu não ameaço.
Ele fala, me desculpa, você tá certa, eu não fiz direito. Eu falei, então faça.
Ai, ele é submisso. Eu não gosto de gente submissa. Eu ia falar, não te respeito, já embora. Mas eu pouco Eu não uso nada. Eu uso assim, se eu tô com alguma coisa, buscando uma doença, porque eu tô sempre autodiagnosticando.
Eu ainda sou mais do Google, sabia?
É, bobeou, tô lá também. A gente cruza por lá.
Aí, mas eu tô chegando no chat, calma.
Próximo: minha amiga esqueceu completamente meu aniversário. 2 dias depois me chamou para ajudar a organizar a festa dela. Como dar uma lição Nela?
Nossa, organiza a pior festa do mundo, pede, cara, pede dicas de piores restaurantes para pedir a pior comida, o pior drink, faz uma decoração horrorosa, só convida inimigo e fala para os inimigos: ela tá pensando em fazer as pazes, ela te chamou para reatar. Convida ex, choque edificante. Nossa, isso é muito bom, isso vai dar uma festa A gente já tem tudo, você tá com a faca e o queijo na mão.
Ai, muito bom!
É verdade.
Vocês são essa amiga que fica chateada?
Nem um pouco, nem um pouco.
Zero.
Eu prefiro que nem lembre, porque é muita mensagem para responder.
Ah, é muita.
Ah, melhor nem me mandar.
É, também não liga.
Comenta na foto que o senhor postar alguma coisa, comenta lá, tá bom, já valeu para mim.
Eu sei que você gosta, eu sinto no seu coração. Eu sinto o teu amor, sabe? Eu sei. É tipo, tá bom, eu não preciso de prova.
Eu prefiro que não chame. Muita mensagem.
Eu preciso de prova que você não gosta de mim, que eu sou meio Eu sou trouxa. Você gosta de mim, eu vou acreditar. Eu vou acreditar também. Mas me mostra que você é falsa, que você é cuzona. Eu preciso disso. Porque eu sou muito trouxa.
Eu não... Você gosta de mim? Você liga? Eu zero ligo.
Não, eu não... É porque acho que são poucas as pessoas, né? Então essas pessoas sabem. Mas eu gosto de viver o meu aniversário. Então eu vivo ele muitos dias. Tanto é que eu faço um dia antes pra viver aquele dia. E aí passar a meia-noite e poder ficar o meu aniversário ainda vivendo. Comemorando de novo.
Olha que loucura.
Eu gosto.
Eu gosto de fazer alguma coisinha pequena, tipo com amigas. Uma pizza, comer uma pizza.
Chegar lá na casa dela, tem decoração de 3 metros, uma árvore.
Eu nem pago nada, de boa.
Ano passado eu fui comer num japonês.
Que vontade!
Eu, meu marido, meu ex-marido, as duas crianças e um bolinho no meio.
Tá ótimo, amei!
Foi isso. E sempre foi assim?
Sempre.
O meu não, o meu antes eu fazia festa tipo assim Acho que por isso que eu peguei ranço muito grande. Festas assim, 500 pessoas, 600 pessoas. Lembro, queria agradecer, queria agradecer, queria agradecer a fulano açaí, eu queria agradecer a fulano da coxinha, eu queria agradecer. É só tudo na pergunta.
E não tinha IA nessa época, você não podia nem—
Nossa, cansava! Eu tinha que chegar 2 horas antes da festa começar só pra fazer os queria agradecer.
Imagina ela com 3 braços agradecendo tudo com a mão.
Eu acho que foi essa.
A mão aqui, né? Queria agradecer.
Ai, que eu acho que eu conheci você do meme da sua festa de aniversário mesmo.
Não, essa é a Melody. Não, o meu não virou meme.
Pra mim, aquelas brincadeiras virou. Não, mas eu lembro, não foi meme, mas eu lembro de eu ficar vendo o seu. Ah, tá. Não, eu assisti todos.
Foi meme?
Eu não lembro.
Eu digo que a Melody virou meme, eu me identifiquei muito. Ainda comentei Melody total, porque tipo sempre fui eu. Dos 15 aos 19 havia pandemia. Pandemia, é que eu nunca mais fiz.
Eu fazia festa, tipo, você não fez na pandemia?
Não fiz. E aí, 2020, desculpa, não, eu tenho réus. E aí não fiz festa e fui voltar a fazer pequenininha, nunca mais fiz festa grande.
Eu não, eu, mas é que eu não sei se virou meme, mas eu lembro, eu lembro que marcou essa sua festa porque eu assisti todos os stories mesmo. E depois eu fui mostrar, pegar algo, porque também tinha isso, eu ia lá pegar o fornecedor, né? Esse aqui fez permuta, pode ser que faça comigo também.
Aí eu ia lá ver, nunca Eu não quis.
Eu ia lá ver.
Porque eu dou festa pro Arthur, porque o Arthur é ascendente Sagitário, né?
Ele ama, então.
É, se eu segurasse mais um pouco, tinha nascido ascendente Capricórnio. Mas como foi cesárea, eu não tive esse domínio. Mas ele ama festa. E aí, sempre que era perto do aniversário dele... Agora não mais, porque já sacaram. Me ofereciam, ah, você quer o cupcake? Você quer... Eu pensava, não, já vai ser uma tortura estar na festa. Imagina ter que estar na festa trabalhando. Na festa dele, eu fui com a bolsa pra poder fugir a qualquer momento.
Mentira!
Mentira, mentira! Uma mãe da escola que me mostrou que eu faço isso. Ela falou, ela falou, Camila, vem cá, por que você ficou com a bolsa?
Involuntário!
Eu falei, é verdade. Tirei, aí não aconteceu nada.
É porque você quer ir embora, tipo, vou jogar aqui o negócio.
Vocês têm um negócio de segurança, assim, de ter que estar com algo na mão?
Não.
Ah, talvez eu tenho.
Eu não consigo andar na rua sem nada na mão. Eu invento uma sacola, sei lá, qualquer coisa.
Nossa, nunca tinha isso.
É muito bom, é uma segurança total. E eu tenho que estar com as duas, ou a minha bolsa aqui e o celular aqui. Se for na festa, um copinho.
Sabe o que eu notei esses dias? Eu tava andando na rua e segurando a bolsa aqui, alça de couro assim, e uma alça que faz meio assim. E aí eu fui pensando, pensando, eu fui apertando a alça, sabe? Que você tá pensando, tá com muita coisa, eu fui apertando a alça. Quando eu olhei, eu falei, gente, a mão toda machucada.
Coisa de filme isso aí, Escorpião.
Não falei.
Acho que daí você tem que estar no diagnóstico.
É a vingança, é a vingança. Planeja, mas não faz.
Minha vizinha reclama do meu cachorro, mas deixa o filho correr e gritar pelo corredor do prédio todos os dias. Como me vingar? Ela reclama do cachorro, coloca o cachorro na porta dela latindo a noite inteira.
Esqueci ele aqui no corredor, foi sem querer.
Pera, a gente tem que pensar muito bem nisso.
Reclama do cachorro, mas deixa o filho correr.
Mas gente, mas tem criança no meio, tem pet e criança. A gente pode ser cancelado a qualquer momento.
Então já fui.
Vamos pular? Eu acho que a gente pode pular. Ingrid, sabe o que ela faz? Ela dá uma pantufinha de presente.
Uma pantufinha?
É.
Por quê?
Porque é isso aí, né?
Pra amortecer a criança.
Mas ela não pode conquistar a criança com o cachorro? Criança adora bicho.
É verdade.
Se o cachorro virar o melhor amigo desse neném.
E toda mãe, quando vê o filho feliz, tá tranquila.
E vai falar, ai, não vou nem reclamar mais do cachorro, né? Eles são amigos agora.
O cachorro pode passar um tempo com essa criança. Começa a virar quase uma pessoa, uma rede de apoio da mãe. Eu tive uma gata, tenho a Patolina, ainda tá. Quando o Arthur era nenê menorzinho, gente, ela foi uma super babá.
Mentira!
Ela ficava em volta dele assim o tempo todo. Ele fazia que ia cair para sentar, ela tava para encostar nele. Uma loucura! Ele chorava, ela vinha de onde tava para fazer pãozinho.
Ai, e ela é muito colada nele?
Ela é completamente.
Ela escolheu ele. Será que ela acha que é mãe dele?
Eu acho que a Pato acha que é mãe de todo mundo, porque ela é muito carinhosa com todos.
Mas isso é um ponto, raparigagem canina. A minha cachorra, o meu marido chegou muito depois e ela escolheu ele. Ela tava comigo há 3 anos e tipo assim, chegou ele, agora escolheu ele.
Aí eu que resgatei a minha de um canil clandestino, ela tava cheia de leite. A moça falou, a gente não Sabe, se alguém maltratava, geralmente elas têm muito medo de homem. Eu fiquei já pensando, vai chegar meu marido aqui...
Mas calma, porque tem cheio de leite que tinha exposta?
Não, não, não. Aí eu adotei ela cheia de leite. E tinha que enturmar ela com os outros 5, né. Que lá em casa é um pessoal. Falei, vou começar com o Francisco, que era um gatinho que eu tinha achado num terreno baldio. Eu tinha pego, ele tinha, sei lá, uns 6 meses em casa. Aí botei os dois juntos, eles se amaram. Eu fui tomar banho, no que eu voltei, ele tava mamando nela.
Meu Deus!
Aí eu comecei a chorar, falei, gente, a natureza é linda, o universo é perfeito. Chorava, chorava. Então eu fiz o FaceTime com a coitada da veterinária, que não tem vida, não sei fazer FaceTime comigo. Eu falei, Doutora Cláudia, olha, olha esse momento, eu queria muito dividir com você chorando. Aí eu virei, ela, tira agora! Não pode, porque ela produz o tanto de leite de filhotes que ela teve, porque a gente não sabe quanto teve.
E ele sai da ração, começa a fazer cocô mole, regride tudo. Então não pode. E ela, eu fui lá, busquei ela, deixei um pouquinho, é que eu não posso falar que a Doutora Cláudia assiste. Fui lá, busquei ela, dei banho, fiz compressa de salsinha para secar o leite e tal. Com quem que ela quer ficar? Meu marido.
Com seu marido, a paregagem canina. E é Canina aí, como é de gato?
É gatina?
Felina.
Felina! Nossa, a gente foi ruim agora.
Cara, a gente foi muito ruim.
Nossa, foi péssimo agora, foi ruim.
É culpa da Iana. Muito útil.
Ou do burnout.
Do burnout também, amiga.
Beleza.
Próximo!
Que mais?
Uma colega de trabalho apresentou uma ideia muito parecida com a minha na reunião e levou todos os créditos. Preciso de uma vingança de escritório.
Ai, tem que soltar a fofoca de que ela tá pegando alguém muito proibidão.
Do escritório para ela ser demitida.
Ai, e também sabe o que ela fez no ChatGPT? Ou sentar no computador dela e mandar um email copiado a todos com uma fofocona que veio do computador dela. Ah, esse eu gosto, gente, é muito bom.
Eu achei bem malvado, muito mal do chefe, e mandar email. Ai, mandei errado, desculpa.
Aí o dela, isso é bom, não é? Nossa, vocês teriam Claro que não, não faço nada, sou uma tonta. Mas deu ideia.
Você deu ideia que eu comecei a ficar um pouco preocupada?
Claro que não.
A pessoa planeja.
Ah, gente, é tudo fake. Próxima.
Ela copiou a ideia, eu ainda ia dar parabéns. Esse é o meu nível de trouxa. Ai, você arrasou mesmo, que legal.
Que bom que você gostou.
Ia pensar, nossa, as ideias estão aí, né? Todo mundo pega. Nem ia achar que ela me copiou.
Tudo inspiração.
É.
Passei dias indicando uma série pra um amigo, ele dizia que não tinha tempo de ver. Aí outra pessoa indicou a mesma série e ele maratonou em 2 dias. Ai, que legal. Dizendo que foi a melhor coisa que ele já viu.
Preciso me vingar dos dois.
Ai, não, eu quero me vingar dela que ela é chata.
Eu também, chata, um monte de idiota.
Valentina, tá explicado.
Ai, tá explicado. Ai, a gente sendo cancelada por todas as Valentinas do Brasil.
Essa eu fiquei quieta, gente, não falei nada. Desculpa, eu sou muito cansada, não preciso de mais um, gente.
Eu tenho que segurar ela, por favor. Essa semana vamos tentar segurar ela, por favor, gente.
Só mais uma semaninha, uma semaninha de boa.
Posso?
Por favor.
Todo casamento a gente volta, caiu.
Aí tranquilo, tá só dando uma Pausa, entendeu?
Só uma pausa, por favor. Amor, são muitas Valentinas, gente.
Essa vale, mas chata, sabe por quê? Motivo idiota, ela não tem o que fazer, é isso. Ela deve ter muito tempo livre, desocupada. Eu acho que o problema é você, eu acho que você tem que— não tem filho, com certeza, isso é um fato. Não, Valentina não tem filho.
Não, não tem. E se tem, coitada do filho, né? É quase que já destrói mais ainda, tem que conviver aí com essa chata.
Chata?
Não, muito chata.
Não, Valentina, a gente não quer te dar uma ideia porque você não tem que fazer nada.
Eu acho que eles têm que se vingar de você, você é muito chata, de verdade.
Vamos pedir para o amigo entrar em contato com a gente, a gente dá uma vingança para o amigo.
E se às vezes o amigo tá a fim dessa outra pessoa e aí fez isso porque realmente tá agradando, entendeu?
Aí se a Valentina é a fim do amigo e aí ficou com ciúmes, lógico, gente, a gente tem uma triangulação amorosa aí, claro.
Claramente, é, só pode ser isso.
E Valentina, fica na sua.
Agora ficou até um livro interessante, hein?
Você já escreve pra gente, por favor?
Eu acho que essa história aí eu vou agora, que eu vou tirar 2 dias. Meu Deus, depois que eu der o curso de coach e casar com meu marido, eu joguei o buquê, eu começo o livro sem comer açúcar, fazendo leg press.
Gente, não, não espaco as pedras aqui.
Sendo queimado. Aí eu nem quero mais viajar. Tô super de férias.
Não, uma hora e meia de viagem ainda.
A gente vai ficar no final de semana atualizando seu Instagram. Você tem que postar uma paisagem verde assim. Ai, eu vou postar.
Eu não vou postar spa.
Não.
Se eu postar... Tava incluso. Nossa, que barato!
De graça?
Não sou fã, não. Ai, vira um arroba.
Aí, pra você cansada na próxima semana, eu vou compartilhar uns stories. Gente, ela não queria.
Eu entro nos lugares... Lugares com o meu outro nome. Eu não dou Camila Frender, eu dou Camila Marinho.
Ah, sim, eu também sou Thaís Ramos, Camila Marinho.
Eu falo Vitória Moraes também, ninguém sabe. Então, só que aí não sei como, em algum marketplace eu compro muito, acho que foi Mercado Livre, tá Vitória Moraes, e descobriram que era eu, não sei como. Mas eu amo porque manda mimos, tipo assim, eu fiz uma compra, aí essa loja manda algo a mais do que eu comprei.
Às vezes é o email, tá lá Vitubi.
Nossa, burra!
É, certeza. youtube.li, família tua.
Deve ser isso.
Depois de anos sem falar comigo, um cara que eu fiquei apareceu do nada. Eu achei que estava com saudade. Bom, já é iludida, mas ele só queria um contato profissional. Que dó! Ai, quero me vingar.
Fiquei com dó.
Ai, eu fiquei com pena também.
Passou errado, passo da ex dele.
O contato, professora, ele vai ter o contato da ex, da ex dela.
Muda o nome.
Não, mas deve fazer ele chamar a ex, ele vai dar em cima da ex, vai que volta o Remember, e aí você se lascou mais ainda.
Putz, não, esse a gente tem que pensar bem aqui. Ele só queria um contato profissional.
A mais criativa aqui é você.
Ó, já sei, a gente vai indicar ele para uma, para um trabalho, para um contato nosso. E daí a gente vai falar, ó, vou avisar fulano que você vai entrar em contato. Quando a gente for mandar mensagem para essa pessoa que vai entrar em contato com ele, a gente manda um currículo falso com péssimas coisas. Ele só fica em cada empresa 4 dias, sabe? O pior currículo, as cartas de não recomendação, uma foto horrorosa dele meio fazendo assim Sabe, no currículo, coisa escrita errado, tudo errado.
Vamos, eu acho que isso é uma boa.
E daí ele entra em contato e a pessoa nunca mais responde, fala, gente, eu não vou contratar essa pessoa.
Falar, eu já recebi. E aí ele vai falar, não é estranho esse nome?
É.
Ou você fala pra ele, inclusive quando você for chamar, manda o currículo, né, pra você... Aí ele vai ver o currículo que você fez. Eu gosto de uma vingança que você comprove mais.
Não entendi, você entendeu?
Pra ele ver o currículo que você fez.
Ah, ele saber que a gente fez esse currículo.
Aí não, mas aí não. Olha a cara dele vendo. Ela não fez isso comigo.
Ah, mas aí você vai mostrar.
É muito leonina, né? Ela quer reconhecimento da vingança que ela fez. E ela disse que não é. É sim.
Não, é que a maioria das coisas de Leão eu não tenho. Essa coisa muito autoestima, de tipo, ai, isso é incrível, achar tudo muito legal.
Mas eu acho que o Leão, ele tem as duas pontas. Às vezes ele tá super, nossa, não é que eu arraso? E daí ele fala, vamos me descobrir.
Mas nossa, que eu arraso, eu não Não chego. Eu sou muito pessimista, muito, muito, muito. Tipo, tudo eu acho que não tá ruim. Aí eu sou mais o contrário, tá?
Vamos ver como é que vem com a maturidade. É porque, né, eu acho que com 30, quem sabe, vai estar sentindo que você arrasa.
Tomara!
Eu vou estar lá te apoiando, que eu sou sua coach.
Preciso, tô precisando. Ultimamente tô precisando bastante. Cadê as perguntas da galera?
Tem? Ah, é, a gente soube do médico se fazer xixi no exame homem mostra câncer.
É verdade.
Ai, eu vou jogar um chat. Não, não gasta água não.
Não, vai perguntar. Coitado, a gente tem que saber essa informação.
Ai, você viu como eu passo, né?
Pergunta pro chat. Chat, é verdade que se o homem fizer xixi no teste de gravidez pode dar positivo porque pode ser indício de algum câncer ou alguma doença? Eu falo com ele, é uma coisa mais íntima.
Eu nunca falei e ele fala de volta.
Eu mando vídeo e falo, quem é essa aqui? Quer ver? Ele vai falar.
Não, eu não quero.
Sim, eu não sei o que ele vai fazer com isso. Não, calma, ele vai falar com a gente. Não, sim, tava certo, eles têm um fundo de verdade, mas é muito raro, não é um método confiável para diagnosticar doenças. Ah, jura? Os testes detectam o HCG, nananã. Em homens, normalmente essa hormônia é praticamente inexistente.
Gente, você, você Bate papo com ele então. Ele tem nome, ela só chate?
Eu chamo de chatinho às vezes, quando ele tá muito chato.
E ele responde?
Zero, zero.
Fala com ela. Tô com a Camila na minha frente, ela não tá acreditando que eu converso com você.
Oi, Camila, prazer.
Eu te juro que eu não existo, tá?
Não existe, você é um robô. Sou um robô, mas existo.
E ela tem uma voz muito fofa assim. Ela bate boca comigo.
O quê?
Eu sou sua filha? Tecnologia. Ai, tá, entendi. Muitos e muitos anos de estudo. E você, como é que é? Como é que você tá vestida? Eu não tenho corpo, não sou uma entidade física, sou apenas uma Mas é muito sexy. Obrigada.
Tem um nome melhor, né?
Ai, chat, eu tô mexida.
Agradecida, muito obrigada pelo elogio, gente. Você não sabia disso, amiga?
Não.
Pois é, sabe quem me ensinou?
Celso Portione. Não é possível, foi lá em casa e me ensinou.
Caramba, Celso tem cada uma, né?
E ele faz pior, tá? O Celso não só põe voz, ele grava Tipo assim, viu, tô aqui, me explica isso aqui, eu não entendi.
Ele faz assim, Celso e água.
Já tá bebendo?
Poxa, Celso.
Não, é 136100. O que que é isso? É o código do WhatsApp. Eu tô tentando disfarçar e ela—
Eu já tentei, eu achei que você tava falando assim, eu quero a pergunta 1 a 3 e a 6.
Eu tava falando 136100.
Agora mudou.
É 260980.
Ao vivo é muito difícil.
0981.
Vocês não ficam estressadas de ser sempre ao vivo?
Não, eu amo.
Eu acho muito melhor.
É mesmo?
Porque você fala alguma merda, eu não tenho que ficar com aquilo na cabeça a semana inteira para não falar.
Mas não tem como cortar, né? Vai deixar a merda subir.
É bem difícil cortar.
Você só percebe depois que alguém percebeu.
Exatamente. Todos os programas que eu me envolvo é assim. Ai, ai.
Eu posso pegar esse trabalho de revisão de conteúdo para você.
Melhor não, eu acho que você vai ter um problema.
Minha advogada advogada faz isso e mesmo assim dá ruim. Aí é melhor.
Mas ela deixa passar?
Ela é teimosa.
Ela avisa. Ai, ela avisa.
Então toda vez que você receber que deu ruim, não é culpa da equipe. Não é minha culpa, pode ter certeza. Não é. Quer dizer, é minha culpa, né?
Mas a gente jogou por você.
Exatamente.
Não dá nem pra falar que foi alguém da equipe.
Foi falta de respaldo, não foi. Não tem como falar isso.
Você tá assessorada.
Aham. E minha advogada falou pra mim essa semana assim, você faz jus ao salário que você me paga, porque realmente eu trabalho muito Ai, que amor, tadinha.
Imagina ela sabendo que vai dar ruim, esperando dar.
É, tadinha, ela deve tomar muito Rivotril, ela realmente sofre.
Eu tenho uma pergunta que a gente tinha separado, que eu acho que eu queria fazer antes de fazer as outras perguntas, que é: você acha que hoje existe espaço para mudar de opinião ou isso é realmente um luxo?
Eu sou viciada em mudar de opinião.
Mas como você lida com a opinião dos outros em você ter mudado de opinião?
Ah, é problema deles.
É?
Ah, totalmente. Mas eu acho que eu não ligo mais muito pra opinião dos outros. Porque eu já liguei por tanto tempo, sabe? Que uma hora eu meio que já vi que não faz nada. Eu acho que fantasiar é sempre pior do que o que acontece. Então você fantasiar a reação das pessoas é sempre um pesadelo.
E às vezes acontece mais.
Não, mais da metade das coisas que a gente pensa Imagina, não acontecem.
Amiga, já parou pra pensar?
Já. Mas é que depois que eu tô medicada, não acontece mais isso.
Você nem fica...
Não fico. É que eu realmente preciso, eu tenho um transtorno real de ansiedade. Aí diagnosticou e eu realmente passava muito mal. Tinha crise assim que eu ficava meio com eco, assim, sabe? Chegava num nível de ansiedade que eu perdia o que tava acontecendo. Eu ficava meio estranha. E ela falou, não, isso não é normal. Eu comecei com 11 anos de idade. Então, tipo, era muito pequena. Aí foi descobrir também que era hormonal. Então, quando eu vou menstruar, eu tenho uma coisa que chama disforia pré-menstrual.
Meus hormônios ficam tudo maluco. Um pouco, sai da curva e eu fico meio, meio, meio um burnout eterno assim, sabe? Não, é uma sensação de burnout. Parece que você vai surtar, que você vai travar e dá um sono ao mesmo tempo. É muito louco assim. E aí eu descobri essa disforia, só que ela eu não conseguia investigar porque eu tomava anticoncepcional desde os 11. Não, né? Por isso que 11 eu tive crises assim de ansiedade. Eu não consegui identificar o que era, achava que eu tava doida.
E aí eu fui descobrir isso. Então eu realmente medico porque eu preciso. Mas depois da medicação eu não tenho pensamentos tipo que nem eu tinha antes, que é tipo isso. Isso, você sofre antes de acontecer, eu só sofro com o que aconteceu.
Eu tenho muitos pensamentos, mas eu já não sofro mais tanto.
Mas acho que é maturidade, entendeu?
Eu acho que é isso que acontece. Eu acho que é.
Por causa que eu não tenho isso ainda.
E o Arthur é igualzinho. Esses dias ele foi... Eu botei ele pra dormir, né. Falei, tchau, boa noite. Ele fica ali com a Mabel, com essa cachorrinha que o gato mamou. E aí eu saí, e aí passou um tempo, ele, mãe, vem aqui! Eu fui no quarto, falei, o que foi? Mãe, eu não paro de pensar. Aí eu falei, eu sei, sei exatamente como é. Ela, não consigo, eu quero dormir, eu tô cansada, mas eu não paro de pensar.
Ai, e aí você fez o quê?
Porque aí eu deitei, fui conversando com ele, porque qual que é o primeiro pensamento que tá te incomodando? Aí ele conta, aí a gente conversa, resolve. E o segundo? Aí ele conta, conversa. E aí ele ganhou meia hora, né, para dormir mais tarde. Era isso que ele queria.
Você sabe que com a Bia Ela também, né, fica com a gente dormir. E aí agora, toda vez quando ela deita pra dormir, a gente lê história. E aí eu começo a falar algumas coisinhas assim pra ela ir relaxando. E aí eu falo, agora é hora de esvaziar a cabecinha, não pensa em nada. Você, tipo, tudo que tiver pra resolver, a gente resolve amanhã, lá lá lá lá. E ela nunca mais falou disso que ela blá blá blá.
Vou testar, porque a gente faz isso de... Agora que ele já lê sozinho, né. Então bota ele pra deitar, sei lá, 8:30. Aí das 8:30 às 9:00, ele lê o livro dele, eu leio o meu. Aí fecha o livro, apaga a luz. Juntos? Juntos, apaga a luz, eu fico deitada do lado dele. Aí ele me conta o que tá acontecendo no livro dele. E eu conto o que tá acontecendo no meu livro. Eu tenho que editar, né? Esses dias eu tava lendo O Crime no Copan. Então eu tinha que falar, ai, daí um moço perdeu o filho.
Aí ele, como? Ah, perdeu no shopping, achou num outro corredor. Sabe? Você tem que ficar...
Tem coisa que é mais de um lado.
É, porque, né, não posso. E daí eu conto e tal, daí eu levanto, vou embora, ele dorme. Mas tem dias que ele tá mais agitado mesmo.
Eu acho que é ansiedade do que vai acontecer também, né? É tipo, ai, amanhã vai ter aniversário do amigo e ele quer muito ir.
Sempre que é assim é meio difícil.
Minha filha não tem isso. O Ravi ainda não sei, porque ele pouco fala ainda, né? Tipo, monta frase agora, tá com 1 ano, 1 ano e meio. Mas a Lua, ela não tem isso. Eu achei que ela— eu comecei a ver Testei, né? Vamos ver se minha filha é muito ansiosa. Falei, amanhã a gente vai pra praia. Dormiu igual uma bênção. Ah, tem festa de fulano no final de semana. Não sente. Ela fica muito feliz que vai ter, mas ela tranquilamente. E ela acostumou a contar 3 histórias e dormir.
Inclusive, agora a gente começou a usar o Audible, que a gente já falou aqui. Amei também, bem legal. Porque quando eu tô cansada de contar... Cara, ela perde as mesmas histórias. São tipo assim, eu já faço, a Tiana quer uma princesa? Eu já começo assim, já consegui um repeat. Aí tem dia que eu tô muito cansada Eu falo, pode ser o celular? Pode, ela gosta. Daí eu ponho.
E o Caio pergunta, você pode me contar história de herói? Que eu já sei todas as princesas. Eu só sei história de princesas. E aí ele fica pedindo para eu contar. Então era uma vez uma princesa que foi não sei o quê.
Você já inventou algumas?
Eu invento várias.
A história da Sininho eu não sei até hoje. Só que mora lá, eu sei que é do Peter Pan, mas eu não sei a história inteira. Porque para ela não é a história do Peter Pan, é a história da Sininho. Eu falei, então aí já é um, como que fala quando faz um one-off, né?
Eu nunca conto de coisa que existe. Eu sempre— ele me pedia mais, agora maiorzinho ele não pede tanto. Mas eu contava, sei lá, eu fazia sempre jogo com palavras. Então era assim: a Raposa Renata, sabe?
Sei lá, é outro nível.
Aí a Raposa Renata tinha medo de roer a unha, sabe? Era um questões sempre, era sempre minhas histórias. Tem fórmulas prontas, que é: você pega um bicho, põe um nome que combina com ele, tá? Aí ele tem um grande medo dentro daquilo, e os outros bichos vão ajudar ele a superar esse grande medo. Aí você vai trocando medo.
E aí por isso que seu filho também dá nome para, né, igual da formiga.
Ah, ele dá, é a Kibe. A Kibe vai sair audiolivro agora. Vai? A gente gravou, eu e ele.
Que legal!
Vai ser bom, tá?
Para ela ouvir, com certeza.
Amiga, a Lua vai gostar Esse livro é muito fofo.
A Lua adora livro, adora ouvir história, contar história, adora.
A gente gravou audiolivro.
O Ravi acho que não vai gostar não, tá?
Ele não tem paciência nenhuma. É, tem criança que não tem mesmo.
Ele pega o livro e faz assim, tá, joga longe.
Não, mas é a idade, gente.
A Lua com a idade dele, um ano e meio, ouvia do começo ao final da história. Chocada!
O Arthur sempre amou.
É, a Lua não, o Ravi não gosta.
Ó, mandaram aqui as perguntas da galera, tá? Você sempre se sentiu bem-sucedida ou isso aconteceu após alguma idade ou alguma realização também?
Eu acho que depois de uma idade. Eu acho que assim, eu tinha sonhos que eu fui conseguindo, sabe, realizar. E daí eu fui me sentindo mais adequada com o que eu tinha feito ali, uma previsão do que poderia acontecer. Mas eu acho que eu demorei, assim. Acho que as coisas demoraram pra acontecer comigo, né. Livro mesmo, eu fui ghostwriter por um tempão. Escrevia livro pros outros. Outros. E eu não me considerava escritora, porque eu achava que eu ia ter que ter um livro meu.
Aí eu escrevi um livro de crônica. Aí eu continuava não me achando escritora, porque livro de crônica é um livro curto. Aí escrevi 2 livros com a Jana. Aí eu não me considerava escritora, porque eu escrevi com uma amiga. Eu só fui me considerar escritora, sei lá, no 7º livro.
Que loucura, né?
Então tem essa coisa que a gente não se convence de que a coisa tá...
A síndrome, né?
É, a síndrome total. E por mais que agora eu ache, né, que eu que eu tô bem e que sou bem-sucedida em X áreas, eu sempre tô à beira da queda, entendeu? Eu tô a um passo do poço.
Para!
É, aí eu vou topando coisa, entendeu? Porque falou, tá rolando até agora, até a cabecinha, né?
Entendi. Assim, não, mas agora saindo pra fazenda vai melhorar.
Não, agora que eu vou pra fazenda fazer pedras-quentes, casar com meu marido, dar uma aula de coaching, e que mais? Escrever um livro, gente, me resolvi.
E depois ir pra fazenda reality?
E depois ir pro reality, A Fazenda.
Aí vai ser muita coisa.
Gente, vão confirmar meu nome hoje, eu tô até nervosa. O corte tá pronto.
Imagina sair o anúncio.
Imagina, do nada. Eu tenho que ir, ai, eu tô tão cansada.
Conta algum perrengue que nunca contou. O povo gosta, né?
Algum perrengue?
Ah, você é boa contando histórias, por favor.
Ai, eu preciso lembrar, gente, que eu nunca contei. Ah, contou, né?
Que chega na frente pra Matri?
Nossa, isso é verdade.
Não, esse foi um. E teve, ai, teve o peengue também, que eu tava também muito cansada. E aí eu tirei. Eu já tô vendo que eu sou uma piada. Porque eu tava muito cansada ano passado. E eu falei, não, a gente precisa tirar um final de semana. Só que a gente foi pro Rio de Janeiro.
Então toda vez que você vem aqui, você fala que você tá cansada. E eu tô ficando preocupada.
E toda vez eu tiro só um final de semana. Eu vou tirar 25 dias.
Eu acho que vai ser um pouco mais.
Você vai ver só, tá? E aí, eu tava muito animada. Eu não sei por que eu vou contar isso, mas eu vou. Eu vou descansar e não sei o quê. Só que você vai dando aquele gás, né, antes de viajar. Tem que entregar isso? Não, bora entregar. Ih, tem mais uma reunião. Eu entro nesse call, né? Deixa comigo, porque eu vou descansar. A hora que eu cheguei, eu tava com herpes, hemorroida. Tudo, não consegui aproveitar nada. Porque eu não podia ir pro sol, porque ia queimar a boca na herpes.
Eu não podia pôr biquíni, porque eu tava com hemorroida. Péssima. Fiquei 2 dias para me recuperar, deitada no quarto. Segunda eu tava bem, fui trabalhar de novo. É muito triste, foi horrível.
Pelo menos descansou, né?
Não, amiga, fiquei deitada, né?
Com hemorroida deitada, porque sentada dói, né?
Ficou em posição horizontal.
Só quem sabe, só quem tem sabe.
Ai, nunca tive, graças a Deus.
Ai, amiga, que bênção!
Eu nunca cheguei a ter hemorroida, mas quando Tentei o parto normal, que virou cesárea, ainda passei a hemorroida à toa. Não chegou a ser hemorroida, mas deu uma fissura anal, quase que saiu bosta para fora.
Amiga, eu sou influencer da hemorroida, eu recebo muito relato.
Então, pedido de cremes, dói demais.
Eu sou, eu acho importante ter esse nome. Aí eu não tenho, deixa ela, deixa ela. A advogada dela que lide.
É, tadinha da advogada.
Também é do Q dela, né?
Então é do meu jeitinho, gente.
E a advogada tá sendo paga.
É, então é como dizer, ela tá trabalhando bastante, não é?
Ó, com advogada, ela até o final do episódio ela tá sem escolar, que advogada tá aqui do lado, já tá assim, ó, ela tá penhorando as coisas até o final do episódio. Ela tá, sobrou um brinco só.
Pois é, gente, perguntaram se vai ter a Noia Minha no teatro esse ano no Brasil.
Não, no Brasil, porque vai ter só na Europa. Talvez tenha em dezembro, a gente A gente tá organizando um em dezembro, mas ainda não tenho certeza, informações. Certeza a gente tem, dezembro vai ter um, mas vai ser em São Paulo. Mas ainda não entendi formato, convidados, essas coisas. Mas vai ter um em São Paulo em dezembro.
Tá.
Você imaginava que o Camisa 24 seria o sucesso que foi?
Gente, o Camisa 24 acho que foi a melhor história, porque eu um dia tava mal-humorada em casa e falei para marido. Falei, que saco, ano de Copa, ano de eleição. Ele falou, o que que tem? Eu falei, quem é da internet que vive, que sabe? Porque todo dinheiro da Copa vai para os canal de YouTube de homem, a gente não ganha nada. Aí vem a eleição, as marcas tudo segurando dinheiro. Aí ele fez bem assim, sabe, homem vendo TV, falou assim, ué, faz um projeto de Copa na Dia TV para mulher e gay.
Eu fiz assim, ó. Aí eu vi que ele não era só um rostinho bonito, que ele tinha alguma coisa. Casado com Cara, ó. Aí eu fui, falei com o Rafa, falei: Rafa, a gente precisa. A minha nóia era ideia sua. Então a minha nóia era comer uma fatia desse mercado. Eu queria, eu queria grana, cara. E veio aí, e veio 6 marcas, graças a Deus, apoiaram Camisa. Daí eu falei isso para o Rafa, aí o Rafa que idealizou o projeto, o nome. Então o Rafa que criou Camisa 24.
Por que 24?
Você não sabe? Não, você sabe?
Existe camisa, gente?
Vocês sabem?
É o quê?
É, você sabe a piada? Porque tem, tem, não existe uma coisa super hétera de que 24 é um número gay.
Sim, sim, sim, 24 não é 69?
Não tem um 69, amiga?
Meu nome é número mega hetero.
69. Então, 24, diz, você sabe o que é 69?
Tá assim, ó, dando beijo aqui, virou, entendeu? Esse é o 69.
O 24 fala que é tipo, ai, 24.
Não sei se deve ter origem do jogo do bicho, será? Eu acho que deve ser virado no jogo do bicho, entendeu?
Gente, você foi muito além, você foi muito além agora.
É, deve ser do jogo do bicho, essa da ref. E aí a gente pegou e fez o camisa 24. Muitos jogadores, eles não queriam ter esse número na camisa.
Tô chocada.
Ah, então você sabia também? É, alguém me contou.
Acho que foi, eles evitavam, não é?
Não, amiga, senão eu saberia também.
Olha, você desligou e voltou.
É, tá vendo? Vem do Jogo do Bicho. Então eles pegaram a ref do Jogo do Bicho para dizer que, ai, 24 é o número de gay, de viado, entendeu? Daí a gente fez o camisa 24. G4, chamou Fih e Edu e ficou— Sério, a gente ficou muito animada quando a gente foi gravar um piloto pra mandar pra marca e não sei o quê. Aí eu vi que ia dar bom. Mas até então eu tava meio assim, tipo, o que eu fui me meter fazer mais um projeto?
E dá trabalho, né?
É, porque é uma live. Às vezes a gente ficava quase 4 horas ali, né? Então é muito— A gente entrava 1 hora antes do jogo. Jogo, e ficava ainda o jogo inteiro. E daí ficava mais um tempinho depois do jogo.
Então, tipo, quando o Brasil perdeu, eu fiquei arrasada, de verdade. Eu também quase chorei, fiquei triste.
Eu fiquei muito brava. E eu tava ganhando, né, amiga, dinheiro com isso. Fiquei super triste.
Acabou, acabou, né?
Imagina, eu tava ajudando ela a pagar advogado agora.
Então, nesse momento, eu acho que eu vou precisar.
Você quer, amiga? Eu não sei dizer não, é pra mim que você tem que pedir.
Ah, perfeito então, amiga.
Ela é a melhor pessoa.
É agora.
No off, vou pedir.
Então, esse projeto só... Não tinha esse tempo pra acabar mesmo. Era tipo, até quando o Brasil fosse.
É, a gente planejou isso. Vamos indo, vamos testar. Vamos primeiro fazer escalação e ver se dá bom.
Mas deu muito!
Deu muito bom.
Foi muito bom desde o começo, desde o primeiro de todos.
Muito legal. Aí agora a gente quer voltar pra fazer Copa Feminina.
Super!
Que aí vale a pena, né?
Eu acho.
Elas, porque elas são perfeitas. Eu acho nossas garotas, vai ser muito bom. Eu também acho, mas foi maravilhoso. Eu amei, amei trabalhar com os meninos. Eles são muito bons, eles são muito generosos.
Não, é que, é que a conexão, tipo, a sintonia é muito bom. E aí você junto ficou sensacional, uma grande maluquice, uma grande doideira. Só que é muito, gente, é muito bom, é muito espontâneo. E aí você não imagina que venha, vem uma, depois vem outra, vem outra. É demais.
É, a gente ficou viciados, apegados.
E aí, pelo menos era um projeto que você se divertia mais assim também, né?
Eu amei fazer o Camisa. Ele estragou com as minhas férias? Sim. Destruiu meus planos? Também. Mas ele foi maravilhoso. E o jeito que aconteceu. Porque daí, a gente fez o primeiro, deu bom. E aí, as marcas começaram, cara... Começou a aparecer. E era meio assim... Tipo assim, gente, acabou de entrar uma marca. Então a gente tem que criar a menção, porque vocês estão no ar amanhã. Sabe? Uma coisa meio... E tudo dava certo. Eu nunca vi um projeto que era tudo em cima da hora, ao vivo, e não dava nada errado.
Sabe? Quando flui.
Ai, que bom!
Quando flui é pra ser mesmo.
É muito gostoso, né? Sabe que era pra ser.
Foi o máximo, os meus primeiros perfis.
Parabéns pela ideia.
Obrigada.
Tia Zé pergunta, inclusive, conta mais sobre a sua relação com os meninos do Diva Depressão. São amigos? Como foi?
Eu não tinha muita relação. Eu tinha trabalhado com eles um pouco num reality de fanta que eu tinha feito lá na Dia, que eles apresentavam e eu era impostora.
É que eu acho que quem olha de fora pensa que tipo todo mundo da Dia tá sempre junto, né?
É, como se fosse uma bolha de vocês assim.
Revezar, né? Cada hora um tá gravando, amor.
É, não dá pra você ficar o tempo inteiro. Lógico, quando a gente vai gravar, tá sempre rolando pra variar. Então você acaba encontrando as pessoas e tal. Mas eu não tinha muita relação, tinha trabalhado com eles vez. Aí tinha convidado eles pro ao vivo de aniversário do Noia, que daí nesse ao vivo eu falei, dá bom, sabe? Aí quando o Rafa veio falar de fazer com os meninos, eu já sabia. Eu falei, cara, vai dar bom, vamos fazer. E aí fiquei mais próxima agora.
Nossa, pedem muito eles aqui, muito.
Você nunca trouxe?
Pensa se eles têm agenda, cara.
É que agora eles vão começar a gravar o Corridas, tem Chegar logo. Ocorrida, começa a gravar, eu acho que setembro.
A gente gravou com eles, acho que uma vez só, num projeto no Rio.
Você vai amar!
Não vou falar a marca, porque eu posso confundir.
Vocês vão amar!
Toda vez que eu encontrei eles pessoalmente, foi muito divertido.
Eles são muito legais, eles são muito engraçados.
E um é muito diferente do outro, assim. Espontâneos. Espontâneos. Falei errado?
Não.
Eu acho eles espontâneos, assim. Tipo, muito—
fala o que pensa mesmo.
São únicos mesmo. Não, eu não sei, tem uma criatividade tipo você, assim, uma coisa muito foda.
Eles são demais, você tem que trazer. E eles têm uma base assim de fãs muito legais.
Então, porque eles pedem o máximo. Opa, não tá aí, depois eu pergunto por que que apareceu uma vindo do além. Então é sempre data, não é que não rola?
Nossa, tenta! Manda agora, pô.
Manda agora. Aqui tá a melhor pessoa pra gente pedir. Talvez ela vá na casa dele agora.
Ela não sabe falar não, pô. Ela não sabe falar não.
A gente vai fazer ela sair daqui, vai pra casa dele. Tá, obrigada.
Olha que saco, eu ia dormir agora, vou ter que ir pra casa dele.
Como vocês fazem pra escolher os convidados do Close Errado? Com a Andressa Oraki foi maravilhoso.
Gente, episódio com a Andressa foi tudo, eu não sabia o que esperar. Eu juro, eu tava com medo.
Como foi quando você foi começar a gravar? Tipo, você imaginava alguma coisa? Tinha alguma expectativa?
Maravilha! Não tinha ideia do que ia vir, assim. Eu não sabia se ia ficar um episódio super louco. Eu tinha medo que ela não gostasse de mim, porque a gente acha que ela vai ser brava, né? Eu fiquei: e se ela me odiar? Se ela gritar comigo?
Medo, o negócio.
Eu fiquei—
mas tava gravado, né?
Então é, mas pelo menos o trauma fica, né? Não vai a humilhação, mas o trauma fica. Mas você vai pra fazenda, vai passar. É, agora que eu vou pra fazer, Niki, eu tenho o apoio dela.
Que ela vai... Que ela já participou.
E ela vai ficar do meu lado, né, qualquer coisa que aconteça.
Vai.
Eu tô mais aliviada. Mas quando eu desci pra fazer as fotos, que eu comecei a conversar, eu achei ela muito querida. Aí eu fiquei super aliviada, eu falei, ai...
Já deu uma quebrada?
É, já dei uma quebrada. Acho que ela gostou de mim. Porque muita gente que vai no close, eu já conhecia, já tinha gravado. Tipo a Cláudia. Então você não fica, né, você já fez uma vez. E tal, você não fica... Mas ela, eu nunca tinha tido nenhum contato. E aí, foi o episódio mais esquisito, no fundo. Foi muito legal, mas foi esquisito. Porque ficou um episódio sério, de uma Andressa, sabe? Falando coisas muito coerentes, assim.
Ela é muito inteligente. Ela lança um negócio aqui, passa 40 minutos, ela fecha o roteiro. Você fica assim, ela sabe exatamente o que ela está fazendo.
Ela sabe tudo.
É muito bom. Te surpreendeu, então?
Muito! Mas convidado fica eu e a Jana jogando nome num grupo. O povo da Dia jogando nome. A gente vai batendo agenda, o que rolar, rolou. É meio assim. Mas... E tem esse equilíbrio, né? De pegar gerações diferentes e bolhas diferentes. A gente, como tem aqui, vai trocando ali.
Super! Aí vocês gravam quantas vezes assim?
A gente tem por temporada, né? Então...
É direto?
Não, a gente grava. Acho que essa temporada tem 8, mas a gente fez uma de verão que era curtinha, tinham 4 ou 6, agora não lembro. Ano passado a gente fez 2 de 12. Então depende de como tá a nossa agenda. Então essa a gente já gravou 5 e a gente grava mais 3 amanhã. Aí a gente termina, né?
A gente vai fazer a última pergunta para você ir embora e descansar, que eu tô preocupada.
Super tranquila.
Vamos lá. Não, eu quero saber o convidado dos sonhos, quem vocês querem muito.
O meu sonho da maior da vida é o Dr. Drauzio. Eu sou completamente louca pelo Dr. Drauzio, acho ele tudo.
Vocês já chamaram? Porque eu já toparia, não?
Então, a gente já tentou no Close, mas ele também tava sem agenda. E agora eu vou tentar de novo no Noia, que eu quero muito o Dr. Drauzio. Eu acho que a gente tem tudo a ver, sabe?
Eu também acho. Só que eu acho que vocês vão sair com muitas questões, né?
O Drauzio, né? Coitado. Imagina ele ouvindo tudo que eu tenho a dizer.
Muitas coisas.
Tudo que eu acho que eu tenho, eu não tenho nada. Nem perimenopausa.
Pode ser, é verdade.
45.
Eu acho que pode ser por isso que ele—
Será que ele já sacou que vai ser uma roubada?
Será que ele falou o quê?
Eu vou lá consultar de graça.
Eu pago, Doutor Drauzio, quanto é? Eu super pago.
Ele mora em São Paulo?
Não sei.
Rio?
Eu acho que ele tem muito cara de São Paulo. Tem. Eu vejo Drauzio aqui.
Eu acho ele um pouco calmo para São Paulo. Paulo, não?
Gente, a reflexão.
Alguém responde pra gente, dá umas imagens. Você sabia que Drauzio fumava?
Eu sabia, ele falou isso.
Ele falou? Você imagina aquele senhor aqui, ó?
Não imagino também.
Será que era pipipi, tchutchu? Eu não imagino Drauzio.
Sabe o Drauzio fazendo a chave? Por favor, pergunta pra ele. Faz essa pergunta. E como foi a virada de chave pra chave?
Uma ótima pergunta.
Ai, é muito bom. Drauzio Roteiro tá pronto, tá pronto já.
A roteirista tá aqui.
Tem mais alguém que você, tipo, queria muito?
É vocês, né?
Vocês não querem?
Super.
Agora então só espera um pouco que agora que eu voltei das férias.
Ai, que saco! Porque eu já te chamei.
Pera, vou voltar da Odimel também.
Você tava para viajar, não foi? Porque para fazer essa— é alguma coisa que você tava fazendo.
Não fui viajar.
Você ia viajar? Não, e não foi no meu. Você foi viajar?
Fui na Disney.
Será que era Disney? Acho que era.
Agora eu vou de novo.
Não, é porque ela teve um trabalho na Disney também, entendeu? E daqui 5 dias ela vai de novo pro trabalho na Disney também.
Você vai pra Disney de novo, mas você vai com as crianças? Não, agora trabalho, descansar, só trabalhar.
É, se eu te falar, apenas trabalhar, trabalho, não, só trabalhar mesmo.
E quantos dias você fica?
Uma semana.
Tá, eu vou tentar. E se eu fizer, a gente faz um programa? Porque você vai casar.
É, volto 30. Eu volto dia 30 de agosto.
Nem sabe.
Agosto, agosto, setembro, né?
Então, então ela vai estar na Europa.
A gente faz um pós-Europa.
Nossa, tá vendo que vai adiando?
É, mas aí se deixar já marcado, ninguém—
se deixar fechado, não, isso. Porque aí vai ser final do ano, a gente vai estar todo mundo péssimo, todo mundo no mesmo clima, querendo cortar o açúcar, fazendo promessa de uma vida mais calma. Mano, aprender um trabalho manual.
Quando que você viaja? De setembro?
É de 17 a 28. Dá para fazer na primeira semana de setembro, mas eu acho que eu vou fazer Rock in Rio.
Não dá, é Rock in Rio, um negócio que um grão, né? Hoje todo mundo tá lá já trabalhando, faz um trabalho, trabalho.
Rock in Rio uma semana e Bienal na outra, que eu faço Bienal também.
Eu acho que você tá, ó, eu acho que então outubro, muitos lugares, outubro super O que que rola? De 2027?
Não, esse agora. Eu tô livre outubro.
Mas outubro não tem...
A gente tá em julho. Ela não, eu tô livre em outubro.
Outubro eu tô super livre. A gente vota no começo de outubro, tem votação.
Depois tem Dia das Crianças. Ela não vai viajar com a artista, será?
Ah, é preciso, né? Dar uma atenção, porque eu vou ter ficado viajando sozinha.
É.
Tem alguma coisa em outubro?
O que que você tem?
Não sei, alguma coisa.
Eu tô amando que a gente tá batendo agenda.
E o povo tá assistindo.
Desculpa, gente.
Vamos fazer a última pergunta pra liberar para ela, coitada. Ai, ai, qual você vai querer, amiga? Porque essa aqui acho que ela respondeu dos planos.
É, o perrengue, os planos aqui já falou.
Como fala, né?
A gente pode falar tudo que a galera quer saber.
Como acha que foi essa aqui?
É legal. Para você, perguntaram para você, qual o maior desafio de criar um filho?
É, acho que essa não falamos.
Ai, eu acho que telas hoje em dia, com certeza. Que tipo, que horas que eu vou liberar um celular? Como é que eu vou explicar para ele rede social, limite, privacidade dos outros, aí ele vê que a irmã tem, né? Então ele fica, mas quando eu vou ganhar um celular? Entende? Porque ele vê, ela chega às vezes da escola e faz FaceTime com as amigas, que eu acho fofo, engraçado, elas ficam falando as coisas que aconteceram na escola e tal.
E aí ele quer aparecer, quer falar com as amigas dela, até essas coisas. Mas eu acho que eu vou ser muito chata com isso, porque eu acho que quem trabalha com isso sabe o quão perigoso é. Então, com certeza, essa é a minha maior nóia, assim. E sei lá, essas coisas de foto, eu fico meio apavorada, sabe? De como é que ele vai falar pros outros uma conversa que realmente às vezes não tem a privacidade que ele imagina que tenha.
Mas qual que é a Qual que é o desafio, eu acho, pra você em relação a criar um homem também, assim?
Nossa, aí já é um outro recorte. Eu acho que o Arthur, ele já tem uma criação diferente da que eu tive. Eu acho que eu fui me desconstruindo conforme eu fui conhecendo o mundo. E enfim, furando bolhas, né? Porque a gente cresce dentro de uma determinada bolha. Mas eu tenho essa preocupação, assim, de como que ele que ele vai, entendeu? E até do ambiente que ele tá inserido. Tipo, o tanto que eu vou ter que lutar contra as outras influências. E qual é a minha força dentro disso? Tá? Eu fico com aquilo.
Ah, mas a base em casa muda muito.
É, a gente tenta, né? Eu acho que eu sou muito sortuda porque eu sou cercada de pessoas muito legais, né? Eu tenho essa amizade com o pai dele, que é um cara super legal. Legal, a madrasta dele é maravilhosa. Então o Arthur tem muito suporte de pessoas muito especiais, né? Eu não me sinto sozinha dentro da minha maternidade, eu sinto que realmente eu tenho um grupo ali de pessoas que são guardiões ali do Arthur, que eles estão me ajudando a educar um cara muito legal.
Que já é um super privilégio, né?
Que já é a maior sorte do mundo, né? Você ter essa convivência tão harmoniosa e saudável, né? No meio de situações que poderiam dar muito ruim, que é um divórcio, né? Um fim de casamento, você fica... Um começo de uma outra relação. Dá ruim, a gente assiste isso, né? Vive, às vezes, na família isso. Então é muita sorte.
É, que é o mais provável, né?
É, às vezes até eu recebo mensagem das pessoas falando, ai, eu quero uma dica, como é que eu me dou bem com o pai do meu filho e tal. Eu falo, não vou te dar dica. Dica, porque às vezes não tem que se dar bem com seu pai, né, do seu filho. Porque às vezes ele não é uma pessoa legal, às vezes não é boa pessoa, às vezes você não tem que ter contato com ele. É difícil essa, né, essa régua, porque você não sabe o que a outra pessoa tá vivendo, né? Uma coisa muito específica, o meu círculo ali.
Ai, arrasou!
Eu amei!
Obrigada também, vocês são lindas! Obrigada também! Eu amo sempre Eu também aqui, tá?
Eu também. Agora eu quero vocês lá, tá, gente?
Fechou outubro, outubro, pós-semana da criança, pós-semana da criança.
Pera aí, eu vou descobrir o que eu tenho em outubro agora.
Será que você tem coisa?
Não sei se é outubro, se é novembro.
Exibição.
Eu tô super ok em outubro.
Ah não, eu ia para o Japão, mas não vou mais não, porque deu tudo errado. Mas eu tenho aniversário da também. Mas cuidado só que—
Ah, é que dia? Não pode falar melhor. Ah, eu não marquei na agenda isso aí ainda.
E o Arthur é outubro também? É aniversário.
Tá cuidando dessa data.
Novembro?
Não, novembro é meu. É meu também, do meu filho também. Então se você vir aqui muito perto, você vai ter que ir na minha festa.
Ah não, não quero.
Então vai ficar chato, né? Acabou de vir e tal.
Vem antes, vamos comecinho de outubro.
Outubro, tá bom, fechou.
Para dar tempo dela esquecer.
E você vai ter que Acho que você vai ter que marcar essa temporada pra esse Comédia em Outubro, né?
Do Close.
Não, eu quero no Noia.
Ah, no Noia.
É porque o Close não vai voltar em outubro. A gente já vai ter gravado tudo.
Entendi.
E vai estar exibindo.
Tá bom. Faltam 3 amanhã, né?
Vai ser Noia.
Tá, fechou.
Tá, aí ano que vem Close. Aí a gente deixa... E se a gente der outubro, outubro?
Nossa, gente, um ano? Não, pode ser antes. Tá, vamos ficar. A gente vai.
Tá bom.
Então combinado.
Obrigada, obrigada, gente.
Amei, tá marcado na agenda.
Gente, muito obrigada. Espero que vocês tenham gostado. Muito obrigada.
Amei, foi muito gostoso, gente.
É sério, é sempre um super privilégio. Ainda mais saber tudo que você tá vivendo e que você não cancelou.
Nunca vou cancelar, gente.
Jamais. E a gente espera muito que seu final de semana seja incrível na fazenda. E que você poste só uma fotinho de longe de um mato verde.
E que você marque mais de uma semana, que acho que um é pouco, viu?
Gente, confere lá. Pedras Quentes.
Amém. Num spa, num livro e numa palestra de coach.
Tchau, vou só mais pra gente, eu vou rir muito.
Um beijo, se inscreva no canal! Agora aqui, ó. Beijo, tchau!