JORDANA E GABI - PODDELAS PODCAST #550
E chegou a vez de Jordana Morais e Gabi Saporito no PodDelas! As ex-participantes do BBB26 abriram o jogo sobre tudo o que viveram dentro e fora da casa mais vigiada do Brasil.No episódio, elas falam sobre rivalidades, estratégias, amizades, enfim, tudo o que viveram e que ficou marcado! Jordana relembra os embates com Ana Paula, a repercussão das brigas e como foi ser vista como uma das participantes mais intensas do BBB26. Já Gabi conta bastidores do Quarto Branco, a amizade com Chai e os momentos mais difíceis emocionalmente dentro da casa.Um papo sincero sobre BBB26, reality show, internet, julgamentos, fama e tudo o que aconteceu depois da eliminação.#PodDelas #BBB26 #JordanaMorais #GabiSaporito______________________________________________________ LISTERINE®️ Cuidado Total — o enxaguante mais completo da marca. Ele tem 5x mais poder de limpeza*, alcançando áreas que muitas vezes a gente não consegue chegar com apenas escovação e fio dental. Saiba mais: https://bit.ly/4eRxVYQ5x mais poder de limpeza* do que apenas o uso da escovação e fio dental. Redução de placa combatendo germes causadores; não substitui escovação e fio dental.______________________________________________________Ouça agora na Audible mais de 850 mil audiolivros! Acesse: https://www.audible.com.br/pd/Nem-te-conto-Audiolivro/B0GVL7VF1X?source_code=BAWP30DTRIAL7140504264272
- Cobertura BBBA experiência delicada e inesperada · O questionamento da vítima e o medo de julgamento · A força e resiliência diante da situação · A importância de não se calar e denunciar
- BBB 26: Bastidores e Pós-RealityExpectativas vs. Realidade do Pós-BBB · Mudança de realidade e oportunidades · Carreira e planos futuros
- A Importância da Interação Familiar no BrincarDificuldade inicial de conexão e formação de grupos · Medo de julgamento e de ser mal interpretado · A importância da autenticidade e essência no jogo · Amizade com Shai e a relação com Ana Paula · Conflitos internos e a busca por pertencimento
- Desejos, sonhos e objetivos de vidaDar uma melhor qualidade de vida para a família · Conquistas pessoais e profissionais · Estabilidade financeira e bem-estar familiar · Realização pessoal e profissional na comunicação
- Experiência na Casa de Vidro e Quarto BrancoSensação de ser um 'bicho enjaulado' · Impacto do carinho e energia do público · Exaustão física e mental · Exposição total e julgamento · Fake news e boatos
- O Quarto Branco e a Segunda ChanceA estratégia de resistência no Quarto Branco · A gratidão pela oportunidade de mudar de vida · A dinâmica de substituição e a entrada no jogo
- Jéssica BBB: Biografia RelâmpagoDificuldades financeiras e luta pela sobrevivência · Trabalho árduo e falta de oportunidades · Sonho de mudar a realidade da família · Profissões e estudos paralelos
- Aniversário do Rafael GomesCinco anos de projeto e crescimento · Agradecimento aos convidados, parceiros
Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.
Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$ 199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia, até a nossa estreia. O Feirão do BV entrou em campo com uma seleção de ofertas imperdíveis. Financie seu veículo, seja moto, carro ou caminhão, com o Banco Especialista no assunto e receba até R$ 1.000 em benefícios na conta BV.
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Oi, gente! Tudo bem com vocês? Amiga, a gente tá super combinando, né? Você viu? Você passou aqui nos stories que você tava cosplay do Mib. Você viu? Você gostou? Eu ensinava em você, amiga. Eu amei, a gente tá no mood. Eu tenho uma coisa mais...
Enfim. Sexy, eu achei. Achei bem. A hora que eu abri a porta, eu falei Nossa! Nossa, amor, tá querendo o quê? Até impactou. Eli! Tá em casa? Tá. Falou que ia pra voltar com essa roupa. Eu falei, não, vou voltar pelada. Tá poderosa!
Você que vai estar com essa roupa, porque se não for com ela, vai estar com qual? Seja bem-vindo, mais um podcast dela é ao vivo pra vocês. Muito obrigada por acompanharem a gente mais uma semaninha. E a gente sempre fala, né, pra se inscrever no canal, por favor. Por favor, gente, nossa meta! Quatro milhões é a meta. Então, se vocês não se inscreveram, não sei mais o que eu faço. Porque já foi humilhação, agora eu tô ameaçando.
É isso mesmo. Vai se inscrever, se você tá assistindo pela TV. Pega seu celular e se inscreve também, que é muito importante pra gente. Curte, compartilha, comenta. Tem as nossas redes sociais também, né, amiga? Vamos lá, gente, sabe? Não é só se inscrever. Já que a gente tá se humilhando, tem que se humilhar… O todo. Premium. Então assim, arroba poddelas, arroba vi tube, arroba tatá. É verdade. Tem arroba mais fácil da tatá? Não tem.
Gente, não tem. Então assim, é só lá seguir. Por quê? Porque todos nós merecemos. Eu também acho. Eu acho, amiga. Se eu tô aqui é porque eu mereci todos.
Gente, o que tá acontecendo, amiga? Eu sei. Ai, que engraçadinhas. Mas ó, antes de apresentar nossos convidados, deixa eu te falar uma coisa. Sabe uma coisa que eu amo nas histórias em áudio e que sempre fez parte da essência do pod delas? É que além de criarem conversas e conexões reais, elas se encaixam na nossa rotina, sabe? Por mais corrida que ela seja, eu sei que muita gente tá nos assistindo agora, mas também...
Tem muitas pessoas que estão, assim, só ouvindo a gente enquanto, sei lá, estão dirigindo ou seguem aí com o dia, né. E aí, momentos comuns viram momentos de conhecimento, troca, descoberta, eu amo. E esse é o poder do áudio, gente. Você pode ouvir diversas coisas enquanto arruma casa, enquanto se maquia, caminha.
organiza as coisas do dia, vai na academia, tá no carro. E de repente, aquele tempo que parecia só mais uma tarefa vira uma oportunidade mesmo de consumir uma boa história, uma boa coisa, né. E com os audiolivros, acontece algo muito parecido. Porque, gente, vamos falar a verdade. Há quanto tempo você não consegue terminar um livro porque simplesmente não deu tempo?
Fala aí, fala aí. Na Audible, serviço que conta com mais de 850 mil audiolivros disponíveis. Você encontra milhares de opções pra ouvir de um jeito prático. Como se alguém estivesse contando aquela história pra você, gente. É muito legal. Gente, é viciante.
E tem uma audiosérie nova por lá Que chama Nem Te Conto Com a Luana Piovani Nesse projeto, gente, ela revisita momentos Da própria trajetória e traz a visão Dela sobre histórias que marcaram A sua vida, sua vida pessoal Pública, então assim, tudo na voz dela Em formato realmente
próximo ali, quase que uma conversa com você, sabe? E além disso, na Audible, você encontra audiolivros, audiosséries pra todos os gostos, tá? E você pode ouvir quando você quiser e como você quiser, inclusive offline mesmo. Sim, gente. E você pode testar grátis por 30 dias ou 3 meses se for membro Amazon Prime, tá? Direto pelo site. Então, fica a dica pra quem ama boas histórias, mas sente que nunca tem tempo, tá? É isso aí, amiga. Fica a dica aí. Fica a dica. Bora. Nossa, realmente, né? Eu quero ver esse...
Amiga, livro é uma coisa que eu falo, eu vou ler. Aí eu começo lá na página, a gente tem que parar. Se você for ouvindo a história, é muito melhor. Porque você tá lá, maquiando e tudo mais. É que eu começo a ler e vi, ah, faço mosquito, eu olho o mosquito. E falo, nossa, que eu tenho pra fazer depois. Ah, é, isso aqui. Quando você tá escutando, prende, né? É, e tem coisa que você tem que fazer que tá parada. Tipo, dirigindo, maquiando, vale super a pena.
Que você, né, dá uma distraída e tudo mais. E vai também aumentando esse currículo aí de livros, né? E é um tempo de qualidade, né, amor? Tempo de qualidade, vivendo, existindo. Tempo é vida. É, isso aí. Vamos lá. Vamos lá.
Bom, hoje a gente recebe duas mulheres que não passaram despercebidas, tá? No BBB 26, né? Elas brigaram, se posicionaram, movimentaram alianças, criaram rivalidade, viralizaram aqui fora. Foram amadas, odiadas, defendidas, julgadas. Qual que é, né? O tempo todo, gente. É verdade. De um lado, ela, advogada, influenciadora, leonina, que nunca fugiu do conflito. E viveu um jogo intenso, cheio de estratégias e embates inesquecíveis.
Do outro, a panquequinha de banana. Uma mulher com uma trajetória de muita luta. Que enfrentou também, gente, o quarto branco, tá? Se jogou, mostrou sua garra no jogo. E quando você sai da casa, gente, você descobre que o jogo que você tava jogando lá dentro talvez fosse completado.
completamente diferente do jogo que tá aqui fora. Eu passei por isso, né, sei como é. E hoje a gente quer conversar com elas pra entender como que elas estão nesse pós, como que tá a vida delas, né, voltando pra realidade, o que aconteceu lá dentro. A gente vai revisitar o jogo de cada uma delas. E claro, sobre relações também que mudaram fora da casa, momentos inesquecíveis, a vida aqui fora e muito mais. Com vocês, Jordana e Gabi!
Ai, obrigada! Ai, vocês são muito inteligentes! Ai, muito cheque! Obrigada! Ai, eu achei tudo! Mais lindas ainda as pessoas. Vocês, menina! Que pele é essa de vocês? Só um glow! Ai, maquiagem. Deixa eu voltar aqui.
Gente, eu acordei com uma espinha e falei assim, gente, minha filha, você quer aparecer? Você me avisa que eu tiro a maquiagem, só você. Eu tava com maquiagem, só você. Eu tava com maquiagem, só que tá imensa, tá tipo assim, tá inchada. Ah não, é porque quando você fala, aí parece. Não, vou ficar assim, ó, com o microfone, ó, vou ficar assim, pra ninguém ver. Cadê? Deixa eu ver. Não, amiga, se eu não diz. Não, é porque quando você fala, a pessoa repara, não dá pra ver.
Parece até uma pintinha, assim, parece que fez preenchimento. É, ficou só lá em cima, assim, ó.
Meu sonho, meu amor. Gente, muito obrigada por vocês estarem aqui. É uma honra, um prazer receber vocês. A gente quer saber de tudo. Como vocês estão. Gente, obrigada pelo convite. Nossa, tô muito feliz de estar aqui. Imagina, o povo pediu muito vocês. Vocês ficavam lá, cadê elas? Estão aqui, gente. Inclusive, já vai mandando perguntas que no final elas respondem, tá? Exatamente, manda. Manda tudo, hein? A gente recebe aqui e lê.
É, vamos começar falando do momento atual que vocês estão vivendo. Como tá esse pós? Como é que tá sendo? Não sei se atingiu a expectativa de vocês, vocês imaginariam, imaginavam que seria desse jeito que tá sendo. Conta tudo pra gente.
Ó, eu pelo menos quando me inscrevi no BBB, né, que a gente tem que criar a fanfic na nossa cabeça. Se a gente não acreditar, quem que vai acreditar? Verdade. Eu me inscrevi no BBB e falei, não vou lá, vou ganhar o prêmio, vou mudar, vou ficar rica, vou ficar milionária. E foi com essa cabeça. Vou ganhar, vou ganhar. Só que aí você entra no programa, olha pra todo mundo, você fala, ih, já não vou ganhar mais, né? Sem chance, sem chance. Sem chance, não tenho mais chance de ganhar. Por quê?
Ah, porque você começa a olhar todo mundo, aí você começa... Muitas pessoas diferentes. É, personalidade diferente. É, na verdade. Aí você começa a se comparar, porque lá, eu acho que o seu pior inimigo é você mesmo. O seu mental fica muito abalado. Aí você começa a olhar pro outro. Aí você vai... Eu falo, igual no Quarto Branco, eu falei assim, se eu ficar olhando o programa do meu vizinho, eu não vou entrar no programa. O que que eu vou fazer?
Eu vou esquecer e vou até o meu corpo ir. E aí eu fico com essa cabeça de que ia ganhar o programa, de que ia levar. Mas aí, no meio do programa, eu falei que não ia.
Mas quando eu saí do programa, eu fiquei tão feliz, porque aí depois a gente fica, cara, será que eu sou capaz? Será que vão gostar de mim? Será que vão mudar a minha realidade? Porque eu fui com esse intuito mesmo de mudar a história da minha família através do Big Brother, através dos estudos também. Eu faço ainda a faculdade, vou voltar em agosto. Então, só que você só trabalhando, cara...
Não dava, porque eu vendia doce, eu trabalhava CLT. Então, eu tinha que lutar, lutar, lutar, lutar, pra sempre estar continuando sobrevivendo e afogada. Então, eu falei, o Big Brother, eu acho que vai ser um bote de salva-vidas. E realmente foi. Tá sendo? Tá sendo. Então, muitas oportunidades. Eu tô tão feliz. Eu poder estar aqui. Às vezes, eu fico tão deslumbrada, tão feliz. Porque é muito difícil você conseguir oportunidade na vida. E quando algum lugar te diz sim, porque você tenta, tenta...
Uma hora alguém vai dizer sim. Então, eu tô muito feliz. Ai, que bom. Isso é ótimo. E você, Jordana, conte.
Cara, gente, assim, uma loucura, né? Esse pós é uma coisa, assim, que era o maior sonho da minha vida, de fato, assim. Eu desde criança, desde pequenininha, sempre assistia o BBB, então sempre me imaginei. Não sei explicar a certeza que eu tinha no meu coração. É uma coisa que isso eu já vi em outros lugares, as pessoas contando. Ai, eu acho que não é todo mundo, mas eu já vi que algumas pessoas, de fato, tem... Eu tinha uma certeza no meu coração que isso ia acontecer na minha vida em algum momento.
Então, assim, eu só, às vezes que não dava certo, porque a inscrição, o processo seletivo é bem complicado. Então, muitas vezes dava errado o site, eu não conseguia gravar o vídeo, sempre tinha alguma coisa. Mas eu sou uma pessoa que creio muito nos planos de Deus. E eu sempre soube que, não, se não deu certo é porque ainda não é o momento. É porque Deus tá me fazendo amadurecer, tá me fazendo...
Ficar mais pronta, mais preparada pra essa experiência, porque é uma grande experiência. Então, assim, eu sempre ficava com o meu coração muito em paz. E aí, né, pra esse ano do BBB 26, deu certo. E aí foi fluindo e eu não sei explicar, assim, aconteceu e eu, meu Deus do céu.
Então, agora que tudo aconteceu pós, né? Que foi o que vocês perguntaram. É muito louco, assim. Eu não imaginava esse amor todo. Eu confesso que lá dentro, principalmente, né, Gabi? A gente que tava de um lado que as pessoas iam saindo. A gente tava de um lado que não tava tão... Tava difícil as coisas pra gente. Era um sonho de voltar, né? Eu passei por isso, né? Eu sei como é também. É triste.
Você fala, eu sou a próxima, né? Todo mundo indo. Aí, por isso que eu falei. Eu falei, cara, tá todo mundo indo, eu não vou ganhar mesmo. Porque vai todo mundo... A gente brincava que era o sonho de voltar. Não era mais sonho de voar, era sonho de voltar. Porque todo mundo que batia no paredão ia embora. Era foi escadinha, assim. Sim, assim mesmo. A gente voltou de alguns, né? Deu uma melhorada. A gente voltou. Não era o momento, não era o momento. No final, deu uma melhoradinha. Mas no começo...
Mas o grupo de vocês, acho que só vocês duas voltaram, se eu não me engano. E a Márcia? A Márcia voltou. A Márcia voltou também. A Márcia voltou de dois ou um? Ah, ela voltou mesmo. Ela voltou. É verdade, é verdade. Ela voltou. Acho que ela voltou de um. É, voltou. Foi com a Solange. Foi com a Solange. Foi eu, a Solange e a Márcia. É, aí ela voltou. E teve um que ela foi com a Samira. Você e a Samira e ela voltou. Foi. Ela voltou de dois. Foi.
E foi a primeira vez que vocês se inscreveram? Nossa, que memória boa, a pausa. É, eu também. Essa memória é invejada. Mas é porque fica lá dentro só vivendo isso. Só a vida é aquilo, né? Só a cabeça fica naquilo. Mas daqui fora também, depois de tanta coisa que aconteceu, gente. A cabeça... Boa. A cabeça boa, jovem. Mas eu lembro as coisas. A memória...
E sim, você tinha perguntado, né? Foi a minha primeira vez que eu consegui efetivar a minha inscrição. Então, assim, desde criança eu assisto tudo, só que eu nunca conseguia, sempre dava errado. Um vídeo não enviava, alguma coisa dava errada. Só que eu tinha essa paz dentro do meu coração, não é o momento. Eu vivi muitas coisas na minha vida pessoal mesmo, tanto profissional quanto de relacionamentos, e eu sentia que Deus tava me preparando.
E aí, esse ano, deu certo tudo, eu falei agora. E foi. E foi, graças a Deus. E foi mesmo. Arrasou. E foi. E você se inscreveu outras vezes?
Eu me inscrevi duas vezes, eu tinha feito 18 anos, eu me inscrevi, passei tudo, fui passando, fui passando, fui passando. E eu tinha certeza também que eu ia entrar. Minha mãe, desde o BBB10, ela falou assim, filha, você vai entrar, você vai entrar, você vai entrar. E se a gente mudar de vida, eu acho que de tanto que a gente profetiza, quando a gente vai falando, o universo parece que faz caminhos pra você chegar lá.
E aí eu falava, com 18 eu fiz tudo, tá, tá. Tudo, tudo, mas acho que eles falaram, não, muito novinha, não vai dar certo. E aí, no 26 deu certo. Que bom. E eu tinha certo, eu fiz, ó, o meu vídeo de inscrição, eu falei assim, ó. Se vocês me chamarem pra virtual, eu tenho certeza que eu vou entrar e vou ganhar o programa, viu? É só me chamar pra virtual que vocês vão me colocar aí dentro.
Nesse agora? Nesse agora. Só não ganhou, né? Mas colocou lá dentro. Mas colocou lá dentro. Tá ótimo. Tem que entrar, gente. Eu acho que entrar já é uma vitória, assim. Já. Eu acho que, assim, o processo seletivo, gente, é muito difícil. Então, assim, a gente sabe que pra gente ter conseguido estar lá...
Realmente, nós ainda, no nosso caso, passamos por uma casa de vidro. Casa de vidro, é. É, eu ia perguntar isso. Como que foi pra vocês, quando vocês entenderam? Tipo, entramos, mas não entramos. Estamos numa casa de vidro. Como que foi a sensação, assim?
É porque assim, você não tem certeza de nada. Quando você se inscreve no Big Brother, você não tem certeza. Só que aí eles vão dando indícios que vão, que você vai ir, que você vai rolar. Só que eles falam só, pelo menos pra mim, falaram que eu ia pra casa de vidro, na hora que pegaram as malas e falaram, olha, você garantiu uma vaga pra casa de vidro. Aí eu falei assim, bora, não tenho nada a perder mesmo, fiz minhas malas, fechei e fui.
Eu falei, cara, é a chance da minha vida. Se der bom, sempre pensando positivo que ia dar bom, que já tava dentro.
Mas também com aquilo, se não der, pelo menos eu tentei. Então, foi tipo assim, vai com tudo. Só uma pergunta, quanto tempo vocês têm pra arrumar a mala? Porque assim, eu sou um pouco péssima com isso. Porque o Caio Amorote não passa por isso. Mas quanto tempo vocês têm? Eles ficam esperando você. Uma hora pra arrumar a mala? Uma hora. É muito rápido.
Mas você vai esconder as roupas, faz o quê? Você vai socando, só que vi, eu já tinha tanta certeza que ia entrar, que eu deixei separada a mala. Não é possível. A roupa, eu deixei separada no quarto, eu cheguei, a mala já tava lá. É, eu também deixei separada, porque assim, a casa de vidro, ela tinha sido divulgada já antes, né? Então, eu tava acompanhando tudo certinho e tal, então eu já sabia que ia ter a casa de vidro.
Só que quando a gente chega lá nas últimas etapas, aí eles perguntam, né? Assim, ah, e aí? Se tiver que ir pra uma casa de vidro? Tô preparada, vou, claro. Só que quando eu soube, de fato, que foi divulgado pro público que ia ter uma casa de vidro, confesso que eu tremi na base. Não quero mais. Eu acho que, assim, é muito pouco tempo pra você conseguir mostrar quem você é, pra você falar de si, e rola muito esse julgamento pela capa.
Sabe? E é uma coisa, assim, que eu já tinha esse medo, sabe? De ser julgada por um estereótipo. Então, eu tinha esse medo. Então, eu confesso que quando eu vi a Casa de Vidro, eu fiquei com muito medo. Falei, ai, meu Deus do céu. Mas é isso, é a promessa de Deus. Se ele colocou esse sonho no meu coração, ele vai me honrar. Vai se fazer cumprir. E aí, foi isso. Quando chegaram, já imaginava, assim. Então, já tinha deixado as coisas. Porque a data é muito próxima ali do, né? Enfim.
Então, eu já deixei também as coisas separadas. Mas eles falam, tipo assim, você tá andando os processos. Aí chegou numa parte que você já viu que divulgou a Casa de Vidro. Então, você deixou a mala pronta pensando, quem sabe, estarei lá. Por isso que a mala já estava pronta. É, porque assim, tava próximo da época do...
Então, assim, a gente de fato não sabe nada. Eles não dão certeza de nada. A gente não tem como saber. Só que aí você vai passando de uma fase, você passa da outra e tal. Você vai sentindo que o negócio tá se aproximando. Pô, o programa tá perto de chegar. A gente já sabia que a Casa de Vidro era de 9 de janeiro. No meu caso, eu já sabia. Então, assim, o último contato, eu falei, cara, é esse. Eles vão te entrevistar.
Pô, então eu já me liguei. Eu também assisti os podcasts tudo. E eu já vi tudo o pessoal contando. Então eu tava... Eu fiz minha tarefinha de casa. Não vou mentir. Arrasou. Eu fiz minha tarefinha de casa. E a galera conta tudo aqui. Isso. Aí, então, eu já deixei separado. Só que assim, eu deixei separado um mundaréu de roupa. Gente, agora eu fiz milagre, tá?
Eu fiz milagre com roupa. Pra caber nas malas. Eu e minha mãe. Minha mãe me ajudou a montar. Eu fiz milagre, porque não era a Gabi. Tinha muita roupa. Quando eu fui tirar e colocar. Eu falava, não vai acabar, Jordana. Era a mala dela. Eu não sei. Olha, se vocês precisarem um dia aí de dicas. Pra comprar o curso. Me contratem o curso, entendeu? Porque eu não sei. Eu pesquisei, assim, muitas coisas coringa, sabe? Muita roupa pra você juntar e ter roupas básicas.
Pra você conseguir ter vários looks. Então, assim... Igual aquela mala... Fala, sudoku.
Sudoku, que chique. Como é? Do joguinho. Não é, gente? Sudoku. São três peças de baixo, três partes de cima e três terceiras peças. É, foi um pouco só que eu coloquei a mais, né. É que são só três meses, básico. Agora, sapato também, gente, é uma coisa delicada. Porque sapato não pode levar muito, meu Deus do céu. Sapato eu nem tinha mesmo, eu só tinha três. Eu tinha três também. Mas é quando chega no hotel, eles dão uma ajudada também, né? Tipo, não?
Na verdade, no hotel, eles tiram mais as roupas. Então assim, foram dois filtros. Uai, mas eu cheguei e falei assim… Quantas roupas levem, então é pouquíssimo? Mas na época que eu fui, eu cheguei e falei, não tenho tênis sem marca. Eles me deram um. Ah, não, eles dão. Ah, então é o que eu tô falando, é uma ajudada. Sim, se você não tiver alguma coisa… Que precisa, eles dão. Se você não tiver roupas sem marca e tal. Eu não tinha tênis sem marca, gente.
Eu também não. Eu pedi, não demorou pra chegar, mas chegou. Eu levei um que eles autorizaram, mas assim, é porque é o filtro do filtro. Então, quando chegou pra confinar pra casa de vidro, foi mais um filtro de roupa. Depois, pra entrar no programa efetivamente, depois que a gente passou. Outro filtro. Quando chegou o pessoal da figurina, tirar mais um pouco é o...
Socorro, o que vai tirar daqui? Não dá pra tirar mais nada. É terror e pânico. E ainda você ficou muito tempo? Terror e pânico. E assim, eles tiram e você não sabe. Eles só falam assim, coloca mais ou menos aí o que você não abre mão.
Eu lembro que o meu tinha um conjuntinho de praia. Que aí eu passei o programa inteiro pedindo a parte de cima. Que eles botaram só a parte de baixo. Como é que eu vou usar a parte de baixo e a parte de cima? Pelo amor de Deus. Até que eu desisti, gente. Eu pedi. Eu pedi a pijama. Eu pedi a meus pijamas todo dia. Desisti também. Desisti. É só aceitar. Não manda. E a voz não fala nada, né? Você entra lá. Oi, voz. Toda humildezinha.
Com medo. Você pode mandar o pijama todo dia. Eu ia todo dia. Teve uma hora que a voz falou.
Pijama negado. Não se fala mais nesse assunto, tá bom? Isso vai ser levou um pijama, tá? Obrigada por me responder pelo menos um não, melhor que nada! Mas assim, era todo dia. Eu acho que eu fiquei um mês todo dia que eu ia fazer o Raio X, eu pedi o pijama. Mas calma aí, você só tinha um pijama?
Eu não tinha pijama quando eu entrei. Eu emprestei um, ela me pediu emprestado. Um foi no dia que a gente brigou, aí depois ela derrubou. Eu tirei o pijama. Ela tirou, a gente pegou e brigou. Ela, toma aqui o pijama. Eu não quero mais. Calma. Não quero mais usar o seu pijama. Gente, mas aí, por exemplo, se tá com um só, lava e problema seu. Mas aí eles me deram um depois. Gente, eu tinha uns 10 pijamas.
Ela tinha muito pijama. E eu lembro desse dia, eu pedi um pijama. E era assim, pijama mais molinho e pequenininho. Cabe na mala de boa. Cabe na mala, e eles não tiraram. Porque eu falei, gente, pelo amor de Deus, tinha um pijaminha de moletom, um pijaminha de shortinho. Pelo amor de Deus, deixa meus pijamas, eu enfatizei. Mas voltando pra Casa de Vidro, assim, o que foi mais difícil pra vocês lá dentro? Claro, além de saber que não é certeza que vai entrar, mas a experiência da rotina da Casa de Vidro.
Porque vocês estão no meio de um shopping, pessoas chorando por um vidro. O que foi mais estranho, assim?
Eu acho que a gente tem a sensação, até tava comentando hoje com o pessoal, meu amigo tava me maquiando, a sensação que a gente tem de ser um bicho, assim. Por quê? Eu lembro, eu nunca vou esquecer desse momento, eu falo... Tem os cílios aqui, ó. Aqui, agora... Não, pra baixo. Ah, saiu, saiu. Saiu, saiu.
E, assim, eu me lembro, era muito cedo, porque, assim, o shopping, tem a hora que o shopping abre, só que antes do shopping abrir e depois que o shopping fecha, também tem o pessoal que trabalha lá. Então, eu não sei se com você foi assim. Então, muito cedinho, sei lá, seis e pouco da manhã, porque a gente perguntava, né, às vezes, a hora pro pessoal.
E aí, eu lembro exatamente, eu deitada assim, eu abri. Um olho, gente, um olho. Já tinha, tipo assim, umas quatro pessoas com telefone filmando. Sabe aquela sensação de, sabe? Meu Deus do céu, tô me sentindo aqui encurralada. Mas eu acho que, pelo menos pra mim, é claro, você sentir o carinho das pessoas. Eu também me lembro de um momento que foi uma virada, assim, pra mim. Eu falei, cara, quando a gente tava confinada no hotel.
E eu falei, quando eu parto do momento que eu saí daqui, minha vida não tem mais o que voltar atrás. Eu tô, agora, ninguém, não que eu seja alguém, mas assim, nesse momento ninguém me conhece, assim, eu...
Quando eu voltar, a minha vida mudou completamente. Não tem pessoas falando da minha vida, julgando de todas as formas. E eu me lembro dessa viradinha de chave. E aí, quando eu entrei, e a gente vê aquele tanto de gente, aquele carinho, e pessoas gritando o seu nome. Pessoas que não te conhecem ainda, com banner, com cartaz. E gritando daquela energia.
E eu sou uma pessoa muito atenciosa. Então, eu não conseguia... Me gritavam de todos... Eu não parava pra comer, eu não comi. Nas primeiras 48 horas da Casa de Vidro, a gente não dormiu. Então, eu fiquei virada. Eu não comia. Aquela adrenalina, aquele êxtase, assim, impressionante. Então, acho que isso também... O amor é muito bacana, mas também a gente... Foi bem...
Fisicamente, assim, desprestante. É exaustiva, é uma energia surreal. Foi o susto que eu tirei. A hora que eu tirei ali a venda, cara, e você vê tudo… Eu comecei a gritar igual uma maluca.
Porque aí você começa a receber a energia do público, eu acho que dá esse choque. Porque é igual a Jo falou, por exemplo, ali, querendo ou não, era anônimo ainda. Ali, a partir do momento que você entra, você tá na exposição total. E é tipo assim, você tá vivendo a casa de vidro e vem as notificações das coisas que estão acontecendo. Olha, notícia, tal. Eu acho que isso traz mais pressão ainda. Porque quando você tá dentro do Big Brother, você tá vivendo ali e você não tem acesso à informação, você não tem acesso a nada que tá acontecendo. Nossa, isso é verdade, é algo muito maluco.
E na Veto de Vidro você tem Passaram várias Passaram várias E quando começou Qual que foi a mais chocante Qual que foi a mais chocante das fake news O meu, o cara falou assim Ele pegou
Não, que eu vim lá do Rio de Janeiro, que não sei o quê. A Anitta tá te seguindo. Eu falei, meu filho, você acha que a Anitta vai estar me seguindo? A Anitta tá lá. Aí ele ficava inventando que a Anitta tava seguindo. Aí falava, falou que tinha casal que tinha se beijado. Falaram que tinha saído na porrada, na casa de vidro. Nas outras casas. Nas outras casas, perdendo, pipocando. Eu sei que a minha, acho que foi a primeira briga.
Eu acho que foi a minha e a sua? É. Ai, tu também. Meu Deus do céu. E aí, do nada, aí, ó, aconteceu tal coisa na outra casa e tal, não sei o que. Aquela confusão e a gente... E aí, vocês, na Casa de Vidro, viveram experiências bem diferentes uma da outra. Porque você conseguiu entrar, tava com a Shai, né? Isso. Conseguiu entrar. E a Gabi, infelizmente, não conseguiu. Cara.
Foi, tipo assim, foi um susto, porque na minha casa de vidro, eu recebi assim, muito, assim, era muito amor. Tipo assim, quando eu falo não, as pessoas choraram. Tipo assim, eu fiquei com vontade de chorar, só que eu dei uma chorada e falei, não, vou segurar, porque tá todo mundo aqui. E falava todo mundo assim, vai entrar! Entrou com quem mesmo? Já até esqueci. Foi com a Milena, eu e a Milena. Ah, tá, lembrei. Foi eu, a Milena, o Marcel e o Breno.
O Marcel foi o que desistiu. Sim, lembrei. Desistiu duas vezes. Desistiu duas vezes. Nossa.
Aí, eu tava... Eu sou muito confiante. Em tudo que eu vou fazer, eu sou confiante. Só que eu falei, cara, tem a chance de não acontecer. Só que eu tava tão confiante. Só que aí, eu fui no banheiro, dez minutos antes do Tadeu aparecer. E eu comecei a ficar com a mão assim, ó. Ficar nervosa. E veio assim, você não vai entrar. Veio na minha cabeça. Sério? Veio dez minutos antes do Tadeu aparecer. Ele falou assim, você não vai entrar. Falei, cara, é a hora que o Tadeu falou assim, não.
Quando eu saía ali de todo mundo, que tava, tipo assim, só eu no quarto, falei, cara, o sonho morreu, o sonho acabou. Caiu a ficha, né? E eu chorava tanto. Sabe quando você fica em posição do seu corpo? Nossa, que horrível. Começa a se abaixar. Eu me olhava no espelho, não tava me reconhecendo, porque eu fiquei numa crise.
De choro, porque eu falei, cara, tudo que eu queria, que eu queria entrar pra melhorar de vida, pra mudar a minha história, a história da minha família, foi por água abaixo. Tipo assim, o meu sonho realmente acabou. E aí, eu vim pro Rio, eu tava em São Caetano aqui em São Paulo. Aí eles falaram, ó, a gente vai pro Rio. O shopping era em São Caetano? Era em São Caetano. Era em São Caetano. Eu fiquei até. Tinha réplica, né? Tinha réplica. Tinha réplica. Eu fui lá divulgar, bem legal.
Nossa, e é igualzinho, né? Igualzinho. Fizeram até aquela piscina de... Igualzinho. Mas não é a piscina, né? Ela só é rasa. Ela é rasa, né? Tudo igual. A gente olhou a parte de fora, que era, tipo, colado. Idêntico, idêntico. Aí, chegou lá, a gente foi, eu já tava muito desanimada. Só que eu vi que o Tadeu fez uma propaganda, quando a gente ainda não era confinado, que ele pôs a roupa e falou do laboratório.
Não sei se vocês lembram disso, que apareceu toda hora no comercial. Falei, cara, é de substituição. Falei, cara, vai rolar esse laboratório. Por que eles estão me levando pro Rio? Aí eu já comecei com as fanficas na cabeça. Já veio a esperança de novo. E vem aí. Vem aí, vem alguma coisa aí.
Quando vai, chega lá, faz foto. Aí a gente começou a fazer umas fotos. E era tipo assim, foto de paredão, foto de anjo. Gente, mas eu não creio. Não, que eu ia, não. A gente não sabia de nada. Eles não contaram nada pra gente, gente. A gente não sabe de nada. Não, porque no caso, eu passei pelo mesmo processo. Só que eu já tinha entrado, né? Eu já tinha entrado pela casa. Mas no caso dela, eu não sabia. E aí, vocês não... A gente não sabia. Aí, bateu o dummy. No hotel.
Lá no quarto. Com a caixinha, você tem uma nova chance. Cara, ali... Não gravaram isso? Gravaram! Mas não usou. Não usou? Eu acho que usou. Eu vi em algum... Ela gravou, não usou. Eu acho que usou. Gente, eu não lembro. Usou? Nossa, eu não tô conseguindo lembrar disso.
Nossa, aí eu falei, cara... Nossa, olha, arrepiei muito agora. Porque, cara, pensa pra você, assim, eu falava, uma lascada que não tem nada na vida, assim, mata de trabalhar, recebe uma puta oportunidade, vai pra casa de vidro, dá tudo errado. E aí, chega e recebe, que pode acontecer, que pode dar certo. Eu falei, cara, vamos.
E ali é a hora que eu entro, abro a porta do quarto branco. E aí a voz fala que antes era só duas no começo, né? Os dois últimos a resistirem e entram na casa. Eu fui, tinha um banheiro lá, eu fui no banheiro, me olhei no espelho e falei, você só sai daqui desmaiada. Você não sai de outro jeito.
Ou você fica, resiste, porque, tipo assim, cama, você tem a vida toda pra dormir. E é a sua última chance. O quarto branco. Então, assim, eu sou muito grata ao quarto branco. Porque se não fosse por ele, eu não teria entrado no programa. Sim. A Shari veio aqui e falou a mesma coisa. Ela falou, se não fosse o quarto branco, eu não posso nem reclamar. Porque foi ele que me deu a oportunidade. Cara, mas eu sou grata ao quarto branco.
Porque eu falei, é a minha chance de mudar de vida. E foi através do quarto branco. Então, eu ia pegar minhas malinhas, ó.
E pra casa. Quando você recebeu essa nova chance, você achou que era só pra você? Não. Eu achei que era pra todas as pessoas que não tinham entrado. Porque aí eles vêm, vem lá o damezinho, vem a câmera. E como o Tadeu tinha falado isso no comercial do laboratório, eu achei que seria uma casa onde o público ia trocar. Pessoas que estavam, ia fazer substituição. Eu também achava pra isso. Eu achava.
mas eu acho que não, sabe por quê? Eu acho que, na minha teoria, tá a voz da minha cabeça, eu acho que eles não achavam que o quarto branco ia durar tanto tempo. E também que o elenco ia render, né, eu acho. Mas aí eu acho que como o quarto branco durou muito tempo, eu acho que não rolou essa substituição.
Eu acho. Porque durou... Eu acho que ninguém esperava que o quarto branco... Vocês esperavam aqui? Não. Nossa. Mas é que chegou uma hora que ficou feio de assistir. Tipo, não era mais confortável ver vocês sofrendo, entendeu? Todos vocês lá. Então, acho que até eles falaram, gente, precisa acabar.
Então, as dinâmicas que foram aumentadas, inclusive com o patrocínio, acho que foi uma sensação, tipo assim, precisa acabar. Eles são muito, eles não vão parar. E aí, chegou feio, ficou feio de ver, sabe? Tipo, tava vendo que estava no limite já, tipo, sei que é por muito dinheiro e tal, mas não é um round six, porra. Duas vagas. Entendeu? Não é pra todo mundo morrer aqui. Aí, eu acho que eles perceberam isso e mudaram a rota. Mas eu acho que foi merecido todo mundo.
Super foi. Eu acho, sim. Cara, foi assim, eu falo, é uma experiência muito louca. Eu sou muito grata, porque você vê até aonde você vai. Acho que depois disso você fala assim, amor. Amor! Eu passei por um quarto branco. Não, eu chegava lá nas provas de resistência. Pode vir, pode vir. Eu falava pra esse povo. Tô pronta. Eu falava pra esse povo, prova de resistência. Eu lembro muito da cena, eles entrando lá.
A Gabi, em especial. A Gabi, eu já te falei isso várias vezes. Eu cheguei assim. Gente, parecia que eles tinham saído assim do hospício, juro. Parecia que tinha saído assim, sabe? Era muito assustador, eles estavam com um rosto, uma afeição, eu lembro exatamente a Gabi. Era um rosto muito assustado e em pânico, e a gente chegava perto. Não, não chega perto que a gente tá fedendo. Aí a gente, como assim fedendo? Fedendo por quê?
Eu achei que alguém duvidou que a Alexandre foi pro quarto branco, não foi? Alguém falou, tô achando que é mentira, deve ter sido outra dinâmica. Não teve alguém que duvidou? Sim, sim. Eu vi num vídeo… A Shai falou disso aqui.
Não, eu lembro... Eu vi no vídeo, eu não lembro quem era. Porque dentro da casa, quando a gente tá lá, a gente cria várias teorias loucas na nossa cabeça. Então, acho que quando o pessoal viu a gente entrando... Porque ali, pensa, a gente tava assim, recebeu ou não. Ficou cinco dias no quarto branco. E a gente não tem noção de que ficou cinco dias. Branca. Dia e noite, né? A gente não tinha noção. Mas e o cheiro? Realmente tava todo mundo fedendo? Tava. Gente, não, eu não senti. Eu tava.
Cinco dias sem tomar banho, gente. Sem levar tudo que precisa. É que eu também não tomei banho lá dentro, né? Vim, quanto, quanto… Olha, eu vou te falar. Se tem uma coisa que eu falei lá dentro, eu falei… Eu entendo, Vi tudo. É horrível tomar banho lá. Gente, é horrível tomar banho. Não, mas é que o meu, na verdade, eu tomava, tá? Porque frio é horrível. Eu tomava de verdade, só que eu tomava chorando. Teve um dia que eu tomei banho. Não tem dia sem tomar banho. Eu fiquei um dia. Eu, um dia…
É muito horrível. Eu falava sempre, eu falava, Tobi, eu te entendo, pelo amor de Deus. Porque é um pavor tomar banho lá. Por quê? Porque, primeiro, a casa é muito gelada, o ar-condicionado. Então, você imagina, é um banheiro que não tem box, só tem aqui, é aberto. Então, o vento do ar-condicionado o tempo todo, a água demora a esquentar. E aí, você não pode estar esperando, porque você não vai botar com nada? É, porque tem um racionamento de água.
Então, você tem que ter... Então, e eu fui a primeira, acho que, a tomar banho. No dia lá, eu cheguei, fui tomar água gelada. Aí, eu toda me dizia, meu Deus, é gelado mesmo.
Por isso que eu gritei, não? Aí eu, nossa, depois que a gente foi entender que o primeiro se lascava, então a gente tinha que deixar o primeiro se lascar pra depois o outro. E depois, porque daí a água esquentava. Então assim, e aí depois você sai, biquíni molhado. Biquíni molhado é o pior. Gente, eu acho que não dá, é só realmente a gente.
Mas sabe por que? Como é que faz pra lavar, gente? E aí que acontece? Eu esqueci. Tem câmera aqui? Aqui em cima? E eu esqueci que tomava banho de biquíni. Então o biquíni foi para tomar sol na piscina.
Então, aquele fio dental. Aí na hora que eu ia, o fio dental enfiava mesmo. Eu ia pra fora. Eu ia do lado assim, limpava, aparecia tudo. O que eu comecei a fazer? Eu comecei a tomar banho dentro do banheiro. Sabe o que tem aquela duchinha? A duchinha, pra limpar. Aí me deram um pé, que eu não podia fazer isso. Daí eu falei, gente, mas... Mas preciso tomar banho. Aí por isso que eu fiquei com o formato sem banho. Porque eu tomava banho dentro do banheiro.
Maravilhoso. Melhor escolha que eu fiz na minha vida. Eu fiz o mesmo erro. Quem for pro BBB, gente, saiba. Não leve biquininho assim, de... Leve o biquini de tomar banho ou de tomar sol?
Porque, de fato, eu também levei tudo, cortininha fininho e tal. E é muito difícil de tomar banho. Horrível. Que momento que vocês estavam da vida, assim, quando vocês entraram no BBB? Como é que tava antes? O que vocês estavam vivendo? Lascada, né? É. Todo mundo, assim, foi uma oportunidade. Eu tava muito lascada, assim, ó. Pobre, de marré, marré, marré, tentando sobreviver ali, vendendo doce, trabalhando. E eu também, eu ficava 19 horas na rua.
Porque eu trabalhava na minha profissão, eu trabalhava com crianças autistas, então eu trabalhava nove horas, depois eu ia pra faculdade, depois eu ia pra academia, eu saía de casa sete e chegava uma da manhã. Então, e de final de semana ainda eu ia vender doce.
Então, eu já tava, cara, eu trabalho, trabalho, trabalho e não tenho dinheiro. O problema, às vezes a gente fala, né, cara, ai, é preguiçoso. Aí eu falava, cara, eu não sou preguiçoso, eu me esforço tanto, eu quero tanto uma oportunidade, eu quero tanto vencer na vida, só que parece que eu tô lutando, lutando, remando, remando e não chego.
Então, eu tava com essa questão de frustração mesmo, de não conseguir dar uma vida melhor pra minha irmã. Eu me cobrava muito. Eu falava, cara, se eu não mudar minha realidade, minha mãe, ninguém vai mudar. Então, eu acho que eu vim pra mudar, pra dar uma vida melhor pra elas. E aí, eu falei, cara, o Big Brother vai ser uma porta. E aí, eu tava lascada. E quando o Pro Pro falou, né? Olha, você tem uma chance na casa de vidro. Eu falei, bora!
E aqui fora, realizou muito as suas fotos vendendo doce. Muito, assim, porque você contava as histórias, a pessoa fala, será que é verdade mesmo? O pessoal tem as dúvidas. As suas redes começaram a postar um pouquinho da sua história, foi bem legal, assim, todo mundo teve muita empatia. Porque realmente não é fácil, né? Tipo, a Samira contou também que ela também era vendedora, ambulante e tudo mais. Então, a galera duvida, viu?
Duvida, né? Pois é. Porque, cara, é a realidade, assim, dos brasileiros, né? A maioria luta, luta. Infelizmente, né? Infelizmente, né? Infelizmente, é. É assim, vamos falar a verdade? Trabalha pra comer, pra pagar conta. Pra sobreviver. Pra sobreviver, pra ter o mínimo do mínimo do mínimo. É verdade.
E assim, e ficar frustrado e se culpar. Porque a gente se culpa, porque a gente fala, cara, eu trabalho tanto, eu me empenho tanto, não ganho um salário, não ganho um descanso, não tenho tempo pra minha família, não tenho tempo pra ter um lazer, não tenho dinheiro pra comprar uma roupa. E aí, você vai no final do mês, vai no mercado, vai com o dinheiro contado, não consegue comprar tudo que você quer. Eu olhava no mercado, eu passava um monte de vontade.
Fome nunca passei, mas passava vontade. Cara, isso, quando você tem... É tão bom você poder ir no mercado e você parece ir.
É fútil, mas é tão bom você ir no mercado e você poder comprar, assim, o que você quer. Você poder pagar uma conta de luz. Minhas contas de luz viviam atrasadas. O meu carro acabava a gasolina, tinha que empurrar um carrinho velho, assim, ó. Porque não tinha gasolina, assim. Então, e é a realidade dos brasileiros. Que, igual você falou, pra sobreviver. Então, quando eu entro num reality daquele tamanho, eu falo, cara, é minha chance. Porque se não é aqui, não vai ser nunca.
você saiu com alguma coisa? Algum prêmio? Alguma coisa que vai te ajudar? Eu saí com 10 mil do Ganha Ganha. Já tá bom! Já é alguma coisa. Eu queria tanto apartamento, gente. Imagina, todo mundo. Todo mundo, né? Nossa, e aí...
Vi, eu não sei o que acontecia. Eu ficava... Eu ia... Eu não sei. Eu acho que faltou eu seguir minha intuição, menina, naquele programa. Que eu ficava confusa. Sabe quando você fica confusa com você mesmo? Igual nos números. Eu olhei pro 16. Eu olhei pro 16. Que era o 16 que eu ia ganhar um apartamento. Teve a prova do ganha-ganha da MRV. Eu olhei, eu fui... Porque o que eu fiz? Eu falei assim, Deus, eu não tô vendo o número. Vai falando comigo, eu vou andando pelas casinhas. Eu não sei se vocês viram.
Eu vou andando pelas casinhas e o que o meu olho parar e brilhar é o número que eu vou. E o Tadeu falava, vai, Gabi, eu, calma, Tadeu. E eu lá, eu andava, foi dito e feito. Eu ia no seis, a Márcia foi no seis. Aí eu falei, Deus, me mostra. Olhou um, aí eu fui no um. Eu ia no onze, Deus falou, vai no quatorze. E era o quatorze. Aí, na última, o meu olho foi pro dezesseis e deu uma doida, eu virei e fui pro dezessete.
Eu acho que eu olhei errado, gente. Eu falei, cara. Ô, Deus. Ô, Deus. Explica. Ô, Deus. Eu ouvi o chamado, mas eu ouvi. Vai vir. Vai vir. Eu ouvi. Vai vir mansão. Entendeu? Vai ser apartamento. Vamos profetizar. Jogar funil.
Lógico, a palavra tem poder, óbvio. Com certeza. E você, que fase que você tava? Cara, eu tava assim, eu também na minha vida não vim de uma realidade fácil, sabe? Como as pessoas às vezes julgavam pela capa e tal. Não vim, nunca passei fome, mas sempre vivi ali no limite. Minha família era sempre aluguel atrasado, conta, tudo.
E assim, trabalhei de tudo um pouco na minha vida, sabe? Fui vendedora em shopping, fui fazer muito receptivo bilingue, receptivo... Como eu moro em Brasília, né? Tinha muito evento, congresso disso e daquilo, então eu participava, buscava as pessoas no aeroporto com a plaquinha, fui professora de inglês. Então, assim, de tudo um pouco mesmo. Fui bartender.
E aí me formei, né? Sou advogada, mas era uma coisa assim, eu cresci em Brasília, da adolescência pra frente, morei em Brasília, e aí capital do concurso público, então assim, comecei o curso de direito e aí estudando pra concurso, naquela coisa toda, não era uma coisa que eu queria muito advogar, que era um sonho, aquela coisa de você...
fez o curso de Direito, você tem que ter a UAB ali, né, tem que fazer a prova, e aí eu fiz no oitavo semestre ali, abri minha grade no oitavo, nono semestre, e deu certo, passei, só que eu me formei na pandemia, então assim, eu peguei meu diploma dentro de um carro, eu peguei meu UAB dentro do carro, foi tudo assim, e nesse paralelo veio a internet na minha vida.
Então, assim, veio o TikTok, não sei se pode falar. Pode, lógico. E aí, eu comecei a fazer vídeos, os vídeos foram viralizando. E aí, foi quando surgiu uma profissão que eu nem sabia que era profissão, modelo de maquiagem. E aí, fui fazendo muita produção, muita coisa. E foi acontecendo... Como assim, modelo de maquiagem? Você era modelo... Os maquiadores precisavam de um modelo e faziam a produção ali. E você...
ia modelar. Você ia fazer a beleza e tal. E fazer, saber, posar, fazer o vídeo. Então, isso é uma profissão, gente. Modelo de pecagem. É assim. Eu já fui modelo de prova. Tipo, as roupas eram feitas em mim. De fazer provador. Sério? Na fábrica, eu ganhava tanta alfinetada. Caramba!
Olha, e não sabia também. Porque, tipo, você faz o molde, né? As marcas fazem, as fábricas fazem o molde da roupa. E aí, a hora que costura, precisa provar alguém. É, precisa provar alguém. E aí, eu era modelo de prova. Ficava o dia inteiro na fábrica. Nossa, era cansativo. Não tem modelo de mão.
de pé, de tudo. E aí eu descobri essa profissão e tal, e foi muito... Então eu sempre gostei da área do direito, eu sempre gostei muito da comunicação e de defender. Injustiça é uma coisa que sempre me pega num lugar muito delicado, então eu sempre defendi as pessoas, sempre me defendi, defendi os meus, então era uma coisa muito latente dentro de mim. Mas, eu não me sentia tão realizada ainda na profissão, era uma coisa que eu fui dalgando...
Influência de alguém? Não, assim, eu lembro até que foi a influência de uma novela que eu vi. A Giovanna Tonnelli, ela era delegada. E aí, foi naquela época ali, eu tava um pouco perdida no que eu ia fazer. Pensava em arquitetura. Pensei em várias coisas. E aí, só que aí, como Brasília tem essa coisa do concurso público. Aí, minha família, não, então, vai pro, né? Faz o curso de Direito, que aí te abre um leque de opções e tal. E eu já gostava, realmente.
Aí, quando eu fui entender que eu era muito nova, então, eu fui entender, ah, pra ser delegada, você tem que ter bacharel em Direito e tal, não sei o quê. As coisas foram acontecendo. Só que aí, eu formei num cenário de pandemia, num cenário onde a galera tava toda sendo demitida e tudo. Então, assim, foi um momento bem difícil, assim, esse momento que eu formei. E aí, veio a internet na minha vida. Comecei, e eu sempre gostei, porque minha mãe, ela era fotógrafa, então, desde pequenininha.
Eu sempre gostei de câmera, tive desenvoltura e gostava de posar, de modelar, nananã. Então...
E tinha comunicação, sempre teve essa coisa da comunicação. E aí foi indo, as coisas foram acontecendo, mas eu tava também, assim, nesse limbo profissional, sabe? Sem saber, assim, porque a rentabilidade também, né? Não...
era tanto, tanto na advocacia, quanto como modelo de maquiagem, como influenciadora ainda, era algo numa proporção muito menor. Então, eu tava nesse limbo, meu Deus, o que eu faço da minha vida? E, paralelo a isso, eu tinha o sonho do BBB, e eu sempre imaginei que o BBB era uma oportunidade de eu poder realizar os outros sonhos da minha vida. E espero que esteja sendo assim, que tá sendo assim. Com certeza! E que venham muitas oportunidades incríveis. Ela falou muito chique, né? Você viu? Bonita!
Não, e é bom porque um curso de direito, independente se você, né, seguir isso como profissão ou não, te dá muita base pra muitas coisas. Acho que deve estar sendo muito útil agora também, né? Com certeza, com certeza. Até as questões, assim, contratuais, tudo que eu organizei da minha equipe antes, que eu tive todo esse cuidado, então, de deixar tudo organizado. Eu sou um pouco metódica, assim, chatinha pra essas coisas. Então, eu já fiz contrato, assim, com todo mundo, meu amigo me ajudou, assim. Já tive esse olhar, falei, não, vou fazer tudo certinho.
E, graças a Deus, assim, pra não ter nenhum problema. Como é que você se preparou? Você montou uma equipe? Gente, foi babado, foi babado. Não, eu fui pesquisar, fui atrás de tudo. É um mercado, assim, que eu não tinha muita noção, né? Do que você precisa de equipe ter por trás. Então, assim, toda a minha equipe eram meus amigos. Até primeiro porque eu não tinha grana pra pagar.
Você não tem como pagar. Como é que você vai? Você tá três meses, cem dias ali confinada, sem trabalhar, com que dinheiro que você vai pagar a equipe? Então, eu precisava também me proteger juridicamente em relação a isso. Então, era uma questão ali de confiança. Então, toda a minha equipe são amigos. Amigos, não tinha ninguém de fora. Todo mundo amigo.
E um amigo que eu admirava numa área, outro que eu admirava em outra. E aí, fui fazendo contrato de confidencialidade com todo mundo. Então, quando eu fui abrir pra, assim, pouquíssimos dias antes de saber que iam me buscar. Entendeu? Então, assim, eu também não sabia. Na verdade, eu não sabia que iam me buscar. Iam lá fazer uma entrevista, então você não sabia. Então, você tem que se programar e…
Gente, podia dar muito errado. Entendeu? Igual eu falei. Então, eu comecei a fazer coisas antes. Eu comecei ali naquele espaço de tempo ali de menos de uma semana. Foi muito corrido, foi muito difícil. Mas eu, assim, fui atrás, pesquisei e me organizei. E deu certo, graças a Deus. Que legal. E eles trabalham até hoje? Ou foi uma coisa temporária?
Sim, sim, sim, a maioria. Eu não preciso agora de tantos profissionais, assim. Eram uns oito, né, de editor de vídeo. Pessoa pra estar assistindo 24 horas, pra estar intercalando. Então, eu não preciso. Meninas são três turnos, né? Manhã, tarde e noite.
Minha amiga minha disse que ficou 18 dias. Não sabia mesmo. A Jéssica ficou 18 dias sem. Ela falou, amiga, fiquei 18 dias sem dormir. 18 dias sem dormir. Sabe o que é isso? Eu falei, como assim? Não, mas eu piscava, às vezes cochilava. 18 dias já assistindo assim, ininterruptamente. Eu falei, gente, isso é loucura.
Porque a gente sabe o quanto as redes aqui fora tem uma força muito importante e elas precisam alimentar isso, né? E cada rede social tem um algoritmo tem um público, tem uma forma de se comunicar
Então, não é fácil. E aquele desespero, e ao mesmo tempo eu tendo que organizar tudo e sem nem saber se eu ia entrar. E ainda ia passar por uma casa de vidro. Então, assim, é tanta pressão, é tanta logística por trás, gente. É todo um ecossistema que eu acho assim, as pessoas não têm noção de tudo que acontece.
O que vocês veem aí nas redes sociais, tudo… O babado que é por trás pra tudo acontecer. Conta, conta pras pessoas saberem. É muito difícil, gente. É muito difícil. E olha, você que se inscreveu pro BBB 27. Você vai passando, só que você não tem… Ninguém te fala que você tá dentro. Não tem como. Nem quando você tá dentro, assim, eles não falam que você tá dentro?
É sério. Porque eles foram buscar e falaram, ó, é uma chance da casa de vidro. Pode ou pode não entrar. Sim. E aí, igual do quarto branco, quando a gente entrou, eu falei, não, vão levar a gente pra tomar um banho, que a gente vai ir pro hotel, né? Vamos chegar lá e falar que a gente foi amado pelo público. Não, a gente chegou lá, todo com a roupa lá e morreu. Ô, Deus. Ilusão, né?
Gente, sofri da carinha. Tadinha. Ilusão. Mas aí, ó, entrou. Entraram, estavam lá dentro. As relações de vocês, assim, como que foi? Bateu de cara a proximidade, você veio com a Shai da… Quarto Branco. Do pesadelo que vocês viveram juntos. Então, faz até muito sentido vocês serem bem aliadas. Mas e você? Como que foi, Jo? Tipo, você bateu de cara com alguém? Você foi conhecendo todo mundo? Gente, sem dúvidas, pra mim, o início do jogo foi um dos momentos mais difíceis.
Sem dúvida. Pra mim foi a parte mais difícil. Eu não consegui me conectar muito fácil com as pessoas. Mas na vida ou lá dentro? Não, lá dentro. Lá dentro, assim. Primeiro porque eram muitas pessoas ali diferentes, muitos universos. E a sensação que eu tinha é que eram muitas rodinhas ali, ou então rodonas grandes de pessoas.
E era todo mundo ali, juro, não sei se a Vi teve essa mesma sensação. Era que todo mundo queria falar ao mesmo tempo de si, contar sua história e falar. E assim, você via que era um pouco artificial, sabe? Você via que era um pouco ali, a galera querendo falar demais e querendo o seu VT, querendo o seu momento e já querendo soltar, tipo assim, tudo da sua vida naquele primeiro momento. E aquilo me travou, porque eu não sou assim.
Eu falei, gente, meu Deus do céu, será que eu vou ter que… Eu travo quando tem muita gente assim também, eu prefiro…
Aí, eu também preferia ouvir. Aí eu falei, ah, não, deixa eu ouvir e tal, deixa eu sentir. Alguém vai ter que ouvir, deixa pra mim. Alguém vai ter que ouvir, deixa eu sentir, eu também fui muito. Então, eu entrei muito, assim, mais observadora. Eu tinha medo de… Com essa cautela, sabe? Eu tinha medo de fazer um pré-julgamento ou de… Eu falei, eu vou observar.
Então, mas pra mim, com certeza… Você ficou com medo de observar demais e ser alvo? Porque lá é assim, né, se você não se destaca, só alvo. Tudo, tudo, tudo, tudo, tudo. Eu tinha uma coisa também assim, que foi complicado pra mim. Porque eu sempre tive os meus momentos… Eu sempre priorizei muito os meus momentos de ficar sozinha. Assim, sabe? Às vezes você tá ali, não é, Vi? Meu Deus!
Eu senti muita falta disso lá. Gente, é um terror. É um terror, porque você não tem como. E assim, aí os momentos que às vezes eu pensava não, deixa eu ir ali pra um canto pra respirar um ar. Porque é muita poluição. É respirar de uma briga. Aí chega um jogo da discórdia, que agora é sincerão, né? Isso. Aí você tem que resolver aquela briga, você queria ficar...
Você só quer respirar oxigenar a mente. Só que ali no início, se você faz isso, aí você percebe que as pessoas já ficam te olhando e vão te julgar de todas as formas. Opa, será que tá se fazendo de vítima? Tá se excluindo? Ou será… Aquela ali não se enturmeu. Ou aquela ali… Será que… Tudo é intenção. Tudo é como se fosse…
Quer fazer VT, aquela ali quer se excluir, ou então, será que não se conectou com as pessoas? Então, é muito delicado esse início. Então, sem dúvida pra mim, eu acho que um dos momentos mais difíceis. Porque, de fato, como você me perguntou, eu não me identifiquei, assim, de cara com as pessoas, assim. Quem eu via que tinha…
Uma forma de ver o mundo mais parecida com a minha, que tinha sido a Aline, saiu logo na primeira semana. Então aquilo ali, pra mim, também foi uma coisa, assim. E aí, eu vi… Do outro lado, eu vi as pessoas… Aí formaram duplas e trios e não sei o quê, não sei o quê. E eu fui… Só que eu falei, eu respirei. Eu falei, cara, eu não vou me forçar.
a ter nenhuma conexão que não seja genuína, eu não vou me forçar a... Ah, enfim, eu também não sou assim, sabe? Eu falei, uma coisa que eu tinha na minha cabeça era eu vou respeitar quem eu sou. Eu não vou fugir da minha essência aqui dentro. Então, eu fui no meu tempo, eu fui no meu ritmo, do meu jeito, eu fui observando. E graças a Deus, o que eu pedia pra Deus, porque também não tem esse negócio, você não pode observar demais, porque senão o jogo acontece e tal.
Mas eu sabia que eu não seria uma planta, sabe? Eu sabia que eu sempre fui uma pessoa de personalidade muito forte e que eu chegaria o momento. Só que eu também não queria me equivocar, eu não queria falar num momento errado, eu queria ter cuidado com isso. Só que eu pedia muito pra Deus, e Deus me dá tempo.
De conseguir amadurecer no jogo. Porque eu acho que é muito isso, sabe? Eu acho que quantas pessoas, de repente, saem prematuramente… Porque caiu num paredão. Caiu num paredão e não teve tempo de se mostrar. Então, já pensou? Se eu tivesse saído lá atrás, eu tô… Tanta coisa, sabe? Tanta coisa incrível que eu vivi. Que eu pude mostrar que eu sou uma mulher, assim, de personalidade forte. De garra, de ir atrás das provas e tudo.
E fazer minhas alianças. Se eu tivesse saído lá no início, não teria conseguido mostrar isso. Então, eu pedia muito pra Deus. E eu, Deus, por favor, me dá tempo.
Tempo é precioso no BBB? Não, um dia é um ano, né? Porque é o que você falou, por exemplo, às vezes você é mal interpretado, às vezes as pessoas não te entendem. Então, você ter esse tempo de você se mostrar do público, começar a conhecer a sua essência, quem você é. Eu acho que no jogo, eu lá dentro, eu tinha muitos conflitos internos. Por exemplo, eu sentia as coisas, principalmente com o meu grupo, que eu tinha aquelas questões de conflito.
brigava e depois voltava. Eu acho que foi um dos meus erros no Big Brother, eu acho que de não seguir a minha intuição. Eu sentia que eu tinha que sair daquele grupo e sentia que aquele grupo não me fazia bem. O que eu tinha que ter feito? Eu tinha que ter saído e, pô, ah, tudo bem, eu vou levar alvo, que a gente fica com medo. Eu tinha medo também, eu falei, cara, eu vou abandonar um grupo, só que eu vou tomar...
Chumbo de um lado, chumbo do outro e também essa questão de querer pertencer. Eu acho que a gente leva também nossa bagagem, nossos traumas que a gente passou lá fora, tudo que aconteceu. Então, eu sempre tive essa questão de querer pertencer, de querer ser acolhida em algum lugar, você entende? Então, porque, igual eu te falei, sempre foi eu, minha mãe e minha irmã. Então, eu tinha aquilo de querer pertencer a algum lugar, querer pessoas ali.
Que gostassem de mim. A partir do momento que eu sentia que aquilo não fazia bem, eu tinha que ter falado, cara... Mas por um lado, você levou sua amizade com a Chai do dia que você entrou até o final. Não, a Chai foi. Teve umas briguinhas ali? Teve, como qualquer amiga. Mas, tipo, isso foi uma coisa legal. Então, não se culpe também por, tipo, ai, não tava seguindo a minha intuição. Mas uma coisa, você seguiu a minha intuição.
Porque dava pra ver que era muito genuína a amizade de vocês. Era muito honesta. Tanta risada que vocês tiraram da galera aqui fora. Foi surreal, assim. Então, eu saí com essa mesma sensação.
Quando eu fui em podcast, como vocês me perguntavam, o que você se arrependeu? Eu falava a mesma frase que você acabou de falar. Eu não seguia a minha intuição. Não era em relação a grupo, no meu caso, mas era, tipo, de às vezes não conseguir expressar o que eu tava sentindo direito, sabe? Por isso que eu tinha medo de falar o que eu queria falar. E aí eu falava, eu ficava, ai, meu Deus, você é cancelado. Será que eu falei mais?
Será que... É muito ruim. Então, na verdade, a gente tá numa situação muito vulnerável também, sabe? A gente sente muito... A questão externa também...
Impacta muito. Muito loucura. Vocês ficaram com esse medo, assim, do cancelamento? De, ai, o que tá rolando lá fora? Será que estão gostando? Não, falei uma coisa, meu Deus, mal interpretada. Rolou isso? Tá, tá, foi muito louco. Porque, assim, no início, a Vi tava falando que tinha essa coisa de… Ai, será que eu tô falando bem? Será que eu tô? Será que eu tô conseguindo mostrar quem eu sou, minha essência, não sei o quê? No início, eu tive isso, porque eu me senti perdida no jogo.
Justamente, eu vi as pessoas assim, ai, te amo! Ai, amigo, não sei o quê. E eu falava, gente…
Como assim? Eu não consigo. Eu achava que eu também não vou, não vai bater assim com alguém, assim, sabe? Só que eu também me respeitei muito. Eu acho que eu já tinha isso mais bem resolvido dentro de mim. Eu falava, cara, eu não vou me forçar. Vai ter que ser genuíno, vai ter que ser. E assim, não me arrependo o meu lado de jogo, não me arrependo mesmo. Foram as minhas conexões, foram genuínas.
Foi, de fato, o que eu vi lá dentro, as coisas que eu vi, as coisas que eu sentia, a forma de jogar. Uma coisa que eu falei muito foi postura de jogo. Então, assim, se colocássemos todos nós numa casa de novo, eu acho que eu teria feito as mesmas escolhas, assim. Então, de fato, foi afinidade mesmo, aconteceu. Foi genuíno, sabe? Mas eu senti isso de você lá dentro, tipo…
Eu acompanhei muito, assim, né? Até porque o Eli é fanzaço, assim. Ele acompanha o Ao Vivo. Ao Vivo eu não conseguia, gente. Eu sou mãe, dormia. Mas eu via tudo depois. E ele me contava tudo, eu super fofoqueiro. E aí, você viveu muito, vocês duas. Mas a questão de ser vulnerável, assim, você não tinha medo de ser vulnerável. Você não tinha medo de se colocar em situações que dava pra ver que era conflituosa. Que você sabia que era 880.
Ou você tava certo ou você tava errado e ponto final. E você batia firme na sua opinião. Isso eu achei muito bonito. Porque mesmo que você, às vezes, tava com a opinião contrária do público, era a sua opinião. Sim. Sabe? E as pessoas têm muito medo, às vezes, de dar a sua opinião. Porque hoje... Hoje ou é isso ou é aquilo. Sim. Ou é isso ou é isso. Ou é isso ou é aquilo. É verdade. É verdade. Muito ruim. E realmente, aí no início, eu tinha um pouco esse... Ai, meu Deus. Será que eu tô conseguindo mostrar pro público quem eu sou?
Depois, eu não sei explicar. Eu liguei um… Foda-se, se não pode chegar. Mas eu liguei assim, um pii! Na minha cabeça, que depois… Tinha momentos que eu pensava, gente, às vezes eu tô sendo inconsequente demais. Porque eu tô falando mesmo o que vinha na minha cabeça. Eu falava… Então, quando eu parei de me podar ali no início, sabe? Quando eu parei, eu falei, quer saber de uma coisa? Eu tô aqui. Eu já sabia que é impossível você agradar todo mundo.
Se nem Jesus agradou, quem sou eu pra agradar todo mundo? E assim, eu tô aqui, eu vou viver, é o meu sonho. Então, isso pra mim era uma coisa muito forte. Eu vou aproveitar isso aqui ao máximo, eu vou falar, veio e tal. Veio na minha cabeça, eu falava, eu sentia, eu vivia, eu me permitia. Não, deu pra ver até, não sei se você gosta de falar sobre isso, mas até a situação que você viveu com o Jonas foi muito isso. Você tava, tipo assim, vivendo com...
Cada etapa do jogo ali, cada momento. Me permiti mesmo. Deu pra ver, assim, que foi muito honesto. Genuíno. Foi genuíno mesmo, sabe? Total. E faz parte, assim, do jogo, né? Às vezes a gente sente coisas que nem a gente sabia que tava sentindo ou que ia sentir, né? É incontrolável. E é muito intenso, né? Acho que só vocês que participaram sabem disso. Porque todo mundo fala isso, é muito intenso lá.
Parece que é a sua vida mesmo, que aquilo ali é o… Só que lá dentro as pessoas julgam, porque aqui fora é normal você falar uma coisa e depois se arrepender e mudar de opinião. Lá dentro você não pode. Se você começou a falar uma coisa, você tem que ir até o fim falando a mesma coisa. Sustentar aquilo, e se não… Isso preocupava muito, né, Gabi? A gente falava muito, porque é muito louco. Eu não tinha essa perspectiva assistindo.
E olha que eu assisti todos os BBBs, que eu sou fã número um. Mas eu falava que era diferente. Mas a gente falava muito isso lá dentro, porque… Do quê?
A gente acordava com um pensamento e à noite ele já mudava. Tipo assim, às vezes, dez minutos, você mudava as suas percepções, o seu pensamento sobre o jogo sobre as pessoas. Isso é muito louco. A gente ficava, nossa, o pessoal vai achar que a gente mudou tempo. Tá sendo falso, que a gente tá mudando. Porque, de fato, tudo lá, qualquer coisinha, se você passa, você é um olhar diferente, uma coisa, é tudo tão amplificado. É tão amplificado, não é, Gabi?
Tão intenso que, assim, a gente mudava de opinião todos os dias. Mas teve alguma coisa, assim, que não sai da mente de vocês, que vocês realmente se arrependeram? Falaram, não, aqui eu não precisava ter feito, acho que não foi legal. Teve alguma coisa, assim? Minha intuição. Minha intuição. Isso aí eu me arrependo amargamente de não ter seguido a minha intuição, que eu senti as coisas e...
É isso, meu maior erro. Eu acho que eu segui bastante a minha intuição e descobri que eu tenho uma boa intuição, né? Descobri que eu tinha uma boa intuição, provas que consegui de número, de sorte. Eu não imaginava. Eu falava, gente, por que eu não gastei essa minha sorte? Não, não, não, não, não, não é gastei nada. Não gastei nada. Por quê? Pelo amor de Deus.
mas eu, às vezes as poucas vezes que eu não seguia a minha intuição que foi também naquela lá do apartamento e a do triângulo de risco que eu ia ficar com a caixa, eu não ia trocar então ali, mas não é que eu digo que ai que eu me arrependo, porque daí depois eu fiz esse triângulo de risco, perdi e depois participei de uma prova que eu gabaritei então assim, Deus sabe de todas as
coisas, sabe? Eu não teve... Mas de conflito, assim, tirando a parte de jogo, de prova, conflitos com pessoas, assim, de briga, de ter falado algo que não precisava, ter feito algo que não precisava. Teve alguma coisa, assim, que vocês lembram, tipo, nossa, pesei a mão aqui ou não?
Eu tenho várias na minha época. Eu acho que sim. Leva até hoje pra minha vida, gente. Eu acho que sim. Eu tive coisas ali dentro, momentos mais acalorados. Que na hora você nem lembra o que você fala. Que você tá na emoção. E aí depois eu vi quando eu saí. Na hora que eu vi, eu me repudiei. Eu falei, gente, mas que absurdo. Isso não traduz o que eu sinto, o que eu penso. Eu, sem antes de alguém falar. Entendeu? Então sim, a gente sabe que lá fora, todo mundo faz isso. Aqui fora, né?
Todo mundo fala uma coisa no calor do momento E sai E quando você fala uma coisa numa roda, você vai embora Você fala, por que eu falei aquilo? Acorda no outro dia, vai tomar banho Por que eu falei aquilo? Por que eu não falei aquilo em tal momento? Só que lá tá gravando
É igual briga com o namorado, que agora é marido, né? Mas tipo assim... Briga, briga, vai até a finalização. Por que eu não falei? Deixa eu voltar, eu não esqueci de falar essa parte! Como foi que você se conectou? Você falou que no começo tava muito perdida. Você sentiu essa virada, assim, de... Ai, agora eu tô me sentindo... De grupo, assim. É, agora eu me conectei.
Então, eu acho que eu fui me conectando, assim… Eu via coisas do outro lado do jogo que eu fui, acho que… Eu mais me desconectei de um lado. E aí, as pessoas que iam se desconectando daquelas coisas que viam, que não concordavam, elas automaticamente foram se juntando. E pô, não é legal essa atitude. Pô, isso aqui eu acho que é demais, isso aqui foge do fair play. Isso aqui desrespeita, eu acho que passa do limite do jogo. Então, eu acho que foi…
Fui me afastando do outro lado. E aí, isso foi virando algo em comum. Foi me conectando. Acho que a primeira que eu senti, assim, com o meu coração mais, assim, de cara, foi o cowboy. Assim, ele genuinamente, antes da gente ter qualquer...
proximidade de jogo, antes da gente falar vamos jogar juntos em vários momentos ali que eu tava perdida, que eu tava às vezes isolada numa festa ou que eu tava me sentindo não muito legal, ele teve essa sensibilidade de chegar e falar, poxa, eu quero trocar uma ideia então isso lá dentro é algo muito significativo e aí meu coração foi abrindo e aí foi, as coisas foram acontecendo eu acho que principalmente, eu acho que a casa se dividiu mesmo depois daquela prova do líder de resistência aqui e aí
Que a gente ficou, né, Gabi? A gente ficou lá quase 24 horas de prova. Ali foi, assim, um divisor de águas do jogo. Eu não sei a percepção do público, mas pra gente... Eu acho que antes também, acho que quando a Sol, eu acho que a casa se dividiu, acho que eu lembro quando a Sol e a Sara foram pro Paredão.
Porque eu cheguei a ver um episódio no Globoplay. Eu ia perguntar isso agora, vocês chegaram a assistir? Algumas coisas eu vi, assim, tem coisa que, cara, porque é muito louco você ver. E às vezes dá vontade de você chorar, que você sente saudade da casa. Eu também, eu sou mais isso. Mexe muito, muito com a emoção. Calma, quando começar o 27, vocês vão falar…
Tem que usar os ciúmes. Estão usando a minha cama. Eu acho que eu não senti isso, gente. Estão usando a minha cama. Eu tenho salve, no grande ou no pequeno? É que na minha época não tinha três. Agora tem três, né? Tem três, mas era embaixo, né? Na minha época... Era perto do banheiro ou perto da cozinha? Perto do banheiro. Ah, então não era o nosso. Não era o nosso. Era o maior. Era o grandão.
É, e eu acho que vai rolar um pouco disso também, porque eu lembro que a primeira vez que eu assisti, tava passando ainda, eu acho que foi num domingo, eu assisti, e aí eu lembro que eu tinha colocado, a última noite que eu passei foi aquela noite do pijama, né, que teve aquela festa que foi um momento super especial. E aí, a produção tirou as coisas do lugar e tinha deixado uma decoração fora do lugar, e eu fui lá e ajeitei. Aí, quando apareceu, aí o primeiro dia que eu assisti, assim, no Ao Vivo depois, aí eu fui olhar, e quando eu vi que tava lá do jeitinho que eu tinha deixado, gente, eu comecei a chorar. Eu não sou, eu não me consigo...
E o Dero chorou naquela docinha. Você vai chorar um pouco ainda? Muito! Mas você assistiu, assim, momentos seus? Tipo, cenas marcantes? Eu comecei a assistir do dia 1, né? Que foi um pouco delicado ali pra mim. Passei por alguns momentos delicados no jogo. Logo no início. E assisti…
Até mais ou menos assim, o quarto, quinto dia, eu acho, na sequência. E aí, depois já fui… Aí pulei mais ali pro meio e tal. Vejo muito edit que as pessoas fazem. Mas às vezes eu quero ver uma coisa específica. Eu comecei a ver dias assim, isolados. Porque eu sou muito curiosa, realmente, entendeu? Eu não consegui assistir o meu até hoje, gente. Mas é difícil. É difícil. É difícil. Ah, eu assisti. E dá um pré-julgamento… Não um pré-julgamento, um julgamento…
Diferente. Não, como é que é? Quando a gente… Um auto-julgamento. Um auto-julgamento, né? Um auto-julgamento. Um auto-julgamento.
Rola, rola sim. Mas ao mesmo tempo, eu também tive um certo orgulho, sabe? De falar, caraca, eu fui coerente com o que eu acreditava, com o que eu tava sentindo. Independente de que lado, se a gente tava no lado lascado, no lado favorito do jogo. Mas eram as coisas que eu estava vendo. Isso ninguém vai tirar de mim, o que eu vi.
E também tem as coisas que vocês não veem, né? É muito louco lá dentro. E também tem as coisas que a gente não vê, que aí também é só é balada. O que foi que vocês não estavam participando lá dentro, tipo, de rodas de conversa, que vocês, quando saíram assistindo, ficaram sabendo que vocês ficaram machucados? Porque a gente não vê tudo, a gente não participa de tudo. A gente não vê.
Olha... É, eu vi algumas articulações. É porque tem um discurso... Conta uma que você pode contar. Não, tem um discurso que eu nunca vou esquecer. Do Tadeu. Que foi no paredão de quando o Jonas saiu. Que ele falou sobre o elefante. Que você tá numa sala escura. É um elefante.
Elefante, cada um toca numa coisa, cada um tem uma percepção. E o público decide o que é certo, o que é errado daquela percepção. E quando a gente tá num jogo, é isso. Porque a Igov falou, não tem como a gente ver tudo, não tem como a gente ouvir tudo. Não tem como a gente tá em todos os cantos. Então, ali, às vezes, você tá ali com o seu grupo. Às vezes, alguém foi lá e falou um absurdo.
E você nem sabia que a pessoa falou aquilo. Ou às vezes fala, ah, faz a visão do público amar essa pessoa. E você nunca vai saber. Ou às vezes tem uma... Às vezes a pessoa fala alguma coisa ali. Que é uma fala problemática e o público não gosta. Uhum. Então eu acho que é muito isso que o Tadeu... Quando eu...
Tinha essa noção, porque eu falei, cara, não tem como a gente ver tudo o tempo todo, o público que tá vendo e o público que vai decidir. Mas ali, quando o Tadeu falou aquilo, ligou uma chavinha, porque eu falei, é real mesmo. Mas teve alguma coisa que quando você saiu e assistiu, que você falou, caramba, nossa, não imaginava. Que você possa falar.
Que você queira falar, na verdade, né? Ai, tem umas coisas que a gente fica... Às vezes o pessoal fala demais, né? Igual falaram que eu era a galinha ganizé. Eu não vi isso, não. Eu não vi isso também. Vocês não viram? Eu não vi isso, não. Falaram que eu era a galinha ganizé, meninas. Mas lá dentro? Lá dentro. Ah, as pessoas da cara. Da?
Ah, não, acho que eu vi sim. Acho que eu vi sim. Não, é muito maldoso, né, gente? Gente, o povo é... Só que jogo é jogo, que ficou dentro da casa. Só que a gente fica meio assim, sabe? Porque aí tá julgando não pelo seu jogo, mas sim...
Tipo, te dando um rótulo que você parece aquilo, sabe? Sim, total. Então, questões que eu fiquei chateada. Mas já passou o que ficou dentro da minha roupa. Aí eu fiquei, sabe assim? Ah, é uma decepção, né? É uma decepção, porque eu sabia que essa pessoa tinha falas problemáticas. Eu acho que eu disse isso, eu reparava algumas coisas que eram falam bens problemáticas. E eu falei, cara, não é normal que as pessoas não estejam vendo isso.
É. E aí, quando eu saí, falei, eu não tava doida. Mas eu fiquei meio assim, mas... Mas passou. Você teve alguma coisa que você, tipo, nossa, não imaginava, não esperava?
Ah, eu tive, sim. É um pouco, né, dele, não vou entrar num assunto, assim, é um pouco delicado. Mas de uma maneira geral, é quando eu vi a forma que as pessoas, depois que eu saí. Porque lá dentro eu não vi algumas formas de jogar, que eu não considerava muito. Claro que cada um é livre pra jogar da forma que quiser jogar.
E tal, mas quando eu vi coisas assim, a qual tentaram me enganar, em algumas coisas, algumas articulações, tudo bem, gente, é jogo, eu entendo, eu respeito cada um dessa forma de jogar, tá tudo bem. Só que dentro da minha verdade ali, do meu coração, era uma coisa assim, a gente tentava articular, a gente tentava descobrir um voto de alguém pra acompanhar, porque nós éramos sempre o grupo alvo da casa, dos dois, dos três sobregrupos, então a gente tentava e assim.
Agora, chegar aqui e falar que ia fazer uma coisa. E no final, pra fazer outra. Pra você estar sendo vítima daquela articulação. Eu fiquei um pouco assim. Mas enfim, tudo bem. Ficou dentro da casa, passou, é jogo. Mas eu confesso que eu fiquei chocada, assim, com a audácia. Só descobriu quando você saiu. Só.
Assim, eu senti algumas coisas, mas quando eu vi, né? É diferente. Eu lá preocupada com a pessoa, enfim. Aí eu falei, gente, deu aquele desapontamento, mas... E lá de dentro, assim, vocês já conseguiam sentir que a Ana Paula ia ganhar? Ia ser a vencedora? Não, na minha cabeça, é quando a gente quer, por exemplo, seu grupo vai saindo, e aí você tem a percepção que o outro grupo...
É forte. Só que Big Brother muda o tempo todo. Na minha cabeça, quem eu achava que ia ganhar é a Chachay. Eu falava isso dentro pra ela, dentro do programa. Os meninos falaram isso também. Eu falava assim, cara, Chachay, você tem uma luz, você tem um potencial, você tem um carisma. Você tem...
Tudo, tipo assim, e ela não conseguia se enxergar dessa maneira, e eu falava pra ela, você precisa trocar a lente do seu olho, porque você não sabe o quanto você é especial. Então, assim, na minha cabeça, era a Shai. Eu falava, cara, a Shai é uma das favoritas pra ganhar. E aí, quando eu saí, assim que eu saí, eu vi a que mostram ali os seguidores, que a Ana era a que mais tava com a porcentagem de seguidores. Eu falei, vai ser dela.
Mas merece também, porque ela jogou muito. Jogou, assim, foi craque do jogo. E é ali, cada um joga com as suas armas que tem. Cada um joga com a sua maneira. Acho que todo mundo que entra lá merece muito ganhar, merece esse mérito. E eu acho que ela foi joga e joga e jogou, arrasou. Joga e joga. Joga e joga. Só que eu acho, na minha cabeça, era a Shai. Tanto que quando ela sai... E a Milena também, a gente falava muito, né?
Da Milena também. Só que na minha cabeça... É... A Shai, pelo que eu via, eu acho que... Pelo que os meus olhos via ali, pela aquela questão do lado dela. Amizade também, certinho, né? Do carinho que eu tinha muito por ela. Então, quando ela sai...
Parece que uma coisa de mim, parece que ela tava me levando. Nossa, foi triste aquele dia. Assim, foi muito ruim. Eu falei, cara, a pessoa que eu tô aqui todo dia. Pessoa, assim, incrível, que tem um carisma. O que tá acontecendo? Você acha que foi um dos mais difíceis, assim, pra você? Foi. Foi, eu acho que quando... Porque a Chai, assim, eu e ela, a gente jogava em lados opostos.
E é muito difícil, cara, quando você tá no Big Brother, você ter uma relação com uma pessoa que você joga de um lado oposto. É muito difícil, porque o jogo cria atrito, te cobra isso. Só que eu e a Chai sempre se posicionou muito assim. Eu sempre falei pro meu grupo, olha, a Chai é minha prioridade em tudo. Muito. É, tudo.
É, Shai é minha vida, o que eu for, se eu ganhar anjo, tudo vai ser pra ela. É dela, deixei claro bem, bem nisso. Então, e nisso eles me respeitaram, assim. É, a gente entende isso. Nunca me respeitou super bem. Só que eu acho que o carinho, eu acho que foi além de jogo. Porque a gente se conectava dessa maneira. Quando ela não tava bem, eu tava lá. Quando eu não tava bem, ela tava lá. Uma unia a outra, a gente se dava a mão.
E eu via, assim, eu falava, né, eu via muitas dores na Shine, e eu via que ela não conseguia se enxergar. E eu falava, cara, eu preciso mostrar pra ela o quanto que ela é foda. Porque eu falava isso dentro do programa, até quando saiu, eu falei, amiga, agora você viu que você é foda, que você é isso.
É, tinha uns edits falando que todo mundo precisava de uma amiga, Gabi. É, é verdade. Gente, porque a Shai, eu falo, foi o meu presente, assim. Ela foi realmente, eu acho que a gente se ligou. Eu falo, cara, eu não sei o que seria. Eu falo da Shai ali, eu acho que foi um elo além de jogo. Acho que foi de conexão mesmo. De história de vida também, né? De história de vida, de batalhar. Eu falava, cara, você é tão inteligente. Eu tenho, né, muito orgulho da Shai. Muito forte, né?
Da família, da filha dela, que ela teve uma filha com 15 anos, uma gravidez na adolescência, cara. Não é fácil. E tudo que ela trouxe de bagagem pra vida. Então, a gente se pegou ali. E você achava que ia ser quem na sua cabeça lá dentro que ganharia, Jô? Então, assim, eu já tinha entendido que o outro grupo... Era favorito. Isso aí, a gente já entendia.
Gente, como é que faz lá dentro? Você tá lá e você entende, fala assim, lascou. Não tem o que fazer mais, gente. Não tem o que fazer, porque faz a fila. Não tem o que fazer. Faz a fila. Porque se... Faz a fila. Ah, eu acho que se eu tivesse lá, eu ia falar, gente, peraí. Não tem como você recalcular. E eu ainda era, tipo, bem confuso no meu. Porque eu tinha um grupo, aí eu era amiga também, tipo, da Juliette. Mas também era meio não amiga às vezes, brigava demais. Aí eu...
Nego Dia era meu pai, Caia Fiune. Mas o problema é normal. Ai, eu lembro disso muito. Cara, me estrava... Inclusive, Calvão era seu pai, né, menina? Você viu... Meu, teve muitas relações. A gente teve lá dentro. Teve muitas relações, você viu? Teve vários pais. Essa, eu tava falando com a minha mãe. Menina, você parece meu pai. Nossa, tem uma flor. E ela, essa aqui, ele o Calvão. Não, e ele o Calvão. Meu pai e minha filha. Você viu isso, pai? Eu lembro. E eu falei, gente, sou eu! Não!
Não, eu vi que eu e a Chachá e a Samira postamos um vídeo, aí falaram filha do cowboy, filha do babu e filha da Ana. Aí eu falei, cara, foi uma edição de pais e filhos bem partenal, familiar. Porque foi, né?
Sim. Conta, quem você acha? Mudou um assunto sem querer. Ah, então, pois é. Não é que eu não… Ai, gente, é complicado. Mas assim, lá dentro, por tudo, por tudo assim, eu achava… De tanto ouvir as pessoas falando, eu achava que era a Milena. Mas eu também tinha muito essa coisa da Chá. Eu achava que a Chá era o contraponto ali dos lados. E por uma questão de postura…
Meu desejo é ter apoio quando os desafios da maternidade começam a aparecer. Nestlé Materna está com você. Desde o planejamento, apoiando o preparo do corpo para a gestação. Durante a gravidez, ajudando no alívio de náuseas e no funcionamento do intestino. E quando o bebê chegar, segue com você. Apoiando para uma amamentação mais confortável e tranquila. Garantindo que você tenha as vitaminas e os nutrientes necessários para cada desafio. Nestlé Materna. Com você, do seu jeito.
O futuro não começa com um carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocavamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Hora de jogo, coisas que eu concordava mais, eu achava que realmente a Shai tinha mais chances. Só que aí, como ela não tava exatamente no outro grupo lá, e por estar pertencente àquele grupo, eu achava que ali era Milena. Por uma questão de toda história, da vida, de tudo, eu achava que de fato seria a Milena.
É, foi. É. Tanto que, por isso que aí aconteceu lá o negócio do puxa, antes do meu paredão, que a Gabi saiu antes do meu. A gente viaja. E aí, a gente, né, eu perguntei ao Gabi, porque... Você foi a última do seu grupo, né? Eu fui a última, e era pra puxar alguém. Quem que você se sente mais confortável? E a gente evitava, Milena, porque a gente achava, né? A gente achava forte, né? Que não ia dar e tal, enfim.
Mas eu acho que todos eles foram merecedores, foram guerreiros. E eu achei muito diferente a forma que a Ana Paula lidou com a sua saída. Porque ela não tava escondendo o jogo dela, o que ela pensava em nenhum momento. Acho que nem vocês, mas assim, saindo que ela não gostava, ela…
Tá bom. Mas a sua saída, mesmo sendo do outro grupo, foi mais genuína, eu achei, assim. Tipo, ela falou, cara, acho que no finalzinho vocês chegaram a, tipo, pelo menos se respeitar mais. Ali tem uma leve relação, né? Cara, eu acho que a minha relação com a Ana Paula pôde mostrar uma coisa muito bonita, assim, dentro do jogo.
Lá dentro, eu não sei se eu tinha tanta percepção disso. Aqui fora, pelo que eu ouvi, as pessoas como chegaram em mim contando. É de mostrar que você pode estar assim, lá dos opostos. Ter pensamentos diferentes, posturas de jogo diferentes. E ainda assim, se respeitarem acima de tudo. Eu e a Ana Paula, a gente sempre teve. No início lá, a gente quase foi jogar junta e tal. A gente tinha essa conexão, a gente tinha essa sinergia.
A gente sempre teve essa sinergia de assuntos. Do nada, a gente ia, né, nas festas. E ela, ah, essa balada de véio. Quando eu saí daquela, ela falava assim. Você gosta dessas músicas? Eu também gosto, eu vou te levar. E tal, os lugares e não sei o quê. Então, a gente tinha uma sinergia de assuntos, de pensamentos também. Então, muitos assuntos. Só que assim, na hora do jogo, né, ela pra um lado, eu pro outro. Às vezes, a gente tentou ali também jogar...
Não é jogar junto, mas em algum momento fazer alguma jogada junto ali. Então, a gente tinha essa abertura, esse respeito. Eu acho que isso foi muito bonito de ver. De mostrar que na hora do jogo a gente se respeitar. A gente brigava, tinha um embate, puxava uma outra. Não pipocava. Mas depois ali, também vamos curtir falar da vida e brincar e rir. Eu acho que isso foi muito bonito de ver. Foi, foi mesmo.
A gente preparou uma dinâmica pra vocês, porque lá teve aquela dinâmica do objeto, né? Que foi super… foi mais sentimental. Ai, meu Deus! Mas aqui não vai ser. Aqui vai só pra quebrar já, né? A expectativa. É, só pra vocês não ficarem já pensando que vai ser. E aí, a gente separou alguns objetos aqui. Vocês vão colocar a venda. Ai, meu Deus! Venda!
Que objeto é esse? Vocês vão ter que descobrir o que é. Que legal. Que tá dentro dessa caixa. Mas tem a ver com programas, objetos? Aguarde. Aquelas... Meu Deus do céu, socorro! A outra já quer dica. Que legal, eu amei. Antes da dinâmica, gente, deixa eu falar. Vai ganhar prêmio? Olha quem está... Vai o quê? Vai ganhar prêmio. Vai ganhar prêmio, a outra quer mais de 10 mil reais. Não vai ganhar nada, amor. Ô, meu Deus. Tem um...
Tem um bom. Tem um mim, mas tá bom. Não é uma batada, sabe? A Listerine tem. Tá ótimo. Gente, olha quem tá aqui com a gente. Listerine, cuidado total, refrescância suave. É o enxaguante bucal mais completo da marca, tá? Listerine tem cinco vezes mais poder de limpeza do que só a escovação e o fio dental, amores. Mas pra deixar super claro, tá? O Listerine não substitui a escovação, tá, gente? O fio dental também, então usa!
Listerine é um complemento pra deixar a sua rotina de saúde completa mesmo, assim. Então, vai ajudar a prevenir cáris, manchas, tártaros. E contribui também pra gengiva mais saudável, né? E, gente, ó, colocando Listerine na sua rotina, você vai notar a limpeza, tá? Usando sempre de manhã e de noite.
Então, já escaneio o QR Code, tá? Tá na tela pra vocês. E garante o seu, porque tá aqui, gente. E ó, muito obrigada, Listerine. Super feliz de ter vocês aqui no POD, né? Mais uma vez, que são parceiros aí de longa data. Cinco vezes, amiga. Cinco vezes mais. Cinco vezes mais limpeza. Não, é. Ninguém merece, né? Mas isso aqui é o babado, tá? Cuidado total é o babado.
Eu sou suspeita. Eu quero um já. Eu te dou. Eu quero também. Tem três, tá bom. Então tá bom. Vocês têm vários? Você falou que é longa data, longa data de parceiro. Então deixa pra nós. E eu tenho este roxinho aqui. Então tudo bem, eu dou pra elas. Bom, vamos lá pra nossa dinâmica. Que objeto é esse? Ah, tem que fechar a venda, gente. Eu falei, vou pra dinâmica e não dei a venda, perdão. Eita, meu Deus do céu. Essa venda tá bonitinha, amiga. Arrasou.
Cuidado com a make. É pra não estragar a maquiagem. Meu Deus, calma aí. Nossa, que esperta essa venda, hein? Tirar aqui, né, o negócio? Não tá vendo nada. Ô, Bru, e aí vai dando um por vez? A Rô tá pedindo ajuda. Ajuda da nossa pro pro, ela tá pedindo ajuda aqui. A nossa pro pro. Ah, tá. Eita, é muita coisa, hein? Pode ficar com o microfone na frente, Gabi, senão não vai dar pra ouvir sua resposta.
Ai, tem uma coisa aqui que… Ai, o que que é isso? Ai, começa você, Jordana! Eu? Gente, é… Vai, Ju. Gente! Arrasa. Ai, eu tô ansiosa. Tem que competir. Elas têm que competir, ela tá esquecendo de dar o item da Gabi. Calma. Tem competir, calma. Quem acerta primeiro?
Ela já meteu a mão. Não, mas eu só… Se quiser mudar. Pronto, podem ir, podem ir. O que é? Não, peraí, só pra eu entender. Tem que falar quem falar primeiro? Quem acertar primeiro. Ah, mas ela já meteu a mão. Não, vai, pode meter, pode meter. É uma esponja de aço, esponja de aço. Acertaram. Nossa, que fácil. Não, e o pior que eu tava achando… Quem falou melhor é que ela falou uma marca. A outra foi bem específica no segmento, você viu só? Eu fui na categoria.
Ai, gente, eu vou ter que… As duas, né? Tá, acertaram. Foi justo. Amiga, ajuda a tirar. Amiga, eu nem alcanço. Tô, Vi. Ó, Brona, ajuda a mim. Nossa, o pior é que quando eu peguei, eu pensei em alguma coisa de palha, assim, sabe? Que legal. Mas aí depois… Aí, vai! Pode pegar! Bexiga! Balão. Acertou. É. Eu ganhei! É, sim. Nossa, pera, não, pera. Vamos pegar a minha senha. Eu acertei. Tem que pegar no mesmo tempo, porque ela pegou um milésimo de segundo antes.
Calma, então põe aqui. Calma, só quando avisar. Põe na mesa e só quando avisar. Só toca então mão pra trás. Quando avisar.
Gente, eu tô fazendo o que a gente... Mão pra trás é ótimo. Elas tão levando a cela. Elas tão ainda lá dentro do programa, gente. Elas acham que vai ganhar alguma coisa. Um, dois, três e vai! Algodão! Nossa! Não deu nem tempo. Não deu nem tempo de pensar. Nossa, o que que é isso? Mão pra trás? Como que é certo? É isso. Nem eu sei dizer o que é isso.
Tem que acertar, gente. Vamos atrás. Sem pegar. Vamos atrás. Vai, valendo! O que é isso? É uma galinha? Ai, eu sei! Aquele negócio que faz assim, ó! De nadar a tiara de... Não, é um negócio... Ai, pera! É uma orelha de... Não, aquele... Aranha! É! Aranha! Uma aranha de pelúcia! Gente... Oi! Como que acertou que é uma aranha? Acho que elas estão espiando, gente. Eu não acertei não, achei que era um negócio. Eu nem sei.
Nossa. Tira a mão. Pode tirar. Tira aqui. Estou ansiosa? Nossa, competitiva.
Valendo! Valendo! Ai, rosquinha! Não, não! Biscoito polvilho! Acertou! Ai, peta, peta! O que que é peta? Peta é biscoito polvilho na minha terra. Chamou peta! Eu vou reivindicar! Chama peta? Peta, gente! Brasil, me ajuda! Isso aqui é uma peta! Uai, ponto pras duas, então! E ela comendo! Tá cheio de algodão e pelo! Ai, que ruim!
Gente, vocês não ouviram. Eu falei primeiro. Eu falei. Então, Jordana fez pontos. Tá quanto? Tá quanto? 3x3, olha só. De virada é mais gostoso. Nossa, tem dois, amiga. Tá podendo? Não, pra cá. Não é meu? Mão pra cima. Vou pra cima.
E valendo! Batom! Gente, mas eu nem peguei. Ah, mas aí... O outro também foi primeiro. O do algodão. Calma aí que temos mais coisas. Gente, é muita coisa. Tá, você vai por outra. Não é... Não é onde eles estão... Não é o que tá embaixo. É aqui? Calma. Peraí, levanta. Gente, tá... Eita! Valendo!
Xícara. Feijão. Feijão. Ah, tá. Entendi. Não é o que tá em cima. Ah, entendi. É que eu peguei primeiro aqui. O prato. É, eu não entendi isso aqui. Tem o último. O último pra desempatar. Tá. Tá. Agora é o último pra desempatar. Vai empatado, gente. Põe aí no chat. Eu não tô confiante. Tá mesmo empatado? Tá empatado. 4x4. Certeza, mano.
Pode ir. Um, dois, três e valendo! Pincel! Pincel! Ganharam nada! Pode tirar? Pode tirar. Ganharam nada, parabéns. Caraca, craques! Vai ter aí. Gente, mas é muito difícil. No mesmo segundo. Porque é muito rápido. Meu Deus do céu. Deixa a mesa, por favor. Foca aí na mesa aqui. Esse aqui, eu não peguei. Esse aqui, o feeling desse aqui. Era em cima, né?
É porque primeiro eu peguei no pratinho, né? Aí eu xícara, mas era prato que eu queria falar. Eu não chutei. Obrigada. A outra fechinha no olho pra ver se vai conseguir. O aranha eu ia ser... O aranha eu achava que... Eu não sei como é que eu... Sabe o que eu lembrei? Porque teve uma festa lá que tinha uns negócios assim de aranha. E aí eu peguei e derrubei o negócio. Aí eu lembrei disso. Parece um entelho de homem, de barba que a gente tá na pia. Parece. Para, Viih Tube! Mas parece, gente.
Antes, pentei ele dar barba, eu queria todo lugar, né? Aí, ganhamos as duas. Ganhamos. Vocês ganharam. Competitivas. Vamos ganhar o Listerine. Arrasaram. Nossa. Achei legal. Nossa, mas é muito de meia. É muito rápido. E quando você pensa, ela falou... Ela tava sangue no olho, né? Ela tava. Sangue no olho. Ai, eu quero mais um pouquinho. Por favor.
Eu não, quando eu conto a vontade no banheiro, eu disse o bebê. Eu tava levando a sério, né? Vai dar ruim. Obrigada. Imagina. Levei a sério. E agora vocês estão por São Paulo? Vocês estão morando onde? Como é que tá? Eu moro aqui. Sim, você é daqui. É, a Gabizinha mora aqui, né? Eu tô passando uma temporada, mas com planos. Primeiro, né, sentindo as coisas, sentindo tudo.
Mas eu pretendo me mudar. Pra cá? Sim. Eu já sentia que antes do BBB acontecer, Brasília, assim, pra mim, de uma perspectiva profissional, já tava me limitando muito. Então, eu já queria alçar voos maiores, assim. Eu queria conseguir ter mais oportunidades de profissionais mesmo, que eu vi que já tinham esgotado um pouco lá.
principalmente com essa coisa assim de internet, de conteúdo, de... Então, assim, eu tô passando uma temporada aqui, depois vou pro Rio, depois tem vários compromissos, graças a Deus, mas eu pretendo. Vamos ver pra onde, né? Você mora onde aqui, Gabi? Ah, não é melhor não falar. Ah, o bairro. É, o bairro. Pode? Ela falava lá no programa. Ela falava lá.
Ah, tá. Não, e eu lembro, eu moro no Butantan, é perto de tudo. E eu lembro que tinha um AP da MRV. Aí, toda vez, o Gil falava assim, quem vai ganhar o AP MRV? Eu lembro disso. Não, não tinha uma vez que o Gil não falava que alguém que ia ter o AP MRV ia aparecer lá no Butantan. Eu ia esperançosa. É uma chance, é uma chance, porque é perto de tudo. Você achava que era uma indireta pra você. Não, eu falava assim, o universo do lado de casa. A gente vai jogar pro inverso, né, gente? Vamos jogar.
Do lado de casa, o Butantã é bom que é um bairro que não é caro, não é tão caro, e é localizado por parte de tudo. Da Faria Lima, a Paulista, Marginal, Rebouça, Centro. Então, também, não sei se vocês chegaram a ver, eu tô gravando uns vídeos mostrando São Paulo.
Então, como tá perto de tudo ali, eu falei, cara, eu vou trazer um pouco da cultura de São Paulo, que é uma coisa que eu gosto. E eu acho que é legal também a gente trazer a informação pra pessoa que tá através da tela. É legal também, acho que as dancinhas, as coisas que estão virais também. Mas eu falei, cara, eu vou...
Vamos ver. Eu queria perguntar isso. O que você pensa? O que você pretende de conteúdo? Você pretende focar nisso? Eu gostei dessa ideia. É bem legal. Então, eu pensei... Eu falei o quê? Quando eu saí do Big Brother, eu falei assim, eu vou trazer coisas que têm a ver comigo, que é a minha essência, a minha identidade. Então, vamos lá. Eu gosto de São Paulo. Eu acho que eu vou mostrar lugares de São Paulo. Eu acho que eu vou trazer também. Eu acho que a psicologia, eu sou estudante de psicologia. E...
Super rolou. Eu falei, cara, eu vou postar, vamos ver como que as pessoas vão entender aquilo, ver se as pessoas vão gostar. Porque foi o que eu falei, eu acho que quando a gente traz informação pro outro, eu acho que não é só like. Às vezes você posta um vídeo falando sobre psicologia, não tem tanta visualização quanto um vídeo de dancinha. Mas aquela pessoa que viu aquele vídeo muitas vezes se identifica, muitas vezes aprende, muitas vezes inspiração.
E eu acho muito importante a gente trazer essa cultura pras pessoas também, mostrar os lugares, porque muitas vezes a gente não sabe. Às vezes a gente não sabe que tem teatro gratuito, que tem a praça e que tem várias costuras na praça, que tem hip hop, que tem capoeira, que dá pra gente se divertir. Muitas vezes as pessoas não têm dinheiro.
pra passear de final de semana e não sabe que na praça acontece isso. Ou que tem, eu mostrei as barracas também de comida, que tem comida que é acessível, que dá sim pra você passear, curtir com lazer, sem gastar tão caro, né? Porque às vezes as pessoas não têm noção disso e não conhecem São Paulo. Porque São Paulo é tão grande, tem tantas coisas. Eu falei, vou aproveitar que eu saí, né, com os seguidores, é um pessoal que gosta de mim e trazer a informação.
E eu tô muito ansiosa pra voltar logo pra minha faculdade. Nossa, eu volto em agosto. Já volto em agosto? Em agosto, porque... Que período que você tá, semestre? Eu tô no sexto. Eu vou pro sexto. São dez semestres. Aí eu vou pro sexto agora, porque nessa correria eu saí e já tá rolando prova, já tá rolando tudo. Então, no sexto semestre, porque eu falei, eu entrei no programa pra ganhar o prêmio e um dos sonhos com o prêmio era abrir o meu consultório.
pra atender crianças autistas, que é o que eu trabalhava antes, a minha irmã também. Então, eu acho que gerou essa ponte, assim, de conexão. E o estudo, eu até falei, eu até gravei num vídeo, o estudo ninguém tira da gente.
Eu acho assim, eu sou muito grata a esse mundo, assim, é um mundo maravilhoso, que seu olhinho brilha, que se deslumbra, mas eu acho que também é bom a gente, né, tá com o pezinho no chão e o estudo. Porque é a base, por exemplo, se não dá certo, o estudo tá lá, o livro tá lá, arrumou emprego, abriu as coisas, então eu tô muito focada nisso, sabe? E ao mesmo tempo curtindo esse momento, esse pós do BBB, que é oportunidades, é você estar em lugares que você não imaginava.
Mas, ao mesmo tempo, você saber ali que o estudo, eu acho que é a base. Sim. Como foi o reencontro com a sua irmã? Eu queria saber. Ai, a Dudinha. Nossa, a Dudinha, cara, ela ficou muito mal. Porque eu, querendo ou não, eu era o alicerce ali da casela. E minha mãe sofreu, eu sentia no programa. Sabe quando você... Eu não sei te explicar, porque você não tem conexão ali com ninguém. Ninguém te fala nada. Você não tem nenhuma informação. Só que ela sentiu muito, muito a minha falta.
E ali, quando eu saí do programa, minha mãe foi me ver, a Duda tava em casa, ela me ligou. E a gente se abraçou tanto, tanto, tanto. Porque a gente é muito apegada uma a outra. Então, a gente ficou melada assim, agarrada, junta. Porque vocês viram que eu tenho essa mania, né? De toque físico. De toque físico, a linguagem de amor dela. Linguagem de amor, toque físico. Linguagem de amor é toque físico. A seu que é ato de serviço?
É, acho que palavras de afirmação, atos de serviço. Acho que... Qual a outra que tem? Eu nem lembro. Tempo de qualidade, por exemplo. São cinco, né? É, tempo de qualidade também é uma coisa que eu valorizo muito. Quando tem uma pessoa que valoriza comigo também é importante.
E qual que é o maior sonho de vocês, assim, que vocês ainda lutam todos os dias e dormem e acordam pensando nisso? O que vocês pensam sobre? Cara, eu acho que pra mim é dar uma melhor qualidade de vida pros meus pais.
Sim, para os meus irmãos. Poder dar uma oportunidade de um ensino de qualidade para os meus irmãos, poder aposentar os meus pais, tirar o meu pai das ruas, das ruas, não, das estradas, que era uma coisa que eu sempre falei, ele é motorista de ônibus, então é uma coisa que, assim, já tem uma idadezinha, né? Já tinha que estar mais...
um pouquinho mais tranquilo, e eu sei que a vida, se depender da vida, eles não vão ter, assim, tanto meu pai quanto a minha mãe. Então, pra mim, é a minha prioridade, eu penso, assim, exclusivamente, assim, mais neles, nos meus irmãos, e claro, eu também, né, ter uma casa própria, carro, ter as minhas conquistas, profissionalmente também, então, assim, mas é tudo que eu penso, não tem como pensar nos meus sonhos e não pensar na minha família, em poder dar uma vida melhor pra eles.
Muito bem, você Gabi? Ai, eu sou, assim, minha família assim, claro que tem eu também mas eu acho que eu sempre vim com essa questão sempre de honrar minha mãe honrar minha irmã de ter, de falar, cara, a gente vai vencer a gente vai conseguir de abrir o meu consultório querendo ter uma vida estável agora tá surgindo as oportunidades e acho que quanto mais oportunidade a gente tem
eu acho que abre as portas, né? Então, o meu sonho é conseguir meu consultório, me formar, fazer minha pós-graduação, dar essa questão de bem-estar pra minha família, de estabilidade, de estar estável, de a minha irmã estar com os tratamentos, a minha mãe também, de ter essa realização pessoal, sabe? Eu acho que é muito bom. Igual agora, a gente sai do BBB, a gente trabalha bastante, a gente tem muitas oportunidades, porque...
Dinheiro, né? A gente precisa pra tudo isso, pra gente conseguir o nosso sonho, vamos falar real, a gente precisa de cash de money. E o cash e o money vem através das oportunidades, do trabalho. Então, eu acho que eu tenho muito isso mentalizado.
de traçar, quando a gente mentaliza chegar no sonho, a gente tem um caminho, né? Até ali percorrer, até chegar no sonho. E é esse. Obre o consultório, cuidar da minha família. E vai vir. Tudo. Óbvio, só tá no começo, né? Consegui realizar. Ó, antes de ler as perguntas do público, eu queria pedir licença aqui, gente, porque, assim, esse mês, o Poddelas faz cinco anos, né? Esse projeto que nasceu lá na pandemia.
De uma conversa, assim, de duas mulheres, né? Vivendo um momento de transformação da internet, da profissão, da vida. E que resolveram criar um espaço, né? Pra conversas, assim, de verdade. Esse projeto, ele mudou a minha vida. Virou também um dos maiores podcasts femininos da internet. Mas, claro, nada disso teria acontecido sem muita gente querida, envolvida nisso tudo, tá? Então, hoje eu quero agradecer aos convidados que acreditaram nesse sonho.
desde o começo, né? Dividiram suas histórias, seus sonhos, enfim, aqui com a gente. Aos amigos, parceiros e os apresentadores também que passaram por aqui, né? E ajudaram, pode dizer, elas a crescer de um jeito assim que a gente nunca imaginou. Que lindo! Que lindo! Que lindo! Para você!
Nessa data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. Vindo hoje em dela! Tudo! Tudo! Uh! É bom! Que bom!
Gente, que bolo lindo! Que bolo lindo! Tô encantada! Menina! Vim, você é das minhas, né? Dá pra comer? Eu tenho um bolo e ele tá tão pesado, eu tava ali assim. Coitada! Senta aqui! Fala aqui no microfone. Pega o banquinho e cai do lado, amiga. Ai, gente. Mas de banquinho, tá? Gente, que lindo o bolo! Fica de banquinho. Cadê?
Fica de banquinho, tá? Fica de banquinho. Eu vou falar a história, porque eu e a Dani, a gente viajou juntas pro trabalho. E aí eu falei, ah, é porque a gente vai fazer cinco anos, pode e tal. Eu falei, duvido se vai fazer um bolo, ela. Eu faço o bolo. E ela fez o bolo! Eu tô desafiando, tá? Eu aceito. Tá lindo. Eu tô chocada. Não, outro amigo, eu já tenho um aqui.
É, desculpa, eu tô chocada com até o topo do bolo! Quem fez? A gente, eu e o Alisson, na verdade ele. Mentira! Não, tô acreditando. Com aquela máquina da Krika. Mentira! Caraca! De zero, assim, tudo. Qual que é o sabor?
É leite em pó caramelizado com ganache de chocolate e caramelo. Meu Deus! Eu já quero! Ganache de chocolate e caramelo? O quê? Leite em pó caramelizado? Delícia! Chiquíssimo! Amiga, eu pensei assim, vocês, tá? Eu pensei, o que será que elas vão gostar? Aí eu lembro aquele dia que você tava me falando do bicho de pé, ela falou, faz um bolo todo de bicho de pé. Eu falei, ah, não, calma aí! Eu amo! E a Dona é chique! Aí ela assim, não, eu vou deixar alguma coisa. Eu falei, não me venha com aquele sabor muito, é tipo... E aí
É, não gosto. Aquela mesma coisa que todo mundo, né? Não, isso eu gosto. Eu não gosto de estique. Ah, você queria... Ai, entendi. Ela acabou de explicar a ganache de uma. Ela não queria uma coisa diferente. Eu gosto de um caramelo da sua. Entendi. O que será que a Tata vai gostar e a Vi também? Aí eu pensei assim, um leite em pó caramelizado. O que tem o leite em pó? Ai, que delícia. Tudo em casa, sem querer, cuspe no bolo. Aêêêê!
Mas aí a Dani falou assim Não, amiga, calma, mas não dá pra ser tão... Amigas, o bicho de pé hoje não vai dar Mas eu trouxe algo especial E a gente vai comer Ai, gente, que vocês gostaram Muito obrigada Você vai comer com a gente Obrigada mesmo Obrigada, sério, que honra Eu comi aquele seu bolo de maracujá Você gostou? O que é isso?
O que que é isso? Eu comi uma lata. Não tem um bolo que ela faz que eu não quero comer. Eu já fiz pra você também o doce. Ela é vizinha, né? Então os bolos chegam até mim agora. Ai, que privilégio. Ela faz aqueles bolos na internet maravilhosos. Eu falo, eu quero. E aí vem, através da minha irmã. Pois hoje a gente vai comer também. Todos os outros. Eu quero feedback depois, viu? Não pode deixar. E você vai cair. Pode vincir sim.
E você vai ficar aí. Vou ficar aqui. Vou dar licença pra vocês. Tá bom, obrigada. Obrigada, gente. Espero que vocês gostem, tá?
Amei, amei participar desse momento especial. Eu amei tudo! Amiga, e cinco anos, hein? Cinco anos. Gente, é verdade. Sabe quanto pode que sobraram em cinco anos? É uma vida já, tá? Eu consigo contar em uma mão de cinco dedos! É, é uma vida.
É verdade? Amiga, cinco anos, não sobrou. Porque na época da pandemia, era… Não vou falar que era fácil, amiga, que não era, mas era mais… Normal, porque a gente não tinha como fazer encontro, né? Tipo, era uma coisa que tava muito em alta, podcast. Mas se manter por cinco anos, cara, foi realmente luta. Mas, gente, ó, o Pod dela só existe por causa de muita gente trabalhando aqui com muito amor, tá? Os apresentadores também. E claro, o nosso muito obrigada, assim, vai pra vocês. Porque nossa audiência, nosso público, pra quem acompanha.
Apoia desde o primeiro episódio. Pra quem chegou agora, pra quem assiste, comenta, compartilha. Se emociona, ri, chora. Faz parte disso tudo, sim, com a gente. Não tem nem o que falar. Vocês transformaram um sonho em realidade. Muito obrigada por esses cinco anos que venham. Muitos, muitos, muitos, muitos outros. Mil beijos mesmo, assim. Eu sou muito grata a todas as pessoas que passaram aqui. A todas as pessoas que estão aqui ainda.
E quem chegou agora é o eu, né? Eu cheguei agora. Eu que sempre assisti, do nada tô aqui. E aí, Deus...
Eu tô memorando cinco anos do Podio dela, assim, eu tô aqui. Eu brinco muito pra Datá, eu também, tipo, cheguei agora, né, que eu comecei com ela, acho que em janeiro. E a cada programa, eu saio mais completa, porque é legal ouvir experiências de outras pessoas que também te complementam, assim. Então, a sua história é importante pra mim, porque eu tô ouvindo muitas histórias. Toda semana eu tô ouvindo pelo menos duas aqui. Enriquecedor, né, pra vida.
É muito enriquecedor, conversar, ter tempo de qualidade de falar com as pessoas. Pra mim, o Podio tá sendo um hobby.
É, porque é aquele momento que você senta com as minhas pra fofocar, sabe? Pra saber da vida. E sempre te lembra uma lição, um aprendizado de todos, né? Mas eu quero ir pro meu salário. Tá bom. Continua pagando, por favor. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. É. Acho que foi o banco da Dani. Ah, não, acho que é meu celular. Ah, meu celular é pra por aí. Ah, acho que é meu celular.
Mas, gente, muito obrigada, de verdade. Obrigada a vocês também. A gente não acabou ainda, tava respondendo as perguntas. Mas obrigada a toda essa equipe maravilhosa que tá aqui. Que, assim, a gente deve tudo a vocês também, ao público, aos apresentadores, a essa oportunidade de ter quadros novos. Sozinha, eu não chegaria. Poderia chegar, mas com certeza não aonde a gente chegou. Eu devo tudo a vocês, a todo mundo aqui.
Então, muito obrigada. Ai, amiga. Mas você é incrível. Você sabe que você é incrível, né? Muito obrigada. Mas eu sou muito grata mesmo. Obrigada também a vocês. Obrigada, gente. Obrigada, de verdade. Por estarem participando, por darem um espaço do programa de vocês, entendeu? Pra gente cantar esse parabéns. Saiba que é uma honra pra gente estar aqui. Porque, de fato, eu assisti, acompanhava e estar aqui hoje é um sonho. É um sonho, a realização de um sonho.
Ai, muito obrigada. Você tem noção que o seu podcast é um sonho? Não tenho noção, você acredita? É, é um sonho. Eu falei pra Gabi, eu falei, Gabi, você tem noção que a gente não pode delas, meu Deus do céu.
Que demais! Essa referência, a gente tem como referência. Ah, eu fico muito feliz. Mas eu acho que é até bom que seja assim, que eu não tenha essa noção. E eu faço de tudo pra que a ficha realmente não caia, sabe? Pra eu continuar vivendo isso igual eu vivo desde o primeiro dia. Então é muito especial mesmo estar aqui. Eu amo o que eu faço. Sou muito feliz. Obrigada mesmo. Incrível. Chegou as perguntinhas!
O que será? Vamos lá. O que a galera de casa tá ganhando? Já beijaram depois que saíram da casa? Essa é clássica. Primeira pergunta. Eu, ó. Acho que essa aqui tem mais coisa pra contar do que eu, viu? Mentira, Gabi! Eu nada...
Gabi, você era uma safadinha lá dentro, viu? Uma safadinha. Não sabe por quê? Se você conviver comigo, Vi… Mas, Vitória… Todo mundo falou aqui fora. Você ficava assim, ó. Só lente de uma barra de pessoas, espertinha. Não, mas eu coloquei. Tá, o das mulheres, né? Que eu dava em cima, né? Mas, ó, deixa eu te falar. Se você conviver comigo, você vai ver. Eu sou toque físico. Eu fico abraçando. Aí dá essa impressão. Não, com as mulheres eu era mesmo. Era minhas amigas, né, Jo? Beijava a Jo, beijava…
conta, você já beijou? beijou nem mentira lá, você tá solteira eu achando que as duas já beijaram, amiga ela é advogada, amor você beijou e você não me contou? não beijou gente, eu sou muito sincera, eu falo mesmo não dei nenhum beijo na boca desde que eu saí desse programa teve nem tempo de falar
Não tá surgindo a oportunidade? Cara, é tempo, assim. Não tem tempo. Eu não tenho tempo de pensar o que eu quero fazer da minha vida. O que eu quero comer. Não dá tempo. É muita coisa. A agenda é corrida. Mas é que também usou... Ó, vou falar, gente. De verdade. Esses nomes estão com nada. Tão roxo, né? Porque estão chegando. Muito devagar. Estão mandando mensagem? Tá rolando? Não tá. Não.
Vou mentir? Eu sou sincera. Eu não sei. Estamos no mapa da fome, Brasil. E eu falei isso lá dentro e aqui fora, eu repito, estamos no mapa da fome. Mas assim, não é uma prioridade pra mim agora também. De fato, eu tô muito focada no trabalho. Mas assim, né? Está aberta. Mas claro. As possibilidades. Claro, com certeza. Gente, mandem DM. Que isso? Mandem DM aí. Duas gatas dessas. Mas é sério, não tô mentindo. A Gabi tá escondendo alguma coisa.
Pergunta mais um pouquinho. Gabi! Fala, Gabi. Beijo. Beijo. Beijo. Beijo. É alguém da casa? Não. É alguém famoso? Não. É Loprofire. Sub. Loprofire. Loprofire, graças a Deus. Vocês não vão saber quem é. Vai ser conhece de antes? Conheceu agora. De antes.
Ah, então tá bom. Não é isso, não. Era um conhecido de antes. É. Tá. Isso, arrasou. Então já é da sua galera. É. Entendi. Respondido. Respondido. Respondido. Tem algumas. Não.
E é bom que elas estão escolhendo, assim, agora, aleatoriamente. Porque tem muitas, tá? Muitas perguntas que vocês mandaram, muitas. Tem muitas, só que várias coisas a gente já falou. É, vai ficar repetitivo, sabe? Mas eu acho que a gente não perguntou isso. Isso também. Vocês participariam de outro reality?
em outubro um chapéu de indiz fazendo cara, eu vi muita gente falando coisas aí que não eram nada oficiais, mas assim o BBB tem o meu coração e assim, a gente não
Não fala que... Não sei como vai ser. Mas assim, o futuro, né? Mas de verdade o BBB tem o meu coração e não me vejo. Assim, não é uma coisa que não é um objetivo por agora de forma nenhuma. Mas você... A Gabi falou que não... Assim, que sabe que essa...
essa hora, agora, esse momento, tem muitas oportunidades, mas que pretende continuar na profissão e tal, abrir a clínica. Você pretende voltar, talvez, para a profissão ou continuar com a internet, vivendo como você já estava antes? Não, então, eu quero trabalhar com comunicação.
Agora, em relação à advocacia, ao direito, eu acho que não é uma coisa que eu vislumbro no momento. A gente não sabe como vai ser o futuro, mas não é algo que eu quero mesmo trabalhar com comunicação, com televisão, com internet. Já tem algum projeto? É o que sempre brilhou meu coração, assim. Ah, tem algumas coisas, assim, que a gente tá... Eu ainda tô ajustando o que, de fato, eu não quero pelo desespero, sabe? Eu quero, de fato, entender o que faz sentido pra mim, com a minha essência, o que tem algum propósito é...
que vai impactar a vida das pessoas. Então, eu tô tendo esse cuidado de não me precipitar e de tomar as decisões, assim, com cautela. De profissionalmente, principalmente. E tá certo também. Não é tudo que chegar, que convém. Eu acho que tem que fazer sentido pra pessoa que eu quero e pra carreira que eu quero ter. Tá certo. E você tá contando com a sua equipe, seus amigos.
Ainda tô, tô. Não estão todos, porque não tem todas essas demandas mais, né, de reality. Mas eu tô ainda com... Sim, mas são eles que estão te ajudando nessas decisões também de escolha. Sim, sim, o que chega, filtrar, entendeu? Mas assim, claro que a decisão final, assim, eu que digo que faz sentido ou não. Mas eles têm me ajudado, sim, a filtrar. Legal.
Ó, com quem vocês ainda falam desde a saída do BBB, né, lá de dentro? Vocês ainda mantêm contato. Chay. Chay. Marci. Sami. Max. A Jo. O Breno. Então você é realmente eu lá na minha edição. A família. Você montou a família. Fala com todos. Fala com todos, amor. Eu que criou o grupo de WhatsApp. Você criou o grupo de WhatsApp? Não, tem um grupo de todos os BBBs.
E ninguém fala. Não rolou nenhum grupinho. Vamos mandar uma foto. Ele que me representou direito. Vamos, cadê o celular? Cadê o celular? Me dá aí, Gabi. Vamos agitar esse grupo do BBB. Vamos, vamos mandar. Mas ele tá parado, vamos agitar. Deixa eu te falar, teve um dia que eu tentei dar uma agitada lá no grupo. O povo parado, o povo morto. Ai, não tenho paciência. Acho que tá todo mundo com medo. Teve um dia também que eu peguei e falei, ah, eu vou mandar aqui o negócio. Depois eu falei, ah, também vou mandar, não.
Ah, tá todo mundo? Agora eu vou mandar. Tá todo mundo. Todo mundo? Tá todo mundo? Não, não tá todo mundo. Ai, tudo vai ser. Eu sou sincera. No meu também, eu nunca sabia. Não, eu já não sabia. Mas assim, mas esse grupo foi... Eu fui adicionada no grupo e já não estava todo mundo. Eu nem sei quem mencionou. Assim, eu acho que são 18, 16 pessoas, assim. Eu nem olhei. Eu não sei exatamente. Vai, vamos tirar. Eu nem olhei. Vamos. Gente, vamos agitar esse grupo do BBB. Vem mais pra cá, pra cá, pra ver todo mundo. Vamos fazer.
Aí… Fala assim, elas mandaram agitar esse grupo. Tá. Ó, as meninas, tô aqui no podcast com as meninas e elas mandaram agitar o grupo. Dá um olho aí, gente. Que isso, gente? Que isso, gente? Vamos falar. Pode pegar. Na minha época, marcava até churrasco. É, tá muito devagar esse pouco. Marcava? Isso. Marcava pra ninguém ir. Ai, ai. Ai, gente. Vamos lá. Uau, vamos ver. Ah, isso que é legal, ó. Não? Qual foi o maior surto coletivo que vocês viveram no reality? Lá dentro.
Coletivo? Surto. Peraí que tem, ele sempre tem. O coletivo? Um surtinho coletivo, a gente viveu vários. Ah, o nosso a gente teve no monstro que a gente surtou uma com a outra. Não, mas o surto coletivo, assim, a casa e tal. Qual foi o dia que foi o maior surto coletivo, assim, que vocês acham? Ah, no Sincerões. No Sincerões sempre rolava um surto. Mas eu acho que não. Uma briga generalizada, uma coisa assim, não foi? O nosso grupo surtou.
Nossa. É, foi... Foi um momento... Foi um momento gag, assim, gente. Foi... Eu nem sabia que eu tinha feito isso, gente. Tipo, quando eu saio e pede pra fazer de novo, eu falo, gente, não é a mesma coisa, não é a mesma reação. Porque foi muito natural. Já foi, né? Já foi. Você com a pancaquinha de banana, como você reagiu? Você desimaginava que era do meme?
Porque eu... Que doideira, né? As pessoas pegam tipo... A gente não pensa. E foi bem no comecinho isso. Que aleatório, né? Foi no começo aquilo? Foi, foi tipo assim, bem no começo. Porque eu não gosto muito de ovo e eu não gosto muito da banana sozinha. E eu tava na xepa e a minha mãe faz panqueca de banana. E aí eu fazia todo dia panqueca de banana lá.
o Tadeu falou panqueca, vai ter panquequinha de banana. Aí eu falei, eba, Tadeu. Só que eu não associei, que era porque... Ah, o Tadeu que falou? Não, quando eu saí. Quando eu saí, aí quando eu encontrei com ele, ele falou. Só que eu não tinha associado que era porque virou meme. Eu achei que era porque eu fazia todos os dias.
Me veio uma coisa aqui na cabeça agora, sem ser da pancaquinha de banana. Jordana, você viveu uma das experiências mais tenebrosas lá dentro, que foi o assédio. Sim. Como que foi aquilo? Tipo, eu achei que você foi muito... Muito calma, sabe? Você conseguiu manter a linha, assim. Eu acho que você percebeu que não tava...
Não sei, tipo, foi meio assustador pra gente ver aqui fora. Todo mundo queria voar lá dentro, assim, pra te ajudar, sabe, assim? Vi, foi uma situação realmente muito delicada. E, assim, eu acho que foi difícil. Eu nunca tinha passado, vivido algo assim, dessa forma. E eu acho que até a minha cabeça entender, processar, que aquilo tinha acontecido. O que que aconteceu? Peraí, o que que acabou de acontecer? Será que isso é isso mesmo? Será que mesmo em meio a…
Quantas câmeras, sabe? A pessoa ainda não se intimidar e ter a audácia, sabe? De fazer algo do tipo. Então, assim, eu não tava acreditando. E aí, infelizmente, né? A gente vive numa sociedade, um patriarcado muito complicado. Que quando acontece isso, a primeira coisa que a gente passa é se questionar. Opa, peraí, será que eu fiz alguma coisa? Ainda pensei, será que eu dei alguma deixa? Será que eu fiz alguma coisa que parecesse com que ele confundisse alguma coisa? Mas não, peraí, não. Eu sei que não.
Não faz sentido isso, sabe? E eu vi você falando em algum momento que você tava com medo do público achar que você tava querendo aparecer vítima da situação. E tipo, aqui fora, não sei se já te falaram isso, mas em nenhum momento pareceu. Na verdade, pareceu que você foi muito forte, sabe? Mas é que a mulher tende a achar sempre que é a culpa. É, a gente começa a se questionar. É a vítima do programa, sabe? É porque, na verdade, assim, eu não sabia como eu...
Quando aconteceu, eu sempre falei, sempre foi o sonho da minha vida participar do BBB. Eu sempre me imaginei fazendo as provas, sabe? Voltando de paredão e monstro e anjo, isso e aquilo. Só que uma coisa que eu nunca tinha imaginado dentro... Seria que eu viveria alguma coisa como eu vivi lá dentro. Ninguém imagina viver, ninguém espera viver. Nunca imaginei. Então, eu não sabia... Eu não sabia como agir. E o meu medo, Vi... O mundo tá perdido.
minha filha. Amiga, é um crime. Sim, mas eu saio imaginando tudo do homem. Eu passo na rua e já fico imaginando tudo. Agora lá dentro, com 50 câmeras, não imagino. O meu medo maior, em relação a esse gancho que você falou aí, era porque eu tinha muito medo das pessoas reduzirem a minha participação a esse fato.
É coisa que eu ouvi você falando, então. Eu tinha muito medo, então eu pensava assim, ah, eu não quero ser conhecida como a menina do BBB que sofreu um assédio, que passou por isso. Eu não quero, eu sou muito mais do que isso. Eu entrei aqui, foi pra jogar, foi pra inspirar as pessoas, foi pra realizar os meus sonhos, foi pra correr atrás. Então, eu não queria que isso manchasse. Então, lá dentro, eu falei que… Não foi, Gabi? Eu falei, eu não quero que a minha trajetória seja resumida a esse fato. Então, beleza, passou, aconteceu.
Todo mundo lá, todo mundo me deu todo o acolhimento necessário, a produção também. E eu falei assim, eu não vou ficar falando disso. E eu esqueci, gente, é real. Eu, assim, eu desliguei assim, eu falei, não vou permitir que isso faça parte da minha trajetória. Pim, eu apertei um botão.
Mas tanto que a gente esqueceu, tanto que eu fui lembrar agora no final pra te perguntar como você se sentiu mesmo. Porque realmente foi algo que nunca tinha sido visto, eu acho. Dentro do programa tão... Da forma que foi, assim. Foi horrível, foi horrível. Foi super triste, foi até um processo. Foi essa dificuldade de entender. Será que é isso? Pé, mas se é isso, será que... Eu fiz? Não, mas não fiz.
Me questionar, mas graças a Deus foi uma coisa que ficou lá no início, passou e eu consegui, né, dar a volta por cima. E não ter a minha imagem, porque de fato ficou zero atrelada a isso. Sim, graças a Deus. E não tem problema nenhum, tá, de tocar no assunto, fica tranquila, de verdade. É algo assim que…
Eu ouvi muitas mensagens de mulheres que se inspiraram. Cara, a sua força, como você lidou com isso aqui lá dentro. Então, que bom que eu pude mostrar que nós somos fortes. E também não é sobre manchar a sua imagem. Isso não é sobre você, né? É sobre a outra pessoa. A gente denunciem, tá? Por favor. Não se calem, mulheres, por favor. Não se questionem. Não se sintam culpadas. Jamais. Vocês não têm culpa. Exato.
amiga, eu acho que a maioria que a gente já perguntou não, para, você vai ter coragem de perguntar pra quem? pra perguntar eu falei que era a 1, mas não era, era a outra a número 1 é que eu quando sai o almoço com o Jonas quando ele vem aqui só perguntava mais pra ele também eu sabia que ia ter essa pergunta
Uai, gente, a rotina tá complicada, né? Assim, todo mundo tá, não tem aquela loucura? Não sei quando é que sai, de verdade, assim, não sei. Não tiver um tempinho, né? Não tiver um tempinho. Agora vamos ver, agitou esse grupo. Vamos ver se não vai sair esse almoço. Vamos ver. Mas assim, mas a gente...
Você fala, eu tenho um carinho pelo outro, tudo. Mas é porque lá dentro as coisas… Mas você esperava que você ia viver, tipo, algo… Não foi romântico, mas foi algo afetivo ali. Você imaginava que você ia viver isso? Porque tem muita gente que entra falando não posso me apaixonar ou gostar ou beijar ou nada, porque interfere. Eu entrei falando, eu entrei falando. Não quero macho, não, não, não, não.
Quero jogar, não sei o quê, não sei o quê. Só que eu também fui muito nessa de vou viver tudo. Eu vou me permitir, eu tô aqui realizando o meu sonho. Então, se eu sentir vontade, e foi o que eu falei até, quando eu saí, eu vi que fizeram o T1VT, não teve nada que eu quisesse fazer lá dentro que eu não fiz. E é muito gostoso sair com esse sentimento, com essa sensação de que eu honrei os meus sonhos, as minhas vontades.
E eu fiz, eu vivi, eu aproveitei, não me arrependo, faria tudo de novo. E eu saí com um sentimento bom dos meus cheques aí. Ai, é isso! Nossa, que bom, eu não tive essa sensação, menina. Saí falando assim, meu Deus do céu. Queria ter feito, sério? Eu faria tudo diferente. Ah não, Vi. Me arrependo de tudo. Miga, eu saí assim, mas agora passou. Agora madura assim, né? Era uma menininha, agora tá um pouco mais mulher. Sim, uma mulher maravilhosa. Brincada, dois. Tô zoando. O quê?
Eu ia falar, ah, eu adorreci, era uma menininha. Há dois anos. Tô zoando. Não, tenho dois filhos agora. Não sei, amiga, mas é um meme. Mas realmente, não faz tanto tempo. Foi um dia desses? Foi um dia desses, agora eu mudei. E tem a última aqui. O que mais surpreenderam vocês quando saíram? Ah, boa.
O amor das pessoas. O carinho, o afeto. Gente, os presentes, os mimos nos quartos. Eu fiquei chocada. Gente, muito presente. Eles tiveram que me dar uma mala pra poder guardar todos os presentes. Que eu não tinha onde guardar, mas aí me deram uma mala gigante. Ontem, eu atendi umas fãs lá no hotel, lá onde eu tô.
E aí, eu falei, comentei elas, ai, o filho de São Paulo, eu falei, menina, esqueci um pijama e tal, de manga comprida e tal. Hoje já tinha pijama, casaco e tudo assim. É uma loucura. E como a gente tava vivendo um lado, né, meio assim, ai, do jogo. A gente pensava, né, lá dentro, ai, será que alguém gosta da gente? Será que…
Será que tem alguém que se identifica com a nossa história? E, de fato, a gente viu, né, Gabi? Que tem muitas pessoas, sim, que se identificavam com a nossa história, que gostaram da gente. E acho que isso foi a maior surpresa. E foi uma surpresa muito grata, muito linda.
Quando as pessoas abraçam assim, às vezes, sabe quando a pessoa fica se tremendo? Chora. Chora de felicidade, de estar ali. O carinho veio mesmo assim, que se identificou, que criou, acho que esse vínculo, esse afeto, né? É muito estranho, porque eu não sei você, mas eu não me vejo assim. Às vezes as pessoas olham e começam a chorar. Eu falo, gente...
Pessoa normal, ser humano normal. Para, vem cá. Isso ainda, eu tenho essa dissociação. Eu até fiz terapia ontem e falei isso pra mim. Terapeuta que eu não entendo. Eu fico, gente, mas como assim? Não sabe como a gente fazer. Não para, uma pessoa qualquer, uma pessoa normal.
E agora, nesse pós, assim, teve algum sonho já realizado? Alguém que vocês queriam conhecer? Algum lugar que vocês queriam ir? Alguma coisa assim? Alguma compra? Dinheiro, né? Ainda não caiu, mas tá pra cair. Ainda não caiu? Não caiu. Nada? Não. Ah, caiu ontem da semana que você fica no programa, né? Mas ainda os 10 mil do Ganha-Ganha não caiu, não. E da publi tá pra cair, mas pelo menos já caiu.
Pelo menos já caiu um pouco. Se eu te contar que o meu caiu outro, eu já paguei tudo. Mas eu vou ter que pagar também.
Mas faz parte, que bom que você tá... Se a gente tá pagando é porque entrou, né? Mas graças a Deus... Mas você ganhou o que lá dentro, Tanto? Eu ganhei 70 mil do Ganha-Gan, que foi o que caiu. Mas já gastei tudo, paguei a equipe toda, paguei todo mundo, tudo que eu devo. Deve não é que pague quando puder. Não, assim, né? Tiveram várias coisas, né? E aí, com as contas pessoais também, ganhei um cruzeiro, gente, uma vez.
Viagem de cruzeiro pra Miami, Caribe, com a minha mãe. Então vai ser uma coisa que eu vou fazer ainda. Ganhei 10 mil de prêmio também. Enfim, ganhei as coisinhas assim, bacana. Que legal! Graças a Deus. E agora as publicidades também, né? E agora as publicidades, né? Que estamos aí a todo vapor, em nome de Jesus. Que maravilha! E pagam em 150 dias! Ai, Vi! Por que que ninguém conta, né?
É bom que ela fala mesmo. Os boletos não chegam, né? E vai chegando. Vai chegando. É engraçado que as pessoas acham que a gente tem essa coisa, né? De ver a pessoa na televisão e achar assim, não, já tá rica. Enriqueceu e tal, não sei o quê. É diferente, tá? No Brasil não é assim que funciona. Essas roupas da Starlet, da agência que te entregou. E você tá com uma cara de poderosa. Mas na verdade, quando eu abro a conta, não tem nada. Aê!
Mas vai ter, Deus proverá. Vai ter, gente, vai ter. Deus proverá. Vai mudar. Deus proverá, eu creio. Ai, gente, muito obrigada por vocês terem vindo. Gente, foi maravilhoso o bate-papo. Obrigada mesmo. Amei. Vocês são tudo.
Vocês que são. Senti vocês super à vontade. Espero que vocês tenham se sentido assim também. Foi muito bom. Foi muito gostoso. Voltei mais e ó… A gente fala muito, né? É só… Não. Mas é pra isso mesmo, né? Mas é pra isso mesmo, né? É, mas é pra ficar quieta e a gente fala, e aí? É verdade. Vamos hablar. Obrigada mesmo, foi um prazer. Amei saber mais dessas histórias todas, gente. Porque a gente acompanha de longe também. Acho que quando vem aqui a gente consegue saber um pouquinho mais ainda, né? Por mais que tenha visto lá. O sentimento, né? É, exatamente.
Muito obrigada, vocês que já assistiram. E agora, a gente vai cortar esse bolo. O que é? Sim, sim. A gente vai cortar esse bolo aqui. A gente vai postar lá na rede vizinha, tá? Acompanhem lá. A gente vai também gravar. A gente vai gravar uma dancinha, uma trend, alguma coisa. Ah, é verdade. Vamos, conteúdo. Você já virou dançando? Bem fora do ritmo. Mas vai dançar. Eu também. Todo mundo. Aqui a gente se basa. Eu era boa, agora eu tô ruim. E a gente se junta. A gente se junta e consegue. E vai dar boa. Tá bom.
E lembrem também, tem um QR Code aqui na tela, link na descrição. Obrigada, Elisterine, mais uma vez, estamos juntão. Cliquem aqui, gente, já garantam de vocês, tá? QR Code tá na tela, aproveita. Cinco vezes mais limpeza, tá? Obrigada. Obrigada a todo mundo de casa. Obrigada, viu, gente? Todo mundo que assistiu, que acompanhou aí. Fala pra se inscrever no canal. Se inscrevam no canal, ativem o sininho, faz tudo aí, entendeu? Segue nas redes sociais, segue a gente também, é isso. Isso aí, arrasaram.
Obrigada! Beijo! Beijo até quinta! Beijo até...
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