MARI GONZALEZ - PODDELAS PODCAST #551
Ela é muito mais que os memes super engraçados e fofos! Participou de um dos maiores BBBs da história, viveu um dos relacionamentos mais acompanhados da internet e hoje mostra uma versão muito mais madura, segura e dona da própria narrativa.Neste episódio, o PodDelas recebe Mari Gonzalez pra uma conversa sobre carreira, exposição, amadurecimento, relacionamentos, Carnaval, BBB20, e muito mais! E claro: tem muita risada! Afinal, ela é diva! Dá o play e vem curtir! INSCREVA-SE NO CANAL E ATIVE O SININHO! A META É CHEGAR EM 4MI!#PodDelas #MariGonzalez #BBB20 #BBB26 #JonasSulzbach #PipoMarques #MariNoPodDelas
- Planejamento familiar e congelamento de óvulosDesejo de ter filhos · Congelamento de óvulos · Segurança e liberdade · Processo de congelamento
- Relacionamento e planos futurosNamoro à distância · Mudança para Salvador · Casamento · Pipo Marques
- Viagens e ExperiênciasFinlândia · Aurora Boreal · Rovaniemi · Levi · Ibiza
- Vida Fitness e rotinaConstância nos treinos · Pilates · Corrida · Funcional · Pipo Marques
- Formação e autoconhecimento profissionalBBB20 · Influenciadora lifestyle · Autenticidade · Superação de medos
- Advil e alívio de doresTecnologia de cápsula líquida · Alívio rápido de dores intensas · Forte contra inflamação
- Carreira e projetos futurosColeção de roupas · Marca própria · Conteúdo de moda
- Dinâmica de trava-línguasDesafio de pronúncia · Habilidade de comunicação
- Relação com a família do namorado
Oi, gente! Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos a mais um Pod delas podcast. Quintou! Quintou! Bora falar muito. E eu sempre começo com a humilhação diária, né? Por favor, se inscreva nesse canal, por gentileza. Não sei mais o que fazer, gente. O que é? Vou ter que começar a prometer pics? Não, melhor não. Será? Não, a gente vai falar. Será?
Será? Será. Se quiser vir ver, a gente tá aqui ao vivo sempre. Se quiser vir ver, se quiser vir assistir. Brincadeira. Mas ó, se inscreve, deixa o like, compartilha, comenta, engaja aí. Se você tá assistindo pela TV, pega seu celular e vem engajar com a gente. Porque normalmente, se você assiste na televisão, você não engaja, tá? Por favor.
Injusto, tá? Nossa, vai ter 4 milhões esse ano, sabe? Depende só de você, da sua vizinha, da sua mãe, da sua tia. Do papagaio, faz uma conta pro papagaio. Manda e compartilha. Tá live, entendeu? Segue nas redes sociais, arroba poddelas, arroba vitube, arroba tatá. Por favor, a gente tá esperando vocês. Por favor, arroba tudo. Amém.
E hoje, gente, a gente recebe uma das mulheres mais carismáticas desse Brasil. Leve, engraçada, espontânea, rainha dos memes. Mas ela evolui cada dia mais, tá? Sim, gente, ela continua leve, engraçada, espontânea. Mas agora, muito mais segura, mais consciente, né, de quem ela é, do que ela quer pra vida. É verdade, diretamente de Salvador, amor, na Bahia. Ela começou a trabalhar ainda muito.
nova como modelo. Ela ganhou visibilidade, já foi Mari Baianinha e desde então ela construiu uma trajetória que atravessa, assim, ó, televisão, internet, reality show e entretenimento. A bicha faz tudo. E foi no BBB 20 que o público conheceu uma versão mais íntima dela, espontânea, extremamente engraçada, humana, assim, uma versão humana dela. De lá pra cá ela se consolidou como uma das maiores influenciadoras lifestyle do país. É verdade.
Virou referência quando o assunto é fitness, moda, muita coisa. Tudo, gente. Uma coisa é certa, tá? A gente ama acompanhar todas essas versões dela. E hoje a gente vai falar sobre crescimento, exposição, amor, amadurecimento, internet e muito mais, tá? Eu tenho a honra de ser amiga dessa maravilhosa com vocês, Mari Gonzales! Oi, gente! Que tos!
Oi, amiga! Obrigada! Voltei, né? Finalmente! Tava devendo. E a gente tava falando antes de começar que toda vez que você vem aqui, tem um negócio, né? Toda vez que eu venho aqui, acontece alguma coisa. O meme bom tem que sair. Hoje tem que sair um meme. Por favor, eu tô aqui. Primeira vez com você aqui, eu quero um meme. Com essa apresentação, tem que ter tudo. Meu Deus, me elevaram tanto que eu vou sair daqui voando.
Conta pra gente, amiga, você tá morando aonde? Como é que tá a sua vida agora? Porque a gente sabe que o Pibo mora lá em Salvador. Você tá no Rio e agora a gente tá gravando em São Paulo. Como é que tá essa vida? Eu moro no aeroporto. Eu fico em Salvador, fico no Rio. Fico em Salvador, Rio, São Paulo. Fico nessa loucura, né? Viajando, namoro à distância.
Tá, tá, saiu, mas já volto. É assim mesmo, entendeu? Deixa ela. Tá, mas aí, você tá morando no Rio? Moro no Rio, fixo, mas vivo indo pra Salvador, porque o boy tá lá, né? Mas tem um apego, um apego a Salvador. Ou você acha que, tipo assim, já já pegou? Minha família toda tá lá. Ai, que delícia. Você tá morando então, menina? Pois é, porque assim, eu fiquei 12 anos aqui em São Paulo. Aí comecei a trabalhar com o Big Brother, apresentando, e fui pra lá, morar lá. Só que aí, me apeguei, comecei a me adaptar, e aí, me fixei lá.
comecei a namorar com o Pipo mesmo, o relacionamento ficou sério. E aí, agora tô assim, vou ver no que vai dar, né? Mas você acha que tem uma chance dele vir ou de você ir? Rapaz, hoje a gente fica intercalando.
Mas... Justo, né? É, justíssimo. Mas alguma hora a gente vai ter que decidir onde vai ficar. Como as famílias estão em Salvador, eu acho que a tendência é voltar pra minha terra. Faz sentido, né? Porque aí vai montar família, junto, vai dar casamento, vai tudo mais. Porque a gente tem que namorar prospectando um futuro, entendeu? É isso. Então...
Eu penso muito em ir pra lá, por conta de filho, principalmente, né? Sim, total, com família. Porque como é que vai ter filho, vai ficar longe da família, pra ter todo o suporte também. E os filhos crescerem junto com a família. Então, a tendência é ir pra Salvador. Mas eu tô com apego grande pelo Rio. Eu amo o Rio, amo, amo, amo, amo. E São Paulo também, porque aqui é o lugar, né? Eu amo São Paulo também, eu amo. Você tá aqui desde sempre, né?
Desde sempre. Eu era de Sorocaba, agora tô morando em São Paulo, que é do ladinho. Eu, na verdade, quero...
Virei fitness agora. Olha! Tá vendo? Essa é uma fitness fajuta, eu treino fofo. Mas tudo bem, o importante é se movimentar. Mas eu quero uma dica, uma dica infalível de vida fitness, assim. Uma dica bem básica.
Porque assim, eu treino todo dia a musculação uma hora, pra mim é o meu limite. Constância, faça o que for, o que você quiser, o que você gosta mais, mas faça todos os dias. Até sábado e domingo? Não, também não dá. Não, você pode tirar o dia de descanso também. Mas se você fizer sempre, você vai pegar gosto por isso. Mas quando que vai pegar? Porque falam que 21 dias... Demora às vezes.
Me falaram que 21 dias entra pra ser rotina no cérebro. Mas então, eu já tô desde janeiro, não tá aí. Mas vai, mas vai. Tem que encontrar alguma coisa que você gosta. Você treina o quê? O que que eu treino? Você funciona a musculação, pilates, corrida. Eu acho que é musculação. Musculação, eu acho que é musculação. Eu acho que é musculação. E você gosta? Não. Aí dificulta, né, meus amigos? Mas é porque... Tento pilates. Menina, você tá grávida. Não sei se é porque eu tava grávida, mas eu vou tentar grávida.
É difícil, né? E aí, menina, cadê a Tatá? Não sei. Ô, meu gente, sumiu. E ela sai assim? Ela sai assim na vida. Não, faz isso não. Mas enfim, daqui a pouco volta, né? Uma caganeira talvez, não sei.
Ela aparece, ela aparece. Mas eu mesma gosto de fazer ir mudando. Eu treino funcional… Mas o que você ama? Você fala assim, nossa, amo, me fez virar fitness de verdade. Funcional, eu gosto de fazer funcional. Não é tipo crossfit? Não, crossfit tem mais aquela coisa do pesão. Aham. Voltou. Voltou, gata. Aquela coisa do peso, sabe? Ah, gente, desculpe, voltei. Tava com muita dor de cabeça, sério. Desculpe pelo susto. Ai, que dó, amiga. Imagina. Vou até deixar meu adivinho aqui.
Desculpe pelo susto, tá, gente? É sério. Eu tava com uma dor de cabeça, vocês não estão entendendo? Uma dor assim, ó, daquela que quase me fez cancelar todos os planos de hoje, juro. Eu não tava conseguindo focar em nada. Vocês estavam falando, minha cabeça tava assim, ó. Sério, me desculpa. É a pior coisa da vida, né? É a pior coisa. Quando a gente tá com a dor incomodando e...
Não, eu acho que é muita coisa essa semana, eu tava um pouco… Não, e às vezes a gente acha que tem que dar conta de tudo, né? Falar assim, não, tem que ser forte, você pode ser forte o tempo inteiro. Gente, não tem. Nós, mulheres, a gente é assim. A gente pensa, ai, vou aguentar, vou aguentar. E não, a gente não tem que aguentar não, gente. A dor vem e a gente faz com que a gente quere cancelar os planos. A gente não tem que fazer isso não, a gente tem que resolver. E poucas coisas me param assim, gente. Mas aí eu pensei, não.
Hoje não. Hoje eu não vou fazer a forte, eu vou ali rapidinho pegar o meu Advil, tá? Advil tem aquela tecnologia de cápsula líquida, então ele alivia as dores intensas em minutos, é muito rápido. E não é só isso, tá? Dica boa, gente. Ele é rápido contra a dor e também forte contra a inflamação. É assim, é dois em um, tá? Dois em um.
Me metendo aqui, posso falar uma coisa? Pode. Eu acho muito legal o de Advil, porque assim, ele ajuda a diminuir a dor. Mas pra mim, que faço esporte, que treino, que tenho essa rotina, que me movimenta, ele não atrapalha no desenvolvimento do músculo. Porque a gente fica com medo, às vezes, de treinar, fazer atividade, de tomar alguma medicação e atrapalhar. Ele não atrapalha.
A fitness falando, ela sabe o que tá falando, entendeu? É verdade, eu não sabia também. Isso é muito bom. Isso é muito bom. É, e a gente não precisa parar a vida por causa de uma dorzinha chata, gente. Ao invés de cancelar os seus planos, os seus compromissos, por que a gente não começa agora a cancelar a dor, tá? É verdade, eu concordo.
Eu também acho, gente. Eu tô... Assino embaixo. Cancele a dor, tá? Não cancele os planos. E como agora eu voltei muito mais aliviada, né? Porque já já começa a fazer o efeito. Com dor cancelada, o meu plano é continuar fofocando aqui com as minhas amigas. Então eu quero saber o que vocês... Entregando tudo. Enquanto eu tava fora. A vida fitness, menina.
De vida fitness? Inclusive, eu estava falando um pouco sobre isso. Sobre cancelar planos, compromissos, por conta de eu não tenho paciência de ser fitness. Se vir uma dor a morrer, eu cancelo todos os treinos. Nossa, mas claro que eu estava pensando de dor de cabeça, isso está virando meio... É X, né? Aleutória falando. Mas é muita luz. E aí, eu não sei se meus olhos são mais sensíveis. Quando tem essa quantidade... Vocês não sabem como é que é o estúdio, né? Tem tanta luz.
É verdade. Que dá uma… Que eu passo por isso. Me dá enxaqueca mesmo, assim, sabe? Por conta de luz. É, muito estímulo. E aí, eu tenho que tomar de vil, porque realmente é prejudício. Essas horas, amor. É. Entendeu? Essas horas tem umas… E ansiedade também, tá, amiga? Ansiedade também. Dores assim que estão tão fortes, amor, que não dá pra focar. E muito trabalho, né? Graças a Deus. Graças a Deus. Graças a Deus. Muito trabalho, muita coisa.
Mas você que é fitness de verdade, já cancelou algum compromisso por conta de dor?
Rapaz, eu já passei algumas dores assim, que também eu tive que cair pra tomar remédio, porque senão ia ter que cancelar, não tem jeito. A cólica é uma coisa que pega muito também. Sim. Porque treinar com cólica é horroroso. Muito, é horrível. Mas eu não cancelo.
Eu cancelo a dor, mas não cancelo o compromisso. Não dá. Sério? Não dá, amiga, não dá. Na academia? Ah, eu acho que trabalho… Não cancelo, não cancelo nada. Academia eu cancelo até pra, tipo assim… Na verdade, você inventa, né, que tá com dor, né. Não, hoje eu cancelei, porque eu falei não, eu tenho que arrumar os álbuns dos meus filhos. Mas eu vi você treinando de manhã! Não, porque assim, eu treino, faço cardio. Cardio eu cancelei.
Ah, você faz em duas etapas. Isso. Aí eu falei, não preciso do cardio hoje. Hoje eu vou arrumar os álbuns do meu filho, que é muito mais importante que o meu cardio. Aí eu arrumei. A desculpinha dela. Nossa, mas você acredita que eu tô falando de mim, né? A entrevistada dela, mas enfim. Eu agora tô super da vida fitness, eu não tô mais cancelando. Menina! Tô? De todos os dias. Tá vindo pra todo mundo, né? Por isso que choveu hoje, né?
É isso. Trinta mais, eu acho. Mas é bom. Acho que depois que passa dos trinta, eu tô tentando. Mas tá gostando?
Tô gostando, então. Eu peguei gosto. E aí, eu me sinto culpada quando eu não vou. Eu me sinto completamente esquisita. Muda a disposição, muda tudo. E também, quando coloca na rotina, eu gosto de seguir uma rotina. E aí, a gente não tem rotina. Então, só de eu ter essa manhã, assim, de… É um momento seu. De check, sabe? É o meu momento de eu ir lá. E aí, ai, fico pensando em nada. Eu fico lá fofocando com a minha amiga, sabe? Treino.
É um momento bom, assim. Eu gosto bastante. Eu começo o meu dia já treinando, porque aí…
Como é que é a sua rotina? Conta pra gente. Agora, né? Como é que tá? Depende muito do trabalho, né? De dia de trabalho. Hoje eu não consegui treinar, por exemplo. Não deu, acordei muito cedo, aquela função. Mas normalmente o que eu faço? Acordo, eu já vou treinar. Começo o meu dia assim, aí faço as tarefas de casa, o que tiver que fazer, organizar tudo, e aí começa o trabalho.
Eu tento sempre fazer isso, porque quando eu começo o dia treinando, já vem uma disposição diferente, eu já fico mais tranquila, mais criativa. Mas até bem humorada. Sim. Eu fico mais animada, sabe? Aham. Então, começo o meu dia já assim, aí vou que vou pros compromissos. E você mora sozinha no Rio? Moro sozinha no Rio. Então, você falou alguma coisa disso enquanto eu tava fora? Tava falando, eu perguntei como que tá fazendo relacionamento à distância, né? Como é que é? Salvador, Rio, Salvador, Rio, pra lá e pra cá, por enquanto, né?
Mas ela falou pra ela que alguma hora a gente vai ter que parar em algum lugar, né? Quando for pros próximos passos, não tem como. E a gente já entrou nessa conversa, porque Salvador, Rio, São Paulo, pra onde que vai? Só que a família toda tem Salvador. E a dos dois, né? Dos dois, minha família inteira lá. Ai, tem filhos, o maior que a parte da vovó. Exato. Fica por lá.
Você não pensou em morar lá? Em Salvador? Ou pra você é muito difícil? Eu nunca tinha pensado por causa de trabalho. Quando eu fui pra São Paulo, fiquei 12 anos aqui em São Paulo. Foi pelo trabalho. Depois fui pro Rio a trabalho também, só que eu me apeguei. E não consegui mais sair de lá, porque eu gosto muito nessa vibe solar. Não vou pra praia todo dia, é impossível. Mas só de passar, ver a praia, eu gosto dessa energia. E aí agora...
que eu tô com um relacionamento sério com o Pipo, né, vai fazer dois anos. Aí eu tenho ido muito pra lá e esse papo já rola. O que é que a gente vai fazer, né? Onde é que a gente vai ficar? Não decidimos nada, mas eu acho que tem muita tendência a voltar pra Salvador. Pra Salvador? Pra Salvador. É, a última vez que eu te encontrei, você falou que a tendência era São Paulo.
Foi? Eu falei isso? É. Você pode confiar muito no que eu falo. Tá vendo só? Lembra quem a gente se encontrou no Rio, na academia? Comigo. Aham. Porque a gente fofocou, amor. É. Não, e é engraçado. A gente tinha cinco minutos pra fofocar. Cinco minutos. Eu acho que era tanto assunto pra falar.
E a gente não fala nada inteiro. Nada inteiro. Então, pode ser que eu tenha entendido errado. E eu tenho também falado errado. Pode ser. Que isso aqui é super comum, né? Muito comum aqui. Muito comum. Mas então, agora uma pergunta que eu não sei se você já deve ter respondido em muitos lugares. Mas eu não sei. Como que você conheceu o Pipo? Não é de agora, né? Cara, isso é muito doido. Eu nunca falei isso em lugar nenhum. Não?
Eu não sei. Primeira vez. Eu e Pipo, a gente já tinha ficado há 10 anos atrás. Não.
Há muito tempo, eu morava em Salvador, ainda nem sonhava em vir pra São Paulo, nem nada. Antes de trabalhar com a internet. Sim. Antes da internet. E aí, a gente ficou, ainda assim, não foi uma ficada, não. A gente ficou um tempo, assim, ficando e tudo mais. Aí, eu vim pra São Paulo.
Pra trabalhar, a gente parou de ficar. Ah, então não teve uma briga, foi só por conta da distância mesmo? Não, não teve briga. E não teve namoro também? Não teve namoro. Foi só, ficava às vezes. E aí, parei de ficar com a gente. Parou de ficar.
Fiquei solteira um tempo, foi logo quando eu vim pra cá, pra São Paulo. Aí depois já comecei a namorar, e eu e Pipa a gente nunca mais, né? Falou nada, assim, se encontrava raramente. Acho que a gente se encontrou umas duas, três vezes em evento assim, mas acabou. E aí depois, agora de tanto tempo, solteira de novo. Quem veio pegar o balde, que ele largou.
Como foi ele que mandou mensagem? Mandou mensagem. Eu tinha postado uma foto de um casal na praia, lá no Rio. Sitaram na areia. E aí, ele comentou, eu coloquei assim, como eu queria estar.
Meu desejo é ter apoio quando os desafios da maternidade começam a aparecer. Nestlé Materna está com você. Desde o planejamento, apoiando o preparo do corpo para a gestação. Durante a gravidez, ajudando no alívio de náuseas e no funcionamento do intestino. E quando o bebê chegar, segue com você. Apoiando para uma amamentação mais confortável e tranquila. Garantindo que você tenha as vitaminas e os nutrientes necessários para cada desafio. Nestlé Materna. Com você, do seu jeito.
Leve e refrescante, intensa e encorpada, dos sabores tradicionais às novidades do momento. No Pão, você encontra uma curadoria especial de cervejas nacionais e importadas, em parceria com a Ambev, para brindar em qualquer ocasião. Cervejeiros do Pão, tudo de cerveja com quem é especialista em sabor. Aí ele comentou, eu tô chegando.
Aí eu falei, meu Deus do céu, cara, a vida é muito louca. Aí no início eu fiquei um pouco resistente, porque eu falei, ai, será, né? Passou tanto tempo, a gente já viveu uma história, sabe que vale a pena, como é que vai ser? Aí acabou que eu fui pra Salvador.
Pro aniversário do meu pai e da minha mãe. Ah, então vocês não se viram lá no Rio? Não. Quando ele falou que eu tô chegando. Não, eu falo brincando. Ah, tá. Ficou só naquela resenha. Ah, o teu levou lá, ferro e fogo. Eu achei que era. Ele pegou o avião, já chegou lá na hora e já... Tava esperando. Eu achei que ele pudesse ter alguma coisa no Rio, um compromisso, sei lá. Ah, às vezes, né?
Aí fui pra Salvador, encontrei meu pai e minha mãe. Chegou lá, a gente se encontrou. E aí, estamos até hoje. Desde a primeira vez. Desde a primeira vez de novo. Aí ficamos uma, duas, três, quatro. Mas quando vocês falaram, não, agora namoro. Vamos oficializar. Foi no dia dos namorados, inclusive. Aproveitou, né? Pra ter um presente só.
Ele deve estar assistindo. Ele vai ver. Ai, gente, foi muito doido, porque a gente tava no barco, né, nesse dia, primeira vez que a gente ficou, depois da segunda temporada que a gente fala. Ah, não, calma. Ele chamou pra ir no barco. Foi, pra gente retomar a relação, né. Tá. Aí, a gente tava assim, no barco, sentado, tipo, via aqui ele. E eu olhava assim… Era uma pessoa que eu conhecia.
Já tive uma relação, mas era um pessoal totalmente diferente. Uma coisa muito doida. E eu ficava olhando assim, caraca, o que eu tô fazendo aqui? Eu sei que conhecer a pessoa de novo, né? Essa nova pessoa. Totalmente diferente. Eu nunca tinha vivido uma relação. Isso antes de vocês ficarem? Não, isso... Eita, como ela é exata. Não, eu quero entender como foi a primeira vez. Ah, eu achei que a primeira vez que vocês voltaram foi no barco. Foi no barco. Então. Foi a primeira vez. Gente, o Tico e o Teco aqui.
Deu uma travada. A gente tá falando da mesma coisa. É isso mesmo. Gente, calma! Minha cabeça tá meio assim ainda, calma! Tem que esperar 10 minutos, calma! 10 minutos que eu faço. Vai passar, calma. Volta com paciência, mexer só com dor de cabeça. É, volta com paciência. A primeira vez foi muito tempo atrás. Ah, eu fiz um clipe com ele. Dele? Dele, é muito... Mentira! Um clipe, nossa, acabou na lama. O nome do clipe.
Vamos achar esse clipe! Ah, o Pó na Lampa? Precisa, com certeza. Vamos achar esse clipe. Só não põe a música alta pra não dar o direito. Sim, com certeza. Amiga, vamos lá, vou falar de novo. Vamos fazer o cronograma. Depois, quando teve a volta de novo. Foi no barco. Então, é isso que a gente tá falando. E foi esse dia que eu falei, caraca, que loucura. Vocês não tinham ficado ainda de novo. Não, foi a primeira vez. E ele falou, vamos andar de barco? Ele falou, vamos lá no barco pra gente se encontrar, conversar.
Olha a música. Não, não tem, não. Não, mas era a propaganda. Cadê? Calma, calma. Olha a minha cara como era bebê. Vai, meu filho, vai, meu filho. Nossa, obrigada. Você não tem o YouTube Premium? Então. Pelo visto, não. Tem que virar a telinha, né, gente? Cadê? Gente!
Olha! Vamos achar ela, calma. Alá! É pra mostrar pras pessoas? Olha aí, galera! É você, é você. É? Uma bebezinha. Calma aí que vai aparecer mais. Olha, triste. Eu tinha acabado na lama mesmo. Eu tinha acabado na lama. Que ano é isso? 13 anos atrás. Pera aí. Olha que loucura. 13 anos? 13, eu li ali. Cadê, amiga? Não, aqui. 13 anos. 2013.
muito tempo atrás, uma cara de criancinha. Nossa, menina! Foi aí que vocês ficaram? Não, aí nem tinha ficado nem nada, tava só trabalhando. E aí depois desse tempo inteiro, ficamos, ficamos de novo, de novo, de novo, de novo, e tamo aqui. Mas quando você sentiu que falou assim, meu Deus, tô apaixonada? Ele era muito diferente de todos, assim...
você percebe pelo jeito o cavaleirismo, a forma de tratar. Era muito o que eu queria. Então, quando a gente começou a se relacionar mais e eu vi o homem que ele era, aí eu tive a certeza que eu queria isso. Ai, que lindo! Que f... Romântica. Você é romântica? Muito. Eu sou aquariana, mas eu sou romântica.
Você acredita? Existe aquarianas. Aquarianas, falam que a gente não é romântica, somos geladas, nada a ver. Eu sou… Meu ascendente é aquário. O Eli é aquariano. É? Você acha ele frio? Mas ele é romântico. Não vê, não. Não, ele é romântico comigo, mas com a vida, com o resto, ele é bem frio. Mas você é meio… O que eu vejo, assim, é tipo…
A voada, você ia falar, né? Eu senti, eu senti. Não, é que você não tem… Acho que nada te prende nos lugares. É, nos lugares. Eu percebo que você parece que se adapta em todos os lugares, assim. É, eu achava que eu não era essa pessoa. Inclusive, eu achava que eu não era uma mulher forte. Até parar, assim, e entender toda a minha trajetória. Que foram várias oportunidades que surgiram na minha vida. E eu fui aproveitando, eu fui encarando.
me adaptando e cheguei até aqui. E às vezes, principalmente quando eu mudei de São Paulo para o Rio, foi um momento que eu, assim, dei um restart na minha vida. Foi como se eu tivesse zerado e começaram tudo de novo. Foi um momento muito, muito difícil para mim. E aí eu entendi a minha força. Falei, cara, eu realmente sou muito forte, eu tenho que me enxergar assim.
E é isso, toda vez que apareceu uma oportunidade, alguma mudança, sempre tive medo. Eu tenho medo, mas eu não me deixo ser levada pelo medo. Você vai com medo mesmo? Eu vou com medo mesmo. Eu acho que isso é uma coisa muito bacana, assim, de mim. Quando você foi pro Rio, foi uma escolha sua? Foi o Big Brother, apresentar. Não! Foi. Porque você foi morar, não foi agora? Foi, eu tenho já uns três anos no Rio.
Eu fui apresentar, foi pra fazer o mesa cast e pra fazer o flash. Eu fui convidada e aí eu tive que morar lá. Aí eu fiquei um tempo trabalhando com eles, foi bem essa mudança. Ah, e eu achava que era porque você tinha terminado o outro relacionamento e tinha ido morar lá. Não, foi porque casou bem, foi tudo... Tudo junto. Terminou, foi, eu terminei e aí aconteceu o convite.
E aí, eu fui embora. Ah, entendi. Eu fui pra trabalhar, só que aí acabou o trabalho e eu não consegui mais ir embora. Mais voltar. Mais voltar. Dizem que quem mora lá, assim… Acho que quem gosta dessa vibe… Praia. Sol, praia, calor. E é uma vibe diferente. É porque parece muito, assim, com a vibe de Salvador, né? Só de ter o mar, de ter essa pegada, esse lifestyle, me cativou bastante. Você mora perto da praia? Moro. No Rio? Não moro de frente, mas eu moro bem pertinho. Bem pertinho.
Ah, mas eu acho que a maresia já dá um... É. Um clima gostoso. Mas eu sinto saudade daqui também. De São Paulo. Do que? Essa correria, essa coisa, esse evento, trabalho. Dá uma saudadezinha também. Apesar que assim, 30... Sério? Ô, amiga, dá. A gente também adora.
É, né? Vocês gostam, né, menina? É, a gente fala, mas não consegue falar não, né? Não consegue. Ah, eu consigo. Consegue falar não pra trabalho, amiga? Não, você não consegue. Evento? Nossa. Ah, pra evento sim. Amiga, para de mentir, você não vai em nada. Não, não, não.
Quando é um trabalho? Ah, daí eu tô assim. Agora, evento, tipo, prazo só. É só evento, não falando trabalho. Não, e pra todos, não dá. Não dá, gente, não dá. Assim, não dá mesmo. Trabalho, sim, sim, sim, sim. Evento, evento, evento. Não dá, tem que fazer uma seleção. Porque senão, a gente não consegue fazer nada. E assim, além de trabalho, evento, a gente tem vocês, mães, que ainda a demanda é outra coisa.
É muita atividade, é muita tarefa todos os dias. Não, eu queria uma pessoa com meus filhos, tipo, a não ser que seja um evento legal, assim. Tipo, sei lá, uma coisa que eu amo, pra estreia de filme, eu amo. Amo, amo, amo. Agora, um evento mais balada, uma coisa assim, já não faz mais sentido. Acho que nem tem mais, amiga. Será? Você quer dizer que eu tenho mais balada quase em São Paulo? Virou muito, a balada agora virou muito pro esporte, gente.
As pessoas fizeram essa virada de chave. Então, assim, agora é esporte. Mundo wellness. É.
Bora correr? Vocês não querem correr, não? Não! Agradeço o convite. Vamos, gente! A gente agradece o convite. Vocês vão pra corrida quando estiver em São Paulo. Vamos sim! A Flávia foi pro Rio, né? Vocês vão. Vou bem te aviso, Mário. A gente te avisa. Um dia eu vou ter um compromisso com a Tatá, a gente vai gravar. Não, cancela. A gente vai ter meio compromisso. Olha aqui, teve no Rio agora, não teve?
Tem convite que se faça, Mari. Convidar pra correr? Pra comer, né? Tipo, no restaurante. A gente corre até o restaurante. A palavrinha foi, foi maravilhoso. Ela ficou me enchendo o saco pra eu ir com ela. Eu falei, amiga, deixa eu te falar, amor. Não. Corrida não vai dar. Eu fui uma vez... Dá pra andar, amiga. Não precisa correr. Ah, mas aí a humilhação, ela vem assim... Não, tem de tudo. Não vai não, amiga. Tem de tudo. Não cai nessa, não.
Tem gente, juro, juro, juro. Quantos quilômetros? Tem cinco e dez. Eu faço cinco.
Pra chegar bem, né? Nossa, mais um, dois eu já tô bufando. Mas anda, juro, tem de tudo. Só quero parar. Não, não vai parar, não. A cabeça fala pra parar, mas aí a gente fala, não, eu sou mais forte que isso. E essa... Foi semana passada, retrasada, não foi? É, eu acompanhei a Flávia, falei, amiga.
Vai ter em São Paulo e vocês vão. Quando vai ser? Não tem a data exata, mas vai ser em novembro ou dezembro. Vocês vão. Vai ser bem legal. Vocês vão. Vocês vão, já tá definido. Eu batendo na porta. Meninas! E é cedão? É cedo. Que hora? Normalmente umas 5, 6… Por quê? Pra não pegar sol, né? Porque fica muito cansativo. Sim. Eu vou estar lá. Vai.
Vou ter que fazer outro convite pra ela. Não, amor, vai ter que fazer. O pós, a gente vai no after. Isso, então. No after da corrida é o quê? Porque depois tem show. Ai, amor! Aí, ó, pronto. Depois da corrida tem show. Ai, que legal! Uma vez eu fui... Eu corri na esteira mesmo. Menos de dois quilômetros. Eu fiquei com canelite.
Mas é, porque você não tá acostumada. Eu também, eu corri 1.6, 1.7, eu acho, e acabou pra mim. Então, eu fiquei muito tempo, fiquei rabada. Vocês não estão acostumadas. Como é a preparação pra corrida? Eu não corria nada. Nada, nada, nada. Eu comecei a correr com a corrida de pipo, né? Comecei a correr fazendo um pouquinho, um pouquinho, um pouquinho. Hoje eu não sou atleta, eu tô longe de ser. Mas eu já tenho muito mais fôlego do que antes.
Mas como é que é a preparação, assim? Eu não tenho treinador. Inclusive, eu quero pegar uma agora, eu quero dar uma evoluída.
Mas a preparação é você correr. É você sempre estar praticando, estar evoluindo. Eu não sou muito ligada nisso de pace. Tem gente que é muito focada. Vocês sabem o que é pace? Pace? Não. É demais pra mim. Pace é o tempo que você corre, né? Nossa ideia. Assim, a velocidade. Podia ser time? Ah, tá. É, a velocidade que você corre no quilômetro. Então, tem gente que é muito ligada. É pace.
P-A-C-E. Ela tá bilingue, ela quer entender qual a relação do inglês com esse nome do português, entendeu? O tic-tac tá no... Isso, eu tô melhorando, vamos que agora tá ótimo, ó, vamos lá. Tá melhorando mesmo, até mais simpática.
Para, agora eu tô ferram, eu tô ferram. Ô amor, tá doida? Vai! É, eu não sou muito focada nisso, eu vou. Pra correr, pra viver, isso que eu falo, tem de tudo. Tem gente que corre porque melhora emocionalmente, tem gente que corre porque é atleta, tem de tudo. Então assim, não tem essa obrigação de correr e ser a melhor da corrida. Eu vou ali, me divertindo e aproveitando, e aos pouquinhos tá evoluindo. O máximo que você já correu foi cinco.
Não, eu já corri 10. Já fiz 10. Caraca, bastante. O Pipo fez maratona, né? São 42. Aham.
Eu quero começar a treinar agora, dar uma focada, assim, de verdade, pra ver se eu dou uma evoluída. Mas aí é treino com o professor, aí pegar umas... Algumas táticas até pra ficar mais fácil a corrida. Eu fiz esses dias um exame, inclusive, pra poder ver como é que tá meu pulmão e meu coração pra corrida. Porque eu faço muitos exercícios, eu faço funcional, eu faço pilates, eu faço corrida. Tudo que me chamar, eu vou.
E aí, me deu uma... Eu sou a doida do exame. Eu também. Eu sou louca, gente. Eu faço todos os exames. Exame de sangue, exame ginecológico, exame... Tudo. Tá certo. E aí, eu falei, cara, eu tenho que ver meu coração. Porque assim, eu corro, eu faço tudo isso e como é que tá? Aí, eu fui fazer o exame. Nunca tinha feito, inclusive. É muito doido que você coloca uma máscara e você corre toda... Na esteira. Né? Sendo acompanhada na esteira.
E aí vi que tá tudo certo. Então já pode correr os 42. Já posso agora me soltar mais. Pra fazer a maratona completa. De onde veio esse... Desculpa, Míri. Não, pode perguntar, porque não tem nada a ver com isso. Tá. Eu queria saber de onde veio essa sua paixão, esse seu costume, essa sua rotina saudável e fitness e exercício. Porque desde que eu lembro da sua existência, você já tem uma rotina assim. Veio de família?
Amiga, assim, meu irmão, ele tem uma academia, ele é professor de educação física. Então, já tinha esse exemplo. Eu fiz faculdade de educação física. Foi bem no momento ali que eu tive que decidir se eu vinha pra São Paulo, se eu continuava a faculdade, que foi um momento, assim, bem decisivo na minha vida. Se eu não tivesse tomado essa decisão, eu não estaria aqui hoje. Então, aparecem as coisas e a gente tem que... Você não terminou a faculdade. Não consegui terminar a faculdade.
E eu sempre gostei, mas foi uma coisa que foi fluindo assim, eu fui pegando gosto. Eu até tava falando pra Vi isso, eu fui fazendo um pouco, fazendo, conhecendo. Eu era muito na musculação, na época que eu trabalhava no Pânico, lá atrás. Era muito na musculação, aí comecei a fazer funcional.
Aí do funcional, agora eu tô na corrida, eu vou me arriscando, vou conhecendo. Gente, mas é uma disposição de natureza. Eu sou muito disposta, amiga. Se não for o tipo de testosterona, eu não levanto. É? É. Gente, tem que falar a verdade, menina. Não, tudo bem, tem que falar a mesma coisa. Ai, me dá tão calor.
Ai, vou tirar a roupa. Tira, tira. Ela vai mostrar os braços. Ela falou, ó, chip de testosterona, né? Até. Mostra, mostra os braços. Olha, olha esse braço. Olha, olha. Que mó. Olha, olha. Ai, amiga. Vocês são muito amestalhadas. Eu acho que aí você começa a ver o resultado e vai dando uma empolgada. Isso é bom. Né? Isso é bom, isso é bom demais. E assim, disposição pra mim. Quero começar a chegar dessa fase.
Disposição, eu tenho só... Como que fala? Quimicamente mesmo. Mas você tem que ver, faz exames, você gosta? Não, o meu foi muito porpério mesmo. Quando eu pari, eu tinha todos os hormônios de blum. E eu não tive a paciência de esperar o meu corpo produzir novamente. Porque eu tava muito, tipo assim, não levantava da cama. Aí eu fui lá com o chip pra resolver. E resolveu. Mas eu fiz uma dose pra voltar ao normal. Porque eu tava tipo testo do 3.
Sabe, tipo... Amiga, a minha é indetectável. Indetectável dela. A minha é indetectável. Não, foi necessário. Fiz uma reposição necessária. É possível dar isso? É possível. Ela provou que é. Então, o meu tava três, eu acho, o teste. Acho que era estrogênio, tava muito baixo. Todos muito baixos. E aí, foi uma reposição necessária. Necessário, com acompanhamento e tudo mais. E você não toma nada?
Amiga, a minha médica fala muito que testosterona é um hormônio masculino. Ela falou, você não tá vivendo? Eu falei, estou vivendo. Então, você não levanta da cama? Levanta da cama. Ela é super contra fazer reposição e tal. Eu tenho trombofilia também, que é perigosíssimo também. Não é recomendado fazer essa reposição de testosterona. E é isso, tô aí vivendo na base.
É a sobrevivência. Da insistência, né? Da insistência. Da determinação. Mas como estamos sendo treino, sobe um pouco, um pouco não, muito os hormônios. Melhora muito. A rotina saudável. Melhora muito. Mas eu tô muito constante mesmo. Tô super, sei lá, se eu não faço academia, eu faço piti-tennis. Algum exercício eu faço, sabe? Se movimenta de alguma forma. É isso que eu prezo. Fazer alguma coisa. Se movimentar de alguma forma. E pra longo prazo, né? Principalmente, porque...
A gente vai envelhecer. Então, eu acho que é o… Tudo vai cair. Quando a gente começa a enxergar de outro jeito também. Porque quando a gente é mais nova, talvez tenha isso do imediatismo, né? Do corpo, do corpo, do corpo. É, você quer ficar magra, você quer sarada, você quer não sei o quê… É sempre aquela expectativa de você querer ficar, né, agradável aos seus olhos. Enfim, cada um tem o seu gosto, não tô falando que…
Existe uma fórmula. Mas você pensa muito mais na estética. Eu, depois, acho que depois da maternidade, a gente pensa em ver os nossos filhos crescendo. Em ver os nossos netos. Estar saudável. Evitar doenças também. Eu não vou negar que eu penso no meu corpo. Eu quero me olhar e estar me sentindo bem. Total. Mas eu também penso muito a longo prazo. Em estar, né, bem futuramente. E conseguir ser independente, fazer minhas coisas. Então, já penso lá na frente.
Como é que você concilia toda a sua agenda? Você faz academia de manhã, que é sagrado fazer esse seu exercício? Só não faz quando não dá. E aí depois, como é que funciona o resto do seu dia? Aí começa, vamos lá, etapas.
Quando tem gravação, aí eu pego o treino, chego em casa, aí eu ajeito tudo de casa, porque eu moro só. Eu tenho uma pessoa que me ajuda, mas não é todos os dias. Então, quando ela tá lá, dá uma boa ajudada, mas quando não tá, eu mesma faço tudo. Então, a primeira tarefa do dia, assim, segunda, depois do treino, é ajeitar o que tiver que fazer em casa. Coisas básicas da vida. Mercado, boleto, arrumar as coisas, assim, sou muito organizada. Muito, muito, até demais, assim, muito.
Que ótimo. Tudo é no lugar. A hora que chegar lá em casa, vai estar tudo arrumado. Então, eu era assim, depois dos filhos, que a casa vira do avesso, me dá um toque, um negócio, assim. Acho que eu tenho que dar uma olhada, se não tem alguma coisa. Porque me incomoda as coisas fora do lugar. Não, eu também, quando a minha casa tá bagunçada, minha vida tá bagunçada. Nossa, parece que minha mente tá toda cheia de treinado. Exato, eu tenho essa sensação.
Quando as coisas estão fora do lugar, parece que eu não consigo me organizar no meu trabalho. Eu. Então, assim, pra começar a gravar...
No meu dia, eu tenho que organizar as coisas antes. Eu não consigo tá gravando e eu ver que tá desorganizado. É muito doido. Eu acho que é um toque isso. Talvez. Acho que é bom a gente tá passando com o psiquiatra. Todas nós. Eu já faço terapia há muito tempo. Mas é um toque bom, eu acho. Eu também, mas eu não levei esse ponto pra minha psiquiatra, não. Vou levar. É, eu também não. Porque, gente, eu acho que isso não é bom, né?
A gente se pressiona muito. Depende do nível. É. Uai, gente, melhor ser organizada do que ser lagada, não? Sim.
É, tá bom. Tá tudo bem, né? Eu acho que tá tudo bem. Ai, também sabe, tudo vê problema. Que coisa séria, ai, tudo tem que ver mal. Ai, esses mimimi, sabe? Deixa eu. Deixa lá, que bom que ela é organizada. É, eu nem vi, tô no mais um problema, já tá com pouco, não. Eu, hein. Eu, hein. E depois organiza, e aí começa a gravar. Aí depende. Vamos lá, se tiver gravação externa, sai. Se tiver em casa, sai. Se tiver evento. Nossa vida é...
instável, né? Cada dia é uma coisa. Aí se tiver trabalho em outro lugar, voo, e aí vai. E consegue acompanhar o Pipo aos finais de semana, nos shows? Eu tento acompanhar ele em algumas corridas, né? Só que as corridas intensificaram muito rápido, cresceu muito rápido, e assim, hoje tem duas corridas por mês, três às vezes, então eu não tô conseguindo mais acompanhar.
Mas eu tento ir em algumas, só que não dá. A agenda da gente, dos dois, é muito cheia. Então, é difícil. Show também, eu vou em alguns. Mas não dá pra ficar sempre, não. Ele chega aqui hoje, inclusive. E agora nessa... Ah, então vocês já vão jantar juntos. Sair daqui já vai jantar.
Olha lá, Thay. Por isso que ela veio com esse look. Ah, tá. Tá. Tem testosterona, sim. Ela tem testosterona. Amor, amor. Amor, o look dela tá um babado, tá? Chique esse look. Tá bem preparada. Eu acho que ele vai aprovar esse look. Será? Será? O pau que tora na internet é o que ela vai causar. Não é pau que tora, não? O pau que rola na internet.
O pau que tora é o papo. Um dia você rompe anos. E agora você é o pau que tora. O pau que tora na internet. Não, mãe. Eu vou sair. Não vou ficar, não. Eu rezei tanto para não ter meme hoje. É o quê? Eu rezei tanto para não ter meme hoje. Eu falei, ô Deus. Mas o papo é o pau. Não era o pau, não. É o quê? É o papo.
O pau que tora tem também? Ai, gente, que horrível! Ainda mais que é burra. Não, é porque eu só vi o papo que rola na internet. Eu também só vi esse? Eu falei, pronto, não é possível. Eu falei, não é possível, cara. Toda vez, é anos, é pau, o pessoal vai achar o quê de mim?
O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
E aí
Que momento que você tá de vida, assim, no trabalho? Como é que estão os projetos? Ai, eu tô muito focada em um projeto que pra mim é um grande sonho. Assim que eu venho... Vocês viram a minha coleção, né? Sim. Foi muito legal, fez muito sucesso. Fiquei muito realizada. De fitness? De fitness, porque eu já queria muito tempo. Era algo que já tava em mim, que eu queria. Só que é isso, né? Acontece quando tem que acontecer. Vocês também pensam assim? Eu uso muita bolsa.
Você usa? Usa! A de atravessada? Aham. E aí, eu vinha com esse projeto já, eu já trabalhava há muito tempo com essa marca, então eu queria muito que fosse com ela, porque fazia sentido pra mim, né? Pode falar, amiga? Pode falar? Pode, lógico. Ah tá, com roupa. É. Sei lá, né? Vai que... Pode, lógico. Já trabalhava há muito tempo com roupa, já fazia uns 10 anos.
Aí eu falei, não faz sentido pra mim agora não ser com eles, é uma marca que eu acredito, que eu sei da qualidade. E aí a gente veio nessa construção, começou com a presença, depois veio a campanha, e aí Instagram, e aí aquela coisa da coleção que em mim eu falava, cara, eu quero muito. E aí se concretizou.
ano passado, e aí foi um grande sucesso, assim, foi muito bem recebido pelas pessoas, e eu tô muito feliz, e agora a gente tá... E vem aí, então, e vem aí! E agora estamos caminhando aí, eu tô muito focada nisso, eu participo de tudo. Que foi aquelas fotos que você postou na fábrica?
Nossa, a Tatá também, né? Tem que ter noção, né? Falta noção. É porque ela fez a lição de casa. É porque eu sou bem curiosa. É, tem a ver sim, sabe, Tatá? Tá morrida, não é cuspir. Mas sim, mas sim.
E… porque normalmente as pessoas acham que a coleção, a pessoa dá só o nome, né. E não, eu tô muito dentro, assim. Eu quero muito aprender o tempo inteiro, a gente… Eu participo de tudo mesmo. Mas você não pode dar nenhum spoiler, então. Porque vem aí. Ai, vai tá podendo, sim. Uma coisinha. Ah, você vai seguir a mesma coisa do fitness. Mesma coisa. Uma nova coleção, vem aí. Tem uma peça, eu vou falar de uma peça que é assim… Cara, essa peça, ela tá…
Juro, assim, surreal. Ela vai muito… Ela não ficou fitness. É aquela peça que você vai usar. Versátil, assim. É, você vai usar… Ela… Você vai usar pra tudo. Eu já sei o que é. É o que é? Um macacão. Não é. Não é! Chutou total. Errou! É que eu amo os macacões. Mas é um bom spoiler, assim. Essa coleção vem…
A outra foi muito linda, mas essa vai superar. E a fábrica é no Ceará? É, no Ceará. Ai, eu vi lá, falei, o que ela tá fazendo lá no Ceará? Olha, que curiosa! Nossa, fofoqueira demais, né? Sabe que ela tá fofoqueira, né? Muito, eu sei, né? Eu tô aqui com ela toda semana. Ai, você é mais que eu, que eu esqueço as fofoca? A Epio é que, pelo menos, ela conta, eu guardo. E aí, relembro ela na semana que vem, porque ela esquece.
E se você me contar um negócio agora, eu vou contar tudo pela metade. Até chegar ali... O pior é que vai contar tudo errado. Agora ela parou de contar, ela nem conta mais. Porque ela fala, vou contar errado, melhor não contar. Falar, não sei mais. Deixa a melhor pessoa pra você me contar, que eu já esqueci. É, isso é verdade. Então aquela história, o papo nosso lá que você falou de São Paulo, pode ser que tenha sido um surto na minha cabeça. Será que você inventou? Talvez.
Tô até com medo. Gente, o que que eu sou? Eu não sou assim, não, tá? O que que as pessoas vão estar me servindo de mim? Acho que é a idade, amiga. E o puerpério, dois, né? A mente, a memória ficou lá. Tem isso, né? Amiga, o Caio fez três anos já. Já passou. Mas não passa nunca mais? Você quer ser a mãe, amiga? Quero.
Quero. Quando? Quando? Quando? Quando? Quando? Eu quero dois. Você congelou óvulos? Não. Congelei. E vou congelar de novo. Mas tá nova ainda, né? Tô com 32. É. É um bom momento, né, pra congelar. E eu pensei muito nisso. Eu até postei na época, porque eu achei importante. É um assunto que não se falava muito. Sim. Falei, eu acho que eu preciso falar sobre isso. E aí... E aí...
Eu congelei muito pensando na minha liberdade, de não depender de nada. Assim, eu quero, obviamente, tentar sem usar os óvulos, mas eu quis ter essa segurança. E eu vou fazer mais uma etapa. Mais um ciclo? Vou, vou fazer mais um ciclo porque eu consegui uma boa quantidade, mas como eu vou querer dois...
É muito doido, porque você tem uma quantidade, mas não é garantido. Às vezes pode ser que nem saia um dali. Um embrião, né? Um embrião. Então, eu vou querer fazer mais uma vez pra poder garantir. E como que é o processo? Porque eu sei que não é tão simples quanto pensam, né? Não. Você tem que tomar, você faz todos os exames, passa pela médica. Aí você começa a tomar uma medicação, toma durante 15 dias. Você mesmo aplica na barriga.
Uma injeçãozinha pequena. São hormônios, né? Hormônio. E fala que incha muito, né? Incha bastante. Aí, tem mulheres que incham mais, tem mulheres que incham menos. Tem os sintomas de gravidez, então, assim, o peito incha, barriga. Então, pra você foi, o que você sentiu? Eu não fiquei com a barriga muito, não cresceu muito a barriga. Fiquei com pouco, mas eu senti que os seios aumentaram bastante.
E fora isso, assim, não fiquei indisposta, não tive nenhum sintoma mais.
E aí, depois dessa fase das injeções, você tem um acompanhamento, faz ultrassom pra ver como é que tá o desenvolvimento. É bem parecido, assim, né, esse processo. Vai acompanhando e aí tem a retirada, que é mesmo assim, vai pro hospital, tem internamento, tudo direitinho. E você retira e congela. Você sentiu alguma alteração, assim... Hormonal? Não, emocional? De... Como fala?
Sentimento, ficou mais sensível, você diz. De humor. Humor. No final. No finalzinho, assim, eu percebi que eu tava mais sensível.
No início, eu tava mais tranquila, treinando até, a médica liberou treinar. Treinando, fazendo tudo. Aí chega um período que pede pra parar, porque corre risco de virar, né? Não pode ter alguma manobra. Aí eu parei de treinar, e mais no finalzinho, assim, quando já ia pro momento de retirada, eu senti que eu tava sensível com o que falava comigo. E você fez esse processo, você tava sozinha?
Eu passei um pedaço sozinha. Quantos anos você tinha? Amiga, foi ano passado. Ano passado, agora. Eu vou fazer de novo esse ano.
Eu passei uns dias sozinha, mas uma boa parte de pipo tava comigo. Porque eu consegui fazer. Eu vim pra São Paulo, eu faço aqui. Vim pra São Paulo, peguei medicação, fui pra Salvador. Passei um período lá e depois voltei pra São Paulo. Pra poder finalizar aqui. Mas o processo todo, então, dura menos de um mês? Dura menos. Que é um ciclo. É que assim, é muito pessoal. Cada mulher de um jeito. Tem mulheres que precisam continuar, por exemplo. O mesmo ciclo precisa continuar. No meu caso, foram 15 dias.
Que às vezes não dá certo, não consegue. Exatamente. Da qualidade, né, nos óculos. Sim. Várias situações. Mas eu acho muito legal a gente falar sobre isso também, porque é uma segurança. É uma pressão, né? Ainda mais quando você quer ser mãe. Quando você não sabe, às vezes a pessoa nem tá. Mas quando você já tem uma certeza de que você quer, mas que você não tá preparada, não tá pronta, acaba sendo uma pressão, tipo, meu Deus, tem que ser logo.
Porque a mulher tem uma dificuldade quando, sei lá, vai ficando mais velha. Infelizmente, é uma questão biológica. É uma questão biológica. A minha médica falou comigo, olha...
Eu aconselho você fazer, ela já vinha conversando, eu aconselho você fazer, porque essa é uma idade boa, seus óvulos estão com qualidade, estão ótimos. Então, por que não fazer logo? Sim.
Eu acho que depois dos 30, assim, cada dia vai diminuindo a… Não tem uma coisa assim, depois de uma idade, agora eu não vou… Porque a minha irmã passou por isso recentemente. É, não sei a idade específica, mas a tendência é a qualidade, né, diminuindo. Sim, sim. Então, eu pensei, se eu tenho essa possibilidade, se é possível pra mim, por que não? E essa segurança de saber que tá ali, e eu me senti muito livre.
Sabe, eu não preciso de nada. Já tenho, ali tá tudo certo. E é isso. E a hora que eu quiser, eu... É, exato. É, não fica aquela pressão de, meu Deus, que horas. Exato. Mas você tem alguma, assim, algum planejamento de que ano que vocês vão querer? Como é que... Eu não quero demorar muito também. Não quero... Eu gosto muito de viver as fases. É um namoro, de certa forma, recente. Porque a gente tem dois anos juntos.
Apesar de ter a primeira temporada lá. É recente, dois anos. Mas eu quero viver as fases. Eu quero casar. Depois, né? A gente precisa juntar. A gente mora separada. Então, assim, nesse momento não tem como. Tem uma criança. Então, acho que a gente vai ter alguns processos até chegar aí. Mas eu também não quero demorar muito. Você tem algum... Usa algum método contraceptivo? Eu tenho um DIU. Ah, tá. Eu tenho um DIU. De Caelina.
Ah, eu tinha esse também. Ah, eu tinha esse também. Eu tinha, mas eu tirei. Deu certo, não. Mas você engravidou com o Jill? Não. Não, agora meu marido tem vasectomia. Só pra saber. Não, só pra saber, porque minha mãe engravidou de mim com o Jill. Sério? Não, eu não engravidei com o Jill, não. Eu tirei porque eu não me adaptei, tipo, eu fiquei com muita cólica, muita inchada. Meu corpo queria expulsar o Jill, sabe? É, de corpo pra corpo, né?
Pra mim, é ótimo. Minha experiência é incrível. Também não tenho o que falar. Eu não uso nada agora, tipo, nada, nada. Porque ele tava com vasectomia, então… E olha que às vezes é possível, viu?
Entender, sou serana, não adianta nada? Não, tem que ser de serana. Eu não sei, eu não entendo. Pro homem adianta, mas pra mulher não. Você, em relação, assim, a esse seu planejamento familiar, né? Você pretende, assim, ah, meu sonho de vida é depois que eu ter filhos, vou dar mais acelerado no trabalho, já tenho algumas metas que eu quero cumprir antes de engravidar. Você tem esse planejamento? Pensa sobre?
Eu não penso em desacelerar, não. O trabalho me motiva muito. Eu sou uma pessoa que eu sou... Quando eu trabalho, melhora tudo. Minha autoestima, meu humor, fico muito feliz. Então, eu não penso em diminuir o trabalho. Penso muito em ter algo meu, assim, é um sonho.
também que eu venho já projetando isso. Algo ser o quê? Uma marca? É, não sei exatamente o que vai ser. Olha lá, Karen já sabe o que é. Algo ser o quê? Algo ser o quê? É, uma marca, um negócio, algo meu, assim. Mas tem algo já, então, sendo criado mesmo? Tem ideias na minha cabeça, tem projetos. Mas eu quero muito, assim, nesse momento, quando estiver com a minha família, ter um outro segmento também, né?
É o meu projeto, assim. Hum, entendi. Não vamos saber mais, só depois. É, calma. Já dei até o spoiler aqui, podia dar da coleção. Amor, vai ser sucesso, dando spoiler. Eu sou uma boa de sacola também, né, cara? Mas é bom, assim. Você viu, né, Carol? Mas foram elas aqui. A gente gosta. Não fui eu. A gente gosta assim.
Você, o que você prefere, assim, em relação ao trabalho? O que você curte? Porque eu sei que você faz. De tudo. De tudo. No BBB. É, você já foi, você era meio que repórter. É repórter, né? No BBB?
Fui repórter, fui apresentadora no MesaCast, fui repórter no Flash, fui participando. É, fez tudo. O que você curte do trabalho? De tudo que você já fez de trabalho, o que você mais… Onde você se enxerga mais, assim, sabe? Eu gosto muito de apresentar. Eu me sinto muito confortável. Mas eu gosto quando sou eu, assim. Tava até comentando isso com o Carol. Quando eu tenho a oportunidade de ser eu, de falar do meu jeito, de brincar. Que, inclusive, é uma coisa que…
Eu lutei muito um tempo contra isso, porque eu sou muito espontânea, eu vou falando e aí vira meme. Maravilhoso. E aí sempre acaba saindo alguma coisa muito engraçada e eu ficava, caramba, as pessoas nunca vão me enxergar como uma pessoa...
Sério, eu tenho meus momentos também que eu sou séria, sabe? Mas hoje eu já entendi que o meu jeito é o meu diferencial. Sim. Então, isso que eu cheguei nesse lugar e eu me sinto muito bem. Então, quando eu sou eu, eu me sinto muito confortável. Então, apresentando, seja na TV, no meu Instagram, me comunicando com as pessoas.
Em qualquer situação que eu esteja me comunicando com o público, que eu possa ser a Mari, eu me sinto muito bem. Mas você acha que você conseguiu se desprender desse medo, assim, de ser vista como você é, com sua espontaneidade, no BBB? Porque ele traz isso, né? De você não ter filtro, porque é 24 horas. Não, o Big Brother me fez me enxergar, porque eu não sabia que eu era assim.
Eu lembro como se fosse hoje, na hora que eu saí, que eu fui eliminada, aí a Ana Clara chegou pra mim e falou assim, você é o maior meme dessa edição. Aí eu, como assim? O que eu fiz? Como assim, eu sou o maior meme da edição? Que meme! Que meme! Quando eu fui ver, tinha um compilado de coisas. E aí, eu até pergunto, né? Hoje eu falo, Pipo, eu sou assim mesmo? Ele fala, não, você é pior. Eu falo, todo dia, ele, não, tem dia que é pior.
Tem dia que tá mais tranquilo, tem dia que é pior. Mas é isso, é o meu jeitinho. Que a gente ama! Que a gente trouxe até aqui. Que a gente ama! A gente ama! Você não tem filtro. Você é tão leve, tão espontânea. Que tipo assim, você não tem medo de falar o que tá na sua cabeça. E você vai falando de uma forma tão... Tão...
Meiga, ao mesmo tempo, tão gostosa de administrar. Porque a gente entende o que você tá querendo dizer. Mas a gente entende o que você errou. A gente fala, meu Deus, ela é realmente muito louca. É muito bom, é muito bom. Realmente é doida. Não, mas é que você tem esse jeito espontâneo, mas ao mesmo tempo é suave, sabe? Não é forçado. Isso que é legal. Ela vem motivando.
Vai, amiga, a gente acredita em você. Faz mais vídeos. Falando em reality, a gente preparou uma dinâmica pra você aqui que a gente não sabe nem falar, né? Meu Deus. Mari, você acha que... Como é? Como é? Como é? Como é, Mari?
Tá muito bom, continua. Mari, você acha que o quê? Como que é? Ai, eu rio. Ai, eu rio. Ai, eu rio. Mari, você acha que é ai, ai, eu rio? Ai, eu rio o quê? A Marcela chegou pra mim, ela tinha bebido umas na festa, aí ela falou assim, Mari, você acha que eu sou mai horrível? Eu não sei por qual motivo que eu ouvi ai, eu rio. É o quê? Ai, eu rio? Ai, eu rio. Aí ela, não, mai horrível. Mas o que é mai horrível? Falaram pra ela que ela era mai horrível.
O que é isso? Amiga, má, uma pessoa má, né? Que é do mau. E horrível, é que é horrível. Má e horrível. É horrível. Ah! Má horrível, pra mim, nossa palavra não existe. É que fez uma junção, né? Sim. Eu entendi, eu entendi. Conectou. Meu tipo de tag, entendeu? Conectou.
Aí, quando ela fez essa pergunta também, que já não escuto muito bem. Ai, eu… Que isso, ai, eu rio. Mas não era eu, a gente não tinha nada a ver. Sabe o que é engraçado? As pessoas me encontram na rua e elas falam… Eu sou ai, eu rio? Elas querem que eu responda. Aí eu… Não, você é maravilhosa. Você é ótima. Então, a gente sabe que você tem essa…
esse ponto muito importante, sabe? Na sua trajetória. É, no seu jeitinho. Na sua escuta, que é ótima. E a gente preparou... Nossa, cuspi. Você viu que foi lá. Não foi? Desculpa. Se você não falasse nem aí, percebeu. Desculpa, gente. Você enfatizou uma coisa que ninguém te avisa. Não, chegou ao fim. A gente preparou uma dinâmica com alguns travas línguas. Trava línguas. Começou certo. Aquilo que trava a língua, né? É. Isso mesmo. E aí, fala, amiga. Primeiro, cadê?
É só um? Tem que repetir três vezes seguidas, tá? Cada uma. Em rápido, rápido. Um rápido, rato. Ah, Gabriel. Rakitou três ratos sem deixar rastros. Três vezes. Vai. Tá. Em rápido, rápido. Um rápido, rápido. Rakitou três ratos sem deixar rastros. Em rápido, rápido. Um rápido, rato. Rakitou três ratos sem deixar rastros. Em rápido, rápido. Um rápido, rato. Rakitou três ratos sem deixar rastros.
Gente, foi melhor do que eu imaginei. Eu gostei também. Vamos juntas, vamos juntas. Não, mas você vai, eu vou. Ah, Viva você. Vem rápido. Ah, tá. Em rápido rápido, um rápido rato raptou três ratos sem deixar rastros. Oh! Dica dela! Em rápido rápido, um rápido rato raptou três ratos sem deixar rastros. Ah! Ah, tá bom, tá bom. Eu quase vim pra lei. Próxima. Ixi. Ok, peraí.
Fala, Arara Laura. Arara Laura, fala. Loura. Não é Laura, não. Loura. Fala, Arara Laura. Ô, Loura! É Loura! Fala, Arara Loura. Arara Loura, fala. Ah, boa, boa. Parabéns, Arara. Fala, Arara Loura. Arara Loura, fala. Fala, Arara Loura. Arara Loura, fala. A minha língua ficou... Fala, Loura Loura, tá vendo?
Falararaloura, falará. Falararaloura, falará. Falararaloura, falará. Engata primeiro e vai, entendeu? Falararaloura, falará. Falararaloura, falará. Tá bom. Tá bom, tá bom. É só deixar ali que seca. Vou soltar. Engata primeiro e vai. Ixi. O que é que Cacá quer? Não, gente, o que é... O que é...
o que é que caca quer? o que é que caca quer? qual que é que caca quer? cacaquê, cacaquê, cacaquê isso tá horrível vamos falar nós três, olha que acabou vamos falar uma forma mais três o que é que caca quer? cacaquê, cacaquê, cacaquê cacaquê, cacaquê
Eu gostei. Ele não tá aguentando não ali. Tá passando mal. Gostei, foi bom. Oi. Onde é que vocês arrumaram? Vocês não tem o que fazer, viu? Rapaz. A pia perto do pinto. Ih, lá vem o pinto, ó. A pia perto do pinto. O pinto perto da pia. Quanto mais a pia pinga, mais o pinto pia. Iuuu!
Mais duas vezes. Vai, né? A pia perto do pinto, o pinto perto da pia. Quanto mais a pia pinga, mais o pinto pia… O pinto pia! Vai, vai. A pia perto do pinto, o pinto perto da pia. Quanto mais a pia pinga, mais o pinto pia. A pia perto do pinto, o pinto perto da pia. Quanto mais o pia pinga, mais o pinto pia. Aêêê! Mas eu acho que o truque é você pensar no que você tá falando, né? Sim. Quando você entende o que tá…
Tá querendo falar? A matéria não dá tempo, né? Não, dá sim. Tô brincando. É que se falar devagar, dá mais certo. Mas a intenção não é essa. Luzia lustrava o lustre listrado. O lustre listrado, Luzia. Ah. É. Faz. Luzia lustrava o lustre listrado. O lustre listrado, Luzia. Lustrado, Luzia. Luzia lustrava o lustre listrado. O lustre listrado, Luzia.
Vai, Vi. Luzia lustravo, lustra listrado. Lustra listrado, Luzia. Olha, você foi ótima. Nossa! Luzia lustravo, lustra listrado. Lustra listrado, Luzia. Amiga, você também. Luzia.
Próximo. Acho que é muito telepronter. Nossa, essa é difícil. Essa é velha. Casa suja... Puta que... Não pode xingar no podcast, né, velho? Aqui pode. Começa aí, alguém. Casa suja, chão sujo. Chão suja, casa suja. Nossa, isso é muito difícil. Casa suja, chão... Casa suja, chão sujo. Chão sujo, casa suja. É que eu falei com uma pausa, não pode. Casa suja, chão sujo. Casa suja, chão sujo. Chão sujo, casa suja.
Eu vou repetir casa suja, chão sujo. Vamos nós três. Vamos, por favor. Um, dois, três e... Casa suja, chão sujo. Chão sujo, casa suja. Chão sujo. Peraí, não, não é possível. Casa suja... Casa suja, chão sujo. Chão sujo, casa suja. Casa suja, chão... Ela está entendendo.
Casa suja, chão sujo. Casa suja, chão sujo. Chão sujo, casa xuxa. Casa xuxa. Quando a Sasha veio aqui, ela falou um trabalhinho. Xuxa, a xaxa fez xixi no chão da sala. Xuxa, a xaxa fez o xixi no chão da sala. Suja, a xaxa fez xixi no chão da sala. Próximo. Acho que acabou. Acabou? Ai, tô até suando. Nossa, olha aqui.
Que é um... Ai, ai. Tem água aí que é mais água? Tem água, amiga. Gostei. Também gostei. Imagina como é que ficou isso aí. Nossa senhora. Gostei de casa, faz também. Quero saber se deu certo. Eles devem ter feito tudo junto. Porque quando a gente vê alguém tentando falar e não conseguindo, você fala, ai que fácil, vai lá e faz. Igual quando você assiste televisão que tem as provas, você fala, ai, muito fácil. Só que na hora é muito difícil. Mari, você participaria de BBB de novo? Então, meninas.
Assim, ó. Eu tô confirmada na próxima, aquelas, né? Mentira. Não, achei que você ia falar isso. Ah! Ai, gente. Tem coisas que não mudam, né? Mesmo depois de anos. Tá. Hoje, nesse momento, não. Porque eu tô com um projeto rolando, muita coisa acontecendo. Então, não teria como ficar esse tempo fora.
Não teria como, mas não digo nunca, porque eu não sei. Hoje a gente tá aqui fazendo uma coisa, amanhã outra. Mas você gostou de ter participado? Gostei muito. O que significou pra você, assim? Gostou muito, gostei muito, assim. Foi uma experiência maravilhosa no quesito de aprendizado, amadurecimento.
Você sabe, a convivência faz a gente aprender muito lá dentro. E alguma amizade sua de lá perdurou? Tipo, perdura até hoje ou tipo, morreu lá e foi isso? A Ivy pra mim é assim, meu xodó. Eu amo demais. Eu acho que a nossa dupla deu muito certo. Muito! Muito certo. Ela tá morando no Rio? Não, não. Ela foi lá no Rio recentemente. Mas...
Eu acho que a Ivy, assim, quando a gente se juntou, foi um momento de… Deu um match perfeito, assim. Foi. E você, Vi? Você voltaria? Jamais. Quando eu mudei em janeiro, eu falava que sim. Nossa, é, porque… Aí, depois que eu vi os veteranos passando tudo de novo e saindo… É, isso é uma questão. Aí, a sensação de novo. Porque você não lida só com as coisas boas, você lida com as ruins também, de novo. Sim. E aí, quando eu tenho dois filhos pequenos… É diferente. Tipo assim, se a Lu e a Javi tivessem…
5 e 7, que já entendem o que é, tipo, programa de TV, talvez eu iria. Agora eu tô numa fase que eles não entendem. Então, tipo assim, fica mais difícil o sofrimento, entendeu? Ah, mas ó, a Bia tem 6 e eu não consigo imaginar... Mas amiga, você não iria nem se eu tivesse filho. É. Aí também é outra história. Aí... De forma nenhuma. Não. Você foi convidada pra algum outro já? Ou não? Já, mas há muito tempo. Já fui convidada pra Fazenda.
Não, mas depois que você participou do BBB, você foi convidada pra algum outro BBB ou não? Não.
Não. É que a edição de vocês, as duas foram icônicas, né? Foi muito legal. Ah, foi muito. Foi muito, gente. Agora, é um risco, né? O Big Brother é... Se você cair no paredão no momento que você não estiver bem, você sai com essa nada. Tem alguma coisa que você se arrependeu muito, assim, no seu? Você nem lembra mais. O que eu acho que eu faria diferente hoje, eu sou...
Sou muito mais madura, eu me posiciono mais. Então, eu acho que eu me posicionaria mais dentro do reality, assim. Acho que faltou posicionamento meu. Mas dá um medinho também, né? Você não sabe nada, você tá meio na escura ali. Sim, sim. Eu acho que…
Essa, acho que depois que você sai de um programa como esse, eu queria até perguntar pras duas, assim. Vocês sentem que nada mais abala? Tipo, você já participou de um reality, amor. Você encara qualquer coisa. Pra mim, não foi o reality que me deu a sensação, foi os filhos. Nada mais me abala. Tipo, se meus filhos estão bem, meu marido tá bem, eu não magoo eles, nada mais me abala. Foi cancelada, não sei o quê. Tipo, eu tenho tudo ali dentro de casa.
Então, pra mim, nada mais. Agora, depois do reality, ainda me abalava. Sim. Tranquilamente, assim. Eu não tava 100%...
pronta pra, tipo... Sim, sim. Tá nesse nível de maturidade, assim. Mas me ajudou muito a não ter mais medo de exposição. Isso sim. Medo nenhum. Você te ajudou nisso? Não, o Big Brother, ele não me fez ter essa sensação que nada mais me abala. Agora, assim, eu...
Me abalava muito mais com as críticas. Eu era uma pessoa que, se falasse uma coisa de mim e fosse uma mentira, me abalava muito a opinião dos outros. A gente viveu uma... Não é? E aí, eu acho que com essa evolução minha, aprendizados, eu comecei a ficar mais forte com isso. Não vou falar pra vocês que eu não me abalo. Ai, a Mari não liga. Não, eu ligo, eu me importo. Mas hoje é diferente, eu sou muito mais forte.
E o Big Brother, o que ele me trouxe? Eu acho que uma aceitação mais de quem eu sou, sabe? As pessoas me conheceram ali, me viram o tempo inteiro. Então, eu me enxerguei também. Isso foi muito legal. Eu acompanhava 24 horas. Eu assistia no Pay Per View, 24 horas. Vocês. É isso aí, as pessoas enxergam você como é.
Hoje eu não consigo mais dar isso pras pessoas, né? Eles pedem, nossa, eu queria ver vocês. Não consigo. Você perdeu o costume de story também? Ou não? Eu, na verdade, eu... Na minha saída do Big Brother, eu vivi um momento muito tenso, né? De cancelamento. Então, naquele momento ali, hoje eu entendo, mas na hora eu não entendi. Foi criado um trauma em mim. Foi um momento que eu tive depressão.
O único momento assim na minha vida que eu fiquei bem depressiva, e depois daquilo é como se eu tivesse criado uma trava, assim. Eu fiquei meio com medo. Aí eu sinto que agora eu tô voltando a ser quem eu era exatamente, aquela espontaneidade. Porque eu passei um momento que eu fiquei bem...
medo mesmo, insegura. Pós reality. É. De falar qualquer coisa, de postar qualquer coisa. É, eu fiquei muito mal mesmo, assim. Foi uma fase muito delicada pra mim. Caraca, que doido, né? Porque eu não lembro. Nem sei do que você tá falando agora. É porque talvez ela não transpareceu isso, né? Não, não. É porque na internet também não consegue. Às vezes, a gente mostra muita coisa pras pessoas, mas tem muita coisa que a gente não mostra o tempo inteiro. A gente traz vulnerabilidades.
Mas não é o tempo todo que a gente tá mostrando tudo. Eu, pelo menos na minha rede, eu não sou uma pessoa que eu fico 100% mostrando. Sim, sim. Então, tanto que um dia desses eu até me abri. Eu falei, gente, tá passando por um momento muito delicado na minha vida. Que meu pai e minha mãe, eles estavam muito... Foi um momento muito difícil. Meu pai teve câncer, meu pai teve problema cardiológico, teve que fazer cirurgia de coração, minha mãe teve dois aneurismas.
Foi uma fase assim... Tudo ao mesmo tempo? Foi muito difícil, desafiador, assim. Porque começou com a neurisma de minha mãe, minha mãe operou. Aí, durante a cirurgia, descobriu outro aneurisma. E isso tudo descobriu por conta de preventivo, de exame. Conseguiu, deu tempo de resolver, porque a gente descobriu antes, não.
Aí descobri um, enquanto eu tava fazendo a cirurgia, descobri o outro, não podia operar no mesmo dia, porque, né, descobriu na hora. Nesse meio tempo, meu pai fez um exame, deu alterado o PSA, aí já veio a suspeita de câncer. Só que pra fazer a biópsia, tinha que fazer um exame de coração. Quando eu fiz o exame de coração, a médica só me ligou, assim, falou, ó...
Você tá com seu pai? Aí eu falei, não, tô aqui, tá na casa de pipo na hora, tô com pipo. Ela falou assim, vá pra casa de seu pai, leve ele pra emergência agora. Assim, aí eu falei, o que foi que aconteceu? Aí ela falou, ele tá com quatro artérias entupidas, 99%. Ele já era pra ter infartado.
Tava gravando a publicidade na hora. O vídeo meio que tava pra chegar. Eu falei, meu Deus do céu. Preciso, ainda pensando, preciso entregar esse trabalho. O que é que eu faço? Aí gravei.
Sei como eu consegui gravar, aí peguei meu pai, levei pro hospital. E aí foi uma loucura, assim, cirurgia. E aí esse ano ele operou de câncer, graças a Deus deu tudo certo. Aonde era o... De próstata. Mas entrou em remissão ou não? Tipo, saiu tudo? Saiu tudo. Amém. Deu tudo certo. Graças a Deus. Mas foi uma fase assim que eu...
Cara, tudo ao mesmo tempo, foi um desafio. Hoje só agradecer, porque quando nossos pais não estão bem, nada tá bem, né? Não acabou, é. E a sua mãe também, ficou tudo bem? Ficou tudo bem. Ela já operou de novo? Operou os dois. Graças a Deus. E tudo muito delicado, né? Não era...
coisinhas, coisão, né? É, situações, assim, importantes. Mas e você, psicologicamente? Tipo, obviamente ficou abalada, mas pós, quando tudo deu certo, você conseguiu voltar ao normal? É, porque é recente ainda. É, tipo, você conseguiu não...
Tô te perguntando isso porque eu passei, não tem nada a ver mais com o meu filho na UTI, e eu até hoje não voltei, sabe? Tipo, nunca mais voltei. Fica um medo, né? Se vem uma febre, pra mim já é UTI. Me dá um, vira um gatilho que eu tenho medo de tudo. Você acha que você ficou um pouco assim, tipo, vai fazer um exame sem medo do resultado? Ou você acha que não? Eu vou falar pra vocês aqui também, pra todo mundo que tá assistindo, que pra mim, o que eu faço de mais importante que eu faço por mim é a minha terapia.
Se não fosse a minha terapia, eu acho que eu não teria aguentado, não aguentaria boa parte das coisas que acontecem. Então, a terapia me segurou muito. Então, em vários momentos, assim, eu me senti muito mais forte por ter já esse acompanhamento. Então, tive medo, tava insegura, né? Não tinha como não estar.
Mas eu tava bem, assim, tava confiante. E minha fé também, eu tava com muita fé. Ah, isso é maravilhoso. Eu tava com muita fé que ia dar certo, que ia resolver. E pensamento positivo, e sabe? A união da família. Eu acho que a fé é...
Muda discutível, né? Muda, independente da fé. Da fé que seja. Mas que tenha fé, porque suas horas você vai se apegar no quê, gente? Você tem que confiar nos médicos que estão lá, né? Exato. E na fé que tá movendo tudo. E tomar decisão é muito difícil, pra mim, pelo menos. Meu pai sempre fala isso. Decisão é a palavra mais difícil da vida. Porque a gente decide alguma coisa todos os dias. E uma decisão, ela muda tudo. Sim.
Então, nesse momento, eu tive que tomar muitas decisões. Eu e meu irmão. Inclusive, foi um momento que eu decidi, eu quero ter dois filhos. Porque eu tinha meu irmão ali comigo. E a gente, uma parceria muito grande, uma união muito grande. E só de ter ele, já ficou mais leve. E aí, eu falei, não, eu não quero. É isso, tem que ser dois, sabe? Eu quero uma parceria entre eles. Eu quero que um tenha o outro ali pra se ajudar. E, graças a Deus, deu tudo certo. Ai, que bom.
Não vou mentir que eu tenho medo, tenho inseguranças, mas hoje eu sinto muita gratidão, assim. Que bom. Muita gratidão porque deu tudo certo. Quanto tempo esse período todo, assim, desde a descoberta até a cirurgia e cura? Ano passado inteiro foi consulta, hospital, cirurgia, e finalizou o início desse ano com o câncer de meu pai, com a retirada. Foi esse ano finalizou. Não foi pouco tempo, né? Não foi pouco tempo. Foi um longo tempo, tipo... Não foi pouco tempo.
E é doido porque a gente trabalha com a nossa imagem? Então, assim, você tem que colocar um sorriso no rosto, entregar o trabalho e voltar. Mas é isso, como eu tava também muito esperançosa, tava com muita fé e eu tava acreditando, então, ao mesmo tempo, isso me motivava, eu sabia que ia dar certo. Tinha mesmo momentos de fraqueza, mas eu tinha também muito apoio. Amigos, Pipo, que me apoiou muito, as pessoas ao meu redor, minha família.
Meu irmão também. Mas, ao mesmo tempo, eu tava esperançosa. Sabia que ia dar certo. Eu tava acreditando muito. E deu tudo certo. Graças a Deus. E a gente te recomenda dois filhos. É. Sim. É verdade. É tudo. Muda tudo. Se tem um irmão, você sabe. É maravilhoso. É maravilhoso. Tem as perguntas? Ai, sim. Perguntas do público. Vamos ver o que o público mandou de pergunta pra você. Vamos. Vou até me ajeitar. Até ficar bonito. Pra responder o público. É isso, porque eles mandam, viu?
Libera a wardrobe aqui. É, dá uma ligadinha. Ai, ai, tô com fome. Acho que vou bem comer essa comida aqui. Vamos correr. Não, comer. Não, comer. Não, comer. Não, correr não.
É outro C. Ai, conta da sua rotina no carnaval. Ai, loucura. É verdade, que babado, né? A gente fala, né? Meu Deus. Loucura, loucura. Carnaval é muito intenso pra mim. Eu sou anfitriã do Camarote de Salvador, né? Então, eu passo todos os dias lá. Mas como que é essa rotina nos conta? De carnaval. Treino todos os dias. Elas assim. Não, normal. Sim, isso aí a gente já tava esperando. Pra ficar assim, ó. Dar um pump no corpo. É.
Como eu sou anfitriã, eu trabalho com as marcas do camarote, eu apresento o camarote, fico nesse papel também de receber, de fazer os conteúdos, então é uma demanda grande. Sim. Então, eu... Você apresenta shows também? Não, apresento, assim, primeiro, vamos lá, o cronograma, primeiro dia de tudo. Tem a... é tipo uma convenção pra imprensa. Então, é o momento que a gente apresenta as novidades, o conceito do camarote, é o primeiro momento que a gente abre o esporte. Exato. Entendi. Em tudo.
a gente apresenta, fala as novidades, qual o conceito, o que é que tem de estrutura, que mudou, esse primeiro momento de tudo. Não tá aberto ao público ainda, só para imprensa. Entendi. E aí durante os dias eu fico apresentando, é mais comunicando na internet, né? Fazendo toda a parte de divulgação do camarote e também das marcas. Entendi. Então eu chego assim...
Sei lá, umas oito, nove horas. E aí eu fico até amanhecer. E eu não vou embora quando acabo. Eu quero aproveitar tudo. É, você é boa no after. Você é inimiga do fim. Ela é uma razão. Uma fitriã que é fitriã, aproveita o camarote, né? Não tô lá só pra poder dar close. Aham. Um sonho ainda não realizado. Casar e ter filho. Pois vai realizar.
É, um sonho da vida. Vem aí. Ai, meu Deus, imagina. Nem consigo pensar de noiva, de entrando, como é que seria isso. E o pedido, gente?
Aí já não é comigo. Quero saber. Não, é porque eu vou aproveitar mesmo. A deixa pra fazer um impeachment. Cara, já existe uma pressão tão grande com isso, sabia? Não, mas agora eu vou colocar mais pra ele. A gente foi pra Finlândia, né? Aham. E aí, todo mundo ficou, gente, como é que não tem repetido de casamento lá? Eu achei que todo mundo, os comentários só dava isso. Eu falei, gente… Ele não pensou não de rever a rota? Falar, bom, já que estão pensando, é uma boa ideia. Vou comprar aqui mesmo anel e vou inventar um negócio.
Rapaz, eu não sei. Ele falou assim que se ele tirasse a aliança, ia cair na hora. De tanto que tava frio, os dedos ia congelar. Tava um frio insano. Mas o pessoal pergunta muito do casamento, de filho. Mas é sempre assim, né? Ah, mas acho que dois anos tá bom já. Eu acho que vem aí. Acho que vem aí. A gente tá esperando, a gente sabe que você não vai decepcionar. Tão querendo festa, né? Imagina a festa de frente pro mar, na Bahia, amor. Ai, sonho, tá? Sonho.
Qual foi sua viagem mais marcante? Finlândia. É que eu não tô achando a pergunta que você falou. Aqui é sua viagem mais marcante. Ah, a gente tinha inventado aí. Já perguntou, agora a gente vai na próxima. Vai, beleza. Finlândia, com certeza, muito diferente de tudo. Parecia um filme, assim, eu super indico pra todo mundo que pergunta. Tem que conhecer. Quanto tempo de viagem? Como é que é o roteiro? Para onde? A gente que fez o roteiro.
Não, mas para onde? A gente fez Rovaniemi. Hã? Rovaniemi se chama Rovaniemi. Que fica na Finlândia. Ah, tá.
Não, não, não, calma, mas tem um voo direto? Não, não tem. Então, eu quero saber onde para. Qual que é a escala? Foi, ah, é Helsinki. Para em Helsinki. É uma cidade. Eu não vou saber, amiga. Que fica onde mesmo? Helsinki, eu também não sei explicar. Qual o país? Eu não sei. Qual o país que fica? Agora, buguei. A gente entra no avião e vai. Olha aí.
A gente... A gente... Helsinki. A gente entra na vida e vai. Hã? Mas enfim, para em Helsinki. Aí depois... Hã? É na Finlândia, é isso, amiga? Então tem direto pra Finlândia? Vou direto pra Finlândia? A gente parou em algum lugar. Eu acho que foi Madrid, talvez. Ah, tá. E por ver isso, ela fala, meu Deus, ela é louca. Não dá? Não, não dá. É longe. É. A gente foi pra Helsinki. De lá, a gente foi pra Rovaniemi, que foi o primeiro lugar.
Que é uma cidadezinha que tem mais estrutura, tem mais coisas pra fazer. E depois a gente subiu mais e foi pra Levi, que já é um lugar que é mais perto do Polo Norte. Que é bem frio e já não tem muita estrutura. Quantos graus vocês pegaram? A gente pegou menos 35.
Eu não tô acreditando esse frio de São Paulo, gente. Era muito frio. Eu tô muito frio orientando, não dá pra mim. Amiga, é pá, porque assim, se você, sei lá, fica sem luva, cai o dedo. Cai. O meu casamento quase o divórcio, porque eu não quis ir pro Alasca. E eu não fui. E ele queria muito e você queria. Muito, ele foi com um amigo. Eu não tinha condição. Eu tenho pavor do frio. Ah, é difícil. Nossa, mas vale muito a experiência.
Não vale, não vale, amor. Como é ver a Aurora? Eu posso ver a Aurora pelo Google. Pelo YouTube, né? Não é a mesma coisa. Eu sei que não, mas é pra quem tem pavor do frio, eu acho que eu prefiro a minha. Não, você enfia os casacos.
Eu usei seis camadas. Dá pra mim, não dá pra mim. Nem se mexe, nem se mexe. Fica sem pressão no roubo. É a térmica. Térmica. Eu usava seis camadas de térmica.
Para morrer. Juro. É térmica, mas térmica. Eu usei seis, teve um dia, que foi o dia... Teve um dia que tava muito, assim, que foi quando a gente já tava mais lá, no Polo Norte. Tava muito, muito frio, aí eu usava as camadas, aí colocava o macacão por cima. O macacão é mais um close, né? Porque as camadas que sustentam o frio. Mas não sentia nada de frio no corpo. O frio é mais na mão, nas extremidades. Mas não aguento, só de pensar, eu tenho um treco. Eu não consigo.
Mas eu acho que vale a pena passar esse frio pela Aurora. E aí, vocês conseguiram ver todos os dias a Aurora? Não, a gente viu um dia, porque assim as pessoas falam, ah, a Aurora Boreal só aparece no celular. Realmente, depende da intensidade dela. A gente viu uma mais fraquinha, que aí ela tava mais vibrante no celular. Só que teve um dia que a gente viu ela realmente potente, dançando no céu, assim. Que legal, bonita. Que aí foi o momento espetacular.
Assim, é muito emocionante. Chorei. Já sou pouco chorona. E é muito lindo, assim. É muito diferente de tudo. Parece que você tá num filme. É uma viagem romântica, então. É. Muita gente vai com o filho também. Rouba Nieme tem um lugar... Imagina com esse criança. Tem muita estrutura pra criança. Eles adoram. Adoram.
Não, eu não fui também, porque minha filha tinha cinco meses. Eu tava amamentando o peito, falei… Se botar o peito pra fora com ela. Cara, ele viajou, ele viajou, vai tá maluco? O leite antes de sair já congelado. Vai sair leite congelado. Uma criança mastigando a pedrinha. Não dá, falei, tá maluco? Não, mas aí é uma situação… Ele comeu cocô, né, ele comeu cocô. Pera, mas você tava em algum lugar, não era? Onde você tava? Não, eu tava na minha casa. Não, mas que viagem que vocês fizeram de carro, que ele enfiou você no carro?
É, daí ele acha que foi de boa, mas não foi pra mim. A gente tava... Ah, ele já sabe. A gente tava em Los Angeles, e a gente foi pro Yosemite, que é um parque... Onde fica? Putz, é ali mesmo, tipo, não é tão longe, mas de carro era umas 10 horas. 10 horas? E eu tava com ela também com 5 meses, 6 meses, acho. E aí, tipo, tinha que parar e amamentar. Parar e amamentar. Sim. Parar e amamentar. E ela, tipo, ela, aquela criança que entra no carro e chora. Era, né? Agora ela melhorou, 3 anos. Chora, então foram 10 horas chorando.
E tem criança que gosta pra dormir no carro, né? Não, o Javier é assim. Só depois. Não, só quando fica maiorzinho. Criança, difícil. É, quem gosta? Criança não gosta muito. A cadeirinha esquenta muito. Eles ficam suando aqui embaixo. Ficam agoniados. Mas enfim, aí eu não sabia. Eu cheguei lá na viagem e achei que a gente ia só ficar curtindo. Eu sou aquela que gosta do negócio sem perrengue. Tipo, uma coisa bem...
Tá, bem boa. Ele não, ele é amigo do perrengue. Ele vê o negócio mais difícil de fazer, ele quer. Aí ele aprendeu agora que tem que arrumar o meio termo, entendeu? Agora a gente achou esse meio termo. Mas na época não tinha, né, meio termo. Eu engravidei com dois meses, né, de ficando. Então, tinha... Não, tava se conhecendo ainda, né? Eu nem conhecia ele direito, agora eu conheço, mas eu não conhecia, não. Ô Mari, e é uma viagem...
Ai, gente, meu olho tá ardendo. Acho que eu... Sabe quando... Ah, Luiz? Não, sabe? Acho que eu encostei no perfume e passei no olho. Ai. Tá de... Do perfume.
você qual sua viagem de sonhos agora depois a próxima foi só para gente saber para o Pico saber para onde ele vai pedir você em casamento tem muitos lugares a pressão tem muitos lugares que eu quero conhecer eu amo viajar amo sou apaixonada mas eu quero muito conhecer a África
tenho muita vontade de conhecer, não conheço ainda eu não conheço também tenho vontade eu fui pra África do Sul só uma parte assim, mas eu amei muito, muito, muito é verdade, você fez safari, né? fiz, muito, mas aí também é uma coisa meio alboreal você pode ser que você encontre um monte de animal, pode ser que você encontre nada
Depende também, né? É, eu encontrei nada. Não conseguiu ver nada? Não, aí só que… Como não? Tinha os leões lá no seu quarto? Ah, não, isso. Sim. Ele era um… Mas o leão… Era dentro… O quarto era dentro de um safári. Tipo, então, eles ficavam soltos e eles vinham até… Os vidros que eram bem protegidos e tal, era bem legal. Mas o… E eram leões, tipo, resgatados, tem uma história bem… Cada um tem uma história bem bonitinho. Sim. Mas o safári mesmo, aí, tipo…
Não consigo. Eles estão na vida deles lá. Pode ser que eles apareçam, pode ser que não. E aí, eu vi pouco bichinho. Mas eu entendi também, né, gente? Poxa, eu que tô entrando na sua casinha, né? Vou fazer o quê? É, é igual. Não quiser aparecer, tá bom. Tava todo mundo dormindo.
A Aurora também. Tem gente que vai e vê e não consegue. É. Passa dias e não consegue. Nossa, amor. Eu ia falar daqui ou não saio daqui no Biquetim. Cadê essa Aurora? Vem até aqui e você vai aparecer. Ah, não. Acho que ainda uma dessa eu remarco. A volta. Vou ficando. É, porque você vai até a Finlândia e chega lá e não vê. Ah, mas agora eu lembrei. Porque na Finlândia é onde tem o negócio do Papai Noel. Por isso que leva as crianças, amiga.
É a terra do Papai Noel. Ah, faz sentido. É o Bolo Norte, gente. Lá que o Papai Noel mora de verdade. É, ele mora lá, viu, Bia?
Ah, Lu, cara. Fala com a mamãe. Vamos lá. Fica a boa ideia, depois vai ter que levar. Que tipo de conteúdo gera mais engajamento entre os seus seguidores? Cara, uma coisa que eu vejo que as pessoas gostam bastante é quando eu posto o Get Ready, que é uma coisa simples que muita gente faz. E as pessoas adoram quando eu faço. Eu tô postando agora, sabia? E tudo mais fácil, sem muita produção.
Sem câmera perfeita. Quando eu pego o celular, coloco e visto. E sou eu assim, o pessoal adora. É porque você tem essa pegada da moda, né? Então, é legal ver o que você vai criar. É, eu gosto bastante. Você podia fazer de coisa fitness também, sabia? Pra dar uns lookinhos. Porque eu tô percebendo que eu tô usando sempre a mesma coisa.
Queria dar um tchano. Mas tem que mudar? Vou. Não, amiga, eu tô... Tá faltando um acesso... Porque eu sempre acho que assim, ah, se botar o conjuntinho, beleza. Mas tá faltando um negocinho mais. Uma coisa mais moderna, né? Um negócio mais... Eu vou te mandar minha coleção. Eu não sei quando... Eu tenho. Vou te mandar nova. Ah, tá bom. Vou mandar pra você. É o que eu quero. Quando coloca a meia alta, se põe ou não põe. Ah, eu adoro.
Se põe um... Pra dar um charminho, né? Um casaquinho, um coletinho, um trenzinho assim. Formas de montar.
Legal essa dica. Te amai, sabe? É um bom get ready. É, verdade. Pra ela gravar. É, porque assim, tem dias que a gente põe aqueles conjuntos, pá! É eu, só assim. Agora tem dias que eu só botei uma… Uma terceira peça. Não, eu não… Eu, minha academia, nem de casa, né? Então, eu… Já vai de jeito que acordou e desce. Vai até de pijama, né, amor? A meia? O meu direto tira só isso. Você vai treinar com essa meia? Porque, tipo, quando é um treino que tanto faz o tênis e o chão é… Né?
Como que fala? Estofadinho. É, tipo, fico de meia. E umas meias, tipo, no frio, aquelas meias coloridas, assim, que eu vou pra dormir. Neon. Jura? Que look horrível. Mas, enfim, é o frio, gente. Faz amigável. No frente fica mais elegante, né, não? Eu não. Você que é da moda, né? Eu, minha filha. É isso da bolinha com listrado e a meia de... O poá com a meia neon. O unicórnio. Esse dia eu fui gravar aquela trend de coisa que eu já quero jogar fora um do outro.
Ele joga fora todos os meus pijamas, ele falou. Porque são todos infantis. Ele falou, vai dormir com isso comigo? Aí eu... Não, meio que você tem que comprar uns mais chance.
Mas sabe que é que é um frio, qualquer pijama de frio não é tão chique. É, sim. Dá pra encontrar uns legais. Dá mesmo? Dá. Sem ser tão de bichinho.
Um bem quentinho, assim, ó, transparente. É porque a Lua gosta de usar mamãe e filha os pijamas. Não, mas aí usa com a Lua, a Lua foi dormir, aí é outro. É, verdade. Faz a troca de look. Assim, ó, uns pijamas assim. É, uma renda. Um biquinho assim. No frio, no frio só a biquinha. Vai. Como que é a sua relação? Que culpa é essa, velho? Eu não sei o que inventaram eu e a Tata Juntas, mas enfim. Como que é a sua relação com a família do seu namorado? É maravilhosa. Dei muita sorte.
Minha sogra é incrível. Eu não conheço, mas ele parece ser tipo igual você.
É. Leve. Bel ou... Não, o Pipo. O Pipo. Aí a família deve vir igual, né? O Pipo é muito legal. Ele é divertido, ele é leve, é inteligente. E a família dele também me recebeu, assim, de braços abertos. O Bel é super engraçado. Super divertido, brincalhão. Me perturba tanto. Eu adoro. Pathy, Rafa, né? O Rafa é o irmão de Pipo. O Pathy é a mulher dele, que agora tá grávida.
A Luzinha. Que delícia. Tá grávida. Então, assim, eles são ótimos. Me dei super bem com a família. É bom, né? Eu vejo que vocês sempre passam juntos, assim. Tá sempre a família junto, né? A gente tá bastante junto. Isso é muito legal deles. A família é muito unida. E aí eu entrei e uniu também. A gente viaja todo ano juntos. Bem legal. Uma farra gostosa. A gente aproveita bastante. Que bom. Tem plano de trabalhar na TV?
Aparecendo oportunidade, eu tô entrando. Só chamar. Amor, na verdade, assim...
É muito difícil aparecer uma coisa pra mim e eu negar. Só se for algo que vai me prejudicar. Ou tipo, nada a ver, né? Nada a ver. Nossa, não combina comigo. Mas aparecendo algo legal, que seja uma experiência... Eu tenho uma frase que eu uso pra minha vida, que a minha terapeuta me falou isso há anos atrás. E eu uso ela sempre, que é... Toda experiência é sagrada. Então, tudo que você vive... Tudo. Tem um motivo e serve pra alguma coisa. Então, penso muito nisso. Quando aparece alguma oportunidade pra mim...
eu falo, eu vou viver, porque dali eu vou aprender alguma coisa. Então, se aparecer, obviamente eu vou. Arrasou. Perguntaram também muito se você se incomodou com o fato de ficarem te cutucando sobre o BBB com o Jonas. Porque ele entrou agora de novo, enfim, toda hora lembrava você. Nossa, as pessoas paravam na rua o tempo inteiro, né? É, e tipo assim, você nem tá mais com ele, volta a associação. Como que foi isso pra você, assim? Te incomodou?
Foi assim, quando começou, eu sabia que falariam sobre mim, é normal, a gente ficou oito anos juntos, um relacionamento longo. Então, é normal as pessoas associarem, faz parte. Quando começaram a falar sobre mim, até então, tava tudo bem.
Só que entrou em um lugar muito de... Foi um livramento. Começaram a colocar, pegar os defeitos que as pessoas viam nele e colocar como se esses defeitos me fizessem não estar com ele, como se ele fosse um livramento.
Só que assim, eu vendo de fora, eu como uma pessoa que convivi com o Jonas e que tenho todo o respeito por ele, a gente tem uma relação muito respeitosa, eu jamais poderia ficar calada vendo uma coisa que eu não concordo. Então assim, aí teve um momento que utilizaram um vídeo meu...
Pra... pra... Pra ser como se eu estivesse contra ele. Ah, eu sei qual vídeo que é. E aí, isso foi um momento que me deu um gatilho muito grande. Porque as pessoas começaram... As pessoas não entenderam. Então, as pessoas acharam que realmente eu estava contra ele, né? É difícil as pessoas interpretarem da forma certa. Às vezes, não interpreta. Então, começou a vir uma bola de neve com isso. As pessoas achando que eu estava contra ele. E fomentando essa coisa da...
do livramento, e aí aquilo começou a me ferir muito, eu comecei a ficar muito agoniada, foi uma fase muito difícil pra mim. E você ainda passando tudo com seus pais, né? E foi logo quando meu pai tava com câncer, né, tava num processo de decisão, foi... Foi muito difícil. Tipo assim, gente, não tô nem aí agora pra esse Big Brother, dá licença. Tô com muita coisa pra resolver. E aí, o que eu pensei?
que esse ano até foi uma coisa muito minha, assim. Muitas vezes eu já preferi ser feliz do que ter razão. Então, eu já passei algumas situações que as pessoas se posicionaram e eu nunca me posicionei porque eu falo assim, minha consciência tá tranquila? Então, eu não vou, eu não sou uma pessoa que vai expor nada na internet. Eu não sou uma pessoa que sou da polêmica, eu evito, eu quero paz, eu quero estar bem.
Então, é muito difícil eu me posicionar em alguma coisa. Às vezes, eu deixo até falar de mim. Pode falar, sabe? Mas eu sei, a minha consciência tá tranquila. Eu sei quem eu sou. Mas eu acho que eu vi em algum lugar, não sei se foi você que falou, se eu vi em algum lugar, que o próprio Pipo te influenciou a você tirar esse peso de você, né? Porque claramente, você tem muito respeito pela história que você teve com o Jonas, o Pipo deve ter também. Porque sabe que todo mundo tem passado.
Ponto. Todo mundo tem. Então, acho que... Eu não sei se eu tô doida, mas você me corrija. Acho que eu li que ele que te ajudou a... Foi. Realmente falar, não, gente, eu torço pelo Jonas, que ele se dê muito bem, não tem nada disso. Foi. Você foi isso mesmo. É porque eu fiquei muito mal mesmo, assim. Me entrou, me afetou. Porque eu falei, eu sou uma pessoa que eu tenho propriedade pra falar sobre ele. Porque eu me relacionei com ele, eu sei como ele é. Então, se não for eu...
que sei, que tenho essa propriedade pra falar, quem vai falar? Eu não posso saber de uma coisa e não falar pras pessoas. Então, esse momento foi muito importante pra mim, porque eu tive coragem de me posicionar. Então, isso foi uma virada de chave pra mim, esse Big Brother me ensinou isso.
E eu tava de um jeito que eu tava muito, muito agoniada. Pipo tava comigo o tempo inteiro, ele sabia de tudo que tava acontecendo, ele via. E chegou um momento que ele falou pra mim, ele falou, eu tô vendo como você tá, existe um respeito, eu acho que você deve falar, assim, o que você sabe, não tem problema. Então, ele foi um parceiro muito bom pra mim, muito bom. Se não fosse ele assim, ele me deu muito suporte nesse momento.
E aí foi quando eu me posicionei, falei, e foi ótimo, porque nesse dia, apesar de ter muita gente me apoiando, outras nem tanto, foi um momento que eu me senti muito bem. Foi um dia que eu fiquei em paz, sabe? Foi o melhor dia. Eu falei, caraca, falei a minha verdade, o que eu sei.
Sabe, agora eu tô bem. Eu fiz a minha parte. Então, foi ótimo pra mim. Eu me senti muito, muito bem. Ai, que bom. Apesar de estar ouvindo muita coisa ruim. Aí que eu entendi. Eu falei, caraca, olha só como são as coisas, né? Quando a gente tem coragem de falar. Quando a gente diz a nossa verdade. Mesmo que outra pessoa esteja achando isso ruim.
Mas é a sua verdade. E aí eu entendi. Depois de tanto tempo, eu consegui quebrar aquilo que tava em mim, sabe? Tipo, tá tudo bem. Eu não vou agradar todo mundo. Mas essa é a verdade. Sim, e quando você tem certeza do seu propósito, você tem convicção de quem você é, não interessa o que as pessoas, né? Se alguém falar alguma coisa... Pode me achar o que for. Eu sei do respeito, eu sei do carinho, eu sei da consideração.
Então é isso. Tá tudo certo. Eu acho muito libertador falar o que tá preso. Eu sou... Eu até falo pra Tatar, quando dá uma coisa ruim, a gente é meio que o contrário. Ela é igual você, tipo assim, ah, eu prefiro ter paz, o que tem razão. Eu sou o contrário, eu tudo, eu prefiro desengasgar. Sim. Quando eu vou ver, deu uma coisa ruim, eu já tô no soro. Gente, ó, deixa eu te falar, eu acho isso aqui, isso aqui, porque a sensação da libertação...
Te faz uma... Me deixa leve, eu falo, gente, se gostar, gostou. Se não gostar, eu tô falando que eu...
O que eu acho, o que eu penso. E se você não gostou, então é melhor sair daqui. Porque é assim, entendeu? Então, sempre me fez muito bem. Mas que bom que você conseguiu ter essa coragem. Porque te trouxe essa sensação de fiz minha parte, sabe? Não fiquei vendo e fingindo que eu não tô vendo, sabe? E muito bom. Ah, foi muito legal também. O Jornal super se emocionou, sabendo do seu apoio depois. E é isso. Uma relação, um término muito maduro.
E que não precisa também ser inimigo, gente. Só porque não é mais, né? Não tem mais uma relação. Tá tudo certo. É que é meio...
fora da curva, assim, pras pessoas acharem isso, né? Como é que terminou e eles se dão bem, eles se defendem. As pessoas têm essa dificuldade de entender, mas eu entendo. Tem gente que termina brigado, tem gente que não consegue falar, mas também existem casos que terminam tudo bem. Sim. A gente tem que normalizar isso também. Exatamente. Arrasou. Amei. Tem a última. E o Pipo é muito parceiro também, né? Sim, maduro, né?
Acho que ela falou, amiga, isso aqui. Próxima viagem do casal, não falou? Ah, não, falou que ela quer, né? Que é a África. É, mas qual a próxima viagem? Alguma marcada? Não sei. Próxima viagem. A gente acabou de voltar de Ibiza, num casamento. Ai, que delícia! Foi muito lindo o casamento de um casal de amigos nosso. Primeira vez que você foi pra Ibiza, não? Não, segunda vez. Na real, o casamento foi em Terragona, Espanha. E aí, depois a gente deu uma passadinha e Ibiza.
Mas agora a gente não tem viagem planejada, não. Mas vai vir aí. Talvez eu vou... Aqui, ela apareceu. É... Vai aparecer na sua agenda. Viajar com minha família.
A gente vai pra Noronha. Ai, delícia! Amo Noronha. Nossa, faz tanto tempo que eu não vou em Noronha. Quero muito viver isso com meus pais. Porque ter esse momento de celebração mesmo. Nova fase. Nossa, da cura, né? Realmente. Quero muito viver isso com eles. E comemorar. Ai, que Deus abençoe muito, Mari. Muito obrigada por ter vindo. Vocês também, eu tava devendo isso aqui. É verdade. Tava mesmo. Tava, né? A gente tava tentando há muito tempo. Mas deu certo. Tudo na hora... Tudo na hora certa. Tudo na hora certa.
Obrigada. Você está amazando, menina. Ai, gente. Ai, ai, ai. Obrigada por ter vindo. Volte sempre. Venha também contar os projetos dela, né, amiga? É, depois que ficar público. Pode deixar. A gente quer tirar mais coisa. É o próximo do próximo projeto. Eu volto. Deixa vir mais coisa que a gente vinha. Isso, de tempo em tempo a gente vai atualizando. Isso, a galera. Fazer a atualização dela.
É isso. Obrigada. Obrigada, meninas. Amei. Gente, muito obrigada por terem assistido. Espero que vocês tenham gostado. E ó, gente, tem um link aqui na descrição e um QR Code que tá aparecendo na tela pra vocês saberem mais, né, onde encontrar, de view. Exatamente, gente. Tá aqui pra vocês. Escaneia aí. Agora ali pra dois. E até a próxima. Beijo, gente. Até a próxima. Tchau. Beijo, obrigada.