MaterniDelas - Mariana Rios com Tata e Cláudia Raia
Mariana Rios volta ao MaterniDelas em um reencontro emocionante, agora como mãe do Palo, para falar sobre a espera, o sonho realizado e tudo o que mudou desde a chegada do seu filho.Um episódio sobre esperança, amor e a maternidade real: da tentativa ao colo 🤱✨Não perca!________________________Cuidado natural para a rotina do bebêhttps://www.weleda.com.br/babykolik?utm_source=youtube&utm_medium=podcast&utm_campaign=weleda&utm_term=marternidelaspodcast
Mariana Rios
- Expectativas e realidades da maternidadeDesafios do pós-parto · Baby blues · Gerenciamento de emoções · Queda hormonal · Medo e insegurança na maternidade
- Amamentação e Desafios Pós-PartoDificuldades com a pega do bebê · Dor e machucados no peito · Hiperlactação e mastite · Consultoria de amamentação · Método 'Basta Sentir'
- Gestação e Cuidados EspeciaisFIV e tentativas de engravidar · Uso de anticoagulante · Restrições durante a gravidez · Insegurança na gestação · Células do filho no corpo da mãe
- Transformação pessoal através da maternidadeMudança de perspectiva com a maternidade · Relação com a mãe · Aceitação das imperfeições · A vida como aprendizado · Alegria e gratidão pela vida
- Disciplina e crescimento pessoalImportância da disciplina · Autoconhecimento e autovalorização · Negociação de contratos · Inspiração em outras pessoas · Construção de carreira
- Rotina e conexão com os filhosCuidado natural para bebês · Pomada para assaduras · Alívio de cólicas e gases · Bebês tranquilos vs. bebês agitados · Crescimento e desenvolvimento infantil
- Desenvolvimento PessoalCurso online 'Basta Sentir' · Inteligência emocional · Desenvolvimento pessoal · Relacionamentos saudáveis · Lei da atração
Oi, gente! Olha a gente aqui de volta! Ai, que delícia! Olha eu aqui, ó. É, tá só no sanguinha. Uma locura animada, né, querida?
Ai, gente, tu não dá, eu sento ao lado dessa mulher e eu fico assim. Ó, mais um materno delas pra vocês. E eu sempre peço que, por favor, se inscreve no canal, tá? Se você tá assistindo a gente pela TV, pega seu celular e se inscreve. Ajuda a gente aí a chegar nos 4 milhões de inscritos. A gente conta com vocês. Tem as nossas redes sociais também, né? Pode delas em tudo, tá bom? As nossas também, tá aparecendo aí. Arroba a Tata, arroba a Cláudia Raia. Não preciso nem falar, né?
você já vai lá seguir tá obrigada e antes de apresentar essa convidada de hoje posso falar uma coisa gente eu tô tão feliz tão feliz que a gente voltou com uma turnê delas porque assim é um programa é bem especial sabe tem um lugarzinho quentinho no coração e eu imagino que para todas as mães que nos assistem também que é um lugar seguro para a gente falar sobre tudo na maternidade
Inclusive as coisas não tão boas assim que muitas vezes a gente não se sente tão confortável em dividir. Eu mesma, vou fazer um mini desabafo aqui. Fala, gente. Recentemente a Bibi, ela fez seis anos, né? E eu tava muito pensando assim, quanta coisa mudou de lá pra cá.
Mas principalmente, quanta coisa mudou dos primeiros meses dela para os primeiros do Caio. Porque tem muitas partes da maternidade que acho que ninguém prepara a gente de verdade, sabe? Inclusive para o segundo filho. A gente fala muito sobre o amor, sobre a chegada do bebê, sobre a emoção. Mas tem a vida real também. Tem a noite sem dormir, tem o choro que às vezes a gente não sabe de onde vem. Tem cólica, tem troca de fralda toda hora, tem assadura.
essas coisas. Gente, primeiro de tudo, que loucura pensar que a bebê tá com seis anos, chocada. E segundo, é exatamente isso. Quando o bebê tá desconfortável, parece que a casa inteira sente tudo junto, é ou não é? Sim, sim. Porque não é só o bebê que sofre, né? Nós mães, a gente fica super aflitas, assim, principalmente se é a nossa primeira viagem.
Eu nunca vou esquecer a primeira assadura, por exemplo, gente. Com tantas trocas de fralda por dia, a pele do bebê, ela precisa de um cuidado a mais, um cuidado constante. E quando irrita, dá uma dó. Dá mesmo, gente. E a cólica, então, meu Deus. Nós mulheres sabemos muito bem o que é sofrer de uma cólica, né? Então quando a gente vê aquele ser tão piquititico imaginando aquela dor, ai, é desesperador.
Não, nem me fala. É por isso que eu acho tão importante a gente ter tantos aliados que tragam cuidado, segurança e acolhimento pra essa rotina. E hoje eu queria falar de uma marca que tem tudo a ver com esse olhar mais completo, que é Veleda. Eu amo, amo, principalmente porque eles têm um cuidado.
que conta com ingredientes naturais. Sim, gente. A Valeda é uma marca suíça com mais de 100 anos de história que olha pro cuidado de uma forma integral. Corpo, mente, emoções e natureza. E anotem essa dica, tá? Dentro dessa rotina real da maternidade, dois produtos que podem ajudar muito. O Baby Creme e o Colic Doron, tá?
Que o Baby Creme é uma pomada para assaduras com ingredientes 100% naturais. Ele tem uma ação 3 em 1, que é o seguinte, previne a calma e ajuda a restaurar a pele do bebê. E agora o Baby Creme também tem uma embalagem econômica de 120ml.
com uma tampa mais prática de abrir, que facilita muito no dia a dia, inclusive quando o cuidado sai de casa, sabe? Tem também o cólic d'Orum, que é um medicamento com ativos 100% naturais, indicado para auxiliar no alívio das cólicas e gases. Pode ser usado de forma pontual ou preventiva, sempre seguindo a orientação do pediatra, tá? Não esquece.
O colic d'oron, gente, de fato é mágico, tá? Eu que fui mãe em épocas muito diferentes, me perguntava, sempre quando eu tava cuidando do Luca, onde é que estavam esses salvadores na época do Enzo e da Sofia, gente?
Imagino mesmo, viu? E por isso, eu acho tão importante falar disso Sem romantizar, sabe? Porque maternidade também é sobre dividir as nossas dificuldades Pra encontrar caminhos que acolham a gente no processo E cuidar da pele, aliviar o desconforto Ter produtos seguros e naturais por perto Tudo isso, gente, faz diferença Pro bebê e pra mãe também, né? Vocês sabem
E pra quem quiser conhecer, tem cupom, gente. Sim, óbvio que sim, gente. Usando o cupom maternidelas10, vocês têm desconto nos produtos Veleda, tá? Então, já fica a dica. Veleda é essa aliada no cuidado integral da mãe e do bebê. Com soluções naturais, eficazes e seguras pra rotina real da maternidade. Agora sim, bora receber a nossa convidada de hoje. Que, inclusive, eu tenho certeza que ela vai amar esses produtos, né? Já que ela tá vivendo a maternidade.
pela primeira vez e cuidando do seu menininho de quatro meses. Meu Deus, ela deve usar, com certeza. Com certeza. Agora, a Bia super usa o Previgrip. Só que assim, amor, é uma briga, porque eles querem comer mais, tá? Eles amam, que são os glóbulosinhos, né? Gente, eu preciso ter isso. Você não tá entendendo. Mas o Luca pode? Pode, lógico que pode. O Caio come. É pra prevenir. É pra prevenir. Tem o Previgrip, ótimo. O Previgrip previne, né? Vamos, a gente tá fofinando aqui. Vamos apresentar a nossa...
Convidada. Vamos lá. O quartinho preparado com carinho, as roupinhas, é como se um novo mundo mágico se abrisse diante dos nossos olhos. E essa imaginação transforma o processo de tentar engravidar em algo mais leve. Mas Cláudia, você não vai ser mãe, não?
E com essa simples pergunta, somos despertadas. O sonho pode, de repente, virar um pesadelo. Ser uma tentante, muitas vezes, é uma jornada muito solitária. A mulher carrega a angústia, a ansiedade e, por medo de criar expectativas, acaba guardando tudo para si. E isso só aumenta a pressão de tentar.
independentemente do cenário, a mulher está sempre vulnerável à exposição e à pressão social. A gente sabe disso. Muitos tentam ditar o que ela deve ou não deve fazer. Se deve ou não tentar. Se expor pode parecer um caminho ainda mais difícil. E por muito tempo, nossa convidada pensou assim.
Mas ela percebeu que esse caminho não precisa ser tão solitário. Através das redes sociais e de vídeos que tocam o coração de qualquer mulher que cruza seu caminho, ela criou uma verdadeira rede de apoio para outras tentantes também, né? Mulheres que estão tentando engravidar. Juntas enfrentam os desafios dessa jornada e transformam a solidão em acolhimento.
Seja muito bem-vinda. Nossa maravilhosa. Meu Deus, como eu amo. Mariana Rios. Eu amo, gente. A gente não falou a Mãe do Palo. A gente não falou. Vamos de novo. Então, a Mãe do Palo. Mariana Rios. Seja bem-vinda. Obrigada. Mais uma vez aqui com você. A gente está tão feliz de ter voltado. E agora, num outro momento, né?
E é um momento, gente, que muda tudo, né? Menina, eu peguei essa garota na academia. Vocês se encontraram na academia? A gente malha na mesma academia. Aí, malha, eu tô antiga, né? Agora é treino, né? Não, eu falo malha. Eu falo malha também. Você fala? Aí eu falei, Mariana, você tem que voltar no materno delas agora com mãe de palo. Isso vai ser lindo. Foi logo depois daqui que você engravidou, não foi? Foi, foi. Logo depois.
Ai, que bênção. Mas será que você não estava grávida, então? Não. E você lembra o que eu te falei na academia, né? A Cláudia falou assim, vamos lá, eu falei assim, eu quero ir, eu já estou me programando porque eu preciso falar pra vocês tudo que eu estou sentindo, e tudo que eu estou passando, eu quero escolher um lugar pra falar, e vai ser no seu programa, falei pra Cláudia, falei, vai ser no seu programa da Tatá.
mas eu preciso de um tempo porque se eu for, eu só vou chorar se eu for agora me avisa a data longe, mais distante porque eu acho que até lá eu estarei melhor por que? Conta essa emoção
Por quê? Chorar de emoção. É, chorar e não parar de chorar, porque eu passei, desde que o Palo nasceu, eu passei um período longo, longo assim, ele pode ter durado 20 dias, mas a sensação era que já tinham dois anos que eu estava daquele jeito.
eu sofri eu sofri tudo que uma mulher pode sofrer no pós-parto do baby blues e que eu não sabia nem que existia o tal do baby blues
E eu sentia, assim, que eu não passaria por isso por ser uma pessoa, uma mulher que sempre buscou muito autoconhecimento. Sempre se desenvolveu pessoalmente. Sempre busquei esse gerenciamento das emoções. E, além disso, era uma coisa que você queria muito, né? E eu queria muito. E eu entendia, e estudei pra isso também, pra esse pós, né? Pro herpério. É...
Eu estudei...
para entender o que poderia acontecer, né? Para eu estar preparada para o que pudesse acontecer. Então, entendi a queda hormonal, todas as emoções, que não é uma coisa mais... A prolactina chegando. Não é uma coisa só emocional, ela vai além disso, é o seu corpo reagindo, né? Então, existe essa briga dos hormônios, e eu realmente senti tudo isso. Então, eu fiquei...
os primeiros 20 dias de nascimento dele, muito mal. Porque era uma felicidade muito grande misturada com uma tristeza absoluta. E eu não queria... Nossa, que frase forte, né? É, mas é isso. Então, era assim, eram dois polos, né? Era uma dualidade ali de dois sentimentos muito fortes. E você com culpa de estar triste. Sim.
Porque isso é lógico. Porque aí você não entende. Poxa, eu estou vivendo o momento que eu sonhei, mas até isso eu trabalhei e conversei comigo. Falei, eu estou passando por isso e isso vai passar. Então, enquanto eu estou passando por isso, o que eu vou aprender com isso? E o que eu quero passar para as pessoas também para ajudar, de repente, outras mulheres que estão nessa situação?
E eu preciso ser fiel aos meus sentimentos e não brigar. E se acolher, né? E me acolher, entender que eu estou passando por esse processo, que ele é novo para mim e que existe essa felicidade muito grande e que essa tristeza vai passar. E o que eu desejo que permaneça é a felicidade. Então, quando esses 20 dias viraram, eu também virei uma chave.
porque durante eles eu estava me vendo muito pessimista. E não era a Mariana que eu conheço, que sou eu de verdade. Eu estou longe de ser uma pessoa pessimista, muito pelo contrário. Eu trabalho com esse otimismo o tempo inteiro, de você olhar para todas as coisas da vida e enxergar os pontos positivos.
E não existir pontos negativos na nossa vida, porque tudo aquilo que acontece, que foge do seu controle ou do que você gostaria que acontecesse no seu caminho, tudo que acontece involuntariamente é uma forma de aprendizado. Então, o aprendizado é para o meu bem, então não existe nada de ruim. E eu não estava conseguindo ser a Mariana que eu sempre fui.
Tem um podcast que eu participei uma vez, um vídeo meu viralizou, um trechinho desse podcast, onde eu falo que eu não tenho medo de nada, que eu não tenho medo da vida. E eu passei a ter medo. Então, foi outra briga comigo. Fiquei, mas espera aí, eu preciso me encontrar.
porque o meu filho está aqui, tudo que eu mais desejo, desejava, e desejo tê-lo aqui comigo todos os dias, eu estou aqui com ele, e ele é uma criança super saudável, ele não tem nada, ele é uma criança tranquila, saudável, está tudo bem, e isso aqui vai passar, então eu não vou deixar, não permito que o medo tome conta, não permito que essa insegurança me invada, e a única coisa que faz parte da minha vida é a felicidade.
Eu fui trabalhando isso. Medo de quê? Medo de tudo. Medo de acontecer alguma coisa com ele. Medo de acontecer alguma coisa. Mas em relação a ele. Não era medo... Não, era tudo com ele. Mas isso faz parte do que eu espero. Não, faz parte da maternidade, né? Porque eu sou desesperada de medo até hoje. Nem montanha-russa eu vou mais. Eu não vou mais também. Tenho desespero.
Boba. Eu também, uma tonhona. Não vou pra lugar nenhum mais. Eu também. Tudo que é negócio de perigo, eu não vou. Não, cirurgia, medo. Medo de tudo. Porque assim, qualquer coisa, eu fico pensando... Da gente faltar pra eles, entendeu? E medo que aconteça alguma coisa com eles. E tem uma coisa que aconteceu comigo que é muito forte, foi muito forte. É uma sensação de nada pode acontecer com essa pessoa.
com esse pititinho, porque se acontecer alguma coisa com ele, eu não sobrevivo.
E eu sempre falei o contrário disso. Então, eu realmente me perdi de mim durante esse tempo. Eu me perdi. E aí a minha mãe conversava muito. Ela falava, vamos voltar à fé, vamos voltar ao que você sempre acreditou. E aí chega o João e fala uma frase crucial para mim. Inclusive na época, na fase que eu estava com problemas para amamentar.
Foi bem nos primeiros 10 dias. O João chegou para mim e falou, você ensina o basta sentir para todo mundo. Você passa o seu método basta sentir para todo mundo. Por que você não está usando o basta sentir? Por que você não está fazendo o basta sentir para que essa transformação aconteça, para você visualizar o que de fato é bom e é feliz e para você não conseguir amamentar?
Aí eu peguei e falei assim, não, porque pra isso não vai funcionar. Ele falou, não, então, peraí. Então, foi alguma coisa errada. Foi alguma coisa errada, porque você fala que funciona pra tudo. Ele falou, Mariana. E aí tava chegando uma nova consultora, amamentação. Já tinham passado quatro.
Nos primeiros 10 dias de vida dele. Vai desde o começo, desde que ele nasceu, foi cesariana? Foi cesariana. Tá, então demora um pouquinho mais, vem o colostro primeiro, até acertar a pega, conta desde esse pedaço.
Ainda no hospital, na maternidade, passaram algumas pessoas, algumas mulheres me ajudando, enfermeiras, e também uma consultora, amamentação, que eu peguei de fora para que aquilo acontecesse, e ele não pegava.
Aí ele pegou um bico só, ele pegou um peito só. Tá. Só que ele pegou esse peito de uma forma errada. Machucou. E aí o outro eu tirava o leite, enquanto ele mamava de um lado eu tirava o leite. E aí ele machucou. Então eu fui pra casa já com esse peito machucado e o outro ele não pegava.
E aí foi outra consultora que não conseguiu também fazê-lo pegar. Aí isso já tinha dez dias, eu já estava com esse sofrimento todo, isso tudo que eu estou contando para vocês. E aí vem aquela angústia de um peito estar completamente machucado, tanto é que eu ia amamentar o meu pé, eu nunca vi isso na vida, o meu pé suava, o meu pé pingava de suor, de dor.
Então eu chorava, a babá chorava ali do meu lado, a minha enfermeira chorando, eu chorando junto, todo mundo chorando, o neném chorando, e tudo que eu queria era que ele ficasse bem. Aí não é nem mais você, né? Eu queria que ele ficasse bem. Só que para ele mamar, eu precisava ficar bem com o meu peito.
Então... E o outro não pegava de jeito nenhum. Não pegava de jeito nenhum. Até que eu chamei essa quarta pessoa, que é a Cleo, e ela chegou lá em casa, ela foi uma indicação da nossa pediatra, e ela chegou lá em casa, e antes dela, eu não conhecia ela até então, pessoalmente, antes dela entrar, o João falou esse negócio do basta sentir pra mim.
Ele falou, escuta, eu vou abrir a porta pra ela. Você senta um segundo no quarto, porque isso eu chorava compulsivamente. Ele falou, fica um minutinho no quarto, deixa ela se ajeitar ali, você vir um café pra ela, e faz o basta sentir. E eu, assim, não vai dar certo, mas tá bom, tá bom, sabe? Ele falou, Mariana, só faz, é o que você faz na vida. Executa aquilo que você prega. Aquilo que você prega.
E aí, o que eu fiz? Eu deitei na minha cama e eu comecei a mentalizar.
eu falando com ela e eu emocionada. E aí eu fui me emocionando junto, que é isso que eu falo, não basta sentir que você precisa sentir aquilo tão verdadeiramente dentro de você que você se emociona como se aquilo estivesse acontecendo. E aí você vai vivenciar isso exatamente do jeito que você sentiu, que você pensou. Você alcança o sentimento, você vive ele.
E aí eu comecei a me emocionar mais ainda e comecei a falar, a verbalizar. Obrigada, não acredito que deu certo. Eu tô muito feliz, deu certo. Eu consegui, eu consegui. E aí ela chegou, ficou cinco horas comigo e com ele. Cinco horas. Primeiro, o meu peito, ele tava... Eu tive uma hiperlactação.
Então, meu peito empedrou Que vocês não tem noção O tamanho que ele ficou E era uma dor Então por isso que eu suava Porque ela começou a ordenhar Nossa, eu passei por isso Eu só me lembro Eu produzia quatro vezes mais Do que o Enzo mamava Tem um vídeo que eu falo assim Gente, a gente tem medo do parto Mas deixa eu falar Ninguém fala sobre a amamentação O quanto é difícil É difícil
Mas deixa eu fazer uma pergunta. Você sentiu que parece que dá 15 dias. Aham. Vai? Vira outra pessoa. 15 dias? Vira outra coisa. Todas as minhas amigas que falam, ai, vou largar, não aguento mais, não dá, não dá. Segura, não aguenta. Eu falo, gente, aguenta 15 dias, eu juro por tudo. Parece que... Ah, não, você falou da amamentação. Da amamentação. Não, eu tô falando da minha parte emocional. Ah, tá, tá. É, porque olha o que aconteceu comigo na amamentação.
E ela ordenhando ali, então ela ficou cinco horas comigo, fazendo todo esse processo. Aí, o João levava uma salada de fruta, eu comendo ali com ela e ela ali, e ela ensinando o João a fazer também. Porque ela falou, vocês vão ter que fazer isso toda hora. E tem que ser uma outra pessoa fazendo nela, porque ela não vai conseguir fazer, porque vai doer muito.
E aquela dor, aquela dor, eu chorando, e o neném chorando, e ela tentando fazer ele pegar, pegar, pegar, até que depois de cinco horas, ele pegou. O peito que ele não tinha os dois. E aí, gente, eu senti a mesma emoção do que eu tinha feito no quarto. E aí eu chorava, aí eu contei pra ela.
Falei, olha, eu tenho um trabalho, eu tenho um livro, eu tenho hoje aulas online, um curso online do Basta Sentir, onde eu falo exatamente aquilo que eu não estava fazendo e que eu fiz hoje, contei a história para ela, dei o livro para ela e aí contei a história, ela ficou super emocionada e ela me contou que naquele dia ela não iria, ela não estaria em São Paulo, porque foi bem final de ano. O Palo nasceu dia 22 de dezembro.
Eu até liguei pra ela e falei, não acredito que o Paulo vai nascer dia 23 do meu dia. Com você. Pelo amor de Deus. Ela falou, ai, tomara que seja dia 23 igual você, mas foi 22, né? Capricorniano. É. E aí, ela me falou assim, não era pra eu estar aqui hoje. Eu ia viajar ontem pra passar o final de ano, só que o meu carro quebrou.
Aí eu falei, eu sinto muito pelo seu carro, mas vai ver, a gente precisava se conhecer. E eu estou muito feliz em estar aqui, porque ela se emocionou de ter me ajudado, porque esse é o trabalho dela, é o propósito dela. Então, e ela virou uma pessoa assim da minha vida, a Cléo, virou uma grande amiga. Enfim, ele pegou e...
comecei, deu tudo certo, foi dando tudo certo. E ele foi pegando normalmente, a partir daí. Foi pegando, sim, até a hora que eu tive uma mastite. Quando ele fez dois meses, eu tive a mastite, só que ela foi bem séria, eu tive uma febre, muita dor, teve que entrar com antibiótico. Eu tive também, aí não pode amamentar. Aí não pode amamentar. Mas aí, eu já estava com aquele sentimento de...
a culpa não faz parte da minha vida porque eu faço aquilo que eu acho correto sou muito consciente das minhas decisões e tomo as minhas decisões como uma grande responsabilidade então o que eu estou fazendo é tudo, tudo que eu pude fazer se a partir de agora ele tem que passar pra fórmula, tudo bem
Tudo bem. É isso que a gente tem. Eu não vou ficar carregando isso. Ai, não consegui, não consegui. É isso, filho. Só peço a Deus que você tenha saúde, que você continue crescendo, saudável. E a mamãe fez o que pôde. Sabe? E tô lá com ele o tempo inteiro. Porque é isso. Eu tenho que estar bem pra que ele esteja bem.
A gente fala muito isso aqui. Nossa, a gente fala muito. A importância. Mas, voltando numa coisa que você disse, que você falou que você se perdeu de você, eu acho que a gente só consegue... Você acredita que com os meus dois filhos, eu só consegui realmente falar, essa sou eu, depois dos dois anos. Eu também. Dois anos. São dois anos pra você voltar, a gente falou disso ontem, né? Voltar a ser a mulher. Sim. E não só a mãe. Não só a mãe. Sim.
É uma loucura. É muito legal. Depois a gente fala, meu Deus do céu, que transformação. E eu imagino pra você, a gente falou disso outra vez, o quanto você desejou, o quanto você lutou todo esse tempo. É uma relação muito forte. Sempre que vocês chegaram a ver um novo estudo que saiu agora, de que as células do filho ficam no corpo da mãe pra vida inteira.
ajudando a combater alguma doença, alguma inflamação, como gratidão. Olha que coisa linda. E as nossas células nos filhos. Então, gente, é uma cura isso. É uma troca muito poderosa. É, por isso é esse laço, né? Essa coisa poderosa e forte. É forte demais. Eu queria que você falasse um pouco como foi a gestação, porque...
eu imagino que deve ter dado alguma insegurança. Sim. E como você lidou com isso nesse processo? Como você conseguiu aproveitar, curtir? Como foi o processo? E quando você descobriu também, conta tudo, eu...
A minha gestação, assim, eu tive... Como eu fiz a FIV, né? Até a gente conseguir os embriões, que também quando eu vim eu contei pra vocês dos embriões que não tinham dado certo. Aí depois, mais uma leva, outra fase, outra tentativa. E, enfim, conseguimos. E...
Eu sempre soube que, ficando grávida, eu teria que tomar anticoagulante, eu não poderia pegar voos longos, teria que ter um monte de cuidados, assim, especiais para que a gravidez corresse tudo bem. E eu sou muito Caxias, em tudo que eu faço, eu sou muito Caxias. E o médico falava assim, eu no seu lugar, eu falava, não.
Já estou nesse lugar. Você não precisa nem falar, Mariana, eu não faria. Eu vou fazer o que você falar que eu tenho que fazer e o que eu não posso fazer, eu não vou fazer. De jeito nenhum. Então vinha muita gente de fora. Ah, mas por quê? Ah, mas isso é um exagero que você está fazendo.
As pessoas são muito opiniudas, né? Por que a pessoa do opiniúda? Ninguém pediu opinião, gente. Olha, eu falava assim, mas é porque você vê a minha história de um jeito porque a sua é diferente, foi diferente. Só eu sei o que eu passei pra conseguir que esse bebezinho tivesse aqui dentro. Então eu vou fazer de tudo pra protegê-lo. Então eu vou realmente ficar...
sem comer a comida japonesa até ele nascer. Eu vou aplicar todos os dias, eu não vou viajar pra fora. Ah, mas você não quer fazer chovar. Bem, eu sou uma pessoa que eu trabalho pra viajar. A vida inteira eu trabalhei pra ganhar o meu dinheiro pra viajar bem. Sabe, pra ficar no hotel bom, pra conseguir ir bem num avião, pra comer bem. Eu gosto disso, eu sinto prazer.
Você falar assim pra mim, você vai ter que ficar nove meses sem viajar, mas porque você tá com o seu filhinho aqui, eu não vou viajar, eu não vou. Esse é o momento que eu tô aqui pra curtir ele, pra cuidar dele. Mas teve essa insegurança e ela existiu até muito forte, tá? Muito forte, de pensar assim...
de ter que fazer muito o basta sentir para não deixar o pensamento dominar, tá? A minha cabeça de alguma coisa ruim vai acontecer. A hora que vinha esse pensamento, eu falava assim, que bobeira, está tudo maravilhoso. O que de ruim, que não é ruim, o aprendizado, ele já aconteceu. Daqui para frente é só felicidade.
Então, o pensamento ruim invadia, eu já ia logo com outro. Falava, nem vem, porque vai ser maravilhoso. Tá tudo certo, tá tudo bem. Eu vou curtir o dia de hoje. Coloquei isso na minha cabeça. O que eu tenho pra hoje? Eu vou curtir o dia de hoje.
Quando ele começou a mexer, aí tudo isso foi embora. Porque eu sentia ele. Então, eu não queria mais ficar fazendo tantos ultrassons durante a semana, sabe? Porque parecia que eu tinha que fazer ultrassom para ter certeza. Então, não tinha mais isso, porque eu sentia que ele estava ali. Ele estava mexendo, eu conversava com ele o tempo inteiro.
Qual era a sua rotina? Você é uma pessoa que malha muito, sempre fez muita academia, muito severa na sua alimentação também, sempre muito disciplinada. Eu realmente não acredito que uma pessoa que não seja disciplinada possa se dar bem na vida. Sinceramente, Tati. Porque eu acho que a disciplina é o sucesso de uma pessoa. Com toda certeza, eu concordo. Eu fui criada na disciplina e eu tenho certeza disso. E Mariana é Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, Tati, T
Da minha nave, assim. Ela é... A gente é muito parecida. É pra pegar uma carona nessa... Mas eu tô aqui pra te ensinar, Boba. Ai, graças a Deus. Ah, mas você é disciplinada. Então, eu tô precisando descobrir no quê? No trabalho, eu acho. Não, no trabalho. É, mas a gente vai colocando isso em outros lugares. Ah, você tá falando da academia. Não, tô falando de tudo. Alimentação, academia. Sim, sim. É um combo, né? Um combo, dormir bem.
Aquilo tudo que a gente já sabe. O que você fez durante a gravidez? Você treinou?
Até os nove meses. Maravilhosa. Uma semana antes dele nascer, eu fazia musculação, fiz o tempo inteiro. Os dois primeiros meses eu não fiz nada, tá? Nada, eu parei. Dois ou três primeiros meses. Mas é porque tinha todo um motivo. E o médico pediu pra não, né? Pediu pra segurar a onda. Então eu só caminhava, fiquei mais quietinha. Depois, três vezes por semana musculação e duas vezes por semana natação.
E eu só parei de ir na natação, porque eu queria ter nadado até o dia do nascimento. Mas eu só parei porque eu fui trocando de maiô. O meu maiô era um P, aí eu comprei um M, aí eu comprei um G. Aí a hora que eu fui comprar um GG, eu falei, não, aí a grávida de Taubaté vai parar por aqui. Eu vou aguardar o nascimento do neném e depois eu volto, porque a minha barriga ficou muito grande.
Engraçado, e a primeira gestação. Gente, ele nasceu com 4,390. Chocada. 1,390. Tô chocada. Tô chocada. Ele nasceu com 53 centímetros. É, o Enzo nasceu com 53 centímetros. Deste corpinho, Mariana. E eu não enchei nada. Foi só barriga, só que era uma barriga. E todas as minhas roupas, 42. Quanto você tem de altura? Eu tenho um 66.
Gente, era uma barriga e eu não parava em pé, né? Que engraçado isso, porque a primeira barriga, ela é sempre menor. O Enzo, com seis meses, nem parecia direito que eu tava grávida. Ele nasceu com três, três anos e dez, com 53. Bem, bem grande. Não, ele nasceu criado, o Paulo. Gente, ele nasceu com três meses. Ele nasceu enorme. Chocada. Ele nunca usou RN. RN. Nunca. Que homem.
Você tinha muita coisa, R&? Eu levei a malinha porque o meu médico falou assim, escuta, se prepara, porque ele não vai usar R&. Você leva uma malinha com um P ali, com uma roupinha P. Aí eu montei todos os looks dele do R& no P. Ah, fofo. Então eu fiz metade da mala se ele fosse usar R&, a outra metade ele não usou. Ela é dessas. Eu faria a mesma coisa. Eu não, eu levaria tudo P. Gente, eu não fiz cinco mapas atrás do Luca. Ele nasceu no dia que ele queria.
Sério? Sério, nada deu certo que eu fiz. A gente quer organizar esse negócio de disciplina? Você quer organizar? Tudo. Eu tô chocada que ele nasceu com esse peso, com esse tamanho. Ele é enorme. E agora ele tá com quanto? Ele estudou comigo na faculdade? Ele tá com 7,5kg. Mentira! Ele tem 4 meses. Tá com 65cm.
Chocada. 4 quilos. É um bebizão. E já usa o quê? 7,5 quilos. E já usa o quê? Tava aí 9 meses. 9 meses. Ai, que amor. Com 4. Com 4.
Mas o João é alto, né? O João é alto. É grande, né? É, o João é bem alto. E sabe uma coisa que você está falando da gente ter essa disciplina? Normalmente, a pessoa que tem muita disciplina, ela é controladora. É, claro. Eu sou extremamente controladora. Isso não é bom. E isso foi uma coisa que mexeu muito comigo quando ele nasceu. Porque, assim, Mariana, isso aqui você não vai conseguir controlar.
Não vai mesmo, tá? Então você não vai falar assim, agora eu vou amamentar e eu vou amamentar até os dois anos dele. Não, não vai. Não é assim. E aí, gente, a hora que eu entendi isso, isso foi tão maravilhoso pra mim, porque vocês não têm noção da mulher que eu estou me tornando. Não é a que eu fui, não é a que eu desejo ser. É quem eu estou me tornando hoje. Eu olho a vida de uma forma tão diferente que eu olhava.
Tudo meu é mais leve. Eu acordo, quando o despertador toca, a primeira coisa que vem na minha cabeça, eu abro o olho e eu falo assim, eu tenho um bebezinho. E eu saio correndo, que alguma hora eu vou pegar a câmera do meu quarto e vou fazer esse post. Porque eu levanto, eu não levanto assim e vou andando igual eu fazia. Eu saio correndo assim, ó.
Desse jeito. Então, eu acordo com uma felicidade. A hora que eu chego no bercinho dele, ou se ele está em algum lugar, porque o João pega ele bem mais cedo, o João sai para correr cinco horas da manhã. Então, ele chega... Eu tenho admiração por esse tipo de jeito. Eu também. Esse é disciplinado, viu? Esse me ensina. Ah, mas que bom, né? Ele me ensina muito.
E ele já tá com o palo. A hora que eu chego perto, que esse menino abre o sorriso pra mim. Não, não tem. Então, a minha vida é só felicidade. E aí, tudo que eu comecei... Eu comecei a reparar uma coisa que eu acho grave. Comecei a achar grave, tá? Principalmente nas mulheres. Semana passada, eu fui jantar.
E uma pessoa me parou, uma mulher me parou, e falou assim, seu bebezinho, parabéns. Eu, ai, obrigada. Ela falou, tá dando muito trabalho, né? Porque neném dá muito trabalho. Eu falei, você acredita que não? Ele é muito da paz, ele é muito tranquilo. Ah, mas é porque ele tá só com dois meses, semana passada. Ele tá só com dois meses, você vai ver com três meses, dá muito trabalho. Eu falei, não, ele já tá com quatro.
Aí ela, ah não, então espera. Que loucura, né? Espera pra você ver com um ano, aí sua vida vai virar um inferno. Eu falei, peraí, primeiro, essa palavra não faz parte da minha vida. Eu só citei pra contar pra vocês que essa palavra não faz parte da minha vida mesmo. Não, eu tô chocada que você falou, que eu ia falar assim, ó, obrigada. Não, aí eu peguei e falei assim. Não, não, eu não falei pra ela, não. Ah tá, ah tá.
Ah, tá. Escuta aqui, Lula. É melhor não revelar essa parte. Eu achei que ela tinha sentado pra falar. Deixa eu te explicar uma coisa. Sabe o quê? Aí eu comecei a perceber que não foi só ela que me falou isso. Que as pessoas, no geral, elas estão sempre esperando o pior. Sim. E sempre ansiosas. Não é o melhor estar por vir, o pior está por vir. Então, se você tem um bebê que te dá trabalho, imagina quando ele quer atinhar, imagina quando ele for adolescente.
Meu Deus, mas eu estou achando tudo tão lindo. E quando ele falar e quando ele andar, vai ser maravilhoso. A gente vai caminhar juntos. Quando ele for adolescente, a gente vai viajar para o mundo inteiro. Então, sempre pensando no melhor. Mas se você não tomar cuidado...
Você se alimenta disso. Se alimenta da negatividade e outra coisa. Você sempre tem alguém para falar alguma coisa nesse período. Na gravidez, eu lembro que as pessoas falavam assim, nossa, você com essa barriga, você vai estourar de varizes. Sua perna vai estourar inteiro. Eu falei, gente, eu nunca tive varizes.
Eu vou ter agora, e agora com o Luca, eu fui muito massacradinha. As pessoas diziam, você tem leite? Eu disse, claro que eu tenho leite, sou um ser humano, eu faço leite. Amamentei meus filhos um ano e meio, os dois. Onze meses só no peito. Ah, mas agora? Eu falei, agora o quê? Eu continuo tendo leite. Olha isso, gente. É incrível, assim, porque as pessoas, elas...
Elas querem trazer uma coisa do negativo mesmo. Se prepare. Como se ela estivesse falando uma grande coisa. Mas sabe o que eu acho? Eu acho que agora, analisando um pouco o mundo da internet, a gente veio de uma fase que é proibido romantizar a maternidade. É não a romantização. E aí... Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, Teste, T
Eu acho que a gente viveu essa era de, meu Deus, que trabalho. E agora é um caos, e não é só o quê. E eu me sentia culpada. Eu não falava da minha maternidade, porque eu tive parto normal, eu amamentei até um ano mais de, sei lá quantos anos. Não tive nada. E aí eu me sentia mal por não ter o que reclamar. Que loucura isso, gente. Juro. Quando a gente começou aqui...
que eu fazia com a Viih Tube, ela teve a maternidade completamente diferente da minha. E eu falava, gente, eu tô até me sentindo mal. Eu tô com vergonha de falar. Mas agora, graças a Deus, eu acho que voltamos pra um... Porque é cíclico, né? Já já volta pra isso de novo. Mas eu acho que voltamos pra um momento de que que bom, né? Está tudo bem. Que bom que pra você deu certo, né? Cada experiência é única. Aí, quando eu falo...
O meu filho, ele é muito tranquilo. Ele não me dá trabalho nenhum. Ele é da paz. Aí falam, o segundo você vai ver, então. Vem no segundo. Ó, tem uma frase muito boa, que é os filhos não são, não nos dão trabalho. Eles são o nosso trabalho.
Sim. E é isso. Eu encaro assim agora. E eu tô para ele. Se ele quiser dar todo o trabalho, eu estou aí pra ele. Eu vou dar conta. E é tão engraçado isso, porque às vezes que ele tá mais chatinho, que ele tá com um soninho, ou que ele, sei lá, quer trocar a fraude, é mínimo, tá? É uma coisa... Ou então toma uma vacina. Não tem. Nunca teve. Olha, cólica, nunca teve.
E aí, quando ele tá mais assim, vai choramingar, até isso, eu pego ele, eu acho graça. Você tá gritando pra sua mãe. E eu vi, eu voltei a ser criança.
sabe? Eu converso com ele como se eu fosse uma criança. Eu olho, eu vou passear com ele no parque, eu falo, você está escutando um passarinho? Um passarinho que nem eu escutava quando eu estava ali sozinha, quando ele não existia, sabe? Quando eu estava sozinha andando no parque.
Porque a gente não presta atenção. Agora eu presto atenção em tudo. Eu presto atenção. Passou um cachorrinho. Olha o uau, uau. Vamos entrar na piscina. Gente, a primeira vez que ele entrou na piscina, parecia que eu estava entrando na piscina pela primeira vez. Sabe? Então, a hora que eu coloquei o pezinho dele, eu falei, ah, Mildo, será que ele vai chorar? Ele abriu um sorriso. Ele ama a piscina. Eu só quero agora estar em lugar que tem piscina. Porque eu quero que ele fique feliz.
E aí você entende que a gente passa uma vida num lugar de egoísmo. Porque o que nós, seres humanos, fazemos o tempo inteiro? A gente pensa na gente primeiro. É o tempo inteiro você pensando em você. Mais ou menos, né, Marina? Porque mulher não é assim, né? Não, a gente, lógico que a gente abraça o mundo. A gente abraça o mundo, a gente cuida dos nossos irmãos, depois dos pais, depois dos filhos. A gente passa uma vida.
cuidando dos outros. Por isso que eu digo que a menopausa é transformadora, porque ela vem e grita na tua cara. Chega, agora é a sua vez. De olhar pra você. Que se dane o resto. Sabe? Porque é o único momento da vida, eu posso dizer isso no alto dos meus 59 anos, que já passei por essas fases todas, que é o único momento que a gente olha pra si mesmo, porque o resto é tudo dedicado ao outro. A minha vida, a minha trajetória, eu sempre é...
sempre fui eu primeiro, eu em primeiro lugar. Assim, eu vou para o Rio de Janeiro, eu quero construir uma carreira, eu quero... Ah, mas estão precisando de você em Araxá, talvez você tenha que voltar. Não, mas eu tenho a construção da minha vida, eu vou tentar equilibrar os pratinhos aqui, mas eu não vou deixar de fazer o que eu quero fazer. Aliás, eu quero falar sobre isso, eu admiro também. Por isso que eu falo que a gente é da mesma nave.
Essa força você sempre teve, porque você foi uma pessoa, uma atriz, que conduziu muito bem a sua carreira. Isso foi uma estratégia? Essa força veio de onde? Esse poder para cuidar de si mesmo e gerir a sua carreira veio muito cedo? Me conta um pouquinho disso.
eu sempre tive muito claro na minha cabeça aonde eu queria chegar. Onde eu gostaria de estar. Qual a vida eu gostaria de ter. E como eu queria ser vista. Então, eu tenho uma coisa maravilhosa para te contar. Maravilhosa. É uma história que você faz parte dela. Ih, mentira. Cláudia faz parte dessa história. Olha eu enfiada na história dela.
Eu nunca contei essa história. Ela é muito legal. E ela vai conseguir costurar tudo isso que eu quero te falar. Eu sempre soube o que eu queria e onde eu gostaria de chegar.
Então, eu prestava muita atenção e eu pegava pessoas que eu admirava para serem a minha inspiração. Então, tudo eu falava assim, Ah, Mariana, você quer fazer o trabalho tal? Estão te chamando para fazer não sei o quê. Eu pensava.
aquela pessoa que eu admiro, ela faria esse trabalho? Ela conversaria desse jeito? Ela iria nessa reunião? Iria. Então, eu vou. Que legal isso. Então, eu me inspiro em pessoas e eu uso essas pessoas como exemplo para eu tomar as minhas decisões. Entendeu? Muito legal. Faço isso. E isso me ajudou muito. Isso me ajudou muito na construção da minha carreira.
Porque quando eu uso esse exemplo, o entorno não tem tanto poder sobre mim, sobre o que eu vou fazer, sobre o meu ato, entendeu? Porque as pessoas palpitam muito. E quando você está num lugar ali onde você não tem o mínimo, uma posição de poder, qualquer pessoa, se você não tomar conta, invade todo o seu campo de decisão.
E aí, tá, fui construindo isso, fui galgando ali, subindo os degraus na minha vida pessoal, profissional, até o momento que eu entro em malhação, assino meu primeiro contrato, faço dois anos de malhação e depois eles me chamaram, a emissora me chamou para renovar o contrato.
para continuar na casa. E eu já estava gravando a minha segunda novela, que foi Araguaia. Fiz dois anos de malhação, já estava indo para o terceiro ano que eu estava na Globo. E eles me ligaram para eu renovar o contrato, para eu ir até o Jardim Botânico para negociar esse contrato.
E eu estava ali da gravação, nos bastidores ali da novela, e eu lembro que eu comentei ali com os atores que estavam junto comigo, falei, ah, semana que vem, tal dia, eu não vou poder fazer tal coisa porque eu tenho que ir no Jardim Botânico, porque eu vou renovar contrato. E aí o Murilo Rosa virou para mim e falou assim, quem que vai negociar seu contrato?
Eu falei, um empresário meu ou um advogado. Por quê? Ele falou, mas por que você não faz como a Cláudia Raia? Eu o quê? Eu tinha 24 anos, tá? Por que você não faz como a Cláudia Raia? É ela que negocia os contratos dela. Ela chega, poderosa como é, senta e fala, eu quero ganhar tanto.
Eu falei, é isso que eu vou fazer. Ninguém vai negociar meu contrato, porque eu vou fazer igual a Cláudia Raia, porque ela é uma mulher inspiradora, ela negocia o contrato, eu vou negociar meu contrato. Só que eu esqueci por um minuto que a Cláudia tem dois metros de perna, eu tenho meio metro de altura, que a Cláudia tinha não sei quantos mil anos de casa e eu tinha apenas dois. Recém saída de Araxá e chegada no Rio de Janeiro, nem se parque eu tinha perdido.
Eu chego, dou um dedo na pessoa. Não, amor. Você chega a ficar assim, ó. Chega até a se arrumar. Vou sentar do lado dela. E aí, o que eu fiz? O cara me ligou, uma pessoa, um senhor, que só fazia isso a vida dele inteira, que era negociar contrato dos atores. Ai, tô nervosa. E falou, Mariana, quem vem? Vem o seu empresário? Vem um advogado? Eu falei, não, eu vou.
E lá vou eu. Sento pra falar do meu contrato. Sozinha. 24 anos. Aí ele foi. E colocou o contrato. Oi, Mariana, tudo bem? Muito gentil e tal. O senhor super simpático. Colocou o contrato na minha frente.
E falou, então, essa é a nossa proposta para você, é só você assinar. Aí eu olhei o contrato, vi o valor. Falei, pois não é o valor que eu pretendo ganhar, não é o valor que eu tinha pensado. Aí ele, e qual seria esse valor? Não é que eu pedi três vezes mais, eu pedi vinte vezes mais.
E aí ele fez isso que você fez. Ele fechou a boca e fez assim, ó. Sabe quando a pessoa quer rir na sua cara e ela é tão educada que ela não vai fazer isso? E aí eu fiquei ali. Ela pensando assim, o que a Cláudia Raia faria? É, a Cláudia Raia faria o quê? Sério, eu fiquei o tempo inteiro com esse pensamento. Não, tô chocada. Eu falei, então, eu quero ganhar 20 vezes mais que isso aqui.
Aí ele fez uma cara engraçada, eu mantive a minha pose, ele falou, mas de onde veio esse número que você pensou? Eu falei, fazendo conta, né, pra eu me manter no Rio, e também não só isso. Ele, mas por que você acha que você merece?
ganhar esse valor, que é um valor muito mais alto do que o que a gente está te oferecendo, até porque é uma renovação de contrato, a gente já subiu um pouco o valor do seu contrato. Eu falei, então, por quê?
Eu sou uma atriz que eu entendo que eu trago um retorno para a empresa. Eu fui super premiada já no meu primeiro trabalho. E não só por isso, mas eu nunca cheguei atrasada. Eu tenho sempre os meus textos na ponta da língua. Eu nunca levei um roteiro para dentro da gravação. Eu sou bonita, boa atriz.
Eu falei, eu sou, eu cumpro com os meus horários, eu me dou bem com todos os meus colegas, eu sou uma profissional que tem, que tenta servir com excelência. E aí ele olhou para mim e falou assim, você não faz mais que a sua obrigação. Eu falei, entendo, não faço mais que a minha obrigação, mas a maioria dos meus colegas não pensa desse jeito, você sabe disso.
E aí ele falou assim, pois então, nós não vamos aceitar a sua proposta. Falei, não tem problema nenhum, muito obrigada. Levantei e no que eu fechei a porta eu desabei. Comecei a chorar, chorar, chorar, chorar. Falei, vou matar a Cláudia Raim. E o Murilo Rosa. Aí fui chorando, entrei num táxi.
Liguei para minha mãe e para o meu pai. E aí, como foi? Eu, gente, eu não assinei. Por quê? O que aconteceu? Eu falei, porque contei tudo. Minha mãe falou, você vai dar meia volta nesse táxi e você vai assinar esse contrato agora, Mariana. Porque você saiu de Araxá, você demorou muito para conquistar isso. Você está indo para a sua segunda novela, você vai assinar sim. Falei, mãe, eu não vou, porque eu sei o meu valor.
eu sei o meu valor, eu sei o quanto eu lutei para estar aqui e eu mereço ganhar o que eu estou pedindo. Aí ela, mas Mariana, eles já falaram que não vão aceitar o que você pediu, já está um valor bom, minha filha, já subiram. Falei, não, eu mereço ganhar esse valor e pode ficar tranquila que eles vão vir atrás de mim.
Tá bom. Todo insegura. Não, passou um mês. Dois meses, nada. Três meses, eu estava embarcando pra fazer um trabalho em Fortaleza. Eu não esqueço disso. Toca meu telefone. Eu, alô. Oi, Mariana, é o seu fulano, tudo bem? Eu, tudo bem. Ele falou, você poderia assinar qual dia o contrato com o valor que você pediu? Vale, yes! Tô chocada! É isso, é isso. Então, o que que isso me ensina?
Você tem que saber o seu valor. Com certeza. Porque não adianta você falar assim, fulano não me valoriza, eu não me sinto valorizada, eu mereço mais. Qual é o valor que você passa para as pessoas? Qual é o valor que você sente que tem? E ali, naquele valor, você precisa se firmar. Com certeza.
Se firmar e afirmar. Eu não aceito menos que isso, porque eu sei o que eu entrego. Isso para qualquer campo da vida. Eu ia falar, isso não é só um trabalho, né? É, sobre relacionamento. Relacionamento, tudo. Tudo. Não peça algo que você não consegue oferecer e não exija do outro aquilo que nem você exige de si mesmo.
Nossa, um tapa na cara dele. Mas é verdade. E, Cláudia, agora tá. Pergunta que não quer calar. Essa história é verdade? Você negociava os seus contratos? Ou eu fui enganada? É verdade. É verdade. E não só negociava os meus contratos, como negociava os contratos dos meus colegas.
Os meus colegas chegavam na frente do Boni, na época do Boni ainda, na frente do Boni e levavam cola na perna. E eu falando, porque eu escrevia tudo. E eles falavam igualzinho o Boni. E eles falavam assim, nossa, você tá falando igualzinho a Cláudia Raia.
Era eu negociando o contrato com os meus amigos. Não tô acreditando. Eu gosto muito de fazer isso, porque eu sou produtora, né? Então eu gosto de fazer isso, de negociar. E aí foi assim, a vida inteira nunca ninguém entrou na TV Globo pra negociar pra mim. Nunca. Em 40 anos. Olha isso. Que demais. Eu entrei lá com 17 anos. Primeiro contrato já fui eu que fiz. Olha isso. Nossa. De família, eu acho, né? Né?
Eu acho que já vem da sua mãe, já vem de tudo isso aí. Já vem, é. Minha mãe era esse poder de mulher, entendeu? Essa mulher avanilhada pra frente. E isso diz muito sobre precisamos estar bem pros nossos filhos estarem bem. É isso. Que a hora que a gente sabe o nosso valor como mãe, a hora que isso deixa a gente tão segura também, que a gente passa a segurança pra criar. Exatamente isso.
E aí entra o negócio de você tomar para si as responsabilidades das suas escolhas e falar, eu estou fazendo isso porque eu sei quem eu sou, eu sei que eu estou oferecendo o que de melhor eu tenho para oferecer. Então...
A culpa, ela some, né? Porque você sabe quem você é. Então, imagina se eu não soubesse a culpa de entrar no carro e não ter assinado o contrato. Ela ia me fazer voltar atrás.
E assim você vai aceitando migalhas. Migalhas. Migalhas pela vida. Como você vai aceitando migalha na vida, no relacionamento. É aquele pãozinho velho que caiu no chão. Então, nesse aceitar migalhas, olha que legal isso. Eu escrevi o livro Basta Sentir em 2020. E eu passei cinco anos.
estruturando um curso online. Então, eu passei cinco anos escrevendo, desenhando esse curso, preparando e estudando para poder fazer não só as imersões presenciais, como levar esse curso para todo mundo.
do mundo fazer. Com um valor super acessível, enfim. Pra que todo mundo conseguisse atingir a sua meta, se desenvolver pessoalmente, encontrar tudo isso que eu acredito que você precisa buscar pra atingir a sua potência máxima. E aí, gente, eu lancei ano passado, eu gravei o curso, são 50 aulas do Bacinti o Treinamento. 50 aulas? 50 aulas, eu gravei grávida de 8 meses.
as 50 aulas, 20 minutos cada aula, em média gente, trabalhou loucamente trabalhei loucamente, durante esses 5 anos fazendo tudo que eu faço na vida eu ainda estava preparando pra poder lançar uma coisa de muita qualidade, tá bom isso é um ponto
Hoje, nós estamos com... Hoje mesmo, a gente tem um marco de 20 mil alunos em cinco meses de lançamento. 20 mil alunos. E agora, eu lancei o Basta Sentir Relacionamento.
Que é sobre isso que a gente estava falando. Exatamente. E aí, a hora que eu estava vindo pra cá, eu estava no carro, porque eles têm um... Os nossos alunos têm uma comunidade no Telegram, né? Seis mil pessoas no Telegram, falando o tempo inteiro e contando das transformações e tal.
E assim, esse trabalho, gente, é o meu propósito de vida. Porque é o meu trabalho hoje e eu consigo transformar a vida dessas pessoas, ajudá-las. Então isso aí vocês não têm noção, é o que mais me realiza. Pergunta se eu quero, ah, quer fazer uma novela? Não, eu não quero, eu quero fazer isso que eu tô fazendo. Porque não existe realização maior do que alguém chegar pra você e falar assim.
Você, através do que você falou, você transformou minha vida, transformou meu dia, sabe? E essa sempre foi minha busca. Mas por que eu estou falando isso? No Basta Sentir Relacionamento, as pessoas acham, os nossos alunos ali falando sobre isso, que eles iam entrar para assistir as 30 aulas e já no começo eu ia falar, olha, nós vamos fazer com a lei da atração o seguinte, você pensa no relacionamento que você quer.
E não é nada disso. Isso vai acontecer na última aula. Por quê? Porque eu tenho, eu tento ao máximo, passar por essas aulas mostrando para as pessoas como elas estão aceitando migalhas uma vida inteira. E que elas precisam virar essa chave, senão elas vão passar o próximo relacionamento do mesmo jeito que foram os últimos dez. Refém.
Porque o que você faz? Você entra em repetição. Então, da onde vem isso? De você primeiro saber o seu valor, saber quem você é, e isso é uma construção, para depois saber o que você quer. E aí, então, você colocar na sua tela mental.
Que legal. É muito legal, gente. Já lançou esse, então? O relacionamento. O bacinte e o treinamento são 50 aulas onde você passa pelo desenvolvimento pessoal, inteligência emocional, são quatro pilares. Espiritualidade e a busca alinhada com o desejo.
Que é quando você entende o que você quer. Mas antes você tem que passar por esses pilares. E aí agora a gente lançou 30 aulas do Basta Sentir Relacionamento. Nossa, isso veio explodir, né? Isso tem no link na sua bio. Tem o link na minha bio. Ai, parabéns. Então entra lá, gente. Dá tua boba, boba. É demais. Mariana Rios. Arroba Mariana Rios. Eu queria saber se mudou.
a relação com a sua mãe depois que o Paulo nasceu, porque eu acho que grávida a gente ainda não tem tanta noção mudou a relação com ela? mudou completamente eu fiz um post falando sobre isso outro dia e engraçado a quantidade de gente que interagiu com esse post, porque
E aí você sente que não é uma coisa só sua, né? E você perguntar isso agora faz todo sentido. Mudou muito. Eu passei a amar mais a minha mãe de um jeito diferente. Entender as inseguranças dela, os problemas dela. E assim, até mesmo entender coisas que ela passou na vida.
que em determinado momento eu não consegui mensurar. Quando, por exemplo, ela perdeu meu irmão, hoje eu consigo imaginar.
que foi isso, né? E saber também que ela entregou o que ela conseguiu, né? Porque é sobre isso também. Ser mãe é você estar ali à disposição, mas você faz o que você pode, o que você consegue naquele momento, né? Que momento é do casal?
que você está vivendo, que momento é esse individual que você está vivendo. E cada filho, você está num momento diferente. Você é uma mãe diferente para cada filho, porque cada filho é diferente para você também. Com demandas diferentes. Então é muito bonito ver essa...
Esse entendimento, né? De filha com mãe, principalmente filha e mulher, né? É. Não é que acho que a gente entende também que elas também estão sendo mães pela primeira vez. É. É isso. É isso. E aí você... Não, mudou tudo, gente. E como eu disse, não só a minha relação com a minha mãe, mas a minha relação com a vida.
Com certeza. Minha relação com a vida virou outra, assim. É uma nova pessoa mesmo. Uma nova pessoa. É bom a gente renascer, né? Então, com essa emoção linda que você trouxe pra gente agora no final do Procurando... É sacanagem isso, viu? Porque eu falei pra Cláudia, me chamo no último dia que eu não vou chorar. E olha que eu... Ela falou. Não chorou. Tá tudo bem. A gente queria que você olhasse pra sua câmera e desse um...
Um depoimento, um alerta, uma mão estendida, um acolhimento para as nossas mamães que estão nos assistindo. Essas mamães tentantes também que acompanham tanto, né? Sim, sim. Que ainda estão lá na expectativa. 50 mil mulheres tentantes no nosso Bacente de Maternidade. 50 mil mulheres. Ali todo dia conversando na comunidade.
Bom, é maravilhoso falar nesse lugar agora como mãe, né? Da última vez eu falei como tentante. E eu acho que ser tentante se estende.
para tudo na nossa vida, a gente está sempre tentando, tentando ser melhor, tentando fazer por nós, tentando fazer pelo outro, tentando abraçar o mundo, tentando com que...
não sejamos perfeitas, mas que consigamos atingir o que de máximo a gente pode atingir de potencial nessa vida para mostrar para nós mesmas que a gente não veio na vida passeio. Isso no momento que você tenta engravidar, no momento que você se torna mãe.
No momento que você começa um relacionamento, no outro que você termina um relacionamento, no outro momento que você passa a colocar as pessoas em prateleiras diferentes na sua vida. A vida é uma eterna tentativa, mas melhor do que tentar é você colocar na sua cabeça e no seu coração de que você está fazendo, você está fazendo, você não está só tentando.
E ao fazer, você se transforma. Pegar tudo que Deus tem para te oferecer, que a vida tem para te mostrar, e colocar isso como uma transformação, onde você vai subir cada dia mais um degrau de evolução na sua caminhada. Então, para as mães, eu desejo que vocês...
Que vocês tenham no coração um sentimento que me abraça todos os dias, que é o da escolha. Da escolha de cuidar desse ser. Onde ele veio, no meu entendimento, para me ensinar, eu vim para aprender. E ele está aqui para...
ter a minha ajuda durante a sua caminhada, durante o seu processo. Então eu como mãe abraço o meu filho para ajudá-lo no seu caminho. E ele como filho me ensina a cada dia ser uma pessoa melhor.
Ai, que linda. Muito obrigada, Mari. Sempre muito especial. Muito bonita essa sua caminhada. Muito bonita esse estado de aperfeiçoamento. Porque eu tenho falado agora a minha nova frase. Não existe perfeição. Existe estado de aperfeiçoamento.
A gente está evoluindo a cada dia e a gente precisa perceber isso. Que a vida nos dá essa chance todos os dias. Basta a gente perceber. Muito obrigada, Mora. Basta sentir. Muito obrigada, Mora. Uma última frase.
que me fez olhar para a vida de uma forma mais leve. Minha prima Laura, madrinha do meu pititico, que falou ela para mim, eu cheguei com algum problema, alguma coisinha ali, uma coisinha bem mínima, mas que eu estava transformando em algo maior. Ela falou assim, má, é só a vida acontecendo.
E é isso. É só a vida acontecer. E a vida é tão boa, né? É maravilhosa. A vida vale a pena, é ou não é? É bonita. Aí apelou, né? Cantou, apelou. A gente pode cantar, a gente pode fazer um dueto. Eu e ela. E eu danço, se quiser, também.
Gente, estamos terminando nosso programa adorável com essa criatura linda Mariana Rios, que nos ensinou tanto nossa entrevista. A gente aprende nesse programa. Muito, eu amo. Que loucura. E você se inscreva no canal. Sim, e tem o QR Code que está aparecendo na tela. O link na descrição. Usem o cupom MATENIDELAS10 lá no site de Veleda. 10% de desconto. Aproveitem. Beijo. Tchau.
Weleda
babykolik