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JOÃO GUILHERME - PODDELAS PODCAST #547

08 de maio de 20262h7min
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Nesse episódio, o PodDelas recebe João Guilherme para um papo, quatro anos depois de sua primeira vez aqui! Ele, que cresceu sob os holofotes do Brasil, abre o jogo sobre sua transição de ídolo teen para um dos atores mais promissores da sua geração. Ele fala também sobre os bastidores de seu novo filme, "O Rei da Internet", onde vive um hacker em seu papel mais maduro até hoje. Além disso, conversamos sobre moda, a pressão da fama precoce, amadurecimento, a relação com a família e fofocas! Dá o play e vem assistir esse episódio especial! E tem que se inscrever no canal! Clica aí!

Assuntos2
  • Fofocas da InternetPreparação do ator para o papel · Baseado em fatos reais · Abordagem realista e crua · Amadurecimento do personagem · Produção associada de João Guilherme · Festivais de cinema (Miami, Bafici) · Gênero de ação e comédia · Referências cinematográficas (Catch Me If You Can, O Lobo de Wall Street, Meu Nome Não É Johnny) · História de hacker brasileiro · Origem do personagem em Porto Alegre e Guaratuba · Talento e descoberta no computador · Colaboração do hacker Daniel · Livro autobiográfico 'dn.com' · Construção do roteiro e entrevistas · Subtexto e motivações do personagem · Preservação do adolescente no personagem · Comparação com a adolescência do ator · Habilidades de hacking e segurança digital · Golpes e fraudes online · Cenas de ação e festas · Gravações noturnas · Cenas de nudez e intimidade · Classificação etária (18 anos) · Convite para o projeto · Produção e divulgação de filmes no Brasil · Pré-produção e figurino · Ação realista vs. ficção científica · Papéis desafiadores e profundidade emocional · Histórias reais e homenagens · Expectativa do público em histórias reais · Fidelidade à história real · Participação do hacker Daniel nas gravações · Relação familiar do personagem · Peruca e caracterização · Tatuagens e cobertura · Gravação em São Paulo e Curitiba · Cenas de perseguição de carros · Perda de peso e massa magra para o papel · Desregulação do sono e alimentação · Estresse e impacto no corpo · Duração das filmagens e tempo de inatividade · Faculdade de fotografia e estudo · Procrastinação e necessidade de disciplina · Aprendizado de idiomas · Ensino online e dificuldades de aprendizado · A espera em sets de filmagem · Disciplina e profissionalismo desde cedo · Primeiros trabalhos no cinema e TV · Vocação e paixão pela atuação · Interesse em ficção científica e fantasia · Filme 'Blade Runner' · Direção de fotografia e arte · Produção de filmes e realização · Figurino e moda nos anos 2000 · Futuro distópico e futurista
  • Carreira de Guilherme SiqueiraTransição de ídolo teen para ator promissor · Crescimento sob os holofotes · Amadurecimento e pressão da fama precoce · Referência de moda · Ator de novela e influenciador
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Oi, gente! Tudo bem com vocês? Seu meu bem-vindo! Bem-vinda de volta! Obrigada, amiga! Não sei nem o que eu posso falar, então fala você. Gente, não posso falar nada, é um projeto especial. Minhas unhas foram embora, então já começo dizendo que onde eu estava levaram minhas unhas embora. Foi bem punk, então não consegui a tempo. Eu pousei ontem, acabei de chegar, então eu vim correndo. Ó, já botou algumas dicas aí, que pousou, que não tava aqui em São Paulo. É, que levou as unhas. Que levou as unhas.

Que é um projeto especial. Que eu sumi. Máximo que eu posso dizer é isso. Tá. Que bom que você tá de volta. Voltei, amiga. Bem-vinda. Suspeitaram que a gente tava brigada ou não?

Fiquei com medo. Será que elas brigaram? A gente não brigou, tá bom? Porque da última vez que eu saí de uma turma delas... É, mas acho que não falaram nada, não. Eu já falei, gente, ela já volta. Pelo amor de Deus, não irrita. A galera entendeu. Mas, ó, se inscreve no canal, deixa o like, compartilha o vídeo, comenta. Por favor, se você tá assistindo pela televisão, pega seu celular aí e engaja com a gente, tá? Obrigada, porque normalmente assiste na TV e não faz nada, tá? E segue a roupa pode delas nas redes, né? Só aí. Tic-tac.

No X. No X. Todos os lugares a gente tá sempre lá. É isso. E tem as nossas também. Arroba Tata, arroba VTube, tá aparecendo aí pra vocês. Segue, porque caiu tudo seguidor de todo mundo, a gente merece voltar. Então você segue lá pra frente. É verdade. E ó, hoje a gente recebe pela segunda vez aqui no Pod, um convidado assim que literalmente ele cresceu, né, na frente das câmeras, vocês sabem. A gente acompanhou ele virar ídolo teen, ator de novela, influenciador, referência de moda, assunto de fofoca.

E agora ele chega aos cinemas vivendo, talvez, acho que o papel mais maduro da sua carreira, sabe? E dá pra perceber que ele chega num momento realmente muito diferente, né? Quatro anos se passaram desde a primeira vez que ele esteve aqui. E agora ele tá num momento que ele percebe que é um cara mais focado na arte. Que tá estrelando, inclusive, um filme super denso. Inspirado numa história real de um dos maiores hackers do Brasil, tá?

Ele só tem 24 anos e não dá pra negar, gente. O bichinho trabalha, tá? Esse currículo aí, ó, extenso. E esse amadurecimento vem de alguém que começou muito cedo. Cresceu trabalhando, estudando, se reinventando na frente do público. E também vivendo a vida, né? Porque ninguém amadurece sem viver um pouquinho. E hoje a gente quer falar com ele sobre tudo, né? Realmente sobre o novo momento, o novo filme, que é o rei da internet. Então, com vocês...

João Guilherme! Seja bem-vindo! Obrigado, muito bom estar de volta. Adorei a apresentação. Você gostou? Falaram tão bonitinho. É, a Maíra, nossa roteirinha. Muito obrigado, Maíra. Muito bom estar de volta.

Seja bem-vindo, que bom que você veio Já vamos falar desse momento então, né? Você tá vivendo do Rei da Internet Vamos falar do presente, né? Eu tô até um pouco sem voz Eu peço perdão pra todo mundo Porque a gente tá nessa semana maluca de pré-estreia O filme Rei da Internet estreia dia 14 de maio nos cinemas

E essas semanas a gente tá tendo algumas press. Aí primeiro que tem press, daí acaba que a gente conversa bastante pra câmera, entrevista. Então, naturalmente já... Ele é muito, é o dia inteiro, né? Não, é o dia todo. Então, naturalmente já gasta a voz. Aí ainda que todos esses dias que foi São Paulo e Rio, a gente quis confraternizar depois, né? Porque...

Aí a equipe do filme é de São Paulo. Festinha, né, João? Aí lá no Rio temos os amigos ali, os colegas também, né? Os atores. Isso, exato, de profissão também. Então, acabou que a gente curtiu muito. Então, por isso que eu tô com a voz assim. Mas... Bons motivos. Bons motivos, ótimos motivos. Não me arrependo. E a gente tá estreando esse filme agora. É um filme muito legal. Uma ação, assim, também. Super cômica. É baseado em fatos reais o filme, né? Sim. A história é bem surreal.

Mas é baseado em fãs reais, o que foi o que me prendeu, também quis, me fez querer fazer parte desse projeto. E tá muito legal, é um trabalho realmente diferente do que as pessoas costumam me ver assim, né? Por mais que o personagem é muito novo, acontece ali quando ele tem...

entre 15 e 17 anos. Nossa, surreal, né? E eu já fiz também personagens adolescentes, né? Durante muito tempo, mas é totalmente uma abordagem, totalmente diferente do filme, né? É uma coisa super realista, assim, uma verdade meio crua de uma vida que ele entra, uma vida de poder, de dinheiro, ambição.

E tudo muito jovem, né? Um personagem que ainda tá emocionalmente se desenvolvendo, um menino de 15 anos. Eu vejo quanto que muda essa coisa da idade muito louca, desde essa idade dos 15, eu penso em mim e até os meus 24. Você falou assim, tô hoje com 24, tem 4 anos que eu vim aqui. 4 anos ao mesmo tempo que é muito tempo? Poxa.

assim, acontece tanta coisa, a gente muda tanto, sabe assim? Não, se você for ver o seu pod de 2022, é outra pessoa. Não, é muito louco. Não, é outra pessoa. É outra pessoa de tudo. Por fora, por dentro. Isso, enfim, é incrível. Mas a gente tá vivendo esse momento super legal. Tô muito feliz com o resultado do filme. Eu sou produtor associado desse filme também. Ah, sério? Legal! Exato. Isso torna um projeto muito mais especial pra mim, porque...

Eu comecei a me preocupar não só com o meu personagem, que é como eu costumo trabalhar, mas com o projeto todo e como essa história vai chegar no público, entendeu? Nas audiências, assim. Então, a gente, poxa, apresentou o projeto lá no Festival de Miami, que foi muito legal. Aí um público... Tinha uma galera, né, bastante latina ali, porque Miami é muito uma conexão entre América Latina e América do Norte. Mas tinha os gringos lá, adoraram.

A gente fez na Argentina agora o Bafisse também, que é um festival lá da Argentina muito legal de cinema.

Eles amaram também. E agora a gente pode ter o contato com o público São Paulo, Rio, etc. E isso é muito bacana, sabe? Poder ver as pessoas saindo animadas ou esse boca a boca é muito importante. E é muito importante realmente quando a gente gosta de um filme, eu acho que a gente falar sobre, com amigos e tal, pra gente poder influenciar e, poxa, instigar a galera também a conhecer, ver o filme no cinema. Mas a classificação do filme é o quê? Drama, comédia? Não, é ação. É ação, totalmente ação. É uma versão, assim.

É uma ação meio policial, assim. Isso que não é sobre isso. É meio um Catch Me If You Can. Tem uma locução muito interessante, uma coisa como O Lobo de Wall Street. Uma das grandes referências, né? E nacionais, sim, pro filme é Meu Nome Não É Johnny.

que, poxa, um clássico, assim, que tem muito a ver com o meu personagem, com a história. Então, é esse gato e rato, assim, sabe? Que eu acho muito legal, assim, a gente tem muitos aqui no nosso país, tem muitos filmes de ação, muitos ótimos séries, mas também muito num contexto polícia, bandido, polícia e narcotraficante, essa coisa também da questão de Rio de Janeiro, né? Enfim.

Mas é difícil, é uma história local, sabe? É uma história de Porto Alegre, Curitiba, Paraná. Tipo, é por ali que acontece. Ele é de Porto Alegre? Não, ele vai pra Porto Alegre trabalhar. Ah, tá. Ele é de... Ele é, na real, se eu não tô falando besteira. Ele é tipo meio exterior de São Paulo, alguma coisa. Mas se mudou pra Guaratuba. Que é uma cidade bem menorzinha assim. Ele era muito infeliz lá. Sofria muito bullying. Nerdinho também.

A pessoa que acaba que se muda muito, tem aquela questão de não conseguir fazer muita amizade, tinha uns probleminhos de saúde. Ele era super esquisitinho, realmente. Não gostava de comer, tomar um sol, sabe? Não gostava dessas coisas. Comer, tomar um sol, não exercício, nada. E aí, quando ele descobre talento no computador, pô, aí era o prato cheio pra ele. Poder ter contato com aquela tela ali. E ele se descobriu muito bom em alguma coisa, né? Porque o menino tem talento. O Daniel, que tá vivo.

e presente, colaborou com o filme. Ele é um cara muito inteligente, com toda certeza. E aí, pensando, então, no adolescente Daniel, então, mais ainda, né? Porque um menino de 15 anos, aprender, fazer as coisas que aprendeu por conta. Quantos anos ele tem, atualmente? Hoje em dia ele tem 30 e tantinhos.

Trinta e tantinhos é ótimo, esqueceu. Trinta e tantinhos. Não, eu não sei, porque eu nunca cheguei a perguntar exatamente, mas se ali na época, 2004, ele tava tipo, 2006, 4, ele tava com 15, ele tava com trinta e tantinhos, né? Ah, saquei, saquei, saquei. E aí, como é que foi a preparação? Você conheceu? Como é que foi esse laboratório? Foi incrível, cara, assim, né? É uma autobiografia, é inspirado num livro dele, que ele escreveu um livro sobre a história dele, chama dn.com, que é essa autobiografia.

Então, é inspirado no livro também, mas também pra construir o roteiro, porque é diferente, total. O Fabrício, nosso diretor, e roteiristas, etc., tiveram muitas entrevistas, sessões com o Daniel, pra ele poder contar a história, entender qual é esse caminho que a gente queria seguir pra roteiro, pra história. Isso foi muito importante. E eu pude beber da fonte, porque a gente vê muitas dessas autobiografias.

depois posto umas pessoas que já morreram e como que o ator vai entrar em contato com a pessoa que não tá lá uma pessoa que já morreu, uma pessoa que às vezes é inacessível talvez mas pô, o cara tava ali, sabe então poder trocar essa com ele e entender realmente

o interno, né, assim, porque eu acho que o meu trabalho enquanto ator é também criar o subtexto. Eu tô lendo, eu já li o livro, conheço a história. Eu li o roteiro, tô entendendo a dinâmica e as falas. Mas e o subtexto? Ah, isso faz parte do trabalho do ator na construção do personagem. Isso foi muito bom pra mim porque eu fui atrás justamente do subtexto. Não da história só como foi, me conta como foi. Como foi, ele já escreveu, eu já li, eu quero saber o que tá passando aqui dentro, né, assim.

O que move ele, motivação e medo. Que pra mim são as coisas mais importantes, né? Que é o que move e o que para uma pessoa. Então, como o cara se sentia nisso, o que realmente tava passando na cabecinha dele. E também tentar preservar o adolescente que existe ali.

É isso, a história ali se passa dos seus 15 aos seus 17 anos, mais ou menos, e ele vive todas essas loucuras, só que ele ainda era um adolescente. Tipo assim, antes dele começar essa loucura de trabalhar com organizações criminosas, ele não tinha beijado uma pessoa na boca, não tinha feito uma coisa, ele era um nerdolinho, assim.

Então, tem ainda um menino ali, um cara que não tem jeito, sabe? Não dá pra perder, de repente foi lá pra... É, exato. De repente foi pra Porto Alegre e virou um gangster, um cara muito descolado, assim. Ele tenta, talvez, mas é um adolescente, é um menino frágil, é um menino...

Você ficou lembrando de você, adolescente, entendo trazer... Um tanto, assim. Um pouco pela inconsequência, assim, não se compara, claro. Eu fui um adolescente muito mais tranquilo que o Daniel. Eu lembro, a gente se conhecia. Mas a gente também não era nada tranquilo, mas com limites. O que o Daniel não conhecia... Gente, nada tranquilo. Que história são essas? A gente era muito novo a sair tanto.

É, isso aí é muito. É muito ativo também, sabe? Tipo, a gente... Eu, no caso, ainda, sei lá, 16 anos, estudava, trabalhava. Só que também tinha independência financeira. E também minha mãe sempre foi... Sempre deu muita liberdade. Nossa, com 10 anos eu adoro enrolar já. Sempre teve muita confiança. Mas muito. 16, muito.

Mas assim, a gente vivia. Ou seja, eu já fiz coisa sem pensar. Ah, o pique. Nossa, é uma energia nessa idade. Tipo, eu tinha energia pra sair. Hoje em dia, tem que me arrastar pra fora de casa. Meus amigos ficam muito chatos. Eu tomo. Eu tomo. Eu tomo mesmo. Eu faço a posição de B12. De injeção na bunda. Na veia soro.

Óbvio. Vitamina D também. Ferro. Todas, gente, eu faço tudo isso. Mas nessa época era muita energia, então eu lembro de um adolescente, um cara que tava vivendo o que ele tinha, né? Se eu soubesse talvez hackear, talvez eu tava feito muita coisa errada. Sim, porque a gente não pensa. Não, não, não, porque eu moro ali aquele cara, é que eu não tinha aqueles superpoderes, é uma outra coisa, porque esses caras são superpoderes, ele consegue entrar.

invadir o seu computador, sequestrar a sua máquina e suas informações e roubar seu dinheiro, te expor se ele quiser, sabe tudo de você. Esses filmes me deixam numa nóia surreal de tipo e naquela época você conseguiu entender como que hackeia só um pouquinho? Porque pra você conseguir entrar tão profundamente. Não, porque o negócio é o seguinte

O que o Daniel me explicou, né? Porque, óbvio, eu fiquei muito curioso sobre como ele... Hoje ele trabalha, ao contrário, com meio que segurança nessa área digital, entendeu? Ah, eu ia perguntar o que ele faz do Palmeiras. Justamente, porque o negócio é isso no mundo todo, né?

Tem um hacker, tem um menino, um gênio, atrás de um computador, que entra lá no Pentágono e rouba coisa do governo, que tem um monte de funcionário pica lá pra proteger isso. Aí, o que que faz? Prende o cara e fala assim, ó, tem duas opções, ou você vai apodrecer na cadeia, ou você vai trabalhar pra gente e vai fazer ao contrário, você vai mostrar como que você faz pra quebrar, acessar essas falhas, pra gente...

Enfim, consertar isso. E ele se torna esse cara mais doutor nessa parte de segurança, mas é claro que o conhecimento não vai embora, e eu acho que nem a curiosidade, porque é inevitável, mas ele já falou que nessa questão moral, assim, ele não acha legal, ele não compactua, porque durante muito tempo, mesmo depois, por exemplo, sem ser criminoso, ele já comentou...

Sobre, tipo, ah, que ele usava às vezes pra ver coisa de um amigo, ou pra entrar, descobrir alguma coisa que queria saber. Isso é um poder, é uma dinâmica que não faz bem pra pessoa. Não. Isso não faz bem pra pessoa. Se procurar, acha. Eu ia querer procurar, acha. Não é legal, sabe? Viola a pessoa que tá sendo investigada. Pro cara, depois é uma culpa também, é uma sensação merda.

Então, tipo assim, ele não, o princípio não hackeia não, mas é que naquela época a internet estava engatinhando, né, e muito do filme ele fala disso, assim, era um momento que os primeiros computadores estavam sendo vendidos, assim, no Brasil, estavam começando a entrar num escritório ia ter um computador, num médico ia ter um computador.

Então era muito mais fácil. Não era seguro. Ele aprendeu sozinho num fórum hacker, meio que o fórum daquela época, e lendo revistinha falando sobre hacker. E ele foi começando fazendo coisa pequena, coisa boba, tipo baixar a música de graça, videoclipe de graça, acessar a revista, enfim, fazia coisinhas bobas, invadia o computador do amigo e botava um susto pro amigo tomar na tela. Até descobriu como clona cartão.

Como pega essas coisas. E aí ele é meio que recrutado por outros hackers maiores pra trabalhar nas operações, assim. Entregar, eles entregam conta, clonam um monte de conta, entrega pra eles, vai tirando um pouquinho de cada. E o banco indeniza todo mundo, né? Já caem vários golpes, sim. Ele fala isso. Você já caem vários golpes? Vários. Puta.

Fica em várias pessoas. Ótima. Eu sou a cara... O clubista gosta. É eu. Você é ingênuo? Você acha na hora do... Caiu em todos. Caiu um recentemente. É? É, caiu em todos. Eu sou bem tonta.

Olha isso. Eu gosto de saber. Exato, eu adoro saber. Dá na cara dela. Eu não lembro. Eu acho que de uma pessoa de 80 anos, de um senhor de 80 anos, eu esperava isso, Vi. Eu esperava. Agora, de você, uma pessoa da era digital. Eu não lembro como começou, como que começou. Foi assim. Sabe? Já começou errado. Eu, um pouco, mão de vaca, né? Como sou. Falei, vou vender meu sofá.

Ah, eu coloquei no Mercado Livre, vai vender meu sofá. Mercado Livre não tem nada a ver com isso, uns queridos. Nada a ver com vocês, vocês não são culpados. Aí eu recebi um e-mail falando, seu sofá vai ser vendido. Aí eu, ê! E o e-mail, Mercado Livre perfeito. Ah, mas foi. Tudo perfeito, assim, tipo, o e-mail, a... Não, e depois o WhatsApp, é, o tudo. Aí guiou o WhatsApp. Como que tem o WhatsApp, pô?

Tava lá na minha conta do Mercado Livre, meu número. Eu falei, foi o Mercado Livre que me chamou. Aí, eu chamou, olha, pra aprovar a compra, você tem que pagar o... Porque, assim, a gente paga uma parte do Mercado Livre, né? Qualquer venda. E ela falou que eu tinha que pagar primeiro, porque na hora que eu recebesse ia descontar pra eles. Um negócio assim. E eu fui lá e fiz o Pix. Aí, desse Pix, pediu uma outra taxa. Da outra taxa, pediu outra taxa.

Aí, eu fui pagar as taxas. Aí, quando eu fui, eu paguei o valor do sofá inteiro.

Uai! O que tá acontecendo, gente? Aí eu cheguei meio... Aí o BTG me chamou. Eu falei o nome do banco. Que era o meu banco na época. Quer dizer, é meu banco ainda. Eu tenho alguns. Aí eu cheguei assim, BTG, o que tá acontecendo pro meu gerente? Aí ele... A gente não chama? Você não desapega só o seu gerente. Daí eu, meu Deus do céu. Tá caindo no golpe. E é simples assim.

Quem faz um pix pra vender o sofá, ela tem que ganhar o pix. Inclusive, tem uma pessoa na nossa quadrilha que o trabalho dele é meio que atualizar essas iscas, entendeu? Porque a internet vai crescendo. Ah, eu sei quem é essa que atualizou a minha isca. Fotinho dela, carinha dela, a Gabela. Antigamente.

Era uma coisa besta. Você botava que a pessoa ganhou uma herança de um príncipe nigeriano e a pessoa acreditava que ela foi sorteada. Tipo, só que as pessoas... Aí, beleza. Aí o negócio do príncipe nigeriano ia caindo as pessoas conhecidas. É, vai ficando conhecida, eles têm que mudar. Igual o golpe do WhatsApp. Esse primeiro golpe do WhatsApp. A quantidade de pessoa que caía com mãe faz um pix, mãe precisando de um dinheiro.

Até hoje cai, né? Mas no começo, tipo, todo mundo. Não, e aqueles que recebem SMS. Compra aprovada e tanto do seu cartão. Você fala, meu Deus! Você já quer ligar, você já quer resolver. Isso, tipo assim. Então, tem pessoas que estão só pensando em mudar a isca sempre pra pescar. Eu sou uma ótima isca. E você é o peixe. Para! Você está falando isso ao vivo?

Ela não decide mais nada sobre ela. Ela tem o financeiro que faz os pagamentos. Ela não tem acesso ao banco mais. Tiraram de mim. Pelo amor de Deus. Tiraram de mim. Agora tá com ele. Acabou. É. Já chega? Amém. E você... Onde ele tá agora? Nesse momento não dá pra saber, porque...

antes de ontem a gente tava junto em São Paulo, aqui na Pré aí teve uma festa, a festa de São Paulo foi mais pra frente do que a do Rio porque a gente tinha mais tempo também e grande parte da equipe era daqui aí o negócio é o seguinte ele ia pro Rio também falou que não foi pro Rio porque tava passando mal

deu alguma questão, ele tava passando mal. O que eu acho é que ele, desde que ele era o Daniel, aquele Daniel do filme, ele não tomava uma do jeito que tomou ali na pré-estreia, tava com ressaca e não foi pra pré-estreia do Rio. Entendi. Então, onde ele está agora? Se recuperando. Ele tem família? Onde vive? O que come? O que ele faz? O que ele come? Como vive? Inclusive que a família dele tá no filme, né? Tem uma relação bonita, tem uma lição bonita ali com o pai.

tem relação com a mãe, e eu nunca cheguei a conhecer a mãe, mas cheguei a conhecer o pai e parte ali da família dele, que estão sempre lá. E foi muito legal, o pai dele ficou muito emocionado com o filme, porque é uma história complicada ali, né? Imagina o filho, tudo que o pai passa de um filho que...

é sequestrado pela polícia com 16 anos, tem que ir lá resolver pica de filme de um adolescente com um policial, pai super simples, sabe? Tipo assim, super tipo, meio certinho, e ele super ambicioso, tipo, que eu quero sair daqui, que eu quero ser cidade, que eu quero ser grande, que eu quero isso, que você não vive essa sua vidinha pequena. Os caralhos. Então, é uma relação complicada ali, mas que, graças a Deus, né? Mas ele não casou, teve filhos. Cara, não. Não é casado, não tem filhos, ele é solteiro, ele é...

Ele é um cara bacana. Tá vivendo. Tá vivendo. Ele é um cara bacana, tá aí. Ele cuida da segurança, né? Não é, exato. Ele trabalha pra gente grande. Fazendo o bem, né, gente? Que é isso. Se você tem uma inteligência dessa, faça o bem, né? Mas se todas as merdas que eu fiz, que eu não tinha 15 anos...

né? Pois é. Teve que aprender a fazer o bem depois, né? É, que bom. Tem que dar uma reviravolta, é isso. E o cabelo, gente? Peruca, né? Então, eu achei que você tinha deixado crescer real. Pois é, isso é muito bom. Porque justamente é essa a intenção. A intenção. Então, é muito legal, porque...

É, eu... É claro, o cabelo é uma coisa, um traço ali muito marcante do personagem, até porque é muito diferente do que as pessoas conhecem de mim. E a gente tava muito preocupado, porque se parece que é uma caracterização, não é legal, né? Tipo assim, e é complicado, né? É muito fácil fazer uma peruca realmente ficar natural, não tem cena, pô, abaixo da água, coisa suada, coisa do cabelo bagunçada.

E em nenhum momento, tipo assim, eu achei que ia me perguntar muito sobre, tipo, ai, e é cabelo, e é peruca, e é caracterização. E as pessoas acham que se passar era meu cabelo, porque falaram um pouco sobre, tipo, essa parte, assim, sabe? E quando eu falo que era peruca, as pessoas falam, é peruca? Ah, achei que seu cabelo tava assim, achei que seu cabelo ficava assim, tipo... Mas quanto tempo pra caracterização? Ó, então, eu tenho uma questão, né?

Que eu tenho bastante tatuagem. Então, a minha caracterização sempre não. Porque, inclusive, pra esse personagem, é isso. Então, aproveitar que ele era nerdinho, etc. Então, a gente tem um monte de roupa. Manga comprida, tipo assim. Tudo pra ajudar também, né? Então, quando não tinha que cobrir muita tatuagem. Por exemplo, as cenas de nudez. Ou sem blusa, sem roupa.

tem que cobrir um tanto de tatuagem. Aí eu vou chegar ali realmente um tempo antes e eu demoro uma horinha e tantinho. Ah, de boa. Não, é suave. E é bom pra mim. Porque a gente demora todos os dias. Sabe o que é muito bom? Porque é ótimo, porque é o tempo também de eu chegar, porra, sabe, aí se sentar, acordar, respirar, tomar uma...

Tempo de tomar um café, ler, eu tenho uma hora pra ler o que eu vou fazer no dia, tipo assim, tão suave, assim, é até bom, por um lado, essa questão que me dá uns minutinhos pra respirar, antes de chegar, comeu, foi pro sete, porque você acha que é meio atordoado, né, então poder ter esse tempinho antes pra mim chega a ser sagrado, e aí com a peruca eu tinha mais um tempinho também, assim, mas era rápido, assim, a Tati, puxa, a Tati...

que foi uma das caracterizadoras, ela é ótima, e ela fez um ótimo trabalho, assim, então, foi bom, foi bom que enquanto eu tava com a peruca, eu pude deixar o meu cabelo que tava curtinho, embaixo, pra ir crescendo, então eu fiquei, tipo, dois meses e meio sem mexer no cabelo, porque eu sou agoniado, eu sei, logo quero cortar, logo quero raspar do lado, logo, então foi bom que eu fiquei também dois meses e meio todo dia botando a peruca, e eu esqueci o cabelo, deixei, fui deixando, lambi o cabelo. Dois meses e meio? Foi pra... É, uns dois meses e meio.

E onde vocês gravaram? São Paulo, grande parte tinha em São Paulo. E aí algumas coisas, imagem de drone, e foi lá pro Curitiba. Entendi. Você pode dar spoilers? Mais assim, a fundo? Tipo assim, a sua cena mais legal, que você mais gostou de gravar? Ou a mais difícil? Tá bom. Sem tanto spoiler, mas com spoiler. A cena mais legal, cara...

Porque tem muita coisa muito legal. Isso é a verdade. Mas ele tem muita cena dirigindo uns carros. E isso era legal. Porque uns super carros antigos, assim. E eu ia dirigindo, né? Eles colocavam um raio dentro do carro. Um outro carro com a câmera. E vai, passa, volta, acelera. Você ia se divertindo ali. Então eu ia só achando o modo da hora, assim. Testando os carros. Essas cenas são legais. E as sequências de festas tendem a ser...

legais, porque são mais descontraídas, assim, ao mesmo tempo são muito cansativos, quando acaba a gravação, você tá, tipo, ferrou, não tem saúde, não tem nada, fica doente. Alguém passou atrás que não era pra passar. Não, não é tanto de coisa. Mas, assim, também é super divertido, porque é isso, a gente fez sequência de festa, noturnas, que...

O filme tinha muita noturna também. Puta, era verdade. Muitas partes do filme eram noturnos. 60% do filme eram noturnos. Caraca. Então, é um horário meio de maluco, né? Assim, eu odeio horário de noturno. Então, é muito ruim, cara. Se chega 10 da noite e sai 10 da manhã. Sim.

O último filme que eu gravei me buscavam 3h54. Irmão, 10h da manhã? Nossa. Pra que 3h54 buscar? Que horas que dorme? É, tem umas coisas de produção que fica meio... Não, não, não. Porque aí quando o sol... Uma coisa é trabalhar até... Nossa, o sol tá raiando, cansei, ufa, acabou. Outra coisa é o sol raiar e você tem que trabalhar mais 4h. Já é 10h, o sol já tá estralando, Fih, a hora que você vai embora. O dia começou e você não sabe quem você é. A olheira aqui embaixo já. Você não sabe que o olho piscando, espasmo no olho.

mas a gente ama e cena de nudez você já tinha feito? hum

Não, assim, igual nesse filme, não. Já tinha feito cenas ali de sexo, né? De íntimas, assim. Mas peladinho, bundinho, e realmente, tipo, naked, assim, realmente, não. Muito bom! Porque, tipo, sempre... Sempre com um jogo de câmera, coreografia, ou já é deitado na cama, então, tipo, já não vai aparecer seu corpo inteiro, a pessoa já tá no ato, ou você já tá de costas, mas de, tipo...

corpinho, assim... Por a bundinha pra jogo, não tinha posto. E aí, botar corpinho nele, isso. E aí, foi difícil? Foi difícil? Como é que foi a sensação? Difícil não, é divertido. É divertido, porque você chega lá, tipo assim...

Primeiro que, todo mundo adulto ali, né? Sim. Sim. Todo mundo é adulto aí. Quem nunca viu uma bunda? Quem não é? Tipo, tá brincando. Então, tudo bem. Aí de alguém tá achando gracinha. Eu vou falar quantos anos você tem pra um cara que tem muito mais anos que eu e ele vai ficar sem graça.

Então, tipo assim... Mas você é muito maduro. Eu acho ele super maduro. As pessoas super respeitam. E, principalmente, dependendo da cena, também o set já é um pouco mais reduzido. Eles reduzem sete. Principalmente se vão ter outras atrizes, assim, também, né? Pra ficar mais à vontade, né? Eles têm um cuidado muito maior quando tem mulher em cena também. Uma coisa é só eu nu. É uma coisa, mas é um mega cuidado.

Então, isso ajuda a gente a ficar seguro. E aí, de duas uma, tinha umas cenas, por exemplo, ali de nudez, que eram coreografadas, com cenas de intimidade coreografadas. Então, é isso, o set reduzido, vai lá e tudo certinho, tudo no tempo, tudo combinado. E aí, tinham também, por exemplo, aí umas sequências de festas, etc., que ele se relaciona muito com garotas de programa, assim, e aí tinham outros que aí eram mais um outro tipo, é assim, ó, oi.

a pessoa vinha já ciente do que era, que era uma prostituta, etc. E normalmente eram pessoas que eu fazia timing conteúdo para a rede, que não se importariam de aparecer num filme peladas, etc. E aí, para a gente ter mais uma liberdade em cena, de assim, eu estou na cena...

A gente foi fazer um monte de take, um monte de repetição, e não tinha como ensaiar. Então, pessoas que estavam ok de posso tocar nos seus peitos. Então, se eu tocar na cena, vou tocar nos seus peitos. Ou, por exemplo, na cena, no caso, eu tô... Imagina a mulher, fica à vontade assim, vai ver a... Mas era assim.

porque elas que era o trabalho delas, tipo, elas também estavam lá pra fazer o trabalho delas, então eu falava, tipo, ó, então, pegar no pé de vocês ok, pode passar a mão no corpo de vocês ok, elas, não pode passar, então, eu também a cena aqui, eu sou jovem, eu sou hacker, e vocês são garotas de programa, e eu tô contratando aqui então, se quiser, pode vir, pode tocar a mim, pode vir, botar aqui no meu pescoço, beijar aqui

pra ser real também, né? Isso, não, fica à vontade porque quando dá o ação e entra o ação e o corta a gente tá aqui vivendo isso e assim e morre ali até porque é uma troca muito impessoal também, sabe? São pessoas que a gente se conhece porque isso não é a galera do elenco assim, sabe? É como se fosse uma figuração alternativa

Então, tipo, era isso, assim, é uma coisa super profissional ali, mas tinha esses dois formatos, assim, pra essa cena de intimidade. Entendi. Então, sempre... E transava bastante, pelo visto, então. Porque... Ah, transava... Ah, não, transou um pouco. Transou bastante. Quando ele fala que não é bastante, é mentira. É. É relativo, mas... Sim. Mas então a classificação do filme é qual? Putz, então, acho que é 18 anos. 18, né? Provavelmente.

É 18? Uai, porque tem muito sexo, bebida, esse tipo de coisa, normalmente é 18. É que é muito, tipo assim, essa coisa da indicação, assim, de idade é meio... Se tiver sangue, por exemplo, já vai pra 14. É. Se tiver agressão, insul... 16. Já... Não, não, não.

Ah, eu acho ótimo mesmo, né? Pra gente saber se leva a ser, né? Isso, é ótimo. Não que é um filme de criança. Então tem fiscalização, né? Isso é uma verdade também. A fiscalização dessas coisas também não é. É mais pra avisar o público. Mas é, claro, é indicação. Mas, tipo, é isso. 18 anos não é filme pra criança, não é filme pra adolescentinho, é pra adolescentão, jovem, adulto. Tá. E como foi o convite?

O convite foi através do Fabrício e do Lucas, que é um dos produtores do filme, da Clube Filmes. E eles vieram até mim, dizendo que tinham essa ideia, que tinham lido esse livro, do DN.com, e que pensaram em fazer um filme, porque a história era surreal, era história de filme.

E me deram pra eu ler, falaram que eu ia ser o Daniel, etc. Quando eu li, eu falei, caralho, óbvio, o que eu quero fazer. Tipo, é o tipo, quando você lê, é o tipo de filme que você gostaria de assistir, que eu, pessoalmente. Então, essas coisas, eu acho que na hora de escolher um projeto é muito importante. Tipo assim, tem hora que você vai ler um negócio e fala, caralho, quero muito fazer, porque é isso que eu gostaria de assistir.

É o tipo de coisa que eu consumiria, que eu tenho curiosidade. Então, foi bem simples, assim. E aí, desde o começo, foi uma ideia deles pra gente poder também...

fazer, criar esse projeto juntos, assim, sabe? Quatro, cinco, seis mãos. De me tornar um produtor associado também. Foi sua ideia ou deles? Deles, assim, foi uma coisa que partiu de uma conversa entre nós, assim, mas eles estavam abertos desde o começo também, porque...

Cara, eu acho isso super valioso, assim, quando um ator, uma pessoa que realmente vai estar participando do filme, como no caso eu que sou o protagonista desse filme, que eu tô 100% no filme, a gente poder estar próximo e participar de algumas coisas, assim, não só do nosso trabalho, mas também é muito legal, sabe? E também aproveitar e ser inteligente de...

Entender também eu, enquanto então João Guilherme, autista, as portas também que a gente consegue abrir de realmente negociar e poder vender o filme, poder falar do filme, poder entregar o filme, que não é fácil fazer cinema no nosso país, não é fácil arrastar as pessoas pro cinema, as salas todas tem filmes internacionais, tem tudo Diabo Veste Prada, aí no mês seguinte é o Homem-Aranha, aí no outro mês é o Jurassic Park, aí no outro mês é o Mario Bros. Então, se a gente não fala, se a gente não...

não faz se a gente não tá envolvido, é muito difícil. Então poder tá ajudando a ter certeza que a gente tá dando o melhor pra divulgar esse filme é muito legal, porque, poxa, imagina que chato, um projeto que, sei lá, imagina, pra mim é tão especial, que eu gosto do meu trabalho no projeto, que eu achei um filme incrível, mas aí imagina que, no caso, a produtora não tá fazendo um trabalho de pós legal, não tá divulgando, o negócio do marketing não foi bem feito, aí você fez um filme incrível, deu o seu melhor, a sua vida, e as pessoas não vão ver o seu filme.

então tem muita coisa tem o cinema a arte e tem o cinema o business também então poder entender um pouco entender como as coisas são no mundo real é interessante legal, e quanto tempo de preparação antes de começar a gravar? a pré mesmo

Pré-produção começa uns dois meses antes, assim, também. Tem de figurino, caracterização, casting, até três meses antes começa uma pré-produção. Sim. A preparação de drama, pré, eu tive duas semaninhas, assim, não teve muito tempo, mas graças a Deus deu certo. Mas a pré-pré é isso, uns dois, três meses pra conseguir fazer tudo, figurino, levantar equipe, bater, fechar toda a equipe. Achei pouco.

É, acho que é muito, também, do filme. Tem filmes que, se fazer uma pré-produção do Star Wars, fodeu. Sim, mas eu achei que foi... Mas por ter muita ação, eu achei que fosse demorar mais. Foi rápido até. Não, é... É assim, mas porque é isso, cara. O filme tem muita ação, mas o nosso país tem muita coisa pra fazer ação. Principalmente essa ação. Essa ação policial, essa ação realista, né? Não nave espacial superpoder.

Sim, que é mais caro, inclusive. Muito mais caro, assim, fica uma coisa inviável. Mas isso a gente tem, assim. Então isso, né, não significa que é barato, mas isso tem as pessoas certas. A gente tem ótimos profissionais que explorem coisas, capotam carros, que tiram de polícia.

Então, isso aí sim vai acontecendo. Mas às vezes é isso. Às vezes é um filme muito importante. Tipo assim, vai fazer uma autobiografia de um cara. Se você não achar alguém que vai ser fiel ao negócio, a pré-produção vai durar o tempo de você encontrar a pessoa. Pode ser 10 anos. É, isso aí. E o filme vai ficar na gaveta porque não tem a pessoa certa. E então, aí que depende. Tem projeto que tá... Que eu tô ouvindo falar que eles estão. E aí recebe ok. Aí começa a pré-produzir. Aí depois... E aí

o streaming ou a empresa ou a produtora muda a estratégia, aí segura o filme, congela o filme, a gente vai ficar quatro anos ouvindo o nome de um projeto que não existe, aí quatro anos depois o negócio, oi? Lembra aquilo lá? Vai rolar agora. Vai começar, vai ser estudado, tem como, ainda tem, então tipo é muito doido. E ao mesmo tempo do dia pra noite você pode cair em uma.

Tipo, eu hoje recebi o OK de um projeto muito legal que eu vou filmar agora. Não pode já expor? Não posso, é assim. Mas é cinema também. É, porque é muito... Eu recebi a ligação hoje e eles ainda não divulgaram nem a existência do projeto. Mas, puta, é pra cinema. Mas você acha que é uma coisa mais... Um papel mais maduro ainda que esse ou... Não, assim... Maduro, não sei se é a palavra. Mas eu acho que desafiador, não. Não. É esse...

O Daniel realmente tinha muito mais uma profundidade emocional ali. Muitas camadas pra trazer, contradições no personagem.

Esse outro eu acho que é uma coisa um pouco mais ok, assim, aprofunda menos no personagem. Mas é um filme que eu, quando soube que, enfim, estavam produzindo, que ia se tornar uma realidade, eu fiquei muito feliz porque é um filme sobre uma pessoa que existiu, é uma grande, uma linda homenagem. E é uma pessoa que eu sempre admirei e sou muito fã, então eu fiquei muito feliz, assim. Ah, agora eu fiquei curiosa! Eu também! Muito feliz de poder contar a história, seja lá como for. E você acha mais...

Desafiador. Não, não. Você acha mais desafiador fazer, filmar um projeto que é uma história real? Ou não? É mais desafiador ou não? Eu acho que...

talvez o público tenha mais expectativa também, né? Eu acho que depende, tem uma coisa assim, eu acho que... Aquilo ali você não pode mudar, é aquilo ali, sabe? Enquanto produção, sim, é desafiador para a produção. Porque se realmente acontecer um negócio, principalmente se é uma história conhecida e não tá conduzendo, isso já é um grande conflito, eu acho. Um filme que tá contando uma história real e que tá errado, que tem incoerência, sabe assim?

Então, acho que para a produção é. Pra nós, é isso. Imagina se eu fosse fazer um...

Um cara que está aí, que está vivasso aí, que existe um cantor. Eu vou fazer alguma coisa. Vou ser o Roberto Carlos, por exemplo. Pô, a gente tem muita coisa do Roberto Carlos, assim. Então, claro, eu ia tentar realmente incorporar esse cara. E é um trabalho de tudo. De corpo, de voz, de... É um trabalho. E, sim, há esse desafio. Mas, ao mesmo tempo, por exemplo, nessa história agora do Daniel Nascimento, que é baseado em fatos reais, o cara existe.

Não é um documentário, cara. Tipo, esses filmes não são documentários, sabe? E a ideia é de verdade, não é fazer a mímica do Daniel Nascimento. Até porque não temos isso. Tipo assim, eu pedia pra ele, cara, me dá vídeo, foto. Porra, você viveu tudo isso, você não tem um monte de vídeo, você não filmava, você não tirava foto, cyber shot, hand cam, não tem essas coisas. E ele, mano, eu tinha, mas aí na época como teve o real com a polícia, meio que eu me livrei de tudo, sabe?

Tipo, queimei tudo, paguei tudo, joguei todos os computadores fora, os bagulho errados fora.

Então, tipo, ele não tinha, então não tinha como eu me prender muito a isso. Eu precisava entender o que move aqui e o fora, que o corpo é uma resposta do que tem dentro. E eu acho que se tivesse dentro igual, fora ia conduzir assim. E ele tá feliz. E a família dele também. A família dele falou, eu sou prima dele, você tá fazendo igual. Que é muito bom, que eu nem sabia. Que legal. Que legal, porque eu não tinha nada assim pra ver muito dele. Tinha uma...

Uma imagem dele, duas imagens dele de reportagem de quando a operação aconteceu, da polícia e tal. Diz que é super rápido. Dois segundos dele passando, um segundo dele olhando. E só. Tinha nem o Orkut. E ele foi nas gravações? Acompanhou alguma coisa? Não, ele fez parte, ele ajudou no roteiro assim, né? Mas ele teve presente, sim. Em algumas gravações ele foi, mas ele não mora em São Paulo também, ele mora no sul, assim, não sei exatamente qual a cidade, mas...

Então, como a gente filmou tudo aqui, ele não estava o tempo todo, mas participou bastante do projeto em si. Como é que fica a sua vida quando você está gravando um projeto como esse, que você era o protagonista e gravou, sei lá, há quanto tempo? Então, e aí tem as publicidades, tem os eventos. É bem intenso e, claro, tem que equilibrar tudo. Então, essa demanda de publicidade, eventos, diminui. Ou, às vezes, diminui porque a gente que escolhe. E eu hoje prezo pela minha saúde.

Se, nossa, é uma puta oportunidade, eu também vou atrás da maleta e eu também quero fazer minha vida mudar. Então, tipo assim, depende, sabe? Às vezes, é isso, esse projeto. Realmente, estava muita demanda de mim. Eu estava até num momento pessoal, que eu também estava vivendo várias coisas. Estava começando a conhecer pessoas novas, começando a gostar de gente. Então, isso tudo enquanto tinha que estar lá mil graus, sabe?

Aí começa a ficar... Aí, por exemplo, eu tive que emagrecer bastante por esse personagem, né? Ai, teve? E tive pouco tempo. Então... Como você fez? Bom Jaro! Não tinha isso, infelizmente. Não tinha bom Jaro? Mas, pá, para de comer, né? Tipo assim, não... Claro, né? Não de uma maneira... Tinha que emagrecer quanto? Quanto eu.

quisesse. E eu queria o máximo que eu pudesse até o negócio, porque o menino tinha 15 anos e tipo, e eu tava não forte, nada, mas eu faço academia. Então tinha um músculo ali, um corpo. Um muquinho. Um corpo ali que o menino não ia ter? Não ia ter nada. Tem água aí?

por favor. Ah, faz sentido, é verdade. Era o máximo que eu conseguia. Então, tipo, é isso. Mudei treino, tudo. E aí, só que aí quando você faz isso, então, você perde peso, aí perde massa magra, que não é só perder gordura, você vai perder também músculo. Você vai ficar mirradinho. Aí tem uma coisa de postura. Aí com esse sono que fica desregulado, parece que você tá... É como se você trabalhasse um dia na China, um dia no Brasil. Um dia no Japão, um dia em Nova York. Por quê?

É tipo, um dia o horário é das 10 da noite às 10 da manhã, aí do outro é 6 da manhã às 6 da tarde, aí de repente é do meio-dia à meia-noite, da meia-noite ao meio-dia. Você não tem, não consegue regular sono, não tava comendo direito, porque era isso.

pro meu caso, assim, era realmente há pouco tempo fechar a boca. E acaba que falta nutriente e a gente fica doente, a gente fica... Então, tipo... B12 ferro, né? Não, mas mesmo assim, velho. Óbvio, muita coisa. Mesmo assim... E aí, tem uma coisa que eu não sinto na pele, no dia a dia, mas que o corpo sente, acaba isso, que é estresse, porra. Eu não me já acho um cara estressado, mas poxa, eu sei que eu sou, que meu corpo é, minha cabeça sente. Com fome ainda? Tipo assim...

Mais ainda. Então, é muito intenso. Sem dormir? Mas, tipo, é isso. São dois meses da minha vida. E eu posso fazer um filme e ficar um ano inteiro sem trabalhar. Por exemplo, a gente filmou isso em 2024. E as duas últimas coisas que eu filmei foram em 2024. Eu tô há um ano e meio sem filmar absolutamente nada. Então, tipo, essa loucura que eu vivi dois meses e meio, três meses...

Agora eu tive um ano e seis meses sem viver loucura alguma. Sim. Me sentindo, eu me sinto até vagabundo. Tipo, quando eu acordo, eu falo, canamba. É isso, é esperar, vou fechar a publicidade. Eu comecei a fazer faculdade de fotografia, de tanto tempo o livro que eu tava, eu fazendo faculdade de fotografia, que é algo que me interessava. Falei, bom, estudar alguma coisa sim, né? Só que eu também, eu preciso do dever. Eu não, tipo... É engraçado.

Eu sozinho gosto de ler muito sobre meu trabalho, sobre atuação, teatro, cinema. Isso é porque eu gosto de fazer uma pesquisa sozinho. Mas realmente aprender, tipo, até com línguas. Tenho vontade de aprender umas línguas diferentes, uns negócios. Se eu não tiver alguém, tipo assim, vindo na minha casa e falando, vai, ó, lê, exercício. Procrastina. É difícil, entendeu? Mas eu gosto. Quando tem alguém botando uma pressão, tipo, é legal.

Então, eu falei, ó, vou começar a faculdade. O personal pra mim é assim, pra treinar.

Então, eu acho que não ajuda. Tem um guiar em cima. Então, ter o professor lá, ver o professor explicar isso na aula. Pô, fazer online, eu durante a pandemia tentei também, ingressei na universidade pra fazer coisa online. Nossa, fui fazer curso de moda online, a quarta aula, eu falei, ó, tô saindo, antes que tenha algum trabalho em grupo, eu foda alguém aqui. Não faça. É, porque alguém vai se ferrar. Então, eu não tô conseguindo a compa... Computador? E eu imagino, na pandemia...

Tinha acabado de fazer 18 anos na pandemia, ou seja, eu passei 16 anos da minha vida acordando todo dia 6 da manhã pra ir pro colégio, aí virou pandemia. Aí, de repente, eu ia ingressar na faculdade e eu tinha que acordar de novo cedo pra ver ninguém com a câmera ligada, uma professora passando slides, e aí eu ainda, tipo assim, ah, beleza, vou copiar slides. Aí não pode copiar o slide, eu tenho que ficar ouvindo o que ela tá falando e escrevendo com as minhas próprias palavras. Fala assim, moça...

Não pode copiar o slide. É, porque eu peço assim, oxe, segura um pouquinho aí no slide, pô, que eu tô entendendo aqui, eu tô lendo aqui, segura aí. Ah, não, não é pra copiar, depois eu disponibilizo o slide, mas não é pra copiar o slide, é pra você escrever o que você tá entendendo. Eu falo, bom, então eu vou escrever porra nenhuma. Então eu não vou escrever. Porque eu não entendi. Porque eu não tô entendendo, né? Então você me ajudar eu poder copiar e depois eu ler com calma, poxa, então era uma dinâmica que não rolava. Mas a vida do ator é assim, gente. Mas... Mas espera mesmo, né?

Mas espera, nossa, isso a gente aprende desde sempre. Inclusive gravando, né? Espera uma cena, espera outra. A cena vai ser às 10, aí às 5 da tarde. Você chega lá e não grava. Você falou isso da outra vez, você vê aqui, você lembra? Pô, óbvio, falei, tava indignado, foi naquela época ainda. Eu já cheguei no negócio 8 da manhã e saí 6 da tarde. Eu passei isso. Sem conseguir, os caras não conseguiram gravar 3 cenas que tinha antes.

Quando eu te conheci, você falava isso pra mim. Lá em Cúmplice de um Resgate. Ah, mas Cúmplice era muito. Você falava, tem certeza que você vai fazer? Você vai esperar. Aí eu... É tipo escola, filho.

Eu tive pra escola, o SBT era meu supletivo. É, não acabo esperando. Eu saía, só que aí que bom. Sabe assim, tem uma coisa... Só que aí que bom, que que bom.

Por exemplo, eu tô falando, tem uma coisa nos Estados Unidos que eu acho bacana, que é a educação pública ali, que eu acho muito interessante, como eles também focam às vezes nos interesses, hobbies, coisas que as pessoas já são boas. Então foi como se eu tivesse feito um college alternativo, porque eu fazia o colégio obrigatório e de tarde eu fazia minha aula de teatro, meu drama classes lá na SBT, entendeu? Então foi um grande escolão, porque vocês chegavam no horário e só saía.

naquele outro horário, porque também era muito assim, a novela é um ritmo muito pegado, tem 20 cenas por dia, eu nem era o protagonista, tudo bem que era um núcleo muito importante na novela, mas a protagonista então, Laysa Manhã, que fazia Gêmeas. Nossa! Ela gravava muito, meu amigo, eram 30, 25 cenas por dia.

assim, é muita coisa. É atleta de alta performance, é a protagonista de novo. É muita coisa, cara. Se a pessoa não tem tudo muito alinhado, se a pessoa realmente não ama muito o que está fazendo ali para estar disposta, pode ser uma coisa bem difícil. E você era muito novo. Naquela época, sim. Você era muito novo.

Já tinha disciplina, tá vendo? Então, assim, eu criei, né, nesses lugares que a gente aprende, e isso é um dos melhores lados de ter começado a trabalhar cedo, e que eu agradeço a Deus, que é isso, a gente aprende a ter maturidade, aprende a se comportar, e aprende a ter disciplina, tipo assim, muito antes.

E entender como se se portar com adulto, sabe? Tipo assim, e você não ser só a criança que não tem uma autoridade. Porque se você é só uma criança que age como uma criança e ponto, você vai ser pra todo mundo mas você vai ser uma criança. Não, o que você fala importa de menos. Atualmente não é assim. Mas...

Então, assim, tinha que falar assim, não, aqui nós é todo mundo responsa, pô. A gente aqui tá trabalhando todo mundo igual, todo mundo trabalha o mesmo horário aqui. Sim, você começou num filme, né? Primeiro trabalho que eu fiz na vida foi um curta, e logo após, um longa, meu pé de laranjeria. Sim. O primeiro curta eu tinha sete anos, que foi o meu primeiro contato com...

Então, como foi esse contato? Você, sua mãe, sei lá, te chamaram pra você e você demonstrou interesse? Ela levou? Porque eu me questiono muito até, assim, sobre crianças, né? Trabalharem com atuação. E eu queria entender se você...

Hoje, você fala... Lógico que hoje você tem uma carreira, algo que deu super certo, super consolidado. Mas lá atrás, você já pensou em fazer outra coisa? Você falou, puxa, talvez eu não começaria nisso. Não, assim, porque... É isso, não veio de... Não é como se você não estivesse vindo de mim, assim. Mas, tipo, foi o meu trabalho que me encontrou, sabe? Isso que é muito doido. A minha mãe...

conhecia um amigo que, tipo, ele não trabalhava exatamente com audiovisual, ele era empresário, um cara de negócio bem relacionado, e aí esses amigos deles estavam produzindo um projeto e ele tinha sido perguntado sobre indicações de crianças, né, na faixa etária, esse tipo-tipinho ali, é isso aqui. E aí ele ligou pra minha mãe e falou, né, então esse amigo me chamou e eu lembrei do Gui, que é super fofinho, ele não...

Não acha que ele quer ver? Não acha que ele gostaria? Eu não sabia o que era ator. Eu assistia... Eu ouvia a TV e adorava. Sete anos? Era real tudo. O que você assistia? Não, com sete anos, eu acho muito mais desenho, Cartoon Network, né? Era mais animação. Mas, tipo, eu não ficava nisso de, tipo, ah, isso é um... São pessoas trabalhando ali, tomando muito café e fumando muito cigarro. Eu só, tipo... Não, tudo tá rolando. Então, quando minha mãe me apresentou, primeiro eu, tipo, ah...

não sei se eu quero. Não queria muito, na real. Porque é uma coisa que eu não conhecia. E, tipo, o dia do teste era num dia que eu tinha programado de sair com amiguinhos da escola, eles irem da minha casa, os amiguinhos da escola. Então, ainda a minha mãe falou que era no dia e eu falei que não queria. Primeiro, porque eu nem sabia o que era isso e não tô entendendo o que você tá falando. E, segundo, porque o amiguinho vai em casa e eu não vou desmarcar com o Lipe.

O LIP. Você viu o LIP? O que aconteceu? E o LIP, se não fosse pelo LIP, eu não ia ter feito o teste. Porque eu falei que não queria fazer, porque eu não ia brincar com o LIP. E aí, a minha mãe falou, ah, mas o LIP vai junto, então. Aí fui eu e o LIP.

O Olippi foi junto no teste? Foi, foi. Essa é o amigo até hoje? Cara, a gente perdeu o contato, mas a gente se encontrou... Isso era no pré, né? Sete anos tava ali no começo. Aí depois eu saí desse colégio e a gente se reencontrou no colegial em outro colégio, assim. Mas aí a gente era de grupos diferentes, assim. Mas é um cara que fez parte da minha infância, eu adoro ele. Legal. E... Ê

Enfim, aí o Lipe foi, só que chegou lá e, cara, é muito doido que você chega por mais, ali tinham crianças de 7, 8, 9 nessa, ali, nesse range, assim, de idade. Só que, pô, uma galera que já fazia publicidade, aquelas crianças, tipo... Não, que você... Tipo, Maisa. Maisa não, mentira, que Maisa é tipo a ref. Dessas crianças, mas tipo, nesse nível, sabe? Crianças que carizam, sorriam, conversam...

Não, eu ia nesse teste, já sabia que ia pegar os testes. Falar essa aí já vai fazer, já sei. Sai caras e boca, sai tudo. Ai, mamãe, ai, papai, que que que? Tipo assim, eu não entendia nada disso. E aí, eu lembro que...

Esse primeiro encontro, esse primeiro teste, era mais pra eles conhecerem todas as crianças. Chamou todo mundo em roda. Eu adoro contar essa história, porque aí se eu vejo, eu me sinto de verdade, me sinto muito abençoado. Eu sinto que Deus me escolheu esse caminho. E aí botaram todas as crianças na roda e falaram, gente, e aí, bacana, você tá fazendo esse projeto, quem aí tá muito animado, quem aí quer muito fazer o negócio? Aí todo mundo levantou a mão, e eu levantei a mão só.

Não, levantei, eu só não me mexi, assim. E todas as crianças, assim, e eu, tipo assim.

Eu quero brincar com o Lipe. Aquele cara, né? Aquele cara que eu chamo a atenção, né? Aí o cara tipo assim... Você, por que você não quer fazer? Aí eu inventei. Foi a primeira lembrança que eu tenho de inventar um migué. Tipo, de mentir alguma coisa assim. Dar um miguezão. Eu falei assim, porque eu faço inglês terça e quinta. E faço natação também. Então, não sei se eu vou ter tempo pra fazer um filme.

E ele assim, gostei, responsável. Não, tipo, ah, entendi. Mas aí desenrola ali. Minha mãe, imagina, minha mãe assim, ó. Guilherme, caralho. Minha mãe tipo, muito puta, né? Ah, imagina. Aí saí de lá, os caras saíram de lá, os caras.

Não, Naira, a gente tá ligando porque a gente gostou muito do seu filho. Ele é muito autêntico. A gente gostou muito do seu filho. Tenho certeza que ele não quer fazer. Converso com ele. A gente pode marcar mais um encontro aqui, assim, agora sim, com os outros crianças, pra gente poder trocar melhor e tal. Aí minha mãe tava querendo me... Aí ela tava me explicando, só que é isso. Não tava entendendo o que que ia fazer na minha vida.

Não tava entendendo o que aquilo poderia... A oportunidade que aquilo poderia ser. Uma criança, né? E aí minha mãe fala assim, Guilherme, você vai ganhar dinheiro pra fazer isso.

E você não tá, sei lá quanto tempo podia pra ter um cachorro, porque a gente morava em São Paulo em apartamento, né? Aí não tinha cachorro. E assim, você vai ganhar esse dinheiro, que era um cachê de dois mil reais, e você vai poder comprar um cachorro. Aí eu assim, tô dentro. Vou fazer agora. Vou fazer agora, onde eu assino.

Que era meu cachorro. Ou melhor, onde você assina pra mim. E foi aí que começa, assim, cara. E aí, esse primeiro contato foi muito louco, porque é isso, entrar num site de filmagem, aquelas câmeras gigantes, aquela quantidade de adultos. Assusta. E você sendo uma criança pela primeira vez, assim, uma coisa que eu dei muita sorte é que eu sempre fui muito acolhido nesses lugares que eu trabalhei criança, né? Porque, é claro, você vê uma criança de sete anos, primeiro trabalho.

As pessoas que já trabalham com isso, que sabem a loucura que pode ser ali também um set. Então, tem um cuidado muito grande, né? Tipo, um carinho, uma proteção de introduzir até o mundo pra uma criança que é o primeiro trabalho. Conversar sobre o que a gente tá fazendo, sobre essa brincadeira que é atuar. Sim.

Então, foi muito importante, porque sempre tive pessoas, assim, sempre me senti muito em família, pessoas cuidando de mim o tempo todo, assim, de produção, que não podiam ter um ralado no joelho, então tem o assistente que tá atrás de mim, tipo assim, o menino não faz nada de errado. A babá, né? A babá do lego. Até os atores que eram da minha família, que me tratavam como filho, porque era ali a dinâmica, então...

E pra uma criança que brinca de faz de conta, qual é a diferença, né? Assim, então... Isso tudo me ajudou. E no meu pé de Laranja Lima, que é dois anos depois, e também, sem querer, não é como se depois eu entrei numa agência e depois... Nossa, isso virou... Eu fiz, experimentei, só que era um curto, foram três dias de filmagem. Muito rápido, mas achei muito legal. Eu vi coisas muito interessantes. Depois, quando eu lançou... Você gostou, então? Você lembra? Você tem essa memória? Tenho, tenho.

Eu tenho a primeira cena que eu tive que chorar. Eu não queria chorar, porque... Não quero. Se precisar, eu não quero. E aí, só que eu precisava chorar na cena. E aí começou a ficar tanta pressão pra eu chorar, porque parou o set, porque eu não queria chorar. E as pessoas, não, você precisa chorar. Aí, meu irmão, Guilherme, você precisa chorar. Não vai chorar, vai chorar. E eu, não, eu...

Aí ele falou, vai pro cena. Aí eu fiz a cena chorando. Meu Deus. Então é muito bom porque, é isso, eu era criança e é uma coisa muito louca. Ao mesmo tempo responsabilidade, ao mesmo tempo um lugar de... porque ele também era o protagonista do curta, ali, a história. Ele é um menininho que meio que girava ali a narrativa em torno dele, assim.

Então, tanta atenção também. De repente, todo mundo. É filme, é câmera, é posição, é microfone, é lapela, é figurina, é maquiagem. Eu tinha maquiagem de machucado, porque o menino apanha. Então, tipo assim, de repente eu tava com o olho roxo. Então, você vai achando tudo isso demais como criança. E no meu pé de laranja lima, então, que aí foi... Ah, você curtia, então? Mesmo tendo tudo isso, você curtia? Achei divertido, assim.

Mas não foi ali que eu me apaixonei. Tipo, sempre foi o contato que eu falei, uau, que lindo, legal. Que mundo, que era um cachorro. Exato.

E que mundo divertido. Mas aí eu volto pra minha realidade. Três dias depois eu volto a aprender divisão no colégio, na matemática, lá com sete anos. Volto a ter crush no colégio, volto ao vídeo nas brothers. Tipo, eu volto a ser um menininho aleatório. E que, tipo, não tem uma agência, não tô procurando, minha mãe não tá preocupada com isso. E aí, com nove anos...

O mesmo preparador que me preparou pro Curta, ele tava preparando pro meu pé de laranja lima, me indicou pra um teste também. E aí fui lá no teste. Aí nesse eu quis fazer dessa vez, né? Quando eu cheguei lá. Então, você lembra por que você quis assim? Era...

Eu lembro que esse eu já... Quando falaram do filme, minha mãe me explicou que ia ser algo muito maior. Minha mãe sempre foi muito clara. Tipo, isso aqui você tá trabalhando, Guilherme. Você tá ganhando dinheiro, esse dinheiro é seu. Sua mãe, eu vou guardar, né? Não vou te dar 30 mil reais. Mas esse dinheiro, tipo, você tá fazendo um negócio que é muito legal pra sua vida. E aí, eu lembro que foi por volta de 30 mil reais. Então, puxa, eu tinha ganhado 2 mil reais, tinha comprado um cachorro. Quantos cachorros eu não consigo ganhar?

Mas eu vou fazer isso pra essa vida, vou ter todos os cachorros no mundo. Você comprou o cachorro, né? Não, não, não, já tinha um cachorro. Mas você comprou o cachorro dos dois mil? É. Comprei. Ah, tá. Raninha, é um pug. Do Mib, o Mijo Preto, eu assisti o Mijo Preto. Mas tá vindo até hoje? Não, faleceu, mas faleceu tem, tipo, dois anos. Ela tem a idade da minha carreira, ela tinha. Ela faleceu, tem...

no anime, dois anos. Mas velhinha já, né? Velhinha, um punk que eu achei que não ia nem ver muito, porque o punk tem muito problema, né? Muito fácil. Mas ela, tipo assim, tadinha, ela também tava pudre. Mas tipo, mas ela tava também, ela ficou muito tempo, muito tempo fofinha, velhinha.

Se não fosse a raninha também, essas motivações, se o Felipe não tivesse ido lá pro teste, muita coisa, entendeu? Então, isso meio que me achou, e enquanto a criança que eu era, eu era o suficiente pra fazer parte desses projetos. Eu lembro que era tudo muito genuíno, criança. Eu não tava pensando muito o que eu tava fazendo. E por isso que é legal de trabalhar criança. Igual no primeiro teste, quando eu levantei a mão e falei que eu não queria fazer o negócio.

Nesse segundo teste, eu nunca tinha feito teatro no colégio, eu não fiz curso de ator depois. Mas uma vez eu tinha uma brincadeira. Eu tinha, vamos lá, você vai conversar com essa árvore, a árvore é o pé de laranja lima, improvisa uma conversa com a árvore. Ah, tá bom, vou sentar e conversar com a árvore. Tem que ir com o meu votoar? O que eu vou fazer? Aí eu lembro que ele deu ação, tava filmando, ele deu ação. E aí eu fiquei assim do lado da árvore parada e fiquei parado em silêncio uns bons segundos. Assim, uns bons segundos.

e aí ele falou, vai, pode falar e eu falei assim

tô ouvindo o que ele tá falando, calma. Aí ele adorou, porque ele falou assim, ah, entende, esse menino tá ouvindo o meu companheiro de Anjane, ele me conversava com ele há muito tempo, ele tá esperando ele acabar de falar pra responder. E é isso, pô, uma criança, sabe, que tá ali vivendo um momento, algo que depois quando a gente cresce, aí começa a automatizar coisa, começa a criar vaidade, e começa a criar uma super percepção de tudo que você tá fazendo, etc. Aí perde um pouco isso, né? E aí você perde isso.

Você perde essa... Você tá ali, a sua vivência, você perde o que vem de dentro. O que sai na hora é isso, é o que tem mais valor, assim, sabe? Eu acho. É claro, é muito importante ensaiar. É muito bom você ter ideias pra na hora o seu corpo até já ter essas coisas registradas e só sair de forma espontânea. Mas era tudo muito espontâneo. Era eu sendo criança, eu não tava brincando de hoje falar com uma árvore. Ah, então hoje eu tô brigando com meu pai. E eu tenho texto, eu sempre decorei texto bem...

Mas isso, por acaso, acho que vai de pessoa pra pessoa, assim, mas nunca tive dificuldade. Só que eu lembro, era muito bonitinho, tipo, e aí é isso, as coisas que eu aprendi lá até hoje, tipo, o SBT foi muito importante pra mim como ator, porque... Nossa, é uma escola, eu acho, o SBT, né? É, quer dizer, é uma escola, tipo assim, num lugar que...

Por exemplo, cinema e televisão é muito diferente. Uma novela do SBT com um filme de cinema, de prestígio, algo assim. Então, são duas linhas de atuação diferentes. Mas o que isso nos ensinou é a disciplina, é o negócio que tinha 20 cenas por dia, eu tinha que chegar com o texto decorado, irmão. Se você não chega com o texto decorado, é tipo um colégio, rola uma pressão. Daqui a pouco tá ligando pra sua mãe, sua mãe tá falando com você em casa.

Porque é isso, eu imaginei como se um funcionário da sua empresa não estivesse entregando o que precisa. Mas não tem como reclamar com o próprio funcionário que é uma criança.

Então, você tem que falar. Não pode a criança dar uma birra de criança e decidir que não vai gravar por birra. Não dá pra criança ficar sentidinha com alguma coisa e não querer trabalhar. Então, essa coisa da disciplina, assim, de texto e de força e de energia pra gravar um negócio de garra, a gente aprende lá. E aí depois, com a vida, eu acho que o ator vai crescendo conforme ele vai se conhecendo e, tipo, experimentando a vida.

Porque a gente trabalha com o que tem aqui dentro, querendo ou não, né? A gente arruma alguma forma de traduzir aquilo pra o que existe aqui. Então, uma pessoa que não vive, uma pessoa que não sai de casa, eu imagino que deve ser muito difícil. E você vive, né? Eu vivo. Você vive. Eu vivo, eu vivo, eu vivo, eu vivo os outros. Eu sou uma pessoa apaixonada por... Pelas pessoas, pelos humanos, pelas minhas famílias, pelas dinâmicas.

dos seres humanos. Então, não só vivo muito, mas como presto muita atenção. Sou muito interessado em tudo. E porque é isso, o meu trabalho me permite ser quem eu quiser ser. Eu posso um dia ser um empresário, um dia eu posso ser um cuzão, isso não só. Então, de cargo...

Se é empresário, se é um gari, se é um surfista, se é um whatever, mas eu posso ser um cuzão, eu posso ser um pai, eu posso ser um menino inseguro, eu posso ser um humano diferente. E todas as pessoas são humanas, assim. E é essa coisa de um julgamento que não pode ter com o seu personagem. A gente aprende, inclusive, a ter mais empatia pelas pessoas no geral, assim. Pô, eu sou muito compreensível, eu percebo.

E eu acho que pelo fato que eu sempre tive que compreender esses personagens, não julgar eles, né? Eu preciso entender o que motiva, o que é o medo. A pessoa que às vezes é cuzona é porque talvez não sou a que morre de medo de alguma coisa. Sabe? Então, é tudo a gente acaba... O que entende tanto entra nesse lugar, a gente se apaixona por pessoas. É muito difícil você julgar e ser um cara duro com uma pessoa, ser frio com uma pessoa. Sim. Sabe? Eu acho que a minha profissão traz isso.

Vamos fazer a dinâmica que tem tudo a ver, né? Tudo a ver. Falamos de personagem, tem tudo a ver. É, tudo a ver. A gente preparou uma dinâmica que se chama Minha Linha do Tempo. Então, a gente vai colocar aqui seus personagens e aí você vai falar um pouco do momento... É, o momento da sua vida. Você lembra também. É, que momento você tava, como você viveu aquele personagem. Vambora.

Bom, isso aí ficou como eu falei, né? Eu tinha 13 anos, tinha 12 e virei 13 assim que começaram as preparações. Gente, muito. E foi muito bom, porque... E é isso, é muito doido. Sabe como também esse teste? Mesma coisa. Depois no Pé de Laranja Lima, eu fiz um outro longa. Mas aí, tipo, a gente deixou as coisas acontecerem. Mas tinha a novela Chiquititas, que tava no ar, e tem o Pedro Henrique, que é um dos atores da novela, que morava no mesmo bairro que eu, no Panambi, eu cresci e mori no Morumbi ali, etc.

Tinha uma revistinha do bairro de Dia das Crianças. Aí foi eu e ele, a gente fez a capa da revistinha do bairro por conta dos filmes que eu havia feito. E ele, por conta da novela, etc. Ele levou a revistinha pro SBT, aí o SBT ligou pra fazer teste, etc. E, pô, isso aí foi um momento muito legal. Que loucura.

Sei lá, 13 anos, 12 anos, é um momento interessante. Tipo, eu não era uma criança. Longe de ser. Eu tava, inclusive, começando a me tornar aquele adolescente de 16 anos. Tipo assim, nasce isso. Pré-adolescente. Tudo, vaidade. Eu não sei se eu era um cara vaidoso antes do meu primeiro trabalho na TV, antes de ter visibilidade, antes das pessoas me reconhecerem. Eu comecei a me importar com a roupa que eu tava vestindo quando eu percebi que as pessoas me olhavam demais, que as pessoas tinham opinião sobre mim.

Ou é bonito, ou é feio, ou é criança, ou é o quê. Eu comecei a me importar e senti essa pressão até sobre...

Quem sou, como me visto, como apareço é com essa idade, assim.

E que isso tem lado bom, lado ruim, lado bom que a gente acaba que, se a gente trabalha isso, né, com terapias e com boas conversas, a gente consegue passar por essa questão da vaidade cedo e tem pessoas que a gente vê presas com isso de anos, né, com a questão da vaidade, essa pressão do negócio, de aceitação, de... Mas nasce aí, então aí é o menino, não é que brincar de nada. O que passava na sua cabeça nessa época que você lembra, assim, tipo...

Que eu passava, puta, que eu achava muito legal tudo isso. Que você mais pensava, assim.

Que eu tava começando a ser reconhecido. Você começou a ficar se achando na escola. E rede social, cara. Rede social nessa época. O Instagram também tava meio começando as pessoas a ter... É 12 pra 13. 12 pra 13. Tem certeza. Absoluta. Meu Deus, eu achei que você era mais velho. Não, absoluto.

Absoluta. E nessa época o Instagram tava começando a bombar. O YouTube já era uma coisa muito grande. Mas então você namorou com 12 pra 13. É disso. Não, eu tenho também foto. É disso, dessa época. Eu namorei de 13 pra 14. Não, mas agora eu lembrei na festa de lançamento do meu canal do YouTube.

Ah, é? O lançamento do canal? Uma festa que eu dei pantufa. Eu lembro das festas, eu não lembro quais eram as comemorações. Ah, que naquela época tinha festa de tudo. De tudo, né? É, mas eu fiz uma festa de lançamento do canal. 400k, festa de 400k. Nossa!

É verdade. A galera tava... Gente, eu achei esses dias fazendo uma limpa. Prés de tudo. A gente tinha em todas. É os primeiros um milhão de seguidores no Instagram. Hoje em dia é muito comum você ver um milhão de seguidores no Instagram na página das pessoas. Mano, nessa época... Lembra que tem uma festa na Cardoso? Que a gente era muito pequenininho que a gente foi? Pronto, tinha festa de tudo. Festa de tudo é do Christian. Não lembra o que que foi?

Do Christian, de dois milhões. Figueiredo tinha muita coisa boa. Nossa, a gente foi em muitas.

Então essa época começa essa relação com... Caramba, pode dar... Escloé, escloé agora. Muito feio. Escloé, deixa eu ver. Muito feio. Ah, que bom. Pode mostrar na câmera. Pode? Ué, mostra. Pode mostrar? Peraí. É dessa época que a gente se conhece. É mesmo. Seu viral.

Agora eu lembrei. Porque eu tive minha primeira namorada. É, eu também lembro. Eu com o Luiz e você com a Larissa. É esse momento da vida, sabe? Tipo, agora... Tipo assim, antes o menino tinha nojinho de menina. É nesse momento que você começa a não ter nojinho de menina. Você começa a querer namorar com menina. Ah, porque sempre é menino contra menina, né? É, exato. Foi? Foi? 11, 12, 13 anos é essa virada de chave. Foi 2016. Você tinha quantos anos?

As latinês aqui, pô... Você acha que eu não lembro? Quantos anos você tinha? Antes disso. 2016?

Essa idade, 2016, eu tinha 14. Um ano depois, é nesse ano, durante esse um ano. 14 anos! Quer ver? Gente, tô chocada. Tem 10 anos. Mas assim, você já é... Então, já trabalhava super. Já correria. E delícia, né? Vou jogar no Google, acho que é mais fácil. A gente não consegue parar. Pra mostrar. Pra você ver também.

Muito boa. É muito legal o que você fez lá. Eu lembro daquela participação sua na novela. Ah, foi bem. Era Vicky também, não era? Era Vicky o nome. Você fez participação? Fige, como que é isso? Aqui, ó. Vamos mostrar. Mas o Luiz só foi no set. Ele só foi bisbilhotado. Só foi bisbilhotado. Só foi ver o que tá acontecendo. Só me atrapalhou, inclusive, naquele dia.

Luca Tuber. Bom, aí eu já era o Daniel Nascimento. Sim, eu lembro disso. Aí eu tinha meus 16, 17 anos. Enfim, é o segundo trabalho que eu faço no SBT. Aí depois veio a carinha de anjo, que foi mais curta. E aí já veio essa. Aqui você tava com quantos? Ainda na escola.

Isso, 15, 16, não, 16 anos. Então já era ensino médio. Aí, tipo assim, deu aqueles 14 anos, eu acabei a novela e terminei namoro. Acabou esse ciclo do SBT, tipo, eu tinha 14 e tanto. Aí, até os 16, aí com 16 eu entrei. Teve um ano e meio de férias. Gente. Aí eu gravei, fala sério, um ano. Você terminou o namoro com 14 anos? Então o auge todo foi com quantos anos?

Eu tô chocada. Por isso que eu estranhei, porque eu já tinha 16, 15, 16. Eu achei que a gente tinha a mesma idade. Você tem quantos anos hoje? Tem 25. Não, então tem alguma coisa errada. Tem alguma coisa errada? Você tem 24. Tem alguma coisa errada? Luiz, então você não tá lembrando a sua idade, porque eu tenho certeza. Eu tenho certeza da minha idade, porque principalmente... Mas eu comecei a namorar o Luiz, eu tinha 14, mas 2015 eu já tinha 15. Se foi gravar 2015, 2016, 2000.

Ah tá, mas você ainda vai fazer 26 esse ano. Isso. Fechou. Você fez 24 agora? Eu já fiz 24. Ah! Isso é 2002. Ah! Nossa, gente, eu tô me sentindo uma velha. Idosa. Pode trazer minha bengala? Você é 95? 93!

Nossa senhora. Vocês são geraçãozinhos. Mas eu acho luxo, que nasceu em 90 ali também. Você acha luxo? Por quê? Acho luxo. 95, 93, 90. Agora o 9, eu acho igual do número 9. 90 e tanto. Anos 90, os caras usando jeans ali, aquelas roupinhas Brad Pitt, anos 90. Ah, agora voltou tudo? Exato. Então, né? Tá vivendo isso. Bom, esse momento eu tava em colegial. Gente, mas eu tô muito chocada com essa fase aqui. Do auge do namoro. 12 e 13. Não, 13 e 14.

Isso aqui, eu tinha 16, 17, tava como assim. O que passava pela sua cabeça? Então, ensino médio. Ensino médio. Você ficou pior, mais terrível ou tipo... Não, essa época dava mais trabalho. Não ali, na novela não tanto, mas na vida. Mas você era bem profissional, né? Tipo, de trabalho, assim. Uma coisa que é fato é, eu nunca faltei com chegar um dia no trabalho sem o bagulho que eu preciso fazer pra um outro.

E eu já, tipo assim, mas aí até um pouco mais velho, já cheguei sem voz, umas coisas que a gente vai aprendendo, que aí vai curtir uma festinha um dia antes, chega sem voz o negócio depois, ó.

Tá lá na bunda, né? Porque aí adulto já é diferente. Outra coisa. Mas, ó, todo mundo elogia o senhor João Guilherme. Não é? Todo mundo elogia no meio artístico. Artístico? Que você é muito educado, muito profissional. Dá trabalho. Não, não dou trabalho, não. O povo que rola na internet? O povo que rola na internet? Não, eu não dou trabalho mesmo, assim. Eu sempre...

É porque é muito respeito, né, gente, também. Não tô olhando, sou nenhum moleque mimado pra estar dando trabalho lá, porque o trabalho dos caras lá é fazer novela, não cuidar do meu trabalho. Eu não posso dar o meu trabalho. E aí, nessa época, você tava no ensino médio, mas já sabia que ia seguir isso aí, que não... Não, se eu fosse fazer outra coisa, eu ferrou, porque já tava quase formando e não prestei atenção em nada.

Então, o que eu disse a Ciliar foi, ó, é isso que eu vou fazer mesmo. É isso aqui que eu quero. Não, brincadeira, mas já sabia já, assim. Acho que depois do meu pé de Laranja Lima, eu decidi que eu ia querer. E aí com a novela ainda, tipo... Só afirmou, né? Que eu vi esse outro lado também bacana dessa vida, que minha vida mudou, de repente. Minha vida nunca tinha mudado, as pessoas não me conheciam por causa dos filmes, nunca.

Não, e você viu o mais denso, né? Porque mesmo que a novela não é talvez tão denso quanto, por exemplo, o personagem que você fez agora, mas a rotina pra uma criança é muito louca. E pra uma criança, a vida, pra mim, é como se eu fosse a minha vida no SBT, entendeu? Sim, sim. Então, mas isso que eu tô... Até acho que tem o lado positivo também, porque adolescente, nessa fase de ensino médio, a gente fica desesperado de o que eu vou fazer da minha vida?

Eu preciso prestar um vestibular, então... Eu tenho um amigo que tá até hoje nessa, gente, normal.

Isso é a maior bênção da minha vida. Não só sabia o que eu queria fazer, como estava já fazendo e construindo. E tudo isso fez parte da minha construção profissional, pessoal, então... Eu dou graças a Deus, sim, que eu comecei a trabalhar cedo. E dou graças a Deus que foi de uma maneira natural, né? Eu não acho nem um pouco que a gente tem que ficar influenciando, botando crianças pra trabalhar, senão é algo...

que parte dela ali de uma vocação, de uma arte, de um esporte, desse tipo de influência, de um estudo, que a criança é uma gênia. Aí eu não acho bacana, mas, poxa, eu sou muito grato, sou muito grato por ter começado cedo, que eu vejo como isso muda. A experiência, esses anos fazendo novela, experiência com produções que você ama, produções que você odeia, com trabalho que você olha e que você não consegue nem assistir.

de raiva, ou do projeto, ou de você, sabe? Tipo, você aprende, você aprende. E hoje, com 24, você já tá muito, muita paz no coração e na mente, sabe? Ai, ótimo. Próximo. Enzo, da ponte pra lá. Da ponte pra lá. Outra cara, já. Aí eu tinha... Ah, no 24 tinha não, foi? Caralho, 2024. Aí que 2024 estreou. Mas a gente filmou, tipo, 2023. Porque 2024 eu fiz o hacker.

Mas estreou em 2024. Isso aí na minha vida, cara, eu tinha acabado de me mudar pra meu primeiro apartamento. É uma história que passa, assim, minha investigação de um suposto suicídio, desconfiança com assassinato. Então tem essa coisa meio policial, assim, meio gossip girl. E é da Max, assim. E é legal porque da ponte pra lá, né?

e se passa na ponte estalhada ali, a cena principal na ponte estalhada. E eu sempre morei ali perto. E nessa época eu fui muito doido, porque quando eu recebi o teste pro projeto, eu quis bastante fazer esse projeto, eu falei, não, precisa ser esse cara, ele dirige na marginal, correndo com o carro.

ele é facilmente ser uma pessoa que eu conheço, tipo assim, sabe? Um cara que eu conheço, tipo, ele é sem noção, usa remédios, é uma droga, usa um negócio se adolecer, pega carro, acelera e é na ponta estalhada, eu da minha casa fiz o teste vendo a ponta estalhada, assim, sabe? Então eu falei, não. Sou eu. Quer dizer não. E deu. Mas estava num momento que eu não que o pessoal não estava muito legal. Aí isso reflete claramente no trabalho, se eu via.

A gente que sabe, né? A gente que sabe que tem um comparativo com outros trabalhos também, a gente sabe claramente como afeta. De pessoal, era em relação à vida amorosa ou vida do quê? Não, num geral, assim, eu acho. Eu tava num momento, é, num momento, as coisas também desolam, ali eu pude sair, de uma rotina, sabe? De pouca conexão de verdade com o meu trabalho. Ah, entendi, entendi.

A ideia afeta, né? Com certeza. Ela afeta, afeta. Tem que se entregar 100%. Às vezes, até com tanta coisa na cabeça, que não é que você não quer, você não consegue, né? É, é.

Ai, meu Deus! Ai, gente! Isso aí, ué, eu tava desenhando borboleta, eu tenho nove anos, aprendendo a desenhar elefante de costas borboleta. Não, minha filha é de cinco, seis, já desenha. É. As crianças hoje em dia... Primeiro namorzinho de colégio não anda de mão dada. Mas já? Nove anos não anda de mão dada.

Ai, pior que eu também já. Claro que anda. Sete anos já. De novo, não, gente. Sete anos já tava querendo mostrar o peitinho pro menino da escola. Menina. Vitória. Acredito, Vitória. Você acredita, né? Acredito. Meu Deus. Meu Deus. Eu era terrível. Com quantos anos pra eu me preparar? Sete. Sete? Sete tinha namorado já. Para, minha filha tem seis. Não, o quê?

Beijar na boca? É. Sete. Não, beijar na boca, selinho foi sete. Mas beijar, beijar foi onze. É, beijar, beijar foi onze. Selinho, não sei, não. Foi alguma amiga mais velha dos meus irmãos. Lá em Goiânia, eu lembro. Gente, o meu foi dentro do armário. Óbvio. O seu foi dentro do armário? Me escondi lá. E falei, olha meu peitinho ainda. E mostrou.

Calma, com 7 anos? Com 7, amiga. Não, não, não. Fala isso pra mim. Mas eu não sou referência. Eu não sou referência. Nossa. Para. A Bia tem que ser. Acabou de fazer 6. Não, não. Que isso, gente? Não, não. Isso não existe. Não, tá louco, louco. A Bia não é nada da Bia. Que isso? Ela usa vestido da Siderela. É o celular, né? Eu acho que o celular hoje em dia atrapalha. Ela nem tem acesso. E ótimo. É, isso aí. Tem que ser. Porque celular é... Não dá. Pelo amor de Deus. Não, você acha?

Lá em casa ela vai ter celular com 12 no mínimo. O Eli fala que é com 18. 15. É bom, é um bom presente pra 15 anos. Eu acho que 15 anos é importante. Pega o iPhonezinho mais top, ele mais giga pra ela ficar se achando. 15 anos. Eu acho mais... Não, mas o Yuji, sabe? O Yuji. Yuji da... Não, filho da Milady e do Wesley. Safadão.

assim, não sei a milady, sei o Wesley ele tem 15 anos e agora que foi liberado as redes e ele veio aqui, gente juro, que menino educado que menino inteligente um menino que tem o repertório o cara que prestou atenção no que tava acontecendo ao redor exatamente então assim, achei incrível e falei vou usar este exemplo 15 anos é uma idade a Bia assistindo isso ela falando que o sonho da vida é até um tablet, coitado Ê

Meu Deus. Mas eu tava sendo criança nessa época, muito criança. Próximo. Ah, legal. Fabrício, de volta aos 15. De volta aos 15 é hit, né? Para. É hit. Gente, muito adolescente descolado, né? É universitarezinho, né? Estudante de direito. Cara, esse, isso é recente, né? É recente.

Eu tava vivendo, eu já tava vivendo um momento legal, eu acho assim, da minha vida. É nesse que você faz o par romântico com a Maís ou não? É, né? E nessa temporada principalmente, que é a refe aí da imagem do ano, já era muito mais legal, porque já era a terceira temporada. E é uma série que, cara, de verdade, eu adoro ela, porque ela fica melhor cada temporada. Tipo, eu acho a segunda melhor que a primeira e a terceira melhor que a segunda. E vai ter a quarta? Nunca.

Não vai. Não vai? Nunca foi ótimo. Por que nunca? Porque já era pra ter, né? Já vai ter quando agora.

E não rolou o papo? Não, até rolou em algum momento. Mas aí papo é o business, né? No papo não adianta. Você sabe que eu não sou o público, mas eu sou o público, né? Eu assisti todos, porque eu sou assim, né? Não, bota a fé. Eu vejo uns negócios que não é pra ouvir. Mas eu sou super gostoso e muito feliz. Esse projeto foi um dos meus preferidos de gravar, porque imagina, gravando pra mais, é meu melhor amigo, poder ver ela todo dia, é uma benção.

Uma diversão, né? Não é fácil ver a Maísa. Então, tipo assim, o fato de poder todo dia saber que eu vou acordar lá às seis da manhã, foda-se, qualquer horário, eu tava feliz já, só de estar com ela. E não só com ela, mas com Clara Castanha também. Que é outra pessoa que mora na minha mente, no meu coração. Então, poxa, poder estar com os amigos ali, isso não tem preço, poder gravar com as pessoas que fazem o dia. Não tem tempo ruim.

Até rende mais, né? Dá mais diversão, né? Se tiver ruim, vai ficar engraçado. Ah, que legal. Se tiver ruim pra não chorar, chorar ninguém vai. Então vai todo mundo rir. Então é bem legal, assim. E foi aqui em São Paulo também que vocês gravaram. Você já morou no Rio?

Pra filmar só, coisinha assim, mas nunca... Moraria? Moraria, puta. Queria muito um apartamento lá. Praia, puta, sol. Você tá morando onde agora? Melhor não falar, né? A gente tá ao vivo. É, mora lá também. É, é, sim. Eu já fui lá. É verdade, foi na minha casa. Ah, é verdade. Mas aí saiu de lá? Saí, saí. Agora eu moro em Cotinho. Mas a gente mora bem perto. Sim, do lado. É a cobertura? Aham. E já vendeu? Não. Quem quiser comprar?

Só o sofá. Não, o sofá não vendeu também. Só lá, ela pagou. Era mentira. Hoje mesmo, vão tentar te dar um golpe mais uma vez e é bom, né? Oi, o apartamento ainda tá à venda? Agora eu vou doar. Acho que foi pra isso que aconteceu. Vou doar o apartamento. Não, mas e o Joel veio aqui e falou que ia vender e cadê? Vendeu ainda. Pois é, Joel Jota. Você foi pro projeto, eu acho, e não prestou atenção no seu celular. Não, a gente marcou uma gravação e aí eu não fui ainda porque eu tava presa no projeto. Ah, tá. Marcamos pra semana que vem, vai dar certo.

Vai, vai dar. Vai vender. Com fé em Deus. Quem quiser comprar uma cobertura no Carambi, boa, não era bonita? Obrigada. Era super. Tem o episódio que pode entrar lá. Tem o episódio que pode entrar. Tem o episódio que pode entrar. Eu nunca fui lá. Eu nunca fui lá, acho. Eu nem sabia que era aqui.

Panambia. É, nem sabia que era. Ah, tá. Que era por aqui. Eu jurava que era... Por aqui é onde? Panambia, não é Alphaville, tá? É que eu já morei no Morumbi também, pra mim foi tudo perto. Não, eu não sabia que era ali, mas o... Eu jurava que era Zona Norte, não sei porquê. Panambia?

Não, não o Panambi. Achei que o apartamento dela era... Não. Gente, que papo de boca. Papo de boca. Papo de boca. Vamos. Nunca prestou atenção no trânsito. Mas eu nunca fui lá. Nunca fui. Eu acho que eu confundi com a Flávia. Flávia Viana que morava. Panambi é lá perto da Pronto Estranhado. Agora ela mora no Panambi. A Flávia Viana mora. Será? Bora. Agora já não sei mais. Lá na Zona Norte.

Não, ela mora ali no Morumbi. E aí ela tinha um apartamento lá na Zona Norte. Agora eu moro em Cotia. Em Cotia. Pertinho também. Pior que do Morumbi tem uns acessos que chegam rápido. Muito rápido, pior que é real. E aí você começa a entender a cidade. Porque pra mim, na minha cabeça, por exemplo, o Morumbi sempre foi afastado, por exemplo, Pinheiro, Centro, ali, tá? Um pouco mais afastado. Principalmente o Morumbi, que é a parte de dentro do bairro. O Panambi já é mais na marginal.

E aí um dia, tipo assim, Cotia, pra mim teria que pegar marginal, até cair em algum outro lugar, pra pegar raposo. Eu não sabia como pegava raposo, o que significava. Aí, de repente, pelo Morumbi, lá pela casa da minha avó, uma vez, duas ex-namoradas minhas moravam em Cotia, na grande. Então eu ia pra lá direto. Nossa, tinha uns corta-caminhos muito loucos, que passava num...

Tem alguma quebrada ali no Morumbi, que eu não sei exatamente qual é o nome, que de repente... Chega. Você tem cotista, né? Sim, pois é. É isso aí que a gente faz, direto. De repente. Maravilhoso. Tipo, 25 minutos sem trânsito, você tá... Do nada é aprendendo com o João Iberto como dirigir em São Paulo. Vamos lá. Você dirige? Vou muito. Gosta de dirigir? Eu gosto de... Gosto. Gosto de dirigir, não gosto de trânsito. Trânsito me irrita muito, profundamente.

Eu sou muito bonzinho, velho. Não me irrito. Eu me exaltar, gritar, xingar. Você dirige bem? Porque eu sou barbeira.

Eu dirijo bem pra você. Porque se perguntar ali pra Mari e Belo, que trabalham comigo, ela vai falar que não. Mas eu digo só que eu sou extremamente ágil. Ah, eu sou dessas também? Extremamente ágil. Eu tenho um carro da Volvo elétrico, que ele é super potente. Nossa, eu tenho pra isso. Ele é super potente. Então, assim, ter uma brechinha no trânsito coube, assim, ó. Em meio segundo eu tô ali. Aí a pessoa que tá do lado fica assim. Ai, meu Deus.

É porque acelera rápido. Você está sob o meu controle. Ah, eu sou a favor. Eu prefiro não dirigir para não pôr risco para ninguém. Isso, é bom cuidar dos outros também. Exatamente. Acabou já, né? Acabou. Tem mais um?

O Ike tá voltando. Então, é, tá fora de hora. Tá mix. Eu adoro Fala Sério Mãe também. Ah, é muito fofinho. Cara, nesse eu tinha 14 anos. Foi nesse momento saindo do SBT, assim. Foi a primeira coisa que eu fiz saindo do SBT. Foi Fala Sério Mãe. Mas foi diferente de novela, né? A experiência, assim. Você achou muito estranho na época. De novo longa, né? Igual no meu pé de laranja e lima. Só que, claro, eu não era protagonista. Longe disso. Então, uma demanda muito menor, assim. Mas esse filme foi super sucesso.

Ah, entre os jovens foi, né? Porque era eu e a Larissa também, tem um elenco jovem da época. E o público infantil de vinil ali era, puta... Muito forte. Massivo, né? Então, e essa galera... Cresceu. Cresceu e te acompanha até hoje. Pior.

O duro é que tem. Não, verdade. Que é muito doido isso, porque eu pensei assim, ah, nossa, é isso. Em algum momento, até, muitas pessoas provavelmente pararam de me acompanhar. Porque, tipo, chega um momento que talvez já não tenha mais a ver, ou que é uma coisa de criança. Mas aí depois todo mundo vira adulto e a gente vê que a gente realmente é legal, a gente não era uma fase, que a gente ainda trabalha e faz projetos e tem...

a gente apresenta coisas interessantes, então eu vejo muita gente. E é muito doido, porque eu tenho 24 anos, eu sou super jovem, mas eu já fui mais jovem, eu sempre fui o mais jovem. Então, pra mim, era muito difícil, tipo, eu não... Até pouco tempo atrás, eu não pensava que o meu fã tinha fã adulto.

Uma fã que bebe e usa uma droga. Tem fã, com certeza não. Uma fã que tá, tipo, já estressada no trabalho, no escritório, sabe? E hoje em dia, tipo, encontro minhas coisas, tá lá. Todo mundo, tipo, mano, viveu na vida. E aí tem pessoas novas, tem pessoas antigas. De repente... Puta, um negócio. Um tempo veio uma menina, tipo, numa festa me abordou. Tipo, querendo meio ficar comigo. Querendo trocar uma ideia assim. E eu não conhecia ela, menina bonita. Só que ela era mais nova que eu.

tipo, uns 19 anos, assim, tipo, mais nova, e aí ela falou alguma coisa e eu falei, tipo, tudo bem quando você tem 19, tal, você fala, nossa, bem jovem, etc. Aí ela assim, cara, eu te assisti minha vida inteira no Cúmplice de um Resgate. Aí eu fiquei assim, ah, pronto, agora eu vou começar a ficar com fã meu do Cúmplice de um Resgate. Aí ela perdeu todas as possibilidades. Todos os pontos que podia. Não, todas as possibilidades.

Eu já achei muito nova, assim, porque eu sou muito, por mais que a distância é pouca.

Mas eu acho 18 anos é muito novo, eu acho, 18, 19 anos. Não acha, não? Pra 24, eu não acho. Não, assim, não tem um problema, dá um beijinho. Se fosse o caso, sim. Até porque eu demorei pra descobrir que também a pessoa tinha acabado de se tornar a maior de dois. Mas, ah, mas eu acho.

Eu sempre me relacionei com meninas da minha idade, ou talvez mais velhas que eu, e tinha um lugar de uma falta de admiração, de uma época de colégio, de meninos mais velhos, que as meninas mais novas, por exemplo, eram apaixonadas, e os meninos mais velhos ficavam com as meninas mais novas no colégio, e eu ficava com isso de cara. Por que você não joga na sua liga, garanhão? Que eu tô jogando aqui na minha liga. O cara fica... Ê

O cara fica querendo pegar as novinhas lá, por quê? Porque as novinhas, todas as novinhas queriam ficar com o menino do ano mais velho, né? Todos, tá brincando? É. As meninas na época ali, 14, 13, 15 anos. Então, eu sempre fiquei tipo assim, né? Esses caras são os losers, mano. Esses caras veio, tá jogando uma liga que é pra eles mais fácil. Que você queria a galera da cidade. E aí, ao contrário, eu vi as meninas mais velhas e eu ficava assim, tipo assim.

Não, aí eu ficava eu querendo também jogar na liga dos outros. Ah, então, eu vou jogar na liga, então...

Só que aí também a conversão era muito baixa.

Nunca amo. Mas é doido, que aí depois a gente se forma, e depois de velho ver pessoas, teve algumas pessoas dessa época, de quando eu tinha tipo 14 anos, e eram meninas tipo do colegial já, sabe, 16, 17, que eu achava lindas, e que não me davam nem uma bola, que daí hoje em dia eu falei assim, ha, ha, ha, ha, ha. Agora o jogo virou. Lembra de mim. Lembra de mim, e é super, é tipo a criança interior, quando vai realizando seus pequenos sonhos. Ah.

Entendi. Não pode julgar os sonhos dos outros. É o sonho da criança que eu tô falando. É o sonho de hoje. A criança realizando sonhos. Então fica a dica. Vamos falar. Se você tiver uma idade um pouco, né? Tipo, 18 anos assim, não fala que assistiu ele, entendeu? Puxa outro papo, né? Isso. Mas a vida é da gente. Isso é legal, que legal. Puxa, que você assistiu feliz, mas é que aí, puta, corta. Dá uma broxada, né? Dá uma broxada. Porque, putz...

Então vamos fazer um perfil aqui. Pra mim tem 10 anos. Isso tudo aconteceu de 10 anos pra cá. Tipo, passou uma década só desde a novela do SBT. Então, tipo assim, é muito pouco. Tipo assim, se eu era criança até agora pouco, você era muito mais criança até agora pouco. É nessa época, você era muito criança. Eu lembro dessas crianças que eu atendi. Aí é como se eu pensasse, eu lembro da minha época, quando eu atendi umas criancinhas de 5 anos, é tipo elas. Entendeu?

Aí eu fico chocado. Não, mas assim como você cresceu, elas cresceram. Isso, mas é difícil pra mim entender. Tá, então vamos fazer. Entender que todo mundo virou adulto e que é normal. É. Que eu já não sou mais um 18 aninhos da vida, né? Que eu me sinto sempre um jovem e adulto. É 24, assim, só... É, mas já é muita coisa, pô. Você é jovem, meu filho. 25 agora.

É muito importante. Eu não posso julgar que eu tenho 25. 25 é? Assim... O que é, gente, que vocês estão falando? Não entendo. De idade. Sim. Falando que 25 eu acho bastante coisa. Você acha muito adulto. Não é muito adulto? Não. Tipo, adulto. Ah, eu me sinto muito. Ah, mas ainda somos crianças, João. Eu acho 25 adulto.

Bem adulto, tipo, você já é adulto, assim, se você não sabe... Engravei com 26, eu acho. Eu fico um pouco numa pressão, assim, 25 eu já estou vendo. Porque eu também que trabalho desde criança, então, é como se eu estivesse fazendo 30 e poucos anos. Trabalho desde os 13 anos, eu estou construindo. Então, eu estou com 25, eu estou tipo assim, não, porque eu já trabalho há 15 anos, eu já trabalho há 2, eu preciso...

Já tenho... Meu carro, minha casa, meu negócio. Não tem problema nenhum na vida, pô. Já era pra eu estar... Aposentar, eu acho que já tá na época. Já aposenta, então. Não, vamos fazer o... Ó, vamos fazer um Tinder pra você. Você tá solteiro? Eu estou. Tá solteiro. Vamos fazer o seu perfil ideal. Ah, bacana, bora. Vamos, vamos. Não pode, então, chegar falando que te assistiu.

Não, chegar falando, acho que não é o melhor a pra outra. Nem fala. Pode falar em algum momento. Não, mas é porque senão, é... Finge que não. Concordo com você. Depois que acontecer, não vai mudar nada, né? Aí você acha que eu vou... O Mávio acontecer não vai virar uma namorada. Vai ficar só ali. É, mas é... Mas não acho que seja uma boa ideia também. Também. Concordo. Vamos lá. O que mais? Preferências.

Ah, não, tem não, preferência não. Não tem preferência. Tem preferência não, eu gosto de mulheres bonitas e existem muitas belezas diferentes. E a beleza relativa? Exato, então tipo, é muito complicado assim, não tem mesmo, não tem receita. Mas dando uma avaliada a gente consegue. Eu sou bem, eu gosto de pessoas assim, eu não consigo me relacionar com a pessoa. Então personalidade, personalidade. Exato, eu não sei se eu sentir que a pessoa é muito sonsa, burra, eu não consigo.

Tem que ter um mimo na inteligência. É, muito rasa, a pessoa é muito rasa. Tipo, aí porque... Não tem paciência, né? Eu não tenho paciência. Não tem admiração, né? Essa é a palavra. Eu preciso ter admiração. A admiração pode ser, tanto que, nossa, a menina é muito meu tipo, então a admiração é linda, maravilhosa, ou admiração, tipo assim, poxa, caralho, essa menina é braba, eu conheço essa pessoa, ela faz um conteúdo...

Tem coisa que desperta, tipo assim, eu vejo pessoa trabalhando, eu sou ator, eu vejo uma atriz que é muito fofa, eu tenho vontade de beijar na boca da pessoa, essa pessoa é perfeita, que é uma coisa que eu admiro, é uma coisa que é importante pra mim. Eu vejo uma atriz vocacionada, eu me apaixono muito fácil por atriz, assim.

Muito fácil. A gente sabe? Porque a gente divide, a gente divide dessa, porque quando eu vejo uma pessoa ali vocacionada isso causa uma admiração. Sim. Isso com certeza me atrai. Ou uma pessoa que se veste muito bem, uma pessoa que tem estilo, que você vê que a menina tem personalidade, sabe? Se veste do jeito dela e não do jeito que ela se vestia. Exato. Eu gosto de pessoa com personalidade, com talentos escondidos, com gente boa, né?

Gente boa, tem que ser gente boa, porque eu sou muito paz. E não tem como namorar gente chata.

Não, mas agora falando sério, claramente você expõe muito menos a vida pessoal hoje em dia. Você sente que foi o amadurecimento que fez você optar por, tipo, não mostrar? Ou você acha que você se arrependeu de expor demais quando você era mais novo? Não, é que assim, eu vejo que eu não colho nada disso, sabe?

Tipo, isso não me leva a lugar nenhum, a não ser... A não ser eu começo a me importar com o que as pessoas acham. A partir do momento que as pessoas estão ali, é muito difícil você não se importar nem um pouco. Porque mesmo que você não leve pro pessoal, que não te doa assim... Tipo, tem gente falando merda de você, da sua família, da sua namorada, do seu amigo, do seu primo, do seu irmão, do seu pai, da sua relação. O que você sabe da nossa vida? Porque eu tô mostrando aqui um vídeo nosso, aí daqui a pouco...

Ai, você que teve uma vida super exposta e relacionamentos. Aí a pessoa tá com uma cara fechada nos stories atrás, olha, eles terminaram, eles tão brigando, eles terminaram, vão terminar, já se separaram, gente, só tão esperando dar um tempo pra conta. Tipo assim, poxa, irmão, vai viver a vida, sabe? Assim, na época ainda de novela, do meu primeiro relacionamento, que era muito midiático e também tinha um público muito jovem.

começando a nascer essas coisas de fofoca também nessa época. Eu lembro que tinha gente maldosa, gente que inventava, inventava, inventava, inventava coisas sobre relacionamentos, sobre mim, sobre Larissa, sobre todo. E eu tive isso em todos os relacionamentos. Todos os relacionamentos eu passei por isso. O último foi o que eu menos passei, porque, inclusive, foi ali que eu aprendi a preservar essas coisas que são preciosas pra gente.

a ser reservado, então foi o que eu menos passei, porque eu tive alguém que me mostrou como é mais fácil e mais seguro. E aí isso se aplica pra toda a minha vida, pra ser sincero, assim. É muito tempo, eu não tenho por que ficar mostrando tudo, falando todas as minhas opiniões, e eu tenho muita opinião, se fosse pra dar toda a minha opinião, ia ser, poxa, ia ser complicado, se fosse pra todo dia estar nos stories mostrando o que eu tô fazendo, porque não é natural, e eu acho que quando não é natural, puta, não vai rolar.

Uma coisa é se ela mais, tem gente que, poxa, eu vejo... Tem muitas amigas blogueiras, pessoas que trabalham com a internet, que eu sei, tipo, a própria Yaka, a Yá, né? Que é muita amiga minha. A Yá Burian. Ela filma muito, ela tá o dia todo fazendo... E ela gosta, né? Só que ela gosta, pô. Ela tem o maior carinho pelo negócio. Ela já tem... É uma coisa muito aí interna. É natural, né? Natural. Bacana.

Ela mostra o namorado, ela mostra a família dela. Se for o caso, fala de questões pessoais. Tem daily, tem toda essa coisa de se abrir entre as meninas ali agora. Mas quando a gente era jovem, você tinha daily, sim. Dix. Qual que é a diferença de daily e dix? Ah, só na época. O meu era Vitorinha Privis, você lembra? Mais ou menos. Meu Deus. O meu... Era boy... Putz, não vou lembrar o nome do seu. Tinha um negócio. Era Vitorinha... O quê? Vitorinha Privis.

Ah, era boa essa época. Era boa essa época. Só shade. Gente, vocês tinham um também, que eu não tô conseguindo lembrar o nome. Mas são jovens que falavam dix. Dix. Agora voltou Daily. Não fala mais dix, né? É, não. É Daily. Mas Daily é uma coisa, pelo que eu entendi, é mais pra... São meninas, né? Mas é meninas para meninas. Ou para... Eu entendi o Daily como ainda aberto para o público, mas pouco. Porque, tipo, você vê meninos tendo essa dinâmica, trabalhando essa dinâmica, porque... Sim. A quem?

Eu não vou falar que vai... Mas que deu toda a polêmica. Mas por que polêmica? Mas porque é secreto dele? Não é secreto. Não é do filho da Angélica e do Luciano Huck. Ah, mas você tem daily? Era o daily dele que seguiu, não foi? Esse babado, gente. Que seguiu o quê? Não, outra bogeira. Que seguiu coisa. É a fofoca toda. Que seguiu a outra menina, que aí que deu... Não foi? Eu nem sei a fofoca inteira também, porque eu tenho que ter que entender.

Mas é porque aí tem a diferença pra mim, porque aí, por exemplo, eu não tô por dentro.

Mas aí, independente, se era uma outra conta, mas aqui não é um daily. É um dix. Aí é tipo um fake, é um dix. É uma conta que a pessoa usa pra navegar. O daily tem essa coisa de você abrir esse diálogo com o daily, de contar o seu bagulho. Hoje fiz isso, fiz assado, tô me sentindo isso, isso e assim. O dix era pra tipo 30 pessoas. Eu não acho que a Angélica, o filho da Angélica, na real, tá fazendo uma coisa de... Não, eu acho que é só um perfil privado pra poder postar as coisas. Pode postar as coisas de amigos. Isso é um dix. Isso é um dix.

Entendi. É aí que mora a diferença. Mas hoje em dia, isso que as meninas estão fazendo, principalmente as pessoas também famosas, blogueiras, e que estão trazendo também um público que não é só amigo, é diferente. O Dix era tipo... Só amigo. Se vazasse uma coisa do Dix, era tipo... Era tipo assim, o que aconteceu? Exatamente. Então, melhores amigos. É tipo um close friends. A gente tinha o quê? 30 pessoas.

Ah, é, depende. E tinha aquelas pessoas que entravam no dia que você dá pessoa e tinha 150 pessoas. E quando passava alguma coisa, a gente ficava, quem foi que vazou? Ficava toda uma investigação. Lembra aquele da FM? O que era aquele aplicativo? Lembra? Ah, não lembra do Sarah? Ah, não lembra desse? Ah, não tem até hoje. Esque é o FM, não sei o quê. Não, não é FM. Esque? Esque FM.

Esse aí, irmão. Esse aí cagava com a nossa vida. Meu irmão. Mas não, porque isso, sabe o que é pior? Eu vi mais coisa, mais... Ferrar mais gente anônima do que tipo, gente que trabalhava com a mídia, assim, porque saía coisa de todo mundo. E é nessa época que tá começando as pessoas a perder virgindade, a fazer coisa de adolescente, tipo, adolescente fazer coisa de adulto. Então, às vezes saía... Às vezes saía uns absurdos com nome de pessoa, tipo...

todo mundo meia. E parava, porque a gente recolava no rolê, nos rolê dos condomínios, no rolê das... Que rolê que vocês faziam? Matinê? Tudo um pouco. Ah, uns condomínios, umas resenhas. Mas aí tinha resenha, daqui a pouco na Alphaville virou uma coisa, tinha coisa em Alphaville. Todas as casas. Todo condomínio. E aí, nossa, era... Putz.

E as peças dos milhão, né? Um milhão, dois milhão, três milhão. Eu adorava. Adorava também. Era bolo com o cara. Tudo numa parceria, no arroba. Tudo na hora. Tudo na hora. Isso é porque é tão mais fácil, eu não me importava com isso. Hoje em dia eu sempre conto. Mas você tá contando? Meu poxa, tá valendo isso aí. Nossa, sim. Dá um olho. Hoje em dia a tempo sempre tem que fazer uma matemática que ajuda o quanto que eu quero pra quanto que eu valho pra quanto que eu entrego.

Mas, nossa, aquela época... Na época era tipo, quem você quer que eu entrego? Aí, eu posso levar essa caneca?

Olha a galera caneca que eu tô lembrando do fone dela. E a Vi era assim, o baby da festa dela. Queria agradecer. Até hoje, né? Queria agradecer. Isso é muito bom, né, cara? Muito bom. Saudades dessa época. Muito leve. E de toda essa exposição, assim, que você já viveu, qual foi a pior mentira que já inventaram sobre você? Você lembra de alguma muito marcante? Gente.

Ah, o meu era tudo verdade. É o que eles falaram. Altas revelações. Não, uma mentira, assim, que é verdade, muitas mentiras não inventaram, mentiras que tomaram proporção, assim. Todos os meus relacionamentos é pra sair o pessoal falando que eu traí todas as minhas namoradas, né?

Tipo assim, isso só não é verdade. Tipo assim, não teve um relacionamento que não tinha um fake, uma pessoa inventando uma história, tipo, que completamente não existiu. Mas saía isso em mídia? Não, porque é um doidinho da cabeça, que não tá no direct, que tá tentando comentar no post, tentando chamar atenção, spamando em página, etc. Mas no meu primeiro relacionamento, tinha uma pessoa firme, que era uma dessas primeiras que eu falei, tipo, de anônima da vida.

que ela falava que meu namoro com a Larissa era fake, e que era marketing. E que eu tive de um Instagram.

Instagram. Eu acho que eu lembro disso. É Jolar e Marketing, bro. Só que assim, isso me afetava muito. E afetava muito porque a gente, poxa, era dois adolescentes realmente numa relação ali genuína no negócio. E eles falavam que era tudo SBT. Só que a mina era uma perseguição. Essa pessoa fazia uma perseguição. Perseguia ela. Perseguia e começava a inventar um monte de coisa. E você sabia que era o mesmo fake, a mesma pessoa. Na maldade.

Já aconteceu isso na minha vida. E depois a gente descobriu quem era a pessoa, a cara dela, tudo. Resolve com o processo. Isso aí, bem rapidinho. E era Vanessa o nome dela.

Alguma coisa Nossa, você lembra até hoje Nossa Causou, gente, na vida dele Olha como foi marcante Lembra até o nome da menina Me deu muito estresse Com 14 anos

Ah, porque às vezes você fica, sei lá, uma hora a pessoa já fica falando, ah, onde tem fumaça tem fogo. Você tá inventando é por quê? É não, e porque as pessoas tinham um dinheiro que não acreditar, era por isso que eu ficava puto. Porque tinha um monte de idiota também que falava assim, é isso aí. E eu ficava tipo assim, da onde? E eu acho isso uma coisa tão maluca, essa coisa de namorar de mentira, que tipo, eu ficava ofendidíssimo.

Por isso eu falava puto, eu ficava ofendidíssimo. Mas tinha vários na nossa época, de cara de mentira. Tinha vários? Não sabia de vários. Eu sabia algum. Então fala o nome, não. Eu acho que era assim...

casavam-se interesses, mas que também não era de mentira. Esse que eu não conheço, talvez, mas namoro de mentira, pra mim isso é uma coisa muito louca, namoro de mentira. Uma coisa é tipo, são duas pessoas que trabalham na internet, estão se gostando, é muito conveniente pros dois fazerem uma coisa juntos. Na nossa época, um que tinha até contrato assinado.

Eu lembro que existia, mas não lembro quem era. Inventou. Quem era? Quem inventou? Não, você tá inventando. Fala aí. Não vou falar aqui, gente. Não dá. É impossível. Será que eles ainda têm contrato? Não. Então já pode falar. Acabou o contrato? Não. Não. Não. É tudo fake. Eles disseram até nada. Aí vem processo. Aí vem processo nas minhas costas. Eu pedi pra você provar isso. Não tenho como provar. E eu prova. E eu prova. E eu prova.

O príncipe prova. Tô brincando. Não tenho nem prova. Eu tô chocada. Eu tô ouvindo as pessoas mesmo. Então essa mentira me pegou.

Óbvio. Mas agora você já superou, né? Não, hoje em dia não diz mais pra mentiras. Tá bom. A gente... Cadê as... Manda as perguntas. Vamos ver as perguntas da galera. Ah, da galera. Boa. Muitas perguntas boas. Você sente que veio do sangue da família, assim? Esse amor pela arte?

É verdade, né, gente? A família inteira É, porque por pai de pai, por mãe, né Assim, minha... Por pai de pai, as pessoas Conhecem, né, isso, claro Mas por pai de mãe também Tem músico, tem atriz Minha avó foi atriz a vida toda Aí meu bisavô Foi ator, inclusive ele fez a novela Do meu pé de laranja lima, do filme que eu fiz Mentira!

O meu bis era ator. Meu vô, músico, né? O pai do Pelu, que também introduziu música na vida do meu tio, que se tornou também músico. Eu esqueço que o Pelu é seu irmão também, né? Meu tio. Meu irmão, eu esqueço disso. Então, tipo, tem essa parte musical ali também. Meu vô é monstro nos instrumentos ali. Meu tio também muito sábio. Então... E aí, tirando a parte de pai, então, claramente.

Caraca, todo mundo. Tinha que ser, né? É. Tá na veia já. É, acho que é. Eu sinto que o que tem... Mas entre cantar e atuar, você gosta mais de atuar? Atuar. Eu canto muito no dia a dia, né? Adoro ficar cantando música. Não só cantar, eu amo música. Música, me mexo só com música. Acordo, boto música. Se eu vou fazer um skincare de 15 minutos, vai estar tocando música. Se eu vou tomar um banho de 10, vai estar tocando música.

Nossa, só quando eu tomo pré-trail. O Eli é assim. O Eli já acorda e põe a música. Tem pavor. Só assim pra acordar feliz. Então, acho que dá uma animada. Me irrita. Dá uma super animada. Não, eu gosto da música, mas ele põe no volume 50. Tipo assim, estourando o tímpano. Mas você tem um solzão, anima. Mas aí você tem que botar limite nele também. Basta a música.

baixa essa música não, por exemplo, eu amo ouvir música mas nenhuma vez enquanto eu namorava eu acordei e toquei a música, essa coisa de solteiro eu acordo ali e tipo assim

Toma. Eu olho na TV, eu botei caixa no teto, adoro. Vem lá de cima, com um chamado, assim. Alexa. Ligar caixa total. Tudo é música pra ele também. Com duas crianças, e as crianças também que é música. Adoro, óbvio. Aí você muda a música dele pra música da criança. Quando você vai ver, já virou... Aguarde até eles começarem a brigar pela música. Já briga já. Ele tem um ano e já briga. Nossa.

Não, ele odeia. Agora, Guerreiras do K-pop. Aham, Golden. Golden. Essa aí mesmo. Essa daqui. E tem o Sonda. Em inglês, que se põe em português, ela fica puta. É. Se põe sem querer. A lua tá na Guerreiras do K-pop. Minha filha, minha filha. Ela tá muito adiantada. Tá muito. Muito adiantada mesmo. Bora, vamos lá. Chegou as perguntas. As perguntas. Você voltaria a fazer novelas?

Voltaria, eu acho que precisa de uma oportunidade bacana, numa trama bacana, mas voltaria sim. Eu gosto que faz tempo e eu há muito tempo também não faço novela, tenho focado no cinema, nessa outra linha também de atuação, esse outro formato, mas novela é muito bom e novela tem a exposição que o cinema não tem, o alcance que o cinema não tem aqui no nosso país.

É isso, muito importante. Eu sei a força que tem, né, nacionalmente também, e quero ser muito conhecido aqui no meu país também. Então, é claro que eu tenho vontade de fazer, mas é isso, é um comprometimento muito grande mesmo. As pessoas, as atoras que fazem novelas, novelas da Globo, eu não gosto de novela, mas eu vejo ali na Globo, tem um ritmo muito forte, é muito punk, assim, a galera trabalha muito, muito. Já recebeu algum convite da Globo?

Novela? Foi convite pra testes, mas aí a gente, pô, não é? Tem teste que faz, não passa, tem convite que talvez não faz tanto sentido pro momento.

Então, ainda não casamos nada, mas a gente sempre conversa, né? Tô sempre no Rio, a gente, hora ou outra, tá junto falando de projetos, etc. Mas você não tem nenhum contrato com nenhuma emissora? Nada. E nem... Eu acho que você já respondeu, mas perguntaram, né? Qual foi o projeto mais desafiador que você fez parte?

Até hoje. Acho que foi o livro. Foi agora, veio da internet. Desafiador, com certeza foi. Nesse lugar de desafio em cena, de demanda também, que foi quase uma novela. Foi um dois mil de novela, todo dia. Muita coisa, assim. 96%, 94% das cenas do filme, tá meia carota lá. Então, é muita coisa. Qual é o seu papel dos sonhos? Os sonhos. Isso é interessantíssimo.

Eu não sei dizer pra você qual o papel dos sonhos, mas... Tem alguma coisinha que você nunca fez? Você fala, nossa, quero muito fazer. Pra viver essa pessoa que faz isso, sabe? Matar alguém. Nunca matei ninguém. Então, tá vendo? Achamos aí.

Nem matei de nenhuma maneira. Mas também matar, envenenar do pai, né? Tipo, eu tô falando matar, tipo, aquela coisa da força. Só misturar o pozinho, ninguém quer. Desenharar pra pessoa beber. Eu tô falando de, tipo... Ter a cena ali de embate, né? Isso, esses nunca. Mas o papel dos sonhos, assim, cara... Eu acho que depois que eu entendi ali no curta, o que era... Ah, tá, ator aí. Esse trabalho aqui vai virar um filminho, etc. Entendi que Harry Potter não existe, etc.

Eu falei assim, ah, eu quero ser, então, um ator também, porque eu quero justamente poder, sim, então, o jeito pra visitar Hogwarts, ou pra ir pro Star Wars, ou soltar poder pela mão, é só em cinema e não existe na vida real, então, é lá que eu vou estar. Então, eu tenho muita vontade, eu gosto muito de ficção científica, assisto muito, fantasia é um gênero que eu adoro, as coisas medievais, antigas, coisas de época, eu amo. Então, mas principalmente fantasia, ou ficção científica, essas coisas...

apocalíptica, sabe? Esses cenários distópicos, assim. Qual que é o seu favorito, assim, um filme favorito que você fala, que vem na cabeça de primeiro, assim?

O pior é que isso é uma verdade, eu não fecho nem um pouco com a autora, com a J.K. Rowling, não fecho nem um pouco, mas fez parte da minha infância muito, foi os primeiros filmes assim, quando criança, minha mãe sempre me passava, muito pelo fato da magia, minha mãe é uma mulher mística, então ela sempre me apresentou isso, enfim, de uma maneira muito interessante, então, tem muita história, então é um dos meus personal...

favorites, assim, mas não compactuo não com a moça lá. Acho que ela tem que repensar muita coisa, infelizmente. Mas tirando Harry Potter, um dos meus preferidos é Blade Runner também.

O mais recente, eu prefiro, eu acho. Que é, enfim, é um filme que despertou minha atenção, despertou um olhar, assim, pra fotografia, direção de fotografia, sabe? E foram filmes que fazem parte dessa percepção mais ampla do cinema, do projeto em si, não só do atuar, de estar ali só atuando.

Hoje em dia eu me importo muito, eu quero saber todo mundo que é da equipe, eu quero saber quem é o diretor de fotografia, eu quero saber quem é a direção de arte, quem que vai estar fazendo o cenário. É, maturidade também, né? Isso tudo é importante e isso tudo é muito divertido, né? Também é muito criativo, é um trabalho muito criativo. É técnico e criativo, assim. Então, é muito interessante. Blade Runner tem uma fotografia, uma coisa de arquitetura, até de trilha.

É muito legal, que me chamou a atenção, então me fez prestar muito mais atenção no 360, assim, no cinema.

E agora da faculdade, eu lembrei que a gente não aprofundou nisso. Como é que tá? Você faz presencial? Agora eu tranquei tem duas semanas. O negócio, vou voltar em agosto, que é agora que começa o segundo semestre. Porque essa loucura agora de começo do ano, de carnaval, eu tive faltas. E agora com as coisas do filme também faltas. E eu sabia que...

Eu ia enfrentar esse problema. Isso que eu não tô nem gravando. Um dia que eu estiver gravando, eu vou acabar que eu vou perder aula. Mas o curso de fotografia, ele é um pouco mais curto. E eu tô disposto a fazer no tempo que eu conseguir, tá ligado? Sim, vai embora essa prova. Não tem exato. Porque eu tô fazendo isso porque eu gosto. Porque eu quero. Claro, eu quero ter esse diploma. Mas eu já... Não é como se eu não pudesse... Eu tô fotografando. Eu tô praticando. Eu tô...

exercendo as coisas que eu tô aprendendo lá. Mas, enfim, dessa pausa agora pra esse momento, volto em agosto e muito divertido, cara. É porque isso, existe o gosto pela fotografia, entender. Eu gosto de foto, foto, estilo, né? Que é o que eu aprendo lá. Então, fotografia de moda e várias outras coisas. Essa composição de quadro, uma poética fotográfica. Isso é muito legal. Foto, registro, tem várias maneiras. Fotografia de rua, fotojornalismo e muitas outras coisas assim.

É legal que você é muito curioso. Isso é legal, porque vem da sua alma mais genuína de quando você era criança. O que eu acho muito legal da foto, no cinema, mas o cinema é normalmente ficção, mas a foto é registro, é eternizar as coisas, sabe? Primeiro que é uma loucura, né? Foto, é o conceito da foto. A luz desenha o que tá ali pelo espelho. Sim, muito louco. É tipo um milagre.

Então isso eu já acho incrível. E a gente poder guardar a foto pra sempre, isso é muito louco. Porque a foto hoje significa uma coisa, talvez daqui a 30 anos a foto no contexto do passado que ela foi tirada tenha um peso, tenha um poder, e uma pessoa vai ganhar um prêmio com a foto 30 anos depois, porque ela representa alguma coisa atualmente, talvez.

foto é isso, a foto tem significado e tem poesia, você pode, cada um pode interpretar uma coisa na foto e tem a parte técnica, aí tem sobre luz, tem sobre composição sobre como o olho o caminho que o olho faz, como você ir guiando o olho da pessoa igual o artista que pinta, né que tem toda uma coisa então isso é muito legal e pra um dia que eu for querer trabalhar com cinema, com direção que eu vou querer Ê

Eu acho que eu já vou ter uma noção bacana sobre essa parte da fotografia, sobre equipamento, sobre luz, sobre coisa assim. E aí, é claro, vou ter que estudar mais, mas eu já vou ter um know-how dessa parte que eu tenho certeza que ajuda muito, que é muito importante. Você pretende, então, ir para esse lado da direção? Vou fazer tudo.

Tudo assim, digo, dirigir, eu acho muito interessante. Poder produzir filmes e ser um realizador, assim, sabe? De filmes, assim. Eu acho que você quer poder escolher a história. Você quer poder escolher a história. Eu quero, assim, poder escolher a história, levantar um filme, escalar uma equipe. Isso, puta, não tem preço. Porque aí quando dá certo, você fala, caramba, eu fiz parte disso tudo, sabe? Não caí só, não foi um convite, não foi...

Eu não cheguei só a atuar e fui embora, tipo assim, nossa, a gente trabalhou junto no figurino, esse casting aqui, quando você vê alguém muito bem no elenco, que você escalou, você indicou, você botou na lista pra testar, sabe? Assim, é isso, porra, sabia que essa pessoa acerta. Quando você bota uma trilha que fica foda, isso é tudo gratificante, sabe? Quando você pode ir escolhendo e trabalhar isso. Porque é isso, o cinema é a síntese de muitas artes.

De arquitetura, de música, de tudo, de direção, que é isso, é o quadro, a composição do quadro, é a pintura. O diretor é o pintor, está entendendo? Então, é uma síntese de tantas artes assim. Então, poder participar disso tudo é poder sim estar próximo da música, é poder sim estar próximo da fotografia, é poder sim estar próximo da moda.

O figurino do filme agora do Rio da Internet, eu quis fazer muita parte do processo junto com a nossa equipe de figurinos, figurinistas, etc, pra gente poder ser uma coisa bem condizente com a época, assim, e também um estilinho legal, assim, eu fiz uma seleção muito legal, tem muitas peças muito legais do personagem, assim, que é...

começo dos anos 2000, assim. Então, isso tudo é muito legal. E eu quero fazer isso. Isso demanda experiência, demanda tempo, isso demanda muita calma. Eu falo isso porque sou super jovem e é um trabalho que me permite trabalhar até a minha saúde me permitir. É verdade. Eu não sei com que ano eu vou realizar aquela coisa dessa, mas é isso, né? A gente tá como produtor associado a esse filme agora. Eu tô estudando fotografia, esses momentos vão chegar.

E faz parte, é isso. Eu quero, com 30 anos, ser uma pessoa bem diferente, com muitas outras coisas e cartas na manga do que eu já sou hoje, assim. E eu sinto que eu tenho esse tempo e tenho energia, né? Graças a Deus eu tenho tempo e vontade. É vontade, né? E talento também, né? É. Você iria para o BBB? Não iria, velho. Assim, sabe o quê? Não iria porque eu acho que profissionalmente é complicado assim, pra mim. Já recebeu o convite?

Já, já recebi convite, já conversei umas duas vezes, mas tipo, eu não tava muito, assim, eu tava conversando, tava pra entender até onde é, mas não tava muito. Nossa, mas não te imagino, bebê, bebê. Eu adoraria, mas eu adoraria. Eu acho que você iria bem? Não, mas eu adoraria, eu acho que sim. Eu acho. Eu adoraria participar dessa dinâmica, sendo filmada ou não sendo filmada. É que tudo bem, se não for filmada, talvez as pessoas não vão ficar naquela, naquele estré, naquele look, na flor da pele, como ficam ali. Mas.

Eu pessoalmente tenho vontade, mas aí acho que profissionalmente não é o caminho que eu quero seguir.

Então, por isso não, mas pessoalmente eu ia achar divertido, eu ia me estressar, ia me emocionar, ia chorar, ia ficar puto, mas eu adoro, porque como eu falei, eu adoro pessoas assim. É muito curioso, você ia ficar pensando na prova, comecei, aí quem ia ganhar, aí não sei o que, eu acho que você ia ficar meio doido. Eu tenho uma questão de inteligência emocional, que é muito importante pra ter lá dentro, essa coisa de ter uma maturidade, de saber se colocar, se saber os seus limites, porque tem gente que passa, tem muita gente que cruza muita linha lá dentro.

E que normal, são os seres humanos lá chateados, angustiados, com medo, com pressão, com vaidade, com saudades da família. Sim. Então, assim, não fico julgando aqui todas as atitudes absurdo. Que ninguém é cuzão que sai de lá, eu saio apontando ele na cara de ninguém que sai de lá, entendeu?

mentira, tem gente que a gente aponta o dedo, aponta o dedo e algema, inclusive, né? Porque o BBB é uma loucura, não dá pra saber o que vai vir. Mas, tipo, eu entendo, então eu gostaria de estar lá, de lidar com essas pessoas. Eu não acho que eu ia passar vergonha nessas trocas, assim. Posso passar vergonha de outras maneiras, eu acho. Mas eu acho que eu me lidaria bem, assim. E eu acho que eu tenho uma...

facilidade também de conseguir analisar, tipo assim, quem que é a minha galera? E eu me considero um cara bacana, e é isso que eu sei fazer, então tipo assim, eu sei que é a minha galera, eu não sei quem é chato, quem é certo, eu sei que eu me considero um cara bacana, e eu vou ver com quem que bate aqui, tipo, quem que são as pessoas que, sei lá, que se portam parecido, que tem uma educação legal, uma troca recíproca aqui, quem é uma pessoa atenciosa, quem eu vejo que é uma pessoa inteligente, que...

Pode ser um bom parceiro dentro do jogo também. Então, acho que, tipo, essa parte seria legal também, sabe? Tem umas edições que você entra... Irmão, você adivinha a edição inteira na primeira semana. Você fala, essa figura aqui vai... Essa figura aqui, não sei não, hein? Nossa, esse aqui, vai encher o saco da equipe. Então, tipo, eu acho que essa leitura seria interessante. Mas eu tenho a curiosidade, vontade, mas não tenho a coragem.

É isso, não tenho coragem. Eu falei pro Juliano muito, quando ele tava lá, né? Voltou agora, falei com ele no telefone, que...

Admiro muito ele, pela coragem que ele tem. Tem que ter muita coragem. Eu falei pra ele, Juliano. Eu não vou porque eu não tenho coragem. Então, muito forte isso aí, porque eu fui pra ele não ir.

Eu falei que se fosse eu, assim, eu falei, Juliano, você, eu acho que, não sei, eu tenho muito medo de perder os bagulho que eu tenho, e você lá dentro não controla a sua narrativa, né? Ele queria ir pra lá, ele falava pra mim, já falou, ele já tinha sido convidado antes, né? E eu já tinha falado que não achava uma boa ideia também. E ele falou assim, cara, que eu quero que as pessoas me conheçam e vejam quem eu sou de verdade, que as pessoas têm uma visão muito errada sobre mim de várias coisas, e eu concordo que as pessoas tinham e ainda, muita gente ainda tem, mesmo vendo e conhecendo.

Quem não gosta, a gente vai continuar não gostando. Mas, falando assim, Ju, isso aqui não é uma garantia que você vai chegar lá e que as pessoas vão conhecer esse cara bacana que você é. Porque é um programa, é um reality, assim. Narrativas são criadas. Se você tiver amigo da pessoa errada, você vai entrar num buraco, irmão, errado. Se você tá ali, se você em um momento dá uma bola fora com alguma coisa, não importa o cara bacana que você foi todos os dias.

Então, assim, por isso que eu falo. Tem muita gente que é muito bacana que tá lá, com certeza.

mas que fica tão, que a gente aqui como espectador, fica tipo, nossa, você é uma chata, nossa, que pega até uma versão a uma pessoa que na real você não conhece, aquilo lá é difícil, assim, você conhece muito da pessoa e ao mesmo tempo não é a pessoa no dia a dia, é uma pessoa numa situação de vulnerabilidade máxima.

né? Então eu falava, Ju, falava assim, se fosse você, não, mas é porque é isso, porque eu não tenho essa coragem. O menino falou isso num ano, ele ouviu também, ele tava no começo de um relacionamento também público, né? Acho que a gente conversou muito sobre isso, você sabe que isso afeta diretamente a sua namorada, tipo assim, você acha que, tipo, é isso, bota na balança, você acha que, tipo, você garante que vai, que não vai...

ser chato de uma maneira, tipo, você quer assumir esse B.O. mesmo? Ele falou, não, realmente, ele repensou algumas coisas com mais calma e falou, talvez, não. E aí, no final desse ano, o moleque teve uma coragem, falou que queria ir, que queria, isso aí, essa missão, de querer mostrar quem ele é e de correr atrás do bagulho que é dele, que só ele vai correr por ele, né? Ninguém vai fazer essas coisas por ele. Ele deu certo, ele ficou no top 3. Deu muito certo, então ele saiu...

Eu mandei um mensagem super bonito pra ele, falei que muito bom, muito bonito acompanhar ele, porque um cara corajoso, mesmo com amigos, eu sei que ele me escuta, o Juliano, falando que é complicado, que eu não confio, e não só eu, mas pessoas muito mais experientes que eu, mais velhas que eu, artistas, pessoas do meio, que tipo, ele teve a oportunidade de trocar, que falaram pra ele não ir, ele foi, e ele segurou, e ele foi inteligente, ele foi gentil, ele foi quem ele é.

E isso que foi legal, porque o moleque foi e fez justamente o que ele fez, deu pra ver quem ele é. Quem não gosta, tudo bem, mas ele se apresentou. Sabe que é isso, ele se mostrou a pessoa que era, teve lavagem de roupa suja aqui fora, então, tipo, resolveu coisas, assim, sabe? Eu acho que ele tá num momento super legal e super feliz por ele agora, espero que ele aproveite esse momento, esse dinheiro que vai entrar, essa relevância que ele vai ter.

que ele vai ter, que com certeza ele vai manter, porque ele é um menino talentoso, um menino gentil, um ótimo comunicador e pra além de tudo isso, ele é muito jovem, então ele pode ser literalmente quem ele quiser. Quantos anos ele tem? 21.

Se é dois, vai fazer ainda esse ano. Ele tem dois anos mais de novo. Caraca, é verdade. Então, assim, bravo. Isso eu criei muita admiração por ele nesse lugar. Porque é isso. Tem que ter coragem, né? Tem que ter. Tem que ter. Coragem mesmo. E coragem vem de todas as maneiras. Às vezes pode estar na merda e a coragem que te tira da merda. Precisa ter. Ou no medo ou pessoa que não. Ah, mas eu não pensei.

Isso, que também é bom também, né? Pra tomar coragem. Se pensasse muito, acho que eu ia. É mais difícil. Ah, eu acho que eu penso muito. Acho que tem muito mais a perder do que... Eu penso muito, eu penso muito. Mas é isso também. É um voto de confiança. Claro que eu não vou. Eu nunca fui, nunca... Depois eu mudei de ideia. Você falou pra eu ir? Falei. Mas eu não fui chamada mesmo. Mas igual que eu tenho filho, lembra que você tem filho.

Ah, não. É lógico, jamais iria. Jamais. Mas seus filhos, você deveria ir, porque você ia irritar.

Ou não? Será? Será? Essas caras e bocas, amigas, são ótimas. Nossa, eu não consigo disfarçar nada. Nada. Nada. Se você não gosta da pessoa, fica assim, ó. É, mas é a Ana Paula. A Ana Paula também. O que eu gosto disso é que ela não é falsa. Ela pode ser sarcástica, né? Ela tá paquerando o João, falando com o cowboy. Ela não tá sendo falsa, ela tá sendo sarcástica. Ela tá sendo irônica, ela tá se divertindo.

que é uma loba, né? Então... Por exemplo, ela é muito bom. Ela foi uma pessoa, tipo... Super inteligente. Que eu também admiro muito o jogo ali dentro dela, porque é isso, né? Lá dentro da casa inteira, chata, chata, chata. E eu entendo, não é uma personalidade realmente fácil de conviver, principalmente naquela situação ali na casa, de uma obrigação de conviver. Uma coisa é um familiar, porra, um amigo seu, o que você quer tá ali.

Você não tá... Os caras estão ali obrigados a estar com a Ana Paula. Então, realmente, não era uma companhia fácil, mas ela não era uma pessoa incoerente, ela não era uma pessoa equivocada.

Ela pode ter se equivocado em algum momento, igual absolutamente todo mundo que passou por esse programa, na história desse programa. Mas isso é uma coisa que eu admirava mesmo, de bater no peito e de falar. De falar as coisas que ela sabe, que ela é muito inteligente, uma pessoa muito sabida. Então, de falar as coisas, opiniões, as coisas que ela sabe, as coisas que ela entende. Então, isso eu admiro também. Corajosa também, né? Corajosa, tem que ter muita coragem. Quais artistas são referência pra você?

Mas, tipo, no geral, então. Acho que no geral, é. Quer falar? Pode ser ator. Tá bom. Cara, temos muitos atores, assim. Posso falar, tirando brasileiros que fizeram histórias e que, enfim, sou muito fã do Wagner Moore, Vladimir Brista, tem muitas pessoas muito legais aqui que eu poderia citar, mas uma direta, assim, que é uma coisa mais nova. O Timothee Chalamet me inspira muito numa coisa de, assim,

Eu vejo que ele é um menino muito vocacionado. Um menino muito inteligente. Ele muito entendido de arte também, né? Por mais que, enfim, deu algumas bolas fora esses tempos. Mas ele tava equivocado. Porque ele é inteligente, sabe? E é um menino que eu vejo que é muito dedicado. E tem muitos trabalhos dele incríveis. Um ótimo ator. Acho que é indiscutível, assim. E é super jovem. Tem 28 anos também, né? 28? 28 anos.

E eu acho, e admiro, porque eu vejo que é um jovem, é um cara que hoje também tá, por exemplo, o Marty Supreme, ele é produtor também do filme, de alguma maneira, ele tá por trás. Então, é esse lugar que eu aspiro de um cara que levanta projetos. Ele ainda, pô, que é esse trabalho em Hollywood, outra estrutura, né? O cara consegue ter a certeza, sei lá quantos anos antes que vai acontecer um projeto pra poder ficar três anos tocando violão e fazer uma performance.

Aqui, a gente descobre que tem que tocar violão daqui dois meses. Tem que jogar ping-pong daqui dois meses.

Mas é um cara muito dedicado, assim, então eu pego bastante, assim, com ele. Boa. Ainda mantém contato com quem trabalhou na infância? Poxa, total. Agora, pude encontrar várias pessoas. O Kevin Vecchiato. Sabe o Kevin fazer meu irmãozinho mais novo? Nossa, lembrei. Não cumpre. Tá grande, né? O que é isso? Exato, é gente normal.

É gente normal. Você poderia estar fumando um cigarro agora. É, era uma criança. Exato. O que acontece? Converso muito ali das séries. Todo elenco, assim, as pessoas que passaram, realmente que são próximas em algum lugar. A gente encontrou agora o Miguel Nader, por exemplo, que fazia, não sei se você lembra, no Cúmplice, que tinham os seguranças da Regina, da Isabela, que eram os capangas, né? Sim. Eles eram malvados. E tem o Miguel Nader, ele tá no nosso filme, tá no nosso elenco. Que legal. Agora do Rei da Internet.

Porque são pessoas que eu trabalhei, que eu gosto do trabalho, que eu quero trabalhar novamente. Tipo, Clara Castanho, Maísa. Tipo, é tudo bem, né? Que eu conheci a Maísa antes de trabalhar com ela. A gente já era amigo. Mas a Clarinha, a gente fez tudo por um popstar. Eu tinha também 15 anos, pra 16 anos. Lembro desse também. Pra sempre amigo. Da Mel Maia. E a gente fala muito. Eu, Mel, Clara e Maísa. A gente tem bastante contato, sim. Perguntaram se você gostaria de ter uma vida anônima. Oi.

Ah, mas é porque isso implicaria não trabalhar com o que eu trabalho. E aí eu não tô afim também. Mas, por exemplo, você moraria no Japão? Isso é quase ter uma vida anônima, tipo. E eu ainda assim ia ter, talvez, uma vida digital e uma coisa... O João Melhor me existe, sabe? A profissão. Existe a profissão, existe um legado, existe o trabalho dele. Mas na minha vida, eu não tenho esse impacto, porque eu tô no Japão e ninguém me conhece. E aí a Ligata Gozai mais tá...

Isso sim, isso você gostaria. Isso eu adoraria. Principalmente se fosse no Japão. Ah, eu quero ir pro Japão. Já foi, não? Não. Eu quero ir. Pô, pertinho. O que mais tem aqui? Pertinho. Então tem que ficar uns dias aqui fazendo gaveta pra eu conseguir ir. É verdade. Perguntaram do seu pai, o que você mais admira no seu pai.

O mais diminuído é a humildade dele. A simplicidade dele. Enfim, anda tudo junto. Um cara muito atencioso. Com fãs, com todos. Com todo mundo. Muito atencioso. Quer dizer, muito irônico, né? Mas é um cara muito atencioso.

ele é um cara muito atencioso e muito muito sincero essa semana viralizou você falando dele, né, e eu fico muito intrigada com isso, assim, o quanto as pessoas realmente

Sei lá, às vezes você vai, você faz um trabalho incrível, mas as pessoas querem saber da relação do... As pessoas se importam muito. Se importam muito com essa parte íntima, né? É muito doido. Eu nem sei que viralizou porque eu tava sumida, né? Então, eu realmente não sei nada que aconteceu nos últimos 20 dias. Você foi num outro podcast. A gente tá falando de família, dos assuntos.

As pessoas acham muita coisa, mas também é normal. Se não bastasse eu ter a vida pública, minha família é mais pública ainda. Minha família é uma projeção muito maior que a minha realidade. Meu irmão...

O meu pai, sei lá. Então, as pessoas se importam muito. E por isso que também se afasta disso, porque as pessoas, todo mundo quer falar de tudo, todo mundo quer ter opinião sobre tudo. Ninguém sabe de porra nenhuma. Sim. Eu nunca li um negócio que eu falei, caralho, é isso aí, mano. Putz, essa pessoa é mal lenta. Realmente. Nunca. Sempre é uma relação, tipo, cheia de opinião. E aí também, o público do meu pai também tem muita senhorinha equivocada também, sabe?

Tem muita senhora com raivinha no coração. Nunca vi isso. A pessoa lá entra na foto de perfil tem, sei lá, 60 anos ali. Dá pra ver que ela tem família, mãe, avó, o caralho. Você entra no perfil, tem vó, a neta dela. E ela tá lá, tipo assim, muito feio isso aqui. Porque você que seu pai... O tanto de mensagem que eu recebi agora que eu tava...

Eu tava ontem na pré-estreia do Rio, é a única data que tava pra ter a estreia no Rio, e é aniversário da minha mãe, porque minha sobrinha fez aniversário, e eu não pude ir no aniversário da minha sobrinha no interior de São Paulo, porque eu tava estreando o filme no Rio, e era também aniversário da minha mãe, passei com a minha mãe, e eu montando senhora, que vem no meu Instagram e fala assim, muito feio isso, você deveria ter ido, deveria ter comparecido, que tio que... Ah, pronto. Pronto.

E do filho era o aniversário da sua mãe. Não, é só isso que me faltava. Não, ainda na foto que eu postei com a minha mãe, falando do aniversário da minha mãe, tinha pessoa perguntando que não foi, que muito feio. É porque acho que pra eles conta o que aparece na internet. É como se você não fizesse, né? Na época eu não quero, gente. Ontem eu fiz entrevista na TV, falei, mandei um beijo, inclusive pro aniversário que tava acontecendo, pra minha sobrinha.

Mas é engraçado. Então se eu ficar ligando muito pra internet... Então é muito preocupado, né? Deus me livre. Então por isso não mostro nada.

Nossa, deve ser difícil. Eu admiro também a paciência. E a maturidade que vocês têm. SBT, né? SBT. Essa época é tudo. Tanto de opinião que as pessoas tinham. Naquela época você era bem paciente?

Só que eu também causava, então tipo eu dava muito motivo pra as pessoas falarem muita coisa, então não ajudava também. É por isso, hoje em dia eu não dou motivo. Mas você estava me vendo? Mas não gera uma revolta assim, não dá vontade às vezes de xingar todo mundo, falar vai todo mundo. Eu xinga, é minha cabeça. Mas eu sinto isso do... Eu estava hoje falando sobre os novos criadores de conteúdo e a gente que já faz há muito tempo, porque assim graças a Deus, também Ê

As coisas ficaram um pouco mais profissionais. A gente que trabalha há muito tempo. Aí, chega uma hora que, por exemplo, você não pode dar sua opinião, sei lá, da operadora do seu celular. Porque você tem um contrato. Ou você não pode falar não sei o quê. Não pode mais xingar as marcas na internet. Você não pode falar nada. E aí... Eu xingava muito. Arroba é Nel.

Mentira, a Enel ainda marca pra voltar a luz. A Enel pode xingar. Mas, enfim. E hoje eu tava gravando com o meu amigo. E ele, ah, vou gravar isso. Eu, claro que não, tô falando da marca tal. Aí ele, ah, tá bom. Vou gravar no seguinte. Eu, claro que não, tô falando disso. E aí, eu fiquei pensando que eu não posso falar mais nada. Nada. Vocês sentem isso também? É muito complicado. É que é isso. Você fala? Não, das marcas não, pra não me lascar. Mas das outras coisas eu faço.

Mas eu não sinto necessidade de compartilhar todas as minhas opiniões. Porque é isso. Eu não compartilho demais. Eu falo sem querer. Eu não quero. Porque vai ter gente... Sabe, porque essa dinâmica de você dar sua opinião ou ficar se mostrando...

As pessoas podem amar. E eu também não gosto quando tá todo mundo concordando. Porque aí isso cria também uma sensação de que eu sou muito certo. Que eu tenho esse apoio. Que tipo, ai, são haters. Quem não concorda comigo é hater. E eu tenho... Não tem muito isso. Então tipo assim, eu não li porque eu não gosto. Aí daqui a pouco eu tô sendo exaltado. E isso mexe comigo. Eu fico tipo assim, ah, então... E aí quando eu tô sendo linchada, isso aí fica mal. Aí eu prefiro não ficar nada. Eu prefiro...

Tá elogiando, elogiando, elogiando. Eu sei que amanhã vai estar falando uma merda. Se qualquer vírgula... Não crá a expectativa, né? Do que vai vir. É, mas é que também o seu trabalho não depende... Pesquisava muito meu nome em Twitter. Pra entender a opinião das pessoas. Mesmo quando era boa. Mas eu queria saber a opinião. O que é e pra quê, véi? Puta. Mas então, isso... Isso é o que trava também de postar stories. De ter conteúdo. Você sente isso ou não?

Eu? De eu fazer? É, porque, assim... A não ser que seja... Por exemplo, se eu tô viajando, eu tenho vontade de mostrar. Mas porque aí eu vou ficar com vontade, desejo de fotografar. Porque hoje eu vou fotografar uma comida diferente. Que não é a comida que eu como todo dia. Que eu tô o quê? Eu vou postar o meu almoço em casa, meu arroz com frango grelhado e tal. Bacana, pode postar. Tem gente que vive consumindo esse conteúdo de dia a dia.

Mas que não sou eu. Eu não tenho nenhuma vontade de postar o meu frango com batata palha.

Mas aí se eu tô viajando numa praia, legal, um conteúdo, tô fazendo, tô num programa, tô vivendo uma experiência legal, aí eu acho natural, querer mostrar alguma coisa assim, mas de resto é muito difícil. Mas você não se culpa por isso também, de que precisa produzir? A culpa é pouco porque a maior parte da minha fonte de renda é de publicidade, é de internet, querendo ou não, eu preciso ter esse contato.

Esse distanciamento de uma comunidade não é muito bom. Mas, ao mesmo tempo, não é genuíno. Então, eu prefiro ser feliz mesmo.

Arrasou! Arrasou! Ó, minha terapia que eu não fiz hoje. Acabei de fazer. Fechou com chave de... Fechou! Nossa, muito obrigada pelo seu conselho. Arrasou, obrigada. Tomei tanta água, eu tô com xixi saindo aqui. Eu também! Mas então vamos terminar falando... Dois em dois. O rei da internet. Eu vou aqui fazer a propaganda. Vai, faz. 14, né? 14 de maio.

Olha aqui, gente, todo mundo que tá assistindo, dia 14 de maio, em todos os cinemas, O Rei da Internet, tá? É um filme muito divertido, cômico, é um baita entretenimento. A gente fez a pré-estreia agora essa semana, a galera adorou. Então, eu conto com vocês. É muito importante quem gostar do filme, só se gostar mesmo, não precisa se gostar, divulgar o filme, falar pras pessoas, falar pra mim, porque o boca a boca é muito importante, é difícil levar as pessoas pro cinema, sabe?

Assim, Diabo Veste Prado é muito legal, mas O Rei da Internet é muito legal também.

E tem muita coisa legal. E é uma história brasileira, local, que provavelmente você não conhece. Então, 14 de maio, em todos os cinemas. Vão. E do próximo filme também, que sai esse ano. Falaram pra você falar. Vai sair ainda esse ano Corrida dos Bichos, na Amazon. É da Amazon, um projeto original deles. Eu acho que tem uma estreia no cinema. Mas eu não tenho data ainda pra poder falar, mas eu sei que é nesse segundo semestre, assim. Daqui a pouco eles devem começar.

trazer datas, é. E um pouco mais de imagem, que já saiu um teaser, é mais um teaser do que um trailer, né? Do Corrida dos Bichos, e tá muito legal. Quem não assistiu ainda, quiser ver, entra no meu Instagram, tem lá, ou entra no Instagram da Amazon, pesquisa.

Corrida dos Bichos, que é uma história muito foda mesmo. Isso é, por exemplo, Corrida dos Bichos, é o mais próximo daquele papel que eu falei, distópico, de fantasia, porque se passa num futuro distópico. Ah, que legal. É muito legal. É futurista, é o negócio. Então, bem legal. Sai esse ano ainda e é um elenco de peso e uma equipe mais pesada ainda.

Arrasou! Arrasou, muito obrigada! Vamos finalizar, acho que a gente mexe nas calças. É. Gente, espero que vocês tenham gostado. Um beijo, inscreve no canal. Agora ali pra dois, ó. Eu não consigo nem caminhar até lá. Tchau! Beijo! Tchau, gente! Até semana que vem!

JOÃO GUILHERME - PODDELAS PODCAST #547 | Castnews Index — Castnews Index