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MaterniDelas - Sthe Matos com Tata e Cláudia Raia - Especial Dia Das Mães

06 de maio de 202652min
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No episódio de hoje, em um especial de Dia das Mães, recebemos Sthe Matos para uma conversa cheia de amor, verdade e emoção sobre os muitos sentidos de ser mãe. Entre os desafios, as descobertas, o amadurecimento e os sonhos que renascem, Sthe compartilha as diferentes fases que já viveu dentro da maternidade e o que esse caminho transformou em sua vida. 💐Mãe do Apolo, de 7 anos, ela agora também vive um novo capítulo como tentante da segunda gestação, dividindo esse processo com fé, esperança e muita sinceridade. 👩‍🍼🤍Prepare-se para se emocionar com essa conversa especial

Assuntos8
  • Paternidade e MaternidadeSer mãe e os desafios · Fases da maternidade · Amor materno · Transformação pessoal através da maternidade
  • Tentante da segunda gestaçãoProcesso de tentativa · Ansiedade e expectativas · Tempo de Deus · Tratamentos de fertilidade · Desejo de ter um irmão para Apolo
  • Maternidade precoce e traumasSurpresa da primeira gestação · Medo e solidão na gestação · Traumas da gestação de Apolo · Ausência paterna
  • Infância e padrões familiaresCriação com surras e abandono · Perda de figuras paternas · Responsabilidade precoce · Quebra de padrões · Relação com a mãe
  • Mudança em São PauloAdaptação de Apolo · Acompanhamento psicológico infantil · Motivos da mudança (marca Próximo)
  • Exposição na internet e filhosRespeito à privacidade das crianças · Crianças que não gostam de câmeras · Não encostar em crianças alheias · Lidar com a fama dos pais
  • O papel do parceiro na maternidadePresença masculina em casa · Divisão de tarefas · Apoio emocional · Homens feministas
  • Rotina e conexão com os filhosMomentos de atenção plena · Café da manhã em família · Orações e versículos bíblicos · Contar histórias para dormir · Imaginação e criatividade
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Feliz Dia das Mães Sejam bem-vindos Mais um Maternidelas Pra vocês Todas as mamães que nos acompanham Que seja um dia muito feliz Aliás, todos os dias é Dia das Mães, né? É verdade, eu comemoro a semana Eu acho bem justo Com presentes, mimos e coisinhas gostosas Beijinho dos filhos Ai, gente

Não fala muito que eu choro, Cláudia. Ai, eu toda uma chora. Eu choro. Mas eu tô bem, não tô bem nessa temporada. Tá bem, você tá ótimo. Tá muito mais equilibrada. Eu tô com a língua no céu da boca, assim, ó. Ah, entendi, pra não chorar. Pra chorar. Tá bom. Mas, ó, já se inscreve no canal, compartilha o vídeo, deixa o like. Se você tá assistindo a gente pela televisão, pega seu celular e se inscreve, tá? Por favor. Por quê? Você fica assistindo na TV e não interage com a gente, entendeu? É.

E aí, a gente não chega nos 4 milhões. Ai, claro que isso! A gente vai chegar, tá? Vai chegar? Eu garanto. Vamos fazer essa festa? Vamos, vamos. Muito obrigada, viu?

Hoje o maternê delas tá em festa, porque esse é o meu, é o seu. O nosso dia especial, o dia das mães, foi oficializado aqui no Brasil em 1932. E desde então a gente celebra esse amor tão grande, tão forte, tão transformador, que é o amor materno.

Ser mãe é gerar, cuidar, proteger, ensinar e aos poucos também preparar os filhos para o mundo. Cada mãe vive tudo isso do seu jeito e é por isso que hoje também é uma celebração de todos os sentidos e jeitos de maternar.

Ser mãe é viver muitas fases dentro da mesma história. Tem o susto, a descoberta, o amor que cresce, os desafios que mudam com o tempo e até os sonhos que renascem de novo. E para celebrar esse dia com a gente, trouxemos uma convidada muito especial que já viveu tudo isso de formas bem diferentes, mas sempre com muito amor envolvido. A nova moradora de São Paulo, né gente? Ah é, agora ela virou paulista um pouco.

Ela já é mãe de um meninão de sete anos e agora vive um novo capítulo como tentante da segunda gestação. Entre a maternidade que ela já conhece e os desafios que já enfrentou e o desejo de viver tudo isso outra vez, ela tem compartilhado esse processo com fé, esperança e muita verdade.

Seja muito bem-vinda à mamãe do Apolo. Esther Matos! Eu quero fazer o também que eu gostei de vocês. O Feliz Dia das Mães! Obrigada. Aqui pode celebrar tudo. Feliz dia pra você também. Obrigada. Feliz dia pra vocês, mamães maravilhosas. Todo dia é Dia das Mães, né, Cláudia? Eu acho. Eu também acho. Mas eu gosto de ter um dia especial também pra dizer que... Também gosto. É meu, vamos celebrar, né? Ganhar presente, beleza, né? É, minha amigua. Minha amigua.

Café na cama, que eu amo. Cartinhas. O Luco, outro dia, chegou da escolinha, imagina, tem três anos. Chegou e falou, aprendi a desenhar um colação. Como Deus? E tinha um coração desenhado. Eu guardo tudo esses papéis. Eu também guardo tudo. Eu também, na minha gaveta do lado da cama, tá lotada de coisa. Porque a Bia me dá cartinha todos os dias.

Ela gosta de fazer, né? Muito. Então, fofa. Arianinha fofa. É. Como é que tá sendo essa sua fase agora nova aqui de mudança? Como é que a maternidade tá te atravessando nessa fase também? Conta tudo. Olha, eu tava falando isso hoje mais cedo, né? Que a mudança pra mim foi tão incrível, assim, foi tão legal. Porque parece que eu sempre morei aqui.

mentira, que você é uma baiana paulistana eu sou uma baiana paulistana, eu acho e eu sou uma paulista baiana, trocar a Bahia é, não, mas eu também não aguento ficar muito tempo, não, eu não aguento eu também vou lá de 15 em 15, eu tô indo na então assim, eu acho que isso tá me ajudando mas tá sendo bem tranquilo, e Apolo a gente fica com medo, né da mudança, eu fiquei assim, apavorada eu falei, meu Deus, nunca mudei assim, de estado nem nada

Como é que vai ser pra ele? Ele faz também acompanhamento com a psicóloga, terapeuta na infantil, eu levo ele, eu tenho esse cuidado, por conta mesmo da nossa vida, na internet, exposição, então eu sempre coloquei ele pra ter acompanhamento. Isso é fundamental, gente. Isso é muito importante, isso ajuda muito. Pense de colocar os seus filhos na terapia cedo. Muito. Faz muita diferença. E é uma terapia diferente, porque ela é muito lúdica, né?

Então é na forma do brincar ali, ela consegue ter essa percepção que às vezes a gente não consegue, porque não é profissional, né?

Então, a terapeuta, ela falou assim que era pra eu observar, conversar bastante com ele. Eu conversei muito. Só que eu fiquei com aquele medo, né? Falei, ai meu Deus, como é que vai ser? O menino, no primeiro dia, ele já tava assim, cheio de amigos aqui na escola. Super assim. E dizendo que ama aqui, que prefere a praia de São Paulo do que a praia de Salvador. Não é possível, gente. Nossa Senhora. Quando eu ouvi isso, ele falou que prefere a praia de São Paulo, que a gente foi em Riviera.

Ah, tá. Eu ia falar que praia. Aí ele gostou. Vamos trabalhar na verdade também. É.

Mas assim, a Bahia, desculpa É, né? Bahia, Bahia Mas foi super tranquilo pra ele Eu que fiquei com medo Né? Dessa adaptação dele na escola e tudo Mas foi tranquilo demais Ele amou Ele tá amando Ele é teu filho, né, Estela? É, então Ele é todo organizado já, meu Socializa, onde chega Como é que vocês decidiram mudar pra cá? Teve algum motivo específico? A fábrica da beleza rara, ela é aqui

Da minha marca, Próximo. Sim. Então, depois que eu lancei a marca, primeiro que muita coisa nossa é aqui em São Paulo. Então, eu ficava sempre vindo pra São Paulo. Gravação, já vindo várias vezes, né? De Salvador pra cá. Então, muitas coisas eram mais aqui. E aí, depois da marca, a fábrica é aqui, a gente precisou mesmo vir mais pra cá, sabe? Mas, pra mim, trouxe um renovo. Eu gosto de coisas novas. Eu gosto de viver experiências novas, eu gosto de lugares novos. Qual seu signo? É, escorpião.

Gosto de mudar o cabelo. Gosto de renascer. Gosto. Cabelo, qualquer coisa que faz... Que dia você faz mesmo? 29 de outubro. Ah, é? No começo. Eu sou 16 de novembro. E aí, esses ares de São Paulo, nesse processo todo que você está tendo de tentante, como é que isso está batendo em você numa gravidez que você teve tão cedo, tão prematura, tão jovenzinha, né?

que você provavelmente não sabia de nada e foi pega de surpresa. Queria que você contasse um pouquinho desse momento e o que é a Esté de 18 anos que você tinha, para a Esté de hoje, com esse novo momento tentante e como você está lidando com as frustrações e com a esperança. São dois momentos muito diferentes, realmente. Um, em quadro, eu tinha 19 anos, 18, ia fazer 19. Mas...

Eu não tinha ideia de nada desse mundo, nem de nada da minha vida, nem de que eu era. Você foi pega de surpresa também. Muito de surpresa. E eu fiquei com muito medo, muito medo. E na época, eu não tava próxima da minha família, não tinha muitos amigos, né? Não tinha ninguém assim que me apoiasse. Então, além desse medo de ser muito jovem, tinha o medo também de estar sozinha, de ser uma gestação sozinha. O que aconteceu? Então...

Na minha cabeça tinha muitas dúvidas desse universo, porque eu não conversava com ninguém. Isso é muito importante. Ter mães, ter amigos, ter pessoas que te apoiem, porque a maternidade, ela é muito difícil. E a gestação, ela é muito complicada também. Solitária, né? Solitária. E desafiadora. E desafiadora, isso. Então, foi um processo muito diferente.

Me pegou totalmente de surpresa, além de ser muito nova e não ter ninguém, isso foi um ponto bem difícil. E a minha gestação de Apolo foi também de muitos traumas, foi muito agitada, foi muitos traumas mesmo.

E agora é um momento muito diferente, porque naquele momento eu não esperava e agora eu desejo muito. Eu casei recentemente, tem um ano que a gente se casou. Então, meu esposo também, ele é, Kevin, ele era louco pra ter filho. E quando ele conheceu Apolo, inclusive isso foi algo que me ajudou muito também, ter a presença masculina em casa faz toda a diferença.

Pra filho e menino. Não, pra filho e menino. Pra filho e menino também. Mas pra filho e menino. Mas faz toda a diferença. E tem momentos que a gente sente tão cansada, né? Eu ia falar pra gente também, né? Nossa, é muito... É. Porque às vezes é tanta coisa, você só quer alguém ali que te ajude, tipo... E aí, às vezes, eu tô com forças. E ele já sabe disso, e aí ele já olha diferente, ele já fala, e a Paula tem essa segurança nele. Então, depois disso, eu comecei a criar o desejo vendo eles dois.

Isso me fez ter mais vontade. Porque você não tinha esse desejo. Não. Não, porque foi traumático. Foi traumático. Então, eu só queria ter a Paula. Quando eu tive ele, eu já coloquei o Dio logo. Fiquei com muito medo. Falei, meu Deus, eu quero ter mais filho, nem nada. Coloquei logo o Dio. E aí eu tirei agora. Agora, em maio, faz um ano. Mas você teve um pouquinho de complicação? Não.

Quando você tirou o dia? Não. Ah, quando eu tirei agora. Você teve uma infecção? Foi, foi. Tava inflamado. Aí eu tive que fazer no... Não foi no consultório, não consegui. A gente foi na sala de cirurgia. É, no hospital. Vai tomar anestesia, mas foi tranquilo. Só que depois ficou inflamadinho o lugar. Do útero, né? Mas eu fiz o tratamento, foi com antibiótico, assim mesmo. E aí já passou uma semaninha, fez de novo o ultrassom e tava tudo certinho.

E você, desde que você tirou então, já começaram as tentativas? Desde que eu tirei, foi. Assim, eu casei, um mês eu tirei o Dio e a gente já começou a tentar. E agora faz um ano em maio. A gente fez todos os exames, eu fiz todos, tá tudo certo. Eu acho que mesmo é o tempo de Deus mesmo. É Deus, amor. Deus é que faz o que Ele quer. E vem na hora certa. E vem na hora certa. E sabe o que acontece? Eu acho que essa ansiedade, ela atrapalha muito a gente, né?

Mas é que é fácil você falar depois que você conseguir, você fala, gente, desencana. A gente fala com muitas tentantes. E sempre falam de... Todo mundo fala que a hora que você desencanar, mas como é que desencana? É verdade, eu falava isso. Quando eu via, eu falava assim, eu falava isso, realmente. Não, tem que relaxar, não pode ficar com essa ansiedade. Mas é muito diferente quando você tá vivendo mesmo.

E você fica naquela expectativa, será que é esse mês? Será que agora vai? Será que agora vai? Você imaginou que você teria... No primeiro mês eu tava achando. E aí fica aquela coisa dos testes, né? De fazer o teste, aí fica aquela expectativa, aí vem a tristeza. E quando vai completar um ano, vem aquela frustração, né? Que tem aquela toda pressão de, ai meu Deus, um ano, será que tá acontecendo alguma coisa? Será que sou eu? Será que é ele?

Ele não tem filho. Será que tem alguma coisa com ele? Vai fazer os exames, vai fazer alguma coisa. Mas a gente fez tudo e ele tá...

Diz que tá acima da média. Maravilhoso. Aí ele ficou todo se achando também. Kevin tá bombando. Tá acima da média. Ele ficou se achando. De onde veio a vontade de compartilhar isso? Essa sua tentativa com o público? Ó, na verdade, eu sempre fui daquela de dar com a língua nos dentes de tudo, né? Não aguento ficar com a boca calada.

Aí eu sempre fui de compartilhar muito na minha vida, e eu senti isso, eu sou muito intuitiva também. Então eu senti que eu precisava compartilhar. Então não foi algo muito assim planejado, ah, eu vou fazer, tentar e eu vou mostrar. Mas no dia eu senti essa vontade, e eu faço muito assim.

Às vezes eu sou impulsiva. Então, isso, minha terapeuta estava até falando, você tem que pensar, quando você sentir alguma coisa, pense um pouco antes de fazer. Então, às vezes vem um pouco de impulsividade com a intuição. Então, hoje, conhecendo um pouco mais de mim, eu estou aprendendo a dosar isso, porque muitas vezes eu já cheguei a fazer coisas na internet que eu me arrependi super depois.

Mas isso eu senti depois que eu precisava mesmo compartilhar, recebe muitas mensagens de muitas mães falando também, ah, tô nesse processo, seu vídeo me ajudou a ter esperança, a forma com que você comunicou. Então, de uma forma ali, eu senti que foi importante, sabe? E é a partir de um ano que é considerado tentante? Não tem um prazo? É um ano. É um ano. Fertilidade, um ano.

E aí, nessas tentativas, você tomou hormônio? Tem alguma coisa em específico que os médicos indicam? Te indicaram? Tem. Tem tratamento, né? Pra fertilidade. Eu ainda não cheguei a fazer, mas a minha médica começou a falar. Porque a gente vai completar um ano agora, em maio. Dia 22 de maio. Então ainda não completou.

Aí ela falou que se completasse agora, era pra gente começar a fazer umas injeções de fertilidade. Aí que aumenta a fertilidade. Que é o hormônio, né? Que é o hormônio, é. Aumenta a produção. A produção, né? É. Aí ela falou que pra gente esperar esse mês, a gente tá nesse mês tentando. Todos os dias certos, os dias certos. Até porque Kevin está acima da média.

Quando ele ouviu isso, me deixou em paz mais. Nossa senhora, acabou você. E olha aqui, falam que tem que ser um dia sim, um dia não, é isso? Fala um monte de coisa, é? Ou todo dia? Disseram que um dia sim, um dia não. Eu ouvi também falando. Tem que ser um dia sim, um dia não. Porque senão o bicho lá fica fraco, o esperma fica fraco. Tem que ser um dia sim, um dia não.

Aí me deram dica de um monte de chá. Monde de noiva, fica aguadinho. Aí fica aguadinho o que falaram. Fica aguadinho. Aí disse que tem que botar as pernas pra cima, tá eu lá com as pernas pra cima. Você tá botando as pernas pra cima. É, vamos tentar tudo. Que mais? Conta assim, indicaram, sei lá. Chá.

Diz que tem um chá aí que se chama Uxi com unha de gato, alguma coisa assim. Que? Um negócio assim, que aumenta a fertilidade também. Foi muita dica de chá, a perna pra cima. Você tá tomando é tudo, né? Não, chá não tomei ainda, mas acho que eu vou testar esse chá também. Vamos ver esse mês, senão eu vou partir pra cima do chá também.

Só partir pra cima da região Muito bom E você, o que que você Espera dessa segunda gestação Assim, porque Isso que a gente falou, momentos diferentes Experiências diferentes Você tem um parceiro do lado Isso é muito diferente Primeiro, eu fiquei com medo Quando eu quis, eu fiquei querendo Mas eu fiquei com medo Porque vem aquele sentimento de, ai meu Deus, como é que vai ser agora Como é que, vem toda aquela Que eu vivi, sabe E aí

E eu vi que era medo. Eu falei, não, eu comecei a confrontar isso com a verdade que hoje é. Eu sou casada, meu esposo me ama, ele quer muito isso, eu quero muito, a Paulo também quer muito, a nossa família hoje é abençoada. Comecei a trazer as coisas, porque as narrativas que vinham eram muito de vai acontecer a mesma coisa. Aí o corpo, vai ser o corpo, vai ficar feio, vai ficar... Muitas coisas, sabe? Olha pra mim, querida.

Olha pra ela, querida. Engravidei com 55 anos. Olha eu aqui, toda ereta. Toda ereta, maravilhosa. Mas vem muitos pensamentos, assim, muito rápido. E aí eu comecei a trazer essas narrativas positivas. Mas fiquei com medo. E depois quebrei isso.

E eu sei que vai ser muito diferente também, muito especial. Mas é uma sensação que eu acho que é muito nova, porque eu não vivi isso. Tanto da gestação, de ter alguém do lado, de ter um parceiro, quanto depois. E tanto o querer, né? E tanto o querer. E planejar juntos, isso. E ver ele, me incentiva muito ver ele com a pola. Eu sei que ele vai ser um bom pai.

Porque eles têm uma conexão incrível, né? Muito incrível. E ele me ajuda muito. Ele... A Paula respeita muito ele. Ele tem um amor muito grande. E ele me ajuda. Assim, tem vezes que... Eu tô muito cansada pra ela ir pra escola. Ele acorda. Ele vem... Às vezes ele vem do show. Do final de semana de show. Ele acorda. Ele arruma. Ele coloca o café. Ele mesmo faz o café. Ele mesmo arruma. Ele pega e leva pra escola. Depois ele busca. Ele faz tudo.

acima da média, gente. Ele é acima da média. E aí eu fico, meu Deus do céu, esse homem não é um homem, não é um anjo na minha vida. Graças a Deus que você merece. É verdade. E a minha psicóloga me ensina que a gente tem que falar às vezes, porque quando a gente fala, é pra gente. Não, e é pra gente, porque a gente sempre fica se boicotando, né? A gente também fica acostumado o quê? Com migalha. Verdade.

Com migalha, com um resquício de um amor ali que nunca existiu direito. E de repente você tem um companheiro. Eu acho que é com a projeção que a gente cria. É também. Sim, com aquela expectativa. A gente cria a pessoa de um jeito e às vezes você fala, gente, mas calma, nunca foi isso, eu que criei. O problema é a expectativa. A expectativa, é verdade. Porque às vezes não é real. Na maioria das vezes não é.

É verdade. É difícil você ter um companheiraço, um cara maravilhoso, homens que sejam feministas, homens. É muito difícil hoje em dia. O patriarcado está aí, porque não nos deixa mentir. São homens criados dessa maneira. E nós que somos mães de menino...

Nós temos a obrigação de criar homens melhores. Não é culpa deles. É verdade. Eles foram criados assim, foram educados assim. Já vem um padrão. Vem um padrão já e vem toda uma cultura do patriarcado, do machismo. Então é isso, a gente tem que criar meninos diferentes. É verdade. E o que que, falando de dia das mães, o que é ser mãe pra você?

Ser mãe pra mim é aquele amor. Quando eu descobri que eu ia ser mãe, eu fiquei com muito medo, como eu falei. Mas depois que ele veio, minha vida mudou completamente. Então, eu acho que mãe, o que define pra mim é transformação. Essa palavra encaixa perfeitamente. Transformação de tudo. Vira um outro universo.

A vida fica mais colorida, fica mais divertida. Você tem que aprender a ter mais paciência, a ter mais calma, a olhar com calma. As prioridades mudam. As prioridades mudam, as pessoas mudam. Tudo muda. É um universo completamente diferente, né? É. O meu top 1, acho que de mudança é paciência. Nossa, paciência também. Top 1.

Eu também. Mas eu me trabalho muito com isso, assim, sabe? Da escuta. Eu que tenho um filho de 29, outro de 23, e um de 3, a escuta. Porque às vezes a gente... Porque é muito louco isso. A gente acha que conhece filho.

mas a gente não conhece. Porque o filho, quando ele vai tendo as coisas externas, escola, amigo, vão ter interferências que você não estará presente. E você não vai conhecendo mais esse serzinho. Ele vai se transformando longe de você.

É muito chato isso que eu tô falando, mas é uma realidade que você tem que encarar. Quando ele chega com 18, 20 anos, você fala assim, imagina, eu conheço meu filho, ele faria isso? Não faria, porque ele teve tanta interferência externa, ele se tornou outra pessoa que você não viu.

Mas não viu? Não é porque você não estava, é porque você não vai estar mesmo. Que é normal. Claro, porque a vida é dele, porque os amigos são deles, sabe? E aí você se depara com aquele ser que você tem que ouvir de novo, conhecer de novo, saber quais são as expectativas dele, sabe? É muito bonito esse momento quando eles viram adultos também, porque a gente constrói, chega ali, vira outra coisa e você tem que se aproximar.

de novo e ouvir de novo, sabe? É muito bonito. Eu tô nesse momento. Eu acho que a nossa geração é a primeira que tá realmente ressignificando, entendendo e ouvindo as crianças. Porque era assim, criança... Não é não. Não é não. Fomos criadas diferentes, né? Diferente desse jeito e acho que que bom que a gente tá realmente repensando e entendendo o que faz sentido.

Muito bom isso que você falou, é verdade. É uma coisa que eu tô aprendendo. E pra gente que é mãe mais de menino, né, também, é bom. A gente aprende muito nesse programa também, sabe? Com os depoimentos. E eu fui, um dia eu cheguei em casa, assim, muito mexida do programa, de um programa da gente aqui. E eu disse, meus filhos, chamei os dois, falei assim, eu preciso conversar com vocês, eu preciso ter mais escuta. Aí o Enzo disse, que isso, mãe?

Ele disse, você escuta o tempo inteiro? Você ouve tudo que a gente fala pra você?

Eu disse, não, mas é mais, vocês são outras pessoas. Eu comecei a perceber isso mesmo, sabe? E é bonito também esse momento, que eles também se abrem e se sentem escutados, respeitados, na vida adulta. É verdade. Sabe, porque a gente fica, negócio de mãe, meio...

jogando a regra, né? A gente que sabe, a gente não sabe, entendeu? Aquele ser lá virou outra coisa. Vamos prestar atenção. Tem uma... Você falando, eu venho lembrando de algumas coisas, né? Aqui, quando a gente mudou logo recente, eu fui no mercado com ele e estava eu, amiga.

E aí, primeira vez que eu fui no mercado aqui, e aí tava eu, ele e essa amiga, a gente fazendo as compras, assim, ele começou a falar e eu tava falando alguma coisa com ele, só que daqui a pouco eu comecei a falar com a amiga, ele falando, falando, e eu conversando com a amiga. Daqui a pouco eu olho pra ele, o olho cheio de lágrimas e as lágrimas caindo, eu falei, o que foi, o que aconteceu? Você tá chorando, o que foi, mãe? Aí ele, eu tô falando, essa hora não me escuta.

Ai, pronto, meu coração. Pronto, acabou. Ai, eu baixei assim e falei, amor, me desculpe, é porque eu tava falando aqui com a tia e eu realmente, eu não ouvi o que você falou, mas me fale agora, o que você precisa? Tá precisando de alguma coisa? Me fale que eu tô aqui pra te ouvir, só que eu não consegui mesmo prestar atenção porque eu tava conversando aqui das compras, mas me conte. E ele é muito sensível, sabe? Que amor.

Só que se você não tá com o olhar assim, né, aberto pra escutar e ouvir, perceber, aquele momento ali pode gerar nele uma coisa que pra sempre ele vai levar pra vida. É uma loucura, porque cada palavra que você fala pode ser fatal. Sim, e é muito rápido, né? A terapia é muito cedo.

é fundamental, porque faz com que eles comecem a se investigar desde muito cedo. E é saber lidar com as frustrações, porque ninguém é feliz o tempo todo, nem tem que ser. Exatamente, e criança precisa ser frustrada. Precisa ser frustrada, precisa ficar triste de vez em quando, precisa. Nossa, e como é difícil manter um não, né? Nossa senhora, às vezes a vontade de falar, pega essa bala, então vai comer essa bala!

Não, mas por que não? Ah, porque eu não sei. Não, mas eu quero, eu quero. Gente. Poxa. É, é uma louca. Eu acho que a Bia tenta me ganhar no cansaço. Ontem eu coloquei ele pra dormir, né? Aí tinham as crianças lá em casa, as crianças já vinham pra casa, né? Só que aí eu falei assim, ah, Paulo, você tem que ir logo pra cama que você precisa, que amanhã você vai pra aula. Já tava ficando mais tarde. Ai.

Poxa, só eu que tenho que dormir? Só eu que tenho que ir? Agora todas as crianças. As crianças já vão embora, mas você precisa ir mesmo. Então suba, bote o pijama. Eu queria deixar ele lá. Claro. Mas também sou bem assim. Tem que ter regra. Tem que ter regra. Não, você já deu a hora, passou um pouquinho do horário. Não é esse o horário que você dorme. Eu já deixei. Eu já deixei, é bastante. Então agora você vai subir, você vai colocar seu pijama, você vai deitar, daqui a pouco eu subo.

Aí ele foi enfurecido, né? E eu queria deixar lá também, gritando, brincando, tudo. Mas acho que isso é muito importante quando a gente coloca esses limites. Sim. Criança sem limite é uma desgraça. Não funciona. Não, eu acho que eles testam a gente justamente pra conhecer esses limites. Quando eles não vão conhecendo... O tempo todo eles testam. Eles vão indo, avançando, avançando, avançando. Tem uma história de uma amiga da família, assim, né? Pra não falar outra coisa. Que realmente, assim, a filha...

o tempo inteiro e fazendo coisas erradas, né, os nossos olhos. E vai liberando. E vai, vai, vai. E aí ela um dia falou pra gente que fazia isso pra... Ela falou, eu nunca escutei um não da minha mãe. E a mãe fazia na maior boa vontade de querer ser a melhor mãe, de querer aceitar, de querer ajudar, de querer ser legal.

E ela falou, eu nunca ouvi um não. Tudo que eu queria era ouvir um não. Olha isso. Essa história é muito pesada. Isso, traz muita consequência. Muito. A falta de limite. Muita consequência. Muita. Ou a criança que não é escutada, os extremos. Os extremos. Ou que ela é escutada demais e ela nem deseja, ela nem pensa, ela já tem.

Então ela fica sem desejo. É, são os extremos. Uma criança apática. É uma loucura isso. Agora, como é que você lida com a educação do Apollo? Como é que você gosta dessa educação respeitosa? Você foi criada com limites? Você acha que realmente isso faz diferença numa criança? Faz, total.

Minha criação foi, assim, foi muito doida, né? Assim, era aquela de, você não pode falar, você tem que ficar no seu lugar, e você fala, você tá errado, tá calado, você tá errada.

Se você não fizer isso aqui, você vai apanhar. Apanhou porque não fez. Foi muito assim. Você apanhou? Apanhei muito. Sim. Do seu pai ou da sua mãe? Da minha mãe. Eu fui morar com minha mãe aos sete anos. E com meus irmãos. Então, minha mãe, ela teve uma vida muito difícil. Hoje eu consigo entender isso, né? Consigo entender isso, mas antes eu tinha muita mágoa.

Tinha muita mágoa. Mas por quê? Você morava com seu pai antes? Não, meu pai nunca... Não existiu. Não, fui conhecer meu pai, eu tinha também uns 10 anos. Fui ver ele a primeira vez.

Muito lindo o processo. Você viu, é. Hoje a gente tá muito bem, tá juntos, tá? Graças a Deus. Mas foi muito difícil pra mim. Fui morar com minha mãe com sete anos, e antes eu morei com meus avós, aí morei com os tios, e assim, de família em família. E nesse tempo, logo quando eu fui morar com ela, ela era casada, e ela tinha... Tinha um rapaz que ele era muito bom, e eu comecei até a chamar ele de pai.

Eu tinha muito essa falta, né, da presença. Isso também foi uma coisa que me trouxe muito medo. Por conta que eu fiquei muito insegura. Falei, ai meu Deus, com essa gravidez, e se acontecer a mesma coisa, que o pai não tiver presente, tudo mais. Medo de repetir os padrões. É, de repetir os padrões. Então, aí fui morar com ela, ela tinha esse rapaz, só que eu peguei muito amor com ele. Dois anos depois ele faleceu.

Então você perdeu, perdeu, perdeu. Eu perdi ali. Aí quando ele falece, a minha mãe tem que trabalhar muito. Porque era eu e mais dois filhos. Era três crianças e ela sozinha ali naquele momento. Então virou uma coisa assim muito diferente. Porque antes eu até estava criando aquela coisa da família e tudo mais. Mas quando ele falece, ela vai para a rua para trabalhar. Ela trabalhava o dia inteiro.

E eu tinha que cuidar de tudo. Eu cuidava da casa, eu cuidava dos meninos. Com nove anos. Sim. E aí, muitas vezes, eu perdi aula, perdi escola. A gente mudava também muito de bairro. Então, eu perdi muita... Reprovei muito por conta de falta. Então, boa parte da minha infância foi privada. Então, eu tive que ter responsabilidade muito cedo.

E não tinha, não brincava de boneca, não tenho uma memória da minha mãe penteando meu cabelo, me arrumando, de abraços, não tenho essas memórias, né? Então, isso também foi algo que me impactou muito na minha adolescência, nas coisas que eu comecei a fazer, uma parte de revolta que eu tive, de fazer muitas coisas nos seus relacionamentos.

E principalmente pela base, que não tinha uma base, eu não entendia o que era respeito, limite, eu não entendia princípios, fé, essas coisas. A minha fé, ela foi criada ali no ambiente, por quê? Isso foi o que me ajudou muito, foi a minha fé.

Porque eu via a circunstância ali, eu falava, eu não quero viver isso aqui. Porque além de tudo, abandono e surras e tudo mais, o ambiente era um ambiente de muita pobreza. Morei numa favela, então tinha muito crime acontecendo ali, muita coisa. Eu via tudo aquilo, eu sou a mais velha, que cuidava dos meus irmãos. Então eu tinha aquela consciência de...

Não quero fazer isso, não quero viver a vida que minha mãe vive, eu não quero trabalhar assim, que nem uma louca, não tenho tempo, não quero ter... Quando eu estiver feliz, eu não quero que seja assim. Então, eu idealizava muitas coisas, mas eu tinha muito trauma também de homens.

Tinha todas essas coisas. Então, minha criação, ela não foi, né? Eu tive que quebrar muito os padrões. Tive que ir desconstruindo. E até hoje venho fazendo isso. E como é a sua relação com ela agora? Não, depois eu perdoei ela. Hoje a gente se fala, tá juntas, tudo. Depois que você se tornou mãe e se entender. Depois que eu me tornei mãe. E depois que eu entendi que ela também é uma vítima.

do mundo, dos pais, da vida. Eu não tinha essa consciência, mas com a maturidade eu consegui ter isso. Mas foi só com maturidade e com o tempo mesmo pra me trazer depois que eu me tornei mãe também.

Mas então não tinha parâmetro de nada, de educação, de nada. Então esse foi um dos meus medos maiores também. E da onde você buscou isso, já que você exerce isso com o apolo, que você acabou de dizer? Da onde você buscou isso? Primeiro, eu fui aprendendo muito comigo mesma, né? Quando ele nasceu, nasceu outra pessoa em mim. A maternidade você vai aprendendo uma coisa nova a cada momento, a cada fase. E eu...

O primeiro princípio que eu coloquei foi o amor. Eu amava tanto. E eu amava aquele momento de, quando eu conheci ele, de não estar mais só. Porque eu me apeguei a isso. Eu falei, agora eu tenho alguém. Antes eu não tinha e agora eu tenho ele. E ainda é o menino, né? Então, mãe de menino, você sente assim, vai ser meu heróizinho aqui. É, né? É muito gostoso. É quando eles ficam adultos, então, nossa, você anda de mão dada. Nossa senhora, eu ando e parece que o meu nome está assim, ó.

Ai, é muito legal. Você vai ver, você vai lembrar disso que eu tô te falando. É muito legal. Então, aí eu fui construindo isso aos poucos. E eu comecei a pesquisar muito também. Eu assistia muitas coisas. E eu buscava ajuda também. Comecei a buscar ajuda de profissionais. Busquei ajuda de uma terapia. Comecei a fazer terapia também. Então eu ia buscando, pesquisava. Você começou a fazer terapia depois que virou mãe?

Depende, pois. Eu li alguns livros, pesquisava. Quando eu tinha alguma dúvida, eu pesquisava. Mas também foi muito intuitivo. E eu tinha na minha cabeça de não quero que ele viva, sempre foi isso, não quero que ele viva o que eu vivi. Tanto financeiramente quanto as coisas de família. Então, eu acho que em muitos momentos...

Eu tinha até esse acesso de amor e teve um período que eu dava muito brinquedo pra ele, muitas coisas. E eu percebi que isso era uma disfunção por conta disso, porque eu não tinha... E aí teve um dia que eu percebi. Nossa, Deus é muito bom comigo, porque ele vai me dando momentos, assim, pra eu perceber também coisas. E aí nesse dia eu percebi, eu dei um brinquedo pra ele, tipo assim, não ligou pra nada. Eu falei, não, isso não é ele, isso é a minha falta que eu tô querendo suprir nele.

Aí a partir desse dia eu comecei a dar coisas pra ele. Ele não brincava, ele brincava com uma garrafa.

Eu dava um videogame, um playstation, uma coisa, ele tava lá com uma garrafa, uma coisa. Sempre. E aí eu parei de fazer essas coisas e comecei a dar mais, né, outro tipo de presença pra ele. Eu brincava, pintava, comecei a ver que ele gostava. E antes eu dava até celular, tela, essas coisas. Vi que tava fazendo mal. Foi muito perceptível pra mim. Eu ia tendo as sensações e percebendo que isso não tava fazendo bem pra ele, vou retirar.

Eu tava atenta, né? Tava atenta, é. Disposta. Verdade, verdade. Quem foi sua rede de apoio? Na época? Como Apolo.

Eu tinha uma amiga e ela me ajudava muito. Tinha duas amigas, elas me ajudavam muito. Só que hoje a gente não tá mais juntos também. Ela me ajudava muito. E depois teve um período que eu fiquei só.

Período da pandemia, não podia ter babá, não podia ter ninguém. E eu fiquei só eu e ele, quase um ano. A gente no apartamento. E ele tava o quê? Tava com um ano. Um ano e pouco. É, ia fazer um ano. Então teve um período que foi só nós dois mesmo. E nessas coisas eu ia aprendendo. E isso serviu pra conectar mais ainda. Isso. E eu buscava assistir coisas. Às vezes eu lia um livro, eu lia uma coisa assim e ia perceber, sabe?

Mas eu acho muito importante ter limite. Eu não sou de deixar tudo, fazer tudo. Tem muita regra. Durante a semana, não come doce, não come besteira. Só se for até o aniversário de um amigo, tem uma coisa. Até ela tirei tudo de casa. Durante o final de semana, ele assiste, ele tem um videogame que ele gosta muito. Mas eu coloco mais ele pra fazer esportes. Agora, ele aprendeu a ler. Eu faço uma coisa que tá sendo muito bom. Eu escrevo e eu falo, escreve aqui no papel. Volto assim pra ele escrever no post-it. Eu falei, escreve isso aqui, aqui.

A gente lê muito a Bíblia. A gente tem esses momentos. Eu pego muitos versículos. Eu falo, escreve esse versículo aqui. Aí ele fica lá escrevendo. Deixa ele lá. Às vezes eu deixo. Então, vou fazer alguma coisa. Gravar um vídeo. Ele tá lá. Mas aí eu fico deixando ele escrevendo. E tem os momentos que tá eu e ele. Que eu tô sem 100% de atenção. E aí eu tiro. Isso foi inclusive a psicóloga que falou pra mim. Que ele levou pra ela.

Eu tinha, lá em Salvador, eu tinha uma babá. E aí aqui, inclusive, a gente se conectou muito mais, porque aqui só é nós três. Então, é nós três pra tudo, né? E aí lá eu tinha babá. E eu saía, fazia as coisas e tudo mais, e ele ficava com a babá. Só que passou a, ele ficava tanto tempo, e às vezes eu chegava, trabalhava o dia todo, e eu não conseguia dar dez minutos de atenção pra ele, que eu tava muito cansado ou alguma coisa. E aí ele, na terapia, ela falou que, ele falou assim, com quem que você brinca?

Com a Carol, que era a babá dele. Eu brinco com a Carol. E sua mãe? Eu não brinco tanto, não. Porque ela, às vezes, está trabalhando. Aí aquilo já me deu. Mas eu falei, dá tempo. Não está tudo perdido, dá tempo. Vou fazer agora. Não consegui fazer, mas agora vou fazer. O Luca me ignora. Ele vira de costas para mim. Se eu fico, por exemplo, dois dias trabalhando. Aconteceu essa semana. Ele fica também. Ele vira de costas. Eu digo, filho, tudo bem. Ele não responde.

Ele fica assim também. Ele me ignora. Gente, é um senhor. Amor, é um senhor. Ou eu sento ali pra brincar com ele, ou eu sento ali pra brincar com ele, entendeu? Não tem plano B. Eu não consigo conquistá-lo mais. Eu também. Tipo assim, 20 minutos que você fica...

Não muda tudo. Não muda tudo. Às vezes é só de atenção plena ali. E sabe o que eu entendi com essa maternidade? Que eu me recarrego com ele. Sim. Sabe? Não tem outro jeito de eu limpar a minha mente e estar completamente presente que não seja com ele. Sim. Então ele é a minha cura. Sim.

Sabe? Cura mental mesmo, social, enfim. Toda essa vida que a gente leva, né? Que é muito exposta e tudo. Ele é o meu eixo, sabe? Isso é tão legal porque quando você percebe isso, isso vira prioridade. Isso vira prioridade. Entendeu? Porque isso não pode estar na agenda. É. Isso não tem agenda. Tem que ter um pedaço do dia livre pra ele.

Eu li uma coisa que me ajudou muito Que é Eu sempre procuro Ao acordar, os primeiros 10 minutos O primeiro momento Porque a gente fica muito com o celular na mão Muito com o celular Então eu fico 100% com eles Não pego no celular Eu já aviso a galera que nem respondo de manhã Até eles irem pra escola Eu fico lá A noite antes de dormir também E sempre quando eu chego da rua

Se eu chego da rua, eu digo do trabalho, né? Se eu chego de algum lugar e estou em casa, eu também chego e fico, sei lá, que seja dez minutos. Você fica ali inteira. Nossa, dá uma... E é muito doido, eu me culpo muito porque eu não gosto de brincar, gente. Ah, eu também. Ah, mas tem gente que não gosta de brincar. E tudo bem também. Ah, e eu pinto, agora pintar eu gosto. Tem mãe, por exemplo. Ah, brincar de boneca. Não, vou brincar de pintar. Mas toda mãe tem que ser lúdica, não tem. Eu, por exemplo, sou muito lúdica.

Sou atriz, né? Pra fazer a criança tomar banho, pra fazer a criança comer, tem que fazer como? Sendo lúdica? Amor, sendo. Sabe o que eu faço? Você quer tomar banho na banheira ou no chuveirinho?

Eu falo, eu tenho um sofá azul em casa e aquele sofá virou mar. Então eu falo, olha o polvo. O polvo. Não tinha nada, não tem nada ali. Eu passei isso também. A gente fica criando loucuras e sonho. Eu pergunto pra ele, o que você sonhou? E aí ele inventa uma história. É tão legal isso. Aí ele pergunta pra mim, você, o que você sonhou, mamãe? Aí eu, lógico, invento. Quando é uma coisa legal, eu conto. Quando é uma coisa barra pesada, eu... Dá uma inventada ali, né? Eu invento.

Mas é tão legal esse negócio do sonho, ele vai desenvolvendo... A imaginação ali. A imaginação. Ai, que demais. É bem legal. Eu tô numa fase do Caio que ele não deixa... Ele, pra eu vir pra cá, ele se agarrou na minha perna e falou, não, vai trabalhar.

Tadinho. Meu Deus. Aí eu quase tive que trazer ele, coitada. Se ele não estivesse tão cansado, ele dorme cedo, né? Mas assim, ele tá muito apegado. Que fase que você tá com a Paula? Qual que é o momento que vocês fazem juntos na rotina? Que é você, que você não abre mão, que você sempre dá um jeito.

Ó, sempre... Na verdade, agora a gente tá vivendo tudo, né? Porque lá eu tinha a pessoa, a babá, então ela organizava algumas coisas e eu selecionava momentos assim, não, vamos brincar de bola, vamos fazer alguma coisa. Mas aqui eu tô 100% com ele. Então, de manhã eu acordo ele, essa é a história da imaginação. Pra acordar, menino, ele é complicadíssimo, mesmo dormindo cedo. Aí o Apolo tem uma baleia voando aqui na janela, aí ela é azul.

Olha a coisa, você tá vendo que é azul ou é rosa essa baleia aqui? Aí é assim que ele acorda, porque senão...

Aí demora lá tomar o banho, toda aquela coisa. Gente, como é personalidade, né? É incrível isso. Qual o signo dele? Ele é... Ares. Ares calmo? É, em março. Final de março. Ares calmo? Nunca vi. Areano, é. Ele é calmo. O Enzo é calmo. Ele é calmo.

E aí eu faço o café dele, arrumo ele, e aí Kevin leva ele pra escola. Ou então, às vezes, quando ele não tá, que às vezes ele tá fazendo show, aí eu levo ele pra escola. Mas a gente tá ainda buscando, né? Assim, pelo menos o motorista, porque também não dá tudo. Mas aí eu tenho esse momento, eu gosto de ter esse momento com ele, da manhã. Porque a gente faz ali o café e vai pra mesa. Eu acho esse momento de mesa muito importante.

E ali na mesa a gente se conecta, a gente conversa também, sem celular, sem nada. A gente se conecta ali. Aí sempre a gente traz uma palavra do dia. A palavra de Deus. Qual é o versículo hoje?

O que você aprende sobre isso? O que Jesus ensina com essa passagem aqui? O que você acha? E aí eu vou trazendo coisas pra ele. E no caminho também, a gente faz uma coisa que é muito legal, que a gente vai orando no carro, quando a gente vai juntos, né? Porque às vezes ele vai com o Kevin, aí Kevin faz, às vezes vai comigo, mas quando vai nós três, é uma vez de cada. Aí eu começo, Deus obriga... Aí eu vou falando, aí vai Kevin, aí depois ele fica.

E depois a gente começa a falar coisas boas um pro outro. Ora por mim, Apola. Ele ora por mim.

Aí a gente fica até o caminho da escola E isso muda muito Quando ele chega lá na escola, ele já tá, né? Todo na paz de Deus ali já Então, isso foi algo Que eu coloquei na nossa rotina Que mudou muito Eu percebi que ele ficou mais calmo mesmo com isso

E tem momentos também. O exemplo, né? É. É o exemplo. Não, e ele pega agora a Bíblia. Não é falar, é fazer, né? É fazer. Ele fala, ele pega. Mãe, tira um versículo aí pra mim. Quero dormir ouvindo a Bíblia. Tem também a Bíblia online, né? Que a gente solta. Aí ele fica contando as histórias. Aí ele gosta das histórias da Bíblia. Aí eu coloco, ele dorme ouvindo também.

Gente, eu tenho uma história engraçada pra contar Do Caio Quando eu fui colocar ele pra dormir Eu também rezo com ele, né? Aí eu lá rezando E ele tá na fase que ele fica inventando tudo pra não dormir Ele, não, agora eu tô com fome Agora eu quero fazer cocô Qualquer coisa ele inventa pra não dormir E eu fico falando tanto que eu deixo ele tonto Das coisas que eu tô falando e ele dorme

E aí eu, não, agora... Aí ele, não, eu quero polvilho. Eu falei, não, a mamãe vai terminar de rezar. Assim que a mamãe vai terminar de rezar. Aí a gente vai lá pegar. Mas era só pra eu tentar. E eu não ia terminar de rezar nunca. Ali, né? Até ele dormir. E aí foi, eu falando. Aí é o papai do céu, protege a gente. Aí ele, ah, papai do céu, pede meu polvilho. Papai do céu. Aí é o papai do céu, traz o polvilho. Aí ele, quase dormindo, ele...

Um vinagrete também! Ah, mentira! Um vinagrete... É baiano! Ele ama, vinagrete! Esse é baiano! Aí eu, um vinagrete? Tá bom, um vinagrete! E segurando! Com vontade de rir, claro! Com vontade de rir! Eu não sei porque eu não peguei isso na câmera! Eu juro, porque eu queria guardar pra vocês! Muito engraçado! Aí o papai do céu, o vinagrete, ele, pode pedir farofa também! Meu Deus, eu sou rrasqueiro! É, ele! Pedi um polvilho, o vinagrete e a farofa! Só falta uma picanha!

E eu, a farofa também, que protege a gente. Aí, dormiu em um minuto. Gente, que engraçado. Eu falei, engraçado. Não, gente. Eu também tinha uma fase que eu tinha que ficar contando um monte de coisa pra ele dormir. Agora ele já dorme só, né? Eu conto história pro Luca. Ele diz uma história. Aí a gente assistiu Frozen no avião, que a gente tava fora do país. Eu assisti o Frozen. E aí, eu falei.

Hoje é o seu dia, porque é um dia eu e um dia os Jarbas que fazem ele dormir. E é quase briga de foice isso, tá? Isso não pode falhar. E aí eu disse, hoje é o dia da mamãe e eu vou contar a história da Frozen. Ele saiu correndo, vamos! Frozen! E eu tenho que contar a história toda. Enquanto eu não acabar, ele não dorme, tá amor? Ele não dorme, tira! Ele precisa da história completa. E aí outro dia eu esqueci de falar do monstro de neve.

E aí, esqueci, ele falou, tirou a armadeira da boca e falou, e o monstro da neve? Você esqueceu. Fala, tem o monstro da neve também, ó. Tem, ai que graça, imenso o monstro da neve. Nossa, eu só conto as histórias das princesas também. Mas é legal essa parte das histórias, né? É muito bom. Eu acho que é um momento tão precioso ali, que eles vão guardar, assim, fica uma memória feitiva muito gostosa, eu acho. Com certeza. Ele fica período integral na escola?

Ele fica. E ele que pediu, você acredita? Acredito. Eu vou buscar as crianças que não querem voltar pra cá. Ele não quer voltar. Porque ele gosta também de futebol. Porque a parte da tarde é esporte. Mas é tão bom o esporte. Deixa. Ai, eu deixo. Ele já chega também. Mais pra lá do que pra cá. Toma um banho de janta e já vai dormir também. Como que ele lida com a exposição de vocês? Ele não gosta.

Ele não gosta de gravar. E eu deixo ele assim. Assim, tem vezes que ele quer e tem vezes que ele não quer. Chega momentos, né? Natal. Vamos fazer. Ele já sabe que Natal a gente gosta de fazer foto. Vamos fazer uma foto na árvore? Aí ele faz. A Páscoa, vamos fazer, ele faz. Mas no normal, ele não gosta de câmera. Ele não gosta de pegar pra gravar. Ele não é assim pra câmera, já percebi. E eu respeito ele. Você pergunta. Pergunta.

Falei, vamos gravar, vamos fazer uma coisa. E aí eu comecei a trazer isso pra ele também, pra não ficar também uma coisa muito... Falei assim...

É meu trabalho, eu preciso fazer isso, eu gravo, então vai ter alguns momentos que você vai estar aparecendo, que eu vou precisar que você apareça também, que as pessoas gostam às vezes, mas é só no seu tempo, não quero que você fique gravando o tempo todo, mas tem momentos que é o meu trabalho, eu vou estar gravando, que às vezes ele não quer nem que eu grave.

Olha, cada filho é um filho, gente. É uma loucura. Porque o Enzo sempre se escondeu. A gente chegava nas festas de aniversário dele, na época, né? Todos os fotógrafos de todas as revistas e tal. E ele dizia assim, por favor, não me fotografa. Eu não sou artista. Meus pais são. Gente. Aí os fotógrafos passados... Gente, ele tem quantos anos? 60? Pelo amor de Deus.

E ninguém fotografava, ninguém se respeitava ele. E até hoje ele é discreto, né? Ele é, ele é. Mas a Sofia... Mas dá pra ver, né? Pela personalidade já, assim, de criança. É impressionante. A Sofia, sempre na frente de mim e do Edson, quando eu era casada com ele ainda, e tal. E o Enzo atrás de uma pelassa, assim, Sofia, sai daí! Deixa a mamãe e papai fotografarem! Enzo, eu gosto de aparecer!

Gente, mas hoje ela é super low profile. Ela é low profile, nem o Instagram aberto ela tem. É? Olha que loucura. Meu Deus, eu acho que é político low profile. Eu achei que ela é atriz, sei lá. É, a Bia de fase também. Tem horas que ela fala, me grava aqui. Fala, oxê. Não, ele tá falando nunca. E vai que vai.

E às vezes a gente faz, sai na rua, né? O pessoal te diz, posso tirar uma foto com você, Apolo? Hoje não. Falei, não quer? Às vezes ele, só com criança. Só tira foto com criança. Maravilhoso. Ah, e a Bia também gosta de criança. Só tira foto com criança. É verdade. Porque criança acho que não tem perigo, né? É, não. É muito importante falar isso. Até vou aproveitar o que eu ia fazer.

Eu ia fazer o coió lá no meu Instagram, vou fazer aqui. Gente, não encostem nas crianças, que não são suas. Não encostem. Se você conhece, se você gosta, fala Oi, tudo bem? Criança não gosta de toque. Nossa, eu tava num restaurante esse final de semana eu tô com isso aqui, aqui.

E aí é doido porque a gente se culpa, a gente quer... Eu fiquei culpada de que a Bia tava sentada na ponta e que devia estar sentada no meio. Você acredita? Porque veio... A mãe sempre... A vida da mãe é culpa. É. Veio um grupo, assim, de adultos. De adultos. E, claro, eu sou muito grata do carinho. Enfim, não é... Mas...

Eu entendo que a pessoa não fez por mal. Mas assim, eu me senti tão desconfortável, porque ele chegou e já encostou na Bia. Ai, que família linda. E a Bia assim, ó. A Bia não deixa eu beijar ela. Eu não sei quem conhece. Não, te acabaram de botar uma garfada na boca, eu fiquei assim, ó.

E é muito rápido, né, que acontece Assim que você não consegue nem ter uma reação Eu não sabia se eu pegava ela, e ela tava na ponta da mesa Ela foi ficando assim E aí eu, obrigada É muito invasivo pra ele Gente, aquilo, sério, o quanto Como fala, o quanto a fé Isso é demais Gente, eu acho que esse recado é pra quem não tem filhos E que eu também, quando não tinha filhos Eu não entendia sobre isso Eu achava uma grande frescura Eu sou de querer encostar das crianças Porque eu amo crianças, sou enlouquecida por crianças E aí

Então eu entendo. Mas é muito invasivo você encostar. Eu fazia isso, mas não façam, tá? Não façam. Se você faz isso, não faz. Até com a minha filhada, com meus filhos, eu peço permissão. Eu falo, posso te dar um abraço? Posso te dar um beijo? Então, não façam. É muito invasivo. E eu acho que, assim, pessoalmente, com certeza, eu não falaria, porque eu acho que eu travei, travo.

Travou com a farofa na boca. Travei. Com a salada. Travei com a salada na boca. Mas assim, não façam. É muito invasivo. Eu me senti completamente desconfortável, insegura. Porque aí você fica, mas e aí? Calma, eu não posso sair com os meus filhos, então? E é 30 pensamentos ao mesmo tempo que passa ali, né? Não, eu deveria ter falado, eu não deveria, não sei o que.

É difícil, é um limite tênue, né? Porque você não pode... Tem um carinho por aquele fã, ao mesmo tempo ele tá te invadindo, você tem que dar o limite, esse limite é difícil. Não, e ao mesmo tempo eu acho que se o carinho é comigo, então é comigo. Não, agora... Mas sabe o que é? É pra te agradar.

É, super. Ele era um querido, super simpático. É, pra te agradar. Só que aí eu também queria agradecer, mas eu queria falar pra não gostar nela, e aí eu queria engolir a comida, eu não sabia o que eu fazia, e foi tão rápido que eu fiz. E passou, e aí aquele, sabe quando eu falei... Você ficou pensando nisso, né? Fazer terapia. Mas foi ótimo você falar isso. Pra me desculpar, porque eu comecei a sentir culpada. Falei, a partir de hoje, nenhuma das crianças senta na ponta mais. Tipo, não dá pra sentar na ponta. Que loucura, né? Que loucura, né?

Então assim, não encostem nas crianças alheias. Obrigada. Ai, militei, tô leve. Esvaziou. Já fez a terapia aqui. Não, é porque eu acho que tem crianças que gostam. Eu não sei. Tem crianças que são assim. O Lucas super gosta. Ele fala, oi pessoal. Ele é muito sociável. Sim. E ele abraça, ele beija, ele gosta.

Mas é uma característica dele. O Caio gosta também. Ele ama. Qualquer foto, ele tá atrás assim, fazendo alguma coisa. Também aconteceu um episódio desse comigo no aeroporto, eu vim com ele. E eu trouxe uma seguidora super fofa também, mas foi tão rápido. Deu um beijo na bochecha dele. E ele assim, ele não gosta também. Ele é super carinhoso, mas com estranhos, pessoas desconhecidas.

Não conhecem, né? Não conhecem, é invasivo pra eles. Eles nem entendem ali o que que tá acontecendo. Alguém me beijando assim do nada, tão rápido. A cabecinha deles não... E ele falou? Não, ele só fica assim. Aí eu já... Ele não fala assim, sabe? Aí ele fica... Mas foi rápido também. Ela diz, tchau, beijo, obrigada.

Não dá nem tempo de você reagir. Não. Então, e nessas horas eu falei com a Bia. Eu não sabia o que fazer. Aí eu falei pra ele, porque se você não quiser tirar. Tudo bem, gente. Eu acho que isso é tão bacana. Tinha uma terapeuta que ela falava pra mim assim. Você pode errar, tá? Só não deixa enraizar o erro.

Se você errou, chega e fala assim, mamãe errou. Eu me enganei. Era isso, eu achei que era isso, mas não é. Vamos começar tudo do zero, gravando. De novo. Aí eu vou pra minha profissão. E a gente conversa sobre isso de novo. Agora tem que falar. Tem que falar, até porque...

É ótimo que eles percebam que nós não somos super heroínas. E que não existe essa mulher perfeita. E que a gente erra. É verdade. É, eu falei, eu falei, olha, eu sei que você não gosta do toque. Eu sei que você não conhece. Eu também não conheço. Mas ele me conhece, conhece o meu trabalho. E às vezes acontece das pessoas errarem mesmo. Ele errou de ter encostado em você. Eu entendi que você não gostou. A mamãe não conseguiu fazer nada.

É isso. Bora pra próxima. É isso aí. A terapia, ó, vou ter que ficar. Mas a metade já foi aqui. Já foi. Obrigada, gente. Vão me escutarem, tá? E aí agora, a última pergunta que eu queria fazer é... Como tá essa espera do Apolo também? Vocês trocam com ele? Ele pede um irmãozinho, uma irmãzinha? Como é que tá essa preparação com ele? Outro dia ele falou pra mim. Vocês são ruins, viu? Sou muito solitário, não tenho um irmão.

Isso antes da gente... Sete anos. Eu sou muito solitário, não tenho um irmão. Isso a gente tava em Salvador ainda, né? Foi bem perto assim, quando a gente tirou... Quando eu tirei o deal. E aí direto ele fica falando... E aí, já tá o bebezinho? Como é que tá aí? As coisas vão vir que dia. Ele fica perguntando.

Ele quer muito, sabe? É tão importante ter irmão. É, eu acho que é muito bom. Como que você lida com essa cobrança de vai ter mais um e aí? Eu fiquei meio com isso na cabeça. Não, é das pessoas perguntarem, tipo, externa. É, isso, depois eu me dei uma arrependida de ter compartilhado por conta disso, sabia?

É, porque tem uma cobrança. Porque tem uma cobrança. Aí eu senti essa cobrança, porque antes tava só eu pensando, mas aí agora não posso fazer nada aqui. Tá grávida. E o bebê? E não sei o quê. Tipo, comer uma colher de arroz, tá grávida. Tá grávida, é. No outro dia eu fui respirar, tava assim, tava na praia. Aí eu fiz aquela respiração, a barriga deu uma inchadinha assim, né? Meu Deus, sua barriga já tá com três meses. E aí você fica assim.

Aí eu me arrependi. Uma coisa que eu me arrependi foi essa. É que você disse que tem algumas coisas que você se arrependeu, uma delas é essa.

E aí fica, é chatinho isso da cobrança, né? Porque você fica se cobrando mais ainda. Você já tá num processo que você se cobra, tá ali na expectativa. Sim. Esté, meu amor, a gente tá acabando o programa. A gente queria que você olhasse pra sua câmera e desse uma mensagem carinhosa, principalmente no dia de hoje, né?

pras nossas mamães que assistem a gente, que estão sempre aqui de mãozinhas dadas com a gente, pra você passar a sua experiência, os seus conselhos, as tentantes, justamente. Primeiro, eu queria agradecer a vocês o convite, esse momento foi muito especial pra mim, aprendi muito com vocês aqui. A gente também. Que espaço gostoso, né? Leve de estar aqui com vocês, foi muito bom. Me chamem novamente.

Quando eu estiver grávida de novo, eu vou vir aqui e falar de como foi a gestação dessa vez. Com certeza. A gente já teve algumas tentantes aqui que conseguiram e vieram depois de mães. Pois eu vou vir. Grava esse vídeo aí que depois eu vou passar no replay. E a gente vai fazer a montagem. Isso. Mas mamães, feliz dia das mães. Vocês são maravilhosos. Nós somos maravilhosos, né? Todos os dias.

É dia de comemorar esse dia tão especial da gente. Um beijo pra cada uma de vocês. Continuem fortes. Acontecem coisas mesmo na nossa vida que às vezes a gente acha que é o fim, que acabou, mas é só fase. Tudo é uma fase. Quando passa, você olha pra trás e você começa a montar o quebra-cabeça e vê que tá fazendo tudo sentido. Então, continue confiando, acredite em Deus, faça, entregue pra Ele todos os seus desejos e tenha certeza que Ele vai te abençoar. Um beijo e Feliz Dia das Mães!

Que amor. Meu amor, que o seu caminho seja lindo. Cheiro de luz. Que Deus coloque no teu caminho esse serzinho que vocês desejam tanto. Que vinha na hora certa. Na hora de Deus. É verdade. Muito obrigada por ter vindo. Obrigada. Beijo, se inscreva no canal.

E compartilha, curte, todas aquelas coisas que a gente já pede. A gente se humilha aqui pra vocês. É, a gente é de joelhos, praticamente. Um beijo, gente. Beijo, tchau. Feliz dia das mães.

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