MAXIANE E MARCIELE - PODDELAS PODCAST #545
Maxiane e Marciele ficaram marcadas no BBB 26 e estão agora no PodDelas!Neste episódio, elas falam sobre quem eram antes do reality e, principalmente, quem são no pós BBB, afinal, a Coordenadora do Resort e Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso vivem agora um novo ciclo de vida e carreira.E mais! Falam sobre: as decisões dentro do jogo, as tretas, os julgamentos, os relacionamentos e o impacto da exposição em rede nacional.Não dá pra perder! Então dá o play e vem espiar!
- Transicao de CarreiraAdaptação à vida pós-reality · Oportunidades de trabalho e exposição · Impacto da fama e julgamento público · Construção de marca pessoal e profissional
- Saída de Personalidades de BBBHistórias de vida antes do reality · Propósito e objetivos pessoais e familiares · Superação de desafios e obstáculos · Experiências profissionais anteriores
- Cobertura BBBA intensidade do jogo e a convivência · A perda da noção do tempo e a memória · O ambiente hostil e as regras do jogo · A síndrome da impostora e a pressão psicológica
- Eventos CulturaisA paixão pelo Boi Caprichoso · A importância do Festival de Parintins · A representatividade cultural
- Experiência na Casa de Vidro e Quarto BrancoExpectativas e medos durante a seleção · A dinâmica da Casa de Vidro e votação · O impacto psicológico do Quarto Branco · A surpresa com a entrada de novos participantes
- RelacionamentosA formação de amizades e laços · A dinâmica de grupo e as rivalidades · A importância do apoio mútuo
- Empreendedorismo e expansão pessoalCriação e gestão de negócios · Trabalho com artesanato e moda · A busca por independência financeira
- Legado PessoalA repercussão e o carinho do público · Oportunidades de trabalho e novas experiências · A força da marca pessoal e dos apelidos
- experiência de jogoA percepção do público e a decisão do jogo · Erros e acertos dentro da casa · A coragem de ser julgado e a imagem pública
- Relacionamentos AmorososFoco na carreira e objetivos pessoais · A busca por um parceiro ideal · A importância da independência e do respeito mútuo
Oi, gente! Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos! Mais um Pod Delas Podcast ao vivo, quinto ou véspera de feriado. Você não tem desculpa pra não assistir esse episódio de hoje, tá? Que tá muito incrível, tenho certeza que vocês vão amar.
E eu sempre começo pedindo pra você se inscrever aqui no canal. Se você tá assistindo a gente pela TV, pega o seu celular, se inscreve. Tem as nossas redes sociais também, arroba poddelas, Instagram, TikTok, Twitter. E se você tá aqui nesse vídeo, gente, curte, compartilha, comenta, todas aquelas coisas que eu peço, tá? É muito importante pra gente, ajuda a gente a chegar nos 4 milhões. E esse ano vai, tá? Esse ano vai. Se não for, eu não sei nem o que a gente vai...
Vai fazer mais, tá? Muito obrigada, agradeço. Ó, o episódio de hoje é com duas mulheres maravilhosas que entraram no BBB 26 com histórias completamente diferentes e viveram assim o extraordinário. Claro também que elas enfrentaram o desafio de serem elas mesmas, né, com o Brasil inteiro assistindo. De um lado, uma mulher intensa que falou tudo o que pensava, pagou o preço por isso, mas aqui fora ela soube transformar.
tudo em oportunidade, tá fazendo do limão uma limonada, porque coordenadora faz assim, né gente? Bora aprender com ela. Do outro lado, uma mulher que carregava uma cultura inteira nas costas e precisou equilibrar a identidade com estratégia.
Foi longe, surpreendeu, fez o que tinha vontade e agora colhe todos esses frutos pós BBB. Elas viveram muito, o jogo acaba, mas aqui fora o novo ciclo se inicia, né, gente? E hoje a gente vai falar sobre tudo isso e, claro, sobre o BBB também com elas. Maxiane e Marciele, sejam bem-vindas! Quase uma dupla sertaneja, né? É verdade! E ainda combinando o look, eu tô chocada! A gente foi sem combinar. A gente não combinou.
A sintonia tá boa. Continua boa. É verdade. Graças a Deus. Ai, tô muito feliz de estar aqui nesse espaço com você, a primeira vez. A gente assiste, né? Aí, mais uma sensação diferente de algo que a gente assistia e se vê hoje no lugar das pessoas que a gente assistia. Eu tô muito feliz de estar aqui, gente. Ai, que bom! Eu ainda tô, tipo assim, meu Deus, tô aqui, não foge delas. Mentira, eu tô muito...
muito feliz que eu tô muito honrada não sei se você não tem que usar a não mas não precisa fazer costume não tem essa não não precisa aí ótimo eu quero saber de tudo gente como é que tá esse momento de vocês porque imagino que essa saída seja um turbilhão de compromissos de emoções sentimentos né
Cada dia uma nova descoberta. Como é que tá o momento de vocês, de vida, de trabalho? Então, eu já saí tem dois meses, né? Pouco mais de dois meses. Mas eu ainda não parei. Então, porque parece que só começa a hora que acaba mesmo o programa, né? Pois é. E eu acho que eu não fiquei nem duas semanas em casa.
Minha vida tá ponte aérea, eu tô entre Rio e São Paulo. E eu acho que a sensação que eu tenho é que eu tô dentro de um liquidificador. E ele tá ligado e deixaram ligado. E aí eu tô assim, ó. Meu Deus. Mas eu concordo. Mas assim, eu tô muito feliz com tudo isso. Tô muito feliz. Eu não esperava que fosse...
ser um pós tão extraordinário. E eu devo muito isso ao público, né? Que conseguiu entender o jogo e aqui fora. E me deu até uma oportunidade também de mostrar outra Maxiane. A Maxiane livre, sem competição, sem pressão, sem cobrança.
que para além do jogo, então assim, eu tô bem feliz, bem feliz. Ai, que bom, tô muito feliz. Ai, eu não tenho dois meses, né? Tenho, acho que, duas semanas, eu acho. Ainda tô perdida no tempo ainda, tô perdida com datas, com hora também. Mas assim, também não parei ainda, acho que se eu passei 12 horas na minha casa, na minha casa mesmo, foi muito. E eu tô tendo pós que eu pedi a Deus, que eu pedi lá dentro. Gente, pelo amor de Deus, se eu tiver muito cancelada...
e eu quero ver muito trabalho, que dei tempo de descansar lá, porque a gente tem esses pensamentos lá, né, de reverter meu Deus, vai ter que dar, e aí quando eu saí, assim, foi uma saída assim, muito incrível foi direto pro Domingão vi minha família, que nunca tinha viajado de avião, meus pais, eu esperava meu irmão né, mas vi meus pais ali, vieram de muito longe barco, carro, tudo que tu imagina pra chegar até aqui, né, e enfrentar esse medo e aí
E muito trabalho. E também o Festival de Parintins. O Boi Caprichoso. Minha galera me esperando. É o Brasil. É Parintins. É Manaus. Gente, é uma loucura. É muita gente, né? É muita gente. Então, eu queria ao mesmo tempo abraçar o mundo. E não dá, né? Assim, a gente vai enlouquecendo cada vez mais. Mas eu tô tendo o pós, assim, que eu pedi a Deus. Pedi dentro da casa, assim. Independente do meu cansaço. O meu cansaço não é nada.
perto de tudo que tá acontecendo na minha vida. Eu tô muito feliz. Ai, que bom. Fico muito feliz. Eu acho que essa oportunidade do BBB realmente muda a vida, né? Ainda mais pra gente. Por exemplo, eu tento há cinco anos. Cinco anos que eu bato na trave. Engravidei no meio do processo. Eu tava no meio do processo do Big Brother. Eu inscrevi em 2020. E 2021 tava no processo. E no meio eu descobri que tava grávida.
Eu me lembro perfeitamente, assim, que eu encostei na geladeira e eu comecei a chorar. Porque eu pensei que era meu sonho, né, Big Brother. Pra mim, assim, era uma jornada que eu ia, em algum momento, conseguir. Porque eu tava muito obstinada àquilo. E, poxa, eu tô grávida. E foi uma gravidez que eu não planejei, né. Então, eu falei, nossa, mas a minha mãe, não, a gente vai tentar. A Joaquim vai nascer e a gente vai tentar no ano seguinte, até você conseguir. E eu tentei no ano seguinte, no outro ano, até conseguir entrar.
Ou seja, gente, dá certo, tá? É possível, é muito possível. Não desistam. O meu foi a terceira. E eu ia... Na verdade, eu fiz a seleção em 2018. Aí eu fiz a seleção com dupla. Só que as duas vezes, assim, ao mesmo tempo que era uma oportunidade gigante, eu sentava, meu Deus, eu não tô preparada pra... Não tava também esse ano, né? Ano passado, esse ano também não tava. Mas eu entrei. Mas sabe quando não é o momento? Eu sentia que não era o momento.
Ainda bem que eu não entrei nas duas edições. Mas é isso. A gente que entra no Big Brother...
Eu tenho essa sensação de que é a hora, é aquele momento, é aquela hora. Todas as vezes que não foram é porque não era a minha vez, não era pra ser. Eu acredito. Eu tô vivendo muito isso, tipo, era a minha hora mesmo esse ano, da forma como foi. Como é que vocês estavam, assim? Como é que fase de vida vocês estavam quando vocês, né, entraram, que finalmente deu certo, foram pra casa de vidro? Que momento que vocês estavam de vida pessoalmente, profissionalmente também falando, você...
Nossa, assim, eu tava num momento em que meu filho tá passando por investigação de autismo, né? Sim. E, inclusive, eu descobri isso no meio do processo. E eu pensei, não, agora eu não vou mais. No meio do processo seletivo. No meio do processo seletivo. Já, quase no finzinho, eu descobri e eu pensei, não, agora eu não vou mais. Mas aí, meus amigos, a minha família, não, agora é que você vai mesmo, porque você vai tentar algo pra ele.
E no meio de uma vida muito corrida, porque assim, influenciadora lá em Carpina, Nazaré, que é o interior de Pernambuco. Então, abraçava muitos trabalhos. Eu quase não vivia só trabalhar, trabalhar, trabalhar. Com, por exemplo, terapias que o plano não cobre, porque o plano não cobre investigação. O plano só cobre se for. Então, assim, tirando 4 mil do meu bolso para pagar as terapias dele, pagar minhas contas, né? Ajudar todo mundo.
Não, o Big Brother é a minha oportunidade de poder dar pro meu filho algo muito maior. E pra mim também, porque eu tinha objetivo. Então, 2025 foi o ano que eu coloquei assim, ó. Esse ano é o ano que eu vou me dedicar ao Big Brother pra entrar naquele programa. E foi realmente o que aconteceu.
Sabe quando você tem um propósito? Então, o Big Brother era um propósito. Eu preciso entrar, porque, além, claro, do prêmio, era também a minha oportunidade de mudar a minha vida, a vida da minha família, a vida do meu filho. Então, assim, eu tava obstinada ao Big Brother. Então, era um ano que eu tava administrando essa investigação do meu filho, vivendo para o trabalho e me dedicando a entrar naquele programa. E, além de influenciadoras, também dava aula.
Não, eu sou professora, né? Eu sou formada em história. Eu dei aula durante oito anos. Então, foram oito anos na educação. Eu comecei a ensinar, eu tinha 19 anos. E 2020, eu larguei tudo pra fazer vídeo na internet de maquiagem. Todo mundo, ah, isso é muito comunicativo, é desenrolada, né? Carismática. Tenta. E aí, eu ficava, não, mas não é possível. Será que é possível? E aí, foi no meio da pandemia. Sim. Eu...
Eu peguei o contrato que eu tinha, eu dava aula pro ensino médio no estado, larguei, todo mundo me chamou de maluca, imagina, no interior. Sem nem ter começado na internet. E eu não tinha um real na conta. Eu não tinha um real na conta. Quando eu entreguei o contrato, eu saí com a mão na frente e eu tava atrás, porque você sai, né? Você não tem. E eu falei, vou gravar vídeo na internet e eu vou tentar outra profissão. Porque eu sou muito boa dando aula, mas eu também queria experimentar coisas novas. E eu tava tipo assim, cara, eu quero outra coisa.
E aí eu comecei a me apaixonar por isso, maquiagem. E eu comecei a ver um público engajando comigo. Você não maquiava antes? Maquiava, mas assim, pra mim, né? Pra mim. Fazia minha maquiagem. E aí eu fazia isso durante as minhas aulas, tá? Eu gravava vídeo de maquiagem, chegava na escola, as minhas alunas faziam. Professora, eu amei aquela maquiagem, faça mais.
E aí a coisa foi acontecendo. Quando eu vi, era uma loja. Oi, vim fazer umas fotos aqui. Você é fotogênica. Oi, vou te mandar um recebido. E quando eu vi, eu saí de 1.500 pra 12 mil seguidores, 15 mil seguidores. E fiquei com 35 mil seguidores. E na região, eu consegui me consolidar como influenciadora ali na região. Sim. Então, consegui fazer trabalhos com as marcas. Consegui até uma renda bacana pra mim, pro meu filho, pra minha família.
Mas o que sempre mais? Eu sempre quis mais. Eu falei, não, agora que eu já consegui isso aqui, eu preciso de mais. E o Big Brother pode me dar o prêmio. Que não me deu. Mas tá me dando todas essas experiências que são incríveis. Ai, que demais. Gente, mas não adianta, né? Acho que nós, mulheres, quando a gente coloca uma coisa na cabeça... Não tem quem tire. Não tem. Não tem.
Cara, eu tava numa fase da minha vida profissional, eu sempre trabalhei minha vida inteira, desde que eu lembro da minha vida, assim, foi trabalhando, né? Eu tava viajando muito, eu tava numa fase, pessoal, eu tava muito ruim, não vou me dizer ou não, vocês tavam numa fase bem ruim, mas profissional, eu tava trabalhando muito. O boi, né, em si, eu tô há 10 anos esse ano como item, então me abriu muitas portas, visibilidade, muito trabalho. Foi o boi que me tornou influenciadora, né? Antes eu era só dançarina mesmo.
Era o que eu gostava de fazer, né? Sempre gostei de ter a vida mais privada ali. E aí o Boi veio e trouxe as empresas, as marcas e tudo mais. E comecei a fazer esse trabalho. E com isso também já era ativista também. Sempre trabalhei com isso e viajei muito. E em 2025 eu tava viajando muito, trabalhando muito. Não parava em casa, mas eu amo, né? Porque a gente trabalhando, a gente não tem tempo de pensar em outra coisa. É verdade. Chega a ser um refúgio, né? E aí...
É muito trabalho e eu implorei pra Deus, acho que depois que terminou o festival é onde eu vivo a vida da Marciele, né? Que de janeiro a junho é a vida da Marciele Cunha Poranga, me dedica 100% ao boi. E aí julho é o meu investimento nas minhas empresas, na minha marca e é o que eu tava focando.
E eu pedi assim pra Deus um sinal, meu Deus, eu preciso de um sinal que eu sinto que as coisas não estão... Sabe quando tu tá andando, mas tu tá sem rumo. Eu vi a minha vida desse jeito, eu implorei pra Deus, me joelhei, eu lembro até hoje da situação. E aí eu recebo a notícia, né? E eu, assim, pra ser muito sincera, tinha vindo de duas seleções, então... Ao mesmo tempo que eu tava acreditando, eu não queria criar tanta expectativa pra não ficar, tipo assim... Meu Deus, não foi de novo.
E aí eu fui passando, foi passando. Eu falei, gente, eu não tô acreditando. Aí a gente vai passando por fases, né? Eu já cheguei, tipo, muito longe. Aí chegou na fase da parte de documentos. Aí eu falei, meu Deus, e agora? Aí ficou naquela dúvida. Eu quero, não quero, mas agora já não tem mais jeito. Já tô lá, eu vou. Nossa, deve dar um frio na barra.
Um frio na barriga. Assim, eu moro em Manaus, né? Minha família mora em Juruti, meus pais e tudo mais. Então, eu sou, digamos, que eu esteio da minha casa. Eu tomo conta de tudo, né? Financeiramente, as decisões. Aí eu tinha que preparar alguém pra deixar. Porque eu precisava ir em paz. Eu precisava ir com a minha cabeça tranquila pra ver o que eu quisesse viver sem estar com tanta preocupação. Como eu vivi desde que eu me entendo por gente, né?
E aí eu comecei a avisar os meus amigos, assim, meus amigos próximos mesmo, gente, eu tô indo, e pessoas que já sabiam da relação com a minha família se virem aí, ó, é assim acessado. Dá um jeito. Dá um jeito. Aí eu lembro que eu fui contar pro meu pai e pra minha mãe, né? Tipo assim, eles são muito ingênuos nessa parte, eles não tinham noção do tamanho, né? E eles acompanhavam?
Gente, uma loucura viveram intensamente aqui. Não, e antes de você entrar? Acompanhava, assim, mais muito algo, assim, de televisão. Eles não tinham esse acesso à rede social. Tanto é que a mamãe que mexia mais no Instagram e tudo mais. Aí eu falei, pai, mãe, vou entrar pro BBB 26 e não sei o quê. Aí eu lembro até hoje que meu pai falou, ah, minha filha, eles já te queriam, né? Aí a mamãe na inocência, não, minha filha, vai lá, faz o teu melhor, não sei o quê.
Tipo assim, quando eu ouvi eles falando isso, eu falei, meu Deus, eles não têm noção do que é o BBB realmente.
E aí eu falei, ó, gente, preparem minha família, porque eu sei que vem muita coisa, eu já acompanhava, né, então eu sabia como é que era. E aí eu entrei tranquila, mas eu tava, assim, muito, ao mesmo tempo, muito segura, que aquele era o momento certo, que eu estava livre em todos os sentidos, né, de estar solteira, de ter deixado minha família com alguém que eu sabia que iria cuidar, que sabe do amor que eu tenho por eles.
Então, naquele momento, eu falei, agora eu vou, e agora não tem mais volta, e tchau, beijos e mil. Você achou, em algum momento, que não iria entrar por conta que... Foi ano passado, né, que a Isabela entrou? Não. 2024. Ah, foi 2024. Sim.
É exatamente por isso. Foi. Porque ano passado foi em dupla. É verdade. Então, em algum momento você achou assim, ah não, agora ela entrou e aí, sei lá, por conta da questão do foi. Adeus por mim. Exato, eu pensei, não vou mentir pra você. Por isso mesmo que quando eu, digamos, comecei a fazer a seletiva de novo, eu falei, gente, mas eu não vou, porque meio que a Isabelle tinha ido, né? Eu falei, não, mas eu acho que eu não vou, eu acho que é pra encher lá a vaga da região, algo assim, né?
E aí foi passando, foi passando, e tinha muito aquele medo, né, tipo assim, de eu não queria entrar com aquela coisa de comparação, só que é impossível, eu tô do mesmo segmento que ela, da cultura, nós temos trajetórias bem diferentes, né, nós temos origem diferente também. Eu falei, ao mesmo tempo que quando eu entrei pra Casa de Vidro, a grande chance de eu não conseguir entrar, digamos, pela votação, e eu não sabia que tinha um quarto branco.
Então, ali já foi uma grande... Como eu posso te explicar? É isso mesmo, tá? Se eu tivesse, por exemplo, lá na disputa, se não tivesse entrado, eu tinha que me preparar emocionalmente para o que viria depois. Eu não sabia que tinha um quarto branco, né? Ah, eu só sairia do quarto branco morta.
até então eu falei até falei pro meu amigo, pro Diego, falei amigo, e se eu não conseguir? Ele falou, ai não amigo, a gente vai pro flutuante, fazer um churrasco e tá tudo certo, mas tinha eu sempre acreditei que tudo que Deus me colocou na minha vida pra fazer porque ele sabia que eu ia dar conta, então se eu não entrasse, ele sabia que eu ia dar conta desse fardo, que seria um fardo, querendo ou não ia ser pra sempre aquela comparação e eu tava disposta a pagar esse preço de não conseguir, né E aí
Mas ali minha galera deu o máximo, gente, eu nunca vi tudo. E é muita gente. Gente, é muita gente. Virou um festival dentro de um shopping, porque a Alívia também que tava disputando comigo era do outro boi, do boi garantido. Ai, é verdade. Aí virou um festival, não era mais sobre eu e a Alívia, era sobre boi caprichoso e boi garantido. Gente, virou uma guerra dentro do shopping, juro pra ti. Não, imagino. A multidão e também em Parintins, a galera toda na minha cidade, juro de Pará, né, a galera toda.
Então, foi uma loucura muito grande. Aí, quando eu entrei, aí depois que eu fui saber que tinha um quarto branco, ela não conseguiu, né? Aí, eu fiquei... Digo, meu Deus, eu entrei agora. Que não tem roteiro pila. É, tipo, cada lipozinho. Eu fiquei dois dias, assim. Quando a gente que tá no processo descobre que tem uma casa de vidro, eu olhei pra minha mãe e falei, mãe, ainda vai ter votação. A votação do público. Não é nem certeza ainda. Não. E aí, a gente ficou assim em casa. Aí, mãe, meu Deus, logo agora.
Na tua vez. Não vão me escolher, mãe. Eles não vão gostar de mim. E aí, não, mas vamos embora. E beleza, né? E eu fiquei em Salvador, eu, Marcelinho, Boneco e Rafa. E, nossa, a Casa de Vidro, assim, é pauleira, tá? Muita pauleira. Porque, assim, uma coisa é na internet as pessoas dizerem que elas gostam ou não de você. Outra coisa é a pessoa falar na sua cara. Você não vai entrar porque você já tem cara de famosa. Ah, teve isso também.
As pessoas falam isso. Elas falam na minha cara. Isso você não vai entrar, não. Esqueça que você não vai entrar.
e eu ficava, me lasquei, meu Deus do céu me mandavam pra Juruti pra fazer farinha volta pra Juruti, vai fazer farinha aí, tipo assim, como a gente já tem meio que essa sagacidade da rivalidade eles cantavam e eu dançava entendeu? Aí que eu deixava e na seletiva quando perguntaram assim, e se tiver a casa de vidro não sei o que, aí eu na hora eu não me toquei, que seria uma disputa eu até comentei isso, eu falei attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ attわ att
Não, eu vou entrar, eu entro. E você acha que vai ganhar? Vou. A gente responde isso. Vou ganhar o meu povo. Por que você tem tanta confiança? Porque eu confio no meu povo, eles vão me colocar. Aí eu chego lá, é a alívia do garantido. Eu falo, e agora? Mas é muito incrível a casa de vidro, porque assim, lá em Salvador, tinha uma galera que me abraçava mesmo, assim.
Estou votando em você. E eu não tava em casa. Porque eu sou de Pernambuco, eu tava longe de casa. A possibilidade da minha família, dos meus amigos irem lá no shopping me ver era mínima. Então assim, eu falei, meu Deus do céu, me lasquei, não vou entrar não. Mas é muito doido isso de reality. Porque as pessoas realmente compram a sua briga. Elas te abraçam. Elas te adotam. E elas compram a briga dos outros também. Super, super. Então é loucura.
É um nível, assim, de fã que eu admiro. Quando o Tadeu falou o resultado, né? Eu fiquei em posição fetal, assim. Depois que passou aquela adrenalina, eu fiquei em posição fetal. Porque aí foi quando caiu a ficha, assim, né? Entrei no Big Brother. Agora ou a minha vida vai pra frente ou vai pra trás. Não tem mais pra onde correr. Agora já era. Não dá tempo mais de desistir. Então, assim, lá dentro de dois dias, eu fiquei em posição fetal.
Tentava não demonstrar. Mas eu fiquei em posição fetal. Porque eu ficava com medo. Tipo, meu Deus. E agora?
Vai dar certo ou não vai dar certo? Mas vamos embora, vamos embora. Não, já tava dando certo. Imagina, vocês vão vendados saindo do shopping? Vendado. Entramos vendadas. A diferença, por exemplo, da Maxi, que ficou com medo. Eu entrei vendada, mas eu saí encapuzada, né? É que eu estava na cidade que eu moro, né? Eu não podia ter acesso a nada, né? Quando a gente saiu do hotel, era assim, ó. Vendado, tudo, tudo vendado.
Aí chegou na Casa de Vidro. A diferença da Max pra mim é que eu tava na minha casa, Manaus, né? Eu moro em Manaus há 15 anos. Então, eu tava... Apesar de não ter minha família, mas meus amigos todos estavam lá. Mas a gente entrou vendado e... Saiu não, mas saiu encapuzado. Tem até uma figurinha que parece que eu tô indo presa, porque eu morro de segurança levando aí. Baixa de cabeça, baixa de cabeça. A Jacira, a mãe do Gil, né? Que é minha amiga.
Foi ela que trouxe a minha comadre, que é uma das minhas melhores amigas, pra Salvador. Então, imagina, no domingo, o dia da decisão, parecia o final de Copa do Mundo, porque a sensação que a gente tem lá dentro é essa, o final de Copa do Mundo. Loucura. Porque a galera vem com, olha, estão postando isso, fulano… Aí vem fake news. Meu Deus, e mostra…
Mostram tudo. E vocês sem poder ver mesmo. Fizeram a montagem do meu perfil. Dizendo que eu tinha 5 milhões de seguidores. Eu disse, não, gente. Eu tô com 35 mil. Eu entrei aqui com 35 mil. Não tenho 5 milhões, não. E aí, quando eu vi minha amiga, assim, chegando. Foi como se... Nossa, me devolveu, assim. A esperança de, tipo... É possível. É possível entrar no programa. E ver uma galera também com plaquinha. Maxiane, Maxiane. Eu falei, ufa.
tem gente por mim, né? Tem gente que vai me ajudar, então deu certo. Mas a gente, eu não sei se vocês têm isso, mas a síndrome da impostora mesmo, né? Da gente achar que não, não vou conseguir. Imagina, ninguém vai gostar de mim. Ah, eu tenho. Eu também, eu tenho o inteiro. Gente, eu acho que é uma negação não.
Mas assim, eu tive isso dentro da casa, mas lá, como eu tava em Manaus, né, e eu vi toda, tipo, minha galera lá vibrando, cantando, eu falei, não, bora pra frente. Eu tava muito segura, tanto é que a Maxi disse, eu não dormi. Gente, eu deitava, dormia, eu comia. Aí ela disse que não comia. Eu comi todas as refeições possíveis, até as que não tinha, as que tinha. Mas é porque eu estava em casa. De nervosa, de ansiedade. É. Ó, eu me lembro que Marcelinho deitou na cama. O shopping que eu tava, não apagaram as luzes, então era tudo aceso. Caraca.
Tudo aceso. Calma aí, ficava gente 24 horas lá. 24 horas. Não, às 10 não esvaziava o shopping. Não, passava o pessoal da limpeza. Segurando a limpeza, olhando a gente. Eu me lembro que, eu acho que era umas 7 da manhã. Madrugada, às vezes eu fazia assim, ó. Que horas são? Aí o cara fazia 3 da manhã. E aí 7 da manhã tá a repórter lá. Bom dia, Salvador! E eu com uma touca, Rafa com uma touca. E a gente...
Ai, volta! De pijama, de pijama. Dói, porque você não pode ficar um minuto sem sorrir. Não pode. Que aí vão achar que você é antipática. E assim, o dedo quase quebra. O que a gente não dava pra ouvir tanto que a gente falava, né? Então era assim, volta, volta. Fulano tava passando lá na esquina, volta! Era assim. Tem uma galera lá, que inclusive eu agradeço muito. Eles ligaram pros meus familiares, porque não tinha ninguém por mim.
Então eles ligavam, eles conseguiram o contato do meu irmão, da minha mãe, dos meus amigos.
Pra mim mostrar tudo. Então assim, meu Deus, eu sou muito grata a essas pessoas. Porque aquece o coração e faz você se sentir seguro no meio daquela disputa. Que assim, é paulera. Saber que você não tá sozinha, né? Nossa, muito bom. Mas e aí? Aí vocês acharam que, ai, tudo bem. Aí veio uma grande surpresa. Pá, pá, pá, pá, pá. O Big Brother, ela tá com a cara. Gente, vocês não faziam ideia do quarto branco? Não, não faziam ideia. A gente pensava no laboratório. No laboratório. Porque foi algo dito.
que ia ter um laboratório. Foi algo dito. O que tinha nesse laboratório, ninguém sabia. Mas enquanto tava rolando lá o pau, a primeira semana rolando, a gente especulava. Mas tá vindo um laboratório aí. Tem um laboratório aí. Será que vão eliminar as plantas? Aí eu ficava, meu Deus, vão me tirar daqui.
Que Jesus, agora essa luta todinha pra entrar. Eu ia substituir as pessoas. E aí tava todo mundo desesperado, ninguém ficava sozinho com medo de ser levado. Mentira! Sim, a gente teve essa paranoia lá. Mano, tu tá onde? A Maxi sumia. Maxi, cadê tu? É, pois é. Aí era assim, ninguém ficava sozinho com medo de ser levado. Aí imagina, eu me lembro perfeitamente que a gente tava no jardim, na área, e aquela porta... Bei! O pessoal entrando gritando. Boneco, Chai, Gabi e Matheus.
Com aquele macacão branco. E a gente, tipo assim... Todo mundo em choque. Meu Deus. Que isso? Que loucura é essa? Tá, e aí? E ali dentro, qual que é a sensação? Qual que é o... De quê? Do Big Brother? Da casa? Do jogo? Não, da experiência do quarto.
Ah, não, assim, quando eu vi as pessoas, eu pensei, lá fora deve estar pautorando, deve estar babado, porque pra quatro pessoas, e assim, na primeira semana, né, Márcia, o Henry, né, teve que sair, por questão de saúde, é, nossa, teve muita, e teve também a situação do Pedro, então tudo deixava a gente muito ansioso.
Aí chega mais quatro pessoas, a gente fica, meu Deus, o jogo começou? Vai sair três, o paredão, vai sair, a gente começava a especular. Mano, é tanta teoria louca, vai sair não sei quem, vai sair numa dinâmica, vai sair! Não, eu não sei imaginar, sem informação, sem nada. E cada Big Brother, eles inventam alguma coisa nova pra vocês não entenderem nada, né? Ficarem sem expectativa nenhuma. Acho que o nosso alívio mesmo foi a Shai e a Gabi terem falado do que aconteceu.
aconteceu isso, nós fomos pra tal lugar Ah, elas explicaram elas foram muito incríveis a gente explicar pra gente aí a gente entendeu então quem tava lá na casa de vidro que não entrou foi pro quarto e aí elas não sabiam a noção de tempo, né? quanto tempo vocês ficaram lá nesse quarto? dois dias? três dias? cinco dias e a gente é pra sim, gente foi um babado esse quarto foi bem um babado, meu Deus brincadeira
Qual foi, assim, o que mais surpreendeu vocês com essa experiência em relação à casa, em relação à convivência? O que vocês acharam que iam tirar de letra e que foi mais difícil? Eu não tirei nada de letra, mãe. Eu também não, não tenho nada de letra. Nada, tava lascada.
Cara, quando eu entrei lá... A gente tá lascada, a gente tá. Aí a Maxi queria que eu desse um positivo pra ela. E ela, amiga, não sei. E aí, não tirou positivo. E quando vocês... Como é que foi a conexão de vocês duas? Desde o começo, bateu? Cara, foi de primeira. Eu entrei primeiro que a Maxi, né? Aí eu lembro que... Tipo assim, eu sou caprichoso.
E eu tava toda de azul. Aí vem a Max toda de vermelha entrando. E a gente já se abraça. E ali naquele momento já ficou. Como se a gente já fosse amiga e tivesse encontrado lá, né? Mas assim, foi conexão de primeira. Imagina quando eu abri a porta. É. Coração acelerado. Me tremi inteira. Porque tipo assim. E a gente tá virado, né? Porque saí da casa de vidro. E pra entrar no programa, a gente não dormiu.
dormimos nada. Você falou que não dormiu nada também? Não, não dormimos nada. Ninguém dorme. Saí de Salvador, já vai pro Rio de Janeiro, já tá dentro do Big Brother, então eu não dormi nada. Quando eu abri aquela porta, que tirei a venda, né? Que abri a porta, eu vi aquela mulher de azul falar ela. Falei, nossa, que mulher linda. E aí eu me lembro de ter visto ela, e aí quando eu vi ela, a gente já fez assim, ó. É, desse jeito.
Aí pronto. Ah, você vai ficar em que quarto? Ah, acho que eu vou ficar nesse, sei quê. Pronto, me agarrei com ela. Aí fomos parar no quarto. Pronto. Sonho de voltar. Sonho de voltar.
Gente, isso é muito doido em relação ao quarto mesmo, porque você a sua primeira escolha que é o do quarto, dita todo o programa. Todo o programa. E Tata, a gente sabe a gente sente tudo lá dentro. Vocês já sabiam que Ana Paula ia ganhar? Lá dentro vocês sentiam?
Ou era ela ou a Milena. Eu fiquei entre ela e Milena. A gente achava que era a Milena, na verdade. Essa dupla aqui é uma dupla bem forte, né? E a própria narrativa do jogo, né? A sequência de saídas. E aí, tipo assim, obviamente que as pessoas perguntam. Mas você não sabia? Você não tava vendo que o jogo de você estava errado? Claro, mas assim, não dá tempo de recalcular a roda. Eu não seria a pessoa que ia, tipo...
Ser falsa, né? Ser falsa e fazer aquele jogo eu não ia. Bom, já que eu estou errada, eu vou arcar com as consequências dos meus erros. Porque quem é o maior jogador é o público, né? Então, o público que determina. Você tem que ser muito segura. Porque lá a gente tinha noção que, por exemplo, que a gente fazia parte de um grupo ruim, né? Querendo ou não. E que tava saindo um atrás do outro. Os trodidas. Só que chegou a um ponto, assim, que tu não tem mais como voltar atrás. Porque o jogo já se deu. Você tem que ser muito, sei lá...
muito falsa até mesmo com você se trair pra poder e tentar ali, sei lá, uma aproximação com outras pessoas. E assim, a gente tava seguro que a gente ia pagar pelas nossas decisões, pelas nossas atitudes ali dentro e resolvemos seguir o jogo daquele jeito. Ah, gente, mas eu acho que como qualquer jogo tem os lados opostos. Então não significa que os lados estão errados, né? E Big Brother é sobre quem erra menos, né?
É sobre quem erra a mente. Imagina essa experiência humana. Que isso. Vocês são muito corajosas. Desde já. E é isso que eu falo pra todo mundo. A coragem de entrar no Big Brother. E saber que as pessoas vão te julgar. Independente de qualquer coisa. E elas vão ter exatamente de você. Aquilo ali.
É aquela imagem que ela teve de você no Big Brother. Muitas vão querer somente aquela e ponto. Então assim, tem que ter muita coragem. E a imagem que não é do erro, né? Nem a vencedora agrada todo mundo. Exato. Não tem como. Não tem como uma pessoa agradar todo mundo. Sempre vai ter quem não goste. Sempre vai ter quem goste. Eu acho que é isso. Tem que ter uma força muito grande. Eu tô muito feliz com o feedback dessa pessoa. Tem que ter muita segurança.
Que estão sendo muito sinceras comigo. Tipo, olha, eu não gostei do seu jogo. Mas eu tô adorando você aqui fora.
Tô amando seus conteúdos. Tô amando acompanhar você. Então isso já me deixa, assim, muito feliz. E que deu certo o seu propósito, né? Nossa, super. Super. Valeu a pena. Eu não ganhei 5 milhão hoje, mas eu ganhei um carinho de muita gente. Mas vai ganhar já já. Nas publis. Parabéns aí.
Eu sempre falei assim, quando perguntaram assim, você tem medo do cancelamento? Eu sempre falava assim, gente, a minha família me aceitando de volta. É o que mais segurava a gente ali. Porque tu chega a um ponto que tu vai vivendo, tu até esquece das câmeras de verdade, apesar de elas estarem mirando ali pra você, te procurando às vezes. Você acaba esquecendo. Então ali você, muitas vezes, você faz o que tá...
que tem vontade, a hora que dá, você fala o que quiser. Então, você tá sabendo que tem muita gente assistindo, e às vezes quem já não gostou de você desde o primeiro dia vai enfatizar só nos teus erros, e aí vem o povo que te defende, e fica nessa loucura, mas a gente, se a gente pensar no aqui fora, a gente trava lá dentro. Então, é meio que esquecer o mundo aqui fora, só pensar que...
Quando sair a Marcele do futuro que se vire, a Maxine do futuro que se vire. Que não era um problema do presente. É, do presente vai viver, filha. Depois se resolve. A gente usava muito esse mantra, né? Deixa pra fulana do futuro resolver isso. E eu me apegava muito a ela, né? Pela minha relação forte com ela lá dentro.
E muita gente fala assim, nossa, mas conhecer eu tem um mês, já é o amor da sua vida. É tão intenso que aquela pessoa, ela vira a sua fonte inesgotável de força, de apoio. Porque você não tem nada, você não tem notícia da sua família. Primeiro que você vai esquecendo o rosto e a voz das pessoas. Eu fiquei, olha, eu fiquei doente. É verdade, Max, ficou louca. Como foi ficar longe? Porque assim, na segunda semana, eu já tava sem conseguir lembrar o rosto do meu filho e a voz do meu filho, eu até me emociono.
Não tô acreditando em duas semanas. E eu falei assim, Sara, eu tô esquecendo o rosto do meu filho. Porque, nossa, duas semanas, mas assim, acontecia muita coisa lá dentro, né? É porque aí um dia tu vive cinco dias. E eu comecei a esquecer o rosto, o trejeito dele, a voz. E aí comecei a entrar em pânico.
Comecei a entrar em pânico, Sarah, calma. Você acha que você tá delirando, né? Nossa, eu falei, tô surtando com isso. E a gente já vem da Casa de Vidro numa maratona. Então, assim, o jogo, ele é muito intenso. Então, você se apega àquela pessoa de uma forma. Absurda. Que ela vira, assim, o seu eu mesmo, sabe? Então, quando eu tava nos meus dias ruins, eu me apegava a ela. E nos dias bons, eu me apegava a ela. Tanto que eu brinco, assim, nas festas, a gente ficava...
Ah, você ganhou o Márcio, eu te amo, Márcio. Porque era muito bom mesmo. A nossa memória não vale nada de linda, tá? A gente esquece tudo, tudo, tudo, tudo. Esquece detalhes, tu esquece, assim. É como se tudo vai apagando e tu não tem onde consultar pra ver o que era a data. Tu esquece tudo. E fora que a data vai de acordo com o que a gente vai se baseando.
Então, a gente não sabe data, a gente não sabe horário de nada, a gente pode achar que é um dia e não é, e assim vai. O jogo briga, o jogo é de loucura, gente. Será que tem alguma explicação pra isso? Não, eu acredito que é a construção do jogo mesmo. Porque, assim, eu apego a gente a imagens, a pesquisa. Tipo, tu tá com uma dúvida, tu vai no teu celular pesquisar. Primeira coisa. Tu quer saber isso, tu liga. Tu quer saber se tu vai no Google, tu vai em algum lugar pesquisar.
E lá tu não tem acesso a nada. Então, como se você não memorizou nada, ou então não tá em você...
Não vai lembrar. E também não são as suas pessoas de segurança. Não, imagina. Você tá num ambiente que o jogo faz o ambiente ser hostil. Porque você, ao longo do jogo, você vai brigar com fulano. Fulano já vai se afastar de você por algum motivo. E os quartos, as cores, as luzes. Porque a gente é um estúdio, né? No nosso quarto tinha mais de 200 lâmpadas.
Aqueles bonecos assim em cima, a gente deita assim, tá aquele boneco assim, ó, pendurado, a luz acesa, você quer dormir, você não pode. Gente, é uma loucura. Nossa senhora. Produção apaga a luz, ninguém apagava a luz. A gente bota um pano assim na cara pra ver se relaxa. Casa humilhando apaga a luz. Não apaga a luz nem pra dormir? Não, tinha que estar pedindo, né? E ó, e é.
E se conversasse muito, eles ligavam de volta. Pra poder gravar. Quando eu deitava com a Jordana e a Gabi, que era o momento que a gente deitava, era pra dormir, né? Aí a gente ficava conversando. Aí várias vezes eles ligaram de volta, porque a gente tava conversando. E o pé, o pé o tempo inteiro. Pém, pé. Aquele pé fica na sua cabeça. De manhã, mana. De uma foto. Não. Tem um bom dia. Tem um bom dia que é assim, ó. Acorda. Acorda. E você já acorda assim, ó.
Vai botar a chinela lá, porque é a sua vez de porraio X. É, porque tem tempo, né? Tem tempo, pra não dar briga, né? Você pensar no outro também. A Marci, ela é um sono de pedra. Eu sou elétrica, então... Sonho. Mãe também tem um sono leve, né? Super. Acordei. Marci, tua vez de ir. Tua vez agora. Ah, o quê?
E eu não lembrava, eu não lembrava meus raio-x depois, porque eu ia fazer, aí eu falava coisa com coisa, eu ficava em silêncio, depois eu voltava pra dormir. Aí depois, gente, eu não lembro o que eu falei no meu raio-x, eu sei que eu fazia, né, mas eu não lembrava. Eu tô tentando me imaginar, eu fui lá quando eles fazem aquelas ações antes, sabe, pra entrar na casa, antes de vocês entrarem. Não foi esse ano, faz um tempo já.
E eu fiquei chocada. O que mais me surpreendeu é a quantidade de luzes mesmo. E a quantidade de câmeras em todos os lugares. Não, e eu entrei ainda bebendo água. E ficava pé, pé. Eu não sabia que era pra mim. E eu lá com a latinha de água na mão. Falei, o que é isso, gente? Não pode beber dentro da casa. Só que eu liguei beber com álcool. E eu fiquei lá, agora não tô bebendo dentro da casa. Aí, não pode nem beber água. Meu Deus, sou eu que vergonha. Eu fui a única que levei pito lá.
Mas eu tava grávida. Uma das regras, né? São regras. Ah, sim. Eu tava grávida. A grávida tem sede. Aí eu, gente, tô grávida. Não. São regras, né? Que você... Exato. Quando você entra lá dentro... Entra lá dentro. Foi ótimo. Quando você entra, tem muito de regras. E aí você se adaptar a todas aquelas regras. Como é que você...
não sabem as regras. Não, a gente lê antes. Só que, tipo assim, são muitas regras e tu tá lendo ali naquela de casa de vidro, vindo aí, tá aqui, lê. Aí, só que a gente vai aprendendo lá dentro, às vezes, com o erro do outro ou com o nosso próprio erro. E o negócio de acordar, por exemplo, de manhã, tinha várias pessoas que tomavam remédio, ou então que tinha alguma coisa, ou seja, por mais que tu acordasse e quisesse ficar dormindo, o pen era toda hora, toda hora, com o nome de alguém.
Nunca só... Impossível. E acho que a cabeça fica assim, né? Vocês se arrependem de alguma coisa? Fariam alguma coisa diferente?
Olha, obviamente que eu tive muitas falas equivocadas, né? E eu falo isso em todos os lugares que são falas equivocadas e que eu, obviamente, me arrependo sim, não falaria. Inclusive, acho que na primeira entrevista com o Gil até me desculpei, né? Pedir desculpa ao público, pedir desculpa a todas as pessoas que se sentiram ofendidas pelas minhas falas ou atitudes.
Mas acho que as falas, sim. Do resto, é o enredo do jogo que te leva àquilo. Porque muita gente pensa assim, ai, será que é montado? Essas brigas que vocês vão ter, é tudo montadinho? Não é. É uma coisa que acontece naturalmente mesmo. Sim. E aí você, obviamente… E o sincerão só tem que se dispor, né? Nossa senhora, esse sincerão, minha filha.
segunda-feira, você já acorda e já fala, hoje é segunda-feira, qual é a substância que eu tenho pra falar mal de fulano? Será que eu vou falar mal porque comeu feijão? Ou porque comeu pão que não era? Então você tem que ter substâncias pra poder... A paz só dura uma semana, né?
Eu não me arrependo, assim, do que eu fiz, né? Eu acho que eu tive uma fala equivocada também. Mas, assim, eu acho que eu seguiria... Mas todo mundo tem. É, os alecrim que julgam que não tem, né? Eu acho que eu ouviria mais a minha intuição, assim. Inclusive, seguiria mais os meus sonhos. Que tudo que eu sonhei dentro da casa... Gente, tudo que eu sonhei, inclusive, quando eu sonhei que a minha cachorrinha... Que eu sonhei que ela tinha morrido, que eu achava que ela tinha morrido. Inclusive, acho que eu tava no segundo paredão. Ela passou mal.
Ela tem problema de convulsão, né? Mas ela tá bem? Ela tá bem agora. E eu sonhei e fiquei muito mal, muito mal mesmo dentro da casa. Inclusive, eu, tipo assim, conversava com Deus que ela tem 11 anos, né? Vou fazer 12. Eu tinha medo de ir, como ela tem esse problema, de ela morrer e eu, sei lá, não consegui me despedir. E eu sonhei e ela passou mal. E a mamãe orava pra mim e a mamãe vinha no meu sonho me avisar das coisas que aconteciam.
E acontecia dentro da casa. Não tô acreditando. Eu acho que eu escutaria mais a minha intuição e... O que mais que você sonhou?
Eu sonhei com a prova do anjo que foi de fogo. Foi de fogo. Eu sonhei também, antes da gente sair, que a gente fica trancado na casa, aí eu sonhei que a prova ia ser de fogo. Eu sonhei com a volta do Breno.
E sonhei que a Max ia sair. E sabia quando eu ia sair também. Nos três paredões eu tava muito tranquila. Porque eu sabia que não ia sair. Eu soube também quando a Samira ia sair também. Sem fazer ideia que a Samira ia sair. Eu sonhei que... Foi muito louco. Tipo uma experiência paranormal que eu tive lá. Deitada lá fora, né? E vinham umas mulheres que ficavam gritando o nome da Samira. Gritando o nome da Samira. E eu tava tranquila nesse dia também. E a gente tava com ela no paredão, né?
Acho que lá dentro a gente fica com a intuição mais aguçada. E aí eu sonhei também quando... Você também tá prestando atenção, né? A gente fica com a intuição mais aguçada. Aí dela também, quando ela saiu também, eu senti, eu sonhei que ela saía. Eu sabia que eu ia sair muito louco. Eu sabia. Não, eu sonhei.
no meu paredão, né? Eu sonhei com meu irmão. Primeiro que quando eu tava na casa de vidro, eu tive um sonho que eu ia entrar. E eu realmente entrei, né? Porque eu sonhei que eu pulava um muro, que tinha umas barreiras, eu quebrar. Pulava esse muro e meu filho tava me esperando uma escada pra subir.
Aí eu falei, será que eu vou entrar na casa de vidro? Brodo, acho que eu vou, porque uma escada subindo, né? E no meu paredão, eu sonhei com o meu irmão na porta. Nossa, foi louco isso. De braço cruzado e uma escada pra descer. Então, eu falei, meu irmão tá me esperando, eu vou sair. E eu falei pra ela o dia inteiro. Falou. Fiquei, ó, vocês não brigam não, hein, que eu vou sair. Ela fazia, é, da mana, para de falar isso. Amanhã a gente vai ter uma banha de piscina. Eu não queria acreditar. Vou pegar seu maiô e a gente vai pra piscina amanhã.
E na minha cabeça, eu vou sair, eu vou sair. A gente sente, não, é um luto. É um luto, é? Você fala, acabou, e agora? A gente não encontra, você é isso, você é aquilo, você não vai sair. Mas eu vou sair, cowboy. A gente até brinca com o outro que metade do choro era tipo assim, de saudade, e outra era de desespero.
O meu choro, que virou meme da maquiagem, né? Quando o Sarah saiu. Era tipo assim, triste porque eu me identificava com ela. E a gente tinha uma afinidade ali dentro. Eu, ela, Marci. E o outro desespero era tipo assim. Ai, tô lascada. E a próxima pode ser eu. Eu imagino. Tô lascada. O que é que me espera lá fora? Meu Deus.
Então, assim, foi o choro mais triste do mundo, mas foi o choro que rendeu muito. Gente, rendeu demais. Meu Deus. E você soube muito fazer do limão uma limonada, por isso que a gente falou na... Quando eu saí, eu saí chorando, né, porque eu saí assustada, porque assim, ó, beleza, o que que vem agora pra mim? E aí eu me lembro que eu brinquei com o Tadeu, né?
Tá, deu ver aqui se minha maquiagem tá borrada. Aí ele, ah, você vai ver um meme sobre isso. Aí eu, meu Deus do céu, o que que tá acontecendo, Jesus? Como é quando vocês saem? Quem foi as primeiras pessoas que vocês viram? E como foi? Seu filho tava lá te esperando? Não, não. Meu filho não pode viajar, né? Porque é o da autorização, né? Ai, é verdade. Não pode. Eu sabia que ou era meu irmão me esperando. Portanto que eu falei na minha jornada pra porta, eu falo, eu sonhei com meu irmão. Ele tá me esperando. E ele tava mesmo.
E uma das minhas melhores amigas, Jamile, também tava lá me esperando. Quando a gente sai, a gente vê, tá, deu, né? E depois já vai pro podcast, então a gente já vê Gil. As pessoas pensam que a gente tem acesso a alguma coisa quando a gente sai. Não, a gente vai direto pro bate-papo. Então você não sabe de nada do que tá acontecendo.
acontecendo. Você vai descobrir lá. Você vai descobrir lá. Pois é. Eu tive o contato primeiro, logicamente, com o Tadeu, o pessoal da produção. E aí, de lá, o Tadeu ainda ficou na salinha ali conversando, mas eles não entregam nada, gente. Eles não entregam nada. Aí, de lá, eu já fui pro Domingão com o Hulk. Aí, foi completamente diferente, né? Aí, minha família, meu irmão, meu amigo.
E aí já foi direto pro bate-papo e quando eu chego lá, meus amigos que eu falei, né? Eu falei, ah, gente, se eu sair, eu quero muito que meus amigos venham, que eu não sei como tá a minha situação lá fora, eu vou precisar de cola, não sei o quê. Aí eu chego no hotel, todos os meus amigos, assim, meus melhores amigos ficaram tomando conta de tudo. Lá em Manaus, estavam lá e eu, nossa, pra mim foi, gente, eu posso, eu falei, não sei como a minha situação tá, mas só de vocês estarem aqui, eu sei que eu vou conseguir.
Sei lá, vencer qualquer barreira, passar por qualquer obstáculo e bora seguir. Mas foi muito doido. Os dois primeiros dias, eu tava totalmente medicada, assim. Sabe um calmantezinho pra você relaxar? Porque eu tenho ansiedade, eu sou ansiosa, eu sou ligada no 220. Então imagina, sair do Big Brother, o mundo novo me espera.
Vou dar de cara as coisas. E aí tem que se arrumar. Não dorme, não dorme. E outra coisa, tá? A sua cabeça continua no jogo. Ela continua. Então, você tá aqui fora e você pensa, quem será que é o anjo? Quem vai pro paredão? Quem será que brigou no sincerão? A gente fica procurando o microfone. E eu ficava preocupada com os meus amigos. Porque assim, aqui fora a gente já consegue...
dar de cara com tudo, né, como é que tá o enredo do jogo. E eu ficava preocupada. Eita, será que a massa vai brigar? Meu Deus, com quem que a massa vai brigar? E a minha família ficava... O jogo já acabou pra você, minha filha. Vamos seguir o baile, porque assim, o jogo já acabou, agora segue sua vida. Então, assim, é uma loucura quando a gente sai. Eu imagino. É uma loucura. E pra atualizar o celular, como é que é quando você pega e liga? Aí eu não peguei no celular, não. Não pegou?
Jalme, ele fica aí com o meu celular, que eu não quero saber o que tá acontecendo. É sério? Sério, eu juro. Eu lembro que meu celular tava dentro do plástico, ele ficou dentro do plástico. É, engraçado, parece que a gente tá saindo da prisão, né? Com as coisinhas. Juro, é um saquinho plástico, assim. Com as coisinhas. Juro, é a identidade, um documento, uma identidade, um carregador, um telefone.
Aí você tá saindo da prisão, aí tá aqui essas coisinhas. Eu deixei meu celular com a minha melhor amiga. Então era ela que... Ela fazia gravar em stories? Eu pegava, gravava stories, devolvia. Depois já, né? Porque assim... Calma aí, quando você entra no seu celular, fica num saquinho, não fica com ninguém na sua casa. Tanto que, assim... Comprou, prou. E tanto que, assim, eu não me planejei pra deixar, por exemplo, o dinheiro pras despesas do meu filho, das coisas, com o meu irmão ou com a minha DM.
Eu deixei no meu celular, porque eu pensava que o meu celular ia ficar em casa. E aí, quando lá em casa, né, anuncia, você vai pra casa de vidro, eu fiquei assim, ó, lascou. Eu fiquei estatalada. A primeira coisa que eu falei foi, mas as minhas contas, como é que o pessoal vai pagar?
Juro? Aí depois o cara Fui, vem aqui, me dê um abraço, que você ficou tão aperreada Porque como é que você ia pagar suas contas Que você nem comemorou que você ia pra casa de vidro Juro? Eu fiquei assim, ó, mas as minhas contas E aí, transfere tudo na hora, assim, não sei o quê Bota dentro do saco, meu amor, vai simbora E vai simbora, exato Eu achei que podia ficar com alguém na família mesmo Não Tá, e como foi quando vocês ligaram o celular?
Eu não me lembro. Ah, eu lembro. Eu coloquei pra carregar. Aí os meus amigos já foram me atualizando de algumas coisas. Aí o meu celular travou. E aí a primeira coisa que eu fiz foi colocar uma música. Aí o meu Spotify tava cancelado. Porque não pagou!
Minha, tá sem internet Cancelado Spotify Todos os streams, tava tudo cancelado Aí tipo, volta de pagamento Eu falei, gente, vocês não pagaram a minha conta Aí eu tinha muito medo, que eu deixei Minha reserva eu deixei pra minha família Aí meu medo era, tipo, tá devendo Deus e o mundo Aqui fora, aí o pessoal me cobrando E processada Tadeu, eu tô sendo processada por alguma coisa E Tadeu, quac, quac
rindo. Quando eu entrei no hotel, que vi minha DM, né? Ela tava com a minha blusa, com aquela cara, assim, de enterro. Aí eu disse, me lasquei. Me lasquei. Aí, lá vem ela com o telefone na mão. Tua terapeuta. Toma. A madrugada toda fazendo terapia com a minha psicóloga. Ah, boa. Aí foi quando eu pensei assim, bom...
acho que deu errado pra mim. Não, mas gente, foi muito bom isso. Foi a primeira, a segunda coisa que me abracei. Antes de ir pro café da manhã. Antes de ir pro café da manhã, madrugada, a gente não dorme. Então, quando eu entrei no hotel, vi de cara a Jamile, abracei, ela disse, tá tudo bem, tá tudo bem, tua terapia tá aqui.
Arrasou! E aí fiquei a madrugada toda com a minha terapeuta, né? Trabalhando o meu emocional pra o café da manhã. Fez diferença, então. Nossa, muita diferença. Muito. Eu já fazia terapia, né? Já tem seis anos que eu faço terapia. E, inclusive, eu trabalhava o propósito do Big Brother na minha terapia. A minha terapeuta sempre falou pra mim o Big Brother vai chegar na sua vida. Eu sempre trabalhei isso na terapia. E no pós, principalmente, inclusive, o conselho que eu dou, faço terapia.
com certeza, muito, você faz, né eu faço terapia, mas ainda não encontrei a minha, não sei se ela ainda me quer ainda mas eu fazia eu fiz, acho que a gente foi sumiu na terça-feira, né eu ainda fiz a última sessão, na segunda eu falei pra ela, ela disse, tu tá extremamente calma, eu falei, eu tô desesperada por dentro mas quando eu saí agora eu não sei, eu tava muito eu sempre deixei muito claro que eu confio muito nos planos de Deus, tá, tá, independente de tudo que acontecer, por mais que eu saísse que eu saísse
Sei lá, 100% de votos, por exemplo, eu ia estar segura do mesmo jeito. Eu não chorei, eu chorei quando eu vi minha família, que eu acho que pega no meu emocional. Eu estava muito, só perguntei para os meninos, e aí, qual é o tamanho do prejuízo, o que a gente vai precisar fazer? Eu estava muito segura, eu não sei de onde vem essa minha insegurança, juro, eu acho que da minha fé mesmo, de confiar em tudo que Deus colocou na minha vida até hoje.
Eu falei, eu não estou todo esse tempo, eu não saí de onde eu saí, de uma comunidade no meio da floresta, passei por tudo que eu passei.
Cheguei até aqui, não vai ser em vão. Então, eu sei que Deus vai trazer algo muito melhor. E eu tenho que passar por tudo isso que tá acontecendo. Então, era daí que vinha a minha segurança. Eu falei, bora pra frente. E meu pai, muito feliz, minha mãe, tipo assim. Gente, eu acho que a gente tá vivendo em outro universo. Eu muito preocupada com ele. Não, eles lá com o Hulk, imagina. Eles vão querer mais o que é.
E fazendo festa em cada paredão E pedir o voto, não sei o que Aí eu falei, gente, minha família como tá? Aí meus amigos Marcele, eles foram que mais se divertiram Eu falei, gente, eu morta de preocupado Querendo psicóloga pra mamãe Pra papai, eles estavam nem aí, gente Estavam vivendo como se fosse assim Em outro universo, graças a Deus Abstraindo tudo assim De um...
só pegando as coisas boas ali, pedindo com a família toda. Então, acho que isso pra mim, quando você fala, tá tudo bem, então bora por aqui, vamos resolver o que tem pra resolver. Eu acho que é muito sobre o que você faz depois, né? O que você faz. Eu, particularmente, tenho esse mantra na minha vida.
Duas. Papel de vítima eu não vou fazer. Não vou fazer. Não esperem de mim o vitimismo que não vai ter. Eu errei? Tá bom, vou arcar com as consequências do meu erro. Eu acertei? Ok, acertei. Então vamos seguir. Também vai lidar com as consequências. Pois é, exatamente. E o que eu vou fazer com isso aqui? Então foi o que eu fiz. Ah, tem os memes? Então vamos brincar também? Vamos se divertir? Porque, cara, eu entrei no bi.
Big Brother. Tem noção do tanto de gente que tenta todos os anos e eu consigo entrar. Então, assim, eu não vou morrer no meio do caminho. Agora eu vou seguir, vou recalcular a minha rota sobre a minha vida, sobre o que eu faço agora. E eu vou brincar, eu vou me divertir. E tô amando coordenadora, tô amando casual chic. E você... Não, e você... E você... Na final também agradecendo o apelido. Nossa, cara!
Porque assim, é, pois é. Primeiro que assim, obviamente que ela ganhou, foi mérito dela. Ela foi ali para isso. Sim, exatamente. É um jogo. O público vê tudo. A gente não tá lá dentro, a gente não vê muita coisa. O público que decide tudo, né? Claro, né? É também sobre quem agrada mais o público. Também tem isso. Então assim, era o mérito dela ganhar os 5 milhões e meio dela. E...
Com todos os apelidos. 5 milhões e meio. A gente não tem noção do valor. Eu fui lá, parabenizá-la pela vitória, obviamente, e brinquei com ela, falei, esses apelidos me renderam muito, eu já fiz público, coordenadora do resort.
Então, assim, por que eu vou reclamar? Eu vou reclamar de quê? Eu vou achar ruim o quê? Não vou achar ruim nada não, vamos embora. Tá certo. Vamos ser felizes, gente. Concordo. Vamos ser felizes, vamos trabalhar, não é? Porque é uma coisa que eu não tenho medo na minha vida de trabalhar. Inclusive, seja, por exemplo, quando eu falei, né? Ah, que foi uma fala também equivocada minha. Se nada der certo, voltar pra sala de aula. Foi muito equivocado, né?
Não era aquilo que eu queria dizer. É, o que eu queria dizer era, eu sou professora, eu tenho uma profissão. Então,
Obviamente que eu posso muito bem ser professora, dar minhas aulas que eu também amo, ou posso também me virar com outras coisas. Porque assim, medo de trabalhar eu não tenho, medo de recomeçar eu também não tenho. Porque a gente vai pro Big Brother pra aquilo, pro tudo e pro nada. E o que você faz com nada?
Que é o que eu fiz. Que é o que eu tô fazendo, na verdade. Junto com o público também. Que virou tudo também. Nossa, tá virando tudo, né? A pessoa que entra, ela já tem que ter consciência que ela pode sair sem nada e tem que decidir o que vai fazer com esse nada ou pode sair com tudo. Então, a gente entra ali.
com tudo. Ah, porque você vai ficar se lamentando, né? E às vezes vai perdendo aos poucos, ou então vai ganhando, e é uma montanha russa, inclusive lá dentro. Aqui fora também é, né? Pelo que a gente soube, depois é uma montanha russa, uma hora você tá muito amada, depois você tá muito odiada, mais ou menos, não sei o quê. E lá dentro também é uma montanha russa de sentimentos. Então...
Chega um ponto que você fala assim, ah, vamos pagar o preço e você tem que ir pagar o preço mesmo. E tem também as pessoas, claro, obviamente que vai ter aquelas que não vão se agradar de você e do seu jogo e terão aquelas que vão amar você como se... Porque são pessoas que estão ali vendo você o tempo inteiro, tomando banho, dormindo, brigando, chorando, vulnerável, forte. Então, aquelas pessoas se tornam íntimas suas. Então, quando eu saí que eu vi um hospício, eu tenho um fã clube que se chama Hospício da Maxi.
hospício. E elas são maravilhosas, assim. Elas fazem um barulho, elas me defendem, elas me atualizaram de tudo. Tinha presente no quarto? Gente, é presente, hein? Minha filha. Olha, o meu quarto não tinha espaço pra mim. Do hotel? Eu juro, não tinha. Eram duas camas que eram pra mim e o meu ADM, que é meu amigo Vitor. E aí foi chegando, foi chegando, foi chegando, foi chegando. A gente pegou as camas e aproximou uma da outra e deixou. Era tanto presente. E assim, a gente já tem, já tinha os meus fãs, né? Do do
Do boi, do boi caprichoso, meus fãs bovinos. Mas assim, os fãs do BBB, eles são, assim... Calorosos. Calorosos, gente. E é, assim, uma cobrança pra te ver, saber como você tá, não sei o quê. Isso pra mim tá sendo novo, que apesar de ter, assim, já ser desse mundo, de ser famosa na minha cidade, no meu estado, né? Pra mim foi diferente, que eu sempre tive uma vida, apesar de ser influenciadora, algo mais low profile ali. E agora é uma cobrança. É, do bom dia, bom dia, bom dia, bom dia.
Aí eu falei, gente, calma que eu tô tentando me adaptar pra ver se eu consigo voltar como era, ou então ter um pouquinho mais de constância nos stories e tudo mais. Só que eu até comentei, né? Eu falei, gente, eu deixei a minha vida. Eu tenho duas marcas. Eu sou influenciadora, tomo conta da minha família, tomo conta de tudo. Eu tô tentando pegar nem que seja 10% da minha vida de novo, retomando algumas coisas. Eu não vou ficar com tudo, né?
Mas tentando retomar pra ver qual é o meu lugar, como é que eu vou fazer as estratégias, como é que vai ser. E o filtro, né? E o filtro também é uma loucura muito grande. É um filtro pra sua vida, tá? Porque você descobre quem realmente são seus amigos. Cara, quando eu fiquei com medo de ir pra casa, não vou mentir, eu fiquei com muito medo de ir pra casa.
Porque eu tava assustada. O que tá acontecendo? Será que eu tô sendo muito odiada? E eu tava assustada. E aí, eu falei pra minha melhor amiga. Amiga, eu tô com medo. Eu tô com medo do que tá vindo por aí. Eu não sei o que tá acontecendo. Eu não peguei meu celular. Eu não quis pegar meu celular. Então, era ela que me atualizava aos poucos pra preservar minha saúde mental. Sim. Porque eu tava muito ansiosa. Pra não vir aquele caminhão também, né? Pelo amor de Deus. E aí, minhas amigas chamaram o Frevo. Fizeram camisa.
levaram, assim, uma galera minha pro aeroporto. E eu não sabia. Eu não sabia. Quando eu saio do aeroporto, tá aquele frevo. As pessoas com a foto com o meu nome, coordenadora. Nossa senhora, assim, meu Deus. Eu só ficava assim, meu Deus. Deu um quentinho no coração. Nossa, demais. E aí, depois que eu fiquei, fui pra redes sociais, fui vendo as pessoas. Nossa, olha, eu não gostei de você no jogo, mas aqui eu tô torcendo muito por você.
E as pessoas que, tipo, ah, gostei de você, torci por você. Então, esse carinho que é novo pra mim, porque eu... Então, isso que eu queria perguntar, porque vocês duas não eram completamente avulsas das redes sociais. Vocês já entendiam, já mexiam, já viviam com isso.
O que vocês mais se surpreenderam com essa vida de influenciadora, de publicidade, enfim, com essa vida digital? Eu vou ser muito sincera, né? Eu já tive uma noção assim que eu talvez não tivesse tão ruim. Foi quando depois eu saí da casa e fui direto pro Domingão com o Hulk. Só de eu ter entrado e não ter sido vaiada.
E as pessoas, assim, terem aplaudido, gritado, assim. Ali já foi um afago, assim. Eu falei, meu Deus, obrigada, assim. Eu tava vivendo um sonho. Eu não tinha me tocado que eu estava ali naquele momento. Onde o público do Brasil inteiro tá em casa, tá assistindo. Então, era um momento muito privilegiado.
E eu sei que eu fui a única, né, que saí e tive esse momento muito especial. Aí minha família já entrou e aí o pessoal passou um pouco da minha história ali. Eu falei, meu Deus, eu não tô acreditando que eu tô vivendo isso. Eu acho que isso pra mim foi a maior, assim, maior surpresa, pra ser muito sincera, de tudo. E logo em seguida, né, cumpri meus compromissos aqui, aqui não, lá no Rio, né, com o pessoal.
E já fui pra Manaus e direto pra Parintins. Então, eu chego lá e vejo toda a minha galera, o meu boi caprichoso, me recebendo no aeroporto. Tava caindo um toró na ilha, mano. Um toró. E o pessoal todo lá, assim, me recebendo. Meus amigos que brigaram por mim, foram cancelados junto comigo. E estavam na luta e na briga. E ninguém arregou, ninguém arredou o pé.
E aí, eu acho que isso pra mim foi Acho que a maior gratificação, assim De eu ter participado Em relação do trabalho com as redes, sabe? Teve alguma coisa que você falou Nossa, eu não imaginei que era assim Ah, as produções Por exemplo, as públicas Eu gravava eu e o meu amigo Bora, amigo, segura aqui a luz Pega um tripé, dois tripés E aí, quando a gente foi gravar Pelo menos eu nunca tinha gravado com uma equipe, sei lá De 15 pessoas pra gravar um vídeo Era alguém usando o meu cabelo Era a minha máquina Gente, eu nunca tinha gravado Bora, ó
As pubs bem deduzidas. A gente tá gravando. Nossa, porque eu gravo também com o pessoal, a gente. Não, era eu e o meu amigo. O amigo era 10 tripé daqui, eu quero uma luz dali. Então era tudo uma coisa meio que improvisada. E lá não, tinha até a que passa a letrinha, né? Ah, mas isso aonde? Isso quando você foi gravar? Depois de gravar as pubs. Então, sabe? Tudo isso, o tela é pronto. Aí tinha a gente, ai, você tá à vontade, não sei o quê. Ai, eu, gente...
Gente, como é que é assim? Então eu sou famosa, agora eu tô gravando desse jeito, um monte de gente, as pessoas perguntando se tá à vontade, tá no seguinte. Eu falei, meu Deus, é assim esse mundo? Eu fiquei muito feliz. Pra mim, o que mais me surpreendeu... Eu tô tão feliz com isso. Quando eu entrei no Big Brother, eu tenho 35 mil seguidores, né? E eram seguidores da minha região. Nazaré da Mata, Carpina, Pau D'Alho, Limoeiro, ali da...
entre o Agreste e a zona da Mata Norte de Pernambuco. Então, eu comunicava para aquelas pessoas. Eu não tinha gente dizendo na minha cara os meus defeitos, os meus erros. Então, o que mais me surpreendeu foi o alcance. O meu público mudou completamente. Hoje eu tenho pessoas do Sudeste. Quando eu fui olhar meu público, sou do Rio de Janeiro, Manaus me abraçou demais. São Paulo, Rio. Então, esse alcance me surpreendeu muito.
E além desse alcance, é o carinho das pessoas, real por você, assim. De querer saber como você está, o que você está fazendo, apareça, né? Bom, assim, eu não tive dificuldade de sumir, porque eu já fazia isso. E eu faço isso com muito prazer, né? Fazer stories, criar meus conteúdos, fazer meus arrumas comigo mesmo. Tanto que, assim que eu sair do Big Brother, eu já fiz um arrumas comigo lá mesmo. Lá mesmo pra me vestir, pra ir fazer as entrevistas, né? Do pós.
E pra mim o que me surpreendeu foi isso, foi esse alcance mesmo de pessoas de vários lugares do país, tem gente de vários lugares. Hoje eu fui no shopping, cara, coordenadora, vamos tirar uma foto. Mas gente, o alcance da televisão do Big Brother é surreal, não tem como, né? Assim...
Eu não vou mentir não, tá, tá, tá. Eu ainda, ela brincou até comigo hoje, ela ficou brincando. Nossa, você abraça as pessoas como se elas fossem suas amigas e seus amigos. Mas é porque eu não tô acostumada com isso, não. Eu não tô acostumada. Mas é normal abraçar? Então, não, mas não é o abraçar. É o...
Nossa, é o carinho das pessoas mesmo, assim. Porque eu olho e falo, meu Deus, em todos os lugares que eu vou. Entendi. Todos os lugares. Hoje eu fui na... Tô vendo o sonho. Nossa, eu tô vendo o sonho, juro. Hoje eu fui na 25 comprar material, né? Que a loja só tem lá, a gente foi comprar uma miçanga hoje lá.
E aí eu tava andando, aí eu entrei na loja, né? A gente entra de mansinho, né? Entrei, fui direto lá com a pessoa que me atende. Aí quando eu tô subindo todo mundo da loja, na escada, Márcia, a gente te acompanhou. Porque eu já era, assim, conhecida na loja, que eles sabem que eu trabalho com boi caprichoso, com artesanato, essas coisas. Aí subindo todo mundo. Aí vamos tirar foto, não sei o quê. Aí eu já recebi um cara em cima, mas aí veio outras pessoas falando, Márcia, eu te acompanhei.
E também eu acho que o meu maior prêmio dentro do bebê foi despertar a curiosidade.
das pessoas sobre o Festival de Parintim, sobre o Boi Caprichoso, sobre a minha cultura. Eu acho que o reconhecimento maior não é nem sobre a Marciele, é sobre de onde eu venho, como eu cheguei até lá. E aí, a gente lá, andando a 25 pra pegar o Uber, aí os caras que carregam as coisas, que vão com o carrinho, não sei o quê. Ei, Marciele do BBB, cunhão do BBB, não sei o quê. Aí, oi, oi.
Causona 25 Sim, gente, foi muito legal, adorei E eu com um monte de sacola, né Porque a gente, assim, a gente pede lá de Manaus, né E como eu já vou viajar amanhã ou depois de amanhã, tô perdida no tempo Não sabe nem que dia é desprezada Fica sem saber mesmo E aí eu falei, não, eu já vou lá comprar e a gente traz tudo E é muito pesado, eu com as sacolas e a minha amiga Duda também Aí o pessoal falando, é
E aí não sei o que, eu falei, gente, causou aqui, entendeu? As pessoas me conhecem, nossa. As pessoas me conhecem. E elas são íntimas, nossa, né? Porque a gente acordando, porque te viu de todo jeito. Não, e aí você vai lá no... Eu tava no Hortifruti lá no Rio, e aí bem quietinha no meu canto, né? E aí a menina olhando pra mim assim no carro, olhando pra mim, aí paguei, aí ela...
É você que é a Maxiane, né? É a Maxiane do BBB, né? Então, assim, você fica... Eu ainda estou assim. Nossa, as pessoas me conhecem. Porque por mais que a gente saiba do alcance do Big Brother, só você vivendo é pra você ter uma noção de como esse alcance é grandioso. É muito grandioso. Ó, a gente preparou uma dinâmica pra vocês, que é o seguinte...
falei de novo que ela já queira desesperada a gente preparou uma dinâmica que é quem é esse BBB para saber se vocês estudaram bem o BBB antes de entrar entendeu para ver se vocês acompanhar é uma palavra muito forte eu vou tentar a gente vai colocar um pedacinho de imagem e aí vocês vai adivinhar quem é a pessoa tá tá bom vai
Daniele Bólito? Não, né? Não. Gente... Mas mulher daqui pra baixo, como é que você sabe? É... Parece uma imagem antiga. Vanessa. Então é alguém da... Mas apelaram. Tá vendo? Tá vendo aí? É do BBB10. Eita, não. Minha filha é BBB10, eu tinha 17 anos. Pelo amor de Deus. É, a gente tem a mesma idade. Eu não sei o que eu comi. Então, vocês são cancer... Cancerianas, né? 32 anos. Eu tenho 32 também.
eu faço em junho 30 de junho 10 de julho uma canceriana desgramada ai meu deus do céu eu não sei quem é gente revela gente 2010 eu tinha 17 anos eu tinha 17 anos tá gente eu ia beber 10 eu ia errar gente próxima
Cowboy. É não. É outro cowboy que não é cowboy. É. É o Fael. Em 2012, eu tava na faculdade. Então, na faculdade. Rafa!
aqui, que é sacanagem. BBB2! Pegaram pé? Eita! Gente, eu sou de 93! Estou sabotando, hein? Eu sou de 93, gente, pelo menos. Estou sabotando aqui. Produção, não estou entendendo o que foi, essas imagens. Essa brincadeira aí não, viu? Pode revelar. O Fernando, o Fernando. Gente! Como é que eu vou saber, hein? Como é que eu vou saber? 2002! Não tinha nem televisão, mano, em casa.
Não, o que que é isso? Tem condição não, minha gente. O que que é isso? Próximo. Esse microfone. Ai, eu tô limpei. A Giovana. É, Dudu, da Gabi. A Giovana. Giovana ou Giovana? É, a Giovana. A Giovana. Giovana. Ai, bota aí das edições. Ah, eu. Por favor. Grazi. Grazi. Olha, né? Grazi. BB5. Maravilhosa demais. Tá vendo como vocês sabem? Nos BB5 antigos. Grazi. E agora?
Lina. Lina. Lina. Lina. Eu ia dizer Lina, ó. Lina quebrada. Lina quebrada. Ah, 22. 22. É dourado. É dourado. Acertou. Maria.
Eu amei esse BBB. Esse BBB marcou muito a minha vida. Ah, eu assisti esse também. Porque foi o do Daniel, né? Que foi o finalista aí, pernambucano, Daniel Rolim. Então, esse BBB, ele marcou muito a minha vida. Eu era apaixonada por ela. É que... Que era ele e esse marcou muito, esse BBB aí. Esse BBB. Marcou muito. Inclusive, tem uma música que... Ela era uma princesa. Uma música que viralizou muito na época.
Então esse BBB, eu assisti ele inteiro. Ele marcou a minha... Daniel dançando no coqueiro toda vez nas festas. Então aquilo que ele é de Olinda, né? Era apaixonado por ela. O coqueiro também. Não, eu agora tô lembrando. Ela fazia um penteado assim do lado. Colocava, é verdade. Esse eu assisti. Eu assisto todos, mas eu não lembro muitas coisas. Não, Fanny.
Não, é o do médico. Será que é o do médico? Quem é o médico? Não, isso aí não vai conseguir acertar não. Tem mais curtinha do que é tudo. O Rodrigão e a Adriana. Meu Deus! Esse eu assisti também. Gente, é doido, né? A gente esquece que as pessoas participaram do BBB, né? Esse eu assisti também. Próximo. Até o Minha. BBB maravilhoso, mulher maravilhosa.
Foi o último? Acabou. Ah, gente, foi de boa, hein? É porque a gente tá traumatizada. Falando em dinâmica, a gente já se prendeu aqui. Coitada, coitada. Dinâmica e outra. Traumas, traumas, traumas, conta um pouco das suas empresas. Mano, então, eu tenho de acessórios, inclusive, esse brinco aqui. É isso que a gente tava atrás hoje, comprando a miçanga pros brincos, né? Eu já usava esse estilo. Foi aí que eu conheci a influência, por exemplo, que eu tinha esse poder, né? Que isso é um poder.
Aí eu sempre usei. Aí toda vez que eu usava, era tipo assim, um monte de gente perguntando onde é, onde compra, onde faz, com que eu mando fazer, não sei o quê. E lá em Manaus, eu não tinha uma pessoa, né? Aí eu falei, cara, eu vou... Aí eu obriguei a minha amiga a aprender, primeiro do que eu, porque eu sou boa em administrar, mas em fazer eu não tinha paciência, né? Calma aí. Olha o tamanho, é uma miçanga, a gente faz. Miçanga por miçanga.
Calma aí, você fez isso hoje? Não, a minha amiga que fez. Mas é uma miçanga. Calma, ela fez hoje?
Fez, fez. Hoje? Tudo isso? Fez. Ela faz rápido, quer anotear. Ela faz rápido, né, gente? As outras pessoas, ela é... Eu quero ver, eu quero ver. Mano, olha isso. Eu ganhei um, inclusive. Aliás, ganhei dois. Um eu já usei. É feita de uma por uma, contada de uma por uma.
E é bem feito, tá? Um negócio bem feito. É maravilhoso. Só que eu não acreditei que ela fez hoje. Fez. Fez rápido. Faz rápido, faz rápido. Olha que lindo. Quando faz um lado, o outro fica mais fácil. Porque aí tu vai se baseando, tu vai seguindo. Porque é um feito na costa do outro, sabe? No TA. Mas como é que desenha?
Não, não desenhe, assim, a gente vai pelo rumo. Hoje em dia, quando a gente faz um modelo novo, a gente vai, faz o desenho no computador, ou então riscando mesmo aquelas bolinhas, igual criança, ligando. E aí vai fazendo a contagem da miçanga até dar certo. E se errar uma dessa, tem que desfazer tudo.
E aí eu fui vendo, aí não tinha alguém pra fazer. Eu falei, Regiane, tu vai aprender e a gente vai vender. E aí foi nascendo, né? Aí eu fui pegando. Aí a gente pegou, principalmente mães que não tem como sair de casa e tem o bebê pequeno. Aí eu falei, ó...
Vocês trabalham em casa a hora que quiser, a gente vai ensinar. Aí a gente foi perguntando quem queria aprender e foi ensinando. Aí foi virando artesã da Vaide Cunhã, foi fazendo, foi fazendo. E hoje a maioria das nossas artesãs são que tem filho em casa, criança que não consegue trabalhar fora.
E aí se mantendo do artesanato. Pra conquistar a independência financeira, né Márcia? É pra conquistar a independência financeira, a gente sempre focou nisso. E aí as pessoas foram se interessando, aí foi crescendo, foi crescendo, e aí evoluiu muito. E o outro é fitness, porque eu já venho desse mundo fitness, muito por obrigação também, né gente, não vou mentir.
Porque eu danço, eu preciso estar em boa forma de resistência, física também. Eu preciso ter força pra carregar a minha costeira, né? Então, eu fui vendo que era o mercado. Menina, quantos quilos a costeira? Mano, é pesado, é pesado, machuca. E não é só a costeira, né? A gente olha assim a costeira, mas é braço, perna, cabeça.
Eu tô super ansiosa pra assistir. É algo assim. Fala uma coisa. É verdade que não é a gente que escolhe o boi, o boi que escolhe a gente? É, é verdade. Mas eu disse a ela que se o boi não me escolher pra mamar dele. Mas ela não é nem doida de não escolher o caprichoso. Eu mando ela de volta na hora. Se o boi não me escolher pra mamar dele. E eu escolhi.
Não, aqui os meus, eu falei, ó, gente, manda na hora de volta. Não interessa. Vede suas coisinhas e saia de mocinha, entendeu? Não, não sai, ela se foi escolhida. Ai, mana, olha, lá em Juruti, na minha cidade, tem o Festribal, né? E lá eu somo um duro cu vermelho e amarelo. O garantido é vermelho e branco e o cabrichoso é azul e branco.
Ah, se fosse por influência ou então alguma coisa, eu seria, tipo, do boi garantido. Só que eu sempre fui apaixonada pelo boi caprichoso, desde quando eu era criança que eu ouvi a toada a ritmo quente. Eu não sabia ainda que era do boi caprichoso, que eu morava no interior e tudo mais, eu ouvia a toada. E aí me despertou curiosidade, eu fui atrás, aí mamãe, papai também falaram do boi caprichoso. E eu fui, eu sempre me apaixonei.
Eles já eram do caprichoso? Eles já eram, meu pai e minha mãe sim, por causa da beija-flor da escola.
É azul, né? Aí, o pessoal do Caprichoso de Parintins Iam lá pra Juruti ensinar as coreografias Sempre teve esse intercâmbio cultural muito grande Juruti e Parintins, né? E aí eu aprendi as coreografias E sempre me apaixonei, fiquei louca pelo Caprichoso Aí quando eu resolvi fazer faculdade Que eu tive que sair da minha cidade de Juruti Que eu vim pra Manaus, eu falei Gente, eu não posso parar de dançar
Aí cheguei em Manaus, eu fiz o teste pro CDC, que é o Corpo de Dança Caprichoso, que são os dançarinos que compõem o show, as apresentações. Passei no teste. De primeira? De primeira, já passei no teste, já fui item substituto de Porto Estandarte, de Cunhaporanga, de Rainha, tudo que tava lá eu dançava. E eu viajava, assim, minha primeira viagem de avião foi com o Boi, inclusive foi aqui pra São Paulo, numa feira que a gente veio representar.
E aí foi indo, foi indo, foi indo, né? Continuei dançando. E aí quando eu me formei em 2016, eu recebi o convite pra fazer o teste pra ser cunha poranga oficial. Que é o que eu tô há 10 anos, né? E aí eu fui fazer o teste sem acreditar. Juro, eu fui tipo assim, meu Deus. Será que é um teste pra eu saber lidar com a dor de não conseguir? Eu já pensava assim. E aí eu fui fazer o teste e passei.
Mas assim, muito além do Ita, eu sou uma torcedora completamente apaixonada pelo Boi. Eu tive a minha experiência de viver tudo. Quando eu era dançarina, eu ia pro festival. Eu já compus cenário dentro da arena. Eu já fiz parte de alegoria. Eu já fiz parte de bailado. Então você já fez... Eu já fiz de tudo. Eu já fiz de tudo. Como funciona tudo. Tudo, tudo.
Tudo, tudo, tudo. Aí eu sempre gosto de lembrar que as pessoas que dançavam comigo quando eu era criança lá em Giruti, são as pessoas que me acompanham hoje dentro da arena. São as pessoas que compõem ali o cenário comigo, meus amigos de infância. Eu acho que isso pra mim é o maior sentimento de quando eu olho pra arena, é um lugar que eu me sinto muito seguro, né? Que é o mundo da dança. Eu vejo que é a minha família que tá ali, que tá me acompanhando.
Aí passa um filme, aí é a maior, assim, é a virada da minha vida. Como que é essa rotina? Enquanto até, você falou que é de janeiro até...
Pois é, mana. É junho, julho? Eu fiquei louca. Eu fiquei louca. Sobre o vídeo boi, a outra metade. Então, agora eu estava no BBB, nós estava meio que, eu estava off de tudo, né? Aí, quando eu saí, o pessoal me atualizou tudo. Só que, automaticamente, eu vivi isso há 10 anos, né? Então, eu sabia exatamente a fase que estava. Então, terminou o, teve o carna-boi, que lá a gente tem o carnaval em todo o Brasil. Lá em Paranitena, a gente tem o carna-boi. E eu falei, gente, acabou o carna-boi, vai começar os eventos do boi.
Aí eu sabia quando era o Bar do Boi, eu sabia quando era o lançamento, mesmo estando na casa. Aí quando eu saí agora, né, eu já participei, eu tive a honra de participar do lançamento do álbum, que é a maior festa, em Parintins, e participei em Manaus também. Mesmo com essa agenda louca, né, mesmo quase ficando louca, viajando. Você deu um jeitinho. Eu consegui. E aí agora eu vou voltar, né, e vou começar a ensaiar, e assim, vou ficar nessa agenda de, nem que leve o meu coreógrafo comigo, agenda de ensaio.
Não tem uma rotina certa, não. A gente sai de manhã, de tarde e de noite, se for preciso. E tem o teste de indumentária, tem o teste de alegoria, tem os eventos obrigatórios que a gente sempre tem do BOE. E também tem as públicas também, que o BOE também traz muito isso. E agora, conectado com a Globo, quero levar todo mundo. Quero levar a Globo, quero levar a Max, quero levar a Gabi, Chai, Breno, todo mundo. Vai todo mundo, lógico. Qual que é? Já vamos.
É o último final de semana de junho. Junho. Junho. Final de junho. Junho. Falta porra, mano. E eu vou ter que administrar, né? Vai ter transição? Vai, vai ter. Vai ter transição, né? Vai ter, gente. Claro que vai. Eu vou dar um jeitinho de brincar São João, né? Porque, assim, o festival, ele é justamente no período de São João, né? No Nordeste, Pernambuco. Por exemplo, onde eu moro, Carpina, tem um São João bem quente. Cara, o Aru também tem um São João fervoroso, enorme.
Então assim, eu vou ter que administrar e viver Paritins e viver o meu São João também, que eu gosto. Mas vocês têm que mais aqui dentro de mim. Tem que aproveitar. Aproveitar. Bora tratar também, bora se organizar pra ir. Eu tenho muita curiosidade, sabia? Eu tô super ansiosa pra ver. Eu vi na transmissão, eu fiquei...
fiquei chocada cara nada se compara você ver na televisão é uma coisa eu fiquei chocada com bem porque que é muito assim muito doido isso de que só agora que é transmitido tá ao vivo na TV que eu falo que é transmitido na TV
É transmitido pela nossa TV local, né? Do Estado. Sim, mas pra cá, eu só vi na Globo. A gente tá tentando furar bolha a qualquer custo ali. Todo mundo ali tá tentando furar essa bolha pro Brasil inteiro conhecer. A gente tá conseguindo, né? É, a Isabelle fez um papel gigantesco. Então, eu conheci através dela. Exato. E aí que eu fui assistir, que eu fui entender. Falei, gente...
o tamanho, o que que é isso? o tamanho, e assim, a bolha daqui, não chegava, né? Claro que assim, eu sei que é super cultural, é muito forte, mas como eu não conheci isso antes, eu fui conhecer, sei lá, uns três anos, então, você vê como o Big Brother tem esse alcance pra tudo, né? Exatamente, a força, a força, a voz pra todos os lugares. Ela abriu esse caminho, e...
E assim, a gente tenta fazer com que o Brasil conheça e se apaixone. É lindo. Porque, querendo ou não, a gente faz parte também do Carnaval do Rio, de São Paulo, porque nossos artistas lá de Parintins se mudam para São Paulo depois do Carnaval e para o Rio para fazer os carros alegóricos dos carnavais daqui da região. E aí, meu Deus, é uma coisa que a gente quer que o Brasil conheça, que todo mundo conheça, que vá também sentir de perto. Isso acontece numa ilha.
Numa ilha no Rio Amazonas, assim. É muito importante, inclusive, o trabalho que vocês fazem. É cultural mesmo, pras pessoas entenderem a dimensão. Exatamente. Eu fiz uma corda com ela, né? Eu fiz uma corda com ela. Eu vou viver Paritins e ela vai viver o Carnaval do Pernambuco. Ah, ela vai viver o Carnaval, ela vai dar um jeitinho na vida dela. Ela vai sentir o calor do Carnaval Pernambucano.
Quero muito que ela viva o São João também, mas como tem as mesmas datas. Eu vou pro São João da Thay, né? A gente vai pro São João da Thay. Quando é mesmo? Dia 6. Desde junho. Junho. Junho, é. Tem no comecinho. Gente, mas o carnaval de Pernambuco também. Nossa senhora, desculpa, mas assim, né? Carnaval de Pernambuco. E aí vou arrastar ela, jogar uma fuga. Eu vou furinar ela, vou arrastar ela.
É um babado. Eu guardo o meu proca e vou. E não somente viver o Carnaval de Recife, Olinda, mas também o Carnaval do interior, né? Que também é maravilhoso demais. Então, eu espero que ela viva a minha experiência e que eu viva a experiência dela. Eu já fiz um trabalho, já gravei lá no interior de Pernambuco. Eu não lembro o nome, faz muito tempo. Sei lá, faz acho que uns 20 anos. 20 anos não pode, não. 12, não.
Faz o quê? Será? Faz uns 15 anos. E assim, é surreal. É surreal. O desfile no meio do canavial, assim, eu chorava de emoção. Pois é, eu sou de Nazaré da Mata, que é a terra do Maracatu. Então, o Maracatu, ele é vivo, né? Ele é patrimônio. Quanto tempo? Nazaré da Mata de Recife? Dá uns 65, 66 quilômetros. É perto. É muito perto. Será que foi lá que eu fui? Nazaré da Mata, dos caboclos?
E aí eu quero que Márcio também vá conhecer, né? Os caboclos. Menina, eu tô achando que... Você me falou. E agora eu tô achando que... Na Zona da Mata. Tá bom dar um... Eu tô achando que foi. Terra do Maracatu. Dos caboclos. Inclusive, quando você fala dos canaviais, que eu nasci na zona da Mata Norte, né? Terra dos canaviais. Tem o Maracatu Rural. Então, que eles fazem um desfile lá no... Isso. Então, foi lá que eu fui. Tô falando sério.
Uma descoberta, uma descoberta. Nossa, eu vou achar a foto. Se acabar, eu vou procurar. Porque é bom que no celular, no iPhone, fica a louca de atão, né? Lá a gente não tem isso aí, ó. A gente não tem celular de procurar. Gente, eu sou péssima com o nome. Vocês não estão entendendo. Mas eu fiquei feliz que tu não errou o nosso. Tu não emendou. Provavelmente você foi na minha cidade. Ou numa próxima. O pessoal emenda o nosso nome, Maxiele. Marciane.
É, mas é porque também acho que Aqui não é cunhã A pronúncia fica toda melhor Tipo, as letras são parecidas Pra você ver, assim, essa conexão Ela é muito engraçada também Porque assim, a gente tem nomes diferentes e parecidos A gente tem o mesmo signo Mesma idade, né? A gente tem os mesmos gostos pra muita coisa Ativa, eu também sou muito ativa Então bateu muito Nossa, demais Deixa eu ver o que o Gabi se mandou A gente teve que entrar lá pra poder Tchau
É verdade. A gente não... Só entende o propósito depois. Quando a gente vive nele. Quando a gente vive o propósito. Loucura. As perguntas da galera. Vamos lá. Ai, meu Deus.
Perguntaram se vocês pretendem mudar de cidade para ter mais oportunidades. Olha, eu nasci numa cidade que tem pouco mais de 36 mil habitantes, né? Nas áreas da mata. E depois eu me mudei para uma cidade vizinha, que é Carpina, que deve ter também 95 mil habitantes.
Lá eu consegui trabalhar muito como influenciadora, professora e depois influenciadora. Mas eu tenho muitos desejos na minha vida e eu fui pro Big Brother com o propósito de mudar a vida da minha família. E eu vou continuar com esse propósito, então eu sou uma mulher das possibilidades. Aonde tem trabalho eu tô indo, tem trabalho aonde? Na China, então vamos pra China. Porque eu quero comprar uma casa pro meu filho, uma casa grande pra ele.
Eu quero comprar meu carrinho e eu quero poder ter a minha empresa também, né? Montar o meu negócio. O que você pretende? Olha, eu sou da beleza, né? Meu universo é maquiagem, meu universo é o casual sick. Então, assim, eu quero apostar nisso. Os acessórios. Os acessórios. Já conversou sobre isso hoje.
E eu preciso trabalhar, eu preciso trabalhar, eu quero trabalhar, eu estou trabalhando, eu vou trabalhar. Então, assim, aonde tem oportunidade, eu vou. Tem oportunidade em Nazaré? Vamos para Nazaré. Tem oportunidade no Rio de Janeiro? No Rio de Janeiro. E porque, assim, o meu objetivo maior é ver a minha família bem, ver o meu filho bem, poder dar pra ele o que eu não tive. Já deu certo. Então, assim, eu vou pra onde tem. Se tem trabalho em São Paulo, vamos pra São Paulo. Mas eu pretendo me mudar, assim. Pra cá? Pra cá.
Eu acho que eu já tô meia... Vem aí! E aí, a família vem junto? Então, vai ser devagar, né? Primeiro porque o meu filho... Por parte, né, Marcia? É, meu filho, mudança é uma coisa difícil pra ele, né? Ele tem terapias lá, escola lá, então assim, não é pegou, vamos embora, não é assim. Então, as coisas vão acontecer no processo. Quem essa rede de apoio lá? A minha mãe, Sônia Maria, a minha vida inteira é aquela mulher. Mãe é mãe, né? Se não fosse ela, eu não terei Big Brother.
Ela disse, você vai e eu vou ficar com ele. Inclusive, ontem no telefone, ela falou assim, pode ficar aí um mês trabalhando, que eu fico aqui com ele. E pra gente que é mãe, né, Tatá, saber que meu filho tá seguro com a minha mãe. Não, não tem pessoa no mundo que vai querer mais, que vai querer algo melhor do nosso filho que a nossa mãe. Quando eu não planejei ser mãe, e quando eu descobri que tava grávida, ela olhou pra mim, eu falei assim, e agora? Eu não sei ser mãe. Eu não sei criar mãe.
Como é que eu vou trabalhar? Ela disse, a gente vai cuidar. A gente vai criar. Então, ela é a minha parceira de vida, de tudo. E aonde eu for, ela vai junto comigo. Aonde eu for, ela vai junto. Ela mora comigo, eu moro com ela. É só você, seu irmão não mora. Meu irmão mora em Florianópolis, que também é o amor da minha vida. Minha alma gêmea. Eu falei pra ele, vou pro Big Brother. Você vai ter que ir lá pra Carpina.
Ele largou tudo em Florianópolis e foi pra lá ficar os dois meses. E eu até falei pra ele, tanto que o apartamento, eu falava que é do meu irmão, porque eu falava pra ele, se eu conseguir, vai ser seu, porque ele não tem casa própria, né? Então, ele largou a vida dele em Floripa e foi pra Carpina cuidar do meu filho, ajudar a minha mãe. E o meu pai mora em Marabá, né? Mora em Belém, que meu pai trabalha com obra. E o meu desejo também, né?
Tirar ele dessa vida cansada, que meu pai trabalha desde os 10 anos. Meu pai começou a cortar cana com 10 anos de idade.
Então, eu dito aí a prova viva disso. Tô louca pra tirar ele dessa vida, pra ele descansar mesmo, sabe? Ó, vai aproveitar aí sua velhice e descansar. Então, deixa que eu trabalho, deixa que eu me viro, mas vamos embora que a gente tem um propósito. Ah, que lindo.
Ai, gente, assim, eu já tomei a maior decisão da minha vida, eu ainda era uma adolescente, que foi sair da minha casa, né, com uma mão na frente e outra atrás. Pra ir pra Manaus. É, pra ir pra Manaus, com o objetivo de estudar. E eu sempre coloquei na minha cabeça que as minhas raízes nunca me prenderam a lugar nenhum. Pelo contrário, sempre me fortaleceram pra eu chegar onde eu quisesse chegar e trazendo o meu povo junto, que é onde eu vou, tá, eu não vou sozinha.
E quando eu digo trazer junto, não é nem de morar junto, porque eles têm uma vida muito...
tranquila lá, eles trabalham na roça até hoje, inclusive é o meu investimento, eu nunca vi o retorno, né, mas é o meu investimento. Minha mãe trabalha até hoje com a farinha, minha família inteira trabalha com a farinha e nunca foi, assim, nunca foi um impedimento, né, e eu mudei contra a vontade deles, né, meu pai, minha mãe não queria que eu saísse, muito, pô, ter aquela ingenuidade de menina do interior e sabe que cidade grande não é fácil, mas nem isso me impediu, então, assim, aonde eu tiver trabalho, onde eu tiver oportunidade que eu possa...
dar dignidade para eles, que se quiser trabalhar, trabalha, se não quiser também, não trabalha, quero montar isso, bora montar, bora organizar, então se eu preciso me mudar, que nem a Max falou, para a China, eu estou na China, se for para vir para São Paulo, Rio, qualquer lugar que eu possa trabalhar e ter a minha dignidade também, ter o poder sobre a minha vida, ter minhas decisões.
e de investir na minha marca, nas minhas coisas, que eu amo fazer isso. Então, eu tô disposta a mudar pra qualquer lugar e vamos embora. A gente tem muito isso em comum. Mulheres poderosas. E a gente tem muito isso em comum, essa coisa da família mesmo, né? Dos propósitos para a nossa família. A minha fortaleza, a nossa fortaleza. E aí, depois que você vira mãe, esse propósito, ele triplica, né? Existe alguém que depende de mim e é por esse alguém que eu vou enfrentar mundos e fundos. E tudo que tiver que ver. E foi que eu enfrentei, que tô enfrentando, né?
Como está a relação de vocês com o Jonas? Olha, eu já gravei público com o Jonas. Foi o barbário. Foi mesmo. Ela foi assim, o auge da audiência. Foi muito divertido gravar com ele. É uma relação muito respeitosa que eu tenho com ele. A gente não se encontra porque, assim, não tem como.
Todo mundo da edição se encontrar. Nossa, eu esqueci de oferecer água, né? Eu também quero, tá? Porque eu já bebi tudo. Mentira. Não, deixa eu sair de vocês primeiro. Eu tenho uma relação muito respeitosa com ele. A gente já gravou o Publi junto. Já nos encontramos, né? Em muitos lugares. Aeroporto e tudo mais. E também um monte de evento, né? Tem um monte de evento também. Teve o evento...
acho que o que ficou mesmo mas assim, pra mim tá bem respeitosa a relação e é tranquila, amizade, né é algo que é o que vai ficar amizade mesmo do Big Brother exato, a gente tem se encontrado nos eventos e se trata com educação que eu acho que é o básico pra todo mundo o jogo ficou dentro da casa
E agora seguir aqui fora com os trabalhos, com os compromissos e tratando todo mundo bem. Até agora que todo mundo se encontrou, eu não vi nada, gente. Geralmente, quando a gente era os outros pós-BBB, a gente sempre via alguma confusão, nada pelo contrário. Acho que todo mundo se tratando com cordialidade, muito bem. Então, acho que é isso que fica, né? O jogo ficou lá na casa, porque se continuasse aqui, gente, a gente ia enlouquecer real.
Pelo amor de Deus, né? Ainda bem que tem hora pra começar, hora pra acabar, né? Isso, exatamente.
E eu acho que é isso também, porque, por exemplo, muita gente falava assim pra mim, nossa, agora você tá com outra áurea, você tá sorridente, divertida, alegre, porque você não foi assim no programa? Imagina que você tá numa competição por 5 milhões e meio, você acorda, tem 30 pessoas com a cara feia, você dá um bom dia, alguém não responde seu bom dia, você vai brincar. Tem dias que eu ficava, meu Deus, eu vou brigar com...
Quem hoje? Jesus. Então, quando você sai, Tatá, você sai aliviada. Não vou mais ligar com ninguém. Não vou mais. Vida real, né? É, vida real, que não precisa dessas competições. Dói apontar o outro. É horrível ficar apontando. Tu apontava na hora, mas depois tu ficava sofrendo, às vezes, até por uma semana. Machucar o outro. Pelo que você falou e você não queria ter falado. Então, acho que isso é a pior coisa ali de dentro. Eu imagino.
Até porque na vida real, você tem alguma coisa com alguém. Você exclui a pessoa. E continua só a vida. Exato. Você tem que falar. É porque na vida real. Conviver. Pois é. A vida real, o expediente, ele acaba em algum momento. Exato. Dentro do jogo, não.
Mano, acho que a pior coisa Se eu perguntar o que é a pior coisa É você apontar o dedo pra pessoa E você continuar cutucando a ferida Que tá em você também, porque não é uma ferida só na pessoa Tá em você, e tu continuar ali E aquilo vai virando uma coisa gigante Porque você machuca o outro também Isso é difícil Perguntaram se vocês participariam de outro reality show Não, tô fora Nem bebê de novo Se tivesse uma
Do BBB, sim, mas de outros, não. Deus é mais, não. Olha, eu aceitaria, mas a minha família e as minhas amigas não iam deixar. Ah, não, minha família e meus amigos também, não. Aí eles iam me abandonar. Jamile, mesmo diz a mim. Finja que eu não sou nem sua amiga, se você entrar. Desse jeito. Porque quem fica, os nossos amigos sofreram muito. Eles sofreram muito. Eu imagino. Muito, muito, muito.
Até meus amigos que eram low profile, assim, de postar e fechado. Eles saíram em coisa de fofoca, foram cancelados juntos. Mano, assim, foi uma confusão. Eu encontrei com o Patrícia Poeta, aí eu encontrei com ela e vi ela pela primeira vez, né? Falei, nossa, Patrícia, não sei o quê. Aí ela, ai, eu falei com o seu irmão, aí eu... Meu Deus, todo mundo teve que se envolver. Todo mundo. Ai, Deus. Ai, tem grupo do Quarto Voar no WhatsApp?
Não tem não Vocês não tem grupo no WhatsApp? Do BBB inteiro tem, de todo mundo De todos os participantes tem, mas do quarto Não tem não Eu acho que as pessoas, elas pensam que a gente quando sai Ai, WhatsApp A gente sai com trocentas Coisas pra fazer Quase não dá tempo de você responder as pessoas E todas aquelas cobranças Que tem de você estar em vários lugares Principalmente no digital Então assim, não teve tempo ainda pra fazer um grupo Qual?
Não teve, não. Até a gente tendo acesso ao telefone, se não for alguém, perguntar assim, mas se ele vai fazer isso, já te mandaram mensagem, eu não sei. Aí, tipo, é uma coisa muito... Mas também você tem que se permitir, gente. Também não dá no cal. Se não, né? Pira, pira, pira o cabeção. A gente precisa respirar também. Pelo amor de Deus. Eu passei três meses com as pessoas lá, gente. Mas assim, como eu já tô... Nem quer falar.
Não dá, não tá dando ainda. Calma. Mas até na vida real, assim, você passa muito com a pessoa, você precisa de um tempo dela.
Eu enjoei dos meus amigos. Aí vamos já embora. Tchau. Depois se vê. No WhatsApp, assim, conversas, né? Isolada sem ser grupo. Eu converso bastante com outras pessoas, né? Como que foi o reencontro com seu filho? Nossa senhora. Até isso também vocês vão saber. Aí você me quebra, né? Porque aparece uma maquiagem borrar aqui nesse... Aí vai virar outro meme.
Mas assim, o meu filho, eu fiquei muito preocupada. Quando eu vi aquele frego no aeroporto, eu sabia que ele estava lá em algum lugar. Só que a minha maior preocupação era o barulho. Ele tem hipersensibilidade auditiva. Então, aquele barulho pra ele é completamente desconfortável. Então, minha preocupação era aquela. Mas ele foi pra lá com bermudinha, com a camisa, com a minha foto. Ele é muito lindo. Ele é demais.
E aí, ele veio até mim, mas ele veio com a cara muito assustada, por causa do barulho de muitas pessoas, que ele não gosta, né? Sim. Mas, quando eu cheguei em casa, mamãe, o tempo... Mamãe, o que que tá fazendo? Mamãe, ele teve que decorar, porque ele teve atrás de fala, né? Então, ainda falta o sentido da frase, porque ele tá falando aquilo, né? Então, fizeram ele decorar a frase. Mamãe, eu te amo, tô com saudade.
E aí, em casa, foi uma semana inteira ele falando Mamãe, te amo, tô com saudade E quando eu tô em casa, né Inclusive, eu já estou assim Querendo ir pra casa, porque preciso ver meu filho De hoje, viu São eles que abastecem a gente, né Ela viu no Big Brother quantas vezes Eu chorei Eu fiquei doente mesmo, eu tive febre
Eu fiquei doente. Ficou doente, né? Ele não mostra isso, claro, né? Mas eu fiquei doente porque já tava sentindo falta dele. E em casa, ele... Mãe, a Fé fala, quando a mãe chegou, não quer saber mais de mim, não? Porque o filho que é a mãe, né? Então, é grudadinho comigo, dormi comigo, cheirinho. Então, assim, ver meu filho... Ah, foi a coisa mais difícil, Tatá. Foi a coisa mais difícil.
Ficar longe, né? Foi muito difícil. Nossa, porque... A Maxi sofria muito, gente. Não, porque assim, você tá lá por ele. Mas isso é o que mais a distância... Controlar minha crise de ansiedade, porque cadê meu filho? Eu dormia com panquequinha, porque ela se agarrava comigo, eu só agarrava com ela. Porque eu sentia falta dele do meu lado, entende? E só quem é mãe sabe. Só quem é mãe sabe. Foi difícil. Mas...
Agora ter ele, tá difícil ainda porque eu tô fazendo pontinha aérea, né? Tô tendo que vir pra cá trabalhar, as oportunidades estão aí, a gente precisa agarrar as oportunidades. Mas eu sei que é um propósito. Já, já a gente vai estar tudo assim coladinho. E lá você esquece, às vezes a gente entra assim, segura, eu tô aqui pela minha família, tô aqui por isso. Mas quando chega lá, enfraquece tudo.
Tu tem que tirar a força de algum lugar pra segurar e lembrar pelo que tu tá lá. Que a gente esquece até do prêmio, eu sabia de verdade. Eu imagino. A gente tá lá dentro, tipo assim, pelo que que eu tô aqui? Tu tá sofrendo, tá desesperado. Você tá assim, ó. É, e acorda, mana, acorda. Em algum momento vocês pensaram em apertar o botão? Nunca!
Mano, ia estar careca, mas ia estar lá dentro. Aquela parede, eu nem olhava pra cara dela. Nem eu. Se eu entrei por essa porta, eu vou sair por essa porta. Mas eu não vou desistir, porque eu ralei muito pra chegar até aqui. Então, eu dou valor à oportunidade que o Big Brother me deu. Gente, eu acho que vai ser tão cancelado, porque eu compro a briga das pessoas. Aí eu me imito. Tá, tá. Mas todo mundo vai ser em algum momento. É impossível não ser. Alguns mais. Outros menos.
Mas é algo que passa. Mas saiu tanta gente que a gente dizia que a nossa luta era pra sair pela porta que a gente entrou e não pelo confessionário, mano. A gente dizia, gente, a disputa é agora, é sair pela porta que a gente entrou e não pelo confessionário, porque saiu muita gente, gente. A semana da eliminação da Sarah foi uma semana intensa, porque a gente não esperava que ela fosse sair, ela saiu no outro dia.
Sol. A confusão de manhã. Loucura. Eu me lembro de que aboia assim no quarto. Acorda. Sol precisa de ajuda na cozinha, que a confusão tá grande. Lá vai a gente pra cozinha.
Aí depois Sol saiu, Edilson Eu só me lembro que eu tava dormindo E aquela gritaria Você botou o dedo na minha cara Meu Deus, o poto atorando de novo Jesus Cristo Aí era chamada e não voltava mais E a gente ficava nessa E a gente ficava nessa Depois só fica fazendo o aviso Mas a gente ficava nessa A luta é pra sair por aquela porta dali Não pelo que eu pensei Tava todo mundo sendo expulso Pelo amor de Deus
Eu acho que o melhor disso tudo é que vocês levarem na esportiva e se divertirem, juro. Não, não é assim, até lá dentro. É o mais incrível que eu mais imagino. A gente sabia que tava cancelado. A gente tinha um momento assim, Max, a gente tá muito cancelado. A gente tava na grama e ficava lá. Ô, Miguel, você tá todo lascado. Aí eu dizia, é, a gente tá, amiga, mas a gente tá aqui dentro, vamos aproveitar. Vamos aproveitar.
Eu acho que a gente já falou de tudo. Uma loucura, uma loucura, loucura, loucura. Pensam em entrar em algum relacionamento? Cadê o tempo? E nem tem homem, mana. Não tem tempo e nem homem. Olha, eu tira a massa. Eu não fico com ninguém há seis meses. Quando eu falei que as héteras estão... Desde que saiu, não. Desde novembro. Dezembro, janeiro, fevereiro, março, abril. A gente vai pra maio.
juro eu tive mais tempo então assim já ela tem dois meses ela já ficou já beijou depois já já já beijei brincadeiras gostosas também calma aí peraí mas já era casa em diante eu brinquei serviço não
eu não tô aqui eu vou falar calma aí para vocês relaxar me espera aí mas é a gente nova mas assim eu não tenho tempo nunca vai ser onde é
Então, menina. Não, a gente quer saber. É, eu também, agora eu quero saber. A gente quer um arroba. Não, vai ali, vai ali. Peraí, mas foi na internet. Ela já dispensou esse já, ela já dispensou esse já. Não, mas foi na internet que você conheceu? Não, não, não. Não.
Foi no BBB que você conheceu? Por que que eu fui falar essa gumi, hein? Gente, eu só beijei lá dentro mesmo na casa, aqui fora, ó, tô no zero a zero real, só que eu não contei não, porque lá dentro da casa é uma coisa que fora a outra. Não, não, não. Não é, beijou sim. É verdade, lá dentro, gente, tô pronto. Mas de ficar mesmo desde novembro, gente, zero a zero real, juro. Eu já que eu não tô morta?
Eu não tô morta? Agora sim. Mas eu quero mais detalhes. Então, conheceu hoje. Conheceu em festa? Conheceu na internet? Não, não conheceu na internet não. Conheceu um lugar interessante. Vamos sair pra jantar, educadinho. Saiu pra jantar. Deite, deite. E aí, não vazou? Vazou. Vazou não. Vazou e eu não vi. Não vazou. Então, saiu pra jantar. Saiu pra jantar. Foi maravilhoso.
Aqui em São Paulo? Aqui em São Paulo. O boy é paulista. É paulista. É paulista e tava mandando mensagem, mas ela não respondeu. Eu já contando aqui. Mas ela não respondeu, ela já dispensou já. É porque assim, eu sou desapegada. Eu sou desapegada. Eu acho que o Big Brother, as pessoas viram isso. Porque tem muita gente que acha que eu fui lá pra fazer casal. Fui não, né? Gabi, já na boca e depois só.
Quero compromisso, não, agora não. Eu quero trabalhar. Meu relacionamento é dinheiro. Ganhar dinheiro, trabalhar. Construir a minha, consolidar a minha carreira, entendeu? Então, assim, outra coisa. Me dedicar completamente a meu filho, a maternidade. Então, não tem espaço no momento pra relacionamento.
Eita, tá? É só falar isso que a parede vai dar dois dias. Ela, gente, tô namorando. Eita, tá? Eu vou te falar uma coisa. A minha vida é, assim, de Marciele mesmo. Todas as vezes que eu tive grandes conquistas na minha vida, que eu consegui crescer, eu sempre estive sozinha. Então, você nunca arrumou alguém que te... Nunca, assim. Eu já tive, assim, uma pessoa, assim, lá no início do... Quando eu tive praticamente casada, que morei junto, realmente me incentivou.
Mas depois, assim, que eu consegui controlar a tremenda independência financeira de Marcele, todas as minhas conquistas, minhas grandes conquistas, eu estive sozinha. Porque eu acho que quando desfoca, tu se perde outra coisa. Tu encontrar alguém pra alinhar o teu objetivo, os objetivos é muito difícil. E eu não tô disposta a abrir mão de nada dos meus objetivos, do meu foco, por ninguém.
Então, assim, se for pra acontecer, vai ser algo que eu vou deixar sempre muito claro. Meu caminho é esse, se quiser vai seguir, se não pode seguir o seu e vida que segue. Eu te chapeu. É verdade. Eu definitivamente tô fechada para relacionamento no momento, assim. Não tenho tempo. Eu não quero ter que abrir mão de muita coisa agora. E eu não quero me colocar no lugar de muitas cobranças. Você não me dá atenção, você trabalha demais. Ai, é isso também, meu Deus. Eu não tô...
não estou pra isso, né? No momento eu não tenho disponibilidade afetiva e emocional pra me dedicar a um relacionamento agora. Então assim... Negativo. Traumas falando. Traumas falando.
E ainda tem meu trabalho, por exemplo, que eu danço. E aí, é algo que eu me dedico muito. E aí, todos os relacionamentos assim que eu tive, até o mais recente, sempre teve aquela de dizer, ah, eu te admiro muito. Aí, quando começava a apertar os eventos de não ter tempo, não sei o quê. Aí, começava, tipo, a querer me diminuir por causa do meu trabalho, da minha dança. Queriam me tirar, não, esse é teu último ano. Tu vai se despedir.
Então, e eu sempre bati muito o pé. Eu sempre, ah, não pode usar essa saia. Eu vou lá e cortava mais a saia e usava.
Mano, então, ou seja, não dá. Meu primeiro namorado, eu tinha 17 anos, eu namorei 9 anos. Caraca. Foi o meu primeiro namorado que me apresentou para o mundo, que me lapidou, lapidou menina, né? E aí depois eu fiquei solteira, vivi uma fase solteira, engravidei e agora eu quero viver a minha vida. Viver com a minha família. Quero viver a minha adolescência, Tatá. Quero isso. Com 32 anos, quero viver a minha adolescência. Vocês sentiram? Eu tô... Eu tô...
Deve estar falando disso com os amigos. Parece que depois dos 30, você querendo ou não, tem uma limpa na sua... Faz uma limpa. Uma limpa. Uma limpa. Sobra pouquinho. Isso, sobra poucos e bons. Poucos e bons. Mas aí você começa a olhar de outro jeito. Não sei explicar. É uma virada. Vira uma chavinha. E não é só a chavinha. A nossa régua, depois dos 30, ela fica muito. Muito.
Então, por exemplo, esse boy que ela disse, ah, tem um lado de pensão, não sei o quê. É porque você olha as características, às vezes você fala, não, não atende meus requisitos. Então, vamos fazer um pó de Tinder aqui? Eu acho que nós devemos falar, antes da gente finalizar, falar, assim, a pessoa perfeita, sabe? As características. Tá, vou lá, vou lá. Vai, Max.
inteligente, tem que ser inteligente porque é inteligência da tesão, né? Nada de ciumento, nada de ciumento, pelo amor de Deus, homem ciumento, eu tô falando. Um homem seguro, né? Seguro, homem seguro, inteligente, seguro, profissionalmente bem resolvido, tá? A carreira profissional já bem consolidada, né? Porque também ninguém tá mais com o tempo de tá cuidando de menino, não. Não, ninguém não. Eu só tenho um menino com quatro anos, tá?
Não tenho paciência mais, não. Bonito, né? Bonito. Que beba socialmente, porque também cachaceiro não dá pra mim. Não dá pra ninguém. Cachaceiro. E que goste... Não, primeiro é que ame meu filho, né? Que respeite meu filho, que entenda minha maternidade, que respeite os meus momentos.
É isso, acho que é isso. E não é, foi de muito, né? Não é, não. Eu acho que não. Ah, tá, tá. E mais velho, tá? Que eu gosto de homem mais velho. Ah, você gosta de mais velho? Não gosto de homem mais velho. Acima de quê, 40? Olha, a minha faixa é de 38 até 47. Tá.
50 também vai, tem muito 50 também durinho. Então, se você aí tá assistindo a gente, ou então conhece alguém que fala, é o par ideal. Ó, encaminha aí, encaminha. Encaminha. Gente. Vou dar uma no Instagram da Max. Olha, eu acho que o meu, eu acho que eu colocaria um low profile aí. É porque é um charme, né? Mas assim, é, assim, um mistério assim, misterioso. Mas também não tem problema se não for.
Que atenda as próximas. Que atenda as próximas. Eu acho que compreensivo. Acho que compreender e também entender o mundo que eu vim, porque eu sei que é algo assim, muito da minha região, então entender meu mundo cultural, meu pensamento, minhas ideologias também, porque isso conflita muito. Inteligente, que me trate bem, que se vire sozinho e também quando eu passe alguma missão, consiga se resolver, que não me faça perguntar besta também.
Seja inteligente. Eu acho que isso vale muito. E que eu não tenho esse tipo de que cuidar, gente. Não quero cuidar de ninguém, não. Ninguém quer cuidar por isso. Eu que quero ser cuidada, tá? Na relação. Não é. Eu não quero cuidar do homem. Eu quero que ele cuide de mim, gente. Ô, amiga, mas tá difícil. Eu quero que a gente cuide. É uma pergunta. Tá difícil. Vou sair dessa vez. Tá difícil, Tatá. Ai, menina. Gente.
Foi muito coisa? Não, né? Não foi. Nem precisa ser muito bonito, não, gente. Simpático, me trate bem, tá tudo certo. Rústico? Ah, não! Pelo menos que saiba dois pra lá, dois pra cá, a gente que saiba dançar, que se não vou ter que dançar com ontem, vai ficar com ciúme. Tá. Então vai ter que fazer aula de dança. Um pouquinho. Só cara passada.
Não tá difícil. Nem pedir beleza, gente. Eu coloquei o bonito em quarto. A categoria beleza tá em quarto lugar, né? Porque beleza é relativo. De idade, tendo a vida profissional bem resolvida também, que eu não quero juntar um Eda não, tá? Eu quero que a pessoa tenha a vida resolvida.
rachar conta. Mano, não, não pode rachar conta não, se vira nos 30 e pague tudo. Amor, quem nunca? Ai, amém, meu Deus, eu não acredito nisso não, velho. Quem nunca? Mas vai melhorar, 2026 é um ano. Amém, amém, eu recebo. Elas assim, não, nem quero o relacionamento, é a gente fazendo a pessoa ideal.
Mas assim, sabe que eu acho nessa fase que a gente tá, também fica um pouco... Tem muito homem seguro que não vem por insegurança mesmo. Eu sou muito desconfiada das pessoas também, da intenção das pessoas. Eu já era assim, meio acoada, né? Em relação às pessoas. Agora parece que ficou muito pior. Vou ter que passar por uma entrevista, tipo, pra ver realmente qual é a intenção. Se vier pensando que eu tô rica, tô não, viu? Ah, é verdade, gente. Tô não, viu? Vou logo dizendo. Tchau, tchau.
Eu tô achando que eu tô milionária. Eu sinto muito, meu amor. Minhas pulas nem vou receber agora. Nossa, 90 dias. 90 dias, minha irmã. E outro, quando eu receber, já tem as contas pra pagar. Já tem as contas. É três meses fazendo conta pra pagar quando recebe. E pagando a nota antes já. O imposto vem antes. Tá tudo no arroba.
gente, muito obrigada adorei falar com vocês saber mais, foi muito especial boa sorte nessa nova jornada que Deus abençoe muito amém você também, você também você é maravilhosa fez a gente se sentir em casa, Tatá de verdade, best friend já começamos essa amizade por favor
Obrigada mesmo, viu? Amei. Gente, espero que vocês tenham gostado. Agora aqui na 2, ó. Um beijo. Até semana que vem. Beijo, gente.