Episódios de Matei o Chefe

Testando The Mound: Omen of Cthulhu e Mouse: P.I. for Hire

20 de agosto de 202628min
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Hoje estreia um quadro novo aqui no Matei o Chefe, o Testando, onde a gente dá as primeiras impressões de um game ainda não lançado ou recém lançado ou que já saiu há um tempinho e passou em branco pelos nossos olhos! E os jogos inaugurais são The Mound: Omen of Cthulhu e Mouse: P.I. for Hire, com Shin Koheo e Vivard!

Participantes neste episódio2
S

Shin Koheo

Host
V

Vivard

Co-host
Assuntos4
  • The Mound: Omen of Cthulhu· EntretenimentoLovecraft·Conquistadores·Cthulhu·Jogabilidade cooperativa·Insanidade·Gráficos e ambientação·Otimização
  • Mouse: P.I. for Hire· EntretenimentoMickey Mouse (Steamboat Willie)·Domínio público·FPS de máfia·Anos 30/40·Investigação e tiro·Dublagem (Troy Baker)·Jogabilidade em primeira pessoa
  • Testando Jogos· EntretenimentoPrimeiras impressões de jogos·Recebimento de chaves de jogos·Crítica honesta
  • Resident Evil Village: Shadows of Rose· EntretenimentoResident Evil Village·Nintendo Switch 2·Jogabilidade em primeira e terceira pessoa·Terror e claustrofobia
Transcrição111 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Ei, fiquei bem louco, Mateus Chefe! Está começando mais um Mateus Chefe, podcast que a gente vai lá, joga o jogo, conta como foi ou como parece que vai ser, né? Hoje é um episódio diferente, é um teste de um novo formato aqui. Aqui comigo está o Vivard.

VVivard

Sim, a gente vai fazer o que seria o antigo preview, Xinkoê, que a gente joga um pouquinho do jogo, às vezes antes do lançamento.

?Voz A

Olha só que coisa.

VVivard

Aí chega aqui e fala quais foram as primeiras impressões que tivemos.

?Voz A

As ditas primeiras impressões, nosso testinho rápido, né? Vamos ver qual é desse jogo, se ele roda, como é que ele tá rodando, o que que a gente achou, né?

VVivard

E como a gente gosta de um gerúndio, esse quadro vai chamar Testando e o Nome do Jogo. Lembrando, segue a gente lá no Instagram, segue a gente também no Spotify, no Apple Podcast, Amazon Music, seja lá onde você ouve. Aproveita e dá 5 estrelinhas pra gente lá também. Comente, seja lá onde for. Quer Quer apoiar o Mateus Chefe? Vai lá na Orelo. Quer apoiar o Mateus Chefe, mas não quer ir na Orelo? Nosso email mateuschefe@gmail.com é uma chave Pix. E é isso aí, muito obrigado e bora para episódio!

?Voz A

Então, meus amigos, explicando um pouco mais, né, do porquê que a gente tá fazendo isso, né. A gente tá com quantos anos de podcast, parceiro?

VVivard

6, estamos na sexta temporada para falar de um GT aqui?

?Voz A

Caralho, 6, mano! Pois é, olha o que a pandemia faz com a gente, hein? Então, né, depois de 6 anos fazendo isso a troco de nada, a gente cria o quê? Relevância, né? Por mínima que ela seja, a relevância atrai muita coisa, né? Uma delas é processo e outra delas é o quê? Chave de jogos grátis, galera! Mas nada é grátis nessa vida, né, Jorge? Pois é. E aí tem essa prática, né, da galera das produtoras, a galera que faz todo o marketing do jogo, que seleciona aí a galera para divulgar, né?

Por isso que tem um monte de canal do YouTube que soltam o mesmo vídeo ao mesmo tempo, né, galera? Se vocês não sabiam como a salsicha é feita, é assim.

VVivard

As produtoras, eles contratam empresas de marketing para divulgar os jogos. A empresa de marketing, ela pode fazer uma propaganda na TV, pode botar um outdoor, se na tua cidade é permitido outdoor, pode botar um display numa loja, pode botar anúncio no Facebook, se você usa Facebook, num site, onde quer que for, no Pode botar post no teu Instagram e pode contratar pessoas e podcasts e YouTubers e tudo mais que falam do assunto.

Isso chegou até nós, né? Recebemos aqui a possibilidade de poder testar um jogo aqui antes do lançamento. Eu falei, ah, por que não? Manda aí a chave.

?Voz A

Pareceu interessante?

VVivard

É, pareceu um jogo interessante, uma premissa interessante. Falei, vamos ver qual é. E esse jogo é o The Mound: Omen of Cthulhu. Nome meu comprido, mas obviamente baseado na obra de...

?Voz A

Do Epson Lovecraft, né?

VVivard

É HP, né? Tava tentando lembrar as letras. H.P.

?Voz A

Lovecraft. É tudo impressora.

VVivard

Mais precisamente num conto chamado, acho que é O Montículo em português, né, que é a tradução de The Mount, que ele até escreveu, não sei se sob um pseudônimo ou para uma outra pessoa, não lembro. Não é um conto muito famoso, mas tem tudo aquilo que costuma ter, né, as coisas dele assim de sobrenatural, loucura, que você vê algo que não é o que você vê e tal. E o jogo tenta reproduzir tudo isso.

?Voz A

É, eu achei interessante porque o jogo ele tem um rolê, né, que a gente não vê muito retratado em videogame, até em filme não é tão costumeiro, né, que aquela época lá de 1500 dos conquistadores, né, os bandeirantes, essa galera aí que a Mata índio pra caralho pra roubar o povo, né? Só que ele pega todo esse lado aí problemático e preconceituoso e dá uma reviravolta, tipo, eles estão na ilha lá pra saquear e ver o que que tem, o que que sobrou de uma galera que já foi lá e se fodeu.

E aí você descobre que toda a população lá, né, tá contaminada pelo Cthulhu, né? E aí praticamente no que seria os povos originários ali daquele lugar estão todos ali com a cólera do Cthulhu e quer te matar e tal. Tenebroso o rolê, né? Vira todo um rolê sobrenatural. Mas aí você consegue ter abordagem de ter as armas dessa época, aquela armadurinha lá de Borba Gato, você mata a galera.

VVivard

Então a ambientalização assim de época, de tudo, é muito legal. As armas são bem detalhadas, o funcionamento é legal. E assim como também na época as armas não eram de muita repetição, você tem que saber usar na hora certa também. Arma de fogo, né, não é uma coisa para você sair atirando que nem louco, não é um Left 4 Dead, né, não é o propósito do jogo.

?Voz A

Embora ele se venda como Left 4 Dead, né, porque a pegada do jogo são 4 personagens, cada um com a sua característica.

VVivard

O que me pegou exatamente foi isso, me deixou de pegar, porque o lance do jogo é jogar com mais 3 pessoas e é aí que tá a experiência dele. Mas você consegue jogar sozinho, dá para enfrentar os desafios assim, os chefes talvez seja um pouco mais difícil do que o habitual, mas você consegue jogar sozinho. Só que ele brilha mesmo jogando com mais gente, né, e essa Essa experiência eu não tive, porque vocês sabem que me dá uma certa, como é que fala, qual que é a palavra?

Ojeriza. Não é tão forte, mas eu não tenho muita paciência para jogar online, para entrar. Se tem um grupo de amigos para jogar, beleza, aí vocês podem pensar, pô, mas basicamente aí o núcleo duro do Mateu Chefe não são 4 pessoas? Por que que vocês não se juntam e jogam? Porque a gente não consegue, a gente mal consegue se juntar por 2 horas para gravar um episódio.

?Voz A

Imagina para jogar. A gente tem um problema de fuso horário, né? A gente tem isso também. O Mário entrou no Mateu Chef justamente para achar desculpa para alguém jogar com ele em multiplayer, né? Ele tá até hoje tentando, já vamos fazer 4 anos, porque é foda, mano. Acho que o único jogo que a gente conseguiu uma vez, na verdade tiveram 2, né? A gente conseguiu um, mostrou o Tiro Lipa. Não, a gente jogou o Tiro Lipa de 4 players e jogou o Stage Brigade.

VVivard

Eu não lembro de ter jogado Tiro Lipa com vocês não, mas a gente jogou Tartarugas Ninja lá.

?Voz A

Ah é, também teve eles. E um que eu queria comentar, o Strange Brigade, que é um jogo que tá sempre barato para caralho, que tem uma temática muito parecida com esse, só que ao contrário desse ele é terceira pessoa, ele tem uma vibe meio Uncharted multiplayer, né? Ele é da galera que faz o Sniper Elite, aí tem um rolê de muito bicho ao mesmo tempo, né? É tudo de horda, é aquele joguinho mais de arena.

VVivard

Ele é mais Left 4 Dead nesse sentido assim. É, o The Omen ele é mais exploração. E aí tem aquela coisa que, qual que é o Você tem contratos que você faz, a sua base é um navio e aí você assina um contrato que o cara te pede relíquias lá, aí você desce, você desembarca e vai caçar essas relíquias. Quando você joga em 4 pessoas, dessas 4 pessoas, aí assim, ele te deixa bem solto pra você fazer o que você quiser, assim, pode todo mundo em grupo, você pode se separar e tal, e aí o lance é conforme o que você vai vivendo, você vai vendo alguns monstros e tal, não sei o quê, você vai ouvindo barulhos, você pega itens que tem ali uma coisa mágica tal, influencia na tua insanidade.

Aí quando a tua barra de insanidade começa a subir, você começa a ver coisas. Você vê um caminho que não existe, você vê um inimigo que não existe. Aí você fala pra galera que tá com você, pô, tem um bicho atrás daquela árvore. Aí o cara olha e fala, não, não tem nada não.

?Voz A

Ou teu amigo é o bicho, né? Isso aí que eu achei legal.

VVivard

Você pode ver o teu companheiro ali, o teu parça, como um Cthulhu, sei lá.

?Voz A

Essa vibe me lembrou aquele jogo do GameCube lá, que todo mundo fala que é o grande jogo de terror da Nintendo, que tá travada, é Eternal Darkness, tá ligado?

VVivard

Ah, sim, sim, eu nunca joguei, mas a vibe talvez seja parecida. E também mexe muito com som, né? Você começa a ouvir coisas e tal, e tem uns efeitos nos gráficos assim. Aliás, os gráficos são muito bons, eu achei os gráficos assim, ambientação, ambientação, ambientação, o ambiente é muito bonito, a floresta muito bonita. Pique Indiana Jones assim, sabe, de detalhes, sombra.

?Voz A

Eu achei até pesado, é pesado para caralho. Eu tive que colocar para rodar embaixo no ROG, o ROG tava peidando.

VVivard

É, sim, eu não consegui rodar em tudo no máximo não, tive que botar no médio ali. Aí tem uns 3 estilos de não sei o quê lá também, que eu não manjo nada dessas porra, que eu tive que testar. Teve um que rodou melhor, mas ele é bem pesadinho assim.

?Voz A

É, eu fiquei com a impressão assim, o jogo até eu fui dar uma pesquisada para ver se eu não tava só eu achando isso, né? Mas ele ainda tá numa vibe que ele vai— como é um jogo aí até de multiplayer, né, ele recebe muito update, muito aprimoramento, e tem muita coisa a se lapidar ainda, né? Eu acho que essa otimização aí talvez seja a principal, né? Ele tem um gráfico muito bonito, acho que o level design é foda aí, a ambientação, caralho.

Mas tem detalhes assim até de animação. Tem uma armadilha, aí você cai na armadilha, aí a animação de cair na armadilha é tipo 3 frames. Eu, caralho, mano, será que o meu computador cagou? Não, é que não fizeram ainda armadilha detalhada lá, a animação do cara cair no buraco, sabe? Aí você tá, tá, então isso aqui tá resolvendo, né? Tem coisa tipo o HUD dos itens que você tem. No começo você não tem porra nenhuma. Aí mesmo não tendo porra nenhuma, fica uns quadrado do lado no começo do jogo.

Caralho, para que que é isso, velho? Aí depois que preencheu, pô, tinha que aparecer depois. Só os detalhezinho besta que a gente fica. Depois que vocês estão trocando a roda do carro andando, né?

VVivard

É, eu tive essa impressão também, que chegou a data prometida para sair, os cara, vamos lançar assim, depois a gente arruma.

?Voz A

Uma coisa que eu vi é quem faz o jogo é o estúdio que fez o Rock of Ages também, o Eternal que é um jogo muito legal, porra. É até um jogo que merecia episódio assim, que é um jogo bizarrão de, se eu não me engano, essa porra é Argentina, alguma coisa assim, é América Latina, chileno, é isso, produtora chilena muito louca aí que faz uns negócio diferente. Aquele Abyss Odyssey também é deles. Tem um que é como se fosse um filme de terror, não, sci-fi dos anos 70, Tower of Monsters, alguma porra assim.

E essa é meio que a tentativa dessa galera de entrar no rolê do multiplayer, né. Então não era um estúdio que tava, né, habituado a fazer multiplayer, mas era um estúdio que tava habituado a fazer FPS de porrada, né, que é difícil quem faz isso, né.

VVivard

O Abyss Odyssey, ele é side-scroller, né, bonito para caralho também.

?Voz A

É, eu lembro que aqueles Clash lá, acho que são os primeiros jogos deles, saía no Xbox Live Arcade. O grande diferencial aqui que era, agora tem um FPS que a mecânica é porrada, né, era meio que o concorrente daquele jogo da Sega lá. Aqui você tem arma, mas é aquilo lá, é recurso ruim para caralho, dá um tiro com a espingarda Esquece as pingardas, caralho, fodeu, né?

VVivard

É, eu acho que eles querem te incentivar sempre a jogar em grupo e às vezes a melhor estratégia é fugir mesmo, tá ligado? Não é enfrentar.

?Voz A

É, ele vem acho que muito na esteira do Hunt: Showdown, que é o jogo preferido do nosso amigo Carnage, né?

VVivard

Sim.

?Voz A

Queria até saber o que Carnage acha desse jogo. Comente no post aí, Carnage.

VVivard

Eu perguntei pra ele se ele tinha pego, ele disse que não, mas que ele tá de olho assim. Bem a cara dele mesmo esse jogo. Um que eu acho que ia gostar também pela temática e tudo mais é o Mario. Não sei se o Mário também vai ter saco de jogar online, mas acho que ele ia gostar desse jogo sim.

?Voz A

É, o Mário tem que jogar com os amigos dele de Sorocaba, né, meu? É legal porque tem uma temática, né? Geralmente quando vai ter essa temática de coisa meio medieval é adaptada para uma coisa um pouco mais latina. É isso aqui, né? Explorador. E aí misturou com Catula aí, eu acho que tem uma vibe aí que combina. Mas eu acho que é um jogo que promete muito aí se ele tiver as atualizações direitinho. Por mais que ele tá meio cru agora, tem aquele grande lance, né, de jogo online, que quanto antes você entrar, mais foda você vai ser, né?

Essa é talvez a grande jogada, né, de você fazer um jogo online, é quando você solta, não é aquele jogo que a galera espera muita promoção, a galera só espera adesão e fica torcendo lá para criar uma comunidade. Eu vejo vira e mexe assim, sai um jogo aí que a galera começa a engajar, e aí o Carnejo ou Alex manda: entra aí, pô, vamos jogar essa porra, porque tá todo mundo bom para caralho, precisa de mais amigo para jogar. E aí vira aquela bola de em breve, né? Vai só somando.

VVivard

O jogo tem um fator aí play legal porque os eventos são, acho que a maioria dos eventos são aleatórios, né? Então você acaba podendo jogar mais vezes. Porém, entretanto, todavia, no momento não são muitas situações. Eu vi que a galera tá reclamando que não são muitas. Então assim, realmente é um jogo para, se você gosta desse estilo de jogo, pegar agora para ficar bom. E quando o jogo tiver bom, você também vai estar bom.

?Voz A

O modo solo, né? Isso é uma coisa que eu critico muito assim, principalmente jogo de filme de terror, né? Porque eu já reclamei muito disso aqui, que tudo que eu amo virou um multiplayer assíncrono online. Saiu jogo do Evil Dead, do Massacre à Serra Elétrica, do Predador, dos Palhaços Assassinos Espaço Federal, e tudo culpa daquela também, aquela porra do— sei lá do jogo, era um dos favoritos do Carnage também. Fortnite é o Fortnite do terror, né?

Vou escrever aqui, vamos ver, ó. Jogo de terror multiplayer com vários DLC. Vamos ver o que aparece. Aparece Dead by Daylight, é isso aqui. É que esse aqui não chega a ser assíncrono, ele é mais uma pegada Left 4 Dead, que a pegada de todo mundo contra um do outro bicho e tal. Só que ao mesmo tempo ele tem uma cadência muito devagar, ele tem um rolê que Você coloca o jogo, vou jogar no solo para ver qual é, né? Até quem joga online às vezes vai fazer isso para— você vai estar num barquinho lá, a sua base.

Aí o capitão do barco vai falar: aí, galera, vamos encostar naquela ilha lá, tu vai pegar uns itens, vai lá explorar. Aí você escolhe lá se você quer um machado, uma faca, o que for. Aliás, uma coisa que eu achei aí que eu fiquei: olha, eu não tinha visto antes, um facão corta árvore no jogo e você cortando árvore você abre caminho. Isso aí eu fiquei— e aí eu percebi que que quando você começa, você desce na ilha, aí às vezes tem um cara junto, às vezes tá sozinho, que seria um NPC, mas no real seria seus amigos, né?

E fica um padre lá com a carrocinha lá de um burro com um bauzinho, que você só pode carregar acho que 6 paradas ao mesmo tempo.

VVivard

É, e você tem um baú.

?Voz A

É, e aí estoura o inventário, você tem que pôr no baú. Aí você começa o jogo, você aprende lá que, pô, não consigo carregar mais coisa, aí você volta lá, joga na carroça, né? Tipo o bauzinho do Resident Evil, e vai enchendo a carroça, porque a carroça também tem um contador que é o quanto que a sua viagem tá valendo a pena pra você pagar. Aí o seu emprego é basicamente, né, coletar tesouro pra dar pro dono do navio e explorar essa porra aí.

O grande lance é que aí tem esse twist, né, que tudo vira um terror do caralho. Tem umas horas que dá aquelas piscadas, o cenário muda, aí você fica meio fechando o cu ali. Mas no jogo solo eu achei mesmo que falta alguma coisa. Ele não tem um grande chamariz pra você jogar sozinho, além de você só entender a mecânica, sabe?

VVivard

É, eu acho que é um treino pro multiplayer mesmo. Eu acho que não tem principalmente para jogar sozinho, que é o que a gente costuma fazer, né, não é muito interessante não.

?Voz A

E eu acho um desperdício isso, tanto nesse jogo quanto em todos os outros que eu citei, porque isso é o que mata o jogo com o tempo, né. Porque todo jogo tem uma hora que perde o público e morre. Se você tem, mano, uma historinha de uma hora que seja, dá duas horinhas, dá um filminho para jogar ali, que aí aconteça uma sequência de coisas com uma história, né, pô, o bagulho tem um world build mó foda, né. Então eu sei que a tendência, né, mas pô, oi, esse time faz um modo história para nós aí, Modo aí do, olha, tem a mídia física e tem que servir para alguma coisa.

Esse que é o modo. E também acho que é fácil, viu? O jogo do, não sei se é o do Jason ou do Massacre da Serra Elétrica, tem uma coisa lá que dá para você jogar solo e basicamente um filminho bem raso. Mas pô, quem comprou o disco não tá lesado hoje como muitos outros jogos, né? Ouviu, Ubisoft? O declínio aí da galera. É muito primeira impressão, acho que eu joguei 40 minutos só assim, não fui muito longe.

VVivard

Eu joguei acho que 2 horas, eu não cheguei a pegar as coisas mais impressionantes que a galera fala assim. E como também as coisas mais impressionantes é legal tendo mais gente, por isso que eu também não me animei para ir muito para frente, porque jogando sozinho não ia ter essa experiência toda. Mas sim, é um jogo que promete, promete. Quem tá jogando tá curtindo o que tá rolando. Aí tem essas questões aí de ter pouca coisa ainda e tal, Vamos ver o que que acontece nos próximos. Vai que vira um episódio completo, né?

?Voz A

Vamos ver a possibilidade. Vai que vai ser esse o Norvana que vai juntar o Mateus Chefe no multiplayer. Pois é, olha aí, então nessa luta aí.

VVivard

É isso. Quer falar de mais algum jogo, Chico?

?Voz A

Só porque a gente tá falando de talvez a temática seja ganhei, né? Pô, tava trampando no Retro Control, meu amigo, e ele me deu um jogo do nada, é, imediatamente. Física, né?

VVivard

Coisa ainda de PlayStation, galera, como faziam os antigos.

?Voz A

Pois é, né? E esse jogo foi um também FPS aí, só que bem diferente, que é o Mouse: PR for Hire. Já viu essa porra?

VVivard

Porra, eu vi, eu fiquei curioso, achei muito interessante, quase comprei, mas como é primeira pessoa eu fiquei meio assim também, que eu ando meio de saco cheio de primeira pessoa. Então não vou pagar agora preço cheio não. Aí eu vi que ela até ficou um pouquinho mais barato, mas eu não quis pegar ainda assim. Então eu tô esperando, que eu vi que ele tá na wishlist de algumas pessoas da nossa família no Steam.

?Voz A

Agora essa pessoa ganhou no Play 5, né?

VVivard

Aí se fudeu. Não tá só na tua não.

?Voz A

Ah não?

VVivard

Não, tá na do Mário também.

?Voz A

Tá baratinho no Steam, hein? Deixa sair os canal que o Mário gosta falando bem, que cai na família. Pois é, a pegada desse jogo assim, né? Eu lembro que ele foi anunciado logo que teve toda uma comoção quando o Mickey virou domínio público, né? Aí todo mundo, ah, vou fazer terror do Mickey. Não sei o quê, né? Aí uma parada, mas não, é só o Mickey do Steamboat Willie, os outros não tá não, né? É um jogo todo preto e branco, FPS de máfia com temática de desenho dos anos 30, 40 aí, né, que você controla um rato que tá mais por— era o Ratunfo que era o inimigo do Mickey lá, que era o que passava o peru na Minnie escondido.

E aí ele tem toda essa vibe no ar aí, eu achei legal. Legal, porque os jogos que eu vi que tem essa ideia de misturar FPS com desenho animado, eu acho sempre estranho, porque eu não gosto de você matar inimigo de papel, tá ligado?

VVivard

Depende.

?Voz A

Quando você vai jogar, na proposta do negócio, não, se você vai jogar um jogo velho tipo Doom, Wolfenstein, Corridor 7, umas porra assim, o jogo inteiro ele tá dentro daquela temática. Esse jogo, o cenário inteiro é 3D, tá ligado?

VVivard

E os inimigos são de papel, e os inimigos são de papelzinho. É meio que nem pegar o Prodeus e botar os inimigos 2D, né?

?Voz A

É, o Prodeus dá para você escolher se você quer inimigo 2D ou inimigo invórcio lá 3D. Eu gosto do 3D.

VVivard

Eu botei 2D para testar e achei zoado. Talvez seja essa mesma sensação que você tem.

?Voz A

Para mim, o único problema do Prodeus é esse, mas como ele tem a opção, então não tem problema. É um jogo perfeito. Se você joga ele em 2D, tipo, ele é um Quake, porra. Ele não é um Doom assim, o cenário, né? E aí você tá jogando um bagulho que é daquela temática e os personagens de papel, eu fico, caralho, mano, tem alguma coisa errada assim, né?

VVivard

Não conjumina.

?Voz A

Pois é. E por incrível que pareça, no mouse aí eu acho que combinou, porque eu acho que por estar em tudo meio em sepia assim, a vibe do jogo e os bonequinhos vindo e tal acaba fazendo sentido, sabe? Aí venceu meu preconceito e eu gostei da cadência do jogo, porque ele parece um jogo velho mesmo. Ele, o ritmo dele assim de você jogar, me lembrou Shadow Warrior, lembra dessa porra?

VVivard

Sim, sim.

?Voz A

Que você entra lá na sala, dá uma exploradinha. No começo tem muito mais exploração do que tiro, demora um pouquinho até para aparecer inimigo, que você fica lá, aqueles tutorial é obrigatório, né? Abaixa, pula o caralho. Mas depois começa assim, vem inimigo bem pontual, aí vê de onde o cara vai e tal, resolve uns puzzlezinho lá.

VVivard

É isso que eu ia perguntar, como que é a ação? Porque P.I. for Hire tipo dá a impressão de ser uma coisa mais de investigação do que de ação, né?

?Voz A

Então P.I.

VVivard

Private Investigation.

?Voz A

Achei que era pênis imenso.

VVivard

Private Investigator.

?Voz A

A primeira fase que eu joguei inteira, ela é uma fase de tutorial barração. Você tá perseguindo lá o chefe da máfia lá e ele foge, você se fode. E aí o jogo começa aí sim com uma parte de investigação, que é você andando na rua e trocando ideia com uma galera para pegar pista. Mas é só gastar diálogo para ganhar, ganhar não, para entender a historinha que ele tem, né, o contexto, para depois entrar no fluxo de tiro mesmo. Ele tem um trabalho de som, de atmosfera muito foda.

Quem faz o rato é o cara que faz todas as dublagens de videogame todos os tempos, né, que é o Troy Baker, tá ligado? Também conhecido como Joel.

VVivard

Ele fez o Coringa quando o Mark Hamill saiu, ele fez o Coringa, ele fez Indiana Jones.

?Voz A

O cara é bom, tá em tudo. Então ele já virou meio que um selinho de qualidade de dublagem, né? Então tem um carinho assim para parte de acting, embora desenho animado, né? E aí eu comecei a fazer investigaçãozinha lá, e aí eu parei, né? Primeiras impressões, eu só tive essa impressão até agora do jogo, e eu gostei. Eu fiquei, pô, tava precisando de um— que às vezes a gente quer jogar um Prodeus, só que o Prodeus, o foda desses jogos de tiro que eu gosto assim, né, tipo Doom, caralho, tem uma hora que fica frenético, e você quer jogar uma coisinha jogar antes de dormir, né?

E aí não dá. Esse aqui é o joguinho de tiro antes de dormir, entendeu? Você não passa nervoso, vai lá, dá um tirozinho, passa uma fasezinha, próximo, troca uma história. Ele tem uma dificuldade, mas eu não senti nada pesar demais.

VVivard

O The Mound não é bom jogar antes de dormir também não, porque pode ter pesadelo depois.

?Voz A

É pesadelo bizarro, porra. Eu tava jogando The Mound, tive um pesadelo. Eu vou contar meu pesadelo aqui, hein. Eu sonhei que eu tinha Adotado um Yorkshire preto. E aí ele tinha uma característica muito estranha, que o cachorro tinha aparelho nos dentes. E aí primeiro eu fiquei consternado porque que tinha um Yorkshire preto, que eu nunca vi, né? Depois, porque que o cachorro tinha aparelho nos dentes? Pô, nunca vi cachorro de aparelho.

E aí eu descobri que o cachorro era um anão disfarçado, era um pigmeu, tá ligado? Tipo aquele cara que fazia o Homem-Rato. Caralho, mas olha, acho que existe Yorkshire De aparelho, de aparelho, não sei, era tipo o ator do Homem-Rato disfarçado de Joe Shire. Esse foi o sonho que eu tive aí, depois de ter jogado The Maw. Mas a minha impressão do mouse foi essa, meu sonho pós-The Maw foi esse. E você vai ter alguma coisa para trazer aí para o episódio curtinho aí de primeiras impressões?

VVivard

Tô jogando para ver qual é, jogos para o episódio que a gente vai gravar daqui 2 dias. Então se eu falar agora vai ser spoiler.

?Voz A

Caralho, não vai dar nem um chute.

VVivard

É, não, vou ter que dibrar essa tua proposta.

?Voz A

Porra, me deu um chapéu.

VVivard

Caralho. Não, eu tô jogando Resident Evil Requiem, esse é que eu tô jogando, pra valer, no momento. E eu tô jogando no Switch, cara, no Switch 2, e o negócio roda bonitinho.

?Voz A

É mesmo? Não tá peidando?

VVivard

Não tá peidando, velho. Eu vi até vídeos de comparação, porque eu peguei esse jogo no rolo que eu fiz, né? Fui naquela loja de usados com nome maravilhoso, chama Sex com C. Aí eu levei o meu Switch 1, o meu Xbox Series S, deixei lá e peguei cupom para pegar coisas lá. Então peguei um monte de jogo do próprio Switch e um de PlayStation, né? Acho que eu já até comentei isso por cima aqui um dia. E aí eu vi que eles tinham lá para o Switch 2 o Resident Evil 9, aí o Requiem.

E eu falei, deixa eu ver como que ele tá rodando no Switch 2. Aí eu botei para ver comparações, ele roda muito, mas muito melhor do que o Series S, o Xbox Series S, que é onde eu jogava os jogos da Microsoft, que nem Indiana Jones ali. E para mim rodou de boa. Eu falei assim, ah, então vou pegar o Resident Evil aqui. Pelo que eu vi, a única coisa que muda assim dele para o PlayStation é o cabelo, cabelo da, cabelo da mina, esqueci o nome dela agora, fica mais natural no PlayStation 5 do que no Switch 2.

?Voz A

Mas quando você joga com ela é primeira pessoa, né?

VVivard

Sim, mas tem as cenas, né? E às vezes você joga com o Leon e ela tá junto.

?Voz A

Entendi.

VVivard

Tem outras pessoas com cabelo no jogo também.

?Voz A

É mesmo?

VVivard

Grace é o nome dela. Eu tô curtindo bastante, viu? Porque assim, eu não tenho muito saco, né? Já falei até inclusive nesse episódio, para jogos em primeira pessoa. E aí, como ficar alternando entre a Grace, que é em primeira pessoa, e o Leon, que é visão Resident Evil 4, acaba dando uma equilibrada boa. Tem uns trechos meio longos com ela e tal, mas dá para Como ela é mais exploração, não tem tanta ação, porque o lance é: com o Leon você tem as partes de ação, com a visão que você vê mais, né, tem um ângulo de visão maior.

Com a Grace você tem as partes mais de exploração e de terror mesmo, né, de susto e tal. Primeira pessoa dá uma coisa mais, mais terror, mais claustrofóbica, né. Você não tem uma visão tão grande do cenário, então você não sabe muito bem de onde tá vindo os outros, tal, os inimigos. Então dá uma sensação mais Resident Evil 7, né? Você tá mais fechado assim, é. Então assim, acaba funcionando bem, tá bem equilibrado assim. Dá para você jogar o tempo todo em primeira pessoa ou o tempo todo em terceira, só que eu falei não, vamos ter experiência do jogo que os produtores quiseram que eu tivesse.

Então assim, tô jogando do jeito que eles sugerem e tá sendo bem legal. Jogo é do caralho, aquelas cenonas de terror bem trecheira, nojenta, tá ligado? É da hora.

?Voz A

Eu acho legal porque eu sempre acho que Resident Evil jogos tem um fator replay foda assim, porque sempre que você joga de novo aí o jogo vira praticamente um jogo de arcade, né? Você já sabe o que tem que fazer e sempre é da hora matar o zumbi, o caralho. Eu vejo que tendo essa opção de trocar a visão te dá a possibilidade, além de você tá jogando o jogo de outra forma, você ainda muda a visão. Então você vai meio que experienciar de outro jeito, sabe? Eu acho da hora isso.

VVivard

Tem gente que tá falando isso, que é legal depois você jogar invertido, jogar com o Leon em primeira pessoa e com a Grace em terceira.

?Voz A

Imaginando que no replay é legal meter essa. E a galera que não joga porque tem medinho prefere jogar sempre terceira.

VVivard

É, eu acho que fica menos assustador jogar em terceira.

?Voz A

Mas tivemos um bom papo aí de primeiras impressões. Acho que funcionou, acho que dá para a gente encher uma linguiça aí na semana.

VVivard

Pois é, se vocês ouvirem esse episódio numa quinta-feira é porque a gente achou que funcionou.

?Voz A

É, porra, não, acho que funcionou. Vai rolar mandar de quinta aí. Quem puder aí comenta, fala o que que achou do formato, se a gente se rendeu ao capitalismo e tá aceitando chave de jogo fazer conteúdo.

VVivard

É, só lembrando que assim, é educado a gente falar do jogo, mas a gente não tem obrigação nenhuma de falar bem.

?Voz A

É, eu falei lá que achou que o jogo ainda tem muito para melhorar, assim, coisa aí. Tentei ser o mais honesto aqui para a gente poder também manter a nossa imagem, né, não ser um vendido. Eu achei legal assim, eu acho que até uma boa o episódio Primeiras Impressões em si, não só para a gente poder enquadrar essas oportunidades, mas é para a gente testar umas coisinhas e não ter essa pressão de estudar para caralho para falar. Porque às vezes a gente só quer ver qual é a do jogo e trocar uma ideia mesmo.

Às vezes outro amigo gosta e tal, né? Ou alguém vai falar para nós assim, igual seriado, né? Na terceira temporada fica bom, né? Aí você, porra, vou dar uma chance.

VVivard

E às vezes pode aparecer também de oferecer alguma chave de um jogo que a gente nem olharia, e a gente acaba pegando e acaba sendo algo interessante. Então assim, é sempre bacana.

?Voz A

Vamos deixar aberto aí. Eu também acho que uma coisa que é legal a gente fazer é fomentar aí o jogo nacional. Talvez numa próxima a gente faça isso. Esse formato acho que vai caber bem para esse tipo de conteúdo. Pois é, fechou então?

VVivard

Fechou.

?Voz A

Quem quiser falar com nós, Vart, vamos aproveitar o programa diferente e dizer aí o nosso email, né?

VVivard

Sim, nosso email é mateiuchefe@gmail.com.

?Voz A

E toda a rede, Instagram, o caralho, é Mateu Chefe tudo junto, né?

VVivard

Mateu Chefe em todo lugar, sim.

?Voz A

Então, querer falar com nós aí para sugerir alguma coisa e tal, tamo aí, fechou? Fechou!

VVivard

É isso, até a próxima, abraço! Créditos do episódio: Fernando Vivaldini, trilha sonora, edição e pauta.

?Voz A

Guilherme Barata, identidade visual e

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