Episódios de Preparando o domingo

São Pedro e São Paulo

28 de junho de 202621min
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Edificar a igreja

Participantes neste episódio2
S

Speaker A

Host
S

Speaker B

HostJornalista
Assuntos3
  • A natureza de JesusReconhecimento de Pedro · Construção da Igreja · Chaves do Reino dos Céus · Jesus Cristo · Pedro
  • Verdadeira LibertaçãoPrisão de Pedro por Herodes · Intervenção angelical · Oração da comunidade · Pedro · Herodes
  • Testemunho de Maria de FátimaCombate da fé · Guarda da fé · Coroa da justiça · Paulo
Transcrição7 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Preparando o Domingo.

?Voz B

Bem-vindo, bem-vinda a mais um encontro Preparando o Domingo. Eu sou Carlos André. Nós vamos juntos refletir os textos desta liturgia da festa, Festa dos Apóstolos Pedro e Paulo. Por isso convido você a tomar um tempo, um tempo de oração, de reflexão, de escuta profunda daquilo que a Palavra de Deus tem a nos ensinar hoje e, assim, invocando o Espírito Santo de Deus, nos preparar para escutar a Palavra.

?Voz A

Vem Espírito do Pai e do Filho, vem Espírito de Amor, vem Espírito de Infância, de Paz, de Confiança e de Alegria. Vem Alegria Secreta que brilhas através das lágrimas do mundo. Vem Espírito Santo, vida mais forte que nossas mortes. Vem Pai dos pobres e Advogado dos oprimidos. Vem luz da eterna verdade e de amor derramado em nossos corações. Permanece em nós, Santo Espírito de Deus. Não nos abandones nem no duro combate da vida, nem no momento em que tocarmos o final da caminhada. Vem, Santo Espírito de Deus.

?Voz B

Amém. A primeira leitura é tirada do livro dos Atos dos Apóstolos. Conta-nos um episódio da vida de Pedro. Pedro, que uma vez preso, foi libertado através de um anjo. E o texto vai nos narrar esse episódio da seguinte forma: Naqueles dias, o rei Herodes prendeu alguns membros da igreja para torturá-los. Mandou matar à espada Tiago, irmão de João. E vendo que isso agradava aos judeus, mandou também prender Pedro. Ora, até aqui a gente já entendeu o que vai acontecer com Pedro.

Aquilo que foi feito com Tiago, o irmão de João, e outros por meio de Herodes é o que espera Pedro quando ele vai ser preso. É por isso que esse episódio ganha logo de início uma certa dramaticidade. Pedro foi preso para ser torturado e morto perto da festa da Páscoa, assim como aconteceu com Jesus. Mas olha o que acontece no caso de Pedro. Depois de prender Pedro, Herodes colocou-o na prisão, guardado por 4 grupos de soldados, com 4 soldados cada um, 16 soldados.

Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo depois da festa da Páscoa. Curiosamente, com Jesus foi antes da festa da Páscoa, mas foi também apresentado ao povo quando esteve para ser torturado e morto. E Pedro, então, vai seguindo os passos de Jesus. Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja rezava continuamente a Deus por ele. Herodes estava para apresentá-lo. Naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, preso com duas correntes e os guardas vigiavam a porta da prisão.

Não tinha como Pedro escapar. Eis que apareceu o anjo do Senhor e uma luz iluminou a cela. Ora, se aquilo era escuridão, a presença do anjo traz luz, iluminou a cela. E ali continua o texto: o anjo tocou o ombro de Pedro, acordou-o e disse: Levanta-te depressa, As correntes caíram-lhe das mãos. E logo a gente vê o quanto Pedro não poderia entender o que estava acontecendo à noite. Eu poderia imaginar que estava dormindo, estava sonhando, tava tendo uma visão.

E aquilo que vai ser dito no final, mas por enquanto vamos ver o anjo que liberta Pedro. O anjo continuou: Coloca o cinto e calça tuas sandálias. Pedro obedeceu o anjo e lhe disse: Põe tua capa e vem. O anjo continuou: Coloca o cinto e calça tuas sandálias. Pedro obedeceu e o anjo lhe disse: Põe tua capa e vem comigo. Pedro acompanhou e não sabia que era realidade o que estava acontecendo por meio do anjo, pois pensava que aquilo era uma visão.

Depois de passarem pela primeira e segunda guarda, Chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade. O portão abriu-se sozinho. Eles saíram, caminharam por uma rua e, logo depois, o anjo o deixou. Então Pedro caiu em si e disse: Agora sei de fato que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava. E aqui vemos essa grande manifestação da presença de Deus que protege Pedro de ser levado à morte, assim como aconteceu com os outros que haviam sido torturados e mortos.

Mas Pedro se tornou, portanto, uma testemunha de que aquela comunidade, embora perseguida, embora levada à morte, não estava abandonada. Deus manifesta, portanto, através de Pedro o seu cuidado por esta comunidade. Pedro manifesta-se assim como aquele que, mesmo sem ter compreendido bem tudo o que estava acontecendo, obedeceu a cada ordem do anjo. Pedro segue aquilo que é dito a ele de fazer, sem temor, vai atravessando as guardas até que se dá conta de tudo o que estava acontecendo.

Isto é, de certa forma, aqui o texto nos revela que Deus, embora protegendo toda a Igreja, não impediu que o mal pudesse cair sobre ela, que a perseguição viesse a dizimar alguns, Mas ainda assim permitiu que a sua presença não fosse esquecida. Isto é, essa comunidade não está completamente abandonada, porque em Pedro Deus manifestou o seu cuidado, a sua atenção àquilo que estava acontecendo. Isto é, a sua comunidade, na figura de Pedro, encontra um sinal de confiança na presença misericordiosa, amorosa de Deus.

A comunidade rezava enquanto Pedro estava preso. E esse aspecto da oração intercessora da comunidade que é também ressaltado, mostrando o quanto Pedro, como instrumento de Deus, mesmo sem saber, vai sendo conduzido, mesmo sem compreender bem aonde ia dar aquela história, ele vai se deixando levar, porque conduzido pelo anjo, anuncia, pela sua libertação daquela prisão, a esperança para toda a comunidade. Apesar da dor e sofrimento, Deus continua ao lado do seu povo, e Pedro foi aquele escolhido para dar esse testemunho.

Então, esse texto é muito bonito porque manifesta, por um lado, as perseguições que continuavam a existir, mas, por outro, a esperança de que Deus não abandona a sua comunidade, que é ele quem a conduz, é ele quem a forma, é ele que envia os seus anjos para salvar aqueles que serão para eles testemunha. Deus não pretende salvar a nossa vida a qualquer custo. Nesse texto mostra bem claro que, afinal, outros foram mortos por Herodes, mas Pedro se tornou o escolhido para ser sinal, né, sinal de que na maldade Deus pode sim pôr um ponto final, né, que na perversidade dos homens aqueles que permanecem fiéis a ele encontrarão consolo, conforto, esperança, vida.

É aquilo que representa aquela libertação de Pedro que se tornou modelo para toda a comunidade, não é? Comunidade cristã como tal, embora perseguida, ela é também aquela que é sinal de esperança no mundo, né? Quando ele se torna Pedro, esse que é libertado para testemunhar. Afinal, o texto vai dizer que logo depois que sai dali, Pedro continua a anunciar a palavra. Esse caminho da palavra de perdão, de vida, Pedro anuncia que precisa ser continuado.

E por isso A libertação de Pedro tem um sentido, tem uma missão. É por isso que muitos de nós também, quando passam pela experiência de sentir-se livrados de um mal maior, percebem-se chamados a uma missão, a missão de fazer o bem, como todos nós somos. Mas essa missão parece chegar de modo muito particular em quem faz uma experiência também muito especial de Deus na sua vida. É por isso que, como o salmista, a gente pode cantar: De todos os temores me livrou o Senhor Deus.

É bem isso, né, esse louvor a Deus depois que a gente experimenta a libertação. Deus que nos dá esse livramento diante do mal que pode estar à nossa porta. E aqui esse episódio nos encoraja. Paulo vai chegar a dizer algo mais depois disso, né, ele vai considerar que o fim da sua vida mesmo está perto e ele se alegra por ter dado um bom testemunho Se a gente viu na primeira leitura o início do testemunho de Pedro, aqui vemos, na Carta de São Paulo a Timóteo, a conclusão desse testemunho, porque ele diz assim: Caríssimo, quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício.

Aproxima-se o momento da minha partida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. Mas o Senhor esteve ao meu lado e me deu forças. Ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente e ouvida por todas as nações, e eu fui libertado da boca do leão.

O Senhor me libertará de todo mal e me salvará para o seu reino celeste. A ele a glória pelos séculos dos séculos. E é bonito esse canto, praticamente, né, um canto, se nós quisermos pensar o quanto isso que Paulo nos oferece através da carta a Timóteo é quase um hino de testemunha daquilo que ele vivenciou e que agora ele tá pronto para oferecer a Deus, né, oferecer o seu combate de toda a vida. É por isso que que quando a gente abraça a fé, a gente descobre algo muito importante na vida, que é claro que a fé não nos priva, ou melhor, não nos poupa de sofrimentos, mas nos prepara para enfrentá-los com coragem.

Porque Paulo vai dizer: combati o bom combate. Isto é, estamos prontos para a luta. O que a fé nos dá são as armas, armadura, a força para lutar, né? Não nos deixa uma vida fácil, né? Ninguém disse que ia ser fácil. Basta a gente ver como Jesus viveu e morreu para que a gente entenda que ser cristão não significa abraçar uma vida mais fácil, mas muito pelo contrário, uma vida mais exigente, é mais carregada não de responsabilidades que nos deixariam, quem sabe, mais taciturnos, mais assim sérios, né?

Cristiano precisa ser uma pessoa séria, mas ele precisa ser uma pessoa responsável, né, com seus afetos, responsável com seus gestos. Com seu olhar, com a sua palavra, sua postura. Isso sim, responsabilidade, porque implica o cuidado, o cuidado com o outro. Isso é que é a responsabilidade cristã: o cuidado com o outro, com a vida do outro, pensar no outro. É tão difícil a gente abraçar essa perspectiva no dia a dia, porque cada um tá vivendo também a sua própria luta.

E muitas vezes ter esse olhar afetuoso, carinhoso, condescendente até diante das fraquezas e limites humanos. É algo que exige de nós um treino e uma abdicação da sua própria vontade de prevalecer-se, né, nas suas decisões, na sua forma de ver o mundo, naquilo que é a nossa visão das coisas. E aí vamos descobrindo que é necessário abraçar uma outra forma de viver, né, essa responsabilidade pelo outro, pelo coletivo, né, quando eu escolho em quem vou votar, eu penso no coletivo, não penso na minha própria categoria social, penso na coletividade, né, aquilo que pode favorecer a maioria, ou aqueles candidatos que têm propostas que beneficiam preferencialmente os mais pobres, né, porque eles já são massacrados por uma ordem social que os impede de desenvolver-se, seja por conta de moradias cada vez mais precárias, uma saúde também limitada, é um acesso à educação que depende tanto das circunstâncias sociais como a própria estrutura de transporte da cidade.

É, tudo isso faz a gente pensar o quanto eles já são tão desprivilegiados que é preciso que a gente também pense dessa maneira, pense no coletivo a partir dos que são mais afastados dos benefícios da vida social, da vida na cidade. Então tudo isso tem a ver, né, com essa nossa decisão de viver na vida um bom combate, o combate de Cristo. Por isso que não é fácil ser cristão quando se adota a perspectiva de Jesus.

?Voz A

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.

?Voz B

Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens ser o Filho do Homem? Eles responderam: Alguns dizem que é João Batista, outros que é Elias, outros ainda que é Jeremias ou algum dos profetas. Então Jesus lhes perguntou: E vós, quem dizeis que eu sou? Simão Pedro respondeu: Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo. Respondendo, Jesus lhe disse: Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu.

Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha igreja. E o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus. Tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus. Tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus. Nesse Evangelho de Mateus encontramos uma pérola daquilo que é a transmissão que chegou até nós dos ensinamentos de Jesus através dos discípulos. Por que uma pérola?

Porque afinal nós encontramos aqui algo que repercute ao longo da história da Igreja, a história da comunidade cristã, que é esta presença de Pedro no meio dos discípulos. Esse discípulo que se tornou entre os seus colegas alguém que testemunhou com a sua vida, com o seu entusiasmo, que a gente vê em tantas passagens, aquele amor por Jesus Cristo que o fez líder, líder de um grupo de homens e mulheres que, abraçando a fé, encontrou em Pedro uma rocha, essa rocha que aqui nos é apresentada, isto é, a rocha da unidade, da comunhão, uma rocha que também tem a ver com a confiança de que Deus deu a Pedro, fez a Pedro um gesto de predileção e assim protegeu Pedro, em nome de Pedro, toda a comunidade, como nós vimos na primeira leitura.

Mas aqui é algo interessante, porque Pedro faz um gesto que significa algo importante para todo discípulo. Todo discípulo precisa fazer o gesto de reconhecer quem é Jesus. Quem este homem é para mim? Ele é apenas mais um desses tantos andarilhos que passou pelo mundo ensinando palavras que poderiam ser muito bonitas, mas que na prática não funcionam, né? Quantos de nós não já se sentiu questionado por palavras de Jesus que nos pareceram radicais, ou quem sabe são necessárias ser interpretadas de uma maneira mais adocicada, senão a gente não entende?

E aí fica todos nós tendo uma visão de Jesus, cada um o seu Jesus, né? E esse Jesus de cada um pode nem sempre corresponder àquilo que os evangelhos nos quis transmitir, né, de um Jesus que foi determinado em direção à morte, sabendo que esse era o preço pelas decisões que ele tomava, pelas palavras que ele usava, pelas críticas que ele fez, e que ele não seria poupado quando chegasse a sua hora de prestar contas à sociedade do seu tempo, aquilo que ele andava fazendo, né, suscitando nas pessoas um senso crítico, uma consciência da sua condição humana, da sua condição diante de Deus, inclusive, né.

Principalmente, talvez, qual era a condição de cada um, como nós somos seres humanos diante do Deus Todo-Poderoso, quando ele mesmo, Jesus, se manifesta como presença divina no mundo. Ora, se Deus se abaixa para vir ao nosso encontro, quem somos nós para nos colocar de maneira altiva diante de qualquer um dos nossos semelhantes? Quem somos nós se Deus mesmo se abaixou? Então, esta humanidade que é elevada por esse gesto divino Então, quando anunciamos Cristo, anunciamos uma elevação da humanidade a uma dimensão de valor, de apreço, que nem sempre as nossas políticas públicas, nem sempre as guerras parecem compreender.

O que significa ser homem? E aí a gente vê esse texto bonito que Papa Leão acabou de nos entregar, Magnifica Humanitas, isto é, mostrando que essa humanidade magnífica, obra da criação, é algo precioso, A vida mesma de Jesus manifesta essa preciosidade da criação, essa preciosidade do ser humano. Então, quando a gente lê um texto como esse e vê um Pedro que reconhece isso, está nos convidando, a mim e a você também, a fazer esse gesto de reconhecimento, porque o homem se torna maior quando ele reconhece que há um Deus que vela por ele.

Este homem se torna mais amado quando ele se reconhece fruto, portanto, de uma criação amorosa de Deus e que pode, com isso, cultivar no seu coração esperanças, esperanças de que nós nos reconheçamos como tais, como filhos e filhas de Deus e, portanto, de irmãos e irmãs. Veja quantas consequências bonitas tem esse gesto de Pedro, que para nós se torna, portanto, simbólico do nascimento desta comunidade, porque Jesus é que vai dizer: Tu és Simão, filho de Jonas, não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu.

Por isso eu te digo: tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja. É claro que a pedra aqui se refere tanto ao nome Pedro, pedra, que sabemos, esse é o significado da palavra Pedro, e também se refere a esta palavra de Pedro, quando Pedro diz: tu és o Messias, o Filho do Deus vivo. Esta é a pedra sobre a qual a fé da Igreja se funda, que Cristo seja o enviado de Deus. E que seja Pedro aquele a reconhecer isso. Essas duas realidades formam a rocha que constrói esta comunidade em torno do testemunho de Pedro, mas tendo Cristo, claro, como pedra fundamental.

É Cristo que é a fundação, né, da nossa fé. Sobre ele que nós construímos a nossa esperança. E é por isso que a festa de hoje, de Pedro e de Paulo, é algo que nos alegra, na medida em que Pedro e Paulo se tornaram testemunhas do nascimento de uma grande obra, de uma grande comunidade que se afasta no tempo de mais de 2000 anos e se espalha pelo mundo inteiro com uma palavra de esperança e de paz. Obrigado, Jesus, pelo dom da fé.

Obrigado pelo testemunho de Pedro, de Paulo, de tantos e tantas que deram a vida para afirmar com toda segurança, com confiança, com convicção de que Tu és o Messias, o Filho do Deus Vivo, a humanidade inteira pode ter esperança em Ti. Que essa palavra possa nutrir o meu coração, o coração de cada um de nós, e que nós possamos, sim, buscando no testemunho de Pedro, fundar a nossa fé, encontrar esta rocha firme que representa o anúncio e a convicção de que Cristo é o Filho de Deus vivo, que veio até nós para nos ajudar a compreender que não estamos sós, que tu estás conosco, que a nossa vida está em tuas mãos e que podemos sim construir um mundo de paz, de serenidade, de fraternidade, se nos reconhecermos irmãos e termos a ti como nosso único Pai.

Abençoa-nos hoje e sempre, Pai, Filho e Espírito Santo. Fica a dica: Pedro e Paulo é sinal de comunhão em torno da palavra, em torno do testemunho. Nós formamos comunidade. É por isso que você hoje, nesse evangelho e nessa festa de Pedro e Paulo, cada um de nós é convidado a renovar a nossa confiança na palavra e no testemunho, e assim formar comunidade de fé por onde quer que estejamos. Sejamos missionários assim como Pedro e Paulo. É a dica da semana.

?Voz A

Preparando o Domingo.