Episódios de Preparando o domingo

18 domingo do tempo comum

01 de agosto de 202622min
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Compromisso social cristão.

Assuntos4
  • Multiplicacao dos paes e peixesJesus e a multidão · Compaixão e cura · Multiplicacao dos paes e peixes · 12 cestos cheios · Solidariedade e partilha
  • Serviço ao próximo e comunhãoDai-lhes vós mesmos de comer · Responsabilidade humana · Fome e miséria · Fraternidade e solidariedade
  • A Aliança de DeusProfeta Jeremias · Exílio da Babilônia · Davi e Salomão · Terra Prometida · Amor de Jesus
  • Amor próprio e de DeusTribulação e angústia · Perseguição e perigo · Morte e vida · Amor de Cristo
Transcrição7 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Preparando o Domingo.

?Voz B

Bem-vindo, bem-vinda a mais um encontro Preparando o Domingo. Eu sou Carlos André e nós vamos juntos ler os textos do 18º domingo do Tempo Comum. Alegria da palavra que se multiplica quando nós decidimos por nós mesmos permitir que ela ecoe no nosso coração. É assim que a gente percebe que a força da palavra de Deus, ela só se revela quando encontra um terreno fértil onde ela pode crescer, se multiplicar, como temos visto nas leituras das últimas semanas.

E que nestas leituras que vamos escutar nos recorda que este fruto se dá também pela solidariedade, pela partilha, pela comunhão, que é aquilo que representa para todos nós, não é, o milagre da multiplicação dos pães. Vamos escutar com carinho essas leituras de hoje, invocando o Espírito Santo de Deus.

?Voz A

Vem Espírito do Pai e do Filho, vem Espírito de amor, vem Espírito de infância, de paz, de confiança e de alegria. Vem alegria secreta que brilha através das lágrimas do mundo. Vem Espírito Santo, vida mais forte que nossas mortes. Vem Pai dos pobres e advogado dos oprimidos. Vem luz da eterna verdade e de amor derramado em nossos corações. Permanece em nós, Santo Espírito de Deus. Não nos abandones nem no duro combate da vida, nem no momento em que tocarmos o final da caminhada. Vem, Santo Espírito de Deus.

?Voz B

Amém. Leitura do livro do profeta Isaías. Assim diz o Senhor: Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas! Vós que não tendes dinheiro, apressai-vos, vinde e comei! Vinde e comprai sem dinheiro, tomai vinho e leite sem nenhuma paga! Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão? Desperdiçar o salário senão com satisfação completa? Ouvi-me com atenção e alimentai-vos bem para deleite e revigoramento do vosso corpo. Inclinai vosso ouvido, vinde a mim.

Ouvi e tereis vida. Farei convosco um pacto eterno, manterei fielmente as graças concedidas a Davi. Esse trecho do livro do profeta Isaías corresponde à terceira fase do livro. O livro de Isaías comporta 3 profetas, ou pelo menos 3 momentos diferentes da vida em que um profeta no início deixa discípulos que continuam o seu livro ao longo da história, a ponto de termos em um só livro o reflexo da reflexão, do pensamento, do espírito daquele que foi o profeta que inicialmente professou a sua fé na promessa que Deus havia feito a Davi de guardar a sua aliança indefinidamente, eternamente.

E aí vemos aqui esses profetas, que são aqueles sucessores do profeta Isaías, reescrever essa história agora em outro momento, do momento da vida de Israel. Israel vivia, portanto, no exílio, e a volta do exílio foi marcada por muitas incertezas. Afinal, o que está para acontecer conosco? Afinal, nós saímos da nossa terra e agora voltamos e reencontramos tudo tendo que ser reconstruído. Porque afinal de contas, com o afastamento da população, aqueles que ficaram na terra eram submetidos, portanto, à força militar da Babilônia, que agora, vencida pelos persas, cede o seu lugar a essa nova geração.

Esse é o momento da história em que nós estamos vendo essa promessa que o profeta recupera, dizendo assim: assim como Deus deu abundância a Davi e a Salomão, ele também haverá de devolver esta abundância a você, que agora volta para sua casa, para a terra onde Deus havia feito uma promessa de que nos estabeleceria ali como um sinal da sua eleição. A terra é isso. Deus escolheu um lugar para o Israel habitar e assim, neste dom que foi a terra, manifestou claramente a sua aliança, a sua eleição de Israel.

É por isso que é tão importante a Terra Santa naquele momento da história e que depois, quando ela vai ser perdida definitivamente com a expulsão dos judeus do território por meio dos romanos, esta terra se torna, portanto, a terra do encontro com Deus. A Terra Prometida é a terra do encontro. Cada um de nós é terra prometida quando se dá ali em nós este encontro com Deus que realiza essa promessa, uma promessa de aliança eterna.

É por isso que esse texto vai dizer assim: manterei fielmente as graças concedidas a Davi, farei convosco um pacto eterno. É desse pacto eterno que cada um de nós, que nos sentimos também filhos de Abraão por causa de Jesus Cristo, por causa da nova aliança, é que entendemos que essa é uma palavra que ultrapassa os séculos e nos alcança, não porque poderíamos, quem sabe, imaginar também viver em Israel como se lá fosse um terreno geográfico.

É por essa razão que a gente pode dizer que a situação atual, do momento atual político de Israel, nada tem a ver com a Sagrada Escritura. É o momento político decidido pelas grandes potências mundiais, tudo em torno da riqueza daquela região que é o petróleo. Portanto, sabemos bem que da Bíblia nada se pode falar quando se trata das questões políticas atuais envolvendo o atual Estado de Israel, que é uma outra coisa diferente daquele que foi na Sagrada Escritura, o tempo em que Davi e Salomão recebeu as promessas.

Já por essa passagem de Isaías já podemos compreender bem, porque afinal nesse momento da história já não existia mais o trono de Davi, os reis já não mais existiam como sucessores. Já tinha se perdido a sucessão de Davi. Então, por que que o profeta está falando ainda de Davi? Porque nesse momento Davi é esse personagem espiritual que representa, o que encarna a promessa de Deus de que não iria, não deixaria o seu povo sem ser conduzido por ele, por um pastor.

É assim que os cristãos vão interpretar, considerando Jesus Cristo esse filho de Davi, o pastor das ovelhas que Deus havia prometido Portanto, existe uma espiritualização da promessa, de tal modo que nós podemos hoje dizer: as promessas a Davi também são feitas a mim. Deus mantém a sua promessa, apesar de tantas vezes as adversidades da vida parecerem nos enganar, nos desviar desta convicção. Por isso que é importante perceber o quanto o valor espiritual, religioso, teológico de palavras que parecem estar encarnadas na história, no tempo, na geografia, precisa ser levado em conta.

Se não fizermos essa transposição espiritual dessas passagens, a Bíblia se torna letra morta, um livro, quem sabe, de história duvidosa, porque não temos como comprovar historicamente as afirmações que encontramos, visto que já se passaram 2000 anos dos acontecimentos e muita coisa se perdeu no caminho. Então é sinal de que aquilo que se conserva, se conserva em função do seu valor espiritual, não é? Por isso que é importante que a gente compreenda o contexto histórico que a Bíblia foi escrita e daquilo que ela faz referência quando, quando escreve, quando fala-se, não é?

Como agora vimos essa profecia de Isaías. Mas é importante recordar sempre que essa profecia é sempre atual, ela também é para mim hoje, é porque ela é para mim hoje que eu posso continuar lendo com proveito. É nesse sentido do É para mim hoje ler com proveito que a gente entende o que diz São Paulo na carta aos Romanos, do capítulo 8. Veja como ele se expressa: Irmãos, quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada?

Em tudo isso somos mais que vencedores graças àquele que nos amou. Tenho a certeza de que nem a morte nem a vida Nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer será capaz de nos separar do amor de Cristo por nós, manifestado em Cristo Jesus nosso Senhor. O amor de Deus que é manifestado em nós em Cristo é um amor que se manifesta através dessas situações da vida.

É por isso que quando, quando agora lemos essa passagem de São Paulo, compreendemos que ele também está interpretando da mesma maneira como nós havíamos mencionado antes: ler o passado aos olhos do presente. Para São Paulo, o presente é Cristo ressuscitado. Ele morreu e ressuscitou. Para nós, o presente é Cristo continua ressuscitado em nossa vida, na história. Por isso não podemos perder a esperança. Não podemos desanimar diante das adversidades, porque afinal aquilo que o Evangelho representa é algo que está para além da minha vida momentânea, desse meu tempo na vida.

O Evangelho representa a boa nova de vida para todo aquele que veio antes e que virá depois de mim. Na medida em que eu compreendo a ressurreição como uma vitória da vida sobre a morte, sobre todas as expressões de morte que a gente encontra no mundo, O que nós buscamos é que na nossa vida nós sejamos esse mensageiro da paz, esse mensageiro da vida que Jesus nos convida a ser através do seu evangelho. É por isso que crer em Jesus Cristo, viver a palavra de Deus, não é apenas uma adesão a uma prática religiosa, quem sabe privada ou até mesmo pública, como a liturgia, é, mas é uma adesão a uma maneira de ver o mundo.

E de julgar também as realidades deste mundo à luz daquilo que Jesus viveu e fez. É nesse sentido que podemos sim continuar dizendo: a palavra continua viva, eficaz, atual, porque as realidades humanas às quais ela responde continuam presentes. E quais são essas senão aquelas mais radicais que nós podemos encontrar? O valor da existência da nossa vida, o valor da brevidade da nossa vida, O sentido que há no sofrimento e o sentido que há na alegria, no produzir alegria, no produzir vida, que aqui na nossa leitura até então é manifestado na primeira leitura, quando o profeta Isaías fala, né, vinde, comei, saciai-vos, né.

Então ele tá falando de uma abundância que representa a vida quando ela é vivida plenamente. Então ficai satisfeitos, é um convite a viver a vida em abundância. Portanto, aquela passagem que nós lemos, ela se situa praticamente fora do tempo, porque sabemos que no tempo presente temos sofrimentos, não há como não tê-los. Por isso é uma profecia que vai para muito longe, tanto que ela, quando é dita, né, não existia mais uma descendência de Davi, mas ele diz no final de que a aliança com Davi será eterna.

Logo, nós todos somos herdeiros de Davi na medida em que nos colocamos também no caminho daquela promessa. E este caminho da promessa passa por Jesus. Ele é o filho de Davi, ele é aquele que, prometido pelos profetas, realizou, portanto, o desejo de Deus de conduzir o seu povo, uma vez que não é mais uma condução política como é a condução de Davi, não líder político, mas esse líder que Jesus assumiu plenamente e recusou toda vez que quiseram fazer dele um líder político.

Para dizer: a minha liderança é uma liderança que conduz à vida e todos à vida, não importa de qual partido, de qual origem, de qual gênero, de qual condição humana, não é? Jesus veio para convidar a todos a fazer com ele o caminho da vida.

?Voz A

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia! Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.

?Voz B

Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. Naquele tempo, quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão, encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: Este lugar é deserto e a hora já está adiantada.

Despede as multidões para que possam ir aos povoados comprar comida. Jesus, porém, lhes disse: Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer. Os discípulos responderam: Só temos aqui 5 pães e 2 peixes. Jesus disse: Trazei-os aqui. Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os 5 pães e os 2 peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida, partiu os pães. E os deu aos discípulos.

Os discípulos os distribuíram às multidões. Depois, todos comeram e ficaram satisfeitos, e dos pedaços que sobraram recolheram ainda 12 cestos cheios. E os que haviam comido eram mais ou menos 5.000 homens, sem contar mulheres e crianças. Este relato da multiplicação dos pães é um relato bastante conhecido e ele se multiplica também na Sagrada Escritura em mais de uma versão. Temos Mateus, Marcos, João, Lucas, todos contam situações em que Jesus teria feito a multiplicação de pães.

E podemos nos perguntar se foi mais de uma vez, já que temos relatos semelhantes, mas não exatamente idênticos, ou quem sabe se todos esses relatos não representam um único evento que foi então interpretado por cada um dos evangelistas ao seu modo, acrescentando detalhes a esse episódio, que de uma forma ou de outra vão todos na mesma direção. Jesus é aquele que sacia a fome de um povo que estava no deserto. Esta frase apenas já é suficiente para entendermos qual é o sentido que esse texto possui.

Afinal, o deserto era um lugar onde não tinha onde eles se alimentarem, estavam com Jesus e Jesus diz: Dai-lhes vós mesmos de comer. Esse dai-lhes vós mesmos de comer podemos interpretar ou entender facilmente como um comando que Jesus dava às suas comunidades. Isto é, a comunidade de Mateus, que ouve esse Evangelho, escuta Jesus dizer: Dai-lhes vós mesmos de comer. Isto é, não fiquem esperando que caia do céu o maná como uma vez aconteceu com Moisés quando estava com o povo no deserto: dai-lhes vós mesmos de comer.

Não é mais necessário o maná para alimentar este povo, porque vós tendes o que oferecer. E é exatamente aí que aparecem, portanto, os 5 pães e 2 peixes. Logo, existia sim algo que era possível que fosse repartido. E o mais curioso é que no início não se fala de cestos, mas no final aparecem 12 cestos. Então, de onde vieram os 12 cestos? Afinal, a multiplicação é apenas de pães, não tinha um cesto e multiplicou-se por 12, né? Então, dessa forma, a gente já compreende que o texto foi construído porque Mateus quis nos fazer compreender isso, que a comunidade é convidada a dar de comer, isto é, que nós podemos ser capazes de providenciar que não falte à mesa das pessoas nada.

E portanto é a nós, humanidade inteira, que essa palavra de Jesus é oferecida. Toda a humanidade, especialmente aqueles que têm o de comer, é chamada a ouvir esta frase e dizer: temos como distribuir as riquezas que este mundo oferece e não permitir que haja alguém que morra, que passe fome. E sabemos matematicamente, estatisticamente, quanto isso é real, é verdadeiro até hoje. Existe a possibilidade de produzir comida numa abundância tal que ninguém na face da terra, mesmo tendo multiplicado as multidões, né, que no tempo em que Jesus viveu o mundo tinha muito menos gente vivendo do que hoje, e ainda assim temos a capacidade de alimentar.

Portanto, existe um compromisso humano com alimentação, com sustento um do outro. Existe um convite que Jesus faz a toda a humanidade aqui através desses discípulos. Discípulos se tornam, portanto, o canal por onde chega até nós esse convite de Deus para nós: dai-lhes vós mesmos de comer, né? Não fiquemos esperando um milagre, que Deus venha saciar a fome dos que não têm o que comer, como se tivéssemos sempre que colocar no colo de Deus as nossas responsabilidades.

Quando vemos a violência e perguntamos por que Deus permitiu, quando vemos pessoas morrendo de fome e perguntamos por que Deus permitiu, quando na verdade é Deus que está perguntando a nós por que Você virou as costas ao seu irmão. E lá no livro de Gênesis já temos essa pergunta que Deus faz a Caim: onde está o teu irmão? Portanto, esse texto que nós lemos é um texto bem provocador, porque ele toca numa ferida muito séria da nossa humanidade, que é quando nós fechamos os olhos ao problema do outro e queremos despachá-los, como fez os discípulos.

Jesus, manda eles irem embora, porque aqui é um lugar deserto, não tem onde comer. Quando na verdade eles tinham 5 pães para eles. Então nesse momento a gente se dá conta que a grande lição de Jesus aqui não é um milagre extraordinário, ele é capaz de multiplicar pães, porque na verdade, na verdade, na verdade, quando lemos a Bíblia encontramos um profeta chamado Eliseu que também multiplicou pães. Tinham somente poucos pães e ele conseguiu alimentar 100 pessoas.

Tudo bem, a proporção era bem menor, mas ele multiplicou pães. Portanto, não é algo que surpreenderia um judeu ver um homem multiplicar pães. Na sua história, isso já era algo realizado por outros profetas ou personagens, homens de Deus, como assim se diz na Sagrada Escritura. Por isso, o que é mais extraordinário aqui é o diálogo, aquilo que se estabelece entre Jesus e as suas comunidades, quando nesse momento de realizar o milagre ele questiona: por que vós mesmos não os dais de comer?

Porque preferem despachá-los famintos ao invés de procurar um meio de saciar a fome. Então todos nós como comunidade somos convidados a refletir sobre as questões sociais, sobre os dramas humanos que a vida nos oferece, porque nós todos somos convidados a tomar sim posição contra a morte e a favor da vida em todas essas circunstâncias. Obrigado, Senhor, pelo dom da vida. Obrigado também porque a tua palavra nos ajuda a reconhecer que a vida é um dom, um dom que cabe a cada um de nós defender em todas as suas etapas, especialmente quando aquele que está ao nosso lado reclama de nós uma atenção.

Ensina-nos a solidariedade, o amor ao próximo, evitar que tenhamos que colocar a responsabilidade em outros ao invés de assumir a nossa própria condição daquele que, estando ao lado, é o próximo do irmão que sofre. Ensina-nos, portanto, a ser solidários uns com os outros, a construir fraternidade, e que a partilha do pão seja o maior exemplo daquilo que podemos fazer com nossas mãos, resolvendo, acolhendo, sendo capaz de construir entre nós uma mentalidade, uma consciência maior de que tudo pertence a vós e que nós somos apenas administradores da tua criação, e que tudo pertence a todos, e que assim não haja pobres entre nós, como dizia já no texto do livro do Deuteronômio.

Ensina-nos, portanto, a construir uma fraternidade em que cada um e cada uma, por mais diferente que seja, seja olhado como irmão, como irmã, e assim possamos construir um mundo melhor. Abençoa-nos hoje e sempre, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém. Fica a dica! A dica da semana é refazer dentro de nós a capacidade de ser solidários. Solidariedade que não depende apenas de condição financeira, mas pode ser a solidariedade do tempo na atenção, no cuidado com o outro, não despachar o outro para que ele possa encontrar ajuda em outro lugar quando está à nossa mão, ao nosso alcance fazer algo.

Que esta lição que Jesus dá aos discípulos também possa nos ajudar neste tempo a viver o Evangelho concretamente, estendendo a mão a quem precisa, sendo solidário quando a ocasião surge em nossa frente. Que E a dica da semana seja viver o Evangelho como ele, Jesus, nos ensinou.

?Voz A

Preparando o Domingo.

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