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# 312 - Evangelho Segundo Espiritismo

02 de maio de 202641min
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Evangelho

Assuntos7
  • Estudo da Paciência em sua Função EducativaPaciência como estudo · Serenidade e calma · Não aprovação ao desequilíbrio · Compreensão e entendimento · Não ser passaporte para o abuso · Harmonização e ajuste · Não apoio à delinquência · Tolerância e brandura · Não concordar com o erro deliberado · Verificar dificuldade e desacerto · Buscar solução para o problema · Transposição do obstáculo
  • Bem-aventurados os brandosSermão do Monte · Ser brando e pacífico · O pacificador vs. o pacífico · Leveza e tranquilidade
  • Paciência como Caridade e VirtudePaciência como caridade · Perdoar os que nos fazem sofrer · A vida composta de mil nadas · Bênçãos vs. dores · Cristo como modelo
  • Confúcio e a VirtudeSabedoria de Confúcio · Imitar o homem bom · Examinar-se ao ver o homem mau · Observação da virtude alheia
  • A Paciência e o Juízo de DeusJesus como paradigma de paciência · Não conformismo com o mal · Lei do amor vs. lei antiga · Ressurreição e aparição aos discípulos · Discípulos iletrados e medrosos · Fariseus intelectualizados e preconceituosos
  • Mediunidade e EspiritismoDor como bênção divina · Dor como educadora · Lei de causa e efeito · Semeadura e colheita · Emmanuel
  • Revelação sem obediênciaObediência como consentimento da razão · Resignação como consentimento do coração · Forças ativas · Fardo das provas
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Olá, estamos de volta. Que a luz do Divino Mestre nos ilumina, nos fortalece, cuida das nossas almas, que nós possamos, que a gente sabe que a nossa doutrina é uma doutrina de fé raciocinada, razão e sentimento. Mas se a gente não usar a fé iluminada pelo sentimento, que a gente não usar a fé.

fica uma fé fria, porque só a razão é frio. A razão tem que ser envolvida pelo sentimento. Isso é muito, mas é muito importante. E as experiências que a gente vem tendo a cada encarnação, cada vez que a gente volta aqui, as experiências são para transformar o espírito movido pelo sentimento.

O sentimento é aquela coisa deliciosa que a gente tem por Deus, por nós mesmos, pelos outros. O sentimento faz muita falta na criatura. Quando ela diz que ela é movida pela razão, Jesus, calma, que a razão tem que ser movida pelo sentimento. Só a razão não pode. É muito...

é muito frio. Então, nós precisamos, a cada experiência que a gente volta aqui, para transformar o nosso espírito, mas movido pelo sentimento, pelo amor. Razão sem amor, Deus me livre. Então, a gente precisa... Eu estava lendo ontem e achei uma frase de Confúcio. Confúcio...

É um sábio filósofo chinês que viveu 500 anos antes de Jesus. Ele era mestre da ética. Então, ele tem frase soberana de Confúcio. Gosto demais das palavras, das frases, do pensamento, do sentimento dele. E a gente sabe que todas essas criaturas, filósofos, esses sábios,

da antiguidade, são alunos de leto do Cristo. Jesus é que formou o caráter dessas criaturas. Então, em cada época, em cada país, tem lá os seus sábios, seus filósofos. E esse Confúcio, na China, mestre da ética, eu li a frase que diz o seguinte,

Quando vires um homem bom, imita-o. E quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo. Vê lá se você não é igual a esse mau, né? Está entendendo? Eu entendo isso. Quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo. Vê se você não é igual a ele, não é?

A observação da virtude alheia serve como convite para o aperfeiçoamento da própria conduta. Olha que bonito. A observação da virtude alheia serve como convite para o aperfeiçoamento da própria conduta. Não devemos permitir que as ações de terceiros ditem o nosso estado de espírito.

desculpa, ou a nossa paz. Por exemplo, ah, eu estou desse jeito, caixa de fulano, pisou no meu pé, pisou no meu cabo. Não. Não podemos permitir que as ações de terceiros ditem o nosso estado de espírito ou a nossa paz mental. Isso é uma desculpa mental.

que a gente inventa para continuar errando. Por isso que ele diz, você viu um homem mau? Examina-te a ti mesmo, e você não é também. Eu gostei disso, porque nós vamos aqui estudar o capítulo 9 do nosso Evangelho, que titula-se

Bem-aventurado aqueles que são brandos e pacíficos. Olha que coisa bonita. É uma das palavras de Jesus do sermão do monte. Bem-aventurado aqueles que são brandos e pacíficos. E não é verdade? A coisa mais deliciosa é ser brando, ver a vida com mais leveza e ser pacífico.

Eu transmito a paz. Tem o pacificador e o pacífico. O pacificador promove a paz. E o pacificador promove a paz. O pacífico é amigo da paz. Ele é manso, ele é tranquilo. Isso é uma delícia, gente. Porque a coisa mais difícil...

Fala a verdade. É lidar com gente braba. É gente violenta. Então, aqui no capítulo do item 7, está falando sobre a paciência. Então, ser pacífico é isso. Ser amigo da paz. Ele é manso, ele é tranquilo. A palavra dele é calma, o tom de voz. Eu fico assim, mas a gente está aqui para aprender. Presta atenção.

Nós estamos aqui para aprender, como diz o próprio filósofo Confúcio, a observação da virtude alheia serve como convite para o aperfeiçoamento da própria conduta. Então, você convive com uma criatura que é calma, a palavra dela é mansa, é tranquila, tem um português tranquilo, gostoso, que a minha amiga Corapavante Caparelli era uma criatura.

de um português ímpar e com aquela fala elegante. Então, era uma delícia conviver com ela e observar a virtude dela para a minha própria conduta. Pena que eu convivi pouco com ela, porque a Cora era uma criatura, era não, o espírito não morre, uma criatura extraordinária.

Então, nós vamos falar sobre a paciência. E a paciência é uma virtude difícil, às vezes, como ele está falando aqui, não devemos permitir que a ação de terceiro dita o nosso estado de espírito, a nossa paciência ou a nossa violência. Está entendendo? Vamos ler. É um espírito amigo em 1862.

A dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos. Não vos aflijais, pois, quando sofrirdes, mas bem dizer ao contrário o Deus Todo-Poderoso que vos marcou pela dor neste mundo para a glória do céu. Parece difícil, mas a gente sabe que a dor está fazendo a função e a dor está fazendo a função.

de nos educar. Fizemos coisas, escolhas erradas no passado e hoje a gente vai sofrer a consequência dessas escolhas e vem a professora dona dor. É ela que nos iguala à dor. E é ela, como essa frase é soberana, é uma bênção que Deus enfia aos seus eleitos. Porque através da dor nós vamos...

eliminar os defeitos das escolhas erradas que fizemos e a consequência disso. E não tem como não sofrer dor na colheita, porque a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. E a dor é justamente a insatisfação da colheita, nos diz Emmanuel. Essas palavras são de Emmanuel. Sejam, sede, é imperativo.

Paciente. A paciência é também uma caridade e deveis praticar a lei da caridade ensinada pelo Cristo enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil das caridades. Mas há uma bem mais penosa e, consequentemente, mais meritória. Perdoar aqueles que Deus colocou.

sobre o nosso caminho para ser instrumento dos nossos sofrimentos e colocar a nossa paciência à prova. Olha, veja bem. Então, como eu falei antes, fizemos escolhas erradas e vem a dona professora, a dona dor, nos corrigir. Ela é uma educadora. E como ele está falando aqui, é uma paciência que eu tenho que ter com aquela dor.

que Deus colocou no meu caminho, perdoar aqueles que Deus colocou sobre o nosso caminho para ser instrumento dos nossos sofrimentos e colocar a nossa paciência à prova. Quer dizer, aquelas pessoas, aquele sofrimento que eu estou passando faz parte de cumprir a lei de causa e efeito. E geralmente...

É Deus que colocou sobre o nosso caminho para ser instrumento dos nossos sofrimentos. Por isso a gente tem que perdoar. E colocar nossa paciência à prova. E ele diz, a vida é difícil. Eu o sei. Ela se compõe de mil nadas. São picadas de alfinete que acabam por ferir. Mas é preciso considerar.

os deveres que nos são impostos, as consolações e as compensações que temos, por outro lado, e então veremos que as bênçãos são mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado quando se olha para o alto do que quando se curva a fronte para o chão. Então, olha, levar a vida com mais leveza e a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base do que a base

Porque, como ele está falando, a vida compõe de mil nadas. É coisa tão à toa que a gente está sofrendo por umas coisas tão mil nadas como ele. Não tem expressão mais bonita, né? Que é picada de alfinete, que cabe por ferir. Então, a gente precisa considerar nossos deves, nossas obrigações, que vai ter a compensação, por outro lado, quando a gente age desse jeito.

Então veremos que as bênçãos são mais numerosas do que as dores. Lembra da balança da justiça? São duas balanças. As bênçãos são mais numerosas. Pode ter certeza disso, do que as dores. Ele diz, coragem, amigos. O Cristo é o vosso modelo. Ele sofreu mais do que qualquer de vós.

E não tinha nada de censurar, a se censurar. Enquanto que vos tendes vosso passado a espiar. E vos fortalecer para o futuro. Ser depois pacientes. Ser de cristão. Essa palavra encerra tudo. Então, por que que é que está precisando? Peraí atenção, ele comparou Cristo com o sofrimento, que ele tem a paciência. Mas nós temos um passado para espiar. Para aquilo que a gente falou.

No começo. Então, expiação é quando é compulsório. A pessoa vem aqui por compulsório, é expiação. E quando ela escolhe, aceita, é provação. Então, nós temos um passado a expiar e nos fortalecer para o futuro. Que jeito? Sendo paciente.

Seram cristão. E essa palavra encerra tudo. Isso é o que está no nosso evangelho. E nós precisamos entender que a maneira como ele coloca aqui sobre a paciência, sobre a leveza que nós temos que levar à vida, o nosso cotidiano, o nosso cotidiano, todos os dias. Mas, nesse não é verdade.

que a todo instante, como ele está falando, a vida se compõe de mil nadas, toda hora tem motivo para a gente perder paciência. Mas não podemos. Temos que fazer um esforço. Como ele está dizendo, não devemos permitir que as ações terceiras ditem o nosso estado de espírito. Não, eu estou desse jeito, porque fulano falou isso, fez isso, etc. Não é verdade isso?

Parece que tem uma coisa na minha garganta. Desculpa. Então, nós não podemos permitir dar essa desculpa de que eu estou desse jeito porque ele falou isso, ele fez isso, ele pisou no meu calo. Não, não é bem assim, não. A pessoa, esse terceiro, não pode ditar o meu estado de espírito e tirar a minha paz.

Então, nós precisamos, com a graça de Deus, e deixar a gente entender sobre essa virtude chamada paciência. No livro Palavras de Vida Eterna, tem aqui uma fala de Jesus, a lição é 171, que diz o seguinte.

É na vossa paciência que ganhareis as vossas almas. Ou seja, é através da experiência sobre a paciência, por exemplo, que transforma o espírito. Nós vamos estudar. Chama paciência em estudo. Que Emmanuel.

Pega essa fala de Jesus, é na vossa paciência que ganhareis as vossas almas. Ou seja, a transformação vai vir através de experiências, pós-experiências, movido pelo sentimento, que a gente vai burilar e vai evoluir. Então, vamos agora pegar a fala de Emmanuel.

Todos necessitamos de paciência uns para com os outros. Mas compete-nos igualmente a todos estudar a paciência em sua função educativa. Porque, como ele está falando, paciência é estudo. Nós estamos aqui para estudar, para evoluir. Então ele vai estudar conosco sobre a paciência. Por quê? Olha essa frase.

Paciência é serenidade, calma, porém não é aprovação ao desequilíbrio. Por que você é paciente? Então você aprova o desequilíbrio? Não. A paciência é serenidade, é calma, mas não é desequilíbrio.

Eu não posso aprovar o desequilíbrio. Por isso que chama paciência em estudo. Vamos estudar sobre a paciência. Porque ela tem uma função educativa. Porque Jesus, vamos dizer, para nós, na virtude da paciência, ele dá o exemplo. Mas ele era... Ele era...

Não pode falar bravo, né? Ele era enérgico, a palavra melhor, né? Enérgico. Diante do mal. Quando ele entra no templo, e estão ali fazendo comércio no templo, e ele fica bravo, não sei que expressão que se usa para Jesus, né? Ele põe...

fala que estão fazendo da casa de oração um covil de ladrões, porque ele está vendendo coisas e tal, fica nervoso, diz que saiu de urbano mesa. Meu professor dizia que a própria energia de Jesus fez essas coisas caírem e fazer barulho, não que Jesus fosse sem educação, grosseiro, violento. Não é nada disso, pelo amor de Deus. Mas ele não se... Parece por isso que tem que estudar.

a paciência em sua função educativa. Então, ele corrige aquele povo que está lá no templo fazendo comércio de uma maneira brava, rigorosa, não sei que expressão, que Jesus não tem nada disso. Ele foi simplesmente... Ele não era conformista com a situação. Ele simplesmente não suportava aquelas manifestações, segundo o Evangelho.

ele pega uma coisa e sai derrubando coisa. Mas não é assim, não. Isso aí é para ilustrar, como diz o Haroldinho. Pelo amor de Deus, nada de Jesus não é violento. Ele é rigoroso nos seus princípios e educador. Grande educador. Então, para estudar a paciência em sua função educativa, ele não aceita aquele momento.

E mostra para aquelas criaturas que aquilo estava errado. Fazer comércio na casa de oração. Paciência é compreensão, é entendimento. No entanto, não é passaporte para o abuso. Então, só porque você compreende, você entende, você é sereno, você é calmo, vão abusar de você?

Não é passaporte ao abuso, não pode abusar. Da paciência, aí não é paciência, é abuso. É um horror isso. Estamos entendendo o que nós estamos fazendo? Nós estamos estudando a paciência em sua função educativa. O abuso não é, mesmo que você compreende, você entende, no entanto, não é passaporte para abusar. Não pode abusar.

É harmonização, paciência é harmonização, é ajuste. Todavia, não é apoio à delinquência. Porque você é paciente, você compreende, você é sereno, então você apoia à delinquência. Está vendo o que é estudar? A paciência. Que espetáculo que é isso? Então, de acordo com...

o estudo que a gente vem fazendo aqui através de Emmanuel, nós estamos observando que, apesar da paciência ser serena, calma, não há prova do desequilíbrio. Compreende e entende, no entanto, não é passaporte para ser abusado. E a harmonização e ajuste, todavia, não é apoio à delinquência. Não é porque você sente tudo isso que você...

Tem que apoiar a delinquência. Eu sou muito paciente, estou sentada aqui, sereno e calmo. Pode abusar, pode ser delinquente, pode ser... Não, não pode não. Não pode. Isso é estudar a paciência. Uma coisa é você ser sereno e calmo. E não desequilibrado. Outra coisa é você compreender e entender.

E não ser passaporte de abuso. Outra coisa é ser harmônico, ser justo. E não apoiar a delinquência. Tolerância. Paciência é tolerância e brandura. Entretanto, ser não concorda com o erro deliberado. Não podemos concordar com o erro deliberadamente. Apesar...

de ser tolerante, brando. Não pode tolerar o erro deliberado, o erro. Olha que coisa bonita. Eu nunca tinha visto a paciência desse jeito. Por isso, nós temos que estudar. E aqui é a paciência tem a função educativa.

Paciência, sobretudo, é a capacidade de verificar a dificuldade ou desacerto nas engrenagens do cotidiano. Então, a paciência é a capacidade de verificar a dificuldade ou desacerto no movimento do cotidiano. Isso que é a função da paciência.

É a capacidade de verificar a dificuldade e o desacerto, buscando solução para o problema. Porque você vê o desacerto, você vê a dificuldade e busca solução para o problema. Ou a transposição do obstáculo. Eu vou transpor um obstáculo com paciência, sem toque de alarde, sem fárfras de irritação.

Está aqui o resumozinho do que a gente viu em cima. A paciência, vamos repetir bem devagar, é a capacidade de verificar a dificuldade no dia a dia, que tem dificuldade todos os dias, todo dia. E você vai buscar uma solução para o problema. Eu vou transpor esse problema Mas enfim, eu vou incluir aqui. Mas enfim, eu vou incluir aqui. Mas enfim, eu vou incluir aqui.

analisando, verificando a dificuldade que eu vou passar, ou a transposição do obstáculo, sem toque de alarte e sem farpas de irritação. Ah, mas o que você quer? Um exemplo bem bobinho, a secretária não veio. É difícil, principalmente quem trabalha fora, tem duas funções, tem a função dentro de casa, tem a função lá fora, aí a secretária não vem. Aí o que você vai fazer? Bye-bye.

Vai gritar, vai xingar, vai fazer alarde. Estou nervosa desse jeito. Por que, secretário? Eu não vejo essas coisas de mulher. Dando um exemplo simples. Não, calma. Não veio, não? Então, vamos ver. Como é que faz? Olha, gente, a secretária não veio hoje. Vamos verificar a dificuldade. Eu não tenho como fazer meu almoço hoje. Ou vão buscar uma marmita, ou a gente vai almoçar fora. Arranjar uma solução para aquilo.

sem brigar, sem fazer aquilo uma tempestade no copo d'água. Meu exemplo, bem bobinho, de dona de casa. Entendeu? Um bobinho, bem bobinho mesmo. Então, busca a solução daquele problema sem gritar, sem xingar, sem... Eu vou transpor o obstáculo. Que jeito que eu vou?

O que eu vou fazer? Eu vou organizar um jeito de dar certo para que a família não perca o equilíbrio. Entendeu? Isso é que é um espetáculo que está ensinando aqui. É a capacidade de verificar a dificuldade nas engrenagens do cotidiano e buscar solução. É isso, simples assim.

em todos os aspectos da paciência, recordemos Jesus. Seja em qual situação for, eu tenho que buscar Jesus. O que Jesus faria? Então, Jesus nos dá exemplo e exemplo de paciência. O mestre foi no mundo o paradigma de semelhante virtude.

O que é paradigma? Modelo. Jesus foi no mundo o modelo de semelhante virtude. Qual? A ciência. Mas não foi conformista. Por exemplo, era proibido conversar com mulher. Não podia. Na rua, então, conversar com mulher. E Jesus, o que ele faz? Ele se conforma com isso? Ele conversa.

Ele conversa com mulher, ele conversa com homem, ele diz que ele conversava com gente de má vida. Pô, o que é isso? Aí Jesus fala o quê? O são não precisa de médico, só os doentes. Porque ele conversava com as pessoas simples, ignorante. E ele, então, não se conformava com a lei antiga e praticava a lei dele, a lei do amor.

Bonito, não é? Nossa Senhora. Nunca se apacivou diante do mal, conquanto lhe suportasse as manifestações, diligenciando meios de tudo renovar para o bem. Então, ele não suportava os ensinamentos antigos, da lei antiga.

Era olho por olho, dente por dente, e ele fala assim, não, tem que perdoar. Por isso que ele fala aqui do perdão, e fala do perdão aqui, né? Presta atenção. Ele não foi conformista e nunca se apassivou diante do mal. O que é apassivar? Ficar apassivo diante do mal. Não, absolutamente não. Conquanto lhe suportasse as manifestações,

indiligenciando meios de tudo renovar para o bem. E em lhe lembrando a sinceridade e a franqueza, não nos será lícito esquecer que o Cristo se revelou tão paciente que não hesitou em regressar, depois da morte, ao convívio das criaturas humanas que o havia abandonado. Olha, o maior exemplo de paciência de Jesus foi esse.

todas as pessoas que ele foi abandonado, por ele foram abandonadas, o que ele fez? Depois do Calvário, ele vem ao convívio dessas criaturas que havia abandonado. Ainda assim, é forçoso reconhecer que ele se materializou perante os discípulos, que, em maioria,

podiam ser iletrados e medrosos, mas suficientemente sinceros para continuar-lhe a obra libertadora. Ou seja, quando ele, depois do Calvário que ele veio se mostrar, que ele se materializa para os discípulos, que em sua maioria podiam ser iletrados, que ele se materializa para os discípulos.

semianalfabetos, vamos dizer assim, medrosos, mas também suficientemente sinceros para continuar-lhe a obra libertadora. Apesar dos discípulos serem medrosos, porque eles ficaram com medo, depois do que fizeram com Jesus, o que vai sobrar para nós? Era medo que eles tinham. Mas eles eram sinceros para continuar a obra libertadora. Muito lindo isso aqui.

e não diante dos fariseus, altamente intelectualizados e profundos conhecedores das revelações divinas. Quer dizer, os fariseus tinham tudo para receber Jesus depois do Calvário, mas não podiam, porque eles eram muito intelectualizados, profundos conhecedores das revelações divinas.

mas habitualmente atolado em conveniências e preconceito. Eles tinham todo o conhecimento, eram intelectualizados, profundo conhecedores das revelações divinas, mas eram atolado em conveniência e preconceito. Você acha que Jesus aparecesse para eles, eles não iam entender? Iam. Por quê? Eles conheciam.

As revelações divinas, eles sabiam sobre a ressurreição, mas não podiam. Jesus não podia aparecer para eles, porque eles estavam atolados em conveniências e preconceito. E por isso mesmo capaz de omitir a verdade e estabelecer perturbação. Olha que coisa mais bonita. Por isso que Jesus aparece para os discípulos.

Não conhecia nada da lei, não conhecia nada da verdade, mas, sinceramente, suficientemente sincero para continuar a obra libertadora, porque Jesus havia falado para eles. E eles, então, sabiam que eles iam dar sequência aos ensinamentos de Jesus. Apesar...

de serem iletrados. E Medrós estava morrendo de medo de que o que vai acontecer conosco agora. Então, depois que acalmou esse medo neles e que Jesus aparece para ele ressuscitado, eles vão se organizarem para começar o trabalho magnífico de continuar a obra que Jesus deixou.

Não é bonito? E, no entanto, os fariseus, muito inteligentes, conhecedores da verdade divina, mas eram, infelizmente, preconceituosos. Atolados, olha a expressão, em conveniência se preconceita. E, por isso mesmo, capazes de omitir a verdade. Não tinha jeito de eles falarem.

a verdade sobre Jesus, sobre a ressurreição, em inflamar o povo. Então Jesus chega quietinho para eles, para Maria de Magdala, para os discípulos, para Pedro, Tomé. Só vou acreditar se eu ver a chaga na mão dele, a cicatriz. Tomé faz isso.

E tem muitas cenas magníficas no livro A Boa Nova sobre exatamente isso. Que Jesus veio, então, nos mostrar a maravilha da ressurreição. Apesar deles estarem com medo e ser mais analfabetos. Não conheciam a lei.

Os fariseus conheciam. Olha que bonito isso aqui. É muito lindo isso aqui. Que Emmanuel nos fala. A paciência em estudo. Nós temos que entender que quando a gente estuda uma palavra, uma virtude, como o Confúcio, já há 500 anos antes, Jesus já nos ensinava.

Vou ler de novo a palavra dele. Quando vires um homem bom, imita-o. E quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo. Ou seja, olha se você também não é mau. Bonito isso aqui, né? E como vimos no início, nós temos que ter uma fé que raciocina, claro. Mas ela tem que ser iluminada pelo sentimento.

Por isso que a paciência, como a gente está estudando aqui agora, ela está iluminada pelo sentimento. Sentimento. Muito belo essa lição de Emmanuel. E nós estamos terminando, né, gente? Terminando. Então, por isso que aqui no nosso evangelho, eu vou ler só esse pedacinho aqui,

que é fantástico sobre a resignação. Só que a gente tem mais um pouquinho, eu vou chegar aqui no item 8. A protina de Jesus ensina, em toda parte, a obediência e a resignação. Duas listudes, companheira da doçura.

muito ativas, embora os homens as confundem erradamente com a negação do sentimento e da vontade. A obediência é o consentimento da razão. Olha que coisa bonita isso aqui que a gente está falando, da razão. A obediência é o consentimento da razão. Você pensa, raciocina e a resignação.

É o consentimento do coração. Aí veio o sentimento. A gente, para entender isso aqui, tem que entender razão e sentimento, coração. Eu não posso só obedecer pela razão. Eu tenho que obedecer também pelo coração, pelo entendimento.

Ambas são forças ativas, porque carregam o fardo das provas que a revolta insensata deixa cair. Bonito? Então é isso aí, gente. Nós vamos encerrar. Já estamos em cima da hora, porque senão a gente começa a repetir. E eu não gosto. Só para encerrar.

Lembrando a fala de Confúcio. Não devemos permitir que ações de terceiro ditem o nosso estado de espírito. Não manja desculpa, não. Você está desse jeito por causa do pisão do seu pé. Não, não é nada disso. Então, meus queridos e minhas queridas, nós possamos, junto com Jesus, entender a...

magnífica lição da paciência, que não é concordar com desequilíbrio, nem concordar com abuso, nem concordar com delinquência, nem... Lembra? Então, se não a gente vai ficar repetindo, eu não gosto. Que a gente possa compreender isso, porque é isso que nós estamos estudando. Estudar a paciência. Jesus querido...

Envolva-nos no seu manto de amor e de luz. Que a sua luz, Senhor Jesus, possa iluminar nosso espírito, fazer da nossa casa um ninho de amor, um ninho de porta aberta, uma gaiola de porta aberta, que a gente já falou sobre isso, e de amor todos os dias. Que a gente possa, Senhor Jesus, sentir nos nossos corações Ab mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente, mentalmente,

o seu amor por todos nós. Um beijo no coração de vocês, meus amados e minhas amadas. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres e bendita o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Jesus, rogar por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. Fiquem com Deus.

Amo vocês onde quer que vocês estejam. Vamos estudar. Vamos estudar cada vez mais para a nossa própria evolução. Que cada experiência a gente possa transformar o nosso espírito. Movido pelo sentimento. Um beijo no coração. Fiquem com Deus. Amo vocês onde quer que vocês estejam. Ave Maria, cheia de graça, Senhor e convosco.

Bendita seus vós entre as mulheres e bendita o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Jesus, rogar por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. Fiquem com Deus.

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