Darede News | Episódio #02 – Aurora DSQL, Novidades AWS e o Giro Completo da Nuvem
🎙️ Darede News | Episódio #02Neste episódio, reunimos as principais novidades da AWS para ajudar você a acompanhar tudo o que está movimentando o universo da nuvem.Confira os destaques:🐘 Aurora DSQL e PHP: um novo conector que simplifica a autenticação e elimina credenciais armazenadas no código.⚡ AWS Lambda e Amazon S3: agora é possível acessar buckets S3 diretamente, ampliando as possibilidades para aplicações serverless.📦 AWS Transform: mais automação para modernizar aplicações monolíticas e acelerar a adoção de containers em ECS e EKS.Além disso, comentamos outras atualizações relevantes do ecossistema AWS e os impactos para desenvolvedores, arquitetos e equipes de tecnologia.💬 Qual dessas novidades mais chamou sua atenção? Deixe sua opinião nos comentários.🔔 Inscreva-se no canal para acompanhar os próximos episódios do Darede News.📲 Acompanhe a Darede:• LinkedIn: Darede• Instagram: @daredeti• Site: darede.com.br#AWS #CloudComputing #AuroraDSQL #AWSLambda #AWSTransform #Serverless #DevOps #Daredeti
Ricardo Caeiro
- Inteligência ArtificialModelos da OpenAI no Bedrock · Cloud Mythos (segurança e pentest) · AWS Security Agent · AWS DevOps Agent (troubleshooting) · AWS QuickSight (suíte de IA)
- Aurora DSQLDisponibilidade em São Paulo · Conectores PHP · Captura de Dados de Alteração (CDC)
- AWS InterconnectMulticloud (AWS e GCP) · Last Mile (simplificação de Direct Connect) · Configuração automática de BGP
- Modelos Transformer e LLMsCriação de agentes de IA · Integração com ferramentas de IA (ChatGPT, Claude) · Containerização de aplicações monolíticas · Assistente de IA para Visual Studio (.NET)
- AWS Lambda e S3Montagem de buckets S3 · Acesso a arquivos como sistema de arquivos · Aplicações Serverless
- Valkey e RDSValkey 9.0 (alternativa ao Redis) · RDS SQL Server (compartilhamento de snapshots)
Olá, galera!
Estamos novamente aqui dentro dos estúdios da mídia para falar sobre novidades da AWS. Para você que não acompanha da rede, tá chegando aqui de gaiato, né, a primeira vez que você chega, tá chegando de paraquedas, esse quadro a gente traz as últimas novidades da AWS e a gente faz um comentário aqui sobre essas novidades. Obviamente a gente não traz todas as novidades porque dentro da AWS saem novidades praticamente todos os dias.
A gente acaba selecionando as principais novidades sobre alguns temas e a gente vem aqui trazer para comentar para vocês. A gente vai falar especificamente sobre as novidades que aconteceram em abril e maio. E dentro desse meio tempo, se você também tá vivendo uma caverna, o Bitcoin ainda caiu mais 5%, a gente acumula uma queda de 30% no ano. E o Neymar foi convidado para Copa, graças a Deus, porque sem o menino no meio a seleção não é a mesma, tá?
E estamos aqui agora, né? Eu vou falar sobre as novidades com vocês, mas não estou sozinho, nunca estou, né? E estamos com caras novas hoje, né? Então, do meu lado direito aqui, a gente tem Diego Roeto. Se apresente aí.
Sou eu! Fala, pessoal! Minha primeira vez participando aqui na live, fico feliz pelo convite. Para quem não me conhece, como eu sou novo aqui, eu trabalho aqui na equipe da Da Rede já faz um tempinho, já alguns 3 anos. Atualmente trabalho como líder técnico no time do mestre Caeiro aqui do time também do nosso mestre Sagara.
Nossa, chamou responsa para o chefe, né?
Não é lógico?
Não, bro, isso dá aula aí. Bom, galera, né, para quem não me conhece, tá perdendo, hein? Tem vários vídeos meus aqui no canal da rede. Ricardo Caeiro, tamo junto!
Boa, carinho! Vídeos bem importantes, inclusive, né? A gente tá devendo um Git 2.0, se eu não me engano, ainda.
Faz tempo, hein?
Faz um tempinho. E do meu lado esquerdo, uma cara que talvez vocês vocês também já viram, né? Estou aqui com Will.
Fala, pessoal, beleza?
Bom, eu já apareci algumas vezes aqui, né? Mas para quem não me conhece ainda, eu sou Willian, sou cientista de dados aqui na, na Darrid.
É o Willian, ninguém conhece ele como Willian, tá, gente?
É sobre isso.
Beleza, gente, sem mais delongas, vamos para o que interessa, tá bom? Para as novidades da AWS. Então, compartilhando aqui, bota na tela aí, ô Rafinha. Primeira novidade, né, a gente vai falar sobre DSQL, tá? DSQL, então, só para dar uma explicação para vocês, DSQL é um serviço de banco de dados. Ele foi lançado no re:Invent de 2024, dezembro de 2024, e ele é uma base de dados distribuída, tá? A base dele, ela é feita ali dentro do Postgres, mas ele é uma base de dados distribuída.
Qual que é a grande diferença? Até porque a gente já tinha o Aurora Serverless fazendo algo parecido, né? Dentro do Aurora, e o Aurora especificamente, ele mesmo tendo aquela até as 16 réplicas dele, ele ainda é um serviço serverless, mas ele ainda é um serviço ativo standby. Dentro do SQL ele é 100% ativo ativo. Então além dele ter um SLA um pouco maior, o SLA do Aurora Serverless ele é de 99,95%, dentro do SQL é de 99,99%. Então ele é uma base distribuída para você Se você quer fazer escala a partir do zero, se você quer trabalhar com data, com eventos em si, né, com base de dados voltadas para eventos, então ele acaba sendo uma base de dados um pouco mais interessante se você precisa fazer isso.
Dito isso, o DSK foi lançado em 2024 e agora ele já tá disponível em 5 novas regiões. E por que que eu trago isso aqui? Porque ele já tá disponível em um rest of the world, né, ele tá disponível agora em São Paulo. Isso aqui é bem interessante porque a AWS ela segue um fluxo para fazer os lançamentos das regiões, né? Ela faz o lançamento upper view, ela lança lá em Norte Virgínia ou na Califórnia, é o que ela chama de primário.
Depois ela lança em algumas regiões que ela chama de core, e aí entra Oregon, entra Oregon, é ótimo, né? Em Oregon entra também algumas regiões ali da Europa, e por fim ela acaba fazendo no restante das outras regiões, e acaba São Paulo acaba entrando dessa, né? Então a novidade aqui é que esse serviço ele já tá disponível ali em Rash of the World em São Paulo, PT-BR. Beleza? E aí deixa eu fechar aqui as outras novidades do DSQL, porque saíram bastante novidades agora em maio, entre abril e maio, para ele, tá?
Segunda novidade aqui do DSQL é que agora ele tá simplificando as conexões e os conectores para aplicações de PHP. Então se você tá rodando aplicações de PHP e você precisa de um banco de dados, antes você precisaria fazer toda a parte de código para fazer conexão no banco de dados. Agora você já tem um conector específico dentro do DSKL para você conseguir fazer essa conexão no PHP. Então aqui você consegue garantir que você não tenha hardcode, né, a sua senha do banco de dados no hardcode no PHP.
Você consegue ter os tokens ali de forma 100% automatizada e 100% gerenciadas ali pela AWS, ganhando produtividade, ganhando performance e obviamente ganhando segurança, tá? Isso para mim é das 3 novidades que a gente vai ter aqui de DSKL, é a novidade mais impactante, né? Até porque PHP, ao contrário do que muita gente acredita, ainda é um software, ainda é uma linguagem muito utilizada dentro da internet, né? Então você necessita desse tipo de controle, desse tipo de tokenização para a parte de gerenciamento de usuários dentro dos seus sistemas.
E aí, fechando de DeskL, não menos importante, agora ele já tá em captura de dados. É ótimo, né? A versão em português é fantástica. E o DeskL já tem CDC, CDC, que é o captura de dados de alteração, que basicamente é você conseguir fazer as capturas em real time do que você faz no banco, mandando para alguma outra data. Isso, CDC, é bem importante justamente quando você vai trabalhar, por exemplo, com data warehouse dentro do Redshift.
Então você consegue fazer agora em real time, pegar os dados que tem no seu banco de dados via Kinesis, né, via Firehose, e mandar para um Redshift da vida, ou mandar via para um para o seu S3, por exemplo, né, e você conseguir trabalhar ali com data lakes. Então é uma prática bem comum quando você quer fazer análise de BI ou quando você quer construir sua data lake de uma forma um pouco mais estruturada. Apesar de um data lake não precisar ser necessariamente estruturado, mas acaba você estruturando ele, né, já construindo estruturado, acaba deixando a sua performance e a sua consulta de uma maneira bem mais inteligente, tá.
Basicamente são essas novidades ali do SQL que eu queria trazer, do Dask que eu queria trazer para vocês. E aí eu quero ouvir dos meus parceirinhos agora. O que vocês acharam das novidades?
Cara, eu acho que principalmente essa novidade do PHP para o pessoal que tá rodando aplicações mais legadas hoje, né? Acho que hoje em dia é muito difícil o pessoal começar a desenvolver uma aplicação em PHP, né? Então o pessoal mantém o que eles têm em PHP ali, provavelmente no meio do caminho eles começaram a utilizar algum framework tipo Laravel, alguma coisa do gênero, para melhorar a parte de desenvolvimento ali. Eu acho que essa do Aurora ali que agora ele tem uma integração mais fácil para galera, vai ser bem legal.
Beleza, gente, e era isso que eu precisava falar de SQL para vocês, né? Um serviço bem interessante ali. Então se você ainda não fez teste, ele— mas eu queria saber da galera aqui o que vocês acharam aí das novidades.
Ah, pessoal, eu acho principalmente a notícia do suporte ali ao PHP que vai facilitar bastante a parte das conexões hoje. Até porque atualmente é difícil o pessoal começar o desenvolvimento de uma aplicação nova sendo em PHP, né? Mesmo a gente tendo toda a parte de vibecoding e também ainda o pessoal não tá mais utilizando, né? Mas eu acho que para quem tá utilizando no dia a dia vai conseguir trocar as conexões, vai conseguir fazer um upgrade nessas conexões hoje. Eu acho que vai ajudar bastante o pessoal que tá fazendo isso.
Concordo, viu, Broito? E até porque todo esse tipo de facilidade que a gente tá colocando, né, que a AWS coloca a nível de infraestrutura, é na verdade de uma forma indireta uma forçação, vou colocar dessa forma, para galera atualizar, né? Então quanto menos dependência você vai ter código. Inclusive, nessa novidade, os retry de fallback, eles são automatizados pela AWS.
Ah, eles automatizam.
Então conectei, não funcionou, ele mesmo, próprio conector, tenta fazer a conexão novamente até, enfim, até se você tiver com problema de networking, por exemplo, até você conseguir voltar. Então esse tipo de ação, ele deixa a sua migração um pouco mais simples, né? Você acaba dependendo menos do código e a infraestrutura acaba sendo um hypervisor para você fazer muitas coisas.
Bem legal essa novidade, viu? Gostei bastante.
Eu curti. E é modelo WSGC, né? É. Clique, next, next, finish, para algumas coisas, né?
Para algumas coisas.
Next, next, finish, vamos.
Ela ainda não é 100% Windows.
Não vai ser, se Deus quiser. Nada contra.
Nada contra, né? Mas é isso.
E aproveitando que o pessoal falou de PHP e aproveitando que eu tenho um carinho especial por PHP, né? Foi a minha primeira linguagem de programação. Eu sei que eu tenho uma aplicação aí que já está há 10 anos rodando, né, em produção realmente. E assim, hoje em dia é um pouco mais difícil, né, coisas sendo criadas do zero, mas de legado, coisa que a gente vai precisar usar, o pessoal que quer migrar para cloud ainda é muito pertinente, né.
E um outro ponto também é questão do Aurora, do CDC, nas possibilidades que a gente tem E nessa era de IA que a gente vive, de agentes e tudo mais, né, quanto mais a gente puder acelerar, deixar esses nossos dados estruturados com menos esforço, né, muito melhor. A gente consegue acelerar muito mais a questão de desenvolvimentos e automações no geral. Então bem legal também essa do CDC.
Eu vou fazer uma pergunta aqui, Will. Dá para ser cientista de dados com PHP?
Olha, não dá.
Suspeitei desde o princípio.
Apesar de eu ter um carinho muito especial pelo PHP, não dá. Não dá, não tem jeito.
Cara, meu caderno especial com JavaScript nem é uma linguagem de verdade, né?
Boa!
E vamos lá, gente, que mais a gente tem de novidades aí?
Vamos lá então, acho que eu vou aproveitar, vou puxar o gancho ali, pessoal, falar um pouco para vocês de algumas novidades ali. Eu vou começar com um pouco de serverless, vamos falar sobre Lambda. A Lambda agora a gente consegue fazer um mount de buckets S3 direto ali, como se fosse utilizando o padrão do NFS. Para quem não sabe, a Lambda, até antes dessa novidade, quando a gente precisava fazer o acesso a algum arquivo para processar ou alguma coisa do gênero, a gente tinha um repositório /tmp ali.
O limite desse repositório era sempre de 10 GB, você não conseguia carregar mais de 10 GB. Só que a Lambda, nesse caso, ela funcionava 100% como stateless. Como assim? A gente não conseguia manter aquele arquivo lá dentro. Então toda vez que a gente precisava carregar ou processar alguma alguma coisa que era algo externo, a gente precisava carregar novamente. Então precisava carregar algum arquivo, ele não se mantinha ali. Mas agora com essa novidade do mount do S3, a gente consegue basicamente fazer um mount ali usando o NFS, tá, pessoal? Ele usa 100% dos padrões do POSIX ali que a gente já tá acostumado do NFS.
Tá?
E todo o sistema ele foi desenvolvido em cima do EFS. Então eles basicamente pegaram o que o EFS já tem hoje, colocaram dentro da Lambda ali, e agora a gente consegue fazer literalmente um open do arquivo ali sempre que a gente quiser. Então ele sempre fica disponível, a gente não precisa mais carregar ele toda vez que a gente vai processar. E uma das principais funções, eu acredito que a AWS quis colocar isso, é principalmente para as coisas de IA.
Porque como eles precisam sempre estar processando e carregando coisas, eles quiseram que tivesse sempre um repositório disponível ali e que a gente não precisasse ficar toda hora carrega, processa, perde, carrega, processa, perde.
Então acaba tendo histórico do—
sim, e você sempre tem o que você precisa disponível ali, né? Antes, se você precisava, você tinha um repositório, mas processou, passou um tempo ele ia ter que carregar tudo de novo para depois ele continuar. Mas agora com isso você simplesmente faz um open no arquivo que você tem ali a hora que você quiser e você consegue executar o que você quiser com esses arquivos.
Acaba sendo literalmente um sistema de arquivos para dentro do Lambda, né?
Literalmente.
A gente falou do S3 Files, eu acho, na última, na última live, né? E cara, realmente abre portas de sistema de arquivos para o processamento de computing que a gente não tinha visto ainda. Na verdade, a gente já tinha visto, né? O Mount Point já era um serviço disponível ali, mas ele era suportado pela AWS, ele não era uma feature da AWS. E realmente agora com S3 Files ele abre possibilidades um pouco mais abrangentes, né? E cara, bateu em Lambda, certeza que daqui a pouco vai começar a bater sabe onde? ECS, certeza.
Provavelmente.
É, cara, eu ia comentar isso. Acho que essa novidade é justamente o começo do que a AWS pretende fazer com S3 Files. Né, o S3 Files, ele é, eu acho que ele vai trazer uma dinâmica diferente para esses pontos de montagem, para volumes que precisam ser compartilhados. É claro que a gente tinha alternativas até hoje aí, como você falou, mount point, mas era só para Linux. A gente tinha o Storage Gateway, enfim, tem várias alternativas dentro da AWS, mas o S3 Files traz essa facilidade.
Então eu acho que É só a primeira novidade aí que a gente tá falando. Acredito que a AWS vai lançar muito mais coisas para o S3 Files e tende, né, assim, chutando totalmente da minha cabeça aqui, mas acredito que tende a ser um dos principais serviços para armazenamento e pontos de montagem aí da AWS, né, substituindo praticamente como as coisas são feitas até hoje. Como você falou, pô, o próximo será que é o ESS? Provavelmente sim.
O ESS já conecta ali no EFS e tal, mas talvez você utilizando um storage como S3 por trás, né, você tem uma robustez maior ali.
Então, cara, fica sem limite para os dois, né? Se você colocar, tipo, pensar num Fargate com S3 Files, por exemplo, você tem 100% um serviço de container servers com um serviço de storage.
E o seu armazenamento usando S3 Files, você consegue colocar políticas de lifecycle, cara, que que, por exemplo, no EFS você não consegue. Então você gerencia o custo também daquilo que você tá armazenando de uma forma mais inteligente, cara. Assim, é só benefício. Então é feeling, tá totalmente feeling. É só o começo aí que agora estão lançando.
E aí fica, fica o questionamento aí, galera do S3: será que já não tá na hora da gente colocar um dedupe dentro do S3? Pô, ia ser fantástico, hein, cara. Um dedupe, uma compressão também ia ser fantástico, cara. Mas juntar tudo isso com o Bottle Logic Lifecycle, a gente tem um FZN 100% gerenciado pela AWS, ia ser—
É porque eu acho que quando a gente fala de gestão de arquivos, né, o dedupe, compressão entram mais nessa seara aí. Eu acho que o S3 Files Não sei até aonde ele pode ir, né, mas seria muito interessante, né, porque o S3 acaba sendo mais um armazenamento de objetos, né. Então aí não sei como a AWS pode fazer isso abstraindo essa camada e colocando essa gestão de sistema de arquivo, né. Aí, cara, isso é um problema para a AWS pensar. A gente tá lançando aí o desafio.
Eu acredito que veremos esse tipo de mudança, né, no futuro, porque assim, a AWS ela tem dado bastante foco para o S3, né.
Se a gente olhar as novidades do passado.
A gente teve ali o S3 Tables, S3 Vector, né, agora também que permite a gente utilizar vetores. Essa nova mudança que a gente tem, então assim, AWS tá focando bastante, tá melhorando bastante a ferramenta, né.
É, eu ainda acredito que vai ser, ao passo que o Redshift foi quando ele foi construído e ele se tornou, né, porque inicialmente ele não tinha sido construído para ser um DW da AWS, Mas ele se tornou o grande DW da AWS. O S3, ele tá indo para esse caminho de construção, sabe? E tipo, ser realmente a casa dos arquivos, a casa do data lake, a casa de armazenamento para uma inteligência artificial ou para análise de BI mais estruturada, sabe?
Exatamente, exatamente. Eu acredito muito nisso.
Boa!
E o que mais a gente teve, Cairinho? O que que a gente teve com o Piotr aí?
Não, cara, acho que a gente tem do AWS Transform Você tinha mais alguma novidade, cara, que você queria compartilhar antes?
Vai ser depois.
Ah, então beleza.
Então vou furar a continuidade aí, vou furar a fila aqui, né?
A gente tendo AWS Transform, né, primeiro, né, eu acho que vale a gente trazer de volta o conceito ali, explicar um pouquinho do que é o AWS Transform, que que ele ajuda a gente, para depois a gente falar das novidades, né? Então assim, o AWS Transform É uma plataforma, né, baseada em inteligência artificial para ajudar a gente na migração do dia a dia. Então você tem uma aplicação legada que você quer modernizar ela, você quer mudar a linguagem, trazer para algo mais moderno.
Então ele já tem alguns frameworks, né, para essas linguagens e tudo mais. Então você consegue utilizar o AWS Transform para modernizar. Então dentro do AWS Transform a gente tem algumas novidades. Uma delas é essa que tá aparecendo aí na tela para você, que é o toolkit kit, né, o kit de ferramentas aí para criação de agentes. Então permite a gente criar agentes personalizados para cenários. Então vamos supor uma situação onde você tem uma aplicação legada no seu ambiente, só que só uma pessoa lá da sua empresa que consegue dominar essa aplicação e tem o conhecimento para modernizar ela, né.
Isso não é escalável, né, no negócio. Você precisa de mais pessoas com esse conhecimento ou capacidade para fazer isso. Então você criando um agente, né, para ser esse ponto de apoio para que outras pessoas que não tenham conhecimento utilizem o agente para fazer essa transformação de uma forma mais fácil, né, você consegue escalar. Então outras pessoas que de repente dominam a linguagem, mas não dominam o produto, todas as nuances de regras de negócio que estão ali naquela aplicação, podem utilizar o agente, né, configurado para fazer essa transformação dentro do AWS Transform.
Então isso acaba ajudando a produtividade do dia a dia também do time de desenvolvimento que precisa modernizar aplicações legadas.
Cara, o Transform, ele foi lançado há algum tempo, né, e ele vem sendo talvez um dos grandes motores de transformação. E, cara, mas falando sério agora, toda parte de framework, talvez a galera pense que o Transformer é só tipo um copy paste da minha linguagem PHP e transforme agora aqui para Node.js, né? E na verdade não, tá? Ele existe, como o cara comentou, ele existe toda parte de uns presets ali, né? Toda parte de um framework que analisa o seu código e ele já tem blocos pré-construídos de como aquele código deveria ser escrito de maneira correta, de maneira com boas práticas.
Então não é só uma tradução, não é um translate, né? Ele é literalmente uma transformação de código.
Exato. Assim, por ele utilizar, né, uma inteligência artificial por trás de toda a bagagem, toda a experiência que a AWS tem, né, de migração, que não é pouca, eu acho que só de projetos de migração que a gente faz aqui por ano são vários, né? Então assim, imagina na AWS como um todo, imagina a quantidade de experiência e dados que a AWS já não tem, né, de história durante todos esses anos fazendo isso. Então é isso, essa inteligência artificial do AWS Transform traz toda essa bagagem e experiência da AWS para garantir essa transformação.
Então faz de uma forma segura, né? Exatamente o que você falou, não é só um Não é um depara, né, é algo muito mais inteligente. E casando com isso, é uma segunda novidade do AWS Transform é que agora ele tá integrando com outras ferramentas de inteligência artificial. Então se você já usa, por exemplo, Kiro, você usa o Claude, você usa Cursor, você usa o Codex, você consegue utilizar um agente do AWS Transform dentro dessas ferramentas.
Então se você já tem na sua empresa disponibilidade disponível aí para o seu time de desenvolvimento, enfim, né, seu time de plataformas. Aí você consegue utilizar esse agente do AWS Transform dentro de uma ferramenta que o time já usa, né. Então, cara, assim, eu acho que só aumenta aí a produtividade e a familiaridade, né. Você não precisa sair de uma ferramenta que você já tá acostumado, já tá habituado aí no dia a dia, já tá com tudo configurado, tem até histórico do que você tá fazendo.
Você só pluga o agente ali do AWS Transform para te ajudar a potencializar ainda mais aí o seu, a sua migração, a sua transformação, a sua modernização.
Cara, eu, uma coisa que eu achei bem legal dessa notícia é que a AWS ela não quis manter toda essa parte, esse plugin do AWS Transform só dentro do Kiro, que é a ferramenta deles hoje, né? Eles disponibilizaram para praticamente todas as principais ferramentas do mercado ali. Então a ideia é que o pessoal realmente, não importa a ferramenta, mas eles utilizem, não fique só dentro do ambiente 100% AWS, que as outras portas se abram também. Eu acho que isso foi bem legal.
É legal e espertinha, né? Porque se, cara, eu acho que colocando dentro do cloud, por exemplo, concorrendo diretamente com o Codex, é bem bacana, mas na prática E aí a leitura de negócio que eu faço é: vou acessar agora, né, porque as ferramentas de cloud elas viraram meio que um marketplace, né, ferramenta de GPT de forma geral viraram marketplace. Então você tem conector de tudo quanto é coisa dentro do cloud, você tá começando a ter conector ali dentro do ChatGPT também.
E aí você liberar, minha leitura, libera o Transforme dentro dessas ferramentas, você aproveita da popularidade dos outros GPTs para promover a sua ferramenta também, né? E também trazer para dentro de casa, né? Se você tá usando o Transformer para dentro do cloud para fazer análise, seja para fazer migração de VMware, seja para fazer migração de mainframe, seja para fazer migração de código, você traz para dentro de casa o treinamento daquilo, né?
Então você acaba ganhando na ida e na volta. Então é um processo de ganha-ganha para todo mundo aqui, né? Mas Acho que tem mais uma, mais umas de Transformers, né, o Caio?
Tem mais duas, né? Eu acho que uma fazendo muito gancho com essas, com esse link aí dessas ferramentas de inteligência artificial, também tem um agente agora para o Visual Studio, justamente para quem faz muito trabalho com .NET, né? Então assim, o AWS Transform já tinha uma capacidade, eu acho que foi uma das primeiras funcionalidades ali do AWS Transform apoiar nessa modernização e migração de aplicações em .NET, mas agora tem um assistente de IA para o Visual Studio para facilitar também todo esse trabalho aí de modernização, né?
Então, porque é o ambiente natural ali, né, dos desenvolvedores em .NET, trabalhar com Visual Studio. Então agora o AWS Transform já tem um assistente de IA integrado no Visual Studio.
Era uma ideia favorita até chegar o Kaique.
E aí por último, eu deixei a cereja do bolo por último aqui, que o AWS Transform agora tem a capacidade de apoiar na containerização. Então para quem tem uma aplicação monolito, né, ou uma aplicação aí que ainda não está em container e não sabe como levar, né? De repente tem vários pré-requisitos que a gente precisa fazer para levar uma aplicação para container, né? Aplicação ela precisa ser stateless, aplicação ela precisa, né, ter a capacidade de escalar fácil, ela, né, o container ele é volátil, né?
Aplicação, né, morre, sobe outro container e tal. Então precisa ter essa capacidade E nem todas as aplicações estão preparadas para isso. E fazer isso de forma manual é complexo. Pensar em tudo isso, criar uma imagem de container, né, colocar toda infraestrutura. Então agora o AWS Transform tem a capacidade de te apoiar na containerização da sua aplicação. Então abre o AWS Transform, utiliza essa feature, né, essa capacidade dele de containerização, e ele te ajuda a, por exemplo, ir para um serviço de ECS, um serviço de EKS, Então migrar para containers ou transformar o seu monolito em microserviços tá ficando mais fácil, né, e com menos tempo, né, de desenvolvimento, porque você precisaria concorrer os projetos que você tem no dia a dia, o suporte da aplicação que você tem no dia a dia, mais a modernização, né.
Então assim, o tempo de esforço né, de um time de desenvolvimento para fazer isso, acaba ficando concorrido, né? E você acaba não tendo esse tempo hábil de projeto. E aí, utilizando uma ferramenta dessa, cara, em quanto tempo você consegue fazer, né? O quanto de economia de esforço você vai ter na sua equipe, né? De hora extra você vai economizar, por exemplo. Então, cara, é só facilidade que tá vindo aí, cara.
Essa realmente, essa Eu tava lendo enquanto você tava falando para entender como ele tava fazendo. Eu falei assim, mano, será que a gente instala um agente do Transform dentro do servidor, ele entende o que tá rodando e ele cria o container baseado no que ele tá entendendo? Não, cara. Ele olha, ele olha o código-fonte da sua aplicação e fala, cara, beleza, para montar isso eu vou ter que ter esse Dockerfile, eu vou ter que ter esse container.
Ele cria o processo. Não, se vocês olharem novidade bem aqui, ó, deixou, ele cria inclusive, cara, Terraformer com chart do Helm. Então não é só container, né? Você consegue criar o seu Helm ali para rodar ele dentro de um KS. Cara, isso é filezinho, hein, velho? Muita coisa para a gente, viu? Nossa, certeza que eu vou testar isso na hora que sair daqui. Gostei bastante dessa aqui, acho que até agora foi que eu mais gostei. Mas e aí, cara, a gente falou muito de IA, né?
A gente tá falando de Transformer, falando bastante coisa sobre inteligência artificial, porque é o que tá mandando no mundo, é até pelo menos a bolha explodir. E a gente tá com especialista de machine learning aqui do nosso lado também, né? O que que a gente tem de novidades de inteligência artificial aí nesse último mês, Will?
Bom, eu queria puxar até um gancho, né, do que a gente tava falando um pouco ali de AWS, de Transformer. E eu queria trazer para discussão, né, até para ouvir a opinião de vocês também, uma coisa que eu acredito, eu tô vendo muito isso, é a questão de mudança de mentalidade da própria AWS, né? Que antes a AWS, no início, ela se focou muito em desenvolver os seus próprios foundation models, né, os LLMs em si. Ela desenvolveu, criou bons modelos, mas ela tem se tornado muito mais flexível e parceira de outras grandes desenvolvedoras também, como a própria Anthropic, né, e a OpenAI, né.
Recentemente a gente até teve uma novidade aqui da OpenAI mas temos ali hoje disponível o próprio Cloud Code, né? A gente consegue estar utilizando o Cloud Code dentro da própria AWS. E a novidade que a gente recebeu agora é a gente consegue também utilizar os modelos da OpenAI diretamente ali no Bedrock, né? Então assim, eu vejo uma mudança de mentalidade na AWS, sentido de ela quer ser parceira, ela quer trazer toda a flexibilidade para a gente decidir onde a gente vai rodar os nossos modelos e disponibilizar uma infraestrutura, né, segura e com compliance para a gente centralizar tudo num único local.
Cara, eu acredito muito, até porque no lançamento do Bedrock em 2023, o Andy, ele comentou exatamente sobre isso. Ele comentou que a ideia era a AWS ser a casa da inteligência artificial, tanto a nível de infraestrutura quanto a nível de guardrails. Tanto que, primeiro, a primeira grande parceira dela, a Anthropic, que é uma spin-off da OpenAI, né, os caras saíram da OpenAI e criaram a Anthropic, com o poder ali de você colocar limites, né.
Então você tinha ali os guardrails lá mais corporativos dentro da Anthropic por padrão. Dentro da AWS você colocou isso dentro do Bedrock com guardrails e deu mais superpoderes para você conseguir proteger ali o que você ia disponibilizar. Como a inteligência artificial ia fazer aquilo, o que que ela ia processar. É a minha visão de tudo que a AWS está fazendo agora de trazer mais o restante das outras, das outras empresas para dentro do Bedrock, é sim da U transformar a AWS na casa da inteligência artificial.
Sabe que tipo tem uma visão de que quem ganhou mais dinheiro no século 18, quando a gente, século, no final do século 19, quando a gente tava tendo a caçada e por ouro, né, nas minas, quem ganhou mais dinheiro não foi os mineradores, foi quem tava vendendo o quê? Tava vendendo pá e calçadinhos para os mineradores. E quem ganha mais dinheiro, a ideia de quem ganha mais, quem vai ganhar mais dinheiro com inteligência artificial não é necessariamente quem cria os melhores modelos ou quem cria os melhores FMs, é os fundeiros dos moldes.
É o quê? É quem cria a melhor infraestrutura. E nesse ponto, a gente, ela tá alguns passos à frente do restante da galera, com certeza. Então, minha opinião, isso é que, cara, estão navegando muito bem. Não para agora, né? Agora já estão colhendo bons frutos, mas para que 2, 3 anos, cara, acho que a BYD está bem à frente aí do restante, do restante das outras empresas.
A facilidade é muito grande, né? Eu desenvolvo alguns agentes e assim, para eu colocar um sistema em produção é muito simples, totalmente serverless, próprio agente core. Enfim, é muito simples, muito simples mesmo.
É, amém, amém! Gosto de coisa simples, tem muita coisa para pensar. Boa! E a gente deve ver se essa parte essa parte do lançamento do OpenAI, né, dentro do Bedrock. Tem mais alguma novidade interessante, Will?
Temos também uma bem interessante agora, que é um novo modelo que vai estar disponível dentro do Bedrock, mas, né, não é para todos, né? É assim, é um pouco complicado hoje, né, segundo a própria desenvolvedora, fornecer esse modelo para qualquer pessoa, para qualquer empresa, né? Então tá chegando no Bedrock para alguns tipos de enterprise, o Cloud Mythos, né? Se alguém não ouviu falar ainda sobre ele, né, até tivemos ali um episódio, tudo acabou acontecendo ao mesmo tempo, né?
Teve vazamento lá da Anthropic com Cloud Code, logo na sequência eles comentaram ali sobre o poder, né, do novo modelo que eles desenvolveram, que era o Cloud Mythos, que é muito focado na parte de segurança, de pentestes, né? Então temos esse novo modelo chegando aí também dentro do Bedrock.
Maravilha! É, o Mythos é um Amex Centurion, né? Só quem— você vê um cartazinho preto com um indiozinho na frente, você sabe que esse cara pode. É só para quem pode mesmo. E realmente, eu acho que de tudo que eu ouvi do Mythos quando ele teve lançamento, ele é bem poderoso, né? Acho que não teve uma— quando é assim que ele lançou, a gente fez uma um podcast sobre inteligência artificial com o Jack, e a gente comentou um pouco sobre ele.
Deve ser o episódio 3 ou 2 ali desse ano, tá, cara? E novamente, tá, você viu que aqui eu nem sabia que tinha essa opção dentro da AWS, que é o Gated Research Preview. Para mim era só preview e GA, era isso. Não, agora tem um, cara, aqui é para poucos, né? Tem tipo Só se você for escolhido entre os semideuses que você vai poder utilizar esse modelo, né? E faz sentido, até porque o Mythos, por tudo que ele tá sendo vendido, ele é bem poderoso mesmo, né? É quase um hacker 100% autônomo supremo ali para fazer análise de segurança.
Muito bom. Então, galera, eu acho que puxando o gancho da gente tá falando um pouco de Cloud Mythos ali, a gente pode falar um pouquinho sobre os agentes da AWS também, né? A AWS lançou o AWS Security Agent ali. E qual que é a intenção deles com o Security Agent? É literalmente você ter um agente ali para apoiar você, principalmente na parte de pentest e análise de segurança ali dentro, tanto da AWS quanto em repositórios de código também.
Então você consegue dar acesso a o Security Agent dentro dos seus repositórios do GitHub, por exemplo, GitLab, coisas do gênero, ele consegue fazer uma análise de segurança, procurar alguma falha e apresentar isso para você. Não só dentro do código, parte de infraestrutura também, a parte de IAM, policies, a parte de redes também, ele consegue analisar tudo e trazer para você possíveis riscos de segurança que você tem. E não só trazer, Mas se você autorizar ele, ele corrige também, cara.
Eu tinha visto de um esquema de pen test também dentro do Security.
Ele consegue fazer também, além da análise. Se você quiser fazer um pen test apontando para alguma aplicação específica sua ali, ele vai atrás de procurar alguma brecha ali também, cara.
Legal, hein? Teve o Security Agent, teve outro agente da AWS também lançado no mesmo período, né?
Foi literalmente, acho que no mesmo dia, foi o DevOps Agent. Mas a ideia do DevOps Agent é literalmente apoiar mais no troubleshooting, eu diria, pela minha experiência. Então você tem, por exemplo, um problema hoje numa aplicação que tá dentro de um cluster EKS, não necessariamente precisa ser um ECS ou Lambda, ele consegue pegar todos os logs daquela aplicação. Você vai falar, não, eu preciso que você analise a aplicação Y dentro do cluster X.
Logs, ele vai lá, ele vai puxar todos os logs, se tiver no CloudWatch, se você tiver um repositório externo, por exemplo, se você usa Datadog, ele vai lá no Datadog também, se você autorizar, puxa os logs e ele faz uma análise geral até ele encontrar para você o que que tá acontecendo ali.
Mas aí você conecta o Datadog dentro do DevOps Agent?
Dentro do DevOps Agent. Lá dentro do DevOps Agent você vai ter uma tela de gerência e lá você cria o seu agente. É quando você cria ele, você consegue selecionar as conexões que você vai fazer. Então você cria uma conexão geral dentro daquela conta em específico ou de outras contas também, e você consegue conectar repositórios, sistemas de monitoramento e observabilidade ali também. E ele consegue fazer uma análise de um contexto 100% geral ali, e ele vai fundo.
Se você deixar ele ali, ele Vai embora e cobra caro também, né? E cobra muito caro, tá?
É normal.
Cuidado com essa parte.
Normal, cara. Puxando o gancho, o Ruíto, falando especificamente sobre o Quick, né? O Quick na verdade ele é uma plataforma, ele evoluiu, né? Ele era o Charmander, agora era um Charmeleon. Então ele vem ali do Amazon, do Amazon Quick, que era a ferramenta de BI da AWS, né? E aí a ferramenta de BI da AWS, ela evoluiu agora para ser uma suíte de inteligência artificial, similar ao que a gente vê com cloud, similar ao que a gente vê com ChatGPT.
E uma das novidades que saíram agora em maio foi de que agora o Quick, ele tem, você consegue habilitar agente de IA para o New Relic. O que que na prática isso quer dizer? Que ao invés de você estar com problema às 3 da manhã, você precisa acessar o New Relic, verificar log da aplicação A, verificar log da aplicação B, verificar o dashboard de chip de zone Z para achar o problema. Com a integração com o Quick agora, você entra dentro do Quick e você consegue interagir com ele, bem similar ao DevOps Agent, sobre o problema.
Então você não vai pesquisar o problema dentro do New Relic, você entra dentro do Quick, você faz uma pergunta para ele: onde está o problema? Ou quando o problema começou a acontecer? E baseado nisso, ele vai olhar: cara, o problema começou a acontecer de latência, Às 3 da manhã dentro dessa aplicação. Você interage novamente, beleza, quero ver os logs do banco, ele traz os logs do banco. Quero que você correlacione os logs do banco com os logs da aplicação e me traga a causa raiz, ele vai trazer isso.
Então é bem similar, só pelo que você tá me dizendo, com o que o DevOps a gente faz, só que voltado 100% ali da suíte de inteligência artificial da AWS. Tô dizendo isso por quê? Porque o Quick, além dessa novidade ali do New Relic, ele também já tem conexões diretas para Excel, PowerPoint, Word. Então se você entrar agora dentro do seu PowerPoint, por exemplo, e lá na parte direita onde tem suplementos, você consegue pesquisar o Quick ali da AWS e você instalar o Quick dentro do seu PowerPoint ou dentro do seu Excel.
Ele já consegue montar tabelas ali, consegue montar apresentações dentro do PowerPoint. Diga-se de passagem, ele é melhor do que o ChatGPT para fazer apresentações. Mas ele tá um pouco abaixo do Claudio ainda para fazer apresentações. Na minha opinião, Claudio ainda é a melhor ferramenta se você quer fazer apresentações no PowerPoint. E ou seja, o Quick agora você consegue fazer isso, sacaram? Mas tipo, Quick é a ferramenta da AWS, né?
Eu preciso ter uma conta na AWS? Eu preciso instalar? Sim, você precisava até dia 30 de abril. Então na prática, de 28 de abril, na prática agora você não precisa de conta na AWS para você criar o seu Quick, você só precisa de uma conta do Gmail, uma conta no GitHub, ele já tem alguns planos de graça ali para você fazer a utilização aí agora. Então antes você precisava de fato ter uma, ter uma conta na AWS, colocar o seu cartão de crédito, instalar, dar o subscription ali dentro do Quick.
Agora não, com a conta do Gmail você já consegue ter acesso ali às ferramentas do Quick de forma 100% autônoma, né? Bem mais prático, sem sombra de dúvida, né, cara?
É, falando sobre ser autônomo, a principal ideia do DevOps Agent é que ele trabalhe sozinho. É que, por exemplo, 3 horas da manhã você tem um alerta de CPU, por exemplo, ele vai e atua sozinho nesse alerta para você. Ele vai identificar a causa raiz desse cara e vai atuar sozinho para você. É um SRE de verdade, é literalmente ser um SRE. Esse tipo de função eu ainda não testei, mas eu quero subir alguma coisa e puxar alguma máquina lá, gerar erros para ver o que que ele faz, qual tipo de ação ele toma na hora ali.
Porque eu cheguei a utilizar ele para a gente fazer uma análise de alguma coisa que já estava ocorrendo, mas eu não deixei ele 100% autônomo ali gerar um alerta de CloudWatch, deixar ele agir para ver o que que ele vai fazer. Mas a ideia dele é essa, ele um SRE trabalhando ali para você.
Quero muito ver isso funcionando, cara, muito mesmo. Inclusive, a gente precisa fazer uma live sobre isso, sobre o Devolve Sem Gente, para ver isso funcionando. E aí, gente, vamos, vamos caminhar para as novidades um pouco mais quentes agora. O Cairinho já falou sobre uma novidade muito quente dele, que era a parte de, de transforme. Aí ele E eu vou falar a minha, a novidade, pelo menos da parte de data que eu mais gostei, tá?
Teve duas aqui bem interessantes. Vou começar com o ElastiCache no VaultKey. Então, só para dar um contexto para vocês, o ElastiCache no VaultKey, ele foi uma resposta da AWS para o movimento que a Redis fez em 2024. Então, a Redis, ela deixou de ter uma licença BSD, que é uma licença 100% gratuita, open source, né, para ter uma licença SSPL, que é uma licença sabor comercial, né? Ela é semicomercial. Então o que que isso quer dizer?
Que ela pode, se você usar comercialmente e você precisar de uma licença, ela vai te cobrar ali, eu acho que até $50.000 no ano. Então o que que a AWS, a Uber, elas fizeram? A comunidade, ela fez um fork do Redis e chamou esse fork de Volcay. E o Volcay, ele já tá começando a ser utilizado ali dentro de algumas, de algumas empresas. Como eu disse, AWS e Uber, por exemplo, já estão utilizando um para fazer essa parte de cache. Novidade agora é que a gente lançou, né, a AWS lançou a 9.0.
Qual que é a grande vantagem aqui dentro do Volcay? Primeiro, você não tem licença, ele é 100% open source, ele é 40% mais performático, ele é full-time search, se eu não me engano. O que significa? Que ele trabalha com vetor, basicamente, né? O Redis não trabalha. Para você conseguir fazer isso, você precisava do Elasticsearch. Não confunda Elasticsearch com ElastiCache. Elasticsearch é uma coisa, ElastiCache é outra, tá? ElastiCache é o serviço da AWS, Elasticsearch é um produto mesmo, um open source de mercado ali para você trabalhar justamente com o full—
que inclusive aconteceu algo muito similar com a licença do Elasticsearch, que fizeram fork e agora existe o OpenSearch.
Exato, exatamente. E aí a novidade aqui é que já tava suportando 9.0, o ElastiCache Valkey ele é 20% mais barato do que o Redis. Então se você tá usando Redis hoje, você consegue fazer esse trade-off para dentro do Vulcay de forma 100% gratuita, tendo mais performance e mais barato, tá? Então o que eu deixo de vocês aqui é façam ali o trade-off para Vulcay, porque acaba sendo uma vantagem gigante. E para fechar as minhas novidades aqui, não menos importante, um RDS para SQL Server só para Sky Server, ele já tá suportando compartilhamento de snapshots com armazenamentos adicionais entre contas.
Cacete, que nome gigante, né? Que novidade gigante ali para você comentar. O que isso quer dizer na prática? Antes dessa novidade, o que você precisava fazer quando você tinha uma estratégia multi-contas? Então você tinha sua conta de produção, tinha sua conta de homologação, você quer pegar, fazer a migração do que você tem em produção para levar para homologação para fazer algum teste, e você tinha o SQL com vários volumes, você precisava tirar o snapshot do seu RDS na mesma conta, pegar esse snapshot, fazer o dump dele, mandar para outra conta ou compartilhar com outra conta e montar essa conta, esse snapshot dentro da outra conta.
Isso tinha um problema: quando você tinha volumes adicionais dentro do RDS, você precisava montar exatamente na mesma ordem, o que já acaba gerando overhead ali. Na prática, se a gente tivesse falando de volume ali de aproximadamente 200 GB, você demoraria entre 4 a 6 horas para fazer isso. Como a novidade, você não precisa tomar todos esses passos. Você consegue dentro da conta já compartilhar o seu snapshot com a outra conta que você tem.
Isso a AWS ela faz 100% gerenciado, ela já monta todos os volumes adicionais para vocês na outra conta. Então você reduz o seu time ali de 4 a 6 horas para algo na casa de 30, 40 minutos. Estratégia boa aqui. E por que isso é interessante? Primeiro, você tem ali uma, em teoria, 40 minutos para você conseguir subir um DR se você precisar. Você tem uma estratégia de pipeline para você conseguir criar um fluxo de homologação, desenvolvimento e produção de uma maneira mais consistente.
E obviamente você ganha toda a parte de privacidade 100% gerenciada pela AWS, tá? Então essas acabam sendo minhas novidades. Essa daqui foi meu top 2. Eu acho que ainda o Valkey, o lançamento do Valkey 9.0, é o meu top 1 para dentro das novidades de data de forma geral.
Antes de colocar só uma observação, acho que sobre essa novidade, porque realmente eu não vi nada escrito sobre isso, e aí eu acho que precisa ser testado, tá? Mas o compartilhamento de snapshot, você não pode estar utilizando a criptografia, a chave default, tá? Tem que ser uma chave custom para você poder compartilhar a chave e descriptografar do outro lado, tá? Então é muito, muita atenção com isso daí, porque senão vai fazer com a chave default, vai achar que não tá funcionando e vai, né, e vai achar que é da funcionalidade, mas é a chave.
É isso aí, é isso que salva vidas, isso, tá?
Obrigado.
Ótima dica, querida. E fechamos aqui, pelo menos, novidades de data, tá? E aí eu acho que tem novidades aqui de data, são as que mais gostei. Mas tem uma novidade que eu gostei mais, que acho que é o que o Brueto vai falar agora.
Seria o Interconnect?
É o Interconnect, porque eu sou de redes, eu gosto de TCP/IP, gosto de máscara de subnet.
E gosta de BGP?
Eu gosto muito de BGP, muito mesmo. Então para mim essa novidade—
então vamos falar sobre Interconnect, galera. A AWS, ela tá tentando fazer o seguinte movimento. Ela começou esse movimento lançando o AWS Interconnect Multicloud. O que seria esse Multicloud? É hoje, quando você precisaria linkar duas nuvens, por exemplo, vamos, AWS e qualquer outra do mercado, você precisaria fazer uma conexão VPN ou alguma coisa do gênero para você conseguir chegar até lá. Agora com o Interconnect Multicloud, eles querem literalmente fazer um Private Link físico para você interligar essas clouds e de uma forma muito simples.
Eles literalmente criaram um workflow de next, next, finish que você vai abrir dentro da AWS, vai avançar, ele vai gerar uma chave para você, você vai lá na sua outra nuvem, atualmente só GCP, GCP disponível, mas a própria AWS falou que vai expandir para as outras também. Pega essa chave, você vai rodar um comando específico hoje dentro da GCP. Hoje só via CLI, tá? Ainda não tem uma interface falando isso para você fazer lá na GCP.
E você vai ativar e você vai ter literalmente uma conexão privada entre as duas nuvens ali. Se você quer trabalhar como multi-cloud e quer interligar essas nuvens para você fazer qualquer coisa sobre parte de DR, alguma coisa do gênero, esse vai ser o caminho para você. E um detalhe importante, Diego, se eu precisar configurar, eu vou precisar configurar o BGP, por exemplo, na mão ali, como que vai ser meu roteamento? Como que eu vou receber rota lá do GCP?
Não, ele já vai configurar para você todo o BGP ali para você já receber as rotas dos dois lados ali. Então se na AWS, por exemplo, você utiliza o Transit Gateway para fazer toda a gestão das suas rotas ali, o centralizador, você vai estar colocando ele ali, ele já vai receber as rotas da GCP para você de forma full route dos dois lados.
Sim, é literalmente, cara. Eu gostei bastante, né? A novidade já foi lançada, na verdade ela foi divulgada no re:Invent do ano passado, né? Ela veio justamente, a minha leitura na época foi de AWS, ela, se você quer fazer multi-cloud, então vem comigo que eu sei que você tá fazendo errado, né? Até porque, para você fazer isso antes, ou você tinha que ter um Direct Connect de fato, ou você tinha que ter uma VPN site-to-site. Sim, e isso fica caro para eles, para ambas as nuvens, e para o cliente no final também.
Então estabelecendo a comunicação física, que já deve existir entre eles, é mais uma forma de você cobrar mais barato e garante que o tráfego fique dentro de casa, basicamente, né? Eu sinceramente, no re:Invent do ano passado, foi a novidade que eu mais gostei, cara.
Eu gostei bastante dessa novidade. E pegando o gancho também, dentro dessa mesma novidade, se você for fazer a conexão entre clouds que estão na mesma região, a AWS tá liberando um link de 500 megabits ali de forma gratuita para você. É tudo que é de graça é bom, tudo que é de graça é bom, mas Eu recomendo, eu acho que o teste vale, sem sombra de dúvida. Hoje, se você quiser fazer esse teste de conexão, essa configuração fica dentro do painel do Direct Connect.
Então você vai acessar o painel lá, vai ter esse Interconnect, você consegue seguir o workflow de lá, tá bom?
Até porque tem muitas empresas que ainda estão utilizando uma estratégia multicloud, né, o Brito? É você ter o seu data lake em outro lugar, às vezes é muito inteligente Mas depender de como, de onde tá o seu BI, faz mais sentido você deixar o dado mais perto do BI, né? Então você tá utilizando o BI no BigSearch, acho que é BigSearch da Google, né? E BigQuery, isso. Se você tá utilizando o seu BI dentro, o seu DW dentro do BigQuery, talvez faça sentido você ter o seu Data Lake lá.
Então se o seu Data Lake tá lá, você precisa ter comunicação com os dados. Utilizando 500 megas de—
não vai funcionar, gente, é muito pouco para fazer isso. Gigabits, você vai precisar de um link muito maior, mas a AWS comentou que o link vai ser de 1 a 100 gigabits.
Amém, oremos, oremos.
Não só na parte de multi-cloud, eles lançaram um outro também que eles chamaram de Last Mile. Quando eu li Last Mile, eu não entendi nada, mas depois que eu fui pesquisar mais sobre, eu entendi. Mas qual que é a ideia, pessoal, do Interconnect Last Mile? Hoje, quando você vai fazer a contratação de um Direct Connect, você vai acessar o seu painel da AWS, o primeiro ponto de contato vai ser com o colocation. Então, colocation, ele vai fazer toda a parte burocrática dele de trazer o link até você, configurar de forma manual todas as configurações de rede que você precisa fazer dentro do equipamento, e você também vai ter que fazer essa configuração manual ali dentro do seu ambiente também.
Qual que é a ideia do Last Mile? A ideia do Last Mile é que a AWS, ela começou pelos Estados Unidos, ela fez uma parceria com a Lumen lá dentro. Então quem já tiver links, por exemplo, da Lumen, ou se a Lumen já estiver próxima a você, a Lumen vai ser responsável por entregar o Direct Connect, que não vai ter mais esse nome, vai se chamar Interconnect para você. Isso vai fazer com que Hoje, se você vai contratar o Direct Connect, o tempo de contratação é muito grande.
Então pode demorar até meses, dependendo da situação ali, por causa da configuração e da infraestrutura. Mas lá nos Estados Unidos hoje, se você, por exemplo, já tiver um link da Lumen dentro da sua empresa e já tiver disponibilidade ali, você vai acessar o painel da AWS e você vai fazer um link de fibra direto a partir daquele próprio cabo que você já tem.
É tipo NET, né? Você chega um cabo, liberou TV, liberou telefone, liberou internet.
Isso, eles começaram com a Lumen e dentro da notícia fala que eles já estão partindo para com a AT&T também. No Brasil eles não comentaram nada, mas eles comentaram que eles vão partir para Europa como segundo case. Mas assim, eu acho que comercialmente falando, principalmente para os grandes provedores ali, isso é uma parceria muito boa. Então eu vejo que logo mais, claro, vivo, pessoal já vai estar entrando junto com eles aqui, a gente vai ter isso disponível aqui.
É, mas segue o fluxo também, né, Bruito? Na verdade, isso é bem importante dizer, que se existe um serviço que não tá liberado dentro do Brasil ainda, Como ele, a AWS, escolhe liberar um serviço dentro de uma região? É baseado nas requisições daqueles clientes. Aconteceu a mesma coisa com Connect, por exemplo. Connect, quando foi lançado, ele lá vai, quase que o pretinho vai quase que é um bloco. Quando o Connect foi lançado, ele não tava liberado no Brasil porque não tinham operadoras para operar o Connect, né, para fornecer Connect.
E aí, a partir do momento que a Embratel, se eu não me engano, foi uma das primeiras operadoras o Connect começou a servir ali como infraestrutura para o Brasil. Deve servir a mesma coisa com o Intercom.
Eu acho que vai ser a mesma coisa.
A partir do momento que os clientes começam a pedir, porque é um serviço interessante, a disponibilidade acaba gerando, né?
Vai ser bem maior.
É, vamos ver aqui no Brasil. Acho que vai precisar de muita parceria e infraestrutura, né? Porque muitos locais aqui, se a gente fala de São Paulo, beleza, Rio de Janeiro tem uma baita estrutura, né, de provedores e link de internet. Agora nem todas as regiões estão tão bem estruturadas. Então eu acho que é um outro desafio.
É, então vamos lá, tá bom. MPLSzinho, traz para São Paulo.
E o Last Mile, mesma coisa do multi-cloud. Preciso configurar meu BGP manualmente ali dentro? Não precisa. Você vai setar o número da VLAN que você vai querer utilizar, ele vai configurar um ASN que você quiser, e ele vai fazer a configuração do BGP para você.
É o que a gente tava falando no começo do PHP, quando a gente tava falando de PHP, você trazer toda a parte mais burocrática, mais técnica para dentro de onde você precisa. Você vai entregar para o cliente, só vou entregar para minha mãe lá na paróquia, ela não quer saber configurar VLAN, ela só quer saber acessar o serviço dela lá dentro do AWS.
Vai ser um facilitador muito grande, porque hoje quando você vai configurar o Direct Connect, você vai ali, você vai configurar o seu link, vai colocar as configurações do BGP, vai criar um attachment de alguma coisa para você levar ele para dentro das suas VPCs hoje. Então a mão de obra manual é muito grande. Então com isso vai diminuir praticamente quase toda a manutenção manual ali.
Maravilha, gente, excelente! Basicamente isso, tá, que a gente teve de novidades entre abril e maio. Estive aqui com Broeto, com Caieiro e com o Will, que já não tá mais aqui, mas ele estava. E espero que vocês curtam, tá? Gostou de alguma novidade? Sentiu falta de alguma novidade? Quer ver mais essas caras aqui? Eu quero aquelas novas. Comenta aqui embaixo, compartilha aqui com a gente que vocês gostaram, porque isso é muito, bastante importante para a gente, o feedback de vocês, se a gente tá fazendo certo ou não, se vocês querem ouvir outras coisas ou não.
Perfeito?
Cheiro no sovaco, até mês que vem!