ESTE É O SINAL QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR! #125
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- A diferença entre cair no pecado e aceitá-lo como normal na vida cristãLuta contra o pecado·Justificação de erros
- A corrupção da igreja de Pérgamo pela tolerância a ensinos que relativizavam a santidadeIgreja de Pérgamo·Idolatria·Paganismo·Doutrina de Balaão·Nicolaítas
- O chamado cristão para a santidade e a rejeição da normalização do pecadoSantidade·Unidade da igreja·Amor verdadeiro
- O perigo da falsa liberdade que permite a prática pecaminosa sob a justificativa da graçaGraça de Deus·Pecado·Corrupção moral e espiritual
- A influência da cultura na percepção do pecado e a imutabilidade da Palavra de DeusCultura·Palavra de Deus·Imoralidade·Falsa santidade
Existe uma grande diferença entre você cair no pecado e você aceitar o pecado como normal. A verdade é que todos nós somos tentados, todos nós podemos falhar, mas existe um momento perigoso quando nós paramos de lutar contra aquilo que Deus chama de pecado e começamos a justificar os nossos erros. Foi isso que aconteceu com a igreja de Pérgamo, uma igreja que estava vivendo em um ambiente profundamente corrompido, um ambiente de idolatria, um ambiente de paganismo e uma forte pressão cultural para que os cristãos daquela igreja se adaptassem à cultura.
Só que o maior problema de Pérgamo o inferno não estava do lado de fora, mas estava sim do lado de dentro dela. E isso começou quando parte dessa igreja começou a tolerar alguns ensinos que relativizavam a santidade. Jesus chama isso de doutrina de Balão e de Nicolaítas. Balão aqui representa exatamente uma estratégia que leva o povo à corrupção moral e espiritual. Já os Nicolaítas promoviam uma falsa liberdade que permitia que muitos vivessem uma prática pecaminosa sob a justificativa de que A graça de Deus permite tudo.
E esse é o maior perigo da nossa fé, quando o pecado deixa de ser confrontado e nós começamos a tratar ele como normal no nosso dia a dia. Primeiro nós dizemos que isso é errado, depois nós dizemos que não é tão grave assim, depois nós já dizemos: não, mas todo mundo faz. E por último nós terminamos dizendo assim: ah não, mas Deus entende, Deus me conhece. O problema é que a cultura tem o poder sim de mudar a nossa percepção sobre pecado, só que a palavra de Deus ela não muda.
Na palavra de Deus, pecado continua pecado, idolatria continua pecado, imoralidade continua pecado, mentira continua pecado, a falsa santidade também continua pecado. O mundo pode até mudar os nomes, pode até criar novas justificativas, pode chamar isso de uma verdadeira liberdade, ou até mesmo dizer que tudo isso é normal. Só que nós precisamos entender que, como cristãos, a nossa referência não é a cultura, a nossa referência é Cristo.
E talvez esse seja um dos maiores desafios da igreja do nosso tempo. Nós não somos chamados apenas para rejeitar aquilo que o mundo faz. Nós somos chamados também para não permitir aquilo que o mundo pratica se torne normal dentro de cada um de nós. Porque uma igreja pode permanecer unida cantando, reunida em todos os cultos, em momentos de oração, e ainda assim praticar coisas que Cristo condena. Pérgamo nos ensina que unidade nunca pode significar tolerância com a corrupção da verdade.
Mas não, pastor, nós somos chamados a amar o nosso próximo. Realmente, o amor verdadeiro não chama o pecado de certo, a graça de Deus por si só ela não transforma o pecado em liberdade. Deus ele chama o seu povo para uma vida totalmente diferente do mundo. Ele diz: sejam santos porque eu sou santo. Ser santo aqui não significa que você tem que ser perfeito, mas significa que você pertence a Deus e caminha rumo a um caminho que te leva mais próximo do Senhor.
Talvez pode ter acontecido que no meio dessa jornada algumas coisas que você anteriormente não tolerava pela palavra de Deus e hoje passou a tolerar e precisa encontrar esse confronto hoje. Então faz o seguinte, não ignora esse sinal. Quando Deus confronta, ele não tá tentando nos destruir, ele simplesmente está nos chamando de volta.
Verbo