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AFETIVIDADE NO SEIO DA FAMÍLIA

09 de maio de 202651min
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A importância de praticar a afetividade no relacionamento familiar, como mecanismo de estabelecer e manter um ambiente saudável na família. “Ouça, seja abençoado e se possível compartilhe”. Pr JORGE HYGINO

Participantes neste episódio1
J

Jorge Hygino

HostPr
Assuntos7
  • Relacionamentos FamiliaresDefinição de afetividade relacional familiar · Desajuste de afetividade e desfuncionalidade · Comparação com afetividade com irmãos da igreja · Exemplos bíblicos de conflitos familiares · Necessidade de arrependimento e transformação
  • Conflitos Familiares e Exemplos BíblicosCaim e Abel · José e seus irmãos · Jacó e Esaú · Abraão e Ló · Sara e Hagar · Davi e Absalão · Filho pródigo
  • Evitar Agressividade e Promover o PerdãoAgressividade verbal e física · Dependência emocional · Padrão de agressividade em famílias cristãs · Perdão incondicional · Renúncia da razão em prol da paz
  • Desenvolvimento da Compaixão FamiliarParábola do filho pródigo · Crítica ao filho mais velho · Graça sobrepõe a justiça · Transformação através da compaixão
  • Respeito à Individualidade e DiferençasDeus nos fez diferentes · Obrigação de respeitar o outro · Dificuldade em conviver com diferenças · Amor ao próximo como a si mesmo
  • Oração e Transformação FamiliarPedido de perdão por comportamentos inadequados · Busca por sabedoria e compreensão · Ser ponto de partida de transformação
  • Tipos de atividade físicaDistanciamento emocional pela falta de contato · Ósculo santo como beijo de reconciliação · Amor e cuidado como base familiar
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Temos a Junta Mundial de Missões e hoje nós temos 2.502 missionários neste mundão do Senhor Jesus pregando o Evangelho. Mas esses missionários, essa obra é sustentada pela Igreja do Senhor.

pela igreja do Senhor, por você, por cada um de nós. Essa obra é sustentada por oração, essa obra é sustentada por ofertas missionárias encaminhadas para a convenção, para ali o sustento missionário dessas pessoas. São vários países do mundo que nós estamos presentes ali, divulgando a palavra de Deus. Então...

Em breves tempos nós vamos estar recolhendo uma oferta missionária para mandarmos para a junta de missões, para que possamos abençoar esse trabalho em vários lugares deste mundo. Amém? Que Deus abençoe. Abra sua Bíblia, na carta de Paulo aos Filipenses, capítulo de número 2. Versículos 14 e 15.

Perdão, Romanos 14, 19. Romanos 14, 19. Diz o texto sagrado. Por isso, esforcemos-nos em promover...

tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua. Amém? Que Deus nos abençoe. Pai, em nome de Jesus, nós entregamos este tempo ao Senhor, pedimos a Tua direção, a Tua capacitação, a Tua bênção, e que nós possamos, ó Deus, refletir.

através da ministração da palavra desta noite. Como anda a nossa caminhada espiritual no seio da nossa família. Assim oramos e agradecemos em nome de Jesus. Amém? Certa vez eu fui impactado com uma frase lida.

que diz, famílias não se quebram de repente. Elas se desgastam aos poucos diante da negligência silenciosa. E isso é uma realidade. Famílias não se quebram de repente.

quando se chega ao extremo de um rompimento de laços familiares, pode ter certeza, por detrás disso...

Há várias situações que foram negligenciadas, que não foram tratadas e, muitas vezes, ao contrário, houve investimento de negligência para que se chegasse àquela realidade dolorosa, triste, que é a destruição de uma família. Por isso...

A gente precisa, como membro de uma família, estarmos atentos à nossa postura como parte desse núcleo, desse projeto tão importante criado por Deus. Eu tenho aprendido, irmãos, que pela vivência prática, pelas conversas,

pela realidade de vida deste mundo que a gente está aqui peregrinando, caminhando, que nós, como igreja do Senhor, precisamos fazer uma reflexão da nossa vida em relação ao nosso comportamento como membro de uma família.

E dentro desse sentido, o Senhor colocou no meu coração falar um pouco sobre afetividade no seio da família. Afetividade no seio da família. E é uma realidade bíblica.

E eu fico maravilhado com a Bíblia Sagrada, porque ela não traz apenas as coisas boas, os bons exemplos, as boas atitudes que o ser humano pode realizar. Mas a Bíblia, ela nos escancara comportamentos de muitas famílias cristãs.

que não representam afetividade relacional. Por isso, irmãos, a gente precisa, em primeiro lugar, pensar o que é afetividade relacional familiar. A afetividade vem de afeto.

Afetividade é o conjunto de ações representadas pelos laços emocionais, espirituais, materiais, manifestado pelo cuidado, compreensão, atenção, respeito, solidariedade.

que fundamentam as relações familiares e que se sobrepõem aos vínculos biológicos. O que é que ele está dizendo aqui? Que se a gente não viver dentro do seio da nossa família, essa afetividade,

de cuidado, de amor, de zelo, de atenção. Dentro de todos esses contextos, por consequência, algum outro comportamento não digno, nós estamos praticando no seio da nossa família.

A gente só vive essa efetividade, ou melhor, essa afetividade familiar, só praticamos ela quando realmente nós vivemos um testemunho de fé e uma vida prática de obediência naquilo que o Senhor nos ensina, através da sua palavra.

Existe na vida de muitos crentes, na vida de muitas famílias, desajuste de afetividade. E eu quero dizer para você, aonde não há afetividade, há desfuncionalidade.

Se você não vive no seio do seu relacionamento, a afetividade pode ter certeza que aquela frase que me chamou a atenção, do desgaste silencioso que ocorre no seio da nossa casa, pode ocorrer no seio da sua família.

É por isso que nós precisamos prestar muita atenção à nossa vida, ao nosso comportamento, às nossas reações dentro do seio da nossa casa. Eu considero que muitas vezes nós temos mais afetividade e muitas vezes nós temos mais afetividade.

com irmãos da igreja, que devemos ter, do que aqueles pertencentes à nossa família nuclear. Tratamos melhor os de fora, no sentido de que são irmãos nossos, mas não fazem parte do nosso grupo familiar orgânico. Tratamos melhor esses,

do que aqueles que fazem parte do seio da nossa família. A gente poderia dizer que nós somos mais cordiais com os de fora do que com os membros de nossa família. Por isso que a gente precisa repensar.

a nossa vida como agente de afetividade dentro do núcleo familiar. E é uma avaliação, um autoexame que nós precisamos fazer na nossa vida. Como é que têm sido minhas reações, meu comportamento?

minhas respostas, meu tom de voz, agressividade, violência verbal, aí você vai falar para mim assim, mas irmão Jorge, na casa de crente, não acredita e não acontece isso não. Eu quero dizer para você que acontece. A Bíblia denuncia que isso acontece.

e a gente vê vários personagens, quando chegou um determinado ponto, eu cansei, eu falei assim, vou parar aqui, porque senão vou cansar os irmãos. Aí tem Caim e Abel, primeiro conflito familiar por falta de afetividade, impulsionado por uma inveja que nasceu no coração de Caim.

cometeu o primeiro homicídio na face da terra. José e seus irmãos. José era o favorito do pai Jacó. E, diante disso, da inveja dos irmãos, aquele jovem foi vendido.

Nós temos em sequência Jacó e Esaú, marcado por uma rivalidade intensa entre os irmãos, além do que o favoritismo paterno. A mãe Rebeca preferia Jacó, e Jacó e Isaac preferia Esaú.

Preferências dentro de casa que tirava a prática da afetividade. Abraão e Lô, conflito gerado por coisas materiais. Estava caminhando para um projeto de Deus, um propósito de Deus no seio de uma família. Porque através daquela família seriam benditas.

todas as famílias da terra, mas houve um rompimento ali por questão material, financeira, e a gente vê quantas famílias vivem isso hoje. Sara e H, conflito envolvendo ciúmes e disputas entre esposas, além do conflito entre os filhos das duas.

Davi e Absalão, um conflito grave familiar que resultou em uma rebelião de Absalão. Eu vejo ali na questão do filho pródigo, implícito ali uma rivalidade entre irmãos, o filho mais velho guardando ressentimento.

porque o mais novo recebeu a sua herança, e quando voltou para a casa do pai, foi acolhido pelo pai. Tudo falta de afetividade na vida. Por isso, irmãos, a gente precisa parar e pensar, e refletir com muita seriedade na nossa vida.

Talvez os motivos empreendidos aqui, em cada circunstância familiar que foi citado aqui de forma breve, e eu creio que os irmãos conhecem muitas destas passagens, não seja igual a realidade social, a realidade factual da sua casa.

que muitas vezes nos leva a ter comportamentos prejudiciais, e que não demonstra a afetividade que Deus quer que nós vivamos dentro do nosso lar. Por isso, irmãos, a gente precisa parar, pensar,

e entender que nós precisamos nos esforçar diante dos conflitos que existem dentro do nosso lar, existem dentro da nossa casa. A gente precisa se esforçar em Cristo, nos ensinamentos da sua palavra, e caminhar na direção do Espírito Santo de Deus. Porque há...

A afetividade relacional familiar, ela não é praticada por reações humanas, por comportamentos humanos. Ela deve ser vivida.

através das realidades espirituais, dos ensinamentos espirituais, que o Senhor ministra sobre nossas vidas. E que a gente precisa mudar, a gente precisa buscar arrependimento, a gente precisa buscar prática de transformação. Muitas vezes dentro da nossa casa, a gente quer ter razão em tudo.

Você conhece alguém assim? A gente quer ter razão em tudo. A gente se considera como solução de tudo. Quando a gente se enxerga assim, a gente não se vê como problema. E esquece que nós temos os nossos defeitos.

Tem muita gente que carrega um manto de problema na sua vida, mas não se enxerga. Ele pensa que é a solução, é a resposta para as situações. E não é. Porque lhe falta a sensibilidade de analisar a sua vida sobre a ótica espiritual. Do que eu preciso mudar?

Eu preciso me conectar espiritualmente com as realidades bíblicas que eu tenho aprendido, para viver no seio da minha família, e assim cumprir os propósitos de Deus dentro da minha casa. Eu vejo, irmãos, que é possível.

a gente viver assim. É totalmente possível a gente praticar a afetividade dentro do nosso lar. Porque nós temos o Espírito Santo de Deus, nós temos a palavra, mas para que a gente possa viver isso.

a gente tem que entender algumas realidades práticas que precisamos colocar no direcionamento da nossa vida. Como nós podemos fazer isso? Que essa seja a sua pergunta. Como é que eu posso viver isso no meio da minha família, se eu tenho...

um pai difícil, ou eu tenho uma irmã difícil, ou eu tenho uma esposa difícil, ou eu sou difícil, meus filhos são desobedientes, o meu contexto familiar todo só tem eu de crente, a desfuncionalidade é muito grande no seio da família, meu pai não tem preparação, minha mãe não tem preparação, e eu penso que eu já tenho...

um entendimento, e aí eu vivo naqueles naqueles conflitos. Isso tudo tem solução. Só não tem solução quando a gente não busca a direção de Deus. Estava pensando hoje sobre isso, que o que é que nós podemos fazer

para viver essa afetividade no seio da nossa família, para que os propósitos de Deus sejam realizados no seio da nossa casa. Por quê? Se não houver a afetividade, será um campo de desfuncionalidade. Famílias desfuncionais. Está sim.

Cada um com seu defeito. Família disfuncional quer dizer o seguinte. Tem dez membros. Cada um com seu defeito. Ninguém se trata e vira aquele balaio de gato de confusão dentro de casa. Então a gente precisa, como membro dessa família, conhecedor da palavra de Deus, portador do Espírito Santo do Senhor.

conhecer os membros da nossa família, os seus defeitos e qualidades. Por isso que eu quero deixar aqui como primeiro ponto para você aprender a viver essa afetividade. É que você respeite a individualidade do outro.

Somos diferentes. E somos diferentes porque Deus nos fez assim. Grande problema nosso é que a gente não respeita a individualidade do outro. Aí você vai dizer assim, mas eu não sou obrigado a. E eu quero dizer, você é obrigado sim. Porque se você é um membro da igreja do Senhor, conhece a palavra do Senhor, você tem que respeitar a individualidade do outro.

Salmista no Salmo 139, 13 diz, tu criastes o íntimo do meu ser. O que é que fez a gente? O que é que fez a gente? Deus. Deus nos fez. Nós temos características em dose, nas exógenas, ou seja, adquiridas pelas sociedades e na nossa história, contraída pela nossa história de vida. E o pecado...

que nos acomete, que nos abate na nossa formação. Mas Deus sabe quem nós somos. Deus nos conhece. E nós fomos feitos por Deus. Ele que nos formou no íntimo dos teus seres e me teceste no ventre da minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável.

Tuas obras são maravilhosas, disso tenho plena certeza. Quem fez isso? Quem falou isso? Davi. Um homem segundo o coração de Deus, que cometeu inúmeros atos comportamentais, de desajuste, de falta de afetividade, que contaminou e que prejudicou a sua família.

Por isso, irmãos, com sabedoria, você precisa reconhecer que nós somos diferentes, nós temos características, caráter diferente um do outro. E é muito fácil...

a gente se dá bem, amar aquela pessoa que não pisa no nosso pé, não é? É mamão com açúcar você conviver com um irmãozinho dentro de casa, com um irmão que não te incomoda, que não te causa problema, que não é ovelha negra. A Rita Lee falava que ela era a ovelha negra da família. Mas eu quero dizer que na família não mais existe.

Tem muitas ovelhas negras dentro da família. Muitas. Porque quando a gente não se sintoniza como cristão no nosso viver diário, nós somos ovelhas negras. Mateus 22,39, ele diz que nós devemos amar a história. Diz que você não taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka taka

ao próximo, como a nós mesmo. Isso inclui quem? Aqueles da nossa? Ponto. Mas não se esqueça que você tem defeitos. Mas que você mesmo com defeito, você é amado por alguém. Por muitas pessoas e por Deus. Então a gente...

com os nossos defeitos, tem pessoas que nos amam. Deus também nos ama. E por consequência, a gente precisa amar os outros. Quebrar essa resistência do nosso coração, que nos prejudica a nos relacionar com membros da nossa família. Eu conheci alguns irmãos de uma igreja,

dentro da mesma núcleo de congregação, que não se falavam há anos. Vocês acreditam nisso? Irmãos da mesma igreja nuclear, que não se falavam. Que afetividade tem, que testemunho você dá?

porque não sabiam conviver com as diferenças, com as individualidades do outro. Se a gente não souber viver com as individualidades, você vai ter um campo de guerra, de conflito e de destruição dentro da sua casa. Por isso que a gente tem que aprender. E aprender é respeitar.

as diferenças, e reconhecer que mesmo com essas diferenças, todos nós somos iguais, perante Deus. Ter mulher querendo mudar o marido, ter marido querendo mudar as características da mulher.

Tem pai que não tolera o comportamento dos filhos. Filhos que não toleram o comportamento dos pais. Olha que confusão. E a gente sabe que isso é realidade. Pessoas do mesmo núcleo que têm dificuldade de se relacionar.

Mas isso acontece porque a gente entra no campo do conflito, isso ganha corpo. Você não tem jeito, você não presta, olha o seu testemunho, olha o seu comportamento, você não faz nada que preste, e só vai depreciando o ambiente familiar.

E a afetividade, o cuidado, o amor, o zelo, o respeito, passa a largo desse relacionamento. Por isso, minhas irmãs e meus irmãos.

quando a gente gira a chave da nossa mente em relação às nossas ações, às nossas reações comportamentais com aqueles os quais nós convivemos dentro do nosso núcleo familiar.

que a gente passa a respeitar, que a gente passa com sabedoria a conviver com as diferenças, eu quero dizer para você que portas abertas são abertas, portas são abertas para você começar a viver um tempo de intimidade.

quando você começa a respeitar, quando você começa a conviver com as diferenças, respeitar as diferenças, e não entra em conflito por causa delas. Por consequência, essa intimidade, ela gera paz e liberdade no ambiente familiar. Muitos ambientes familiares,

não tem paz, não tem segurança, não tem alegria, não tem saúde, por causa dos conflitos estabelecidos por um não respeitar as características do outro. No dia que você me disser que uma pessoa mudou o comportamento da outra, as características da outra, nós vamos fazer um estudo especial.

Escrever tese, porque até hoje, só quem muda o coração do homem é Jesus Cristo. A gente, através das nossas atitudes, dos nossos comportamentos, a gente vai contribuir.

para uma ambiência melhor dentro do nosso lar, a paz dentro do nosso lar, um convívio melhor, relacional, e testemunhar naquela vida que talvez não conheça Jesus, para que ela possa ver em nós uma vida transformada e se interessar para conhecer o Senhor. Por isso, irmãos...

É muito necessário essa prática, porque se você não o fizer silenciosamente, como foi dito aqui há pouco, silenciosamente, famílias vão se quebrando. Famílias vão se quebrando e se desgastando, até chegar a um termo final de uma consequência negativa.

Outro ponto que eu quero deixar com os irmãos. Evite as agressividades. Como é que Deus vai realizar propósitos dentro da minha casa, no seio da minha família, a qual eu devo viver numa perspectiva de futuro?

Se eu não vivo um presente saudável, eu vivo com agressividade. Segundo Timóteo 2, 23 a 26 diz.

Evite as discussões insensatas e absurdas, pois você sabe que elas só provocam brigas. O servo do Senhor não deve andar metido em brigas.

mas deve ser brando para com todos, apto para ensinar, paciente, disciplinando com mansidão, os que se opõem a ele, na expectativa de que Deus lhes conceda não só um arrependimento para conhecer a verdade, mas também um retorno à sensatez, a fim de que se livrem dos laços do diabo, que os prendeu para fazerem o que ele...

Esse texto, ele responde as nossas dúvidas de forma clara. Ele nos mostra os comportamentos que nós devemos realizar de forma clara. Porque aqui é questão de atitude, de comportamento, de disciplina, prática de vida. Se a gente assim não viver...

A gente viver ao contrário, se expondo na prática de atos agressivos, verbais, físicos, emocionais. Tem pessoas dentro de famílias que estão doentes por dependência emocional.

presos por dependência emocional, prisão emocional, não pode. Isso não é de Deus. O jeito de tratar, o jeito de falar, tudo é com tom de voz elevado. Não há amor, não há carinho, não há respeito, não há cuidado. Nada justifica...

A agressividade não sei da família. Cristal. Porque a gente conhece Deus. A Bíblia é bem clara. Se livrem dos laços do diabo. Quando você age assim, você está dando espaço aos laços do diabo dentro da sua casa. A Bíblia fala, irai-vos, mas não pequeis.

O problema não é se irar, porque nós somos humanos, mas é você levar a sua ira a cometer atos de pecado. Certamente dentro da nossa casa nós temos problemas relacionais, dificuldades, conflitos. Isso é naturalíssimo. São circunstanciais, é da vida. Mas a nossa resposta não pode ser.

a resposta agressiva, com ira, os nossos comportamentos, nunca. Porque a gente aí dá lugar ao diabo. Só que isso muitas vezes, irmãos, e eu conheço, se tornou um padrão dentro de muitas casas. Padrão na casa de muitas famílias cristãs.

A agressividade, a falta de paciência, a falta de cuidado, a falta de amor, dentro desse contexto todo de afetividade. E o pior de tudo, irmãos, que isso cai tanto na rotina, que acaba sendo o padrão natural dentro da nossa casa. A gente acaba se acostumando com o que não presta.

E não pode ser assim, de jeito nenhum, a gente não pode encarar essas coisas como natural. Você nunca pode ser agente dessas situações dentro da sua casa. A agressividade nunca deve passar por ações e reações sua.

Pare, pense, conte até 10, sopre, peça a direção do Espírito Santo, saia. Mas tenha cuidado com o que você fala. Tenha cuidado com o que você está semeado no seio da sua família. E a gente precisa muito disso. Dessa temperança cristã, fruto do Espírito. Domínio próprio. Fruto do Espírito.

E isso acontece na nossa vida, a proporção que a gente vai praticando essa transformação. Veja como tem sido as suas reações dentro da sua casa. Provérbios 15,1, ele diz, a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.

Palavra agressiva que machuca, que causa dores, que causa tristeza, que causa trauma, que causa marcas, que causa mágoas. E a gente carrega isso para o resto da nossa vida, por causa de situações agressivas que nós passamos por membros da nossa família.

Não seja você o algóis na vida de um ente familiar. Seja você canal de bênçãos, seja você um pacificador, seja você um abençoador dentro da sua casa, mas não com algóis, de jeito nenhum. Não se permita que os seus comportamentos, as suas atitudes venham prejudicar a história de seus filhos, de seu casamento, de sua família.

A gente precisa tirar toda essa agressividade que muitas vezes a gente traz do nosso histórico familiar e a gente precisa cuidar e se libertar disso.

Para que a gente possa viver assim, a gente precisa aprender a praticar o perdão. Colossenses, ele é bem claro quando nos diz, suportem uns aos outros e perdoem-se mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem também uns aos outros. No seio da família, o perdão tem que ser incondicional.

Não se discute. Quantas vezes eu devo perdoar meu irmão? Às vezes, quantas ele pecar contra mim? Às vezes, quantas ele me magoar? Eu devo perdoar? Quantas vezes eu devo perdoar o meu irmão que me magoou? Eu. Você pode ter razão. Mas o perdão tem que partir de você. Porque é você que tem a graça, você que tem a misericórdia, você que tem o Espírito Santo do Senhor em sua vida.

razão, senso de razão, senso de justiça própria, dentro da família, não vai resolver problema. Nunca vai. Porque você está lidando com pessoas com características diferentes. E a sua razão e a razão do outro podem estar em conflito. E um bom servo do Senhor, ele renuncia.

O bom servo do Senhor, ele perdoa. Perdão, ela traz na sua razão uma expressão perda. Você está perdendo aquilo que você achava dentro da sua justiça própria, que você tinha direito. Mas eu estou abrindo o perdão, eu estou abrindo mão da minha razão, dos meus direitos, para trazer a paz.

A gente precisa, irmãos, praticar esse perdão, porque todos nós temos as nossas fraquezas e imperfeições, e não podemos esquecer do grande perdão que Deus derramou sobre as nossas vidas.

Quando a gente faz essa reflexão, não tem a ação que veio contra nós, dentro do seio da nossa família, que nos deva sustentar em mágoas, anos e anos e anos e anos, nos destruindo, nos consumindo e consumindo a nossa família. Precisamos nos libertar disso. Por último, a gente precisa desenvolver a compaixão.

por todos. A afetividade, ela tem que trazer em nossos corações, a compaixão. Eu não me esqueço aqui da parábola do filho pródigo, que todos nós conhecemos. Como o filho mais velho, ficou embrutecido.

ficou raivoso, ficou indignado com o comportamento do pai ao receber o outro irmão, que de forma nababesca foi para o mundo e gastou todos os bens da sua herança. E quando retornou sem nada, perdido, mas com o coração quebrantado, aquele jovem não aceitou, aquele jovem discordou o irmão mais velho.

sem que houvesse a compaixão no seu coração. A gente no seio da nossa família enfrenta muito disso. As pessoas erram, desviaram, pecaram, tomaram prejuízos, trouxeram prejuízo para o seio da família.

E muitas vezes a gente está lançando no rosto, lançando na cara das pessoas. Porque você fez isso, você fez aquilo, você fez isso, você fez aquilo. Você não tem autoridade, você não tem comportamento, você não tem testemunho. E é aí que a gente lança em rosto. E por consequência não vive a compaixão dentro da nossa família.

Não tem jeito. Nós precisamos disso. O verdadeiro crente, ele tem senso de compaixão, por mais grave que tenha sido levante contra a nossa vida. Por mais grave que trouxe prejuízo para a nossa vida. Por mais que a gente ache que tem razão. E muitas vezes temos. Mas a gente precisa ter compaixão acima de tudo.

A palavra do Senhor diz que a graça se sobrepõe à justiça. A graça do Senhor se sobrepõe à justiça.

E a gente tem que manifestar essa graça através da compaixão na vida dos nossos membros, dos membros da nossa família. Nós somos magoados com muitos dos nossos familiares, da nossa família nuclear. Mas quando a gente entende a graça de Deus, a gente aplica a compaixão.

A gente transforma o nosso coração para abençoar outra vida e traz um ambiente de paz, um ambiente saudável para o relacionamento familiar. Segundo aos Coríntios 6,12.

A gente aprende dentro do conteúdo desse texto, que nosso afeto por vocês não tem limites. Diz o apóstolo Paulo, a igreja de Corinto. Vocês é que estão limitando em seus afetos por nós. Aquela igreja com toda dificuldade, com toda complicação, Paulo abre a boca e diz, nosso afeto por vocês não tem limite.

Nossa compaixão, meu amor por vocês não tem limite. Talvez você pense assim, mas eu não sou bobo não, pastor. Comigo não tem essa não. Errou comigo, eu vou pagar o preço. Não, não é assim.

Você quer crescer no Senhor, quer ver sua família saudável? Comece pela transformação do seu comportamento. Siga com a transformação do seu entendimento. Eu fiz um destaque aqui para a gente encerrar. A falta de afetividade física no contato pessoal, familiar.

gera distanciamento emocional. A gente vai perdendo o amor, vai perdendo o carinho, vai perdendo o respeito, chegando ao ponto de isolar a pessoa. E olha só que estrago é na vida da família. Paulo, ele, ao encerrar algumas de suas cartas,

Ele fala assim, eu deixo para vocês um ósculo santo. Vocês imaginam o que é um ósculo santo? Ósculo quer dizer beijo. Um beijo santo. Na cultura judaica, o respeito, o carinho, a satisfação.

A atenção, o cuidado manifestado com o outro, era dar um beijo na face do outro. Judas traiu Jesus com um beijo. Mas nosso beijo é um beijo santo.

É um beijo de reconciliação. É um beijo de amor. É um beijo de cuidado. É um beijo de compreensão. Nós somos chamados para ter compreensão com os da nossa família. Até no dia que você fala assim, eu já fiz tudo o que eu já pude fazer. Mas no outro dia você acorda e fala assim, Senhor, aumenta a minha fé, aumenta a minha força, aumenta o meu amor, para que eu possa continuar amando essa pessoa.

É decepção por decepção e amor em cima do amor. Aonde abundou o pecado, superabundou a graça. A saúde da sua família.

a graça da sua família, a paz no seio da sua família, o desenvolvimento dos propósitos de Deus no seio da sua família, passa por nossa atitude comportamental de afetividade em relação ao meu próximo. Amém? Que Deus nos abençoe, que Deus nos dê sabedoria e que a gente...

Pense profundamente no sentido prático, dentro da nossa casa, dentro do nosso casamento, do nosso relacionamento com os nossos filhos e familiares. Como é que eu tenho vivido? O testemunho tem que partir de você. O testemunho tem que partir de você. O testemunho tem que partir de você. Que Deus te abençoe. Amém? Vamos nos colocar em pé, vamos orar e agradecer ao Senhor.

você tem a oportunidade de fazer a sua oração a Deus, em especial pedindo ao Senhor que te traga a memória, aquela pessoa da sua família.

que você tem tido uma resistência, uma dificuldade, está em conflito, algum irmão, alguma irmã, filhos, esposo, marido, tios, parentes, que você está com o coração travado, que você está com o coração magoado, para que o Senhor te liberte desse sentimento, que te traga a paz, e se você...

sentir o desejo, o procure, peça perdão, para que você não se adoeça, para que você não adoeça a sua família, não prejudique a sua família, e viva o padrão de Deus dentro da sua família. Em nome de Jesus. Pai, nós oramos nessa hora, pedindo graça ao Senhor, para que o Senhor nos dê sabedoria e vivermos a afetividade relacional bíblica.

dentro do seio da nossa família. Nós te pedimos, ó Deus, perdão muitas vezes por exaltarmos, por sermos agressivos, por sermos duros, por sermos difíceis, por não haver compreensão nas realidades dentro da nossa casa.

Mas que o Senhor mude o nosso entendimento, mude as nossas ações e reações, mude o nosso jeito de falar, mude o nosso jeito de olhar, mude o nosso jeito de conviver, nos dá compreensão espiritual para que a gente possa viver melhor com o nosso próximo.

Deus tenha misericórdia de nós, mas nós queremos acertar, nós queremos testemunhar do Senhor, nós queremos nos alegrar com a nossa família, e que a gente possa ser o ponto de partida de transformação dentro da nossa casa. Nós louvamos o Senhor, e assim te agradecemos, em nome de Jesus. Amém? Que Deus te abençoe, que você tenha uma sequência de semana maravilhosa, mesmo com as dificuldades da vida, que o Senhor te abençoe, te dê força e renove seu ânimo.

Tenham todos uma boa noite debaixo da graça do Senhor. Aleluia.

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