Episódios de Garou Nordeste

A Orquídea-Negra - EP. 13 - Lobisomem: O Apocalipse 5ed

15 de agosto de 20262h47min
0:00 / 2:47:18

Saudações, Garouzada! Na sessão de hoje, a alcatéia retorna da Comunidade Anahí, pronta para agir, agora com dois novos membros para concluir o serviço contra a Wyrm! A Orquídea-Negra é uma crônica ambientada em João Pessoa, na Paraíba, onde os jogadores interagem com a realidade do apocalipse e os terrores do culto do sol manchado, que move suas peças no xadrez da batalha pelo fim do mundo. E pra finalizar, se você gosta do nosso modelo narrativo, se te arrepia se imaginar no lugar dos personagens das nossas crônicas, você sabia que temos mesas comissionadas acontecendo nas terças, quartas e quintas??? As aventuras são personalizadas e o mais incrível de tudo: Você tem acesso ao SEGREDOS DA FÚRIA, um Site exclusivo para a crônica, contendo fichas automatizadas e guias interarivos para ajuda no preenchimento dela, além de rolagem de dados! E não para por aí! O Site tem todos os dons, fetiches, rituais e loresheets que saíram até agora nos materiais da quinta edição de Lobisomem!

Participantes neste episódio7
I

Ivan

HostComentarista
Z

Zé da Lua

Co-host
B

Binho

Convidado
I

Irmão Galego

Convidado
J

Juliana

Convidado
P

Paula

ConvidadoAssistente social
P

Pedro

ConvidadoJornalista
Assuntos12
  • Ataque à Casa do Major· SociedadeInvestigação na Casa·Descoberta de Papel·Major Anacleto
  • Investigacao Casa do Major· SociedadeMajor Fernandes·Segunda Inquisição·Lixo Tóxico em Ilha·Gênesis
  • Resgate de Pedro na UmbraPerda do Lobo·Ritual de Travessia·Cura de Danos Agravados
  • Ritual de Passagem e Umbra· ReligiaoSocorro Espiritual·Travessia da Umbra·Espelho como portal
  • Confronto com Lobos Negros· EntretenimentoAtaque à Casa·Cães de Caça·Muro em Colapso
  • Busca por Ajuda do Pajé· ReligiaoFelipe Luoto·Cobra Coral·Medicina com Plantas
  • Invocação do Rei Zumbi· ReligiaoFalha na invocação·Espírito de Correntes·Combate contra espírito
  • Conflito com Facções Criminosas· SociedadeBica·Caern da Bica·Caern da Mata do Buraquinho·Homem com tatuagem na cara
  • Apresentacao de Novos Membros· SociedadeGui Calvão·Rei Zumbi·Patrono Trovão
  • Ações e Planejamento da Alcatéia· SociedadeRecuperação de Fúria·Uso de Armas de Fogo·Caça e Sobrevivência
  • Ameaças e Alertas· SociedadeLobos Negros·Cães de Caça·Segunda Inquisição
  • Conceitos da Garou· EntretenimentoWyrm·Weaver·Corruptora·Gaia
Transcrição675 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

É, vocês fizeram um trabalho hercúleo para tentar transformar, descobrir quem era Garu ali dentre os dois irmãos gêmeos, e descobriram que os dois eram Garu, né? E aí teve todo um cuidado de vocês, achei isso incrível, cara, para tentar transformar eles sem traumatizar eles. Eu achei uma das melhores sessões que a gente já jogou, inclusive essa última. Dificilmente conseguirem Foi foda. E aí a gente acaba com vocês. Vocês também ensinaram, levaram ele, ensinaram o que conseguiram, né, durante aquela noite.

Levaram eles até a Umbra. Eles, o patrono chegou até eles, né, o Trovão, que é o patrono dos Senhores das Sombras. Para decepção de nossa preso de prata. E aí no outro dia vocês receberam um conjunto de informações que são aquelas informações que estão lá no começo do chat do lado do site, né? Vocês fizeram uma discussão breve a respeito disso e o dia começou assim. Vocês ainda não viram E agora, agora mesmo me pegaram porque eu não lembro o nome.

É Pedro e Paula, né? Vocês não viram ainda Pedro e Paula ainda? Eles ainda estão lá na Reserva Nahí lidando com essas informações que vocês viram, né? O Felipe viu essas duas primeiras notícias aí pelo telefone, né? Olhou de alguma mídia social e o Nosso amigo Zé da Lua, ele recebeu um SMS do Arnaldo Pérez, nosso melhor amigo vampiro, que todos estão dizendo que é um ventriloquo, mas nós não sabemos ainda, e talvez nunca saibamos, dizendo a respeito das ações da Segunda Inquisição que tomou o Cayenne lá dos Presas de Prata, lá o Pilares dos Céus, lá do Recife.

E que eles estão em atividade. E aí rolou até uma certa preocupação da parte do grupo, porque vocês lembram de haver um livro, um livro antigo com muita coisa lá, né? E se esse livro caiu nas mãos da Segunda Inquisição, existe um problema gigantesco, talvez tão grande quanto a Orquídea Negra. Enfim, é um dia quente como de costume. Vocês escutam o canto dos pássaros, vocês escutam o som daquela comunidade viva, as pessoas andando e transitando.

Vocês estão na casa do Irmão Galego. E aí eu acho que é com vocês agora, vocês têm um diálogo, um direcionamento para o que vocês querem fazer. Fiquem à vontade, tá?

?Voz B

Bem, me parece que as coisas estão começando a andar, né? Os nossos aliados, os nossos contatos desse mundo, que eles começaram a fazer uma coisa.

?Voz C

Pedro e a Paula já foram apresentados para o Rei Zumbi?

?Voz A

Não.

?Voz C

Ah, então acredito que devemos apresentar o Pedro e Paula para o Raiz Zumbi. É importante. E olha para a cara do nosso teúrgico, que não é um teúrgico, é um galhardo.

?Voz D

Falo para o Ivan que ele é o Aron mais teúrgico que eu conheço. Com essas palavras.

?Voz C

É importante o patrono conhecer os novos filhotes.

?Voz E

Sim, quer saber como é que vocês vão fazer isso, né?

?Voz C

Um ritual de passagem, ritual de Eu posso tentar.

?Voz D

Não tem um negócio que a gente pegou dele? Um facão, um negócio assim?

?Voz A

Não, ele é o irmão galego que deu para ele, tá? Ele transformou a lâmina em prata e falou que devolvia quando vocês se mostrassem merecedores. Eu até achei que você ia dar a sua faca também, que eu fiquei, caralho, todo mundo de espada, de de peixeira de prata aí.

?Voz D

Aí eu também pensei, mas já tinha feito mesmo.

?Voz C

Mas vamos lá, Leiv de Cuerrola, que é uma peixeira.

?Voz D

Peixe aí, a clássica brasileira. Eu queria saber se a gente tem alguma coisa que remete ao zumbi, ao Rei Zumbi, porque eu posso fazer um ritual para tentar atrair ele.

?Voz A

Essa é invocação de espíritos, né? Nesse caso você precisaria ir até a Umbra, tá, para fazer isso, fazer essa invocação. Aí, tipo, respondendo sua pergunta já, né, não, vocês não tem nada assim do Rei Zumbi, mas você pode, sei lá, carregar uma intenção, fazer algum improviso, né, para tentar invocar ele.

?Voz C

Vamos chamar então Pedro, Paula, para andar com a gente.

?Voz D

Não é muito perigoso? Todo mundo que anda com a gente tem medo de morrer, né?

?Voz B

Acho que é mais perigoso eles estarem sozinhos.

?Voz C

E nós estamos vivos. Eles precisam entender porque lobos são fortes em matilha. Tá aqui, Alcateia.

?Voz D

Agora é Alcateia.

?Voz A

Vocês vão lá chamar eles? O que é que vocês fazem? Dá fotinha atualizada aqui que agora é dia, né? Boa, boa, boa.

?Voz C

Sim, vamos falar com eles, vamos chamá-los para que possam conhecer de uma forma mais ordenada a Umbra, já que Paula acredito que deve poder já vislumbrar alguns elementos.

?Voz A

Eu entendi que vocês vão até lá, né? Vão sair da casa e vão até lá, correto? Pedro e Paulo, né?

?Voz E

Com vocês.

?Voz B

Eu acho que é importante também a gente dar escolha para eles, né? Se eles forem acompanhar a gente também.

?Voz C

Vocês querem, né?

?Voz A

Total, a gente dá escolha, a gente dá escolha. Como se vocês tivessem outra opção, mas assim, vocês tivessem, vocês iam querer, né, gente?

?Voz C

Vamos, vamos falar com eles.

?Voz A

Vocês atravessam, né, aquela comunidade. As pessoas já têm uma familiaridade um pouquinho menos distante dos outros dois. Você nota isso, Mungalinga? O pessoal faz um opa. Né, vocês atravessam ali o caminho desde a sua casa até a casa de Pedro e Paula. Você não vê a Jaci por ali, também não vê a que tá lá, não é Alice, né, a que tá lá é a Marília. Você não vê a Marília também lá. Vocês chegam na porta da casa deles e qual não é a surpresa de vocês, eles estão lá No mesmo, nos mesmos lugares que vocês encontraram na primeira vez.

Vocês veem que parece ter uma conversa acalorada, empolgada entre os dois. Quando eles veem vocês, eles param. Aí pronto, a gente vai tirar a prova agora. Aí a Paula olha para vocês, fala: bom dia, bom dia, filhotes. Eu tava discutindo aqui com meu estimado irmão que se a Weaver aprisionou a Wyrm, ela é uma vilã tão perigosa quanto a Wyrm. E aí o Pedro e eu estava falando para minha estimada irmã que o maior inimigo a ser combatido é a corruptora, que é quem destroça tudo. E os dois param e ficam olhando para vocês.

?Voz C

Realmente cada um pode ter uma interpretação diferente disso. De verdade, cada tribo ou mesmo alcateia ou mesmo grupos vão ter visões diferentes do que é mais mortal. Em minha opinião, ao huir, já está em tudo. Nós já perdemos a guerra, a guerra já está perdida, mas nós iremos nos fortalecer, reconstruir a nação, e para isso voltar a lutar. Mas já a boa luta, uma luta grande, não uma guerra aberta.

?Voz B

Mas o que ele falou tá certo, andar vermelha consideraria que a Weaver é a grande vilã, pois a Weaver aprisionou e enlouqueceu a William. Mas Normalmente, no meu ponto de vista, hoje a Uini é o principal problema porque ela está em tudo, não tem como. Ela entrou tal nível de, ela entrou um tal nível de crescimento acelerado que desequilibrou todo o sistema.

?Voz A

Então a Uiver tá em mim também. A Paula, a Wismi, né, no caso. Então a Wismi tá em mim também.

?Voz B

Nós todos temos assim, todos nós, tá?

?Voz A

Então se eu ajo contra a Wismi, ela tá dentro de mim, ela sabe tudo que eu tô fazendo. Vocês veem que vão ser umas perguntas tipo assim muito, não, e também são tipo Filosofia da Garway nível 1. Não pago essa cadeira ainda, né?

?Voz B

Esses conceitos, eles são— quando a gente pensa em Mild, Iver, Wim e Mild, a gente tem que pensar em conceitos antes de pensar em criaturas, tá? Na criatura da Winnie, é claro que ela não sabe o se passa na sua cabeça. Mas quando a gente fala que todos nós temos esses 3 conceitos dentro de nós, é que como todos somos seres de Gaia, em todos os seres por ela criados tem um pouco dessas 3 coisas entrando em equilíbrio. A questão é que a gente tente equilibrar sempre esses 3 elementos dentro do nosso ser.

Um véio saindo da espiral negra já se perdeu para o mundo, se entregou totalmente.

?Voz A

É, o Pedro, ele abaixa a cabeça depois que você fala isso, e ele parece experimentar antes de falar para si mesmo. Ele fala: do jeito que vocês falam, parece que é uma missão suicida. Contra um inimigo muito maior do que a gente, uma coisa muito maior do que nós. E tipo, eu, vale a pena, entende? Ele pergunta.

?Voz D

Eu falo para ele que tem, que também tem muita gente do nosso lado, ou por exemplo Espíritos que vocês conheceram estão do nosso lado, tá?

?Voz B

Acho que depende muito e tem da posição que cada pessoa quer escolher, se a pessoa quer morrer como um coitado ou se quer morrer tentando fazer alguma coisa. Maldito morrer como um herói, mas Eu acho que morrer de forma gloriosa já seria importante.

?Voz A

Paula olha para você e ela fala: então eu acho que eu escolho morrer fazendo alguma coisa que nem você fez por nós, pelos nossos pais. Eu não quero não fazer nada. Eu quero revidar.

?Voz C

Esse é um bom exemplo. Nós lutamos para que existam crianças que possam crescer. Nós plantamos algo que nós não vamos ver florescer. As gerações futuras vão ver novamente Gaia viva.

?Voz A

E por onde a gente começa?

?Voz C

O Pedro fala, tendo nosso patrono, ele patrono que também vai ser de vocês se vocês escolherem andar conosco como uma alcateia. Alcateia, lobos andam em alcateia. E por isso lobos são fortes, patrono como o trovão.

?Voz D

Eu vejo que ele dá—

?Voz A

quem pariu o Mateus, que ele embale, viu, meu amigo?

?Voz E

Ele faz o—

?Voz A

e aí o José da Luna toma.

?Voz D

Eu vejo que ele dá essa respirada assim. Amanhã rola então. Esses é o que a gente chama de tribo. Esses são os espíritos maiores, são os mais próximos do espírito da criação, que é Gaia. E existem outros espíritos que estão na ordem hierárquica, um pouco abaixo, mas que são muito poderosos também. Os espíritos trabalham com hierarquia, eles não têm vontade, eles têm a sua trabalham através de conceitos.

?Voz A

Tá, tá, eu acho que eu entendi, acho que eu entendi. E nós usamos esses espíritos ao nosso favor nessa batalha?

?Voz D

É, ou eles usam a gente, nós não sabemos ao certo.

?Voz A

E aí a Paula olha para você e fala: eu prefiro usar do que ser usado. E aí vocês já começam assim, tem uma Tereza surgir.

?Voz D

Gostei, eu gosto, eu dou uma risadinha, eu gosto, gosto dela.

?Voz A

E nós iremos atravessar a Umbra de novo, é isso então? Você vê lá, vem um sorriso. O Pedro parece estar um pouco, parece ser mais recluso, sabe, uma pessoa menos empolgada. A Paula é bem mais empolgada visualmente e ela fala A gente pode tentar?

?Voz D

Podem sim, eu vou auxiliar vocês. Vou só fazer vocês fazerem exatamente como a gente fez da outra vez. Mas antes, deixa eu fazer um pequeno ritual aqui. E aí eu já começo já a fazer o rito do socorro espiritual, né?

?Voz A

É claro, cada sucesso que você tiver, para além da dificuldade Faz com que vocês jogadores fiquem uma cena a mais na umbra sem gastar, sem ser consumido por ela, sem precisar gastar força de vontade.

?Voz D

Como é que vocês leem? Qual que é a dificuldade?

?Voz A

Eu acho que tem uma dificuldade fixa aí, né? Ou é o nível da película? Acho que a dificuldade 3 é fixa, eu acho.

?Voz D

É, a dificuldade básica do hit é igual ao número de participantes, nunca inferior a 3.

?Voz A

Então a dificuldade é o número de participantes. Então você tem 5 pessoas participando do ritual aí, mano.

?Voz E

A dificuldade é 5.

?Voz D

Não, mas diminui a dificuldade, não aumenta não, não, não, não. Tem muita gente.

?Voz A

Vamos lá, deixa eu abrir logo a vela.

?Voz D

Não, não faz sentido. É igual o número de participantes. Não faz sentido. É isso mesmo, é, né?

?Voz A

O número de participantes, socorro espiritual, né?

?Voz D

Entendi. Quanto mais gente que eu vou fazer o ritual, mais difícil é. Faz sentido.

?Voz A

Então você vai fazer, vai fazer com dificuldade 5, mas você vai adicionar 4 participantes ao ritual. Isso quer dizer que você tem 4 dados de fusão adicionais além da sua soma de sabedoria mais etiqueta. Cara, é etiqueta, velho.

?Voz D

Eles aprenderam a fazer da última vez?

?Voz A

Aprenderam. Você não, o Socorro Espiritual não. Eles aprenderam a Só digitar. 5 sucessos! É a segunda vez que isso acontece comigo, tá ligado, mano? Inclusive, como é que você faz esse ritual, Zé da Lua?

?Voz D

Esse ritual eu passo assim, vou passando a mão na cabeça de cada um assim, né? Tipo assim, massageando assim.

?Voz A

Podia dar uma tapa na cara do Ivan, né, que o ritual dele toda vez faz vocês apanhar.

?Voz D

Não é mesmo? Não, no Ivan eu vou dar um soco. Aí, brincadeira, sabia, né, velho?

?Voz A

É para ficar tudo escurião.

?Voz D

Aí depois eu faço, aí depois enquanto isso vou entoando umas cantigas antigas assim. Em idioma garoto. E é isso aí, só vou fazendo isso, falando algumas palavras.

?Voz A

E enquanto vocês se sentem mais predispostos a atravessar, vocês vão ficar uma cena lá sem ser consumido pela umbra, tá? Vocês, se, como eu já descrevi da outra vez, né, vocês se sentem quase que sendo chamados para atravessar. Você vê que quando essa sensação toma conta de vocês, vocês se olham. A Paula, ela já levanta, já coloca a cadeira de plástico para dentro. O Pedro também. Eles parecem apontar lá dentro, né? Vocês não entraram ainda, para um espelho. E a Paula faz Eu quero tentar por aqui.

?Voz D

Eu bato palminhas silenciosas enquanto eu vejo isso.

?Voz A

Você vê que ela parece tomar dianteira naquele ritual. O Pedro, ele parece não tá tão seguro quanto ela. Ela parece— vocês já viram uma cena que tem do— uma cena não, imagem que tem no W5? Que é um crino segurando o espelho assim. E aí, tipo, ele tá vendo a umbra para além nesse enquadramento do espelho. É isso que ela tenta fazer. Ela tenta, ela tira o espelho da parede e tenta, tipo, enquadrar todos a ponto de todos se enxergarem, entendeu? Tal qual você faz para tirar uma selfie.

?Voz C

Foda.

?Voz A

E aí, quando ela faz isso, ela Olha atentamente para o espelho, você vê o olho levemente tremendo, e ela fala: eu sou uma teúrga e ordeno que a passagem se abra. E um piscar de olhos, tipo, vocês estão do outro lado da ombra com ela. Ela olha para trás, abre um sorriso como se estivesse profundamente satisfeita. O Pedro acena com a cabeça.

?Voz C

Muito bem, muito bem.

?Voz A

E o Pedro fala: e agora?

?Voz D

Eu olho, agora eu falo: vou fazer outro ritual aqui agora, observem atentamente. Aí chamo os dois para observar. Agora eu vou fazer o ritual aqui. Invocando, tentando invocar o zumbi. Beleza, eu pego um tipo uma cordinha que eu tenho no meu bolso assim, ó, e aí eu simulo amarrando as minhas mãos assim e eu desamarrando elas com força assim, como se eu tivesse me libertando, sabe? E aí eu ofereço essa corda partida, tá?

?Voz A

Achei interessante para caralho. Aqui também fala, né, só explicando para tu também, João, é que se você não tem um item para invocar o espírito, se você conhecer o nome dele, você também consegue invocar.

?Voz D

Beleza, vou jogar aqui então.

?Voz A

Então vamos ver aqui a dificuldade, né? Que ele prediz. Não tem dificuldade. A dificuldade tem mais a ver com o poder do espírito. Para você trazer o Rei Zumbi para diante de vocês, você vai ter que ter outra grande façanha, certo? Você vai ter que tirar pelo menos, pelo menos 4 sucessos nesse seu teste.

?Voz D

Nossa Senhora! São 3 participantes no ritual?

?Voz A

São 4, né? É o Irmão Galego, o Ivan, Convidar todo mundo.

?Voz D

Beleza. Quantidade de participantes que conhece ritual: só eu conheço. Dificuldade: qual que é a dificuldade? Deve ser o número de sucesso do tipo.

?Voz E

Tá, vamos lá.

?Voz D

Ó, rapaz, eu tô bom hoje, hein?

?Voz C

Em cima!

?Voz D

Ah não, mas foi uma falha brutal, não foi?

?Voz A

Caralho, velho! Exatamente, foi uma falha brutal.

?Voz D

E eu vou invocar o bicho oposto aí, galera, no fundo do mato.

?Voz A

Quando ele parece descer o ritual, vocês começam a escutar o som de correntes, correntes e mais correntes ao redor de vocês. Correntes grossas, grossas, que se arrastam assim. O ferro roça entre os nós e dá uma certa sensação de desconforto diante de vocês. E de repente, uma criatura composta apenas, única e exclusivamente de correntes. Imagina um monte de correntes embuluadas umas nas outras assim, com pontas soltas aqui, acolá.

Ele se ergue diante de vocês. Claramente é um maldito que foi invocado ali, velho. Dá para considerar que isso é tipo, é um espírito?

?Voz C

É, não é?

?Voz A

É sim, espírito maldito. Então eu vou usar o pacto de prata.

?Voz C

É porque aqui é dom.

?Voz A

Parque Tudo de Prata. Vamos lá, vamos ver se faz sentido, hein? Não obteve sucesso. Não, não, mas aí foi só um teste de fúria, né? Eu entendi, tá? Entendi o que você quis fazer. Só que ele, o espírito, não vai ignorar os outros. Vocês veem que as correntes começam a se projetar na direção de vocês. Vocês infelizmente vão ter que Lutar contra esse espírito, meus amigos. Isso não pode fugir não, sair da onda. Então podem fugir, só que tem que tecer o ritual lá, e o ritual vai demorar um pouco.

Então assim, pelo menos um voo noturno. Eu dou um passo à frente, olho para eles e falo: vamos embora daqui.

?Voz C

Eu falo que Deus abençoou com um pacto junto aos espíritos. Alguns ainda lembram deste pacto.

?Voz A

Vamos, gente! Vocês veem que enquanto ele tá falando, o espírito, ele quase que desmancha e vai passando do lado dele como se ele fosse uma pedra. Numa correnteza, que nem a água desvia de uma pedra, ele desvia de você completamente, Ivan. E ele tá indo na direção de vocês.

?Voz D

Eu falo para eles: vem todo mundo, vem todo mundo.

?Voz A

E aí, tipo, o que é que vocês vão fazer? Se vocês forem fugir, o espírito ainda vai dar umas duas cipoadas em vocês ainda antes do ritual ser concluído. E aí o ritual também, eu vou rolar um dadinho aí também. De passagem, atravessar um buraco.

?Voz C

O que demora mais, chamar o Rei Zumbi ou sair da ombra?

?Voz A

Então é porque os rituais, eles são longos, né? Eu nem imagino que você consiga fazer o ritual numa fração de segundos de um turno, né? Dois turnos também já é um absurdo, mas tipo, mas tudo bem, eu entendo que até pode ser, né? O momento que você olhar rapidamente assim para algum reflexo ou para alguma coisa, tá brigo de Tá, beleza, vocês teriam que fazer o ritual de invocar o espírito de novo. Pela falha brutal, que foi uma coisa horrorosa nesses dados aí, miraram no zumbi, acertaram na escravidão, tá ligado?

?Voz D

Foi tipo assim, ó lá, eu falo para eles assim de vez em quando, dá errado, tá, gente? Foi para ensinar para eles.

?Voz C

Eu faço e vejo ele passando, eu falo curva. Não sei falar palavrões em russo, esse polonês.

?Voz D

Ó, eu tenho um elorishit aqui de caminhante umbrático, viajante umbrático, certo? O garoto deixa um rastro, pegada de prata, que só ele enxerga. Isso ajuda a achar o caminho de volta através da película quando chega a hora dele retornar. A dificuldade de passar da ombra para o mundo físico com ritual através de umbrático reduz em um. Quando você é o mestre do ritual. Eu vou começar a tentar fazer o ritual e falo para eles se aproximem, façam um círculo aqui, amigos.

?Voz A

São 2 turnos, com 2 turnos ele vai atacar nesses 2 turnos. Quem tiver fazendo ritual vai ter que segurar a peteca e quem não tiver fazendo ritual vai ter que tentar, sei lá, né, tomar a frente, porque claramente deu merda aí.

?Voz C

Protejam o ritual.

?Voz A

Quem diria que E se acontecer, meu Deus do céu! Tu, tu, tu, tu e pulo. Os outros, tô com 3 de mão travada. Tipo, você, você vê que me ajuda no ritual, irmão galego.

?Voz D

Eu peço ajuda para ele, vendo que ele tá machucado.

?Voz A

A Paula também vai ajudar, tá?

?Voz D

Você, nós três.

?Voz A

E aí o Pedro, ele pula. Ele pula, você vê ele virando isco e ele vai atacar, entendeu? E aí, o que é que você vai fazer? Você não, você tá com um de fura, né, Ivan? Eu pulo atrás. É um minídio, né? Um minídio que aqui é totalmente sem noção das coisas. Foram 5 sucessos, tá? Eu vou Vou lá, a força mais briga do Pedro. São 2 dados a menos, né? Então ele falhou, tá?

?Voz D

Nossa, que paria!

?Voz C

Vamos lá, eu pulo tipo no socão.

?Voz B

Você pode usar garra do afiado, mas para ninguém, pode?

?Voz A

Pode.

?Voz D

Ô, mas calma aí, calma aí, calma aí, calma aí, vou pelar para as regras aqui. Então você ganhou um de fúria por causa que começou uma batalha agora, não é?

?Voz C

Não é quando eu tomo dano?

?Voz A

Ganha-se fúria sofrendo dano pela primeira vez no combate. Quando você toca prata, sofre dano de prata. E aí tem esse negócio, né, quando você se sente ameaçado e tudo mais, eu posso até tipo, pera aí, velho, eu tô rodando aqui, mas não tá indo. Colocou a dificuldade?

?Voz C

Ah, não coloquei dificuldade porque eu sou um animal.

?Voz A

Coloca dificuldade 5, tá? E aí quando essa burra assim, beleza, eu sou dados. Isso daqui é a Uru?

?Voz B

Porra!

?Voz A

O ministro dá um socão na escola, filha da puta! Você vê que o comportamento da— que o Ivan não tem noção, caralho! Pô, 7 sucessos em 1 minuto, puta que pariu! Você percebe que o comportamento daquele, daquelas correntes que saem daquele espírito composto de correntes, que você não sabe muito bem o que que é o que nele, é tudo corrente, é tentar prender você. Mas aí você é tão, é tão forte o seu golpe que você dá que você quebra aquela parte daquele grilhão que tá vindo na sua direção.

Mas isso não acontece com o nosso amigo Pedro, e tem algo pior que acontece com ele. Você não sente a reverberação espiritual sobrenatural de Garou emanando dele. Ele perdeu o lobo. Você vê ele desmanchando da forma ispo para forma homenídea diante de você. Mecanicamente falando, ele deve ter feito um teste de fúria para virar isso, falhou, só tem um de fúria, e fez uma ação e perdeu o lobo. E aí ele perdeu o lobo, ele tá ali, tipo assim, se você vê o desespero dele olhando para você enquanto ele é agarrado, você vê os punhos apertando, você escuta treco, quebrou um braço dele.

?Voz C

Ok, rodou o turno.

?Voz A

Eu olho para eles antes de atacar de novo. E aí deixa, deixa eles Vamos fazer o teste, né? Vamos fazer o teste. Aí tem a última ação, que é essa: bateu e correu, entendeu? Só que para todos os efeitos, o Pedro tá preso, tá? Não, relaxa, eu solto.

?Voz D

Rito de passagem das sombras, né?

?Voz A

Vamos lá, rito do travessio.

?Voz D

Bratikan, selecionar o renome, sabedoria, quantidade Participantes, 3.

?Voz A

E a dificuldade é a película, né? Como diminui quando você é um viajante, você coloca 1 mesmo. Na verdade, se você tiver mais de 2 dados para fazer esse teste, você pode escolher metade dos dados e passar sem problema também, né?

?Voz D

Vou jogar aqui, vamos ver. Apesar que vai dar uma falha brutal.

?Voz A

Aí acabou a gravada, vocês estão vendo. Para cada falha brutal é um ponto na gravada.

?Voz D

É, nossa, de novo, cara!

?Voz A

Teve uma falha brutal. Não é que não vai falhar, tá, mas é que todo mundo vai tomar um de dano na gravada quando tiver passando. Eu já vou passar aqui para o Irmão Galego. E para o Ivan também aqui.

?Voz C

Eu consigo sentir que deu certo o ritual, abriu tipo um caminho assim, sabe?

?Voz A

É, vocês veem que a energia do ritual que é conjurada tem muito mais a ver com a energia daquela tempestade umbrata que tá ali próximo. Parece ser um turbilhão assim que vocês vão sofrer para passar, vão sair batendo em tudo. Mas ali ainda nós temos um combate, a tá acontecendo. Eu pulo, eu pulo para agarrar o Pedro e arrancar ele dali, velho. Beleza, você vai fazer um teste aí de força mais briga, porque você tem que superar a força daquela, daqueles grilhões ali, certo?

Da última vez eu rolei 7 dados, eu vou fazer a mesma coisa e eu torço para que você consiga, tá?

?Voz D

Eu também.

?Voz A

Eu tive 4 sucessos. Vou fazer o teste do Pedro aqui. Ai, Pedro, teve um sucesso. Pedro, me dá meu chip! Eu desejo muito boa sorte, tá, mano? Porque o Pedro agora vai para os caralho, porque ele tirou um sucesso só no teste.

?Voz C

Não vai não, mano, dificuldade 4, né?

?Voz A

Dificuldade 4. Vamos lá, 4 não liberta ele, 4 empata em força.

?Voz D

Você tem que gastar força de vontade, gasta força de vontade, eu gasto força de vontade, força de vontade, rerolar 3 dados desses brancos aí, tá?

?Voz A

Você vai lá em teste manual, coloca 3 dados e coloca dificuldade 1. Precisa colocar furo não, que eu já consertei isso também. Dados, e coloco, coloca 3 dados lá em cima no primeiro quadro e depois coloca dificuldade 1 e clica em rolar dados. E eu desejo que você tenha pelo menos um sucesso. Um sucesso! Meu Deus dos céus, como é que você fez isso, mano? Cara, eu seguro, eu seguro ele E fica o bagulho pulando para trás, caindo tipo em direção aonde tá a portinha de saída.

Você vê que a força que você faz, ela também é respondida por aqueles grilhões, e aqueles grilhões apertam e você escuta outro treco nele, tá ligado? Dessa vez foi o fêmur. E aí você puxa, você vê que ele já apagou. Já apagou, caiu apagado já lá ali. Você joga ele para trás, vocês veem ele salvando o bicho. E o que que vocês vão fazer agora, minha gente?

?Voz B

Eu venho correndo para ter portinho, atravessar.

?Voz A

Atravessou a umbra, vocês veem a tempestade quase que despedaçando vocês, né, para tentar explicar o dano agravado. E quando vocês passam, o Pedro cai. Ele tomou todos os danos já que ele podia tomar, ele tá morrendo.

?Voz D

Puta que pariu, velho!

?Voz B

Eu vou para cima dele, ó.

?Voz D

Eu também, eu vou tentar o toque da mãe.

?Voz A

Que hora, Deus? Ó, a dificuldade do toque da mãe, ela tem a ver com o nível de fúria que o cara tem. Todo sucesso que você tira vai ser cura que você vai dar em cima dele, entendeu? Só que se você tirar mais do que a fúria dele, que no caso é zero, ou seja, qualquer sucesso, você pode converter um de dano agravado e curar ele, entendeu?

?Voz D

Entendi. Mas calma aí, eu tenho que ver qual que é inteligência mais glória, né?

?Voz A

Inteligência mais glória, se o número de sucesso exceder a fúria atual do alvo Um único nível de agravado pode ser curado no lugar de um superficial. Tá, ora a Deus aí, vamos para tirar sucesso.

?Voz D

Qual que é a operariedade mesmo? Não tem, né?

?Voz A

Zero dificuldade. Um, pode colocar um, porque é tudo que passar do sucesso aí, cura ele. Vocês vinham a pau desse, esperado, olhando para ele, tipo, você entendeu o que aconteceu, caralho. Cara, ainda assim você é capaz de curar 1 de dano agravado dele, pois você ultrapassou a fúria dele. Isso quer dizer que ele não morreu, cara. Vocês veem, pô, a perna dele em uma posição impossível, tá ligado? Braço dele numa posição impossível.

Fraturas expostas, ele tá sangrando muito dentro da sala, pô. A Paula tava olhando sem entender o que ela vai achar.

?Voz B

Eu entro e começo a falar, começa a falar, entrega os brancos limpos, água quente e para lá. E começa a falar e vou ver o que eu consigo fazer, tipo, socorro.

?Voz C

Você está em médico na aldeia?

?Voz B

Nós temos um pajé, mas agora nesse instante sou eu.

?Voz A

Vocês veem que a Paula, ela tá entrando em estado de choque ao ver o que aconteceu, tá ligado?

?Voz D

Ela não dá, fala para ela, fica calma, ele vai ficar bem. Em uma semana no máximo eu vou aqui com ele, ou se for o máximo se for preciso, a gente fica, eu fico e ele vai ficar bem tranquilo.

?Voz A

E aí, irmão galego, o que é que você pode fazer? Você pode fazer um teste de inteligência mais medicina para tentar converter o que você puder, que no caso vai ser a metade dos seus pontos em medicina, de agravado para superficial. E para isso vocês terão que perder o dia inteiro, porque essa mecânica geralmente faz durante a noite inteira, entendeu?

?Voz D

Ah não, tranquilo, não importa.

?Voz A

Aquele dia você ouviu o vericinho, né? Dificuldade, né?

?Voz D

Eu vou falar de tranquilizar a menina. Eu falo para ela também que infelizmente isso pode acontecer às vezes, que é um lugar perigoso, que às vezes um espírito, a gente tá chamando o espírito e o outro acaba escutando. Só que eu peço desculpas para ela também, falo: me desculpa, não foi minha intenção.

?Voz C

Não é sua culpa, a ombra é perigosa. Isso é uma lição.

?Voz A

A dificuldade é o nível de dano agravado que ele tem para você poder, né? Então você vai jogar com dificuldade 4, tá? Ele tem, eu tô supondo que ele tenha 5 pontos de vitalidade, né? Tem um vigor maior, né?

?Voz B

Então eu entendo que, brother, esse jeito, já que vai demorar o dia inteiro, alguém poderia chamar o pajé da Elba.

?Voz D

A gente tomou 2 de força de vontade por ficar na umbra, não?

?Voz A

Tá sendo, foi o combate e a invocação do espírito, foi isso mesmo. 2 pontos de força de vontade por tá na ombra. Eu vou passar aqui, tá, para você.

?Voz D

Já coloquei, já coloquei, já.

?Voz A

Tá bom, é porque eu não marquei tu não, João. Eu coloquei aqui, coloquei nos dois aqui. Beleza, você vai rolar um dado, né? O dado brutal não pode ser rerolado. Vou gastar seu ponto de vontade aqui, tá?

?Voz B

Ô meu Deus, um dado, dificuldade 1.

?Voz A

Então eu vou passar um de força de vontade porque tu rerolou dado. Vê se, Ivan, Também naquele perto lá.

?Voz D

Tem vários lugares ali que pode gastar também, né?

?Voz A

Ele vai enrolar, vai enrolar, vai enrolar agora. Já tá ali, quem?

?Voz D

Deixa eu ver se eu tenho medicina aqui.

?Voz E

Medicina.

?Voz D

Ué, não tô achando.

?Voz A

É lá no final, no terceiro bloco de habilidades. Você tem Medicina 1. Eu vou permitir que você olha, permitir que você rola um dado. Rola um dado aí que ajuda aí. Rola um dado aí. Aí, se tu tivesse o Usar da Lua, se ele tivesse sucesso, eu somo a sua dificuldade, tá? E você teve 3 sucessos. Se ele tiver um sucesso Quantidade de dados totais 1, dificuldade do teste 1, e rolar dados. Boa sorte! Você rolou 2 dados.

?Voz D

É, foi mal.

?Voz A

A gente precisa rolar de novo esse teste aí, tá? Dados, quantidade de dados totais 1, dificuldade no teste 1. Se tiver bugado o site, porque eu acho que isso já aconteceu contigo— não, deu certo! Um sucesso, filha da puta, sorte do caralho!

?Voz D

Ou seja, tá também para compensar brutal, né?

?Voz A

Tá bom, eu vou, eu vou passar a metade da sua medicina convertida em dano superficial. Zé da Lua, quanto tá te dando de medicina? Pode me dizer, por favor?

?Voz B

Ou nós iríamos passando um do outro?

?Voz A

Eu devo ter confundido o que eu falei, não percebi. Quanto de medicina tem o O Jefferson tem 2, então vai passar 1, tá? Beleza. Então agora ele tá com um marcador zerado, um marcador de dano superficial e 3 marcadores de dano agravado. Beleza. E aí eu vou entender que o que você fez, Felipe, foi tipo aos gritos dele e sangue espirrando para todo lado. A Paula em estado de choque. Você pelo menos coloca os ossos no lugar, faz uma talando assim.

?Voz B

É, um, eu pedi panos limpos e água quente e eu fiz umas talas lá, cara.

?Voz A

Você teve que pegar porque a Paula, ela ficou em um estado de choque considerável. E aí ela, quando vocês falaram e tal, não sei o quê, ela não fez nada, ela só abaixou, pegou na mão do irmão e ficou lá, sabe? Tipo, desesperada. Você fez isso. Enquanto isso, né, isso vai durar o dia inteiro, né? A gente vai ter outras.

?Voz D

Poderia fazer mais um toque da mãe então, já que a gente ficou o dia inteiro lá?

?Voz A

Você pode fazer tantos toques da mãe você quiser, que força de vontade aguentar, meu brother.

?Voz D

Ah, é mesmo?

?Voz A

Olha, deixa eu ver aqui, porque toda vez que você conjura top da mãe você gasta força de vontade.

?Voz D

É, eu já gastei um, né? Então ali, ó, já, já, já, beleza, eu vou gastar, vou fazer mais um então, tá?

?Voz A

Vou lá por aí, mano. Daqui a pouco a gente vai com Ivan aí, vê se vai lá fazer só mais um pelo menos agora.

?Voz D

Vamos ver se vai dar certo, né? Penalidade, nenhuma dificuldade, qualquer mesmo.

?Voz A

É, eu posso colocar um porque o que passar é sucesso. Só que se você tirar, é tirando um sucesso.

?Voz D

Ai, não deu certo. E eu gasto força de vontade do mesmo jeito, né?

?Voz A

Ai, meu caralho, gastou força de vontade sim, caralho. Hoje tá ruim, foi para voltar de novo. 4 danos superficiais, você vai para 5 agora, tá? E você vai ter penalidade aí agora sociais e mentais. Atender agora. Tá bom, vai lá. Ele merece tudo pelo filho, pelo Cleiton, pelo filhota ainda, né, que ele não teve. Dessa vez foram 2 sucessos. Isso quer dizer que você pegou um dos danos agravados dele e curou. E aí você também curou um dano superficial, certo?

Então agora ele tá com 2 de dano agravado só. Você vê que quando você fez essa sua cura, você já viu que parou de sangrar também, por conta também do Felipe. Felipe, você já nota também quando ele faz isso, ele já para de sangrar consideravelmente. Ele acorda porque ele desmaiou nesse processo dessa dor, tá ligado? Olha para vocês assim, se vê tudo ensanguentado. Você vê que ele também tá Claramente nervoso também depois do que aconteceu.

?Voz B

E para ele, fala para ele, calma.

?Voz D

Eu falo para ele, ganhou suas primeiras cicatrizes de combate.

?Voz B

Eu vi ultimamente, já ultimamente comum acontecer isso na Umbra. Infelizmente, um outro espírito escutou o chamado e ele veio até nós. E esse espírito é da Por isso que é um lugar perigoso. Nós pedimos desculpa por colocá-los vocês nisso aí, mas a gente achava importante acrescentá-los para o quadril de nosso padrinho, não, padrinho da nossa arma.

?Voz A

Enquanto isso, Ivan foi buscar o pajé, foi isso, né? O quanto o pajé sabe dessa porra, irmão Galego?

?Voz B

Lá na minha história, foi ele que fez o primeiro, o primeiro ritual que me levou para a Umbra, cara.

?Voz A

Então tá, então beleza, eu vou. Desculpa, não lembrava disso. Ivan, e aí, você—

?Voz C

eu paro a primeira pessoa Pergunto onde viveu, rapaz.

?Voz A

Como é o nome dele, irmão galego?

?Voz B

Agora esqueci, pera aí, tem que ver aqui na minha escola.

?Voz A

Não, então eu acho que nem tem, né? Mas aí, tipo, era mais para, tipo, você, posso chamar ele de Bigão, dá o privilégio para você criar, sabe o nome?

?Voz D

Cobra Coral.

?Voz B

Coloca Moroti.

?Voz A

Tu pode escrever no chat, por favor? Porque tá me abafado, não tem certo.

?Voz B

Noroti. Coloquei Noroti.

?Voz A

Moroti, um M, né? De, é o chat do, do, tá. Moroti. Isso, tá bom. Nós Você vê que a mulher ela fala o Moroti. Ele deve estar na casa dele. Aí ela meio que vai assim a esquina, né? Lembra que eu falei que era uma região afastada, né, do quarto mais rural de onde ele mora, né? Ela aponta para uma direção, tipo assim, que se perde na na trilha, né? Ela faz, ó, você caminha aqui, você vai ver uma casa vermelha, você passa por essa casa, dobra aqui, vai para lá, não sei o quê.

Aí você chega lá e você pergunta para o Moroti. O nome dele é Moroti, viu? Cadê? Cadê o irmão Galego?

?Voz C

Obrigado, senhora. Está na casa dele.

?Voz A

Tá bom, manda lembrança para ele. Depois vou fazer uma tapioca para ele comer, bem gostosa.

?Voz C

Eu também gasto de tapioca.

?Voz A

Aí você percebe que ela fica ali atrás olhando você correr, entende? Tipo, ela sente uma certa olhada, velho.

?Voz C

Me criou animal, velho.

?Voz A

Quando você chega, você consegue direitinho o que ela indicou, tá? E aí, sentada no batente da casa, tá a Amarilha. Amarilha olha para você e faz: e aí, grandão, consiga? Você late. Eu olho e falo: amor, eu te Você vê que ela estranha você não ter, né, devolvido a saudação. Ela aponta para uma direção da porta. Lamento, você escuta povo estranho.

?Voz C

Ela vai sussurrando e entra, tipo, chegou até o batente, né, para dar aquela olhada lá dentro.

?Voz A

Ele tá lá, velho. O cara tá lá sentado, deitado numa rede tomando um café.

?Voz C

Eu bato na porta assim, na batente lá.

?Voz A

Você vê que ele tira os pés, as pernas dos pés da rede, coloca sobre o chão, né? Sentado na rede, olha para trás, aí faz: e, Fábio? O amigo é o amigo do irmão Galego.

?Voz C

Precisamos da sua ajuda, pajé, por favor.

?Voz A

Precisam da minha ajuda em uma situação tensa, uma situação que a gente, eu possa me trocar de roupa e sair. Ele fala isso olhando para você.

?Voz C

É urgente. Temos uma vida em risco.

?Voz A

Você vê que ele salta, já é uma pessoa de idade, né, Felipe? Eu imagino uma certa idade, ou não?

?Voz B

Uns 60 anos, tá?

?Voz A

Você, quando ele chega lá, que aparecer para todo mundo, você descreve ele, tá? A aparência dele. Ele olha para você aí e fala: É, meu filho, eu só vou pedir paciência porque a idade já não me permite correr tanto. Mas vamos, mas vamos. Aí se ele desce, ele faz, Marinho, olha a casa aí, visse, Marinho. Ele vai apressando o passo do jeito dele, sabe, do sessentão.

?Voz C

Eu não adianto, eu não mato, vou do lado dele respeitando os anciões.

?Voz A

E ele faz, você pode explicar o que aconteceu? E para onde a gente tá indo?

?Voz C

A casa de Pedro e Paula.

?Voz A

Ele escuta você continuar.

?Voz C

Pedro está muito machucado. Acredito que algum espírito tenha machucado ele, por isso chamamos o pajé. E na cabeça é tipo, até que ponto eu estou quebrando o véu?

?Voz A

A resposta dele acalenta o seu coração em relação a isso, porque quando essa conversa já tá um pouquinho afastada, longe das pessoas, e ele quase que sussurra com aquela vozinha dele de antigo, então vocês são o que o irmão galego é, né?

?Voz E

Sai.

?Voz A

E o Pedro e a Paula foram envolvidos nisso?

?Voz C

Eles também são.

?Voz A

Ele repete para si mesmo enquanto ele apressa o passo, correndo sem correr. Você vê que tem uma hora que ele para, sabe, respira fundo. Mas assim, em algum momento vocês chegam, o jeitinho, encurtar, né? Você vê que o— e aí você descreve, Valoredo, por favor. Para a gente, irmão Galego.

?Voz B

Ele é um homem cerca de 1,60m, 1,65m, os cabelos pretos ainda bastante presentes na cabeça, menor, não estombrado, pesado assim, fica andando um pouquinho calmo aqui na parte da frente. As tradições bem indígenas mesmo, tipo dos indígenas Guarani, né? E ele é um pouco, ele é gordinho assim, um pouco forte. Meninamente, ele já roupas bastante folgadas, calças bem folgadas, e tá sempre forte.

?Voz A

Tá, ele tá sem camisa. Você vê ele chegando sem camisa, descalço, com uma calça larga folgada. E ele tá, ele toma aquele choque de olhar aquele sangue todo assim, aquele cheiro de sangue sobe também nas suas narinas quando você volta. Ivan também naquela cena. E aí vocês já fizeram, né, todo esse processo aí. Ele demorou mais ou menos uns 40 minutos para chegar, tá? Diferente do tempo que você demorou, muito menos, Ivan. Já talvez você tenha demorado uns 10 minutos mal, mas ele veio mais devagar.

E ele olha e olha para Paula, a Paula olha para ele e eles se abraçam, sabe? Ele parece ver a Paula numa situação um pouco mais desequilibrada, né? Você vê que parece que até a presença dele realmente fez sentido, Ivan Galego. Parece que acalentou o medo que a Paula tava. E ele, ele quase repete as mesmas coisas que você falou. Ele fala: calma, tá tudo bem, tudo bem. Pelo que eu entendi, isso geralmente costuma acontecer, mas eu quero entender mais as circunstâncias.

Vamos lá, o que é, antes de mais nada. E aí ele solta, né, o abraço, um abraço à Paula, olha para o Pedro e faz: você tá bem, Pedro? Pedro, ele abaixa a cabeça, tá meio envergonhado, tá ligado, com preocupação também. E aí olha para você finalmente, irmão Galego, acena para o Zé da Lua e ele fala: o que que eu posso ajudar?

?Voz B

Ele tava lá na situação bastante bom quando o Ivan saiu daqui, a gente conseguiu remediar. A gente queria que, se possível, a gente conseguisse aí estentar ao máximo os sangramentos e aderir melhor no cibo aí, os meios dele, e adiantar cicatrização na medida do possível.

?Voz A

Ele se abaixa com uma certa dificuldade. Vocês escutam os joelhos estralarem quando ele se abaixa. Ele olha para o Pedro, parece olhar com uma visão paternal. Vocês percebem que tem esse refúgio dos dois. Parece que aquele, aquela proximidade que o irmão Galego tinha com eles, que aos poucos foi se afastando, eles se aproximaram, eles aparentemente se aproximaram do pajé, né? Então tem uma figura também importante para eles. Ele é o pilar deles, né, dos dois.

E aí ele abaixa, ele faz: vocês fizeram um bom trabalho, apesar de bem rústico. Vamos lá. E aí ele levanta, parece sair por um tempo. Ele volta com alguns galhos de plantas, né? E aí ele nomeia cada uma das plantas para vocês. Explica para vocês cada uma das propriedades curativas dessas plantas, de forma que, como isso vai demorar um bom tempo, como a gente tinha combinado, tá, vocês, se tiverem pelo menos um ponto de medicina, eu tô disposto a dar para vocês uma especialização em medicina com plantas, porque vocês vão ter um intensivão com ele, vocês vão ver ele trabalhando com as ervas daquele lugar e tudo mais.

E ele vai ensinar isso para vocês. Vocês acham que é interessante vocês adquirirem essa especialização? Então vocês vão lá em habilidade, se tiverem pelo menos um ponto de medicina, né, e colocam lá ervas, né, plantas medicinais, alguma coisa desse tipo, tá? Se já tiverem essa especialização, que eu confesso que eu não sei se o irmão Galego já tem, vocês colocam lá um 2zinho lá. E aí vocês, quando forem usar, vocês podem usar 2 dados da especialização ao invés de só 1, tá bom?

E esse primeiro momento que eu quero adiantar é mais um momento dele falando e vocês ouvindo, e ele conversando a todo momento com o Pedro, conversando a todo momento com a Paula, tentando acalmá-los. Vocês veem que ele tem um papel assim de ajuda para vocês nesse momento, porque assim, é o primeiro contato da merda acontecendo que eles tiveram, né? Então assim, ficaram bem abalados. As horas se passam, e aí você— eu vou tirar um ponto de dano agravado do Pedro, tá?

Ele vai ficar só com um ponto de dano agravado marcado, tá? Os outros marcadores vão ficar livres. E ele agora já tá sentado, você vê que ele tá cansado. Parece que vocês conseguiram terminar, né? Que estavam fazendo. E aí ele olha para você, irmão Galego, e aí ele faz: a gente tem que se preocupar com alguma coisa aqui na nossa comunidade, irmão Galego, diante do que aconteceu?

?Voz B

Não, até onde eu sei, não. Nós viemos aqui justamente para ajudá-los. Esse acidente ocorreu porque nós queríamos apresentá-lo para um espírito que é muito caro para gente, né? Infelizmente, os espíritos do povo chamado, o herenso, tive que assistir. Enfim, temos muito embevejados e decepcionados, só posso dizer isso.

?Voz A

Ele coloca a mão no seu ombro e aí ele fala olhando para vocês dois, né? Para Zé da Lua e para Emma e para também Pedro e Paulo, que já estão ali melhor, melhor, né, acomodados ali dentro da casa, dentro daquela sala. Eu lembro do dia em que o nosso amigo irmão Galego veio até mim e falou sobre as suas questões, seus temores e seu desejo de encontrar um espírito. Eu lembro que foi um grande desafio tentar entender e assimilar tudo que aconteceu.

E eu enxergo isso acontecer de novo com vocês dois. Mas se tem uma coisa que vocês não podem ter, é vergonha de tentar. Vergonha vocês têm que ter de não tentar. Vergonha vocês têm que ter por não lutar. E eu não consigo enxergar pessoas dignas de vergonha aqui nessa E aí ele volta o olhar para você, irmão Galinho, um olhar de afeto também, sabe? Ô, bom, vocês podem contar comigo para o que eu puder ajudar. Vocês enxergam esse mundo, esse mundo, as cidades da Jurema que vocês enxergam são diferentes das que eu enxergo, mas ainda assim eu consigo perceber que há uma conexão e eu tô disposto a ajudar, estou disposto a ensinar vocês dois se vocês também quiserem aprender algo a mais a respeito do mundo, do meu mundo, que possa colaborar com o mundo de vocês.

Ele tá apontando isso para Pedro e para Paula, tá? No caso, você vê que eles acendam, né? Enfim, com vocês.

?Voz B

Possivelmente eu gostaria de aprender um pouco mais de medicina, porque seria muito, seria muito útil.

?Voz A

E vocês pretendem descansar? Já tá tardinha, já chegou. Vocês, noite vem aí, vocês vão ficar aqui mais uma noite? Existe algo mais que eu possa ajudar? Porque, caralho, eu nem almocei.

?Voz B

Ele fala, vamos dar uma limpada mesmo na casa e a gente aproveita fazendo uma comida, Vini.

?Voz A

Todo mundo vai descansar. O Pedro e a Paula, eles quase que impedem você à força de você não se levantar. E aí o Pedro dessa vez vez que fala, ele diz: não, vocês não, a gente. Vocês fizeram muito por nós, deixa a gente tentar ser grato.

?Voz C

Eu vou comprar comida onde tem o restaurante.

?Voz A

Ele faz: não, não, vocês não vão comprar comida, vocês vão provar da nossa comida. A gente quer fazer isso para vocês. Você vê que eles se entreolham, a Paula ela parece acenar com a cabeça. E a Paula faz: a gente faz uma comida boa, velho, precisa comprar comida não.

?Voz D

A perna e o braço dele estão colados de novo.

?Voz A

Então, velho, é a batalha, né, que ele é. Agora tá lá aqui. E aí esse ponto, com um ponto agravado só de dano, ele já tá melhor que eu colado, né? Porra, velho, incrível! Exatamente. E aí tipo, vocês, a gente corta a cena. Vocês estão na mesa, todos comendo como uma família, de certa forma. Patriarca no pé da mesa, ali na ponta da mesa. Vocês estão todos comendo. E se vocês quiserem conversar sobre alguma coisa a mais, né, agora, ou tentar retomar, né, o planejamento.

Não sei se foi interessante para vocês o que aconteceu, mas tentei ser fiel à falha crítica, né, que aconteceu.

?Voz D

A falha crítica desdobra em Insider, né?

?Voz A

E aí, tipo, agora vocês estão sentados, já estão, já estão fartos, já comeram, e aí vocês podem, né, retomar, né, os objetivos, os planejamentos novamente.

?Voz C

Eu explico para eles dois sobre como recuperar fúria com a lua, já que ficou de noite. Levo eles lá para fora, explico o conceito de luna e do fogo interior dentro deles, que é importante manter aceso, mas que não queime tudo. E eu ouvi o Palu e ganhei um de fúria.

?Voz A

Esse é o nome, garoto. Se Ivan não for aquele que o Ivo para a Lua, velho, a gente vai ter um problema aqui nessa situação. Vocês veem que o, o, vocês vão para um lugar mais como se fosse o quintal daquele sítio, numa parte mais isolada ali, que garanta que ninguém vai ver vocês se transformando em Lupino. O Moroti, ele senta no batente do lado de fora parece apreciar fumando, fumando algum fumo forte ali. E os meninos, né, os dois meninos, 20 anos, eles têm uma dificuldade para ir para formalopina, cara.

Você vê que eles parecem que tá experimentando. Vocês sentem os gemidos que viram granidos, mas tudo bem, eles conseguem. E eles uivam com vocês, se os outros os dois também forem o Ivão.

?Voz C

E vamos pela primeira vez como uma grande alcateia.

?Voz A

Ó, é, a fúria volta, né, para o Pedro. Você vê que ele fica até um pouco mais empoderado assim, até a postura dele quando ele volta da forma Lupina depois de se quebrar o rosto. Ele fala Eu me sinto mais forte. O fogo, o fogo dá.

?Voz B

Então hoje já irei dispensar, mas acho que é importante já te ensinar você também como se curar com o fogo, utilizando essa sua raiva no Gugu.

?Voz A

A Paula fala: tá, então partindo do que o Ivan falou É como se a gente usasse a chama da fúria que queima em nós para queimar as nossas feridas. E diferente dele, que só tem um ponto de fúria, ela não tem só um ponto de fúria. Vocês veem que ela aponta um dos braços, né, assim, enfim, recorrente, né, do agravado que ela tomou lá do de passar para a umbra, né? E vocês veem que a cicatriz ela se fecha e ela olha sorrindo para vocês, tipo como quem disse, consegui. Vocês veem que a Paula ela é bem desenrolada, cara.

?Voz C

Fast learning, caralho.

?Voz A

E aí, tipo, vocês passar a noite sem fazer, descansar, né? Vamos descansar.

?Voz E

Claramente.

?Voz B

Vamos planejar de novo dia seguinte.

?Voz A

É, tá bom, vocês vão descansar. Mas é da Lua, a Paula chega para você, né? Quando você poderia ensinar para gente como você chama os espíritos também?

?Voz D

Posso sim. Aí eu começo a ensinar passo a passo para eles. Eu falo: primeiro você tem que pensar no espírito, ter uma intenção com relação a ele, um objeto que fazer esse treinamento aí. Aí depois eu vou te ensinando passo a passo, sabe?

?Voz A

Enfim, essa situação na noite, né? Vocês vão fazer mais alguma coisa, outros dois, ou só descansar? Foi um dia merda, né?

?Voz B

Eu não ouvi o que você falou, cara.

?Voz A

Eu perguntei esse tipo: vocês vão fazer mais alguma coisa nessa noite ou só descansar?

?Voz B

Eu vou mandar uma mensagem para Marília falando que o dia foi desgastante, mas que antes de sair eu gostaria de conversar com ela.

?Voz A

Ela fala: e você vai sair quando?

?Voz B

Na mensagem ela manda: eu não sei, pode depender de algumas condições.

?Voz A

Tá bem, você me procura.

?Voz B

E aí eu quero Quero depois assim, supondo, vai tomar os 3 aqui, vamos pedir juntos, ou sim, ou não dá. Eu pergunto para eles qual a família que eles acham que é mais urgente a gente tomar agora, que na minha percepção parece que aconteceu lá no zoológico Forçando de nada, né? 12, eu achei que teve 12 policiais mortos, né?

?Voz A

12, 12, 12. Eu acho que ainda tá na conversa, se subir um pouco. Não tá mais não, né? Eu posso mandar de novo se vocês quiserem. Vocês querem?

?Voz E

Tá bom.

?Voz A

Mas foram 12 sim, tá? Foram 12 pessoas mortas, não foram nem policiais, tá? Foram 12 pessoas mortas e um segurança que foram encontrados mortos. Eles estão suspeitando que era, só para resumir, né, antes de mandar que eu tô pegando aqui, eles supuseram que tenha sido uma briga de facções que gerou as mortes e iam fechar o zoológico para avaliar a situação dos animais, para ver se os animais estão sendo avaliados, e o o jornal não tem nenhuma informação a respeito disso. Vai dar para vocês.

?Voz B

A gente precisava conversar, eu acho, assim, pelo menos para não botar fora, né? Quem ganha na disputa, os nossos? Aí precisaria conversar com os nossos contatos, né? Vê se eles descobriram alguma coisa. Ligar para eles, para conversar com eles, para ver o que eles descobriram. E a partir daí a gente começa a operação, pô.

?Voz A

E aí, galera, o que que vocês acham? Eu concordo, eu concordo com ele.

?Voz D

E eu acho que a gente tinha que arrumar um jeito também de pensar sobre aquele KN que foi tomado, né? O caern das presas de prata, esse e o outro também, né, o da bica.

?Voz B

Esse é nosso, né?

?Voz C

O caern da bica acredito que vai ser perigoso, não é? Mas Estamos em maior número agora e já sabemos o que pode acontecer. E seria uma grande prova como Alcatéia.

?Voz D

Mas será que a gente arrisca de novo?

?Voz A

A gente tem que arriscar, a Paula fala.

?Voz D

Aí eu botei fé nela, hein?

?Voz A

A gente tem que arriscar, porque é isso ou não fazer nada. E vou ficar sem fazer nada.

?Voz C

Por pior que seja, nós temos que honrar quem foi Lágrimas de Dambiá e destruir aquela criatura.

?Voz A

E eu imagino que seja um trabalho, o Pedro falando, mais difícil do que aqueles grilhões, né?

?Voz C

Muitíssimo mais.

?Voz A

Eu vou fazer um testamento antes de dar uma risada.

?Voz C

Mas você se saiu bem com grilhões, não se preocupe. A criança engatinha antes de andar e antes de correr.

?Voz A

Ele acena com a cabeça. E aí, gente, acabou a noite então. Aliás, vocês não decidiram nada, né? No fim das contas, né, não chegou nenhuma conclusão a conversa até agora.

?Voz B

Acho que o principal é a gente dar uma ligada ao pessoal para ver o que eles descobriram, se descobriram alguma coisa, e a gente vê se a gente vai para Brica. Ou se a gente vai para o Caim da Mata do Buraquinho começar a planejar alguma coisa. Ou se a gente— bom, pelo jeito, pelo que falaram aí, não adianta nada entender. O Caim desperdiça de trata, já era mesmo.

?Voz C

Em um futuro, em um futuro poderemos fazer algo mais. É, não temos tantas mãos, somos poucos, somos poucos.

?Voz B

Nós temos, portanto, a gente escutar o que aconteceu, ter informações, e aí a gente agir em cima disso.

?Voz A

Beleza. É, a noite avança, vocês têm sonhos e pesadelos recorrentes, sol manchado surgindo no horizonte. E engolindo a comunidade Anahí, todas as pessoas que o Irmão Galego ama. Você tem um sonho, vocês têm sonhos mergulhados em um mar de escuridão enquanto vocês escutam, enquanto você escuta, né, no caso, a voz de uma mulher, a Bira, perguntando onde está você, cãozinho desgarrado. E você, Ivan, por último, nas sonha com alguém decepando, degolando alguém diante da pedra bonita.

E esse alguém que está sendo degolado é você mesmo. Vocês acordam cansados, não tiveram um bom descanso. O Pedro e a Paula já estão sentados naquele lugar lugar de costume que vocês já estão acostumados, lá fora fazem figuração, onde o narrador tem a única imagem deles. É, e eles estão lá sentados tomando um café. Vocês sentem o cheiro do café?

?Voz D

A gente cura alguma coisa de força de vontade, vitalidade?

?Voz A

Não, porque à noite não foi legal.

?Voz D

Eita porra!

?Voz B

Mas não de força de vontade.

?Voz A

Como não de força de vontade? Vocês podem recuperar, se eu não me engano, força de vontade no começo e no fim da sessão só, que são as únicas vezes. Posso até confirmar enquanto vocês interagem, só que vai errado, eu mudo aqui. É porque eu sou muito ruim de mecânica, às vezes eu esqueço.

?Voz D

É um milhão de coisas.

?Voz A

No começo da sessão vocês recuperam o igual autocontrole, determinação, que for maior de superficial. E no fim da sessão, se vocês tiveram, tiver enrolado de boas aí, uma interaçãozinha que não tenha fodido a interação de vocês com o patrão de vocês, é, vocês ganham, recuperam um ponto de nível de força de vontade agravada, tá?

?Voz C

Podemos ser Então verificar primeiro a bica, entender como ela está.

?Voz A

Tem uma mensagem no teu aplicativo de conversa, irmão Galego, é a Marília falando: não esquece de me procurar.

?Voz B

Eu mando essa mensagem para ela e a gente, a gente tem, a gente tem o canal aberto aí de conversa com a, ai, qual que é o nome dela?

?Voz A

A Juliana.

?Voz B

Isso, Juliana.

?Voz A

Vocês têm o número dela? Quer dizer, eu acho que o Zé da Lua que tem, né? O filho azul.

?Voz B

Aí eu falo que os lá da Lua, você poderia conversar com a Juliana, cara? Para ver o que aconteceu exatamente, principalmente na Bíblia.

?Voz A

Tá bom.

?Voz D

Aí eu pego, ó, eu sou moderno, eu mando um WhatsApp para ela.

?Voz A

Porra, caralho, lobo moderno! Aí você manda o quê para ela escrito? Lembre-se que, olha, eu vou dar aquela visualização, sugestão, aquela sugestão de narrador. De novo, cuidado com o que vocês mandam pela internet e com o que lê o meu telefone.

?Voz D

Segura aqui, solta aí aquele famoso mensagem, programa lá para pagar automático depois, tá? E fala para ela, manda aí para mim o que que você tem de informação sobre a bica. Pode ficar tranquilo, tá seguro, eu vou ler e vou apagar.

?Voz A

Ela fala, velho, tá um caos aqui. Cadê vocês? Vocês já resolveram o que vocês estavam resolvendo?

?Voz D

Quase, mas a gente pode passar lá. Você acha que a gente tem que ir para lá?

?Voz A

Um contato tá puto e o outro contato sumiu.

?Voz B

Qual que sumiu?

?Voz D

Eu acredito.

?Voz A

Qual sumiu? Ela fala: por aqui não.

?Voz D

Então a gente vai te encontrar então.

?Voz A

Beleza, mesmo lugar de sempre, eu continuo lá também. Deu certo o que vocês foram procurar?

?Voz D

Isso sim.

?Voz A

Menos mal. Se cuida.

?Voz E

Falou.

?Voz A

Aí eu mostro o irmão Galego, né?

?Voz D

Mostra o Ivan.

?Voz C

Eu olho para eles e falo: Esse é o momento em que vocês devem fazer uma mochila com roupa.

?Voz B

A gente vai explicando para vocês o caminho.

?Voz A

Ela fala, a Paula: é, mas aí só uma questão, é, eu acho que esse serviço que a gente tá entrando não é de carteira assinada, né?

?Voz C

E dando a entender, eu aponto para o Ivan, não é um trabalho, é uma inspiração, uma motivação para sua vida.

?Voz A

Aliás, para que a minha vida continue assim, para minha vida continuar existindo, eu tenho inspiração Eu preciso comer. Ela fala exatamente isso.

?Voz C

Aí eu aponto para o Ivan de novo assim: não se preocupem com essas coisas mundanas, tá bom?

?Voz D

Eu viro para ela e falo, eu falo zoando para ela: nós somos lobos, a gente caça.

?Voz A

Na verdade, a Paula fala: isso não cola mais comigo, Zé da Lua, vai se foder. E ela olha para para você, irmão galego. Ela fala, a gente vai arrumar as coisas aqui, mas eu quero só um momento para falar com a dona da bodega, que eu vou, que eu não vou lá, não vou trabalhar por um tempo, eu acho. E aí pelo menos para arrumar alguém, tá? E aí outra coisa é, vocês, a gente vai de ônibus?

?Voz B

É, o carro não tem em tanto lugar, né, mano?

?Voz C

A gente vai precisar comprar, né?

?Voz A

5, né? 2 na frente e 3 atrás, pô. Só ele.

?Voz B

E o carro que a gente pegou é o carro maior.

?Voz A

Se precisar, eu viro lobo, não cabe mais. Dá certo, 5, que massa! Beleza, eles vão cuidar dos afazeres para se preparar, tá?

?Voz C

E você, antes, quando eles, antes eles virarem, eu Vocês sabem utilizar armas de fogo?

?Voz A

Ela olha para você com a cara de bunda, mostrando que não. O Pedro, ele olha para você e fala: já tirei com espingarda.

?Voz C

Bom começo.

?Voz A

Tá, então a gente usa arma também.

?Voz D

Também, que tiver à disposição, me interessa.

?Voz A

Ele fala isso entrando para dentro da casa e começando a ajeitar a mochila. E aí, irmão Galego, que que falou?

?Voz B

Eu dou, eu mando uma mensagem para a Marília e falo assim: vamos conversar agora, onde você tá?

?Voz A

Ela fala: diz onde tu tá, vou Chegou de moto?

?Voz B

Tô aqui na casa do Clube da Paula.

?Voz A

Tá, beleza, já chego. Dá uns 5 minutos ou 3 minutos rapidinho, você escuta o barulho de uma moto que parece o som dos portões do inferno se abrindo para tragar a sua alma, que não tem escapamento. A moto desliga, chega a dar uma paz, parece que o uivo de galo foi embora. E aí ela desce da moto E sem capacete, né? Até porque tá no meio ali da comunidade ali, foda-se. Ela fazia isso, irmão Galego.

?Voz B

Beleza, eu vou colando para um lugar um pouquinho mais reservado assim e fala: olha, eu vou ter que sair de novo, tá? Dessa vez o Pipoca e o Paulo vão com a gente.

?Voz A

Eles vão com vocês?

?Voz B

Sim.

?Voz A

Porra, irmão Galego, que problema é esse que você tá passando, velho, que a hora já Quero saber o pedra e a pau, cara. Fala real para mim, velho.

?Voz B

Ela fala: existem coisas que eu não posso falar, mas eu não liguei aqui que o Shin procura pensar, procura pensar a pergunta sobre esse nome. Existem demandas que eu preciso, só eles, só eu posso responder. Se vocês trocam mais dúvidas a respeito, pergunte ao meu time. Eu acho que ele saberá te explicar melhor.

?Voz A

Velho, tá mexendo com milícia e com facção criminosa? Voz é excelente.

?Voz B

Do jeito louco, quando eu falo do jeito no mundo, eu falo do mundo, é mundo físico.

?Voz A

Ela fica com a cara completamente ressabiada e confusa, mas você vê que de alguma forma ela fala: é, eu acho que o Moroti vai ser mais direto do que você sobre isso, né?

?Voz B

Ela faz: eu não posso ser mais direto porque eu não adherir. Eu não sei dizer, eu não sei até que ponto eu posso dizer sem, como posso dizer, sem complicar demais a cabeça da pessoa.

?Voz A

Tá bom, tá bom.

?Voz B

Eu só quero que você acredite em mim.

?Voz A

Eu não aí, eu não tô com isso, eu não sou bandido.

?Voz B

Ele precisa estar bem, você tá tudo bem, já sei.

?Voz A

Eu tô aqui, cara, eu não vou sair daqui e eu acredito, confio em você.

?Voz B

Antes de qualquer coisa, pelo amor de Deus, muita atenção, atenção redobrada na segurança, tá?

?Voz A

Ela fala, é algo realmente preocupante?

?Voz B

Eu acredito que não, mas é bom ter mais. Estou dando uma olhada, tá?

?Voz A

Eu vou falar com, falar com os companheiros.

?Voz B

Qualquer coisa, qualquer coisa que tem uma que até aconteça, um impacto mais rápido possível. Eles foram aqui embarcar com o Leandro.

?Voz A

Tá bom, tá bom. Eu vou falar lá no grupo do WhatsApp da comunidade. Eu vou— se eu falar assim, vai ficar um pouco— a galera fica um pouco preocupada, mas eu vou achar um jeito. Eu vou achar um jeito de falar com eles e deixar todos mais alerta de alguma forma, sem deixar todo mundo desesperado. Sim, você teria jeito para as palavras, mas eu preciso que você se cuide também, tá, irmão Galego? Ela faz menção que vai dar um abraço.

Se cuida, se cuida, a gente ama você, velho. Volta para gente assim que você puder.

?Voz B

E ela Tudo com a de 300, por favor.

?Voz A

Eu vou dizer que você recuperou um ponto de força de vontade, tá, nesse momento com ela, tá bom? Vou marcar, desmarcar aqui. E é tal qual ela veio abrindo os portões do inferno, ela reabre esses portões do inferno tal qual todos os demônios fizessem um som gutural. E esse som é o escapamento da moto, e ela vai embora Tal qual o grito de gaia vai embora quando vai se afastando e você volta para o mundo natural.

?Voz B

Beleza, aí eu colhi o pessoal lá, eu cuidei como eu dei a minha queixeira, né, que eu dei usando. Depois eu vejo para o Pedro se eu tenho uma queixeira quando eu Matilha da Peixeira, tá ligado?

?Voz A

Alcatel da Peixeira.

?Voz B

Deram lá, eu conheço uma tia, uma tia da Peixeira, cara.

?Voz A

Ele não tem peixeira de prata, peixeira de prata, nome da Alcatel.

?Voz D

Tá maravilhoso, é doido, é doido.

?Voz A

Até uma peixeira de prata. É, ele faz, infelizmente eu não tenho, mas ele vai, ele, vocês já estão dentro do ambiente da casa, né? Ele vai assim, abre uma gaveta, tira também uma espada, parece uma Claymore, tá ligado? O tamanho da espada que ele tira da mão, mas é um facão de cortar coco. O facão é tão antigo que tipo assim, ele já tá quase vermelho, o a lâmina, mas você vê que tá afiado. E o cabo é enrolado com fita isolante, muita fita isolante, muita fita isolante, de forma que não fica desconfortável. Ele entrega para você assim.

?Voz B

Beleza, eu pego para estudar. O primeiro devolver com vocês.

?Voz A

Eu sorri, mas tá de boas, cara, tá de boas. Eu só pensava que ia ser um pouco perigoso andar com essas espadas no meio da rua, mas se para você está de boa, vamos embora, estamos prontos. E aí, vamos embora, vamos embora. Uma viagem repleta de perguntas sobre umbras, Adalberto, somente para você. Vocês vão aprimorando os conhecimentos dele, não só para isso, mas também sobre regras, sobre moral e ética da nação Garou, a nação fragmentada na verdade, também de comportamentos, de enfim, até a própria mecânica do corpo durante o combate, explicando melhor sobre os golpes que são mais efetivos, tá ligado, os momentos que é mais, é melhor usar um ritual ou um dom, enfim.

A cena corta. Vocês veem, vocês agora já estão vendo Zoada na frente da oficina fazendo legal para vocês. Carro, rapaz, ele estaciona do lado naquele, naquele beco, um terreno, uma pista, uma ruazinha estreita de terra. Vocês descem do carro, Zoada olha para vocês de novo e Beleza, vou fazer assim para ele e vamos para conversar com a Lilian. Você, Zé da Lua, nota que da primeira vez que vocês foram lá, vocês encontraram o Binho e o Major Fernandes.

Vocês lembram deles? Sim, que eram irmãos, né, aparentemente irmãos, e eles eram envolvidos com alguma força, né, alguma força-tarefa, cada um do seu jeito, uma institucionalizada, outra não. Você vê que tem um carro estacionado do lado da oficina Zé Galô que estava lá quando eles estavam lá. Então Você já sabe que pode ter eles lá, um dos dois, não sei.

?Voz D

Vamos lá, eu já falo, os irmãos estão aí.

?Voz A

Bom, estimados amigos, vocês só entram por aquele beco, sobem aquela escada vertical. Juliana tá na porta de braços cruzados parece até um déjà vu, igual a outra vez que vocês estiveram lá. Ela olha, Zé da Lua, de baixo para cima e faz menção de dar um abraço em você.

?Voz D

Ah, abraço ela com bastante carinho assim. Fala, como é que você tá?

?Voz A

Ela não responde, olha para você com um olhar apreensivo. Vamos entrar. Faz menção de que vai abraçar vocês também, gente.

?Voz B

Abraçou.

?Voz A

E aí, Ivan?

?Voz B

Eu perco com ele. Espero que eu continue com tiro bom.

?Voz C

Este é Pedro e esta é Paula.

?Voz A

Ela olha de— a Juliana sabe quem vocês são, é óbvio que ela sabe, Bruno. Ela olha de cima abaixo para os meninos, aí faz prazer, Juliana. Juliana, sejam bem-vindos aqui, fica à vontade, viu? Ao menos apresenta o Pedro, Paula, muito educadinho, né? Eu tô tratando mesmo como se eu tivesse 16 anos de idade, né? Mas enfim, eu só dou um toque no Juliana assim, falo: eles são como nós, então são bem-vindos. E eles meio que estão tímidos, sabe?

Tipo, sem entender ainda a situação, mas eles entram lá e se sentam, né? Vocês, quando entram, imediatamente já enxergam Binho sentado. Ele olha para vocês sério, com um copo de cerveja na mão, um copo parecido com esse aí, copo americano. Diga, Billy faz um aceno com a cabeça. E acende um cigarro.

?Voz B

Vou acender então.

?Voz A

Dora não tá lá, tá?

?Voz E

Ah, beleza.

?Voz A

Juliana senta, ela fala: que bom que vocês voltaram inteiro, né? E aí o Binho fala: de onde ninguém sabe, né?

?Voz E

Longe, muito longe.

?Voz B

Nós tivemos que nos estar de fora.

?Voz A

Eu vou pedir perdão. Uma voz tá mais áspera do que o comum, a voz do Bico. Vou pedir perdão a vocês, meus recém-novos meus colegas de trabalho. Eu, pela minha falta de hospitalidade nesse momento, porque para mim mais importante do que dar um bom dia e receber vocês bem é tentar entender com vocês. E eu não espero respostas claras de vocês, e nem sei porque eu tô perguntando isso? Antes de eu continuar matando os meus homens e tendo que ir na casa da mãe e do pai de cada um deles, ou da mulher grávida de cada um deles, para explicar o que aconteceu comigo, Dona Cara, vocês têm algo a mais a me dizer sobre a bica?

?Voz C

Muitos animais, meu.

?Voz A

Não vou para brincadeira, Ivan. Não tô para brincadeira, Ivan.

?Voz B

Nos outros eram esteira para evitar o combate aberto o máximo possível, tá?

?Voz A

Eu só não esperava entrar na bica e ter 12 dos meus homens, todos que enviei, sendo mortos a tiro de uma porra de uma arma de longo alcance profissional. Isso vocês não me contaram. Quer dizer, vocês até me contaram, ele fala olhando para si mesmo, para o seu interior, mas eu ainda não consigo entender também como parte desses homens que eu mandei viraram papa, pedaços e retalhos.

?Voz B

Eles violentos foram mortos a tiros?

?Voz A

Bem, alguns têm marca de tiro. Na verdade, todos têm algum tiro em algum lugar, mas outros, digamos que O IML, Instituto Médico Legal, também tem aí, né, gente? Vocês conhecem, né? É o instituto do, né? É porque às vezes muda. Aqui também tem IPC, Instituto de Pesquisa. Enfim, enfim, eu vou dizer IML, tá? Mas é a galera que, né, que vai lá catar corpo.

?Voz C

Alguns do IML catou com uma pá porque atacados por um animal de grande porte.

?Voz B

Para ser justo com você, é Binho, não, Binho? Para ser justo com você, Binho, nós falamos que não era para vocês entrarem em combate direto, porque realmente no combate direto seu dano de aumento breve, vocês e meu PD, que por mais que sejam treinados, por mais que eles tenham acesso e equipamentos, o que a gente faz, você entende, é algo muito poderoso.

?Voz A

É, para mim parece que eu tô enfrentando algum tipo de vertente radical de alguma religião muçulmana ou algum grupo de maluco doido dos Estados Unidos que vai lá, que vai nas escolas para matar criança.

?Voz B

A gente pode falar que é uma vertente, uma vertente A gente pode falar que é uma sepa religiosa assim.

?Voz A

Você já falou isso, mas aí você tá querendo dizer para um homem barbado, para homem barbado, que a galera morreu na base da magia?

?Voz D

Não, mas eles são malucos, eles podem ter usado algum animal, alguma coisa assim para fazer dano.

?Voz A

Ele respira fundo e fica calado, olhando para baixo, e mexendo no copo de cerveja.

?Voz B

Eles têm acesso à tecnologia, isso nós não temos.

?Voz C

E também há um atirador que precisa morrer.

?Voz B

Eu ainda olho para eles bem. Olha para o Ivanco, o Zé Daê, eu olho também para o Pedro e para o Paulo. Eu peço perdão aqui aos meus colegas, mas em relação a uma coisa eu vou abrir jogo com você. Eu acho que é bom você considerar magias.

?Voz A

Ele, ele dá um, ele, ele dá um sorriso, sabe, uma gargalhada. Mas aí quando ele vê que ninguém tá rindo, a gargalhada vai murchando. E aí ele olha e ele fala: vocês querem foder com a minha cara? Vocês estão de brincadeira comigo, né? E a Paula, ela fala, a Paula, ela fala: Você acha que a gente tá com cara de quem tá brincando? Se você tá aqui, a gente tá abrindo o jogo porque a gente acha que você é uma peça importante nesse tabuleiro.

E aí, tu continua ou tu sai? E aí vocês, tá ligado, tipo, dá até um espanto porque a Paula que fala isso, pô. Ele olha para ela e ele faz e Quem é você?

?Voz E

Aí ela: eu sou o Paulo, um dos nossos chefões, teuge dos senhores das sombras.

?Voz C

Eu olho para ela e faço assim, ó, e agora já era, né?

?Voz A

Eu Agora sabe, tipo, fica— não, eu sei, eu te entendi. Aí olha para você, aí você vê, pelo menos ela percebe que exaltou um pouco. Ela se cala, tipo assim, a força, entende? Mas ela se cala. E o Binho, ele faz: tá bom, magia, vocês também Também se separa por grupinho que nem no Harry Potter.

?Voz D

Aí eu falo para ele: sente-se, sente-se.

?Voz A

É assim, vamos lá, calma, vamos respirar. Realmente eu vou tomar algo mais forte. Ele pega uma cachaça para tomar, toma uma dose, senta, e ele fala: tá bom, tem um monte de fanático religioso fazendo merda. Essas pessoas mataram os homens que eu mandei para um zoológico.

?Voz C

Todos eles morreram.

?Voz A

Ele olha para você e acena com a cabeça. E o segurança morreu, mas eu tenho certeza que não foram os meus que mataram.

?Voz D

Eu falo para ele, já que todo mundo já tá falando as coisas mesmo, né? Falo para ele: você se considera um homem Religioso, material.

?Voz A

Ele tentou uma primeira transformação também, mas tá louco. Tô brincando, gente. Ele faz, ele tira da cintura uma pistola assim cromada que quase encandeia vocês. Ele bate com ela assim em cima daquelas mesinhas de centro, né, que tem na sala, e ele Fala, esse é meu Deus, o aço da bala.

?Voz D

Talvez existam mais coisas. Você tá preparado para saber? Você quer saber?

?Voz A

Eu quero. Olha, você é da Lua e faço um nervoso com esse cara já.

?Voz B

Eu chego, eu chego por trás dos dois assim, eu falo assim, ó, a gente não precisa rasgar o verbo, mas eu acho que falar a respeito de ocultismo não é matéria de versão.

?Voz C

Você estava em contato com o homens que se foram por rádio, foi possível.

?Voz A

Faz esse tipo de coisa, Ivan? A gente tenta ter o mínimo de provas possíveis se a gente for pego, se é que você me entende. Então não, ok. Eu tô vendo que essa conversa vai para um, vai para os caralho. Então vamos fazer assim, vamos, vamos de novo, vamos começar de novo. Eu tô diante de vocês não é porque eu acho vocês bonito, não, é porque eu tô tentando respeitar a memória de alguém importante para mim que me colocou no lugar que eu tô hoje, e eu Eu acho que eu fui feito de bobo de alguma forma por vocês, sendo bem sincero. Ok, eu preciso entender que eu não sou uma bucha de canhão, nem os meus.

?Voz C

Nós deixamos claro que você não deveria enfrentar eles de frente. Você Enviou eles de frente. Nós deixamos claro que eles eram pessoas perigosas e que você não deveria fazer isso. Você não é bucha de canhão, você é um aliado importante em algo muito maior do que a sua compreensão.

?Voz B

Você é uma pessoa importante dentro aí do que as pessoas chamam de, sei lá, desculpa, não vou pôr como chama, mundo crime. A gente atende, você tem contatos, você tem aliados, e que você poderia ali dentro estudar coisas e trazer informações para gente. Combate Combate apenas se você estivesse em meio de debates e inimigo de distância, porque realmente são pessoas muito perigosas. Eles têm acesso a tecnologias, eles têm acesso a armamentos, eles têm acesso a recursos que nós não temos.

?Voz E

Tá, tá bom.

?Voz A

Eu já tive uma treta com maçom uma vez, é mais ou menos isso aí. E ele fala, e são tipo assim, falas assim de certa forma bem ignorantes que vocês estão ouvindo, sabe? Tipo, uma pessoa que para o mundo dele não faz sentido nenhum que vocês estão falando, ele tá tentando aproximar o que ele conhece. Ele fala, tá bom, então informação.

?Voz E

Informação, tá?

?Voz A

Vocês devem saber que a gente não achou rastro nenhum de uma mulher ruiva com tatuagem de cobra coral. A gente esperava achar na bica, né?

?Voz C

Nós também.

?Voz A

A gente também não conseguiu achar informação sobre pessoas que estão envolvidas com alguma seita religiosa ou sabe lá o que desgraça é isso, por parte da galera que trabalha lá. Mas também não é uma coisa que as pessoas iriam responder se a gente perguntasse. E o Major Fernandes, ele tá há 2 dias desaparecido.

?Voz B

Ele tava na ilha da Redes Kimberley?

?Voz A

Ele teve que colocar a cara um pouco mais do que ele costuma colocar, e eu tô com medo dele ter se ter tido alguma represália.

?Voz C

O que ele estava investigando, você sabe?

?Voz A

Vocês nos deram uma ilha, quer dizer, para mim não, vocês deram a ele uma ilha, deram para ele um esquema histórico de vazamento de lixo tóxico em uma ilha de extrema preservação. E vocês deram um nome para ele também, Gênesis. Para qualquer uma dessas coisas, eu temo que tenha chegado até ele. Eu já tô tentando encontrar ele, já fui até a casa dele, mas a gente não achou muitas pistas. A casa também tá abandonada lá, tá fechada, as portas abertas, mas enfim.

?Voz B

Quando foi a última vez que você viu o Wayfang?

?Voz A

A última vez que eu vi ele, e eu acho que a Juliana também, foi quando ele saiu daqui, dessa casa.

?Voz C

Você não encontrou nada na casa dele? Vamos dizer que nós temos um olfato melhor para pistas. Se você tiver encontrado algo.

?Voz A

Vocês querem o endereço então da casa dele?

?Voz C

Sim, nós não vamos deixar você nem ele na mão.

?Voz A

Expressão do brasileiro. Leira.

?Voz B

E para a galera, eu acho que a nossa missão moral agora é a gente procurar onde vai procurar uma ajuda, procurar o Major.

?Voz A

Ah, o Major, tá, entendi. Até porque se vocês não fizerem isso, o patrão de vocês vai ficar muito puto, ele pode estar preso. Pode estar preso em qualquer possibilidade, né?

?Voz C

Sim, você faz parte do dogma.

?Voz D

A gente vai fazer de tudo para salvar ele.

?Voz B

E a sua peru? A gente pode entrar de boa na casa?

?Voz A

Ele catuca o bolso. Ele olha para ali, aí ele levanta uma prateleira, entrega a vocês um chaveiro que parece ser aquelas, aqueles destravadoras, destravadores de carro. Ele falou, é do portão.

?Voz B

Você sabe se eu tenho algum amigo mais chegado aí no quartel?

?Voz A

A gente não faz amigos, a gente faz contatos, sabe, colega? Não sei dizer se tem algum amigo. Ele não coloca nos amigos na jogada, só contatos.

?Voz C

Usando como exemplo o que passou com ele, se cuida.

?Voz A

Eu acho que eu subestimei onde eu tava entrando. E essa é a última palavra dele. Ele se levanta, olha para Juliana, olha para cada um de vocês. A Paula tá olhando para Olha para ele olho no olho, queixo alto, e ele vai embora se vocês não forem perguntar mais nada.

?Voz B

Eu, antes que ele ir embora, eu falo com ele: não venha em cima da pessoa, João, pode ter certeza que está feito, está feito.

?Voz A

Só não faça sem vão.

?Voz B

Não, nada.

?Voz A

E ele desaparece pela porta, dobrando, descendo pelas escadas. E a Paula olha para Ivan e ela fala, eu não podia ficar de cabeça baixa. Quase que justificando que você, né, você fez menos, né, e tal. E ela olha para você, eu não podia baixar a cabeça.

?Voz C

Você não deve baixar a cabeça. Eu olho, eu olho, eu olho para Juliana, eu olho para Juliana, olho para ela e faço um— e olho para Paula de novo e falo: você não deve baixar a cabeça, eles são apenas Macacos com ansiedade.

?Voz A

Ela, ela parece ter aprendido algo novo com você agora, viu, Ivan? Ela olha para você afeitamente e ela faz entender.

?Voz C

Fez um eco no pequeno Shadow Lord dentro dela.

?Voz A

O Presas de Prata ensinando ao Senhor das Sombras como ser o Senhor das Sombras. Gente, enfim, a Juliana, ela depois daquele clima tenso, ela fala: gente, tão amei isso aqui, velho.

?Voz C

Juliana, nós não vamos decepcionar a sua confiança.

?Voz A

Ela olha para o Zé da Lua, ela faz: isso tudo tá acontecendo, cara. Isso que tá uma merda, entendeu? Está uma merda. Quando parece que a gente parece tomar de volta, a gente de repente, ai, tá tudo errado, velho. Que porra de sistema de jogo de RPG de merda é esse?

?Voz C

Ela fala: não deu tudo errado. Isso é uma percepção de um copo meio vazio. Nós temos novos aliados conosco. Se nós encontrarmos o Major, nós teremos um aliado para a vida, porque nós vamos salvar a vida dele E é muito provável que esse que saiu daqui também se torne um forte aliado. Estamos em guerra, Juliana.

?Voz A

É, mas eu não pedi por isso, ela fala.

?Voz D

Nós também não.

?Voz A

Eu olho que ele só queria ter meu pai de volta, sabe? Mas isso não é possível. Então desculpa, eu só tô desabafando.

?Voz B

É importante que você saiba que isso eu não falo para desdenhar de você, eu falo para tirar em tiros das suas costas. Receba o som e a hora que você quiser. E enviar a te jurar.

?Voz A

Ela fala: eu pensei muitas vezes a respeito disso. Vocês estão vendo a Juliana num momento, né, de fragilidade diante de vocês ali, não muito reflexiva. Ela fala: eu pensei muitas vezes em fazer isso, mas a vergonha de não fazer nada seria maior do que a frustração de morrer tentando. E essa história, essa frase vem de novo, né? A gente já escutou isso pelo menos umas 3 vezes durante, durante essa sessão de hoje. E aquilo parece tipo, Pedro olha atentamente aquilo, olha para vocês como se tipo fosse uma confirmação para além do natural, né? Do, não fosse para além de uma coincidência, cara. Eu tô com vocês até o fim.

?Voz C

E nós estamos com você até o fim.

?Voz A

Falando em estar com vocês e até o fim, cadê teu tio, hein? Ela falou.

?Voz C

Ele tinha um bom compromisso, tá? Ele é ocupado em muitos mundos.

?Voz E

Perfeito.

?Voz B

Eu acho que a gente já criou alguma coisa para fazer. Dá uma olhada no WhatsApp.

?Voz C

A casa do Major.

?Voz A

Sim, eu vou fazer uma pergunta sincera para vocês, tá? Porque mais ou menos desde a metade dessa sessão não tem nada mais programado. Então deixa eu entender uma coisa com vocês aqui. É, foi, saímos demais do trilho. Não, foi com a direção, cara, que eu nem imaginava. Sim, você dá para mim imaginar de alguma forma, mas enfim, é, vocês têm a ciência que tá todo mundo com dano agravado, né? E vocês não queriam fazer uma investigação em algum lugar aqui assim, né? Beleza, tá bom. Aí eu só queria perguntar isso assim, né?

?Voz B

E posso pedir, eu posso pedir como o colega me dá um copo d'água? Não sei se é educado.

?Voz A

Caralho, velho, você faz isso? É, porque também se eu fosse de vontade também tá das melhores, né?

?Voz D

É verdade, se eu fizer eu vou ficar com dano agravado depois de voltar. Mas tá com quantos de dano hoje aí?

?Voz A

E isso, vocês acham que isso é uma conversa que vocês estão fazendo assim em game? Não, não necessariamente. Você tá com quanto de dano? Eu tô com 3, né?

?Voz B

É, não dá conversa nem escolher.

?Voz A

Eu tinha, você tava em 4, sai, não tem aquele peso, né? Tá, então vê só, o Pedro ele olha para o mais avariado, né? O mais variado, sou ninguém, não. Irmão Galego, né? Eu vou dizer que é, não tá tão fodido quanto o Ivan, né? Na verdade, ele vai chegar para você, irmão Galego, provavelmente não tá sangrando, né? Mas é uma ferida aberta, um corte aberto, né? Que enfim, não tá fechado, né? Tipo, se você mexe muito, entendeu? Ele ele volta a sangrar, entendeu?

Magoa. Enfim, o Pedro, ele chega, né, para alguma parte sua esteja ferida. Pode ser uma perna, pode ser uma parte da perna, sei lá, pode ser um braço. Bom, tu, braço então. E aí ele fala: eu sonhei com um espírito essa noite e parece ter me desafiado a prender algo diferente. Posso tentar? Ele fala, ele tá conjurando toque da mãe em você, cara. Quanto de furo você tem? 2, né? Então é 2. Quer dizer, na verdade, né, é só eu fazer o teste, ver quantos sucessos vão sair. 4 sucessos.

Isso quer dizer que você cura um dano agravado, porque cada sucesso cura um dano superficial. Mas ao mesmo tempo, se você tirar mais sucessos do que a quantidade de fúria do alvo, você, ele pode, ao invés de recuperar um ponto superficial, recuperar um ponto agravado, tá bom? Ele vai tentar fazer a mesma coisa com o Ivan, tá? Anotar a Força de vontade dele aqui, porque vai ser importante isso também daqui a pouco. Ele passou também, né?

Porque eu acho que a dificuldade é igual a minha fúria. Eu tô com 2, né? 3 não, não, 2, 2. Então tá, você cura 1 de dano agravado também. Porra, boa! Eu falo quero também, cara. Você já veio, hein?

?Voz C

Deixa o jovem, deixa o jovem.

?Voz A

Você vê ele dançando, sabe? Mas ele vai, mas ele vai fazer, ele vai fazer. Eu posso tentar de novo. É quase que um laboratório. E ele vai tentar também curar você, tá?

?Voz D

Menino do céu, tem 3 de fúria.

?Voz A

Ele não conseguiu, cara, infelizmente.

?Voz D

Uma pena.

?Voz A

Ele olha para você, ele faz: desculpa.

?Voz D

Não, não. Não tem dúvida, não tem porquê. Muito obrigado.

?Voz A

Vocês veem que a feição dele já tá meio, já tá cansada, sabe, de ter dedicado aquela intensidade para fazer aquilo. E vocês vão começando a ver que já são dois perfis diferentes de teúrgicos aí, né?

?Voz C

É porque você senta, descansa Vamos precisar que você tenha olhos para ver quando chegarmos na casa do Major.

?Voz B

É para o B te levá-lo mesmo cansado?

?Voz A

Não entendi, tá?

?Voz B

Desculpa, é para o B te levá-lo mesmo cansado?

?Voz A

A Paula fala: não estamos todos, somos uma alcateia. Não estamos todos? Vocês trouxeram a gente para cá, para onde vocês forem a gente vai. Eu olho para ela e faço aquele, aquele, e no lugar dela pega com o pé em Bados. É você, é vocês que estão vendo que o comportamento dela tá começando a mudar, a personalidade dela tá começando a mudar. Será que é o patrono sussurrando na cabeça dela? Vocês não sabem, né? Mas ela tá começando a mudar o comportamento.

É, e lembra até mesmo um negócio meio varona, mas é até hoje, né, velho? Trovão. Imagina aí, velho, então até hoje, pô, do da sombra, pô. Tu é simplesmente da ninhada do trovão, teu patrono, velho. Ele vai sussurrar, ou então ele vai dar alguma intenção, tá ligado? Ninguém, tipo assim, nem todo mundo nasce teu hoje. Às vezes você só tem o azar ou a sorte de ter se transformado na lua, né? Então eu acho que isso é algo que vai se construindo, né?

Diferente do Pedro, né, que ainda mantém, né, um comportamento mais passivo, né?

?Voz D

Uma coisa, eu imagino que o sussurro do trovão deve ser cabuloso, né?

?Voz C

Então aquilo, né?

?Voz E

Pego, pego.

?Voz C

Tinha uma caixa de munição aqui, não tinha?

?Voz A

Munição infinita, mas aí munição que vocês possam carregar, né? No caso, então apente e vamos embora, tá? Vamos combinar que um pente demora 2 rodadas para recarregar, tá? Vocês não dão só um tiro, né? Não, 2 rodadas para descarregar, para acabar, entendeu? Aí vocês têm que recarregar, e recarregar é um turno, né, na ação. Porque o dano que vocês dão com as pistolas não é só um tiro, né? É um conjunto de tiros. Por isso que é +3 que vocês causam dano, né? Tipo assim, notoriamente é massivo.

?Voz E

Perfeito.

?Voz D

Burst fire, dá 3 tiros por vez.

?Voz A

O Pedro, eu não sei se você mexe nas armas.

?Voz C

Tira a arma, abre a caixa, pega munição, pega uma pistola, olha para ele.

?Voz A

Ele fala: eu não me sinto muito seguro em atirar, mas Você pode me ensinar um dia?

?Voz D

Claro.

?Voz C

Eu olho para ela e a leva, velho, irresponsabilidade.

?Voz A

Meu personagem tem 18 anos, gente, ele é mais novo que os bichos, tá ligado?

?Voz C

Ele parece mais velho porque ele usou muitas drogas de ficar forte.

?Voz D

Tô sem óleo, né, velho?

?Voz B

Me pergunto se o Pedro, se ele usa algum tipo de arma branca. Você usa algum tipo de arma branca, cara? Corrente, faca?

?Voz A

Ou é, eu, a galera costumava falar que eu tenho força para cortar as coisas, ó, cortar peixe, cortar cana.

?Voz B

Bom, tem alguma faca boa para ele lá, cara? Uma faca tática, sei lá, alguma coisa assim.

?Voz A

Bem, o Binho trouxe armas, né? Vocês têm o facão que você pegou, né? Tem a peixeira do João, do, desculpa, do Zé da Lua. E vocês perguntaram para Juliana? Não, quando ele falou da arma, eu apontei a arma para ela.

?Voz C

Quer dizer, apontei não, né? Tipo, coloquei o carro Cabo assim, olhei para ela e falei.

?Voz A

Ela fala: vocês querem que eu vá também?

?Voz C

Claro, para Juliana não, para Paula.

?Voz A

Assim, ela olha: ah, desculpa, eu me confundi, é muito NPC Juliana. Mas essa dinâmica dos NPCs tá legal, gente, entrar ótimo, tá ótimo, tá assim, tá de boa. Ela faz Não, obrigado. Ok, eu acho que eu prefiro— e aí ela olha para Isadora, que é referência mais espiritual, né? Ela fala: eu quero aprender a usar os espíritos a meu favor nas batalhas. Eu nunca fui muito bom em atirar à distância. Você falou que espíritos ensinam dons, né? Quando tudo acabar, eu posso procurar algum que me ensine.

?Voz D

Claro, te ajudo.

?Voz A

Nem que eu precise subir julgar ele.

?Voz D

Aí eu já olho com olhão estalado assim, mais uma frase forte, tá ligado?

?Voz A

E ela, você olha com esse olhar e ela fala: bem, se os mortais são macacos com ansiedade, os É algo desse tipo também, né? Gente, não é os guerreiros dos guerreiros? Tá, então são serpentes.

?Voz D

Vamos com calma, depois a gente vai conversar mais sobre isso.

?Voz A

Ela tá empolgando demais, tá louco. Enfim, ela não aceita a arma, tá? Mas ela fala com desesperação, dividindo, olhando tudo isso, e o Pedro fala: então a gente vai lá para casa do homem, ver o que que a gente encontra.

?Voz C

Nós, ele é um aliado importante para nós e para você, agora que você faz parte desse nós, tá?

?Voz B

Eu pego, eu passo para ele o facão que ele me deu. Pode ser antes. Isso aqui é bom para você, porque como defesa, hoje você sabe.

?Voz A

Olha para você e faz mais, foi um presente. Como você nega usar uma espada tão antiga como essa? Ele fala quase rindo, ele fala rindo, sabe? Beleza, eu acho que eu devo Se algo acontecer, talvez eu deva praticar com as— e ele bota as mãos, tá ligado, e aponta para os caninos dele. Então nós estamos prontos para partir? A Paula fala. A Mosca, Zé da Lua, a Juliana Pode falar. Toma cuidado, caralho.

?Voz D

Sempre tô aqui até agora, né?

?Voz E

Tá.

?Voz A

Minha mãe foi lá na casa da mãe de Santo que vocês foram visitar. Parece que a amizade novamente se reencontrou.

?Voz E

Ah, que ótimo!

?Voz D

É uma boa notícia no meio de tudo.

?Voz A

É isso, amigos, é isso que vocês têm para hoje. E aí, o que é que vocês vão fazer?

?Voz C

Beleza, vamos primeiro passar em frente a casa, dar a volta e depois parar para primeiro olhar a casa.

?Voz D

Vou mandar a coruja.

?Voz A

Eu falo isso para vocês porque claramente eu não vou dirigir, porque eu não sei dirigir. Então, Zé da Lua, a coruja ela não aparece.

?Voz D

Ai, caralho, no final do ombro não falei com ela, né?

?Voz B

Como mora, pô?

?Voz A

Tá, é, vocês querem colocar o endereço e tal, e aí vocês veem pelo menos ela no Maps assim, pelo menos, né? Porra, claro, né? Tá, é uma casa de esquina. De esquina é um casarão, é uma casa de esquina, fica num bairro nobre da cidade de João Pessoa. Foda-se o bairro, é casa de esquina grande. Vocês veem que tem grades, e para além, que é onde vocês não estão enxergando, que olhando para essa imagem maior seria subindo essa ladeira, tem um portão de alumínio que provavelmente é o que esse acionador abre e fecha.

?Voz B

Eu me concentro, cara, eu tento me conectar com o Besouro. Eu quero saber se ele poderia entrar em algum lugar, em alguma fresta dessa casa. Para dar uma investigada lá dentro antes da gente entrar.

?Voz A

Beleza, você sente isso antes da partida, né, que você tá pensando? Você sente um zumbido no seu ouvido.

?Voz C

Tô escutando, hein?

?Voz A

Tá bom. Quando você tem essa intenção de chamar o Besouro prateado, né, o besouro-de-prata, ouza, besouro-de-prata, se sente zumbido. Ele parece não se materializar no mundo natural, mas ele tá ali como se ele tivesse do outro lado sussurrando no seu ouvido.

?Voz B

E ele fala: você quer que eu entre Isso, só para ver se tem alguém, se tem alguém perdido.

?Voz A

Preciso ser levado até lá.

?Voz B

Me aperta aí, a gente já está no torno.

?Voz A

O espírito, ele para de zumbir. Você escuta como se um besouro batesse asas.

?Voz B

Coisas na sua vida.

?Voz E

E vocês vão, é isso?

?Voz B

Isso.

?Voz A

Esperar o— isso, isso também é sem fio. Vocês passam pela cidade e não deixam de ter uma certa, um certo medo, porque afinal de contas ainda existem duas facções dessa Arena da Espiral Negra esperando o momento certo para tragar vocês. E além do mais, agora existe um aceno claro para a Segunda Inquisição que está atuando. Tem uma certa preocupação, qualquer movimento assim chama a atenção de vocês. Mas a viagem, né, ela é tranquila apesar do trânsito. Que hora é essa? Deve ser 1 da tarde, será?

?Voz B

É, né?

?Voz A

Isso, vamos dizer que é 2 da tarde, né, para arredondar, né, para mais próximo do anoitecer. Vocês chegam próximo àquela, ao bairro, não sei se vocês percebem que esse, esse muro aqui ao fundo, não sei se vocês estão vendo o muro azul ao fundo da imagem maior, tá vendo aqui, ó, no fundo daqui? Sim, ele é uma espécie de hipermercado, aqueles gigantescos mercados da vida, né? Ele, ele faz Ele toma todo o lado da rua, e aí o outro lado, a esquina, é a casa.

Fez sentido? E ela fica numa ladeira. Vocês chegam até essa esquina, vem, que é muito esquisito assim, é um bairro extremamente nobre. Essa não é a maior das casas que tem nessa rua. Vocês sobem a ladeira e o destino é até ir até o fim do quarteirão. E aí, nesse entremeio, né, que que você vai fazer, irmão Galinho?

?Voz B

Assim que eu descer aí da sua casa, eu entro em contato de novo com o vizinho do prédio e falo: por favor, arruma uma festa, alguma coisa aí, tenta te infiltrar para ela, para ela observar o cômodo.

?Voz A

Seu desejo é meu desejo. Ele zumba no seu ouvido e você escuta na hora que você tá passando pelo, subindo pelo portão de alumínio ali, o besouro parece bater asas também no mundo espiritual e voar. Vocês dois pretendem fazer alguma coisa? É Ivan e Zé Dalu. Porque o que eu entendi é que tipo assim, vocês primeiro vão dar uma passada, né? Tipo que vão falou, né? Então nessa primeira passada, o Zé da Lua e o Ivan vão fazer alguma coisa?

?Voz D

Não, não, não.

?Voz C

Daquela olhada, né, na casa, nas pessoas, nos carros estão parados, as pessoas que contemplam os carros se esticando.

?Voz A

Boa, faz um teste de investigação para mim. Se para, nem sei se eu tenho isso. Raciocínio ou inteligência mais investigação. Vamos ver se você é um rapaz que realmente busca as coisas perspicaz. Gente, e aí, gente, vou precisar de ajuda de vocês.

?Voz C

Qual que é a dificuldade?

?Voz A

A dificuldade é 3, coisa boba.

?Voz B

O bolso de Debu Falei, falhou.

?Voz A

Não, a ação sua foi tipo, né, a não ser que vocês parem o carro, né? Aí deixa o Zé da Lua agir, a gente volta aí, irmão. Galera, para tu fazer mais alguma coisa, pera aí.

?Voz D

Eu vejo que o Ivan tá olhando assim, procurando as coisas. Eu pergunto, ele tá procurando por câmeras?

?Voz C

Por tudo, câmeras, pessoas diferentes que não que não deveriam estar na rua, pessoas dentro dos carros que não deveriam estar aqui, tudo que não encaixa no quebra-cabeça que é esta rua.

?Voz D

Tá, beleza, vou procurar também então. Raciocínio mais o quê, Bruno?

?Voz A

Você pode rolar raciocínio mais investigação.

?Voz D

Dificuldade de trem. Eita, voltei normal!

?Voz A

Você vê, você vê, o que eles parecem estar tentando prestar atenção em algo, mas sei lá, sabe? Tipo, eles talvez o nervosismo, eu sei de agoniados com essa maneira de perseguição e não consigo, sei lá, investigar tão bem assim.

?Voz E

O carro tá subindo.

?Voz B

Eu vou bolar os dados aqui então, vou tentar fazer também.

?Voz A

Daqui que eu vou procurar aquele que mais chama atenção, tá bom?

?Voz B

Dificuldade 3.

?Voz A

O cara, velho, vocês observam aquela rua que vocês estão subindo e vocês estão observando tudo que vocês me falaram: pessoas, carros e câmeras. Vocês não conseguem ver câmeras, não há pessoas ali, e alguns carros estacionados na rua, sim, carros de luxo e um Jeep Renegade, que tem que existir um Jeep Renegade em qualquer bairro de classe média, né? Esses carros, eles não têm ninguém dentro. Quando vocês passam do carro subindo sem parar com o carro, não parece ter ninguém dentro, não há ninguém dentro, não parece ter nenhum sinal estranho.

E vocês, isso nessa ação, vocês chegam até o fim do quarteirão deixando a casa para trás.

?Voz B

O Besouro, eu tô com tua curva. O Besouro, né?

?Voz A

O Besouro tem que voltar até você, né?

?Voz E

Ele volta muito limpo.

?Voz B

O pessoal é doido, o pessoal voa dos olhos no anúncio. Eu faço um meme assim, tipo, aparecendo, e eu falo, no olhar do disco lá dentro está dentro.

?Voz A

Essa última parte eu não entendi, só a parte da sala.

?Voz B

Uma aliada disse que era bonito estar ali, até demais.

?Voz A

Falou isso com vocês dois, tá, gente?

?Voz D

E aí, será que a gente entra ou não?

?Voz C

Vamos, vamos, claro. Viemos até aqui.

?Voz A

A Paula e o Pedro parecem estar tentando ver o modus operandi de vocês e aprender, né, tipo, tudo que vocês estão fazendo. Eles estão atentos a tudo, calados, em silêncio. Vendo tudo que tá acontecendo. Chegamos perto do portão com carro e foram 2 dias, não foram 2 dias de muito bons aprendizados, né? Mortais são macacos com ansiedade, espíritos às vezes dá errado também. Tudo bem que foi um bom ensinamento. E investigue desse jeito que vai dar certo.

É, desculpa, Ivan. Chegamos, chega lá, né? A gente chega perto do portão, aperta o botão lá de abrir o portão, o portão se abre, Pageiro para dentro da casa, Pageiro para dentro da casa, e vocês fecham o botão e aperta de novo para fechar. Portão abre, vocês entram, portão fecha. Cara, uma casa dos sonhos, gigantesca. A parte onde o térreo da casa é só um estacionamento, aí tem as escadas que dão um pouquinho de medo, depois tem o segundo andar, né?

Vamos começar com as investigações de vocês, tá? Que são maravilhosas pelo que eu tô percebendo aqui. Então vocês percebem, tá tudo muito limpo de fato no Nem uma folha fora do jardim, é um portão fechado, a parede quase— a parede, desculpa, a porta de madeira que dá acesso à entrada da casa quase reluzindo de tão bem lustrada, paredes muito limpas.

?Voz C

É bem possível que já tenham vindo antes aqui. Acho que precisamos buscar de outra forma, com outro tipo de visão.

?Voz A

E olha para o Zé da Lua. A porta não tá aberta, teriam que arrombar a porta para poder entrar. Detalhe que o Esqueceu de dar para vocês as chaves da casa, né? Mas se vocês forem bons escaladores, dá para entrar por uma das janelas também, se vocês quiserem. Mas a janela do primeiro andar, né? Então, atletismo.

?Voz D

Mas eu pergunto para os colegas: vocês acham que eu dou uma bisbilhotada na ombra aqui, ou você acha melhor a gente entrar para ver lá de dentro?

?Voz C

Eu não sei o quão Quão difícil é isso? Mas talvez seja bom aqui e também lá dentro.

?Voz D

O problema é que estou sem muita vontade hoje, estou sem muita vontade de fazer isso.

?Voz A

Ai, ai, velho. E qualquer teste que você fizer usando dados mentais e sociais, você tem uma penalidade, tá?

?Voz D

Melhor ver se ela pode adiantar um tal, não?

?Voz B

Não sei se eu tô chorando demais, mas ele tem, ele cedeu a tua capilar dele, né? Será que tem um baixão aqui?

?Voz A

Olá, boa! Tá bom, pode ser, pode ser. Vou tirar um aqui.

?Voz B

Pronto.

?Voz D

E aí eu, então agora eu vou, eu vou ativar então o dom para ver daqui de fora se tem alguma coisa.

?Voz A

Tá bom, eu acho que não é teste, né? Só gasto de força de vontade. Se você não tá com penalidade, então pode fazer o teste em paz. A película, se eu não me engano, ela define a dificuldade. 2 a 5 é 4, tá? Você tá no local bem ruim.

?Voz C

Nossa, ai, caralho, velho!

?Voz A

Hoje definitivamente não é o dia de ninguém, cara.

?Voz D

Tá louco, velho. Tirando, tirando o Ivan na porrada em Humanoid, é o início.

?Voz C

Eu vou abrir a porta da casa, eu vou entrar por fora para entrar e abrir a porta para eles.

?Voz A

Você vai pular pela janela? Correto, é isso. Tá bom, você vai fazer um teste para mim de destreza mais atletismo. Você vai ter 1 de penalidade, tá? Porque a janela não é tão grande assim, você é uma pessoa grande. A dificuldade é 3. Vocês veem ele tentando escalar ali para entrar pela janela que eu citei, que tem ali mais próximo. Hoje é o dia, viu? Caralho, velho, hoje é o dia, hoje é o dia, velho. Graciosamente você escorrega e cai ao chão.

Não é uma queda ao ponto de machucar você, ao ponto que você marcar um dano superficial, até porque você só marca metade. Lembrem disso, gente, que dano superficial vocês só tomam metade, tá ligado? Mas você cai, né, bata as costas assim. Você vê, quanto maior você é, maior é a queda, né? Geralmente a galera fala isso. O Pedro já corre para te ajudar e fez: vixe, e aí, mano?

?Voz C

Acho que não dormi bem à noite.

?Voz A

Nem eu, Pedro fala.

?Voz C

Alguém sabe abrir portas?

?Voz A

Caralho, caralho, será que alguém botou ponto em furto? Nem fodendo.

?Voz C

Ah, não sei se é Wise, não é?

?Voz A

É Hostinger, é furto com atributo de furto. Fazer isso, não sabe fazer Pix, nada não, viu, gente. Agora o que vocês podem fazer é tentar arrombar, se vocês acham que arrombar logo dá pena, né?

?Voz D

Só cuidado, porque senão a gente vai deixar prova aqui, e se tiver acontecido alguma coisa com ele, nós vamos ser considerados culpados, suspeitos. Acho que é melhor até eu tentar pular dessa vez.

?Voz A

Ele fala isso, eu faço: olá, vou até saber se sou eu, hein?

?Voz C

Qual que é?

?Voz B

Antes de ir por algo, dá uma olhada assim, calma, a gente olha as coisas assim, não tem ninguém olhando, vendo pessoas tentando entrar pela janela do local.

?Voz A

Mas a gente tá lá dentro, pô. Então, mas é porque eu acho que eu entendi ainda o a questão do jefe, é gradeado, né, entendeu? Vocês meio que entram, né, aí desce lá embaixo. Enfim, né, pode ser. Eu entendo, irmão Galego, que você pode tomar uma posição mais privilegiada para ver a rua, você meio que tipo assim tem a certeza de que na rua não há ninguém passando, não tem exposição de carro, enfim.

?Voz D

Ô, maravilhoso o nome da perícia, Ladroagem.

?Voz A

Ladroagem, cara. Eu coloquei furto no site porque na época não tinha tradução ainda. Você vai tentar subir, pular ainda, Zé Dalu?

?Voz D

Vou tentar.

?Voz A

Aí era 3, né? Se você tivesse 6 dados, pode, caralho. O Michel também podia fazer isso, né? Escolher metade, né? E passar. Ah não, você tem um de penalidade. Não, mas aí joga um nada menos. É toda forma você podia usar metade.

?Voz D

Usarei metade. É atletismo mais destreza? Isso dá 6 dados. Eu vou usar os 3 dados então.

?Voz A

Entra então.

?Voz D

Bom, arma em punho, tá? Agora que eu entrei, tá bom.

?Voz A

Arma em punho. Tem alguma coisa lá dentro? Você já descortina uma gigantesca sala de estar, uma gigantesca mesa de madeira com pelo menos umas 10 cadeiras também de madeira, uma coisa chique, tá? Uma TVzona, a maior TV que você já viu na sua vida, lá no fundo da sala de estar. Parece que o primeiro andar é um cômodo só, cara. E aí você rapidamente vê, enxerga um chaveiro ali nos pés da escada. Tá conseguindo enxergar comigo esse lugar?

?Voz E

Sim, um chaveiro ali.

?Voz D

É claro que eu vou pegar a chave, né?

?Voz E

Procurar, tá?

?Voz A

Você pega uns 4 moldes de chave que tem ali, vai tentar abrir a porta, né? Imagina, depois de algum tempo tentando com chaves, você consegue abrir a porta.

?Voz B

Beleza, beleza, a gente entra.

?Voz D

Podem entrar, pessoal.

?Voz A

O Pedro fala: gente, como esse povo rico é limpo, né? E ele vai olhando, subindo as escadas, vendo a brecha, sabe, botando o dedo assim na— isso aqui tá muito limpo não, gente.

?Voz C

Alguém veio antes que nós.

?Voz A

O Apolo fala: mas E se alguém veio antes da gente? Isso pode ser uma cilada. Poderia, mas a gente tem que pagar para ver se alguém veio.

?Voz B

Cara, eu vou para Fama Lupina, eu quero cheirar o local ali.

?Voz A

Cara, na forma lupina, o seu olfato ele fica ainda mais aguçado do que já é, né? Além do, já é mais aguçado do que os humanos normais. Enfim, macacos com ansiedade, é um desse episódio inclusive. E ele, e você consegue sentir algo que só nessa forma você conseguiria, porque parece estar tão ali, é tão tapeado ali Já foi tão limpo, mas eu sentia de formol.

?Voz B

Não perda tempo, comunicar isso para ele, né, falando desse formol.

?Voz C

Eu, meu personagem se posiciona no andar mais alto que tiver numa janelinha, puxando um pouco a cortina só para olhar lá para fora. Acredito que meus dotes de investigação não vão ajudar. Ele fica lá em cima só de tipo tocaia na rua, olhando se vem alguém, se não vem.

?Voz A

A minha voz falou, né?

?Voz B

Aí ela rola o ouvido. Se alguém passou aqui para limpar alguma coisa, raspa o rosto do medo e com muita paciência ele vai. Eu vou vendo embaixo de todos os móveis para ver se encontra alguma coisa. Invade de sofá, cama.

?Voz E

Puxou.

?Voz A

Tá bom, vamos fazer assim. Faz mais um teste de investigação, mas determinação dessa vez. A dificuldade vai ser 4. Se você passar, eu posso dar mais detalhes do que eu já vou falar para você, independente de você passar ou não.

?Voz E

A dificuldade é 4, né?

?Voz A

4, 4 para ter uma grande informação paralela que você vai, vai, já vai saber hoje. Hoje os deuses dos NIMB não está rolando bons dados para vocês. Hoje posso ver rolar até 3 dados, até 3 dados.

?Voz B

Isso, beleza. Vou gastar um ponto de sugestão, cara, que você é para foder e foda tudo, irmão.

?Voz A

Tá bom, eu vou marcar aqui para você, tá? Aí você só faz a rerolagem aí, os 3 dados e dificuldade 1 e rerola. Eu Bem difícil ter 3 sucessos, mas vamos torcer, né? Coloca um de fúria, pô. Tanto faz, não adianta não, tanto faz.

?Voz B

Desculpadinho.

?Voz A

Isso, você vê a marca do do pano que foi passado até na, como é que eu vou chamar isso, até nas pernas dos móveis, né? Como é que eu chamo isso normalmente, que não é perna, até na base dos móveis, né? Enfim, e aí então, ah, todo mundo entendeu então, dos móveis, cara, não tem poeira tipo debaixo dos móveis. Você chega a olhar até tipo debaixo para cima E também não tem nada de sujo, é, tá muito tudo extremamente limpo ali, cara.

E aí você, o que você consegue ainda entender é que tipo parece que tem um material que foi usado, material mais potente, que é como se ele tivesse arrastado, né, talvez por um pano, desde a sala até as escadas para o próximo andar.

?Voz B

Alguma coisa com arrastado?

?Voz A

É o que você consegue entender, é como se pode ter sido um pano com formol que passou, entendeu? Desde a sala e fez um caminho com esse pano, como se alguém tivesse passando com lodo, sabe lá o que diabo fez, né? Até o próximo andar, o segundo, né? No caso, vocês estão no primeiro.

?Voz B

Eu subo, eu vou subir e depois faço um sinal para me acompanhar.

?Voz A

Tá, usa da lua, vai usar os penumbrais lá?

?Voz D

Vou usar.

?Voz A

Quer dizer, você já não usou não, né? Não, eu— você usou e falhou, foi, tá? Porque eu lembro que você falou que ia usar dentro e fora, né? Mas é isso aí, você falhou.

?Voz D

Eu vou usar, só que eu vou ficar com dano agravado, mas foda-se.

?Voz A

Isso. E aí você, deixa eu ver qual é o teste aqui, porque você vai ter que colocar uma penalidade dependendo se for os atributos mentais ou sociais, tá? Então, mental, inteligência mais sabedoria, você vai ter que colocar -1 aí no teste, penalidade 1. Menos um, no caso, né? A dificuldade novamente é 4, né, que é a película. Agora vai rolar, hein? E eu acho que não vai, não.

?Voz D

Dificuldade de 4, não for, eu falo para eles, a película aqui é muito forte.

?Voz A

Caralho, velho, caralho, vocês falharam em quase tudo, velho, se não tudo. Não, não, a gente só acertou.

?Voz D

É, mas a porrada do Ivan, e eu salvei o menino também, que ele ia morrer, lembra? Verdade, verdade, isso aí foi importante.

?Voz A

Irmão Galego, você sobe pelo rastro e você vê que o rastro vai dar esse próximo andar. Parece ser um andar de mais cômodos, quartos. Tem pelo menos uns 4 quartos ali gigantescos, e ele vai dar em um desses quartos. Pelo cheiro, a familiaridade te dá a entender que parece ser o quarto em que o Major Fernandes dormia, de alguma forma. Tem esse cheiro, vai até acima da cama, tudo muito limpo.

?Voz B

E cheiro a cannabis mais profundo que eu consegui.

?Voz E

E isso é bom.

?Voz A

É, vocês percebem que tipo parece não ter muita coisa para fazer. Os meninos, eles ficam Ficam meio que perdidos, com medo até de pisar onde não devem, ficam mais próximos do Ivan, que é o Arona.

?Voz B

Enfim, vou escrever aqui que eu sou novinha, posso obter bônus de até 2 dados dependendo do fato de se ser um lobo, seria demais.

?Voz A

Você teve quantos sucessos naquele teste? Você lembra aquele teste lá que eu pedi para você fazer um teste de investigação? Você teve 2 dificuldades, que o impulso foi 3, né? 4, desculpa. Você pode rolar 2 dados então para adicionar o teste, tá bom assim?

?Voz E

Tá bom.

?Voz A

Nesse caso você teria 5, 6, 7, né? Não é metade para você tentar escolher metade, né? Então, os dados, se você tiver os dois sucessos, essa informação ela será passada para você ainda assim, como se fosse um teste.

?Voz B

Penalidade é boa, os 4 pontos. Não é o caso.

?Voz A

Até tipo, até se você quiser colocar os dados com dados de fúria também, você pode fazer também isso. Você achar que faz sentido.

?Voz B

Você podia ajudar agora, viu, privilegiei o prato.

?Voz A

Tá, então rola 3 dados. Vamos dizer que o Besouro, tipo, meu Deus, que queima o bolo! Se você passar, o Besouro ele guia, né, até informação. Você falou o quê? Que eu não entendi.

?Voz B

Eu vou dizer que eu tenho, meu Deus, eu tô tomando zoom.

?Voz A

Pronto, então 3 dados. Vamos lá, mais 3 dados. Passou, né? Passou, velho. Põe Você fareja, né, tem aquele momento de se sentir perdido de alguma forma porque tudo tá muito limpo, até que você parece escutar, mas não vê o som das asas do besouro voando por ali. Ele entra no quarto e ele parece tipo subir, né? Tem aqueles arranjos nas esquinas da parede feitos com massa, né? Acabamento de massa corrida. E aí ele parece tipo tentar entrar entre esse arranjo que tá de massa e a parede, entendeu?

?Voz B

Ou pede e aponta para o pessoal, aí não olhava. Vejam aqui, ó, que este é falso nenhum.

?Voz A

Vocês vão lá, gente? Ele tá indo, né? Tô parado na janela assim, olha para eles e Tá, eu vou dizer que o Pedro e a Paula vem, tá ligado? Eles meio que dão um pé de gato um para o outro. A Paula parece ser, parece tipo assim, ser mais, sei lá, tipo cuidadosa. Aí ela faz: achei, caralho! Aí ela dá uns 3 cocorotas assim na parede, você vê que cai um pouco de sujeira, né, a parede quebra, né? E ela tira um papel dobrado, pô. E ela, antes de descer, ela meio que tipo, ela não entrega à toa que tá em Lupino, né?

Ela desce, senta na cama e abre aquele papel. Exatamente, tá com a desgraça da capa. Eu devo estar ficando louco, mas essa é uma mensagem para meus aliados. Eles me cercaram. Há lobos negros rosnando na minha casa. Tem um homem com uma tatuagem na cara. Eu vi ele entrando na casa da frente. Eu vi ele saindo com lobos. Eu descobri muitas coisas. Não dá tempo. O Major, Major Anacleto, tá envolvido. E o papel, ele é tudo que tem escrito nele.

Ivan, você tá olhando da janela, né? Está olhando da janela e você vê Nada mais, nada menos que aquele homem, aquele homem de muitas sessões atrás, caralho, muitas águas passadas. Ele, você vê ele porque você vê o portão se abrindo, o motor tal qual se abriu esse portão de vocês, mas é o portão da frente da casa. Ele faz contato com você e ele faz assim, eu tô caiado assim, ó. Beleza, é verdade, você está certo. Ele olha para casa e você vê um assovio.

Esse assovio parece chamar 4 lobos. Aqueles lobos que saem, e eles estão indo em direção à casa, tá? Você vê ele depois, ele fazer isso, né? Só para explicar, né, que isso tá acontecendo, você vai conseguir agir antes de dar merda toda acontecer. Ele faz isso, a subida, deixa o portão aberto e começa a subir a ladeira olhando para cá. E agora é com você, tá, irmão? Fica à vontade aí para ter todo o tempo do mundo que você precisar.

?Voz C

Para, eu começo a bater na parede só. Temos visita!

?Voz A

São os cães mais, não são os lobos negros, aqueles que parecem muito, muito com o nosso amigo É, chuta-lata é foda, né? Zé da Lua, né? Só que com uma face um pouco mais demoníaca. Eram os lobos lá, os cães de— agora vocês já sabem, né? São os cães de caça.

?Voz B

Eu combinei com ele, olha, guarda com muito cuidado, me paguei esse bilhete. Aí eu olho para o Zé Dali, a gente corre ou a gente enfrenta?

?Voz D

Eu não sei também, cara.

?Voz B

Nós não corremos, nós não corremos, nós não corremos.

?Voz A

Tá com o Ivar, ele— você fala isso, nós nunca corremos, né? E aí você atira ao som das cercas elétricas da casa entrando em colapso, né, do muro da casa entrando em colapso, enquanto aqueles lobos escuros e gigantescos, tal qual ispos, eles escalam e arrebentam aquela eletricidade. Você vê eles tomando choque, né, e você apira. E a gente continua na próxima. Sucesso!

?Voz C

It's over, Anakin. I have the Heimdall.

A Orquídea-Negra - EP. 13 - Lobisomem: O Apocalipse 5ed | Castnews Index — Castnews Index