Episódios de Garou Nordeste

A Orquídea-Negra - EP. 10 - Lobisomem: O Apocalipse 5ed

10 de maio de 20262h52min
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Saudações, Garouzada! Na sessão de hoje, a Alcateia lida com a perda do pilar de Zé-da-Lua e busca uma forma de virar o jogo em um jogo de Xadrez que parece estar completamente contra eles! A Orquídea-Negra é uma crônica ambientada em João Pessoa, na Paraíba, onde os jogadores interagem com a realidade do apocalipse e os terrores do culto do sol manchado, que move suas peças no xadrez da batalha pelo fim do mundo. Esta Mesa comissionada foi programada para 4 jogadores, até o momento temos Irmão Galego, um Hominídeo Philodox dos Guardadores do Galhado, Zé-da-lua é um Lupino Galliard dos Peregrinos Silenciosos e Ivan Tsarevich, Hominídeo Ahroun dos Presas de Prata. E quanto ao quarto jogador? Bem, VOCÊ pode ser um deles! Isso mesmo, temos uma vaga para você compor essa alcateia inesperada da nossa Mesa Comissionada! Corra e garanta sua vaga o mais rápido possível, que essa é a última vaga! As aventuras são personalizadas e o mais incrível de tudo: Você tem acesso ao SEGREDOS DA FÚRIA, um Site exclusivo para a crônica, contendo fichas automatizadas e guias interarivos para ajuda no preenchimento dela, além de rolagem de dados! E não para por aí! O Site tem todos os dons, fetiches, rituais e loresheets que saíram até agora nos materiais da quinta edição de Lobisomem! Clique aqui para se inscrever enquanto ainda há uma vaga restando: https://mesaquest.com.br/mesas/01KKKPAW3N9R9F76PAEYJQR811

Participantes neste episódio4
F

Felipe

ConvidadoInfluencer
I

Irmão Galego

Convidado
I

Ivan Tsarevich

Convidado
Z

Zé da Lua

Convidado
Assuntos6
  • Origem e estrutura da Espiral AfogadaA barragem no rio Jaguaribe e a estagnação espiritual · A colmeia subterrânea e os rituais de sacrifício · Membros notáveis: Pele Queimada e Afoga-Pulmão · A influência dos Dançarinos da Espiral Afogada na Mata do Buraquinho
  • Estrada Real de Santa CruzA natureza anômala do canavial e a distorção temporal · Encontro com pessoas controladas por espíritos em forma de mãos · O monolito negro e o Oásis · Ataque do Oásis e a luta contra as raízes
  • Investigação na Granja GênesisClínica de recondicionamento de wolf dogs · Descoberta de documentos sobre a Espiral Afogada
  • Refúgio em Campina GrandeBusca por um local seguro para descanso e leitura · Ritual de proteção para o sítio
  • Recuperação e PlanejamentoTestes de cura e recuperação de fúria · Decisão de investigar o Canavial de Santa Cruz · Estratégia para lidar com a pedra espiral
  • Conflito com o Culto do Sol ManchadoInformações sobre os Dançarinos da Espiral Afogada como rivais · Estratégias para explorar a rivalidade entre facções
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Então, ainda de luto com a morte do seu Pilar, vocês deram alguma ajuda emocional, por assim dizer, ao Zé da Lua. Vocês descansaram uma noite e recuperaram dos danos de tudo que aconteceu durante a sessão anterior, na retrasada.

até que vocês receberam o contato do irmão daqueles garus que vocês conheceram lá no carne de Recife. Ele estava louco, estendecido doido, doido, querendo descobrir quem foi que matou a galera dele, não os irmãos dele, não necessariamente a galera dele. Vocês se encontraram em um restaurante, informaram para ele que foi a Bira que... E...

Matou a galera lá. E ele disse que ia colaborar. E foda-se. Pacto ou caralho. Tipo, sei lá. Qualquer coisa que vocês pudessem ceder pra eles. Foda-se. Ele queria ajudar. Porque ele queria meter o louco mesmo. E queria ver a cabeça daquela bira. Numa bandeja. Ele entregou pra vocês. Dois lugares. E aí os lugares eles foram. Primeiro. O Agrange Gênesis. Vocês estão vendo a tela aí?

Sim. Primeiro foi a Granja Gênesis, que foi inclusive o foco da sessão anterior, e o outro foi o Canavial de Santa Cruz. Vocês decidiram ir até a Granja Gênesis, nessa Granja Gênesis vocês descobriram que era uma clínica, existia uma parte subterrânea desta clínica.

E vocês foram, aos poucos, percebendo que era um lugar de processamento ou de recondicionamento de wolf dogs, animais de extrema origem, de extrema semelhança no quesito de origem do Zé da Lua. Até aqui, todo mundo está acompanhando, né?

Lá vocês perceberam que existiam alguns animais que foram, que eram descartados, outros que tinham acabado de chegar e outros que estavam no estágio final. Fato é que vocês mataram quase tudo, vocês não mataram os cães que não estavam visivelmente com o estado avançado, sabe lá o que eles estavam fazendo.

E aí vocês chegaram no final, tinha uma espécie de poço, os restos dos animais, que os próprios animais que tinham chegado ao estágio final se alimentavam. Depois disso, vocês descobriram alguns papéis, pegaram esses papéis, guardaram como puderam e correram até a saída. Tocaram fogo nos caminhões, esse fogo se alastrou para o resto da clínica e a sessão acabou com vocês indo embora no carro.

percebendo que o cãozinho que vocês adotaram estava em segurança também lá. E é a partir daqui que a gente continua. E aí, vocês estão com papéis, esses documentos têm como título Dançarinos da Espiral Afogada, e se dividiam em três arquivos, vocês conseguiram dividir eles assim.

Eu mandei pra vocês esses documentos. Eu não esperava que vocês tivessem lido, não sei se vocês leram. Mas aí eu quero saber se vocês querem fazer isso agora. Eu esqueci de ler, puta merda. O meu personagem entrou no carro e se jogou no banco de trás e desligou.

Tá, então em algum momento a gente pode fazer isso em um, né? Tipo assim, como são três documentos, cada um pode ler um documento, não vai passar de uma página, tá? É menor do que o documento da Pedra Bonita, eu tentei não me empolgar tanto, escrevendo. Então vamos fazer assim, ó. A sessão acabou com vocês indo embora e a sessão começa aonde, meus amigos, hoje?

A gente está indo a caminho. Eu estava pensando em... Como eu comprei o aparelho. Eu estava pensando em falar com o pessoal. Olha, eu acho que eu ponho o seu engenho. Que a gente pode ficar de boa. Pelo tempo que for preciso. Um lugar escondido. Difícil de achar. O que vocês acham?

Eu acho que o maior é uma boa. Eu tô precisando, pra variar, tô precisando de cuidados. Bom, cuidados eu não sei exatamente se você vai ter lá, meu Deus. Descanso, né? Descanso vai ter, com certeza. Caralho, vocês tão fodidos pra um cacete, né, velho? Não, então... Cara, tô todo cagado no maiô, velho.

Cara, e o bicho, ele não pode sair de glabro, né? Acho que o meu estalado sou eu. É, tu tá tranquilo, tá tudo bem de uma boa. É isso aí. Então, o objetivo de vocês, então, Felipe, é ir até o aparelho seguro, né? O refúgio seguro. Isso, exatamente. Na verdade, ele é escondido. Seguro, eu vou para o meu.

isso é difícil de achar tá beleza e isso fica onde eu tô pensando no conheço a família não tá pensando em um lugar no interior assim

Perto da região central, não interiorzão, mas que seja acessível, de alguma forma. Mas que seja matão mesmo, tipo um estrado de terra. Tá, isso ainda no território da cidade de João Pessoa? Pode ser fora da cidade de João Pessoa, pode ser outra cidade. Tá, então...

Você falou mais no quesito interior, então seria uma coisa mais para cá, né? Isso. Tá bom, cara. Você pode ter um refúgio escondido na cidade de Campina Grande, que é a segunda maior cidade do estado. O que você acha? E aí lá tem determinadas áreas rurais, você pode ficar num lugar, esse lugar pode ficar num...

no sítio chamado Queimada da Ima. É um vilarejo, uma comunidade. Ela fica mais para a zona sul, sul do oeste da cidade, e pode ficar lá. No futuro, eu posso trazer mais informações para você da localização da Ima. Vocês viajam em direção ao interior.

da Paraíba, chegam em Campina Grande, conhecida como a capital do maior São João do mundo, e se direcionam para uma região rural, tudo isso sendo orientado pelo... Na verdade, não é orientado, Felipe, porque você está dirigindo, né?

Perfeito, então você vai se orientando pelo que você sabe daquela região e chega até um sítio, eu vou dizer que esse lugar não é necessariamente também um lugar abandonado, é um sítio, ele vai ter uns 20 metros por 50, tem uma casa modesta, dá para se abrigar lá tranquilamente. Perfeito, então eu desço do carro, o pessoal é aqui.

Aqui a gente vai poder dar uma lida nesses documentos. Esse lugar aqui é bem escondido, mas eu conheço um ritual que pode tornar-nos seguro. Então, pelo menos, pode me avisar a respeito de coisas que podem acontecer com a gente. Eu preciso descansar. Ok. A gente entra na casa, cara. Beleza.

Eu quero saber é de João, eu quero saber é de Zé da Lua. Como é que dá? Dá pra dormir em labro? Você volta pra sua forma original. Voltou pra forma original, caiu, teste imóvel. A não ser que alguém vá... Tente estabilizar você de alguma forma, né? Eu tento tentar estabilizar, né? Perfeito, perfeito. Tem um teste aí de inteligência, mas medicina, dificuldade, a quantidade de dano que o cara tomou, tá?

Então, lupina permanece com a mesma coisa? De estamina? Fica, né? Não, não. Lupina tem a mesma vitalidade do hominídeo. A dificuldade é 5, tá? Pode ser determinação? Não, inteligência mais medicina. Inteligência mais medicina. Dificuldade 5. Uhum. Difícil, hein? Tá difícil.

O Ivan deitou na primeira cama que ele achou. Tá ligado? Desligou. Tá ali. Você falhou, Jefferson. Tá bom. Tá bom. Então. E agora, hein? Pra ganhar aquele pontinho maroto de fúria, o Ivan falou só ir no pino, né? Não, eu já acho que o Glaber já...

ele já é capaz de fazer isso. Acontece que você já uivou pra Lua. Foi ontem. Vocês acabaram de... O personagem tá dormindo, ele não sabe o sentido. Seguiram viagem e saíram na madrugada. Estou chegando na madrugada nesse refúgio aí, escondido. Cara, é...

Como é que vai ser esse bagulho aqui, mano? Tu... Ó, tô pensando aqui mais alguma coisa que eu posso fazer. Eu posso tentar fazer um teste de furo e perder o lobo, não posso? Então você já fez isso também. Nossa, eu já fiz também. Puta que pariu. Você já fez da última vez. Deixa eu fazer um teste de furo com... Com um ponto de furo. Mas você pode perder o lobo.

e voltar com um dano agravado a menos, por exemplo, pra gente poder resumir também essa briga, esse desespero pra tentar salvar a sua vida. Beleza. Só que você perde o lobo. Já era, já era, não recupera a fúria mais. Não, você perde o lobo, nunca mais... Não, tô brincando.

Você perde o lobo, é só quando você... Você tem que uivar pra lua, pra próxima lua que vier, pra poder recuperar o primeiro ponto de furo. Não consegue recuperar de nenhuma forma, a não ser essa, ou se alguém tiver um ritual ou um dom que esteja dizendo com letras garrafais. É uma pessoa que perdeu o lobo, pode recuperar a furo, entendeu? Não, beleza. Eu tenho isso, meu filho. Pronto, perfeito. Então, tá lá. Você volta com o quarto. Eu vou mudar aqui sua forma, tá?

Tá, mas aí é aquela grande questão, eu fico em humanoide ou é perder o lobo? Você vai, você vai... Você vai... Não, não, você vai... Não, então, é... Perder o lobo é, tipo assim, você... É só uma palavra, né, um termo pra dizer. Você perdeu todas as suas conexões com o sobrenatural. Então você não pode virar glabro, ispo e nem crinos, entendeu?

Então, tipo, você vai voltar pra lobo, por assim dizer. Mas você não pode acessar suas formas sobrenaturais, não pode acessar dons, não pode acessar rituais, não pode acessar essas porra nenhuma, entendeu? Fechou. Então, quando você dorme, volta pra lupino, tá? Tá, velho. E aí eu apago. Os dois caras acabam de apagar diante de você, Felipe. O que você faz?

Bom, se lá tiver uma rede, eu estendo a rede em algum momento. Eu tô muito cansado, como é que? Não, mano, você tomou uma... Você tomou uma sarraboiada de pis aí. Você pode fazer teste de fúria pra recuperar sua vitalidade. Ou você aguenta aí o dano que você tomou aí.

Nesse caso você tem três... Eu queria fazer o ritual agora à noite já. O ritual do quê? O ritual de proteção. Ah, sim. Tá. Você que estava falando mais de a vitalidade, você tinha que recuperar... Não, não, não. Eu tenho o ritual do Lobo Renascido, né? O ritual do alcance sombrio. Ah... Esse ritual torna uma... Ah, eu vou jogar ele pra você dizer. Bom ritual, tá.

Esse ritual torna uma área mais estímica e perigosa. Muito bom, cara. Você conjura esse ritual, então, quando seus amigos descansam, né, Felipe? Beleza. Quando você conjura esse ritual dentro daquele território, dentro daquele sítio especificamente, você percebe que...

As árvores, você percebe que os pequenos animais, as pequenas árvores noturnas que ainda estão acordadas naquela madrugada, elas parecem ficar mais hostis. As árvores parecem tomar uma forma mais amedrontadora, como se elas se atrofiassem.

em resposta ao seu ritual, as aves também, o canto delas começa a ficar um pouco mais assustador. Só para descrever o ritual, ele intoa algumas palavras em Garou, e ele vai escrevendo algumas rumas Garou na areia, na areia não, na terra. E ele vai limando ao redor do...

do sítio como faz um animal mesmo, para guardar território. E é isso. Em cada direção que você vai se aproximando, você vai ficando mais agressivo, mais hostil, até que você completa o trajeto e você percebe que o seu ritual surtiu efeito. Beleza, perfeito. E aí você dorme, Felipe? Obrigado.

Mais uma vez vocês são assolados por sonhos febris. Mais uma vez existe o sol sendo apagado, o sol profano sendo erguido. Mais uma vez aquela voz que procura pelo filhotinho perdido.

Mais uma vez, uma visão da pedra bonita e de você sendo degolado. Sonhos e pesadelos recorrentes. Vocês acordam. Começo da manhã, passaram-se mais ou menos umas seis ou sete horas desde que vocês chegaram. A dor ainda é a mesma, Ivan.

O mesmo pra vocês é da Lua. O Felipe tá relativamente ferido, mas os dois estão muito piores. O que é que vocês querem fazer agora? O Pedro e o Vissor não ajudou nada a gente, assim, a falar um pouquinho? Não.

Eu vou usar fúria pra entrar em glabro. Então vai lá, você vai virar glabro, né? Pra poder curar. Isso. Vai só no primeiro teste, vai lá, recupera um. Vai marcando aqui? Pode marcar. Então você vai continuar fazendo teste de fúria, né? Vou fazer mais um. Vai.

Passou também, caralho. Vai mais um então, vai. Boa. Alguém tem que estar vivo. Caralho. É isso aí, pô. Boa, meu filho.

Então eu tô também tirando um ponto de dano na força de vontade agravado, porque vocês também tiveram uma noite, tá? De descanso. Ah, também tira um? Tá, eu já tirei já. Tá. Tanto do Zé da Lua quanto do... Eu tinha tirado, eu acho, também. De força de vontade? Ah, não, de força de vontade, não. Não, não, eu tirei. Ficar em paz. Então tá, né? Vocês acordam, tá? Na verdade, então, se sentem um pouco menos piores.

E vocês estão lá, diante uns dos outros, para entender e definir, ou planejar, quais serão os próximos passos que vocês vão tomar, gente, até com vocês agora. Bom, a primeira coisa seria a gente tentar se curar ao máximo, né? Eu acho que agora, como o...

Como diminuiu um, talvez você consiga, né? No contexto, você tá falando? Isso, né? Porque a inteligência é mais medicina, né? A dificuldade ia ser quatro. Pra qualquer um dos dois, eu acho. Deixa eu ver aqui. Eu tô tentando tirar um, meu dano aqui. Tô quase conseguindo. É, o doido tá três. É, tá três, é. Perfeito. E o Ivan...

Tu diminuiu uma gravada aqui, Ivan, no teu? É, eu tô tentando deixar com dois, três, com quatro. Tipo assim? Quatro. Quatro. Assim. Aí, aí. Tá, beleza. Então o Ivan com quatro pontos, o... O Zé Dalô tem três, né? O Zé Dalô tem três pontos de dano gravado, tá? Eu vou me rolar, mas eu acho que tá um pouco mais fácil.

João, no Zé da Lua, né? Isso. Tá, beleza. Então você faz a taxa de inteligência mais medicina, a dificuldade vai ser três, né? Eu peço pra ele deitar e eu vou passar uns um dentes mesmo. Enquanto eu fumo, vou dando umas baforadas mesmo, falando algumas palavras. Boa sorte. Boa sorte.

4. 4. 5. Nesse caso, Zé da Lua, você recupera o equivalente a metade da medicina do cara. Quanto que é? 2. Então você recupera 1. Perfeito. Agora já, ó. Nossa senhora, tá tinindo já. Só 2 é gravado.

Bom, agora eu vou tentar no Ivan, não precisa nada. É, acho que vamos ter que ficar aqui mais tempo se recuperando antes de ir para o nosso próximo local. Sim. Bom, agora a gente vai ler os documentos, entende? E aí, vamos ver o que a gente descobriu. É, vamos ler tudo.

Massa, vocês ainda têm acesso a esses documentos? Saudações, Garuzada, Bruno do Futuro chegando aqui para ler com vocês os registros que os jogadores encontraram dentro daquele laboratório falando sobre a espiral afogada. Como vocês sabem, eles descobriram que essa colmeia do Jansarinho da Espiral Afogada fica na Mata do Buraquinho, que é uma região...

de mata localizada no centro da região metropolitana de João Pessoa, do qual quem tem domínio completo, que são os dançarinos da Espiral Negra mais antigos.

de João Pessoa são os dançarinos da Espiral Afogada. Então vamos ler o que eles acharam, o que eles encontraram lá, e tentar entender qual a origem dessa colmeia de dançarino da Espiral Afogada e como eles se encaixam ao longo dessa história que já está se arrastando há muito tempo.

Muito antes de ser mata do buraquinho, Jaguaricumbi era um lugar de passagem. O rio Jaguaribe drenava água e carregava memórias, doenças espirituais e restos de promessas quebradas da cidade nascente. Quando o estado da Paraíba comprou a área em 1907, os garus da região acreditaram, por um breve e ingênuo momento, que aquilo seria um caso raro.

de humanos preservando um território sagrado. Eles estavam errados. Construiu-se uma barragem entre as décadas de 40 e 50, sendo este o primeiro grande erro espiritual. Ao represar os rios Jaguaribe, algo foi interrompido. Espíritos de purificação ficaram presos, espíritos de estagnação começaram a se acumular e a água parou de levar embora o que devia morrer.

Na Umbra, a barragem tornou-se um anel de contenção espiritual, uma espécie de selo imperfeito que começou a apodrecer. Foi ali que surgiu o que a tribo chama atualmente de a espiral afogada. Os primeiros dançarinos da espiral negra chegaram disfarçados de técnicos, operários e vigilantes.

eles não profanaram a mata com máquinas ou poluição, mas fizeram algo pior. Aprenderam a amplificar e coexistir com o lado errado dela. Então a gente já entende onde surgiram esses rivais dentro dos próprios dançarinos da Espiral Negra que estão na cidade de Isona Metropolitana de João Pessoa e que estão enfrentando o culto do Sol Manchado.

Vamos entender a estrutura da colmeia. A colmeia cresce por baixo dos córregos do rio Jaguaribe, tendo suas entradas principais pelos cursos mais profundos e antigos dele, trechos estes que foram interditados à visitação. Com motivos óbvios, né? Na Umbra, existe um emaranhado de raízes em espiral, ossos de animais e restos humanos antigos, onde os malditos utilizam como ninho. As criaturas mortas pelo ritual da vigília do rio preso, que vai ser melhor explicado adiante,

vagam pela floresta, atuando como sentinelas por todo o território da mata do buraquinho. Então, a gente já sabe que existem espíritos espalhados por toda a região do Caerno, que eles, seja a força ou não, servem, cedem informações ao dançarino da espiral afogada. Na reserva, a floresta ainda vive, mas infectada como um órgão funcionando, apesar do câncer que existe lá.

Vamos entender agora um pouquinho dos costumes. Os rituais centrais da colmeia são a vigília do rio preso e o ritual do último fôlego.

Em um poço no coração da colmeia, uma criatura viva, de preferência humanos e outros garus, é afogada lentamente na água represada enquanto a fratria entoa cantos que impedem o espírito da vítima de atravessar. O espírito fica preso à colmeia servindo como um sentinela que vaga pela região.

um eterno escravo da espiral afogada. Então esses espíritos que a gente viu agora, que servem, recebendo informações, eles são criados a partir desse ritual. Dizem que o primeiro sacrifício da espiral afogada foi um cão da raça Kangal, e desde então, quando o dançarino da espiral negra se alia ao culto, é levado ao poço central no mundo umbrático.

para passar por uma série de tentativas de afogamentos que farão com que sua aparência sobrenatural mude completamente por meio do líquido que ele ingere, passando a ter a aparência do animal do primeiro sacrifício, que no caso era o cangal. Aqueles que não conseguem resistir às tentativas de afogamento não são dignos da espiral afogada e obviamente eles vão morrer afogados lá. Vamos entender um pouco sobre os dançarinos da espiral afogada em si, do culto.

Tem um trecho, né? Primeiro engolimos a Wild, depois as cidades da Weaver. Eles costumam ter atividade mais frequente em regiões de natureza. Acreditam que forçar a Wild a entender que o fim é inevitável é a missão principal dos dançarinos da espiral afogada.

Seu poder e influência sobre a Mata do Buraquinho aumentou quando, em 2014, o lugar foi transformado em refúgio de vida silvestre, fazendo com que os dançarinhos da espiral afogada tivessem nas mãos um território com menos acesso e com mais controle.

A partir daí, desde esse momento, começaram a usar a burocracia a seu favor, fechando trilhas por segurança, negando pesquisas alegando a prioridade em preservar a vida selvagem e, recentemente, alegando avistamentos de animais agressivos como desculpas para o afastamento de pessoas. Então, a partir de 2014, eles conseguiram blindar ainda mais, controlar ainda mais quem entra e quem sai, como entra e como sai dessa região da mata do buraquinho.

Vamos ler alguns dos relatos dos locais. Há trechos na mata que a guarda ambiental evita percorrer sozinha, não por registro de crime, mas por pressentimento. O mal está difícil de explicar, como se o lugar estivesse atento a quem está lá. Um dos guardas que ignorou os avisos acabou internado após um colapso mental severo. Entre lapsos e delírios, repetia frases desconexas ou talvez não tão desconexas assim.

Não responda se alguém chamar seu nome, não caminhe pela mata depois de escurecer, o silêncio absoluto é sinal de perigo imediato. Dias depois, veio o diagnóstico oficial, ele teve raiva, contraiu raiva e a morte dele foi rápida.

A transição entre cidade e floresta é muito abrupta também, é muito alegado isso. O ruído urbano como motores, vozes e sirenes desaparecem em poucos passos, como se tivesse sido desligado. Às vezes ele retorna de uma lapada só, de uma forma ensurdecedora, sem explicação alguma. Pesquisadores relatam falhas constantes em equipamentos básicos. Bússolas giram sem sentido, GPSs perdem sinal, pedômetros marcam distâncias impossíveis de um contra o outro.

Dentro da mata, nada parece manter a própria medida, como se a física meio que quebrasse ali. Moradores das áreas limítrofes, dos limites dali, também começaram a relatar o mesmo tipo de visão. Ao espiar pelas janelas durante a noite, notaram cães grandes demais, imóveis entre as árvores, observando em silêncio, eles não rosnavam, não avançavam, apenas ficavam ali.

como se estivessem esperando que alguém cometesse o erro de olhar o tempo demais ou de se aproximar demais. Vamos para o coração da colmeia lá no mundo físico. Para chegar no interior da colmeia, é necessário mergulhar por uma das entradas submersas localizadas nos cursos mais profundos e antigos do rio Jaguaribe. Os trechos são longos e o risco de afogamento é necessário.

para todos, porque esse meio que é o chiminage para o espírito guardião daquela colmeia, daquele caerne dos dançarinhos da espiral afogada.

A parte subterrânea é composta por uma cadeia de túneis escuros escavadas manualmente e reforçadas por raízes vivas em forma de espiral, obviamente. As paredes são cobertas por marcas de garras e os corredores, em alguns trechos, eles são apertados, onde apenas uma criatura por vez consegue passar e ainda assim...

se apertando em alguns pontos. Então, tem alguns túneis que são claustrofóbicos lá dentro do centro da Saucon Mérida, a parte interior da Saucon Mérida. Em todo trecho há água parada. Em todos os corredores chega algum momento que é preciso nadar e segurar a respiração, quase afogamento para atravessar.

A todo momento escuta esses sons de escavação para todas as direções. Percebam o quão próxima da palavra afogamento é essa colmeia. Não são só os dançarinos da espiral afogada. A vida dentro daquela colmeia gira em torno disso. Os túneis subterrâneos parecem ser a extensão de toda a região da mata do buraquinho. Então, parece que a extensão que tem a mata do buraquinho por baixo passam esses túneis.

Eles costumam ser retos e curvos, cheios de bifurcações em seu relevo. O que o seu relevo sempre altera do mais profundo ao mais raso no córrego que todos os corredores, sem exceção, possuem. Vamos lá, horrores que podem ser encontrados no túnel. Prisioneiros dos dançarinos à espiral da afogada, mantidos mutilados, porém vivos.

cabeças e caveiras de inimigos reanimados com os olhos arregalados de terror, ecos dos gritos das vítimas, cães de guarda da raça Kangal, e por fim, membros da colmeia do Jansarim da Espiral Afogada. Só há um único vão principal no Caern que os jogadores podem ter a sorte de encontrar entre esses túneis pelo corredor que eles escolheram. É ali que a fratria dos jogadores, dos guardiões da Espiral Afogada,

faz o seu ritual da Vigília do Rio Preso, que é aquele outro ritual que foi citado nos costumes, em suas reuniões secretas. Existe no meio da caverna um profundo poço pulsante coberto por água, onde todos os corredores que dão acesso a este lugar parecem desaguar. No mundo espiritual, vendo um pouco mais do Caen na coméia no mundo espiritual,

No mundo espiritual, o córrego dos túneis é de sangue e as paredes do Caerne também tem esse sangue lá. Os gritos são ainda maiores, os gritos que se escutam pelos túneis, e é mais frequente encontrar na umbra do que no mundo físico os seguintes horrores. Vamos lá. Todos aqueles pontos que a gente tinha citado que tem no mundo físico, só que é mais...

Frequente os prisioneiros, as cabeças de caveiro, os ecos dos gritos, os cães de guarda e também os membros da colmeia, obviamente. No centro principal da colmeia, o espírito da espiral afogada pulsa dentro do poço, sendo ele quem vomita a água de dentro para fora da forma contrária que é no mundo físico. Enquanto naquele poço a água desce, vem pelos corredores de ostunes e desce, no mundo espiritual ela sai em forma de sangue. Se alguém mergulha lá, dança a espiral.

Por fim, e não menos importante, vamos citar alguns dos membros notáveis dessa colmeia, desse poço dos dançarinhos da Espiral Afogada. Temos o Pele Queimada, que é a líder da colmeia, ela é teújo dos dançarinhos da Espiral Afogada. Ela tem 11 das três alcateias que tem lá.

Abaixo do comando dela, então ela é a Garu de maior posto ali, né? Dos dançarinos. Ela nunca sai do interior da coma e nunca deixa aquele posto que eu citei sozinho. Seu controle é total sobre todos. Todos respondem diretamente a ela sem questionar. Seu poder é tão grande que já jogou ao bolso vários dissidentes, vários que tentam fazer motim pra dar de comer a espiral afogada.

Então trata-se de uma lupina com aparência de cangal, mas completamente queimada, sua pele é completamente queimada. Não temos registro de como ela ficou desse jeito, mas fica aqui a observação para se tomar o extremo cuidado com ela ao encontrar, pois apesar da aparência de velha e cansada, ela é extremamente poderosa. Lembrando que isso foi encontrado dentro de um laboratório do culto do Sol Manchado.

Então foram dados que eles conseguiram a respeito dos dançarinos a espiral afogado. Temos o Afoga Pulmão, que é o líder da Alcateia Último Fôlego, Aron dos dançarinos, obviamente. A quantidade de dançarinos que estão abaixo dele, 4.

Então a folga-pulmão é conhecido como membro da fratria que possui o maior fôlego dentre todos. Seu tamanho chega a ser desproporcional de grande em comparação aos demais, de forma que há túneis em que ele não consegue passar nem na forma lupina. Lembra que eu falei que tem os túneis apertados? Na sua forma hominídea, é um homem forte, alto e com uma barba gigantesca. Na forma isso, o lupino e o crinos demonstram a aparência também de um cangal raça puro.

Os membros de sua Alcatel são conhecidos por ampliar os túneis e aqui está uma curiosidade extremamente interessante. Aqueles que cavam mantêm um padrão irregular no tamanho dos corredores para que todos possam fugir de afoga-pumão quando ele entra em frenesi. A única que não precisa fugir quando isso acontece obviamente é a pele queimada que também nem é dessa fratria, dessa Alcatel.

Definitivamente, a Alcateia abaixo de Afoga-Pulmão é a mais forte de todas no quesito físico de combate, tendo dois Aron, dois Filodoxos e um Teuge. Então, vejam que essa Alcateia do Último Fôlego, eles têm esse trabalho dentro da colmeia de cavar os túneis. Vamos para a volta seca.

Líder da Alcatéia trilha reversa e é um ragabash. Volta a ser que sua Alcatéia são o motivo pelo qual os mapas não funcionam na mata do buraquinho. Notem que já tem questionamentos lá atrás que vão sendo explicados aqui. Nada se trata apenas de confundir caminhos, mas de ensinar a floresta a mentir. Trilhas que levam de volta ao mesmo ponto, declives que parecem subir, marcas que se movem quando não estão sendo observadas. Eles se gabam de criar diversos...

pontos do território da colmeia onde voltar não é mais possível de ter um ponto de não retorno a função da Alcateia é conduzir intrusos até esse ponto físico ou mental, entrou não é permitido até mesmo os que são permitidos a gente vai guiar você para um ponto de não retorno essa é a função da Alcateia trilha reversa, fisicamente em volta seca tem a pele escura e é magro, esguio e muito afinado

Sua musculatura é seca e alongada, esticadão, coberta por uma pelagem escura manchada de tons acinzentados como lama seca quando está nas formas Lupino, Ispa e Crinos. Além de ainda assim lembrar um pouco o cangal. As patas dianteiras exibem cicatrizes profundas, sinais de repetidas escavações e rituais de contato direto com o solo ali na mata do buraquinho.

Além dessas duas fratrias que eu citei, a da trilha reversa e a do último fôlego, tem outros dois membros da fratria que não pertencem a nenhuma dessas duas Alcatel que eu citei. O culto do Sol Manchalho não conseguiu extrair informações dos capturados sobre eles, que foi o meio que eles conseguiram essas informações, mas sabem que eles servem diretamente à pele queimada.

Bruno aqui se despedindo aqui do futuro, voltando para o passado. Se cuidem galera e bebam água, valeu. Ora, entendo os animais, os cangados. Cangados. Agora, finalmente sabemos onde podemos encontrar alguém. De segundo com o endereço. É, e o... E uma coisa que vocês percebem é que...

Esses, da forma como vocês encontraram esses papéis, onde vocês encontraram esses papéis, eles, a outra facção do Dançarino da Espiral Negra, conseguiu todas essas informações sobre a facção rival, que agora tem nome, finalmente.

que é os dançarinhos da Espiral Afogada, tá ligado? Então, os dois, o culto do Sol Manchado e o dançarinho da Espiral Afogada. Esses dados são da facção rival do culto do Sol Manchado, tá ligado? Vai ser muito difícil entrar em essa colmeia. Não tem como.

é mais inteligente seria jogar um contra o outro de alguma forma essas informações ajudassem os outros a invadirem um terreno do outro a ideia é boa muito boa não vejo apenas como fazer isso também ainda não

Você conhece alguém que sabe mexer com bombas ou não? Não entendi. A gente precisa avaliar a possibilidade de explodir os... Soterrando quem está lá dentro. Você conhece alguém que entenda disso? Não acredito que não.

E pra gente entrar vai ser praticamente impossível, né? Sozinhos e a gente vai morrer. Ahn... Não temos mais aliados. Estamos, somos... Nós somos... Toda a defesa de Gaia. Mas é nossa responsabilidade fazer.

Será que algum espírito das águas não nos ajudaria a derrubar os túmulos? O que, mano? Desculpa. Será que algum espírito das águas não nos ajudaria a derrubar os túmulos? A gente pode tentar invocar. Então. E o que iríamos oferecer ao espírito? Os espíritos não são mais nossos amigos.

Sim, a gente pode fazer uma coisa para oferecer. A gente pode conversar com o Espírito e sem o Espírito. Provavelmente ele vai pedir... Provavelmente ele vai pedir alguma coisa relativa, a purificação de alguma marca de alguma coisa. Lembrando que dentro do território, pelo que está escrito no texto, a colmeia, os jussarinos da Esperóia Afogada, mantém todos os Espíritos sob rédea curtíssima.

Tem que seu espírito esteja perto, mas não lá. Temos algo de verdade que oferecer. Pelo queimado é homem ou mulher? Pelo queimado é uma dançarina da Espiral Negra. Ok.

A gente pode tentar invocar Dar o espírito E aí a gente conversa com ele para ver o que ele quer Sim, a gente pode invocar o espírito E conversar com ele Deixa eu ver aqui O ritual Da invocação do espírito

chegando pro espírito, tem que ajudar a gente a invadir uma pomeia ali, o bicho me mate eu prefiro morrer o papo é outro a gente vai te ajudar a retomar os seus seus domínios se você nos ajudar então são três alcatelhas, filha reverso

Último fôlego Isso E vem saindo os dois cidadãos que irão formando Então Tem duas alcateias Dentro da Se é que pode chamar aquilo de fratria

que é justamente essas duas que você citou, todos eles se entendem como dançarinos da espiral afogada. Só que você percebe que tem outros dois membros que não conseguiram catalogar, que o culto do Sol Manchado não conseguiu catalogar. Então, pode ser que seja outra alcateia.

Pode ser que também faça parte, entendeu? Pode ser que a própria pele queimada tenha a sua própria alcatéia. Que a pele queimada, no caso, seria a líder da comércia. Que nunca sai de lá. A gente está perto de algum rio grande? Não. Nessa região não tem rio, não.

vocês estão. Aí é foda, hein? E aí deu pra absorver o conteúdo? Deu pra entender a origem, deu pra entender a geolocalização e deu pra entender os membros, né? Porque o texto se resuma a isso, né? Deu. Gente pra caralho. Nós somos três.

Isso. Se não me engano, eles contaram 12 lá. Isso. Garuzos lá. Garuzos, né? Já foram garuzos. Informações chocantes, tá? Porque isso se soma. Vocês sabem onde fica a mata do buraquinho? É exatamente aí onde vocês estão vendo no mapa. É a maior floresta urbana.

que existe, tá ligado, aqui, nessa região aqui em específico. Vocês têm essa dor de cabeça aqui para resolver. Vocês têm essa dor de cabeça para resolver e ela também está do lado dos dançarinos da Espiral Afogada. E também vocês têm essa dor de cabeça para resolver que vocês ainda não viram, não foram investigar, né? Ainda não. Que é o Canavial de Santa Cruz. Então, assim, eu poderia dizer que prioritariamente vocês têm...

três opções para agir, sendo elas a mais suicida de todas e ir até a comer. Não. Não, não. Quando estivermos melhor, ele dá aquela respirada profunda, podemos ir investigar o canavial.

Talvez amanhã, depois de passar, depois que Luna nos agressie com más fúria. É, é a única coisa que falta a gente investigar, né? A gente pode pensar em outros espíritos também, quando eu estou por aí nos ajudando. Isso, isso é de forma...

eu poderia fazer esse trabalho. Possível é. Minhas dúvidas estão em o que vamos poder oferecer aos espíritos.

Sim, sim. Se agora a gente não vai para lá, é bom a gente não pensar. Mas provocar um tumulto e matar alguns não seria nada demais, não seria nada de mal. Então é bom a gente pensar e realizar a criatividade. Sim, concordo. Porque somos poucos, somos bem poucos. E eu estou aqui ainda tentando entender o que...

O que a terceira filha falou pra mim, dizendo que eu tenho contatos, nós temos ainda, digamos assim, aliados por ali. E mais não soube dizer silêncios aliados outros muito famosos.

não sei eu já ouvi falar de algum deles fala aí, fala aí, desculpa eu já ouvi falar deles, só que se a gente já é tão raro imagino eles, né? sim e eu não sei qual seria a relação deles conosco atualmente se antes a relação não era boa a relação não era boa

Agora, ela deve ser quase inexistente. Se nem os espíritos respeitam mais os pactos antigos. A gente ainda está fazendo que...

Então vamos tentar nos recuperar e amanhã ir ao canavial. Então, senhor narrador, se ele tivesse, sei lá, alguns remédios, algumas gases, alguns bagulhos assim,

Diminuiria talvez um pouco a dificuldade? O quão apressados vocês estão para fazer o que vocês querem fazer? Cara, W5, né, meu? Tudo foi para ontem, né? Eu posso entender que o Felipe, ele...

seja capaz de pelo menos durante o dia é remover os dois marcadores de dano agravado e vocês recuperam um de dano agravado por noite quantos dias daí sem entendeu se vocês não estiverem com extrema pressa agora se vocês tiverem profundamente apressados aí a gente vai ter que procurar outros meios de curar vocês inclusive a fúria de vocês né que tá

No caso do Zé da Lua, Zará. Aí a Lua mesmo. Vai ter que ser. Que ideia era essa. Chegar a noite. Coivar pra Lua. Fazer um ritual aí pra ver se conseguia recuperar. Mais. Tipo, o ritual da Fúria. Sair os três na mão. Pra recuperar a Fúria.

O cara curando, depois saindo a porrada. É, curando. Beleza, então o que é que vocês acham melhor de fazer então pra recuperar esse dano que vocês sofreram? E também a fúria, né? Lembrando que pra recuperar fúria, vocês vão ter que recuperar pelo menos uns 3 ou 4. Se durante um dia inteiro de cuidados, eles recuperam 2 danos de água, eu acho que dá pra esperar um ir pra lua e aí recuperar...

Se for dois, se o dia inteiro é dois, eu pelo menos vou ficar só com dois. Com dois de dano agravado. Pra tudo é nada. Que é nada. Chegando a noite, dá pra usar fúria. Aí tu vai e pega a fúria. Entendeu o que eu tô dizendo? Ah, sim, sim. Porque no fim das contas, vocês precisam de fúria também, né? Tem. Qual vai ser o modo desoperando aí?

É isso mesmo, esperar a noite. Não, a gente pode ficar com o passo o dia inteiro em cuidado, fica com dois, com só dois de dano agravado, chega a noite, recupera um de fúria e toca pra ir pro lugar lá, velho. Pro canavial. Vamos deixar implícito que a gente uiva pra noite toda a lua.

Tá implícito já. Vocês querem sair daí do refúgio com quantos pontos de fúria, cada um de vocês? Eu vou ter um. Certo, vocês querem sair com quantos pontos? Vocês acham que é... Eu fiz um 3. Se eu levar pra 1, eu vou ficar com 1. Beleza. O Zandalô tá com 0. O Ivan tá com 1, se eu não me engano. E saiu de Klinos. Sim. O que eu acho melhor pra fazer é o seguinte.

Deixa ficar o dia inteiro de cuidados, a gente dorme, recupera vocês, recuperam mais um de mentalidade, aí de manhã a gente vai ficar na viagem. E se pá de manhã você faz esse ritual da fuga. Pode ser. Beleza. Beleza, só que aí, tipo, o narrador só tem uma pergunta para fazer.

Vocês enxergam como bom senso ir para uma missão que vocês não sabem o que esperam vocês com um ponto de fúria? A gente vai ter... Em teoria a gente vai estar com... Eu vou estar com dois. O João vai estar com um. Sim. O Jeff já vai estar com quatro. E pela manhã eu vou fazer o ritual da fúria. E se o ritual da fúria não funcionar? Aí a gente vai...

Então vamos lá, vamos lá, senão a gente não vai sair daqui, não vai sair daqui, dentro desse momento. Passa o dia inteiro, o Felipe lá se matando para tentar arrumar um jeito de curar essa galera, de costurar essa galera, beleza Felipe? Olha, eu entendo. Dois dívidas na gravata. Quando eu me mato, eu pego erro, pego a fuga, enrolo os caras no pano, os pano que eu tenho lá.

fechou. Dois danos agravados. Vai ser um pra cada. Tu vai curar? Eita, dois. Um pra cada. Já ajeitei. Fica em paz, Ivan. Três. E aí o João também cura mais um agora. Fica só com o dano agravado, né? Beleza. Eu vou tirar o dano agravado da força de vontade também, tá? De vocês.

No caso do Zé da Lua. Ivan, não sei se ainda tem dano agravado. Caralho. Tá, também já foi aqui. Beleza. Aí chegou a noite. Vocês, o Ivan pra Lua, né? Beleza. O Ivan vai pra dois de fura, já foi aqui. O Zé da Lua, ele vai pra um de fura aqui. Já colocou. E o nosso amigo Felipe vai pra quatro. Não sei se ele já colocou, mas eu vou colocar aqui. Pronto, fechou.

Então passa-se o dia inteiro, desde que vocês chegaram, vocês se dedicam únicamente a fazer isso, depois que lê os documentos, vamos tentar se recuperar, cuiva para a lua à noite, dorme, passa uma noite, recupera mais um ponto de dano agravado, porque uma noite tranquila também você pode curar um ponto de dano agravado, beleza? Então aí já foi o dano que o Zé da Lua já tinha, aqui também...

Já quase foi o que o Ivan tinha também. E agora? Amanheceu o dia, né? Já é outro dia, depois do dia que vocês chegaram. O Ivan havia planejado de fazer o ritual da fúria pra vocês partirem em direção ao canavial Santa Cruz. É isso que você vai fazer mesmo, Ivan? Correto. Vamos lá, então como é que vai consistir esse ritual? Porrada franca. Porrada... É.

Cinco minutos de trocação. Sem perder a amizade. Então vai lá, mano. Conjura aí teu ritual. Eu espero que você tenha sucesso aí nesse bendito aí. Vamos ver o que vai dar. A dificuldade tem dois. Quanto que é a dificuldade? A dificuldade é três e vai pra cinco. Então, porque se continuar em três, é interessante que o Felipe participe, né? Porque aí só recupera um de fúria.

Mas o que que eu rodo? Vai lá no ritual. Fúria compartilhada ou fúria? Rola as duas. É glória mais intimidação. Eu falei! Eu não tô nem um pouco chocado. Você pode gastar um ponto de força de vontade pra enrolar esses três dados aí, mano. Então vamos. Você acha que vale a pena? Vai valer. Então vou marcar aqui tua força de vontade aqui.

Porque tá foda essa força de vontade, né? Mas vamos lá. É o que eu faço, cara. Aí você clica no dado. Dado. Teste manual. Dados totais, 3. Quantos de fúria? 2. E a dificuldade você coloca como 1 e clica em rolar dados.

Peraí, quantidade de dados totais 3, fúria 2... Isso. E a dificuldade 1. Aí você clica em enrolar dados. Coração dos dados. Passou. Recebemos mais um de fúria, cada um. A bacia das almas aí, meu. Na lanterna dos afogados.

Vou adicionar aqui, vai pra 3 de fúria, né Ivan? Agora eu tô com 3, agora eu tô com 3. Nosso amigo Zé da Lua vai pra 2 agora, e o nosso amigo Felipe fechou em 5, né? Tô babando já. Tá fechado. O ápice da fúria mesmo. Deixando as mecânicas de lado, porque talvez nós não aguentamos mais.

O que é que a gente vai fazer agora? A gente vai viajar na direção do canavial de Santa Cruz? Correto. Essa viagem que vocês vão fazer... Qual era a viagem que as pessoas desapareciam? Vamos ler de novo a sinopse. Todos os relatos que ouvimos sobre esse trecho da PB061 dizem que ao passar rola uma tontura ou algo do tipo...

Quando olham para o canavial, o tempo parece parar. Houve quem dissesse que de carro durou duas horas em um trecho de três quilômetros. O trecho tem número desproporcional de acidentes leves sem causa clara. Nada é grave. Só gente que perde a noção da velocidade ao freio do não precisa.

Ninguém nunca corta o canavial. Ele sempre permanece ali, enquanto todos os demais dos arredores são cortados e replantados, vivendo o ciclo devido. Mas ele não. Isso sem contar que mesmo diante de pragas ou tempo ruim que dá fim aos outros, o canavial de Santa Cruz permanece.

E aí, mas aqui vai vir aqui. Algum de vocês, porque eu não tenho drive. Pode deixar comigo. Sou um lobo do asfalto. Nosso amigo Zé da Lua, também conhecido como lobo do asfalto, ele pega o carro de direção. Ah, pô, já tem mais do que a maioria da humanidade. Ótimo, mano.

Vocês pegam o carro e voltam a seguir na direção do litoral. Essa viagem dura mais ou menos umas quatro horas até lá. Que horas vocês acham que acordaram? Acho que umas nove horas, dez horas, né? Por conta de terem ido dormir à madrugada, né? Então isso, vocês vão chegar então umas dez, onze, doze, um, dois... Por volta das duas horas da tarde nesse canavial.

Beleza? A gente deixou o doguinho com água e com comida. Deixaram o doguinho aonde? Lá no sete. Lá no aparelho. Isso. Ah, beleza. Deixaram lá comida e água farta, né? Uhum. E deixaram finalmente o cão no lugar seguro. Isso. Escondido, mas seguro. E finalmente o cão está livre.

Antes de vocês partirem, o cãozinho ficou chorando, como se estivesse pedindo que vocês não deixassem ele. Mas é preciso, né? É preciso. Até que finalmente chegamos. Essas estradas, você tem um certo conhecimento, irmão Galego. Porque o seu lugar, a sua comunidade...

fica ali perto. Então você já teve que vir tanto do norte quanto do sul em direção a essa sua comunidade, e você sabe as estradas que ali exigem todas elas da sua grande maioria de terra.

Você adquiriu uma extrema familiaridade de quando o Zé da Lua fez uma curva para a direita e começou a pegar a estrada que foi citada nos relatos do vampiro. O que vocês vão fazer antes de chegar? Vocês vão tomar alguma ação antes de chegar naquela região? Qual é a ideia de vocês? Parar o carro um quilômetro antes. Eu peço para parar o carro.

E aí eu vou fazer uma beberragem para eles lá, para a gente, para beber muito abençoado. Os amedão aqui. Vocês já estão mais familiarizados do que nunca com esse dom que o irmão galego conjura. Vocês já sabem que o objetivo é tentar blindar a mente de vocês ainda mais contra o que está por vir.

Vamos ver. Não está fazendo teste? Opa. Então, pede teste ou você já consegue? É certo. Perfeito. Já gastou. Quando ele... É possível esse teste de furo e gasto fosse de tradição fé automaticamente, você não precisa tirar lá no coisa não. Ele já tirou.

Então ali, a mais ou menos mil metros de onde começa, de onde fica o trecho que está marcado, vocês bebem aquele líquido que o Felipe Hoffman preparou e deu para vocês. Mais uma vez, vocês sentem a força de vontade de vocês ser blindada, reforçada. E o que vem agora?

Pouco a pouco, a gente vai indo em direção onde fica o local. Não pelo caminho principal, beirando o caminho principal. O carro está acionado a um quilômetro do local, a gente pega, puxa os galhos, puxa a mata, o mato que tiver em volta, para colocar em cima do carro, para ninguém se tocar que a gente está aqui.

Vamos com toda a cautela possível. Deixa eu tentar descrever melhor o cenário para vocês, tá? E é um cenário muito semelhante para os arredores de onde fica a sua comunidade, a comunidade da Nahir, tá, irmão Galego? É canavial até onde a vista alcança. Onde você... Onde você rola? Desculpa, Felipe. O mar de cana.

Isso, exatamente. Aí, volta e meia, no meio desse mar de cana, tem um pequeno bolsãozinho que tem uma área selvagem com árvores nativas.

que basicamente são os fazendeiros fazendo o mínimo que é obrigatório para manter determinada área selvagem dentro da sua zona rural. Mas, cara, é uma floresta, é um mar de canavial até onde a vista de vocês alcançam, desde que vocês se aproximaram daquela região.

No decorrer de que vocês vão chegando mais próximo de onde estava marcado, vocês memorizam e seguem. Vocês já percebem que existe a frente, vocês estão como se estivessem descendo numa espécie de ladeira. Já tem uma certa região ali.

E a cana é muito maior. Eu tenho um susto do caralho agora, meu Felipe. Vixe, Jesus de Nazaré, mano. Que susto da porra, velho. Eu só quero ver o canavial me pegar já. Enfim, já tem uma região ali que a cana, ela já é consideravelmente bem mais alta que as outras. Provavelmente deve ser o canavial de Santa Cruz.

a gente vai tentar o tempo. Sobraram balas pra gente da nossa última treta? Teoria sim, né? Eu acho que sim. Teoria um cartucho. Um cartucho pra cada um. Teoria um cartucho. Dá pra ver o sol ainda?

Ah, dá? O sol tá pindo, cara. Queimando, derretendo sua alma. Importante. Qual a alma que vocês estão levando? Eu tô levando a Glock, né? Que o Vandu. Beleza, beleza. E a Peixeira? A Glock e a Peixeira. Se no sítio lá tivesse uma Peixeira, eu peguei pra mim, Vandu. Tinha, tinha, pode ter. Beleza.

E tu, Ivan, tá de quê? Com a pistola. A pistola que a gente tinha. Beleza. E que é simbólico, né, José da Lua? Tu pega a peixeira na mão do Antônio Bento antes do bicho morrer, né? Agora eu carrego ela pra todo outro lado. Essa porra de um fetiche mesmo. Aliás, um talismã mesmo. É. Vamos lá.

Eu quero saber como é que se dará essa aproximação de vocês. Eu não tinha dito que é com cautela, mas uma hora vocês vão ter que chegar, né? Com cautela, um indo na frente, no caso eu, eu vou indo, vou andando. Aí vocês vão entrar? Entrando, entrando mesmo. O canavial. Acho que é melhor a gente se cuidar do canavial primeiro. Eu adoro a cautela de vocês, eu adoro a cautela de vocês.

Então, vamos lá, só dá para, tipo assim, circular o canavial atravessando os terrenos vizinhos, né, que tem a direita e a esquerda, e tem parte da escada também, é no caso do diretor. Porque o canavial, ele se dispõe mais ou menos assim, né? Claro. Dá uma olhada aqui nessa beirada.

tentando olhar o que tem lá dentro. Beleza. Quando vocês dão o primeiro passo, imagina que tem um limite, né? Uma cana mais baixa e aí uma cana extremamente mais alta. Quando vocês dão o primeiro passo, vocês já sentem o... As coisas parecem ficar mais devagar. É a primeira sensação que vocês sentem.

Quando vocês olham para cima, vocês já percebem que as nuvens parecem estar um pouco mais rápidas. Eu olho para o Zé da Lua e falo, aqui eu acredito que é um bom local para você olhar a umbra.

Certamente. Mas antes disso eu vou dar uma procurada na coruja, pra ver se ela tá por perto. Eu começo a procurá-la. Olhar assim. Você olha pros lados, olha pro lado, olha pro outro. A coruja parece que não tá ali, cara. É, tô devendo uma visita a ela.

Eu vou... Então fazer aquilo que os meus companheiros falaram. Eu vou dar uma olhada na ombra. Vai conjurar sem ter despenumbrado, né? Isso. E aí eu... Só para, eu coloco a mão assim no olho durante um tempo e depois eu abro ele meio brilhante, sabe? Beleza, mano. Vamos ver se dá certo. Eu acho que não... Como é que é mesmo? Penalidade? Não.

Um ponto de vontade. A película local. Dois ou cinco? Qual que é a película? A película local é dois. É dois. Deu sucesso, né? Boa. Você olha pra frente. Você olha em direção ao canavial. Facilmente, aquilo ali na umbra,

Tem 5 metros de altura a cana. Isso é um paredão, cara, para uma cana que geralmente vai passar os 2 metros no máximo. Assim, na hora de já correr, né? O canavial, ele parece se movimentar na direção oposta para onde o vento sopra.

Isso te causa uma sensação de estranheza na onda. Para piorar, você escuta como se tivessem coisas se mexendo, rastejando, correndo, se movendo rápido por dentro do canavial. Porque você vê uma parte do canavial balançando de um lado, depois outra parte do canavial balançando do outro. Não parece ter uma...

uma regularidade naquele movimento. E se não tem uma regularidade, não pode ser algo natural, não pode ser o vento que está fazendo aquilo. Como se fosse uma criatura. Ou criaturas. Eu ia falar isso em plural. Não.

Eu consigo ver alguma delas ou não? Você não consegue vê-las. A tempestade na umbra está bem forte. Essa areia que tem na estrada está levantada, está ligada para todo lado. E claro, como sempre, o Ivo de Gaia varando a sua audição em todo esse momento em que você observou a umbra.

Eu volto, então eu falo pra eles exatamente Eu falo, está povoado de espíritos que eu não consigo ver A cana está muito mais alta E o vento, a cana não obedece o vento, digamos assim Sim E os espíritos que estão ali não me parecem ser nem um pouco mistosos

Você sentiu alguma coisa relativa ao Wim? Alguma o quê? Alguma coisa relativa ao Wim? Ou não foi possível? A Wim tá em todo lugar, Felipe. Não dá mais pra sentir, né? É dela. Ó, eu acredito que não seja algo... Não necessariamente seja da Wim, mas não é algo amistoso, não.

Eu posso fazer um testezinho aí de... de... ocultismo? Meu irmão, você pode, mas você pode concluir muito bem que pode ser maldito, já que o lugar foi apontado como... É... E a acusidade da Uirma, né? Então você pode concluir se você quiser. Já concluí, então. São malditos. Ok.

O que vocês acham da gente lá matar eles? Vamos continuar com cautela E avançando Vamos tentar Encontrar De poucos Em poucos Acho que o principal É a gente A gente não está uma sonha Eu vou te dizer Eu vou te dizer

Vamos tentar então deixar um vivo. Meu personagem quase sorri. Levanta-se de lado e vamos. E avançamos nesse episódio do Além da Imaginação.

Vocês entram no canal avial, então... Sim. No momento em que vocês dão o primeiro passo em direção àquele interior, parece que desacelera ainda mais ali. As nuvens começam a se movimentar ainda mais rápido. Eu tenho uma sensação de se sentirem meio...

aéreos, ao mesmo tempo que vocês não têm controle sobre si, mas claramente aquele canavial está tentando testar sobre vocês alguma influência que vocês ainda não entendem muito bem. Três passos de direção ao canavial e vocês claramente notam que ele aumentou em altura. Ainda dá para ver o sol.

Em cima você vê o sol se movendo. Se eu olhar, você consegue notar a projetória do sol. Eu olho para eles, aponto para o sol. Um movimento errático de hélios.

E dou outro passo e continuo andando Beleza Com o passado do tempo Que vocês começam a adentrar Naquele canavial Vocês começam a notar Barulhos

que meio que talvez justifiquem o que o Zé da Lua viu na ombra. Mas vocês também não conseguem enxergar perfeitamente o que é aquilo que está próximo a vocês. Em um primeiro momento, parece algo que só vai de uma direção à outra, não necessariamente na direção de vocês.

Mas aí depois, e esse é o ponto de atenção, vocês escolhem agir ou não, vocês percebem que esses movimentos começam a se aproximar de vocês. O que provavelmente vai fazer com que ele, que sabe lá o que seja aquilo, perceba a presença de vocês ali. E aí, não sei se vocês querem ser notados,

ou se vocês querem, sei lá, agir com furtividade, eu não sei. Aí eu pergunto o que é que vocês querem fazer, né? Lembrando, é um canavial completamente fechado, selvagem. Não é tão claro, tipo assim, vocês já notam que apesar do sol estar lá, o canavial é bem escuro por dentro.

E tem esses barulhos mexendo as canas do canavial. A primeira coisa que eu falo é o seguinte. É mais seguro cada um de nós ficarmos dispostos ao seu poder. E vamos tentar não ser detectados. Sim.

Beleza, vamos chegar a não ser detectados, é tipo fazer um teste de furtividade na minha cabeça. Sim. Então vamos lá. Correto. Que eu também não tenho. A dificuldade é aquela dificuldade nossa de cada dia, né? Dificuldade 3. Muito ruim, nem tão bom.

Qual que é a parada de dado? É furtividade, mais o quê? Raciocínio. Ou determinação. Raciocínio. Raciocínio. Racional. Raciocínio racional. Raciocínio ou? Qualquer mental. Pode ser raciocínio, determinação ou inteligência. Rui pra caralho, esse tijolo.

Opa! Três? Três. Eu vou usar um ponto de força de vontade para revolver. Beleza, mano, tudo bem. É, o Michel mesmo tirando tudo. Foi quase, Michel, foi quase. Foi quase, tentei, né? Tentei. É, o teste manual que eu tentei, né?

Isso, clica em mais, clica no dado, teste manual, aí... Coloca três dados e esses três de fúria também. Três, três, aí depois você coloca um. Que coisa rara. Tem que ter gente. Tá na tela aí. Ah, mas vai ter uma fúria. Sacanagem. Beleza, velho. Sacanagem. Quase, hein? É.

Que pesado de... Eu, mano. Hoje eu tô bem, hein? Não é? Cara... Ó, Bruno, fica bugando o site aí pra zoar a noite. Caralho, pô. Qual que é do bagulho, meu irmão? Poxa, bota. Respeta minha programação, rapaz. O que que acontece? Fica vicioso, não.

Cara, é, pronto. Eu fico bem pulindo a ponta dos códigos pra poder cair só o valor que eu quero. É, imagina o trabalho, né? Meu Deus, a questão aqui é a seguinte. Zé da Lua, você se torna quase que um com a cana balançando ali, silencioso, mira apertada, quase não respira. Você...

escuta os seus dois companheiros do lado tentarem se organizar também, para se compactar junto com você, pisam numa cana quebrada. Brá! Cana quebra. Vocês imediatamente veem o barulho chegando perto de vocês.

Esse barulho, que outrora parecia ser só um movimento da cana sendo afastada ou quebrada por sabe lá o quê, de repente viram vozes, viram frases. E essas frases se resumem a vozes chorosas.

Claramente são pessoas, se forem pessoas, não sei nem, é de alguém ou alguém chorando. E elas estão, o que aconteceu com as minhas mãos? Ah, para, para. E a cena que vocês veem, principalmente na direção, porque vocês estão de cortes um para o outro, né? Então, na direção das costas do Zé da Lua, que no caso na direção de vocês dois, principalmente Felipe.

e Ivan, vocês veem cinco pessoas saindo do canavial. Elas estão relativamente sujas e as mãos delas estão esticadas assim. Vocês conseguem perceber a tensão que há na mão dessas pessoas. E elas estão avançando na direção de vocês, apesar de que...

a perfeição dessas pessoas seja muito mais de desespero, até justificando-se pelo que elas falam enquanto elas estão chorando, lutando na delação de você, do que necessariamente um desejo de ferir você. Vamos dar uns passos para trás. Não sei se eles estão possíveis por malditos, não sei.

Eu vou dar uns passos pra trás pra avaliar a situação. É... Esqueci o nome. Irmão Galego, tu tem... Sentidos penumbrais, né? Hã? Tu tem sentidos penumbrais também, né? Não, não tenho. Beleza.

Cara, quando vocês dão o primeiro... Quer dizer, vocês não, né? Quando o irmão Galego dá o primeiro passo pra trás, você vê que a mão de um passa assim, ó, por você, tá ligado? Ela cai despencando assim. A primeira coisa que levanta não é o corpo, é a mão. Vocês têm essa noção. As duas mãos levantam e erguem a pessoa que caiu, enquanto as outras quatro estão indo na direção de vocês.

É... Claramente elas... Estão tentando fazer alguma coisa com vocês. Eu tiro na primeira. É, gente, eu... Não pense, eu atiro. Beleza, mano. Você vai... Atirar em uma das pessoas. Você vai atirar pra matar, né? Sim. Totalmente, velho. Beleza.

Deus ajude você, tá? Força mais briga aí, quatro sucessos. Destreza mais arma de fogo? É, destreza mais arma de fogo. Eu tô... É a febre, velho, desculpa. Beleza. Quatro sucessos. Vocês dois veem o Ivan olhando pra primeira que vem pra cima. Bufo, tiro na cabeça. Caiu. Eu vou entrar em lado.

As pessoas continuam chorando, tá ligado? Quando escutam o barulho do tiro, elas gritam. Insanecidamente, sabe? Desespero. Meu Deus! Ah, o que que tá acontecendo? Ah, minhas mãos! Ah! Eu vou atirar no cara, também. Destreza, mais armas de fúria. A gente tá cagando as pessoas que já estão cagadas. Eternamente, c...

Qual é a dificuldade? Pode jogar com dificuldade 1. Olha o roguelosso que vindo, moleque. Caralho, você quase não tirou sucesso, velho. É... Tiro na cabeça, testo estoura. Uf. É... Zé da Lua.

Cara, eu ia tentar fazer alguma coisa pra ajudar, mas eu acho que não tem essa possibilidade, né? Eles tão desesperados pra cima da gente. Então tem dois caíram, tem três ainda, né? Isso. Eu vou tentar imobilizar um deles, ver se eu consigo. Beleza, você vai fazer um teste de força mais atletismo pra mim. Dificuldade? Três. Três.

2,0 Caralho, como foi o teste rápido, arrasou, viu, José da Lua Já tava no jeito aqui, já Mano, você tenta imobilizar, tu virou gláber, não foi, Felipe? Felipe virou gláber, não foi, Felipe? Sim, virou Tá, tenta imobilizar, estando em hominírio É...

Aquelas, você vê que no momento que você vem, as mãos agem assim, a mulher grita. Ela não tá olhando pra você, ela tá olhando pras mãos dela, pô. E as mãos, elas vão no seu pescoço. Hora de transformar. Beleza? Hora de transformar. Beleza. Falta um. Você tirou dois sucessos, né? Eu vou fazer um teste aqui, tá?

Se eu tirar mais sucesso do que você, foi dois. Não tirei. Beleza. Aquelas mãos, Zé da Lua, apertam o seu pescoço. Enquanto a mulher tá chorando, desesperada, fazendo isso por você. Quais são os próximos passos que vocês vão fazer, gente? Eu vou... Não pode. Fala aí, velho.

Não, pode falar. Como eu vi que é um pouco mais fácil de atingir os, eu não vou gastar bala com eles. Eu tiro minha peixeira e vou dar uma peixeirada em mais uma. Beleza. Tem três de pé, né? Três de pé? Beleza. Eu vou pegar aquele que já não é esperto. Peixeira é destreza ou força? Força, mas arma de fogo.

Mais armas brancas, né? É, armas brancas, desculpa. Armas de fogo. Você dando um tiro com a peixeira, pô. Ele vai jogar a peixeira. Armas brancas. Força mais armas brancas. Que é melee, né? Se fosse arco, era bestreza, mas... A dificuldade é 1. Pode jogar dificuldade 1.

Feliz sucesso. Você acerta uma peixeirada aqui, ó, quase que na costela. Peixeira crava, você solta, a pessoa tá gritando, cara, ela tá gritando de dor, pô. Mas eu imagino que você atacou o que atacou Zé da Lua, né? Isso. Mas aquelas, você percebe que as mãos, elas permanecem indígidas, enforcando Zé da Lua.

Ivan Zárivich que farás vou segurar a mão e vou abrir para soltar o pescoço do Zé da Lua você tem que fazer um teste de força mais atletismo a dificuldade é 6 5, desculpa

Vou tentar então, na verdade. Falei e tentei né? Ivan, aquelas mãos são muito fortes velho. Muito fortes. Você não consegue tirar elas do pescoço do Zé da Lua.

E como você falhou, uma das pessoas também dá o fim em você. Quando você olha para o lado, depois que você tenta tirar aqui, você solta a mão no pescoço também. Aquilo claramente é algo sobrenatural. Aquilo claramente pode ser alguma possessão, pode ser alguma coisa. De repente a resposta da solução não esteja ali.

Porque aquelas mãos não são quaisquer mãos. Muito embora, Felipe e Ivan, vocês deitaram dois ali e os dois morreram, né? Sim. Só que talvez a sua peixada não seja suficiente. Enfim, vocês têm várias formas de interpretar o que está acontecendo ali. Já jogou o Felipe, não já? Não. Já jogou o Ivan. E agora, ao Zé da Lua, você marca dois de dano superficial na sua força de vontade.

Tá. Aí é só uma parada aqui, ó. Mas a bebida não ajuda em nada? Desculpa. A bebida que eu dei pra eles não ajuda em nada? Um de dano de força de vontade. Obrigado, Felipe. Não tem lembrado. Como é que é, então? É dano de força de vontade? Não é dano de... Você marca um de dano de força de vontade. Ah, beleza. Você sente que a força de vontade é seminada por aquelas mãos, tá? Pode perguntar, Zadalu.

Como ganhar fúria? Um negócio aqui no escuro do mestre. Aí tá falando. Provocação, lesão, mago, humilhação. Quando submetida a lesão, dor ou outro tipo de agitação física ou emocional, o garoto ganhará um ponto de fúria. É isso aí, tudo de fúria. Beleza. Então, é... Vou transformar em glabro. Pra aí eu ficar mais forte e vou conseguir arrancar essa mão. Tá bom, faz o teste de fúria aí.

E a mulher, ela tá Socorro Ela tá desesperada Pedindo socorro E lembrando que ela tá cortada Tá sangrando pela costela E o outro também Tá em cima do Ivan, ele tá desesperado Chorando, pelo amor de Deus O que tá acontecendo? Só deixa de fúria, beleza?

E agora eu vou tentar arrancar a mão do meu pescoço. Tá bom, você vai precisar passar do mesmo teste que o Ivan tentou passar, tá? É, força mais atletismo, dificuldade de 5. Caralho, a gente fugiu de mão, né? Ah, porra, a tantudade.

E mesmo assim eu falei. Falhou, mano. E aí, tu vai usar força de vontade não, né? Não vou, não. Ia ter que testar só dois dados aí. E a força de vontade tá indo pros caralho aí. As mãos elas parecem apertar você mais.

Em termos de cultura pop, gente, é tipo assim, as mãos estão apertando o pescoço de vocês dois de uma forma tão intensa quanto aquelas criaturas do Alien, quando saem dos ovos. Tem aqueles bichos? Face picture. Só que os bichos, eles circulam com a cauda, né? Esses, né, eles... é com as patinhas dela mesmo, no caso, as mãos. Sabe o que eu acho? As mentes das pessoas estão livres.

Mas quem está com os filhos são as mãos dela. Bem, eu vou tentar dividir, né? Eu vou dividir metade de dados, eu vou dar um tiro na cabeça de cada um que está segurando o que eu estou te pegando. Poucas ideias, meu irmão. Vai! Sendo que o deles já está cocheado, né?

É, tu tem quantos dados de destreza mais? Tem três e oito dados, né? Quatro pra cada. Isso. Mas eu vou fazer um teste manual, né? Tá. É, pode ser. Ou então você rola tudo de uma vez e divide por dois o sucesso também. Pode ser também. Pode ser também. Funciona pra tu? Também funciona. Que é a mesma coisa que jogar, né? Então vai lá e joga com...

Pode colocar um, que é só para aí que foi a quantidade de sucessos que você vai tirar. Tirou quatro sucessos, né? Isso foi de bala, né, mano?

É, de bala. Tá. Você mata aquela mulher que você acertou na costela dela com uma facada. Os miolos dela pulam assim em você, Zé Dalu. Porque ele atira de trás, né? Ela estoura assim em cima de você. Morreu um. O outro, a tira pega no ombro.

No caso, que está estrangulando o Ivan, né? Aí o Ivan vai ter uma vantagenzinha aí quando for tentar se soltar, tá? Beleza? Isso já é outro turno, né? Então, o Zé D'Aloa e o Ivan marcam um ponto de dano na força de vontade. E o Zé D'Aloa. E acho que o grito daqueles... Sobraram dois, né?

Mataram três, sobraram dois, é. Grito daquelas pessoas, cara, desesperadas, pedindo, elas chegam a pedir até socorro, sabe? Me ajuda, socorro! É muito incômodo, cara. Muito incômodo. Não tô escutando, ou sou eu? O que é que o Ivan e o Zé Lalu vão fazer? Eu multei sem querer, desculpa.

O que tá me segurando Eu vou dar um Grapp nele e vou pular pro chão Aqui é zangueiro Bota fé, mano Força mais atletismo Briga? Pode ser força mais briga Se você tirar mais de 5 sucessos Você consegue tirar as mãos Do seu pescoço com o movimento Que você fez, jogando o cara no chão

dificuldade 4 né que eu falei que você tinha uma vantagem porra encomendado viu segura e pula pro chão segura aqui ó e tu pula no chão quando tu pula vai o cara gritando desesperado tá ligado você vê que as mãos elas se soltam e se abrem assim

Para todos os efeitos, aquela pessoa está imobilizada. Você pega pelo...

pela barra dos ombro aqui dela, tá ligado? Você sente seu contato corporal, sua experiência em combate, em guerra, além de ser um marom, você sente que não há nada naquelas pessoas que apresente perigo que não seja aqueles dois membros que estão agora mobilizados, que são as mãos. Você vê as mãos fazendo os movimentos, tipo assim, tá ligado?

tentando se mexer, mas elas estão imobilizadas naquele momento, elas não conseguem alcançar. Zé da Lua. Flip jogou, né? Flip deu o tiro dividindo a parada, né? Zé da Lua. Então, eu consigo me soltar, né? É, o cara morreu. É, então. E aí, eu vou chegar perto pra tentar imobilizar aquele que o Ivan tava segurando. Tá, o segundo que não caiu junto com o Ivan, né?

É, não. Ainda tem mais um, né? Isso, tem outro. Eu tô em Glabra, eu vou tentar. Agora eu acho que eu consigo. Tá bom. Tenta fazer um teste aí de força, mas briga aí, a gente tem que tirar mais de cinco sucessos, tá? Aliás, cinco sucessos e mobiliza. Se você quiser fazer com força, mas atletismo, eu também considero. Deixa eu ver o que eu tenho mais. Mais briga mesmo.

Boa, velho. Conseguiu. Todos tiraram exatamente 5. Você pula, talvez experimentando o que já foi feito antes. Crava as suas mãos de glabro aqui, no antebraço.

É o braço, é o braço, eu vou ter braços aqui, amigos. Aqui pode ser no pulso, né? E aí você vê as mãos assim. E a essa altura, vocês têm três cadáveres caídos ao chão.

e duas pessoas imobilizadas. Felipe, você está livre, né? Você não está imobilizando ninguém. Vocês veem o desespero das pessoas de ver elas em cima de vocês, assim. Não me mata. Por favor, não me mata. Eu não sei nem como é que eu cheguei aqui. Eu não quero morrer, eu quero ir pra casa. Eu olho pra galera, assim, e falo assim... Eu...

Como vocês pegaram essa doença? Eu não sei! Eles estão, tipo assim, histéricos, irmão Galo. Eu não sei, eu não sei. Eu não sei, eu não sei como eu vim parar aqui. Eu não sei como eu vim parar nesse canavial e não tem fim, velho. E aí, e aí começou essa coisa com as minhas mãos, por quê? O que que tá acontecendo comigo, velho?

Eu não quero morrer. Nisso que eles estão conversando, eu vou usar de novo o sentido penumbral. Quero ver o que está em cima dessas pessoas. Gaste só um ponto de força de vontade. Você vai passar no teste, tá? Tá bem. Vamos lá. Caralho, toma força de vontade aí, viu, menino? Você dá louco pra força de vontade, que sua porra, porque...

Ainda não caiu. É, eu já tô com quatro superficial já. Cara, quando você abre os olhos da umbra, novamente, todos aqueles todos aqueles signos que eu já citei,

O sol passando rápido, as nuvens passando rápido, as canas muito maiores, a tempestade de poeira, o uivo de gaia no fundo. Mas o que importa? Existem dois espíritos, um em cada mão daquelas pessoas. Quer dizer, quatro no caso. Você consegue ver que elas são em formas de mão.

com mãos segurando as mãos deles, assim. Isso. Você não consegue ver essas pessoas no mundo espiritual, mas você vê a mão delas, uma aura, a aura desses espíritos, que são uma mão, como se fosse uma mão decepada, mal cortada mesmo, uma tora de osso aqui, assim, e elas estão lá, se mexendo em forma de aura, lá no mundo espiritual.

Aí eu descrevo. Eu falo para os caras. Eu estou vendo esses espíritos. São uma espécie de mãos que estão controlando as mãos deles. Não sei o que fazer. E dou uma cabeçada na pessoa. Eu dou uma cabeçada. Dá uma cabeçada no bicho. Você apaga a pessoa, mas não as mãos, Ivan.

Eita trem! Pego minha camiseta e imito o Ivan, desmancho dentro de montar a pessoa e vou amarrar as mãos dela bem forte com a camiseta. Peraí, se você for amarrar as mãos dela, a gente vai ter que fazer outro movimento, pra ver se você aguenta. Vai ter que fazer outro teste aí pra ver se passa com cinco sucessos. Porque elas vão resistir, né?

Vale tentar, ué, fazer o que, né? E se a gente cortar a mão, Valerio? Eu tava pensando no Roglock, mas sim, é uma opção. Vai morrer, né? Tem caso nenhuma aqui não, porra. Eu vou tentar então fazer aquele negócio, ó. Melhor, melhor amarrar.

Bem, vocês mataram as pessoas e as pessoas pararam, né? Você apagou o cara, a mão não parou de se mexer. Vocês batem na pessoa e aparentemente aqueles espíritos que existem... Consigo não. Eles não estão sentindo nada. Então, sei que conclusão vocês podem virar disso, né? Foi o que aconteceu, hein? Dois sucessos, foi? Foi.

que pariu, a mão vai de novo no pescoço dele, gente. Ó o louco. Rá! Tá doido. E a marca um dano de força de vontade ainda. Nossa senhora. Ah, eu dou um tiro na cabeça desse bicho. É. Eu tentei. Matou mais um. Matou mais um, sobrou um, cara. Ele olha gritando desesperado nos olhos. Ah, não, ele apagou. Não faz nada, não. Ele tá apagado. Mas as mãos continuam se mexendo.

O Ivan tá em cima aí? Tá. Vamos amarrar o cara, só que amarrar o cara pelo... Sei lá, pelo... Amarrar o cara pelo abdômen. Amarre pelas mãos!

É, vocês podem ir lá amarrar uma mão depois outra, né? Não consegue, mas os três contra as mãos conseguem, né? É, aí eu acho que... Isso é beleza. Vamos amarrar as mãos, então. Deixar bem amarrado eu e o Eduardo. Ah, mas vocês vão amarrar com o quê? Com a minha camiseta. Com a camisa do Zé da Lua. É, ué.

Tá, tá bom. Camisa da Nome, hein? Eu posso usar o cinto também. O cinto também. Eu vou dizer assim, então. Vocês usam a camisa meio que pra capturar a mão e deixar ela toda embolada, né? Pra poder juntar uma mão com a outra. Quando você junta a mão com a outra, o Ivan faz pressão nos dois braços. E eu pensava que era um demônio que estava do lado do Ivan.

Porque só tem um toveto preto com o rabo balançando. Só vejo uma coisa preta. E vocês amaram com o cinto. É meu familiar. Familiar. Vocês percebem que aquele cinto, ele não vai segurar muito tempo não. Então o que vocês planejam fazer? Tem aqueles sabores de cana real lá, a gente pode usar para complementar.

E dando várias voltas, sabe? Pode ser. Pode ser. Você vai procurando a parte mais seca, né? E vai... Isso. A parte mais seca vai... Vai mais. Márcio, gostei. Gostei. Gostei, dá certo. Dito isso, a pessoa ainda tá... Tá muito abatida, tá ligado? Tá apagada, tá ligado? Tá desmaiada, né? Foda-se, tá ligado. Tá ligado, tá ligado. Foda-se.

Beleza, eu prendo a boca dele, que ele não está me entendendo. E aí o que vocês vão fazer com essa pessoa? Coloca ela aqui no ombro. Vamos continuar. Assim que você coloca ela no ombro, você escuta... Eu dou um tapão na cabeça e... Quieto.

Eu dou uma coronhada Na minha que ele dormia na escrafinha Beleza Pra todos os efeitos Agora vocês olham ao redor Depois de todo esse sarau Subversivo E tem, novamente Quatro corpos mortos Um corpo nas costas do Ivan Que não tá morto

E vocês, para todos os efeitos, não sabem nem de onde vocês vieram. Olhando ao redor agora. O que parece é que o canavial mudou. Olha, eu falo para eles, me parece que... Me parece que a melhor opção é a gente sair daqui agora.

achar a saída disso aqui e voltar outro dia mais preparados. Mais preparados? Nós já estamos preparados. Fica foda-se aqui, ó. Tô brincando, ele não acordou, não. Tô brincando, não acordou, não. E ó, filho, eu lembro que vocês já gastaram força de vontade pra caramba, principalmente os da U.

tem gravado ainda tá tranquilo vamos continuar então porque a gente acredita que é para frente né porque pode que não seja já que a gente já perdeu a noção de ir para frente para trás

É que a gente não sabe mais como ir e voltar, mas talvez a coruja de alguém saiba. Quero que vocês façam um teste de autocontrole mais sobrevivência ou autocontrole mais investigação. Se todo mundo tiver pelo menos dois sucessos, vocês vão encontrar alguma coisa. Se não, isso significa que vocês irão passar um ciclo solar inteiro vagando pelo canavial. Autocontrole mais...

Eu ia dizer autocontrole mais autocontrole. Eu tô devagar, irmão. Autocontrole mais sobrevivência ou autocontrole mais investigação? Dificuldade 2. É, não sei, né? Eu não sou investigativo. É só dois sucessos, irmão, pelo amor de Deus. Vamos lá. Dificuldade quanto? Dois.

Além de investigação, era qual outro atributo? Investigação ou sobrevivência. Sobrevivência. Beleza. Dificuldade 3 mesmo? 2. Mas se você quiser que seja 3, pode ser. Não, não, não. Pode deixar 2.

Ah, foi. Nossa, agora que eu vi. Ah, não, tu não falou que era 3? Então tu falhou. Tô brincando, eu tô brincando. Caraca. O cara é mestre de D&D, primeira edição, né, velho? Porra. Mano, eu tinha um negócio, pô, que era, tipo assim, o jogador ali não andava no grid pra atacar, aí dizia que atacava. Aí eu deixava de fazer o teste todinho, aí eu fazia, tá, você atacou o vento.

Nossa, por que? Olha pro grid, olha onde é que você tá. Ah, que droga. Ai, gente, não dá mais pra jogar assim. Pô, vocês já jogaram DCC? Que desgraça é isso? Dungeon Crawl Classics. Não. É um D&D bem maluco, cara. Não, não.

É, qualquer dia que você estiver afim de jogar uma parada diferente aí, cada um tem quatro personagens. O que sobreviver vai ser o seu personagem e vai pro level 1. Caralho! Caralho! Caralho! Que medo disso! Já começa assim. Isso é o sistema da RPG? É, ué. É Funil que chama. Ok, ok. Felipe, faz um teste pra mim. Ou de autocontrole mais sobrevivência, ou de autocontrole mais investigação, dificuldade 2.

Se todos vocês passarem, e todos passaram até agora, vocês vão encontrar algo. Se vocês falharem, algo vai encontrar vocês. Eu posso usar aqui aquele bônus dos galhados de mais um de sobrevivência para rastrear, etc.

Pode. Você tá claramente fazendo isso, rastreando. Beleza. Então eu vou ter o bônus da Caipora também. Beleza. Vou dar uma sete dados. Sete dados, dois sucessos, tá com a moléstia, velho. Quanto a dificuldade? Dois. Não, quer dizer, agora vai ser cinco pra ficar difícil. Não, tô brincando, é dois.

o amor e a frama quanto sucesso sim e vocês apontam o nariz para uma direção e começou a andar né e não é isso vocês fizeram a gente acredita que é o caminho e mandando em glabro com uma pistola na mão e uma faca na outra todo mundo em glabro não né tá Zé da Lua e

Mas o Felipe tá em Glabro, né? Eu tô em Glabro. Isso. Vocês avançam, vão tentando mapear um padrão naquele movimento daquele canavial. Isso não é... Isso não... Não é... Rápido.

Quando vocês encontram alguma coisa que vocês entendem que existe ali uma sintonia que vocês podem seguir ou que está apontando para uma direção, o sol já está na direção oposta à que estava quando vocês entraram no canavial. Mostrando e reforçando mais uma vez que o tempo ali passa mais rápido.

ou mais devagar, enfim, depende de que hipotese a gente está falando. Mas vocês percebem que o canavial parece funcionar como um labirinto, e vocês entendem minimamente como caminhar pelo menos nesse labirinto, sem ter que chegar no mesmo ponto, sem arrudear e ficar no mesmo ponto, e ficar andando em círculos. Uma coisa que o meu personagem tem esforçamento é, ele está com a teixeira, ele vai fazendo picadas.

em algumas canas de açúcar. Só ele pode reconhecer, tipo uma cruz, assim, para fechar. Em algumas canas. Caso ele passe por lá, ele sabe que já passou por lá. Boa, boa. Como se fosse também para indicar o caminho para voltar também, né? Isso, exato. O caminho para voltar. Acontece que...

vocês começam a ver que existe um lugar mais sombrio. Só o fato de vocês chegarem próximos àquele lugar, enquanto vocês rondam, aparentemente sem destino, mas vocês chegaram até lá, já causa um desconforto em vocês. O cheiro é cheiro de carne apodrecida. Só de vocês chegarem perto,

Aquela pessoa que tá sendo carregada pelo Ivan nas costas, ela entra em colapso, Ivan. Você percebe que ela começa a ter convulsões, ela começa a balançar e tremer. Você vê a pessoa tremendo. Só de chegar perto dali, tá ligado? Só de cabeça pra baixo. E fazendo aquele som de quem tá com a boca tapada. Coloca de cabeça pra baixo, né? Ela de cabeça pra baixo.

Só que ela não para, tá gente? Será que é melhor a gente deixar essa pessoa pelo caminho? Nós deveríamos deixar ninguém pra trás desse lugar. Sim, tá sim. E...

Coloca ele no ombro e vamos indo, continuamos. Caralho, velho. Foda. Velho, você bota o cara no ombro, o cara se der batendo, velho. Vocês dão o primeiro passo em direção àquela área mais escura que vocês estão vendo, entre as frestas da cana. Quem é que tá à frente? Eu. Você pisa num negócio mole, Ivan. Olhou pra baixo?

Oi é claro extintivamente já apontando com a arma o corpo e aí você deu treco nele Maruqueira e respira fundo e continua olhando olha para ver atrás para eles e olha para baixo tipo apontando com a arma

Aqui tem um grupo, mas que tem um grupo? É um corpo. Mas não é só ele. Porque quando vocês chegam perto, vocês veem o corpo e um corpo do lado do corpo. E do lado desses dois corpos tem outro corpo. Até que vocês percebem que a partir dali, em direção àquele escuro,

O chão inteiro é de corpos. É dali que vem aquele cheiro de podre. A gente vai ter que pisar essas coisas? Fatalmente. Os corpos estão ordenados de algum jeito específico? Você parece ver um semicírculo se formando.

a sua vista não consegue alcançar completamente o círculo inteiro. Não sei se faz sentido para você. Como se você estivesse num pedacinho só do círculo, porque você vê fazendo assim. No chão, né? Eu digo no chão. Mas são muitos, caralho. Só ali, entre as canas, elas ficam mais espaçadas, talvez mediante os corpos também. Mas você conta rapidamente os 20.

O meu amigo do ocultismo já acionou isso alguma coisa? O virtual, alguma coisa? Caralho, irmão, se tu passar no teste com dificuldade 5, eu te entrego o bagulho inteiro aí. Acionou mais o ocultismo.

Pode ser determinação? Não, tem que ser inteligência porque você está usando a memória. Não é nem raciocínio. Tá. Você tem cinco dados? Tem cinco dados para fazer esse teste? Eu tenho seis dados. Tá bom, então. Tá ótimo. Inteligência, mas... A dificuldade é cinco, né? Cinco.

Esse Você não consegue lembrar Perfeitamente Irmão Galeno Mas você Nos seus estudos Acadêmicos Podia ser acadêmico também

Mas a pessoa precisa usar o ocultismo, tá bom. De toda forma, você não lembra exatamente com detalhes a leitura que você fez, mas isso te lembra alguma coisa que você leu sobre um determinado maldito. Sim.

Eu posso rerolar esses dados ou rolar o... o antropologia que eu tenho? É rolar o que tecnologia? Antropologia, né, querido? Você falou que tem um problema com acadêmicos? Pode ser, mano, mas o cuidado vai ser cinco, tá? Também. Os acadêmicos, mas... Eu não somaria esses três sucessos com os sucessos que eu tenho aqui.

Eu vou ter a mão, né? É, não. Acadêmicos, mais inteligência. Se tirar mais sucessos, eu não tirar cinco, mas tirar mais do que três, eu dou mais uma informação. Tá, entendi. Eu vou enrolar os dados.

Eu não entendi. Vai rolar dois dados desse primeiro teste? Eu vou rolar dois dados usando o ponto de força de vontade. Desse teste de inteligência mais ocultismo? Isso. Porque um pode ser rolar. Tá bom. Isso. Dentre esses, os dois dados são de fúria, tá?

coloca dois lá em cima e dois também, e a dificuldade é um. É muito bom. Então, Jefferson, eu não queria ser uma pessoa a te falar isso não, mas tu teve uma falha brutal. Sim.

No momento em que você lembra disso, parece que alguma coisa te impede. Você sente algo que parece ser uma influência externa, algo que vence até mesmo a bebida abençoada que você...

usou para blindar sua mente. Mas você se sente como se uma onda viesse de dentro daquela parte mais escura do canavial para fora e te impedisse de pensar mais sobre aquilo. Como se aquilo cansasse você. Seria sempre um cansaço e uma raiva ainda maior. Eu falo para todo mundo, alguma coisa...

Alguma coisa que roubou uma memória minha. Eu tenho essa sensação. Mas ele consegue lembrar que tem a ver com algum ritual de maldito. Isso aí não... Ele consegue recordar de que, Felipe? Ele consegue recordar que ele relacionou a... A um maldito. Um maldito, é isso.

Aí eu falo, isso aqui tem a ver com algum ritual com malditos, mas eu não consigo lembrar, eu não consigo lembrar, não consigo lembrar nada. Ritual com malditos? Aí eu começo a tentar lembrar também, e vou tentar fazer o teste dos 5 sucessos, hein?

Inteligência mais raciocínio. O personagem é um cara de derrogação. Tipo, sou puro. Ocultismo. Eu tenho especialização da Umbro, mas eu acho que não ajuda, né? Se fosse espírito, se não. Não, não é. Exatamente. Nossa, perto que eu tenho cinco dados, cara. Eu posso adicionar um modo ao FastGrid me ajudando aí? Não. Não.

Vai rolar, ó. Vai nada? Coração do gato. Vai, mano. Nossa, um sucesso. Você chega à conclusão que é um espírito. Você não sabe, você não consegue catar as referências desse tal, desse maldito, tá? Vocês não podem mais lembrar. A não ser o Ivan. Brincadeira, também não pode.

O que é que vocês fazem agora? Escuro é escuro. Monstros. Que é um maldito, maldito da Wirme? É tipo isso, Ivan. Eu vou... E agora, hein? Vou pegar com o pé, assim, com todo cuidado. Vou dar uma leve cutucada no corpo pra ver se tem alguma reação. Porque eu tô com medo de tudo agora, né? Geral. Antes de começar a pisar, né? Aqueles corpos.

Você mexe, você vê que já tá até meio apodrecido, sabe? Tanto pouco incrível. Que beleza. Eu falo pros amiguinhos, não temos opção, né? Vamos lá. Com cautela. Sim. Ah, queria como a gente fazer um caminhozinho com o cano.

Já falou na CTIP pra deitar a cana na facada e ir jogando por cima dos corpos? Puts! Pode, só que você vai demorar um pouco mais pra chegar, mas você consegue fazer isso sim. O que vocês acham da gente deitar as caminhas aí? Pelo menos fazer um caminhozinho. A gente não sabe o que é esse, de repente um monte de cadáver que põe a gente pra baixo.

É, não dá pra se duvidar de nada. Ok. Vamos fazendo isso. Deitando as canas ali e jogando por cima. Beleza. Ninguém trouxe uma lanterna, não? Não. E vocês dispararam quantas vezes com essa danada dessa arma aí? Vamos lá, me lembra aí. Nenhuma. Um, dois, três...

Eu disparei quatro vezes. Já foi o cartucho, então. Recomendo-se que a cada três disparos o cartucho se vá. Ivan? Eu acho que foi três também, Ivan. Então foi. Tá louco? Tá pior que 38 essa pistola aí? Regra são regra. Só tem uma pessoa com arma aí, né? Então assim, com munição, né? Não sei.

Eu sei. E a gente tá pechando. Eu guardo, eu guardo, eu me mando, eu pecho que tá pechando, eu chego. Eu vejo que eles estão sem munição, vou dar uma bala pra cada um. É, essa bala pra gente se matar, se a gente... É isso, é.

Eu falo como você, use como quiser, irmão galego. Se tudo der errado, você já sabe o que fazer. Tome uma bala. De prata. Vocês vão deitando a cana e avançando, né? É isso? Aqui, ó. Eu entrego pra vocês, ó. E entre glabro.

Ah, beleza, entendi. Entendi, beleza. E eu, aqui, aí eu vi o teste, eu chego, tem alguma relação? Meu Deus, não, não tem. É, três glabros andando pela cana seca, não é isso? Correto. Seguimos, então. Isso. Vocês começam a sentir um zumbido. Quanto mais vocês vão entrando naquela escuridão.

Um zumbido, um zumbido, e você percebe que o corpo começa a balançar mais quando aquele zumbido se torna mais presente no ouvido de vocês. Principalmente o Ivana que está carregando ele. Que tipo de zumbido é esse? Parece ser um zumbido chiado de TV. Essa é a primeira similaridade que você consegue encontrar nesse zumbido.

A questão é que em algum momento a cana dá uma pausa e vocês veem uma clareira circular e notam corpos ao redor daquela clareira circular e um monolito.

um bloco de pedra negro, liso, com mais ou menos 3 metros de altura, e uma espiral vermelha, talhada, negra. Nesse momento, o irmão Galegui e o Zadalua lembram de onde foi que eles pensaram e pensaram...

poderiam conhecer aquilo. Aquilo é um oásis. Oásis são malditos que gostam de tomar lugares que já foram caernes. E eles agem como tal. Esse lugar aqui então já foi um caerno.

Não tem corpos aí na imagem porque o GPT também não pode, né? Botar defunto no meio da parada aí. Enfim, fiz mais like pra vocês. Às vezes eu não me engano. É, coloca bonecos. Aí já era. Bonecos mortos. Bonecos mortos com ketchup. Pronto.

Aí eu falo pro Ivan, né, porque eu falo, esse lugar é um oásis, como se fosse um Khaerne, ao contrário. E como tal, tem um espírito protetor. O que a gente faz? A gente tem que matar ele. No caso aqui, a gente só poderia purificar esse lugar, né. Acho que não existe outra forma de... Ou então atacar o espírito protetor.

Você escuta um riso vindo da pedra, irmão Galego. Vocês também escutaram isso? Escutam. Tô. Parece algo abafado, como se alguém estivesse em um lugar abafado, mas é a própria pedra que ressoa aquele sorriso. Eu pego minha fecheira, seguro bem forte, e falo assim, a gente vai mediar essa pedra ainda essa noite.

Todos perecem diante do canavial vivo. E essa frase é no idioma Garu, que a pedra, o maldito fala. E o pau vai comer, vou gente, agora.

Nota, mãos estranguladoras, que os bichos que vocês enfrentaram agora há pouco, e oásis são malditos que estão no livro Maré da Wyrm, da quinta edição. Novos malditos? Diga aí. Você vê por aqui. Material novo? Quando eu olhei o oásis, eu fiquei, caralho, malditos que se comportam como caia, desgostei, hein? Muito bom mesmo. Como que não tinham pensado nisso, né?

Gente, o bagulho é o seguinte, vocês sentem uma hostilidade e agressividade vinda daquilo. Do pouco que vocês conhecem pelos oásis, vocês sabem que aquele é o, vamos dizer assim, se existe um coração do Caerno, existe um coração do oásis também. E aquele monolito pode ser esse coração desse oásis.

E eu gasto a bala. Não precisa fazer nem teste. Você atira lá. A bala crava na pedra, pô. Eu guardo a arma. Eu guardo a arma. Um belo porrete agora. E aí? Tem o corpo do cara pra jogar, mano.

Mano, e o cara balançando, o cara tá balançando, velho, tá ligado? Loucamente. Então, a gente vai ter que me grampar. Eu fico acostos, cara, esperando qualquer movimento. Então vocês vão deixar o Odds atacar primeiro? Não, é ruim. Não, a gente ataca quem? A gente ataca pedra? Desculpa. A gente ataca quem? A gente ataca pedra?

É uma boa pergunta Eu tentei atacar a pedra Mas não me colou É uma boa pergunta Como diabos a gente derrota uma pedra E aí vocês podem ser Criativos do jeito que vocês quiserem Vocês percebem que Quando ele fala isso Se auto-intitulando Canave ao vivo A própria Cana quase que se curva Assim

quase que tapando o céu diante de vocês e deixando só esse caminho entre vocês e aquele monolito de pedra. O que é que vocês querem fazer, meus amigos? Eu queria jogar fogo em todo esse lugar e sair correndo, mas não com gasolina.

Sempre procurando por fogo, mas nunca com os vetores, né? Vamos chegar, vamos aproximar cautelosamente. Eu vou aproximar, devagarzinho, a gente vai aproximando. Os três juntos. Tá bom, então vocês vão cautelosamente e eu vou fazer a ação do Oasis, tá? Ok.

Vai, porque a gente não sabe como agir. Beleza. Quando vocês vão na direção do monolito, dão os primeiros passos, vocês veem que a cana, ela vem por baixo, como se fosse dar uma... Peraí, e o humano, hein? Tá nas costas de vocês, hein? Ah, tá aqui. Tá lá, tá lá. Ah, que tá avançando com o humano nas costas. Beleza. Vocês veem que sai como se fosse...

veias, veios debaixo do monolito, esses veios se transformam em como se fosse pés de cana mesmo. E eles vão jogando os corpos que estão ao redor, eles decolam e vai causando como se fosse uma onda. E essa onda vai na direção de vocês. E vocês vão fazer um teste para poder esquivar dessa onda.

de galhos de cana que estão vindo na direção de vocês. Certo? Então, vocês podem usar tanto destreza quanto raciocínio. Podem usar atletismo também. No caso, atletismo é a habilidade que vocês vão usar para esquivar. Destreza ou raciocínio mais atletismo. Dificuldade 3.

Estreza mais o que mesmo? Atletismo. Ou raciocínio mais atletismo. Eu dei um mortal pra frente. Mortal duplo escarpado. Só a Dayane de Santos. Caralho, de asa. 11 sucessos. Qualquer dificuldade? A dificuldade era 3. Só a Dayane de Santos. É mesmo. Tá doido. Caralho.

Ele é o maior orgulhoso do meu 5, o cara vem com 11. É que eu tô pulando com o cara, o cara tá me dando sorte. E aí, você tá em um inídeo, não tá? Não, tá em Glavro. Não, não, agora eu tô em Glavro. Acabou a munição, eu entrei em Glavro. Dois sucessos, e aí, João? Falta João agora. Não, já fiz, pô, deu 5. Ah, deu 5, né? Jefferson, você vê os dois pulando aquilo.

E a onda leva você capotando na direção do interior da cana. Você sai quicando entre os corpos. Você marca quatro danos superficial. Eu vou usar uma ação livre que eu tenho aqui. Certo. Para usar a retaliação do potinho. Tá bom. Eu faço um teste de escura. Sim. E aí quando atacar e causar dano, causa a tua glória, né? Isso, exatamente.

Vai lá. Rodou só para poder gastar a fúria, né? Tá, beleza. Quase não tem fúria, meu Deus. Ô, meu Jesus. Agora eu quero ver onde ele foi machucado, esse arrombado. A gente vai atacar. Tá. Tá bom. Vamos lá. Vamos aprender com esse primeiro momento, né?

vem os veios, as ondas entrelaçando-se como se fossem cana dentro da própria terra, como se fossem as raízes da própria cana, e a intenção dela é afastar vocês para a direção oposta. Essa é a primeira dica.

Quando ela acerta você, Felipe, que você usa o dono da retração do Pouco Espinho, você sente como se algo do seu interior acertasse, aquele algo que está acertando você. De novo, aqueles veus retornam e afundam para baixo do monolito. Está embaixo do monolito. Eu falo alto para todo mundo, está embaixo do monolito.

Você marcou meus danos aí, cara? Não. Desculpa a folga. Não, tá de boa, porque geralmente eu deixo aberto, né? Mas eu marco aqui, eu marco aqui. Tá, já tá aqui já, ó. Geral. Ok. Um, dois, três, quatro. Você tá marcando em força de vontade. Foi em força de vontade? Ih... Ih... Ih... Ih... É uma dificuldade a vacina, eu acho.

Isso. É agravado, tá? Que gostoso. Porra. É... Falou isso, já sai correndo. Eu entro em crimes... Opa! E vou pra cima do monolito. A minha intenção vai ser pegar por baixo, assim.

Eu espero que os colegas sigam pegar o monolito por baixo, erguem e botarem tudo pra fudir. Vou sair correndo pra dar uma umbrada no monolito. Eu vou tentar fazer igual o irmão Galico, vou levantar. Deixa eu ver aqui, olha, se tem um glabro eu vou pra frente. A fúria segue.

Eita... Primeiro que... Tá bom, Felipe entrou em Crinus, Glabro, Glabro... Irmão, eu nem balanço quando você dá de olho. Nem balanço. Se ele fez, então... É muito pesado. Crinus, vai fazer o que, irmão Galego? Pegar por baixo assim e tentar levantar essa bosta.

Cara, você vai chegando perto e inclinando se você vai vendo que a parada é grande e grossa lá ele. Viu, vai? Gigantesca, pô. Você pode tentar. Só que é um feito assim. Vou ajudar. Entendi, mas a gente pode tentar quebrar também. Quanto de força que você tem, irmão Galego? Agora você tá com quanta de força? Agora eu tô com, sei lá, tô com muito.

É porque aqui tem quantos quilos você consegue levantar de acordo com o tanto de peso que eu tenho? Eu achei que era geral. Não, não é geral, não é verdade. Atributos. Agora eu tô com força 6. Eu também. Se levanta, caraca. Que lágrio. Ele tá com isso em 4. Ih, se levanta 360 quilos, cara. Então, a ideia é ter que ser mais 3 juntos, né? Então, mas comigo... Eu aquilo...

mais com o set da lua. Com o lúbulo que eu já vi comigo, que eu to de força agora. Seis! Eu tenho seis de força também, hein, glabro. Ó, eu e você junto a gente já levanta mais de uma tonelada. Sim.

atributos, né? Não, não. Tem 60 toneladas no monolito, gente. Não dá. Tô brincando, tô brincando. Tô brincando, tô brincando. No nome de Jesus. Não Jesus não, no nome de mim. E aí, Jadalu, e tu? Calma, eu tô procurando aqui. Eu tenho 1, 2, 3, 4, 5. 5, dá pra levantar 250 quilos. Vai, 250, mais quanto? Mais 500, né?

Vai ser... Tá bom, faça uma ação coordenada aí. Vocês querem erguer, né? A parada. Pelo menos levantar ela, tombar ela, sei lá. Beleza. Então, vamos fazer um teste de força mais atletismo, né, gente? É o que ficou pra hoje. Se vocês tirarem, pelo menos, se ninguém falhar...

vocês erguem, vocês fazem esse efeito, né? Porque como é uma situação de tensão, não pode só nem ficar... entender como sucesso automático, na minha cabeça. Qual que é a dificuldade? Pode ser um. Muito bom. Qual que é o teste? Força mais atletismo. 4, 4. 4 mais 4, 8.

Mais dois, mais dois. Que bosta. Que foda de nada. Tá bom aí, dez. Mas já teve sucesso, porra. É, todo mundo teve sucesso. Escrevam aí essa cena pra mim, por gentileza. Escrevam a cena aí pra mim. O Galebo, ele enfia as garras dele mais fundo que ele puder. Ele crava as garras ou tenta cravar as garras em algum lugar sólido e bom pra pegar e vai puxando pra cima.

O Ivan, olha que ele tá fazendo isso. Abraça o monolito. E também. Tenta dar um ponto de grab ali. Vai tentando levantar. Vou dar aquele leve por baixo, assim. Tentando levantar também.

Cara, tu afunda, Felipe, quase tua pata inteira de crimos em direção à terra, fazendo muita força para poder afundar. Tu não acha o final do monolito, mas tu acha uma base que dá para tu encaixar as garras.

e puxar. Não é tão rápido como se você estivesse se juntando e jogando uma bola de basquete para cima, mas o monolito ele começa a ceder e começa a subir, enquanto vocês estão puxando. Nesse turno inteiro vocês erguem o monolito e quase arrancam ele, quase suspendem ele da terra. Aquela força comunal tomba.

o monolito, o monolito fica na diagonal assim, se desenterram assim, tipo uma das bases do monolito de forma que ele fique tombado do lado de lá e ele vai tentar reagir de novo né, vocês fazem o mesmo teste.

Hoje a sessão da força e da destreza, do atletismo é foda. Destreza mais atletismo de novo, tá? A dificuldade agora vai aumentar, vocês estão mais perto. O ataque vai ser mais de perto. A dificuldade é quatro. Eita, três. Destreza sete. A gente quer dar quatro. Sete. É, a dificuldade é quatro. Somente.

Eita João! É o João! Nanájão! Aí passou né? Finalmente né? Dá pra tirar 4 e 8. Velho, é... Tirando o Jefferson que passou na partida das armas aqui, o que foi que tirou 8? Deu. João né? Eu vou dizer então que tem passinho, você foi tão capaz de perceber o que estava por vir, que você consegue pegar Zé da Lua.

uma das daquelas raízes que vieram na sua direção aqui vai na direção do Felipe passa é como se fosse é braços sabe como se fosse extensões daquele monolito vindas e aí quando ele tomba vocês percebem que ele é o monolito em si ele faz parte daquilo como se saísse de dentro dele essas

raízes que estão atacando vocês. Vocês dois desviam, você quase segura, você segura o galho, a raiz que atacou você. Aquele puxão, né? Maroto. Ou melhor ainda, eu vou cortar ele com o facão. Você corta. E aí, quero ver aonde que é, aonde que ele nasce mesmo, é do interior do negócio.

É, uma das informações que vocês têm ao observar, depois de esquivar desse golpe, se vocês olharem para baixo, vocês vão perceber que daquela pedra existe uma centena de centenas de centenas de centenas de raízes que afundam em direção ao solo. Partindo da pedra? Partindo da pedra.

provavelmente essa seja a base que sai se espalha para todo o canal avial só quero cortar essas bases beleza você também nota beleza você nota que a cana também ela se aproxima mais ela vai se

atropiando mais a direção de vocês, tá? A gente tem que agir rápido, porque a cana tá quase chegando em vocês. Toda aquela cana ao redor tá se curvando como se quisesse pegar vocês. Isso em meio àquele monte de corpo, né? Você vai atacar as raíces, cara. Você faz um teste aí de força mais briga aí. O Felipe usa da lua também, né? Isso.

E o Ivan? Dificuldade de 3. Ivan? Eu vou atacar, só que eu vou usar o ataque curioso. Tá aqui de se adicionar glória, né? Isso. Tá. E o... A dificuldade do teste é 3?

Perdeu fúria, mas você ativou o ataque furioso, tá, Felipe? Beleza. Só lembrando, né? A dificuldade não é 3, a dificuldade é 4. 4, beleza. Então é força, mais gringa. Mais glória, no seu caso, né? Uhum. Dificuldade 4. Só ver se é dano.

É, né? Dado de bônus mesmo. É no ataque mesmo, né? É dado de bônus. Tá. Eu sou mais gringa, mais gringa. Três sucessos. Valeu, viu? Sete. Soca! Falei, falei. Deu três, meu. E o Ivan? O que que é pra rolar? É, eles estão atacando. Eu vou achar que é pra minha raiz. Beleza. Um soco na raiz. Um soco.

com suco é foda é mano, vou pegar raiz assim não vai tocar com suco é velho morre tá bom acho que cuidar de 4 né caralho acertou 10 de 10 minutos 6 de dano tu acertou força mais briga também né

morre raiz. Então foi 6, 6, 12. Mano, vocês dois acertam uma quantidade considerável dessas raízes. A Sandia não chega até o final de todas elas, mas vocês veem quase que aquele monolítico tremer quando vocês atacam aquela base que vocês miraram.

Usando a lua, talvez por estar muito confiante de ter segurado a parada, agora eu entendi essa porra, né? Foi com tudo, mas você não contava que o canavial externo fosse atacar você. E você vê um movimento da cana girando e cortando você de uma maneira que uma cana comum não seria capaz de fazê-lo. Você marca dois danos agravados.

3 de lá gravado, 3, 3, 3 Ah não, aí, aí já 3 de lá gravado, tá? Gente Turno final Turno final, o que passa? Porrada, né? Facado Agora que eu percebi o negócio aí Eu vou morder Essas raízes Beleza

Beleza, beleza, dano agravado. Força mais briga. Eu posso... Pô, eu perdi um monolito, tomei dano, então será que eu não ganho um ponto de fúria? Ganha sim, pô. No começo do combate, quando você toma dano na primeira vez, você marca um ponto de fúria. Pode marcar. Pode marcar, beleza. Então eu vou usar de novo o meu dano.

Um ataque furioso, né? Isso. Eu vou fazer a presidência para três, não vou? Beleza, continue três. Beleza. Agora vamos... Força. Mais briga.

Qual a dificuldade? Quatro. Caralho, a conta certa. Segura, Ivan. Segura e puxa as raízes. Beleza. Força mais briga, dificuldade quatro também. Zé da Lua.

Só dizendo que muito melhor Ivan do que um soco na raiz. Em glabro, viu? Em glabro. Ele faz assim, tipo... Aí ele faz assim, ó. Eu vou fazer... Não, antes de eu dar uma porrada, eu vou fazer um testezinho de fúria aqui pra recuperar, né, cara? Beleza, beleza, beleza. Como é que tá a situação do nosso amigo aqui, hein?

Olha lá, o teste de fúria foi mantido. A fúria foi mantida. Aí curou onde vira e tá ajudado aqui, marquei. Ah, de novo. Ah, não, é um por turno, é um por turno. É um por turno só. E agora eu vou dar uma porrada. Força mais briga, dificuldade 4. Se você passar, o bicho morre, viu? Ah, gente, desculpa, mas vai durar mais um pouquinho. Ah, gente.

Ah, vou lá, não, confiança, coração dos dados, hein? É, não, não. O negócio tem que passar, não, sempre dá errado. Não, agora vai, filho, vai. Toma! Ah, meu Deus do céu, cara. Ele, é... Ele dá uma porrada ainda. Você tirou... Dois de dano, né? Dois de dano, é quatro danos agravados. Puta, tão bem, gente.

Mas a criatura morre, então. Vai, matei antes? Não, não, não tombou não. Olha aí. Tamborou não. Eu tô de pé. Ah, eu tô em glabro. Esqueci. Não devia... Não devia.

É porque você está em glábulos, né? A última ação que aquele bololito faz antes de se despedaçar dentro de vocês e ficar só aquela espiral, uma pedra em espiral vermelha para o santo cair, ainda sem estar destruída ao chão. A última ação que ele faz é gastar a última das raízes que vocês não arrancaram ainda, não tinham arrancado ainda, para acertar o Zé da Lua.

Mas essa última também vocês destroem. Quando vocês fazem... Na hora que eu vejo que ele está sendo destruído, em resposta à risada que ele tinha recebido da gente, vou dar um tipo um uivo de escânio para responder a altura. E automaticamente, vocês vão olhando ao redor, com uma visão 360, o canavial começa a murchar.

começa a ficar seco ao redor de vocês. Aquele corpo que tava balançando, Ivan, para de balançar. Ele tá vivo? Você tem que ir lá ver, né? Mas, peraí, calma. Como é que acaba esse negócio aqui? O Philip vai sair da forma Krinos? Eu saí da forma Krinos. Beleza. Eu saí da forma Krinos. Tá, se sair da forma Krinos, tem que ir pra onde food. Tem certeza que vai testar lá?

Ah, é verdade, eu vou pra onde? Volta pra hominídeo. Vou voltar pra hominídeo. Volta pra hominídeo. O Ivan em Glabro, o Zadalu em Glabro se não morre, voltamos à situação que começamos a estar no fio. Não, mas agora eu vou comprar um de vitalidade. Tipo, ponto de experiência. É, tá. Aí, daí, quando eu comprar vai ficar faltando um de novo. Vai acontecer a mesma coisa também. Enfim, você olha pra o corpo do cara, as mãos não estão mais tremendo.

O cara tá exausto, o olhar do cara tá exausto, com aquele pano na boca. Você vê o respirar pesado dele, ele parece estar vivo, mas ele tá um pouco fora de si ainda, talvez pelas convulsões que ele passou aí um bom tempo tendo. Eu vendo ele.

Ele tá acordado? Não, né? Bicho, eu acho que eu fui pego no português. Porque quando ele falou vendo ele, eu ia fazer pra quem? Ele tá agora.

É, cara, eu não entendi. Eu vendo ele. Pra quem? Enfim. Chama o espírito. Trey Spirit. Ele tá acordado, mas ele parece onde eu tá naquele... Sabe quando você tá despertando de uma anestesia que você tá acordado, mas você ainda não tá... não é dono de si ainda? Então eu vendo ele. Porque, mano, a gente tá em Glabro. Eu tô em Glabro.

O Zé Dalo tá em blabro. O outro, tipo... Ele não tá mais em crinas, mas... Sei lá. Gente, tu quer vender, gente? Se vende ele não quer isso. Tu mata ele, hein?

Não, vou vendar ele. Ai, meu Deus do céu. Caralho, o português me arregaçou agora. Porque eu vendo ele, eu pensei que era vender. Aí depois eu vendo ele, eu queria dizer, eu vendo ele e vou fazer tal coisa. Vou vender. É, vendo ele enxergar, mas na verdade é de vendar. Vou colocar a venda no olho dele, é. Puta, que paritão. Dá a mão dele e coloca. Meu Deus do céu. Está tudo bem. Você está salvo.

Você vende ele. Você venda ele. Deixa ele vendado. Você venda ele. E vocês, novamente, vocês percebem que o canavial vai secando. Mas ainda tem aquela pedra espiral ao chão pulsando.

Vocês descobrem que esse espiral navado é uma pedra que foi encaixada também no monolito. Essa pedra não se destruiu junto com o monolito. É uma pedra grudada no monolito, então? Era, né? Porque agora o monolito se despedaçou, caiu em pedaços, aí ela se desengastou e caiu ao chão, dentro dos pés de vocês. Eu olho para eles e falo assim, vocês conseguem integrar isso aí?

Eu jogo uma blusa que eu to usando, só de jaqueta, sem camisa, aí jogo a jaqueta por cima e pego o negócio. Beleza, você pega. Aí eu falo, por enquanto vamos guardar, isso pode ser importante pra eles. Vocês querem levar por aí algo da Will? Como é que é?

É seguro a gente levar por aí algo que é da URM? Diga aí pra nós aí. É da URM. Diga aí pra nós, Bruno. A gente vai ficar maluco carregando isso, será? Aí vocês vão ter que descobrir. A gente vai descobrir, velho. É verdade. Se vocês querem, vocês vão ter que descobrir. Será que vocês querem pagar esse preço? Claro.

Vamos sair daqui primeiro e depois a gente pondera, se a gente destrói eu carrega, mas vamos levar para enquanto. Eu olho para o Zé da Lua, ele precisa ser solto. Eu olho para ele, o cara, seguro o cara, eu vou no ouvido dele e falo, anda...

Cinco minutos, tira a venda e corre. Empurra ele pra uma direção, assim. Sim, eu já vou atrás. Você empurra. Ele tomba, tropeça nos próprios pés sem estar vendo nada. Tira a venda, não foi? Ainda não. Não, não, ele tá vendado. Tá vendado. Com as mãos amarradas.

Tá. O nome dele tá esquisito ainda. Tá não, tá mais não. Parou. Tá não. Ele tropeça nos próprios pés e cai. Deu um peixe caindo fora d'água, balançando. E aí ele... Vocês veem que o respirar dele... Vocês me salvaram, velho. Vocês me salvaram. Aconteceu muita coisa louca aqui, velho.

coisa que eu nem imaginava que podia acontecer. Você lembra de alguma coisa? Eu lembro. Eu lembro do canavial sussurrar, sussurrar no meu ouvido. Eu lembro das minhas mãos serem tomadas por alguma coisa que eu não sei o que foi, mas... nada do que eu passei foi natural. Vocês acabaram com isso?

Tá fazendo isso mesmo. E existem outras coisas como essa no mundo? Não! Deve ser algum experimento que fizeram aqui, pode ficar tranquilo. Não vai acontecer de novo. Então você não vai precisar de ajuda. Eu posso ir embora. Pode. E ali?

Tenta levantar com dificuldade. Eu levanto ele, tiro o cinto. Tira o cinto, devolvo o cinto. Você escuta a voz e o cara falando, tipo, obrigado. Eu vou embora. E ele, sem pensar duas vezes, quando você desata as mãos dele, sai correndo.

Quando chega lá na frente que você vai perdendo ele de vista no meio do canavial, você vê que ele faz assim, arranca as vendas, mas não olha pra trás. E eu tô fazendo meus testes de fúria aqui pra recuperar, hein? Enquanto isso... É uma boa ideia, velho. Deixa eu fazer um aqui também. Então, dois testes, recuperou dois de vida. Aí tá certo, tá vivaço, mano.

Quanto tem limite pra fazer ou até a fúria acabar? É, cada uma dessas aí foi um turno, entendeu? Ah, o Michar recuperou um... Não tem que fazer nenhum, né? Quer fazer mais uma? Eu vou fazer, né? Claro, né? Não teve, mas tá bom. Vou marcar aqui. Ah, beleza. Pronto. Boa, rapaz, eu achei.

Não fui eu, fui eu. Ah, beleza. É porque eu desmarquei na mesma hora. Fiz na hora que eu marquei. Não, tá bem, tô vivo. E... Acabei a sessão vivo, galera. Enfim... Todas as mesmas... Todas as mesmas... A sessão em que você terminou vivo. É. É. Exatamente, eu não morrei nenhum. Em coma. É. Em coma, mas vivo. Na sessão de hoje... É... Ainda que não tenha terminado...

Vocês conseguiram ir até esse canavial, descobriram que existia uma criatura chamada Oasis, e esse lugar era um antigo aparentemente, um antigo Caernes, visto que o Oasis eles tomam o terreno e fingem se comportar como Caernes. Vocês libertaram o cara, conseguiram salvar um, mataram quatro, conseguiram salvar um.

Mas isso não diz muito a respeito sobre as intenções ou de quem pertence a esse território. A gente está brincando de marcado de marrom e marcado de preto. Preto é o sol manchado, o marrom é o dançarino da espelola folgada. Estamos levando a pedra ao coração do marrom. Eu citaria que é do sol negro.

Só o manchado. É, só o manchado. Vou deixar marcado então aqui a suspeita de... Vamos lá, os três aí. O que vocês acham? Pode deixar o marcado com a cor que vocês votarem aí. Só o manchado que vocês acham também. Só o manchado porque não tem água. O pessoal do Afogado tá ligado com água. Então, marquei de preto, tá? Vamos lá.

Vocês não encontram dificuldades para sair daquele lugar. Vocês rapidamente conseguem achar um caminho no que vocês saem do canavial e voltam para aquela antiga pista, aquela antiga estrada de terra. Qual é o intuito de vocês? A gente tem que estudar a terra agora, né?

é muito isso quero preparar um ritual assim quem tiver em segurança em algum lugar né mas seguro eu quero preparar um ritual para pedir para os espíritos me ajudar com essa pedra que ela é da onde que ela vem tá bom mas até chegar nesse lugar né eu acho que não dá para fazer isso Eu já estava aquilo

você não sabe se está no mesmo dia ainda na noite do dia que você chegou, mas está de noite opa, vamos para a lua ficou de noite é o primeiro momento assim né o alarme o relógio que faz a lua hora de uivar o relógio que faz

Uuuuh! Vai falar, Felipe, que eu acho que eu interrompi. Não, interrompi não. Ah, então deixa eu fazer a pergunta. Vocês pretendem levar essa pedra em espiral pra onde?

e não para casa para casa segura dele não para casa escondida não tão mais escondida quando esse negócio chegar lá né a gente pode decidir para onde a gente vai aí na metade do caminho a gente para em algum lugar mais mais ermo assim e começa a estudar ela tá bom e vocês querem decidir para onde vocês vão na sessão que vem pode ser beleza então a sessão acaba com vocês voltando para o aquilo

com esse danado, dessa pedra aí enrolada num pano, tal qual a palantir do... Perfeito. Talvez outros anéis, tá ligado? Pensei nisso. Uma palantir. E, chegando ao carro, vocês vão embora daquela região, inicialmente em direção pra João Pessoa, pra tomar o destino a partir de lá. Beleza? Beleza. Nos vemos na próxima sessão, né?

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