O É da Coisa de 08/07/2026, com Reinaldo Azevedo: Os EUA e invasão do Brasil. Flávio, o entreguista
- Investigação EUA contra BrasilLei de Imigração e Nacionalidade · Ameaça à integridade dos Estados Unidos · Poderes de intervenção militar · Designação de organizações terroristas
- Flávio Bolsonaro e Marco RubioFlávio Bolsonaro · Marco Rubio · Oferta de terras raras e Pix · Carta de 86 páginas
- Classificacao Faccoes TerroristasItamaraty · Departamento de Estado Americano · PCC e Comando Vermelho · Avaliação absurda de ação militar
- Propostas Econômicas de Flávio BolsonaroFlávio Bolsonaro · NAFTA · USMCA · AFTA (Acordo de Livre Comércio das Américas) · Javier Milei
- Prisão de Daniel BorcaroMárcio Canella · Porte ilegal de arma · Operação Unha e Carne · Lavagem de dinheiro · PCC
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E agora na BandNews FM, o É da Coisa com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Carlos Costa.
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Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de O É da Coisa. Se a coisa parecer confusa, atrapalhada, eu acho que a minha internet tá muito ruim. Vem para cá que a gente desconfunde, atrapalha milhões de pessoas. Acompanha o programa pelo Tóio, pelo BandNews TV, pelo LG Channels. E olha o Beni no TCL Channel também, também pelas redes sociais, sempre BandNews FM, ou no aplicativo BandPlay. Boa noite, Carlos Costa. Boa noite, valeu, Beni, que eu já mencionei.
Bruce Springsteen, Born in USA. É, muita gente acha que é uma música patriótica, não é não, viu? Dizendo assim, eita, é ruim! É uma música contra a guerra, é uma música contra o imperialismo americano, especialmente na área militar. Tem tudo a ver com o dia, inclusive, né? Donald Trump voltou a atacar o Irã, né? Acusa o Irã de ter violado o cessar-fogo e agora diz, não tem mais acordo, vamos Uma guerra que ele começou, uma guerra que começou sem propósito, sem fundamento, sem justificativa, né?
Mas também uma música hoje oportuna, vale bem, porque eu desconfio, Carlos, que o Flávio deve ter ouvido essa música, falar assim: ah, é isso, nasci lá, eu nasci lá, Eduardo nasceu lá, nós somos nascidos nos Estados Unidos e agora o nosso negócio é esse. Temos muita coisa a tratar, temos muita coisa a falar, e eu de cara já vou começar com uma questão central que precisa ser respondida, entende? Presta atenção aqui, vai bem, tá escutando pergunta? Tá escutando pergunta, Carlos?
Sim.
Os Estados Unidos têm lei para invadir o Brasil se eles quiserem? A resposta: sim, eles têm. Sim, eles têm, eles têm lei para invadir qualquer país do mundo, entende? Ah, isso daí fica com esses delírios. Não, não tem delírio nenhum. Eles acabaram de sequestrar um presidente de um país vizinho. Pô, Reinaldo, mas o Maduro é um vagabundo, você mesmo disse. Eu sim, eu acho. Eu não tô da turma. É Maduro, que Maduro, Maduro é uma pessoa desprezível, asquerosa.
Ah, então vamos invadir? Não, mas eu acho o Bin Salman da Arábia Saudita também desprezível, asqueroso, mas ele é aliado do Trump, né? Juntos, inclusive, eles esmagam a população do Iêmen. A guerra, uma das guerras mais brutais em curso. Criancinhas são esmagadas assim, as centenas, as dezenas, todos os dias. Mas esse é o meu bruto, né? O Bem-Salmar, aquele que dava colar e relógio para o Bolsonaro. E agora, os Estados Unidos têm lei para isso.
Atenção, de novo. Ah, mas a minha opinião— não, sua opinião, você tem a sua, tem a minha, cada um tem. Imagina, mamãe me dá opinião todos os dias sobre o programa, tudo. Hoje gostei, hoje não gostei. Nem sempre gosta, não. É, vai bem sobreviver mesmo assim. Veja você, o problema é informação, e eu estou trazendo informação. A decisão que fez com que PCC, Comando Vermelho, as organizações criminosas fossem consideradas organizações terroristas, tem uma legislação Tem uma legislação, é a Seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade.
E isso dá aos Estados Unidos amplos poderes, em primeiro lugar, para punir quem eles quiserem do ponto de vista econômico, que eles quiserem. Eles não têm limites para isso, basta que eles queiram. E também eles têm a lei sobre a ameaça à integridade dos Estados Unidos, ameaça à integridade territorial. E isso dá aos Estados Unidos o poder, poder, isto é, o presidente da República pode determinar intervenção militar onde ele quiser, desde que ele considere que os Estados Unidos estão sob ameaça.
Foi assim, por exemplo, hoje é um dia emblemático. Neste momento, o Irã está sendo bombardeado. O Irã está sendo bombardeado sem que se tenha declarado guerra ao Irã. Vocês sabiam que os Estados Unidos oficialmente não declararam guerra ao Irã? O Congresso não votou a intervenção dos Estados Unidos no Irã. Isso não passou pelo Congresso. Isso é com base na lei da chamada ameaça existencial. E foi com base nessa lei que eles disseram: o Brasil abriga organizações terroristas internacionais.
Abrigando organizações terroristas internacionais, isso põe os Estados Unidos em risco. E portanto, se eu quiser, eu vou lá e faço operações militares sem precisar passar pelo Congresso, sem precisar obviamente negociar com o Brasil. E o Flávio tá dizendo: se for comigo, não precisa negociar nada, a gente faz junto. Vocês vêm aqui, vocês tomam conta do território. E mais, e dá aos Estados Unidos autoridade interna eles têm para que a CIA passe a operar aqui.
E vai bem, Carlos. Eu lembro dos tempos que a esquerda não ia muito com a minha cara. Às vezes vai, não vai, tá tudo certo. E um deles, até um professor acadêmico, disse que eu era agente da CIA. Bons tempos, vale bem. O chequinho chegava todo mês, viu, Carlos? Pago em dólar convertido aqui. Ixi, era uma maravilha! Atenção, a CIA não avisa quando ela faz operação, ela faz operação, é da natureza dela. Mesmo esses que eles andaram sancionando recentemente, essas pessoas estavam sob investigação.
A sanção que eles fizeram prejudicou a investigação que estava em curso aqui, em vez de ajudar. Mas já expliquei aqui isso, as coisas. E o Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, nos deu entrevista exclusiva, explicou. Quando tem essa designação, as informações mudam de patamar, vão para Pentágono, vão para CIA. E deixam de chegar a Polícia Federal, que hoje, que antes trocava informações com FBI. Então, atenção, deixa eu dizer uma coisa: os Estados Unidos, o Brasil pode ser invadido?
Pode. Pode sofrer uma intervenção militar? Pode. Pode porque agora as leis americanas com essa designação permitem isso. Isso é uma coisa. Está na iminência de sofrer uma invasão? Eu acho que não. Agora, uma intervenção de natureza eleitoral, bom, essa já existe, né? Essa já existe. Já ficou claro a preferência do Trump. Pelo Flávio. Já ficou clara a costura do Flávio com o Marco Rubio, e Flávio já enviou uma carta a Marco Rubio oferecendo-se de banqueta para assistir televisão.
Que que é banqueta para assistir televisão? Aquela que você estica o pezão em cima. O Flávio falou assim: eu fico assim e você põe os pezão em cima de mim e do Brasil. Agora, não sei se foi, se ofereceu isso de graça, né? Acho que não, que já ofereceu terras raras. Hoje eu fiz uma ilustração na minha coluna ontem à noite na minha coluna, em que Trump está colocado assim numa espécie de altar no Salão Oval, né? De um lado tem Flávio ajoelhado oferecendo as terras raras, do outro Eduardo oferecendo Pix.
Coisas que eles falaram, não inventei nada. Eu não vou colocar de novo o vídeo do Flávio oferecendo as terras raras, né? Vocês conhecem. Eu não vou colocar de novo o vídeo do Eduardo falando que o Pix, a gente tem o Zelle, como ele chama, que é Zelle nos Estados Unidos. Que não é a mesma coisa, mentira. A carta que Flávio enviou de 86 páginas foi na semana passada. Agora eles já estão falando que a carta não vale, colocando Pix à disposição também.
Precisamos usar para proteger o Pix da China, como se a China tivesse de olho no Pix. Então eles, eles ofereceram, eles resolveram se ajoelhar no altar de Donald Trump. E como é que você chegou a essa imagem, Reinaldo? A partir de um texto, a partir de um texto. A ilustração com inteligência artificial funciona comigo porque informa a inteligência artificial com as coisas certas. Lembram-se do texto de Ernesto Araújo, que então foi chanceler do Brasil por um tempo?
Ele escreveu um artigo dizendo: o Brasil tem de se ajoelhar no altar do deus de Trump. Eu nem sabia que Trump tinha um deus particular. Podia ser aquele Que o Deus do Velho Testamento era meio neurastênico, né, Vale Bene?
Meio a sua ilustração apareceu aqui no ar, viu?
É, apareceu qualquer coisinha, o Vale Bene, o Carlos. Deus tava lá fulminando as pessoas. Às vezes a pessoa não podia nem se divertir um pouco, aí ia lá liquidar. Se ajoelhar no altar do Deus de Trump. Aí Deus também, se o Trump tinha um Deus, bem que podia ter feito, mas não fez. Então atenção, pode, se quiser pode, tem lei para isso, tem lei para isso, e tem uma elite xaxelenta aqui, elite por assim dizer, que toparia isso, que topa isso.
E aí o Itamaraty afirmou que, bom, dadas as coisas, as circunstâncias, essa possibilidade existe. E os Estados Unidos resolveram, Marco Rubio, rebater, né, que é ele que tá por trás disso, rebateu Itamaraty, né, falando que isso é condescendência com o crime. Vamos lá, o que que os Estados Unidos falaram?
Vai. O governo dos Estados Unidos classificou como absurda avaliação do Itamaraty sobre o risco de um eventual uso da força militar americana em território brasileiro. A gestão Trump reagiu ao documento do órgão brasileiro enviado à Câmara dos Deputados, que cita a decisão da Casa Branca de enquadrar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Em nota enviada à imprensa, o Departamento de Estado americano afirmou que os Estados Unidos estão adotando as medidas com base na própria legislação para combater os grupos brasileiros.
Diz lá: esse comentário sobre eventual ação militar é absurdo. Os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas no âmbito de suas próprias competências soberanas para combater os narcoterroristas. Essas gangues brasileiras agora atuam nos Estados Unidos e vamos defender nosso povo contra elas.
É velho, é nosso povo, não combate, tem que combater. Mas escuta, mas o Brasil tem representação lá, o Brasil tem Polícia Federal, tem adidos lá, nós temos. O combate vinha acontecendo, tem que acontecer, mas não com essa designação, porque por essa designação, já vimos ontem, o Flávio e o Eduardo também são filoterroristas. A mãe deles é, a mãe deles era suplente na chapa de um candidato ao Senado que foi preso numa operação contra o Comando Vermelho.
O tal do Canela, leva a sério essa troça aí. Porque assim, Estados Unidos, ó, vale bem, sabe por que eles consomem tanto fentanil? Porque nem é porque não tem dipirona. Eu acho que com dipirona ia melhorar tudo. Não, não tô falando para você tomar dipirona, toma com alguma coisa médica, mas lá não tem. Aí toma fentanil. Ai, porque a China manda fentanil para nós. Não, é porque alguém obriga a enfiar, alguém obriga a tomar fentanil.
Os coitados, os americanos, aquele povo inocente, ô Carlos, aquele povo, aquele povo bom, essencialmente generoso, que fica lá abrindo as suas portas para traficantes de outros países. Meu Deus do céu!
Né?
Não, enfim, combatam também. Imagina, olha bem, se acredita que tem criminoso de outros países que vão até Las Vegas? E lá não tem, não tem, tá? Nada, tudo bacana. Ora, ora, bolas! Ora, bolas! Ah, agora, ó, falar isso é ser condescendente com crime. Ser condescendente com crime é uma ova. E aí é preciso saber o que foi que o Itamaraty falou. O que foi que o Itamaraty falou, afinal de contas, né? Houve um documento: há possibilidade do uso da força militar nos Estados Unidos em território brasileiro.
E há, né? Avalia-se que a medida possa ter impactos relevantes tanto no plano econômico quanto no da soberania nacional. A designação pode servir para que autoridades estadunidenses apliquem medidas administrativas e judiciais de caráter unilateral extraterritorial. Sim, porque essa coisa tem duas pernas: esta que fica com a Secretaria do Tesouro, e tem, eu já disse, a questão militar. E ponto e basta. E é o que se tem. De novo, não é opinião.
Ó, eu não acho que vai acontecer. Bom, meu filho, com intervenções de caráter eleitoral nós já estamos, não? E aí Vocês usaram, chegaram a colocar uma ilustraçãozinha que eu fiz com inteligência artificial do Tio Sam assim, e o Flávio Bolsonaro tá na tela também. Aí, olha que bonitinho, né? O Flávio falando assim: queremos vocês na nossa luta. Mas eu já, a gente já vai voltar, eu vou querer usar essa ilustração de novo. Muito bem, o Ministério da Defesa aqui Falou que não vê risco, que é o que eu diria também se eu fosse do Ministério da Defesa.
Você acha que os milico vão falar, é, e tá feia? Eles podem intervir se eles quiserem. Bom, o que foi que a Defesa disse? Aí começou uma confusão dos diabos.
Vai.
O Ministério da Defesa do Brasil disse não ver risco para uma ação militar dos Estados Unidos em território brasileiro após a classificação do PCC e do Comando Vermelho como terroristas. O entendimento é contrário ao do Itamaraty. A Defesa tem monitorado o tema enquanto o ministro José Múcio Monteiro tem feito uma série de agendas na América do Sul. Depois de passar por Argentina e Chile, ele embarcou nesta terça para o Peru, onde é realizada a Conferência dos Ministros da Defesa das Américas.
Hoje, ele vai conversar com o vice-ministro de Guerra dos Estados Unidos, Elbridge Colby. Múcio busca um canal de diálogo permanente com o auxiliar do presidente Donald Trump.
Eu acho que a defesa, o Ministério da Defesa, não pode não ter entendido. Entendo que eles digam, ó, não há risco, mas atenção, Itamaraty não falou da iminência de uma invasão, não foi isso. Se o Múcio— eu vou tentar entrevista com o Múcio. E eu vou fazer a seguinte pergunta para o ministro. Já até aviso para ele dar uma boa resposta. Ministro, o senhor acredita que os Estados Unidos possam fazer intervenção militar no Brasil?
E ele vai falar, olha, Beni, Carlos, que não. Ministro, outra pergunta: o senhor avalia que se os Estados Unidos quiserem, eles dispõem de legislação para intervir no Brasil? E aí o Múcio ou diz que sim, ou então tem que sair do Ministério da Defesa. Ei, ministro, ministro, eu deixo a pergunta no ar. Se os Estados Unidos quiserem, eles dispõem de legislação que eles consideram extraterritorial para fazer intervenção no Brasil.
E a sua resposta tem de ser uma só: sim, Reinaldo Azevedo, eu acredito. Aí sim você tem razão. Mas não acho que vai acontecer. Eu digo: não, mas e se quiserem, pode? E se quiserem aplicar sanções econômicas, o Vale Bene, se eles metem, o Carlos, se eles metem tarifa no Brasil falando de desmatamento, como se eles se ocupassem disso, por que que eles não podem sancionar que eles bem quiserem também na área econômica, só em razão de uma divergência também econômica? Ó, o imperialismo não faria isso. Ó, se não fizesse, não seria imperialismo.
Né?
E nós temos aqui a turma mequetrefe que faz essas coisas. Vale bem, pergunta para mim, Reinaldo, que outra direita no mundo apoiou as tarifas?
Reinaldo, que outra direita no mundo além da nossa?
Nenhuma, só as nossas, só nossa direita. Procurem como Diógenes com a lamparina, valeu, bem. Diógenes de Sinope, que não morava numa barrica, na verdade era uma espécie de um negócio de barro assim, porque era uma Procure com a lamparina de Diógenes, o cínico, uma outra direita que tem apoiado as tarifas. Não tem, só a nossa, só essa família gloriosa que está em vias de revolucionar a Câmara com a do Jair Renan, se o povo catarinense entender que assim o estado de Santa Catarina estará bem representado.
Os, como diria Jair Renan, cidadãos de Santa Catarina estarão bem representados. Nenhuma outra, não é? Então, queridos, é preciso ter clareza de com que estamos lidando. E aí, como a estupidez galopa, resolveram convocar o Mauro Vieira para falar numa comissão na Câmara. E eu vou ter que lembrar quem é esse cara, vai.
É, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou hoje a convocação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para prestar esclarecimentos ao colegiado. Os deputados querem explicações sobre o documento do Itamaraty que afirmou que a classificação de PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas pode abrir margem para o uso da força militar americana em território brasileiro.
O requerimento foi apresentado pelo deputado Evair de Melo, do Republicanos do Espírito Santo, autor do pedido de informações que deu origem à carta do Itamaraty. Ao defender a convocação, o parlamentar criticou a atuação da diplomacia brasileira. Com aprovação do requerimento, Vieira deverá comparecer ao colegiado para explicar o posicionamento do governo brasileiro e o conteúdo do documento encaminhado pela pasta para a Câmara dos Deputados.
Foram muito generosos aqui com Evair de Mello. Tô desconfiado que o Evair de Mello tem algum braço aqui na produção do programa. Puxa vida, vocês, ou foi você, Carlos? Foi você? Quem foi que cortou? Que o Werdmelo disse que o Itamaraty está defendendo os terroristas, está comprometido com terrorismo. Tô brincando, naturalmente, mas ele falou isso. Esse Werdmelo, esse Werdmelo é aquele que já foi investigado por ser financiado por desmatadores, é aquele que já teve uma fazenda autuada por exploração de trabalho.
Esse que o Trump agora quer sancionar o Brasil mais 12,5%, trabalho forçado, trabalho indigno. Ah não, a fazenda da minha esposa, porque essa gente inclusive nem tem mulher, todos têm esposa, coitados. E elas têm o quê? Esposo que pediu impeachment de Lula, vive gritando, ele grita, ele faz escândalo, ele, e ele saiu acusando Itamaraty de estar comprometido com o narcotráfico e com a proteção a PCC, etc. Por isso ele quer ouvir o Mauro Vieira.
Mauro Vieira foi convocado. Só que quem caiu nas malhas da Polícia Federal por envolvimento com organizações criminosas é o candidato ao Senado do Flávio lá no Rio. Caiu mais um. Eles não conseguem nem fazer um candidato no Rio de Janeiro. E a família inclusive saindo em defesa, uma suplente do Carlos que defendeu os investigados. É uma coisa linda, uma coisa linda. Não vamos ver ainda. E o Fachin disse que o Brasil é soberano, não vê chance de intervenção. Vai lá.
Reinaldo, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Edson Fachin, disse hoje estar confiante de que a soberania do Brasil vai prevalecer. Ele comentou a possibilidade dos Estados Unidos usarem a força militar no Brasil após a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. O ministro indicou que não vê chance de uma intervenção americana em território brasileiro. Durante evento em cerimônia no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, Fachin disse o seguinte, abre aspas: O Brasil é um estado soberano e a soberania se exerce com firmeza e serenidade.
Nós temos certeza de que isso há de prevalecer, quer aqui na região, quer no concerto global das nações. Fecha aspas.
Ah, eu também acredito em tudo, eu sou pessoa boa. Carlos, eu só acredito em coisas boas, vale bem, acredito nas boas pessoas, etc. e tal. Agora não é Sim, é preciso que haja homens de boa vontade, humanos de boa vontade em tudo. Aquilo que o Itamaraty escreveu, e não adianta negar porque está na lei, está nas leis americanas, é que a possibilidade existe. Ah, mas aí vamos fazer o seguinte: deixa rolar porque a gente acha improvável.
O quê? Vocês fazem contratos assim também? Não, né? Não, acho que não. E agora, meninos, o Pedro, nós temos aí, porque eu sei que a gente preparou, nós temos ontem o Paulo Figueiredo O Vai Bene, o Carlos, Paulo Figueiredo é o pensador do Flávio Bolsonaro, né? E até falou outro dia que ele tinha combinado com Flávio, Flávio falar mal dele. E ontem o Paulo Figueiredo deu uma esculhambadinha na campanha do Flávio porque ele não se comunica mal, ele não fala com a imprensa, porque não sei o quê.
E aí o Flávio decidiu O Flávio decidiu falar, explicar as suas posições. Mas antes, vamos ao que falou Paulo Figueiredo. Acho que tá fácil aí, né, Pedro? Puxando a orelha da campanha do Flávio. Vai, vamos lá.
Flávio foi, veio aos Estados Unidos, falou de tarifa. A imprensa está absolutamente louca, desesperada. Meu telefone não para e Ele publica um videozinho bem mais ou menos. Assessoria de imprensa dele publica um release escrito claramente pelo ChatGPT. Não há uma entrevista de quebra-queixo. Não temos uma imagem para passar aqui hoje. Não tem uma entrevista coletiva. A imprensa não recebeu a íntegra do que ele falou dentro do USR.
E como não pode ser gravado, não se sabe exatamente o que ele falou. Eu vou te falar, tá? A gente tenta sentar e deixar nego trabalhar, fazer o que tiver que fazer. Uma puta merda! Que campanha desgraçada, meu irmão! O nego não se ajuda, nego não se ajuda, cara. Depois a gente perde, aí não sabe por que que a militância desengajada, por que que a imprensa— a gente toma de 7 a 1 na imprensa todos os dias. Puta que pariu, meu irmão!
Desculpa, depois vocês não gostam que eu fale palavrão. Vou falar o quê? Que assessoria de imprensa é essa, meu Deus do céu? Aí depois dizem que sou eu o assessor de imprensa do Flávio Bolsonaro, que eu falo tudo que o Flávio Bolsonaro tem que fazer. Meus filhos, se eu falasse, não seria este caos essa campanha. Vocês podem ter absoluta certeza. Ia ter outros problemas, iam achar que era uma campanha de extrema-direita. De fato iam, eu teria, estaria fazendo uma campanha muito mais à direita do que está sendo feito.
Mas esse tipo de vacilo, de porra, vagabundagem técnica, não, isso não. Mas vocês desculpem, se é uma coisa que eu sou conhecido é pela minha competência.
Valeu, Beni. Olha, com metade desse amor próprio, Gengis Khan fez estragos monumentais. Não, e eu gosto que quando eu chamo de extrema-direita, outro dia um cara, meu amigo tal assim, mas conservador, ah, você fica com esse negócio de extrema-direita, vai bem. Não foi ele que falou? Não, extrema-direita, extrema-direita. E tá uma brigalhada porque um monte de gente querendo tomar conta da campanha. Aí o Fly falou, ah, então eu vou organizar esse debate, né, preciso fazer um pronunciamento.
Aí ele fez um pronunciamento, nós temos trechos aqui, tá? E o Flávio tentando justificar. Olha que coisa bonita, o Flávio tentando justificar a tese de que sim, pode ter tarifa, mas depois da eleição, se o Lula ganhar. Quer ver? Ai, que bonitinho!
Vai, vamos lá, vamos pôr para o cabeça, vamos pôr O senador pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro realizou hoje uma transmissão no canal dele no YouTube e deu detalhes sobre a participação ontem na audiência do escritório do representante comercial dos Estados Unidos, o USTR. Flávio voltou a atacar o presidente Lula e disse que o mandatário é a favor do eventual novo tarifaço americano. O parlamentar também repetiu que por causa das eleições os americanos devem segurar as tarifas por enquanto, porque o Brasil pode ter em breve um novo presidente que não seja, segundo ele, anti-americano. A gente vai acompanhar o E obviamente eu fui para questão política.
Quando eu fui perguntado, eu falei, olha, eu sou um agente político, eu sou senador da República no Brasil, eu sou pré-candidato à presidência da República, né? Então eu tô aqui para falar politicamente o seguinte, olha, hoje existe na presidência da República alguém que é anti-Estados Unidos, que é o Lula, alguém que a todo momento agride os Estados Unidos. Ele tem ideologia dele anti-americana. E que daqui a pouco as eleições são daqui a 87 dias, gente.
Presta atenção, daqui a 87 dias teremos eleições para presidente no Brasil e pode ser que o cenário mude.
Ele foi explícito sobre isso, inclusive usou a expressão não é o melhor momento. E eu já demonstrei aqui, em nenhum momento, em nenhum momento, zero, como diria Paulo Figueiredo numa metáfora muito chique, querido Carlos, é rosca. Ele contestou as razões da tarifa, da tarifação. Porque existem as 5 razões apontadas pelos Estados Unidos. Em nenhum momento ele contestou. Se você não contesta as causas, você não tem como contestar o efeito.
E aí ele foi então em cima da questão eleitoral. Mas, e agora a gente tem de lembrar aqui Eu fiquei de lembrar ontem aqui, os meninos acharam, nós temos aqui. Ah, mas a tarifação foi feita, é, a tarifação foi feita pensando por causa do Flávio, por causa do Eduardo. Presta atenção numa coisa, de novo, não foi por causa deles. Como eu disse aqui, os Estados Unidos não encontraram direita nenhuma no mundo para apoiar as tarifas.
Se eles podem encontrar uns banana aqui que topam, olha, o Benny e Carlos, por que que eles não vão querer? Ora, ou tá aí o Trump batendo na Giorgia Meloni. Claro, se ele vai bater uma direitista, ele vai escolher uma mulher para bater. Ora, né, vale o bem, Carlos, é compreensível. Mas tá aí brigando com a Meloni, brigou com o primeiro-ministro alemão, humilhou todos os europeus. Uma coisa ao menos se pode dizer: o Lula não foi humilhado no Salão Anual, em lugar nenhum.
Ele humilhou todos os aliados dele, a primeira, porque ele não encontrou nenhuma direita Mesmo da direita de extração trumpista, dessa nova direita esclerótica, ele não encontrou. Encontrou quem? A família Bolsonaro. E aí ontem eu lembrei aqui que quando veio a tarifa, todo mundo falou: tá vendo, os Bolsonaro fica pedindo tarifa, tal. Aí o Ratinho Júnior Disse: não, não foi por causa do Bolsonaro, é que o Lula falou de fazer comércio como moeda própria nos BRICS.
Aí o Eduardo tá aí, tá? Quem acompanha pelas redes sociais, pelas TVs, pela TV e no rádio, tô contando para vocês que tem a imagem do post. O Eduardo Trump postou diversas vezes citando Bolsonaro, fez uma carta onde falou de Bolsonaro, fez declarações para imprensa defender nominalmente o fim da perseguição a Bolsonaro e seus apoiadores. Desculpe-me, governador Ratinho Júnior, mas ignorar esses fatos não vai solucionar o problema, vai apenas prolongá-lo ao custo do sofrimento de vários brasileiros.
Imagina os americanos olhando para esse tipo de reação e pensando: o que mais podemos fazer para estas pessoas entenderem que é sobre Jair Bolsonaro, seus familiares e apoiadores, como expressão da carta, posts e entrevistas de Trump. Eu estou inventando quando eles chamam para si a tarifa? Não, né? Estou fazendo jus à luta de Eduardo. Mas você não acha que ele se dá muita importância, Reinaldo? Bom, posso até achar, mas eu vou lá, as pessoas costumam fazer isso também, é jogo.
E você também se dá muita importância? Eu acho que às vezes até menos do que eu tenho, mas de qualquer modo faz parte da minha humildade mesmo. Tá rindo porque pode ir embora agora, o caiado. Caiado, autoridade moral, finalmente disse alguma coisa que faz sentido na campanha. Vai lá.
Reinaldo, pré-candidato à presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado afirmou hoje que a proposta do senador Flávio Bolsonaro de que os Estados Unidos adiem o eventual novo tarifação até depois da eleição é inaceitável. Em discurso durante evento da Confederação Nacional do Comércio, a CNC, em Brasília, Caiado disse o seguinte: Você vê falhas de um candidato, e com todo respeito a ele, Flávio, em se colocar também numa sessão nos Estados Unidos e dizer que a DI e a tarifa são a partir da eleição.
É inaceitável isso. Você tem que estar dentro de um jogo pra saber qual é o peso e o significado do país. Isso tem sido uma atitude infeliz por parte do pré-candidato Flávio Bolsonaro, já que este assunto não deve ser tratado apenas no interstício da campanha eleitoral. Nós estaríamos convalidando o populismo irresponsável do Lula, com a visão única de 4 de outubro.
Primeiro, o senhor demorou, né, para atacar o Tarifa Soros, outros. E depois outra, né, é: e aí estaríamos convalidando o populismo irresponsável do Caiado? Com a devida vênia, você pode não gostar nenhuma das outras medidas do Lula, tudo bem. E aliás, Como eu sou contra pensamento único, adoro que exista gente que discorde coisas. Imagina se seria eu a reclamar de quem discorda de coisas. O ponto não é esse. Em relação, Caiador, Em relação à tarifa, qual foi o erro que o Brasil cometeu?
Essa pergunta eu dirijo a você, poderia dirigir ao Zema. É que eu tenho medo de fazer pergunta para o Zema porque eu tenho medo de ouvir coisas que não são desse mundo. A qualquer candidato você pode achar: o Lula erra nisso, erra nisso, erra nisso. Tá bom. Em relação às tarifas, qual foi o erro? Cara, porque aí o debate fica desonesto, e é preciso ter honestidade de propósito no debate, tendo clareza das coisas. Eu gosto de clareza, eu gosto, eu acho que eu sou claro inclusive nas coisas que eu quero, que eu penso.
Acho fundamental. Eu não quero que confundam o meu pensamento, né? Agora, a gente tem que lidar com fatos. Eu vivo fazendo neste programa distinção entre aquilo que é o fato e aquilo que é a minha opinião sobre o fato. O que eu não faço é opinar sobre um não fato. Sobre uma mentira. A sua opinião tá correta, é claro que é um absurdo. Mas aí então concentra-se nisso, em construir essa alternativa. Seria ótimo se tivesse, mas agora o Flávio ficou muito magoadinho com a imprensa.
Ai, meu Deus do céu! Ô Flávio, você sabe que eu acho que você nem deveria ser candidato, que até agora Você não retirou ameaça que você fez ao Supremo. Ameaçar o Supremo com força militar não é opinião, é ameaça, é violação da Constituição. Mas tá aí, você é candidato. A imprensa passou a tratar vocês a pão de ló, ignoram inclusive Ô Flávio, você dá entrevistas e nem lhe perguntam sobre aquela sua resposta. Olha como eles são fofos com você.
A imprensa é fofa com você, cara, com você, com seu irmão, com o nepo velho da ditadura que fala pelos quatro cantos. O nepo velho da ditadura, Paulo Figueiredo, vive dando entrevistas, ataca a imprensa e vive dando entrevistas. Mas ele falou que a imprensa foi muito má com ele. Olha o Beni, vou chorar, vou chorar. Desculpe, mas eu vou chorar. Não ligue se eu não te ligar, faz parte dessa solidão. Vai, Flávio fica tristinho.
Na live feita hoje pela manhã, Flávio Bolsonaro ironizou críticas recebidas por sua atuação nos Estados Unidos e falou sobre a repercussão na imprensa E questionou a ausência dos demais pré-candidatos à presidência na audiência do USTR, realizada na segunda e na terça nos Estados Unidos. A gente vai acompanhar um trecho.
Então, ao invés de— eu tô vendo algumas pessoas criticando, uma parte da imprensa também, que eu entendo, né, que tem a torcida deles. Mas ao invés de estarem enaltecendo que eu tô aqui, mesmo sem ser o presidente da República ainda do nosso Brasil, tô aqui fazendo a minha parte, eles pararam de questionar por que que o Lula não mandou um representante, gente. Eu senti falta, por exemplo, aqui de outros pré-candidatos a presidente fazendo, fazendo o que eu fiz aqui, porque era uma audiência pública, as pessoas podiam se inscrever.
Cadê os outros pré-candidatos à presidência da República que não estão aqui defendendo os interesses brasileiros? É muito mais fácil ficar criticando a atuação do Flávio Bolsonaro, né? Muito mais cômodo. Eu tô aqui fazendo a minha parte, tô longe da minha família, tô aqui defendendo o meu país e vou continuar fazendo porque é convicção. Eu tenho certeza Que é isso que o presidente Bolsonaro estaria fazendo.
Vou chorar, desculpe, mas eu vou chorar. Não ligue se eu não te ligar, faz parte dessa solidão. Vou chorar, desculpe, mas eu vou chorar na hora em que você voltar.
Perdoe o meu Leandro e Leonardo lá do comecinho. O Flávio, a imprensa foi muito condescendente com você. Primeiro que você não tinha que estar aí, isso daí era uma audiência para empresários, para associações de empresários, associações de produtores. E atenção, meu filho, só 14 americanos de 64, acho, pessoas que falaram. Só 14 das americanas fizeram defesa das tarifas. Dos brasileiros que falaram, você foi o único que não atacou as causas da tarifa.
É uma vergonha, é uma vergonha. Você deixou que a CNA falasse lá como se fosse uma desmatadora. CNA lá contestando que a produtividade do agro brasileiro seja fruto do desmatamento, como os Estados Unidos estão afirmando. E você não tocou nesse assunto porque você tá preocupado com eleição. Você não tem estofo, você não tem envergadura, você não tem consistência, você não tem espinha dorsal. Para defender os interesses nacionais.
Que você tá ali, meu filho, você tá se sentindo um filhote de tio Sam. Coloca a imagenzinha aí que eu instruí a inteligência artificial a colocar, que junta inteligência artificial com a minha natural, olha o Beni, vira uma soma explosiva. É, olha aí, meu amor próprio comparável do Paulo Figueiredo. E aí falou uma bobagem, mas olha isso que vem agora, é tão formidável, é tão formidável que inclusive tá querendo falar um bloco econômico com o nome de ferida de boca. É, vai, ferida de estômago, eu vou fazer a afta. Ô meu Deus, vai.
Reinaldo, durante a live Flávio afirmou que pretende aproveitar uma rodada de reuniões reservadas que terá hoje em Washington com pessoas próximas ao governo Trump para defender a entrada do Brasil em um acordo comercial semelhante ao firmado entre Estados Unidos, México e Canadá. Segundo o senador, ele vai sugerir a criação de um AFTA, em referência ao antigo NAFTA, sigla em inglês que diz Acordo de Livre Comércio da América do Norte.
A ideia é retirar da sigla a letra N, que restringe o acordo América do Norte, e dessa forma permitir a incorporação do Brasil ao tratado. Vamos acompanhar o que disse Flávio, que citou até o governo de Javier Milei na Argentina.
Eu pretendo juntar minha parte técnica do novo governo do Brasil para falar o seguinte: não tem o NAFTA, é um acordo de livre comércio da América do Norte, tá? Isso mudou, a sigla mudou para USMCA, que é United States, Mexico and Canada. Então, com a minha ideia, fala, olha, ao invés do antigo NAFTA, a gente pode cortar essa letrinha N e passar a usar o AFTA, que é o acordo de livre comércio das Américas, aonde o Brasil pode se incluir.
As nossas economias, gente, Estados Unidos e Brasil são complementares. A gente tem tudo, a gente tem aqui uma avenida de oportunidades para trazer investimentos americanos para cá. Então por que a gente não tentar criar essa zona de livre comércio direto com esses 3 países: México, Estados Unidos e Canadá? Também aqui com o Brasil puxando essa fila, né? Você vê o presidente Milei na Argentina, ele conseguiu um acordo com os Estados Unidos, em que tem centenas de produtos que a tarifa é zero entre, no comércio entre Argentina e Estados Unidos.
Então esses argumentos políticos são importantes que sejam colocados, como tem no Brasil também, no comércio dos Estados Unidos com o Brasil. Afta, eu não tenho afta, nunca tive, não sei que dor tem, mas dizem que dói muito. Mas em algum lugar eu li, acho que tem uma pomadinha que chama Omicilon M, pode ser isso? Acho que é o micilon M para afta.
Bicarbonato também é bom, é, mas tem, acho que é o micilon M. Tem sim, tem sim, o Pedro confirma aqui para gente.
Admuc é bom para afta, segundo Pedro.
Como é que é?
Admuc.
Admuc, ele tá fazendo propaganda da indústria.
Eu acho que tem gente com Mas só ver se a minha memória tá boa, mas acho que tem uma, omissilom M, oral base, oral base da omissilom. Pode ser, eu vou ver. Eu lembro, eu lembro oral base.
É isso aí, omissilom AM, né?
É isso, é, parta. Eu tinha lido. Ô Flávio, isso é uma besteira! Coloca esses dados aí que eu quero trazer outros adicionais. Vai, meu Deus do céu, velho!
A proposta de Flávio, no entanto, surgiu no momento de incerteza justamente sobre o futuro do acordo que une Estados Unidos, México e Canadá. Na semana passada, o governo Donald Trump decidiu abandonar a renovação automática do USMCA, sigla para Acordo Estados Unidos-México-Canadá, o tratado substitutivo.
Só vale o BN, para um pouquinho. Atenção, ele tá propondo que o Brasil entre no acordo quais os Estados Unidos estão saindo. O Flávio, eu costumo dizer isso, e aí fala que eu sou arrogante e tal, mas ser burro deve ser gostoso, porque ou não haveria tantos, e talvez pode virar um vício também, né? Porque tem coisa que faz mal, é gostoso. Eu sei de uma delas, pelo menos eu tô falando de cigarro, que não façam isso. A burrice acho que vicia. Os Estados Unidos estão saindo do acordo, cara. Fala mais, vai.
Eu aprendi aqui enquanto isso que o omicilom AM é usada na pele, que o omicilom A, ora-base, que pode ser usada na boca. Tava já orientando as pessoas completamente errado aqui.
Exatamente. Aí, aí um amigo que vocês conhecem, não vou falar quem, tá dizendo omicilom é coisa de véio. Não é coisa de véio não, viu? Viu, Pausade? Não é coisa de velho não. É Oral-Bás, não é Oral?
É Oral-Bás, viu?
É Oral-Bás. É isso aí. Que coisa de velho aqui. Não é para boca assim, tem uma que é para boca.
A gente falava do tal do USMCA.
Ó os velhos debatendo remédio, ó os velhos debatendo remédio. Mas continue, vai.
A gente falava do acordo dos Estados Unidos, México e Canadá, o USMCA. Ele substituiu o NAFTA em 2020. Em vez de prorrogar automaticamente o acordo por mais 16 anos, a Casa Branca optou por submetê-lo a revisões anuais, alegando que o pacto precisa ser reformulado para reduzir déficits comerciais e fortalecer a indústria americana. Embora o tratado permaneça em vigor, a decisão da gestão Trump abriu um período de negociações permanentes e aumentou a incerteza para empresas que operam na América do Norte.
Ô Flávio, vai estudar alguma coisa, pelo amor de Deus. Você, isso que você propôs lembra um pouco, sabe o quê, Evolli Ben? Vocês nem Eu não sei, vocês são jovens, né? Eu mesmo com os meus 34 anos, isso lembra a ALCA, que surgiu em 1994 e que desapareceu em 2005 porque os Estados Unidos não quiseram mais saber da ALCA. E eu sei porque a época teve um grande debate se ALCA, se não ALCA, se o Brasil vai estar na ALCA, entendeu? Debate antigo, debate velho, debate burro, para parecer que ele tem algo a dizer e para parecer que ele está lá.
E eu gostei também que ele falou que está nos Estados Unidos, porque eu tenho umas reuniões aqui hoje, algumas reuniões fechadas, sempre com cara de que tá conspirando. Aí eu vou ter uma reunião aqui. Para, cara, vai pelo menos, vai estudar um pouquinho, não custa, não dói. Eu posso assegurar muita gente que lê uma coisa gostosa, entende? E o Brasil diz o óbvio, a negociação é permanente, né? Negociação permanente. Mas isso nós vamos ver, fica a informação aqui que o Brasil dizendo negociação permanente, mas isso nós vamos ver agora, depois, no horário de São Paulo e das TVs também, né, no intervalo da rádio.
Mas que fica a informação para Rádio Brasil dizendo: nós não vamos parar de negociar nem que venha tarifa. E que é a posição correta. Muito bem. Estamos de volta. FMI, mais crescimento de Brasil e China, menos do mundo como um todo.
Reinaldo, o Fundo Monetário Internacional, FMI, reduziu a previsão de crescimento global para 3% em 2026, mas melhorou a projeção para o Brasil neste ano e em 2027. O FMI alertou as economias mundiais para os riscos contínuos representados pela guerra no Oriente Médio pela fragmentação do comércio e por possíveis correções nas expectativas do mercado em relação à inteligência artificial. Em relação ao Brasil, o fundo melhorou as projeções.
A atualização está presente no relatório de perspectiva econômica global. O documento mostrou que o FMI agora vê expansão de 2,4% do PIB do Brasil neste ano, acima do 1,9% calculado em abril. Para o ano que vem, a estimativa subiu em 0,2 ponto percentual, para 2,2%. A projeção do FMI para 2026 é melhor do que a do Ministério da Fazenda, que previu ainda em maio uma expansão de 2,3%. O Banco Central, por sua vez, previu avanço de 2%.
Para a China, a previsão também subiu para 4,6% em 2026, acima dos 4,4% previstos em abril. E o FMI indicou que a expansão da economia chinesa em 2027 vai chegar a 4,1%, contra 4% previstos em abril.
Reinaldo, e no mundo, vai bem? O que que é para o mundo?
O fundo prevê que o crescimento deve se recuperar para 3,4% em 2027, mas ainda está abaixo da média de 3,5% observada em 2024 e 2025. O FMI ainda elevou a previsão de inflação para 2026 em 0,3 ponto percentual para 4,7 em comparação com abril, mas afirmou que ela deverá cair para 3,9 no próximo ano.
Essa projeção sobre o Brasil, é isso?
Essa que o Alexandre leu sobre o mundo, né?
Mas a inflação média sobre o mundo, é isso?
Isso.
Deixa eu dizer uma coisa aqui. Esse crescimento, se vier, da FMI, que tá até mais, costuma ser mais pessimista, mas até tá mais otimista do que de outros, considerando a média do crescimento, é uma boa previsão, né, que se dá. Não é um crescimento extraordinário, mas que se dá, por exemplo, com o mercado de trabalho que vive um desemprego historicamente baixo por vários fatores, não vou entrar aqui em minudências. Agora a gente vê um crescimento para padrões chineses que é muito bom, considerando o tamanho do crescimento da China.
E aqui eu até brinquei hoje no programa que eu faço na hora do almoço, o Vale Bene, o Carlos, eu sempre brinco que se a pessoa abre uma janelinha para teoria conspiratória na cabeça, depois a janelinha não fecha nunca mais, né? O sujeito pode parar, pode ficar maluco. O que será que está? Mas eu considero a hipótese: e se o Trump for uma gentileza, hein? Pensem bem, tudo isso que ele tá fazendo, toda essa kizumba que ele faz no mundo, não é para enfrentar a China?
É, não é? Em tese é para enfrentar a China. Pergunta objetiva: Pergunta objetiva, a seco: que prejuízo a China tá tendo com isso? A China tá perdendo o quê? Agora mesmo, na rodada da USTR, do escritório de representação comercial dos Estados Unidos, muitos observaram ali que a importância relativa da China, com mesmo em relação ao Brasil, cresce, cresce. Tanto é que caíram as exportações brasileiras para os Estados Unidos, por óbvio, e aumentaram as exportações para a China.
Essa China que cresce Quem se enfraquece, quem perde importância nesse cenário são os Estados Unidos, né? O laranjão veio para fazer a terceira versão do declínio do Império Americano, para ficar num filme, né? Dois filmes, primeiro muito bom, segundo ruinzinho, mas esse terceiro tá sendo espetacular, né? É isso aí.
E a inflação era global mesmo, viu?
Inflação global. Muito bem. Muito bem, estamos de volta, meninos, com a 12 aí. Depois aí a gente fala do— quero lembrar uma coisinha do Zema aqui, é que tá na 11. O que que o Datafolha tá falando sobre São Paulo? Mas aí não vamos dar todos esses números aí porque senão fica muito espichado o negócio, faz muito bem em termos aqui os dados. É apenas fiquem Lula e Flávio, por favor. Vamos lá, vai, Reinaldo.
Segundo pesquisa divulgada hoje pelo Datafolha, Lula e Flávio Bolsonaro empatam nas intenções de voto no estado de São Paulo. De acordo com o levantamento, tanto Lula quanto Flávio marcam 35% no estado em cenário de primeiro turno testado com outros 11 nomes. Então Lula e Flávio, 35%. No segundo turno, a gente tem o Flávio Bolsonaro com 46%, o Lula com 43%, nulos, brancos.
Para um pouquinho, Carlos, só um minutinho. Já vamos falar da metrópole. Então, atenção, se o número foi esse, são números totais, tá, não votos válidos. Se o número foi esse, para o Lula é formidável. Quanto? Tão empatado, 46 para o Flávio, 43 para o Lula.
Isso, segundo turno.
Atenção, na eleição— não é eleição ainda, mas na eleição, no segundo turno em São Paulo, o Jair Bolsonaro— São Paulo estado— o Jair Bolsonaro teve 51,92 e o Lula 42,7. Foram quase 10 pontos e São Paulo é um estado importantíssimo. Então, se for isso, o número é muito bom. Entenderam o ponto? Uma diferença que foi de 10 dos votos totais, não dos válidos. Agora está em 3, na margem de erro, portanto. E na região metropolitana, vai.
No cenário de segundo turno contra Flávio testado pelo Datafolha, Lula tem melhor desempenho na região metropolitana da capital paulista, em que o presidente registra 48% contra 40% do filho de Jair Bolsonaro. No interior, né, o Lula tem 38% contra 52% do Flávio.
Reinaldo, é isso, nós Sempre soubemos, o interior é muito mais hostil ao Lula do que a região metropolitana, por razões que poderíamos estender longamente aqui, mas desnecessário até, né? O PT passou a ter um desempenho muito ruim no interior, tanto é que o Haddad vai lançar a candidatura agora em Campinas para tentar. Agora, se o número for esse para o Lula, Tá muito bom. Não sei se vai ser, eleição tá longe ainda. Eu sei que eu tenho de parabenizar o Flávio pelo esforço formidável para perder, para se derrotar, ele e os seus valentes. Boulos disse que eleição deste ano se dará entre Lula e Trump. É isso, 13, vai.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou hoje ao Metrópoles que a eleição de 2026 no Brasil não será Lula contra Flávio Bolsonaro, mas sim Lula contra Trump. Ele disse o seguinte: essa não é uma eleição Lula contra Flávio Bolsonaro, portanto essa é uma eleição Lula contra Trump. O presidente dos Estados Unidos se colocou nesse lugar e disse: meu próximo desafio é eleição no Brasil. Disse isso publicamente depois das eleições do Peru e da Colômbia.
Ele tem interesses neocoloniais no país. Nós temos nos Estados Unidos um governo do Trump que se colocou como adversário de um projeto soberano do Brasil representado pelo Lula. Quer nossas terras raras, nossos minerais críticos. Lula, ou melhor, o Brasil, na verdade um projeto soberano de Brasil, é uma pedra no sapato de Trump. E aí ele vê o Flávio como uma forma de garantir os interesses.
Bom, isso não foi dito exatamente pelo Trump, mas foi dito pelo Marco Rubio. E portanto, como não foi desautorizado, foi dito pelo Trump. Vocês lembram disso, né? Teve essa frase do Marco Rubio. E portanto, ele se colocou nessa posição. E o Valdemar, o Valdemar, olha, Valdemar tá dizendo assim, ó, se a gente continuar brigando, vai dar errado. Eu acho que já pode ter dado. Ai, vamos lá, vai rapidinho.
Reinaldo, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou hoje que o maior problema dele é fazer o pessoal se entender melhor e que vai trabalhar pela conciliação entre Flávio e Michele Bolsonaro. Falando aos jornalistas durante participação no evento Compromissos para um Brasil Competitivo em Brasília, Valdemar disse o seguinte, abre aspas: Michele é uma pessoa especial, ela tem talento, é uma grande líder e nós precisamos dela com a gente.
Nós não podemos sair brigando dentro de casa, temos que acertar isso aí em 20 dias para a gente tomar um rumo. O presidente do PL também disse estar torcendo para que Michele seja candidata sim ao Senado pelo Distrito Federal. Ele afirmou que o que ela tem passado com o sofrimento do marido descontrola qualquer pessoa, fecha aspas.
É, mas aí tem uma coisa aí, um bastidor, que o Valdemar tentou tratá-la um pouco como uma histérica. Ela ficou muito brava, vocês sabem disso, né? Ó, vai lá e fala que você tava muito nervosa e que você se descontrolou e fez o vídeo contra o Flávio. E ela ficou furiosa com ele, porque isso ainda é a tese de que a histeria, que se tinha lá desde a antiguidade, a histeria, o nervosismo, eram líquidos uterinos que subiam à cabeça.
Olha, até Freud, até a época do Freud, se passava que a histeria é uma coisa feminina. Não era mais a teoria do líquido do útero, mas ainda era a ideia de que histeria só podia só mulher, sabe? Mulher estranha, né? Mulher, como diria Rita Lee, mulher é bicho esquisito, todo mês sangra. E por exemplo, Paulo Figueiredo morre de medo delas, né? Especialmente das solteiras. Quando ele pensa, ele fica pensando nos pelos pubianos, ele fica todo arrepiado, sai correndo e fica assim: cadê meu cérebro?
Cadê meu cérebro? Pink está em desespero. Pink, cérebro, vocês sabem, né? PF busca arma na casa de Bolsonaro, não acha. Aí, ó, deixa eu dizer uma coisa, vou ser rápido aqui porque senão vai estourar também o tempo. Eu escrevi um artigo quando o Alexandre, na sexta-feira, que ela não trabalha na sexta-feira, e a gente não falou até agora que não vai ter programa, e vocês não me lembraram, né, nem amanhã nem depois. Eu escrevi um artigo Dizendo que tem que fazer vistoria.
Teve arma que tá desaparecida. E se o Bolsonaro tem arma em casa e consta que ele tá tomando alguns remédios que deixa ele meio tantã, como é que vai ser? E se ele se mata? É simples. Aí o Flávio: ó meu Deus, que absurdo, que agressão e tal. Vai o Valdemar e diz: não, eu acho que foi excesso de zelo do ministro, acho que tá tudo certo. Valdemar também às vezes ele não tem muita paciência com essa coisa, por razões compreensíveis, né?
E disse uma outra coisa, o Vaibene, ele disse assim: é só o Bolsonaro sair da preventiva que ele sai. Ele tá fingindo isso? Amanhã não tem, não tem Tio Rei por causa da Copa do Mundo, e depois de amanhã eu vou à missa de sétimo dia da minha sogra, tá? Da Matilde, sabor Deli, uma fonte. Então nesta semana eu me despeço hoje, mas tem mais programa, fica aí. Meninos, rapidamente campanha em São Paulo, vamos lá, vamos lá.
Em alinhamento com os demais partidos da coligação em São Paulo, PT vai realizar em Campinas no próximo dia 25 ato inaugural da campanha de Fernando Haddad ao governo do estado. Trata-se de mais uma tentativa do petismo de reforçar sua presença no interior paulista. E no caso de Campinas, também representa um cálculo político, já que a cidade é um dos maiores colégios eleitorais do estado. Segundo o Globo, o evento terá a presença do presidente Lula e provavelmente do vice-presidente Geraldo Alckmin, ex-governador.
A chapa encabeçada por Haddad será formada ainda por Márcio França, candidato a vice, pelas ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, que lideram as pesquisas para as duas vagas ao Senado.
É isso aí, vai lançar no interior justamente porque o interior é onde as coisas são mais difíceis, né, para para o Haddad. Nós vimos aqui mais difíceis para o Lula também, né? A ver, é isso aí. O É da Coisa na BandNews FM. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. Ou é da coisa? De novo, eu vou, eu tô trabalhando com uma lógica que não é minha, né? Vocês sabem que eu já disse aqui que eu acho que é um exagero em atribuir tudo ao PCC, não sei o quê.
E eu sou contra a designação de terrorista, que acho que eles são bandidos perigosos, com pena até maior do que terrorista, mas terrorista não são. Agora tem um terrorista então que foi preso, que é amigo do Flávio, que ia ser candidato ao Senado e que passou a noite no presídio, né? Rapidamente, vai lá.
Reinaldo, ex-prefeito de Belford Roxo e por enquanto pré-candidato ao Senado pela União Brasil, Márcio Canella, passou a noite de terça para quarta no presídio José Frederico Marques, em Benfica, Zona Norte do Rio. Ele foi preso ontem em flagrante por porte ilegal de arma de uso restrito após policiais federais encontrarem um fuzil na mala do carro dele. Dele. Canella foi alvo da 6ª fase da Operação Unha e Carne, que visa desarticular uma quadrilha suspeita de usar postos de gasolina para lavar dinheiro do crime organizado.
A operação de terça, como informamos, teve origem em um relatório de inteligência financeira do COAF, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, que apontou uma movimentação de mais de R$7,6 bilhões nos últimos 6 anos por uma rede de postos de combustíveis. Canella aguarda ainda hoje a audiência de custódia.
E acabou de acontecer há pouco, ele passou por essa audiência, seguirá preso, será transferido para o Presídio Pedro Lino Verlin de Olivera, no Complexo de Direitos Sinosos, no oeste do Rio, unidade conhecida como Bangu 8. Informações do G1.
É isso, Flávio. Seu amigão tem vídeo seu falando que ele ia ser o chapa e a sua mãe era suplente dele. Você é amigo de um terrorista e sua mãe era suplente de um terrorista? Fala, eu tô sendo bruto de fazer essa pergunta? Ou tô sendo lógico, hein? E a suplente do ex-vereador Carlos Bolsonaro, que vai disputar o Senado por Santa Catarina, né, Alana Passos, ela homenageou em 2022 dois dos policiais que estão envolvidos nessa operação aí, porque o bolsonarismo manda na segurança pública do Rio de Janeiro, com todos os seus desmandos, desde ao menos o governo Witzel.
E, cara, vocês não conseguem arrumar candidatos ao Senado no Rio de Janeiro, porque todos os que vocês arrumam caem por envolvimento com crime. E no entanto, vocês ficam com essa coisa de terrorismo.
E o que eu faço?
Apontar aquilo que vocês dizem e deveriam ter um pouco de pudor, e no entanto dizem. Lembrando que eu só volto na segunda-feira, que amanhã tem jogo da Copa, e na sexta eu tenho a missa de sétimo dia da minha sogra. É isso aí. Olha, uma mudança importante no cenário, na disputa pelo Senado. O Senado do Distrito Federal pode ter ficado assim porque Michele tá dizendo que não vai disputar. O Valdemar tá dizendo não, por enquanto, talvez, não sei. E agora tem uma desistência importante. Vai lá.
Sim, o ex-governador do Distrito Federal, Ibanez Rocha, afirmou nessa quarta que desistiu de se candidatar ao Senado nas eleições desse ano. Ele foi eleito pela primeira vez em 2018 e governou o Distrito Federal por 2 mandatos como governador. Em março deste ano, deixou o cargo para atender à regra de desincompatibilização prevista pela Justiça Eleitoral para disputar o mandato como senador. Em declaração à TV Globo, ele afirmou o seguinte: estou completando 55 anos nessa sexta e quero cuidar da minha vida.
Fiz a minha parte pela cidade que eu amo e que me deu tudo. Agora é hora de cuidar um pouco da minha vida. Vivi pandemia, cuidei de pessoas e agora preciso cuidar de mim. E Ibanez afirmou ainda que não precisa de mandato para ser feliz e que não tentará outros cargos.
55, é? Olha, seria capaz de jurar que era de vida pública. Evidentemente foi atropelado pelo caso Master, a venda do Master pelo BRB. Depois também se descobriu o envolvimento do escritório dele em algumas operações situações um pouco estranhas. Ele estava numa situação realmente muito difícil, né? É um advogado importante, era um advogado importante, se meteu na política, né? E as coisas não deram muito certo nos últimos tempos, né?
Sei lá, né? O Weibene, casa mais espetacular do que a de Flávio. É a de banês. Aí é espetacular.
Eita!
E aí teve uma coisa, olha que curioso, governador. Eu não sabia, governador Tarcísio já virou paulista da Gema. É isso, é isso, vai ver, é isso, Carlos. Olha que coisa, hein? Do que é que eu estou falando?
Vai.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criticou as pré-candidatas ao Senado, Marina Silva e Simone Tebet, por se lançarem ao em São Paulo, apesar da origem política de ambas estar ligada ao Acre e Mato Grosso do Sul, respectivamente. Eleito em 2022, Tarcísio, que nasceu no Rio, chegou a ser alvo de uma investigação naquele ano após mudar o domicílio eleitoral de Brasília para São José dos Campos. A ação acabou arquivada.
Em um vídeo divulgado pelo também pré-candidato ao Senado Guilherme de Ritchie, Tarcísio diz o seguinte, abre aspas: elas não começaram a fazer política em São Paulo, não elegeram esse estado para servir, foram servir o Mato Grosso do Sul e o Acre e levaram o cartão vermelho do Mato Grosso do Sul e Acre. Se fossem concorrer por lá, não seriam eleitas, pode ter certeza. Não serão aqui também, não serão, porque a gente não vai deixar.
Fecha aspas. A gente, quem? Nós, os paulistas? Tarcísio, eu fiz uma pena que só tenha saído agora, mas na segunda-feira a gente acha meu vídeo, a época que ele se lançou candidato. Eu tenho raízes em São Paulo. Eu falei, ah, É, falei, qual o seu cadastro aí no site que entrega comida? Qual é o seu endereço, hein, cara? Mas o que que tá acontecendo agora? O Tarcísio, agora o Tarcísio ficou tão paulista que ele já tá chamando a Simone Tebet E a Marina de Estrangeiras.
Rapaz, ô Tarcísio, vale o bem, lasca a divisa do nosso programa para ele, vai. O quê?
A divisa do nosso programa, o nosso mote, é esse modus in rebus, é uma medida nas coisas, é uma medida nas coisas, né?
Ô Tarcisão, que isso, rapaz? Não, nada de não paulista, de não paulistas aqui no nosso estado. Eita, Cisão! Eita! ONG produtora Dark Horse, R$12 milhões em nota suspeita. Mas olha, rapaz, mas isso é— vamos lá, vai.
A Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia da Prefeitura de São Paulo notificou a ONG Instituto Conhecer Brasil para que a entidade apresente no prazo de 30 dias justificativas técnicas para notas suspeitas que somam quase R$13 milhões. Essas notas foram apresentadas no âmbito do contrato de instalação de pontos de Wi-Fi na capital paulista. A responsável pelo instituto, Karina Ferreira da Gama, também é a comandante da Go Up Entertainment, a produtora do filme Dark Horse sobre Jair Bolsonaro.
No caso do contrato do ICB com a prefeitura, a gestão Ricardo Nunes solicita que Karina devolva pelo menos R$906 mil aos cofres públicos referentes a notas fiscais canceladas além de exigir a apresentação de documentos e justificativas para outros R$12 milhões em gastos apresentados nas notas fiscais de prestação de conta do período.
Pois é, e o Lindbergh Faria pediu ao STF que abra uma investigação para apurar qual a relação entre a empresa que financiou a Dark Horse, que a empresa financiou, empresa que na verdade enviou o dinheiro Volkswagen, né, a empresa que enviou dinheiro por intermédio da empresa tal da Entre e uma firma usada pelo PCC para lavar dinheiro. O pedido parlamentar se dá porque a Entre Investimentos, que foi usada para enviar o dinheiro do Volkswagen, tá lá, né, também repassou R$26 milhões a uma empresa que a Polícia Civil inclui na rede de lavagem do PCC.
Bom, essa é uma investigação Insisto de novo, né, essa é uma tese da família, dessa luxuosa família Bolsonaro. Eu insisto, eu não acho que sejam terroristas. São perigosos bandidos, coisa séria, mas terrorismo é outra coisa. E agora a tese é deles. E por essa tese, aliás, Flávio Eduardo também são filoterroristas, né? E a mãe também. Meu Deus do céu, Wally Bene, você acorda um dia, isso aqui, mas isso é cáfica puro, como diria aquele ministro que foi do Bolsonaro, isso é puro cáfita.
Oi, grande momento, grande momento!
Isso é puro Kafka, né? Personagem acorda, é um besouro. E aí você acorda e quando você vê, ah, meu Deus, eu sou terrorista e mamãe também! Olha, dá até uma peça meio surrealista assim, né? Uma coisa bem engraçada, um besterol, né? Acordei terrorista e mamãe também! Tem que ter um pouco de vergonha, né? E Dark Horse vai ser lançado agora, diz que só o cara que vai lançar, Europa Filmes, que vai lançar, diz que só depois da eleição, tá?
Antes da eleição não, porque vai dar muito problema e tal. Sem contar que corre o risco mesmo de haver uma intervenção, né? Isso deve uma intervenção, porque é Caixa 2 Eleitoral, né? O Flávio, o Eduardo já confessou isso, e o diretor também. Que coisa, hein? Na segunda, Titio tá de volta, juízo. Amanhã quem que joga?
Frância e Marrocos.
Mais uma vez torcerei contra o colonizador. Acho que eu vou me dar mal de novo na torcida, mas o importante, vale o bene, não é ganhar ou perder. O importante é fazê-lo com convicção. Beijo, até segunda!
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