O É da Coisa de 07/07/2026, com Reinaldo Azevedo: PCC e “Dark Horse”; Flávio X Brasil; PL e polícia
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Agora na BandNews FM, O É da Coisa, com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Carlos Costa. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco.
Na janela lateral do quarto de dormir, vejo uma igreja, um sinal de glória. Vejo um muro branco e um voo, pássaro. Vejo uma grade, um velho sinal mensageiro. Natural, de coisas naturais. Quando eu falava dessas cores mórbidas, quando eu falava desses homens sórdidos, quando eu falava desse temporal, você não escutou, você não quis acreditar. Mas isso é tão normal, você não quis acreditar, e eu apenas Cavaleiro marginal, lavado em ribeirão.
Cavaleiro negro que viveu mistérios. Cavaleiro e senhor de casa e árvores, sem querer descanso nem dominical. Cavaleiro marginal, banhado em ribeirão. Conheci as torres e os cemitérios, conheci os homens Seus velórios, quando olhava da janela lateral, no barato de Nunes, você não quis acreditar. Mas isso é tão normal, você não quis acreditar. Mas isso é tão normal, um cavaleiro marginal banhado em ribeirão, você não quis acreditar.
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Tádio, pelo Band News TV, pelo LGT Channel, Channel pelo TCR. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre BandNews FM, ou no aplicativo BandPlay. Boa noite, Carlos Costa. Boa noite, Wally Obene.
Boa noite.
Por que que vocês estão tão vaporosos aí e eu tô morrendo de frio aqui? Tá calor aí no Morumbi?
Não, jamais está calor no Morumbi.
Aqui é a experiência que eu tenho. Mas eu tô vendo vocês aí, um de manga curta, outro de camisa.
É cênico isso aqui.
É assim, é que o clima no estúdio é quente, né? É o coração aquecido. Muito bem, nós começamos aí com um clássico, né? Paisagem da Janela, do Lô Borges e do Fernando Brant. O Lô tinha 19 anos quando fez essa música do icônico Clube de Skin. O álbum cada vez melhor. Eu estou cada vez mais convencido de que de fato é o maior álbum da música brasileira, né? Com todos os movimentos importantes que a gente teve, eu acho que a letra não requer muita tradução, não é mesmo?
Sendo uma música de 1972, plena ditadura, 4 anos de existência do AI-5, né? Quando eu falava desses homens, só você não quis acreditar. É, é, os homens sórdidos estão por aí. Nós estamos aqui para dizer o que as coisas que são sórdidas, as que são belas, as que são poéticas e tal, enfim, né? E nesse gelo acho que até exagerei um pouco aqui, que daqui a pouco vai fazer calor. Mas de qualquer modo eu prefiro a passar frio, não é mesmo?
Vai bem então, é isso aí, cara. Vamos lá, vamos começar que nós temos muita coisa. O PCC cavalga o dark horse segundo a lei dos Estados Unidos. E agora, vamos ter que acusar o Flávio e o Eduardo de parceiros do terrorismo? Notem uma coisa: a pessoa pode tomar um caminho errado de análise, muda, refaz, admite, erra, não sei o quê. Eu já fiz isso, não tem nenhum problema. Aliás, tá fazendo um ano hoje que eu previ que o candidato seria um Bolsonaro de sangue, hein, Valeriano? Hein, Carlos?
Na mosca.
O que teve de gente que perdeu dinheiro! Nossa Senhora, conheço gente dos mercados. Ah, Tarcísio, tal, disse. Não, não, vem cá com o tio, leva você para o caminho seguro. Mais ou menos como Virgílio fez com Dante nos círculos do inferno. Né? Aí alguém fala: olha ele se comparando a Virgílio. Mas quem disse que você é Dante, meu filho? Ei, mas velho, eu tô animado! Olha aqui, é, a pessoa toma um caminho de análise, aí eu vou. Escuta, esse caminho de análise não é o meu, não é o meu.
Eu não acho que PCC seja terrorista, eu acho que eles são bandidos. Fação criminosa grave. Aliás, a pena para eles é superior à pena terrorismo, inclusive. Mas terroristas não são, nem eles, nem o Comando Vermelho. São criminosos graves, sérios, organização criminosa. Agora, terrorismo, se é terrorismo, e se o Flávio e o Eduardo defenderam a lei que eles defenderam, With Refreshers like the Strawberry Watermelon Refresher and the Mango Pineapple Refresher with popping boba, to Crafted Sodas like the Sprite Berry Blast with berry flavors and cold foam.
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Que eu vou ter de lembrar aqui qual é? Desculpa, como costumo dizer, desculpa. Pessoa tem direito a cotovelo, orelha e até traseira, direito não tem em regra. E a piada que eu faço sempre: Van Gogh e uma orelha só, porque, né? Mas era opção que eu não recomendo a ninguém. Agora você não tem direito aos próprios fatos. Opinião, sim, tem opinião como cotovelo pode ter. Fatos, não. Se eles escolheram esse caminho e se agora o dinheiro que chegou à mão deles passou pelo mesmo caminho que passou o dinheiro do PCC, segundo a lei americana, eles têm que ser punidos.
Lei que eles defendem. Ah, sim, o Flávio falou nos Estados Unidos. Nós vamos aqui, não vamos lembrar tudo, Wally Beni. Memória, como a gente, como dizemos sempre, dinheiro pode ser nosso problema, memória não, né? Menos para Wally Beni, que como tio Patinhas toma banho na caixa forte. Muito bem, o PCC cavalga o Dark Horse, Wally Beni, segundo a lei dos Estados Unidos. Olha que pena, né?
A empresa que financiou o filme Dark Horse sobre a vida de Jair Bolsonaro repassou R$26 milhões para uma firma que, segundo a Polícia Civil paulista, lavava dinheiro para o PCC. Segundo relatório obtido pelo Metrópoles, a Entre Investimentos depositou R$26.225.110 na conta da ACX Serviços de Tecnologia Limitada entre fevereiro e abril de 2025. A Entre Investimentos foi a empresa por meio da qual Daniel Forcaro, dono do Banco Master, enviou dinheiro para o financiamento de Dark Horse.
De acordo com as investigações, a ACX fazia parte de uma rede utilizada para movimentar grandes somas de dinheiro fora dos mecanismos de controle formais e do sistema financeiro. Segundo o relatório do COAF, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, a ACX movimentou mais de R$900 milhões mesmo estando em nome de um vereador de pipa, Erickson Azevedo. Ah, um vendedor de pipa, pior ainda. Ah tá, Erickson Azevedo é o nome dele, e ele admitiu ser um laranja desse esquema.
Você sabia que eu faço pipa muito bem?
Não sabia.
Como eu sabia? Pipa, maranhão, maranhão, que aqui se fala, não sei, maranhão, qual que é que usa o losango? Eu chamava de maranhão, fazer maranhão, faz losango, faz a meia-lua com linha tal, não sei o quê, né? E quando era muito pobre, vai bem, soltava até capucheta. Você sabe o que é capucheta? Não sei, não sabe o que é capucheta? Dá uma olhada, que é capucheta de jornal. Aí eu quero imagem na tela do que é uma capucheta de jornal.
Esses meninos ricos de cidade que não sabe nem o que é uma capucheta. Olha o formato, vocês vão entender o nome.
É maranhão, é a mesma coisa que papagaio?
Não, papagaio, exatamente. É, fala papagaio, mas a gente chama maranhão. Papagaio, maranhão. E pipa, pipa. É, inclusive tem uma expressão que foi lá do meu tempo, tava: o cara taca só o pó da rabiola. Fazia linha cortante, que vergonha. Ó, vamos lá, eu acredito, eu acredito na tese de que se o PCC usou uma empresa, então a empresa é ligada ao PCC. Acho que tem que investigar, pode ser, pode não ser, etc. Todo mundo que negociou está ligado ao PCC.
Quem acredita nisso, quem defende essa tese, são os irmãos Bolsonaro, os dois, o 01 e o 03, né? O 02 não está neste mundo, o 04 está expulso da gramática. Então são Eles acreditam. Se eles acreditam, eles têm que ser coerentes com o caminho que eles adotaram. Onde tá a falha do meu raciocínio? Não precisa gostar de mim nem me achar belo, mas onde está? O que seria uma injustiça? Mas onde está a falha do raciocínio? Sabe a decisão tomada nos Estados Unidos com aplauso da dupla?
Tem duas dimensões. Pode pesquisar aí depois, não agora. Agora você fica aqui. Tem duas dimensões. Tem organização terrorista especialmente designada, esse nome extraordinário, que é para pegar as operações de natureza financeira. E tem organização terrorista internacional, aí a questão é militar. Vai para o Pentágono, pode ser alvo de operação da CIA. Nas organizações especialmente designadas, segundo as regras dos Estados Unidos, não importa se você sabia, não sabia, tal.
Se fez operação, ainda que indireta, com quem fez operação com PCC, você está contaminado. Por isso que as organizações aqui, os bancos ficaram muito preocupados agora, tão danados para o que que a gente faz agora, o que que nós vamos fazer e tal, né? Como vai ser? Como vai ser? Pode botar a capucheta no ar aí. Ai, que capucheta linda! Isso é uma capucheta.
E muita gente participando no nosso WhatsApp aqui falando dos outros nomes. Peixinho é um nome em São Paulo também.
Raia. Como?
Raia.
Raia não conheço não, com esse nome não.
Falaram também lata de óleo, barraca. Falaram que no Rio de Janeiro é conhecida como capucheta de jereco. É, o Pedro tá explicando que raia é por causa do animal marinho, né, que tem um formato parecido.
É, que também lembra, mas aí já deve ser lá pelo litoral, né, porque eu nem sabia essa época que existia raia. Não, é capucheta mesmo, né, chamado de jornal. Uma hora eu vou fazer uma pipa aqui, vou mostrar aqui. Isso é bom fazer direitinho. Então é o seguinte, eles adotaram isso, acabou, filho, vocês estão tocados agora. O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos Tem que pensar, falar assim, e agora? E agora? Porque então a empresa usou a tal da Entry, aí o PCC teria usado, ah não, a Entry teria depositado, PCC é isso, é Entry, o emprego por meio do coordenador enviou dinheiro para o Dark Horse.
De acordo com as investigações, fazia parte de uma rede utilizada. Isso, então a Entry que botou dinheiro lá O PCC também. Aí foi parar dinheiro lá para os irmãos. Que para os irmãos foi para fazer filme? Isso vai ter que ser investigado, daqui a pouco eu falo disso. Foi lá para o fundo Raven Gate, e um dos administradores do fundo é o Dudu, o valente Dudu. Essa tese é de vocês, não é minha. Eu tendo a achar, eu já disse isso aqui outro dia, um amigo ficou bravo.
Não, não tô desconfiando de nada, de investigação, nada. Eu tendo a achar que o PCC nem tem o tamanho que dizem ter, que às vezes a julgar é a maior empresa do Brasil. Acho que tem ali, vão fazendo joint ventures, vai ajudando o outro, ajudando o outro, ajudando o outro, mas para ser da organização teria que ter uma organização central, comando, centralização. Eu não creio muito nisso, mas não interessa, não interessa. Vocês escolheram esse caminho, sejam coerentes com o caminho que vocês escolheram.
Eu não vou pedir que vocês cheguem e digam assim: gente, nós somos afinal de contas ligados ao terrorismo, meu Deus, e agora? Não espero que vocês façam isso. Eu só espero que os que defendem essa teoria tenham um mínimo de vergonha na cara, só isso. E que os Estados Unidos então levem adiante a sua designação. E claro que cada vez mais esse dark horse— e agora, como não investigar? E é o nosso próximo tema, porque Eis que o André Mendonça, que era o queridinho deles, já estão querendo botar André Mendonça em prisão preventiva moral, vale o bem, ou pelo menos ideológica.
Ministro, conte comigo, estou aqui para libertá-lo, vou tirá-lo da prisão preventiva moral, vale o bem. Darei um habeas corpus para André Mendonça. Hein, hein, Carlos, darei um habeas corpus se ele merecer. Vou avaliar, mas estou pronto a dar um habeas corpus para ele, que estão tentando prendê-lo. E como eu ouço lá, eu tô atento aos homens sórdidos desde 1972. Não, 72 ainda não. 72, ainda ouvia o Boi Soberba do Tião Carreira, pardinho. Ouço até hoje, mas ainda é. Por que que eu tô falando isso?
Vai, Reinaldo.
Os aliados mais entusiasmados de Flávio Bolsonaro e a extrema-direita radical já decidiram colocar o ministro do STF, André Mendonça, numa espécie de preventiva. Segundo a Folha, essa turma está inferindo agora que o magistrado seria, na verdade, Um aliado de Michele Bolsonaro poderia determinar a abertura de inquéritos sobre os recursos transferidos por Daniel Vorcaro pra supostamente financiar o filme Dark Horse. A suspeita dos aliados de Flávio agora é que há o risco da vingança indireta da madrasta contra o enteado.
Essa turma tá espalhando que Mendonça teria dito a interlocutores, sempre os interlocutores, que não vai aliviar para Flávio se vir motivos para abrir um inquérito. Por enquanto, a questão aguarda um parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonê. O ministro, claro, teria afirmado a pessoas do seu entorno, né, sempre o entorno, que a decisão seria técnica. A situação entre os partidários de Flávio anda tão tensa que Mendonça, antes considerado um aliado incondicional, é agora visto com desconfiança. E aí, Reinaldo?
Aí que eu vou dar um habeas corpus pro Mendonça. Esteja livre!
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Ah, a Michelle é tão má que ela estaria agora manipulando o André Mendonça, segundo essa teoria, hein? Que veja só, recapitulo, que estamos aqui para isso também. Você não perdeu o fio nunca. Que é o apanágio das pessoas inteligentes. É o quê? É a característica. Não perdeu o fio. O Lindbergh Farias entrou com uma notícia-crime pedindo que Flávio Bolsonaro fosse investigado no âmbito do inquérito da coação no curso do processo, dizendo assim: dark horse, dinheiro, serviu para financiar Eduardo lá que estava fazendo pressão contra a justiça?
Alexandre mandou para procuradoria, é o papel dele. Procuradoria disse: acho que essa questão tem de ficar com André Mendonça, que é quem cuida das questões do Master, é o relator das questões do Master. Alexandre recebeu, mandou para Fachin e disse: decida, fica com Mendonça, fica comigo, vai para sorteio. Fachin disse: fica com Mendonça. Que mandou para procuradoria. E aí, acho que a procuradoria agora ou se manifesta em favor da abertura de inquérito, que eu acredito que é o que vai acontecer, quando menos vai pedir mais investigação.
Agora, uma coisa é certa: ficar sem investigação é que não dá, tá? Olha aí, mas o Dark Horse acaba de dar um outro coice. A essa altura, claro, eles podem estar botando a mão na cabeça e falar: mas que merda a gente fez! Bom, mas é que 60 milhões, né, não eram desprezíveis. Na verdade, pediram 134, 24 milhões de dólares individualmente. Quem mais recebeu dinheiro do Master foram Flávio Eduardo Bolsonaro, mais do que Ciro Nogueira, mais do que Jacques Wagner, na hipótese de que tudo que se diga seja verdade.
E aí, nenhum mandadozinho de busca e apreensão? Claro que essa altura, né, vai bem, já assumiram com tudo, se tivesse lá. Mas esse Dark Horse, e a GoUp, a produtora da tal Karina da Gama? E a Karina da Gama e sua empresa maravilhosa que cura tudo, Wally O'Benny? Promete tudo para você, Wally O'Benny, Carlos, até amor verdadeiro, como diria Nelson Traz a pessoa amada de volta em 3 dias. Olha bem, cura espinhela caída, unha encravada, gases, defluxo, tudo.
Faz Wi-Fi para prefeitura, custa R$152 milhões, não entrega direito, mas tudo bem. Recebe emenda de deputado, é um sarapatel. E curiosamente, a investigação por enquanto avançou mais aqui na Polícia de São Paulo. Razão: porque tem gente furiosa com Tarcísio que quer que ele intervenha na polícia. Vamos parar de investigar esse negócio. Não vai ter jeito, não tem jeito, né? E aí então tá em cima do Mendonça. Olá, Mendonça! Oi, vamos ver se ele é fiel mesmo, porque o Mendonça é amigo da Michelle.
É amigo da Michelle, é amigo da Michelle, amigo do Bolsonaro também, terrivelmente evangélico. Por isso foi para lá, segundo isso, tudo Bolsonaro. Mas vocês se lembram que quando Mendonça foi aprovado no Senado, ele foi orar com a Michele? Lembra disso? Se abraçaram, falaram, a Michele falou línguas estranhas. É uma outra coisa, eu não tô duvidando de nada, hein? Eu já disse a vocês, eu repito, meu querido Jô Soares, que já se foi, que me disse assim, ó: se a xícara falar boa noite, Jô, eu digo boa noite, xícara.
E depois vou perguntar mais: xícara, fala. Bom, Mas se ela me deu boa noite, eu respondo boa noite. O que eu quero dizer é, na Bíblia, as manifestações do Espírito Santo falando línguas estranhas é uma coisa rara que aconteceu no dia de Pentecostes. Tem lugar aí que o Espírito Santo parece que é funcionário da folha, tá na folha de pagamento, tá toda hora lá o Espírito Santo. Assim como tem gente que sozinha faz mais milagre por dia do que Cristo fez a vida inteira.
Mas até aí tudo bem, cada um acredita o que quiser. Mas ele é amigo da Michelle. Agora, quer dizer que então, se ele tomar a decisão que é óbvia, que é mandar investigar, foi a Michelle que mandou? Ela é tão madrasta má assim? Coisa de história infantil mesmo. É que essa família é muito enrolada, né, muito complicada. Sei lá, todas essas com essa relação estranha com o pai, que parece amor, mas às vezes parece que é ódio, vale bem.
Como eu brinquei com, e o Rafael brincou comigo hoje no programa na hora do almoço no Metrópolis, é uma coisa assim meio Irmãos Karamazov do Vivendas da Barra, né. Jesus amado, como diz mamãe, Jesus coroado. E agora o Flávio quer tirar Dino da investigação, que Dark Horse também recebeu emendas. Veja, meninos, vejam vocês, né? Dark Horse também recebeu emendas, porque claro, você tem o parlamento tendo 60 bilhões Né, meus queridos, tendo R$60 bilhões para gastar, né, para torrar, por que não financiar um filme, né?
E quem investiga o relator para os desvios de emendas é o Flávio Dino. Mas aí então o Flávio tá falando, não, tira do Flávio Dino, tira do Flávio Dino. Vai lá.
Ainda que os bolsonaristas andem um tanto desconfiados de André Mendonça, eles têm mais medo ainda da independência do ministro Flávio Dino. A gente explica por quê. A defesa de Flávio Bolsonaro recorreu ao presidente do STF, o ministro Luiz Edson Fachin, para tirar de Flávio Dino a relatoria da investigação sobre a suspeita de envio de emendas parlamentares à produtora do filme Dark Horse. E os advogados do filho 01 de Jair Bolsonaro pedem que o caso seja redistribuído a André Mendonça.
Na semana passada, Dino autorizou a Polícia Federal a investigar o repasse de emendas a empresas vinculadas à produtora do longa, a Go Up Entertainment, da polivalente Karina Ferreira da Gama. Flávio, porém, quer que o caso seja enviado a Mendonça, porque ele é o responsável pelo caso relativo ao financiamento de R$61 milhões feito por Daniel Vorcaro ao filme. Dino, por sua vez, concentra a relatoria, como você disse, de processos sobre emendas suspeitas.
Não faz o menor sentido o pedido, não faz o menor sentido, né? Já digo por quê, mas vale a pena a gente ler que tá aí mais informações.
Vai, vamos lá. Em maio, o deputado federal Mário Frias respondeu aos questionamentos de Flávio Dino sobre suspeitas de ter destinado emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil, de quem? De Karina Ferreira da Gama. Segundo denúncia analisada pelo STF, o parlamentar teria destinado R$2 milhões à ONG. No documento assinado pelos advogados de Mário Frias, a tese de repasse via ONG ao filme Dark Horse é insustentável, diz lá em um trecho.
A denunciante sustenta em sua petição que os recursos públicos das emendas parlamentares do deputado Mário Frias teriam sido triangulados para financiar a produção do filme privado Dark Horse, Cinebiografia do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
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Tal afirmação é absolutamente falsa, desprovida de qualquer lastro probatório e difamatória.
Ah, vamos ver então. Né? Agora, de qualquer modo, se assim, o Flávio Dino certamente não faz sentido. Veja só, o Flávio Dino é o relator para os casos de desvios de emendas. Não importa, senão o Vale Bene vai ter que, vai ter que estabelecer assim: cada emenda desviada vai ter que ter um caso mega caso a ser investigado. Isso é uma besteira. Atenção, o desvio de emenda para financiar o filme nada tem a ver com Banco Master. O dinheiro do Master via Volcaro foi para o filme, em tese.
E acho que na cabeça do Volcaro estaria indo mesmo, porque é o que aparece nas conversas. Agora, ele não tem nada a ver com outros dinheiros que foram enviados para financiar o filme. Não vai falar do brilhante desempenho de Flávio lá nos Estados Unidos? Vou. Vou inclusive a falácia de que ele teria combatido a tarifa, porque não combateu, se as palavras fazem sentido, não. E elas fazem. É, o passado bate à porta, né? Que coisa, hein? Crime organizado, outro aliado de Flávio, alvo da PF.
Reinaldo, a Polícia Federal cumpriu hoje mandados de busca e apreensão contra o ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canela, do União Brasil. Indicado pelo senador Flávio Bolsonaro para concorrer ao Senado pelo Rio de Janeiro. Canella foi preso em flagrante após a PF ter encontrado um fuzil calibre .556 dentro de seu veículo. A ação policial compõe a 6ª fase da Operação Unha e Carne, sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O objetivo é desarticular uma suposta organização criminosa que usaria postos de combustíveis para lavar dinheiro, com participação de agentes públicos. Os mandados foram cumpridos no Rio, em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende.
Ó, deixa eu dizer uma coisa, a gente coloca suposta aqui porque não tá condenado ainda, mas a organização criminosa existe, né? O desvio de combustível tem até um foragido nos Estados Unidos. Aqui em São Paulo tem PCC no meio, no Rio tem Comando Vermelho, é coisa barra pesada. E esse Canela foi flagrado, nós vamos ver quem é o Canela. E era o candidato, mais um candidato do Flávio enrolado, que eu acho que a candidatura naufraga.
Ah, mas ele é chapa do Flávio? Bom, é chapa do Flávio segundo as teses que eles abraçaram lá dos Estados Unidos, ligado ao crime organizado, que por sua vez é organização terrorista. E quem é amigo dessa gente terrorista é Né, Flávio? Eu não falei para você não abraçar essa tese? Rapaz, você não me ouve. Quer dizer, me ouve, mas não me escuta. Mas continue assim. O seu orientador é o Paulo Figueiredo, não se esqueça disso. Fala, Flávio Canela, meu chapa, vai, meu amigo de fé, meu irmão camarada, brother.
Meu amado Rio de Janeiro, tô aqui para reafirmar o nosso apoio integral, 100%, ao meu amigo Márcio Canela como pré-candidato ao Senado no Rio de Janeiro. Ele atualmente é prefeito de Belford Roxo, uma cidade importante da Baixada Fluminense. O Canela foi deputado comigo, tem mais de 90% de aprovação na sua cidade, o que mostra que é uma pessoa competente, que sabe trabalhar e que vai estar com a gente nessa missão de resgatar o nosso Brasil, nos ajudando aqui no Rio de Janeiro.
Pessoal, sigam aí o Márcio Canela e vamos embora, vamos apoiar, porque A missão tá dada e vamos cumprir.
É isso aí, missão dada, missão cumprida. É pesada a coisa. O grupo do aliado Flávio teria movimentado, sai com erro aí, a TV deve ter corrigido, teria movimentado R$7 bilhões e R$600 milhões Eita!
Um outro alvo da operação, delegado Marcos Amin. Ele foi chefe da Polícia Civil na gestão Cláudio Castro. O policial civil Pablo Félix Ferreira, conhecido como Pablo Russo, também foi alvo. Ele é apontado como dono de uma rede de dezenas de postos de gasolina por meio de laranjas, segundo o ex-secretário municipal do Consumidor do Rio de Janeiro, João Pires. A PF também cumpriu mandados de busca contra Juracia Alves Prudêncio, conhecido como Jura, ex-cabo da PM, condenado sob acusação de comandar a milícia Bonde do Jura.
Como a gente falou, a Operação Unha e Carne investiga conexões de agentes públicos com grupos criminosos que atuam no Rio. Dessa vez, a apuração mira uma rede de postos de combustíveis no Rio que movimentou, como você disse, R$7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro com anuência de políticos. As cifras foram apontadas pelo COAF, Consórcio Conselho de Controle de Atividades Financeiras, teriam sido movimentados esses valores nos últimos 6 anos, conforme relatório enviado ao EPF.
São todos aliados do mesmo grupo político, não adianta negar. O chefe da política de segurança do Rio de Janeiro desde o Witzel era o Flávio, só deixou de ser agora com o governo inteirinho. E o patrimônio do Canella, o amigão do Flávio, aumentou bem assim, né? Cresceu 4,6 milhões em 2024. É isso? Ah não, declarou em 2024 4,6 milhões. Em 2024 era 1,28 milhão. Até outro dia, cresceu bastante e tal. Agora, o que interessa é o seguinte: a mãe do Flávio e ex de Bolsonaro era pré-candidata suplente do Canela, desse alvo da operação. É isso.
A ex-vereadora do Rio, Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio Bolsonaro, é a primeira suplente na chapa de Márcio Canela, perdão, ao Senado. Ela que também é mãe de Carlos e Eduardo Bolsonaro. E exerceu 2 mandatos na Câmara Municipal carioca entre 1993 e 2000. Depois da filiação de Márcio Canella à União Brasil e a divulgação da pré-candidatura ao Senado, Rogéria foi divulgada como a primeira suplente.
Em nome, falta de intimidade, que não é, né? Porque suplente assim é muito chapa sempre. Aliás, eu sou contra a suplência como ela existe no Brasil para o Senado. Né, que depois ganha o grupo, aí o senador vai ser ministro, alguma coisa, e aparece um suplente lá no Senado que não teve voto de ninguém. E é claro que a operação extremou uma crise da candidatura do Flávio, especialmente no Rio de Janeiro, base importante deles, e a coisa já não tava boa. Vai lá.
A operação da Polícia Federal provocou, como você disse, um novo abalo na montagem desse palanque de Flávio Bolsonaro no estado, apontado pela Federação União Brasil PP. Como candidato ao Senado com aval de Flávio, Canela se tornou o segundo nome da chapa, atingido por uma investigação da PF em menos de 2 meses. Segundo o Globo, nos bastidores, dirigentes do PL afirmam que a federação deve recuar da indicação e apresentar um substituto.
A avaliação entre aliados de Flávio é que a permanência de Canela na disputa ao Senado ficou politicamente insustentável. Embora a decisão caiba à federação, pessoas próximas do senador afirmam que insistir na candidatura significaria impor mais um desgaste à chapa, que já passou por sucessivas mudanças desde o início do ano.
O problema é que não estão conseguindo encontrar um nome, vai bem. Encontra Pimba, encontra. É, né, vai caindo assim porque não é uma gente muito assim, do ponto de vista político, muito apta ao consumo humano, sabe.
Difícil.
Vamos falar agora de patriotismo. Flávio nos Estados Unidos. E agora você tem que prestar muita atenção aqui, né? Mesmo Colômbia tá jogando quem?
Contra Suíça.
Colômbia contra Suíça. Eita, hoje, hein? Vixe Maria! Mas eu acho que roubaram os egípcios. Eu sei, jogaram muito bem os argentinos ali no fim e tal, mas acho que deram uma garfada nos egípcios, né? Vai tirar Messi do jogo? E outra também, não tem mais razão nenhuma para confiar na FIFA, né? Depois da trampada, não tem. É isso que eu acho, um pouco movido pelo meu ressentimento também. Flávio diz: americanos que há sim bom momento para tarifas.
Atenção, esse negócio que tá por aí, Flávia se fala contra as tarifas, as palavras fazem sentido e eu estou atento ao sentido delas. A gente tem que ouvir o que ele realmente falou, que ele realmente falou. Vamos lá.
Depois de, em companhia do irmão Eduardo, cavar e justificar tarifas contra o Brasil, o senador Flávio Bolsonaro se manifestou nessa terça, hoje, na audiência promovida pelo Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos, o USTR, sobre a imposição de tarifas ao Brasil. O presidenciável afirmou ser este o pior momento para aplicá-las, o que deixa claro que ele julga existir um momento melhor. Ou um bom momento.
Qual?
Ora, depois das eleições. E se Lula vencer? Flávio pediu aos Estados Unidos, aspas, não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do Pix e cancelem essa medida para que possamos negociar, fecha aspas.
Segundo, Carlos, então assim, não é, é o pior momento, obviamente. Eu digo, não, não, vocês vêm me propor uma coisa, eu digo, gente, é o pior momento para fazer isso. Eu tô necessariamente dizendo o quê? Pode haver um bom momento. E eles já deixaram claro que o bom momento é se Lula vencer. Isso foi explicitado de novo, mas usou a sua intervenção para atacar o governo brasileiro com baixarias, mentiras, etc. Mas vou seguir, vai lá.
Segundo o senador, as tarifas penalizariam, perdão, todo o povo brasileiro menos as autoridades responsáveis por essas decisões. Para Flávio, os responsáveis por eventuais sanções comerciais não seria governo norte-americano, mas governo brasileiro. Ele insistiu que em apenas 90 dias o cenário político do país poderá ser completamente diferente. Vai aqui uma frase dita por Flávio: Abre aspas: impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter, premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências, seria o pior momento possível para agir.
Fecha aspas. Então, para um pouquinho, então aí tá aí, ele não entrou no mérito, ele não disse que a tarifa é absurda, desnecessária, injustificável, é mero protecionismo, nada disso. Ele está lá dizendo assim: olha, hoje, se vocês botarem tarifa, isso vai ajudar o Lula, não é um bom momento. Em 90 dias eu posso ganhar a eleição, e aí nós vamos negociar. E ele já mandou uma carta de 86 páginas dizendo que ele está disposto a negociar sobre 4 apoios.
Falou de Pix como um modo para preservar o Pix da China, como se a China tivesse interessada em pegar o Pix brasileiro, essa besteirada, né? Já foi antes no CEPAC, lá no encontro, falar sobre terras guardas. Vamos ver tudo isso, vamos ver tudo isso, né? Siga.
Depois de ficar claro que a família Bolsonaro pôs o Pix na mesa de negociação, Flávio fez elogio ao Pix e disse que seu crescimento não impediu a expansão dos cartões de crédito norte-americanos, aos quais ele também já ofereceu vantagens. Num dia em que um dos seus mais importantes aliados é alvo de uma operação ligada à máfia dos combustíveis, que alimenta organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho, Flávio afirmou aos americanos que a corrupção é uma das características da esquerda no poder, como a gente tá vendo o caso Canela.
É uma das características da esquerda. Ah, mas na minha opinião é essa. Pode ter essa opinião, mas não tem o seu fato. E o Flávio disse que há grande chance de não ter um anti-americano no poder. Eu só quero lembrar aqui todas as concessões que esses caras já ofereceram aos Estados Unidos. Flávio, no dia 28 de março, na CEPAC, o tal do encontro lá dos reaços sobre terras raras, na voz de Wally Bennett, se não me engano.
Vai, Brasil vai ser o campo de batalha no qual o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução para os Estados Unidos se livrarem da dependência dos minerais críticos, especialmente das terras raras da China. Sem eles, a revolução tecnológica dos Estados Unidos fica estagnada e a segurança nacional se torna vulnerável. E quando os Estados Unidos se tornam vulneráveis, todo mundo livre se torna vulnerável. Brasil e Estados Unidos foram feitos um para o outro.
Compartilhamos os mesmos valores judaico-cristãos e cada um tem aquilo de que o outro precisa. A América precisa de cadeias de suprimentos seguras para materiais críticos, um parceiro confiável no hemisfério e um mercado massivo para bens e serviços americanos.
Isso é oferecer as terras raras do Brasil na luta do Trump contra a China, principal parceiro comercial do Brasil. Eduardo já deixou claro uma entrevista no dia 3 do mês passado que sim, eles topam as tarifas, eles não entram no mérito das tarifas, só que então espera ver quem vai ganhar a eleição. E que sim, falaram sobre Pix, e que sim, que ele acha que tem um sistema nos Estados Unidos parecido, que é mentira. Fala, Eduardo, não deixe a gente vai acontecer.
Vai, nós fizemos um pedido aos americanos para que qualquer tipo de tarifa, né, ou retaliação nesse sentido comercial, que ela demorasse, que ela esperasse pelo menos até a eleição desse ano, porque se o Flávio Bolsonaro for eleito, teremos outra diretriz de governo federal. E esse foi o pedido que nós fizemos. Agora, os Estados Unidos, né, tem mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle, quem É o Pix dos Estados Unidos aqui, é o Zelle.
Então dá para você ir para uma mesa de negociação com os americanos com bons argumentos, dá para você sentar, dá para negociar. Eles têm interesses onde as nossas economias se complementam, como por exemplo terras raras, né, manganês, que os Estados Unidos importa 100% do manganês e o Brasil é um grande produtor de manganês. Dá para a gente conversar e botar na mesa isso daí e tentar segurar um ímpeto de retaliação contra qualquer meio que a gente utiliza aqui de pagamento.
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Eu nunca vi nada assim. Nós vimos ontem a associação, uma associação de produtores de carne dos Estados Unidos, porque atenção, a carne brasileira não foi incluída, tem as excepcionalidades, não foi incluída na possível taxação, na eventual taxação. E aí os produtores de carne estão lá dizendo: tem de incluir, tem de incluir. E a CNA lá tirando casca da cabeça para explicar que não, que a carne brasileira é— o poder que a carne brasileira tem no mundo decorre de ganhos de produtividade aqui, o que é verdade.
Eu já disse que eu só não entendo porque que a CNA atua tanto contra o próprio interesse quando se junta ao bolsonarismo. Em alguns aspectos, né? Eu até brinquei hoje, vale bem, pedindo que leiam o Lukács, né? Pode ser o Lucas Bellotti também, mas eu tô falando Lukács, um pensador marxista, né, daqueles que atuam contra a própria classe. Tem um texto clássico do Lukács a respeito. E sobre tarifa, que foi como tudo começou, naquele 9 de julho, né, quando veio a carta que foi a tarifa adicional, o Flávio deu um conselho no dia 10 de julho de 2025, dia seguinte à carta do Trump.
O Flávio estava dando um conselho ao Brasil: não resista, ceda. Olha, o Japão foi resistir aos Estados Unidos, levou duas bombas atômicas nos cornos. Que pensamento sofisticado! O que me encanta nessa gente nem são as teses em si, viu, Wally Beni, viu, Carlos? O que me encanta é a sofisticação de raciocínio, é o pensamento, é o que há de economia política por trás, é o que há de teoria profunda mesmo. Estudo, o chamado mergulho vertical.
Vai, vamos acompanhar.
Como é que sai assim rascado agora? A gente vai continuar com o nosso orgulho, né? Somos brasileiros, todos nós temos orgulho de ser brasileiros, mas como é que resolve essa situação? Se você olhar para a Segunda Guerra Mundial, o que que os Estados Unidos fez com o Japão? Lança uma bomba atômica em Hiroshima para demonstrar força. Qual foi a reação do Japão naquela época? Falou: olha, nós aqui somos patriotas, isso é uma interferência dos Estados Unidos aqui no nosso país, vamos resistir, fora Yankees.
Qual foi a consequência? 3 dias depois, uma segunda bomba atômica em Nagasaki, para aí depois sim haver, no dia 16 de agosto de 1945, portanto 2 semanas depois da primeira bomba, haver uma rendição formal por parte do Japão.
É, portanto, tá na cara, né? Cabe ao Brasil apenas ceder. E claro, foram fazer a patoscada que fazem aqui lá durante a audiência, com selfies, fotos, etc. Eduardo ali tomara uma bronca, né? Da turma do Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos para parar de fazer chacrinha. Com todo respeito à chacrinha, né? Aí o Flávio tava, o Eduardo tava lá, tirou foto. Aí a campanha do Flávio tirou o Eduardo da foto, né? Porque digamos que Eduardo hoje não é alguém que consiga agregar voto além dos extremistas.
E o Flávio, muito fofo, resolveu levar o caso Master para lá dizendo: olha, vocês falam de corrupção, né, entre as justificativas da tarifa. Aí ele citou o caso Master, caso Master que abre esse programa aqui. Sem se falar do Dark Horse. Como vai bem, a gente não tem dinheiro, mas tem memória. Eu vou ter que botar aqui aquele pedido do Flávio. Primeiro ele mesmo, né? E depois a gente põe com um pouco de arte. Como é que é, Flávio? Você não contou isso para os americanos não, né? É, fala aí, vai, irmão.
Preferi te mandar o áudio aqui para você ouvir com calma. Bom, aqui a gente tá passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida, né? Não sei como é que vai ser daqui para frente, mas isso tudo vai acabar, mas tá na mão de Deus aí. E você também, eu sei que você tá passando por um momento dificílimo aí também, essa confusão toda, né? Você sem saber exatamente como é que vai caminhar isso tudo. E apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas enfim, é porque tá no momento muito decisivo aqui do filme.
Isso. Agora vamos com um pouco de arte, vai, com um pouco de arte que é para ficar na memória. Com arte fica mais bonito.
Mandar o Aljaque para você ouvir com calma.
A gente tá passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida.
Irmãos, estou e estarei contigo sempre, não teme a conversa.
Tá bom, tá bom, já lembramos, né? Não, ele não contestou as tarifas. Lembrando das justificativas dos Estados Unidos, da Seção 301. Ah, porque nós vamos tarifar vocês primeiro Pix, É o item número 1. Depois que vocês aplicam tarifas injustas, só cito o caso do etanol, que o Flávio disse que ele vai resolver. A depender da resolução, ele quebra o setor aqui no Brasil. Aí desmatamento, que o Vale Bene, o Trump, quando fica sabendo que derrubaram uma árvore, o coração dele trinca.
A gente olha para ele e vê o amante da natureza. Né? E aí sim, citaram a coisa da corrupção, e eu já disse o que ele fez com a lei anticorrupção lá nos Estados Unidos. Tudo protecionismo disfarçado de questões realmente relevantes.
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Yours, Jerry. Huh? Ai, Flávio! Ele contou lá mentirinhas, as mentirinhas dele, né? Atacou o Supremo, falou das ordens sigilosas, a censura, né? Disse que as fraudes do INSS teriam começado no governo Lula. Não, não, começaram no governo do pai dele, continuaram no governo Lula, mas quem começou a investigar foi o governo Lula. Ou não, Controladoria-Geral da União. Ministro Carvalho é ministro do Lula. O governo, claro, tá dizendo, ah, isso aí é campanha eleitoral.
Sim, é campanha eleitoral, né? Mas aí o Flávio, ele resolveu colar no pai dele, ele resolveu colar a cola do pai dele. Do que é que eu tô falando?
Depois da intervenção na audiência, Flávio gravou um vídeo em que incide numa falsa evidência, numa falácia essencial que será explicada aqui e resolveu, como você disse, imitar o pai fazendo uma colinha na própria mão. A gente vai acompanhar.
Fala, pessoal! Acabei de fazer aqui a defesa do Brasil contra as tarifas e contra o Lula também. Fizemos aqui uma defesa técnica, mas também política, explicando que o único que quer essa tarifa no Brasil é o Lula, achando que isso pode ter algum benefício eleitoral para ele. E, gente, é impressionante como é que tinha todo mundo lá os defensores das empresas, os produtos brasileiros, advogados, empresários, mas não tinha ninguém, nenhumzinho do governo Lula escalado para fazer a defesa nessa espécie de tribunal, que é quem vai sugerir ou não que as tarifas sejam aplicadas ao presidente dos Estados Unidos.
Ele é que vai tomar a decisão dele política no final. Então fiz ali a minha parte, tô muito feliz, muito satisfeito com o resultado da defesa que a gente fez. E aí vamos lá continuar lutando pelo nosso Brasil. Tô aqui fazendo a minha parte, mesmo sem ser o presidente da República do Brasil ainda. Tô aqui fazendo o meu trabalho, defendendo aquilo que eu acredito, defendendo os interesses do povo brasileiro. E aí, gente, vocês sabem, né?
Ó, PT, ó, é o partido das taxas. E a gente, em inglês, ó, tax party. Esse é o PT que a gente tem hoje, que tá pensando em disputa de poder ao invés de pensar em defender o povo brasileiro.
Vocês lembram, vocês lembram as colinhas do Jair Bolsonaro?
Sim, né?
Ele fazia essas colinhas no debate, né? Oi, nos tópicos do debate e tal. E tem uma mentira essencial aí, né? Porque essa audiência era para empresa, Não era para o governo. O governo segue negociando, o governo segue negociando. Saiu uma nota de repúdio, nós vamos falar daqui a pouco. É tudo lamentável, até porque é preciso ter uma cara de pau formidável. Esse cara, ele e o irmão dele cavaram as tarifas. Eu já disse aqui, aliás, meninos, vamos achar para amanhã.
Quando o Ratinho falou, não, o Lula que é o responsável, porque ele falou da moeda própria nos BRICS, não foi o Bolsonaro, o Eduardo veio a público, falou, não, fomos nós sim. Como não fomos nós? Todo orgulhoso, é espantoso. Mas eu diria, pode ser espantoso como coisa tomada em si. Quando se olha a trajetória, não, né? E vejo vocês, Tesla, Coca-Cola, Nestlé, todas falando contra as tarifas, né? Acho que a Tesla é Quando pensa nisso, fala, puxa, a BioID vai tomar tudo, né? Fala aí para mim.
Coca-Cola, Nestlé, Tesla, eBay, Siemens estão na lista de empresas aí que enviaram comentários ao USTR, o escritório do representante comercial dos Estados Unidos, pedindo que o governo americano não implemente uma tarifa adicional de 25% sobre os produtos brasileiros. O espaço para comentários foi aberto no âmbito da investigação aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, né? Como temos dito, a apuração que começou em julho do ano passado concluiu que o Brasil adota práticas consideradas discriminatórias no comércio com os americanos, isso segundo o USTR.
No espaço para manifestações virtuais, que estava aberto até 1º de julho, empresas brasileiras como EVAG, Balduco e CSN também enviaram documentos sobre o caso. Entidades representativas de diversos setores, tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos, também constam na lista de comentários sobre a investigação em relação ao Brasil.
É, e até a Zebra, que inclusive compra componentes aqui, precisa do Brasil. Enfim, vamos para o comercial. Ainda tem muita coisa aí, fica aí com a gente. Meninos, vamos com a que estava prevista aí mesmo, porque a outra depois eu quero tratar com mais cuidado para o Brasil inteiro. Ministro diz que governo segue negociando com os Estados Unidos. Vamos lá.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou hoje que apesar da proximidade do prazo estabelecido pelos Estados Unidos para aplicar novas tarifas a produtos nacionais, dia 15 de julho, o Brasil não sairá da mesa de negociações para tentar reverter a medida. Segundo ele, houve uma nova reunião entre equipe técnica do Brasil, que está em Washington, e integrantes do USTR, o Escritório de Representação do Comércio Americano.
O encontro ocorreu durante o intervalo nas audiências que foram realizadas ontem e hoje no âmbito da investigação aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. Um membro da Esplanada, o ministro, deu mais detalhes ao Globo. Disse o seguinte: foi uma conversa bastante proveitosa, de natureza técnica. Nós dividimos as discussões em tópicos e hoje nós tratamos de um pedido que o presidente Lula tem feito ao governo americano para que tenhamos uma atuação integrada abordando o combate ao crime transnacional, ao crime organizado. Há um reconhecimento de que é possível avançarmos nesse ponto.
O problema é o seguinte: o Flávio, na sua impostura— eu gosto da palavra impostura porque se vocês forem procurar sinônimo de impostura no dicionário, vocês vão encontrar mentira, burla, fraude— mas a impostura não é uma mentira qualquer, Carlos Costa, olha bem. A impostura é a mentira do impostor.
Entende?
O impostor assumindo um falso papel, ele mente para tentar ser convincente. Por isso que a impostura é uma mentira específica, que é a mentira do impostor. Daí impostura. Quando esse sujeito fala como se o Brasil tivesse desertado da negociação, isso é mentira. A negociação continua. E aquele não era o local. O Brasil, como representa, o Brasil não tinha de estar ali. A negociação que o Brasil faz é uma negociação que se faz diplomacia com diplomacia.
Porque é disso que se trata, né? O Brasil não tinha que estar ali representado. A esfera em que o Brasil negocia é outra. O Flávio foi lá se meter porque sim, eles têm seus contatos na extrema-direita. Então ele resolveu falar e falou, e o empresariado ficou— o empresariado que tem miolas ficou furioso com ele. Porque ele não falou, vou voltar esse tema, ele não falou contra as tarifas. Ele falou contra as tarifas agora. Mas atenção, se a eleição fosse hoje, o Lula ganharia.
Não é hoje, não sei se vai ganhar, não é hoje, mas se fosse hoje, o Lula ganharia. Logo, segundo Flávio, que viesse então as tarifas, porque ele foi lá falar contra a tarifa. Agora, ele não disse uma palavra sobre a injustiça imanente da tarifa que compõe a entranha da tarifa. Nenhuma das argumentações dos Estados Unidos é verdadeira, nenhuma. Bom, se eu quero taxar a carne, ou se eu quero taxar não sei o quê porque eu digo que tem desmatamento, desmatamento vai deixar de existir.
E de resto é mentira, porque o desmatamento caiu. Não, ele não falou contra Ele na verdade falou em favor das tarifas, só que ele quer que se ele for eleito não se aplique, porque eu farei tudo que vocês quiserem. Entenderam? É isso aí.
Ou é da coisa?
Estamos de volta. O governo brasileiro soltou uma longa nota sobre intervenção do Flávio, contestou todos os pontos. Mas tem uma coisa aqui que é fundamental, quero destacar. O governo brasileiro repudia intervenção do senador Flávio Bolsonaro, tal. Ao todo, presta atenção nisso aqui, 78 entidades e pessoas físicas se inscreveram para se manifestar sobre o tarifaço. Desse total, somando brasileiros e estadunidenses, 63 são contra o tarifaço e 15 a favor.
Das 44 intervenções estadunidenses, 30 são contra o tarifácio e 14 a favor. Entre os 34 brasileiros inscritos, só Flávio Bolsonaro não se posicionou contrário às medidas contra o Brasil, optando por sugerir o seu adiamento, com claro objetivo eleitoreiro. Em vez de rebater as alegações infundadas do governo norte-americano para taxar o Brasil, o senador optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores do nosso país.
É isso mesmo, foi o que ele fez. Vergonha histórica. E sem as tarifas, derrubaram as exportações do Brasil para os Estados Unidos. Como os Estados Unidos não estão sozinhos no mundo, olha só, subiram as exportações para China e para União Europeia, né, que o corretor faz o favor de sempre inverter. Eu espero que a TV coloque lá UE e não EU, porque por mais que você lute ele inverte, né, Walibene? Vai, vamos lá. Ou o Carlos, não sei quem quer agora.
O tarifácio implementado pelo governo americano de Donald Trump fez as exportações do Brasil para os Estados Unidos no primeiro semestre desse ano recuarem ao menor patamar histórico. Segundo levantamento feito pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil, a movimentação caiu 17,4 bilhões de dólares em relação ao primeiro semestre de 2025. Ou seja, houve um recuo de 13%. Com isso, a fatia de vendas do comércio internacional brasileiro abocanhada pelos americanos recuou 9,4%, o mais baixo índice desde o início da série histórica, em 1997.
Ao todo, as transações comerciais entre os dois países caíram 12,8% na comparação com janeiro a junho de 2025, somando US$36,4 bilhões. Em paralelo, o Brasil ampliou em 11,5% suas exportações globalmente, com um salto em remessas para parceiros relevantes, A exemplo de China, com alta de 21,9%, e União Europeia com incremento de 12,8%. Reinaldo, se for EU, é European Union, se quiser ser chique e argumentar aí.
Mas é que eu sei que eu botei União Europeia e eu sei que o corretor inverteu. Olha aqui, não tô dizendo que seja irrelevante. Ah, quer tarifar? Tarifa não. Não, não é. Tem setores importantes que são prejudicados, mas o Brasil aumentou o seu superávit no tempo das tarifas. A gente não depende também daquele banana para existir, né? Agora, quem naufragou mesmo no seu propósito, porque o déficit nos Estados Unidos— aliás, a tarifa não era para acabar com déficit, o déficit explodiu. Eita, vai!
Sim, o déficit comercial dos Estados Unidos aumentou de forma significativa em maio, impulsionando, impulsionado pelo avanço das importações e pela queda das exportações, de acordo com dados divulgados hoje pelo governo americano. O resultado foi registrado num período marcado pelos impactos da guerra no Oriente Médio. De maio para abril, o déficit comercial americano foi de 42,2%, totalizando 77,6 bilhões de dólares. Cerca de R$400 bilhões.
Isso porque as importações cresceram 3,3% para US$395,3 bilhões, cerca de R$2,4 trilhões, enquanto as exportações caíram 3,2% para US$317,7 bilhões, aproximadamente R$1,6 trilhões. Segundo o Departamento de Comércio americano, Os produtos que mais contribuíram para o aumento das importações são bens de consumo, petróleo bruto, insumos industriais, automóveis, peças e equipamentos de informática.
Escolhas desse gênio da raça, né? Um pouco de política interna. PF ouvirá Flávio em investigação sobre calúnia contra Lula. Vai!
É isso, Reinaldo. O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou que a Polícia Federal tome o depoimento de Flávio Bolsonaro em uma investigação que apura se o senador cometeu o crime de calúnia contra o presidente Lula. Segundo o magistrado, o parlamentar deve ser ouvido em no máximo 10 dias. Como senador, Flávio tem a prerrogativa de acertar com a PF o melhor local, dia e horário para depor. O inquérito se refere a um post do filho 01 de Bolsonaro na rede social X.
Quando o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado pelos Estados Unidos, o senador, perdão, escreveu o seguinte, abre aspas: Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo, tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas. A decisão de Moraes atende a parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonê. Ontem, o PGR defendeu ao STF que Flávio fosse ouvido e mencionou que a oitiva pode permitir uma retratação por parte do senador.
O que não vai acontecer, eu acho. Imagina ele se retratando para o Lula.
Né?
E aí isso aí ele vai ter que falar assim: não, eu não tentei ofender o Lula quando eu disse que ele é ligado ao narcotráfico, terrorismo. Não, não foi uma tentativa. Vai ver, ele não foi uma tentativa de ofensa. Eu só, eu só o quê? Ah, eu tenho imunidade parlamentar para fazer isso. Não, ninguém tem imunidade parlamentar para cometer crimes contra a honra, valer a jurisprudência do Supremo. Tá a fim de virar réu? Então vai virar réu, né?
Que peninha, hein? Com a campanha em crise, Flávio seguirá nos Estados Unidos. Rapidinho, vai.
O diretor do PL em Pernambuco cancelou um evento que aconteceria no Recife nessa quinta depois de amanhã com a presença do senador Flávio Bolsonaro. Pré-candidato à presidência está em Washington, decidiu permanecer por mais um dia nos Estados Unidos. O cancelamento da agenda Acontece em meio a críticas de aliados para definição de palanques nos estados, principalmente no Nordeste. Segundo o Globo, há poucos dias das convenções partidárias, dirigentes estaduais, parlamentares e pré-candidatos do PL têm reclamado, têm se queixado da demora para definir candidaturas, arbitrar disputas locais e consolidar palanques considerados estratégicos para a campanha presidencial.
Pernambuco, por exemplo, é um dos estados em que o senador ainda não foi neste ano. Por lá, o partido ainda não definiu se vai lançar uma candidatura própria ao Senado Uma discussão considerada estratégica por dirigentes locais para fortalecer o palanque de Flávio.
É porque lá nem candidato a governador eles têm, né? Porque os dois que estão liderando apoiam o Lula. Mas Flávio fica aí nos Estados Unidos, viu? Fica aí cuidando dos interesses americanos. Eu diria assim, de certo modo eles merecem, né? Eu quero dois países para cuidar dos interesses americanos agora. Eu quero o Flávio, né, pelo Brasil, e a Bélgica, se é que vocês me entendem. Vamos conversar. Ou essa coisa, ó, cadê a pistola? Vai.
A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que uma das armas do ex-presidente que não foi encontrada no batalhão de polícia do Exército de Brasília está no Rio Grande do Sul. Segundo os advogados, a espingarda foi um presente dado a Bolsonaro e está em uma loja em Caxias do Sul, de onde nunca foi retirada. Inicialmente, a defesa havia afirmado que o armamento também estava sob custódia da Força, mas agora informou que a arma não chegou a ser encaminhada ao Exército e está sob guarda dessa empresa importadora de artigos bélicos.
Os advogados também informaram à corte que uma outra arma apontada pelo Exército como não localizada, essa pistola Glock de 9mm, é na verdade o mesmo armamento apreendido pela Polícia Civil do Distrito Federal com um sargento da segurança de Bolsonaro durante uma blitz. O que a gente noticiou aqui não é da coisa. Segundo a defesa do ex-presidente, houve apenas uma divergência na identificação do número de série do armamento.
Reinaldo, nesse caso, quando eu noticiei e tal, eu até tirei mesmo essa porque achei que fosse a mesma. E aí a outra coisa que é, e aí sim é muito grave, viu, Wally Bene, viu, Carlos, que a coleção completa da Suma Teológica do Santo do Aquino. E os sermões do Vieira, saiu uma edição completa, Sermão de Vieira, também essas obras estão desaparecidas, tá? E sem contar um volume que ele tinha todo anotado, a margem crítica da Razão Pura, também sumiu. Agora estamos atrás das armas, né? O que é bem surpreendente. É isso aí.
O É da Coisa.
Gente, é o pesquisismo. De vez em quando, mesmo uma empresa profissional como Datafolha é capaz de produzir momentos notáveis de poesia e criatividade. Do que que eu tô falando?
Vai.
Um levantamento do Datafolha mostrou que parte dos eleitores declarados do presidente Lula e do senador Flávio Bolsonaro é classificada em campos diferentes daqueles associados aos candidatos. Entre os que disseram que iriam votar em Lula no mais recente levantamento do instituto, realizado em junho, 24% apareciam pertencentes à direita ou à centro-direita. Entre os que declararam voto inflável, 19% ficaram à esquerda ou à centro-esquerda.
Essa classificação não é uma autodeclaração do eleitor, não. Ela é calculada pelo Datafolha a partir de respostas a perguntas sobre comportamento, sobre valores, sobre economia. Segundo levantamentos da Folha, a identificação dos brasileiros com a direita ou centro-direita, 44% dos entrevistados, voltou a ficar à frente da identificação com a esquerda ou centro-esquerda, com 39% do total. O eleitorado de Lula é de—
nem precisa, vale bem. Aí pode parar, desculpe. Então Datafolha vai ver que esses critérios não são suficientes para essa classificação que vocês fizeram e achar uma maioria de direita, centro-direita no Brasil a dos tais valores, que não é uma auto-identificação. Alguém realmente acredita que uma pessoa que se considera que alguém de direita votaria no Lula? Ah não, mas é aquele de direita e não sabe. Ah, é a direita inconsciente.
É, vai ver que é uma retomada do conceito da falsa consciência, que foi distorcido inclusive pelos maus marxistas. Ele é de direita sem saber, e o outro é de esquerda sem saber. Ou alguém de esquerda vota no Flávio, não sabe o que é, vale bem, meus valores de esquerda aqui, quem pode cuidar dos meus valores de esquerda? O Flávio Bolsonaro. Se não for Flávio Bolsonaro, ah, mas por quê? Ah, porque eu sou favorável, sei lá, o Bolsa Família, sou favorável a mais intervenção do Estado, eu acho que o Flávio pode fazer isso.
Então, na verdade, o cara é esquerdista e nem sabe. Então, a única conclusão possível do Datafolha é o seguinte: que os direitistas que não sabem que são direitistas, vale bem, são maioria em relação aos esquerdistas que não sabem que são esquerdistas. Eles não sabem, mas o Datafolha sabe. De modo que a gente tem esse exotismo fabuloso. DataVene, eu acho Datafolha sério, não tô contestando. Ah, Datafolha, instituto que não presta.
Não, imagina, Datafolha é um instituto seríssimo. Eu não, agora isso aqui Isso deveria ser um indicador, um indicativo, as duas coisas com sua ligeira, seus ligeiros deslocamentos de sentido, de que os critérios utilizados para classificar direita e esquerda não são eficazes. Porque se tem um esquerdista que vota no Flávio, é um idiota, e se tem algum direitista que vota no Lula, também é um Extremista de direita, né? Acontece que isso não simplesmente não tá medindo nada, não tá medindo nada.
E olha que talvez o direitista votar no Lula nem seja tão idiota assim, porque afinal de contas o Lula não faz um governo de esquerda, faz um governo progressista. De esquerda não. Agora, um esquerdista votar no Flávio, para quê? Pra apanhar na rua? Ai, que ele não sabe, coitado. É um esquerdista sem saber. Ah, é um esquerdista primitivo. Acho que são os rebeldes primitivos do Robson. Este modus in rebus, né, Valerio Bene? Traduza.
Há uma medida nas coisas.
Então pronto, vamos começar. Ou essa coisa, olha aqui. Datafolha: Marina e Simone lideram para o Senado. É, não sei se vai ficar assim, mas vai lá.
Reinaldo, a disputa para o Senado em São Paulo está embaralhada, com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva numericamente à frente, mas empatada tecnicamente com a também ex-ministra do Planejamento Simone Tebet. Ela, por sua vez, tem empate técnico com o ex-ministro Ricardo Salles, né? Tebet e Salles, no caso. Os dados são do Datafolha. O levantamento foi realizado de 1º a 3 de julho. Foram feitas 1.608 entrevistas no estado de São Paulo, distribuídas em 71 municípios, com a população de 16 anos ou mais.
A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. E aí a gente tem os dados. Posso trazer já, Reinaldo?
Pode, vai.
Marina Silva, 18%. Marina Silva da Rede. Simone Tebet, do PSB, 16%, Ricardo Salles do Novo 13%, André do Prado do PL com 11%, Guilherme Derrite do PP com 10%, Paulinho da Força do Solidariedade tem 8%, em branco, nulo ou nenhum 17%, não sabem 7%.
Reinaldo, ó, aí a gente tem o mesmo aí, fala mal de Datafolha, agora tá dando, eu não falo mal, quem fala mal é profissional do sexo que não gosta do desempenho da parceria. Eu não falo mal, eu discordei de um critério, né, porque não acho que a gente deva classificar as pessoas assim: você é esquerdista, mas não sabe, nem você é direitista, mas não sabe. Só isso, né. Ah, mas é que os valores, esse negócio de valores é pensado desse modo para criar categorias?
Não.
Agora, aqui é uma uma competição objetiva, até onde sei. O instituto é sério. Ah, pode-se dizer que Tarcísio até agora não transferiu o seu prestígio para os seus candidatos ao Senado. Pode ser. Agora, por outro lado, Marina Silva e Simone Tebet de fato são personalidades respeitáveis, são ex-duas pessoas de centro. A Marina é centro-extrema-esquerda, ambientalista. Até não, ambientalista não quer dizer extrema-esquerda. Ela não tem valor extrema-esquerda, uma senhora evangélica tal.
A Simone Tebet é claramente uma centrista, ela sim, uma social-democrata, né? E duas personalidades respeitáveis sobre as quais não pesam suspeitas de nenhuma natureza, que fazem uma política digna. Você não vê as duas envolvidas em baixaria de nenhuma natureza. Puxa, quem dera São Paulo fizesse ao menos isso. Isso, ao menos isso, né? É tão bom que eu, sabe como é, né? Vai bem quando você vê assim, sei lá, Egito ganhando de 2 a 0 da Argentina.
Então esperar um pouco. Tabata, quem diria, já é mais importante do que Ulisses Guimarães. Segundo quem? Segundo Tabata. E aqui vão falar que eu pego no pé dela. Não é pegar no pé. Agora, olha, o Beni, vamos ao lema do programa de novo, vai.
É este modo, os enreves, há uma medida nas coisas.
Então vai.
A deputada federal Tabata Amaral, do PSB, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, filiado ao PSOL, trocaram farpas após a parlamentar questionar o desempenho legislativo do ex-deputado durante o mandato dele na Câmara. Segundo Tabata, Boulos teria conseguido aprovar poucos projetos de sua autoria. Para ela, milhões de brasileiros estão recebendo migalhas em troca dos votos. A discussão entre os dois começou após a parlamentar publicar um vídeo nas redes sociais em que compara a sua produção legislativa com a dos 5 deputados federais mais votados nas eleições de 2022. A gente vai acompanhar um trecho do que diz a deputada.
Nicolas Ferreira, em um mandato, ele foi autor, coautor ou relator de plenário de 3 3 projetos que viraram lei. Guilherme Boulos, em um mandato, 5 projetos que viraram lei. Carla Zambelli, 5 projetos em 2 mandatos. Eduardo Bolsonaro, 5 projetos em 3 mandatos. E para fechar, Ricardo Salles, com zero, nenhum projeto que virou lei até aqui. Eu confesso que até eu fiquei chocada e eu fui procurar, mas é isso mesmo. Agora, falando sério, isso aqui não é normal.
Gente, não pode ser. São milhões de brasileiros que deram seu voto de confiança e que estão recebendo migalhas em retorno. E eu não quero me gabar não, mas se a gente somar os projetos desses 5 deputados, dá 18. Seguindo os mesmos critérios, até agora eu já aprovei 32 projetos que viraram lei. E é projeto relevante que impacta muita gente. Lembrando que o Boulos agora é ministro, né? Mas ela fez a comparação como deputada. Olha, eu acho uma pusilanimidade, desculpe, política comparar o Boulos com um fabricante de fake news, com alguém que falou que precisa passar, ah, estamos passando todo boi, toda boiada, com uma deputada condenada duas vezes, com trânsito em julgado, né?
Comparar o Boulos com essa turma. Agora, se o seu critério fosse fosse um critério válido, a senhora é mais importante já do que Ulisses Guimarães. A senhora não vai conseguir apontar nenhum projeto do Ulisses Guimarães, que ele não era um deputado de projetos, de projetismo. Ele era um deputado de valores, o senhor Diretas, o cara que enfrentar os cachorros do Antônio Carlos Magalhães na Bahia. Senhora, isso não é critério. Agora, a propósito de que a senhora vai e faz esse tipo de avaliação, eu entendo, porque a senhora é aquela que já antevê o cenário após tudo, em que a senhora não é nem de esquerda nem de direita.
Então bate no Boulos, bate na direita, e não sendo nem de direita nem de esquerda, não tá nem desse lado nem daquele, tá acima, não tá abaixo, não tá no meio, não tá em lugar nenhum. Está na verdade ali nesse universo que transita um pouco a coisa assim do, sei lá, mais ou menos assim uma coisa como o Hulk falando mal, Luciano Hulk falando mal da Bolsa Família. A senhora é mais importante que o Luiz Guimarães? Eu diria até o Nicolas, não fosse as calhordices que ele faz nas redes sociais com mentiras, ele é um deputado do debate, não precisa ficar Sem fazer projeto, Tabata, na extrema-direita ele é muito mais importante do que você no centro.
Entende? Agora faça um vídeo e diga assim: olha, eu não sou mais importante que o Ulisses Guimarães. E você não é. Love, mas não é. E de qualquer modo, não é Tabata que vai revolucionar a Câmara. A revolução está para acontecer, a revolução está para acontecer, vale o bem, Carlos, porque o Jair Renan anunciou que, aliás, acaba de ser expulso de uma comissão lá em Santa Catarina porque ele não comparece como vereador. Ele anunciou que ele vai disputar a Câmara Federal por Santa Catarina.
Coitado de Santa Catarina. E nós temos de, nós temos de lembrar isso, né? Nós temos de lembrar que Jair Renan contesta Stalin. Stalin disse: fizemos a revolução, mas conservamos a bela língua russa. O Jair Renan está dizendo: nós vamos fazer a revolução bolsonarista e não conservaremos a bela língua portuguesa. Porque no dia 5 de junho ele fez uma declaração muito interessante E depois outra no dia 14 de 2025 e outra no dia 14 de abril de 2026.
Na do dia 5 de junho ele revolucionou a língua, na do dia 14 de abril ele falou sobre o que eu não tenho a menor ideia. Vamos lá, a primeira declaração e a câmera jamais será a mesma. Vai.
Bom, e agora a prefeita de Balneário Camboriú quer soltar pauta de política de gênero para os cidadãos da cidade.
E agora aquela coisa, você vê até que eles tentam corrigir, né?
A legenda parece certo, né, para tentar.
É, mas não, e é do tipo que deve ter falado: deixa como tá, tá achando que agora só porque eu falo cidadãos? Ora, como disse o Paulo Figueiredo, bolsonarismo é assim mesmo. E agora finalmente esse negócio que vocês depois vão me entregar uma redação, os dois estão na rua. Eu quero entender. Vai, solta!
Renan, aos seus olhos, como você vê a perseguição de hoje? Vamos lá então. Em Attack of Titans, os Eldianos foram tratados como ameaça por 3 motivos: tinham o poder dos Titãs herdados por Fritz, carregavam um passado de dominação, basicamente eles eram os maiores e foram transformados em inimigos por propaganda de Merlin.
Aguardo a redação da dupla. Ou rua, eu quero entender ainda hoje o que isso quer dizer. Jair Renan, deputado: se houver revolução bolsonarista Antagonista, não conservaremos nem mesmo a bela língua portuguesa, que não mais terá esplendor, olha o Beni, e Carlos, só sepultura. Beijo, até amanhã.
De glória. Vejo um muro branco e um voo passando. Vejo uma grade, um velho sinal. Mensageiro natural de coisas naturais. Quando eu falava dessas cores mórbidas, quando eu falava desses homens sórdidos, quando eu Eu falava nesse temporal, você não escutou, você não quis acreditar. Mas isso é tão normal, você não quis acreditar. E eu apenas era cavaleiro marginal, lavado em Ribeirão. Cavaleiro negro que viveu mistérios, cavaleiro e senhor de casa e árvores, sem querer descanso nem dominical.
Cavaleiro marginal, banhado em ribeirão, conhecia as torres e os cemitérios, conhecia os homens Tinha os seus velórios quando olhava da janela lateral do quarto de Dili. Você não quis acreditar, mas isso é tão normal. Você não quis acreditar, mas isso é tão normal. Um cavaleiro marginal. Banhada e Ribeirão, você não quis acreditar. Eu apenas era cavaleiro marginal. Banhada e Ribeirão, conheci as torres e os cemitérios, conheci os homens e os seus velórios.
Quando olhar para a Pela lateral do quarto de onde você não quis acreditar. Mas isso é tão normal, você não quis acreditar. Mas isso é tão normal, um cavaleiro marginal banhado em Ribeirão.
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