O É da Coisa de 02/07/2026, com Reinaldo Azevedo: PF, CV e reaças; Michelle; Flávio: país para Trump
- Viagem de Flávio Bolsonaro aos EUAFlávio Bolsonaro · Donald Trump · Eduardo Bolsonaro · Proposta de sobretaxa a produtos brasileiros · PIX · Mercosul · Escritório de Comércio Americano
- Investigação sobre Comando VermelhoRodrigo Bacelar · Adilcinho · Pastor Márcio Pôncio · Lavagem de dinheiro · Máfia do cigarro · Comando Vermelho · Alexandre de Moraes
- Crise política no São PauloMichele Bolsonaro · Flávio Bolsonaro · Valdemar Costa Neto · PL Mulher · Campanha eleitoral
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Visit SpinQuest.com for more details. E agora na BandNews FM, O É da Coisa, com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Carlos Costa.
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Uma fazenda com casarão, imensa varanda. Dá gerimum, dá muito mamão, pé de jacaranda. Quanto quer pagar? Alguns mosquitos, chapéu de sol, bastante água fresca. Tem surubim, tem isca, Pescar pranzo, mas nem tem que pescar, eu posso vender. Quanto vai pagar? O que eu tenho eu devo a Deus, meu chão, meu meu céu, meu mar, os olhos do meu bem e os filhos meus. Se alguém pensar que vai levar, eu posso vender. Quanto vai pagar?
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfusa, trabalha. Milhões de pessoas acompanham pelo Tóio e pelo Band News TV, também pelo LG, também pelos LG Channels, e vale o bem, pelo TCL Channel também, em breve também na Samsung TV Plus, hein? E também mais a Caverna do Inhudo, que é a mais importante das transmissões, é lá em dois quartos.
Muito bem. E também nas redes sociais, Band News FM, sempre Band Play. Enfim, não tem como você ficar sem, né? Boa noite, valeu. Boa noite, Carlos. Boa noite, bancarrota blues. Eu tive, você sabe que eu ia muito, muito ao teatro, e quem foi meu aluno sabe que eu levava os alunos ao teatro. Fazia cada mês, ia todo mundo e tal. Essa é uma peça maravilhosa do Augusto Boal, Corsário do Rei. A música foi do Edu Lobo, letra do Chico, foi feita especialmente para a peça Corsário do Rei.
Corsário do Rei é uma peça sobre a segunda invasão do Rio de Janeiro pelos franceses em 1711, pelo René Duguay-Trouin. E ele falou: "Ah, quer saber? Nós não vamos invadir só... O corsário, aquele que está a serviço do rei, vai lá, assalta, toma e vai embora." Eu falo: não, vou ficar, vou ficar, vamos ficar. E as elites locais, Wally Beni, em vez de resistirem, Carlos, resolveram: ah, vamos entregar mesmo, entrega tudo, hein? Reinaldo, você está fazendo, parece uma alusão, vai fazer aos Bolsonaro que querem entregar o Brasil aos Estados Unidos?
Sim, eu estou fazendo, mas eu não estou dando a entender que eu estou associando, eu estou associando. E sempre há uma música, sempre há um livro Sempre há uma referência e é por isso que você tem que ficar no É Da Coisa, porque aqui a gente junta tudo. Não é: "Ah, eu sei, um programa holístico." Não, eu estou fora desse negócio. Meu negócio é outro. As minhas referências dizem respeito a história e cultura. É isso, e política, claro, de que eu gosto muito.
Fiz durante muito tempo jornalismo cultural, mas eu gosto de política. Política, né? E nós vamos tratar aqui de— e aí, você vai falar da Michele que não vai ser mais candidata? Vou falar da Michele que não vai ser mais candidata ao Senado. Vamos falar de tudo isso, mas eu quero começar pela operação da PF contra o Comando Vermelho e que pegou uma penca de bolsonarista ao mesmo tempo. Pastor Pôncio, Quer conhecer nome maravilhoso, né?
O Adilcinho, Adilcinho Bicheiro, consta que sanguinolento. E o Bacelar, o amigão do Flávio. Ai, tinha que relacionar o Flávio, né? Claro que eu tenho que relacionar o Flávio. Ele não foi lá aos Estados Unidos junto com irmãozinho dele, junto com o neto velho da ditadura, o Paulo Figueiredo, pedir para o Comando Vermelho ser considerado terrorista, não sei o quê. Aí os amigos deles são pegos numa operação contra o Comando Vermelho, o vermelho, eu vou ignorar?
Vai, cada um com seus problemas. Ah, sim, vou falar de Michele, Paulo Figueiredo, tá aí, mas eu quero começar, não é, não é para ser contra bandidagem? Então vamos contra bandidagem, vai.
A APF cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em cidades do Rio nessa quinta, em uma operação que tem como principais alvos o ex-presidente da Allergy, Rodrigo Bacelar, o contraventor Adilcinho e o pastor Márcio Pôncio. Bacelar e Adilcinho já já estavam presos, mas foram alvos de novos mandados. E Ponce foi preso durante a manhã. Os mandados foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Ponce foi preso em um hotel da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Bacelar foi detido, deverá ser transferido, né, agora do complexo penitenciário de Jericenó, que fica em Bangu, também na zona oeste, para um presídio federal. A ação dessa quinta é uma nova fase da Operação Unha e Carne, que já investigou suspeitas de vazamento de informações sigilosas que teriam beneficiado o Comando Vermelho. A PF apura, na ação desta quinta, suspeitas de lavagem de dinheiro praticados pela cúpula do novo jogo do bicho e eventual ramificação do esquema em integrantes do Executivo e do Legislativo do Rio.
Segundo a Polícia Federal, a nova fase da operação teve origem na análise de planilhas apreendidas em poder de Adilcinho. Os documentos conteriam registros de supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais, e uma contabilidade paralela utilizada para ocultar a movimentação de recursos ilícitos. As anotações também indicariam possíveis repasses diretos de dinheiro a agentes políticos do estado do Rio de Janeiro, hipótese que passou a ser uma das principais linhas de investigação.
Vejam vocês o que é impressionante aí. Bom, é o tal do Adilcinho, que já tá preso, bicheiro, que lida com tráfico de cigarro, segundo apuração. A mesma coisa o Pastor Ponce, o pastor do cigarro, ser um pastor de cigarro, veja, eu não me orgulho de ser fumante, embora muito menos do que já tenha sido, agora pastor de cigarro, estranho. De vinho ainda vai lá porque faz uma alusão a Cristo, não é mesmo, Carlos? A depender. Mas eu nunca vi ninguém transformar água em vinho a não ser aquele próprio.
Próprio, né, que eu também não vi. Consta, é, não vi, não vi, mas consta que sim. É estranho. Agora, o Bacelar, o chapa, o amigão do Flávio Bolsonaro, o Bacelar era presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, chegou a ser governador interino. E agora vai para um presídio de segurança máxima, porque abundam as evidências. E aí eu tenho, já sim, já mostrei aqui, mostro de novo, né? Teve um evento, vai bem, não faz tempo não, viu, Carlos?
Amanhã vai fazer um ano, depois de amanhã vai fazer um ano. Hoje é dia 2, hoje é fazer um ano depois de amanhã que teve um evento no Silk Beach Club em Búzios com o prefeito de Búzios, o Alexandre Martins, o Flávio Bolsonaro estava lá, o Rodrigo Bacelar, todo mundo chapa, todo mundo amigo. A pessoa que está ali, isso aconteceu no dia 4 de julho, o Bacelar havia assumido o governo do Rio no dia 3, porque o Cláudio Castro tinha viajado.
Aliás, ele aproveitou, assumiu, vai bem, já demitiu um secretário O tal do Washington Reis, que era secretário de transportes. Ah não, ele é muito próximo do Eduardo, vamos demitir. E aí tá todo mundo ali, todo mundo amigão, todo mundo chapa. Aí o Flávio vai, troca uma ideia à beira-mar com o Bacelar, que era originalmente seu candidato ao governo do Rio de Janeiro. Quase acontece tudo. Assembleia do Rio contaminada até aqui. E se depender de Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Carmen Lúcia, a eleição é indireta para o governo do Rio de Janeiro. E esses caras assumem o governo.
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Visit spinquest.com for more details. Alguns aí são heróis de certa mídia. E mídia, eu tô falando, não são as empresas não, né? Jornalistas, colunistas mesmo. Se de empresa também estou falando, sim, tô falando de coleguinhas. Ai, grande herói, grande heroína, com eleição indireta no Rio de Janeiro, sendo que boa parte da Assembleia come pelas mãos de Rodrigo Bacelar. Cês comeram caca? Vamos ao vídeo. Aliás, tem até um deles, acho que é o Amorim, que fala: "Ah, estamos aqui, olha a calça de hétero." Essa gente vive preocupada com isso.
Mas qual é o mal? Qual é o problema dessa gente? Ai, ai, como eu sou hétero. Eu também sou hétero, olha a cor da minha calça, ó. Olha o Evabelli, chique, hein? Hétero. Ah, eu não acho que seja... Opa! Eu não fico perseguindo mulher, não tenho medo de mulher me perseguindo, correndo: "Ai, pelos pubianos!" Não. Isso é o Paulo Figueiredo. Que elite é essa? Que esculhambação é essa? Coloca o vídeo. Flávio, fala para a gente aí sua presença nessa resenha aqui convocada pelo Alexandre Martins, que é um craque, né, um prefeito amigo, e essa cidade maravilhosa.
Quero saber aqui, eu quero saber essa resenha aqui, essa resenha aqui vai dar o tom. É um almoço entre amigos, no lugar bonito, com o melhor prefeito do Brasil. Tá aqui, ó, a cidade mais bonita do mundo. Agora, e o governador exercício dando canetada, tirando os outros assim? Fala comigo aqui, não passou não? Como é que passou? Hoje é outro, vamos trabalhar. É isso, tem que fazer o que tem que fazer e tá feito.
Vambora!
E aí, tem o apoio do governo?
Como é que tá isso?
Conversou contigo? Vai conversar na volta, na volta, só na volta.
É?
Então tá bom. Olha aqui, ó, Rodrigo Bacelá, governador em exercício, e o senador Flávio Bolsonaro conversando reservadamente aqui na cima. Da classe política, gente, músicos da região dos lagos presentes, mas os dois escolheram um cantinho ali, ó, para conversar. O que será que estão falando? "Que será, hein? Vocês imaginaram o seu sufragado conversando com o cara do Comando Vermelho à beira-mar? Aí eles vão lá fora falar que eu quero proteger o Comando Vermelho?
Voltaram a falar esse documento dos Estados Unidos? E aqui nós estamos falando do Comando Vermelho, ainda falta a milícia, né?" Adriano da Nobre, né? E eu queria descobrir quem foi que inventou esse sentido para a palavra resenha. Eu devo encontrar essa pessoa. Hã?
Tem que acabar, né?
Não, é... Ah, essa resenha... Resenha não quer dizer isso. Mas quem inventou que resenha quer dizer: "Ai, estamos aqui num bate-papo, numa resenha"? Eu sou do tipo que resenha era uma síntese, uma sinopse de um livro, uma análise. De alguma coisa. Que resenha? Jogador de futebol da área tema aqui na resenha? Ah, vai caçar sapo! As pessoas têm direito, o meu querido Carlos, meu querido Wally Benes, as pessoas têm o direito de usar as palavras que quiserem.
Agora, inventar sentidos que não existem, não, a menos que seja uma metáfora. Mas em que sentido um bate-papo seria uma resenha, seria metáfora? Do quê? Bom, não, que resenha? Que essa resenha aí? Marco Antônio Cabral, um dos filhos de Sérgio Cabral, também teve mandado de busca e apreensão. Os advogados negam que ele tenha qualquer relação com o caso, diz que nem sabe porque está sendo investigado, mas enfim, também foi. Cláudio Castro e outros políticos na lista de Adilcinho.
Reinaldo, o alvo principal da Operação Bicheiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, mais conhecido como Adilcinho, é apontado como o capo da máfia do cigarro no Rio. Cabeça da máfia do cigarro, né? As investigações que levaram à diligência dessa quinta estão em andamento desde 2021, e agora vem à tona a informação de que entre os achados a PF encontrou listas com nomes de políticos, incluindo o ex-governador do Rio, Cláudio Castro.
Segundo a PF, as planilhas encontradas indicam a existência de registros relacionados a supostos pagamentos indevidos., doações eleitorais e contabilidade vinculada à lavagem de capitais. No caso de Cláudio Castro, a lista cita uma doação de R$3,2 milhões para o então candidato à reeleição em 2022, segundo o G1. O ex-governador, porém, não foi alvo da operação de hoje. A planilha também faz referência ao codinome "Barba", atribuído pelos investigadores a Rodrigo Bacelar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio , além de mencionar também o ex-deputado estadual Tiego Raimundo dos Santos.
Os nomes, o popular TH Joias e o ex-deputado federal Marco Antônio Cabral, que você citou, filho do ex-governador Sérgio Cabral.
Reinaldo, é isso, é, tá aí, tem lá os nomes, tem os valores. Caixa 2, propina, que nada disso, só deu vontade de botar um valor na frente do nome. A ver, e aqui O pastor Pôncio, insisto, um nome que parece Pôncio, né, claro que eu estou fazendo referência ao governador Pôncio Pilatos, aquele que simbolicamente lavou as mãos quando Cristo estava para ser condenado, não é isso? O pastor Pôncio, e que foi considerado um algoz do cristianismo, Mas ao mesmo tempo, segundo a mística, ele cumpriu uma vontade que era vontade divinal, porque fazendo aquilo fez-se o Cordeiro de Deus.
Enfim, a história é complexa, mesmo as místicas, olhe bem. Pastor evangélico do cigarro e olha, e tem uma coisa, eu adoro a tradicional família tradicional. Ó, Carlos, comigo é família tradicional. Não quero saber de nada que não seja família tradicional. Inclusive, aprecio muito esses caras de extrema-direita, muitos deles homens de famílias. E às vezes uma nem sabe da outra. Quando sabe, sabe, tudo bem. Ah, é contra descasar e casar de novo?
Eu não. Eu não. Eu acho que dá muito trabalho. Cada um faz o que quer. Eles é que ficam falando disso, não eu. Eu sou a favor de famílias diversas, oxe Maria, gosto mais é de diversidade. Mulher com homem, homem com homem, mulher com mulher, quem quiser, faz o que quiser, entendeu? Desde que seja consensual. Consensual, desde que seja entre 4 paredes, não precisa fazer no meio da rua, né, não importa o sexo, né, sendo consensual, não tendo criança.
E eu quero excluir os bichos também? Não é problema meu. Agora eles vivem tentando legislar sobre a família dos outros, né?
O pastor evangélico do cigarro Márcio Pôncio é empresário do ramo do tabaco, fundador da Igreja da Adilcim, com 52 anos, nasceu no Rio de Janeiro, atua na liderança religiosa há cerca de duas décadas, tendo ganhado notoriedade também nas redes sociais como patriarca da família Pôncio. Ele é pai da deputada estadual Sara Pôncio e do cantor Saulo Pôncio. Na política, disputou uma vaga na Câmara dos Deputados em 2022, mas não foi eleito.
As investigações apontam indícios de lavagem de dinheiro e possíveis ligações com a chamada máfia do cigarro, que seria coordenada por Adilcim. Sim, é um bolsonarista entusiasmado.
É, não, fez foto junto com a família com Bolsonaro e tal. E vocês ouviram falar, eu quando eu vejo esse Ponce, eu falei assim, porque você sabe, vale a pena, que às vezes a gente lê coisas até sem querer. Eu falei, tem uma coisa aí envolvendo a tradicional família brasileira desse Ponce. Eu lembrei que tem o cantor Saulo Ponce, né, que namorava atriz Letícia Almeida. A irmã do Saulo, a Sara Pôncio, era casada com o Jonathan Couto, que também é cantor.
Aí a Letícia engravidou, nasceu uma menina, e o Saulo, o cantor, acreditava ser o pai da criança, mas era do cunhado. O tio era o pai! É, mas tudo eu quero deixar claro. Não, isso vale bem. Olha, pegar cunhada é muito comum.
Eu não acho.
Olha, vai bem, eu sou, é, não, eu sou contra essa coisa de família, ai, família tradicional. Não, agora pegar cunhada sem conhecimento do outro, sou contra, embora eu vivo um trisal. Com a minha mulher. Eu, minha mulher e o Jurandir. Sabiam, não? Dormimos os três. O Jurandir é meu CEPAP, é como o apelido, viu, Vaibem?
Sim, aparelho para apneia do sono, né?
Isso, durmo maravilhosamente bem. Aliás, eu defendo CEPAP mesmo para quem não tem apneia. Eu nem sei se isso pode, mas... Oh, faz barulho? Nada, nadica, tem tecnologias moderníssimas. Hein? Você sabe que a minha memória melhorou um pouco depois disso.
É.
Polícia... E por que você chama Jurandir? Ah, um nome qualquer. Polícia sobre Adilcinho, o mais sanguinário dos capos. Eita, vai!
Adilcinho é apontado pelas forças de segurança como um dos principais nomes do jogo do bicho no estado do Rio. Ao ser preso, foi definido pela polícia como o mais sanguinário dos capos. Conhecido pela ostentação e festas de luxo, como uma que ocorreu no Copacabana Palace, aliás, ele é investigado por envolvimento com homicídios e contravenção, incluindo o controle da fabricação e distribuição de cigarros ilegais na região metropolitana do Rio, com expansão para outros estados.
Ele estaria envolvido em disputas por pontos de jogo do bicho e influência sobre escolas de samba. Foi preso em fevereiro deste ano em Cabo Frio durante a operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado.
E disso eu também me lembrava, mas em 14 de maio de 2021 teve uma festa no Copacabana Palace, em plena pandemia, não sei se vocês lembram, eu lembro perfeitamente, para 500 pessoas. Era o aniversário do Dilsinho. Festa black tie, eles usam black tie, 4 milhões foi avaliada a festa. E 3,4 milhões foi paga à empresa Zé Sem Entretenimento, que também é de um outro filho do Cabral, do José Eduardo Neves Cabral. Não estou dizendo que tenha sido ilegal, não sei o quê.
Ah, o Gustavo Lima estava lá, para surpresa de ninguém, a Ludmilla, Alexandre Pires, o Mumuzinho, o Dudu Nobre. Bah, festa! Ah, e os artistas também? Não, não estou falando, mas porra! Né, plena pandemia. Bom, Estados Unidos, PCC, o governo quer dados sobre aquelas pessoas que foram sancionadas e as empresas, né. Os Estados Unidos sancionaram pessoas, empresas, os irmãos Bolsonaro ali, tudo amigão do Bacelar. Não, tudo terrorismo.
Bacelar é terrorista? Imagina, o Flávio batia papo à beira-mar com terrorista. Olha, velho, Carlos, que coisa assustadora! Tem de sancionar o Fábio. Estados Unidos, atenção, esse que o Trump pode apoiar era amigo de um terrorista.
O governo Lula está levantando informações sobre Vitor Henrique de Oliveira Shimada e a secretária dele, Stella Stephanie Nunes de Oliveira, que foram sancionados ontem A gente trouxe aqui, pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC. O diagnóstico inicial feito pelo Planalto é que nenhum dos dois brasileiros ocupa um papel central dentro da facção e que teriam apenas relações pontuais em transações específicas.
Ao divulgar a medida, a gestão de Donald Trump descreveu a facção paulista como a maior organização criminosa do Ocidente. Segundo o Globo, o governo brasileiro sempre que possível reforçará para autoridades estrangeiras o interesse em estender a cooperação para combater o crime organizado. Além disso, uma das constatações foi que as medidas anunciadas pelos americanos levaram em conta investigações realizadas no Brasil. Shimada, por exemplo, tem uma extensa ficha corrida no nosso país.
É, tem, e sem dúvida. E o ministro da Fazenda, o Dario Dorigão, ele falou sobre isso. É evidente que quem tem que punir esses caras trocando informações com os Estados Unidos, se necessário, é o Brasil, né? Essa história, ai, agora você é contra que bandido que lava dinheiro do PCC seja punido pelos Estados Unidos? Não, em si não. O problema é que as possibilidades— eu odeio debate ignorante, é burro.
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O problema não é punir esse ou aquele, é haver uma legislação, no caso dos Estados Unidos, que pode punir o Brasil, pode impedir a entrada de investimentos no Brasil, pode punir empresas que nem sabiam que estavam negociando com dinheiro indireto do PCC e do Comando Vermelho, e mais, pode permitir a intervenção estrangeira no Brasil e ações da CIA. Esse é o ponto. APF sempre trocou informações com FBI. Ué, traz informação, pune os caras, não precisa disso. Vamos falar de Michele. Valdemar diz Michele não deve concorrer ao Senado.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou hoje que a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro sinalizou que não deve ser candidata ao Senado pelo Distrito Federal. A informação foi confirmada ao Metrópolis. Segundo Valdemar, a mulher de Bolsonaro afirmou que pretende se dedicar à saúde do marido e ao bem-estar de sua filha mais nova, Laura Bolsonaro. Michele também teria dito a Valdemar que está "cansada" da política.
Em declaração à rádio gaúcha, o presidente do PL afirmou ainda que sente que Michele não quer participar da campanha de Flávio Bolsonaro ao Planalto. Abre aspas para o Valdemar: "O Flávio está tocando a campanha para frente, a Michele resolveu sair da presidência do PL Mulher e nós estamos tocando a nossa vida". Fecha aspas. Diante da possibilidade cada vez mais real de que Michele desista da candidatura, lideranças do PL já cogitam outros nomes para disputar a vaga.
A aposta no momento é na reeleição do senador Isauci Lucas. No cenário atual, que ainda conta com Michele e Bia Kicis como candidatas, a reeleição dele está descartada.
Olha, deixa eu dizer uma coisa, é um movimento surpreendente dela. A turma do Flávio dizia: "Ah, isso é blefe, que ela não vai participar e tal." Ela surpreendeu quando deixou a presidência do PL, a mulher. Ela surpreende agora dizendo que não vai ser candidata. E eu fosse o Flávio, ficaria preocupado, porque o nome disso, Wally Beni, o nome disso, Carlos, é canhão solto no conversa. Que é pior do que seu inimigo lhe fazer coisas que você sabe que ele vai fazer, é você não ter previsibilidade nenhuma sobre o que pode acontecer.
Aí, a diferença do que diz meu amigo Guilherme Arantes, é o mar da incerteza sem farol. Farol no mar da incerteza, um dia, um dia... Adoro essa música. Mas aqui não, aqui é mar da incerteza sem farol. E eles continuam a fazer bacharia com ela. O Eduardo associou a Michele a desafetos do partido, como a Joyce. Joyce de Frotas, ele disse, publicou uma foto da Joyce. A Joyce tá toda fitness agora. Inclusive, o Carlos comprou um curso dela e em breve pretende mostrar a cinturinha de pilão e o peitoral que ele vai ficar. Não sei se ficará igual, mas O objetivo do Carlos obviamente é esse.
Vou tentar.
Agora ela é fitness. Ele publica uma foto dela, ela tá pelo menos uns 40 quilos mais gorda, para tentar aquela coisa deles, né? Se a pessoa é gorda, então ela já não é respeitável. A foto do ator, do Frota, é do tempo que ele fazia filme pornô. Então assim, a Michelle sendo associada A pessoas que eles consideram pessoas desprezíveis. E aí: precisamos de um congresso ciente que a liberdade, caráter se prova com conduta, não com falas e fotos.
E assim vai, entendeu? Essa é essa gente, essa gente estranha, complicada. Que odeia a mulher. E aí eu disse ontem aqui, muita gente fala, fica adivinhando. Não, não adivinhei nada. Eu disse, é mentira. O Paulo Figueiredo é um dos coordenadores da campanha do Flávio, ele não é um cara qualquer. E ele, Paulo Figueiredo, numa live Ele falou o óbvio: eu combinei tudo com o Flávio. Sabe aquela coisa do Flávio? Desabafos, mulheres, desagravos, mulheres.
Ó meu Deus, não concordo com o Paulo Figueiredo. Ó, discordo. Vamos botar direto o vídeo. Vai, Paulo, explica aí que foi tudo teatro, como o tio Rei havia afirmado aqui. E portanto, obrigado por uma vez mais me dar razão. Fico muito satisfeito de saber que eu sou um analista seguro para aqueles que acompanham o programa. Eu realmente não gosto de vocês, como vocês sabem, mas eu entendo a cabeça de vocês. A única coisa é que você é muito mais ignorante do que você pensa do que os outros acham.
Porque, por exemplo, marxismo você não leu nada. Nada, zero, zero, zero, zero, né? É de uma idiotia supina a respeito. Agora, que você combinou tudo com Flávio, põe o vídeo direto, vai. Ontem eu sugeri isso a ele, falei: faça do limão uma limonada, me desautorize publicamente. Caso alguém pergunte, não, não tenha melindre de me desautorizar, diga que eu não tô na sua campanha, diga que discorda de mim, diga o seguinte: que acha que a mulher vota bem e que vota tão bem que vão votar em você.
É um ótimo discurso político. Ai, pode falar mal de mim, me joga na parede, me chama de lagartixa, tá tudo combinado. Claro, porque para ele, como Flávio provavelmente vai perder, para o Paulo Figueiredo, que vive ali da turma que assina o troço dele, que dá dinheiro para ele, que ele é exemplo do Olavo de Carvalho, também pega dinheiro, tal, única coisa que ele leu, não 75 sei mil livros a menos. Então assim, mesmo que o Flávio perca, ele vai continuar lá na boa vida dele.
Ninguém sabe direito nem o que faz, né? Teve lá um lance com a Trump Tower aqui no Brasil, foi preso, etc. Ninguém sabe direito o que faz, mas vai continuar recebendo grana. Olha, estou aqui combatendo o comunismo em defesa do Brasil. Assine se você quer saber o marxismo, feminismo, as mulheres com pelos pubianos. Olha o Beni Carlos, cuidado, elas vão persegui-lo. Cuidado com as Lagos perigosos. E eu, claro, nesse contexto, aproveito para fazer a defesa das mulheres. Sim, ora, eu ia fazer o quê senão a defesa das mulheres? Vai, menino, vem!
O presidente voltou a discursar nessa quinta pelo fim da violência contra as mulheres e afirmou que vai endurecer a pena para quem cometer crime de feminicídio, em meio a esse desgaste do principal adversário dele, Flávio Bolsonaro, com eleitorado feminino. Durante a agenda no Rio Grande do Norte para inauguração do túnel Major Sales na cidade de Luiz Gomes.
Lula disse o seguinte: nós estamos fazendo o pacto contra a violência contra a mulher, o pacto contra o feminicídio, e nós vamos endurecer. O cidadão que bater na mulher, ele vai ter que ser punido, vai ter que utilizar tornozeleira, e se a mulher quiser, não vai nem encostar perto da mulher. E aumentar a pena para quem mata mulher. Nós vamos só existimos porque nascemos de uma mulher. Então, se elas colocaram nós no mundo, nós precisamos aprender a respeitá-la, igual você respeita sua mãe, igual você respeita sua irmã.
É preciso respeitar, é respeitar, e nada de violência, porque a gente vai efetivamente levar muito a sério. E a Janja tá responsável por isso no governo, no PAC, tá o Supremo Tribunal Federal, tá o Senado e a Câmara. Bom, esperavam que ele dissesse o quê? Tem mais um videozinho, é isso? Rapidamente. As mulheres, pelo amor de Deus, todas as oportunidades que vocês tiverem de estudar, estudem, porque para nós homens Uma profissão é uma garantia de estabilidade para nós e para nossa família, de arrumar emprego em qualquer lugar do Brasil.
Mas para as mulheres, a educação é uma coisa a mais, é uma coisa chamada independência. Por que eu falo isso? Porque ninguém pode viver com homem por causa de um prato de comida ou por causa de aluguel.
Essa segunda declaração foi durante um outro evento, uma cerimônia de entregas e de anúncios ligados à Ferrovia Transnordestina, em Quixanã-Mobim, no Ceará.
O Paulo Figueiredo acha que as mulheres votam mais em partidos progressistas porque lhes falta racionalidade, lhes falta marido, etc. Não, é porque os partidos progressistas evidentemente cuidam com mais tenha mais cuidado com a condição feminina, que obviamente ainda padece de igualdade de direitos na prática, embora igualdade exista no papel. É isso aí.
O É Da Coisa.
E o Flávio vai lá para os Estados Unidos para participar da sessão do o escritório de representação comercial dos Estados Unidos. E aí aconselharam: "Vai falar com o seu irmão para tentar botar um pouco de ordem na confusão." Mas será que é ordem? Existe ordem no caos? É ordem que eles querem? Eu acho que não, porque vem cá, essa gente está falando o que realmente pensa. Essa gente está falando o que realmente pensa. O Paulo Figueiredo é o verdadeiro Partido Liberal nesse sentido, é o verdadeiro bolsonarismo.
Quando ele falou: "Olha, o negócio do Bolsonaro, do estupro por merecimento", que ele disse: "Esse é bolsonarismo de verdade", eu concordo com ele. Sabe quem é o falso bolsonarismo? É o Tarcísio, que tenta fazer o bolsonarismo parecer algo palatável, que tenta seduzir jornalistas e colunistas com um suposto bolsonarismo racional. O bolsonarismo mesmo é esse. Ele vai lá falar com Eduardo, Eduardo vai topar? Não, porque Eduardo também já disse que se perder, tudo bem.
Eles querem manter o controle da extrema-direita. Por isso eles estão jogando Michele fora. Ora, vai lá.
Reinaldo, Flávio Bolsonaro fará uma nova viagem aos Estados Unidos na semana que vem. Será a sexta vez no ano que o senador vai ao país. O compromisso mostra novamente a aposta da campanha do senador na aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com o movimento conservador americano. No entanto, segundo o Globo, cresce no entorno de Flávio avaliação de que a campanha precisa voltar parte de seus esforços para o Brasil.
Acelerando a montagem dos palanques estaduais e ampliando a presença justamente nas regiões onde o bolsonarismo historicamente enfrenta maiores dificuldades. Apesar da avaliação, Flávio embarca para Washington e vai se reunir com seu irmão Eduardo Bolsonaro. Ele também vai participar no dia 6 de uma audiência pública promovida pelo Escritório de Comércio Americano sobre aquela proposta de sobretaxa de 25% a produtos brasileiros.
Nós já vamos falar disso. Desculpem, eu estava certo quando dizia Flávio é uma gaveta vazia. O Flávio não pensa nada, o Flávio cuidava do dinheiro da família. E vendia chocolates, vale bem, como ninguém. O Willy Wonka do comércio. Quando tiver o quarto filme a respeito, é ele que vai ser a estrela.
Não quero nem imaginar quem são os Oompa Loompas dele.
Ai, os Minions todos. Loompa, loompa, loompa, mino. Ah, e aí vai lá tentar algum encontro. Ah, vamos ver se a gente organiza essa bagunça. Não vai organizar. Odeiam mulheres. Seres perigosos. Seres insidiosos. Seres demoníacos. Milícia reaça nas redes a Michelle tratada como traidora e feminista.
A crise entre Michele e Flávio provocou uma onda de ataques ao grupo político liderado pela ex-primeira-dama dentro da direita. Informação de um levantamento da consultoria Bytes obtido pelo Globo. Desde 27 de junho, 3 dias após a ex-primeira-dama publicar vídeos em que acusa o enteado de tê-la maltratado, um terço das cerca de 300 mil menções a Michele nas redes trazia críticas a ela. Nos últimos 5 dias, 103 mil posts associavam a mulher de Bolsonaro a nomes afastados do núcleo próximo a Flávio ou simplesmente o atacavam.
Entre as expressões mais utilizadas estão os termos "Michelle Firmo", nome de solteira dela, utilizado inclusive pelo Paulo Figueiredo naquele vídeo, e "Dona Michelle", com ironia, claro. Nos ataques, a ex-primeira-dama também é chamada de "traidora" e de "feminista". O tom crítico também foi adotado contra aliadas da ex-primeira-dama, como as senadoras Damares Alves e Tereza Cristina, e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão.
Não escapa nada. A Damares reclamando que a filha dela indígena, a convocação para empalar a menina. Então estamos experimentando, não tô dizendo bem feito não, que isso é um horror, mas elas estão experimentando o que é o bolsonarismo de verdade. E esse é o de verdade. Aliás, essas críticas a Michele sobrou críticas, sabe para quem também? Para o Tarcísio, cara. "Isso não é o verdadeiro." Eu digo, não é mesmo. Quer dizer, ele é de verdade, mas tenta fingir que não.
E eles não aceitam nem fingimento. Tem que ser ali, coisa pegada mesmo, é isso aí.
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Visit spinquest.com for more details. Têm talentos fenomenais. Eu estava torcendo, claro, né, mas não deu. Mas amanhã continuarei nessa. Portanto, esse craque não estará aqui, mas haverá o Lionel Messi do Ada Coisa. É o Lionel Messi, exatamente. Ele sai um pouco mais velho, um pouco mais acabado, mas de qualquer modo, bom, bom, bom, bom, o Messi, claro. Muito bem, vamos seguir. Ô, Vaibê! Oi! Ô, Carlos! O tal do Ravengate não era só, não era para, não era um fundo exclusivamente criado para receber o dinheiro para o filme?
Eu estou enganado ou foi isso que o Flávio falou para imprensa? Falou. Não estou enganado, foi isso que ele falou para imprensa, mas é mentira. Vai lá.
O fundo Ravengate, que recebeu ao menos 10 milhões de dólares de empresas ligadas a Daniel Vorkard do Banco Master para financiar o filme Dark Horse, Force foi criado para um projeto imobiliário no Texas que não saiu do papel. A informação que veio à tona hoje, em reportagem do Intercept Brasil, mostra essa discrepância entre a versão do Flávio e o que de fato aconteceu. De acordo com o site, o que estava por trás da empreitada imobiliária do fundo era um condomínio numa cidade perto de Dallas, no Texas, cujo projeto era chamado de Haven Gate Community.
Um dos sócios do fundo é Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Aliás, segundo documentos revelados pelo decept, o ex-deputado brasileiro tinha controle sobre os valores destinados por Vorkaro. O projeto Haven Gate Community também prometia green card e retorno de 13% ao ano. O investimento mínimo seria de 1,8 milhão de dólares por pessoa. No entanto, o projeto não saiu do papel.
Reinaldo, aí ficou muito difícil, ficou um negócio meio assim complicado. Vamos fazer o seguinte, vamos fazer, vamos pedir dinheiro para o Vorkaro fazer um filme, se é que foi para o filme, porque aí E espero que a Procuradoria-Geral da República diga que isso tem que ser investigado. Espero que, claro, confiando na imparcialidade do ministro André Mendonça, haja mandado de busca e apreensão contra Flávio, né? Nos Estados Unidos vai ser difícil para Eduardo, que já pega uma mentira.
Flávio Bolsonaro na Globo News dia 14 de maio: não foi para Eduardo Bolsonaro, todos os recursos foram aportados nesse fundo que é específico para a produção desse filme.
Mentira.
E agora eu vou falar da questão da investigação aberta nos Estados Unidos. O Brasil deu uma resposta absurda à investigação que está em curso nos Estados Unidos. Vai ter uma quarta reunião. Até agora não tem acordo, mas que que a gente tem aí? Vai.
O Brasil enviou um documento aos Estados Unidos em que formaliza a resposta oficial do governo à investigação americana que acusa o país de adotar práticas que oneram ou restringem o comércio bilateral. Foi no âmbito dessa investigação que a autoridade comercial da Casa Branca orientou a aplicação de 25% em tarifas ao Brasil. A carta, assinada pelo chanceler Mauro Vieira, foi protocolada ontem à tarde. No texto, o ministro das Relações Internacionais afirmou que as críticas do governo americano ao PIX e a decisões da Justiça brasileira não têm relação com comércio, mas com divergências sobre políticas internas.
Um trecho diz o seguinte: As manifestações anteriores do Brasil demonstraram que os Estados Unidos e o Brasil mantêm uma relação comercial sólida e cada vez mais benéfica, incluindo superávit comercial de bens dos Estados Unidos com o Brasil em 2024. Essas manifestações também estabeleceram que na prática a estrutura tarifária aplicada pelo Brasil já é altamente favorável às exportações norte-americanas.
E se vocês vão ver que o Flávio se inscreveu, vocês vão ver o que o Flávio prometeu para os Estados Unidos. É uma vergonha, é uma vergonha. Sem limites, né? Não teve acordo. E só para lembrar os pontos dos Estados Unidos: comércio digital, PIX, eles continuam com isso. E o Flávio prometeu sim mexer no PIX, vocês vão ver. Tarifas preferenciais, tarifas preferenciais, cada país estabelece com aqueles com quem se relaciona uma política tarifária buscando a equanimidade máxima possível.
Com os Estados Unidos, sim, o Brasil inclusive é deficitário Brasil, né? Dos 10 produtos que entram dos Estados Unidos no Brasil, 8 não tem tarifa, tarifa zero. Aí, combate à corrupção. Quem fragilizou o combate à corrupção nos Estados Unidos foi o Trump. Já expliquei aqui, tinha uma lei lá, não, vamos punir empresários americanos que corrompam governos estrangeiros. O Trump suspendeu a lei, disse isso nos prejudica. Quando a lei voltou, só pune se ameaçar segurança nacional, senão não.
Pressão, né? A questão do desmatamento ilegal, Trump, ah, ele virou agora ecologista. Isso é uma pressão do setor agropecuário dos Estados Unidos, uma pressão de natureza protecionista, né? Mas atenção, vocês vão ver o que o Flávio prometeu. É inacreditável, é inacreditável. Além daquela, lembra da história que ele criar o grupo de transição, governo transição, ficaria à disposição dos Estados Unidos. Além disso tem mais, e o troço é absolutamente pavoroso e absurdo, como a gente vai ver aqui.
Daqui a pouquinho. O É da Coisa. Muito bem, governo Lula diz soberania não está em negociação na conversa com os Estados Unidos. Ainda bem, vamos lá.
Reinaldo, após reunião com o representante de comércio dos Estados Unidos, Jameson Greer, o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Dias Rosa, defendeu que a soberania nacional é um tema que não está em negociação. Negociação. O membro da Esplanada afirmou o seguinte ao O Globo: "O presidente Lula disse: 'Não saia da mesa de negociação', até para dizer e reforçar que há temas que não estão em negociação e jamais estarão, como, por exemplo, a soberania brasileira." O ministro questionou o que chamou de atuação de "oportunistas" e "falsários", sem fazer uma menção direta ao bolsonarismo.
Vamos ao que ele disse: "Essas pessoas sempre dificultam muito o trabalho, não porque são capazes de causar algum alvoroço, mas porque poluem o debate político Político ou colocam num debate que é econômico, comercial, um componente político que não deveria estar ali. Não cabe na mesa de negociação de economia, de comércio bilateral, questões ideológicas eleitoreiras, pessoalmente oportunistas. Isso não tem cabimento. Fecha aspas.
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Visit spinquest.com for more details. Bom, eleitoreiras, e nós vamos ver antinacionais. Eu nunca, nunca não me lembro de nada parecido com o que vocês vão ouvir daqui a pouco. É isso aí. O ré da coisa. O Flávio vai aos Estados Unidos falar lá no escritório de representação comercial pedindo para não taxar o Brasil, dizendo que se os Estados Unidos taxarem o Brasil, isso vai ser bom para o Lula. Ele repete, atenção, o raciocínio é o seguinte: Trump, se você for punir o Brasil, espera primeiro Lula ser eleito.
Se eu for eleito, não. Se o Lula for eleito, sim. É isso que tá no documento. Quando você interpreta o que tá lá, é isso. E atenção, e não há nenhuma novidade nisso, porque foi rigorosamente o que Eduardo falou na entrevista que ele deu à TMC no dia 3 de junho. Coloca entrevista direto aí, vai.
Nós fizemos um pedido aos americanos para que qualquer tipo de tarifa, né, ou retaliação nesse sentido comercial, que ela demorasse, que ela esperasse pelo menos até a eleição desse ano.
Porque se o Flávio Bolsonaro for eleito, teremos outra diretriz do governo federal.
E esse foi o pedido que nós fizemos. Agora, os Estados Unidos, né, tem mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos. Aqui é o Zelle. Então dá para você ir para uma mesa de negociação com os americanos com bons argumentos. Dá para você sentar, dá para negociar. Eles têm interesses onde as nossas economias se complementam, como por exemplo terras raras, né, manganês, que os Estados Unidos importa 100% do manganês e o Brasil é um grande produtor de manganês.
Dá para a gente conversar e botar na mesa isso daí e tentar segurar um ímpeto de retaliação contra qualquer meio que a gente utiliza aqui de pagamento.
Entende? E aí, o que é inacreditável, o Flávio fala, promete aos Estados Unidos, se eleito, o fim, o Brasil sair do Mercosul, sair do Mercosul. O Mercosul fez um acordo com a União Europeia. O Brasil sair do Mercosul, o Brasil facilitar a vida dos cartões de crédito dos Estados Unidos. E quanto ao Pix, sim, o Pix garantimos que o Pix não— Pix é imexível, tal, mas o Pix não vai fugir, vale o bem do mundo ocidental, tá? Não, nada de China e não sei o quê.
E atenção, É, mesmo assim, Flávio propôs reduzir a carga regulatória e tributária de cartões de crédito, a 14A, aí, meninos. Sim, mercado dominado pelas empresas americanas Visa e Mastercard. Leiam o que está em negrito, por favor, vai.
Ele diz: instrumentos de pagamento privado carregam hoje um ônus regulatório e tributário que suprime a concorrência em vez de fomentá-la. Reduzir esse ônus ampliaria a escolha do consumidor, reduziria o custo das trocas voluntárias e apoiaria o crescimento econômico.
Flávio, você aproveita, tenta andar sobre duas pernas só para ver se eventualmente pode ser interessante ver o mundo de uma outra perspectiva. Alguma dúvida de que essa gente tá negociando soberania? Não é uma questão partidária, não é uma questão eleitoral. Isso está no documento. Isso está no documento. Vocês querem taxar o Brasil? Espera eleição. Se o Lula ganhar, vocês taxam. Bom, mas quem vai ser prejudicado? Lula? É o povo.
Então aí é uma chantagem com o povo. Ó, se você votar nele, pode ser taxado. Deixa, propõe os Estados Unidos que eles regulem o alcance do Pix. E claro, desde sempre quem tá de olho no Pix, os cartões de crédito. Não é teoria conspiratória, é fato. E sair do Mercosul, ficar ainda mais dependente dos Estados Unidos, eu tenho vergonha até de olhar para a cara de vocês, né? É isso. Oi, é da coisa. Muito bem, estamos de volta nas redes sociais. E onde mais, Wally Beni?
Também temos transmissão na LG Channels, tem também no TCL Channels. Você pode acompanhar a gente de muitas formas no BandNewsTV.
E tem uma outra ainda, Samsung, o quê?
Não, em breve na Samsung TV Plus.
Ah, em breve na Samsung TV Plus, dando spoiler aqui. E desde sempre, onde "O Léo Messi na caverna do mundo". Exatamente. Que arranca a cabeça dos mentirosos e dos hipócritas. É, a gente tem senso de justiça lá, viu, Carlos? É bom que você saiba. Cuidado ao pisar em dois quais. Depois de tudo que... Vamos lá, o Flávio Bolsonaro propôs isso, né? Essa gente gloriosa. Fim do Mercosul para agradar os Estados Unidos. Facilitar a vida dos cartões de crédito aos Estados Unidos.
Limitar o alcance do Pix para agradar os Estados Unidos. Dar as terras raras brasileiras para os Estados Unidos. Eu não sei mais o que ele está disposto a dar para os Estados Unidos, mas uma coisa eu vou dizer para você, Carlinhos, ou vale o bem, Ele não dará ao povo brasileiro. Se for coisa dele, ele que dê. Mas o povo brasileiro, não. Gente, resta o Lula fazer o discurso da soberania. Bom, eu já estou fazendo. O que eu vou fazer?
Prometer para o Trump o fim do Mercosul? Assim? Nós vamos sair do Mercosul? É isso mesmo? É espantoso. Vamos lá, Reinaldo.
O presidente Lula se manifestou hoje à tarde pelas redes sociais sobre a carta enviada por Flávio Bolsonaro ao governo dos Estados Unidos, na qual o senador diz que um eventual novo tarifaço americano contra o Brasil beneficiará o atual chefe do Planalto. Lula então afirmou o seguinte na publicação. Quer que eu leia tudo ou só que tá em amarelo, Reinaldo?
Só que tá amarelo, querido.
Abre aspas para Lula: é inaceitável que a família Bolsonaro, com seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados aos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano. Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois.
O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro, que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros. Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América China e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia é outro ataque ao interesse do povo brasileiro. Como se não bastasse, querem entregar o PIX a interesses estrangeiros. Não vão conseguir. Fecha aspas.
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É, veja só, isso daqui, isso que o Lula tá falando não é uma interpretação, hein. Isso está no documento. Está no documento. Eu vou insistir, qualquer estudioso do golpe militar de 64, eu não me considero nessa condição de um estudioso, mas eu li bastante a respeito. Eu li bastante a respeito sobre um monte de coisa, algumas até eu duvido que tenha lido, mas li. Não houve nada assim. Desse modo? Colocando no papel tudo o que nós vamos fazer, senhor?
Tudo o que nós vamos fazer, nhonho? Nunca. É a primeira vez. Eu nunca vi nada tão vergonhoso. Porque aqui eu acho que não é mais só entreguismo, não. Questão ideológica. Isso tudo rende muito. Quanto vocês acham que rende negociar terras, entregar terras raras no Brasil? Quanto vocês acham que rende entregar o PIX do Brasil, que movimenta em mês ruim mais de 1 trilhão, em mês bom 3 trilhões? 450 bilhões só em compras de pessoas físicas em lojas, etc., entre loja física e virtual.
Quando vocês acham que isso tudo vale? Descobrir uma mina de ouro? A coisa, o jogo é pesado, o jogo é pesado. E como cara de pau não falta, não é que o Flávio fala do caso master no texto falando escândalo. O escândalo do Master é descrito como maior fraude bancária da história do país. A investigação revelou uma rede de proximidade entre o controlador do banco e o governo. Valeu, Beni. É, não sabia. O Flávio, que que você quer mesmo do Volcar? Conta aí, vai, naquele áudio, como é que é, irmão?
Preferi te mandar o áudio aqui para você ouvir com calma. Bom, aqui a gente tá passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida, né? Não sei como é que vai ser daqui para frente, mas isso tudo vai acabar, mas tá na mão de Deus aí. E você também, eu sei que você tá passando por um momento dificílimo aí também, essa confusão toda, não é? Se você sem saber exatamente como é que vai caminhar isso tudo. E apesar de você ter dado liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá?
Mas Enfim, é porque tá no momento, se tiver um pouquinho da música, a gente ainda põe um pouquinho da música. É, atenção, é espantoso. Eu sei lá se esse troço prospera, não sei se vai ganhar eleição, mas eu sei que se ganha, ganha a fraude histórica inclusive. E o Figueiredo, né, pro velho da ditadura, ele vai falar também, ele vai pedir inclusive Leibniz, que agora ele vai pedir de volta da Lei Magnitsky para o Alexandre e também para o Gilmar Mendes.
O comentarista solicita respeitosamente que o representante comercial suspenda a ação proposta e reavalie, considerando isso sobre o Brasil, né? E aí pede: manifestei-me na condição de vítima e disse que Alexandre e Gilmar são responsáveis pelas condutas mais graves do relatório do STF. Não sei o quê, o que é mentira também, porque tudo ação protecionista disfarçada de questão comercial, entende? E ainda no campo das mulheres, nós temos duas notícias interessantes aí. São o quê?
Vai, Reinaldo. Pele Mulher publicou ainda ontem em sua página no Instagram uma série de fotos de integrantes da equipe com uma imagem de Michele Bolsonaro feita de papelão em tamanho real. Ela deixou a presidência do núcleo na última terça após um acordo fechado com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Com a legenda "Alegria de ter uma líder de verdade", o núcleo feminino do PL postou a fotografia como um gesto de apoio momentos após Michele anunciar a saída da presidência do PL Mulher.
E agora tem um grupo de mulheres conservadoras que está cansada da cafajestagem.
Sim, um grupo de mulheres de direita se articula para buscar justiça americana contra bolsonaristas que estão nos Estados Unidos, informação da Globo News. Segundo o canal, um dos alvos é o influenciador Alando Santos. O grupo, formado por mulheres conservadoras que atuam na política, entende que esses nomes do bolsonarismo estão disseminando ataques nas redes sociais contra políticas ou mulheres que se posicionaram publicamente sobre temas sociais.
Bom, então tem que ir para cima do Paulo Figueiredo, e do que, segundo ele, atua em parceria com o próprio Flávio. Não é mesmo? E para encerrar, porque eu só volto na segunda-feira, o Davi Alcolumbre diz que vai atuar para que o fim da 6 por 1 seja votado só depois da eleição. Tem antilulista que tá achando: é isso aí, Alcolumbre, ainda bem que encontramos o interlocutor. Que que eu posso fazer, vale o bem? Eu estou aqui para dar dicas de livros, para dar dicas para ensinar a pensar política, independentemente também do meu gosto, embora eu tenha meu gosto.
Ora, será que a 6 por 1 já votada tem mais peso ou menos peso de um fim da 6 por 1 a ser votada numa campanha eleitoral? Olha, o Beni Carlos, a resposta é óbvia. Mas se vocês acham, na verdade, o Alcolumbre Ele fazendo isso, ele vira sem querer e a despeito de si mesmo, malgrado aquilo que faz, vira um aliado, né, do fim da 6 por 1 e vira um aliado de uma pauta eleitoral que o Lula vai levar. Porque aí ainda não terá sido votado, Lula vai defender e os outros vão atacar.
Eu não posso fazer nada se as pessoas não entendem algumas zorra nenhuma de política. E ficam contentinhas com aquilo que é, na verdade, um tiro no pé. Eu sei que tiro no meu pé não dou. Até segunda. Beijos. Tchau.
Dá o Jerimum, dá muito mamão, pé de jacaranda, eu posso vender. Quanto quer pagar? Algum mosquito, chapéu de sol, bastante água fresca. Tem surubim, tem isca-branço. Mas nem tem que pescar, eu posso vender. Quanto vai pagar? O que eu tenho eu devo a Deus. Meu céu, meu mar, foram os olhos do meu bem e os filhos meus. Se alguém pensar que vai levar, eu posso vender. Quando vai pagar? Os diamantes rolam no chão. What a poeira! Muita mulher pra passar sabão, pra pular, pra cheirar.
Eu posso entender quanto você dá Sou feliz e devo a Deus meu Éden tropical, orgulho dos meus pais e dos filhos meus. Ninguém me tira nem pro mar, mas posso vender. Deixa algum sinal, mas posso vender. Deixa algum sinal Más posso vender?
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