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O É da Coisa de 31/03/2026, com Reinaldo Azevedo: Alckmin vice; golpe: 62 anos; eleitor não é doente

31 de março de 20261h21min
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Participantes neste episódio4
R

Reinaldo Azevedo

HostJornalista
A

Arthur Covre

Convidado
B

Beni

Convidado
H

Hugo Gonçalves

Convidado
Assuntos5
  • Aniversário do golpe militargolpe militar de 1964 · anistia e punição
  • Geraldo Alckmin Vice-Presidente
  • Atuação de Lucia na políticaFlávio Bolsonaro e EUA · interferência nas eleições
  • Crime Organizadoconvocações de ex-governadores · quebra de sigilo bancário
  • Comunicação Governamental
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivólio e Arthur Covre. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!

Vivo encantado de amor, inebriado em você, suave veneno que pode curar ou matar, sem querer por querer, essa paixão tão intensa.

Sinto no ar que respiro os suspiros de amor. Com você, suave veneno você, que soube impregnar. Até a luz de outros olhos que busquem nas noites pra me consolar. Se eu me curar desse amor.

Não volto a te procurar. E tudo mudou. Que eu pude me libertar. Apenas te peço um favor. Não lance nos meus. Esses olhos de má. E eu desisto de adeus. Pra me envenenar.

Suave veneno você, que soube impregnar, até a luz de outros olhos, que busquem nas noites pra me consolar. Se eu me curar desse amor, não vou lá te procurar. Minto que tudo mudou.

Apenas te peço um favor, não ensino os meus, esses olhos de máfia.

Pra mim venenar.

Aí eu falei pro Wally Bane, ah Wally Bane, será que eu pego uma música que tematiza, como eu já vou tratar disso, eu falei, não, vamos pegar uma música de amor rasgado, como eu tinha combinado, Suave e Veneno, do Cristóvão Bastos, do Aldir Blanc, a música de 1999.

Nana Caymmi, numa interpretação absolutamente primorosa, vivo encantado de amor inebriado em você, suave veneno que pode curar ou matar sem querer por querer, porque assim é o amor. Desde Camões, amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. E vai e conclui lá, mas como causar pode seu favor nos corações humanos? Amizade, se tão contrário a si, é o mesmo amor.

E aqui, suave veneno que pode curar ou matar. Aí largo, me arrependo. Mas vou largar, mas apenas te peço favor, não lance nos meus esses olhos de mar que eu desisto da Deus para me envenenar.

Sensacional. As verdadeiras questões individuais mesmo são essas. Agora, a gente vive em sociedade, a gente vive na polis, existe a política. E a gente tem que tratar dela, porque muitas das decisões que também interferem na felicidade humana dizem respeito às questões políticas. É por isso que a gente trata delas aqui, mas não só.

porque o resto da vida continua a existir. Tem muita coisa, fica aí. Eu, hoje até vou falar desse livro aqui para você. Eu falei uma vez, A Porofobia. O que a gente faz com os pobres? Manda tudo para o sanatório?

Fica aí. Golpe, etc. CPI.

Mas vamos começar. Lula confirma Alckmin como vice na disputa presidencial, o Voibene. O Arthur, o Reinaldão falou que não fazia nem sentido esse debate. Lembra disso que eu falei aqui? Lembro. Falei, está na categoria das coisas que nem erradas estão. Por que substituir? Esse debate nunca fez sentido. Mas agora está confirmado.

O presidente Lula reuniu hoje ministros do governo para a última reunião ministerial antes da profunda mudança na esplanada. Diversos integrantes da gestão vão deixar os cargos para disputar a eleição deste ano. Durante o encontro no Palácio do Planalto, Lula agradeceu a equipe ministerial e confirmou que o vice-presidente, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, será novamente seu companheiro de chapa na disputa à reeleição.

Tenho orgulho do trabalho e da seriedade com que vocês trabalharam esses três anos e quatro meses. E quero dizer para vocês que no final desse nosso mandato, a gente vai poder mostrar a diferença que vai ser mostrada agora pelo Rui Costa e que vai ser mostrada pelo companheiro Dario, o novo ministro da Fazenda, essa figura simpática aqui, muito simpática.

O companheiro Alckmin, que vai ter que deixar o Midic. Ele vai ter que deixar, porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez. E ele vai deixar o Midic. E na hora eu não lembrei o sobrenome Durga, porque não é um sobrenome Silva, como é o do Reinaldo Azevedo, e o meu também, que é Silva. Eles têm Silva.

é Durigan e eu falei o companheiro Dario que ama essa figura simpática

Não, não é o ministro de improviso. Estava como secretário executivo do Haddad e, portanto, era esperado que permanecesse. Olha, veja, a questão aí do Alckmin, vamos ser breves nessa coisa, não havia nenhuma razão para substituir, seja porque ele encarna uma ideia de moderação, que eu nem acho, eu falo isso, mas sem considerar o Lula este presidente radical, porque ele não é radical, radical em quê?

radical, ou até radical, tem raiz, sectário, mas o Alckmin tem tido um papel importante, teve nas negociações todas com os Estados Unidos e também no ministério dele. Ele é um ministro muito operoso e é uma pessoa fiel ao presidente, fiel politicamente.

Isso não é assim tão simples. A política é um dos lugares do exercício da vaidade. E eu, Voibene, todo mundo sabe, já falei aqui 500 vezes, eu não tenho nada contra a gente vaidosa desde que a vaidade tenha lastro.

E, se possível, lustro. Estou sendo fundamentado, um pouco vaidoso, todo mundo é. Eu não regulo muito por aí. A questão é saber se é eficiente ou não é. O problema, muitas vezes, de muito vaidoso é que o cara é vaidoso para esconder incompetência. Eu já cruzei muitos assim.

na minha vida profissional, nesses meus 64 anos muito bem vividos, Volio Bênis sempre diz, não parece reivar, Volio Bênis. Não, tem. Às vezes o cara é vaidoso, mal criado.

maldoso, mal criado, incompetente, é uma mistura explosiva. Se botar um pouco de inveja, de ciúme, nossa senhora, e quando é homem, então é pior. Você sabe que essa frase é minha, né? Ciúme de homem é uma coisa muito... Tem muita gente que é porrenta, gritenta, porque é incompetente. A competência, no geral, é lhana. É suave.

gente que faz muito escarcel geralmente não sabe o que faz e tenta transferir para os outros o Alckmin não é essa pessoa definitivamente não nesses três anos e tanto três anos e quatro meses de governo três anos e três meses encerrados né

Alguém se lembra de alguma crise que tenha começado com o Alckmin? Alguém se lembra de alguma fofoca que tenha começado com o Alckmin? Alguém se lembra de algum off que o Alckmin deu? Alguém se lembra assim, vai bem? Arthur? Sim. Aquela fórmula que eu adoro, que eu tenho preguiça quando eu leio. Nossa senhora. Alckmin comentou com interlocutores...

Vocês já viram? O senhor vice, o senhor não diz nada com interlocutores, não é mesmo? Tudo o que o senhor tem que dizer parece que o senhor diz ao presidente. Exatamente, linha direta, Reinaldo. Isso, entende? Vai lá, conversa. Não tem isso. Portanto, é o vice ideal.

Ah, não, mas aí tentou, ah, por que não do MDB? Ah, por que não sei o quê? Ah, por que não? Um tem ainda um cara, o presidente do PT aqui de São Paulo, o vice-ideal seria o Kassab. Tinha essa notícia, eu falei, ah, nem vou dar isso. Ai, que preguiça. Que preguiça que eu tenho dessas coisas. O Kassab lançando o caiado.

Aqui próximo do Tarcísio, tudo bem, ele tem três ministérios, mas agora nessa, recebendo o Carlos Viana da CPMI, ah não, porque é um partido importante, não é, mas... E sem contar que em política a ideia de traição é sempre péssima. Então, queridos, é a boa resposta, é a boa solução.

Vamos para a política. Lula cobra que se mostre subordinação, segundo ele, de Flávia aos Estados Unidos. Agora, se não for subordinação, pelo menos parecido é. Veja, as pessoas falam as coisas...

Isso submete às reações. Se isso vai ser importante, se não vai ser importante na disputa eleitoral, é o que a gente vai ver. Agora, o fato é, o Flávio saiu aqui do Brasil, foi para o tal do CEPAC, que é o encontro dos reacionários do mundo, e falou coisas.

que certamente estarão presentes na disputa eleitoral. Porque, afinal de contas, o Lula vai disputar a eleição com o Flávio. Teremos Lula, Flávio nos debates e mais um verdadeiro mosteiro de Padres Kelmans.

Ah, vamos lá, vai. Reinaldo, o presidente Lula afirmou hoje que, se eleito, Flávio Bolsonaro irá entregar o Brasil aos Estados Unidos. A declaração foi dada no discurso de encerramento da reunião no Planalto com a equipe ministerial. Esse trecho não foi transmitido à imprensa. Segundo pessoas que acompanharam o encontro, Lula defendeu a soberania nacional e voltou a chamar o senador de traidor da pátria.

O presidente criticou a recente viagem de Flávio aos Estados Unidos para participar da CEPAC, a maior conferência internacional da extrema-direita. Lula afirmou que, em um eventual governo de Flávio, até mesmo minerais críticos seriam entregues aos americanos e que a população brasileira precisa saber da ameaça do entreguismo. Lula também pediu aos ministros que atuem contra essa ameaça e pediu que os auxiliares sejam sua voz, pernas e braços nos Estados.

Olha, evidentemente o Lula está fazendo a leitura, o Lula é um político, vai disputar com o Flávio, eles estão empatados, e não ia dizer que o Flávio é um grande patriota, nem o contrário aconteceria, isso é do jogo político. As opiniões que o Lula tem sobre o Flávio, são as opiniões que o Lula tem sobre o Flávio. A mim, que analiso...

Me interessam as coisas que o Flávio, ele próprio, disse. Se eu não for transparente com você, não adianta fazer esse programa. Não adianta fazer nada. Todo mundo sabe que eu não partilho das convicções, não compartilho as convicções da família Bolsonaro.

Agora, que o Flávio disse coisas complicadas nos Estados Unidos, disse. Nós destacamos aqui, é preciso lembrar, porque você precisa do contexto. Agora, você pode ouvir isso que você vai ouvir, alguns vão ouvir de novo, e falar assim, eu não acho que isso tem a menor importância. E eu acho que tem, mas você pode achar que não tem.

O juízo, o que eu penso disso, vou dizer, o juízo que você vai fazer é seu. Sim, o Flávio se referiu às terras raras. O que são as terras raras? São lugares onde se tiram minerais importantes que hoje servem a nanotecnologia. Fazer chips, etc.

A China tem 44% dessas reservas. O Brasil tem 22%, é o segundo país. Nós podemos ter duas posturas básicas em relação a isso. Diz para os americanos, venham cá, explore, etc. O nosso negócio com vocês. Ou a gente busca financiamento, a gente explora.

em parceria e, portanto, vende as coisas processadas, ganha tecnologia. Agora, o Flávio fez um raciocínio que, se ele não comparecer ao debate para corrigir, é, de fato, enxergar o Brasil como um quintal estendido.

dos Estados Unidos. Vamos ouvir o que ele falou. O Brasil vai ser o campo de batalha no qual o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução para os Estados Unidos se livrarem da dependência dos minerais críticos, especialmente das terras raras da China. Sem eles, a revolução tecnológica dos Estados Unidos fica estagnada.

e a segurança nacional se torna vulnerável. E quando os Estados Unidos se tornam vulneráveis, todo mundo livre se torna vulnerável. Brasil e Estados Unidos foram feitos um para o outro. Compartilhamos os mesmos valores judaico-cristãos e cada um tem aquilo de que o outro precisa. A América precisa de cadeias de suprimentos seguras para materiais críticos, um parceiro confiável no hemisfério e um mercado massivo para bens e serviços americanos.

Como vocês veem, o ponto de ancoragem do argumento, o ponto em que o argumento dele se ancora, se fixa, são os interesses dos Estados Unidos. E aí vem essa besteira.

Os valores judaico-cristãos. Nossa, o Reinaldo chamou os valores judaico-cristãos de besteira. Não vem encher o meu saco com isso, porque boa parte dos que falam de Bíblia não leram. Eu li. De resto, católico. Hum?

E nem gosto muito dessa expressão judaico-cristã, porque a única coisa que faz sentido do judaico-cristão é que Cristo era judeu. Porque são coisas bem diferentes. O Novo Testamento é uma...

O Novo Testamento contradiz o velho, mas infinitas vezes. É preciso ser um tanto ignorante para ficar falando essas coisas assim. Um tanto não, muito. Melhor, pior, diferentes. A China não é judaico-cristã. Nós não queremos a parceria com a China? Nós vamos buscar as parcerias judaico-cristãs?

O que o Flávio foi fazer na sua expedição ao Oriente Médio, foi atrás dos valores judaico-cristãos? Quando o Bolsonaro ganhou os relógios, o colar do Bin Salman, disse assim, que beleza, ganhei esse relógio aqui desse líder judaico-cristão. O Bin Salman, o Bin Salmão.

A China não serve para nós? Porque ela não é judaico-cristã? Isso é uma tolice. Que serve para enganar trouxa com a devida vênia. Agora, queridos, não acredito nisso que você está falando. Quero ficar e achar que ele falou a coisa certa. Está tudo certo. Você acha que eu vou fazer o quê? Vou chorar?

que tem a subordinação, tem. E mais, num país incapaz de fazer eleições transparentes como os Estados Unidos, incapaz, que viu o seu Capitólio também ser invadido, em razão da maluquice de um líder que não aceitava a derrota,

em eleições um tanto amalucadas do ponto de vista técnico, ele colocou em dúvida o sistema eleitoral brasileiro como se o Brasil precisasse de supervisão. Uma coisa é o Brasil chamar observadores internacionais e chama todo ano e faz muito bem para acompanhar o seu processo. Outra, diferente...

Este país que tem eleições realmente auditadas e auditáveis, ser colocado numa posição inferior àquele em que as eleições não têm como ser auditadas. Até porque cada estado faz a sua própria bagunça. Isso não é uma opinião.

Isso não é um gosto. Gosto é outra coisa, Valbeni. Reinaldo quer comer salmão todo dia. Saco, isso é um gosto. Com verdura cozida, olha, Valbeni, que pessoa estranha. Isso é um gosto. Qual? Mostarda, bem amarga. Isso que eu estou passando é informação.

Contesta, diz, não, não é, imagina, a eleição deles é um sistema rigorosíssimo. E ele botou o Brasil numa posição de subordinação. Coloca aí, vai.

Vamos acompanhar o vídeo. Meu apelo aqui, não só aos Estados Unidos, mas a todo mundo livre, é esse. Observem as eleições do Brasil com enorme atenção. Entendam o nosso processo, monitorem a liberdade de expressão do nosso povo e apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem corretamente.

E não para fazer como a administração Biden, que interferiu em nossas eleições para instalar um socialista que odeia a América. É para aplicar pressão diplomática por eleições livres e justas, baseadas em valores de origem americana. É uma boa mudança de política externa para a região, certo?

pressionar o sistema eleitoral brasileiro com base nos valores dos Estados Unidos? Vamos fazer também eleição para o colégio estadual dos estados aqui? Vamos fazer eleição direta? Distritão? As pessoas falam as coisas...

E eu trago as coisas que elas falam. Ah, isso não vai adiantar nada, vai ganhar. Eu não sei quem vai ganhar, querido. Meu problema não é esse. Eu sempre disse que o Flávio seria competitivo. Se eu tivesse enganado alguém aqui desde o começo, falava, ah, não liga não, imagina, vai se dar mal. Nunca, falei. Nunca, falei. Torce para ele? Claro que não.

Não, porque ele falou lá nos Estados Unidos que se ele não ganhar não serve. Eleição legítima é só que ele ganha. Como é que eu vou endossar isso? Eduardo volta a esticar a corda. Será que ele quer o pai na cadeia? Eu falei isso aqui. Aí é complicado.

Aí é complicado. A gente lembra aquele vídeo dele com o pai dele. Ah, está aqui, tal, para o Bolsonaro. Sabendo que o pai está proibido o item 7 a 9 das medidas cautelares, de usar celular, etc, então nas redes.

O Alexandre pediu uma manifestação, depois a B, vocês não precisam ler, o Alexandre pediu uma manifestação à PGR, dizendo, escuta, é preciso que a PGR se manifeste. Isso caracteriza a quebra das medidas cautelares ou não? Porque se caracterizar a quebra das medidas cautelares, desrespeito às medidas cautelares, o Bolsonaro volta para a papudinha.

E eu acho que de algum modo é o que muita gente quer. Porque eleitoralmente rende mais. A Michelle já veio a público dizer não foi isso, o vídeo não chegou a ele, não entreguei.

Até porque a Michelle, coloca já o vídeo da Michelle aí, nós já vamos voltar para aí. Coloca o vídeo da Michelle, vamos lembrar o que a Michelle disse sobre o modo como ela está tratando a domiciliar do marido dela. Fala, Michelle.

Gente, políticas é por enquanto, tá? Eu estou ainda de licença e estou aqui para cuidar dele. E assim, a minha prioridade sempre vai ser o meu marido e as minhas filhas. Então se eu tiver que renunciar a qualquer coisa pela minha família, que essa é a minha prioridade, eu renuncio.

E ele, vai tratar de política nesse período? Não creio, creio que não. Vamos viver um dia de cada vez, amado. Tudo que eu puder fazer, tudo que estiver ao meu alcance, eu farei. E o bônus é de todos aqueles que foram até o STF, até o ministro Alexandre de Moraes, interceder por essa prisão domiciliar. Não tem uma pessoa que tirou o Bolsonaro do batalhão.

São várias pessoas. Todos aqueles que intercederam em oração e que intercederam pessoalmente junto ao ministro de Alonso de Moraes. A minha agenda agora é casa. Essa quer o marido em casa mesmo. Para cuidar dele. Agora, o Eduardo, que sugeriu que ele estava gravando um vídeo para o pai dele desrespeitando a medida cautelar,

Ele se manifestou. Vamos para as aspas aí. Pode ler tudo aí, vai. Numa publicação nas redes sociais, ele disse se a minha atividade política for pautada pelo humor e ameaças do tirano da ocasião, então eu não seria nada mais do que uma marionete de seus caprichos. Nossa família... Para só um pouco, vai, Beni. Vai, vai. Para um pouco. Não, não, não, Eduardo. Não.

Você pode não gostar dele, você pode pensar o que você quiser, mas ele é juiz dessa causa. Quando existe um juiz numa causa, não se trata de capricho ou não. Seria como quando o Sérgio Moro, sendo quem era, e agora sabemos quem é com mais clareza, eu sempre soube. Quando ele decretou a prisão do Lula, o que o Lula fez?

Não vou me submeter aos caprichos do muro? O que ele fez, vai bem? O que ele fez, Arthur? Foi para a cadeia. Só vale decisão de juiz com o qual você concorda, do qual você gosta? Como é que é isso? Vamos seguir, vai.

Nossa família não arriscou tudo para se submeter a Alexandre de Moraes. Não há bajulação que amenize o apetite dele. Se ele estiver disposto a cometer uma ilegalidade contra meu pai e nossa família, ele cometerá, se puder. Nada que eu faça ou deixe de fazer mudará isso. Se ele não cometer a ilegalidade, não é porque eu fui um bom moço com ele, mas porque as circunstâncias reais não permitiram que ele cometesse uma ilegalidade. Olha, esse é um raciocínio muito complicado. É um raciocínio complexo.

Ele é o único da família capaz de fazer raciocínios complexos. Complexo e ruim. Porque ele está dizendo, eu posso cometer a ilegalidade que eu quiser, não depende das ilegalidades que eu cometa, porque ele é mau. Se ele é mau, eu posso fazer o que eu bem entendo. Mas quem determinou? Eu.

Ele vira o juiz absoluto. Ele é um político, mas ele vira o juiz absoluto de si mesmo. Com essa retórica inflamada. A gente ser juiz absoluto da simpatia da gente, como o que é o Fernando Pessoa, Voibene e Arthur, é um direito.

O rei absoluto, na verdade, como eu sou rei absoluto da minha simpatia, basta que ela exista para que tenha razão de ser. E eu acredito muito nisso. Eu sou rei absoluto da minha simpatia, eu gosto, não gosto? Agora, não se trata disso. Nós estamos falando de questões públicas aqui. E aí, decisão de juiz ele chama de capricho.

Hum, vamos lá. Qualquer um que diga que precisamos nos adequar aos caprichos do Alexandre para ele não piorar a situação do meu pai não tem a menor noção de como funciona a mente de um psicopata ou faz por conveniência para tentar denegrir minha imagem. Isso. Pois é. E o Moraes agora tem a questão do depoimento do... Eduardo.

do Eduardo, né? O item C aí. Vamos lá. O ministro Alexandre de Moraes marcou para 14 de abril o interrogatório de Eduardo Bolsonaro no processo em que ele é investigado no STF. O ex-deputado federal será ouvido por videoconferência. O filho 03 de Jair Bolsonaro é alvo de uma ação penal em que é réu por coação no curso do processo. Ele é acusado de tentar interferir e influenciar fora do país no julgamento da trama golpista que condenou Jair Bolsonaro. A pena pode ser de um a quatro anos de prisão.

O ex-parlamentar mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado e não retornou ao Brasil desde então. Como está fora do país, ele teve um mandato na Câmara caçado por faltas e responde a processo administrativo na Polícia Federal, na qual ele é escrivão concursado. Eu já disse aqui, até outro dia eu contei para vocês, eu falei assim, um amigo falou assim, nossa, eu acho que às vezes você superestima a inteligência do Eduardo. Não.

Não superestimo, não. Eu acho que burro é achar que ele é burro. Não é? Eu jamais o chamei de um democrata. Notem que ele, insisto, foi ele que disse o candidato da família será um de nós.

E é um de nós mesmo, de sangue, porque a Michelle não é de sangue. Atenção. Mas ele coagiu ministros? Ele atuou para intimidar ministros? Porque isso é crime. Ministros, juízes. Juízes. Ele que fale, vamos deixar ele falar. Fala, Eduardo. Hum.

Alexandre de Moraes está com medo. Alexandre de Moraes está sem dormir. Porque ele sabe que daqui a pouco vai vir a lei Magnitsky. E do jeito que o Trump é, não vai vir só nele. Vai vir pegando, provavelmente, a esposa dele, o Fábio Schorr e outros atores da Polícia Federal. Não sei, que agora está tudo na mão do Trump e ele é imprevisível. Talvez venha para cima do PGR. Enfim, agora a bola está do lado deles. O meu conselho é, se vocês querem realmente resolver o problema, ajam.

Rápido, façam a anistia ampla, geral e restrita. É a dica que eu posso dar. 10 de julho de 2025. Tem equação aí ou não tem equação? Aliás, em benefício político do que ele fez, é preciso reconhecer, né? Olha só. Tá aí.

Olha aqui, 62 anos do golpe hoje. Infelizmente, as ilusões autoritárias continuam presentes. Nós estamos discutindo ainda...

Anistia ou indulto para pessoas que tentaram cometer golpe de Estado. Comprovadamente. Que tenha coragem de disputar eleição, como fez o Flávio, nos Estados Unidos.

E lá dizer, eu escrevi um texto a respeito, com questões gramaticais. Demonstrando a essência golpista do pensamento dele. Nos 62 anos do golpe, mais uma vez...

Eu vou recomendar aqui Utopia Autoritária Brasileira, do professor Carlos Fico, demonstrando que uma república marcada por golpes militares nunca puniu golpistas. Nunca. É a primeira vez que golpistas estão sendo punidos na esfera penal e militar. Punição para valer, que é a perda da patente.

se acontecer no STM. É a primeira vez. A razão é simples. Você não dá força política a quem tem arma. Se aquele que tem arma tiver força política, ele não se impõe pela política, ele se impõe pela arma, porque a política requer convencimento. A arma custa custa custa cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust

por si, vira um argumento. E isso é muito sério. E essas coisas, de algum modo, estão presentes aí, ainda. Não é?

Porque nós tivemos um regime militar, pessoas com uma imagem, uma memória positiva. A exumação do regime militar é um desastre. Se querem saber, não vou entrar nisso. Como o Brasil era bom. Não. Desculpem. Há menos mortos por 100 mil habitantes hoje no Brasil no que diz respeito à violência do que naquele tempo. Ali no fim da ditadura. Vamos parar com isso. É tudo mentira.

Ai, como a escola era boa, para quem? Quantos estavam? Bom, mas isso fica para outra hora, que aí requereria 10 horas para ficar falando aqui. Mas o fato que nós temos ainda esse negócio da Força Armada querer se impor, ter a tendência de se impor sobre a política, ou então de bater nas portas dos quartéis, olha bem.

que é uma coisa que a velha ODN fazia muito. Partido. União Democrática Nacional, o democrático é uma ova. Golpista. Golpistas. Mesmo golpistas brilhantes como Carlos Lacerda. Sim, que era. Conheço a biografia ali toda. Aliás, editor de livros. Um gênio. Um gênio. Escreveu até a biografia dentro de Regi.

Um gênio que pensava coisas pavorosas. E de alguma forma essas coisas estão por aí. E olhem, eu só posso submeter a análise àquilo que as pessoas dizem. E trazer informações históricas para vocês.

para que vocês tenham noção do tamanho de algumas besteiras que são ditas. Por exemplo, quando se fala de anistia. Ontem, o Caiado lançou a sua pré-candidatura. E disse...

Que sim vai dar anistia. Até achei engraçado que eu li em algum lugar dizendo assim, ai, a turma do Flávio ficou um pouco amuada com isso. Pelo amor de Deus, devia ter limite para o ridículo. Por que ficaria amuada? Porque ele vai atuar como linha auxiliar dele? Ai não, é que essa é uma pauta dele. Mas quem é que tem mais legitimidade para pedir anistia para Bolsonaro? Um Bolsonaro ou um Caiado?

Há um limite na estupidez e no ridículo. Mas, de qualquer modo, e nós botamos aqui ontem, mas eu quero relembrar a fala do Caiado, porque eu quero trazer informação. Coloca de novo aí, vai. Meu primeiro ato vai ser exatamente anistia ampla, geral e restrita cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust

Replicando aquilo que Juscelino Kubitschek soube fazer com muita maestria a todos aqueles que rebelaram realmente com a verdadeira tentativa de golpe pela aeronáutica, onde ele disse, me deixem trabalhar e vamos realmente pacificar o Brasil. Eu vim com esse objetivo, é de realmente pacificar o Brasil.

Ao anistiar todos, inclusive o ex-presidente, eu estarei dando uma amostra que a partir dali eu vou cuidar das pessoas. Cuidar das pessoas era o lema do prefeito do Rio de Janeiro, o pior prefeito que teve o Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. Mas de qualquer modo, governador...

Um governador de Goiás, especialmente sendo de Goiás, não tem muito direito de cometer esse erro. Eu falei ontem aqui que o Juscelino só tomou posse porque o Marechal Lott deu na prática, eu chamo dois golpes da legalidade para garantir a posse do Juscelino. Mas o Valho Bene, o Arthur, 11 dias depois da posse do Juscelino,

teve o episódio de Jacareacanga. 11 de fevereiro de 1956. O major Haroldo Veloso e o capitão José Chaves Lameirão sequestraram aviões da FAB e levaram para Jacareacanga no Pará, exigindo a renúncia.

do Juscelino e do João Goulart, que à época presidente e vice eram eleitos em votações distintas. Durante 19 dias ficaram lá rebelados, dominando alguma cidade, Santarém e Itaiutaba, e o tráfico aéreo da região.

E o governador tem razão. O Juscelino mandou mesmo um projeto para anistia. No dia 29 de fevereiro, foi todo mundo preso, de 56. Mandou o projeto de anistia, o projeto foi aprovado. Vai, Beni, o que você acha que aconteceu, Arthur?

O mesmo, o mesmo, o mesmo major, em 1959, o mesmo major Haroldo Veloso, sequestrou aí um avião privado da Paner, querendo golpe de novo.

E queria usar como base a ragarças em Goiás para ter uma base para atacar o palácio. Senhor, sequestrou um avião privado. Sabe o que acontece quando se anistia a golpista? Ele tenta dar golpe de novo.

É isso que acontece. Isto não é assim porque eu quero. Isto é assim porque assim são os fatos. Tem candidato liberal, o cara é liberal, para mim está ótimo, vivo o liberalismo, mas então vamos ser liberais. Não aceito nada que não seja democracia. Diz isso.

Se alguém me perguntar se eu acho que o regime chinês é mais eficiente do que o nosso, a minha resposta é sim. Eu realmente não acredito que a democracia tire 600 milhões de pessoas da pobreza e da miséria num prazo de 20 e poucos anos. E ainda assim, se me perguntarem quem é o regime chinês aqui, eu vou dizer não. Mas esse é o regime deles lá.

com quem a gente negocia, nosso maior parceiro. Se alguém quiser me chamar de um democrata radical, é verdade. Agora, o que não é aceitável é ter o Flávio dizendo, como disse nos Estados Unidos, isso aqui, ó.

Só a minha vitória é legítima. Fala. Se o nosso povo pudesse expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós vamos vencer. Logo, eu fiz uma análise gramatical longa no meu texto do Metrópicos a respeito e fiz aqui também.

Ele faz duas orações subordinadas adverbiais condicionais, se eu ganho. Logo, se eu não ganhar, então é porque é duas adverbiais explicativas. Causais, na verdade, né? Adverbiais causais, não explicativos. Então aí é porque não houve isso nem aquilo, logo a eleição é legítima e, portanto, eu posso dar golpe.

Nos 62 anos do golpe eu tenho que lembrar essas coisas. Um erro, e eu só me dei conta hoje, eu não tinha ouvido ontem tudo. O Caiado disse um troço que nem errado consegue ser. Ontem.

E eu até lembrei, vai, de uma brincadeira que eu sempre faço aqui, quando eu digo como é que é, fulano e eu não somos da mesma enfermaria. Mas eu falo isso brincando, porque, obviamente, é uma brincadeira até tolerante. Porque eu não acho assim, ai, nunca ninguém me viu dizendo, ai, isso aqui é, eu sou o parâmetro da normalidade, do bem, do belo, do justo, e quem não está comigo, não, não, não. Do belo pode ser, vai, o bem, daí eu tenho dúvidas, se não, do belo.

o resto nem tanto. Mas do belo, Arthur, é evidente, né? Temos de reconhecer coisas. Eu nunca me considero o ponto da normalidade. É por isso que eu brinco das enfermarias, porque as pessoas todas são meio estranhas, são meio esquisitas, todo mundo tem esquisitismo. Imagina se eu pedir para o Wally Beren contar as dele, para o Arthur, contar as minhas. Por isso que é tão difícil, como se diz na minha terra, achar tampa para o Binga.

pessoal. Isso é um isqueirinho, tá, gente? Depois eu explico. Aí vai o caiado e faz essa comparação aqui. O povo como seu paciente. É aquilo que como médico e cirurgião foi minha formação e sempre soube fazer. Faço.

E continuo fazendo na política, ou seja, apenas o paciente que mudou. A prática é a mesma, é cuidar das pessoas. Graças a isso, é que chego hoje, como governador do estado de Goiás, com aprovação de 88% no estado. Ninguém atinge 88%. Não custe 50 custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos custos cust

sendo radical. Eu sou uma pessoa que aprendi a cuidar de vidas. Sou um homem que acredito na ciência. Sou um homem que acredito na pesquisa. Sou um homem que acredito no avanço tecnológico.

Aí, eu dei uma pegadinha no Bolsonaro, com o negócio da vacina, mas ele vai ser linha auxiliar do Bolsonaro. Como é que é o negócio? Não, eu não sou seu paciente. O povo como paciente? O povo como doente? Mas eu sou paciente do Marcos Stavall e do Michel Fruitt, que operaram minha cabeça, meu cérebro, que os inimigos dizem não adiantou nada, veja só.

Adianto, Arthur. Sou paciente do Jair Hidalgo, do Celso Salum, do Roberto Calil. Nossa, tudo isso não falta ainda, tem mais. Porque lá eu vou com um problema. Agora em abril vou operar o nariz, paciente de novo. O povo não é paciente.

Essa é uma visão de política que está à direita do Jair Bolsonaro. Está à direita do bolsonarismo, porque o bolsonarismo também não vê o povo como paciente. Ah, mobilização e não sei o quê. Essa coisa da velha direita, de um povo comportado para o qual nós daremos coisas. Isso aqui, ó, tem que ler. A Porofobia. Adela Cortina.

O povo como doente, que precisa de alguém, ou o povo que precisa de um guia, de um mestre, que não sabe direito o que faz. Está tudo errado. Sabe o que é, governador? Isso lembra, inclusive, o preâmbulo do AI-5. De que maneira? Que o preâmbulo do AI-5 fala, trata da verdadeira democracia.

e da verdadeira democracia que está alheia. A verdadeira democracia imune às influências alienígenas. De quem? Que influência alienígena? De quem? Uma ideia assim que o povo deixado por si só faz porcaria. Nos 62 anos do golpe,

Eu digo o seguinte, eu quero democracia. Eu pergunto, cadê a direita democrática? Onde está a direita liberal? Que também não negocia com aquilo que não é democracia. Precisamos pensar nessas coisas.

Ou é democracia ou não serve? Sendo democracia, aí vão brigar, uai. E se é democracia, não existe o negócio... Só serve se eu ganhar. Se eu não ganhar, então não vale. Não é mesmo? É mesmo. Fica com a gente.

O É da Coisa. Alô, querida TV, vamos para seis. Lula enviará nome de Messias nesta terça, ou já enviou?

ao Senado. Será que vai? Vamos ver, vai. Ainda não enviou, o presidente vai entregar ainda o nome ao Congresso a mensagem oficializando o nome de Jorge Messias, ex-ministro da Advocacia Geral da União, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. Essa oficialização ocorre quatro meses depois de o presidente...

anunciar a escolha publicamente. Lula confirmou a informação aos auxiliares durante a reunião ministerial de hoje. Messias foi o escolhido para substituir Luiz Roberto Barroso, que se aposentou antecipadamente no início de outubro do ano passado. Após o anúncio de Lula, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Otto Alencar, do PSD, afirmou ao Metrópolis que aguardará que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, dê sequência à indicação, disse.

Quando chega a CCJ, eu faço a leitura e dou um prazo de 8 a 15 dias, mas isso só vale a partir do momento em que estiver em minhas mãos. São três encaminhamentos, sempre sigo o regimento. Leio a mensagem, dou vista e marco dentro de 8 a 15 dias. Meu prazo depende do dia em que Davi encaminhar a CCJ.

Olha, nós sabemos que isso se deu, a indicação do Messias se deu num momento ali de confronto do Lula com Davi Alcolumbre.

que queria a indicação do Rodrigo Pacheco, que hoje está próximo do senador Rodrigo Pacheco, hoje próximo do Lula, talvez dispute o governo de Minas com o apoio, inclusive do presidente. A relação com a Columbre, segundo consta, não está ainda exatamente 100%, mas estaria mais próxima.

E aí, vamos ver se o próprio Messias falou a respeito. Disse o quê? Jorge Messias afirmou nesta terça que retomará o diálogo com senadores após o Palácio do Planalto confirmar que enviará ainda hoje o nome dele ao Senado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Em nota, divulgada à imprensa nesta tarde.

Messias disse que dará continuidade à sua jornada no Senado com humildade e fé. Buscarei novamente o diálogo com todos os senadores e senadoras, pois este é um momento que exige entendimento. É um... fácil não é? Fácil não é? Quer dizer, tem um... Vamos lá, facilitador. O fato dele ser evangélico é um facilitador.

Isso consegue ultrapassar algumas barreiras ali. Existe uma disposição do bolsonarismo ultra-radical de querer derrubar a indicação? Sim. Se cair essa indicação, bom para a democracia, acredite, não é. Tudo ali um troço, é bom, se afinal o Senado tem que aprovar ou não aprovar, se não aprovar, ok. Não, eu acho que é mais um marco de degradação institucional.

E de risco de confronto. Existem delírios ali no campo bolsonarista. Não são exatamente impossíveis, mas existem. Ah, não, nós vamos inviabilizar qualquer indicação que o Lula fizer. Os trampistas fizeram isso com o Obama. Nós vamos inviabilizar qualquer uma, porque o Flávio vai ganhar. Isso na cabeça deles. O Flávio vai ganhar e vai indicar três ministros no próximo mandato.

Se souber o Messias, vai indicar quatro. Considerando que nós vamos empichar dois, na cabeça deles, o Alexandre e o Toffoli, então já são seis. Dado que a gente tem dois lá, o André Mendonça e o Nuno de Marques, são oito. E aí, a gente vai lá e toma a mansão do Valeu Benito. Que tudo nosso.

Tem isso? Espero que não se dê exatamente desse modo, mas enfim. Então, indicando agora, talvez haja a alma suspeita de que a coisa foi conversada com o Alcolumbre. Mas também não há evidências inequívocas de que as coisas se deram desse modo, não. É isso aí.

O Eta Coisa. Muito bem, nós estamos de volta. Nós vimos que houve reunião ministerial.

E houve ali um estressezinho. Ah, vamos lá, vai. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, fez críticas públicas à comunicação do governo federal durante a reunião ministerial dessa terça-feira. Atualmente, Sidonio Palmeira é quem comanda a Secretaria de Comunicação Social da Presidência e ele tem sido alvo de críticas por integrantes do PT. Durante a apresentação do encontro...

Rui Costa citou ao menos três vezes o nome de Sidônio ao dizer que era preciso comunicar acertadamente à população as propostas e conquistas do governo federal. Em um trecho, inclusive, a transmissão do governo mostra Sidônio e diz, eu vou responder. Vamos acompanhar um trecho do discurso de Rui Costa. E a minha dúvida, Sidônio, é se o povo sabe disso.

Eu acho que a gente tem que colocar como foco, comparar e mostrar. O povo tem o direito de conhecer esses números, esses dados. O povo tem o direito de conhecer. Porque, repito, é mudança da água para o vinho. De um deserto de projetos, deserto de obra, deserto de governança, para um governo que tem um líder.

que montou uma equipe com vontade de trabalhar e produz esses resultados. Sidoni, o povo tem o direito de saber desses gráficos da comunicação. O povo quer saber. Olha, deixa eu dizer uma coisa. Não tem procuração para defender Sidoni ou quem quer que seja.

Mas dito dessa maneira, com todas as vênias ao ministro Rui Costa, fica parecendo que o Sidoni está tentando sonegar a informação. É que a comunicação oficial também, essa que o governo faz, a comunicação institucional, ela tem limites. Ela tem limites. Agora, eu pergunto, eu perguntaria ao ministro Rui Costa, será que o PT...

Aprendeu a trabalhar com as redes direita? Porque o que toma de sova nas redes da extrema direita é um negócio brutal. Tudo bem, são maneiras diferentes de entender a comunicação. Talvez aqui e ali se possa ter mais prurido em...

fazer isso ou aquilo, mas obviamente não há uma sabotagem da área de comunicação. É que há dificuldades que hoje estão no mundo inteiro. Olha aqui, a avaliação do Lula, essa avaliação que o Lula tem,

Não é ruim quando a gente compara com o resto do mundo. O problema é que não dá para comparar Lula com Lula, que é uma coisa que às vezes a imprensa faz. Compara o Lula 3 com o Lula 2 com o Lula... Isso é outro mundo. Completamente diferente. Tem as informações todas sobre renda, sobre salário, sobre emprego, sobre... Está tudo aí.

Só que também, ao mesmo tempo, existe uma exigência hoje muito maior que as próprias redes colocam e o governo acaba sendo sempre culpado, mas isso vai acabar sendo assim. Digamos que o Flávio ganhe, nem para ele será fácil. Eu acho que quando recai sobre a comunicação,

Precisa ver também se o próprio governo, muitas vezes, não deixou, e não o Sidonio, a cúpula do governo, não entendeu direito o que estava em curso. Eu, por exemplo, acho fundamental o Lula viajar bastante, porque isso é bom para o Brasil. No entanto, a gente sabe que a avaliação que a população tem disso não é boa, por exemplo. Preferia o presidente aqui.

se posicionando o tempo todo sobre as coisas. A comunicação também não pode ser assim. Ah, deu tudo errado, culpe-se a comunicação. Porque se a gente comunicar, as pessoas mudam de ideia. Às vezes as pessoas sabem, não mudam de ideia nem assim. Eu insisto.

Ditas as coisas desse modo, fica parecendo que a comunicação fala, quer saber, vou sonegar essas informações, não quero que as pessoas saibam disso. E, obviamente, é claro que quer. Não me parece que tenha sido a abordagem mais tranquila, porque aí fica parecendo assim, todo mundo aqui fez a coisa certa, menos você.

E isso absolutamente não é verdadeiro. Porque no curso das coisas, erros foram cometidos também por muita gente. Mas há circunstâncias. Esse desgaste recente do governo, esse desgaste recente do governo tem a ver com investigações que estão em curso.

e que caem no colo do governo, ou não caem no colo do governo. Quem foi que falou aqui, precocemente, que ia cair tudo no colo do governo? Master, INSS, não sei o que, sabe por quê? Porque cai sempre no colo do governo de turno. Acontece com a violência, ou não acontece com a violência? Boa parte da violência que inferniza as pessoas,

é tarefa dos estados. Dos estados. Você não tem medo... Eu não tenho medo de tirar o celular na rua porque acho que vai chegar um traficante de arma que entrou no Brasil pela fronteira e vai tomar o meu celular, porque não é isso. Não é esse, cara. Hã?

Não. É o cara do assalto, é a polícia militar. Assim como os crimes de facção agora, decisões foram tomadas e nós vimos que quase o derrite impede o governo de atuar. Não queria que a Polícia Federal atuasse? Coisa das polícias militares.

muito especialmente das polícias civis dos estados. E, no entanto, quando dizem, olha a violência. Então, com isso, não há nada a fazer na comunicação. Eu não sei, eu não sou especialista na área.

Agora, imaginassem, todos nós aqui só fazemos coisas boas, certas, justas, corretas. Vai lá, Sidone! Traduza isso e deixe todo mundo feliz. Definitivamente, acho que não é assim.

Mas eu sou um observador de fora. Acho que o governo é muito melhor do que a avaliação que ele tem? Acho. Mas eu achava isso do governo Biden também. E, no entanto, o Trump conseguiu convencer a maioria que era o contrário. Isso aí. O Eta Coisa

Alô, TV, vamos para oito, meninos? Oito. E teve um lance, enfim. É a velha história, né? A pessoa fala, fala, aparece. Vai, vamos lá. O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, foi flagrado fazendo uma crítica à pasta das mulheres durante reunião ministerial com a presença de Lula. Em dado momento, o microfone ficou aberto e foi possível ouvi-lo dizendo o seguinte. Se souberam o que a gente fez...

É porque só aparece quando dá problema. Ele fazia referência à pasta da defesa, né? Fiz mais do que o Ministério das Mulheres todinho. Múcio fez a afirmação após a apresentação do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, sobre projetos tocados pela equipe ministerial de Lula ao longo do terceiro mandato. Após o encontro, Rui Costa disse à TV Globo que a comparação de Múcio não foi apropriada, mas o chefe da Casa Civil riu.

da fala do colega na reunião. Rui Costa ponderou que a postura de Múcio decorreu do fato de que as entregas da defesa não foram incluídas na apresentação. Mas aqui não está claro. Depois me deem, especificem. Ele se referiu ao Ministério das Mulheres porque ele estava falando de promoção de mulheres militares. Porque senão não faz sentido. A comparação só existiu por causa disso, não?

porque se isso não estiver aqui... Múcio afirmou ao Portal Metrópolis que estava revoltado no momento em que afirmou que fez mais que o Ministério das Mulheres todinho. A revolta, segundo ele, se deu pelo fato de que as ações de sua pasta não terem sido citadas na apresentação de Rui Costa, e ele acrescentou que também estava irritado no momento por causa dessa demora do Planalto para assinar o ato de promoção de generais. O prazo para assinatura acabar hoje.

E ele disse, eu estava tão bravo porque não assinaram o ato que eu precisava de promoção aos generais. Mas continua essa informação das mulheres aqui. É, das mulheres não tem. Porque senão não faz sentido ele ter comparado com as mulheres, certo? Se não for isso, a gente corrige depois. É isso aí. O Eta Coisa

Atenção, TV, meninos. Na verdade, é a R4. Fachin quer fim do inquérito das fake news e código de ética. Vamos lá. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, indicou hoje que pretende votar ainda nesse ano a proposta de código de ética para o STF. O ministro afirmou também que está preocupado com o inquérito das fake news e pretende discutir seu encerramento. O magistrado falou sobre os assuntos numa conversa com jornalistas.

Ao ser questionado sobre as resistências internas do tribunal ao Código de Ética, ele admitiu que há alas da corte contra a matéria, mas disse considerar benéfico o fato de o tema estar na pauta e que um código desse tipo se constrói nos debates. Segundo o ministro, o código é importante até pelo efeito de constrangimento que pode causar nos ministros. Sobre o inquérito das fake news...

Fachin diz que tem conversado com os colegas sobre o encerramento da investigação. Ele defendeu a importância da investigação, da apuração, e lembrou que foi relator do processo que reconheceu a legitimidade dele, mas diz que o momento é de avaliar se o inquérito já cumpriu sua função. Ele declarou, a questão é saber se chegou o momento de reconhecer que a relevância se postou e é fundamental que você reconheça, mas se é o momento de pensar no encerramento desse tipo de atividade. Ministro, o senhor falou mesmo...

que é importante discutir o código de ética porque isso vai provocar constrangimento nos ministros? Não, eu sei isso, cai bem hoje. Cai bem na imprensa. Eu lembro que o senhor foi relator daquilo que se chamou Petrolão. Quem dera se o senhor tivesse se sentido constrangido pelas ilegalidades do Sérgio Moro?

E não teria sido necessário depois anular tudo, em razão, inclusive, da incompetência do juiz. Colocar-se assim, obviamente, tendo a simpatia hoje de uma imprensa majoritariamente antissuprema, sendo o presidente da casa,

Eu acho que mesmo, porque aí começa assim, ah, o Gilmar não quer código, o Alexandre não quer código, não sei quem não quer código, o Dino não quer código. Acho que mesmo aqueles que gostariam de ter código, de ética, queria saber o que vai estar lá, pode achar que submeter o Supremo a constrangimento não é uma boa ideia. Quanto ao inquérito 4781,

Não fosse ele, ministro, a menos que o senhor estivesse servindo ao golpe, talvez estivesse exilado também. Porque ele é a origem da investigação, inclusive, do golpe. É o 4781. Basta estudar que a gente chega lá e vê com clareza que é assim. É isso aí.

Muito bem, estamos de volta no Band News TV e nas redes sociais. O presidente da CPMI fez, de fato, algo inédito. As pessoas, às vezes, acham que fez algo inédito. Falaram que bom que fez algo inédito. É que, às vezes, o inédito não é bom.

E com alguma frequência o bom não é inédito. Mas vamos lá, vai. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, disse hoje que vai encaminhar o relatório do deputado Alfredo Gaspar ao ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal. O texto foi rejeitado em votação na semana passada e o colegiado terminou sem um documento oficial aprovado. Hoje, em pronunciamento à imprensa, Viana disse.

Já solicitei ao ministro André Mendonça uma agenda, juntamente com o relator, todo o grupo de trabalho. Nós queremos entregar em mãos uma cópia do trabalho da CPMI, todo o relatório, que foi barrado pela base do governo.

Essa investigação, ela vai seguir em frente. Nós vamos continuar atentos a tudo o que está acontecendo, colaborando com a Justiça, com o Ministério Público e com a Polícia Federal, para que não fiquem impunes aqueles que roubaram os aposentados do nosso país. Tem muita coisa errada na sua fala. Quer dizer que se a CPMI não pune, fica impune? A Polícia Federal não está investigando, não?

Não tem gente presa? O próprio filho do presidente não está sendo investigado? Do que é que o senhor se orgulha desse relatório? Do pedido, da recomendação para a prisão preventiva do Lulinha? Por que o senhor não votou o relatório da oposição, da situação? Podia ter votado, o senhor não quis nem votar. Quer dizer, o seu relatório é absurdo.

do Alfredo Gaspar, foi rejeitado e o senhor se negou. Por que o senhor não pôs para votar o relatório do Pimenta? E aí o senhor poderia até levar os dois lá. Agora o senhor está levando para quê? O senhor acha o quê? Que o ministro vai poder usar o seu relatório? Como informações colhidas ali à margem do devido processo legal?

Porque seria. Eu acho engraçado isso, porque aí eu vou falar aqui. Para quem vai um relatório de CPI? De CPMI? É para a procuradoria. Ele poderia ao menos ter falado assim, olha, embora rejeitado, vou levar para a procuradoria. Já seria impróprio. Porque você manda para a procuradoria, cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust cust

o relatório que foi aprovado. Não, não só não foi. E aí sim a procuradoria encaminha, eventualmente denúncia, pedidos extras de investigação. Não, se fosse regular, vale o bem, ele já estaria pulando instância. Instância não, o procedimento.

levando a Mendoza para quê? Para fazer política. Porque a senhora acaba, inclusive, de migrar agora para o PSD do Kassab. Aliás, o PSD é cada vez mais plural. Sem dúvida. Porque é candidato à reeleição pelo Senado. E aí, então, leva.

Porque cai bem. Fica parecendo que eu que estou fazendo agora essa crítica e mostrando quão indevido isso é que estou sendo a pessoa má. Hum? E aí o Viana falou da grana que ele mandou para a igreja tentando se explicar. Vamos lá, vai.

É, nessa mesma ocasião. Carlos Viana negou irregularidades no envio de emendas parlamentares no valor de R$ 3,6 milhões ou instituições sociais e a Igreja Batista da Lagoinha. Como a gente tratou do assunto ontem, o ministro Flávio Dino alegou a insuficiência de transparência e rastreabilidade de emendas PIX destinadas por Viana.

a Fundação Oasis, o braço social da Lagoinha. O magistrado também determinou a abertura de uma investigação dentro do STF. Hoje, o senador negou irregularidades e atacou deputados do PT e do PSOL, que foram os responsáveis pela denúncia sobre as verbas parlamentares. A gente vai acompanhar agora o que disse Vian.

Nunca enviei qualquer emenda PIX para a fundação ou qualquer igreja. Isso ficou muito claro no relatório. O ministro, como um juiz, ele tem que instruir um processo. E ele está fazendo o certo. O dinheiro chegou, foi bem usado, depois se toma uma decisão. Eu enviei dinheiro para uma fundação que existe há quase 60 anos.

que ajuda milhares de pessoas em asilos, creches, recuperação de pessoas que saem da cadeia. As igrejas evangélicas, católicas, elas prestam um grande trabalho ao Brasil, onde o Estado não vai porque essas pessoas não foram atendidas pelo Estado.

fiz o que a minha consciência cristã manda dentro da lei e das regras. E eu vou continuar ajudando as APAES, vou continuar ajudando as Santas Casas. O PT não gosta dos evangélicos, tem uma guerra contra o nosso. Não, não, aí já virou o procedente. Não, não, não, pode parar, pode parar, porque aí é chance para isso, não.

Chance para isso não. O problema é que não havia clareza sobre as suas emendas, como o senhor mesmo admitiu, o ministro Flávio Dino estava cumprindo o seu papel. Ah, porque não pode falar? Não, não é isso. É que não tem nada a ver com preconceito isso aí, não. Explique direito, a coisa da emenda acabou.

É que agora tudo que lhe disser respeito, o senhor comprou um avião, aí tem lá algumas dúvidas sobre isso aqui, todo mundo se explica, se explique.

Rapidamente, CPI e convocações, CPI do Crime Organizado. Reinaldo, a CPI do Crime Organizado aprovou as convocações dos ex-governadores do Distrito Federal e do Rio de Janeiro, respectivamente, Ibanez Rocha e Cláudio Castro, para prestar esclarecimentos. O relator da comissão, o senador Alessandro Vieira, justificou a ida de Ibanez, com base no contrato do escritório do ex-governador com a gestora REAG, envolvida no caso Master.

e citada em investigações que relacionam ao crime organizado. Sobre a convocação de Castro, Vieira citou a atuação de facções no Rio. Também foram aprovadas as convocações do ex-diretor do Banco Central, Renato Dias de Brito Gomes, da área de organização do sistema financeiro de resolução, e de Ian Hirano, um suposto facilitador do crime organizado no mercado financeiro. O ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, não compareceu à sessão de hoje da CPI. Ele não era obrigado a ir, conforme decisão do ministro do STF, André Mendonça.

O CPI do Crime Organizado também aprovou hoje a quebra do sigilo bancário fiscal de Fabiano Zetel, cunhado do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Também foram quebrados os sigilos da empresa Prime, o que já teve o próprio Vorcaro como sócio. E como falamos aqui, só para informar, o Lula assinou nesta terça o ato de promoção de generais do Exército.

E a Cláudia Lima Gusmão Cacho, que era coronel, foi promovida a... Presta atenção para o feminino, que não estão usando, mas é o feminino. Generala de Brigado. É, se tem presidenta...

Tem generala. Ah, mas eles preferem usar general mesmo pra mulher. O feminino de general é generala. Hum? Feminino de pardal é pardaloca. Ué. O que quero que pode é essa língua. Né? Beijo também. Vivo encantado de amor Inebriado em você

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O É da Coisa de 31/03/2026, com Reinaldo Azevedo: Alckmin vice; golpe: 62 anos; eleitor não é doente | Castnews Index — Castnews Index