Episódios de O É da Coisa

O É da Coisa de 15/06/2026, com Reinaldo Azevedo: Nexus/BTG: Lula avança; Flávio quer programa do PT

15 de junho de 20261h24min
0:00 / 1:24:38
Participantes neste episódio3
R

Reinaldo Azevedo

HostJornalista
I

Isabela Mota

Co-hostJornalista
F

Flávio Bolsonaro

ConvidadoPolítico
Assuntos12
  • Cenário Eleitoral 2026Lula lidera contra Flávio Bolsonaro em todos os cenários · Flávio Bolsonaro · Lula · Romeu Zema · Ronaldo Caiado · Renan Santos · Joaquim Barbosa · Augusto Cury
  • Propostas Econômicas de Flávio BolsonaroBolsa Família · Isenção de Imposto de Renda · Regulamentação de apostas (bets) · Programa Desenrola · Carga tributária · Daniela Marques · Paulo Guedes
  • Flávio Bolsonaro e a Relação com a ImprensaCríticas ao governo Bolsonaro pela imprensa · Jair Bolsonaro · Eduardo Bolsonaro · Miriam Leitão · Intercept
  • Derrota de TrumpAcordo de paz · Guerra Irã-Israel · Sanções econômicas · Programa nuclear iraniano · Donald Trump · Ayatollah Khamenei · Benjamin Netanyahu · Hamas
  • Privatização da Sabesp: Haddad vs. TarcísioCríticas à privatização · Marco do Saneamento · Investimento cruzado · Fernando Haddad · Tarcísio de Freitas · Sabesp
  • Delação de Daniel VorcaroFraudes financeiras · Prisão preventiva · Devolução de recursos · Daniel Vorcaro · Banco Master · Polícia Federal · Procuradoria-Geral da República
  • Candidatura Flávio BolsonaroPedido de desculpas · Aliança do PL com Ciro Gomes · Michelle Bolsonaro · Flávio Bolsonaro · Eduardo Bolsonaro
  • Oposição e bolsonarismo com VorcaroRompimento do Novo com Zema · Reacionarismo do Novo · Romeu Zema · Flávio Bolsonaro · Partido Novo
  • Julgamento de Eduardo Bolsonaro no STFCoação no curso do processo · Tentativa de golpe de Estado · Eduardo Bolsonaro · Alexandre de Moraes · Supremo Tribunal Federal
  • Intervenção da AGU em processo nos EUADefesa da soberania nacional · Independência do Poder Judiciário · Alexandre de Moraes · Advocacia-Geral da União · Rumble · Trump Media and Technology Group
  • Música e CulturaDorival Caymmi · Cesária Évora · Marisa Monte · Caetano Veloso
  • Copa do MundoJogos da Copa · Suécia vs. Tunísia · Alemanha vs. Espanha
Transcrição100 segmentosassemblyai/universal-3-pro-async

Jake Stauch:Forget whatever plans you have this weekend because you're staying at home and playing on SpinQuest! And there's never been a better time to sign up than right now. New users get $30 coin packs for just $10. All the table games you love with hundreds of slot games and real cash prizes. That's at spinquest.com. S-P-I-N-Q-U-E-S-T dot com. SpinQuest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details. I'm Jake Stauch, co-founder and CEO of Serval. We built Serval to automate the IT work that slows companies down. Onboarding, password resets, access to applications, my laptop stopped working. While employees wait for help, their real work is put on hold. IT desperately wants to automate this work, and that's why they need Serval. You just tell Serval what you want to automate in plain English, and it's built. No drag-and-drop workflows, no expensive consultants. Employees get unblocked and IT teams go from drowning in tickets to building what actually matters. With Serval, IT becomes the AI engine powering the entire company. This is a new way to run IT. We guarantee you'll automate 50% of all tickets and we'll prove it to you in a free 4-week pilot. Go to serval.com/tickets That's s-e-r-v-a-l.com/tickets.

Reinaldo Azevedo:Agora na BandNews FM, O É da Coisa, com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota.

Voz C:Oferecimento: BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. IFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê?

Reinaldo Azevedo:Pede iFood já! É doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar. É doce Morrer no mar, nas ondas verdes do mar. A noite que ele não veio foi, foi de tristeza pra mim. Saveiro voltou sozinho, triste noite foi pra mim. É doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar. É doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar. Saveiro partiu de noite, foi. Madrugada não voltou. O marinheiro Nas ondas verdes do mar, meu bem, ele se foi afogar. Fez sua cama de novo no colo de Hemandra. É doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar. Começa agora para todo o Brasil o mais mais uma edição de Ué da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfunde, atrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Tyle, pelo Band News TV, pelo LG Channels, e vale o bem, e também esse L Channel, TCL Channel. Muito bem. E você pode fazer também pelas redes sociais, sempre Band News FM, ou no aplicativo Band Play. Boa noite, valeu, bem, e que eu já evoquei. Boa noite, Isa. É doce morrer. Dorival Caymmi, aí cantado, né, por Cesária Évora, que é de onde? De onde Cesária Évora? De Cabo Verde. De Cabo Verde, Cesária Évora. E a nossa Marisa Monte, uma interpretação espetacular. Aliás, Cesária Évora, que aqui no Brasil quem divulgou, digamos, trabalha mais de perto foi Caetano Veloso. Uma cantora formidável que sucesso no mundo inteiro. E hoje evidentemente estamos aqui saudando Cabo Verde, valente, que segurou o empate ali contra a Alemanha, né? Espanha, né? Falei Alemanha contra Espanha? Não, Alemanha levou, deu uma sacola. Alemanha. E sabe quem eu vi, eu achei que jogou formidavelmente bem? A Suécia, rapaz. Achei que a Suécia Mandou muito bem contra a Tunísia, né? Foi Tunísia?

Voz C:Foi.

Reinaldo Azevedo:Eu achei, achei que tava jogando, tá jogando futebolaço. Vamos ver também, né? A gente nunca sabe. Olha aqui, vamos tocar a vida. Temos muita coisa, né, nesses tempos de Copa do Mundo. E hoje, vale o bem, o Isa, até fiquei, segurei milhares de pessoas hoje no meu programa na hora do almoço, mesmo com a Espanha jogando. Olha só, Hein? Tem gente que falou assim: ah, não tá tendo gol mesmo, deixa eu ver os gols do tio Rei. É, meu bem, ó, o Flávio teve algumas ideias boas, hein?

Jake Stauch:They have over 1,000 games including live dealer blackjack and craps, with tons of slots and unlimited options. You can get a $30 coin pack for just $10 for new users. Sign up today, go to spinquest.com right now. Spin Quest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Reinaldo Azevedo:É que eu poderia resumir assim: as boas não são dele, as dele não são boas. Vamos lá, vai, que a gente tá aí.

Voz C:Flávio Bolsonaro afirmou hoje que o Bolsa Família é um direito adquirido do povo brasileiro e que é uma estabilidade para quem já passou fome. O senador e presidenciável também defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$5.000. Vamos à manifestação parlamentar durante o evento Rumos do Brasil, promovido pela revista Veja nessa segunda. E do qual também participaram políticos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Fernando Haddad e o Tarcísio de Freitas. Vamos primeiro conferir o que afirmou Flávio.

Flávio Bolsonaro:Ninguém tem o direito de tocar ou de acabar com esse programa. Qualquer país do mundo ele tem um programa para pessoas de baixa renda que têm dificuldade alimentar. Eu tive recentemente aqui conversando com o pessoal aqui do Pacto Contra a Fome, fiquei muito bem impressionado com o trabalho, né, com equipe competente lá faz. Me comprometi com as pautas que não custam caro, a gente consegue fazer investimento público nas grandes centrais de distribuição de alimentos para modernizar, para reduzir o desperdício, fazer com que a comida chegue a quem precise. Não tem nenhuma lógica tanto desperdício, tanta gente passando fome no Brasil. E nos locais aonde não é possível essa política de distribuição de alimentos diretamente, tem que ter essa política como Bolsa Família. Foi o presidente Bolsonaro que triplicou o valor do Bolsa Família, era em média R$190 Tinha gente que recebia R$95, R$100.

Reinaldo Azevedo:É tudo formidável, inclusive a tentativa de expropriar o programa dos outros, né? Depois a gente vai ver porque ele fez essa defesa, né, desse ponto de vista. E ele também falou sobre isenção do imposto de renda para quem ganha até R$5 mil.

Flávio Bolsonaro:Vai lá.

Voz E:Sobre a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$5 mil, Flávio afirmou o seguinte: eu sou favorável, Maurício.

Flávio Bolsonaro:Era uma promessa de campanha também do presidente Bolsonaro. A única diferença é que com Bolsonaro certamente você teria uma compensação de abrir mão dessa receita quando você leva o patamar aí da isenção do imposto de renda para R$5 mil. Ou seja, com Bolsonaro você teria de onde tirar sem precisar aumentar ou criar impostos, né? E o atual governo faz o contrário, ele esfola o público brasileiro, o contribuinte brasileiro, com elevadíssima carga tributária para poder cumprir essa promessa de campanha. Então sou favorável. Agora, um governo que, por exemplo, regulamentou as bets, um governo que regulamenta as bets para deixar o povo ainda mais endividado. O governo Lula enrolou as pessoas em dívidas, precisou fazer dois, tá no segundo desenrola em apenas 3 anos, somar as dívidas de quem tá devendo no Brasil são mais de R$500 bilhões, ele faz um desenrola de R$4,5 bilhões. Quer dizer, não vai dar para absolutamente nada, as pessoas vão ficar mais enroladas ainda. Como é que você desenrola essas pessoas? É fazendo com que as despesas caibam dentro das receitas, você ter um equilíbrio fiscal de verdade, não esse calabouço fiscal que eles implementaram aí, que não serve para praticamente nada.

Reinaldo Azevedo:É, o discurso poderia ao menos fazer sentido, mas não faz. E aí não se trata de defender esse ou aquele. Primeiro que os partidos que o apoiam defenderam as bets. Essa que é a verdade. E depois aí, quando viram que não tinha como proibir, aí: ah, então a gente é contra bet. Mentira.

Flávio Bolsonaro:Um.

Reinaldo Azevedo:Dois: a gente apoia o imposto de renda, mas a gente tem os gastos. De onde o Flávio quer cortar? Que essa é a parte que depois vai ter que entrar no direito na disputa eleitoral. É essa questão: de onde se vai cortar? O coordenador da campanha dele, Rogério Marinho, defende, por exemplo, corte na aposentadoria. Ele é contra o reajuste real das aposentadorias. A Folha chegou a fazer uma matéria sobre isso, visivelmente com informações de bastidores ali. Depois eles tiveram que negar. O Rogério Marinho escreveu um texto na Folha e depois teve de recuar. Então, a gente é a favor do Bolsa Família, a gente é a favor da isenção do Imposto de Renda. Agora, atenção, a oposição a que ele pertence, o PL, tem matéria, tem imagem aí para quem acompanha pelo rádio, informo, o Pereira contra, contra, chamou de populista. Tarcísio de Freitas, então presidenciável, também se posicionou contra isenção de imposto de renda. Outra inverdade, é uma questão de verdade, qual foi o aumento de tributação imposto pelo governo Lula? Isso é mentira. O que o governo tributou foram os fundos exclusivos e as offshores. Isso é aumento de carga tributária? Não, é objetiva a pergunta. É aumento de carga tributária para quem? Para quem não paga imposto? A realidade objetiva Isto não é uma questão de opinião. A realidade objetiva é que professor estava pagando imposto de renda, porteiro com turno noturno estava pagando imposto de renda, e quem tinha fundo exclusivo não pagava, e quem tinha offshore não pagava. Então aí sim houve a elevação de imposto— elevação de imposto não, as pessoas passaram a pagar o imposto que não pagavam. Que outra elevação de imposto houve? Qual? Isso é papo furado. Acontece que a direita, a extrema-direita, tem que falar alguma coisa sobre economia, então vem com esse negócio. Ou então ver o Brasil à beira do abismo. Escrevi nesse fim de semana um artigo a respeito, inclusive a partir de um editorial glorioso do Globo. O Brasil na bancarrota, parecia véspera de 64, ou então o dia 1º de abril de 64, no editorial que apoiava o golpe. Que é sempre assim, é sempre fácil ver o caos, e se o Brasil está no caos, então temos que fazer algo contra o caos. Ou agora tá no caos e a gente não faz nada. Isso, ora, se tá levando para o caos, temos de fazer alguma coisa. O caos é sempre um artigo em política que rende bastante. Que quando tem o caos tem que ter uma medida de força. Ora, como era aquele editorial do primeiro de abril de 64 do Globo apoiando o golpe? Eu transcrevo um trecho dele no meu artigo. Que eu digo ali, é a versão moderna do complexo de vira-lata do Nelson Rodrigues. Nelson Rodrigues, 31 de maio de 1958, véspera do embarque, último texto dele antes da seleção ir para a Suécia, ele falou desse negócio que tinha no Brasil: "Ah, não vai dar certo, vai perder e tal." Ele falou: "Esse pessimismo, na verdade, é um pouco de medo do otimismo, para tentar não se frustrar." E aí ele falava, aludiu um jogo que o Brasil fez, um amistoso em 1956 contra a Inglaterra em Wembley, e ele fala que o Brasil entrou ganhindo em campo, com medo, como ele brinca, né, Nelson Rodrigues, dos sardentos ingleses, já com complexo de inferioridade ali. Só que o complexo de vira-lata mudou um pouco no Brasil. Ele virou um pouco um negócio assim, um traço de classe, de ódio ideológico. Entende? Eu fui fazer um exame de imagem no sábado, antes do jogo. Tinha um sujeito esperando comigo na sala e ele disse: "Ah, o Brasil vai perder porque esse país, bando de vagabundo, ninguém gosta de trabalhar." Atacou a 6x1, atacou o Lula, atacou o Bolsa Família, atacou tudo. Então eu sei que a culpa ia ser do Lula. Se perdesse, se ganhasse, aí ia ser um mero acidente. E também ele ficou contra a Isa, esse bando de jogador tudo pobretão que depois ganha milhões e aí ninguém mais se interessa pelo Brasil. Em suma, tudo tava ruim. Complexo de vira-lata virado, tornado complexo ideológico. Parece que se todos que ganham milhões no campo de futebol fossem branco de olhos azuis, aí sim faria sentido que então eles não teriam ressentimento original. A escravidão permanecerá por muito tempo como um dos traços da formação do Brasil, disse Joaquim Nabuco no texto A Escravidão e Minha Formação. Nossa, quanta coisa nesse comentário, hein? E sabe quem acha? Só para lembrar, que Bolsa Família deixa pobre vagabundo? Quem acha isso? Quem acha isso é o Zema. A gente tem o vídeo do Zema aí? Tem, não tem? E também não vou pagar auxílio do governo Bolsa Família para os marmanjões, que é o que mais está crescendo no Brasil.

Voz C:Nós estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis hoje. Eu vou em cidades do interior de Minas, fui recentemente Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás. É no Brasil inteiro a mesma coisa: vagas com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental.

Reinaldo Azevedo:É isso. É, agora é claro, o Flávio tem que fazer essa defesa, né? Pesquisa BTG Nexus, nós vamos falar dela daqui a pouco. É, a intenção de voto entre os beneficiários do programa saltou de 57% para o Lula no levantamento de 25 de maio para 62% da pesquisa divulgada agora. E nesse mesmo intervalo, Flávio viu sua preferência cair de 25% para 20%. E no segundo turno, petista chega a 59% das intenções de voto entre os brasileiros que ganha até um salário mínimo, contra 24% de Flávio. Na faixa entre 1 e 2 salários mínimos, Lula tem 57% e Flávio tem 32%. Aí o Flávio fala isso, mas basta entrar nas redes sociais deles. Só que é objetivo, querem ouvir, ouço, não quer, é tudo mentira, então tá bom. Entra nas redes sociais dele, vocês vão ver gente que recebe Bolsa Família tudo tratado como vagabundo aproveitador, que era o caso daquele sujeito que tava fazendo lá exame comigo, entrou um pouquinho antes de mim, né? E com certeza o que a máquina vai ver por dentro dele não vai revelar o que ele tem de pior nas suas entranhas. E as suas entranhas, Reinaldo? Ah, Isa, são lindas!

Voz E:Nossa, estavam ótimas!

Reinaldo Azevedo:Nossa, tem até metal no cérebro, para você ter uma ideia. Tem metal, tem metal, tem ligas de metal. Por isso que eu fiquei assim, gato. Tem mesmo, rei, tem. Eu tive aneurisma. BTG: Lula se distancia... Oi? Nada, não falamos nada. Lula se distancia de Flávio nos dois turnos, segundo pesquisa Nexus BTG. Vamos lá.

Voz C:O presidente Lula lidera os cenários de primeiro e segundo turnos para as eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Nexus, em parceria com o Banco BTG Pactual. Vamos aos números. Lula no segundo turno contra Flávio. O presidente passou de 47% em maio para 49% em junho. Flávio Bolsonaro se manteve em 43%. Nenhum, branco ou nulo passaram de 9% para 8% dos entrevistados que assinalaram essa opção. Não sabem ou não opinaram, continuam com 1%.

Reinaldo Azevedo:Isso, a margem de erro aí que não tá aqui é de 2 pontos mesmo?

Voz C:Margem de erro da pesquisa é de 2 pontos, é isso.

Reinaldo Azevedo:2 pontos percentuais, tá bom. Lula e Romeu Zema no segundo turno, Lula passou de 47 para 49, Romeu Zema foi de 38 para 39, Lula, Ronaldo Caiado, Lula De 46 para 48, caiado de 40 para 39. Agora vamos para o primeiro turno, né? Vamos ver o que que tem no primeiro turno aí. Vai, Reinaldo.

Voz E:No primeiro turno, o presidente Lula abriu ainda mais vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Em um mês, a diferença foi de 5 para 9 pontos percentuais. Cenário 1: estimulado. Lula passou de 40% em maio para 42% em junho. Flávio Bolsonaro foi de 35% em maio para 33% em junho. Ronaldo Caiado passou de 5% para 4%. Renan Santos variou de 3% para 4%. Romeu Zema foi de 4% para 2%. Nenhum, branco ou nulo somam 5%. Antes eram 7%.

Reinaldo Azevedo:Eu me permito levantar para aplaudir o desempenho do Romeu Zema. O pitbull do Supremo, aquele que acha que Bolsa Família é marmanjo, não sei o quê. Olha, quando vai para o segundo turno, já apontei isso aqui, ah, tem 35, 30 não sei o quê contra o Lula, porque aí é antilulismo, antipetismo, rancor de classe, tem um monte de coisa. Agora, voto mesmo, que é do primeiro turno, o glorioso Ronaldo Caiado tem 4, O Renan Santos, que se lançou candidato agora, partido, acabou de se fundar, tudo bem, MBL tá aí faz tempo, mas não tem um estado, não tem 4.

Jake Stauch:What's going on everyone, it's Bluff here and we're driving through the states in the Bluff Mobile, and the best thing that we can do is play our favorite casino-style games on Spin Quest. They have over 1,000 games including live dealer blackjack and craps, with tons of slots and unlimited options. You can get a $30 coin pack for just $10 for new users. Sign up today, go to spinquest.com right now. Spin Quest is a free-to-play social casino. Voidware prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Reinaldo Azevedo:Romeu Zema, parabéns, Romeu Zema! Perdeu metade dos votos, foi para 2, que mostra assim uma coisa realmente espetacular.

Voz E:Né?

Reinaldo Azevedo:Tem um outro cenário. Por que que esse outro cenário tá aqui? Quem que não tá nesse cenário?

Voz C:Tô tentando descobrir também.

Reinaldo Azevedo:Lula, Flávio, Renan, Ronaldo Caiado, Romeu Zema. Alguém me explica porque que tem o segundo cenário aqui, que eu não sei qual a diferença.

Voz C:Tentando descobrir. Joaquim Barbosa aparece.

Reinaldo Azevedo:Ah, cadê o Joaquim Barbosa? Tá aqui o Joaquim Barbosa? Mas cadê o Joaquim Barbosa?

Voz C:Tô tentando puxar a pesquisa original aqui para tentar encontrar esses dados.

Reinaldo Azevedo:Ah, tá. É porque o Joaquim Barbosa não apareceu aqui, né, no segundo cenário. Mas não mudou nada, não mudou nada, tudo a mesma coisa. É rejeição, vai.

Voz C:Dados sobre rejeição. Pesquisa mostrou que Flávio Bolsonaro levou a rejeição entre os eleitores. Ele passou de 50 para 52% na comparação com levantamento de maio. O presidente Lula manteve o mesmo número de rejeição, 47%.

Reinaldo Azevedo:Isso, aprovação do governo Lula, aprovação foi de 47 para 48 em junho, desaprovação oscilou de 48 para 47, portanto numericamente agora aprovação está à frente da reprovação. Avaliação do governo, ruim ou péssimo, foi de 40 para 41, ótimo ou bom de 37 para 38, regular de 22 para 21, não sabe, não respondeu. O fundamental é que aprovação e reprovação agora estão empatados, e portanto a situação do companheiro Flávio Bolsonaro segue bem difícil, né? Daí que ele vai a um seminário e faça defesa do programa de governo do Lula. Porque, atenção, isso aqui não é opinião, isso é informação. Os economistas deles não concordam e acham que a política fiscal do Lula levará o Brasil à bancarrota, como aquele editorial do Globo. Você acha que vai levar? Eu acho que não. Mas, ah não, é só véspera do caos. A gente já viu o caos sendo vendido, o caos costuma ser barateado, já disse em política. Mas aí, quando vai participar de um debate, não pode dizer isso. Debate de um evento. E aí haverá o debate político, e vamos ver no debate político como é que essas coisas se organizam. Porque o debate político vai ter de ser feito item a item. Isso aqui é bom, eles sabem, eu não tô inventando nada. Eles sabem que terá de ser assim. E aí, qual vai ser a resposta para aposentadoria? Qual vai ser a resposta para o salário mínimo? Qual vai ser a resposta para saúde e educação? Qual vai ser? De onde se vai cortar dinheiro? Tem que cortar de algum lugar. De onde vai ser? E ao cortar, quem é que vai pagar o preço de se ter cortado? Então é claro que o Flávio tá numa situação eleitoral bastante difícil. Ah, quer dizer que então Lula já ganhou? Não quer dizer, não quer dizer. E agora sim, meninos, nós vamos voltar lá para cima, lá para dois, porque diante disso tudo aí é preciso Existe aí um flerte, de vez em quando eles se esquecem do bolsonarismo com a imprensa. Usa-se muito Supremo para isso. Vamos todos malhar o Supremo.

Voz C:Ó, porque, ei, oi, deixa eu só trazer informação, porque no primeiro cenário, aquele primeiro que a gente trouxe, a diferença entre eles era o primeiro deles tinha uma quantidade enorme de candidatos testados, além daqueles que a gente falou. Joaquim Barbosa Aí aparece com 2%, Augusto Cury com 2%, Aécio Neves com 1%, Cabo Daciolo com 1%. E aí no segundo cenário aí só seria testado Joaquim Barbosa, que aí aparece com 3% das intenções. Essa diferença, os outros candidatos não foram testados nesse segundo cenário.

Reinaldo Azevedo:Tá, mas não tá aqui, né? Não, não tá. Ah, tá, porque eu achei que eventualmente pudesse não estar enxergando, mas então tá bom. Aí a gente volta lá para o Vamos para a questão 2. O Flávio decidiu puxar o saco da imprensa e disse que o pai dele errou muito com a imprensa.

Voz E:Vamos lá. Também no evento de hoje da revista Veja, a gente trouxe ainda há pouco algumas das declarações de Flávio. Ele afirmou que o pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, errou na relação com a imprensa. Vamos à manifestação do senador.

Flávio Bolsonaro:De ano foi um dos problemas que eu identifico no governo do presidente Bolsonaro, o relacionamento com a imprensa, o preconceito muitas vezes de quem estava gerindo o orçamento para publicidade com relação a alguns veículos de comunicação. E pretende mudar isso? Isso vai ser, obviamente, isso tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada, que a gente não precisa repetir o erro, pode fazer muito melhor, e assim será num possível governo meu.

Reinaldo Azevedo:Ai, meu Deus. Ele acenou, tá falando para os veículos de comunicação: olha, nós vamos cuidar melhor da publicidade. É isso? A imprensa comunista. Bom, vocês me desculpem, memória é memória, né? Não, não é questão de publicidade só, que aí para mim tem que ser institucional, a coisa acabou. É preciso lembrar como a imprensa era tratada. Primeiro que os jornalistas eram colocados num cercadinho O presidente se cercava, aí sim, dos seus seguidores para hostilizar jornalistas, que praticamente eram impedidos de fazer pergunta, e quando faziam perguntas eram xingados. Não é só erro. É método. E eu vou colocar aqui uma sequência de Bolsonaro tratando imprensa, mas depois eu quero lembrar o que fez Eduardo Bolsonaro agora, alguns dias. Primeiro, memória. Vai, fala, Bolsonaro, o que que você pensou?

Flávio Bolsonaro:Ela queria dar um furo. É uma patifaria!

Reinaldo Azevedo:Folha de São Paulo, cala a boca, não te perguntei nada! Folha de São Paulo, Folha de São Paulo, um jornal patife e mentiroso!

Flávio Bolsonaro:Tá saindo, cala a boca, cala a boca! Primeiro, você da Folha de São Paulo tem que entrar de novo numa faculdade que presta e fazer um bom jornalismo. Esse é da Folha, tem que fazer, e não contratar qualquer uma, qualquer um para ser jornalista, para ficar semeando a discórdia e ouvindo besteira, perguntando besteira por aí. Esse jornalismo que vocês fazem, jornalismo podre, podre, canalha!

Reinaldo Azevedo:Vocês não prestam.

Flávio Bolsonaro:Sempre fui atleta das Forças Armadas. Naquela história de atleta, né, que pessoal da imprensa vai poder boate. Quando pega num bundão de vocês, a chance de sobreviver é bem menor.

Reinaldo Azevedo:É, tá falando da COVID, que os bundões como nós jornalistas, a chance dos bundões jornalistas sobreviver é bem menor. Já ele, atleta, não. Ah, vem com essas coisas do passado. Primeiro que ele nunca se arrependeu disso. Quem agora tá puxando o saco da imprensa é o Flávio, por razões que me parecem oportunistas. O Intercept foi até a mansão em que mora Flávio, nos Estados Unidos, que ele mora, que depois ele disse que não morava.

Jake Stauch:Mora.

Reinaldo Azevedo:O jornalista foi absolutamente respeitoso, fez o seu trabalho, apertou campainha. Mora aqui? Não mora aqui? Eduardo o ameaçou com arma. Não, não com a arma. Ele ameaçou usar a arma num trabalho, claro, de respeito à imprensa. Vamos lá.

Flávio Bolsonaro:A minha esposa me ligou muito nervosa porque tinha uma pessoa ao redor da minha casa e que foi aqui atendida inicialmente pela minha filha, pela Georgia, e depois continuou ao redor. E aí quando eu cheguei aqui no local, a gente acabou descobrindo que a pessoa do Intercept tava incomodando a vizinhança. Nós chamamos a polícia porque eu não sabia do que que se tratava, né? Aqui no Texas vocês sabem que muitas pessoas têm arma dentro de casa. Normalmente as pessoas que você recebe na sua casa são pessoas que você conhece, tá? Não tô fazendo ameaça a ninguém não, tô falando que é uma situação que é totalmente grave, que foge da rotina. A polícia veio, nós estamos formalizando o boletim de ocorrência, estamos passando as fotos que os policiais nos pediram para saber se a pessoa vai continuar rondando aqui, e que isso aqui nos Estados Unidos é algo sério. Só para deixar claro, aqui no território americano esse tipo de conduta pode ser perfeitamente enquadrado como invasão de privacidade ou invasão de condomínio.

Reinaldo Azevedo:Isso chama respeito à imprensa. E a mais abjeta de todas as manifestações, porque é a mais abjeta, no dia 3 de maio de 2022, ele nunca se desculpou por isso, foi outro dia, 2022, a Miriam Leitão fez uma crítica ao governo. Ele republicou, ele repostou a crítica da Miriam Leitão, botou junto a imagem de uma cobra e qualquer coisa como "com pena da cobra". Põe a imagem aí. Quem não entendeu, quem não tinha referência histórica, podia achar, pode achar, ah, tá chamando a jornalista de uma cobra venenosa. Não, é que a Miriam Leitão grávida Com 19 anos, presa, submetida à tortura, foi torturada grávida, e uma das formas de torturá-la foi aterrorizando-a com uma cobra, ameaçando-a com uma cobra, grávida. Quem quiser cair nessa conversinha, caia. E a velha história: enquanto não se desculpar pela ameaça golpista feita na entrevista à Folha de São Paulo no dia 14 de junho, segue sendo golpista. Que ameaçou dar um golpe no Supremo. Não retirou. Não se desculpou por essas Pusilanimidades, não se desculparam. Então, queridos, os meus critérios são muito objetivos nessas coisas. Eu posso ter restrições de toda natureza a quem quer que seja, programa disso, programa daquilo, não sei o quê e tal, tem um monte, todo mundo. Agora, eu tenho um Corte! E tem um limite com o qual não transijo. Que isso, volta e meia vem: "Ah, porque era tão crítico do PT e tal..." Não! Continuo crítico de um monte de coisa e quando eu achar que tem que criticar, eu critico. Agora, não me peçam para ultrapassar essa linha. Que eu não vou ultrapassar, de jeito nenhum. A disputa continua a ser democracia versus não democracia. No campo da democracia, vamos quebrar o pau, ora. Mas até que não se revejam essas posições, Eu nem acho aceitável que exista um candidato que tenha ameaçado o Supremo. Na minha república? Na minha república? Platão queria expulsar os poetas da república. Eu não quero, vale bem, Isa? Não, eu quero muitos poetas na república. Na minha república, gente que faz discurso golpista não teria candidatura aceita. Oh, mas aí seria uma avaliação muito subjetiva. Eu não acho que exista nada de subjetivo em quem ameaça usar força contra o Supremo. O que tem de subjetivo? Na verdade, a minha tese é até aborrecidamente democrática. Não tem nada de excepcional no que eu falo nessa coisa. Muito bem, vamos seguir lá para vocês. Olha aqui, o Nurca Mões, valeu, bem-vindos, Luzia.

Jake Stauch:Hey everybody, Lady Luck here, and we're celebrating America's 250th birthday. Now all summer long I'm going to be celebrating by playing on Spin Quest .com, which is an American-owned social casino. It obviously features over 1,000 slot games and live blackjack, live craps, live bubble craps. Head on over to spinquest.com, get yourself a $30 coin pack for just $10. Spin Quest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Reinaldo Azevedo:Quando estavam contornando o Cabo da Boa Esperança, levantou-se Adamastor. Então, o Cabo da Boa Esperança é um monte. Levantou-se Adamastor, como se fosse um dos titãs, né, Adamastor. E o Adamastor ameaça os portugueses: "Ah, vocês não vão passar por aqui e tal, não sei o quê." E aí ele conta a história dele. Ele se apaixonou pela Tethys, pela musa, uma musa das águas, tadinha, pequenininha, e o gigante Adamastor grandão. E ele conta o sofrimento dele, né, a gente fica sabendo o sofrimento dele. E aí tem a fala, reproduz-se a fala da ninfa, que ela diz assim: meu Deus, que amor de ninfa será o bastante para o tamanho de um gigante? Não é isso? Então assim, o Flávio tá precisando de um ninho, de uma ninfa de vice. Mas quem terá tamanho bastante para o rombo gigante que se abriu na candidatura com a história do filme? E aí estão batendo cabeça. Até o Cleitinho, até o Cleitinho agora tão querendo que eu também seja candidato a vice. Eu não sei se eu nem vou ser candidato a governador, pensando aqui, mas não sei se vai ser, não sei se vai dar não. Também Cleitinho, tão atrás de todo mundo aí, e um vice qualquer aí.

Voz C:Segundo a Folha, a pré-campanha de Flávio Bolsonaro ainda vive o impasse em torno do vice da chapa, tem visto pouca ou nenhuma diferença em termos de votos nos nomes de aliados testados em pesquisas encomendadas pelo partido. A discussão também acabou Em segundo plano nas últimas semanas e meia, o desgaste enfrentado por Flávio por causa da relação com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e da ameaça de um novo "tarifaço" dos Estados Unidos contra o Brasil. Há duas semanas, dois integrantes do núcleo duro do PL sugeriram que o nome do senador Cleitinho fosse incluído nas pesquisas encomendadas pelo partido como vice de Flávio. Cleitinho lidera as pesquisas de intenção de voto para o governo de Minas Gerais, mas apesar do favoritismo, tem afirmado a pessoas próximas que não deve disputar as eleições. Questionado sobre a inclusão de Cleitinho nas sondagens do PL, o coordenador político da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho, disse desconhecer a possibilidade.

Reinaldo Azevedo:Isso. E aí, então, atrás a gente já viu que uma das— o Eduardo, por exemplo, tem uma ideia, né, porque ele com Cleitinho também as coisas não vão muito bem assim, né. Ele teve a ideia que a Júlia Zanatta Os fuzis da senhora Zanatta, que é botar alguém de extrema-direita, enfim, que seja ali, que vá fazer o discurso mesmo ideológico, aquele mais severo, mais... Não parece, de novo, que seja exatamente uma grande ideia, fazendo uma análise puramente técnica. Mas aqui, mais uma vez, eu digo, né, espero que eles não confiem nas minhas análises nem acreditem nas coisas que eu digo, e façam as coisas a seu modo. Tem que se ajudar, tem que se ajudar. Agora, por que a dificuldade em achar um candidato a vice, porque a coisa desandou. Até outro dia, e a pesquisa demonstra isso, até outro dia parecia que bastava correr para o abraço, e a gente tá vendo que obviamente não é assim, né? Todos aqueles que anteviram que a eleição seria um passeio, se esqueceram que a história jamais se esquece de acontecer. Às vezes de acordo com um certo padrão de previsibilidade, às vezes e mais frequentemente não, né. O que a gente tem, na verdade, não esperava. Pode acontecer o inesperado também? Pode, pode acontecer, claro. O problema é a armadilha em que eles se meteram. E aí nós vamos falar um pouquinho mais disso, porque a Rogério Marinho deu uma entrevista a respeito. E nesse evento da Veja, parece que eles falaram sobre a possibilidade, tem um vídeo, é isso? Zema, o Caiado, os serviços, é isso?

Flávio Bolsonaro:Exatamente, né? O respeito, são pré-candidatos, né, tem os seus partidos. E eu hoje não tô trabalhando com essa possibilidade, mas o que eu sempre conversei com cada um deles, com Zema, com Caiado, foi o seguinte: inclusive eu encorajei a pré-candidatura do Caiado, por exemplo, né, quando me procurou para conversar, eu falei: não, cara, eu acho que você tem um papel importante aqui, você tem uma história E a gente sabe que tem que haver uma unidade para impedir que o Brasil pule de cabeça nesse precipício sem paraquedas, que seria uma reeleição do PT. Eu acho que nesse aspecto está todo mundo bastante alinhado, consciente, Maurício, de que essa unidade, seja no início, no primeiro turno, se não vier no segundo turno, ela existirá.

Reinaldo Azevedo:É, que a direita vai se unir no eventual segundo turno, em havendo segundo turno, sem dúvida, né? Agora, a mesma união deles não parece ser muito fácil, né? Tô dizendo fácil aos olhos do eleitorado, porque depois de tanta crítica Por exemplo, Caiado: "Eu sou o único candidato com autoridade moral." Depois vai pedir voto para quem não tem autoridade moral? Zema, que vive repetindo que Flávio andou com banqueiro bandido, pegando frase lá de trás de um outro banqueiro que foi chamado de banqueiro bandido. Vai defender o candidato banqueiro bandido? O problema é o seguinte: quando você perde o rebolado, né, aí, meu filho, para achar de novo é difícil. E vejam, o Jair Bolsonaro lá atrás teve que achar o seu posto de piranga na economia. Flávio também está em busca do seu. A prova de que as coisas não andam fáceis é que ele achou um posto Ipiranga, mas que, como se diz no interior, nem diminói nem contribói, né? Vamos ver, vai.

Voz E:Flávio Bolsonaro confirmou hoje que Daniela Marques, ex-presidente da Caixa no governo de Jair Bolsonaro, deverá ajudá-lo na elaboração de propostas para as áreas econômica e social de sua pré-campanha à presidência da República. Declaração de Flávio foi dada no evento promovido pela revista Veja, Hoje. Ele afirmou o seguinte: "Ela está perto de nós aqui na campanha e vai me ajudar nessa parte econômica, mas principalmente na pauta de responsabilidade social". Segundo o G1, a ex-presidente da Caixa se licenciou por 6 meses da Legend, empresa em que trabalha, para se dedicar ao projeto. Daniela afirmou que pretende ajudar a formular um modelo econômico mais "austero e virtuoso" e já vinha atuando informalmente nos contatos de Flávio para difundir propostas econômicas.

Reinaldo Azevedo:Eu estou dizendo que a moça não tem condições, que essa senhora não tem condições? Não, não estou dizendo nada. Só estou dizendo que quando o Flávio arrumou um nome, Flávio Bolsonaro arrumou um nome no mercado, ele foi atrás do Paulo Guedes, que era uma estrela. Pelo menos para os mercados, que vinha tentando participar do governo fazia tempo, né? E no entanto, o Flávio agora, passado já esse tempo todo da campanha, ele não consegue arrumar essa estrela no mercado, ainda não conseguiu. Aquele nome assim, aquele emblema que mobiliza o mercado. Sinal de dificuldade. Vejam que é uma dificuldade similar à dificuldade para arrumar um vice. Quem vai pensar economia? Vem um nome técnico, sem dúvida, mas que não tem peso. Vice, bom, aí realmente não se sabe, porque vice é aquela história, né? Vice pode não dar voto, mas pode tirar, né? Pode tirar voto. E aí, olha, é o seguinte: o Eduardo tá bravo com o Zema. E ele tá pregando o rompimento do novo, do PL com o Zema. Vai lá.

Voz C:O pré-candidato à presidência Romeu Zema do Novo evitou fazer novas críticas a Flávio Bolsonaro em função das relações do senador com Daniel Vaccaro, dono do Banco Master. Essa postura foi adotada hoje pelo ex-governador de Minas Gerais após o irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, sugerir um rompimento geral do bolsonarismo com o Partido Novo. O mineiro, porém, afirmou que não acredita nessa ruptura e que, apesar de não retirar o que disse no passado, quando defendeu que Flávio tinha muito a explicar sobre o caso. A manifestação de Zema foi feita hoje também no mesmo evento da revista Veja. Ele disse o seguinte: O que eu disse sobre o assunto eu já havia dito, todo mundo sabe, é público e notório, e é bola para frente. Não acreditamos, não, no rompimento. Eu já falei o que eu tinha de falar sobre essa questão aí. Não vou entrar mais nesse ponto. Eu não retiro nada do que eu falei, mas eu estou olhando para o futuro agora. Não tem contradição nenhuma. O que eu disse é público, que todos nós da direita estaremos juntos no segundo turno contra a esquerda. Isso é indiscutível.

Reinaldo Azevedo:E tem uma coisa deliciosa que é o seguinte: o Zema, o vai bem, o Isa, O diretor estadual do Novo de Santa Catarina resolveu fazer um seminário, um evento. E sabe quem foi desconvidado?

Voz E:Quem?

Reinaldo Azevedo:O Romeu Zema. O Romeu Zema foi desconvidado. Porque na verdade o Novo é só um cancro bolsonarista. Que pretende ser mais bolsonarista que o Bolsonaro. Eles são, em muitos aspectos, mais reacionários do que o bolsonarismo. Mais reacionários do que o bolsonarismo. Não tem nada a ver com o partido que o João Amoedo criou. Aliás, um abraço para Amoedo. Sempre tive divergências, mas tinha convicções sérias. A respeito de um partido liberal, e que não é esse troço que virou o Novo. E aí o Novo tá desconvidando o Zema porque o Zema critica o Flávio. Olha, vejam vocês, como ele critica o Flávio, então eles desconvidam o cara que é o candidato do partido. "Ah, mas é o de Santa Catarina." Não interessa. Não interessa. Não é? E agora outra coisa saborosíssima: a Michelle e o preço da madrasta sacaneada. Ah, e daqui a pouco eu até vou, e bem, nós vamos usar aqui um Elton John para ela daqui a pouco. Mas antes, vamos ver o que é que tem aí, vai.

Voz E:Segundo o Jornal O Globo, lideranças do PL relataram que Michele Bolsonaro tem colocado uma condição para entrar na campanha de Flávio Bolsonaro. A ex-primeira-dama quer um gesto público dos filhos do ex-presidente com um pedido de desculpas. A relação com Flávio sempre foi distante e azedou de vez depois que o senador chamou a madrasta de "autoritária". A crítica ocorreu após Michele condenar a aliança do PL com Ciro Gomes no Ceará. A relação da ex-primeira-dama com Eduardo Bolsonaro também segue azeda. Os dois chegaram ao rompimento depois que o ex-deputado desaprovou abertamente Michele como opção de candidata à presidência ou até mesmo à vice. Eduardo foi um dos principais articuladores do nome de Flávio na corrida do Palácio do Planalto junto ao pai.

Reinaldo Azevedo:Ela quer desculpa e diz que desculpa não vai ter. Aí é só com Elton John mesmo, vai, Beni, vai. É uma música que eu adoro.

Jake Stauch:Forget whatever plans you have this weekend because you're staying at home and playing on Spin Quest, and there's never been a better time to sign up than right now. New users get $30 coin packs for just $10. All the table games you love with hundreds of slot games and real cash prizes. That's at spinquest.com. S-P-I-N-Q-U-E-S-T dot com. Spin Quest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Reinaldo Azevedo:Sorry seems to me the hardest word. Às vezes, desculpa parece a palavra mais difícil de falar, né? E aqui, claro, o que eu posso fazer para que você me queira? Aí é o querer, querer candidato, né, Wally Ben? Claro, né? É isso. Então, nessa coisa assim, nossa, eu adoro essa música de uma extesas infinitas. A minha mulher fala que eu ouvi, fala: "Para de estragar algumas músicas." Sem desculpa não rola. Morais mantém... Eu estou me ouvindo. Sanduíche, xixi. Oi, oi, parei de me ouvir. Parei. Moraes mantém julgamento de Eduardo para esta terça.

Voz C:Vai. O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal rejeitou um pedido da Defensoria Pública da União e manteve o julgamento da ação penal contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro marcado para começar amanhã na 1ª Turma do STF. Ele é acusado de coação no curso do processo. Eduardo atuou para atrapalhar o processo que condenou o pai por tentativa de golpe de Estado. O ex-deputado não designou um advogado para representá-lo neste processo. Com isso, a defesa dele está a cargo da Defensoria Pública da União. O órgão pediu adiamento do julgamento, alegando que a composição da turma não está completa, ou que a corte convocasse um ministro da segunda turma para acrescentar ao colegiado.

Reinaldo Azevedo:A AGU tá fazendo o seu— a Defensoria, melhor, tá fazendo— Defensoria Pública fazendo seu trabalho, enfim, já que não tem advogado constituído. Mas é um pedido sem nenhuma procedência, porque não precisa a turma estar completa para votar. Assim como o Supremo não precisa estar completo para votar, não precisa complementar a turma para votar. Não tem a menor— assim, louvo o esforço, acho que— ah, vai, velho, defensoria é defensoria, não tem que olhar para quem está sendo defendido. Ah, esse Eduardo não merece. Não, Todo mundo precisa ter um advogado. Já que ele não constituiu, é a regra do jogo. Agora, não é regra do jogo: "Ah, mas não tem que estar completa a turma?" Não. Onde que está escrito isso? Argumentação ruim, inclusive. Não faz sentido. E atenção, vocês, por aí está se dizendo assim: "A AGU pede aos Estados Unidos para fazer a defesa do Alexandre." Não é pede, comunica. Está comunicando que não são os Estados Unidos. Ah, não, não sou eu, tu, você como advogado, né? Pede um jeito de dizer, né? Mas a AGU fará, e corretamente, a defesa do Alexandre em face da patuscada lá inventada nos Estados Unidos.

Voz E:Vamos lá. Advocacia-Geral da União protocola hoje no Tribunal Federal da Flórida, nos Estados Unidos, um requerimento para atuar no processo movido pela Rumble e a Trump Media and Technology Group contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Em nota, o órgão comandado por Jorge Messias classificou a ação como uma tentativa de ofensa à soberania nacional e à independência do Poder Judiciário brasileiro. A AGU afirmou que pede intervenção do Estado na ação com vistas a defender as decisões judiciais do STF. Vamos agora a um trecho do comunicado do órgão: A medida tem por objetivo promover a defesa dos interesses do Estado brasileiro e sustenta, sobretudo, que decisões judiciais proferidas pela Suprema Corte de nosso país não podem ser questionadas perante tribunais de estados estrangeiros. A ação em questão foi movida pela Rumble e pela Trump Media para contestar decisões de Moraes relacionadas à suspensão de contas e bloqueios determinados pelo STF em plataformas digitais.

Reinaldo Azevedo:É isso aí. E nós vamos fazer o comercial, quando vamos falar um pouquinho, depois quando a gente voltar a reunir a rede, vamos falar da PGR também rejeitando a delação de Daniel Vorcato. Vamos comercial. O é da coisa. Muito bem, nós estamos de volta. Haddad e Tarcísio e o embate sobre a Sabesp, o embate entre bolsonarismo e petismo, se quiserem. Em São Paulo assume a personificação de Tarcísio e de Haddad. Talvez o Haddad não seja assim um petista típico em muitos aspectos, ele mesmo brinca que falam que ele é o mais tucano dos petistas. E talvez Tarcísio não fosse originalmente um bolsonarista típico, mas se tornou, porque sempre que necessário É, ele faz essa defesa, embora esteja tentando manter uma distância de Flávio, porque Flávio se tornou uma figura tóxica, né, em razão de tudo que a gente sabe. Mas vamos lá, que que a gente tem aí?

Voz C:O pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, criticou hoje o processo de privatização da Sabesp realizada pela gestão do governador Tarcísio de Freitas. Nesse evento promovido pela revista Veja, sobre o qual a gente tratava E com a presença do próprio Tarcísio, Haddad afirmou que a empresa foi vendida à iniciativa privada em uma mesa de amigos.

Reinaldo Azevedo:Haddad disse o seguinte: Quando a gente fala, critica a privatização da Sabesp, é porque nós abrimos 3 bi e 700 na segunda tranche da venda das ações. Em nome do quê que nós fizemos isso? Por que que nós canalizamos a concessão para uma empresa só acrescentando cláusulas que afastavam outros investidores. Foram 3 cláusulas acrescentadas para afastar os investidores, ficou na mão de um. E para piorar, depois de vender para um só dos interessados, que obviamente ofereceu o preço que lhe convinha porque não tinha concorrente, ainda vendeu pelo preço da primeira tranche para amigos.

Flávio Bolsonaro:Para pessoas escolhidas numa mesa com critérios absolutamente opacos, sem transparência.

Reinaldo Azevedo:Olha, eu infelizmente, infelizmente eu digo para o Estado, eu compartilho dessa crítica, assim como há, e isso não tem nada a ver com serviço da Sabesp, agora eu já disse que eu não sei, não faço crítica sobre o que eu não sei. E tem uma coisa grave: a empresa foi efetiva— as ações foram efetivamente vendidas abaixo do que valiam em bolsa, com um único concorrente. Não me digam que isso é exemplo de coisa bem feita. Porque não é. Mas o governador tem outro entendimento.

Voz E:Vamos lá. As declarações de Fernando Haddad foram dadas depois que Tarcísio discursou no evento. Minutos antes, o governador, que disputa a reeleição, foi indagado sobre as críticas à privatização da empresa e afirmou que o pessoal leva sempre para o lado da política. A gente está focando em resultado. Vamos conferir um trecho do que disse o governador paulista.

Reinaldo Azevedo:O pessoal leva sempre para o lado da política, né? A gente sempre está focado em resultado, então a gente trata isso de uma outra forma. Havia a necessidade, primeiro, da gente cumprir as metas do Marco do Saneamento, que é um marco que traz estabilidade regulatória. Isso é uma questão importante.

Flávio Bolsonaro:Segundo, nós tínhamos uma situação que, com o fim dos contratos-programas, e esses contratos não podiam ser prorrogados, a gente já tem uma situação que é aquela situação indesejável. Cada município ia ter que fazer a sua própria licitação de saneamento ou constituir a sua autarquia. A gente ia fragmentar a prestação de serviço de saneamento básico.

Reinaldo Azevedo:E como a Sabesp funciona na lógica do investimento cruzado, a gente teria um problema, porque a partir do momento que a Sabesp perdesse mercados relevantes, seja pela constituição de autarquia ou seja pela derrota em determinadas licitações, a gente ia ter um problema sério de perda de mercado e de perda da sustentabilidade financeira. Com a devida vênia, e o governador é especialista em engenharia, matemática, né, ele sabe que ele não respondeu, não responde nada, não responde a crítica essencial. Nada disso que ele disse explica porque só teve um concorrente. Os marcos, os marcos da disputa acabaram resultando num único concorrente e porque foi vendido abaixo do valor de bolsa. Ele está muito à frente na pesquisa, não sei se dependesse de ter uma boa resposta para a questão da Sabesp, ele seria derrotado, mas eu acho que ele consegue achar uma resposta melhor até a eleição. É isso aí. O É da Coisa. Muito bem, estamos de volta. É, PGR também recusa acordo de delação de Daniel Vaccaro. Vamos lá.

Voz C:A Procuradoria-Geral da República comunicou hoje ao STF que rejeitou a proposta de delação premiada apresentada pela defesa de Daniel Vaccaro, dono do Banco Master. A informação foi confirmada pela reportagem da Band. Análise da PGR segue o mesmo entendimento da Polícia Federal. Federal. Na avaliação do procurador-geral da República, Paulo Gonê, e dos procuradores que atuam no caso, a proposta não trouxe elementos novos em relação ao que a própria investigação já revelou. Além disso, a proposta não trouxe um comprometimento efetivo com a devolução de valores, um dos pontos centrais apontados pelo Ministério Público para o avanço dessas tratativas. Vorcaro está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$12 bilhões, segundo a Polícia Federal.

Reinaldo Azevedo:Olha aqui, isso aqui é a parte da fraude, tem a coisa do quanto custou o Fundo Garantidor e essa coisa toda. Segundo se comenta, a Polícia Federal, tanto Polícia Federal como PGR, alegam, como vocês veem, que não houve elementos novos, o que a defesa de Forcard dá a entender que é má vontade, que teria havido elementos novos. Para a Procuradoria-Geral da República, consta, sempre foi muito importante a devolução de recursos. Que volume seria devolvido? E há, também falo segundo o que se comenta, o Vorcaro teria dificuldade em reconhecer que determinados procedimentos que foram apontados como criminosos sejam crimes, porque diz: "Todos faziam assim, o que eu fiz foi ir até o limite do que era permitido." Obviamente não vou endossar essa versão. Agora, o que eu digo é o seguinte: boa parte do que se fez, especialmente com o CDB, todo mundo sabia. E por que é que ninguém interveio? Não, não tô naquela assim, ó, se não me segurarem eu vou cometer crime. Não, mas precisa ver, tava caracterizado realmente como crime? Bom, de qualquer modo, não havendo delação, outra coisa, significa que a delação pra ele acabou? Não, não existe limite de tentativa, ele pode tentar uma outra vez, ele pode fazer uma nova proposta de delação para a PF e a PGR, só para a PF, só para a PGR, aí Não tem limite para isso, então ele pode tentar ainda. E se não acontecer delação? Se não acontecer delação, o processo tem seu curso normal e ele será julgado sem delação. Os elementos que ele apresentou na delação e que são eventualmente exclusivos da delação, em fruto da delação, não podem ser usados. Contrário, o que faz sentido. Aquilo que a PF chegou por conta própria, PGR chegou, ok. Aquilo que ele eventualmente apresentou, não. E outra coisa, não sendo aceito, os termos têm de permanecer em sigilo. Quem aposta, não precisa nem apostar um mindinho não, pode apostar só pontinha da unha. "Quem é que vai ficar em sigilo?" "Quem? O quê? Me dá o dedo aí, quem?" Obviamente não ficará em sigilo, mas deveria. Aí aquela minha penimba antiga com essa coisa. Eu acho que isso está precisando de uma regulação, faz tempo. Acho que a coisa está atrapalhada, mas... Lula no G7, quem sabe encontre Trump, não sei se eu vou encontrar com ele. Eu falei assim, não tem que ficar procurando, vai, tem que encontrar com Trump. Se não der, não deu, tá tudo certo. Vai, vamos lá.

Voz E:O presidente Lula chegou hoje a Evian, na França, para participar amanhã da reunião de líderes dos países do G7, o grupo das principais economias do mundo. O governo brasileiro trabalha com a possibilidade de um encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a reunião da cúpula. No entanto, não há reunião previamente marcada entre os dois. A estratégia do Planalto foi garantir a chegada de Lula ainda neste segundo, primeiro dia do evento, diante da possibilidade de Trump participar apenas da abertura da reunião, repetindo o que ocorreu no encontro do G7 realizado no Canadá no ano passado. Em meio à expectativa de uma conversa com Trump, Lula se reuniu hoje com o presidente da França, Emmanuel Macron. O presidente brasileiro fez uma postagem nas redes sociais após a ocasião com Macron.

Jake Stauch:What's going on, everyone? It's Bluff here. And you know what's more American than America's 250th birthday? Supporting American-owned companies like SpinQuest, America's number one social casino with over 1,000 games like live dealer blackjack and craps. They're offering new users a $30 coin package for just $10. Go to spinquest.com and sign up today. SpinQuest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Reinaldo Azevedo:É o negócio seguinte, não fez bem o Lula, tem que marcar reunião, não, não marca reunião, não marca reunião, acabou, tá tudo certo, né? Se tiver conversa, tanto melhor. Meninos, Irã humilha Trump que aceita acordo de paz. Ai, o Reinaldo tá todo felizinho porque não, eu acho o regime iraniano horroroso, horror aquilo. Agora, os Estados Unidos têm a sua maior derrota desde a Guerra do Vietnã, proporcionada por esse mané.

Voz C:Vai lá, os Estados Unidos e o Irã anunciaram ontem um acordo para encerrar a guerra iniciada em 28 de fevereiro com ataque "pacto promovido por Estados Unidos e Israel contra os iranianos". O pacto deverá ser assinado na próxima sexta, na Suíça, segundo informou o primeiro-ministro do Paquistão, Shebaz Sharif, que atuou como mediador dessas negociações. Trump confirmou o acordo em uma publicação na sua plataforma, Truth Social. Já o regime iraniano emitiu um comunicado em que diz que o país finalizou um memorando de entendimento após meses de longas e difíceis negociações. Ainda não há um documento oficial, mas são três os pilares deste acordo: a suspensão dos ataques americanos ao Irã e de Teerã contra Israel e países do Golfo; segundo, o fim do bloqueio naval promovido pelos EUA contra o Irã; e o terceiro, a abertura por parte do Irã do Estreito de Ormuz. O premier do Paquistão afirmou ainda que o acordo prevê o fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo o sul do Líbano. Mas o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, parece não ter sido avisado sobre o acordo de paz. A gente vai abordar esse ponto daqui a pouco.

Reinaldo Azevedo:Isso. E iraniano diz que acordo contempla ativos congelados. Se for assim, ah, vai.

Voz E:O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, afirmou que o acordo representa apenas a primeira etapa de um processo mais amplo. Segundo ele, Teerã e Washington vão começar agora um período de 60 dias de negociações para discutir questões mais complexas, incluir sanções econômicas e o futuro do programa nuclear iraniano. Nesse sentido, Reinaldo, circula ainda que Teerã teria concordado em manter congelado o atual estágio de seu programa nuclear até a conclusão de um acordo definitivo. Isso incluiria a suspensão do enriquecimento de urânio e da expansão de instalações nucleares, mas também a liberação de US$25 bilhões de bens italianos congelados no exterior.

Reinaldo Azevedo:Nós vamos, eu vou analisar isso aqui ainda, né, na sequência, porque é uma derrota formidável dos Estados Unidos. Fica com a gente aqui. O É da Coisa. Meninos, eu mesmo falo rapidinho. Evidentemente o Trump foi, nós vamos analisar ainda a extensão da derrota dele, foi pressionado por pesquisas eleitorais. Vai ter eleições em novembro, eleições de meio de mandato. Os republicanos estão muito atrás dos democratas, a popularidade dele é a mais baixa da história, 35%. O preço do petróleo disparou, aliás hoje despencou, né? Enfim, como ainda resta um pouco de democracia nos Estados Unidos, porque ainda há eleições, espero que elas sobrevivam. Evidentemente, ele teve de ceder, né, num acordo humilhante para ele. É isso aí. O É da Coisa. O É da Coisa, na BandNews FM. Oferecimento: BTG Pactual.

Voz C:Para quem era mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê?

Reinaldo Azevedo:Pede iFood já! O É da Coisa. Olha, presta atenção aqui, o Thomas Friedman melhor analista de Oriente Médio que há no mundo, no jornalismo, articulista do New York Times, escreveu um brilhantíssimo artigo falando sobre a situação, o acordo dos Estados Unidos com o Irã, né. E aí ele pega, bom, essa crise ela começa em 7 de outubro de 2023 com ataque do Hamas a Israel, e dali todo o resto desencadeou. Aí ele pergunta: quem ganhou com isso? A rigor, todo mundo perdeu, né? Se você olhar, o Hamas perdeu porque dominava toda Gaza, hoje domina 40%. Ali os israelenses, por razões óbvias, é, os palestinos, bom, não precisa dizer porque são vítimas de uma política genocida, os americanos o custo econômico da coisa. Toda a elite iraniana perdeu, porque afinal de contas morreu o Ayatollah Khamenei, morreu a cúpula da Guarda Revolucionária. Netanyahu ainda mais dependente do que antes da extrema-direita, porque ele sabe que se ele não continuar matar pessoas ele vai para cadeia. Bom, todo mundo perdeu de algum jeito, a civilização perde. Agora, derrota igual a do Trump Inexistem. Desde que os Estados Unidos decidiram assinar um acordo de paz com o Vietnã, em janeiro de 1973, você não tem isso. Em 1975 foram lá, os comunistas tomaram todo o Vietnã. Uma derrota gigantesca. O Trump caiu na conversa do Netanyahu que bastaria bombardear o Irã matar o Khamenei, que haveria uma revolta popular, a gente arma os curdos e aí dá tudo certo, valeu, beleza, pronto, tá tudo certo. Só que o Irã não é Venezuela e ele não tinha plano B. E aí diz o Friedman: o Irã tinha plano B, plano C. Mas por que que eles não vão, não tomam Hormuz de uma vez? Porque aquilo tudo tá minado, aquilo tudo pode E se alguém acha que o Irã aceitaria uma humilhação desse tamanho sem— e veja que o Irã atacou os países do Golfo, fez um estrago.

Jake Stauch:Happy birthday, America! It's time to celebrate and play your favorite Las Vegas casino games by American-owned spinquest.com. What's better than fireworks and American Pie? Hitting a blackjack in the palm of your hand! And you won't lose your fingers. Over 1,000 games including slots and live dealers, and $30 coin packs are on sale for $10. Spinquest.com, by American players, for American players. Spinquest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Reinaldo Azevedo:Não, para o Irã não foi bom. Agora atenção, a ditadura iraniana, ditadura islâmica, continua lá. A ditadura que eles são continua a ser ditadura, porque quem não é contra não disputar. Quem é? Sabe quem se ferrou mesmo no Irã? A oposição iraniana, que perdeu espaço, que perdeu espaço. E a maior máquina de guerra do mundo sofreu uma derrota do Irã, porque afinal de contas os Estados Unidos ainda, insisto, são uma democracia. E ainda dependem de eleições. Enquanto depender de eleições, os republicanos falaram para ele: faz um acordo e cai fora. Netanyahu, claro, assassino compulsivo, ainda resiste e segue matando e humilhando também ele, Donald Trump. É isso aí. O é da coisa. Vamos voltar à questão da rejeição da delação de Vôrcaro pela PF e pela PGR. Olha, deixa eu dizer uma coisa. Tem algumas janelinhas na sua cabeça que você não pode abrir. Quer dizer, não pode abrir, vale a pena, cada um abra o que quiser. E uma janelinha perigosa é da conspiração. É da conspiração. Tem alguém que está planejando alguma coisa nessa área agora, neste momento. E tudo que, bom, aí, aí é um pouco a coisa da suspeição também em relação à pessoa amada, sabe? Sabe o ciúme? Quem leu Dom Casmurro, o ciúme do Bentinho em relação a Capitu? Sim, o Machado é ambíguo sobre se houve ou não a traição. Eu estou entre aqueles que acham que não houve, se fosse fazer um julgamento, que todas as vezes em que há uma evidência de traição é pelos olhos dele que isso é filtrado. Não há um olhar objetivo, pelos olhos dele, né? Então tem, mas existe uma certa tensão amorosa entre ele e Escobar também, que também o deixa muito enciumado da relação possível dela com Escobar. E você, ah, o filho se parece, não se parece, todas as que ela acha que parece Nossa, o menino que morre! É sempre ele olhando, é sempre o ciúme. Ele olha o olhar dela olhando para o corpo do Escobar. O corpo tá ali, ele tá olhando para ela, para os olhos de ressaca. Esse tipo de ciúme doentio E ali no caso do Escobar, enfim, de ambos, né, ele tinha ciúme tanto da Capitu como do Escobar. Esse tipo de ciúme doentio abre uma janela perigosa, e a janela da conspiração também é perigosa, porque aí nada mais do que aconteça você acha que é um evento que deve ser analisado, não Tudo tem uma articulação, tudo tem uma artimanha. Por que tudo isso? Onde é que eu quero chegar? Vamos lá. Se houve uma pressão gigantesca: "Vorcaro tem de fazer delação, tem de fazer, tem de fazer, se não delatar não serve, porque tem, porque tem, porque tem, porque tem." Bom, tem uma investigação conduzida pela PF, tem uma investigação conduzida pela PGR. Aí a PF diz, e eu insisto, eu não conheço os termos da delação, ninguém conhece. E se alguém conhecer, é porque alguém cometeu o crime, que nem o André Mendonça deveria conhecer, segundo a lei. Nenhum André Mendonça. Bom, PF diz: não, não chegou a nada que a gente não conhecesse. PGR fala a mesma coisa. Será que há um conserto entre PF e PGR, conserto com C, uma combinação envolvendo membros da PF, envolvendo membros da PGR? Porque aí não é Atenção, não é o Andrei Rodrigues que nós entrevistamos aqui, o diretor-geral da Polícia Federal. Não é o Paulo Gonê sozinho, há uma equipe. Será que essa gente toda se junta, Wally Benes, se junta, Isa, e diz assim: ó, quer saber, nós não vamos tocar isso adiante não, porque nós queremos— porque se fizer delação vai aparecer o nome de um monte de autoridade aí. 'Então melhor não, vamos deixar como tá, assim ninguém se atrapalha.' Será? Você começa a acreditar nisso, aí você fala: 'É isso mesmo, é o país da impunidade, porque não sei o quê.' Atenção, a PF só não aceita porque a PF tem o que considera os crimes que foram cometidos por ele E ele vai ter de se defender. Se não tiver, não tendo outra delação, ele vai ter de se defender desses crimes. Provas serão apresentadas, a defesa vai se manifestar sem o benefício da delação, nenhum, né? E aqui eu quero falar de uma outra implicação que eu sei que se acontecer vai ter um berreiro infernal. Eu já digo qual é. Então, vai ter que se defender e aí, sem delação, terá condenação. Vamos ver há quanto tempo. Agora presta atenção: na hipótese de não ter delação nenhuma, fim de papo. Ele está preso preventivamente. Uma das razões apontadas para a rejeição da delação dele foi a seguinte: ele não tem mais banco, não tem mais acesso ao banco, e portanto não tem como apresentar prova de nada. Sim, a prisão preventiva precisa ser pensada porque, segundo a Constituição E segundo o Código de Processo Penal, a prisão preventiva se dá depois do trânsito em julgado. É o que está na Constituição: ninguém será considerado culpado senão diante de trânsito em julgado, depois de trânsito em julgado e sentença penal condenatória. A menos que haja algum crime contemporâneo que ele esteja cometendo, ou que haja risco Mas tem que ser demonstrado de que ele pode interferir nas investigações, etc. Se houver, tem razão para preventiva. Mas se não houver—

Jake Stauch:Hey everybody, Lady Luck here, and we're celebrating America's 250th birthday. Now, all summer long, I'm going to be celebrating by playing on spinquest.com, which is an American-owned social casino. It obviously features over 1,000 slot games and live blackjack, live craps, live bubble craps. Head on over to spinquest.com, get yourself a $30 coin pack for just $10. Spin Quest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Reinaldo Azevedo:Demonstrar que é preciso manter a preventiva, tá claro? E claro, caso não vejam motivos novos e contemporâneos para ele ser mantido na cadeia. E aí, caso ele seja posto em liberdade aguardando o julgamento, a gente já sabe o berreiro que vai acontecer. Pode ser, porque aquela janelinha da conspiração, uma vez aberta, não fecha mais, assim como a do ciúme, da paranoia amorosa, etc. E a gente encerra de novo com a querida Évora cantando agora "Negue", uma coisa maravilhosa, uma música clássico da dor de cotovelo, né, que com a Cesária Évora ficou maravilhoso. Beijo, até amanhã. Negue seu amor, o seu carinho, diga que você já me esqueceu. Pisei machucando Conceitinho esse coração que ainda é seu. Diga com meu pranto: é cobardia. Mas não esqueça que você foi meu um dia. Diga que já não me quer, negue que me pertenceu. Eu mostro a boca molhada. Ainda marcada pelo beijo seu. Neguei seu amor. O seu carinho. Diga que você já me esqueceu, pise machucando com jeitinho esse coração que ainda é seu. Diga que o meu pranto é cobardia, mas não esqueça que você foi meu um dia. Diga que já não me quer, Negue que me pertenceu. Eu mostro a boca molhada, ainda marcada pelo beijo seu. Diga que já não me quer. Negue que me pertenceu. Eu mostro a boca molhada, ainda marcada pelo beijo seu. Você acompanhou o É da Coisa na BandNews FM. Oferecimento: BTG Pactual, para quem espera mais de um banco.

Voz C:iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê?

Reinaldo Azevedo:Pede iFood já!

Jake Stauch:What's going on, everyone? It's Bluff here. And you know what's more American than America's 250th birthday? Supporting American-owned companies like SpinQuest, America's number one social social casino with over 1,000 games like live dealer blackjack and craps. They're offering new users a $30 coin package for just $10. Go to spinquest.com and sign up today. Spin Quest is a free-to-play social casino. Void where prohibited. Visit spinquest.com for more details.

Anunciantes2

BTG Pactual

external

iFood

external