O É da Coisa de 08/06/2026, com Reinaldo Azevedo: Não vacinar mata; extremista Flávio; Kássio censor
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Alexandre de Moraes
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André Mendonça
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Acreditar na existência dourada do sol, mesmo que em plena boca nos bata o açoite contínuo da noite. Arrebentar a corrente que envolve o amanhã, despertar as espadas, varrer as esfinges das encruzilhadas. Todo esse tempo foi igual a dormir num navio sem fazer movimento, mas tecendo o fio da água e do vento. Eu, baderneiro, me tornei cavaleiro malandramente pelos caminhos. Meu companheiro armado até os dentes, já não há mais moinhos.
Como os de antigamente. Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. Isso é coisa para se confundir, atrapalhada. Vem para cá que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo TAI, pelo BandNewsTV, pelo LG Channel, mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre Rádio BandNews FM, ou no aplicativo BandPlay. Boa noite, Walio Bene, que está de volta. Depois de consumir muito sushi. Muito mesmo.
E é maravilhoso.
Eu sou do tempo que a comida, eu sou da comida pós-fogo. Enfiou no arame.
Pode ser um atum maçaricado, um salmão maçaricado.
Boa noite. Agora, o Voglio Bene foi pegar sol no Japão, pelo visto, né?
Foi bronzear.
Ele pegou muito sol no Japão, ele pegou muito sol.
Busquem a ilha de Okinawa, é o Havaí do Japão.
Olha, tô vendo, não só buscou sol como fez muito exercício, voltou moreno e enxuto, muito bem, muito bem. O Cavaleiro e os Moinhos, nós também, né? Todo esse tempo foi igual a dormir num navio sem fazer movimento, mas tecendo o fio da água e do vento. É, a vida é assim. É assim que a gente tem que ser. Aliás, estamos, olha, estamos todos no mesmo tom aí. Esse programa se organiza mesmo sem combinar. Olha aqui, temos muita coisa importante.
Música de Aldir Blanc e João Bosco, cantada por Elis Regina no disco, no maravilhoso disco Falso Brilhante, que depois teve toda uma polêmica com Caetano Veloso, uma hora eu entro, que acabou fazendo depois Diamante Verdadeiro. Como resposta ao Falso Brilhante, porque eles tiveram uma peninha ali, sabe, o Vaibem, né? E aí ele fez o Diamante Verdadeiro, que seria uma resposta para ela. Nesse universo todo de brilhos e bolhas, muitos beijinhos, muitas rolhas disparados dos pescoços da Xandom, não cabe um terço de meu berço de menino.
Você se chama Granfino e eu afino tanto quanto desafino do seu tom, pois francamente, meu amor, meu ambiente é o que se instaura de repente onde quer que eu chegue, só por eu chegar, como Pessoa soberana neste mundo, eu vou fundo na existência e para nossa convivência você também tem que saber se inventar. Sensacional, Caetano Veloso. Muito bem, vamos lá, vamos tocar a vida. Temos uma coisa importante, séria, grave: a vacina da dengue criada pelo Butantan.
Há eventos Chamados eventos graves, há pelo menos 2 mortes que parecem, ao menos em princípio, relacionadas à vacina. Tudo isso demanda muito estudo, muita calma, muita tranquilidade, porque é claro que os boçais antivacina vão começar a ficar assanhadinhos, né? E depois dali, para eles defenderem a Terra plana e outras cocitas, não custa, né? Então é preciso ir com muita calma, porque São vacinas de vírus ativados. É um assunto que eu estudo por razões várias, conheço bem.
Pessoas imunossuprimidas, por exemplo, não podem tomar vacina, nem vacina com vírus, com vírus vivo, né? Tem que ser vacina com vírus desativado. E aí precisa ver se essas pessoas eram imunossuprimidas, não era, mas mesmo assim, imunossuprimidas estavam nos grupos de estudo, não estavam. É preciso com calma. O fundamental é que, bom, se suspendeu a vacina e agora é preciso saber a razão, tá? Lembrando sempre que muita gente está imunizada, mas o número de eventos graves, ele é maior do que se é o suportável.
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Isso é parte do jogo. Os milhões que elas imunizam, vale a pena quando você considera, bom, não fosse isso, o que poderia acontecer, né? Então a gente precisa com muita calma nessa hora. Mas o Ministério da Saúde fez a coisa certa. 2 mortos leva o governo a suspender a vacina contra dengue. Vamos lá.
O Ministério da Saúde anunciou hoje que suspendeu a imunização contra dengue com a vacina do Butantan, Butantan DV, de acordo com o governo federal. Federal, a medida foi adotada após o registro de duas mortes suspeitas. Segundo a pasta da Saúde, foram aplicadas 500 mil doses e, nesse universo de pacientes, foram registrados 42 casos de reações severas possivelmente ligadas à vacina, entre eles duas mortes que estão sob investigação.
Entre os cerca de 500 mil vacinados, foram registradas 3.703 notificações de eventos adversos, o equivalente a 0,7% do total. Os 42 pacientes que apresentaram sinais de alarme e foram classificados como graves representam 0,008% do total de pessoas imunizadas. Em coletiva de imprensa hoje, o ministro Alexandre Padilha disse o seguinte: Tivemos 3 casos graves, precisaram de internação em UTI.
Desses 3 casos, 2 óbitos. Sem, até esse momento, nas investigações já feitas pelos sistemas municipais de vigilância estadual, escutando os especialistas, não existe dados suficientes para estabelecer uma causalidade da vacina com a ocorrência desses 3 casos graves. Mas é um sinal de alerta para o sistema de vigilância, junto com os 42 casos que significam 8 casos a cada 100 mil doses aplicadas. Por mais que seja para muitas pessoas um número pequeno, é um sinal de alerta que nos recomenda a descontinuidade temporária da atual estratégia de vacinação para todos os profissionais de atenção primária em saúde do país, até que se conclua, que se possa realizar todas as investigações necessárias para ver tanto relação de causalidade, fatores que possam estar associados a esses 42 eventos graves.
Então vejam, é um número muito pequeno, mas aí ainda assim recomendo cuidado. Está certo o Ministério da Saúde, lembrando que todas as fases foram cumpridas pelo Butantan. Que é um órgão sério, que pertence aqui ao governo de São Paulo, é conduzido por pessoas competentes. Então assim, não tem nenhuma negligência. A Anvisa fez todas as exigências que tinha de fazer. Agora, nada supera o senhor, o fato, né? Tem as notícias, há indícios pelo menos de que pode ser, de que a vacina tá provocando, ainda que num número reduzido, mas não dá para conviver, porque evidentemente isso assusta as pessoas.
E aí, em vez de buscar imunização, vão fugir dela, né? Então é lamentável que tenha acontecido. Seria muito bom que houvesse a evidência de que não há relação entre a vacina e as mortes. Lembrando que alguma reação sempre tem, né? No sábado agora eu fui tomar a vacina da H1N1, que é uma vacina para pessoas, embora eu esteja com 41, mas eu tomei uma vacina para pessoas acima de 60.
A gente tinha reduzido essa idade para 31.
Mas eu tomei essa acima de 60, um pouquinho mais cara e tal.
Vale a pena.
Aliás, no local que eu fui tomar, vocês todos foram muito bem falados pelas pessoas. Todo mundo gosta muito de vocês. E a moça diverte. Olha, pode dar febre, alguma reação. Não tive nada. Não tive nada, mas pode dar alguma reação, sempre pode dar, né? Porque só que aí essa vacina é vírus inativado, é diferente dessa da dengue, que é com vírus ativo ainda, porém rebaixado, né? Só que aí ele garante uma imunização, tanto é que ela é em uma dose, né?
A gente— há uma outra vacina, um laboratório japonês, Takeda Pharma, que é a Quedenga, Mas aí acabou a quedenga, não tinha mais quedenga, e aí se fez essa vacina do Butantan. Insisto, o Butantan, dos institutos mais sérios do mundo nessa área, né, com todos os cuidados, cumprindo-se todas as fases. Agora, diante da evidência, é preciso fazer alguma coisa. Que mais que a gente tem aí? Vai lá.
A vacina foi desenvolvida pelo Instituto Butantan e a primeira do mundo aplicada em dose única. A imunização começou no início deste ano, com foco nos profissionais de Saúde. Os óbitos envolvem uma mulher de 48 anos que desenvolveu sintomas de dengue grave 19 dias após receber a vacina Butantan DV. O quadro incluiu comprometimento neurológico com meningoencefalite e a paciente morreu. Outro caso foi de um homem de 58 anos que apresentou febre 5 dias depois da vacinação e evoluiu rapidamente para dengue grave com choque refratário.
Com a decisão do Ministério da Saúde, estados e municípios vão suspender aplicação enquanto os casos de efeitos colaterais graves e mortes serão investigados. O governo informou que vai acionar os estados para reforçar a busca por possíveis efeitos adversos. Quem recebeu doses nos últimos 21 dias deve fazer um acompanhamento, estar atento a reações como febre, dor abdominal, vômitos, entre outros. A pasta da saúde reforçou que a medida é temporária e de segurança, que todas as mortes são suspeitas e que há confiança no estudo que levou a comprovação de eficácia e segurança da vacina.
Presta atenção aqui nessas horas, eu—
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E sem contar que eu mesmo tenho um monte deles, né, Isa? Eu quase coleciono, né?
Porque é para poder encher o saco.
Uma lista extensa. Tendo bastante, eu encho o saco de vários, um pouquinho de cada um. É muito frequente que nessas horas você tomou uma vacina para dengue. Quais são os sintomas da vacina para dengue? Ah, os sintomas da vacina para dengue. Quais são os sintomas da dengue? São esses. Quais são os sintomas que a pessoa teve? Quase sempre coincidem. Coincidindo ou não, e eu não tô dizendo que as pessoas estão mentindo, só estou dizendo que muitas vezes pode ser por outras razões, pode ser por gripe, pode ser, enfim, há vários outros males.
É preciso ver. Agora, a prudência indica que é isso que tem que ser feito. É isso que tem que ser feito. Agora, a vacina, vacinas são fundamentais. Eu falo isso porque daqui a pouco começa, né? O Caiado foi a uns, Caiado foi ao, ah, Ronaldo Caiado, ele foi a um podcast em que o sujeito é antivax. É, e aí ficou lá apagando o mico. Imagina um médico defendendo a ciência e pagando mico, né? Porque não adianta, não adianta. Com quem?
Olha com quem você decide andar. Dependendo com quem você decide andar, você vai ouvir certas coisas, não tem jeito. O famoso diz-me com quem andas e eu te direi quem és não é bem assim, porque você não tá necessariamente contaminado por aquele que tá. Agora, Se você escolhe esse lado da política, esse lado, aí, filho, aí vai tentar fazer o quê? Vai tentar botar racionalidade onde não há, né? Atenção, a não vacinação matou muita gente de COVID no Brasil.
A não vacinação, não a vacina. Não se tem notícia, aliás, no caso da COVID, não se tem notícia de morte por vacina. E sem vacina, aos milhares. E ainda havia aqueles que, atendendo a recomendação daquele senhor, tomava cloroquina, tomava cloroquina e um Pavida. Eu falo isso porque é claro que nessa hora os trogloditas aparecem. Com seus discursos oportunistas. O que que o Butantan falou? Vai lá. Antes de ser aprovada, a gente não falou ainda.
Não, ainda não.
Então vamos lá.
Essa pesquisa envolvendo a vacina Butantan DV aplicou imunizante em 16 mil pessoas antes de ser aprovado, que foram acompanhadas por 5 anos. A partir dessa análise, teve eficácia e segurança comprovadas. O estudo teve repercussão internacional, foi publicado pela revista Nature. Após os casos graves, incluindo os óbitos, a Anvisa informou que notificou o Instituto Butantan e deve convocar um comitê de especialistas para conduzir a investigação epidemiológica dos casos.
Presente na coletiva de imprensa do Ministério da Saúde, o médico infectologista Esper Calas, diretor do Instituto Butantan, disse que vai seguir a orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa. Ele declarou: Nosso compromisso é com o máximo rigor científico possível e a gente vai trabalhar nesse sentido com a esperança de que nós vamos conseguir dados suficientes, evidências suficientes para mostrar que a vacina tem benefício para a saúde pública brasileira e pode ser retomada essa vacinação.
Tomara! O Esper Kalóski é uma pessoa séria, entende? Nós estamos falando de pessoas sérias que fazem um trabalho decente. E que mais que a gente tem aí sobre o Butantan? Vai lá.
O instituto afirmou que vai manter o compromisso com a ciência e a saúde da população depois dessa decisão do Ministério da Saúde, da Anvisa. Na nota, a entidade informou que continuará apoiando os órgãos federais, fornecendo todas as informações disponíveis sobre a vacina, realizando novos estudos e acompanhando o trabalho de farmacovigilância dos vacinados. No texto, Butantan reafirmou o compromisso de entregar produtos seguros e eficazes para enfrentamento de problemas de saúde pública por meio do Sistema Único de Saúde, o SUS.
Tomara que dê certo, porque a dengue se transformou num problema grave no Brasil inteiro, e não só no Brasil, é um problema grave em vários países do mundo. Essa vacina é um avanço formidável, que pode fazer o Butantan ser um produtor mundial de vacinas também dessa vacina. Agora, vamos esperar, né, vamos esperar, confiantes na ciência, confiantes na avaliação. Que farão os especialistas. Uma coisa é certa: vacinas salvam vidas, vacinas não matam.
Ah, pode ter acontecido evento adverso grave? Pode ter acontecido. Então os estudos serão feitos. É isso aí, nós estamos torcendo para que não haja, primeiro sempre lamentando, para que não haja relação entre as mortes e a vacina, e mesmo entre esses outros eventos adversos e a vacina haver, né? Sempre lembrando que há um grupo muito pequeno de pessoas que pode sim ter problema, mas aí em qualquer vacina, mas é sempre um grupo reduzidíssimo.
E agora vamos para o "Vibe Anywhere". Isa, tem coisa que não tem vacina. Tem coisa para a qual não tem vacina. E é sobre isso que nós vamos falar agora. Porque a única vacina seria o aprendizado. Mas às vezes o cara sabe, porque ele sabe que aquilo que ele fala é mentira, mas ele fala porque vive da mentira e precisa da mentira para se instalar, para se colocar no debate, especialmente se está desesperado. E eu acho muito curioso que eu tenho tirado sarro aqui nos meus textos do Metrópoles, né, de alguns coleguinhas que gostam de tratar o Flávio como o bolsonarismo moderado, né, a famosa cabeça de bacalhau, que é o bolsonarismo moderado.
Aquela cabeça de bacalhau, sabe, que você come? Não, pois é, na Semana Santa, cadê a cabeça de bacalhau? Parece que bacalhau veio muito sem cabeça. Não, lá no mar tem. Desesperado, Flávio tenta ligar Lula e Flávio Dino ao crime organizado.
Vai, o senador e pré-candidato à presidência do PL Flávio Bolsonaro participou de um evento do Grupo Voto, ligado a uma empresária E afirmou o seguinte sobre o presidente Lula e o ministro Flávio Dino do Supremo ao tratar da classificação de organizações criminosas como terroristas: Aí você olha pro presidente do Brasil e ele pensa o contrário, parece que ele é o chefe do PCC. O ministro da Justiça do Lula, chamado Flávio Dino, entra numa favela do Rio chamada Complexo da Maré, violentíssima, o berço do Comando Vermelho, ele entra sem policial, sem escolta.
E ali você entra debaixo de muito tiro, dentro de um carro blindado, que é como a polícia faz, ou você tem autorização do tráfico para entrar. O que vocês acham que aconteceu ali? Quando o próprio Lula vai fazer campanha dentro de uma outra favela no Rio chamada Complexo do Alemão, outra área dominada pelo Comando Vermelho, ele está ali também, dispensou os policiais. Por que as cadeias ficaram em festa em 2022 quando Lula foi declarado presidente da República?
Olha aqui, é espantoso, né, que este senhor diga um troço como esse, né? Primeiro, mentiras. Nem Flávio Dino nem Lula entraram sem segurança em comunidade nenhuma, lugar nenhum, porque não andam sem segurança em comunidade nenhuma, lugar nenhum. Entendem? Isso é falso. Isso não aconteceu. Isso não aconteceu. O Flávio Dino me concedeu uma entrevista, concedeu uma entrevista ao Reconversa quando Ministro da Justiça, e ao Reconversa ele foi com segurança.
Num podcast. Não existe essa possibilidade. Isso não aconteceu. Volta aquela coisa do CPX, lembra? Complexo do Alemão, que é o símbolo que tem boné, não sei o quê, que eles transformaram aquilo como se fosse o símbolo de uma organização criminosa. Olha lá o CPX, o CPX. Aí ele vai, esse troço, ele tá desesperado porque ele não consegue dizer o destino do dinheiro que ele levou de Boccardi, que eles levaram, que tudo indica, parece, tem a delação, vamos ver.
Que o Vorkala tava achando que tava financiando o filme. Toda conversa é filme. Mas até agora eles não disseram, eles não demonstraram o caminho que o dinheiro fez. E me parece que isso precisa ser investigado. Que caminho fez o dinheiro? Uma vez que você tem claramente um Eduardo lá fora cavando punições contra o Brasil. Ele confessou isso, nós vimos isso aqui. Ele disse: nós conversamos com Trump, nós conversamos com o governo Trump e pedimos para que o Brasil vai esperar a eleição para punir o Brasil.
Voltou a falar da Magnitsky, ou seja, ele está lá praticando coação no curso do processo. É financiado por alguém, por alguma coisa. Ele não, que eu saiba, ele não faz fotossíntese. Faz? Não. Não faz fotossíntese. Ah, eu vivo da luz do sol. Não. Precisa comer, mora numa... Eu gostei dele falar que quando a Intercept foi na mansão em que ele mora, disse: "Nem era minha casa." Depois ele disse: "Foi a minha casa." Mora numa mansão, vive como milionário nos Estados Unidos, vive de alguma coisa.
Então o Flávio precisa fugir desse debate e ele não está conseguindo fugir desse debate. E desconfio que isso não acabou ainda, que esse troço vai ter que ser investigado, eu entendo. A investigação da tal Karina da Gama tá em curso, da produtora Go Up. Karina da Gama, aquela que mora na Brasilândia e é uma empresária fabulosa, que movimenta milhões e pede uma casa por um programa social à prefeitura, um dos bairros mais pobres de São Paulo?
Não é o morar no bairro pobre que é demeritório, não, não é isso não, fosse assim, vai bene, eu tenho muita honra de onde eu vim, de ter vindo de onde eu vim. Posso lhes garantir que não era riqueza, né? Mas até você conseguir e tal, demora um pouco. De repente tem contratos multimilionários. Então ele teve que fugir disso. Aí ele faz o quê?
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Esse é o Flávio moderado. Não é o Flávio moderado que vocês queriam? Alô? Oi, mercados. Alô, mercados. Não é moderação que vocês querem? Não é segurança? E ainda falou em nome, atenção meninos, falou em nome da segurança jurídica lá. É segurança jurídica, sim, segurança jurídica. Voltou a defender as organizações criminosas como organizações terroristas e diz que para o mercado vai ser muito bom. Veja, o mercado já está se preocupando com isso.
Como se, se os Estados Unidos quiserem punir, eles não encontram caminho. Porque eu insisto, por essa lei são duas classificações: uma de organização terrorista internacional. Por essa classificação, a CIA pode operar aqui sem avisar o governo brasileiro, que é o que a CIA sempre faz. Ela não avisa. São operações de sabotagem, inclusive. E na outra classificação, que diz respeito ao Departamento do Tesouro, Aí qualquer instituição financeira que em algum momento tenha se relacionado, ou empresa, com qualquer outra empresa que ainda que inadvertidamente tenha tido contato com a chamada organização terrorista, aí acabou, filho.
A empresa pode sofrer uma sanção. E ele foi lá defender desesperado que está. E claro, também tá querendo prender crianças. Aquele que quer soltar golpista quer prender criança. E é muito grave quando um cara como Flávio diz: ah, subiu lá no morro, não sei o quê. Essa gente acha que no morro Só faz coisa boa no morro quem vai lá produzir corpos. Você matar 117 pessoas com sinais de fuzilamento, e ainda morreram 5 policiais na operação, 122 no todo, isso lhes parece muito bom.
Largar as pessoas na mata, isso parece muito bom. Agora, subir lá para conversar, não pode. Depois, a hora de fazer um funk dizendo que o Pix é deles, o que é mentira, aí eles colocam um monte de preto no vídeo. No dia a dia é bala, na hora de fazer propaganda todo mundo sambando. Aí só dá para subir se for para matar, subir para conversar Não, de jeito nenhum. Esse é o moderado, o cara moderado. Aliás, o Flávio alguma vez teve problema para entrar lá na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde as milícias mandam?
E olha que a sua ligação com a ligação do Lula e do Dino com o crime organizado é falsa, porque não tem. Agora, a sua ligação com a milícia é real. Ou foi real? Ou você não condecorou um miliciano, o Adriano da Nóbrega, hein? E depois contratou a mãe e a mulher dele. E ainda numa entrevista vergonhosa ao Roda Viva tentou justificar e disse assim: ah não, que ele era uma pessoa boa, vai ver que foi a cadeia que o deixou mal. Ele condecorou, ele condecorou, atenção, ele condecorou Adriano preso, o miliciano, ele estava preso.
Só para lembrar, aqui a gente gosta de lembrar quem é quem, quem faz o quê. E já que a gente tá nisso, a CCJ pode voltar, voltar a maioridade penal aos 16 anos. Vamos lá, vai.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara deve analisar amanhã a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, tema que a oposição pretende usar para pressionar o governo na área de segurança pública. O texto estabelece que a maioridade atingida aos 16 anos, idade a partir da qual a pessoa é considerada penalmente imputável e capaz de exercer plenamente basicamente todos os atos da vida civil. O tema tem sido usado por Flávio Bolsonaro, que se posicionou favoravelmente à redução da maioridade penal, afirmando o seguinte nas redes sociais: esse tipo de medida pode ser aprovada quando o presidente da República usa seu prestígio junto ao Congresso.
Assim farei. Acabou a tolerância com bandido que usa a idade cronológica para cometer crimes bárbaros.
Eu gosto de idade cronológica porque submetendo essa família a um teste, né? Talvez a cronológica, enfim. O Flávio, presta atenção no seguinte: o Flávio quer maioridade penal aos 14. Por que não 12, 10, 8? Não, e dá para fazer um debate instruído, informado a respeito. No Reino Unido O debate se dá de outro modo. Sim, se vê a gravidade do crime. Aqueles dois garotos eram crianças, acho que tinham 7, 8 anos, não sei exatamente a idade, mas eram crianças, um pouquinho mais, 10, 11.
Pegaram um garotinho de 2, atrelaram, ataram a uma linha do trem porque eles queriam ver como era quando o trem passasse por cima e explodisse a barriga da criança. Ficaram retidos. Não, eu acho que a depender da gravidade do crime é preciso discutir se a pessoa tem que ser posta na rua, mas não desse jeito. Para começo de conversa, vão ser postas onde essas crianças? Onde vão ser postas? Na mesma cadeia? Porque hoje as instituições que recebem menores Já não funciona.
Esses menores vão ser postos nos presídios? Eles serão recrutados pelo PCC e pelo CV ainda mais cedo do que hoje? É isso, valentes? Mas os crimes realmente graves nessa faixa dos 16 aos 18 é uma minoria cometido por essa faixa etária. É bom que saibam disso. Nos estudos, mas não chega a 2%. É que os casos ganham notoriedade. Só que tem uma coisinha, e aí é com Supremo, mas presta atenção no que o Titio tá falando. A maioridade penal está no artigo 228 da Constituição.
A maioridade penal é os 18. O inciso 4 do artigo 4º, do inciso 4 do parágrafo 4º do artigo 60 da Constituição, inciso 4, parágrafo 4º do artigo 60 da Constituição, diz que direitos individuais Direitos e garantias individuais são cláusulas pétreas, isto é, não pode ser mudado nem por emenda. E a maioridade penal é um direito e uma garantia individual. Eu considero inconstitucional a proposta. Vamos ver o que Supremo vai dizer, caso passe.
Na Câmara passa, no Senado não sei. Neste Senado, não sei como será o próximo. Mas eu realmente fico fascinado que a gente tem um candidato que quer soltar golpista e quer prender criança a partir dos 14 anos. Evidentemente não serão crianças de classe média, brancas, endinheiradas, etc. Serão aquelas que aparecem no vídeo do Flávio de inteligência artificial, né? Preto por ali é só com inteligência artificial batendo bumbo para eles.
No mais é cana. É censura! O Cássio suspende pesquisa a pedido de Flávio. Olha, não vão aplaudir o Cássio? Decisão monocrática. Quando o ministro decide monocraticamente a favor de vocês, tá tudo certo. Uma decisão absurda, absurda. Atenção. Alexandre no TSE, Barroso no TSE, Fachin no TSE, nunca houve censura à pesquisa, hein? Nunca houve, não me lembro. Censura à pesquisa? E olha que tem pesquiseiro por aí que eu não deixaria minha carteira perto.
Perto. Um, que eu, como era pobre, a gente mania de andar sempre pouquinho de dinheiro, pouco, R$20, R$30, porque hoje em dia o povo não anda nada, né? Eu não deixaria minha carteira perto. Há pesquiseiro que eu não cumprimentaria, com medo de roubar a minha dignidade. E no entanto não houve censura à pesquisa. O Cássio resolveu censurar a pesquisa. Eu quero ver o que o TSE vai fazer, que vai para votação. A argumentação dos advogados do Flávio é falsa. O questionário é público. Vamos lá, vai.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Cássio Nunes Marques, atendeu um pedido do PL e determinou nessa segunda a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação de uma pesquisa do Instituto Atlas Intel. O levantamento apontou, em maio, queda de 6 pontos percentuais nas intenções de voto do senador e pré-candidato do PL Flávio Bolsonaro. Com a decisão do presidente do TSE, a empresa não poderá mais manter os dados em seus canais oficiais.
A divulgação da pesquisa ocorreu após o vazamento de um áudio de uma conversa de Flávio pedindo dinheiro a Daniel Vorkar, dono do Banco Master, para o filme Dark Horse sobre a vida de Jair Bolsonaro. Para Nunes Marques, há indícios de indução para contaminação das respostas, comprometendo a metodologia da pesquisa.
Uma ova, não tem nada disso. Sim, eles fizeram perguntas a respeito, Só que a pergunta sobre em quem você vai votar antecedeu tudo isso. Ah, Flávio na frente antes, empatado, eles nunca reclamaram? O PL argumentou que das 48 perguntas, 8 envolviam diretamente o banco master e foram apresentadas em sequência, influenciando a percepção depois. Antes da pesquisa eleitoral. Foi depois da pesquisa eleitoral. Em quem você vai votar?
Depois você pode perguntar o que você quiser. Tem um monte de pesquisa por aí perguntando: você acha que Lula deveria desistir de ser candidato? Vocês já viram o PT pedir para suspender a pesquisa? Por que que ele deveria deixar de ser candidato? Aliás, que diabo de pergunta é essa? Você acha que Lula deveria ser candidato? E todo mundo responde, vale o bem. Os bolsonaristas falam o quê? Não, né? O que você acha? E aí diz assim: 50 e não sei quantos acho que o Lula não deveria ser candidato. É uma pergunta indecente, pornográfica.— E nem tudo é feito. Não é smart?
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Pesquisa, isso é grave, é um precedente grave. Nunca pediu para suspender pesquisa em que ele aparece na frente, algumas. Não são nem pesquisas, são estelionato. A Transintel contestou. Vamos ali para o primeiro parágrafo que está aí achureado. Vai.
É importante ressaltar que a pesquisa foi realizada sem que o áudio, objeto da controvérsia, fosse reproduzido aos respondentes durante a aplicação do questionário. O questionário principal foi integralmente concluído e submetido antes de qualquer contato do participante com o conteúdo audiovisual. Não houve qualquer tipo de indução aos entrevistados. Todo o desenho metodológico do questionário, bem como a dinâmica de aplicação do teste de áudio, foi conduzido com rigor técnico e científico que caracteriza o trabalho da Atlas Intel, sempre orientado pelos princípios de imparcialidade, transparência, integridade, metodologia e qualidade estatística dos dados produzidos.
Integridade metodológica. Isso. E foi isso mesmo, porque o questionário é público, o questionário é conhecido, a pesquisa é reconhecida por pessoas sérias. Eu nunca questionei a Transintel nem quando eu não gostei dos resultados que eles apresentaram. E você pode questionar, você pode questionar se você acha coisa estranha. Eu questionei o Datafolha quando divulgou uma pesquisa feita antes. A pesquisa vem a público depois do escândalo do áudio, só que as perguntas tinham sido feitas antes.
Aí eu digo: não vale, nasceu morta. Mas não tô? Ah, banda de não sei o quê. Imagina se o PT quisesse contestar? Começa mal Nunes Marques, começa mal. Para quem dizia, e a gente viu por aí, Nunes Marques pretende interferir muito pouco. Isso é interferir muito pouco? Censurando pesquisa? E de resto também meio inútil, né? Porque não pode agora o site Datas Intel não pode mais manter aqueles números, vale o bem? E os outros veículos?
Bom, os outros veículos pode. Aí é censura à imprensa, né? E suponho que as pessoas têm mais curiosidade até pelos resultados. Agora, eles não gostaram de— eu tinha pedido uma imagem com algumas curvas da Atlas Intel, não sei se foram ao ar enquanto a gente falava, né? Eles não gostaram de certas curvas que apareceram invertendo aquilo parecia uma tendência em favor de Flávio. Olha lá, tá lá, entende? E ali você olha e fala assim, quer saber?
Olha ali, ó, o Flavinho ali, o amarelinho, ele vinha na frente, vinha na frente, vinha na frente, aí teve a inversão. Pronto, não pode estar lá na Atlas Intel. Aqui tá, vai mandar tirar? Aqui tá em outros lugares, vai mandar tirar? Rejeição passou para frente, passou na frente, vai mandar tirar? Para quem diz, para quem desprezar tanto a liberdade de expressão, olha, parabéns, viu? Parabéns. Flávio pede suspeição de Moraes no caso Dark Horse. Vamos lá, vai.
Flávio Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal que declare que o ministro Alexandre de Moraes é suspeito para julgar casos relacionados ao Banco Master e ao dono da instituição, Daniel Vaccaro. Segundo os advogados do senador, impedimento do magistrado se justifica pela suposta relação entre o ministro e o empresário, que está preso em Brasília e negocia uma delação premiada com autoridades. Flávio argumenta que o pedido se dá também porque o escritório de advocacia da mulher de Alexandre, Viviane Barsi de Moraes, foi contratado pelo Master para prestar serviços jurídicos para o banco.
De acordo com os representantes de Flávio, não se está fazendo qualquer juízo de valor sobre a relação entre os dois, mas tentando garantir a observância das regras processuais e regimentais. A solicitação vem após Moraes enviar para manifestação da Procuradoria-Geral da República um pedido do deputado federal Lindbergh Farias, do PT para que sejam apuradas supostas ligações entre Flávio e Daniel Vorcari.
Deixa eu dizer uma coisa, é, tem um problema aqui como tá formulada a coisa. Vamos botar nos devidos termos: o Alexandre nem pode ser considerado suspeito para julgar casos relacionados ao Banco Master porque os casos relacionados ao Banco Master não estão na primeira turma. Estão na segunda turma. Então, primeiro lugar, os casos relacionados ao Banco Master estão na segunda turma e o Alexandre pertence à primeira turma. É um pedido de suspeição específico relacionado ao pedido do Lindbergh Farias.
O Lindbergh Farias pediu para que Flávio e Bolsonaro passem a ser investigados no inquérito da coação no curso do processo, porque tem o dinheiro do Banco Master que tem cara de que tá financiando esses caras. Tem jeitão que tá financiando esses caras. É por isso que o Alexandre está nesse caso, porque quem é o relator da coação no curso do processo? É o Alexandre. Aí sim. Por que essa distinção é importante? Porque eu acho que o Alexandre não é suspeito.
Eu não sei se ele vai incluir os dois ou não, também não sei se a procuradoria vai dizer para incluir, mas posso dizer o que eu acho. Eu acho que a procuradoria devia pedir para incluir Ou, quando menos, dizer que tem de ter um inquérito específico para isso, para investigar a destinação desse dinheiro. Agora, em a procuradoria dizendo inclui, e acho que poderia incluir, o Alexandre nesse caso não é suspeito. É o que eu acho, tá?
Então, que fique claro, o Alexandre só está aí em razão de um pedido específico do Lindbergh. Ele não tem relação nenhuma com o caso Master. Relação nenhuma que eu digo processual, porque ele é da primeira turma e o caso Master está na segunda turma. Especialista Pix vira exercício prático de soberania, segundo especialista. Vamos lá.
O cientista político Guilherme Casarões, que é professor da Florida International University e coordenador do Observatório da Extrema Direita, avalia que os ataques dos Estados Unidos ao PIX ajudam o presidente Lula a transformar a pauta da defesa da soberania em algo palpável. A análise foi feita em entrevista ao Globo. Segundo ele, o vai-vem da gestão Trump em relação ao Brasil se dá por causa de disputas internas de poder no governo americano.
Indagado se o eventual novo tarifaço contra o Brasil pode beneficiar a campanha de Lula, Casarões disse o seguinte: Acredito que sim. Diria que sim. Porque a questão do PIX fala, no fim das contas, de soberania, por ser um mecanismo de pagamentos desenvolvido pelo Brasil, que incluiu milhões de pessoas no sistema bancário. Tem uma questão de orgulho nacional, que por muito tempo o próprio bolsonarismo tentou capitalizar. Há duas semanas, eu pensava que ficaria muito difícil Lula defender soberania no abstrato.
A questão do PIX materializa a defesa da soberania em algo que todo mundo usa, sai do abstrato.
E eu acho que tá certo o que ele tá dizendo, porque uma coisa é defender soberania assim, olha o Brasil tal, porque o Vaibene, o Isa, a menos que venha alguém aqui invadir o território nacional, jogar umas bombas, certamente alguns gostariam muito, o prefeito aqui disse que seria até legal que os Estados Unidos viessem pegar bandido, mas isso é difícil de acontecer e fica a soberania. Agora, no caso do PIX, a soberania ganha concretude, porque há sim a tentativa de fazer com que o PIX brasileiro passe a ser taxado.
Na entrevista que o Eduardo deu à TMC, ele chegou a falar, ele chegou a falar de um sistema de pagamento americano que ele até chamou Zelle. Não é Zelle, é Zelle. Se escreve Z-E-L-L-E, mas é Zelle que se fala. Ele dizia: é o Pix de lá. Não é, não é, porque não serve para compra. Compra, por exemplo, de pessoa física em loja. Não é. E é na compra de pessoa física em loja, vale o bem, Isa, que tá um dos segredos, né, de por que os cartões de crédito tão bravos com querer administrar esse troço.
São 450 bilhões por mês. Então é claro que a soberania brasileira tá em curso. O debate sobre a soberania. E aí ganha concretude, efetivamente. Portanto, entendo que especialista está certo, né? Ele leu mais essas aspas aí. Vamos lá.
Ele também foi indagado sobre a possibilidade de uma intervenção americana no Brasil após a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações criminosas. Ele respondeu: embora o risco seja muito pequeno, até porque CV e PCC não tem conexões diretas com os Estados Unidos, e sim por meio de intermediários, isso começa a ficar mais tangível no sentido de congelamento de ativos financeiros de empresas que são suspeitas de ter relações com as facções.
O grande problema é esse: abrir a possibilidade de uma interferência pela via econômica e ter um impacto que transborde para todo o sistema, desde fintechs a bancos e o próprio Pix.
É isso, né? E o Flávio resolveu fazer um jingle agora: o Pix é deles!
Olha lá, nesse caso aí então é O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro publicou neste domingo um jingle de campanha que diz que o Pix foi criado pelo pai dele, Jair Bolsonaro. A música faz parte de um vídeo criado com inteligência artificial e compartilhado pelo filho 01 do ex-presidente. O novo jingle é uma aposta da campanha de Flávio como contraponto ao slogan "O Pix é nosso" utilizado pelo governo Lula. O método de pagamento está no centro da disputa eleitoral, principalmente como a gente trouxe aqui após uma investigação comercial dos Estados Unidos sugerir tarifas contra o Brasil por causa do Pix. Vamos acompanhar um trecho do vídeo publicado pelo senador nas redes sociais.
Olha aqui, deixa eu dizer uma coisa. Há coisas que não são opinião, são matéria de fato. Quem começou a pensar o PIX foi o governo Temer, ou melhor, foi o Banco Central no governo Temer. Nem o Temer sabia de nada. Foi coisa do Banco Central. Começou a ganhar corpo de fato no governo Bolsonaro, mas por iniciativa do Banco Central.
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Ainda que precisa repetir a evidência mais de uma vez, se repita a evidência mais de uma vez. O Bolsonaro nem tinha noção do que era. Naquele tempo em que ele juntava jornalismo com a galera que ia lá apoiá-lo, alguém fala: fala aí, presidente do Pix. Ele confundiu com uma autorização para aviação civil. Tal era o seu grau de informação a respeito. Vamos lá, coloca o vídeo aí do dia, não sei que dia que é, mas acho que é dia 5 de dezembro de 2020, se não me engano.
Vamos checar. Veja um dia para mim. Vamos lá. 5 de outubro, na verdade, de 2020. Eu não sabia de nada. Agora, quem é que dá uma entrevista e diz, como fez Eduardo, que nós pedimos ao governo Trump para esperar a eleição comissão para decidir sobre tarifas. Isso foi dito de maneira clara, livre e consciente. É o voto de cabresto ganhando uma dimensão internacional. Tinha o tempo que você dava uma botina e falava: agora outra botina é só se o meu candidato ganhar.
Aí você disse: ah, não, só pune se o Lula ganhar. Ele disse: E quanto ao Pix, os Estados Unidos tem o Zelle, como ele chamou, operado por bancos e ainda assim servindo só para trocas de pessoa física para pessoa física e não tem a mesma eficiência do Pix. Isso é apenas um fato. Vocês negociaram soberania, terras raras e Pix. Ato, apenas confessado. Aliás, é isso aí.
Oh, é da coisa.
E a ex-subsecretária de Defesa dos Estados Unidos no governo Biden diz: sim, o Trump apoia Flávio. Pode não ser ostensivo e tal, mas ela apoia o Flávio.
Vamos lá. Em entrevista à Folha, Jenna Nelson, subsecretária de Defesa para o Hemisfério Ocidental do governo Joe Biden, diz que as ações recentes de Trump contra o Brasil não podem ser vistas como coincidência. Ela avalia que representam um sinal político de apoio ao campo bolsonarista, embora de forma nem tão explícita. Nelson é a brasileira-americana que chegou mais longe na hierarquia do governo dos Estados Unidos e hoje trabalha como professora de política externa e econômica dos Estados Unidos na Universidade de Cornell, Ivy League, a elite da elite das universidades dos Estados Unidos.
Formada em relações internacionais pela Universidade de Brasília e mestre pela Universidade de Georgetown,. Ela foi subsecretária de Defesa dos Estados Unidos para o hemisfério ocidental até janeiro de 2025 e integrou a equipe responsável pelo Brasil no Departamento de Estado americano de 2010 a 2015. Ela afirma, por exemplo, muitas iniciativas de política externa do governo Trump são direcionadas a governadores e líderes de direita, excluindo líderes de esquerda.
Por exemplo, no Escudo das Américas, que é o grupo com países da América Latina para combater o crime organizado da região, Os convidados eram todos presidentes de direita. Se estamos falando de segurança regional, seria natural imaginar que México e Colômbia participassem, mas eles não foram convidados.
Bom, isso é mesmo. Primeiro, Cornelius tem gênios brasileiros que deram aula lá. Eu, José Serra, fui professor de Cornelius. É bom que vocês saibam disso. O melhor presidente que a gente não Beijo para a Júlia Serra. Olha aqui, aliás, ela é brasileiro-americana. Hey, brasileira-americana ou brasileiro-americana? Brasileiro-americana, porque quando você tem um adjetivo composto, o primeiro fica no masculino singular e o segundo flexiona.
Certo? Ela nasceu em Manaus. Os pais americanos. Ela nasceu em Manaus, estudou aqui, né, acho que Universidade de Brasília inclusive, e se tornou subsecretária do governo Biden para o hemisfério ocidental. Bom, não há dúvida sobre o Trump pode não tá fazendo o votem Flávio, mas as medidas que estão sendo tomadas, ele nem sempre ajuda. Olha, o Beni, você ainda estava lá comendo peixe cru quando explodiu o debate aqui sobre a ameaça de novas tarifas, né?
Tarifa, tarifa, não sei o quê, e PIX, porque a primeira questão que eles apresentaram foi o PIX. E no mesmo dia, Wally Ben e o Trump, como você já deve saber a essa altura, publica uma foto dele com Flávio dizendo assim: meu chapa, olha aí, eu estou ameaçando o Brasil, né, tô querendo piques de vocês, quero piques do Wally Ben, e tá aqui só meu chapa, aqui é o Flávio, meu amigão. Isso ajuda. Aí bota o embaixador aqui, que é um amigão do Marco Rubio, tão reaça como Marco Rubio, que é um claro adversário, mais ele do que o Trump, do governo Lula.
Então são ações, ameaça de tarifa, duas na verdade, também incluiu o Brasil na lista daqueles que negociam com países que têm trabalho forçado. Então é evidente que você tem uma articulação do governo Trump contra o governo Lula e a favor do Flávio. O que resta dizer é assim, que o Trump não dá muita sorte. Nos países em que ele vai apoiando, os seus candidatos vão perdendo. Acho que exceção feita só Polônia, que ganhou, e Argentina, com aquele clown que está lá dando estupidamente errado.
Estou me referindo a Javier Milei. É isso aí. O ré da coisa. Olha, aí aqui, meninos, muito rapidamente vou dar uma corridinha aqui porque eu quero ir para outras coisas. O Brasil tá tentando marcar reunião com os Estados Unidos para tentar discutir, né, espera uma nova reunião para tentar discutir as tarifas, né. Vamos ver, né, o que vai acontecer. E nesse meio tempo houve um— a União Europeia resolveu criar restrições à carne brasileira, né?
E aí o Flávio, muito fofo, disse: ai, mais um problema que eu vou ter de resolver, né? E o Brasil tá tentando negociar com a União Europeia. Atenção, são barreiras que eles dizem ser fitossanitárias, mas que na verdade é mero protecionismo. É bom que fique claro. E aí o Flávio: "Terei eu de resolver?" Ô bonitão, os seus amigos desmatadores, e eles são seus amigos, eles criam dificuldade com a União Europeia. Entende? Você não resolve nada, você só complica.
Isso aqui é objetivo, não é questão de opinião. Agora, "Ah, com a União Europeia é fácil." Não, não é. Sempre tem. Os Estados Unidos, o Trump não inventou, não fala de desmatamento no Brasil como se ele gostasse? O Trump, o primeiro matinho que ele vê, se ele não arranca, ele come. Não, não gosta de mato. Ora, drill, baby, drill. O negócio dele é petróleo, é botar para quebrar. Fica parecendo que ele é ambientalista. Entende? Então assim, inventa questão fitossanitária, é protecionismo.
Inventa a questão da preservação do meio ambiente, é protecionismo. Já falei aqui: farms here, forest there. Fazendas aqui, mato lá, floresta lá. E sim, nós temos de preservar, é um ativo importante. Agora, é preciso que se saiba que se está numa disputa comercial. 11. Marcha vira mico para Jesus, que continua inocente. Jesus continua inocente, hein? Meu Jesus Cristinho, como chamou Manoel Bandeira. Meu Jesus Cristinho continua bacana. Vai.
Um monitor do debate político da USP, a ONG More in Common, estimaram a presença de cerca de 33.800 pessoas na 34ª Marcha para Jesus, realizada na última quinta em São Paulo. Percurso foi iniciado na Estação da Luz e encerrado perto do Aeroporto Campo de Marte. A margem de erro é de 12 pontos percentuais ou seja, havia entre 29.800 pessoas e 37.800 participantes no evento às 10:20 da manhã, tido como o pico da marcha. Para a contagem, foram selecionadas imagens de drones nos momentos de maior público e cobrindo toda a extensão da manifestação, contanto que sem sobreposição.
Com isso, uma ferramenta de inteligência artificial identificou automaticamente as cabeças dos presentes. Como o evento terminou perto de um aeroporto onde há restrição para drones, houve registro apenas da concentração e do deslocamento.
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Ah, com isso quer dizer que eu não sei se as pessoas estão com saco cheio da exploração política da religião. Eu adoraria que assim fosse, porque Jesus não tem nada com isso. Jesus não tem nada com isso. Agora, a exploração que as pessoas fazem da religião, aí sim é uma questão lamentável, né? Tinha político, Flávio Bolsonaro, Tarcísio. Vamos lá, vai.
Flávio Bolsonaro, governador paulista Tarcísio de Freitas, o prefeito paulistano Ricardo Nunes marcaram presença na Marcha para Jesus. Também esteve no evento o ministro do STF André Mendonça. Já Lula foi representado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias. Apesar da ocasião de caráter religioso, Flávio fez ataques à gestão Lula afirmando o seguinte: A gente vai ouvir o que disse o Flávio Bolsonaro durante essa participação na Marcha para Jesus. Fez ataque ao governo Lula. Vamos ver se a gente consegue acompanhar agora.
Vamos orar pelo nosso Brasil! Essa guerra é espiritual e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano, em nome do Senhor Jesus. Amém. Não, não é uma luta do bem contra o mal. Sabe o que é mal? Mal é explorar religião para fazer política, né? Tarcísio tava ali, não compartilhou os vídeos. Da participação na marcha ao lado do Flávio. Parece que tá meio— porque afinal de contas, né, o Flávio passou a representar um certo peso, não é mesmo?
E tem um vídeo que circulou nas redes do Lula conversando com Apóstolo Hernandes, que organiza a coisa, e o Messias estava ali, Jorge Messias, que o Messias participou. Vai lá, vamos lá. Presidente, bom dia, tudo bem? Tudo bem, tudo bem, muito obrigado pelo carinho, companheiro Messias. Não, é um grande prazer, o Messias é um grande irmão e a gente fica muito feliz aqui com a presença dele, viu, presidente? Eu tô muito feliz porque é uma coisa que eu sancionei há tanto tempo atrás.
É verdade. Morte com Jesus. É verdade, é uma coisa muito importante. Eu vou lhe contar porque que eu não vou ver o corte, que eu não participo de nada religioso em época de eleição, porque eu não quero passar ideia de que tô tentando tirar proveito político de uma coisa sagrada. Perfeito, perfeito, perfeito. Eu entendo, eu entendo. E eu quero que o senhor saiba que eu sou muito grato pela assinatura da lei, que foi um dia momento muito especial que nós estamos lá presentes, e está sempre no nosso coração.
Obrigado, viu, presidente. Eu, e cuide bem da nossa filha, que Deus abençoe vocês. Obrigado, presidente. Boa marcha! Boa, obrigado, Deus abençoe, viu. Amém. Depois teve a marcha da LGBTQIA+, praticamente com o mesmo público. Todos caíram um pouco de público, vai ser aquela ideia que há uma minoria aqui, uma maioria esmagadora, isso se perdeu. O PT fez uma carta evangélicos em evento com Marina e Janja. Vamos lá.
O PT realiza hoje a 4ª edição do Encontro Nacional de Evangélicos, com a presença de dirigentes e parlamentares relacionados ao setor. Ao fim do evento, a legenda vai divulgar uma carta política com direcionamentos adotados pela sigla neste momento de tentativa de aproximação do governo do presidente Lula com o segmento religioso. Entre os nomes que participam do evento estão o presidente nacional do partido, Edinho Silva, a primeira-dama, Rosângela da Silva, Janja, e a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
A programação contou com debates, como uma mesa sobre democracia e disputa de valores. Outro painel discute fé, democracia, justiça e vida. O evento é realizado no auditório da sede nacional do PT em Brasília.
E a Janja resolveu responder ao Malafaia.
É, a primeira-dama Janja da Silva rebateu nesse evento que acabou de terminar ao pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Ela criticou uma fala do líder religioso de agosto do ano passado, na qual o aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro minimizou a importância dos encontros de Janja com mulheres evangélicas. Ela disse: não chamo ele de pastor. Ele teve a cara de pau de ir à rede social e falou que eu tava conversando com mulheres insignificantes.
"Insignificante é ele, porque toda mulher para mim é importante. Não importa se fiz uma reunião com 2, 3, 200 ou 1.000. O importante é que conversei, ouvi elas." No ano passado, Malafaia havia afirmado numa entrevista ao Metrópolis que as agendas de Janja não tinham nenhuma mulher de expressão no mundo evangélico. A fala da primeira-dama ocorreu durante, então, essa 4ª edição do Encontro Nacional de Evangelicos do PT, que contou com a presença de dirigentes parlamentares relacionados ao setor. Desde o ano passado, Jan já tem buscado se aproximar dos evangélicos.
Eu só— cada um faça o que achar melhor, né? Mas eu acho que o movimento de aproximação não caberia uma coisa como essa, porque só dá ao Malafaia a chance de responder e crispar opiniões, né? Tem uma hora que é preciso apagar incêndios e não soprar a brasa. É isso aí.
O É da Coisa.
Olha, meninos, muito rapidamente, mas a velha história, né, quando o cachorro morde o menino não é notícia, se o menino morde o cachorro é notícia. Aqui, olha, o Bernie é meio cachorro morde o menino, mas por que não lembrar, não é mesmo? Ah, vai, 15.
O ex-deputado federal Eduardo Cunha afirmou hoje ao Metrópolis que Flávio Bolsonaro será seu candidato ao Planalto neste ano. O ex-presidente da Câmara, que liderou no Congresso o processo de impeachment de Dilma Rousseff, disse o seguinte: Eu vou apoiar o Flávio para presidente porque eu não vou apoiar ninguém do PT, é muito simples. A menos que o partido que eu esteja mude de posição e tenha uma candidatura para presidente que não seja uma candidatura ou apoio a uma candidatura do PT, se o meu partido não estiver, a minha candidatura será efetivamente para apoiar o Flávio Bolsonaro.
Não há nenhuma dúvida com relação a isso. Eduardo Cunha, que é filiado ao Republicanos.
Eduardo Cunha, esse patriota, esse monumento moral, quando falou que ia apoiar o Flávio, vale bem, quase caí da cadeira, que imaginei, falei assim, não, ele, não, não, imagina, não, ele tá tudo certo, tá tudo certo. Isso são moralidades coincidentes, não é mesmo? É isso aí. O é da coisa. Muito bem, estamos de volta. Forcar uma nova proposta de lação, PF, PGR.
Vamos lá que a gente tem a negociação para um acordo de colaboração premiada do dono do Banco Master, Daniel Forcaro, entra nesta semana em uma fase considerada decisiva por investigadores e também por integrantes da defesa do empresário. Segundo o Globo, a expectativa é que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República avancem na análise da proposta apresentada pelo banqueiro e indiquem os próximos passos das tratativas.
A PGR ainda está analisando o conteúdo entregue pela defesa e não concluiu a avaliação sobre os anexos. A expectativa entre os envolvidos é que haja, nos próximos dias, uma reunião entre representantes da PF, chef da PGR e da Defesa de Bôrcaro para discutir ajustes, complementações e o futuro das negociações. A nova versão da delação foi apresentada na semana passada após a rejeição da primeira proposta. Desde então, o material vem sendo revisado.
Olha, deixa eu dizer uma coisa, o que tem de especulação aí tem isso, é que ninguém sabe. A verdade é essa. E aí tem assim, ah, A primeira não tinha Ciro, essa vai ter. A primeira não tinha Cláudio Castro, essa vai ter. A primeira não tinha Flávio, essa vai ter. A turma do Flávio planta que, ah, não tem nada lá, ele vai falar que era só um filme. Mas isso eu acho que do ponto de vista do World Cup era só um filme. A questão é onde foi parar o dinheiro, onde foi parar o dinheiro? Esse é o ponto. Ponto, né? É isso aí.
O É da Coisa.
Muito bem, estamos de volta nas redes sociais, no Band News TV e no LG Channel. 1. Fachin repudia pressão externa sobre o Judiciário do país. Puxa, Fachin, já não era sem hora, né? Espero que dure. Vamos lá, que a gente tem aí.
O presidente do STF, ministro Luiz Edson Fachin, repudiou aqueles que defendem romper a ordem constitucional e citou pressões vindas do exterior sobre o Judiciário brasileiro. A manifestação foi feita pelo magistrado durante a abertura do evento CELS Global Brasil 2026, realizado em conjunto com a Conferência Brasileira de Direito e Políticas Públicas em São Paulo. Essa sigla CELS significa, em tradução livre, Conferência sobre Estudos Jurídicos empíricos. Vamos ao que disse o presidente do STF.
As ameaças à independência judicial podem assumir formas variadas. Algumas decorrem de pressões internas, e é preciso aqui salientar que legítimas são todas as críticas, legítimas são todas as controvérsias e contrariedades. Ilegítimo é querer querer romper a ordem constitucional. Outras pressões podem vir do exterior por meio de sanções unilaterais, constrangimentos indivíduos ou iniciativas incompatíveis com o respeito que deve existir entre Estados soberanos e democráticos em relação ao exercício legítimo da função jurisdicional.
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Puxa vida, até que enfim. Porque o Supremo está sendo submetido a pressões externas. Aliás, o próprio ministro ainda está com o visto suspenso dos Estados Unidos. Só tem 3 que não estão: Mendonça, o Fux Marques e o Mendonça Fux e o Nunes Marques. Os outros todos em visto suspenso. E como disse Eduardo, estou pedindo a Magnitsky, estou pedindo a Magnitsky, mais Magnitsky, ele quer mais Magnitsky. E as pressões existem. Inclusive as feitas pelas Big Techs, porque elas não estão, elas não resolveram acionar o Moraes.
STF julga recurso das Big Techs por vale-tudo, em função de vale-tudo, né, pedindo vale-tudo. As Big O Vale Tudo. Vamos lá, vai.
O Supremo Tribunal Federal volta a discutir na quarta a regulação das plataformas digitais no país. Os ministros da corte vão analisar recursos apresentados por empresas de tecnologia e entidades da sociedade civil contra a decisão de 2025 que ampliou a responsabilização das redes e de mais provedores por conteúdos publicados por usuários nas plataformas. O julgamento foi pautado pelo presidente do STF, o ministro Luiz Edson onboarding.
Será a primeira oportunidade para que a corte utilize a tese aprovada no ano passado, quando os ministros declararam parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet. Até então, a regra estabelecia que plataformas só poderiam ser responsabilizadas por conteúdos de terceiros caso descumprissem uma ordem judicial específica para remoção. Ao concluir o julgamento, o STF entendeu que esse modelo não oferece proteção prevenção suficiente a direitos fundamentais e passou a admitir hipóteses de responsabilização mesmo sem decisão prévia da justiça.
Os recursos a serem julgados foram apresentados por empresas como Google e Meta, além de associações do setor.
E aí elas pedem esclarecimento, mas não tem dúvida nenhuma sobre a decisão. E na verdade elas estão inconformadas é com a responsabilização responsabilização civil, né? Porque na verdade as big techs eram as únicas empresas no Brasil, único setor no Brasil sem responsabilidade civil. É uma coisa muito impressionante que se peça isso, é inclusive ilegal, inconstitucional. Daí que o marco civil, artigo 19, foi parcialmente considerado inconstitucional.
E com base naquilo que o Supremo votou, o Lula baixou dois decretos regulamentando a prática. E aí começou a gritaria: olha, estão censurando as redes! Na tal entrevista que o Eduardo deu, ele veio com essa cascata. Gente que censura pesquisa, gente que censura pesquisa acha que as redes Eles têm que ter o vale tudo, querem vale tudo nas redes, né? E não vão obter, porque evidentemente o Supremo vai negar os recursos que essa gente pediu.
O valeu, Beni! Vê se acha a música Diamante Verdadeiro, já que eu comentei hoje aqui. Eu fiquei com a música e ela é muito boa. E a gente encerra com Diamante Verdadeiro, com a Bethânia. Enquanto você procura aí, se for o caso, a Isa continua, senão você é competente, pode fazer as duas coisas, as dez coisas agora.
Tá aberto já a música.
Moreno então, cheio de melanina, que eu nem sabia que você tinha. Eu nem sabia que existia uma reserva de melanina aí. O melânico, o melânico Wally Ben. Coordenador de Lula petista terá mais de um palanque. Isso já andou dando confusãozinha, vai.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que a campanha reeleição do presidente Lula deverá ser acompanhada por uma articulação voltada ao centro. Entrevista ao Globo, ministro avaliou que o principal erro do terceiro mandato do petista foi não consolidar uma maioria simples na Câmara e no Senado. Segundo integrante da Esplanada, faltou cuidado e atenção na relação com os aliados. O ministro, que vai atuar na coordenação de campanha da reeleição de Lula, com foco na região Nordeste, defendeu ainda a construção de palanques estaduais capazes de assegurarem governabilidade no eventual novo mandato.
Ele disse: temos que cuidar das duas casas e ter uma maioria simples nelas. Qual foi o erro político desse terceiro mandato do presidente Lula? Obsessão de ter dois terços na Câmara e no Senado, que era impossível, fez com que a gente não valorizasse a chance que tínhamos nós precisávamos de ter acima de 257 votos na Câmara e acima de 41 no Senado. A gente saiu do resultado da eleição de 2022 com 39 senadores. Bastava que a gente conseguisse, que a gente cuidasse bem deles, buscasse dialogar com mais parlamentares, e teríamos uma maioria simples, que é o que um governo precisa para 95% das matérias que chegam ao parlamento.
Na Câmara saímos com 242 deputados eleitos que, de alguma forma, no primeiro ou segundo turno, participaram da eleição apoiando o presidente Lula. E a gente não cuidou de conseguir mais 30 parlamentares. Um líder do tamanho do presidente Lula não pode, no segundo mandato, não ter isso. E se tiver matéria que precisa de mais votos, resolvemos no diálogo.
É, eu não sei, eu, olha, tá, a minha contestação aqui é que eu acho assim que, como ele não tava na coordenação política, fica parecendo fácil, mas eu não acho, eu não acho que o problema seja esse. Tomara que consiga. Só que acho que o problema não é esse. O problema são as emendas, entende? As suas emendas. Outra, partidos que estavam na base do governo na verdade não estavam na base do governo. Para algumas coisas sim, para outras não, né?
Então não me parece que seja desse modo, mas Mas enfim, tomara que se consiga, né, sem uma maioria no Congresso estável, sem as coisas muito tensas, né. Até amanhã, Diamante Verdadeiro. Vai lá!
Muitos beijinhos, muitas rolhas disparadas nos pescoços da Shannon. Não cabe um terço de meu berço de menino. Você se chama Granfino e eu afino tanto quanto desafino o seu tom. Pois francamente, meu amor, meu ambiente é o que se instaura de repente onde quer que chegue só por eu chegar. Como pessoa soberana nesse mundo eu vou fundo na existência e para nossa convivência você também tem que saber se inventar. Pois todo toque do que você faz e diz só faz fazer de Nova York algo assim como Paris.
Enquanto eu invento e desinvento moda, minha roupa, minha roupa, roda, brinco entre o que deve e o que não deve ser, e pulo sobre as bolhas da champanhe que você bebe, e bailo pelo alto de sua montanha de neve. Eu sou primeiro, eu sou mais leve, eu sou mais eu, do mesmo modo como é verdadeiro o diamante que você me deu. Pois todo toque do que você faz e diz só faz fazer de Nova New York é algo assim como Paris. Enquanto eu invento itens, invento moda, minha roupa, minha roda, brinco entre o que deve e o que não deve ser e pulo sobre as bolhas da champanhe que você bebe e bailo pelo alto de sua montanha de neve.
Eu sou primeiro, eu sou mais leve, eu sou mais eu, do mesmo modo como é verdadeiro O anel de diamante que você me deu.
Você acompanhou O É da Coisa na BandNews FM. Oferecimento: BTG Pactual, para quem espera mais de um banco.
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