O É da Coisa de 01/06/2026, com Reinaldo Azevedo: Flávio, Nunes, Karina e “Dark Horse”; os traidores
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- Operação Wi-Fi e Karina da GamaContrato de R$ 108 milhões para pontos Wi-Fi · Instituto Conhecer Brasil · Go Up Entertainment · Karina Ferreira da Gama · Prefeitura de São Paulo · Jair Bolsonaro · Superfaturamento e fraude · Financiamento ilícito · Produção do filme Dark Horse
- Defesa de Karina e Críticas à OperaçãoRicardo Nunes · Mário Frias · Eduardo Bolsonaro · Motivação política da operação · Perseguição política · Defesa de Karina como trabalhadora
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Isabela Mota e Lucas Belotti. Oferecimento BTG Pactual. Pra quem espera mais de um banco. iFood. Os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já.
Xau, xau, xau O escurinho do cinema Chupando drops de anis Longe de qualquer problema Perto de um final feliz Só que agora quer que o Gregory pegue Não vou bancar o Santinho Minha garota é meio oeste
Eu sou o Chico Valentino Mas de repente o filme pipou E a turma toda logo vai ouro Acenderam as luzes Luzes Que flagra, que flagra, que flagra
No escuro do cinema Chupando tropos de anis Longe de qualquer problema Perto de um final feliz Essa tábora quer que o Gregory Peck Não vou bancar o Santinho Minha garota é meio West Eu sou o Chico e o Valentino
Mas de repente, no filme que foi, a turma toda logo vai um, acendendo as luzes cruzes.
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá. Aqui a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham pelo Tóio, pelo Band News TV e pelo LG Channel. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre. Band News FM ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Isa. Boa noite, Lucas Bellotti. Boa noite. Boa noite. Uma música sobre cinema. O cinema e flagra.
É, flagra. Aí o flagra é gostosinho. Quer dizer, o flagra não é gostosinho. O que estava sendo feito antes. É, parece que era gostosinho. Longe de qualquer problema, perto de um final feliz. Né? Cinema ali e tal. Aí acende a luz. Ah, que flagra. De Santa Rita, que está lá.
Nos olhando, o queridíssimo Roberto Carvalho, que me manda um beijo grande. Agora vai falar que ele é seu fã também. É fã do nosso programa, Roberto Carvalho. Beijo, queridíssimo. Sim, ele, o João, um dos filhos, o João Lee, beijo também. E atenção, agora sim, e mais, Santa Rita.
que também é padroeira da televisão, nos acompanha... Ah, não, é Santa Clara, né? Mas a Santa Rita, de qualquer modo, é padroeira do Brasil. Pronto. Na área das artes. Sim, ela também acompanhava a coisa. O que eu posso fazer? A Rita não está aí. Primeiro que está. E segundo que foi o Roberto que me contou. E o João também. Ela acompanhava a gente. Olha só que coisa linda. Pois é. Quer coisa melhor do que isso? Não tem. E, claro,
Pedindo quase desculpa, Rita e o Roberto que estão usando essa música. Mas aí nós vamos falar de outro flagra. Aquele flagra... Olha... Está engrossando o negócio. Ixi... Tem muita coisa aqui. Né? Que...
Como eu tenho dito aqui com frequência, né, a tal da Karina da Gama é um enigma que precisa ser decifrado. A dona da produtora do filme Dark Horse. E agora investigações aí estão em curso, né?
E nós vamos ter de falar disso. E ainda Brasil, Estados Unidos... E, ó, o programa está quentíssimo. Fica aí que com calma, com tranquilidade, com objetividade, com informação, com fatos, nós vamos trazer tudinho para você.
Muito bem, meninos, o que a gente tem aí? Vai! Reinaldo, a Polícia Civil de São Paulo realizou hoje uma operação batizada de Wi-Fi sobre um contrato firmado entre a ONG Instituto Conhecer Brasil e a Prefeitura de São Paulo. A ação mira justamente a instalação de pontos de Wi-Fi em bairros da periferia aqui da capital paulista. Os policiais foram à Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia Tchau, Tchau
E também estiveram no Instituto Conhecer Brasil e na sede da Go Up Entertainment, que é a produtora do filme Dark Horse, ou O Azarão, sobre Jair Bolsonaro. Eles cumpriram mandados de busca e apreensão. Tanto a ONG quanto a produtora pertencem à Karina Ferreira da Gama, operação autorizada pela Vara de Garantias do Tribunal de Justiça de São Paulo.
decorre de investigação da Polícia Civil aberta a partir de requerimento do Ministério Público. O objetivo é apurar indícios de irregularidade no contrato de R$ 108 milhões para instalação de pontos Wi-Fi. A polícia apura falta de capacidade técnica da ONG, superfaturamento do contrato, descumprimento de metas e fraude em aditivos e pagamentos indevidos e antecipados.
Atenção, 108 no contrato original, com os aditivos, 157 milhões. A mulher ligou, ligação perdida sem querer. Ô meu Deus do céu. Foi me mandar uma mensagem e ligou. Veja você. O que eu faço agora, Lopes? Nada.
Desculpa, amor. Era uma solicitação que eu tinha feito a ela, eu fiquei infernizando. Já fez, já fez, já fez. Era um piques, eu não sei passar, então aí eu fico infernizando os outros. Entendeu? Então é o seguinte, 157 milhões para o tal instituto. Tem ainda outros contratos com a prefeitura.
recebeu piques de parlamentares, 2 milhões do Mário Frias, notório, recebeu emenda da Carla Zambelli, recebeu de deputados estaduais, 100 mil da deputada Valéria Bolsonaro, 213 mil do deputado Lucas Bovi, ao todo 700 mil dessas emendas. Aí tem a Go Up Entertainment.
que faz a produção do filme Dark Horse. O que é notável da senhora Karina é que nunca na vida ela tinha instalado Wi-Fi em lugar nenhum. E quando ela instala, ela já pega um contrato de 108 milhões, que depois vai para 157 milhões, e ela acabou sendo a única do certame. Ora, vejam vocês.
e tem mais detalhes que nós vamos ver. E tem esse Instituto Conhecer, Lucas, que nós vimos aqui, Isa, resolve tudo, mas não há área do conhecimento humano, inclusive do conhecimento por vir. Verdade. Eu gosto disso, não só aquilo que se conhece, como aquilo que se vai conhecer, que ela não saiba. É versátil, né?
Tudo, versátil, cura também, se vocês estiverem ali, tá, tô com espinhela caída, vai pro Instituto Conhecer, tô com encravada, vai pro Instituto Conhecer, ih, tô cheio de gases, o que que eu faço? Toma um Lufthal, eu falei marca, tomo, enfim, sei lá como é que chama substância, toma um Lufthal ou vou pro Instituto Conhecer, ah, vai pro Instituto Conhecer, deve ter alguém lá que faça uma machagem, que também passa, também sara.
Cura tudo. Também tem a Gol7, que também faz assessoria para políticos. Campanha eleitoral. Problema de amor traído, amor sumido, tudo. Olha, o Instituto Conhecer arruma para você até o amor verdadeiro.
O Nelson Rodrigues dizia que o amor compra tudo até o amor... O dinheiro compra tudo até o amor verdadeiro. Mas nesse caso é o Instituto Conhecer que faz. Então, vocês estão aí com essa carinha bonitinha, todo mundo com a vida resolvida. Mas se um dia houver algum problema, vocês já sabem a quem recorrer.
O chamamento público teve a participação exclusiva da ONG de Carina. Ela instalou apenas 3.200 pontos, a proposta é 5.000, e se investiga, quando menos, a não prestação de contas de 26 milhões.
Por que diabos uma área como essa que envolve essa tecnologia de ponta, TI, essa molecada que sabe dessas coisas estranhas? Entendeu? Ninguém tem um soneto de camões decorado e você tem, Reinaldo. E daí? Pois é, eu sou uma pessoa obsoleta. O Francis dizia, não é que eu esteja velho, eu já morri.
Por que é que uma área como essa, só uma empresa, concorre e ainda, sem nunca ter feito isso antes? Isso é mais ou menos como pedir para Reinaldo Azevedo falar assim... Ei, senta aí e dirije!
Eu? Eu? Mas não sei nem ligar carro. Não sei. É que agora tem uns que apertam só o botão ali. Hoje é no botão. É. Mas nunca nem... Sabe aquele famoso gesto de virar a chave? Isso aqui, não sei, nunca fiz. Nunca nem sentei naquele banco.
E a vontade, rei, é porque você é muito míope? Não, mas eu sou, mas eu não tenho vontade. Não tenho vontade nenhuma. Então, é isso. Agora, a Karina não. Ela é capaz de coisas espetaculares. Tá bom? É bom que vocês saibam.
eu até estava pensando, Lucas, fazer um curso de montanhismo. Vou fazer com quem? Ou eu faço com o... Como é que chama o coach lá? Aquele coach que virou político. Pablo Marçal? Pablo Marçal. Ou eu faço com Pablo Marçal e depois precisa chamar o corpo de bombeiro, senão morre todo mundo. Ou eu faço com a Karine. Ah, com a Karine, hein? Acho que é melhor, né? É de versátil. É a experiência comprovada.
A coisa está indo muito bem. Ah, o que mais? Operação? O que mais? O que mais que tem aí? Vai. Reinaldo, a Polícia Civil trabalha com a possibilidade de que o Instituto de Carina tenha sido contratado de maneira irregular pela Prefeitura por um valor acima do praticado pelo mercado e que houve pagamento sem que os serviços fossem, de fato, prestados. Esse conjunto de ações teria servido para desviar recursos do município e, segundo a polícia, há suspeita de que parte desse dinheiro tenha ido para a produção do filme sobre Jair Bolsonaro.
Segundo os agentes, os elementos de inteligência financeira colhidos até o momento indicam um potencial ou uma potencial ocorrência de financiamento cruzado ilícito, com envio de recursos do Instituto para a produtora, ambos presididos pela já citada Carina Ferreira da Gama. Procurada pela Folha, ela não se manifestou. E não se manifestou com ninguém. E é bom que fique claro o seguinte. Essa investigação foi pedida pelo Ministério Público.
a polícia faz investigação, obviamente com a supervisão da justiça.
Eu estou falando isso porque daqui a pouco o prefeito vai sugerir que é tudo uma grande armação política. Bom, só as formação política que conta com a conivência do Ministério Público de São Paulo, que não é nenhum Ministério Público, assim, digamos, estranho ao governo Tarcísio, a polícia que está, enfim, a chefia da polícia é de gente do Tarcísio, só se tiver uma grande conspiração envolvendo tudo isso, assim, não...
Eu quero dizer para o Nunes que não fui eu que mandei investigar. Eu não mando nada, nem na Polícia Federal. E eu acho que a investigação deveria, demandava o Ministério Público Federal também faz tempo.
Casa de Carina e Secretaria foram alvos de operação. Durante a operação deflagrada hoje, policiais estiveram na Casa de Carina Ferreira da Gama, na Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. Assim como nos demais endereços, inclusive na Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia, a polícia buscou computadores, celulares e servidores. Segundo o Globos, agentes aprenderam celular pessoal e documentos na residência de Carina Ferreira da Gama.
Segundo agentes envolvidos nas buscas na casa da produtora, ela demorou a abrir a porta e foi indagada a respeito. A operação aconteceu por volta das 5 horas da madrugada. Karina respondeu que estava no banho e que acorda diariamente neste horário para sair para trabalhar.
Acredito que seis, pelo menos, que é o horário a partir do qual se pode fazer. Tem essa coisa aí, podia estar nas proximidades, mas é a partir das seis da manhã, suponho. A ver aí, só chequem para todos os efeitos. Contrato de UNG com gestão Nunes, 230%?
acima do previsto? Vamos lá, vai. Esses são os números, Reinaldo, revelados pela Operação Wi-Fi, que apontou que a Prefeitura de São Paulo pagou um valor 230% maior do que o estipulado no mercado para o Instituto Conhecer Brasil no contrato referente à instalação de pontos de Wi-Fi na capital paulista. No contrato firmado entre a gestão Nunes e a ONG, cada ponto custou R$ 1.800.
A Polícia Civil informou que, na mesma investigação, a Prodan, empresa pública municipal de tecnologia e comunicação, presta serviços idênticos, pelo custo de R$ 230,00 para implantação por ponto e R$ 306,00 para manutenção mensal. Em uma nota enviada ao Metrópolis, a prefeitura argumentou que o custo estimado para 2026...
Nessa parceria com o Instituto, corresponde a R$ 1.280 por ponto e também por mês, valor que a Prefeitura alega ser significativamente menor do que as propostas recebidas em 2022. De acordo com a administração municipal, o valor naquele ano girava em torno de R$ 2.026 por ponto por mês e R$ 5.092 por ponto por mês. O que é só uma questão de... Obrigado.
Lógica que a referência está sendo a Prodan, que o prefeito diz, não, não era menor. Sim, mas ela efetivamente fazia a instalação. O valor foi significativamente maior. Ah, mas todos os que entraram no início do certame tinham valor maior. Sim, mas a referência tem que ser a Prodan, que fazia o serviço. Não?
E aí tem um problema. Mesmo depois das irregularidades apontadas, a coisa continuou. O contrato aumentou mesmo depois de irregularidades apontadas. Entendem?
Aí a coisa fica complicada. Meninos, alô TV, meninos, vamos saltar para nove, depois a gente volta lá para cima, só para a gente, porque nós estamos falando aqui de sobrepreço possível. E a prefeitura aumentou o contrato, mesmo com irregularidades.
Isso é um fato. Vamos lá. Vai, nove. A Prefeitura de São Paulo ampliou para 143 milhões de reais ainda em dezembro de 2025 o valor do contrato com a ONG Instituto Conicer Brasil. Informação foi obtida pelo Globo em documentos consultados pelo jornal em processos administrativos do município. Os pagamentos seguem ocorrendo neste ano, mesmo depois de a área técnica da Prefeitura ter apontado uma irregularidade grave na prestação de contas da ONG de 2024.
A gestão diz já ter corrigido. O contrato, válido até o fim deste ano, é aquele destinado à instalação de pontos públicos de Wi-Fi na capital paulista que a gente vem falando desde o começo do É da Coisa. Antes do aditivo, a prefeitura já havia pago R$ 93,5 milhões ao Instituto.
Em dezembro, gestão Ricardo Nunes se comprometeu a destinar mais 49,2 milhões à ONG ao longo de 2026, um acréscimo, portanto, de 50% em relação ao valor pago até então. Neste ano, a prefeitura está pagando 4,1 milhões por mês à ONG. Então já havia pagado 93,5 milhões ao Instituto, depois pagou mais 49,2 milhões.
e o serviço não inteiramente prestado. Só para vocês entenderem a coisa toda, porque o Ricardo Nunes vai tentar explicar aqui.
Hum, vamos falar mais sobre aditivo, vai. Esse aditivo foi assinado pela Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia e pela presidente da ONG, Carina Ferreira da Gama. A área técnica da entidade da Prefeitura, no entanto, apontou uma irregularidade grave na prestação de contas da ONG em 2024 e cobrou que fosse formalizada a devolução de quase um milhão de reais destinados de forma incorreta.
A maior parte deste valor correspondia a um pagamento duplicado feito pela ONG a um fornecedor no valor de R$ 925 mil, que não teve sua execução autorizada pela gestão municipal. Agora eu vou pedir que vocês prestem muita atenção, porque o prefeito Ricardo Nunes se manifestou. Nós já vamos voltar para quem é Carina, seus vínculos com quem ela fala, as coisas complicadas que tem.
sobre essa senhora que nós temos apontado aqui desde o começo, e seus ineditismos. Aí o Nunes está questionando, está falando, o prefeito tem uma certa, não é a primeira vez, outro dia eu estava aqui trabalhando, ouvi ele falando,
aqui no programa que nos antecede, questionando a justiça. A justiça mandou paralisar uma determinada obra. Ele disse, é, que coisa, a justiça paralisa. E nós somos as pessoas eleitas. Como se a pessoa eleita desse ao eleito o direito de fazer qualquer coisa, ainda que além ao arrepio da justiça? Não são coisas contrastantes. Não faz sentido opor.
o poder de quem é eleito ao poder de juízes. São coisas diferentes. O eleito tem o direito de tentar fazer as coisas tal, que o faça de acordo com a lei, e a justiça, em percebendo que há irregularidade, se precisar, manda interromper.
É uma de suas atribuições, inclusive, se estiver em desacordo com a lei. Mas aí, hoje em dia, virou moda assim, deixa eu questionar a justiça? Se eu questionar a justiça, dá tudo certo. Eu vou questionar a justiça, e aí questionando a justiça, eu vou falar, é um estranho, o que será que estão querendo fazer com isso?
Tá, vamos lá. O que o Nunes falou? Vai, comecemos com ele. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, negou irregularidades no contrato entre a Prefeitura e o Instituto Cunicer Brasil. Ele falou sobre o caso em coletivo de imprensa após a entrega de unidades habitacionais no centro da cidade. Ele afirmou que há informações desencontradas entre a gestão municipal e a polícia. E ainda levantou a possibilidade de que a operação tenha motivação política.
Sem querer fazer nenhum juízo de valor, mas as informações desencontradas é muito ruim para vocês da imprensa, é ruim para as pessoas que assistem e que leem e que escutam vocês, porque é muito importante que a informação correta seja repassada. Uma coisa vocês podem ter certeza. Se tiver qualquer coisa de errada, obviamente a Polícia Civil talvez tenha algum mecanismo de identificar alguma coisa que a gente não tem.
Se ela identificar algo de errado, que a gente vai agir de forma rigorosa, não tenho dúvidas. Mas o que eu estou apontando é o seguinte, as informações colocadas no presente momento, elas distoam da realidade. Eu acho que isso está mais por conta de que a pessoa que é dessa entidade, ela participa do filme do Bolsonaro, do que especificamente daquele processo. Porque só agora veio essa questão.
Vocês notem que ele não diz o que está errado. Eu vi todo o vídeo, ele fala que o preço não é não sei o que, essas coisas estão em documento. E diz, é muito ruim vocês da imprensa estarem com a informação errada. Ele vive reclamando que a gente da imprensa não tem a informação certa. É muito ruim, aí vocês ficam espalhando isso, não sei se... Está errado, mas eu não sei o que a polícia tem.
Assim, não é agressivo, não é nada, mas assim, hum... E também, será que é por causa do filme? Mas é perseguição de quem, prefeito? Do Ministério Público? Da polícia sob o comando do governador Tarcísio? Do Ministério Público? De quem? De quem que é a informação errada?
Tem algum bonde do PT aí que estaria atuando? Considerando o desempenho dessa senhora no mundo empresarial, e nós vamos ver outras coisas aqui, e os ineditismos dela,
Seja na produção de filme, seja para instalar pontos de Wi-Fi com um contrato que com aditivo chega a 157 milhões? O senhor acha que não se deve perguntar nada? Ou então, pior, fica subjacente a ideia, Lucas, Isa, de que porque ela é produtora do filme, então isso dá a ela uma espécie de imunidade. Se alguém perguntar alguma coisa, vão falar que é por causa do filme.
Aí fica difícil. E ele seguia um pouco nessa linha, ele foi adiante, vamos lá. Na sequência, o prefeito de São Paulo disse que considera Carina Ferreira da Gama uma mulher decente e trabalhadora. Indagado sobre a possível relação entre a operação e o fato de que Carina foi produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, Nunes citou a possibilidade, segundo ele, de perseguição política. O prefeito ainda defendeu a atuação de Carina em diversas atividades, como já falamos aqui sobre as empresas dela, e disse não ver nenhum problema nessa coisa toda.
Eu tenho empresa de embalagem, eu tenho empresa de amizade do sanitário, eu tenho fazenda, eu tenho várias atividades. Eu sou prefeito. Qual o problema da pessoa ter várias atividades? Então, se é essa motivação, aí eu acho grave.
Aí muda o meu discurso. Se a motivação, conforme vocês estão me dizendo, é por conta do filme, então estou indo atrás de um contrato com a prefeitura de 2024 por causa do filme, aí é grave. Aí é perseguição política. Qual o problema? Aí, gente, vamos ser realistas aqui. Se a questão é política, se eventualmente a questão é política, eu acho que é um erro grave. Eu acho que é um desrespeito à democracia. Se a questão é política. Se por acaso é uma questão política. Se estão fazendo isso.
por conta do filme, aí eu acho grave. Aí eu acho que precisa ter um outro tipo de apuração. Estão fazendo quem, cara pálida? Quem estão fazendo? Ministério Público, Polícia, quem? Quem está fazendo? Aliás, essa sua empresa de embalagem, se não me engano, já lhe deu alguns problemas, mas... Não, claro que a pessoa pode ter. Agora, tem que ter um histórico, né? Tem que ter alguma coerência nessas coisas.
Como é que é a relação da... A Karina com esses contratos multimilionários, eu vou insistir na expressão, multimilionários, ela tem uma trajetória, ou mesmo... Nem uma trajetória, hein? Porque a pessoa pode vir lá de baixo e realmente acender espetacularmente, que nem o... Aliás, é exemplo do prefeito. Mas é o caso dela? Hum?
Nós vamos voltar lá para quatro lá em cima? É o caso dela, prefeito? Agora, o senhor tem que dizer sobre quem o senhor está lançando suspeita? É sobre seus aliados? Aí o senhor quer o quê? Investigar a investigação? Entendi direito, é isso mesmo? Carino expande seus negócios após conhecer Mário Frias.
É, já tínhamos apontado essa coincidência aqui antes, né? Vamos lá. Segundo a reportagem da Folha, a ascensão profissional de Karina Ferreira da Gama coincide com o momento no qual ela conheceu o deputado federal Mário Frias, moradora da Brasilândia, um dos bairros mais pobres da capital, ela administra pelo menos seis empreendimentos. Neste ano, ela começou uma holding de instituições não financeiras, a Gama Participações Limitada, em Aracaju, e virou sócia da Upcom Serviços Especializados Limitada.
Voltada à construção de edifícios com sede em Salvador, Karina conheceu Frias quando o ex-ator assumiu a Secretaria de Cultura no governo Bolsonaro em 2020. Segundo a Folha, a amizade construída entre os dois possibilitou que ela ganhasse projetos. A partir de 2020, as empresas de Karina passaram a receber dinheiro para trabalhar em campanhas do PL, inclusive a de deputado federal de Mário Frias e verbas de emendas, principalmente de parlamentares do PL.
Tudo normal, né, prefeito? O senhor não vê nada de estranho aí. Vem uma outra, nessas mais informações aqui, vem uma outra coisa. Atenção, isso são as empresas que ela acabou de criar. Agora entrou também no setor imobiliário corporation, Lucas. É, um negócio sem fronteiras. E aí, se alguém quiser visitar o lugar...
Lugar é como se fala lugar. Viu, Isa? Em dois córregos. Lugar. Em dois córregos. Córregos. A gente fala lugar. Anotar. Se alguém quiser visitar o lugar, Lucas, ou Isa, eita, não vai conseguir. Ah, é? Não. Não. Quer ver? Vai.
Reinaldo, as quatro empresas e associações sob o comando de Carina, Instituto Conhecer Brasil, Academia Nacional de Cultura, Conhecer Brasil, Assessoria, Produção e Marketing Cultural, ou Seven, e a Go Up Entertainment, tem na Receita Federal o endereço de um escritório virtual. Fica na Vida Paulista, onde há serviços de recebimento de correspondência simples. O endereço no qual Carina trabalha, na Rua Radoc Lobo, no Jardins, região nobre da capital paulista, tem uma placa do Instituto Conhecer Brasil e recebeu a visita, segundo fontes ouvidas pela Folha.
de Mário Frias e também Eduardo Bolsonaro. Eu não sei. Eu vou falar aqui, se vocês não entenderem a metáfora, vocês falam, rei, não entendi. Eu já contei aqui. O Miguelinho, meu gato preto,
maravilhoso. Vocês conhecem, um gênio, né? Sim. Fala sete idiomas. O Miguelinho, ele igual dá uns botes na perna da gente de vez em quando, ele fica meio escondidinho. E quando vem a irmãzinha dele aqui, que é uma cachorra da minha filha, de uma das minhas filhas, aí ele fica meio escondido assim pra dar o bote. E às vezes a gente só vê o rabo do Miguelinho.
Ele está escondido, mas o rabo, sabe aquele rabo balançando nervoso? Que abraço. Que era o que uma professora de latim, Maria Glória Nova, que eu tinha, ela chamava assim, gato escondido com o rabo de fora. Se há coisa que você reconhece, Lucas, Isa, é um gato escondido com o rabo de fora. É. Você bate o olho, você fala, hum... É um gato escondido com o rabo de fora.
Tem rabo de gato, se comporta como rabo de gato. Não existe nenhum outro... Nada na natureza com aquele mesmo formato. Sabe o que você conclui, Lucas e Isa? É que tem um gato na ponta desse rabo. Acho que foi claro, né? Está ficando cada hora mais interessante.
Cada hora é mais interessante. E o Frias, ele reagiu. Porque assim, multimilionária como Karina deveria ser, que agora criou mais alguns conglomerados.
Juntou coisas ao conglomerado, hein? Mas o Frias disse que ela é humilde, honesta e trabalhadora. Que nem o prefeito também. Olha, nós combinamos que ela é humilde, honesta, mas não, não deve, não estou dizendo que não, mas vamos lá.
O deputado federal Mário Frias reagiu à operação que mirou a Karina Ferreira da Gama, chamou a produtora de humilde, honesta e trabalhadora. A declaração foi dada ao Globo. O parlamentar disse que Karina não ficará sozinha e saiu em sua defesa. Ele disse, confiamos irrestritamente nela. Karina está sendo usada politicamente. Tudo será amplamente explicado. O deputado argumentou ainda que o contrato de R$ 108 milhões firmado pela gestão Ricardo Nunes com o Instituto de Karina é desconexo do filme sobre Jair Bolsonaro.
É o que se vai ver. Agora, quer ver? A Karina tem umas peripécias imobiliárias também que são um pouco assim. Que fica parecendo o rabo de um gato que tem um gato na ponta. Vai.
Vamos lá, Reinaldo. Como falamos, Mário Frias afirmou que Karina é uma pessoa humilde, honesta, trabalhadora. Ela administra valores milionários, como o contrato já citado de 108 milhões de reais com a Prefeitura. Mas, segundo a Folha, não tem imóveis registrados em seu nome, segundo uma pesquisa em cartórios do próprio Estado de São Paulo. Apesar de mexer com altos valores, ela requereu a concessão de uso de uma...
casa na Brasilândia, por meio de um programa para pessoas de baixa renda ainda no ano passado. O pedido foi indeferido por não preencher os requisitos previstos em lei. Antes dessa demanda, em 2023, ela firmou um contrato para comprar uma casa de mais de R$ 2 milhões em Santana de Parnaíba, que fica na Grande São Paulo. O acordo foi feito junto ao Emerson Marinho, de quem Karina está se disforciando nesse momento. O ex-casal deixou de pagar as parcelas no ano passado. Caso está na justiça, inclusive.
Então, é super convencional alguém ser dona de 7, 8 empresas, um contrato de 157 milhões com a prefeitura, recebendo alguns milhões de dólares para fazer um filme.
Mais o Instituto conhecer, mais não sei o que, mais não sei o que lá, mais não sei o que lá, e pedir uma casa por meio de um programa social. Ô Lucas, deixa de ser desconfiado, você também, Isa, isso acontece todo dia. Me parece que sim. É a coisa mais comum do mundo. Coisa mais normal. Como diria Valdemar Costa Neto, normal.
E evidentemente, o MP suspeita que o contrato ajudou a financiar o filme, mas depois de tudo isso, se não suspeitasse... Pode até ser que não tenha nada a ver com o filme, mas eu quero saber se a Karina é a Karina mesmo.
E não deixa de ser estranho que vem o prefeito falar disso. Ele poderia dizer, olha, investigue-se, não tem nada com isso. Seguimos as leis e está tudo certo. E atestando pessoalmente que ela é pessoa boa e tal, nem sabia que o prefeito tinha essa intimidade com prestadores de serviço. Né, prefeito? Mas...
Talvez isso seja normal também. Como disse o Valdemar, quando o Flávio foi pedir dinheiro para o Vorcaro, 134 milhões do filme, normal. Normalíssimo. O MP a 7, o que o MP investiga?
Ao defender a investigação do caso, o Ministério Público de São Paulo citou a suspeita de que o filme Dark Horse tenha sido financiado por verbas do contrato entre o Instituto Conhecer Brasil e a Prefeitura de São Paulo. A promotora Marina de Azevedo Pedersoli, da primeira promotoria criminal de São Paulo, mencionou reportagens denunciando irregularidades no contrato público e indícios de que o dinheiro teria sido usado para custear o filme sobre Jair Bolsonaro. A promotora argumentou o seguinte.
A autoridade policial também menciona suspeitas de pulverização dos recursos públicos por meio de subcontratações com empresas privadas, além de possível utilização de valores oriundos do contrato público para financiamento de produção cinematográfica vinculada à investigada Karina. Queria o quê? Ah, e o Flávio, claro, disse que isso não tem nada a ver com o filme.
O Flávio, a pressa com que ele solta a mão das pessoas é muito interessante. Mas, de qualquer modo, vamos lá. Vai, o que o Flávio falou. Reinaldo, Flávio Bolsonaro rechaçou hoje qualquer ligação entre o filme Dark Horse e a operação da Polícia Civil na sede da produtora Go Up Entertainment, responsável por esse longa. Em uma rápida declaração aos jornalistas ao chegar em um evento no Rio de Janeiro, o senador e pré-candidato à presidência limitou a afirmar o seguinte quando foi indagado sobre toda essa diligência policial.
não tem nada a ver com o filme. No entanto, conforme destaca a Folha, o delegado Antônio Carlos Munoeira Silveira, que está à frente dessa investigação, citou consistentes suspeitas de desvio de recursos públicos da Prefeitura de São Paulo para a produção do filme. Essa menção consta, inclusive, no pedido feito para que a Polícia Civil Paulista tenha acesso aos dados financeiros da empresa de Carine Gama. Ainda sobre esse assunto, o...
Flávio Bolsonaro se pronunciou depois, uma segunda vez, trazendo uma nova versão. Ele comentou a operação policial em uma visita ao mercado central de Belo Horizonte. Na tarde de segunda-feira hoje, Flávio disse que não quer acreditar que Karine está sendo vítima do que chamou de pescaria probatória e perseguição. Aspas dele.
Eu só não quero crer que a gente está sendo vítima mais uma vez de uma pescaria probatória, de uma perseguição, porque se vão fazer uma operação para investigar irregularidades em um determinado contrato, que é de um ano e meio, dois anos para trás, tudo bem. As pessoas vão ter que explicar o que não tem nada, absolutamente nada a ver com o fio. Pesca probatória para quê? Sobre o quê? E estaria sendo feita por quem?
A acusação e a suspeita vai contra o Ministério Público de São Paulo ou contra a polícia de São Paulo? Eu acho que isso já deveria estar sendo investigado pelo Ministério Público Federal. Afinal, por razões óbvias.
E o Lindbergh Faria pediu para que a Polícia Federal acione a Interpol para investigar, mas isso tem todo um trâmite, de qualquer modo o pedido foi feito. Aí acho que já passou da hora. Meninos, vamos para a 12. Olha aqui.
Um editorialzinho pequenininho aqui do Titio. Artigo que eu escrevi no fim da noite de ontem. Infelizmente, há setores, mesmo na imprensa, que estão confundindo aquilo que é uma ação de sabotagem do país.
com direito a outro lado, a versões conflitantes, a não sei o quê. Presta atenção aqui. É absoluta... Antes, eu ilustrei esse meu texto com uma foto do Dr. House. Eu adoro a série. É antiga, eu sei, mas eu revejo. Tem diálogos maravilhosos. O House. O médico, o médico malucão lá.
Um gênio, mas que não padece exatamente de amor excessivo pelas pessoas. Ele ama a humanidade, digamos assim, né? Mas é cada pessoa em si, não muito. E ele tem lá uma oponente, uma mulher que na verdade é apaixonada por ele, mas que não deu certo ali entre eles, as coisas e tal. E aí eles têm divergências.
Médicas. Aí um dia ela perguntou pra ele assim, mas Raul, o que você quer? Ele disse, olha que resposta maravilhosa, Lucas, Isa. Ele disse, um pouco de aceitação, um pouco de amor, e boas dicas de investimento. Esencial essa. Olha aí, quem não quer? Um pouco de aceitação, um pouco de amor, e dicas boas de investimento. Todo mundo quer.
fora isso, as pessoas têm divergências. E há divergências que são absolutamente legítimas. É legítimo que Lula e Flávio tenham divergências sobre como tratar a questão do crime organizado no Brasil. O Flávio pensa uma coisa, o Lula pensa outra.
até sobre a maioridade penal. Acho pusilânime que se fale da maioridade dos 14 anos, considerando as condições de prisão no Brasil e tal. Agora, e para os Estados Unidos? Cavar punições para o Brasil? Porque, atenção,
Os mercados estão felizes com o Flávio? Era isso que vocês queriam? Sabe por que meu podcast está fazendo baita sucesso lá na Warren? Porque foi feito muito antes disso tudo. E de algum modo nós falamos disso tudo. Não é capacidade de previsão, é lógica. Porque tem uma dupla dimensão a decisão dos Estados Unidos. Uma é no campo financeiro, outra no campo militar.
No campo financeiro, os principais alvos podem ser os bancos. E não é coisa pouca, não. Uma coisa pode ser muito grave. E aí eu leio análises assim. Ah, Lula...
Flávio vai dizer que ele está combatendo o crime porque é preciso e tal. E Lula, por sua vez, vai manipular o discurso da soberania como se nós estivéssemos, Isa Lucas, diante de duas posturas igualmente legítimas. É tudo legítimo. Mas um pouco nesse raciocínio nós vamos falar, gente, há quem gosta de judeu e quem não gosta.
Ué, o que tem? Né? Quem gosta, gosta. Tem gente que é irrelevante, para quem é irrelevante, e tem aqueles que não gostam. Sabe, há gente que acha que a pedofilia é uma coisa pavorosa, crime inacreditável, e há gente que acha que é normal. Esse negócio de normalizar o anormal, de normalizar o absurdo,
como se todas as pessoas, no fim das contas, fossem iguais, só quisessem um pouco de aceitação, amor e boas dicas de investimento, isso destrói um fundamento da imprensa que é o outro lado. O outro lado é muito importante. Todo mundo tem o direito de se manifestar quando acusar de alguma coisa. Até o pedófilo. Mas ele não tem o direito de defender a pedofilia. Aí não. Aí não.
Até que ele acusado de homicídio tem direito ao outro lado, Lucas. Ele só não tem o direito de defender o homicídio. O crime, não. Ele, como acusado, tem o direito de se defender. Agora, ele defender o crime, não. Essas coisas que esses rapazes foram fazer lá fora, não tem como isso ser bom para o Brasil. Isso é ruim para o Brasil. Acabou.
Não é uma diferença de estratégia. Não é só, ah, vamos fazer o grande debate. Aliás, eu ilustrei e recomendo, quem está acompanhando pelo rádio, o livro O Grande Debate, do Yuval Levin, que ele fala das ideias de Burke, que é um pensador.
do liberalismo, que deu origem ao liberalismo, e do Thomas Paine, que deu origem não ao socialismo, mas às ideias de reparação social, etc. E ele diz, há um grande debate que se faz, grande debate das ideias dos dois, são ideias contrastantes. Isso é um grande debate. O grande debate, eu ilustrei meu texto com um vídeo do Porta dos Fundos,
O grande debate nesse Viro para os Fundos, que é maravilhoso, tem lá uma médica, personagem, hipotética, a dona Simone Gomes, que é pós-doutora na USP, estudou epidemiologia e tal, e tem o gamer e cervejeiro Carlinhos da Silva Rocha. Ela é a favor da vacina e ela é contra. Aí, o Lucas, grande debate. Qual é a tua vacina?
O gamer e cervejeiro é contra. A médica a favor. Nossa, que sociedade diversa essa, né? Como a sociedade é plural. Não. Há prejuízos efetivos para o Brasil. Graves. Nós vamos falar aqui. Tem um banco aí que financia pesquisa, médio, importante, e também tem um banco aí que financia pesquisa.
E tinha lá um fundo que investiu no banco e que parece que era infiltrado pelo PCC e era grande do PCC. Aí o banco falou, eu não sabia. E eu não estou dizendo que soubesse, não, acho que não sabia mesmo. Para a lei em questão dos Estados Unidos, não interessa. Qualquer um que tenha negociado tocado está podre, está contaminado. E eles se dão o direito de punir. Sem conversa.
assim como nós vamos ver, se dão o direito de fazer operações de sabotagem dentro do Brasil. Não tem essa, ai, o bandido é nosso, ninguém toca. Não, aliás, quem gosta dos nossos bandidos são eles, porque eles poderiam devolver os que estão lá. Não é não? Devolvam os bandidos brasileiros que estão aí, condenados aqui, numa democracia.
Então vem com esse papinho. Vem com esse papinho. Ah, mera diferença de estratégia. Não é mera diferença de estratégia. O Brasil pode ter prejuízos severos. Não vamos falar mais daqui a pouco. Parem com esse neném. Que coisa vergonhosa isso.
E, finalmente, lembrando, como sempre, a anatomia do fascismo. O fascismo sempre começa... O fascismo triunfa, lembra Robert Paxton, quando os setores da elite aderem às teses da barbárie. Foi como aconteceu no século passado nos fascismos europeus. A imprensa é parte dessa elite.
Não precisa gostar do Lula, não. Pode detestar o quanto for. Nesse caso, o que se fez lá é sim traição dos interesses brasileiros. Porque os resultados podem ser dramáticos. Curiosamente, para banco... Vamos lá. Uai, vocês não queriam o Flávio? Não queriam os irmãos?
Daqui a pouco nós vamos ver uma charge que eu pedi para a inteligência artificial fazer com bons prompets. Nossa, ó, fica bom. Soberania. Lula não vai falar agora com o Trump. Vai, vamos lá.
Auxiliares de Lula descartam neste momento uma conversa direta entre o chefe do Executivo Federal e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a decisão americana de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Ao Globo, um ministro argumentou sob reserva que Lula e Trump estiveram juntos há um mês e que o governo brasileiro foi pego de surpresa pela decisão. Numa avaliação inicial, não há justificativa por hora para que o brasileiro buscasse o americano para conversar.
De acordo com o aliado de Lula, é preciso cautela nos próximos passos para evitar que o conflito escale resulte em novas sanções do governo americano, a exemplo das tarifas sobre os produtos brasileiros. A situação vai ser avaliada de perto e um contato mais adiante entre as duas autoridades pode ser considerado. Sim, eu acho que sim, está certo Lula, não é hora de fazer esse tipo de conversa agora, evidentemente.
vamos para 14 e depois voltamos para 13, o Durigan, ele falou, o Durigan, nosso ministro da Fazenda, que aliás está indo muito bem, ele falou, não, eu posso conversar com os Estados Unidos, agora eu converso sem vassalagem, que é como deve ser, vamos lá.
Reinaldo, o ministro da Fazenda, Dário Durigan, afirmou hoje que terá reuniões nesta semana com autoridades dos Estados Unidos para tratar da decisão do governo americano de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A declaração foi dada em uma entrevista à CBN. A USBT News, o titular da Fazenda, adotou um tom ponderado sobre a postura do governo brasileiro frente à Casa Branca após a decisão da última semana.
Vamos ao que disse Durigã. Eu não tenho nenhum problema em entrar em contato com eles e explicar o que pode ser feito. Eu posso ligar a qualquer momento, mas não cabe ao Brasil estar em um lugar de vassalagem e ligar os Estados Unidos a todo momento. Isso está sendo discutido internamente. Essa medida foi designada na quinta. Passamos o tempo conversando. No meu tempo, eu vou fazer o contato com eles.
Vamos voltar no detalhe sobre implicações objetivas e por que aqueles rapazes que foram lá foram chutar o capitalismo brasileiro, tentar chutar o capitalismo brasileiro no abismo. Bando de picareta, que é o que eles são. Vou pedir uma licencinha aqui, vamos para 13.1.
Porque assim, fica esse negócio... Não, vamos para... É, 13.1. Vamos lá. Olha que caos, que caos. Aqui é um desagravo a uma pessoa que está fazendo um baita trabalho no Brasil. Um baita trabalho no Brasil. E que tomou de porrada da imprensa quando foi indicado.
Essa imprensa que tem uma pluralidade no setor econômico, a pluralidade de um lado só. Né? Vamos lá.
O valor da marca BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, atingiu US$ 900,7 milhões em 2026, de acordo com a apuração da consultoria internacional Brand Finance. Trata-se de um crescimento de 24% em relação ao ano passado, o que consolida uma trajetória iniciada em 2023. O desempenho de 2026 corresponde ao terceiro maior crescimento entre as instituições do setor financeiro que foram avaliadas pela consultoria.
Para que vocês tenham uma ideia, entre 2022, quando a marca valia US$ 401 milhões, e o ano passado, os já citados US$ 907 milhões, tem-se uma valorização de 124,6%. De acordo com informações divulgadas pelo próprio BNDES, com base no ranking da Brand Finance,
O desempenho de 2026, o avanço, reforça o fortalecimento da imagem e da relevância do banco no cenário econômico nacional. O levantamento da Brands Finance é uma das principais referências globais na avaliação de marcas corporativas. A consultoria analisa fatores como reputação, percepção de mercado, influência junto ao público de interesse e capacidade de geração de valor econômico, produzindo rankings que medem a força e o valor das marcas em diversos setores da economia mundial.
Quando o Mercadone foi nomeado, o que ele tomou de porrada começou assim, desde ele vai querer ser o ministro da fazenda no lugar do Haddad, até desenvolvimentoista, vai causar o caos, o BNDES é hoje a empresa mais transparente do Brasil, lucrativa,
tem participado ativamente de investimento em setores de ponta, inclusive na área do meio ambiente, e de ponta em tecnologia. E tem essa valorização da marca formidável. E é claro que ninguém vai ver a público para dizer nossa, quanta merda a gente escreveu.
E disse, só porque a gente tem preconceito ideológico e porque a gente é uma panelinha que comenta a economia e quase todos pensam ou não pensam a mesma coisa. Não é que não pensam a mesma coisa, que pensam a coisa diferente. Todos não pensamos igualmente. Ou quase todos, claro. Há exceções.
E está aí, mais um bilhão captado pelo BNDES para projetos sustentáveis. Vai lá.
Informou que captou hoje 200 milhões de dólares o BNDES, cerca de um bilhão de reais, portanto, junto ao Banco Público Espanhol ICO, Instituto de Crédito Oficial. Conforme o Banco Público Brasileiro, os recursos serão usados para financiar projetos verdes e sustentáveis no Brasil. A cerimônia do anúncio do acordo ocorreu nesta segunda-feira em Madrid e contou com as presenças do diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa, e o presidente do Banco Espanhol, Manuel Ilueca.
Em uma nota enviada à Folha, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social disse o seguinte Os projetos deverão estar em consonância com as principais agendas globais para o desenvolvimento, entre as quais os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, no singular, a Estratégia Europeia 2030 e as recomendações da OCDE e da Comissão Europeia. A instituição brasileira acrescentou que os recursos farão parte do orçamento do banco para financiamentos nas linhas que já estão disponibilizadas aos clientes finais.
Isso. Meu convite ao pedido de desculpa permanece. Vamos para o comercial? Nós vamos voltar à soberania, etc. Tem muita coisa aí. Fica aí. O É da Coisa Muito bem, estamos de volta. Juristas estão pedindo que a PGR...
mande investigar Flávio, peça a investigação de Flávio, vamos lá. A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, BJD, protocolou hoje uma representação na Procuradoria-Geral da República pedindo abertura de uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro. A entidade sustenta que o pré-candidato à presidência pode ter cometido o crime de atentado à soberania nacional ao solicitar ao presidente Donald Trump que classificasse o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
Para a ABJD, a iniciativa do senador representa uma tentativa de provocar interferência estrangeira em assunto que cabe exclusivamente ao Estado brasileiro. A entidade argumenta que a legislação nacional não enquadra a PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, mas como grupos criminosos voltados ao lucro por meio do tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro. A associação pede que a PGR instaure procedimento investigatório e solicite informações ao Senado sobre a viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos.
Artigo 359i do Código Penal. Ah, mas ele fez isso? Atenção, nós vamos ver daqui a pouco. Tem duas dimensões que os Estados Unidos fizeram. Numa delas, Lucas Bellotti e Isa, a CIA pode começar a operar aqui dentro ao arrepio do governo brasileiro. Que é o que a CIA faz. Aí vai o quê?
investigar a vida privada de Lucas Belotti diz. Ah, não. E aí vocês já sabem, né? O que pode acontecer. Guerra. É. Guerra.
Você sabia, bonitinho, bonitinha, você que eventualmente é bolsonarista, que acha que o Flávio defende a sua liberdade de expressão, que o Trump pode escarafunchar o seu celular, se ele quiser, o Trump, governo americano, e as big techs terão de quebrar os códigos e entregar?
A gravidade disso que aconteceu é brutal. Vou demonstrar daqui a pouco. Com fatos. Não vou ficar... Ah, e o bandido é... Não, o bandido eu tenho que mandar para a cadeia. Inclusive aqueles que o Trump está segurando lá.
E o Lula falou, vamos tirar o verde amarelo da mão dos fascistas, vamos devolver para o povo brasileiro. Hum, vai. O presidente falou que as cores verde e amarelo não podem ser tomadas por fascistas na Copa do Mundo. A declaração foi dada neste sábado durante o lançamento do Tela Brasil, uma plataforma de streaming público e gratuito, voltada à exibição de obras audiovisuais brasileiras na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Vamos ao que disse o Lula ao se referir ao prefeito do Rio, Eduardo Cavalier.
Nosso prefeito Cavalieri, que está aqui vestido de verde e amarelo. Você precisa colocar o verde e amarelo e colocar não bolsonarista. Essa é uma coisa que a esquerda vai ter que aprender a fazer. A gente vai ter que nessa Copa do Mundo andar de verde e amarelo para não deixar que as cores do Brasil sejam tomadas por nenhum fascista.
É, bom, eu vou dizer o quê? Acho que eu... Com a tese eu concordo, porque evidentemente a camiseta verde e amarela, as cores da seleção, as cores nacionais, elas não são monopólio de ninguém.
A nossa bandeira jamais será vermelha. O vermelho nos Estados Unidos é a cor dos republicanos, por exemplo. Varia. Agora, é claro que tem o vermelho associado ao socialismo. Mas, sim, o verde e amarelo tem que ser a cor dos brasileiros, no geral. É isso aí.
Olha aqui, muito grave, preste atenção nisso aqui. As duas dimensões da decisão dos Estados Unidos. Tem Zé Mané que ainda não entendeu. Inclusive Zé Mané dos mercados. Vamos lá.
A designação divulgada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos sobre PCC e Comando Vermelho será dupla e escalonada, com uma classificação que já tem força de lei e outra que entra em vigor no dia 5 de junho. As duas categorias, Terrorista Global Especialmente Designado, SDGT na sigla em inglês e Organização Terrorista Estrangeira, FTO também em inglês,
São instrumentos jurídicos distintos com consequências complementares. A primeira, gerida pelo Departamento do Tesouro, mira o dinheiro com congelamento de ativos e corte do acesso ao sistema financeiro em dólar. A segunda, prerrogativa exclusiva do secretário de Estado, criminaliza qualquer forma de apoio às organizações listadas e transfere o combate às facções para uma esfera jurídica muito mais abrangente do que a segurança pública convencional.
Confira a seguir um ponto a ponto detalhando o que muda a partir de agora. A designação como FTO retira o combate ao PCC e ao Comando Vermelho do Registro Estrito da Segurança Pública e o insere em um universo jurídico mais amplo, com instrumentos mais poderosos.
Com a classificação, agências como a CIA e o Pentágono passam a ter autorização legal para tratar as facções brasileiras como alvos de inteligência e em tese de operações militares, o mesmo enquadramento que os Estados Unidos usaram para justificar ações em outros países após designações semelhantes. Presta atenção aqui. Quando os Estados Unidos dizem assim, ah, terrorista global especialmente designado.
Quem quer que tenha feito negócio direto, indireto, pode sofrer sanção. Isso é o departamento de tesouro. Do tesouro. Agora, organização terrorista estrangeira, aí a CIA pode vir aqui e fazer sabotagem. E evidentemente não vai avisar o governo brasileiro, porque a CIA não avisa. Quando se fala de traição...
A traição é evidente. Ora, evidentemente não é terrorismo. Aliás, toda a organização criminosa, a máfia de Las Vegas, quem investiga é a CIA? É o Pentágono ou é o FBI? Os criminosos americanos, ou não tem lá? São criminosos.
Eu vi um sujeito especialista, foi assim que eu li num jornal, especialista diz que faz tempo que eles são terroristas, eu fui ver especialista, ele é subsecretário do governo de Minas. Pô, aí fica difícil, né? Não é só o ato em si que faz o crime ser terrorismo não ser terrorismo?
Qualquer banco brasileiro que em algum momento, ainda que indiretamente, sem querer, tenha recebido um dinheiro que na origem era de crime organizado, pode sofrer sanção. A verdade é que a decisão aplaudida por Flávio chuta empresas e bancos.
Chuta o capitalismo para o abismo. Eu fiz uma ilustraçãozinha bem bonitinha de inteligência artificial. Ficou bom disso. Três bananas, um careca, um com cara de... Outro gordinho, barbudinho. Personagens. Chutando o capitalismo brasileiro, os bancos, o pix, o abismo. Porque é disso que se trata.
O Mário Sarrubo, que é ex-secretário nacional de Segurança Pública, ele afirma isso. O setor financeiro terá de redobrar sua atenção, o que significa aumento do custo para qualquer um, para todos os brasileiros e simples correntistas a bancos que têm exposição nos Estados Unidos. Empresas estrangeiras que fazem negócio com brasileiros terão que ter muito mais cuidado, porque senão também pode acabar sendo alvo de sanção.
Isso vai criar uma pressão no comércio internacional brasileiro danado. Porque aí é o seguinte, você vai... Pode-se usar isso? Olha, eu quero fazer uma exigência a você, que é, na verdade, comercial. Mas eu vou escarafunchar, aí sim, eu vou escarafunchar. Hum, negocia com o PCC, hein?
Vão tentar usar isso para tentar taxar o PIX brasileiro. Olha, vocês querem... Olha, vocês estão com um monte de empresas que tem PCC. Vamos fazer o seguinte? Vamos taxar o PIX, as empresas americanas passam a administrar o PIX e aí fica tudo certo. Que tal? Hein? Não fica bonito assim? Vocês compreenderam?
Eles já fazem isso com o meio ambiente. É claro que eu sou um defensor do meio ambiente, é claro que eu acho que tem que respeitar. Mas nos Estados Unidos tem uma entidade que chama Farms Here, Forest There. Fazenda para nós. E floresta para eles. Fingem que estão defendendo o nosso meio ambiente quando estão defendendo os seus negócios.
Esses são os nossos patriotas. É disso que se cuida. Agora, alguém acha que por aí nós vamos nos dar bem? Eu acho que não.
acho que será um prejuízo gigantesco. Acho não. Certamente será um prejuízo gigantesco para o Brasil. Tem banana que está achando legal. É isso. Vamos para o comercial.
temos embaixador abemos embaixador dos Estados Unidos vai presidente dos Estados Unidos Donald Trump nomeou hoje Daniel
Daniel Pérez, o republicano é presidente da Câmara de Representantes da Flórida e a nomeação será encaminhada para a confirmação do senador americano. Com Pérez, os Estados Unidos voltarão a ter um embaixador no Brasil, desde que Elizabeth Begley, indicada por Joe Biden, ainda deixou o posto após o fim do mandato do democrata.
Atualmente, a missão americana no Brasil é comandada pelo encarregado de negócios Gabriel Escobar. De acordo com o site oficial de Pérez, ele é cubano-americano, de primeira geração, e foi eleito para a legislatura estadual da Flórida pela primeira vez em 2017. Segundo a imprensa americana, Pérez é conhecido por, apesar de ser republicano, ter travado diversas discussões com o governador Juan de Sanchez, também do partido de Trump.
Filho de imigrantes cubanos, Pérez nasceu em Nova Iorque, se mudou com a família para a Flórida ainda criança, em 93. Ele demonstra apoio às políticas do presidente Trump, claro. No ano passado, ele chegou a ser apontado como possível candidato ao cargo de procurador-geral do estado da Flórida, mas resolveu permanecer na presidência da casa. Essa indicação ocorre em meio a embate político entre Pérez e o governador da Flórida, Rondé Sánchez, que também é republicano.
Nas últimas semanas, o presidente da Câmara Estadual impediu o avanço de projetos apoiados pelo governador, incluindo medidas para flexibilizar as exigências de vacinação para estudantes de escolas públicas e para alterar regras relacionadas a empresas de inteligência artificial. É uma reação, mas parece não ser um antediluviano. Agora também nunca se sabe.
O Scott Bessent, por exemplo, do Departamento do Tesouro, se imaginava, o secretário do Tesouro se imaginava que fosse uma pessoa um pouco mais razoável e tem se mostrado um reacionário dilirante. É isso aí.
Tem banana aplaudindo a decisão do Trump. Vocês sabiam? Nossa, e olha, Bolsonaro, os bolsonaristas defendem liberdade de expressão, sempre furiosos com o Supremo, porque o Supremo é a responsabilização civil das redes sociais e tal. Não é isso? Vocês sabiam o que era isso? Lucas Belotti. Oi, oi, oi, oi. Isa. Oi.
A partir de agora, vocês estão sendo espionados nas redes sociais. Atenção. Por essa lei, o governo Trump pode exigir que as Big Techs entreguem os códigos das contas de qualquer brasileiro. Tá bom?
Basta aquele sismo. A CIA fala, eu quero. Não tem sigilo. Tanto é que, como prompt adequado, eu fiz essa chargezinha aí, que eu já mostrei hoje no metrote, mostrando aqui também. Uma charge bonita de um gordoto com cabelo louro, assim, de topete. Você vê que o topete é esse aí? Eu deveria ter deixado ele cor de laranja.
e ele está falando lá, eu vou investigar todos os brasileiros, olha lá, agora eu sei tudo o que fazem os brazucas, vou tomar o piques deles com a ajuda dos irmãos idiotas. Acho que eu mandei bem nos prompts, né? Muito. Então, o pete foi ótimo. É. É. É. Pode, tá? E as redes não vão poder dizer não.
E agora, mas eu vou deixar para depois, você que está no rádio, daqui a pouco a gente se despede, você tem de saber, porque o seu orgasmo pode estar a alimentar o terrorismo. Tá? Gozou? O terror vai se aproveitar. Enlouqueceu, titio? Não, enlouqueci não.
Depois você vai lá. Continua com a gente, continua. Se não, depois está no rádio, aí você vai lá saber. Como. É isso aí. Muito bem, estamos de volta no Band News TV, nas redes sociais e no LG Channel. Então, aí vocês estão lá, naquela coisa da gritaria, tal.
E mal sabem que o terrorismo está se aproveitando. E aí, mais uma vez, a Iá fez uma ilustração bonitinha para mim. Que ficou bonitinha a ilustração. Que é um motel. Primeiro comando do coração vermelho, o nome do motel.
Primeiro comando do coração vermelho. E aí tem só um bonequinho, porque eu não pedi para fazer desenho explícito, porque ela não faz, mas sai uma vozinha lá de dentro. Uma conversa íntima. Sai uma vozinha lá de dentro. Amor, será que o nosso orgasmo financia o terrorismo? Dúvida natural. É. Sempre pode acontecer. Sim. A hora ali que você acha que... A hora ali que você acha que...
Nossa, o tempo lá atrás tinha um livro que chamava Sete Minutos, fazia um sucesso que era... Aí os homens perguntavam disse para si, mas sete minutos? Tudo isso? Que não era sobre o nosso. Imagina, eu com sete minutos não queria nem viver depois disso. Hoje...
Ai, que absurdo. Ah, do que eu estou falando, vai. Nós vamos ver um caso aqui que está numa reportagem de O Globo, com base em dados oficiais, e depois você, Reinaldo, nos disse que estamos diante de terrorismo. Vamos lá. Uma rede de 60 motéis no interior de São Paulo chamou a atenção de autoridades pela aquisição de bens inusitados.
um iate de 23 metros, um helicóptero, uma Lamborghini e mais de 20 milhões de reais em terrenos. Com faturamento de 450 milhões em quatro anos, a distribuição de lucros ainda engordou o caixa dos sócios em 45 milhões. Operação policial revelou que a rede fazia parte dos negócios do primeiro comando da capital, assim como lojas de franquias e empreendimentos imobiliários. Outra investigação...
mostrou que empresas com envolvimento com a facção criminosa paulista passaram a controlar um dos terminais do porto de Paranaguá, um dos maiores do país. O espaço tem cerca de 85 mil metros quadrados, 18 tanques para armazenagem de granéis líquidos. Os exemplos evidenciam um fenômeno que ganha escala no país, infiltração do crime organizado na economia legal. Afeta vários setores e já chega a indústria que responde por um quinto da riqueza do país. Reinaldo, isso é terrorismo?
Então, eu poderia... O lema seria o seguinte, a síntese, porque eu adoro síntese, vocês sabem, né? A cada gemido uma metralhadora. Foi metralhadora. É claro que a infiltração é grave, é séria, tem números.
O COAF estima 44 bilhões só no Rio de Janeiro, entre fevereiro e abril de 2026, movimentação PCC na economia formal, 12 bilhões, 46 bilhões por meio de fintechs, 30 bilhões por fundos de investimento. Eles aproveitam brechas na regulação, a regulação é frouxa, só que aí quando entram com os nossos liberais eles querem ainda menos regulação, eu quero mais. Regulação.
Claro. Agora, isso aqui, ele está botando dinheiro em motel para quê? Para terrorismo? É para terrorismo? Só se for o terrorismo dos casamentos, em alguns casos.
Não, é crime. Grave. Estão lavando dinheiro. Imagina, é rede motel e comprou o iate. Eita, olha, vou lhe contar ainda. Deve fazer uma fila nesse motel, Lucas. Deve ser 300 quilômetros. Deve ser uma maravilha. Você entra lá e encontra o amor verdadeiro. É claro que não é, porra. Terrorismo, não. É crime.
ah, está fazendo o black, fazendo pouco, não estou, é grave tanto é que nós votamos uma lei é
E o publicitário do Flávio está meio enroladinho com a justiça. Vai, vamos lá. A justiça paulista determinou a penhora dos pagamentos a serem feitos pelo PL por Flávio Bolsonaro ao publicitário Eduardo Fischer, que foi anunciado na semana passada como marqueteiro da pré-campanha do senador ao Planalto. Essa decisão foi tomada numa ação na qual a empresa DFB Participações cobra uma dívida calculada atualmente em cerca de R$ 114 milhões, incluindo juros, correção e multa.
A empresa tenta obter o pagamento desde 2021. Além de melhorar créditos futuros, o juiz determinou que o PL e o pré-candidato informem a lista de pagamentos já efetuados ao profissional, indicando valores, datas e se os desembolsos foram feitos por repasses do fundo partidário, do fundo de campanha, por recursos próprios do candidato ou até provenientes de doações.
O juiz rejeitou o pedido para que os documentos sejam mantidos sob segredo de justiça, segundo ele, posto que são evidentemente de interesse público geral relativo aos gastos da campanha. Não tem nada a ver com o Flávio, evidentemente é uma dívida do publicitário. Agora, por que isso é de interesse público, o juiz explica, porque essas despesas se pagam com fundo partidário. O dinheiro do PL vem de onde?
A menos que o Valdemar imprima dinheiro, vem do fundo partidário, depois do fundo eleitoral. Né? E coragem é pra quem tem, não é só pra quem quer. E o Gilmar tem. Hum, era.
Ao abrir a 14ª edição do Fórum de Lisboa, neste segundo-ministro Gilmar Mendes, do STF, defendeu que o constitucionalismo deve inaugurar em sua peleja secular contra o poder desmedido. Uma nova frente de luta. O poder desmedido agora é o das Big Techs, os novos senhores da terra, que deve ser combatido pelo constitucionalismo digital. Diante de uma crise institucional no Brasil, o caso Master, o decreto americano, considerando facções do país organizações terroristas,
Em um período eleitoral que promete ser turbulento, o ministro do STF declarou que o judiciário se vê diante do paradoxo de agir como fiador da instabilidade institucional, mas ao fazê-lo ser criticado por exorbitar suas competências. Lembrou, porém, que a corte está fazendo sua parte. Como exemplo, citou a apreciação da constitucionalidade do artigo 19, do marco civil da internet no ano passado e, na mesma linha, os recentes decretos de regulação digital do governo Lula induzidos por decisões do tribunal.
Sobre o evento, Alvo de Especulações afirmou o seguinte Estamos extremamente felizes em relação ao sucesso do Fórum de Lisboa, disse Gilmar Muito procurado por advogados para selfies e criação de conteúdo Em recente entrevista à Folha, o ministro negou qualquer perspectiva de esvaziamento do evento Talvez pessoas que não queiram ir ao fórum e queiram ser simpáticas à ideologia da Folha estejam ecoando isso Mas não percebemos isso, foi o que disse o ministro
Ele falou numa entrevista à Folha, mais de 450 debatedores, como gente de Portugal, de mais 15 países, o ministro Alexandre de Moraes estava lá, menos autoridades aqui dessa vez, mas evidentemente está muito longe de ter crise, isso é o que muita gente gostaria que acontecesse, aliás, o Hugo Mota estava lá, falou da 6x1, e é isso. Ainda mais agora que as big techs...
Em razão dessa coisa aí de que a família Bolsonaro tanto se orgulha, ainda mais agora que, se o governo determinar, terão de quebrar códigos, etc., e entregar todos os seus segredos. Imaginem quando os de Lucas e de Isa baterem na CIA. O mundo nunca mais será o mesmo. Pode vir, CIA.
Beijo, até amanhã. Ó, perto de um final feliz. É isso aí. Vamos falar da boa sacanagenzinha do cinema. Não dá má. Tchau. Tchau.
Não vou bancar o Santinho. Minha garota é meio oeste. Eu sou o Sheik Valentino. Mas de repente o filme trifou. E a turma toda logo vaiou. Acenderam as luzes. Luzes!
No escuro do cinema Chupando tropos de anis Longe de qualquer problema Perto de um final feliz Você tá agora quer que o Gregoripeque Não vou bancar o santinho Minha garota é meio oeste Eu sou o Chico e o Valentino
Mas de repente, o filme que foi, a turma toda logo vai o ar. Acendendo as luzes, cruzes, que flagra, que flagra, que flagra.
Você acompanhou o É da Coisa, na Band News FM. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!