O É da Coisa de 26/03/2026, com Reinaldo Azevedo: Mendonça perdeu para a Constituição; Fux passa vergonha
- Decisões do Supremo sobre CPIsAndré Mendonça · Luiz Fux · Gilmar Mendes · Carmen Lúcia · Flávio Dino
- Polícia FederalFábio Luiz Lula da Silva · Carla Zambelli · Banco Master · Comando Vermelho · Operação Falax
- Críticas ao JudiciárioPedro Uczai · extrema-direita
- Corrupção e narcotráfico na políticaFlávio Bolsonaro · Sérgio Moro
- Desempenho Econômico
Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Arthur Covre. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!
A novidade veio dar a praia Na qualidade rara de sereia Metade o busto de uma deusa baia Metade um grande rabo de baleia A novidade era o máximo Do parabóso estendido na areia Alguns a desejar seus beijos de deusa Outros a desejar seu rabo pra ceia
Tudo é tão desigual Oh, oh, oh, oh, oh Oh, de um lado esse carnaval Do outro a fome total
Muito bem. Boa noite, Vale Bene. Boa noite, Arthur Covim. Boa noite. Olha...
Nós temos aí, tem um julgamento em curso no Supremo, enquanto eu falo aqui, o Gilmar Mendes não votou ainda, mas já dá para adivinhar, já dá para adivinhar, que por enquanto está 6 a 2, porque é sobre a continuidade da CPMI do NSS.
Deixa eu dizer uma coisa, e nós vamos voltar a esse tema depois, quando a gente tratar dos supersalários, a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal sobre os supersalários. E a crítica, inclusive, feita por um deputado petista, de uma obtusidade, tem alguma coisa muito errada acontecendo por ali, mas aí é com vocês.
Eu sou da turma da análise. É muito fácil exercitar o ódio. Comentei isso hoje aqui de manhã. É muito fácil exercitar o ódio.
Se fosse falar dos supersalários, Supremo permite pagamento de até 70% acima do teto. Ó Supremo horrível, ó Supremo detestável, ó Supremo... Aí eu posso falar assim, mas isso economiza 7,3 bilhões. E o Supremo tem limites legais para agir. Nós vamos falar disso em particular.
Mas eu quero começar sobre a decisão que está sendo votado agora sobre a continuidade ou não da CPMI do INSS. Se vocês voltarem programas atrás, é muito fácil, é muito tranquilo pegar este colunista a dizer que o Supremo muito provavelmente Até a próxima!
ia tornar sem efeito, ia derrubar a liminar concedida pelo André Mendonça, dando continuidade à CPMI, porque ela é inconstitucional. E eu sempre me incomodo quando o ministro toma uma decisão, e aqui não vale, isso vale para o André Mendonça, vai para qualquer um. Quando se toma uma decisão, porque o alarido quer que tome.
sabendo, acho eu, que dada a jurisprudência da casa, dado o ineditismo do que ele tinha feito, aquilo ia ser derrubado. Mas como há uma coisa antissupremo, como se toma a CPMI do INSS como aquela que quer investigar tudo, o que de resto é falso, porque cometeu arbitrariedades absurdas?
É claro que a opinião pública tende a ficar contra aqueles que fazem a coisa certa. Isso é péssimo. Isso é péssimo. Eu disse ontem aqui, eu odiaria ser homem público tendo de tomar uma decisão, e falei justamente sobre a questão do super salário, tendo de tomar a decisão que eu sei que está certa, que eu sei que é o que dá para fazer, e que, no entanto,
vai apanhar de todo mundo, vai tomar porrada de todo mundo. Isso não é bom. Definitivamente isso não é bom. Artigo 58 da Constituição. Para instalar uma CPI, número de assinaturas mínimo necessário, fato determinado e prazo.
É o que está lá. É o que está lá. Nunca, nunca, e o Supremo já mandou instalar CPI. Da Covid, por exemplo. Porque os requisitos estão dados. Nunca o Supremo havia prorrogado uma CPI. Porque isso é uma questão interna do Congresso.
Portanto, se tratava de uma questão meramente política. Hoje nós vamos ver o Carlos Viana e Alfredo Gaspar fizeram um negócio inacreditável, infelizmente, com a conivência, senhor me desculpe a palavra, ministro André Mendonça, com a sua conivência. Porque o senhor deu 48 horas para a instalação da CPMI, para a prorrogação da CPMI, submeteu a sua decisão aos pares,
sabia quando essa votação iria acontecer? O senhor sabia que a votação ia ser hoje? O senhor sabia que a votação ia ser hoje à tarde? O senhor sabia que se eles prorrogassem, o Supremo poderia mudar a decisão? E, no entanto, o senhor endossou um ato do Carlos Viana, que ele decidiu instalar mesmo assim, ah, deu 48 horas, tem um problema de prazos aí que nós vamos ver. O senhor sabia?
que tinha votação. E o senhor, no entanto, endossou. O senhor endossou para quê? Para provocar seus colegas? Sabendo que nunca, nunca isso tinha sido feito antes. Hum? Enquanto falo...
Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes oficialmente não votou ainda, mas já se antecipou em comentários e certamente votará contra a continuidade, o Cristiano Zanin, o Nunes Marques e até onde acompanhei, rapaz, o Dias Toffoli. É isso? Isso. Até agora? Isso. Gilmar está votando nesse momento. Portanto, Gilmar votando agora, certamente dando o sexto voto.
Pantan Carmin Lúcia, Faquinha, etc. Votaram pela decisão o André Mendonça, claro, a Opro Roxy e o Luiz Fux. Ministro Luiz Fux, não se zangue comigo, eu sei que o senhor não me curte muito, mas também não tem problema.
Não sou doce de coco. Aliás, o Jô Soares, por exemplo, odiava doce de coco. Nem todo mundo gosta de doce de coco. Então, também não precisa gostar. Mas, ministro Luiz Fux, é sempre bom. Deu uma bronca na sua assessoria. Uma bronca daquelas duras mesmo. Não precisa demitir, mas dá bronca. A sua assessoria fez um voto para o senhor errado de algo que não aconteceu. O senhor todo pimpão...
todo lampeio, disse, estão dizendo aqui que nunca houve prorrogação, o que, aliás, o relator disse nunca houve. O próprio André Mendonça disse, nunca houve. Vai, o Fux, vou ajudar.
Diz que tinha vindo. O que foi, meu amor? Tem alguma coisa? O Marcelo. Tá dando algum problema técnico? A minha mulher tá aqui e eu fico meio perturbado. Não, tudo certo. 40 anos sem perturbação. Só pra repassar os seis votos, então, Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Carmen Lúcia e Dias Toffoli. É isso. Ah, Carmen Lúcia e Dias Toffoli. Bom, então já tem sete com Gilmar. Com Gilmar seria o sétimo, exato. Isso.
E se o presidente do Supremo, o Fachin, tiver juízo, será o oitavo. Uma derrota e tanto. Volto ao Fux. O Fux resolveu ajudar o André. Não, aconteceu sim. Já aconteceu. Não, ministro Fux. Ah, se prorrogou a CPMI das fake news. Não, ministro Fux.
Não, ministro Fux. Não, ministro Fux. Não de novo. De bronca não acessua. O que aconteceu lá foi outra coisa, meu camarada. Lá a CPMI foi prorrogada. Um parlamentar recorreu ao Supremo para interromper a CPMI.
E aí, senhor, o relator Gilmar Mendes, que pode ter problema, que for como eu, mas de memória não. E aí o Gilmar disse, não, nós não vamos nos meter na economia interna do Congresso. Se prorrogou, está prorrogado.
O Congresso. Não foi o Judiciário prorrogando CPMI. Aí o senhor tentou dizer que era a mesma coisa. Não é a mesma coisa, ministro. O senhor conhece a diferença? Vamos para a física, Walleberg? Vamos. Vamos para a física, Arthur Kovic? Vamos, vamos. Tem uma diferença entre direção e vetor. E olha que não saber essa diferença pode trazer diabólicos azares.
como tinha lá na filosofia da USP, não é mesmo, Wally Bain? É, direção, está aqui, Congresso Supremo. Seja esse acionando aquele, seja aquele acionando esse, a direção é a mesma. Naquele caso, o Supremo disse, eu não vou me meter, eu não vou me meter na coisa do Congresso.
Quer prorrogar, prorroga. E do mesmo modo, agora está se dizendo, os vitoriosos estão dizendo, não vamos nos meter. Isso não está na Constituição. Isso não está na Constituição. Talvez o senhor não tenha entendido, ministro Fux. Isso não está na Constituição. A instalação, sim. Isso não.
Ah, mas CPI é um direito de minoria. Lembrou bem Alexandre de Moraes. Instalar é prorrogar, aí tem que ter uma maioria concordando. E não tem. Senão a minoria...
Teremos uma hora em que... Eu me lembro quando eu era militante na USP e tal, aí chegou um sujeito, fez um discurso entusiasmado, olha bem, Arthur. Chega de minorias dominando maiorias! Aí uns camaradas aplaudiram. Aí um deles falou, cala a boca, a extrema-direita está falando. Eles acham que a esquerda é uma falsa minoria.
Não, querido, tudo errado. Avisei que ia cair, antecipei que ia cair. Porque era uma interferência indevida do Supremo no Congresso. Ah, mas o Barroso não mandou instalar a CPMI da Covid? Mandou.
CPI da Covid, mandou. Mas ali tinha os requisitos todos e era instalação. Prorrogação? Não. E infelizmente, e eu acho infelizmente mesmo, o André Mendonça não tinha nenhum argumento.
O único argumento que ele tinha, nós vamos ver um vídeo dele, é falar que ele recebeu um monte de reclamação. Ah, ele recebeu um monte de reclamação. De gente que disse que não conseguia falar, não conseguia falar. Vamos ouvir, vai, põe ele aí. De fato, não há precedentes de prorrogação. É tão inusitado que aconteceu. Para um pouquinho, para um pouquinho. Atenção, para, para, para, para.
Ministro Luiz Fux, o senhor não viu isso? O senhor foi votar, o senhor foi dar a mão para ele e ele já tinha falado, não há precedente prorrogação. Como é que o senhor vai dar um voto depois dele e fala isso? Ministro Fux, se não estudar, não vote. Pede licença para sair, para faltar.
Ficou feio. Mas ficou feio. Como diz uma personagem lá do Poder do Sul, errou o rude. Ele falando não tem precedente. Ele falando não tem precedente. Hã? Mas vamos seguir com ele, vai. Seu.
de se recusar a receber requerimento e, segundo relatos, de parlamentares se recusar a conversar com os parlamentares sobre a questão, porque me chegou, e vários despacharam comigo, que haveria uma disposição de uma prorrogação, de fato, por 30 dias, mas não conseguiram conversar para chegar a esse consenso. Então, de fato, é inédito e inusitado.
Pois é. Ô, ministro. Cod non est in actis non est in mundo. Hã? Como é mesmo? Das aulas de latim lá de Bauru? Que eu não sei se não me engano, ele fez uma faculdade em Bauru. E onde fica Bauru? Olha ele bem, você lembra?
Na grande? Na grande dois córregos? Na grande dois córregos. Só verifica se é baurume. Mas certamente tem gente que sabe latim bauru.
Cod non est in actis non est in mundo. O que não está nos atos não está no mundo. Nos autos não está no mundo. Isto é, não está no processo. Um monte de gente reclamou, fez fofoca, estava triste. E aí o senhor foi lá e fez algo inédito e inconstitucional? Hein? Ele estudou na instituição Toledo de ensino, hoje chamado Centro Universitário de Bauru.
Olha, Beni, é o seguinte, li uma vez, guardo. Guardo. Não sei até quando, vai, mas enquanto for, para falar com sotaque de Bauru e de Dois Corgo, enquanto for, estará a serviço de vocês. E o lanche Bauru não surgiu em Bauru, né?
E o lanche... Não, porque foi alguém que tem o apelido de Bauru aqui em São Paulo. Muito bem. Era um cara de Bauru que inventou, fez lá o negócio e lançou aqui em São Paulo. Perfeito. Momento cultural. Então, querido, é o seguinte. Muito feio tudo. Tudo. E aí tem o voto guia.
que serviu aos demais, que iniciou a divergência, que foi o voto do Flávio Dino. Como sempre, uma pintura. Vai lá! E é próprio do debate parlamentar que, às vezes, uma liminar seja elogiada e outra seja criticada.
A casa parlamentar, a casa política não tem a obrigação de ser coerente. Nós temos de sermos coerentes com a Constituição, que é aquela que dirige a nossa atividade. Se eu pegar aqui o mais longevo dentre nós, o ministro Gilmar, eu tenho absoluta certeza que na vida dele de julgador, ele nunca deferiu mil e duas quebras de sigilo.
Talvez se somarmos todos nós, na nossa atividade judicante, não chegamos a mil e duas quebras de sigilo bancário. Estes fatos da vida real, que não são apenas desta CPI friso, nos convidam a manter a linha jurisprudencial do Supremo, sobretudo a partir dos anos 90.
de fazer com que haja eficácia aos limites constitucionais da CPI. E o argumento fundamental não está na Constituição, senhor. Não está na Constituição. Agora, antes disso tudo, teve uma coisa vergonhosa. Outra coisa vergonhosa.
Já é vergonho bastante com a devida vênia que o ministro tenha endossado um ato de prorrogação da CPMI, sendo que este endosso não coincidia com a votação do Supremo cuja data ele conhecia. Eu estou sendo claro, as pessoas estão entendendo isso, não estão? Estão entendendo. Porque ele prorrogou dando uma liminar.
Mandou para o pleno. A votação foi marcada para hoje à tarde. Como é que ele endossa a criação, a prorrogação da CPMI de manhã, antes da sessão? Só para dar confronto? Só para dar choque?
E perde por 8 a 2? Eu sei a teoria. Perdeu porque o Supremo está tentando se proteger. Ah, vai ter. Vai ter esse papo furado. Nessa altura a extrema-direita deve estar babando. Porque acha que só os esquerdistas vão quebrar a cabeça. Papo furado. Ah, e para proteger o Lulinha? Ah, para proteger... Não, é porque é ilegal. Ilegal.
Ah, não, mas sem ilegalidade não se combate o crime no Brasil. Entendi, sem crime não se combate o crime. É essa a tese? Hum? A tese é essa? Isso é muito sério. Isso é muito sério. E vamos a essas aberrações E vamos lá.
Aberrações da CPMI em Mendonça antes da votação. O despacho do Mendonça prorrogando a CPMI só entrou nos autos no dia 25, inclusive. A gente tem o documento do Senado.
E o que não está nos autos não está no mundo. Sabendo que o Supremo ia julgar, o Gaspar, e um ato do Supremo ligado à turma do Mendonça, também disse, de fato, foi despachado de manhã, é mentira, não estava...
Uma coisa é mandar o e-mail, outra coisa é entrar no alto. Porque a mensagem informal agora vai começar a regular a decisão judicial. Aí vai o Alfredo Gaspar, o candidato ao Senado do Flávio Bolsonaro, lá em Alagoas, nós já vamos ver. Vai e diz que estava tudo dentro do prazo. Vai o Carlos Viana.
vamos, Pedro, para o vídeo do Carlos Viana, vai o Carlos Viana e anuncia a prorrogação, e aí entra o nome de Deus, e aí entra este Senado que investiga, e não sei o que, e tal, vai, põe o vídeo do Viana aí, vai.
E no meu profundo respeito pela legislação e pelo Supremo Tribunal Federal, eu tenho sido claro aqui nas minhas críticas em relação ao equilíbrio de poder, mas tenho dito com muita clareza que um país precisa de um judiciário que seja respeitado, mas que seja isento com decisões jurídicas e não políticas e que respeite os poderes.
Diante disso, pedi em ofício ao Supremo Tribunal Federal que nos informasse com clareza quais são os prazos para cumprimento da decisão que foi enviada a esta Casa. Como decisão judicial a gente cumpre, a gente não questiona, e é exatamente o que nós temos feito.
Em nome dos aposentados, dos órfãos e das viúvas, de um Brasil que quer o combate à corrupção, eu declaro prorrogada essa CPI por até a cento de um pedido. Inclusive o envio de dinheiro de emenda para a igreja, da sua predileção, quebra ilegal de sigilo, divulgação ilegal de sigilo, em nome dos órfãos e das viúvas,
Decisão judicial a gente cumpre. O senhor não vai criticar, então, a decisão tomada pelo Supremo, é isso? O senhor não criticou nenhuma decisão anterior tomada pelo Supremo, é isso? Sempre foi reverente. Decisão judicial a gente cumpre. É isso? O senhor que vivia criticando a interferência do Supremo na rotina do Congresso.
Isso me incomoda, sabe? Porque sabia o que estava fazendo. Estava jogando para a torcida. Sabendo, sabendo. Ou agora vão dizer que a Carmen Lúcia também participa de um complô, de um conluio. É mesmo?
Tá, vocês não vão gostar do voto do Alexandre e do Toffoli, mas também a Carmen Lúcia, tá nesse rolo, também tá... Também o Cristiano Zanin, todo mundo. O único magistrado que sobrou no Brasil... Ah, também o Nunes Marques. O único magistrado que sobrou no Brasil foi o André Mendoza. É o André Mendoza. Que tomou uma decisão que ele mesmo chamou inédita, porque não prevista.
e que foi acompanhado por um outro que não sabia o que estava votando, porque o Fux não sabia o que estava votando. Nada. Ele não tinha ideia do que ele estava votando. E isso ficou claro ali. Não é que ficou claro pela voz do Gilmar dizendo o relator era eu e não é isso. É pela voz do Mendonça também. Faquinho ainda não votou?
Ainda não. Talvez termine depois de amanhã. E o Gilmar Mendes, ao tratar do andamento da CPI... Ao tratar da CPI, o Gilmar Mendes...
chamou de abominável a divulgação de sigilo, falou de uma nova lei da CPI. Temos aí algumas coisas importantes.
Vai lá, vocês têm aí Gilmar Sigilo, não? Sim, o ministro Gilmar Mendes afirmou no julgamento sobre a prorrogação da CPMI do INSS que a divulgação de dados de quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático por CPIs em andamento no Congresso é abominável e é um crime coletivo. A gente vai ouvir o que ele disse. E quando o senhor se investe nesse poder, o senhor tem que atuar como juiz. Como também é deplorável.
que quebrem sigilo e divulguem, vazem. Abominável, abominável. É criminoso. É crime, mas se vale exatamente de se trata de uma prática por crime coletivo. O crime coletivo nos anonimiza. Não, não deixa de ser crime por isso. Como nós vimos de forma lamentável, ministro André.
no episódio agora, recente, do caso Vocaro, em que uma conversa íntima era divulgada para festejo geral. Deplorável que isso tenha ocorrido. Lamentável que isso tenha ocorrido. Criminoso que isso tenha ocorrido. E o ministro teve uma fala ainda mais dura.
Tratou do que chamou de falta de escrúpulo mesmo. Vamos botar aí. O problema maior é depois a falta de total, e eu vou usar a expressão dura, escrúpulo, porque se divulga.
confiado exatamente na impunidade. Todos nós somos sócios no crime. Pessoas adultas, muitos deles já velhos, já passados dos 60 anos, entrando em sala de cofre da CPMI ou do Senado com óculos para depois ficar contando coisas que nada tem a ver com a investigação. Isto é indigno.
Do parlamento. Não é bom. Não é bom para os senhores. Não é bom para o parlamento. Não é bom para as instituições. Esse episódio. Os senhores não pediram desculpas ainda. Por esse episódio lamentável. Do vazamento de conversas íntimas. Que conversas íntimas? Já não deveria ter sido juntado. A própria lei de interceptação. Manda que esses dados sejam eliminados.
É um vexame que isso ocorra. Os senhores são equiparados a juízes e precisam se portar como tal. A função de juízes existe essência. Exige recato. Autocontenção. Vocês se lembram o Carlos Viana? Dia desses aí?
dizendo que quem quer que tenha feito vazamento fez um bem para o Brasil. Fez um bem para o Brasil? Quem quer que tenha feito vazamento? E o Gilmar tocou numa coisa certa. Vai ser preciso estabelecer uma disciplina sobre as CPIs. O próprio Congresso vai ter que pensar nisso. Porque se CPI tem objeto determinado e você chega lá e faz o que bem entende,
e investiga o que você quiser, todos eles, todos os ministros trataram disso, então, ah, eu tenho aqui uma CPI do crime organizado, PCC, vou investigar tal coisa. Aí, meu querido, você ganha poderes universais de investigação, você investiga quem você bem quiser. Será que as coisas podem ser feitas dessa maneira?
Vamos ouvir o ministro falando da necessidade de regular essa questão. Poder envolve responsabilidade. E é isso que o texto constitucional exige. Quem tem poder tem responsabilidade. Por isso que nós cuidamos. Processos sob sigilo submetem-se aqui a essa regra. Nós não vazamos. Por isso que talvez uma grande contribuição, neste momento, que os senhores poderiam dar, é...
refletir sobre uma nova lei de CPI. E essa CPI, ministro André, essas duas CPIs, elas provocam, elas têm um dicionário, um abecedário de abuso. Alguém tem alguma dúvida disso? De novo, criado inimigo público, tenha que nome for,
o da hora tem um nome, daqui a pouco tem outro. Criado esse inimigo público, aí tudo é possível. Só que daqui a pouco o inimigo público pode ser outro, e as coisas vão variando, ou se fazem as coisas dentro da lei, ou se fazem as coisas fora da lei. Oh, será um grande prejuízo, que prejuízo a investigação está em curso.
A Polícia Federal está sendo duríssima na apuração dessas coisas. O filho do presidente é investigado na CPMI do NSS. Ah, não é a CPMI do NSS, no escândalo do NSS. Se culpar, se não, vamos ver, mas está com o sigilo quebrado. Por um acaso tem corpo mole da Polícia Federal? Não, o que tem é gente querendo fazer campanha. Aí tem.
isso é inequívoco. Aliás, a própria CPMI, meninos, e nós vamos aí, TV, para o relatório da CPMI que estaria pronto com 220 indiciamentos, eles próprios achavam que não ia ser prorrogado. Fizeram essa patuscada para tentar mais uma vez jogar lama no Supremo?
sabendo que não ia ser. Até porque o relatório está aí, está meio pronto. Se fala do relatório do Alfredo Gaspar, um bolsonarista que acabou de fazer um ato junto com o Flávio, vamos ver.
E aí vamos ver se consegue aprovar, não consegue aprovar, se vai ter relatório alternativo. Vamos lá. Relatório da CPMI estaria pronto para indiciar 220 pessoas. Vai. Reinaldo, antes da prorrogação dos trabalhos, o relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar, que vai se filiar ao PL, afirmou que o relatório produzido pelo colegiado está em fase final. O parlamentar afirmou também que o relatório pedirá o indiciamento de mais de 220 pessoas.
que teriam ligação com o esquema envolvendo as fraudes e descontos no INSS. Em declaração a jornalistas, ele afirmou mais importante do que as 5 mil páginas é o arcabouço probatório que tem dentro do relatório com mais de 227 indiciamentos. Estou passando um pente fino em todos os nomes. Vamos ver. Vamos ver. Pedido de indiciamento não quer dizer indiciamento. Vamos ver o que eles apontam ali.
muita gente ficou fora da investigação, passou por critérios seletivos, do próprio Carlos Viana, esse grande patriota. E vejam, o relator... Eu vou falar, atenção, eu não demonizo política, as pessoas podem ter o gosto político que elas quiserem.
estando no campo da democracia, meu filho, cada um faz o que quiser, que foi o discurso que eu fiz lá no Ibeste. Está no campo da democracia? Eu não topo quem não está no campo da democracia. O Alfredo Gaspar, ele quer ser senador. E ele poderia, sei lá, talvez pudesse ter esperado até amanhã, vale bem, sei lá, Arthur. Poderia esperar um pouco, mas não esperou nada.
Ele foi lá, a quatro aí, prestar mesuras ao Flávio, inclusive chamando de senhor, achei super bonito, mesmo fora do parlamento, essa coisa respeitosa, porque a herança não pode ser abusada com as pessoas. Tem que reconhecer hierarquias, não é isso?
O deputado federal Alfredo Gaspar anunciou filiação ao PL e apareceu em vídeo com o senador e pré-candidato à presidência do partido Flávio Bolsonaro. Em uma publicação feita ontem, Gaspar disse ter atendido a uma convocação de Flávio ao assumir, inclusive, a presidência da sigla em Alagoas. Segundo o deputado, o objetivo é fortalecer o partido com o projeto de um país justo e livre para os brasileiros. Gaspar publicou um vídeo ao lado de Flávio e o senador afirmou o seguinte.
Eu estou aqui com o nosso grande líder, deputado Alfredo Gaspar, que está atendendo uma convocação nossa para vir para o PL, o Partido Liberal, para, com liberdade total, organizar o Estado junto com a nossa base. Eu tenho certeza que a gente pode, a partir de Alagoas, ter um passo importante para resgatar o nosso Brasil inteiro. Então, estamos vendendo com a sua competência e a sua dedicação.
minha lealdade, meu trabalho por Alagoas, minha torcida e meu trabalho pelo Brasil junto com o senhor. Tamo junto. Eu não sei se vocês se lembram, esse é aquele que apareceu nas anotações do Flávio. Lembra-se disso? Ele apareceu nas anotações do Flávio. O único que pede votos para mim. Alfredo Gaspar.
que atuou, tem atuado, é uma das vozes mais ali, junto com o Carlos Viana, na tentativa de desmoralização do Supremo, usando a CPMI para fazer campanha. Ô, vai bem, ô Arthur, eu não sou do tipo que fala assim, ó, que absurdo, político fazendo política. Político faz política.
a partir de determinados eventos, vai, explora, é do jogo. O Flávio Dino, como sempre, dizendo frases muito boas, ele disse o seguinte, olha, o Congresso faz isso mesmo, o Congresso ora diz que a gente se mete em tudo, ora protesta porque o Supremo...
intervém, toma decisões, segundo a lei, lembrando sempre que o Supremo não toma decisão de ofício, o Supremo toma decisão quando ele é acionado. O Supremo não atravessa a rua para pisar em casca de banana do outro lado. Ele só age se for provocado. Quem costuma provocar, quem costuma pedir para que o Supremo entre nas questões? O Congresso.
Aí ele diz, o congresso pode ser incoerente. O congresso pode ser incoerente. Ele falou, agora nós não podemos. Nós temos de ser coerentes. Nós temos de fazer a coisa certa. Não é? E é o que está sendo feito. O problema é que virou uma barafunda. Hoje fica parecendo que nada... Assim, é importante.
Qualquer realidade que não sirva à destruição do Supremo não interessa. Então o Supremo não tem problema. Não tem problema quando todo mundo tem problema. Só que eu estou vendo o Supremo apanhar, inclusive quando toma atitudes corajosas, como foi no caso dos salários. Porque não se quer a compreensão do outro.
Mas isso é uma característica muito das redes e tal, e quem está falando aqui não é alguém que se dê mal nas redes, não, não me dou mal nas redes, desculpa, na minha área me dou muito melhor que um monte, inclusive com prêmios reconhecidos, que também, por si, não quer dizer nada. Mas só estou lembrando. O problema é que há uma diferença entre tentar provocar compreensão e tentar provocar ódio.
Eu hoje vou dar uma carraspana aqui num deputado do PT, ah, olha, brigando com seus amiguinhos do PT, que é amiguinho, quem tem amiguinho é outro tipo de pessoa, tem amiguinho. Porque esse negócio de jogar para a torcida, ignorando determinadas coisas, isso é muito ruim. Isso é muito ruim, porque degrada, inclusive, o processo institucional.
Eu acho impressionante, porque um monte de gente... Só eu sabia que muito provavelmente o Supremo ia derrubar a decisão do Mendonça. Qualquer pessoa medianamente informada sabia. E, no entanto, vamos fazer a Uê. Porque eu não quero que o outro entenda a coisa errada a meu respeito, então... Não pode ser assim.
Não pode ser assim. Isso degrada, inclusive, com a devida vênia, em alguns aspectos, degrada o próprio trabalho jornalístico. Ah, e uma grande conspiração para destruir as CPIs. Por quê? Elas estão chegando a algum lugar que a Polícia Federal não chegou?
além de vulnerar direitos, de quebrar sigilos ilegalmente, etc., de colocar nas redes o que não deveria estar, porque nada tem a ver com a investigação, o que mais? E de servir ao valente Gaspar, como estamos vendo. E ao valente Vian.
Hey, Fachin foi com a maioria 8 a 2, então. Fechamos o julgamento. Então, presta atenção aqui, Pedro, para depois grudar lá, no lugar certo. Pedro faz os cortes para nós, organiza. Presta atenção, tem 10 ministros supremos, agora o Fachin também vai fazer parte de uma conspiração em favor da corrupção.
Foi 8 a 2, sendo que o segundo voto com o Mendonça, o Vaibê, nem deveria ser computado. É. Hein? O segundo voto, o Fux deveria... Fux! Não vai fazer, mas... Devia falar assim, com a devida vênia, ministro, eu vou rever.
meu voto, que eu afirmei que tinha jurisprudência, mas eu estava errado. Eu estava mal informado, inclusive vou dar uma bronca de quem redigiu esse voto, porque visivelmente eu estava votando o que eu não sabia, não conhecia o caso. Citei um precedente que não existia.
Ô, vai bem, né? Ô, Arthur, vocês me ouviram falar aqui que o caso era inédito desde o dia do recurso. Eu tenho tudo gravado. Ah, é porque eu sou um gênio? Não. É porque eu, se venho aqui e falo uma coisa que depois não é, vocês já me viram fazer e falaram, eu errei, não era isso. E olha que eu não sou ministro, eu não tenho meu voto, não.
Foi muito vergonhoso isso. O próprio relator falando que era imédito, disse, não, não é. Não com ânimo de contratar, não gosto de citar colegas. Porque era o voto do Gilmar. E o Fux tem um jeitinho de fazer as coisas, porque ele elogiou muito o Gilmar. Ele disse que toda crítica que o Gilmar fez aos vazamentos, o Gilmar está certo.
Então, Vaibene, vamos fazer que nem morcego, aqueles que chupam sangue. Primeiro põe uma salivazinha para dar uma anestesiada e depois... Mas só gritava errado. Mas certamente pedirá desculpa. Eu estou sempre a falar assim, olha gente, desculpem. Atenção, senhores jornalistas, passei para vocês um negócio que não era verdade. E Bolsonaro parece que vai ter alta amanhã, vai para casa.
Tomara, vai. Seis. O mais recente boletim médico divulgado nesta quinta aponta que o ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou evolução clínica favorável, está sem sinais de infecção aguda e deve receber auto-hospitalar amanhã. Após duas semanas internado no hospital DF Star em Brasília. Ele foi hospitalizado para tratar uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração. Segundo a equipe médica, Bolsonaro segue em antibiótico, terapia intravenosa.
além de fisioterapia respiratória e motora, e deve permanecer sob observação clínica nas próximas 24 horas. O médico Brasil Caiado afirmou que o quadro evoluiu de forma linear e progressiva e que a alta está prevista para amanhã, caso não haja intercorrências. Vai bem, Arthur, sabe o que chama isso? O poder da banana frita em rodelinhos.
Porque olha, esse homem melhorou, viu? Foi falar da domiciliar, melhorou muito. E eu folgo com isso. Fico feliz que tenha melhorado. Que vá para domiciliar, que tenha todo o atendimento necessário. E evento trampista nos Estados Unidos?
Eduardo participa, criticou. Olha lá, olha só, olha o Eduardo lá. Eita, vamos lá, vai. A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de críticas durante a mesa de abertura da Conferência de Ação Política Conservadora, CEPAC. O evento que reúne os principais nomes da direita e ultradireita global nos Estados Unidos acontece em Dallas, no Texas, até sábado. Entre os confirmados está o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.
Durante esse evento, o cancelamento do visto diplomático do conselheiro do Departamento de Estado americano Darren Beach ao Brasil também foi criticado. A ex-diretora de comunicação da Casa Branca e uma das organizadoras do evento, Mercy Slaps, disse o seguinte A CEPAC condena veementemente a contínua instrumentalização do Lawfare pelo presidente do Brasil, Lula, e pelo juiz do STF, Alexandre de Moraes, contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e o povo brasileiro.
O juiz transformou o judiciário brasileiro em uma arma política impondo condenações injustas, ordens de censura e restrições que transformaram o presidente Bolsonaro em um preso político. O único que foi vítima do Alferno Brasil foi o Lula, por intermédio do Sérgio Moro, que foi ser ministro depois, como a gente sabe, do Bolsonaro.
E o Lula não tem nada a ver com o processo judicial aqui. Porque se o Lula tivesse controle de tudo isso, talvez o Lulinho nem fosse investigado pela Polícia Federal, e é.
E o Flávio está tentando ali o apoio dos republicanos, até agora não deu muito certo e tal. Justiça italiana autoriza a extradição de Zambelli. Vai demorar um pouco ainda, mas autorizou, vai. A justiça italiana autorizou justamente a extradição da ex-deputada federal, Carla Zambelli, que fugiu para o país europeu em maio do ano passado. A decisão desta quinta é da Corte de Apelações de Roma, que analisa o pedido do STF para que a ex-parlamentar...
seja extraditada. Ainda cabe recurso da defesa antes de o caso ser levado para a decisão final do governo italiano. Os advogados já disseram que vão recorrer. A ex-deputada que tem cidadania italiana foi presa em julho no país europeu após um pedido da Interpol. Como fugiu do Brasil após uma condenação justamente do Supremo,
Zambelli é considerada foragida da justiça e, por isso, a corte formalizou um pedido de extradição que foi assinado pelo relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes. A ex-parlamentar fugiu do país pela fronteira com a Argentina, tendo ainda passado pelos Estados Unidos de avião antes de chegar à Itália.
E depois de foragida, ainda foi condenada de novo por aquele episódio que perseguiu as pessoas com arma de fogo. A Gloriosa Zambelli, que a gente já viu vídeos aqui, defendendo o golpe de Estado. Deveria até estar no inquérito sobre o golpe de Estado, porque ela fez uma convocação. Senhoras e generais, quatro estrelas, vão dar, vão prestar continência a Lula, conclamando mesmo o golpe. E aí teve a invasão do CNJ, tudo...
Tudo com provas abundantes. Aí a defesa diz que aqui ela poderia não ficar presa de forma segura. Não, há presídios. Infelizmente, Carlos Zambelli, mais de 600 mil pessoas ficam presas no Brasil em condições subhumanas. Mas há presídios que podem abrigá-la e garantir.
Toda a segurança. E alegou perseguição política, o que também não cabe. De resto, o Brasil tem um tratado de extradição com a Itália, que tem de ser cumprido, foi cumprido no caso do Cesare Batiste, ela tem dupla cidadania, na verdade. Crime cometido aqui não é crime político, não é por crime político, não está sendo condenada porque ela é de direita.
não é? Não, e vai ter todos os direitos, embora ela fosse uma das grandes propagandistas da tese do direitos humanos para humanos direitos, ela vai ter direitos humanos respeitados aqui, porque a democracia confere direitos humanos mesmo para humanos tortos. Isso é da democracia. Tortos nesse particular aspecto de que se trata aqui. Dono da REAG articula delação
com advogado de Vorcaro. Vai até a Economia Formal aí, vai lá.
Um dos alvos das investigações relacionadas ao Banco Master, o empresário João Carlos Mansur, fundador da gestora REAG, decidiu fazer uma delação premiada e negocia os termos do acordo de colaboração desde o fim do ano passado. Ele procurou o Ministério Público de São Paulo em novembro e iniciou tratativas para delatar no âmbito das investigações da Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do PCC, o primeiro comando da capital, em atividades da economia formal.
E, segundo a Polícia Federal, fundos administrados pela REAG, como nós sabemos, estavam envolvidos em coisas que também diziam respeito ao Máster e a Daniel Vorcaro. Os dois têm como advogado José Luiz Oliveira Lima. O que está... O que é incomum aí é o mesmo advogado fazer a delação, então, dos dois?
Sinal de que não há contradição entre um e outro. Que eles podem consertar com ser uma versão da realidade. Eu estou perguntando se é assim. A mesma delação. Então entre REAG e MASTER, uma informação transita na outra e fica tudo junto. É uma delação conjunta.
Vamos ver, porque isso tudo tem de ser acertado primariamente com o Ministério Público e Polícia Federal, juntos nesse caso, né? Depois tem o relator, que precisa ver os termos da delação, se homologam ou não. As coisas andando, o Ministério Público decide se oferece denúncia, e tem o julgamento, que vai ser na segunda turma. Agora, é...
O dono da REAC sempre disse que as operações dele, alegava o rating da empresa dele que era alto e era mesmo, com instituições que avaliavam isso. E aí então vai ser uma delação conjunta. Isso não está claro exatamente como vai ser. Eles podem combinar então? Vamos ver.
E Fictor e, segundo a Polícia Federal, base de operação do Comando Vermelho tinha uma base comum de operação. Vamos lá. Reinaldo, uma investigação da Polícia Federal aponta que o grupo Fictor e células do Comando Vermelho utilizavam o mesmo esquema de lavagem de dinheiro que lesou a Caixa Econômica Federal em até 500 milhões de reais.
segundo a corporação. O modus operandi era baseado em empresas de fachada, movimentações simuladas e cooptação de funcionários de bancos. De acordo com a PF, as investigações começaram em 2024, quando foram identificados indícios de um sistema profissional de fraude bancária e lavagem de capitais desenvolvido pela facção. A PF aponta que a Fictor era a parte central dessa engrenagem.
funcionando como núcleo financeiro do esquema. Segundo a apuração, o grupo injetava recursos que alimentavam as simulações de fluxo de caixa, ajudava a montar empresas de fachada e operava mecanismos usados para enganar instituições financeiras. Essa atuação, segundo os investigadores, profissionalizou o modelo e ampliou a eficiência dessas fraudes.
E aí, no pedido de quebra de sigilo e bloqueio de bens do CEO da Fictor, Rafael Góes, a PF cita conversas entre o executivo e um operador que seria ligado ao comando vermelho. Nas mensagens, eles teriam tratado de esquemas para obtenção de créditos e lavagem de dinheiro via empresas de fachada. Isso não quer dizer que fossem a mesma coisa, mas que podem usar uma base comum. E nós já vimos. Agora, sabe o que eu acho impressionante?
Vamos lá, Banco Master, Reag, Fictor. Os mercados no Brasil parece que são uma escolhendo ação, hein? Tem aquela máxima? Eu já fui mais liberal do que hoje.
Mas de esquerda eu não sou, mas dizem que sim, mas também cada um sabe de si. Quem sabe de mim sou eu. Ah, o mercado se autorregula. Não, né? Todas as regras de funcionamento do mercado para todas essas pessoas seguem as mesmas. Eu estou começando a ficar com receio que tenha mais coisa. Tem que repensar tudo.
Porque quando você vê, que autorregulação é essa? Não tem autorregulação nenhuma.
Ah, não, é que as pessoas têm de ser boazinhas. Não, todo mundo tem de ser bonzinho. Brinquei hoje, na hora do almoço até, disse, não, eu lembro do catecismo, o Vaibene. Eu fiz um ano de catecismo, o tempo era um ano. Para receber o corpo de Cristo pela primeira vez, tomar hóstia consagrada, e você tem de ser puro. Bastava ter um pensamento ruim, eu falava, pronto, a hora que eu vou tomar hóstia agora, vai me dar nó nas tripas.
Porque, você sabe, né, Vaibene, a gente tem pensamentos impuros, às vezes. Não é a gente que persegue o pensamento impuro, é o pensamento impuro que nos persegue. Faz sentido. Ah, não, todo mundo promete ser bonzinho. Sim. Não. Tem que ter regra para essas coisas. E parece que as regras são um pouco esculhambadas. Está errado o que eu estou falando?
E tem um troço aí da Fictor que teria... Tem um elo que ligaria o Lulinha a Fictor. Eu vou tratar disso daqui a pouquinho. Fica aí. O Eta Coisa
E aqui vamos tratar de um assunto que voltou. Agora se fala de um eventual contato entre Lulinha...
e o ex-dono da Fictor, essa Fictor que está agora enrolada, quer dizer, está agora enrolada, já sofreu a liquidação e agora tem a operação de natureza policial. O que é que a gente tem aí? Vai lá.
O filho do presidente Lula, Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, esteve com o ex-sócio da Fictor, Luiz Felipe Gomes Rubini, em uma viagem para a China durante uma visita de Estado do Brasil ao país asiático em abril de 2023. A informação é do Metrópolis. O presidente Lula era o chefe da delegação. Na manhã de ontem, Rubini foi alvo de busca e apreensão no âmbito da Operação Falax.
deflagrada pela Polícia Federal para combater fraudes bancárias na Caixa Econômica Federal. Além do envolvimento com Rubini, Lulinha é próximo do CEO da Fictor, Rafael Góes, como reportou ontem à Folha. Segundo o jornal, a aproximação entre Lulinha e a Fictor, da qual o filho de Lula teria sido consultor, resultou no convite para que Rubini integrasse o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão.
Olha aqui, quantos minutos eu tenho ainda, vai bem? Ainda tenho dois e pouquinho, está ótimo. Dois minutos. Então vamos lá. É claro que isso é incômodo, né? Proximidade com careca, viajou para Portugal.
Não tinha nada a ver com o discurso do INSS, consta, diz a defesa, mas viajou. Proximidade com o tal Rubini, que também foi alvo da operação, agora da FIC, sobre a qual, a empresa sobre a qual se dizem essas coisas horríveis. Agora, o inegável, o inegável, é que não está havendo interferência na Polícia Federal, e a Polícia Federal está investigando.
Assim como é inegável que investigações de corrupção, queridos, e se o governo não sabia disso, então era de uma ingenuidade atroz, e eu estou dizendo para não investigar? Não, tinha que fazer a coisa certa e está fazendo. Investigações de corrupção, esse negócio, esse clima, toda hora a gente, toda hora a Polícia Federal aparece, sinal de que tem safadeza para investigar? Sim. Agora isso nunca é bom para o governo. Isso nunca é bom para o governo nenhum.
Nunca é bom para o poder de turno, nunca é bom para o incumbente. Agora, o Lula está investigando, o Lula não, a Polícia Federal está investigando, com independência, com autonomia. Verdade ou mentira? Porque senão o Lulinha não estaria sendo investigado no caso do INSS e está aqui, que se saiba não investigado ainda, mas não sei se vai. Eleitoralmente é claro que não é bom.
Cumpre, deixar claro, neste governo não se faz. E isso é fato também. Não adianta reclamar, eu venho com fato. O Bolsonaro interveio na Polícia Federal. Na verdade, demitiu o ministro da Justiça, chamado Sérgio Moro. Que agora está junto com ele, fazendo as mesuras e aquela coisa toda. Mas interveio. Interveio.
Demitiu e botou quem quis. A gente mostrou vídeo já aqui. E ainda disse, eu não quero ninguém, aquele verbo que começa com F e termina com ER. Só que ele botou no gerúndio, endo. Meus filhos, meus amigos. Então. Ah, isso não adianta. Não estou dizendo se adianta ou não adianta.
Estou dizendo, cômodo não é? É ruim? Seria muito bom que não houvesse crime nenhum e nada disso, que a defesa dele esteja falando a verdade, não tem nada, e é só uma tentativa de arrastá-lo no período eleitoral. Agora, vizinhança cômoda, obviamente não é, né? Senão a defesa nem precisaria se manifestar. É isso aí. O É da Coisa Nós estamos de volta. Agora sim...
Olha, apanhar por fazer a coisa certa é muito chato e deseduca o país. Mas hoje virou uma... Ah, eu vou querer ganhar uns aplausos, vou atacar o Supremo. O que me incomoda não é atacar o Supremo. Pode atacar quem quiser, eu não sou defensor oficial do Supremo.
O que me incomoda é atacar com burrice. Ah, burrice é tudo aquilo que não concorda com você. Não, tem um monte de gente que não concorda comigo, inclusive que é brilhante. Infelizmente, vale bem, eu adoraria que fosse tudo burro, mas não é verdade. Nesse caso é burrice. E eu vou explicar.
Não vai me convencer. Bom, então, se eu não quer nem ouvir a explicação, aí eu quero ficar nas trevas. Titio está aqui, vale o pena, para mostrar a luz.
Vamos lá, vai. Em um julgamento concluído nesta quarta, o STF fixou as balizas para o regime remuneratório da magistratura e do Ministério Público até que seja editada a lei nacional prevista no artigo 37, parágrafo 11 da Constituição. A tese de repercussão geral aprovada reafirma o teto constitucional de R$ 46.366,19, estabelece uma organização nas folhas de pagamento proibindo a criação de auxílios e verbas indenizatórias.
sem lei federal específica aprovada pelo Congresso Nacional. O principal ponto da tese é o escalonamento das verbas que podem ser pagas acima do subsídio mensal. O tribunal definiu que a soma de todas as vantagens não pode exceder 70% do valor do teto. Esse limite foi dividido em dois blocos de 35%.
Antiguidade, 35%, parcela de valorização por tempo na carreira, 5% a cada 5 anos, limitada ao teto de 35 anos de exercício. Verbas indenizatórias, 35%, soma de diárias, ajuda de custo para remoção, gratificação de magistério, comarca de difícil provimento, férias não gozadas e acúmulo de jurisdição. Presta atenção aqui, essas medidas do STM. Então eu vou te deixar, como eu disse hoje de manhã, vou te deixar com ódio.
Supremo permite pagamento acima do teto de até 70% do teto, que o teto já é alto nos padrões brasileiros, 49 mil. Acontece que essas medidas aplicadas vão economizar 7 bilhões e 300 milhões por ano. Porque o Supremo tornou inconstitucionais todas as leis votadas em estados, em cidades, todas as portarias, tudo, tudo aquela...
aquele monte de auxílio, quase que sai uma palavra não muito chique, que tinha, tá tudo, acabou, não tem mais, auxílio natalino, auxílio combustível, licença compensatória por função administrativa, licença compensatória de um para cada três dias trabalhado, que é um negócio absurdo, mas todos os valores, os retroativos anteriores a fevereiro de 2026 estão todos suspensos.
Essas decisões só valem para o sistema de justiça, para judiciário, ministério público, defensores públicos e advogados públicos. Para as outras carreiras de funcionalismo, não, porque é o que pode fazer o Supremo tratar as questões do judiciário. Mas por quê? E aí vem a crítica fácil, que foi feita por um deputado do PT, que eu lamento muito.
porque assim, lamento muito, cuidado com esse negócio de pegar carona, também vocês, os ditos progressistas, toda vez que alguém bater no Supremo, vai lá e pega carona pra ver se morde um naquinho, não adianta, bater no Supremo, rende voto pra extrema direita, não vai lá, vai lá bater, estupidamente a meu ver, mas é com vocês.
Tem o artigo 90 da Constituição. Os tribunais têm autonomia orçamentária. Lei de diretriz orçamentária. Imagina o Gilmar, o Dino, mais os 10 ministros votaram nessa tese. Imagina lá, não pode dar mais café.
Café não pode ser... Vou falar marca aqui, não patrocina, mas se quiser patrocinar, pode patrocinar. Só falar com a banda que eu não cuido. Mas quer me mandar café, também pode. Imagina, não pode tomar 10 Nespresso por dia, como faz Reinaldo Devedo.
Tem que tomar café coado no coador de pano, que nem no interior, depois lavar, torcer, coxar e deixar pendurado no negócio da porteira para secar. Não, o Supremo pode ter autonomia orçamentária, meu. O Supremo vai até o limite que ele pode. Tem que regular o parágrafo 11.
do artigo 37, sobre essas verbas indenizatórias, o Supremo está disciplinando isso. E achou um modo, e achou um modo de dar um, dentro daquilo que ele pode fazer, ah, mas recriou o quinquênio, está na mão de vocês no Congresso, vota outra coisa, vota outra coisa.
Sabe por que vai economizar 7,3 bilhões? Porque no quinquênio, que será de no máximo uns 16, 17 mil, é só no fim de carreira. E as verbas indenizatórias, que também podem ser de no máximo 16, 17 mil. E não quer dizer que todo mundo vai receber 100% de tudo. O Supremo toma uma decisão corajosa no âmbito em que ele pode tomar, que economia 7,3 bilhões, e está tomando porrada. Mas o que é que há?
Por que agora bater no Supremo, se eu não bater no Supremo, eu não ganho clique? Se eu não bater no Supremo, ninguém vai dizer que eu sou bacana? Se eu não puxar o saco do golpista Carlos Viana, que quer acabar com o crime de... Golpista, do ponto de vista das propostas, né? Que quer acabar com o crime de golpe de Estado, eu não sou bacana? Não, eu não vou adoçar. E o Supremo tomou um passo corajoso. Ah, mas eu quero clique. Então eu vou ficar falando zerda.
Pode falar o que quiser, pode bater no Supremo o quanto quiser. Nesse caso, fale da lei. Vá discutir o artigo 90 da Constituição. Vá discutir o parágrafo 11 do artigo 37. Tenha um pouco de compostura argumentativa. Tá bravo, tio rei, não. Leila, traz um café. O Eta Coisa
E agora vai o líder do PT na Câmara, depois de tomar a decisão do Supremo. Vocês querem dividir com a extrema-direita o ataque ao Supremo? O senhor viu a economia que está sendo feita com essa decisão? Mobilize seu partido para votar o que tem de ser votado, mas vai lá, vai.
O líder do PT na Câmara, deputado federal Pedro Uxay, de Santa Catarina, criticou a decisão do STF que limitou o pagamento de penduricalhos a 35% do teto constitucional e disse que a corte, que deveria guardar a Constituição, não cuida da carta magna. Ele lamentou a decisão do Supremo, disse que a corte legalizou o penduricalho e afirmou que a solução passa pela elevação do teto constitucional.
A Folha, o parlamentar, afirmou que quem é o guardião da Constituição não cuida da Constituição, não guarda a Constituição, mas descumpre a Constituição. O STF já começou descumprindo o teto. Se acham que o teto está baixo, então aumenta o teto e enfrenta o tema perante a sociedade. Mas o STF não teve. Começa, está tão errada a sua crítica, primeiro que na 35 é 70. A sua crítica está tão errada, porque quem tem que mudar o teto é o senhor.
Quer congresso? Vai lá. É lá que está. Não é a Suprema. Vergonhosa, demagógica, desinformada e com a devida vênia cretina porque tenta pegar carona no linchamento do Supremo promovido pela extrema-direita. O senhor nem sabe direito o que o senhor está criticando. É isso.
O É da Coisa. Queridos da TV, porque tem o Negóis da Tarde, eu vou continuar com o assunto ali do líder do PT que fez ataque e infundado a decisão do Supremo, o Pedro Uczai. Deixa eu dizer uma coisa. O pessoal do PSD...
Olha o bene, tentou desrespeitar a primeira epístola de Paulo aos Coríntios, não é mesmo? E não queria nem flauta, nem a harpa, a cítara. E ficou sem nada. Eu não estou dizendo que o PT deva fazer a defesa incondicional do Supremo.
Eu só estou dizendo que é preciso resistir à tentação de tentar entrar num discurso que o outro já monopolizou. Entende?
Não vou arcar com o peso de defender o Supremo. Não, arque com o peso de defender a coisa certa. Faz o seguinte, proponha o seu partido, o senhor Pedro Kizai, que diz que o Supremo errou ao fazer o que fez sobre o teto, proponha o seu partido uma nova proposta de teto. E passe a defender, inclusive agora, em momento eleitoral. O que lhe parece? Não seria um ato de coragem? Hein? Isso aí.
Muito bem, nós estamos de volta no Band News TV e nas redes sociais.
Ah, eu achei que o PL ia ficar feliz com a minha presença, mas tem gente que não quer saber de mim. É. É. Ai. O final da filiação do senador Sérgio Moro ao PL para disputar o governo do Paraná fez com que o deputado federal Fernando Jacobo, até então presidente estadual da sigla, deixasse a legenda.
O parlamentar disse que vai sair do partido após 24 anos por ser coerente, já que o ex-ministro da Justiça fez duras críticas a Jair Bolsonaro ao deixar o governo do ex-presidente. A gente vai conferir o que ele disse. Sou coerente, não tenho como ficar no palanque de um homem que saiu da pasta com o discurso de que Bolsonaro é corrupto. Segundo o deputado, a filiação de Moro descumpre um acordo entre o PL e o atual governador do Paraná, Ratinho Júnior. O pacto, inclusive, teria sido chancelado por Bolsonaro. Porém...
Apesar do mandatário paranaense ter desistido de se lançar à presidência, o pré-candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, articulou para que o partido tenha um palanque forte no Estado com o Moro.
É, e deve ter... O que vem aí, vai bem, é importante essas mais informações aí. Vamos lá. A quebra do acordo entre PL e Ratinho no Paraná deve promover uma saída em massa de prefeitos do partido dos Bolsonaro no Estado. Mandatário da cidade de Assis, Chateaubriand, presidente da Associação dos Municípios do Paraná, Marcel Micheleto, explicou.
Ele disse, ninguém aqui vai soltar a mão do maior governador da história do Paraná. Não falo aqui como prefeito do PL, mas sou presidente de todos os prefeitos do Paraná. De 399, mais de 390 vão estar ao lado e não vão soltar a mão do governador. No Instagram, Miqueleto diz que está se desfiliando do PL junto de outros 52 prefeitos. De 399 prefeituras do Paraná, o partido conta com 53. Segundo a CNN, pelo menos 49 manifestaram desejo de sair do PL.
Ô Reinaldo, e aí? Porque afinal de contas, quando tem pesquisa, o Moro aparece na frente. O Flávio fez uma opção pragmática, é isso. Fez uma opção pragmática, mas a campanha não começou também, né? É preciso ter estrutura de campanha, vamos ver se vai chegar algum entendimento com o Ratinho. Que o acordo foi feito?
pelas costas, digamos assim, do ratinho, a ponto de desfazer o entendimento de que ele poderia ser o candidato PSD, é bem verdade, que também ele não estava muito animado.
também não tem disposição de comprar briga com Flávio Bolsonaro. Isso também a gente já viu. Fará a campanha de Flávio Bolsonaro. Agora, indisposição está causando, porque o Moro não é exatamente uma pessoa apreciada pelos políticos. Ah, sabe o que é? Que ele era um grande caçador de corruptos. E os políticos, como eles são todos corruptos, eles não gostam do Moro. Não, não é isso.
obviamente não é isso, porque a gente já viu que esse negócio, os princípios do Moro, eles são muito elásticos, eles são móveis. Ele saiu do governo acusando o presidente de proteger um filho corrupto, o então presidente. O Flávio disse isso, inclusive em 2022, quando queria viabilizar sua candidatura à presidência, e depois não conseguiu.
não é uma acusação qualquer. Ah, mas políticos podem mudar. Podem mudar, agora tem uma liderança consolidada no Paraná, do Ratinho Júnior, que deve estar, de algum modo, cobrando fidelidade. Isso quer dizer, Reinaldo, que eles não vão se entender ali adiante? Olha, olha o Beni, Arthur. O Ricardo Fiusa, um político pernambucano que já morreu.
Mas ele tinha uma coisa, ele dizia assim, política nada é mais importante que o fato novo. Viu, Arthur? O fato novo é assim, está indo, fala, coerente, eu sou assim mesmo. Aí ele falou, ué, mudou? Não, a conjuntura, fatos novos. E o fato novo? Então eu não sei. Agora, que ele causa união, não causa.
O Flávio, ah, tá bom, mas eles estarão comigo. Precisa ver, porque às vezes pode também votar, vota no cara ali, o governador, mas pode não seguir a decisão da presidência. A ver. Que desestruturou a coisa como estava ali, desestruturou. Isso é inegável. Que foi...
uma operação pelas costas do Ratinho Júnior, não há dúvida também. Foi pelas costas. Que o Flávio tinha dito que teve um slogan, um lema de campanha, uma musiquinha dizendo que a terceira via era um terceira via sequelado, que eles não queriam.
centrão, que caiu do cavalo, depois o Flávio falou, não endosso nada disso. Eu não sei, eu tento ser uma pessoa bacana, mas eu não consigo convencer ninguém. E o governo está mapeando alguns temas...
Ah, sim, não. Então eu quero voltar ao começo. Esse programa é uma dissertação, e como dissertação a gente parte de um ponto e volta para o ponto. Temos aí, meus queridos da TV, o Viana, ele lamenta a decisão da STF.
e disse que relatório será mesmo apresentado nesta sexta. Vocês têm isso aí, não tem, meninos? Sim. Vamos lá, Reinaldo. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, afirmou nesta quinta que o relatório final será apresentado amanhã, sexta-feira, com a possibilidade de ser votado no mesmo dia. Em declaração à imprensa após a decisão do STF, agora há pouco, contra a prorrogação dos trabalhos,
Ele afirmou o seguinte, o relatório será lido amanhã. Eu espero que seja votado também amanhã mesmo. Dependerá naturalmente do desenrolar de todas as partes, da apresentação do relator. Encerramos uma CPMI que na história do Brasil teve os melhores resultados. Não, não teve. Eu só não achei a parte do lamento aqui, mas deve ter tido também.
Deve ter tido lamento também, entendo que ele tenha lamentado, mas, como ele mesmo disse, decisão da justiça se cumpre em nome dos órfãos e das viúvas. Não, não teve o melhor resultado. Vocês certamente ficaram muito aquém das investigações da própria Polícia Federal e o que vocês produziram foi a vulneração de direitos fundamentais. Foi isso que vocês fizeram.
E produziram muito calor e pouca luz. Como eu brinquei hoje na hora do almoço, se você esfregar muito a mão, fazer muita fricção, assim, você até causa um calorzinho. Luz nenhuma. Aí, Arthur, é preciso conhecer pedra de fogo que tinha lá em dois corgos. Que você bate uma pedra na outra, sai faísca ou bate um ferrinho e sai faísca. E mesmo assim, o produto pode produzir faísca. Luz já é mais difícil, só se provocar incêndio.
O que alguns idiotas tentam fazer de forma bastante imprudente. A novidade com o Gil. É isso. Parceria do Gil com o Paralamas. Isso aí. A novidade veio dar a praia Da qualidade rara de sereia
Metade o busto de uma deusa baia Metade um grande rabo de baleia A novidade era o máximo De um paravão estendido na areia Alguns a desejar seus beijos de deusa Outros a desejar seu rabo pra ceia Oh, mundo tão desigual
Tudo é tão desigual Oh, oh, oh, oh, oh, oh Oh, de um lado esse carnaval Do outro a fome total
E a novidade que seria um sonho
O milagre e o sonho da sereia Virava um pesadelo tão medonho Ali naquela praia, ali na areia A novidade era a guerra Entre o feliz coé e o esfomeado Escaçalhando uma sereia bonita Despedaçando o sonho pra cada lado
Mundo tão desigual De um lado esse carnaval
Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh, Oh
E aí E aí E aí Ragu na Tadas, Ragu na Tadas, Ragu na Tadas E aí, E aí Ragu na Tadas Oh, oh, oh
Agora pra terminar bem bonito Obrigado Rio! Você ouviu o É da Coisa na Band News FM
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