O É da Coisa de 29/05/2026, com Reinaldo Azevedo: Lula, Flávio, traidores e sem-vergonhas. E o PIB?
- Fim da escala 6x1Redução da jornada de trabalho · Impacto na economia · Votação na Câmara dos Deputados · Tramitação no Senado · PEC Alternativa da oposição · Lula · Flávio Bolsonaro · Davi Alcolumbre · Rogério Marinho · PL · PSD · União Brasil · PP · Republicanos
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Isabela Mota e Lucas Belotti. Oferecimento BTG Pactual. Pra quem espera mais de um banco. iFood. Os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já!
Caminhando e cantando e seguindo a canção. Somos todos iguais, braços dados ou não. Nas escolas, nas ruas, campos, construções. Caminhando e cantando e seguindo a canção.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações, Pelas ruas marchando indecisos cordões, Ainda fazem da flor seu mais forte refrão, E acreditam nas flores vencendo o canhão.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Vem, vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Há soldados armados, amados ou não, Quase todos perdidos de armas na mão, Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição, De morrer pela pátria e viver sem razão.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Vem, vamos embora, que esperar não é saber.
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Tio, pelo Band News TV e pelo LG Channel. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre Rádio Band News FM ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Isa. Boa noite, Lucas.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Porque um hino contra a ditadura, eu jamais esperei que fosse cantado pela direita. Isso é uma coisa... Ficulhar. Na votação, é. Veja você, o mundo muda.
E às vezes, como dizia Camões, não se muda mais como soia. O quê, tio rei? É um soneto do Camões dizendo que tudo muda. E às vezes não se muda mais como soia, isto é, nem se muda mais como antes mudava. Muda até o ritmo da mudança, o Lucas Berlotti, o Isa. É um problema isso. A pessoa precisa estar atenta.
E essa música, nós vamos ver, porque tem um deputado que cantou para votar pelo fim da 6x1 do Festival Internacional da Canção de 68. Quem ganhou o festival foi Sabiá, do Chico.
e do Tom Jomin, e aí foi uma gritaria dos diabos, porque essa era a música que parecia ser a grande música da resistência, da ditadura, vem, vamos embora, que esperar não é saber, que nem é, assim, com todo respeito, essa coisa, vem, vamos embora, que esperar não é saber, é forte, mas também pode ser meio burraldo, porque às vezes esperar é saber. Quem diz que não? Às vezes tem que esperar.
espera, porque essa coisa assim, esperar não é saber, vamos lá, vamos botar para quebrar, vamos fazer agora, não, às vezes esperar é só a coisa do covarde, que tem medo e tal, mas às vezes também é obra da inteligência, mas de qualquer modo o lema era muito forte, né, vem, vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer, nos processos revolucionários, nós,
É muito importante, claro, acirrar as contradições para que as coisas aconteçam. Então, nesse sentido, é fazer a hora, não esperar acontecer. Não tem que ficar esperando que a coisa caia, para citar Marx, da árvore dos acontecimentos, da árvore da vida. Mas também não pode ser um porra louca que vai fazendo tudo sem método.
E a música Sabiá era linda, porque, na verdade, já tratava dos exilados, das pessoas que estavam fora do seu país. Sei, vou cantar, sei que ainda vou ouvir o canto de uma Sabiá. E aí, desde a Sabiá no feminino, até o fato de que acharam que a música era uma coisa meio alienada, tadinha, a música foi vaiada. Aliás, isso persegue o Chico, porque em 66 tinha sido a banda O...
ia ganhar de disparada. Também do Geraldo Vandré. Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo e já que um dia voltei e agora e também deu gritaria. Aliás, vamos encerrar com disparada, Lucas? Vamos pegar aí, separar pra mim. Disparada com Vandré também. Tudo isso a propósito do fim da 6x1. A gente aproveita pra falar um pouco de música.
Assim as pessoas já ficam mais sabidas, né? Melhor do que apostar no obscurantismo. Que é nós aqui, nosso lema aqui, Lucas, é beleza e cultura. Em primeiro lugar, a beleza, naturalmente, né? Afinal, estamos os três no ar. Mas sem esforço também. Sem uma coisa assim, natural, como quem não quer nada. Fim das 6x1 passa na Câmara. Votos massivos.
472 na primeira votação e 461 na segunda. Eixi! Rapaz, eu gostei muito desse resultado, mas tem um monte de gente que tentou fazer maldade aí. Eu vou explicar tudo. Reinaldo, você explica tudo? Explica, presidente. Pode deixar. Fique tranquilo. Ah, vai. O plenário da Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite a proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana.
Segundo o texto, essa redução se dará em até 14 meses e permite o fim da escala 6x1. Proposta foi aprovada por 472 votos a 22 em primeiro turno e 461 a 19 votos no segundo turno. Como falamos ontem, o texto já havia passado por votação em uma comissão especial da Câmara. O parecer do relator, o deputado Léo Prats, do Republicanos, foi aprovado por 34 a 4 no colegiado. Apenas deputados do PL...
E do novo, votaram contra durante a análise na comissão especial. Vamos acompanhar o momento da aprovação da proposta em primeiro turno, quando apoiadores do governo gritaram o nome do presidente Lula. Sim, 472!
22 está aprovada em primeiro turno a proposta de emenda à Constituição número 221 de 2019. Ficam prejudicados a proposição inicial, a apensada e o substitutivo da comissão especial
Ficam prejudicados os destaques números 3 e 5. A matéria vai ao segundo turno. Vamos lá. Há divergências justas, legítimas, a respeito da oportunidade.
Desta emenda. E eu não estou fazendo aqui discurso nem nem não, porque eu não faço isso. Prefiro uma farpa no olho do que ficar fazendo equilibrismo. Eu sou favorável à medida.
os estudos que li, os documentos que li, o impacto na economia, nada dessa coisa desastrosa que vai ser, não. E eu acredito, sim, que faz parte da evolução civilizatória, o presidente usou essa expressão, melhorar o mundo do trabalho.
Você pode contar a história da humanidade, se você quiser, ou contar a história da revolução industrial para cá, a partir do tempo de trabalho das pessoas. Da coisa mais abjeta, que era as pessoas caírem na linha de produção mortas, trabalho de crianças de 6, 7 anos, até chegar aos tempos de hoje. Há países com jornada maior do que a nossa ainda hoje, há países com jornada menor.
E o argumento de que considero falacioso, mas não é coisa de gente malcaratista, tem malcaratismo também, porque sempre tem. Sempre tem. Mas considero falaciosa a tese de que precisamos aumentar a produtividade em vez de reduzir a jornada, estamos fazendo o contrário. Isso é papo furado, a meu ver, porque inclusive é um argumento que traz em si uma contradição inelutável.
A melhoria da produtividade não se dá pelo tempo de trabalho. A melhoria da produtividade se dá por educação, se dá por aporte tecnológico. Aí sim. Aliás, a melhoria da produtividade, estrito senso, ela poderia diminuir a jornada de trabalho. Diminuir a jornada de trabalho.
e se pode chegar a 4 por 3. Agora, é claro que é preciso diminuir a jornada de trabalho e precisar ver o que fazer com o salário, porque alguém precisa consumir também, para fazer a máquina girar. Então, o tempo de trabalho, mais ou menos, não tem nada a ver com produtividade. Isso é conversa mole. Pode ter um pouco mais a ver com a questão do lucro, do quanto se vai dispensar a mão de obra. Isso é outra conversa e acho...
E é justo que quem se sinta atingido reclame. Agora, vir com uma conversa técnica, neutra, ela está errada, essencialmente, mas as pessoas têm o direito de reclamar. Isso é do jogo e faz parte das disputas políticas da sociedade.
E assim é desde que o mundo é mundo, desde que a questão do trabalho passou a ser discutida. Assistam ao filme Metrópolis, do Fritz Lang, um clássico. Trata justamente do mundo do trabalho. Do começo do século passado. Trata justamente do mundo do trabalho.
os trabalhadores moravam em subterrâneos naquela prefiguração que se fez ali. E toda a história é em cima disso. Absolutamente genial. Então a questão do mundo do trabalho está sempre posta. O mundo do trabalho gerou uma alternativa econômica que hoje, estrito o senso, não existe mais, que foi o socialismo. Sim, porque os trabalhadores têm o quê?
Tem o trabalho. Trabalho para empresas, que tem o capital, que tem as condições da produção. E essa negociação é necessariamente uma negociação meio tensa, por mais que isso tenha mudado ao longo do tempo. Eu mesmo vivo relação de trabalho muito diferente, inimaginável em outros tempos, de quando eu comecei a trabalhar aos 15 anos.
Imagina, Lucas, aquele menino inteligente, de óculos, míope, coitadinho. Bonito? Não, não. Charmoso. Eu melhorei, eu melhorei. Como um vinho. Mas era bonitinho, vai. Ok. Era bonitinho. Não dá para ter tudo. Eu vou mandar umas aí, quando eu tinha 16. Era um gatinho, é por isso que eu era pegador. Era pegador. Era pegador já.
Já não, era depois deixei de ser. Bom frisar, hein? Não, você vai se meter em problema. O mundo do trabalho hoje é muito diferente, porque eu tenho relações de trabalho, tanto é que eu tenho mais de um patrão, que na verdade é uma parceria que se estabelece. Que claro, como todo trabalho, é da vontade do patrão e é da minha vontade também. Mas é evidente que eu tenho mais escolhas.
a esta altura, do que o trabalhador que está lá na base e tal. Ora, isso é óbvio. E eu sei como é viver com menos escolhas, porque eu já vivi com menos escolhas. E olha, eu vou dizer uma coisa, ter menos escolhas com temperamento que eu já tinha aos 15 anos, era muito difícil. Porque...
Porque a carteira do trabalho à época tinha um texto que dizia assim, o meu amor, se você estiver me ouvindo e a minha carteira estiver por aí, traz para a minha véia. Tinha um texto pavoroso que dizia assim, esta carteira pode ser uma apresentação ou uma advertência. Isso. É, isso é o primeiro texto.
saber se você, em última instância, saber se você é uma pessoa decente que para no emprego, ou se você é como uma... Aliás, acho que é a abelha que eles usam, a abelha sendo usada como exemplo negativo. Ou se é uma abelhinha que vai de flor em flor. Quando eu, aos 16, já estava no meu terceiro emprego em razão do meu temperamento, falei, meu Deus, eu sou a abelhinha, Lucas. Oh, meu Deus, eu sou a própria abelhinha.
Ainda bem que eu comecei a dar aula aos 18, aí eu estabeleci. Ficou mais fácil. Aí eu dei uma estabilizada. Mas as pessoas que se opõem e tal, ignoram essa véia toda ferrada aqui. As pessoas, eu tive que tirar uma nova, porque a véia...
As pessoas ignoram que, por exemplo, no trabalho, outra coisa que eu não tenho, embora eu trabalhe 19 horas por dia, outra coisa que eu não tenho, eu não tenho tempo de deslocamento. Em razão das conurbações, de onde mora a mão de obra mais pobre, muitas vezes a pessoa demora uma hora e meia para chegar ao trabalho. Isso está na hora de trabalho dela. É preciso pensar as condições das mulheres.
que essas têm dupla jornada. Precisam deixar de ter, precisam dividir, os maridos precisam dividir. Mas, no geral, não divide. É natural, natural no seguinte sentido, é social, mas pertence à história, pertence à antropologia, mas pertence, de certo modo, à biologia. Na esmagadora maioria, é a mãe que cuida das crias. Em alguns casos, não, muito raros.
É a mãe que cuida das crias. Cuidando das crias, acabam cuidando do domus também, do lar, do lugar em que se mora. Até aí, bem. A questão é que os homens se negam a dividir. Então, para as mulheres também é muito importante. Posso ler?
Imagina uma pobre criança. Lá pelas tantes diz assim. A carteira, pelos lançamentos que recebe, configura a história de uma vida. De uma vida, hein? Nossa. De uma vida. Quem a examina e quem examina? Quem examina é o empregador, né?
Logo verá se o portador é um temperamento aquietado ou versátil. Se ama a profissão escolhida ou ainda não encontrou a própria vocação. Se andou de fábrica em fábrica como uma abelha. Ou permaneceu no mesmo estabelecimento, subindo a escala profissional.
Pode ser um padrão de honra, pode ser uma advertência. Profundo. Eu tirei esse troço, eu tinha 14 anos. Então, vamos pensar um pouco nisso também. A economia pode absorver? Pode absorver. Tudo que eu li pode absorver sem grandes traumas. Entende?
E esse foi o resultado. Mas aí, vamos falar um pouco da votação. Porque, afinal de contas, é uma proposta do governo. Mas, como é que votaram? Não, vamos dar ainda esse item B, que tem mais alguns dados aí. Vamos lá, vai.
Vamos lá, Reinaldo. Esse texto aprovado que a gente tratou aqui prevê a redução das quatro horas na jornada de trabalho em duas etapas. A primeira é o seguinte, as primeiras duas horas vão ser reduzidas em até dois meses depois da promulgação dessa PEC. As outras duas horas restantes vão ser retiradas em até doze meses após essa redução inicial.
Fim da escala 6x1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, vai entrar em vigor 60 dias após a promulgação do texto. Perito de transição foi o principal ponto de discussão dessa PEC nessas últimas semanas. O relator fixou que, decorridos esses 60 dias da promulgação, todas as convenções e acordos coletivos que forem compatíveis com as novas jornadas perdem a validade automaticamente. Esse ponto servirá como uma trava para obrigar sindicatos e empresas a sentarem na mesa de negociação.
Isso, vão ter que sentar na mesa de negociação, conversar. Algumas profissões têm um regime especial, isso vai ser discutido. Existe o negócio de quem ganha acima de 21 mil não tem jornada, não é o meu caso, porque eu estou abaixo, então eu tenho a minha jornadinha garantida. Então, está tudo certo. Eu vou mandar para os meninos uma foto.
Olha, 16 anos. Vocês só prometem não se apaixonar, tá? Porque eu já não sou mais assim, mas ainda sou eu. Eu não prometo. Presta atenção no topete. Tá? É pra prestar atenção no topete. Era gel natural? Eu tô mandando aí no QI. Muito bem. Fim da escala 6x1. Como votaram os centrãos reacionários? A proposta é do presidente Lula.
Mas, e aí você fala assim, bom, a esquerda é absoluta minoria na Câmara, mas é uma minoria, muito minoria. Para ter essa votação, houve uma adesão em massa. Eu raramente vi votação assim. Hum, vamos lá.
Mesmo as bancadas de partidos conservadores ou reacionários, com exceções raras, votaram a favor do fim da escala 6x1. No PL, por exemplo, foram 76 votos favoráveis contra apenas 11 que se opuseram, 12 não compareceram. No União Brasil, de Davi Alcolumbre, o placar foi este, 56 sims, 2 nãos e 2 ausências. No PP, de Ciro Nogueira e de Arthur Lira, o apoio também foi esmagador, 44 favoráveis, 1 contrário e 5 ausentes.
Então vocês vejam, nós estamos falando de partidos reaças. Aqui é partido reacionário mesmo. Nós vamos ver porque o PL fez o que fez. O que é que eles queriam? Eles discursaram. Nós nunca tivemos uma oposição assim no Brasil. Eles votaram a favor, confessando que estavam votando com medo dos eleitores, mas que são contra.
Mais partidos reaças, vamos lá. Vamos lá, Reinaldo. Entre os outros partidos que a gente vai trazer por aqui, o PSD de Gilberto Kassab e do presidenciável Ronaldo Caiado, que é contra essa mudança, também teve apoio a Caixa Pante, com 42 adesões, uma ausência e um voto contrário. No Republicanos, partido do presidente da Câmara, Hugo Mota, que se apresentou como um copatrocinador desse fim da escala 6x1, a adesão foi unânime, 44, sem defecção ou qualquer ausência também.
Ainda na direita, o Podemos deu todos os seus votos, 27, o Solidariedade, que tem cinco deputados, também votou em peso, o mesmo fez o Avante, com sete cadeiras. Houve apenas duas legendas com votos unânimes contra o texto. E o novo são quatro representantes do partido e o Missão, tem apenas um parlamentar. É, somos contra. Agora, eu vou dizer uma coisa, esses que votaram contra, foram 19 depois ao todo,
Gente com a qual eu não comungo em absolutamente nada. Mas eu tenho um pouquinho mais de respeito por eles, porque sendo contra, votaram contra, do que aqueles que discursaram contra, previram o caos do Brasil e votaram a favor. Confessando que o faziam apostando no caos.
Isso é espantoso. Eu insisto, isso nunca aconteceu no Brasil. Se o Brasil já teve confrontos, PSD, PT, não sei o quê, mas em temas que eram importantes para o Brasil, e muitas vezes eles divergiam muito sobre isso, mas era uma divergência legítima. Não quero que você...
Fernando Henrique privatizou estatais. O PT era contra. Se manifestou contra, protestou, fez o diabo, perdeu e privatizou. Você fez o que à época? Defendi privatização. Eu não sou contra a privatização. Bem feito. Eu sou contra como se fez a devida venda na Sabesp. Não estou nem entrando no mérito da gestão da Sabesp agora, que eu não sei como está. De fato, no detalhe, eu não sei. Ouço muita reclamação, mas não sei.
Agora, privatizar por um valor abaixo que vale em bolsa, eu sou contra. A época eu achei que era uma privatização... PT era contra. Sou contra o que se fez com a Petrobras, porque eu acho que ali as privatizações das empresas subsidiárias, como se fez, eu acho que acabou dando downgrade na Petrobras e foi impensado. Algumas sim, outras não. Mas você... É...
confessar que está votando pela sabotagem do país, isso nunca aconteceu no Brasil. É a primeira vez, é o PL, é o Bolsonaro, é o Jair Bolsonaro, o bolsonarismo. Não, eu não acho que vai ser o catástrofe. Mas eles dizem que sim. Se eles dizem que sim, por que eles não votam contra, meu Deus do céu? Então, nesse sentido, eu tenho mais respeito por quem votou contra, o grupelho que votou contra, O Ruben
Porque pelo menos lá, sou contra, eu voto contra. Do que aqueles que, sendo contrários, disseram, mas estou votando porque eu quero ferrar tudo mesmo. Quero que tudo vá para a breca. E temos as fotos aí do que eu falei, do jovem gatinho. Olha lá. Olha lá. Cabelo eu gostei. E um ano e pouco. Aí, gatinho. Então, a gente tem a...
16. É. Tinha acabado da 16. Bonitinho, vai, Isa! Sou uma mulher comprometida, né? Não, não, mas um menininho, um garoto, bonitinho. Um belo jovem. Não eu. Um belo jovem. Um belo jovem. De fato. Não posso negar. É. Mas a outra foto é melhor ainda.
Então, essa outra, aí eu já tinha virado bem comuna mesmo. Uma barba cheia, bonita. É, então. Aí já tem um amigo bem anticomunista. Ele viu essas duas falas e falou, tá vendo como o comunismo estraga as pessoas? Jovem trabalhador, com menos escolhas. Né? Sim. Hoje eu tenho. Muito bem.
PL de Flávio, pelo fim da 6x1, por uma dupla covardia. Vamos à dupla covardia, vai. O PL tentou fazer uma manobra que acabou mal sucedida para tentar votar a escala 4x3, mas também queria votar a implementação imediata das medidas, sem transição, o que certamente geraria muitos transtornos para a economia. Será que eles queriam isso tudo porque gostam dos trabalhadores mais do que os outros? A resposta é não.
Os deputados do partido que discursaram deixaram claro que consideram que a medida será ruim para o país. A lógica, absolutamente explícita, é a seguinte. Já que nós avaliamos que vai ser ruim, então vamos prejudicar o país já para atingir a candidatura de Lula e do PT. Assim, o partido fez um encaminhamento favorável ao texto, mas discursando contra a medida. Vamos acompanhar um trecho do discurso de Sostenes. Aqui e agora!
Eles vêm de forma eleitoreira e não querem valer imediatamente. E eles não querem votar o que seria justo ao trabalhador brasileiro. E por isso estamos apresentando destaque de preferência.
para que o trabalhador brasileiro trabalhe quatro dias e tenha três dias para o seu descanso, com a sua família, para o lazer, para o esporte. Se a esquerda fosse de verdade defensora do trabalhador, eles hoje votariam conosco do PL da direita. Primeiro que a proposta não era do PL da direita, originalmente era a proposta da Erika Hilton.
E depois com a negociação ficou claro que a economia pode absorver sem trauma às 5 por 2 e às 40 horas até 2027. E a 4 por 3 não, aí sim seria transtorno. Agora você veja que o Sócines está fingindo aqui, está fingindo que ele está defendendo o trabalhador. Porque eu quero colar no PT a pecha de que os verdadeiros defensores somos nós.
mas evidentemente a tática não era assim. E aí orientaram a favor, pode votar sim, tanto é que eles tiveram votação, foram só 12 no partido os que votaram contra. 11, 12 não apareceram. E aí, o Nicolas, sempre o Nicolas, O...
Aquele que disse ontem, vamos quebrar tudo? Vamos fazer quatro por três e quebra tudo? E quebra já, porque às vezes é preciso piorar para melhorar? Prestem atenção ao discurso que ele fez. Dizendo que ia votar sim. Dizendo que ia ter desemprego.
dizendo que vai ter desemprego, que os empreendedores vão se dar mal, e que ele ia ficar muito feliz, que ele ia ficar muito satisfeito, porque ele ia achar isso tudo maravilhoso. Põe o áudio aí, põe o vídeo aí.
Se lascaram, sabe por quê? Porque votamos lá, ó. Está votado sim. Quer jogar o jogo? Eu sei jogar o jogo também. A narrativa vai cair. Vamos falar o quê agora? Que a gente votou o contrário? A gente é contrabalhador? Não. Mas sabe o que eu vou falar? E vou falar assim, exaustivamente, sabe o que é?
Quando tiver demissão em massa, quando aumentar o preço dos produtos, quando o empreendedor não conseguir mais e vai ter que demitir a pessoa para contratar outro, aí, meus amigos, esse dia vai ser maravilhoso. Esse dia vai ser maravilhoso. Que dia? O dia do desemprego.
o dia dos empreendedores tendo de demitir. Esse dia vai ser maravilhoso. É uma dupla covardia do PL. São covardes porque não votam naquilo que realmente querem. Eles querem votar contra. Só alguns tiveram valar coragem. Mas o partido como partido, covarde.
E tem a segunda covardia, que não está na ordem de importância. É achar que vai ser uma catástrofe para o Brasil, mas que a catástrofe será boa porque nós queremos que a catástrofe caia no colo do Lula, tanto é que a gente quer que seja feita já. Sem transição. Então, vocês, os mercados,
Enclareço que vejo a minha entrevista ao Warren, entrevista ao podcast com o grande Felipe Salto, um gênio. Vocês dos mercados, que acham o PL bacana, que acham que ele pensa no Brasil, pensa as melhores coisas para o Brasil, que fique claro.
Essa gente não tem medo de apostar no caos, não tem receio de apostar no caos, se for para obter dividendos políticos. Ué, Reinaldo, mas você mesmo disse que é a favor? Eu sou, eu não acho que seja o caos, mas eles acham. Eu acho que vai ser bom, mas eles acham que vai ser o caos. Como é que alguém vota no caos? E anuncia isso? Hum?
E já vai preparando daqui a pouco aí, Lucas, deixa na agulha de novo o Geraldo Vandré, porque a gente emenda só para corrigir. Sim, é o seguinte, com mais tempo dá para fazer mais sexo.
E dá para fazer mais nenê. Mas também, olha, eu só quero lembrar que dá para fazer sexo sem fazer nenê. Também. É uma coisa antiga. Já? Ah, mas é que na nossa religião a gente é contra. A gente quer sexo nenê. Sexo nenê. Eu me lembrei. Vida de Brian? É na vida de Brian?
Não, a vida como ela é? Acho que a vida como ela é. Meu amor, vem me dizer se a vida de Brian é a vida como ela é. Jeffs, você que está assistindo, se a vida de Brian é a vida como ela é do Monty Python, que tem família de católicos e protestantes morando cada um ao lado, uma numa mesma viela, cada um, uma casa na frente do outro. E aí, aqueles católicos...
saindo com os filhos todos, e aí sai o pai e a mãe, e vai uma trempa de criança atrás, mais umas trocentas crianças, daí os protestantes que estão na frente, dizem assim, esses católicos ficam se reproduzindo, e eles têm um único filho, esse casal de protestantes, a cada vez que fazem sexo, fazem filho.
Aí a mulher disse para o marido, ele só tem um, a gente também. Não sei se entendeu. Pastor, mais sexo, mais tempo, mais sexo.
Mas filho, ué, por que não? Vai lá. Essa votação da PEC, que acaba com a escala 6x1, teve trocação de provocações, vaias, até cantorias na Câmara dos Deputados. Um dos parlamentares, o federal André Fernandes, chegou a ter o microfone cortado depois que chamou aqueles que assistiam a votação de vagabundos. Ele também afirmou que a deputada Erika Hilton, autora de uma proposta que previa a escala 4x3, foi humilhada quando o governo decidiu anotar o modelo 5x2.
Ao responder o bolsonarista, Érica disse que a extrema-direita estava protagonizando um teatro de biruta de aeroporto. A parlamentar também rebateu dizendo que humilhante era se tornar deputado ensinando na internet a fazer depilação íntima. A declaração faz referência a um vídeo publicado por Fernandes antes de se tornar político.
Um dos personagens da noite foi o deputado pastor Sargento Isidório. Ele criou uma música e cantou na tribuna com os colegas. Essa canção improvisada dizia que patrões injustos vão perder a batalha. Ele defendeu a redução da jornada e argumentou que esse regime de trabalho vai dar mais tempo para os trabalhadores terem mais filhos, porque poderão fazer sexo em paz, com tranquilidade. Vamos acompanhar o que ele disse.
A escravidão já acabou, a 5x2 garante aos trabalhadores e trabalhadoras o direito de melhor honrar e criar sua família, além de querer também cuidar de sua saúde. O trabalhador doente, além de não render, quebra a máquina.
E nessa escala 5 por 2, além de melhorar a vida das famílias, os trabalhadores e trabalhadoras terão tempo, inclusive, para terem mais filho. Portanto, fazerem seu sexo em paz e com mais tranquilidade. Deixando claro que não é só por prazer. Não é só fazer gostoso. Tem que fazer filho junto.
E ele estava, para quem está no rádio, ele estava com um capacete, ele estava com um capacete cor de laranja, de trabalho e tal. E o filme a que eu me refiro, na verdade, não era nem a vida como ela é, porque, na verdade, não é a vida como ela é, que chama o filme do Monty Paito, o outro, o sentido da vida. Sim, é o sentido da vida que tem a cena de que eu falei, que é muito engraçado. E outro pastor, aí canta um hino contra a ditadura.
Que abriu esse programa, por isso, temático o negócio, temático. O deputado federal Ottoni de Paula também se destacou durante a sessão de ontem, ele puxou um momento musical, entoando para não dizer que não falei das flores, de Geraldo Vandré.
Caminhando e cantando e seguindo a canção. Somos todos iguais, braços dados ou não. Nas escolas, nas ruas, nos campos, construções. Caminhando e cantando e seguindo a canção. Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora.
Não espero acontecer. Vem, vamos embora. Que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora. Não espera. Viva os trabalhadores do Brasil.
e seguindo a canção vem vamos embora que esperar não é saber quem sabe faz a hora não espera acontecer vem vamos embora que esperar não é saber quem sabe faz a hora não espera acontecer
É isso aí, é isso aí. Só lembrando que se... se esperar não fosse saber, não existiriam os felinos, né? É. Até o Mig, fica. Miglin, meu gato. Mas, de qualquer modo, enfim, é uma música de resistência. E eu falei que é uma conquista civilizatória.
É, vamos lá, vai. Renato, o presidente Lula comemorou a aprovação da PEC que põe fim à escala 6x1. Em uma publicação no X, ele escreveu o seguinte. A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário pela Câmara é uma conquista histórica e civilizatória, um compromisso assumido pelo governo do Brasil. Mais que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família, ao descanso, à vida além do trabalho.
As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem. É uma vitória, sobretudo, das mulheres, que historicamente e injustamente enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que foi possível graças à imensa mobilização da sociedade. Agradeço ao presidente Ogumota e também ao apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara. A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
É isso aí, olha, está fazendo uma mensagem inclusiva, agradecendo ao Mota, o Mota também agradeceu o apoio do Lula, eu só, a fala do Mota não deixa de ser engraçada, leiam para mim aí, o Mota, o apoio do Lula foi essencial, vamos lá, Negrito.
Tenho muita honra e felicidade de presidir a Câmara dos Deputados neste momento histórico em que o Parlamento Brasileiro entrega ao país uma reforma voltada à vida das pessoas. Debatemos, dialogamos, divergimos e construímos consensos possíveis. Também registro que o apoio do presidente Lula nessa jornada foi essencial.
Não, é só... Muito bom que os dois estejam se entendendo e não vou eu aqui criar... Mas atenção, a proposta é do governo e contou com o apoio do Mota. Não o contrário. Não é uma proposta do Mota que contou com o apoio do governo. Então, só para deixar claro. Mas que ótimo que tenham se entendido. Agora tem a jornada no Senado.
E aí o Alcolumbre já fez um troço aqui, o lobby do empresariado está muito forte, está em cima, está pegando, pesado.
Ah, vai, o que tem aí? Vai. A PEC que acaba com a escala 6x1 chega ao Senado agora com um futuro incerto, Reinaldo. O presidente da Casa da Via Columbre tem dado alguns sinais de que não vai travar o projeto. No entanto, a postura dele tem gerado receio na base governista, já que a Columbre não detalhou como será feita a tramitação da proposta. Enquanto isso, a oposição está dividida sobre qual será a estratégia adotada.
diante da mesma pauta. O líder da oposição no Senado, o senador Rogério Marinho, que também é coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro à presidência, é contrário à PEC. Chegou a falar que o texto é um desastre. Uma ala do PL, inclusive, defende adotar a mesma estratégia dos bolsonaristas na Câmara, dobrar a aposta e defender a escala 4x3 sem transição alguma. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, tem conversado com Alcon Lumbri para tentar convencê-lo a pautar logo essa PEC.
Ele informou que acredita numa votação na casa, no máximo na próxima semana. É esperado uma nova conversa entre Guimarães e Alcolumbre até o fim do dia para acertar, quem sabe, a data dessa votação. Eu não acredito que o Alcolumbre vai ser doidão, até porque a base dele no Senado também é favorável.
Com esse apoio na Câmara, com o apoio que tem na sociedade, ele vai encarnar a rejeição? Isso eleitoralmente para o Lula também seria bom, curiosamente. Se a questão é essa. Se a questão é essa, eleitoralmente para o Lula seria bom. E agora o PL, nós vamos ver, está endossando uma outra proposta. Eu já disse aqui o seguinte. É preciso fazer a distinção.
Eu quero ser tratado em muitos aspectos como um médico. E eu que adoro médico, eu sou meio hipocondríaco, eu tenho todos. Quantos mestres você tem? Uns 12. Que é para poder encher o saco de todos eles. Sim. É, ao mesmo tempo, às vezes. Não, mentira. Eu quero ser tratado como um médico. Usei o exemplo ontem. Chega lá o bandido.
Sabe que é bandido, é chamado num presídio, o cara é um fascínora. Eu, como médico, faço o quê? Mato o fascínora? Não dou remédio? Dou remédio errado? Então eu não sou médico, eu sou um assassino. Eu tenho que tratar, mas eu não preciso gostar. Então eu falo, eu não gosto dessa gente, eu não votaria no bolsonarismo jamais, eu os considero afascistados.
golpistas, mas eu tenho que fazer análise objetiva também. Faz sentido, do ponto de vista eleitoral, do debate, o Flávio está com uma alternativa. Ah, eu tenho uma alternativa a isso. Que defenda a alternativa, mas tem que saber que isso tem um peso. Mas eu defendo que...
faça alternativa. E eles estão entrando em uma alternativa nova. E aí eu acho que acaba sendo positivo para o Lula. Mas também haver. Haver. E o presidente da Câmara filmou que o presidente do Senado tem espírito colaborativo. Tem um vídeo aí do Mota. Vai.
Eu tenho plena convicção de que a PEC andará no Senado Federal e após a promulgação da PEC nós temos ainda esses 60 dias que nós vamos usar para que esse projeto de lei, que irá tratar das excepcionalizações de setores da nossa economia, possa ser aprovado também na Câmara dos Deputados. A ideia é que usemos o projeto de lei.
de iniciativa do executivo, que está na Câmara. Eu converso com o presidente Alcolumbre quase que diariamente, sobre diversos temas. E o que eu tenho percebido do presidente Davi é que ele tem um amplo espírito colaborativo para com...
essa pauta da PEC. É claro que cada presidente tem a autonomia da sua casa. Eu respeito muito o Senado Federal, que deverá definir internamente qual a sua tramitação. Mas o que eu posso atestar é que o presidente Davi, pelo seu espírito público, pelo seu compromisso com o país, com certeza dará a tramitação correta a essa proposta que é tão importante para milhões de trabalhadores e trabalhadoras do país.
É isso, a relação do Lula com o Columbre ainda está meio atrapalhada. As informações que haviam chegado, me chegaram, é que o Davi Alcolumbre mandou mensagem dizendo, olha, eu não vou criar dificuldades, vamos. Agora, o PL fez uma proposta com o endosso do Flávio Bolsonaro.
Não é que eles sejam contra a redução da jornada. Atenção, não é isso. É redução de jornada para quem quiser com redução de salário. Porque o que tem nessa proposta de importante é que é redução de jornada sem reduzir salário. A proposta que o PL está fazendo na prática e que está indo para... e que o Alcolumbre vai mandar para o CCJ, já mandou,
E redução de jornada para quem quiser com redução de salário. 1. Vamos lá. 11.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, despachou para a Comissão de Constituição e Justiça a PEC Alternativa ao fim da escala 6x1 apresentada pela oposição nesta quinta. Iniciativa foi anunciada pelo deputado federal Marcel Van Hatten ainda ontem na Câmara. O texto foi protocolado pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, que também é coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, como a gente falou há pouco.
O documento recebeu a assinatura de 36 dos 81 senadores antes de ser protocolado. Van Raten disse que se reuniu com a Columbre para tratar do tema e que o presidente do Senado teria dito que, assim que a PEC fosse protocolada, enviaria a proposta à Comissão de Constituição e Justiça. A PEC da oposição altera o artigo 7º da Constituição para permitir que empregados escolham entre o regime tradicional previsto na CLT e um modelo de jornada flexível baseado em horas trabalhadas.
E isso significa assim, isso é um modo oblíquo de falar, ok, é redução de jornada para quem quiser com redução de salário. A muitos parecerá justíssimo.
tem a questão de fundo filosófico, quando você considera que isso é justo, você está dizendo o máximo que a gente... A gente acha que a jornada tem de ser essa, isso é o topo do que se pode conceder, e a partir daí você escolhe o que você quiser. Não se trata a questão como um direito, como um avanço do mundo do trabalho.
Você concorda com isso? Não, é claro que não. Agora, eu concordo que a proposta exista. Quer dizer, espero que seja derrotada, espero que isso não avance. E certamente, tenha se resolvido a questão até a eleição ou não, será necessariamente tema da eleição.
E aí é preciso fazer escolhas. Vamos ver. Vamos ver. Catastrofismo não resolve. Não chega a ser uma boa ideia. Ademais, de novo, é o tio rei falando como analista, é o tio rei médico. Há ideias que pegam e há ideias que não pegam.
Quem quiser entender o que está em jogo tem que ver as coisas por aí. Essa ideia pegou. Essa ideia pegou. Ah, mas pode ter coisa boa que não pega? Pode. Já aconteceu. Já aconteceu. Vocês lembram quando o governo tentou lá atrás, depois voltou o assunto de outro modo, tentou regulamentar aplicativos, trabalho de entregadores?
criando uma taxa para botar no mundo da previdência. Vocês lembram o que o Prococ deu? O que a extrema-direita disse? E conseguiu vender o peixe podre, porque era falso? Estão fazendo isso só para que os sindicatos petistas consigam dinheiro. E aí, então, não sei o que, e criou uma reação horrorosa. Péssima. E o governo teve de recuar de uma proposta correta.
É bom que fique claro. Não era uma proposta errada, não, senhor. Era uma boa proposta. Mas, pegou errado. Pegou errado. Foi mal trabalhada. E aquilo que era para ser positivo para os trabalhadores, mas poderia ser positivo também para o governo,
um ficou atrapalhado. Desta vez não, dessa vez a coisa pegou. Pegou bem, as pessoas são favoráveis. Insisto, no mundo do trabalho, há muita gente vendo apenas a hora em que a pessoa passa trabalhando. Numa unidade de fabril, num escritório, num sei o quê. Tem muito mais do que isso.
tem o tempo para chegar ao trabalho, não fosse isso, o transporte público não custaria, o que custa ao poder público, e na esmagadora maioria dos casos se está transportando mão de obra, e quem arca com esse custo da mão de obra obviamente não são as empresas,
É o Estado, e o Estado não existe como ente gerador de renda, são as pessoas. O conjunto das pessoas. Tem isso. No caso das mulheres, tem a dupla jornada, e, portanto, tudo isso precisa ser pensado. E aqui, importante...
Presidente da CCJ descarta PEC Alternativa.
O presidente da CCJ, da Comissão de Constituição e Justiça, o Senado, Otto Alencar, afirmou ao UOL que dará prioridade à proposta sobre o fim da escala 6x1, aprovada pela Câmara ontem, e indicou que não pretende avançar com a PEC alternativa apresentada pela oposição. O texto aprovado na Câmara, o resto vocês já sabem, e aí a proposta de emenda constitucional ainda precisa passar pelo Senado, e essa coisa toda.
Mas vai ser ótimo. Eu acho assim, no embate Flávio, Lula, os outros candidatos dessa altura, não sei se estarão ou não, mas é uma chance de debater. O Flávio terá a chance de demonstrar nos embates que essa escolha, se aprovada, foi uma má escolha. E de convencer as pessoas. Quando esse senhor aqui propôs é um...
5 por 2 estava fazendo mal ao Brasil. A minha proposta era muito melhor. Que era deixar como está e quem quiser trabalhar menos que ganhe menos. E aí ele vai expor. É isso aí.
Muito bem, vamos para a 12 aí. Nós estamos vendo, tem um debate 6x1, o desemprego e tal. A confiança no emprego volta ao nível recorde praticamente de 2013. Vamos lá.
Vamos lá, Renato. O Datafolha mostra que 71% dos trabalhadores brasileiros avaliam não correr risco de demissão ou de ficar sem trabalho. Outros 9% dizem ver alguma chance de que isso ocorra, enquanto para 19% o risco é grande. O porcentual dos que não esperam ficar sem trabalho é maior entre pessoas com 60% ou mais, 80%, e funcionários públicos com um número chegando a 84%.
Esse risco é menor entre aqueles com renda de até dois salários mínimos, ou seja, R$ 3.242,00, e fica com uma porcentagem de R$ 65,00. O Datafolha ouviu pessoas que atualmente não possuem trabalho, ou que possuem trabalho atualmente formal ou não, e fazem parte da população economicamente ativa, como assalariados, autônomos e empresários também.
Desempregados, aposentados e estudantes, por exemplo, não entraram nessa conta toda que eu trouxe. Foram 1.312 entrevistados com 16 anos ou mais em 139 municípios de todo o Brasil. Margem de erro para esse dado é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos.
Ainda bem que os desempregados não entraram no cômputo daqueles que não têm medo de perder o emprego. Tudo bem, acho importante o Instituto fazer essa observação. Olha, a gente tem emprego de um desempregado. Agora, esses dados aqui são interessantes. Vamos lá.
O otimismo apontado pela pesquisa está em um dos patamares mais elevados na série histórica do Datafolha. Valores acima da marca de 70% foram verificados anteriormente no segundo governo Lula, de 2007 a 2010, e no primeiro governo Dilma, de 2011 a 2014. O recorde registrado pelo Datafolha...
Foi de 75% de pessoas que avaliaram não haver risco de ficar sem trabalho em março de 2013. Na época, o desemprego medido pelo IBGE estava em 8%. Em outra pergunta sobre o tema feito na mesma pesquisa, 58% dos entrevistados disseram que a possibilidade de ficar sem emprego ou trabalho é uma coisa que não lhes dá medo. Para 21%, é o que mais lhes dá medo.
Para 20% é uma das coisas que desperta esse sentimento. Esses resultados também estão próximos dos patamares vistos de 2010 a 2014. Altíssima confiança no emprego e vocês vejam que está igualando o recorde, mas de um tempo que desemprego estava em 8%. Agora está em 5% alguma coisa.
E volta ao ano de 2013. Saibam que em 2013 a economia estava com problemas, se revelou logo depois. Ainda assim a Dilma ganhou a reeleição. Mas em 2013 os problemas não tinham chegado às pessoas. Em 2013 nós tivemos um recorde de renda do salário no Brasil. Que só foi igualado agora, 13 anos depois.
E mesmo assim tivemos aquelas jornadas porra loucas em 2013, aqueles malucos, que começou com a extrema esquerda, com os idiotas, os black blocs e não sei o que, e logo depois a esquerda foi expulsa das ruas pela direita, pela extrema direita, e começou a maluquice, a Dilma ainda foi reeleita, mas em 2015, 2017 teve impeachment, e tudo aquilo, e em 2014 já teve Lava Jato, em 2013 as duas leis, 12.850, 12.846, que permitiram Lava Jato,
E a Dilma cai e tal, e preparou o Bolsonaro. O que eu estou lembrando, porque hoje nós vivemos uma situação econômica, do ponto de vista do emprego e da renda, muito boa. Só que tem algumas coisas que corroem a renda dos brasileiros, e nós já sabemos disso. Ó, desemprego, por exemplo, a 13. Vejam aí. Olha só. Vê o número do desemprego, vai.
Vamos lá, Reinaldo. A taxa de desemprego ficou em 5,8% no Brasil no trimestre até abril, após marcar 5,4% nos três meses encerrados em janeiro. Os dados foram divulgados hoje também pelo IBGE. Mesmo com a leve alta nesse recorte, o patamar de 5,8% é o menor para o intervalo até abril na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, iniciada em 2012. O resultado ficou levemente abaixo da mediana das projeções do mercado financeiro, que era de 6%, segundo a Bloomberg.
A coordenadora de pesquisas do IBGE, Adriana Berengui, disse que o resultado é relativamente natural para esse período. Vamos à explicação dela. O aumento da desocupação nesse trimestre móvel decorre do comportamento sazonal de algumas atividades, tais como comércio e serviços, que após o aquecimento no final de 2025, não retém uma parcela de seus trabalhadores. Mas ainda é recorde.
Daí que eu acho que as pessoas vejam com mais tranquilidade também uma mudança no mundo do trabalho, não se veem, não se sentem ameaçadas. A extrema-direita não conseguiu fazer isso, é isso aí. O É da Coisa Muito bem, estamos de volta. Vamos aí, meninos, na sequência.
14 não, vamos 15, aliança, caiado, zema e princípio de rebelião eita, parece que é a tentativa de cruzar a vaca com o jumento, não estou comparando os dois com esses bichos, tá? não está dando certo, vai
A defesa feita por integrantes da ala mais bolsonarista do PSD para que o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, ocupe a vaga de vice em um eventual chapa presidencial de Ronaldo Caiado provocou um início de rebelião dentro do partido comandado por Gilberto Kassab. Informação é do portal G1 Procurado. O líder do PSD na Câmara, o Antônio Brito, confirmou um desconforto provocado pela articulação nos bastidores.
Um texto passou a circular entre os integrantes do PSD, criticando a possibilidade de o partido abrir mão da vaga de vice na chapa presidencial para um nome sem ligação histórica com a legenda. A mensagem ressalta que o partido foi fundado para abrigar os melhores quadros da vida pública brasileira e afirma considerar inaceitável que o vice não tenha vinculação com as raízes do PSD.
Não sei se isso é possível. Agora, uma coisa certa, nós estamos tratando de uma crise já na candidatura desses caras. É óbvio. Não está acontecendo. A ideia de que eles iam ser uma alternativa não rola.
E é tola a suposição de que você consegue simplesmente... Ah, tem três ou quatro para o Zema, três ou quatro, então aí eles vão para oito e quem sabe cresça. Não vai acontecer. Não vai acontecer. A desidratação que... Saiba que a esquerda não achou que o Flávio fosse para a sarjeta. Com essa história aí. Quem achou foram esses caras. A esperança da terceira via.
que não vai acontecer. Meninos, vamos para a 17. Castro desiste de candidatura ao Senado e grava vídeo. Vai lá.
Vamos lá, Reinaldo. O ex-governador do Rio, Cláudio Castro, anunciou hoje que desistiu de concorrer ao Senado neste ano. Nos últimos 15 dias, ele foi alvo de duas operações da Polícia Federal. O ex-mandatário disse que recuou da candidatura ao Senado para se dedicar integralmente à sua defesa e à sua família. Em boa aplicação nas redes sociais, Castro informou que os últimos dias têm sido muito difíceis e que a decisão de desistir foi a mais difícil de sua vida. Vamos a um trecho do que afirmou o ex-governador do Rio.
Queria falar para vocês aqui como homem, como marido, como pai, como filho, como alguém que tem uma família. Esses dias estão sendo muito difíceis. Minha família está passando momentos que eu jamais imaginei que iam passar. Foram dias de dor, dias de exposição, dias de mentiras, dias de narrativas.
que muito pior do que a mentira é a meia-verdade. Então resolvi retirar a minha candidatura ao Senado Federal. Preciso cuidar dos meus filhos, da minha casa, da minha esposa, das pessoas que eu amo. Eu não tenho a menor dúvida da lisura de todos os atos. Penso que assim teremos condições.
de fazer uma defesa técnica. Infelizmente, reputações são destruídas. Isso é o menor pudor, simplesmente por uma busca incessante pelo poder. Eu não encerro minha vida política aqui. Somente dou um passo necessário, com humildade, com tranquilidade, com a certeza de estar fazendo o correto nesse momento tão difícil. É, acho que não restou alternativa a tudo o que tem saído a respeito da relação do governador.
com o Daniel Vorcaro, atingiu... Primeiro, deixa eu só dizer uma coisa, ele já estava inelegível. Ele estava inelegível. Então, não é um troço qualquer. Estava inelegível.
Não é por causa. Ah, não, é que agora apareceu esse negócio. Já estava inelegível. Mas tem coisa muito ruim aí, a PF apontando o estilo Castro-Vorcaro. O que a gente tem? Vai. A Polícia Federal utilizou a expressão Nababesco Lifestyle para descrever o padrão de vida associado à relação entre Cláudio Castro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A expressão aparece em documentos enviados ao STF na investigação que apura investimentos bilionários de até 3,7 bilhões.
feitos pelo Fundo Previdenciário dos Servidores Estaduais em produtos ligados ao Master. Os termos foram usados para ilustrar o contraste entre o estilo de vida dos investigados e o dos aposentados e pensionistas do Rio Previdência, fundo de milhares de servidores públicos do estado do Rio. Na representação enviada ao STF, os investigadores da PF afirmam que Vorcaro O Ruben é um produto que nos protege à pincelada no bosco. O Ruben é um produto que nos protege à pincelada no bosco.
O Ruben é um produto que nos protege à pincelada no bosco. O Ruben é um produto que nos protege à pincelada no bosco. O Ruben é um produto que nos protege à pincelada no bosco.
buscava estreitar relações com autoridades públicas com o poder sobre fundos previdenciários, utilizando encontros frequentes, viagens, jantares e aproximações pessoais. É, e isso evidentemente tirou completamente o Cláudio Castro da vida pública. E ponto. Não tem a menor chance de voltar. Que se defenda.
Vamos para o comercial, fica aí, porque tem coisas importantes sobre PCC, terrorista, o Marco Rubio está aprontando, né? Fica aí que a gente vai falar.
Muito bem, rapidamente, meninos. Ah, a economia vai quebrar, a economia vai quebrar. Acho que não vai, acho que está bem. Vamos lá, vai. Renato, o governo registrou um superávit primário de R$ 25,2 bilhões no mês de abril, segundo informou hoje o Tesouro Nacional. Esse resultado é melhor que o esperado pelo mercado e acima do superávit de R$ 18,2 bilhões obtido no mesmo mês do ano passado.
Economistas consultados pela Reuters esperavam que o dado que compreende as contas do Tesouro, Banco Central e Previdência Social seria superavitário em R$ 24 bilhões no mês passado. Veja só.
Todo o terrorismo que se fez sobre a economia brasileira, nada do que se falou está se cumprindo. São aqueles sábios de sempre. Não, os números não são. Oh, meu Deus, a dívida está uma maravilha. Mas, evidentemente, o país está muito longe de quebrar. E não vai quebrar. Esse é o ponto. É isso aí. O Eta Coisa
Sim, uma decisão importante tomada pelo governo americano, pressão dos bolsonaros, sem dúvida nenhuma, o Marco Rubio é um aliado deles, ninguém diz que não. E que pode ser muito ruim para o Brasil. Essa gente se comporta como inimiga do povo brasileiro. É importante que isso fique claro do que é que nós estamos falando.
O secretário de Estado, Marco Rubio, publicou agora no X, no Twitter, Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Seu alcance se estende por toda a nossa região e ao nosso país. Hoje, eu designei essas organizações como organizações terroristas estrangeiras e terroristas globais especialmente designados. A administração Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional.
e negar financiamento e recursos a narcoterroristas. Especialmente classificados assim, narcoterroristas, bom, isso significa o que a partir de agora? Vamos esperar as consequências.
Vamos esperar as consequências. A partir dessa classificação que o Trump fez, que o governo americano deu a grupos venezuelanos, por exemplo, eles invadiram o país. Seria o sonho dourado de Pink, o cérebro.
Imagina, uma vez, aliás, um deles disse sobre um ataque aqui no Brasil, como é que é um ataque no Lago Paranual, alguma coisa assim, acho que foi até o Eduardo, não sei, vai ver aí. Eles sonham com uma intervenção.
o que é que o Flávio ganha exatamente com isso? Ah, ele vai ganhar, chegar aqui e vai... Viu? Olha, consideraram grupos terroristas por minha pressão. E isso significa o quê? Significa exatamente o quê? Além de expor o país...
a eventual ameaça de natureza militar. Mas não só isso. Não só isso. A gente tem também o risco de que investimentos deixem de chegar ao país e até saiam daqui em razão disso. De resto é falso. De resto é falso. Porque não são organizações terroristas.
Seus objetivos são outros. Criminosos também. O Brasil votou uma lei. A pena é até maior do que a pena de terrorismo. Mas, claro, ele vai bater no peito. Está vendo como Trump fez o que eu pedi? É o papel do sabujo. Quanto isso vai render de voto? Olha que prestígio ele tem. Olha que prestígio ele tem junto.
a um presidente de resto decadente. Vamos aguardar. Vamos aguardar. O que isso quer dizer? A partir de agora, resta a Pink e o cérebro, e mais Flávio, ficar pedindo intervenção americana no Brasil. Hum?
Não, o PCC está sendo combatido ainda hoje, está sendo combatido inclusive numa parceria. Hoje aconteceu uma operação importante na Faria Lima, que é uma parceria até entre o governo de São Paulo e o governo federal. Fintechs lavando dinheiro do crime organizado. Coisa barra pesada, nós vamos falar disso. Ainda no horário que fica só na TV, você que está acompanhando pelo rádio depois procura.
Quem disse que não está vendo combate? Agora, essa gente impede a votação de uma PEC da Segurança Pública para depois ir fazer essa patuscada, esse espetáculo de submissão. E consegue isso junto ao Marco Rubio, que é um tarado ideológico, que fala invadir países como quem fala, vou tomar uma coca. Já anunciou que ele é de origem cubana, que o próximo alvo é Cuba.
Tá feliz, Flávio? E o Pink, tá feliz? E o cérebro, felizes? Gente, sabuja, absurda. É isso aí.
E vamos seguir com essa questão de os Estados Unidos classificarem Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas. Claro que isso contou com o apoio do Trump. Notem, insisto que é preciso pensar o que isso significa na prática.
O Brasil era contra, o governo brasileiro era contra, porque só lhe restava ser contra. Evidentemente você não pode permitir que um outro país decida a natureza do crime que está sendo cometido no seu país. Isso não existe. Isso daí seria concordar com essa coisa, com essa extraterritorialidade dos Estados Unidos.
que a gente classifica quem a gente quer, como a gente quer, para poder ocupar na hora que a gente quiser. Evidente, o Brasil, um país soberano, não pode aceitar isso. Não pode concordar com esse troço. Isso virou o Flávio acossado pelo Dark Horse.
sem poder explicar a grana que recebeu do Vortar, sem conseguir explicar o destino do dinheiro, porque nada disso está explicado, seu irmão sem poder explicar a mansão em que mora e a vida na babesca que tem, então se agarraram a esse troço. E sim, o Marco Rubio fez pressão.
sobre o Trump, para que assim fosse, já havia essa disposição, e disso já se sabia também, na verdade essa decisão dos Estados Unidos está tomada há algum tempo. O que o Brasil tentou fazer foi evitar pensando nas consequências, que podem não ser boas. Porque a partir de agora você abre uma janela,
para que os Estados Unidos tentem se meter aqui dentro. É isso que o Flávio se orgulha de ter conseguido. Mas eles podem, eles acham que podem. Eles acham que podem. Eles têm uma lei sobre isso. É incrível, eles têm uma lei votada internamente sobre o resto do mundo.
Eu olho para o resto do mundo e digo, quem é uma ameaça aos Estados Unidos? Ah, a Venezuela é. Ah, então vamos invadir a Venezuela. Ah, o Irã. O Irã é. Ah, então vamos bombardear o Irã. Ah, a Síria é. Ah, então vamos bombardear a Síria. E assim vai. Vai acontecer com o Brasil? Não creio.
que isso aconteça. Mas só o fato de haver, só o fato de haver aqueles que aqui dentro acham razoável submeter a segurança interna à vontade de um outro país, isso explicita a vagabundagem ideológica dessa gente.
Que claro, essa altura tão... Olha aí, viu só? Falaram que não era de nada. Olha como a gente é poderoso. De certo modo, é a mesma excitação que eles tiveram com as tarifas. A mesma excitação que eles tiveram com a Magnitsky. Viu? Falaram que a gente não ia conseguir. Olha, nós conseguimos. Olha como nós somos.
Viu? Falar que a gente não conseguia. Conseguimos cortar o visto dos ministros. Olha aí, conseguimos as taxas. E aí nós temos o Moro, o Moro já felizão. O Moro pegou uma notícia que saiu no UOL e passou adiante. E isso quem conseguiu foi Flávio. Meu Deus do céu, eu fico pensando. Meus colegas da imprensa que já foram serviço a esse cara.
Não dá vergonha, não? Hein? Não dá vergonha? Esse que deu uma entrevista pro Flo em 2022 falando que o Bolsonaro saiu do governo que o Bolsonaro tentou proteger o Flávio acusar de corrupção. Hum. E agora, todo esse tadinho. Olha só. Tem a reação do Flávio. Vocês estão com a reação do Flávio aí? Vamos lá.
Vamos lá, Reinaldo, reação do próprio Flávio Bolsonaro, que utilizou as redes sociais para responder tudo isso. Escreveu o grande dia e um joinha, respondendo, retweetando o post do próprio secretário Marco Rubio, anunciando que o PCC e o Comando Vermelho entraram para a lista de organizações internacionais consideradas terroristas nos Estados Unidos.
Tem a reação do Carlos aí, eu espero que a gente consiga entender. É difícil, às vezes. É um texto, se for o caso, vai bem devagar que a gente tenta alcançar.
Vamos lá, então. Ele disse, saiu da, aspas, reunião que não aconteceria para a defesa de todo cidadão brasileiro que sofre com a violência de terroristas todos os dias. O início do fim dos diálogos cabulosos. Obrigado, Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. O início do fim dos diálogos cabulosos. Está falando do Flávio pedindo dinheiro para o porcargo?
Está falando do Flávio conversando com Adriano da Nóbrega, um miliciano lá atrás? Está falando do pai conversando dele com o Fabrício Queiroz? Do que está falando? Da intimidade com as milícias?
Ou então, quando se chegou ao comando vermelho infiltrado no governo do Rio de Janeiro, quando se foi ver um aliado deles. O que mais? Ah, o cérebro, o Figueiredo, vai.
Ele escreveu o seguinte também pelo Twitter. Missão cumprida, Flávio Bolsonaro. Fez mais pela segurança do povo brasileiro como pré-candidato do que Lula em três mandatos como presidente. E utiliza uma hashtag, thank you Rubio, agradecendo Marco Rubio. Deixa de falar bosta, cara. O Brasil tem cinco presídios federais. Os cinco.
foram feitos em gestões petistas. Quatro em governo Lula. São cinco. Quatro feitos em governo Lula. E um no governo Dilma, 70% dele, pronto. E concluído no governo Temer. São os presídios federais existentes no Brasil. A turma de vocês não só não construiu nada,
como fez o que fez com armamento pesado, permitindo que o tráfico de armas operasse do PCC, do CV, operasse livremente no Brasil com as leis.
sobre armas de Jair Bolsonaro, aquele que acabou com o rastreamento das armas pesadas no Brasil, sob o pretexto de permitir a todo cidadão se defender, acabou com o rastreamento das armas pesadas e com a multiplicação dos caques, forneceu mão de obra ao narcotráfico.
Paulo Figueiredo, o sócio do sujeito que foi preso agora, que é corrupto desde a CPI dos Correios, que lhe rendeu também uma caninha. Não é mesmo? Beijo, até amanhã. Prepara o seu coração Para as coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar. Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar. E a morte sem chorar.
Estava fora de lugar, eu vivo pra conservar. Na boiada já fui boi, mas um dia me mordei. Não por um motivo meu, ou de quem comigo oferece. Que qualquer questão...
De uma boiada O chuvagueiro
Boiadeiro muito tempo, laço firme, braço forte, muito gado e muita gente, pela vida segurei, seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei. Mas o mundo foi rodando, nas marcas do meu cavalo, e nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando, as visões se clareando, até que um dia acordar.
Valeu de lugar tenente, de dono de gado e gente, porque gado a gente marca, tanjo, ferro, corno e mata, mas que gente é diferente.
Se você não concordar, não posso me desculpar, não canto pra enganar, vou pegar minha viola, vou deixar você de lado, vou cantar no lugar. Na boiada já fui boi, boiadeira já fui rei, não convivem por ninguém que junto comigo oferece, que quisesse ou que pudesse.
Por qualquer coisa de seu, por qualquer coisa de seu, querer mais longe que eu. Mas o mundo foi rodando, nas patas do meu cavalo, e já que um dia montei, agora sou cavaleiro. Baixo firme, braço forte, um reino que não tem rei. Lá, lá, lá, lá, lá.
Você acompanhou o É da Coisa, na Band News FM. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!