O É da Coisa, com Reinaldo Azevedo | 22/09/2026: O civilizado Lula contra Trump, o bárbaro. E o STF
- Lula defende multilateralismo e soberania na ONU contra neocolonialismoBrasil não será quintal de ninguém·crítica à ingerência estrangeira em eleições·defesa da democracia na Nicarágua·crítica ao embargo a Cuba
- Trump faz discurso agressivo na ONU e ameaça intervenção militarameaças explícitas na América Latina·destruição do Irã e inferno·não existem direitos humanos para imigrantes ilegais·negação das mudanças climáticas
- Trump se orgulha de tomar petróleo da Venezuela e desestabilizar Cubamaior acordo de petróleo da história·ao vencedor pertencem os despojos·ação deliberada para desestabilizar Cuba·cartéis de drogas como organizações terroristas
- Intervenção estrangeira nas eleições brasileiras e o caso Flávio Bolsonaroimpulsionamento de conteúdo por estrangeiros·Donald Trump Jr. investidor da Polymarket·Matt Gaetz e apoio a Flávio·protesto em Nova York contra ingerência
- Lula critica corrosão do multilateralismo e obscurantismo científicoOMC funciona por aparelhos·tarifas como arma de coerção·negacionismo científico e COVID-19·campanhas antivacina e doenças erradicadas
- Lula denuncia falência da ONU e imobilismo do Conselho de Segurançacredibilidade da ONU em baixa·incapacidade de proteger os vulneráveis·direito de veto das grandes potências·guerra como falência total da política
- Lula aborda eleições brasileiras na ONU e critica ingerência estrangeiraescolha entre democracia e negacionismo·abuso da liberdade para interesses estrangeiros·redes de desinformação e debate público·sistema eleitoral moderno e robusto
- Lula defende soberania sobre terras raras e regulamentação de Big Techsacesso a minerais com contrapartida obrigatória·transferência de tecnologia e setores estratégicos·desafio da regulamentação das Big Techs·indústria das bets transforma vício em lucro
- Ministros do STF envolvidos em viagens e contratos suspeitosAndré Mendonça viaja em avião de sócio de Vorcaro·Lucas Calas da Cedro Participações·Luiz Fux tem viagem custeada por Daniel Vorcaro·advogada Camila Ramos banca viagem de Nunes Marques
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With VerboCare, help is always ready before, during, and after your stay. We've planned for the plot twists, so support is always available because a great trip starts with peace of mind. Agora na BandNews FM, O É da Coisa com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota.
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Ouça um bom conselho, eu lhe dou de graça. Inútil dormir que a dor não passa. Espere sentado ou você se cansa. Está provado, quem espera nunca alcança. Venha, meu amigo, deixa esse regaço, brinque com meu fogo, venha se queimar. Faça como eu digo, faça como eu faço, aja duas vezes antes de pensar. Corro atrás do tempo, vim de não sei onde, devagar é que não se vai longe. Eu semeio vento na minha cidade, vou pra rua e bebo a tempestade. Vou pra rua e bebo a tempestade. Vou pra rua e bebo a tempestade.
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo trial, pela Band News TV, LGT News, TCL Channel, Samsung TV Plus, canal 2043, e onde mais?
Precisa.
Boa noite, boa noite, sempre na Caverna do Unhudo, a anticaverna do Platão.
Exatamente. Boa noite, Vale o Bem, e a anticaverna do Platão, porque lá na Caverna do Platão todo mundo preso lá, a realidade que chega, projeções atrapalhadas, distorcidas da realidade. E na Caverna do Unhudo, lá nas profundezas de dois córregos, né, aí não, aí é a verdade Revelada? Não, a verdade conquistada. A gente precisa chegar lá e tal, não sei o quê, não é? Ó, é bom conselho do Chico Buarque no disco Caetano e Chico Juntos, de 1972, né, no Teatro Castro Alves, em Salvador.
É claro que a música aí tem um pouco espírito da época, né, Wally Bene, que nem é muito a cabeça do tio Rei, porque há um certo voluntarismo aí, né. Então, na verdade, seja imprudente. Não, eu sou a favor da prudência sempre. Agora, ao mesmo tempo, é preciso sempre ser firme, né. Tem hora que não se pode ceder e pronto. Fazer e para o confronto das ideias, né? Confronto das ideias, que é aquilo de que gostamos. Hoje a edição tem muita— sim, nós vamos falar de Supremo.
Ai, vai, o Beni! Mas olha, tem tanta gente pura que tá precisando de purificação. É, quando você vê, nossa, será que teria essa tentação do demônio? Ai, não sei, não sei, né? Nunca é aquela coisa, né? As pessoas, nós vamos falar disso, tem muito Supremo. Mas teve, houve dois discursos na ONU, à sua maneira históricos, o de Lula e o de Trump. E nós vamos aqui fazer, que você sabe, né, Wally Bene, é Jornalismo, em boa parte, também é edição, né?
Você pode ter ouro puro na mão, se você fizer caca, o ouro não serve para nada, né? E às vezes uma coisa que até com uma boa edição consegue se salvar, né? Mas nós temos aqui uma boa edição, né, do discurso do Lula e do discurso do Trump, que vale o bem mais uma vez encarnou, né? Fizemos aqui uma seleção tal e você viu, né, Wally Ben? Mais uma vez se comprovou, né? Quando tudo parece impossível, aí é que eu gosto, né? Método, método.
A vida sem método não é nada, mesmo quando há um pouquinho de loucura para lembrar Shakespeare, Wally Ben. Lula na ONU. É, fica, tem muito Supremo, hein, tem muito Supremo. Oi, Fux! Oi, Mendonça! Lula na ONU: o Brasil não será quintal de ninguém.
O presidente Lula abriu hoje em Nova York a fase dos discursos de chefes de Estado da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Foi a mais forte de suas 10 intervenções naquela tribuna ao longo da história. Sem meias palavras, Lula mandou um recado direto aos Estados Unidos. Ele afirmou que o Brasil não é quintal de ninguém e acusou a ingerência estrangeira no processo eleitoral, dizendo o seguinte: a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos.
Defendeu a democracia na Nicarágua e criticou o embargo a Cuba. A gente vai ouvir o que disse o presidente brasileiro.
Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém. Precisamos, precisamos de parceiros com uma agenda positiva que fomenta o desenvolvimento. Diferença ideológica não deve ser obstáculo para maior integração entre vizinhos. Os países da região reconheceram o horror do regime de exceção.
Percorremos um longo caminho para restaurar a vontade popular. A democracia está novamente em xeque. Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constitui gestos anacrônicos. O povo venezuelano merece definir o seu próprio destino. A Nicarágua não vai resolver os seus problemas impedindo a oposição de disputar eleições.
A crise no Haiti continua a testar os limites da indiferença da comunidade internacional. Em Cuba, o mundo assiste estarrecido. A punição coletiva importa 10 milhões de pessoas por um embargo econômico num energético ilegais.
Aplaudo, está certíssimo. Nós estamos vivendo hoje em plena, em plena emergência, não, no exercício de uma política neocolonialista que o Trump está impondo. E para quem gosta de história das ideias, é o meu caso, gosto assim, sou um admirador, porque acho que há coisas muito boas produzidas por historiadores das ideias, né? Mas todo mundo já percebeu, quem conhece a minha base de formação, é sim marxista no seguinte sentido. Ah, já sei, a luta armada.
Deixa de falar bosta. Vai estudar! It's time to get Brex AF. Learn more at brex.com/af. Não, é considerar a importância da base material da sociedade na formação das sociedades, da questão econômica. É disso que se trata. A idiota que até hoje não sabe que o Marx era um grande admirador do capitalismo, olhe bem, isso. Como superação do que veio antes. Mas, e aí sim, entendia que tinha de partir dali para aquilo que considerava ser evolução da sociedade.
Aí as coisas são polêmicas, nós podemos discutir, mas eu sugiro que antes de falarem porcaria por aí, estudem, porque os livros estão ao alcance da mão, né? O meu mesmo tá aqui, ó, tá bem ao alcance da minha mão. Aí Tá aqui, ó. Deixa protegidinho assim. É o Capital. Deixa protegidinho assim que é para não ficar pegando poeira, tal. Mas quem quiser pode ler em vez de falar porcaria. Não, a minha concepção é essa. Agora, atenção, concepção essa no sentido da base material da sociedade.
Agora, atenção, o Lula hoje, o Lula hoje talvez seja o mais importante líder em defesa da perspectiva capitalista democrática. Daí que seja um defensor, nós vamos ver mais adiante, do multilateralismo. O multilateralismo, isto é, reconhecer que são vários os atores do mundo, é a expressão do poder das nações dentro de um mundo globalizado que o Trump rejeita. E aí então ele coloca os Estados Unidos numa perspectiva atrasada, neocolonialista, de tomada mesmo dos países, de tomada de riqueza dos países.
Um atraso fenomenal, uma coisa brutal. E aí o Brasil está O Brasil é considerado, existe, nós vamos ver, nós vamos estudar isso direitinho aqui hoje, eu vou explicar tudo. Existe uma doutrina para isso que o Trump está atualizando, que vem lá do começo do século 19, das duas primeiras décadas do século 19 nos Estados Unidos, da doutrina Monroe: América para os americanos. E aí toma o Brasil como quintal. Vocês vão ver daqui a pouco o Trump se orgulhando sem meias palavras de ter tomado o petróleo da Venezuela.
Ô, Wally Ben, você deu voz a isso, Wally Ben? Isa, você acredita, Wally Ben, esse agente imperialista? Sim, nós fomos lá, pegamos trechinho, traduzimos, deu voz a esta merda, a esta zerda. Assim, com a maior cara de pau. E aí a ingerência eleitoral comprovada. Eu tô falando isso porque alguns colunistas ficaram tão chocadinhos porque o Lula falou de eleição. Ai, bonito é o Flávio ir lá e entregar as terras raras do Brasil. E quando vier a público o que realmente tá em curso, talvez muita gente fique, até do que tá simpática com ele, fique chocada.
Então faz muito bem falar, é disso que se trata, é disso que se trata. E aí falou, gostei de ter falado da Nicarágua, que fica, aí Lula defende Ortega, eles estão rompidos. Estão rompidos. A embaixadora da Nicarágua foi embora, do Brasil veio de volta. O Lula não tem nada a ver com aquele orelhudo ditador. E aí, se fosse um ditador de orelha pequena, continuaria ruim. Não é o tamanho da orelha que faz a qualidade do ditador, não é mesmo, minha querida Isa?
Não, não tem nada a ver.
Não, é o ditador que faz a qualidade da orelha. Cuba. Lula falou de Cuba, do embargo. Reinaldo, você acha que Cuba tá ruim só por causa do embargo? Não é só por causa do embargo, mas o embargo prejudica muito. Vai o Trump, vocês vão ver, diz: vou tomar Cuba. O mais violento discurso da história da ONU. E os fofinhos aqui, ai, o Lula não deveria ter falado de eleição, sendo que tem os caras lá advogando, defendendo a intervenção dos Estados Unidos no Brasil, no processo judicial brasileiro.
A carta que o Lula recebeu no dia 9 de julho do ano passado era o quê senão a intervenção dos Estados Unidos no Brasil, aquela que começava falando Bolsonaro e falava de tarifa. E aí sim, o Lula faz uma defesa enfática do multilateralismo. Que é o multilateralismo? É um mundo em que existem os Estados Unidos Mas existe União Europeia, existe a Rússia, existe a China, existe a Índia, existe o Brasil. E veja, tirando Estados Unidos e União Europeia ali, o resto forma os BRICS, por exemplo, com a África do Sul e outros países que se agregaram depois, que é um assento que o Brasil tem num fórum internacional e multilateral.
Que vai o Zema, o homem do ovo, e diz: não, se eu ganhar, eu vou tirar o Brasil do— vai, vai se catar, cara! Vai estudar, vai cuidar das suas empresas, vai fazer qualquer coisa da vida, vai fazer nada, que talvez fazendo nada ele seja muito produtivo. Tem gente que trabalhando a metade rende o dobro, olha bem. Se não trabalhar nada, a produtividade bate no topo, entendeu? Isso me lembra uma situação específica de trabalho e tal, que chegaram lá para um amigo meu falar: não trabalha, trabalha mal, trabalha pouco.
Deixa trabalhando a metade, rende o dobro. É, e tem gente que às vezes o trabalho rende bem, mas tem gente, se não fizer nada, rende muito, né? Só com a poesia do silêncio. Lula faz uma defesa enfática do multilateralismo. Vamos!
Lula afirmou que os pilares do multilateralismo estão sendo corroídos, que a Organização Mundial do Comércio funciona por aparelhos, e também atacou o obscurantismo científico que tem se espalhado. Vamos ouvir o que ele disse.
Senhoras e senhores, os pilares do multilateralismo estão sendo corroídos. A Organização Mundial do Comércio respira por aparelhos. Quando os governos capitulam frente aos que usam tarifas como arma de coerção e chantagem, as consequências são nefastas. Na era da desinformação, onde os obscurantistas resistem às evidências da ciência, nunca esqueceremos das milhões de vidas perdidas pelo descaso no enfrentamento da COVID-19. Campanhas contra vacinas estão trazendo de volta doenças que julgávamos erradicadas.
Enfraquecer a Organização Mundial da Saúde torna todos mais vulneráveis. Até pouco tempo, a resposta à mudança do clima estava consolidada no centro da agenda internacional. Este ano o tema desapareceu do debate do G7, do debate do G20, fóruns que reúnem os maiores emissores de carbono do mundo. É hora de retomar a ofensiva e impor uma derrota ao negacionismo.
Alguém discorda? De fato, agenda climática em declínio, os negacionistas, a volta de doenças. Aqui o Brasil enfrentando surto de sarampo e gente como Nicolas Ferreira fazendo proselitismo contra vacina. Outro dia eu vi um quadro de humorista. Se acharem o nome, eu dou o santo, vocês me dão o nome, que é legal dar o nome. Ele disse o seguinte, que ele tem vontade de fazer com essa gente contra vacina, fazer um reality e fazer o seguinte, Isa, olhe bem: coloca gente vacinada e não vacinada ali que topa participar, né?
E depois coloca umas pessoas contaminadas lá. E aí vê no fim quem é que sai bem, quem que sobra, né? É assim, coisas, esse absurdo, essa coisa bárbara que volta. O secretário de Saúde dos Estados Unidos, aquele Ken Jr., aquele tarado que manda a pessoa, sabe como é que vocês têm que se imunizar? Mamar na teta da vaca, leite cru. Para que tomar vacina? Mama na teta da vaca.
O humorista foi o Afonso Padilha, que aliás é nosso—
foi Afonso Padilha, é esse mesmo, Afonso Padilha. Afonso Padilha, desculpe, Afonso Padilha, não lembrei na hora. Foi esse mesmo, é isso mesmo. Quer participar? Vamos fazer. É que claro, não seria permitido, e eu também tô— é um quadro de humor, é bom que fique claro, não é uma sugestão a sério. Mas que, como todo humor, ridendo castiga timores, rindo moralizam-se os costumes, que é o lema do Arlequim, né? Pelo humor você diz coisas importantes e verdadeiras.
Daí aquela máxima do Casseta e Planeta que eu adorava, que eles diziam: humor verdade e jornalismo mentira. Que ultimamente, olha, olha que não tá fácil. E aí nós vamos voltar, tem outros trechos do Lula importantes, mas agora nós vimos aqui um líder de esquerda, de um partido de esquerda, defendendo multilateralismo, defendendo a convivência pacífica entre as nações, defendendo a cooperação a autodeterminação dos povos, ao falar da não ingerência.
E aí veio Trump. Nesse primeiro momento aqui eu fiz um texto que é uma síntese do que foi o discurso todo do Trump, e depois nós vamos ver por pedaços na voz do glorioso Voglio Bene, que sempre que o Trump fala, ele fala: eu quero porque eu me sinto confortável falando essas coisas. Ele adora, que é o que eu penso. Eu falo, puxa, olha o Benny, com aquele topé tão bonito, menino tão bronzeiro. E meu amor, eu esqueci de novo meu celular.
Vai, o Augusto, fala para minha mulher. Outro dia o Jeffs me deu uma bronca, falou, porra, não consegue trazer o celular? Eu vou para o quarto. É que eu tava, eu tava aqui com uma roupinha, vai, Benny, que era meio um pijama assim. Eu achei que não ficaria bem, tava sexy, mas eu achei que não ficaria bem. E eu fui para o quarto trocar e esqueci. Trump faz discurso mais agressivo da história da ONU, da história da ONU, desde que existe, desde que ela substituiu a Liga das Nações pós-guerra.
Foi o discurso mais agressivo da história, sem nem humor que tinha o Khrushchev em 1960. Vai.
O discurso de Trump que se seguiu ao de Lula não foi uma resposta ao presidente brasileiro porque já tava pronto e seguiu a transcrição divulgada pelos dos Estados Unidos. Mas como ficará claro, foi o avesso de tudo que disse o brasileiro. Trump fez, como você disse, o mais agressivo discurso da história da ONU. Depois de cantar as próprias glórias sobre supostos sucessos na política externa, investindo na fantasia de que acabou com 8 guerras, fez ameaças explícitas de intervenção na América Latina, citando Venezuela e Cuba, chegando a antever uma intervenção nesse país.
Também voltou a ameaçar a destruição do Irã, prometendo o inferno E diz com todas as letras que não existem direitos humanos para imigrantes ilegais. Tem mais. Conclamou a renúncia coletiva os membros do Tribunal Penal Internacional, que não seriam boas pessoas. Trump ainda comparou os temores sobre a inteligência artificial às críticas ao desequilíbrio climático, voltando a negar as mudanças climáticas. O presidente americano afirmou também que crianças estariam sendo mutiladas em razão do discurso de gênero, e apontou uma certa guerra que haveria no mundo contra os cristãos.
Reinaldo, tem alguma coisa que presta no discurso? Não, não. Uma das coisas, um troço absolutamente constrangedor, e vocês vão ver no detalhe. Guerra contra os cristãos? Não existem extremistas, claro, islâmicos terroristas que atacam cristãos, mas tem uma guerra mundial contra os cristãos? Você tem na Nigéria grupos ali que entram em confronto, mas tem países em que o cristianismo é proibido que são aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio.
A maior base americana no Oriente Médio, na Arábia Saudita, o cristianismo é proibido. A guerra contra os cristãos que ele fala, não pensem que ele tá se referindo necessariamente a conflitos com eventuais grupos extremistas islâmicos, não. Ele tá falando a guerra que existe aqui no Ocidente, olha bem, contra os valores cristãos. Que guerra? Isso é uma tara da extrema-direita religiosa americana que estaria vendo a destruição dos valores cristãos dos Estados Unidos e do mundo, especialmente da extrema-direita evangélica lá, que uma parte veio para cá.
Isso não existe, é um delírio. Criança sendo mutilada, onde é que tem mutilação de crianças? Tem mutilação de crianças, tem mutilação de meninas que tem o clitóris extraído em alguns países aliados dos Estados Unidos, e não tem nada a ver com gênero. Tribunal Penal Internacional, saiam todos! Alguma forma de que hoje até alguns grandes da inteligência artificial acham que é preciso ter uma regulação internacional? Não, regulação nenhuma!
Isso daí é delírio, como delírio do aquecimento global, que também nunca aconteceu. Não, nós estamos vendo. Ó, vai o Hoje quase que eu coloco isso, a música: mas é claro que o sol vai voltar amanhã. Tudo que eu odeio tá junto hoje: frio, chuva, céu cinza, essa coisa horrorosa, fora de época. É o Ninho, mais mudança climática, e ainda chegaram. Vai ver lá o Rio Grande do Sul já de novo, mais de 100 cidades atingidas por enchentes.
E assim é no mundo, mas Isso aqui foi uma síntese que eu fiz. Agora nós vamos ouvir aqueles momentos em que Wally O'Bannon entra nos mistérios gozosos, assim, que ele fala assim: aí sim! Que tudo que o Wally O'Bannon queria era tomar o petróleo da Venezuela, ele vivia defendendo isso, né, Isa? Não via? Sim, todo dia tem que tomar o petróleo da Venezuela, tem que tomar! E aí o Trump falou: deixa comigo.
Se Lula defendeu a autodeterminação dos povos, como vimos, Trump, sem nenhum receio, se orgulhou de ter tomado o petróleo da Venezuela e disse que os Estados Unidos farão isso sempre que necessário. Vamos conferir.
No mês passado, assinamos o maior acordo de petróleo da história, cobrindo 65 bilhões de barris de petróleo, que beneficiarão tanto a Venezuela quanto os Estados Unidos e ajudarão a reduzir o custo da energia em todo o mundo. Isso está começando agora, está acontecendo. As maiores empresas de petróleo do mundo estão entrando e os números são absolutamente incríveis. Quando somamos os Estados Unidos e a Venezuela, temos mais de 60% do petróleo do mundo.
Então talvez seja o maior negócio. Foi uma guerra, mas é talvez o maior acordo que já foi feito. Ao vencedor pertencem os despojos. Todos vocês já ouviram isso. Nossas ações na Venezuela são prova de que os Estados Unidos não permitirão mais que ameaças contra a América obtenham apoio em qualquer lugar do hemisfério ocidental. E se necessário, usaremos nosso poder militar para garantir os interesses nacionais dos Estados Unidos.
Como vocês sabem, a Venezuela tinha os equipamentos mais sofisticados do mundo fornecidos por outros países, e adivinhem, não funcionou.
Às vezes não adianta, ninguém me vencerá pela melancolia. Tem um livro do Machado chamado Quincas Borba, que é assim, o Quincas Borba é uma personagem que aparece no Brás Cubas, que era um amigo malucão do Brás Cubas, que já não era bom da veneta. E o Quincas Borba tinha uma, ele criou uma filosofia, não sei se Quem leu para o colégio, que era o humanitismo. E ele tinha uma máxima: ao vencedor as batatas. Ao vencedor as batatas, né?
Sim, ao vencedor as batatas numa corrida pelas batatas. Ao vencedor os despojos. Olha a lógica da guerra. Se ao vencedor os despojos, nenhuma guerra terminaria, nenhum acordo existiria. E portanto, é o homem como lobo do homem. É muito impressionante que diga isso e que diga de cara limpa: tomei o petróleo da Venezuela, foi um grande negócio. É claro que é uma guerra, Wally O'Berry, claro, claro, uma guerra. Uma guerra, mas tomei.
Nunca aconteceu isso na ONU, nunca aconteceu isso na ONU. Tem uma exceção, vocês acham no YouTube, talvez achando o vídeo, a gente coloca sem som. Em 60, Khrushchev, que era o líder soviético, foi, fez um discurso duro, com certo humor e tal, mas ele ficou muito bravo com a intervenção de um filipino E ele esmurrava a mesa e se criou um mito de que ele teria pegado o sapato e batido com sapato, né, que teria sido maravilhoso, mas não aconteceu.
E como Khrushchev originalmente era um camponês que cresceu na militância e tal, se dizia que ele era grosseirão e não sei o quê, né. Mas fez um discurso duro, mas isso assim nunca Nunca, nunca, nunca. E lá falar: tomamos o petróleo da Venezuela e fizemos um grande negócio e vai ser muito bom. Isso não é globalização, isso não é multilateralismo, isso é neocolonialismo, que é o que eles querem fazer com as terras raras no Brasil.
E já tem gente aqui que já fez o acordo, caso as coisas saiam como querem, esses caras querem. Isso virá público direito ainda, tá? Aliás, pare com esse negócio aí que tá na internet de que eu teria vídeo de não sei o quê. Eu não tenho vídeo de ninguém, gente. Vídeo secreto, eu? É verdade que você tem vídeo de não sei quem que tá com cueca?
Eu?
Nossa, quem tem publica. Não, eu não, não tenho vídeo de ninguém. Eu tenho apuração, furos de enfoque, análise. É isso que eu tenho, não tem vídeo. No caso, vídeo do Flávio não tenho. Eu acho que, pelo amor de Deus, vocês acham que o que saiu do Flávio é pouco? O que saiu do Flávio até agora é pouco? Eu não tenho. Eu sei e já andei lendo sobre negociações que andaram fazendo sobre terras raras com empresas americanas, já tudo acertadinho.
Isso sim. Só que faltam detalhes que eu acho que o jornalismo investigativo vai trazer a público. Que a disputa agora em torno disso. Eu lá quero saber quem transou com quem, quem traiu quem. Isso não é problema meu, isso não é problema meu. Sendo espontâneo, olha bem, sendo espontâneo, sendo entre quatro paredes, não tendo criança, não tendo bicho, para mim eu lá tenho. O que que eu tenho a ver com isso?
Né?
Agora, negócios que digam respeito ao Estado brasileiro, aí sim, vai o cara: tomei mesmo, tomei mesmo um país e agora vou tomar outro. O Lula falou do absurdo do embargo, ele se referiu a Cuba. O tarado do Marco Rubio, que parece que tentou falar com Lula, não conseguiu e tal, queria o quê? Dizer o quê lá? Garantia, sou idiota? Trump anuncia em plena ONU a desestabilização de Cuba. Nossa, o Fidel, que já discursou lá em um.
Sim, depois de Lula ter falado do absurdo embargo que ainda pesa contra Cuba, Trump confessou que atua abertamente para desestabilizar o governo daquele país. Tratado como uma ameaça aos Estados Unidos. Vamos acompanhar. Minha administração também está buscando uma mudança fundamental na situação em Cuba, onde o regime comunista está sob grande pressão, a maior pressão que já sofreu. É um estado absolutamente falido, está falhando como nunca antes e vai cair.
Marco Rubio está conduzindo uma negociação, ele está muito envolvido nas negociações com Cuba. Vamos ver o que acontece. Não permitiremos que uma porta de entrada seja usada por adversários estrangeiros para ameaçar a América bem na nossa própria porta. O regime cubano também passou décadas coordenando-se com radicais de esquerda e redes comunistas aqui nos Estados Unidos. Nosso Departamento de Estado detalhou que eles cultivaram ligações com grupos subversivos e radicais como Partido Comunista, Cuba e os Democratas Socialistas da América.
O comunismo nunca virá para América, mas a liberdade virá para Cuba e a segurança virá para o México. Estou muito orgulhoso de dizer que temos uma relação muito boa com o governo mexicano. Fizemos grandes esforços, grandes esforços com o México. Eles também não querem os cartéis. E quando esse dia chegar, toda essa região será um lugar melhor, mais seguro e mais bonito para viver.
Vocês viram a mistura? Primeiro que parece que ele descobriu que Cuba é comunista. Aí Cuba, cartel e tal, e o Marco Rubio confessando ação deliberada para desestabilizar um país. De novo, isso nunca aconteceu assim. Não, é a primeira vez, a primeira vez. E outros ataques abjetos que ainda vamos ouvir hoje. E aí o presidente brasileiro acertadamente Apontou que a ONU nunca foi tão irrelevante desde que existe.
O presidente Lula afirmou hoje que a Organização das Nações Unidas está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. O chefe do Planalto, que discursou na abertura da Assembleia Geral da ONU, afirmou que todos somos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel. A gente vai acompanhar agora.
Desde que ocupei pela primeira vez essa tribuna em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação. A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca teve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército nem arsenais, nunca foi tão pequena. Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel.
Em 1946, já na primeira sessão desta Assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo no direito de veto. Esse vício deu origem da Carta da ONU, conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez. Os líderes dos países que integram o Conselho de Segurança precisam se reunir. Não desconheço a realidade do poder, mas as concessões à lei do mais forte já passaram dos limites. Isto não é idealismo, é o mais puro realismo.
A guerra não é a continuação da política por outros meios, é a falência total da política. No mundo interdependente, liderar é conciliar interesse da pátria com o da humanidade.
Bom, é de novo, quem poderia negar o que tá aí. Inclusive a frase do Clausewitz, né, a guerra é a diplomacia por outros meios. Não, é a falência, é a falência da democracia. Tem um presidente com peso, com importância, que tem o Lula falando contra a guerra. Desculpem, alguém vai querer comparar um discurso desse que nasce póstumo, no seguinte sentido, do Nietzsche, isso ainda fará mais sentido no futuro. Já faz um grande sentido hoje, mas ainda fará mais sentido para gerações futuras, porque nós estamos assistindo à barbárie.
Lula discursou antes. Por tradição, o Brasil abre a sessão na parte dos chefes de Estado, depois o secretário-geral do presidente, e o Trump falou em seguida. E como nós destacamos aqui, não foi uma resposta ao Lula, porque o discurso estava pronto, tinha sido divulgado já. Enquanto Lula fala que a guerra como está e as guerras como estão e o que tá em curso é a falência da ONU, pior momento da ONU, vai aquele que se quer o dono do mundo e diz e ameaça na Assembleia Geral transformar o outro país no inferno. Então, se Lula apontou uma coisa, pode ir direto para o vídeo.
Vamos lá.
Mas tem uma grande decisão a tomar. Um acordo será feito com Irã que permita que ele se reconstrua e crie um país muito maior do que jamais foi. Pode ser um dos maiores do Oriente Médio. Ou até mesmo do mundo. Ou eu aniquilo a República Islâmica e faço isso rapidamente, não lhes dando mais oportunidade de matar e destruir pessoas e países novamente. Eu os mando para o inferno, sem chances de sobrevivência e sem esperança de grandeza ou de gerações futuras.
Mas acredito que faremos um acordo logo após a eleição, porque não faz sentido para eles não fazerem isso. Eles estão esperando para ver como eu me saio na eleição de meio de mandato. O que eles não percebem é que eu não estou concorrendo. Eu já fiz isso e ganhei por uma avalanche. Nós ganhamos por uma grande avalanche e eu estarei aqui por mais 2 anos e meio.
Olha que tem gente que até tá começando a achar que não dura tanto, porque é possível tirar um presidente doido do poder nos Estados Unidos. Deixa eu dizer uma coisa, a minha simpatia pelo Irã nunca ninguém me ouviu falar bem do Irã? Nunca, jamais. Ao contrário, né? Eu me lembro quando Foucault publicou um livro sobre a Revolução Islâmica, dei uma porrada, que evidentemente o Foucault não sabia quem eu era, ignorou, vale bem, mas eu dei.
Não quero saber. Eu agora preciso que gente poderosa leia o que eu escrevo? Porque não, Enfim, poderosa, famosa, falo o que eu quero, acabou. Não, aquilo é um horror. Agora, de novo, na ONU ele não tá, ele não tá numa convenção do Partido Republicano, ele não tá falando com a turma dele, não tá nem mesmo falando para o governo dele. Não, ele está falando na ONU, ameaçar transformar o outro país no inferno, destruir o outro país.
De fato, o Lula foi o anti-Trump ali. Que bom! Felizmente, felizmente temos um presidente que não fica de joelho por uma aberração como essa. Rufar de tambores, Vale Bene, tá aí que agora nós vamos para a parte que deixou uma parte do colunismo completamente nervosa, tá? A gente guardou o Rufar de Tambores?
Sim, deixa eu só encontrar, mas eu acho em um segundo.
Vamos encontrar agora. O Vale Bene tá achando aqui. De novo, olha bem. Lula e eleição no Brasil, democracia versus negacionismo.
Vai.
Naquele que será certamente considerado o trecho mais polêmico do seu discurso, Lula se referiu ao processo eleitoral no Brasil e afirmou que a escolha será entre democracia e negacionismo, acusando os que abusam da liberdade para se associar a interesses estrangeiros contrários ao Brasil. A gente vai acompanhar.
No dia 4 de outubro, milhões de brasileiras e brasileiros vão às urnas para definir o seu destino. Não vão apenas eleger o presidente da República, governadores estaduais e representantes do Poder Legislativo. Vão decidir entre democracia e negacionismo, se o Brasil vai avançar rumo a um futuro de mais oportunidades ou regressar a um passado de exclusão. Teremos um pleito transparente, competitivo, que em todos os candidatos desfrutam da mais ampla liberdade de expressão.
Sabemos que alguns abusam dessa liberdade para se associar a interesses estrangeiros contrários ao país. Não subestimamos o desafio das redes de desinformação que pretendem desvirtuar o debate público durante a campanha. Mas possuímos um sistema eleitoral moderno e robusto. Sob o olhar atento de uma cidadania plural e de uma imprensa livre, não permitiremos que os inimigos da democracia, internos e externos, atentem contra a vontade popular.
A democracia brasileira pertence aos brasileiros. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém, ninguém nos afastará desse caminho. Que Deus nos abençoe a todos e muito obrigado.
E aí começou a história de que, ó, que absurdo o Lula falar isso, porque afinal de contas nós estamos em processo eleitoral. E aí levou o processo eleitoral para a ONU, Não, vamos ver, tem algumas coisinhas aí que precisam ser lembradas. Um candidato aqui, o Flávio, foi para os Estados Unidos pedir ajuda ao Trump, foi lá pedir ao Trump que se fosse para aplicar tarifa no Brasil, que fizesse depois das eleições para não haver o risco de as tarifas de algum modo beneficiarem o Lula.
O candidato daqui foi lá, fez a mesma coisa quando foi para tal da CEPAC, a reunião da extrema-direita, e lá oferecer as terras raras brasileiras. Mandou uma carta para Marco Rubio, que ficou tweetando contra o Lula, mandou uma carta dizendo: se eu vencer colocarei o governo de transição a serviço dos Estados Unidos. E isso para o mundo inteiro. O Lula deveria não falar sobre esses processos de intervenção? Sim, isso está dado.
Idealmente, idealmente, a questão interna ficaria fora. Agora veja que o Trump não deixou nada de questão interna fora, né? Idealmente ficaria fora, mas idealmente você não tem uma família atuando nos Estados Unidos para punir o Brasil, para punir autoridades brasileiras, ou tem? Desculpem, o discurso foi impecável. O discurso foi impecável porque isso está— nós vamos ver que está em curso. Isso resta evidente. Não foram eles aí lá fora pedir que o Donald Trump considerasse PCC e Comando Vermelho organizações terroristas?
Aí eles dizem as milícias também, mas as milícias, né, para quem, Flávio, destinou dinheiro para miliciano ainda agora recentemente, não é mesmo? Uma emenda para o miliciano envolvido na morte de Marielle, para quem tem o Bacelar como aliado no Rio de Janeiro, Rodrigo Bacelar, quadro do PCC. Então aí sim, o que a gente tem é um processo de intervenção que vocês verão, que tem até posts a respeito, tem organizações a respeito. Impulsionamento.
Mas a questão das organizações criminosas, e aí nós voltando para Trump, é a feição que tomou a ameaça. Do que é que eu estou falando? Vamos para 9.
O mundo inteiro sabe que a chamada política norte-americana de combate a cartéis de drogas e ao crime organizado de Trump é a face visível da política de intervenção nas Américas, apelidada de Doutrina Monroe. Uma fusão de Donald com James Monroe, que governou entre 1817 e 1825 e cujo lema era América para os americanos. E Trump, claro, falou dessas organizações absurdamente comparadas ao Estado Islâmico.
Durante décadas, outras administrações permitiram que grande parte dessa região fosse dominada por gangues violentas e cartéis de drogas sanguinários, desestabilizada por migração incontrolável e infiltrada por adversários estrangeiros hostis. Mas não mais. Estamos reafirmando o poder americano, incluindo o poder militar americano onde necessário, em nossa região e em todo o mundo, para criar um futuro mais seguro para todos nós.
Está acontecendo e está acontecendo rapidamente. Após assumir o cargo, designei os cartéis de drogas como organizações terroristas estrangeiras E liberei as forças armadas dos Estados Unidos para eliminá-los. Os cartéis são o Estado Islâmico do hemisfério ocidental. Não são boas pessoas, são inimigos da civilização, usando assassinatos, estupros, tortura e extorsão como instrumentos de terror. Como o Estado Islâmico, deveriam ser mortos, exilados ou detidos como combatentes inimigos, sem possibilidade de libertação, que é o que estamos fazendo.
Alguém por acaso acha que são boas pessoas? Como lembrou o presidente, as penas, lembrou isso lá no discurso também, as penas para organização criminosa é até superior ao terrorismo. Acontece que essa é desculpa para que os Estados Unidos aleguem ameaça existencial e possa fazer intervenção que bem entenderem. É a forma que a intervenção tomou, é uma das formas, mas há outras. O impulsionamento proibido de estrangeiros no Brasil, Proflávio, está em curso, está agora neste momento em curso.
Tem empresa de filho de Donald Trump envolvido nisso. Parece piada, mas é assim. E aí o Lula não pode falar? Ó não, não vou falar. Há um limite nas coisas, né? Vai lá, que eu tenho 10.
Lula não delira quando fala da intervenção estrangeira em eleições. Contas registradas fora do Brasil no X, o antigo Twitter, tem feito e impulsionado publicações em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República. Nos posts, usuários estrangeiros têm divulgado previsões da plataforma de apostas Polymarket que apontam um favoritismo de Flávio na eleição brasileira. Eles também dizem que Flávio vai salvar o Brasil e derrotar o esquerdismo na América Latina.
As postagens favoráveis a Flávio foram identificadas pelo próprio X como uma paid partnership, ou seja, uma parceria paga, que é um selo da plataforma que avisa quando uma publicação foi patrocinada ou incentivada por uma marca ou funcionário. O impulsionamento de conteúdo na internet por terceiros, seja no Brasil ou no exterior, é vedado pela Lei nº 9.504/97. O X sinaliza apenas que a publicação é patrocinada, mas não é possível identificar quem foi o responsável por pagar por isso.
E Donald Trump Jr., filho de Donald Trump, é investidor da Polymarket por meio da própria empresa, a 1789 Capital e integra o conselho consultivo da Polymarket desde 2025. A entrada dele no conselho foi anunciada pela própria plataforma após o aporte do fundo.
Isso aqui não é opinião não, hein? Isso não é opinião, tá? Pula 11.1, vamos para 11.2. Tá faltando uma coisa aqui. A gente lembrou, a gente lembrou ontem que aquele Matt Gaetz, que foi indicado como secretário, né, tá faltando a 11 aí, né, não veio, não tá 11 aí, que aquele Matt Gaetz que foi indicado como secretário de Justiça dos Estados Unidos Estados Unidos. Isso, e procurador-geral, procurador-geral, porque lá é a mesma coisa, né?
O Ministério da Justiça correspondente e o procurador-geral são a mesma pessoa. Ele foi uma das pessoas a publicar coisas dizendo que o Flávio vai ganhar, mercado financeiro. Aí o Trump homenageando, o Trump, o Elon Musk, o Elon Musk Isso tá em curso, está em curso, né? Tanto é que o Lindbergh pediu investigação. Vai lá, 11.2, depois a gente volta.
Lindbergh Farias apresentou ao STF, Reinaldo, uma notícia de fato com o objetivo de requerer a investigação de uma possível entrada de recursos de origem estrangeira na campanha de Flávio Bolsonaro à presidência da República. Em vídeo nas redes sociais, o aliado de Lula se manifestou sobre o assunto e a gente vai acompanhar agora.
Eles estão impulsionando conteúdos para ajudar Flávio Bolsonaro dos Estados Unidos. Isso é proibido, vou acionar o TSE. Mas vamos aos casos concretos. Hoje, Matt Gaetz, esse cara foi deputado da extrema-direita republicana, foi indicado pelo Trump para ser procurador-geral, não conseguiu ser porque tava denunciando denunciado num bocado de processo sobre tráfico sexual, envolvimento sexual com menores. Esse cara, nós vamos estourar demais, mas tá aí a intervenção, tá aí.
Mas fosse só isso, tem desde as redes sociais até o processo de intervenção ela mesma e de ameaça. E isso não é opinião, isso é fato. É isso aí.
Ou essa coisa.
Muito bem, estamos de volta. E houve um protesto lá em Nova York contra o Flávio, essa coisa, digamos, entreguista.
É, na última madrugada, horas antes do início da sessão de discursos da 81ª Assembleia Geral da ONU, manifestantes projetaram em Nova York imagens geradas artificialmente com Flávio Bolsonaro entregando a faixa presidencial do Brasil a Donald Trump. O protesto, feito pela organização Choose Democracy em aliança com ativistas brasileiros, ocorreu em diferentes locais da cidade, como a Ponte do Brooklyn e a torre de ventilação do Holland Tunnel.
Os organizadores questionam a ideia de que o futuro político do Brasil possa ser decidido com participação ou influência de autoridades estrangeiras. Daniel Hunter, da Choose Democracy, afirmou o seguinte: democracia não é apenas sobre quem ocupa um cargo. Diz respeito a quem tem o direito de decidir o futuro de um país. Quando esse direito está sob risco de ser comprometido pela interferência de uma potência estrangeira, o povo tem todo o direito de dizer: quem manda no nosso país somos nós.
Olha aí, independentemente do lado que você ocupe e das escolhas que se façam ideológicas ou de qualquer outra natureza, né, eu sempre entendi como inaceitável que um país resolva fazer imposições dessa natureza a outros, especialmente processo eleitoral. Entenda, a pessoa ter uma preferência— olha, se o Trump falasse: eu prefiro que o Flávio ganhe, todo mundo sabe que ele prefere, tá bom, prefere que Flávio ganhe, tá bom, e daí?
Eu não tenho problema nenhum, pode A questão não é essa, é que há documentos nos Estados Unidos deixando claro que a tarifa era um instrumento, inclusive, para que o Trump tentasse forçar a vitória do candidato. Não sei se ajuda, acho que não ajuda muito, mas não interessa. Um secretário de Estado nos Estados Unidos publicando no X mensagens contra o presidente de um país, de um país com o qual se tem relações amigáveis há mais de 200 anos?
Que sentido faz isso? Mobilizar, como já está claro que mobilizou o Javier Milei, Para que faça o trabalho sujo do ataque. Então esse tipo de coisa é insuportável. As redes sociais obviamente sem controle. O Lula chegou a falar das Big Techs. E da regulação como exercício de soberania, porque evidentemente elas têm uma agenda, e essa agenda também está clara. Ah, isso não interessa, eu acho que se o Brasil for subordinado aos Estados Unidos é assim que tem de ser.
Tá, não tá proibido de achar isso, pode achar. Agora, existem regras, o país tem uma Constituição, existem leis internacionais, que vai um biltre como conhecido, como aquilo que a gente viu, e diz: eu não preciso respeitar nada disso, se me der a vontade de tomar o petróleo de um país, eu vou lá e tomo. Porque eu cheguei à conclusão, vale o benício, que foi um grande negócio. E agora Cuba, olha lá, Cuba enfrentando dificuldades.
Nós vamos tomar, é o próximo país que nós vamos tomar. Nós estamos anunciando aqui, né? E tudo obviamente em nome da liberdade. Quem o faz? O presidente que proíbe a cobertura da imprensa. Na pátria da liberdade, não é mesmo? É isso aí.
O É da Coisa.
Olha, nós ainda vamos falar de ônibus, mas agora, ó, Mendonça, o puro, viajou em avião do sócio do Vorcaro. Ai, que coisa linda!
Segundo o UOL, o ministro do STF André Mendonça voou em uma aeronave de um ex-parceiro de negócios de Daniel Vorcaro em agosto de 2025 para para participar de um evento jurídico em Minas Gerais, que também teve a presença do advogado Sérgio Leonardo, um dos profissionais responsáveis pela defesa do ex-controlador do Banco Master. Além do voo no helicóptero e do embarque no hangar operado pela empresa do ex-aliado de Vorkaro, Lucas Calas, da Cedro Participações, todo o trajeto do juiz desde Belo Horizonte até a cidade de Itabira, em Minas Gerais, também foi organizado pelo grupo.
A Cedro foi responsável por um aporte de R$5,2 milhões no instituto fundado por André Mendonça. Quando o escândalo Master explodiu, o Instituto de Mendonça decidiu finalizar o contrato com a Cedro e iniciou a devolução dos valores emprestados. Mais recentemente, o ministro abandonou sua parte na sociedade da entidade, o ITER. ITER, caminho.
Pois é, né? E tá ali o Sérgio Leonardo, tem a foto aí do evento. Junto, né, ao ladinho, tal. Mas claro, isso em qualquer outro seria uma coisa suspeitíssima. Nele deve ser manifestação de santidade, como a outra manifestação de santidade aqui, outro puro, né, o Fux, que teve uma homenagem bancada pelo Forcaro. Acontece.
Mensagens de Daniel Forcaro indicam que o ex-dono do Banco Master usou duas empresas para custear, em maio de 2024, uma viagem de Luiz Fux a Nova em um almoço em homenagem ao ministro do STF. Informação é da Folha. As conversas apontam que Vorcaro deu orientações a uma funcionária para compra das passagens e hospedagens de Fuchs e da mulher do ministro, Eliane Fuchs, pedindo que as despesas fossem feitas por meio de Antônio Camarote, CEO e publisher da revista Forbes no Brasil.
Fuchs afirma em nota enviada pela assessoria de imprensa do STF que nunca trocou mensagens com Vorcaro e que nunca foi convidado por ele para eventos. Segundo o ministro, ele foi convidado diretamente pela Forbes e proferiu palestra em evento da revista em maio de 2024 sobre segurança jurídica e o risco Brasil. O magistrado também afirma que não teve contato com Vorkaro durante o almoço.
Não, mas e daí? Não tem problema. O Vaibene, quando resolver dar uma passagem para você, pergunta quem tá pagando, tá bom? É, que mais que tem? Vai.
As conversas em que Vorkaro trata da ida de Fux para o evento em Nova York se deram de março a maio de 2024. Em uma troca de mensagens, um funcionário diz a Vorcaro que Camarote havia confirmado a presença do ministro em um dos eventos que a Forbes realizava em Nova York e afirma: nós vamos emitir a passagem, hospedagem dele e esposa, pode seguir? O ex-banqueiro respondeu: pode, mas temos que fazer via Camarote, não podemos nós mesmos fazermos a emissão.
Isso, se fazermos com si, que aí, né, não é a Isa falando naturalmente. E tem as conversas com o filho do Fuxico. Deixa eu dizer uma coisa, isso aqui indica crime. Eu já disse qual é a minha linha de corte nessas coisas. Tem crime, mas é que para os outros, olha o que se fez, insisto, olha o que se fez com o Gonê. Aí no limite, aí vai, ainda publica a foto fumando charuto e ainda vaza, como se fumar charuto numa foto posada fosse prova de crime.
Não, nisso aqui tudo, tudo prova de santidade, prova de crime dos outros. Ah, mas isso não é um contrato de 130 milhões, é crime. Tem voto do Alexandre em favor do Vorcaro? E se eu fizer essa pergunta para o Nunes Marques, tem voto em favor do Vorcaro? Aí tem. Advogada do Master, outra viagem de Cássio aí para ver o safadão.
É próxima de Cássio Nunes Marques, advogada Camila Ramos, mulher do desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, bancou uma viagem do ministro do STF para Maceió. Como a gente falou ontem no programa, o Banco Master firmou com o escritório de Camila um contrato para liberação de pagamentos de precatórios cujos honorários poderiam chegar a R$427 milhões. Diálogos obtidos pela Polícia Federal mostram que Camila e o desembargador eram definidos por assessores de Daniel Vorcaro como a turma do KN.
Além de custear favores de luxo para o ministro do STF, Camila chegou a contratar o cantor Wesley Safadão para celebração de 15 anos da filha dele.
É, faz sentido, né? Faz sentido. Tem uma questão aí Que a Camila tá visitando o Forcaro muito. Ela é mulher do desembargador, né, aquele que arruma as coisinhas ali para o Nunes Marques, né? Newton, que Newton Ramos, Newton Ramos, Newton Ramos, desembargador Newton Ramos do TRF-1. 1, né? Que assim, ela vai, visita muito, né? Eventualmente pode falar com o Nilton, Nilton pode falar com o Cássio, ela própria pode falar com o Cássio.
Aliás, CNJ, não é o caso de uma correição no TRF-1 depois de tudo isso? O que se passa no TRF-1, afinal de contas? Conselho Nacional de Justiça, que diabos se passa no TRF-1? Parece que há coisas estranhas acontecendo ali, não é mesmo? Tá na hora de tomar providência. Não, eu acho tudo isso, insisto, acho tudo isso muito ruim, mas considerando que se tinha armado a patuscada de terça-feira passada, agora vai comparar um contrato de R$130 milhões?
Não tô comparando nada. Quem tá, quem pode, quem pode tá comparando é quem faz essa pergunta. Então aí faz o seguinte, vocês estabeleçam qual é o valor da sacanagem que vocês acham que é bom. Eu quero não sacanagem. A minha pergunta continuará a ser a mesma: o contrato é ilegal? Não. Aliás, o contrato da Camila é ilegal, da mulher do Newton Não, aquele que liga até para arrumar viagem para o Cássio, o hotel. Não, contrato não é ilegal.
Eu não vou, eu não vou criminalizar o que não é ilegal. A minha pergunta é outra: tem voto no meio? Gilmar se encontrou com Forcaro, consta que queria para ver negócio de precatório. Tem voto? Tem contra. E do Cássio, a favor? A pretensão? Ah não, mas é que a nossa agenda é cortar uma cabeça, duas cabeças. Não, não vai ser assim, não pode ser assim, e tomara que não seja assim, entende? Não se trata de ser tolerante com nada. Eu não tô pedindo nem o fim do contrato, eu só não vejo ninguém pedir o fim do contrato da Camila.
Não, tá tudo, todo mundo é santo. Primeiro a cabeça do Alexandre, depois a gente vê o resto. Aí saiu uma pesquisa dizendo que não sei quantos odeiam o STF. Não me diga! Depois de tudo só faltava aplaudir, né? É isso aí.
Ou essa coisa.
Olha, rapidinho aí, meninos, eu mesmo falo. O Conselho Nacional do Ministério Público resolveu fazer transmissão direta, isso, da sessão que se vai debater a questão do Gonê, né? Transmissão com TV, é isso, ao vivo, né? Quer dizer, não basta só o Supremo cometer o erro, é preciso cometer o erro aqui também, né? Quando eu digo erro, aí não quer publicidade? Não, tudo que acontece ali faça sessão pública. Agora, isso é para eventualmente estimular algumas intervenções assim televisivas, né?
Que bom, vale o bem, que eu sou contra essa patoscada desde 2002, né? Hein? E já escrevi a respeito dezenas de textos, né? Ou vai, Luísa, deixa os meios de comunicação para o tio Sim, eu não tenho obrigação de fazer justiça. E olhem que eu faço, hein? Em alguns casos eu sei muito mais, porque tem gente ali que não sabe nada, decor, né? Salteado, então nem se fala. É isso aí.
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Eu falo muito rapidamente. O Mendoza apresentou as respostas que ele tinha ao Fux, aquele ofício apresentado pelo Alexandre. Acusou o ministro Alexandre abuso de autoridade e diz que ele apenas cumpriu os rigores da lei quando fez o que fez. Bom, é datavênia. A menos que juiz seja policial e a menos que se possa fazer uma investigação de ofício de alguém que tem foro sem consultar os próprios ministros do Supremo, não padece de dupla ilegalidade.
Abuso de autoridade comete aquele que, sendo juiz, resolve se comportar como policial A resposta é insustentável, né? Até o Globo acha que o senhor deve explicações. Quando até o Globo diz isso, ministro, num editorial, bem de leve, claro, quase passando, né, o metiolato novo, né, Valeu, que aquele anterior ardia um pouco, o de hoje já não arde mais. Então não vai nem arder, mas tá achando que até eles acham que o senhor deve explicações. Imagina, Talvez precise um pouquinho. É isso aí.
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Muito bem, vamos lá. O presidente Lula lá na ONU falou, né, a 12, terras raras, Big Techs e o mal das bets.
Vamos lá. Presidente Lula também tocou em questões sensíveis como terras raras e Big Techs. Segundo ele, autonomia do Brasil nessas áreas tem de ser soberana. Sobre as terras raras, ele disse: o acesso a nossos minerais terá como contrapartida obrigatória a geração de valor em nosso território, a transferência de tecnologia e o suprimento de setores estratégicos nacionais. Sobre as Big Techs, ele disse: empresas que conhecem os riscos de seus produtos transferem para as famílias a impossível tarefa de enfrentar os algoritmos.
E Lula também se referiu às bets, afirmando o seguinte: a indústria bilionária das bets transforma o vício em lucro. Sua disseminação vertiginosa está endividando e destruindo lares. Vamos conferir a manifestação do chefe do Planalto.
Temos os minerais críticos e as terras raras de que o mundo precisa para realizar a transição energética. Nossas riquezas naturais pertencem ao povo brasileiro e é em benefício dele que serão exploradas. O acesso aos nossos minerais terá como contrapartida obrigatória a geração de valor em nosso território, a transferência de tecnologia e o suprimento de setores estratégicos nacionais. Senhor presidente, Vivemos uma revolução tecnológica sem precedentes, com grandes riscos e oportunidades.
Seria uma omissão histórica imperdoável não enfrentar o desafio da regulamentação das big techs e da inteligência artificial. Um punhado de técnico-oligarcas quer ressuscitar uma versão de neoliberalismo digital sem regras nem transparência. Estão promovendo uma corrida sem freios éticos a revelia da ONU e do painel científico sobre inteligência artificial. Como adverte o Papa Leão 14, as decisões sobre tecnologia nunca devem ser separadas da consciência e da responsabilidade.
Empresas que conhecem os riscos de seus produtos transferem para as famílias a impossível tarefa de enfrentar os algoritmos. A indústria indústria bilionária das bets transforma o vício em lucro. Sua disseminação vertiginosa está endividando e destruindo milhões de lares. O Brasil não vai tolerar esse modelo de negócio. Aprovamos uma das legislações mais avançadas do mundo para proteger crianças, adolescentes e mulheres no ambiente digital.
Bom, queridos, é uma das questões que fez o Lula entrar na mira inclusive das Big Techs foi a regulação das Big Techs. Queriam terra de ninguém. Aliás, lembra, Mendonça, o seu voto, hein? Aquele voto vergonhoso quando se discutiu a parcial inconstitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, com crianças morrendo e você lá fazendo a defesazinha da liberdade plena de expressão. Onde há liberdade plena de expressão? O que que é liberdade plena de expressão?
Mesmo com estímulo ao suicídio de crianças? Como a gente tem visto. Mas claro que isso causou nos olhos do mundo como se o Brasil, o rancor, como se o Brasil fosse o único país a fazer isso, o que de resto é mentira, né? E aí sim, queridos, aí, aí o Trump, ó, vale bem, sem direitos humanos para imigrante. Imigrantes, tá, Isa? Nada de direitos humanos para imigrantes. Pode botar o vídeo direto, vai.
Temos os minerais críticos e as terras raras, e ainda assim eles querem que a América abra as fronteiras para gangues e criminosos dos lugares mais perigosos do mundo. Eles querem que as pessoas mais pobres venham dos lugares mais pobres da Terra, e nós não fazemos mais isso. Nós fizemos isso, mas não fazemos mais. É profundamente irônico que as Nações Unidas tenham uma instituição inteira Unesco, de pessoas e países dedicados a proteger a herança cultural, e ainda assim, com sua promoção incessante da migração em massa, esses globalistas estejam ativamente destruindo as maiores culturas, o patrimônio mais extraordinário de toda a história.
Não há direito humano à imigração ilegal, mas há o direito de permanecer uma nação soberana. Nós gostaríamos de permanecer uma nação soberana, e vocês deveriam também. Os Estados Unidos também rejeitam totalmente qualquer tentativa de construir um sistema global para o controle da inteligência artificial.
Vocês ouviram direito o que ele falou? Vocês ouviram direito que tá aí do não direito humano para imigração? Não, ele pode não querer imigração, mas não, não existe direito humano a imigração, isso transforma o imigrante numa coisa, né? O outro como perigo que vem aqui para descaracterizar a nossa cultura, vale bem, né? Ku Klux Klan é uma criação genuinamente americana. Não, não é só não, não. Há grandes coisas ali, grandes poetas, grandes pensadores, sem dúvida.
Mas é o outro que representa essa ameaça desse modo? Porque veja, não é só falar assim: temos que fazer pelo caminho da contenção e tal. Não é o discurso do ódio. O discurso do ódio acaba de eleger neonazistas no Estado alemão. E aí, no auge da loucura, Inventou uma guerra contra os cristãos e disse que a militância em favor dos transgêneros estariam mutilando crianças. É o discurso da loucura. E essa altura eu acho que ele pode não estar muito bem da cabeça, vai.
Nós nunca permitiremos que membros das Forças Armadas americanas ou qualquer outra pessoa sejam investigados ou processados por um tribunal antiamericano sem qualquer jurisdição sobre nós. Vocês são um grupo maligno de pessoas. Peço a todas as nações que são membros da ICC que se retirem oficialmente dessa instituição falida imediatamente. É igualmente inaceitável que, com todas as atrocidades verdades genuínas no mundo, os principais responsáveis pelos direitos humanos da ONU gastem seu tempo criticando os Estados Unidos por protegerem nossas crianças da mutilação e da loucura transgênero, e por fazerem cumprir nossas leis de imigração.
O que eles fazem é inacreditável, é a mutilação dessas crianças. Os hipócritas do Conselho de Direitos Humanos não têm nada a dizer sobre a perseguição aos cristãos. Os cristãos estão sendo perseguidos em todo o mundo. Isso não é nem acreditável. Nunca pensei que diria isso, mas isso está acontecendo há muito tempo. Então isso é a perseguição aos cristãos, que são os crimes dos regimes mais repressivos do mundo.
O que nós assistimos ali foi sim um confronto, ainda que involuntário, no sentido que não foi para brigar com o outro, mas foi entre Vou pegar uma oposição clássica, já um clichê, né, entre civilização e barbárie. Gostem ou não, basta ver esse fim aí. É isso aí, até amanhã.
Ouça um bom conselho, eu lhe dou de graça. Inútil dormir que a dor não passa. Espere sentado ou você se cansa. Está provado, quem espera nunca alcança. Venha, meu amigo, deixa esse regaço, brinque com meu fogo, venha se queimar. Faça como eu digo, faça como eu faço, haja duas vezes. Antes de pensar, corro atrás do tempo. Vim de não sei onde, devagar é que não se vai longe. Eu semeio vento minha cidade. Vou pra rua e bebo a tempestade. Vou pra rua e bebo a tempestade. Vou pra rua e bebo a tempestade.
Você acompanhou O É da Coisa na BandNews FM.
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