O É da Coisa de 31/7/2026, com Reinaldo Azevedo – PF: Mendonça faz investigação clandestina? Lulinha
- Criação de CPI para investigar STFAndré Mendonça · Polícia Federal · Supremo Tribunal Federal · Foro especial
- Investigação LulinhaJoão Barradas · Escândalo do INSS · Roberta Luxinger · Canabidiol · Pesca probatória
- Autonomia da Polícia FederalAndrei Rodrigues · Investigação de Jair Renan Bolsonaro · Sergio Moro · Interferência política
- Guerra do Paraguai e seu LegadoLula · Guerra do Paraguai · Solano López · História do Brasil
- Agenda e declarações de Flávio BolsonaroEleitorado feminino · Lula · Pautas femininas
- Impacto do vídeo de Michelle na campanha de FlávioInteligência Artificial · Deepfake · TSE
- Investigação Banco Master e Daniel VorcaroWagner Moura Oscar · Banco Master · Monitoramento de celular
— Anúncios inseridos dinamicamente —
E agora na BandNews FM, o É da Coisa com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco.
Eu vi um menino correndo, eu vi o tempo brincando ao redor do caminho daquele menino. Eu pus os meus pés no riacho e acho que nunca os tirei. O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei. Eu vi a mulher preparando outra pessoa. O tempo parou pra eu olhar para aquela barriga. A vida é amiga da arte, é a parte que o sol me ensinou. O sol que atravessa essa estrada que nunca passei. Por isso uma força me leva a cantar, por isso essa força estranha, por isso é que eu canto, não posso parar, por isso essa voz tamanha.
Eu vi muitos cabelos brancos na fonte do artista. O tempo não para, no entanto ele nunca envelhece. Aquele que conhece o jogo do fogo das coisas que são é o sol, é o tempo, é a estrada, é o pé e é o chão. Eu vi muitos homens brigando, ouvi seus gritos. Estive no fundo de cada vontade encoberta. E a coisa mais certa de todas as coisas: não vale um caminho sob o sol. E o sol sobre a estrada é o sol, sobre a estrada é o sol. Por isso uma força me leva a tentar, por isso essa força Começa agora para todo o Brasil mais uma edição solução de ué da coisa.
E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Tile, pela Band News TV, LG Channels, TCL Channels e Samsung TV Plus, canal 2043. Ouvi dizer que já estamos dando 100% do Ibope, olha o Isso é o que é absolutamente compreensível. É mesmo que um motorista de aplicativo não gosta, apesar que gosta, e são muitos, mas são muitos. Imagina, motorista de aplicativo, porteiro, manobrista.
Eu adoro quando o povo se manifesta. Aí, vale bem, a Isa está fazendo um belo contraste com a gente. Nós estamos aqui na mesma paleta, mas combina, combina, combina com a Isa. Olha só que maravilha! Força Estranha, Caetano Veloso, uma música absolutamente espetacular sobre a passagem do tempo, ligada ao artista, mas também ligado a todo homem, né? A vida é amiga da arte, a parte que o sol me ensinou, e o sol sobre a estrada é o sol sobre a estrada É o sol.
Ai, que besta! Não, é lindo. Uma rosa é uma rosa é uma rosa. Gertrude Stein. Às vezes as coisas existem, como diria João Cabral de Melo Neto, na sua carnadura concreta, na sua existência concreta. Ou como dizia meu amigo poeta já morto, Bruno Tolentino, é o mundo como existência, não é o mundo como ideia apenas, né? Embora as ideias obviamente sejam importantes e nós somos muito apegados a elas. Ó, eu reputo esse programa dos mais importantes que a gente terá feito ao longo do ano, que remonta algumas coisas que são muito caras para mim.
Por exemplo, o devido processo legal, o Estado de Direito, essa coisa toda que para muita gente soa esquisita. E espero que dê tempo, vou tentar. Eu quero falar de guerra do Paraguai porque eu tenho a péssima mania, meu querido Wally Bene, de lidar com bibliografia, com livros. De novo, pessoa tem orelha, cotovelo traseiro. Livro não é uma determinação da natureza, é uma escolha. Ah não, mas eu quero tirar ideias daqui. Tem uma senhora lá no meu interiorzão que ela dizia algumas coisas disparatadas, olha bem, muito disparatadas.
Era meio fora da caixinha, mas maravilhosa. Mas quando alguém dizia assim, não vou dizer nome porque vai que tem parente ainda hoje, mas de onde você tirou isso? Que era umas coisas meio assim, era meio assim, o Chapeleiro Maluco, que tem o corvo em comum com a Escrevaninha. Olha o Beni, ela nem tinha lido Alice no País das Maravilhas, mas ela já tava ali no mundo de Alice, né, ou do Chapeleiro Maluco. Deu 72, ela dizia assim, ela tem um gesto, ela fala, ah, não sei, me deu aqui.
E tem gente que opina assim, mas do que você tá falando? Ah, me deu aqui. Eu não lido bem com gente assim, não lido. Ai, mas e quando é para falar de coisas subjetivas, amorosas, assim, de tudo que a gente quer? Aí a gente olha, olha bem, a gente bebe muita água com gás e viaja. No mundo objetivo da política, da informação, não pode ser assim. Senão começa a falar porcaria, fala qualquer coisa, fica sempre aquela conversa atrás de uma ideia que me desespera, sabe?
Que nem cachorro correndo atrás de mudança. Vamos falar do caso Lulinha, pesca probatória e mutação investigativa. Presta atenção aqui. Aí vai defender o Lulinha. Eu não vou defender ninguém. Se tiver alguma coisa que não seja fato aqui, me diz onde Onde está? O governo federal, e foi o governo federal, começou a investigar o escândalo do INSS. Controladoria-Geral da República, Polícia Federal, funcionalmente subordinada ao Ministério da Justiça, mas que atua com autonomia nos melhores governos.
Nos piores não tem autonomia. E a investigação foi feita. No curso da investigação se achou lá um troço que ligava Lulinha, filho do Lula, Fábio Luiz da Silva, ao tal careca do INSS, com intermediação de uma empresária, Roberta Luxinger. E se sabe já há muitos meses, não agora, né, Ministro André Mendonça, 2 meses da eleição, que isso envolvia Uma intermediação da Roberta. O tal do careca é investidor, era investidor também na área farmacêutica.
Produção de canabidiol no Brasil, criar uma empresa para produção de canabidiol no Brasil. A empresa não foi criada, não existe essa empresa. Se eu quiser tomar canabidiol feito desta empresa, eu tô um pouco desabrido hoje, né? Não vi aqui a camisa. Eu não quero sensualizar, vai ver bem.
Achei que essa subindo ali ia ser a camisa.
É, é, fica um pouco assim. Se eu quiser tomar canabidiol, que eu não tomo, que eu tenho crise de pânico, não deve ser bom. Se eu quiser tomar canabidiol, essa empresa ela não existe, mas teria havido essa coisa. E tem lá uma conversa, ela recebeu, ela admite que recebeu recursos do careca para fazer intermediação. Ele ainda não era investigado, não tinha nada disso. E tem lá uma conversa num dado momento que diz assim: ah, esse dinheiro é para o filho do homem.
Aí você entendeu. Ah, Lulinha, filho do homem é Lulinha. Filho do homem tem dois que aparecem na linguagem religiosa. Um deles, né, filho do homem é Cristo. Mas ele não era de Deus? Sim, mas ele era também do homem, né? O filho do homem que também é filho de Deus. O Lulinha, certamente filho do homem, de Deus acho que não.
Como não?
Não, não, presidente, calma. Se vocês me perguntarem o que foi que encontraram do Lulinha ligado ao escândalo do INSS, nada, zero, nada, não tem. Viraram de cabeça para baixo.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Sponsored by Nunca depois, nunca foi chamado. Quebraram o sigilo dele, né, André Mendonça? O sigilo foi parar na CPI, espalharam o sigilo e não encontraram nada. E até onde sei, não tem nada. Se aparecer, nós vamos noticiar aqui. E aí aconteceu um curioso caso de mutação investigativa. E é incrível que a imprensa noticie isso como se fosse a coisa mais natural do mundo. Aí se ouve por bem chegar a Lulinha por um outro caminho.
Qual outro caminho? Ah, acho que ele fez ali lobby, intermediação ilegal envolvendo o governo federal e não sei o quê. Tudo indica, mas também não se tem evidência até agora, porque ele também não depôs. Mas a Polícia Federal chegou a esse troço. Teria gente próxima ao gabinete de Lula, não o Lula, mas alguém próximo ao gabinete de Lula, que teria sido mobilizado para ver se viabilizava ser preso. Muito bem, a Polícia Federal faz a coisa certa.
A Polícia Federal diz, faz a coisa certa que eu digo quanto a esse particular. Se tem que ser investigado, é preciso ver. Se for investigar isso, tem que ser um novo inquérito. E sendo um novo inquérito, imprensa brasileira, ou setores quase totais da imprensa brasileira, sendo um novo inquérito e não tendo nada a ver com INSS, isso aqui não é uma opinião Nada tem a ver com o INSS. É um novo inquérito, tem que ter um novo relator.
Vai para a procuradoria e a procuradoria opina: novo relator ou fica com Mendonça? A procuradoria opinou: novo relator. Fez-se o sorteio, caiu com Mendonça. Segundo o Caiado, que agora virou pio também, é obra de Deus ter caído com Mendonça. E aí eu leio, cheio de espanto, matérias de bastidores dizendo que o Mendonça ficou muito agastado Porque tentaram tirar a relatoria dele. Não era dele a relatoria. A relatoria que ele tem é do INSS e do caso Master.
Aliás, também do Dark Horse, hein, doutor? Eu fiz uma arte linda sobre Dark Horse hoje, Mendonça e tal. Uma pena que a IA deixou Mendonça com uma cara de John Lennon. Mas às vezes a IA também ela não responde aquilo que você quer, Walibelli. É uma amiga minha, falei, é o John Lennon? Disse não. Aí eu falava, não é, mas uma coisa bem sofisticada do ponto de vista artístico. A relatoria não era sua, mas fez sorteio, caiu de novo, tá, relatoria sua.
E Mendonça manda investigar Lulinha há 2 meses da eleição. E mantém o caso no Supremo. Pergunta básica para o nosso ministro, que a imprensa não tá fazendo, mas eu, os outros da imprensa, né, eu sou da imprensa também. Quem tem foro especial ali? É o Lulinha? Ele tem? Não tem. Ah não, é que teria uma assessoria que ele próxima do Lula com quem ele teria feito tráfico de influência. O assessor, quem quer que seja, que não tá nominado, tem foro especial?
Quem tem foro especial? Ah, mas o Dark Horse tá no Supremo, claro, porque o Flávio tem foro especial. Mas até agora o Dark Horse não tem nada. E eu ainda hoje vou falar de Jacques Wagner, quebrou sigilo e tal. E do Cláudio Castro, não vai quebrar sigilo não? Só do Jockeys. A gente chega lá. O que eu estou dizendo é o seguinte: isso tem toda a cara de pesca probatória. O que que é pesca probatória? O Fish Expedition. A pesca probatória, quando assim, eu não tenho o quê, mas eu vou dar um jeito de achar.
Porque tudo que tem até agora do Lulinha, Lulinha, não sei se tem outros assessores, tudo que tem agora do Lulinha é pura especulação com sigilo quebrado e não acharam zorra nenhuma. Aí, isso é porque você é petista? Não sou. Se você acha, problema seu. Não tem nada, não tem nada. É que o Mendonça hoje transita acima do bem e do mal na imprensa brasileira, virou o único ministro bacana, embora não reconheça crime de golpe e outros probleminhas, queira manter a igreja aberta quando tá todo mundo morrendo de COVID e tal.
Mas ele virou a única referência do bem no Brasil. E eu lembro que isso nunca termina bem. Então aí você tem isso. E daqui a pouco eu vou falar de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, que eu quero saber do Mendonça se ele tá sendo investigado ou não. Se tá sendo investigado, eu quero saber quem tá investigando e se é investigação ilegal. Daqui a pouco, daqui a pouco. Olha, fazendo a defesa do Lulinha. Não, não, eu estou dizendo, no caso do INSS, ele foi investigado e não tem nada.
Agora apareceu esse outro negócio que está aí faz 6, 7 meses. Aliás, tá aí desde o começo. Isso apareceu logo de cara, isso apareceu logo de cara. Agora, o Mendonça tem gente lá no gabinete dele que é ligada à Lava Jato, né? Um delegado da Polícia Federal, que gente que vai se falando: ah, o Lulinha tem que ter mandado de prisão. Do por quê? Por quê? E precisa parar com esse negócio: vamos decretar um empate. Vamos decretar o empate.
Evidentemente, com a devida vênia, o ministro está dando um presente eleitoral ao Flávio. Se o Flávio vai quebrar o presentinho, porque ele é dado a fazer isso, aí eu não sei, né? Dá o presente para uma criança meio desastrada assim, que não quer. Olha aqui para que serve esse botão. Que ganhou presentinho, ganhou. E eu quero daqui a pouco falar do André Rodrigues. Por enquanto eu vou falar que a defesa do Lulinha tá dizendo que a investigação tem viés político, e eu acho que tem. Vamos lá.
O advogado Guilherme Sugimori Santos, que atua na defesa de Fábio Luiz Lula da Silva, Lulinha, filha do presidente Lula, levantou suspeitas sobre a legalidade, o interesse político por trás da abertura do inquérito autorizada ontem pelo ministro do STF, André Mendonça. A medida foi tomada após solicitação feita pela Polícia Federal na última sexta. Os investigadores da PF querem apurar possíveis crimes de corrupção e tráfico de influência na autorização da comercialização de cannabis medicinal, com supostos elos de Lulinha no Ministério da Saúde.
Em nota, o advogado do filho do presidente disse que se queriam achar algo e não acharam, não podem criar uma nova teoria para começar tudo de novo, esticando essa história até as eleições. Isso configura pescaria probatória, que é ilegal, e escancararia o interesse por trás dessa movimentação peculiar. Ele se refere ao fato de que não foram achadas provas do suposto envolvimento de Lulinha no escândalo do INSS que você falava.
É isso, é aqui, não foram, né, que não foram achadas provas do suposto, que prova de suposto nunca existe. Não foram achadas provas do envolvimento de Lulinha. Prova é prova, não é prova de suposto. A gente pode falar de indícios, de suposto. Não acharam, não acharam. Se fossem oferecer uma denúncia ao Ministério Público do envolvimento de Lulinha com o INSS, seria o quê? Nada. Não tem. Aí vem essa história. Quem tem foro aqui?
Quem tem foro aqui? E a Roberta Luxinger teria feito a tal da intermediação. A defesa dela também se manifestou.
Vamos lá, a defesa de Lulinha. Estuda Pedir, que é a nova investidora.
Nós falamos, ficou errado aqui.
Eu pulei a ordem aqui.
Não, mas cadê a da Roberta Luxing aqui? Tá aqui. Defesa de Lulinha e empresária. A gente já falou da defesa dela também, né? Já falou, já falou. Não falou? Não, não. Pois é. Cadê a defesa do— cadê a defesa da Roberta Luxing aqui?
Vou descobrir.
Não tá aqui, não tá aqui não. Eu mandei, não tá aqui. Se não mandei, alguém me esclarece o que aconteceu. Lula disse: se filho for culpado, que pague, não terá ajuda. Vai lá.
Lula voltou a dizer que se Lulinha for culpado, terá de pagar como todo mundo. O presidente também disse que não usará o seu cargo para proteger o filho. Vamos conferir o que disse o presidente sobre Lulinha durante entrevista ontem ao podcast Inteligência Limitada.
Se meu filho for acusado de qualquer coisa Ele será tratado como filho de qualquer pessoa, como eu. Não haverá nenhum privilégio.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Eu jamais pedirei para um delegado, para um juiz, não fazer as coisas corretas. Se ele tiver certo, ele vai se ferrar, ele vai ter ajuda minha. Se ele fizer coisa errada, ele sabe que eu passei. Outra questão, ele viveu dentro da minha casa, o que eu passei. Ele sabe o que é um pai vendo com 5 filhos, vem na televisão chamar a família de ladrão o tempo inteiro. Ele sabe que a minha mulher morreu por causa da desgraça da Lava Jato.
Ele sabe. Então ele não tem o direito de errar. Ele sabe disso, ele jura para mim todo dia, jura, mas eu acredito nele. Ele tá onde?
Tá na Espanha agora?
Tá morando lá. Ele jura todo dia, se for julgado ele virá para cá, não tem, não vai ficar escondido não, não vai ficar. Não vou utilizar meu cargo para proteger, ele vai vir para cá, ele vai ter que provar que ele é inocente, como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado vai pagar o que todo mundo tem que pagar quando erra.
Deixa eu dizer uma coisa, é, a Lava Jato não pode responder, obviamente, pelo aneurisma que a mulher do Lula tinha, Dona Marisa Letícia. O aneurisma pode ter rompido em razão de uma crise de pressão arterial por tudo que passou, evidentemente. Agora, deixa eu dizer uma coisa, isso não vai livrar a cara dos procuradores, não. Eu lembro, porque eu tenho aqui, o que vocês falaram quando a Marisa Letícia tava internada, tirando sarro da cara dela.
Eu lembro que vocês falaram quando morreu o irmão do Lula. Pior do que tudo isso, eu lembro que vocês falaram quando morreu o neto de 7 anos do Lula. Só para lembrar. E aqui, Pedro, depois você junta aí a defesa da Roberta Luxinger. Eu achei que tinha mandado, mandei. Disse ontem à noite que não tinha sido informada da instauração do novo inquérito e afirmou que os fatos relacionados aos repasses do INSS, eventual desvio de verbas públicas, já são objeto de investigação em andamento.
Em nota, o advogado Bruno Sales Ribeiro sustenta que não haveria razão para instauração de um novo inquérito E comparou a hipótese a uma investigação em melhor de 3. Ah, vamos aí, vamos tentar. E afirma que às vésperas do processo eleitoral, a reabertura de apurações encerradas não faz sentido, a não ser para exploração política. E quanto ao Lula, é isso, é isso que tem que falar. Bom, se meu filho errou, ele que se vire, né? Tem que explicar.
O Caiado disse que o rei protege o príncipe, só que ele falou, ele parece que tentou falar também do Flávio, tentou falar também do Bolsonaro, né, mas ficou uma fala um pouco atrapalhada ali, né. Vai lá, em todo caso, vai.
O ex-governador de Goiás, candidato à presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, usou as redes sociais para atacar Lula após a abertura inquérito contra Lulinha. Em publicação ontem, Goiano afirmou que o Brasil vive uma monarquia disfarçada de república e comparou o caso a investigações envolvendo filhos de outros presidentes, não citando diretamente Flávio Bolsonaro. Ele escreveu o seguinte: filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver.
Esse é o retrato da novela política chamada PT, em cartaz há décadas, sempre com o mesmo enredo, sempre com os mesmos personagens. É uma monarquia disfarçada de república onde o rei protege o príncipe. Estou falando de Lula e Lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege o filho.
É gozado que o Caiado tem uma coragem danada para citar o nome do Lula, mas não tem coragem para citar o nome do Bolsonaro, né? Caiado, qual a diferença de meia coragem e meia covardia? Eu sei, no segundo turno você escolheria um rei, mas não outro. E sem contar o seguinte, né, os filhos do Lula políticos não são, né? Quem fica nomeando filho, isso e aquilo, não é o Lula. Mas se é para ser corajoso, tem que ser. Agora vem cá, o Lulinha não foi investigado no caso do INSS?
Foi, não foi? Foi interferência? Não. O Lulinha não vai ser investigado agora nesse caso estranhíssimo aí? De novo não vão encontrar nada? Só que vai demorar, né? O resultado vai sair só depois da eleição, né, Ministro André Mendonça? Então eu preciso chamar. Ah, lá vai você! Vou. É claro que eu vou. O jornalismo sem memória seria presente eterno, e o presente eterno é uma danação que nem Dante imaginou. O presente eterno, olha bem, tem uma personagem famosa, um desenho animado. Vamos ver se vocês lembram qual é. Ela vive no presente eterno.
Quem?
A Dori do Procurando Nemo. É verdade, não é? Oi, oi, oi, oi, você! Oi, oi, oi, oi!
Perda de memória recente.
É, ou jornalismo é Dori do Procurando Nemo, ou tem que fazer algumas coisinhas. Isso, por exemplo, sobre autonomia da Polícia Federal. Presidente Jair Bolsonaro no dia 22 de abril de 2020. Por favor, presidente.
E me desculpe, o serviço de informações nosso, todos, é uma vergonha, uma vergonha que eu não sou informado. Já tentei trocar a gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar minha família toda de sacanagem ou amigos meus porque eu não posso trocar alguém da segurança na da linha que pertence à estrutura nossa, vai trocar.
É o pi aí, é o verbo zoder, tá? É um verbo muito conjugado que ele conjuga muito. E eu lembro que o Moro foi demitido 2 dias depois, dia 24 de abril de 2020. E vocês, quem tá acompanhando pelas redes e pelas TVs, para o rádio eu conto Aparece aí um apanhado de manchetes do Moro dizendo que o Bolsonaro interferiu na Polícia Federal para proteger Flávio Bolsonaro. Aí ele foi ao Flow do meu amigo Igor, deu uma entrevista dizendo que houve interferência.
Ah, mas agora ele tá de joelhos lá para eles. Bom, aí é vocação que as pessoas têm. Não posso fazer nada. Tem gente que gosta de tocar violão, tem gente que gosta de tocar baixo, guitarra, e tem gente que gosta de tocar flauta. No dia 29 de abril de 2020, assumiu o Ministério do Moro, demitido, chutado. André Mendonça, esse de agora ministro do Supremo, que fez esse discurso aqui.
Ele viu, Vossa Excelência tem sido há 30 anos um profeta no combate à criminalidade, e hoje esse ministro da Justiça assume o compromisso de lutar pelos ideais de uma vida que o senhor tem combatido. Lutarei com todos os meus esforços no combate ao crime organizado, o que envolve não apenas a corrupção, mas tráfico de drogas, de armas, os crimes contra a vida, contra o patrimônio, os crimes de abuso sexual e os crimes cometidos contra a criança. O adolescente e a mulher.
Eu não sei nem por onde começar. Quanto a ser profeta, bem, são as capacidades que o Bolsonaro tem de antever o futuro. Profeta. Mas eu gostei do crime organizado. Eu começo pelo crime organizado. Como ele falou dos mais de 30 anos, né, vale bem, então eu posso voltar 30 anos. A partir de quando ele falou? Posso. Então eu lembro do deputado Bolsonaro, deputado Bolsonaro, 12 de agosto de 2003, quando na Câmara se lamentava a existência de um grupo de matadores na Bahia.
Aí o profeta do combate ao crime organizado falou esta maravilha aqui: e jornalismo é memória ou é a Peixinha Dori? Vai, senhor presidente.
Desde que a Polícia de Direitos Humanos chegou em nosso país, cresceu, se avolumou e passou a ocupar grandes espaços nos jornais, a violência só aumentou. A marginalidade cada vez mais tem se visto mais à vontade, tendo em vista esses neo-advogados para defendê-los. Dizer aos companheiros da Bahia que agora há pouco vi um parlamentar criticar aqui os grupos de extermínio. Enquanto o Estado não tiver coragem para adotar a pena de morte, esse grupo de extermínio, no meu entender, são muito bem-vindos.
E se não tiver espaço na Bahia, pode ir para o Rio de Janeiro. Se depender de mim, terão todo o apoio, porque no Rio de Janeiro, senhor presidente, só as pessoas inocentes são dizimadas. E na Bahia, as informações que eu tenho, lógico, são grupos ilegais, mas no meu entender, meus parabéns, a marginalidade tem decrescido.
Hey, it's Ryan Seacrest here, and if you're looking for some serious fun, head over to chumbacasino.com.
At Chumba Casino, you can play Lógico que são grupos ilegais, vale bem, mas parabéns. Tráfico de armas, ministro, aquele que com aquele, com aquele, aquela penca de caderno. O profeta da defesa das mulheres já tinha dito àquela altura E havia dois processos contra ele no Supremo. Infelizmente, o Fux demorou um tantinho para agir, e aí quando é presidente as coisas ficam suspensas, dizendo que não estuprava essa ou aquela porque não merecia.
E reiterou depois fora da Câmara que é porque a Maria do Rosário, de quem ele falava, seria muito feia para ser estuprada. Proteção das mulheres. Proteção das mulheres é essa que a gente vê num dos chefões da campanha do Flávio, que é o Paulo Figueiredo. Opiniões todo mundo tem, livre para dar opiniões, mas as pessoas não têm direito aos próprios fatos. E agora uma parte importantíssima desse programa, fundamental. Eu leio em várias matérias da imprensa, meus coleguinhas jornalistas, eu estou falando de lei.
Eu leio que o Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, está sendo investigado pelo Mendonça, pelo André Mendonça. Como é? O diretor-geral da Polícia Federal está sendo investigado pelo André Mendonça? Quem tá investigando? Ou ele é investigado pela PGR, Ministério Público Federal, no caso tem que ser PGR, ou ele é investigado pela PF. Se o Mendonça está investigando o Andrei E na PGR não é, e não é, e na PF não é, e não é.
O ministro do Supremo está investigando ilegalmente o diretor-geral da PF? Pergunto de novo: Mendonça está investigando Clandestinamente o diretor-geral da PF? Ou então me diga onde tá a investigação. Os meus colegas que escrevem isso também têm que responder. Não tem que responder, tem que falar alguma coisa. Quem tá investigando? É uma investigação secreta que colhe o diretor-geral da PF. E aí leio assim que a PF ficou brava, o Mendonça ter ficado bravo por causa da distribuição, que o caso do Lulinha queriam tirar dele e tal.
E aí, como ele é muito zeloso Ele decidiu CPF e juízo ao mesmo tempo, que ele disse assim: tudo aquilo que é procedimento da PF de investigação que tá em curso, eu quero ter acesso a tudo, e ter acesso a tudo de maneira indexada. Atenção, isso é ilegal. Isso é quebra de custódia de prova. Na Polícia Federal, todo mundo que acessa esses dados deixa uma senha lá, deixa um rastro lá. Só resolveu quebrar custódia das provas. Você já imaginou, valeu, bem, você já imaginou, Isabela, se cada juiz federal resolver solicitar em tempo real tudo aquilo que a Polícia Federal tá fazendo?
E quer saber para onde vai o policial? Se esse vai para lá, se esse vai para cá, qual é a movimentação da polícia? O senhor, quem é que faz o controle externo do trabalho da Polícia Federal? É o senhor? Ou é o Ministério Público? Meus amiguinhos, coleguinhas que gostam de leis como eu, claro. E por favor, precisa gostar mais de lei do que de fofoquinha. Quem faz o controle externo da Polícia Federal? Se tá vendo irregularidade ali, quem faz esse controle externo?
É o Mendonça? Por que que ele quer tudo indexado? Para fazer um procura-acha? Não, tô perguntando. Porque ele desconfia da instituição inteira. Mas o senhor não tem que desconfiar dessa instituição que tá aí, não. Ou faça nos rigores da lei. O senhor tem que desconfiar. Volta o vídeo. O senhor tem de desconfiar é do presidente da República, que o senhor chamou de profeta, 9 dias depois dele ter dito isso aqui da Polícia Federal, e o senhor não desconfiou.
Que é mesmo, Bolsonaro? Que que você quer da Polícia Federal? Fala para mim de novo, vai. Peguei de surpresa.
E me desculpe, o serviço de informações nosso, todos, é uma vergonha, uma vergonha que eu não sou informado. Já tentei trocar a gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar minha família toda de sacanagem ou amigos meus Porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura.
Vai trocar, ministro? O senhor passou a informar tudo ao Jair Bolsonaro? Isso sim seria ilegal. Essa Polícia Federal, o senhor mandou investigar o diretor-geral da Polícia Federal? Não mandou? Porque o silêncio me parece que mandou. Isso é ilegal. Aliás, eu pergunto, Jorge Messias, advogado-geral da União, onde está você? Onde está você, Jorge Messias? Já se manifestou? Aliás, a pergunta ao Ministro da Justiça também. Andei lendo que o Dr.
Wellington César Lima e Silva não teria se mobilizado. Não sei onde vocês estão. Nós temos hoje um delegado-geral da Polícia Federal que está sendo investigado ilegalmente. Eu fui procurar aqui e achei. Até ajuda o Messias, o Dr. Wellington, se precisar, ou também o Ministro André Mendonça. Súmula vinculante 14 do Supremo de julho agora, sobre o Mendonça tá querendo tudo em tempo real. A decisão do relator contraria seus próprios fundamentos, considerando que retira autonomia da PF e com isso fragiliza a isenção.
Além disso, o acesso da defesa deve ser às diligências já encerradas e elementos produzidos pela PF, e não material bruto ainda não periciado ou analisado. A decisão do ministro se ampara em dois objetivos. O primeiro é preservar a autonomia da Polícia Federal. E evitar que haja interferência política ou seletividade no curso da investigação. Além disso, garantir o acesso à defesa dos elementos já produzidos. Isso foi a desculpa que ele deu.
E aí o STF disse isso, mas aí você fragiliza a PF. Ou isso tudo serve a um direcionamento? Então aí sim. O senhor tá seguindo uma trilha embalado pela imprensa de novo, assim como foi Sérgio Moro, muito ruim. E o senhor está pondo em dúvida toda a Polícia Federal, que está trazendo que toda a Polícia Federal estaria então contaminada, ou tá incentivando uma guerra de facções na Polícia Federal, que de resto também não existe, espero.
Advocacia-Geral da União, Ministério da Justiça, e aí? E o próprio Mendonça, sai uma penca de matéria dizendo que ele tá investigando ilegalmente o diretor-geral da Polícia Federal, não acontece nada? Ou nós temos agora uma polícia secreta funcionando no Brasil, polícia secreta de objetivos nada secretos. Isso é muito grave.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
De novo isso, já não deu bom da outra vez, como diz o povo, já deu ruim, já deu ruim, não é? Não obstante, eu lembro que os corcovos do cavalo negro do Dark Horse continua por aí. Cadê? Não fosse o Intercept, nós não saberíamos de nada até agora. A musiquinha tá à mão aí só para a gente embalar assim?
Por isso estranha.
Pô, uma musiquinha, a música do áudio. Isso, a música pedindo dinheirinho. Ah, então aí, eu preferi te mandar o álbum já que para você ouvir com calma. A gente tá passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida. Tá bom, eu não queria emocioná-lo, ministro, né? Mas eu gostaria de ter uma resposta. Eu quero saber se o diretor-geral da Polícia Federal está sendo investigado ilegalmente. E se agora nós temos uma polícia política instalada, pelo menos num gabinete do Supremo?
Porque tudo isso tem servido a propósito. Assim, ah, o Andrei é suspeito, o caso do Lulinha. Aí tentaram criar suspeição também no caso do Jacques Wagner. Não tá indo bem, não tá indo bem. O Flávio precisa sim se organizar na campanha, mas isso é tarefa dele. Parar de fazer, por exemplo, a besteira que fez com a Tereza Cristina. Vamos avançar, vai.
O PP reforçou nesta sexta que ficará neutro na eleição presidencial deste ano. Por meio de nota, o partido confirmou a posição que já anunciado sobre a disputa nacional. Comunicado foi divulgado após senadora Tereza Cristina afirmar a aliados que estaria disposta a concorrer como vice na chapa do candidato Flávio Bolsonaro. Conforme o gabinete da parlamentar, ela se reuniu na quarta com senador do PL e falou sobre essa possibilidade.
Segundo Flávio, Tereza faltavam poucos detalhes para definição. Em nota hoje, o PP reforçou a neutralidade, pôs fim à negociação, dizendo o seguinte: o Progressistas, após consulta aos diretórios estaduais, decidiu por maioria permanecer neutro no processo eleitoral. Diante disso, reiteramos a posição de não convocar convenção nacional. A decisão já foi comunicada e acatada pela nossa líder no Senado Federal, a senadora Tereza Cristina.
Na semana passada, o presidente do PP, Ciro Nogueira, havia comunicado Flávio que o partido não pretendia. O Doutor Luizinho foi lá, falou para o Lula e não sei o quê. O negócio é o seguinte, ó, o Vale Bene Os unos tentaram tomar o PP e União de assalto. Os unos amadores, e o Fionó, e Fionó, tentaram tomar o PP e União de assalto. Ah, vou lá, tomo e tal, e não sei o quê. Não deu certo. Aí depois, e o Flávio já tinha dito quando ele que ia ter a Tereza assim.
Tal, não sei o quê. Aí depois ele falou que não, que ai, que pena que não deu a Tereza, mas que olha, ele tava uma pena, mas eles caminharão juntos. E tem várias coisas aí. O PP, a distribuição de PP, União Brasil no Nordeste, eles não querem ficar contra o Lula, não é uma coisa interessante, né? E já tinha tomado a decisão, mas eles tentaram tomar o partido de Assalto. Fato, né? E aí vamos para 7. Aí eu olho, eu rivo. Olha o Beni, ô, ô, ô, ô, ô, Isa, como eu sou um homem dado a palavras antigas, eu ri às escâncaras, com crase, quando eu vi, disse que a vovozinha tava enganando o netinho.
Eu já vi o lobo, eu já vi o lobo enganar vovozinha, Já viu o lobo tentar enganar Chapeuzinho. Agora a vovozinha enganando o netinho, olha só, se aconteceu é uma história infantil de novo. Agora nós temos Chapeuzinho Vermelho versão Vivendas da Barra, que é o livro que eu estou fazendo de clássicos.
Vai, integrantes do PP avaliam reservadamente que a senadora Tereza Cristina aceitou o convite para ser vice de Flávio Bolsonaro porque já sabia que o partido seria contrário a formação da chapa. Informação é do portal G1. Nos bastidores, a parlamentar sofreu muita pressão de setores produtivos, principalmente do agronegócio, para abrir um canal de diálogo com Flávio. Até então, a senadora refutava a ideia, de olho na eleição para a presidência do Senado em 2027.
Um deputado do PP, sob reserva, disse o seguinte: no fundo, se avalia que ela também não queria. Ela voltou atrás apenas para fazer um gesto ao agro, principalmente de Mato Grosso do Sul, que estava cobrando isso dela.
É o agro, que é isso dela, alguma coisa, alguma alternativa ao Lula. Porque sabe que o Lula tá— nossa, o Lula tem sido assim um ogro para o agro. Nossa, gente, é, o Lula é muito mal para o agro. Assim, bom mesmo eram os planos safra do Jair Bolsonaro. Nossa, aquilo era uma— mas aquilo era uma verdadeira poesia, não é mesmo, pessoal? Olha, eu vou lhe contar uma coisa, né? Mas enfim, e aí andou saindo coisa dela de podcast, ela falando que talvez pudesse ser candidata ela mesmo.
Aí alguém tava falando, por que que ela não viu? Tem hora que você já engraçado, porque que ela não seria candidata tendo Flávio de vice? Olha, não sei, acho que talvez não desse certo, vale o né? Talvez não desse certo, né? E o Ronaldo Caiado hoje disse que o Ronaldo Caiado tá todo animadão, né? Ele tá vendo o CRIED, tá lá, vai ser eu aí. O Flávio não inspira confiabilidade, né? E agora até ele arrumou um assessor, agora acho que vai, que é o Aldo Rebelo, né?
Tava difícil até agora, mas acho que agora facilita, né? E por falar em Flávio, nós vamos para 9. O Flávio insiste na explicação absurda sobre a— rapidinho, vai.
Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro não sabia que seria exibido um vídeo com sua imagem feito com inteligência artificial durante a convenção do PL, que oficializou o filho 01 como candidato ao Planalto nas eleições deste ano. A declaração de Flávio foi dada em uma live na noite de ontem Vamos conferir o que disse o senador.
É óbvio que o presidente Bolsonaro não tinha a menor ideia de que ia passar um vídeo dele na nossa convenção. E obviamente que nós estudamos a legislação e não tem absolutamente nada de errado. A resolução do TSE e a legislação dizem, mesmo assim, da coisa que vai ter que ser decidido mais com caso concreto pelo TSE, Mas em tese, que durante as eleições você não pode usar inteligência artificial, a deepfake, para promover mentiras, para fazer conteúdo.
Já tá promovendo mentira. Não é durante a eleição, não é isso. Salvo engano, é um engano mesmo, não salva. Agora, o que é fabuloso aí é ele, na condição de advogado também, assinar um troço dizendo que enganou o pai. Isso é fabuloso. E aí foi outra esparrela na qual caiu imprensa, porque foi assim: Alexandre pressionou o TSE. Por que que ele pressionou? Porque ele disse o seguinte: ou o vídeo contraria a minha decisão— minha decisão, decisão desta corte— Sobre a produção de vídeos, etc.
Se o Bolsonaro sabia, contrariou. Se não sabia, aí é um problema do TSE. Aí vai o Flávio e diz: não sabia. Se diz não sabia, acho que tá querendo que o pai volte para cadeia. É isso? Tá querendo que o pai volte para cadeia? E aí, meninos, nós— eu vou antecipar aqui, tem muita coisa aí. Fica aí, fica aí. É um ou outro não gosta do tio Recar, que pena. Mas o seu Zélio Sanches Navarro, de Porciúncula, no Rio de Janeiro, o seu Zélio vai fazer 100 anos amanhã. 100 anos amanhã.
Foi tratorista, guarda de trânsito, escrivão, detetive, é sambista, toca uma penca de instrumentos, vale bem. Olha lá, é avô de uma, da Pri Sanches, uma mulher brilhante, intelectual, é notavelmente culta, acompanha o programa. E aí o avôzinho, ela chegou na casa dele, né, na casa da mãe, acho que ela mora com a mãe, e o seu Zélio tava lá me assistindo. E o seu Zélio tá com a cabeça no lugar certinho. Nossa, mas o seu Zélio tá com a cabeça perfeita, melhor do que de muito jovem de 20 anos.
Ah, põe o seu Zélio aí, comovente, seu Zélio. Beijo no coração do seu Zélio, beijo para Pri, para família toda. Vai, põe aí, vai. Quando for que ele não tira o boné, manda um beijo para o Reinaldo Azevedo que eu vou mandar esse vídeo para ele.
Eu vou mandar esse vídeo para ele.
De Deus falando, porque ele fala com toda liberdade, não esconde nada e fala com liberdade.
Ele é correto e adequado entre nós, as nossas polícias, e inteligente, né, vô?
A gente entende bem isso, né?
Todo mundo consegue entender, né?
Manda um abraço para ele, vô. Reinaldo Azevedo.
Reinaldo Azevedo, um abraço, hein, para você. Deus te abençoe aí no seu trabalho.
Olha aqui para câmera aqui, ó, quando você tiver falando. Isso.
Uma boa noite para você. Deus te abençoe, te guarde aí.
Vou mandar para ele, hein, vô.
E passei. Seu Zélio, parabéns pelo seu aniversário amanhã, tudo de bom, obrigado. Olha só, isso de fato me emociona, né, Seu Zélio? Obrigado, viu, pelas palavras elogiosas. Fica aí que tem muita coisa. E você que agora no intervalo da rádio vai ficar fora porque a gente vai passar uma coisa, vai só vai estar em São Paulo, depois não perca, tá? Porque este não é o programa da Dori.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Terms and conditions apply. A peixinha que pergunta: quem é você? Não, nunca pensei. O É da Coisa. E há coisas que só o É da Coisa faz. Por você. Eu adoro esses momentos. Eu acho que às vezes o jornalismo existe para isso, entre outras coisas, né? Disse alguém: uma vida existe para, no fim das contas, um bom livro. Um bom livro justifica uma vida. O fato justifica a vida, né? Desmontar picaretagem. Querem ver aqui? Olha um momento fabuloso, momento fabuloso.
Isso aqui vale assim, vai bem, vale por aquelas sessões de psicanálise em que a pessoa tem aquele insight muito forte assim. Vai, vai lá.
Flávio Bolsonaro afirmou hoje de manhã em São Paulo que o presidente Lula se vinga da cidade, do estado de São Paulo, ao perseguir Ricardo Nunes, o prefeito da capital, e Tarcísio de Freitas, respectivamente. Então, prefeito e o governador do estado. A fala do senador aconteceu durante um café da manhã organizado por Nunes, que reuniu vereadores da capital paulista, apoiadores de Flávio e do governador também.
A gente vai conferir o que disse o candidato O mais importante que eu tiro disso tudo, gente, é que independente dessas composições, os nomes, né, que são excepcionais, os quadros maravilhosos desses partidos, todos vão caminhar com a gente na campanha. Todos estão participando da formulação do plano de governo, tá todo mundo empolgadíssimo, super animado com a possibilidade de colaborar, de voltarmos a ter um governo que olhe de verdade para o povo brasileiro, é que não fique perseguindo um governador de estado que precisa do aval da União para ter um financiamento aprovado para uma grande obra no estado de São Paulo, ou um prefeito de uma cidade que precisa do aval da União para ter um equipamento de mobilidade com financiamento aprovado da União.
Se o governador Tarcísio, prefeito Ricardo, já consegue entregar tanto para São Paulo mesmo com boicote do governo federal, vocês imaginem quando tivermos um presidente da República que basta o governador, prefeito passar a mão no telefone e resolver os problemas pensando no que é melhor para o povo paulistano e o povo paulista. Então é uma relação ganha-ganha que eu tenho certeza que o eleitor de São Paulo vai poder avaliar com muita tranquilidade e saber fazer a melhor escolha.
Relação ganha-ganha tem copyright. Como assim?
Isso é meu.
O Flávio Bolsonaro. Agora, esse é o momento da revelação. Isso vale mais do que alguns anos de psicanálise. Não, não vale. Maravilhoso, fiz 8 anos. Nossa, Rei, não adiantou? Claro que adiantou. Olha, olha que beleza. Vai, falem.
No entanto, se olharmos para o passado recente, veremos que em 2 de fevereiro de 2024, Tarcísio e Lula trocaram afagos durante evento oficial no Porto de Santos, marcado pelo anúncio de investimento conjunto entre União e Estado em obras do túnel Santos Guarujá. Vamos conferir o que disse o governador de São Paulo naquela ocasião.
O porto que vai receber no dia de hoje presentes importantes e presentes que nascem do entendimento, nascem da parceria. Isso torna esse momento mais emblemático. E talvez eu seja um privilegiado de estar participando desse momento emblemático, de estar celebrando a parceria com o governo federal para entregar para Baixada Santista algo que era desejado, e os primeiros registros são de 100 anos atrás. Uma parceria que vai representar 50% de investimento do estado com 50% do governo federal.
Uma parceria que vai deixar sua marca aqui na Baixada Santista. E aí, quando a gente acertou a questão do túnel, nós acertamos também, Ministro Rui Costa, vamos fazer em parceria as obras da Perimetral, vamos fazer os viadutos que que estão faltando. Vamos dar, vamos melhorar a mobilidade urbana. E quando a gente soma todo investimento que vai ser feito aqui no túnel, na perimetral, nas casas, a gente vai passar fácil, presidente Lula, dos R$8 bilhões.
E nós vamos fazer isso juntos. Então tá na hora realmente de celebrar o que é histórico. Muito obrigado pela parceria, presidente Lula.
Dispõe de algum tempo, Valibem, ou fechou? Não precisa. Quanto tempo? Um minutinho. Então eu digo assim, tá aí. Não serei eu aqui a dizer, mas digo, não há um só governante com o mínimo de honestidade que diga que o Lula discrimina políticos. Ele é famoso por não fazer isso. Quem dizia que não queria papo com a oposição era o senhor Jair Bolsonaro. Temos testemunhos, vídeos, etc. Sobre o Lula, tem o testemunho do Tarcísio. E aí, Tarcísio, hoje enquanto Flávio falava isso, você ficou com cara ao lado fazendo aquela cara de, como você dizia quando era criança, de estalta, né?
Que sabe que é mentira. Inclusive, que essa cor de cabelo, que eu preciso dar umas dicas para você. Vai no Dário, meu cabeleireiro. Tá ruim isso aí. E vamos aí, menino, que nós temos. Vai, vamos lá.
Reinaldo, ainda durante o café da manhã de hoje com vereadores de São Paulo, agenda que já citamos, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro disse não entender as pesquisas de intenção de voto apontarem que o eleitorado feminino prefere Lula a ele. Ao criticar o apoio feminino a Lula, Flávio afirmou que segundo ele as pautas das mulheres são defendidas apenas pela direita. Vamos acompanhar o que ele disse.
E falta que a gente comunicar melhor, a gente pedir melhor Não dá para compreender como é que as pesquisas mostram, por exemplo, que as mulheres estão votando mais lá do que aqui. As pautas das mulheres, Sandra, são as pautas que nós defendemos. E é uma briga que a gente tem na direita isso, né? Porque parece que aquele defende as mulheres está defendendo a pauta errada.
Não.
Pergunta para uma mãe se ela quer um filho drogado. É direita ou esquerda que é contra as drogas? A esquerda faz programa de liberação de droga. Não tinha aqui Usa crack na cidade de São Paulo? Qual mulher que concorda com que o filho sai do colégio e se assediado para fumar um crack na porta do colégio? Como é que tá rodando a esquerda?
Olha bem, a gente dá uma de Dori agora ou não? Nunca, não pode nunca. Oi, quem é você? Como é que é? Esquerda, bolsa craque, craque, droga, me remete a Comando Vermelho, por exemplo, PCC, Comando Vermelho. Comando Vermelho me remete a Rodrigo Bacelar, que está preso em presídio federal, presidia Assembleia Legislativa do Rio, seu aliado, seu amigo. Com quem você se encontrou? Põe o vídeo aí para mim, vai. Flávio, fala para a gente aí sua presença nessa resenha aqui convocada pelo Alexandre Martins.
Aqui é um craque, é um prefeito amigo, e essa cidade maravilhosa aqui, eu quero saber essa resenha aqui, essa resenha aqui vai Esse momento aqui agora, porra, calça hétero, porra. É um almoço entre amigos no lugar bonito com o melhor prefeito do Brasil, tá aqui, ó, a cidade mais bonita do mundo.
Agora é o governador exercício dando canetada, tirando os outros assim. Como que o negócio aqui, mano?
Já passou.
Não passou não, ontem.
O que tá hoje é outro. Vamos trabalhar, é isso.
A gente tem que fazer o que tem que fazer e tá feito.
Vamos embora!
E aí, tem o apoio do governo? Como é que tá isso? Cláudio conversou contigo?
Vai conversar na volta, tem reunião na volta, só na volta.
É, então tá bom. Olha aqui, ó, Rodrigo Bacelá, governador em exercício, e o senador Flávio Bolsonaro conversando reservadamente aqui na FINC, na classe política da região do Pará presente, mas os dois escolheram um cantinho ali, ó, para conversar. O que será que estão falando? O que será, hein? Ah, isso foi no século passado? Não, foi no dia 4 de julho do ano passado. Estavam todos juntos, inclusive, quando teve massacre na Penha, no Alemão.
E Rodrigo Bacelar lá quietinho. Ah, tá matando pé de chinelo mesmo, não tá matando o comando, que eles continuam. Manda lá, tá matando pobre. E vocês continuam a não entender o voto feminino, né? Vai ver, Flávia, que um dos chefões da sua campanha diz que é correto dizer que há mulheres que não merecem ser estupradas. Compara jornalistas com prostitutas, depois pede desculpas às prostitutas, né? Pode ser por isso, né? Porque mulher do próprio partido é atropelada pela macharia.
Tem um livro pavoroso que chama O Dia em que Nietzsche chorou, que inclusive virou aquela coisa assim, virou aquele livro Aquele livro, eu sei que a pessoa fala, ai, você leu o dia que a gente chorou? Porque é cheio de frases que já não. Mas você acha o quê? Ai, eu folhei, acho merda. Mas de qualquer modo também, quem gostou, tá tudo certo.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
E teve o dia em que Eduardo chorou. Não sei se já faz parte da nova estratégia de marketing agora que meter o pé no traseiro do antigo marqueteiro, né? Vai.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro chorou ao citar o temor de ser preso e ao apontar uma suposta perseguição contra a família. Essa manifestação foi feita durante o lançamento de uma TV na Flórida, nos Estados Unidos, onde ele vive desde fevereiro do ano passado. Ao discursar no país, né, mas não no estado, discursar na inauguração da TLTV, que contou com a presença do blogueiro bolsonarista Alando Santos, fundador do canal, Eduardo disse que o pai está incomunicável e questionou aonde vai parar essa loucura.
Pera só um pouquinho antes de botar o vídeo. Que bacana esse pessoal nem diz, nem precisa dizer de onde sai o dinheiro para fundar TV. Olha que coisa linda! É povo próspero, basta querer e já estão fazendo TV. É mansão, é TV, é um negócio, vale o bem. Mas olha, eu descobri que lá no Texas, na Flórida, sabe o que acontece? Chove maná na forma de dólares. Olha só, aí, que lindo! Vai, põe aí.
Ela ficar 3 anos sem ver os filhos, eu não consigo imaginar ficar tanto tempo assim.
Para quem tá no rádio, eles se abraçam, ele começa a chorar.
Porque a gente é velho, a gente é velho, a gente segura a onda, né? Mas quando passa a condenação, quando faz as liberdades internacionais, tem que tomar um monte de precaução com Interpol, ver advogado, é caro para caramba. E você vai para viagem, você chega no local e sei lá, você vai ser preso. E aí você pergunta, né, tô fazendo isso tudo, podemos deixar os moleques em casa sem poder ver o pai? Um monte de gente ferrada aí no Rio de Janeiro, meu pai.
E enfim, e aí tem que lidar com os direitos e fica achando que eles aqui não se dá bem na vida. Não quer botar o Flávio por causa da família? Fala então, irmão. Se candidata aí para você ver. Não, eu sou limpinho, não vai dar nada não. É mesmo? Se candidata aí que eu quero ver. Se candidata. Do Flávio, tava falando que apareceu vídeo dele comendo russa, depois era comendo ucraniana, depois era com não sei quem, e tal, quem que tá aqui dando risada.
Ninguém reparou para olhar a Fernanda, esposa do Flávio, que estão destruindo uma família, e os caras nem aí, falando como se fosse a coisa mais natural do mundo, dando risada. Ainda vou voltar no Brasil, dá vontade de pegar de porrada esses moleca.
Aí ele falou de pegar de porrada a turma do MBL, do Missão, agora não Mas de qualquer modo, para ele pegar de porrada aqui no Brasil, ele precisaria estar aqui, né? Porque é para pegar de porrada lá no Texas, é só as pessoas mudar para lá também, ou ir lá passear, falar: ô, vim aqui para você me bater, tá? O dia em que Eduardo chorou, é muito medo das viagens internacionais. E é claro que ninguém vai perguntar: mas viagem internacional com que recurso?
TV com que recurso? Mansão com que recurso? E o Lula foi ao podcast do Vilela, Inteligência Limitada. Abraço para Vilela, que eu já fui, deu muito certo, e há jujubas muito boas no programa. Estados Unidos vão interferir nas eleições do Brasil, disse o presidente, disse não ter dúvida. Pode botar direto o vídeo para a gente ganhar tempo, vai.
E que no Brasil a mentira não vai ganhar. Mas você tem medo de algum tipo de interferência dos Estados Unidos na eleição? Porque agora tem essa— não que vai tentar interferir, mas agora estão levantando de novo a questão das urnas eletrônicas. Não, não, veja essa safura da eletrônica. Então, mas você acha que já é uma preparação para uma derrota e uma justificativa? Não, deixa eu te contar, eles vão tentar interferir aqui.
Como?
Ele vai estar tentando, sabe, ajudar o lado de lá ganhar as eleições. Você acha que o Trump prefere que o Flávio Bolsonaro ganhe? Não, ele já disse isso. Então, mas ele ajudaria muito mais o Marco Rubio, que é o secretário de Estado dele. Eu, Vilela, não tô preocupado com isso. Mas quando você conversa com ele, o que que te passa? Com o Trump, a relação minha pessoal com ele foi muito boa. Então, até agora Não é o que acontece depois que a gente sai da reunião.
Você acha que depois ele— é porque depois o Marco Rubio, que não gosta da América Latina, que não gosta do Brasil, sabe, vai fazendo as coisas acontecerem como quintal dos Estados Unidos. Eles querem que a América Latina volte a ser um quintal dos Estados Unidos.
Quem há de duvidar, né? Tem documento, tem tudo escrito, né? É isso aí. O É da Coisa. Muito bem, a Michele, ah, vai definir se é candidata, não é candidata e tal. E aí o Valdemar Costa Neto falou que ela precisa definir. Falei com a presidente Michele se ela é candidata ou não, ela falou que vai resolver com o marido dela. Então vou decidir isso provavelmente até domingo. É tudo uma questão familiar, né? A gente é preciso entender que o caiado isso sim simula coisa de gente nobre, né?
Só para não ficar vendo, né? Ter coragem de chamar as coisas pelo nome. É isso aí. O É da Coisa. Rapidamente nós voltamos aí ao Mendonça.
Mendonça.
E aí agora o monitoramento do Jax Wagner, que foi também considerado uma verdadeira poesia, e mais a quebra do sigilo da investigação sobre o Wagner. Eu tô aguardando até agora quebra o sigilo da investigação sobre o Cláudio Castro. Tem que ter, né? Mas vamos lá, vai, vamos falar sobre Mendonça.
O ministro André Mendonça do STF autorizou a Polícia Federal monitorar o celular do senador Jax Wagner depois de identificar riscos de vazamentos de informações da operação que investiga as fraudes do Banco Master. Relator. A suspeita surgiu depois de um dos alvos procurar o gabinete dele dias antes da deflagração das medidas contra o parlamentar. De acordo com informações de pessoas a par das investigações, o próprio senador esteve no Supremo para falar com o ministro em 17 de junho, na véspera da operação contra ele.
A medida, que inclui monitoramento de localização em tempo real e o acesso a registro de chamadas, foi motivada por um risco agudo de vazamento das diligências. A decisão de Mendonça do dia 23 de junho teve o sigilo retirado nesta quinta. O ministro afirma que já houve anteriormente na investigação do Master casos de antecipação de ações policiais.
Todo mundo sabia que o Jacques Wagner cedo ou tarde tava nessa. O fato de o cara ter ido lá pegar informação não significa nada. Agora, o que eu não gosto desse tipo de coisa: mandei monitorar mesmo, tá, monitorou, e aí? E aí nada. Teve não sei quantas conversas, não sei quantas conversas, e o crime tá onde? Também não sei. Isso não tá ficando bom, isso não está ficando bom. Ai, tá protegido? Não, fala o que tem de ruim, acabou.
Expõe, oferece denúncia e para de ficar criando fatos à beira da eleição. Simples. Ou essa coisa. Estamos de volta nas redes sociais e nas TVs. Até brinquei hoje, né? O Hélio Gaspar tem lá Madame Natasha que socorre os destituídos de gramática, né? E eu posso, eu posso socorrer os destituídos de livros também. Sim, com certeza. Que parem de falar tanta burrice. As impressionantes burrices sobre a guerra do Paraguai. Vai.
Sim, um dia após convocar o embaixador do Brasil em Assunção, José Antônio Marcondes, para consultas, o governo do Paraguai afirmou hoje que não quer aprofundar a dita crise entre os dois países. A informação foi divulgada em coletiva de imprensa pelo vice-presidente do Paraguai, Pedro e pelo ministro das Relações Exteriores do país, Rubén Ramírez Lescano. Esse último, aliás, afirmou que recebeu explicações do embaixador brasileiro sobre as declarações de Lula a respeito da Guerra do Paraguai.
Segundo Lescano, o representante diplomático brasileiro relatou que Lula considerou que as declarações dele foram retiradas de contexto. Na coletiva, Lescano explicou o seguinte: o embaixador manifestou que isso foi tirado de contexto, é o que ele nos disse. Nunca foi a intenção do presidente Lula realmente ressentir ou insultar o Paraguai com essas declarações. Então nós tampouco queremos aprofundar muito isso.
Alguém, por favor, me faz o favor de dizer, de lembrar o que foi que o Lula disse? Sim, ele disse aí, gente, tá aí, eu sei, tá aí. Eu não tô dando bronca, tô bravo com a burrice. Que que foi que o Lula disse mesmo durante o evento em São Paulo?
Ele falou, é, na sexta passada, dia Nós gostamos, 24, né? Nós gostamos da paz, ele disse, mas não podemos esquecer que um dia o Paraguai decidiu invadir o Brasil, invadiu Corumbá e ao mesmo tempo invadiu Uruguai e Argentina. E essa guerra que parecia que não ia dar em nada durou 5 anos.
O que que tem de errado aqui? O presidente tá fazendo por um acaso apologia da guerra? O presidente tá falando, ah, e aquele bandido daquele Solano Lopes?
Não.
E aí nós botamos para quebrar mesmo, foi, vamos lá, acabamos com eles. Também não. Quer dizer, num dia o Solano López invadiu o Mato Grosso, invadiu e tinha sequestrado o navio mercante brasileiro, governou o Paraguai como um ditador, um caudilho, de 1862 a 1870. E ó, deixa eu dizer uma coisa, O bom às vezes de ser velho é poder ter alguma experiência, porque o diabo é diabo porque é velho, não porque é burro, porque é sábio.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
E eu tenho uma coisa gramatical, é não porque seja sábio, né? Não é não porque é sábio, quer dizer, é velho e é sábio. Eu não posso fazer nada a não ser pedir que vocês leiam, não tá à mão aqui, mas tá aí, Maldita Guerra, do Francisco D'Aratioto, Companhia das Letras, 2002. Recolocou, refez a trajetória dos estudos sobre a Guerra do Paraguai. Porque até aqui no Brasil tinha alguns setores um pouco assim que se queriam de esquerda, que aí também eu— não, ser esquerdista não torna ninguém inteligente, definitivamente.
Esquerdista burro. Extremista de direita inteligente não tem, porque senão não seria extremista de direita. Porque se a extrema-direita não quer democracia, já pronto, não quer. Aí, direitista, direitista tem, se for democrata. E assim, Solano López, um líder socialista até antes do socialismo, o Paraguai perseguido pela— olha bem, nessa tese que no Paraguai vigora até hoje, o Paraguai, como era uma potência gigantesca que tinha no máximo 450 mil habitantes, uma sociedade rural dominada por senhores de terra primitivo.
A Inglaterra falou assim: nossa, como o Paraguai é poderoso! Que medo do Paraguai! A Isabela: estou tremendo de medo do Paraguai! Vou mobilizar o Brasil, Argentina e Uruguai para destruir o Paraguai. E aí vou falar com o Império Brasileiro. Era Império, tá? O Brasil já era independente. Império, era o Segundo Império já. Segundo Império. Vou mobilizar o Brasil para destruir o Paraguai. Não, o Solano López invadiu mesmo, sequestrou o navio, invadiu Mato Grosso.
Ele queria um acesso ao mar, ele queria chegar ao Uruguai, invadiu para isso a Argentina e se fez a Tríplice Aliança. E sim, teve uma guerra pavorosa. Pavorosa, de 1864 a 1870. Teve uma guerra pavorosa. A destruição do Paraguai foi gigantesca. 450 mil pessoas, tá o livro ali, morreram entre 250 mil e 300 mil, coisa de perto de 70% da população, 90% da população masculina. Verdade, tragédia para o Paraguai. Mas o Lula não fez apologia disso.
Só que eu tenho uma novidade. Para os destituídos de leitura. Sim, os militares brasileiros foram terrivelmente brutos. O Solano Lopes mobilizou criança para lutar, é verdade, morreram também. Mas sabe o que matou, vale o bem, Isabela? Há evidências disso. 70% dos soldados da população paraguaia fome, cólera, varíola e malária, inclusive os perto de 50 mil brasileiros que morreram também, e não a guerra em si. Tudo isso documentado.
O livro é brilhante, brilhante. Acabou inclusive com algumas fantasias que tinha aqui Ah, porque o Solano era um cara bacana. Ele não era um cara bacana, ele era um baita de um ditador vagabundo. Pronto. O Lula não vai falar isso, eu falo. Tem livros a respeito. Aí parece que só você lê.
Não, eu não.
Quem disse? Eu tô falando que eu tenho monopólio da leitura? Olha bem, eu tenho um livro escondido aqui com essas informações. Não, quem tem inquérito escondido parece o Mendonça. Eu não tenho nada ali escondido. É livro que tá ao alcance, basta ler. Para o Brasil isso foi uma porcaria também, de uma outra dimensão que nem tá muito claro para muita gente. E aí tem mais dois livros: A Espada de Damocles, O Exército, A Guerra do Paraguai, A Crise do Império. Viu uma pele exposta?
Leia.
E o historiador dos historiadores das Forças Armadas, José Moreira Carvalho: o Império Brasileiro, Segundo Império, Dom Pedro era um civilista, Dom Pedro II. Sabe o que a Guerra do Paraguai fez? A Guerra do Paraguai fez com que o Exército ganhasse um tal poder no Brasil O poder militar brasileiro, que depois se revela por uma sucessão de golpes não punidos— o primeiro a ser punido é este, livro de novo, tá aqui, Utopia Autoritária Brasileira— foi por causa da Guerra do Paraguai.
Aí os militares disseram: deixa com a gente a Guerra do Paraguai. Prepara o golpe da República. História, bebê, história, né? Vamos parar de usar o cotovelo em certas coisas. O cérebro vai bem, não é isso? É isso. No mais, Por isso uma força me leva a estudar, por isso essa força nada estranha, por isso é que eu estudo, não posso parar, por isso esse programa tamanho. Beijo, até segunda!
Eu vi o menino correndo, eu vi o tempo brincando ao redor. Eu pus os meus pés no riacho e acho que nunca os tirei. O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei. Eu vi a mulher preparando outra outra pessoa. O tempo parou para eu olhar para aquela barriga. A vida é amiga da arte, é a parte que o sol me ensinou. O sol que atravessa essa estrada que nunca passou. Por isso uma força Me leva a cantar, por isso essa força estranha, por isso é que eu canto, não posso parar, por isso essa voz tamanha.
Eu vi muitos cabelos pelos brancos na fonte do artista. O tempo não para, no entanto ele nunca envelhece. Aquele que conhece o jogo do fogo das coisas que são é o sol, é o tempo, é a estrada, é o pé e é o chão. Eu vi muitos homens brigando, ouvi seus gritos, estive no fundo de cada vontade encoberta. E a coisa mais certa de todas as coisas: não vale um caminho sobre o sol, e o sol sobre a estrada é o sol sobre a estrada é o sol.
Por isso uma força me leva a tentar, por isso essa força estranha, por isso é que eu canto, não posso parar, por isso essa voz, esse tamanho. Por isso uma força me leva a cantar, por isso essa força estranha no ar, por isso é que eu canto. Viva Roberto Carlos! Não posso parar, por isso essa voz está Por isso uma força me leva a cantar, por isso essa força estreia no ar, por isso é que eu canto, não posso parar.
Você acompanhou O É da Coisa na BandNews FM. Oferecimento BTG Pactual.
Para quem espera mais Hey guys, it's Ryan.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
BTG Pactual