O É da Coisa de 27/07/2026, com Reinaldo Azevedo: Milei, o embusteiro; banditismo da extrema direita
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E agora na BandNews FM, o É da Coisa, com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco.
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18 horas e 3 minutos no horário de Brasília. Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de É da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfunde, atrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Taio, pela Band News TV, pelo LG Channels, TCL Channel, e também pelas redes sociais. Sempre Band News FM no aplicativo, Band Play na caverna do inhudo, em tudo quanto é lugar. Boa noite, Isabela.
Boa noite, Wally Obeni. Boa noite. Sou meu fã. Rolling Stones cantado pelo Keith Richards. É a música dele e do Mick Jagger atuando como back vocal. Vocês viram? Até que ele te levava futuro nessa função, vale bem, né? Olha, ele poderia ter uma carreira longa pela frente, né, como back vocal. Mas linda. Depois vocês peguem a letra. Uma música um pouco melancólica, olha, um folkzinho melancólico, mas falando em No nome da tolerância, né, da diferença no mundo, e como a diferença no mundo faz a diferença para o bem, né.
Olha, temos muita coisa. Evidentemente vamos falar daquele delinquente que governa a Argentina. Ele é chefe de Estado, pode vir aqui falar o que falou. Obviamente eu posso, posso e devo chamá-lo de delinquente, né. Posso e devo. É espantoso que isso tenha acontecido. Vamos tratar de todas as implicações que isso tem, a questão eleitoral e tudo mais. Só que eu quero começar com algumas outras coisinhas que são importantes. Nós, eu pretendo fazer aqui um trabalho que eu considero também de formação.
De formação do pensamento. Quando eu digo formação do pensamento, é trabalhar com livro, trabalhar com obra, trabalhar com referência, encaminhá-los para pesquisa. Ah, é que você quer que todo mundo pense o que você pensa?
Eu não.
Tá bom de Reinaldo no mundo já, valeu, Beni. Tem gente que acha que até demais, mas aí, queridos, Não, eu gosto da diferença, gosto da divergência. Eu não gosto de delinquência, de banditismo. Aí não, aí não dá. E gosto de fazer o debate e gosto de lógica. E a questão de que eu vou tratar agora é uma questão lógica. E é curioso, Wally Beni, que eu vou fazer um raciocínio aqui que em parte os bolsonaristas vão concordar comigo também.
Quer apostar, Wally Beni? Ah, eu acho que você vai estar certo. Wally Beni diria, o Isabelle fala, eu não aposto mais nada, eu tô bet rei. Vamos lá.
É bom que ele tem uma caixa forte para apostar.
Vou lançar uma bet para as ideias, para o mundo das ideias.
Essa é boa.
Entendeu? E você ganha o quê quando você acertar? Pontos no mundo espiritual. É isso, tá? Vamos lá, o que a gente tem aí?
O PSD realizou sua convenção nacional no antigo Edifício Joelma, em São Paulo, e agora Ronaldo Caiado é o candidato oficial do partido à presidência, tendo Gilberto Kassab como vice. Em seu discurso, o ex-governador de Goiás afirmou que pretende libertar o país do que chamou de sequestro do PT e das facções. E referindo-se a Flávio Bolsonaro, mas sem citá-lo, disse não ser um candidato Kinder Ovo com uma surpresinha todo dia. Investindo na estratégia Neném, afirmou que é ladrão quem rouba com a mão esquerda ou com a mão direita e que os eleitores não podem escolher os mais rejeitados.
Podem ter certeza que para governar o país precisa muito de independência moral e de coragem pessoal. Coragem para poder amanhã liberar e libertar o país do sequestro do PT e das facções, de não ter um candidato que seja aí um Kinder Ovo com a surpresinha rachadinha todo dia, mas sim um candidato que tenha uma vida pregressa, que nunca se envolveu em rachadinha, em mensalão, em petrolão, em escândalo do Master, em assalto aos aposentados no Brasil.
Então quem rouba com a mão esquerda ou quem rouba com a mão direita é ladrão, rouba, não é representante.
Gazeta do Povo.
Você tem que ter alguém que realmente cumpra todas as exigências necessárias para poder ter essa autoridade para, num segundo turno, debater e mostrar a diferença.
É, lembrando sempre, né, vale bem que tem gente que rouba com as duas, inclusive, não é só Viu, Isa? Tem, tem um que rouba com a mão direita, outro que rouba com a mão esquerda, e tem gente que rouba com as duas. Eu não vou, obviamente, esse é o ponto em que eu não vou tentar proibir o caiado de fazer política, né, Walio Beni? Eu adoro política. Eu parei de fazer jornalismo cultural porque eu gosto de política. E olha que eu fiz, eu estou entre aqueles que fizeram a melhor revista de cultura que o Brasil já teve.
Mas eu gosto de política, que a revista Bravo lá antigamente. Eu gosto de cultura, eu gosto de política. Todo mundo sabe que eu adoro literatura, mas eu gosto de política. Eu acho que eu de fato considero a política uma sabedoria superior. Não gosto de pilantra, é outro papo, mas de política eu gosto. Eu não vou proibir o caiado de libertar, sequestrar. Agora, claro, tem as coisas estúpidas. Datavene, governador, Como é que é o Brasil sequestrado pelo PT?
Olha bem, todas as vezes que o Lula ganhou eleição, que a Dilma ganhou eleição, foram pegar os eleitores em casa e eles foram raptados. É isso? Não foram raptados os eleitores. Agora eu quero dizer o seguinte: vocês vão votar tudo em mim. É o seguinte, vai votar, vai votar tudo, porque eu vou sequestrar todo mundo, senão não devolvo. Que diabo de sequestro é esse? Que que há? Isso é uma tolice. Ah, mas eu quero falar, quero ligar ao crime organizado.
Ok. E aí sobrou para o Lula explicitamente citado, PT. O Flávio, ele não cita. O Flávio, ele vai assim para se chama em dois corpos, bater na cangaia para o burro entender. Tá, não vai bater no burro, bate na cangaia que o burro entende.
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Reinaldo, o caiado, desculpa, pode ir? Pensei que era deixa já para segunda.
E aí tem uma coisa que é a seguinte, fica meio, vai ficar meio difícil, porque não vai para o segundo turno, não vai, vai bem, não vai, não vai. Não vai, já vou mostrar. Aí tudo bem, ele não vai querer votar no partido que sequestrou o Brasil, que é o PT. Aí ele acha que o governo que não combate as facções, o que é um absurdo, né, caiado? Mas tudo bem, tá? Mas vai votar no candidato Kinder Ovo? Vai votar no candidato, na referência que ele faz ao Master?
Se não vota naquele que ele considera ladrão de esquerda, vai votar no de direita? Então tem que ser pelo menos a neutralidade, não? Mas aqui ainda, tudo bem, faz política, meu filho, vamos poder, eles que debatam com você, tá tudo certo. Aqui não tá o nó lógico. Eu quero que você pense comigo aqui. Ele vai falar uma outra coisa que também é falaciosa, que ele vai falar que a tarifa é culpa do Lula também, e também o Flávio fica xingando todo mundo.
Todo mundo é errado nas tarifas. Pode botar o vídeo direto, e aí na próxima a gente vê aí. Vai lá, coloca direto, vai.
O atual presidente quer de toda maneira provocar o presidente dos Estados Unidos e alimentar daí um desvio de análise da interpretação da radiografia real que vive o país. Do outro lado, as mesmas agressões acontecendo, insultando autoridades, no sentido também de poder desviar negociar os assuntos os quais deveria prestar esclarecimentos a toda a população brasileira.
Então, Isabela, minha bela, você veja aí que é o seguinte, também aí ninguém tá certo, tá tudo errado, tá tudo atrapalhado, os dois estão errados, tá? E veja só, Eu queria muito que o Caiado dissesse, uma hora certamente ele vai dizer, onde o governo errou no caso das tarifas. Não que ele, que ele não tenha simpatia pelo governo, tá tudo certo. É que tá errado, que tá errado, que tá errado, não gosta do desenrola, não gosta do nada, tudo bem, não tem que gostar.
Democracia assim. Democracia assim, debate. Agora, a crítica pela crítica, especialmente quando depois mais tarde ele vai dizer que ele é galo de briga e tal, é crítica pela crítica, é ruim. Porque o que que o governo fez de errado no Tarifácio? Errado, Caiado, máxima vênia, esteve você quando não criticou as tarifas. Lá atrás, lá atrás, porque queria ser o candidato do Bolsonaro. Prometeu indulto porque queria ser o candidato do Bolsonaro.
Subiu em palanque com Bolsonaro em defesa da anistia para golpistas. Você subiu no palanque em defesa da anistia para golpista com Bolsonaro aqui em São Paulo, com Bolsonaro, com Flávio, esse da rachadinha, esse da missão. Você subiu no mesmo palanque. Mas ainda assim, ó, isso é política, tá? Política, uma hora tá aqui, outra hora tá ali, e não sei o quê. Agora, isso aqui que é uma coisa que eu entendo bem aqui, eu tô engatando aqui, menina, depois nós vamos Ele disse, eu sou galo, o Frávio é um frango.
Vai, vocês já viram frango de granja, meu jovem? Aqueles candidatos assim que na vida não tem como explicar qualquer coisa, fala assim, eu chamo papai, vou ler uma carta dele. Aí eu não sou, eu preciso de igual frango de granja, tá lá, vai comer lá aquela raçãozinha, beber água com antibiótico, fica na pobre e tal. Não, o caiado é galo de terreiro, meu amigo. Eu sou galo de terreiro, sou acostumado na briga, mas brigo pelo que interessa, o Brasil.
Nunca vi rastro de cobra nem couro de lobisomem. Se correr, o bicho pega. Se ficar, o bicho come. Porque eu sou é homem, porque eu sou é homem. Menino, eu sou é homem. Menino, eu sou é homem. Como sou? Muito bem, o caiado é homem com H. Galo, galo de terreiro. O Flávio é um frango. Ó, é frango, é frango, acabou. E tá pronto para o abate. Quem vai abater é o Trump, né? Pelo visto que ele já se ofereceu lá. E agora, Isabela, minha bela, Vem a tese impossível do Caiado. Ai, meu Deus, passa a cabeça para a gente botar o fim.
No discurso que fez na convenção do PSD, Caiado voltou a falar na guerra dos rejeitados. Vamos ouvir, depois, Reinaldo, você explica por que avalia que esse raciocínio não tem fundamento lógico.
Uma briga de polarização entre um candidato e o outro candidato. Não é possível que o Brasil vai querer optar por aqueles que são os maiores rejeitados da política nacional. Eleição não é eleição de rejeitados, a eleição é de quem traz resultado para a sociedade brasileira.
Isabela me desafiou.
Sim.
Sim, sempre aceito desafio de mulheres inteligentes, interessantes, belas. Vamos lá, sai uma pesquisa Nexos BTG hoje. No primeiro turno, Caiado tem 6% dos votos, o Lula tem 42% e o Flávio tem 33%. No segundo turno, segundo a pesquisa, o Caiado chega a 43, o Lula tem 45, empate técnico. Há 15 dias, aliás, o Lula tinha 47, teria oscilado para 45, e o Caiado teria subido 5 pontos, tinha 38. Tá melhor até do que o Flávio, 47 a 43, a diferença um pouquinho menor.
Lula e Zema, 46 a 42, sempre o Lula na frente. E sim, a rejeição do Lula é de 48, a rejeição do Flávio é de 52. A do Caiado eu nem vi quanto é. Se os ministros puderem ver, me veja aí para mim. Oi, Isa, presta atenção aqui, tá? Quantos realmente querem votar no Caiado?
6%.
Segundo essa pesquisa, hein, a pesquisa em que são 3%, segundo essa são 6%. Mas por que eu chego a 43% nessa pesquisa? Por causa da rejeição ao Lula, querido, por causa da rejeição ao Lula. É, e sim, a rejeição ao Flávio também é muito grande. Tô falando, 52, 48, são duas rejeições grandes. Mas, ô caiado, você só sai da irrelevância no primeiro turno por causa da rejeição alta deles. Ocorre, companheiro. Que no primeiro turno um tem 42 e os outros têm 33.
Sabe o que significa, caiado? É lógico isso, qualquer um pode lhe explicar. Mas você sabe, ou não seria um médico reputado? É que eles têm voto de verdade, você tem muito pouco. Aí quando os idiotas falam em polarização, com a devida vênia, precisa chamar de idiota, não precisa, mas são. Quando os idiotas falam em polarização, fica parecendo, olha, Isa, que as pessoas estão amarradas e obrigadas a votar no Flávio, no Lula. Eu acho votar no Flávio um horror, acho.
E agora as pessoas querem votar, o que que eu faço? Eu acho que como ele é golpista nem deveria ser candidato, que ele ameaçou o Supremo. Mas se a lei for cumprida agora, por causa do Milei, tem que ter a candidatura cassada. Agora as pessoas querem votar, ele tem voto. Ah, não é ele, é o pai dele. É o bolsonarismo. Então, Caiado, esse negócio que é uma eleição de rejeitados, você quer o quê? A minha rejeição é baixa, que 29, mas a sua adesão é de 6.
Querido, você já pegou os seus 29 de rejeição, tirou seus 6 de adesão para ver o saldo negativo seu de quanto é? É de 23.
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Ah, o saldo negativo dele é de 19. É menor do que o seu. Essa tese é para enganar. Essa tese sabe o que é? Olha bem, outro dia eu fiquei até com uma peninha de que é uma pessoa que já deveria, enfim. E não é por causa da idade não, que tem gente que com 18 já poderia se aposentar. E não é Rimbaud, hein, que ele parou de escrever porque ele falou, ah, cansei, já sou um gênio mesmo, tá tudo ótimo, né? Não, tem gente que já nasceu velha, né?
Nasceu póstuma, como diria Nietzsche, mas no mau sentido. Então não é idade, mas tem gente tadinha que ficou tão infeliz porque errou todas as teses todas, todas, todas, todas, todas, todas, todas, todas, não sobrou nenhuma. E aí fica com esse negócio da eleição dos rejeitados, como se eleição americana não fosse isso que dizem, polarizada, ou não é? A verdade, presta atenção aqui, esta verdade da qual não se pode escapar para quem estuda um pouquinho.
Até a ascensão do bolsonarismo, que se deu com desastre da Lava Jato destruindo o meio ambiente político, quem hegemonizava a direita, olha bem, era o PSDB. Isa, sem ser um partido de direita. Não era um partido de direita, mas tinha essa liderança e de algum modo emprestava alguma civilidade a essa gente. Vem a Lava Jato, acontece o que acontece, o Aécio cai em desgraça, outros líderes morreram, o PSDB na prática acabou. E a direita passou a ser hegemonizada pelo bolsonarismo.
Mas a polarização, isso que chama polarização, já existia, já existia. Tem um campo mais progressista, um campo mais conservador. O desastre agora, mas isso não é um desastre só da nossa democracia, democracia, é das democracias mundo afora, é que a direita passou a ser com alguma frequência hegemonizada pela extrema-direita, como acontece nos Estados Unidos. O Caiado, se não existisse isso que você chama polarização, que você acha negativo, você acha que você teria mesmo 43% no segundo turno?
Querido, você nem é conhecido para isso. É que é o voto anti-Lula. Ó, mas então quem vota no Lula no segundo turno também é o voto anti-Flávio. Não, mas pera aí, ele tem 42% no primeiro, bonitão. O troço não se sustenta, mas aí não tendo mais nada para falar, fala isso. Aliás, o Valeu, Beninha tá passando odisseia, tá aí uma história que nasce de uma polarização, não é mesmo? Fazer o quê, né, Isabela? Zema, outro extremista de direita que não tem nem vice. Rapidinho, vai.
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi lançado nessa segunda candidato à presidência pelo Novo. O evento que ocorreu no auditório do Edifício Ion em Brasília não contou com a participação de integrantes de outros partidos e o vice-presidente na chapa ainda não foi definido. Zema tentava um acordo com o Podemos para indicar o vice, mas não houve avanço. Agora ele anseia negociar com Democracia Cristã para que o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, faça parte na chapa.
Olha o Joaquim Barbosa, que nem uma peça que tinha, ei, Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá, né? É, nossa, olha, é, Joaquim Barbosa, nada como se lançar na política para fazer esse belo papel. Não, já decidiu não ser candidato, eu sei, mas aí estão achando. E o Zema, ele teve ideias ótimas. Por exemplo, ele quer fazer um super presídio perdido no meio da Amazônia. Olha bem, olha uma ideia fenomenal assim, do tempo que tinha presídio na Ilha Grande, assim, ah, meu Deus.
E aí eu achei engraçado que ele lia uma matéria dizendo assim: a convenção reuniu os principais representantes do Partido Novo, como Eduardo Ribeiro, Eduardo Girão, Marcelo Van Hattem e Deltan Dallagnol. Ou seja, não tinha principais. Na convenção, Flávio evidencia não é um moderado. E sim, eu já sabia.
No discurso que fez na convenção do PL no sábado, Flávio Bolsonaro também não quis saber de conversa de moderação. Afirmou que pode ser até mais sorridente, calmo do que o pai, mas disse que ali tem sangue Bolsonaro. Prometeu, não disse como se faria, que Bolsonaro subirá a rampa com ele se vencer. A gente vai ouvir agora do Flávio na convenção do PL. A gente consegue ver as imagens dessa convenção no sábado, mas eu posso agora sim ser mais calmo, mais sorridente, mais tranquilo e moderado.
Mas aqui, aqui tem sangue de Bolsonaro, tenho certeza disso. Em janeiro de 2027, Jair Bolsonaro vai subir aquela rampa do Planalto junto com a gente. E o nome disso não é revanche, o nome disso é justiça.
Vai bem, Isa?
Oi, oi!
Aqui tem sangue do Nho.
Aí sim, opa!
É, dá até vênia, dá até vênia. Digamos que vença, vai subir, é, vai fazer o quê? Vai invadir a prisão? A casa vai tirar na marra que nem vai dar tempo, né, de tirar o Bolsonaro da cadeia. Porque indulto você não vai conseguir dar, porque você não é presidente ainda. Mesmo assim estaria submetido ao Supremo, que ainda estará com a mesma composição. E anistia também inconstitucional. Vai ser na marra de novo? Tá vendo? É aquele que prometeu no dia 14 de junho, entrevista à Folha, usar a força contra o Supremo. Supremo que continua na mira dele. Isso ficou claro nessa convenção.
Ao criticar o presidente Lula, o agora candidato oficial do PL aproveitou para mais uma vez dirigir um ataque ao Supremo, evidenciando o desejo de controlá-lo.
Vocês que estão agora me assistindo pelas redes sociais, quer criticar o Flávio? Vota no Flávio, porque se você não votar no Flávio e o presidente for outro, vocês da imprensa não vão mais poder criticar um presidente da República. Vocês deputados não vão poder mais subir no púlpito no plenário da Câmara e do Senado e criticar o governo. Vocês que estão me assistindo nas redes sociais, se eu não for o presidente da República, vocês nunca mais poderão escrever com liberdade o que pensam nas redes sociais, porque é isso que Lula vai fazer a partir do ano que vem, ainda mais com a possibilidade de indicar 4 ministros do Supremo Tribunal Federal. Imagina ele indicando mais 4 Alexandre de Moraes, para onde esse país vai?
Olha, eu adoro psicanálise. Eu lembro o dia da Michelle estancada, né? Porque sim, são os lapsos de linguagem que são sensacionais. Ô, Isa, você acha que eu fiz 8 anos de análise freudiana para não aprender nada?
Pô, aí não dá, né?
É, não dá, tem que aprender alguma coisa. 3 sessões por semana vale a pena. A pessoa acabou de pensar e não adiantou, né? Outro dia eu falei isso para uma pessoa, falei: e você sarou? Disse: não, filho, análise não é de sarar, análise é assim, você vai fazendo. Deixa eu dizer uma coisa, quando ele fala, olha como a linguagem, olha que linguagem maravilhosa, quando diz: e Lula, se ganhar, terá 4 ministros do Supremo para indicar.
Ganhar, certo? Isso, Flávio ganhar terá 4. Quando ele acusa o outro de tentar controlar o Supremo, ele está dizendo: eu quero controlar o Supremo. O Flávio, você até pode ganhar, eu sei que você é muito esperto determinadas áreas, Parece assim que muito mesmo, muito mesmo. Mas é engraçado que você não é muito inteligente. E falta, olha bem, eu já disse aqui, já falei sobre as escolas de interpretação da política, né, da política do teatro que serve a política.
Ele não consegue assumir assim. Ele não consegue, ele faz quando ele quer fazer o papel de vítima, ele não consegue. Tem sempre uma coisa meio manqueia, meio falsa na fala dele, um sotaque meio assim, meio demonstrando que assim ele não conseguiu atingir, minha querida Isa, aquilo que o Stanislavski dizia: a lagoa de emoção para poder mergulhar nela e a gente acreditar que ele está tomado mesmo, ou daquela indignação, ou daquela tristeza, ou daquela melancolia.
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Não vai falar do milho, ei? Vou. Eita, que vontade de falar do queijo gorgonzola. Vamos falar. Aliás, é uma injustiça com queijo gorgonzola pelo qual eu sou absolutamente fascinado, né? Ah, mas completa. Gosto de sabores fora. Muito bem, é, então tá aí, esse é o Flávio Moderado. Aí a Michele foi lá e falou, falou, fez o discurso, falou no nome do Flávio só uma vez. Aí já estão falando, e falou só uma vez, consta que vai ficar fora da campanha, não vai também participar muito, que eu já esperava, né?
E aí temos um problema. Caramba, qual coisa temos? Não, eles têm Bolsonaro participando. Aí eu vou ter que fazer a piada, eu vou ter que fazer. Bolsonaro participou da convenção, minha cara Isa, meu caro Alexandre, por inteligência artificial.
Por quê?
Pela impossibilidade da inteligência natural. Não, porque tá preso. Ó, desrespeita a decisão do Alexandre, vou explicar por quê. Ah, mas não era ele. Opa, calma. E contraria a resolução do TSE. E agora vai acontecer o quê, Nunes Marques? Nunes Marques, o nosso sindicato dos cabeçudos, meu filho. E agora eu vou te destituir. Eu vou oferecer minha cabecinha lá, tamanho 62, que eu duvido que 62 seja a sua, mas nós somos bem dotados nessa coisa aí.
Vai.
O vídeo feito com inteligência artificial em que Jair Bolsonaro declara apoio à candidatura do filho Flávio Bolsonaro, exibido na convenção nacional do PL no sábado, pode levar à apuração de eventual descumprimento das restrições impostas ao ex-presidente pelo STF. Nós vamos ver por quê. Exibida no telão da convenção, a peça reproduziu a imagem e a voz de Bolsonaro dizendo estar preso e calado por uma decisão injusta e arbitrária, e pede que os presentes recebam Flávio como a pessoa que escolhi para substituir.
A PGR foi acionada para investigar esse vídeo. Os parlamentares do PT dizem que a peça pode ter sido usada para contornar as restrições impostas pelo STF. E aí, Reinaldo, violou ou não a determinação do Supremo Tribunal Federal?
Violou, claro, violou a determinação do Supremo Tribunal Federal e violou a resolução do TSE. Nós temos aí uma transgressão a uma medida cautelar E nós temos crime eleitoral. Vamos à questão cautelar. Nós vamos ter que nos confrontar com isso de novo, né? Ah, meu Deus, que preguiça! É não de explicar e de falar com vocês, né, dessa gente. Se o Bolsonaro autorizou E tem como autorizar por intermédio das pessoas a fazer o vídeo usando a imagem dele, usando voz dele e um texto que pode ser dele, tá violando de novo.
Se o Alexandre quiser, mete na cadeia. Isso assim, não importa se a pessoa tiver honestidade intelectual, não importa a corrente de direito que se filie. Não é porque ia que não se está usando a imagem do Bolsonaro, a voz do Bolsonaro, texto do Bolsonaro, o Bolsonaro. Quando eu fiquei, quando eu fui ferido, não, quando eu fiquei mudo, vi tudo mudar. Mudo, mudar não fica bom, né, Guilherme? Depois, quando eu fiquei mudo, teve Teve comentário meu na Band, o texto era meu.
Aqui na BandNews TV, o texto era meu. Aquela voz não era eu falando que eu não tava falando, mas era a minha voz com a minha autorização. Assinei até um documento. Era eu. Só não tinha, vale o bem, esse apanhado de gostosura ao vivo. Mas se o Bolsonaro autorizou, e se ficar de algum modo caracterizado que sim, e eu duvido, a menos que eu fale assim: não, enganei papai de novo. É isso que a defesa do Bolsonaro vai dizer? Pode ser punido.
O Alexandrão, Xande, Xande, teu Xande de Pilares e teu Xande de Brasília. Xande de Brasília, vamos fazer o seguinte: tá proibido de receber visita por 30 dias, eleva para 90. 90 já é o tempo que não pode falar com Flávio, agora não pode falar com mais ninguém por 90 dias. E assim vai até voltar para cadeia por desrespeitos sucessivos. Mas há mais. E de novo, como tem advogado assistindo, que eles assistem, tem juízes também, ministros.
Valeu, Isa!
Resolução 23 610 do Supremo de 2024, que foi incluída na Resolução 23.732. Artigo 9º-C: como eu gosto disso, é vedada a utilização na propaganda eleitoral, qualquer que seja a sua forma, modalidade, de conteúdo fabricado ou manipulado para difundir fatos notoriamente inverídicos ou descontextualizados com potencial para causar danos ao equilíbrio do pleito ou a integridade do processo eleitoral. Isso é o caput. Mas atenção, a Isa pensou que ela é exigente, falou assim: não, mas daí ainda não senti muito.
Então vamos ver se você sente agora. Parágrafo primeiro: é proibido o uso para prejudicar ou para favorecer candidatura de conteúdo sintético em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente, ainda que mediante autorização para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou Letícia. Ó, vai sentir que incluiu direitinho aqui. Não tinha ouvido assim lugar nenhum, né?
Demonstradinho, como queremos demonstrar. Ai, o PT tá querendo punir Ah, sim, eu esqueci de falar, né? E se fizer tio? Parágrafo 2º: o descumprimento do previsto no caput e no parágrafo 1º deste artigo configura abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação social, acarretando a cassação do registro do mandato e impõe apuração das responsabilidades nos termos do parágrafo 1º do artigo 323 do Código Eleitoral, sem prejuízo de aplicação de outras medidas, etc. e tal.
Nunes Marques, ó, eu no meu cabeção aqui, entre uma orelha e outra, fui colocando essas coisas aí. E aí, tem o quê? Responde para o tio. Seu tio não, você é meio velho para mim. Vamos falar do gorgonzola, do falso gorgonzola? Vai, Milei, Itamaraty reage e chama embaixadores.
O ministro de Relações Exteriores Mauro Vieira recebeu na noite desse domingo o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Raimondi, para manifestar insatisfação do governo brasileiro com as declarações do presidente argentino Javier Milei durante sua passagem por São Paulo no último sábado. Sábado. No encontro, realizado no Palácio do Itamaraty, o chanceler transmitiu a repulsa do governo às críticas dirigidas ao presidente Lula, às instituições brasileiras e ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
A reunião ocorreu após o Itamaraty convocar formalmente o representante argentino para prestar esclarecimentos sobre a conduta de Milei em território brasileiro. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o governo considerou sem precedentes o fato de um chefe de Estado estrangeiro usar uma visita ao Brasil para atacar o presidente da República, instituições democráticas e o povo brasileiro. Além da convocação do embaixador argentino, Mauro Vieira determinou que o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Júlio Bittelli, retornasse ao país para consultas, medida adotada em momentos de tensão diplomática.
Bom, mas não tem mesmo, não tem precedentes mesmo.
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De nenhuma maneira. Ô meninos, a 8, 9, 10 foi aí também, né? Os meninos mandaram para vocês.
Vou achar aqui.
A Isabela tá procurando também aqui só para ter certeza, porque eu vi por alguma razão desaparecendo. A gente acha, é a 89, né? 89, pega aí, os meninos mandam para vocês. Não tem precedentes, ó, mas não é que não tem precedente no Brasil, presta atenção, não tem precedente no mundo. Mesmo as grosserias que o que o Trump faz, que são inaceitáveis lá no Salão Oval. Mas, ô, olha, Luísa, ele, grosso, estúpido, já no terreno do absurdo, maltrata visitas, digamos assim.
Mas tá no país dele. Não tô dizendo que deva, é óbvio que não deve. Mas agora, o chefe de um país estrangeiro, chefe de estado de um país estrangeiro, vir ao Brasil atacar o presidente e não veio em viagem. Sim, sabíamos que ele tava aí, mas ele não tava numa viagem oficial, mas continua chefe de estado. Atacar o chefe de estado desse país, atacar o judiciário desse país, atacar as escolhas econômicas desse país, como se a Argentina vivesse uma maravilha, o que é uma fraude de um bando de picareta pseudoliberal.
Quer vir? Eu tô com os números aqui. Vamos catar Coquinho, fazer aquele ajuste lá que ele fez. Certas coisas ele consegue, precisa ver daqui para frente, mas isso a gente vê daqui a pouco. Não interessa. Ele até poderia, ele até poderia Chegar, participar, dizer, olha, eu apoio, acho que o Flávio é bom para o Brasil. Embora participar de convenção seja uma coisa bem complicada, participar de convenção não é uma coisa boa. Aí já, aí já temos lei para isso.
Agora, até vir aqui expressar apoio Não tem problema. Agora, o que ele fez foi outra coisa. E aí tem que cobrar. E em linguagem diplomática, chamar o embaixador do país estrangeiro que está no seu país, né, o embaixador do país, para pedir explicações é o, digamos assim, a primeira nota de protesto, a primeira reação. A segunda, chamar o embaixador. A terceira já é convocar o próprio embaixador. Nós convocamos o nosso embaixador lá para dar explicações.
Não sei se para por aí, porque também vai depender muito do maluco, vai depender muito do maluco. Agora, cumpre também que a gente tente se lembrar, né, e vamos nos lembrar agora Que diabos o Milei falou?
Vamos lá, vamos lembrar aqui o que disse Milei no sábado contra o presidente Lula e também contra o ministro Alexandre de Moraes. O produtor Pedro Henrique Oliveira faz a voz de Javier Milei.
Por que você vê ameaçado o Lula?
Por que Lula se sente ameaçado? Porque existe alguém que, assim como aconteceu na Argentina, está disposto a enfrentá-lo e a se tornar a voz dessa maioria silenciosa que já sofreu abusos. Estou falando de Flávio Bolsonaro, filho do meu grande amigo, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para completar, o lixo careca nem sequer me permitiu visitar meu amigo injustamente preso, quando sei que Lula recebeu inúmeras lideranças estrangeiras durante o período em que esteve preso. Entre elas o nefasto ex-presidente argentino Alberto Fernández.
Você se referir a um ministro da corte do país em que você visita como lixo careca, você pode odiar o Alexandre quando você quiser. É razoável? Tem-se notícia no mundo a respeito? Pensem bem naquilo que Flávio e companhia querem, porque isso aqui— ou vocês acham que ele não conhecia o discurso? Como ele mesmo disse, posso parecer moderado, ri, mas tem sangue Bolsonaro. E aí teve o ataque, fez um ataque à economia brasileira, e aí teve o ataque direto ao Lula.
E aí eu quero lembrar de uma pessoa chamada Karina Fernandes, que inclusive responde, controla as fraldas que o Bilei usa. Não é problema nenhum usar fralda, mas não precisa irmã controlar até o fraldão, né? Vai. Pouco a pouco o véu está se desfazendo.
No entanto, essa ideologia ainda se apega ao Brasil pelas mãos de um de seus principais promotores e mais longevos expoentes. E por este motivo, diante do isolamento e da ameaça aprofundaram seu modelo populista. Nós fomos testemunhas do que o socialismo é capaz quando está encurralado. Sabemos do que estamos falando. Quando seus privilégios estão em jogo, não há nada que não estejam dispostos a fazer, e o futuro de todos os brasileiros sofrerá por isso. Portanto, não se deixem roubar o futuro pelas mãos de socialistas ladrões.
O Carlos tá dizendo que eu falei Karina Fernandes. Não, Karina Milei, naturalmente. A Karina Milei, que é a mulher forte do governo, envolvida num caso cabeludo de corrupção. Irmãzinha dele, que não está sendo investigado. Só isso. Se a questão é corrupção, Atenção, o Lula recebeu visitas de estrangeiros na cadeia. O Bolsonaro não recebeu o Milei em razão da transgressão anterior, troço lá da carta para fazer vídeo, porque ele tá com uma proibição de 30 dias de receber visita, a não ser de advogado e médico, e o Milei pediu para visitar nesse intervalo.
Só por isso. Até porque a visita do Milei— o Milei é bom como parceiro de política, o Hidrabene, só na cabeça da imprensa argentina. Já falamos, já. É claro que, é claro que o Milei é só um esbirro como definiu Lula, é só um capanga do Trump nessa história. Isso é uma articulação, isso é uma combinação. O Flávio vai fazer uma convenção, não tem PP, não tem União Brasil, não tem republicanos, mas ele tem o carniceiro Netanyahu, o palhaço Millet e o Trump.
E depois vocês, tocou aquela música, uma música que eles pegam de um grupo chamado La Renga, né, que diz que o grupo fica furioso porque coloca a música deles. Ele dançando aquilo não é clinicamente normal, não é clinicamente normal. É, e aí o Fachin reagiu meio molenga, né? Como, olha, tem uma tradução do Augusto de Campos de um trecho do, da Alice, do Lewis Carroll. As lesmolizas touvas reuviam nos gramilvos. Olha o Beni, uma coisa meio assim, mas vai lá, falou. Que que falou, Faquinho?
Vem.
O presidente do STF reagiu dizendo o seguinte numa nota: tomei conhecimento da declaração do presidente da Argentina sobre ministro do Supremo Tribunal Federal. Trata-se de referência desrespeitosa a magistrado da mais alta corte do país feita em solo brasileiro. Por ato jurisdicional praticado conforme a Constituição e as leis da República Federativa do Brasil. Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os estados.
Dizer o quê, né? Mas ele não se deu por achado e continua atacou o país. Agora tem, tem teoria até o Voibene. Eu sei que o Voibene participou disso, conspirou contra a seleção argentina. Vai.
Após criticar o governo brasileiro, Javier Milei voltou a fazer ofensas ao presidente Lula e acusou o Brasil de liderar uma suposta campanha anti-Argentina durante a Copa do Mundo. Em entrevista à rádio argentina Mitre ainda no domingo, Milei afirmou que o governo do Brasil colocou inclusive recursos financeiros em uma campanha para difamar o país vizinho. De acordo com o presidente argentino, o governo Lula foi responsável por por 25% dos recursos utilizados na suposta campanha, também financiada, segundo Milei, por México e pelo Partido Democrata dos Estados Unidos.
Ele disse que investiu mais dinheiro nesta campanha anti-Argentina foi o Brasil. Os 25% dos recursos saíram do governo do Brasil.
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Que campanha contra Argentina, meu Jesus! Qual é a campanha contra Argentina? Esse meliante, o que ele tá fazendo é o seguinte: eu sei o que aconteceu aqui no meu bairro no dia, e digamos que não é um bairro assim com muitos esquerdistas, vale bem, eu sei o que aconteceu no dia que a Argentina ganhou, o dia que a Espanha ganhou, né? Que que vocês acham que aconteceu? Parecia que o Brasil tinha ganhado a Copa do Mundo. Né, já que a gente não tinha seleção mesmo, né, como dizia o Zé de Cima antigamente, já que a gente só tinha uma selecinha, né, nós torcemos pela seleção espanhola.
Não é exatamente, não são dois povos. O brasileiro, os brasileiros são chamados de macaquitos por muitos deles, e com isso eu não tô hostilizando os argentinos, imagina, não é isso. Mas digamos que o Milei não é exatamente uma figura assim que possa mobilizar o eleitorado. E lá também os brasileiros não são assim, nossa, que povo maravilhoso. Ele tá usando hostilidade ao Brasil para tentar fazer um hangar interno, e claro, a serviço do Trump para tentar desestabilizar o país.
E nós vamos ver ainda hoje. E foi chamado pelo Durigan por aquilo que é, um palhaço. Fica aí, tem muita coisa que eu quero falar com Tarcísio daqui a pouco aí, né? Vai lá. O É da Coisa. Tarcísio, não bebo mais uísque com você. Tô de mal. Papel de Tarcísio na crise envolvendo Milei é vergonhoso. Vergonhoso. Eu fiquei ouvindo eco.
Vai.
O presidente da Argentina, Javier Milei, recebeu do governador Tarcísio de Freitas no sábado a Ordem do Ipiranga, que é a maior honraria concedida pelo governo do estado de São Paulo. A cerimônia ocorreu no Palácio dos Bandeirantes, na zona sul da capital, antes da convenção nacional do PL, que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República. Milei chegou ao Palácio dos Bandeirantes no período da manhã, acompanhado por Karina Milei, a secretária-geral da presidência da Argentina, irmã do chefe da Casa Rosada, sobre quem a gente falava pouco.
O líder do país tem que trocar o fraldão, né? Tem que trocar o fraldão, precisa. Não, imagina.
O líder do país vizinho foi recebido com um tapete azul. A gente tratou disso também na sexta, estendido na entrada da sede do governo paulista, em referência à chamada Onda Azul, símbolo associado à direita continental, frequentemente o movimento citado por Javier Milei, inclusive manifestações de apoio ao Flávio Bolsonaro. A comitiva argentina foi recebida pelo governador e pela primeira-dama do estado, Cristiane Freitas.
Pode fazer a vã para B aí que eu já vou falar.
Flávio Bolsonaro esteve no Palácio dos Bandeirantes antes da convenção do PL. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, participou da recepção a Javier Milei na ala residencial da sede do governo paulista. O ex-secretário estadual da Segurança Pública daqui de São Paulo, Guilherme de Ritchie, e o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, já haviam chegado ao local no início da manhã. Ambos são pré-candidatos ao Senado por São Paulo na chapa da direita.
No estado no qual Tarcísio de Freitas disputa a reeleição. A gestão dele já havia concedido em 2024 a Ordem do Ipiranga à irmã de Milei, Karina.
Isso é, depois aí veio o escândalo. É, o que eu acho bonito é que o Tarcísio, que é carioca, né, outro dia tava pegando o pé da Marina e da Tébet, Simone Tébet, dizendo que elas não eram de São Paulo para disputar aqui Senado. É claro que o Tarcísio sabia, porque o Milei, ele veio ao Brasil, mas ele não veio em missão oficial. Sim, você tem que comunicar ao chefe de Estado, tem as questões de segurança, mas ele não veio em missão oficial porque não veio se encontrar com Lula.
A coisa foi feita diretamente com Tarcísio. Então é é, além de tudo, malcriado, desrespeitoso. Essa ideia de que você recebe um presidente de um país estrangeiro que é hostil ao presidente, ele sabe que é, não foi a primeira hostilidade, hostil ao presidente, ele recebe com decora, e certamente Ali se combinaram passos e estratégias seguintes de pressão contra o governo brasileiro, contra o presidente Lula. Isso nunca aconteceu também desse modo.
É uma gente que odeia as instituições, e é por isso que me incomoda sempre. Eu acho que ele até tentou, num dado momento, se confundir com um moderado. Acho que até o Tarcísio tentou, mas depois ele viu que ele não ia conseguir e que o bolsonarismo não ia perdoá-lo. E portanto ele atua como radical. Ele teve nessa crise, o papel dele é, ele é protagonista dessa crise. Ele recebeu Milei aqui, ele tava lá, ele ouviu tudo isso. Imagina, um governador aqui dentro não ataca o outro estando fora do seu estado.
Assim, o que eu quero dizer, não vai o governador do Rio falar mal do governador de São Paulo, São Paulo falar mal do governador do Rio, entenderam? Você não vai na sede, no estado do outro, para atacar. Inaceitável. E demonstra quais são os caminhos pelos quais Tarcísio pretende levar adiante seu pleito. E qual é a camisa de força que ele tem e da qual ele não quer se livrar? É isso aí. O É da Coisa. Muito bem, meninada, é que nós temos aí, e a chapuletada foi bem dada, vai. O presidente Lula afirma que aqueles que têm 12, né, a Eu pulei a 12.
Ah, eu pulei o Durigan, é porque a gente mencionou antes do comercial, é por isso. Ministro da Fazenda Dario Durigan afirmou hoje que a economia brasileira está melhor do que a da Argentina e chamou Javier Milei de palhaço. A manifestação do titular da Fazenda foi feita durante entrevista para a Rádio Jornal de Pernambuco. Foi uma reação aos insultos do argentino ao presidente Lula e ao ministro Alexandre de Moraes. Vamos conferir o que disse o Durigan.
Ele disse o seguinte: o palhaço do presidente da Argentina veio e falou de Brasil Brasil, quando o risco país da Argentina é muito mais alto, a dívida pública é muito mais alta, a inflação é muito mais alta.
Rapidamente, porque aqui tem um monte de gente babando nos eggs do bilhete por causa da economia argentina. Risco país, o nosso 127 a 131, Argentina 500 a 600. Inflação, a nossa 4, 4,5, a deles 31,5 31,8, 7 vezes a nossa. A dívida pública deles, a nossa 78,1, a deles 80,3. Sim, é mais alta. O nosso desemprego é muito mais baixo, né, no Brasil 5,6, eles 7,8. Ah, mas eles cresceram 4,4. Eles cresceram 4,4 porque eles tinham caído 4.
Então é o efeito comparação, né. E pior, ainda tem um instituto que não mede direito, porque de fato oficialmente a economia tinha caído 1,8, de fato caiu G4, porque também os dados não são confiáveis. Ah, mas tá melhor do que tava. É porque tava assim, tava no fundo do poço, e agora ele está preparando um novo fundo do poço. Agora, como é que ele deu uma melhoradinha? Ele deu uma melhoradinha metendo a faca em todos os gastos sociais, de modo que hoje a pobreza absoluta da Argentina percentualmente é maior do que a pobreza absoluta do Brasil pela primeira vez.
Portanto, a economia do palhaço tá muito pior do que a nossa. E sem contar que mesmo que tem lá de virtude não vai durar, o tempo vai dizer, né? Aliás, o Lula teve um evento aí, perguntaram do Milei para ele, falou: quem é esse cara? E Lula: quem se meter nas nossas eleições vai apanhar. Vai.
Presidente Lula afirmou que aqueles que tentarem promover uma interferência influência externa nas eleições brasileiras vão apanhar muito. A declaração do chefe do Planalto foi feita no sábado durante o discurso na convenção estadual do PT em São Paulo. O evento oficializou a candidatura de Fernando Haddad ao governo paulista. Vamos acompanhar agora o que disse Lula.
Que não venha ninguém de fora querer meter o dedo nas nossas eleições, que não venha. Eu não de fazer bravado. Eu não gosto de dizer o que eu não posso fazer, mas eu quero dizer para vocês, vou dizer para vocês uma coisa que eu trago do berço: andar de cabeça erguida, ter vergonha e caráter, que a gente não encontra no shopping, a gente não encontra no Mercado Livre. Caráter e vergonha, você nasce com ela de berço, aprende com o pai e com a mãe.
Portanto, quem quiser de fora vir se meter nas eleições brasileiras, já vou avisando logo, vão apanhar muito aqui nas eleições.
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Apanhar aí, bem entendido, né? Apanhar. Porque vai perder eleição. Olha aqui, é muito grave o que aconteceu no Brasil, é muito grave o que está em curso. Há uma articulação óbvia contra o país. A tarifa, as tarifas teriam vindo de qualquer maneira. É só a gente entender um pouquinho a lógica que move os Estados Unidos, que é de desrespeitar a decisão da Suprema Corte. A tarifa teria vindo de qualquer jeito, talvez menos. De qualquer modo, veio a tarifa.
Marco Rubio se articulou junto com Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, etc., para atacar o Lula, tentando responsabilizá-lo. É por isso que aquele discurso do Caiado é indigno, quando tenta responsabilizar o presidente da República. Que não tem nada com isso, porque a tarifa não depende disso. Mas eles aproveitaram isso para tentar desestabilizar politicamente o presidente. E aí nós temos o Trump, vamos vendo hoje, mandando, tentando mandar interventores para cá.
Imagina, o nosso sistema eleitoral é apenas o sistema eleitoral eleitoral mais seguro do mundo. É apenas o sistema eleitoral mais seguro do mundo. Quem tem um sistema eleitoral inseguro são os Estados Unidos, até porque cada estado cuida da sua bagunça, e é uma bagunça também isso. E no entanto, nós vamos ver ele tentando se meter aqui. É claro que isso é absolutamente inaceitável. E aí ninguém pode acusar o Lula, o Lula tentando manipular o discurso da soberania.
Bom, mas ele ia falar o quê? Então tenta mandar funcionários, nós vamos vendo hoje. Tenta, põe o Marco Rubio para atacar o presidente nas redes sociais. O próprio Trump já chegou a se referir ao Lula de uma maneira primeiro elogiosa, depois um tanto desrespeitosa. Não é aceitável, né? É preciso que a gente fique atento, porque hoje nós temos aqui uma família disposta a literalmente entregar as joias da coroa. Nós já sabemos o que eles negociaram.
Flávio mandou um documento de 84 páginas para o governo dos Estados Unidos em que ele cede a todas as exigências dos Estados Unidos. E aqui você, empresário, você do mercado financeiro, é esse o caminho? E hoje eu li um texto, como é que é o mercado financeiro agora Ah tá, quem sabe, né, com o caiado. Ô gente, eu fico pensando, vale o bem, que esses caras lidam com dinheiro da gente, né? Meu não, que tadinho não tem, né? Mas lidam com dinheiro das pessoas fazendo esse tipo de aposta baseado no preconceito, na desinformação, no como se o Lula fizesse um governo hostil ao mercado financeiro, hostil ao empresariado.
É por isso que eu recomendei que vocês lessem o Lucas, o Lucas, como dizem, um autor marxista. Leiam um autor marxista, porque aí podem continuar a ganhar dinheiro. Aliás, acho ótimo que ganhem. Mas com um pouquinho mais de informação, formação, quiçá decência. E o Xi fez o óbvio aí. O que que o Xi ia fazer, né? Aí fala assim, ai, tá vendo como a China apoia? Ai, meu Deus, você vai.
O presidente da China, Xi Jinping, declarou a Lula o apoio do país asiático ao Brasil diante das tentativas de interferência do governo americano de Donald Trump nas eleições presidenciais brasileiras desse ano. Em conversa telefônica na noite de ontem, Xi rejeitou a interferência externa no pleito de outubro e disse estar pronto para apoiar o governo brasileiro, segundo a agência de notícias estatal da China, Xinhua. De acordo com a reportagem, Xi e Lula também falaram sobre fortalecer a coordenação estratégica bilateral e multilateral entre os dois países.
E num eventual acordo Mercosul-China, É especial, que seria bom. Tomara que o Milei já tenha pedido para sair a essa altura, né? Olha, rapaz, olha a quantidade de delinquência! Que coisa espetacular é isso aí! O ré da coisa. Ó, presta atenção aqui, você que tá acompanhando. O Trump mandou queria que dois, o Marco Rubio lá, o estafeta dele, queria que dois funcionários do Departamento de Estado viessem aqui para questionar a credibilidade das urnas brasileiras e do sistema eleitoral brasileiro. Sim, é isso mesmo. Vai lá.
O Ministério das Relações Exteriores recusou o pedido de visto de dois funcionários do governo dos Estados Unidos. Itamaraty alegou que eles viriam ao país para questionar o sistema eleitoral brasileiro. O Departamento de Estado americano, por sua vez, negou essa hipótese. O pedidos de vistos para os dois funcionários da pasta diplomática americana, Ryan Barnes e Samuel Sampson, foram feitos na segunda da semana passada ao consulado brasileiro em Washington.
E segundo Itamaraty, a justificativa oficial apresentada pelos americanos para vir ao país foi a seguinte: fazer contatos eleitorais e promover discussões sobre liberdade de expressão. Segundo reportagem do jornal The Washington Post, junto a fontes dos Estados Unidos e também do Brasil, os representantes do governo Trump viriam ao país para levantar dúvidas sobre a integridade do sistema de votação O caso ocorre depois de, na última terça, Flávio Bolsonaro colocar as urnas eletrônicas em xeque.
É isso, Washington Post publicou. Essa era, esse Samuel Sampson é um extremista de direita que sai mundo afora. Ele vai apoiar extremistas de direita na África do Sul. Olha que pessoa fofa! Ele foi à França porque a Marine Le Pen tá com tornozeleira porque roubou dinheiro. De eleição, né? E ele foi lá tentar convencer a França a não punir, né? E aí o Globo apurou que diz que o governo americano agora prepara uma resposta, né, para o Brasil, para dizer que não é bem isso.
É bem isso sim, né? E ministros do STF estão cobrando do Cássio Nunes Marques uma resposta que também não seja uma lesmoliza tova revindo nos gramilhos, entende? Porque aí agora ele falou que vai fazer um evento com diplomatas para explicar como funciona a urna, porque na verdade os americanos haviam pedido. Mas até agora a nota é muito tímida. Não é possível, Nunes Marques. Nunes Marques, nós somos do sindicato dos cabeçudos, a gente gente não deixa essas coisas passar assim, senão daqui a pouco vai ter gente perguntando sobre nós, como Drummond naquele poema, valeu, BN.
Para que tanta cabeça, meu Deus? Pergunta o meu coração, né? No poema é perna. É isso aí. Ou essa coisa. Muito bem, estamos de volta nas redes sociais, na Band News TV, LG Channel, TCL Channel. E vai bem, o menino, menina Isabela, escreveu um artigo muito bom no Washington Post. Foi aquele que denunciou lá que aqueles dois picaretas vinha aqui para encher nosso saco, falar das nossas eleições. Escreveu um artigo bom, expliquei tudo direitinho, tá tudo certo ali, tudo com muita agora vamos ver, né? Mas, ó, negociação difícil. Vamos ver, vai, vamos lá.
O presidente Lula publicou neste domingo um artigo no jornal americano The Washington Post, no qual critica a nova imposição de tarifas a produtos brasileiros determinada pelo presidente Donald Trump e pede por um diálogo aberto e construtivo entre os dois países. Sustenta o que os dados revelam, que o tarifaço traz falsas alegações e que sua motivação inicial foi política. No artigo, ele volta ao tema da soberania e afirma: o destino do Brasil cabe exclusivamente aos brasileiros determinar, sem interferência estrangeira ou subserviência.
O texto foi publicado um dia depois de Itamaraty anunciar que os vistos desses dois altos funcionários do Departamento de Estado americano foram negados. O próprio Washington Post publicou que o objetivo da viagem seria levantar suspeitas contra a integridade do processo eleitoral brasileiro. O petista argumenta que o tarifaço vai prejudicar empresas e consumidores americanos, ao desestruturar cadeias de suprimentos que dependem do Brasil, enquanto o país irá buscar substituição e substituir os Estados Unidos por novos parceiros.
Ele também acrescenta que as acusações de Trump em relação ao país são infundadas.
Ou vai bem, esse programa é uma dissertação. Sempre a gente sempre vai acabando por onde a gente começa, mostrando que tem uma coerência. Que tem edição. Que tudo que me dá desespero é ver um programa, uma coisa assim, qualquer lugar em que a gente olha bem, percebe que a pessoa não sabe para onde vai, né? Como na música, como não acontece na música do meu querido Guilherme Arantes, né? Que é o mar sem farol, né? Em vez de ser o farol no mar da incerteza, é só incerteza sem farol.
E vai falando, falando assim conforme vem, né? E aqui não, né? A gente sempre volta ao ponto. E assim que você achar o Guilherme Arantes, vamos homenagear, mas aí com o trecho do farol no mar da incerteza, né? Então é o seguinte, eu comecei falando lá do Caiado dizendo que o Lula também era culpado. O Caiado leu o artigo do presidente Lula para dizer assim, ó, tá errado aqui, não é assim, não foi assim que aconteceu. Presidente Lula lembra nesse artigo que na primeira carta de 9 de julho Ficava clara a motivação também política, porque tocava no caso do Bolsonaro.
Quando tiver, pode botar, vai, Benny, me interrompe. Este programa para você pretende ser um farol no mar da incerteza. Por isso que as coisas conversam, não vai sendo assim, ah, vamos jogando conversa fora aqui, né? O Lula lembrou que os Estados Unidos têm superávit com o Brasil nesse artigo, que em 15 anos o déficit do Brasil é de 428 bilhões de dólares. Aponta no texto o erro estratégico até para os Estados Unidos, que para eles também é ruim.
Agora, e fica subentendido ali, se o Trump faz isso com as tarifas porque ele está querendo lutar contra a China, não sei o quê, bom, aí o Lula lembra o que aconteceu, né? O Brasil Ampliou as suas exportações para China em 15,9%, claro, ao passo que caiu dos Estados Unidos. Mais uma vez faz a profissão de fé pacifista: nós não precisamos de porta-aviões não, nós precisamos de parceiros comerciais. E desmoralizou as alegações todas e disse: a questão da soberania é inegociável, e sim, nós dispomos de lei de reciprocidade.
Mas o nosso objetivo é negociar. Belíssimo artigo, excelente artigo. O Caiado poderia escrever um falando onde foi que o presidente errou, já que ele acha que as culpas estão igualmente distribuídas, né? Nós, na nossa dissertação, fazemos esse convite, né? E agora me informa que o Caiado disse que Milei praticou inadmissível ingerência. E também o Zema dizendo que foi deselegante. Bom, o Zema já disse que o Milei era uma das suas inspirações lá atrás.
E agora sabe por que que os dois estão falando? Os dois estão falando porque sacaram que isso foi além do limite e que, claro, evidentemente isso de algum modo aproveita o Lula, porque vocês deveriam ter as tarifas muito antes e as ingerências do governo americano no Brasil muito antes. Mas bem-vindos à ceia do senhor, pelo menos nessa parte aí. E mais da metade, segundo o Datafolha, vê tarifa como um ato do Trump para ajudar o Flávio. É ruim, hein? Vamos lá.
Metade do eleitorado brasileiro acredita que o tarifação imposto pelo governo Donald Trump ao Brasil visa auxiliar a campanha de Flávio Bolsonaro à presidência. Para 52%. A medida tem esse fim, enquanto 37% descartam a tese e 11% dizem não saber. Entre os eleitores de Flávio, 29% crê na hipótese de favorecimento americano, número que vai a 73% entre os que declaram voto no presidente Lula. No geral, 63% dos ouvidos estão familiarizados com o tarifaço, com 25% se dizendo bem informados e 34% razoavelmente.
Foi o que aferiu o Datafolha em levantamento feito com 2.004 pessoas com mais de 16 anos nos dias 22 e 23 deste mês. Margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Nele, Lula lidera cenário de primeiro turno sobre Flávio por 40 a 32%, na segunda rodada por 48% a 43%. Resultado atesta o impacto do relacionamento da família Bolsonaro com o governo do republicano, que já foi declarado considerado ídolo do patriarca Jair, ex-presidente condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Ó, fim de papo, as pessoas sacaram, né? Já disse, já falei a relação qual é. Poder ter vindo de qualquer jeito, mas eles se aproveitaram disso. E em evento com a presença do presidente Lula em Campinas, no interior de São Paulo, sábado, né, em que se falou também vice do Haddad, Márcio e as candidatas ao Senado, Marina Silva da Rede, Simone Tebet, estavam presentes num evento em Campinas. O Haddad comparou em seu discurso as eleições anteriores do PT, quando o PT— eu, olha, e também isso eu falei no começo do programa, hein, Valério Beni, falando, olha, lembra quando o PSDB hegemonizava a direita porque não tinha o bolsonarismo? Vamos ver o que o Haddad falou a respeito e procede. Vai, coloca o vídeo aí.
E uma das disputas mais bonitas que aconteceu entre PT e PSDB foi no período que eu era ministro da Educação e Serra e Alckmin eram governadores do estado. Essa é a disputa bonita, a disputa para saber quem faz mais pela população. Qual que é a disputa que a gente faz hoje? O Tarcísio, o que que é possível disputar com ele? Se tudo tá indo para trás, dá uma medalha para o Milei, que tem 30% de aprovação e tá dando carne de burro para a população da Argentina comer.
O que que nós estamos disputando? A qualidade da urna eletrônica brasileira. E esses caras querem voltar para a Idade da Pedra, querendo discutir se mulher tem direito a votar ou não.
É, e aí o Haddad ainda falou sobre a qualidade para comparar os lados, quem tá de que lado. Vai lá, coloca o vídeo.
Essa chapa não é brincadeira. Simone Marina, Márcio França são companheiros que dignificam qualquer político, e com apoio do Lula e do Alckmin, gente, onde Onde já se viu a gente temer uma eleição como essa? Olha o outro lado, olha o lado de lá, compara as duas fotos e vê se você não vai ter garra de devolver São Paulo para os paulistas.
E aí o presidente Lula também falou uma fala curtinha, e aí a gente termina.
Vai, essa chapa—
ah, não é o Lula então.
Essa turma aqui, nenhum tem vergonha do que fez na vida. Aqui ninguém nasceu como miliciano, aqui ninguém nasceu com crime organizado. Aqui são pessoas que conquistaram o direito de andar de cabeça erguida, com muita humildade, mas de cabeça levantada.
É isso aí. E só agora eu fiquei sabendo que a boina tava dando ruído na televisão, aí eu procurarei mudar de boina. Puxa vida, que pena, gosto tanto dessa. Beijo, até amanhã.
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