O É da Coisa de 23/07/26, com Reinaldo Azevedo - Dark Horse: PF chega a Flávio, o isolado e radical
- ONG ligada a produtora de Dark Horse· SociedadeConfronto com Flaviano · Daniel Vorcaro · Banco Master · Reunião com ministro André Mendonça · Procuradoria-Geral da República · Financiamento de filme
- Operação Wi-Fi e Karina da GamaArmínio Fraga · Go Up Entertainment · Prefeitura de São Paulo · Programa Desenrola Brasil · Contrato de internet · Desvio de verbas públicas
- Legislação BrasileiraDonald Trump e a NASA · Presídio Federal de Brasília · Trabalho forçado · Protecionismo americano · Organização Mundial do Comércio
- Crise na campanha de Flávio BolsonaroConfronto com Flaviano · Bolsonaro · Valdemar Costa Neto · Eleições presidenciais · Rodadas Brasileirão · Composição de chapa progressista
- Impacto operacional nas linhas de metrôTarcisio de Freitas · Ferroviário na Série D · Privatização · Incêndio em trem · Linhas 11, 12 e 13 da CPTM
- Política de Tarifas de TrumpTarcisio de Freitas · Tarifas dos EUA · Confronto com Flaviano · Javier Milei
- Sistema de urnas eletrônicas e confiança democráticaEduardo Bolsonaro e STF · Investigação de Jair Renan Bolsonaro · Urnas eletrônicas · Contratação de zagueiro · Sistema eleitoral brasileiro
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E agora na BandNews FM, o É da Coisa com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota.
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O medo de amar é o medo de ser livre para o que der e vier, livre para sempre estar onde o justo estiver. O medo de amar É o medo de Deus, de a todo momento escolher com acerto e precisão a melhor direção. O sol levantou mais cedo e quis em nossa casa fechada entrar para ficar. O medo de amar é não arriscar, esperando que façam por nós o que é nosso dever, recusar o poder. O medo de amar é o medo de ter De a todo momento escolher com acerto e precisão a melhor direção.
O sol levantou mais cedo e com isso começa agora para todo o Brasil mais uma edição solução de É da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfunde, atrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Tile, pela BandNews TV, pelo LG Channels, pelo TCL Channel, e também pelas redes sociais, sempre BandNews FM, BandNews, né, BandNews FM, BandNews FM ainda, é BandNews FM, e também no aplicativo.
Nas redes ainda tem o @radiobandnewsfm e tal, isso demora um tempo, mas E Caverna do Unhudo e tudo mais. Muito bem, boa noite, valeu, Beni. Boa noite, Isa.
Boa noite.
Comecei aí com Medo de Amar e Medo de Ser Livre. Eu adoro essa música do Beto Guedes, do Fernando Brant, com o Milton Nascimento, que esteve internado aí esses dias. E nós, parece que já saiu agora, sempre desejando tudo de bom para este gênio absoluto. Da raça, que é Milton Nascimento, e em especial nessa composição que não é dele, mas que ele canta magnificamente, né? Não é dele, mas é da turma ali. O Vai Bene é quase uma criação coletiva daqueles mineiros fantásticos, não é isso?
Ó, tem coisa muito importante aqui, tá? É, e vamos ver se a gente consegue dar conta de tudo, porque, ó, vem, vamos lá. Flávio Dark Horse: Mendonça autoriza inquérito da PF. Vamos lá.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para investigar o financiamento ao filme Dark Horse, ou O Azarão, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Mendonça havia pedido um parecer ao procurador-geral da República, Paulo Gonê, a partir de uma solicitação da Polícia Federal. O PGR disse que há elementos suficientes para pedir a abertura formal de um inquérito que apure a finalidade das verbas encaminhadas à produtora responsável pela obra.
A PF vai investigar o destino dos recursos, cerca de R$62 milhões, repassados por Daniel Vorkar, o dono do Banco Master, à produção. A verba foi apenas uma fatia dos R$134 milhões solicitados por Flávio ao banqueiro. O senador ainda não se pronunciou sobre a decisão de Mendonça. A GoUp Entertainment, a produtora do filme, diz que recebeu a decisão do ministro com serenidade e que não há conclusões sobre irregularidades na produção.
Assim, olha, deixa eu dizer só para lembrar, né, havia um pedido que foi uma notícia-crime do Lindbergh Farias, que ele apresentou ao Alexandre de Moraes para que se investigasse a questão dessa grana do Dark Horse, para saber se o dinheiro financiou Eduardo, etc., na chamada coação no curso do processo. Como Alexandre era o relator desse caso, foi para Alexandre. O Alexandre enviou para o Paulo Gonê, a Procuradoria-Geral da República, e o Gonê disse: olha, eu acho que isso está no âmbito do caso Master.
Né, então deveria ficar com André Mendonça. Acontece que a Polícia Federal já havia solicitado abertura, autorização para abrir um inquérito, um outro inquérito, um inquérito independente. Nós fizemos uma entrevista com Andrei Rodrigues aqui, daqui a pouco nós vamos ver, né, ele trata desse assunto. Muito bem, essa questão do do Lindbergh. Então ficou para lá porque estaria no âmbito do Alexandre. Disse não, tem que ser verificado seu inquérito à parte.
De qualquer modo, vai para o André Mendonça. Agora está com André Mendonça, e o André Mendonça autorizou, com base no parecer do Procurador-Geral da República, a abertura de uma investigação, tá? Nós vamos ter que lembrar aqui alguns detalhes da coisa toda, porque nada aí é muito transparente. Desde quando saiu a matéria no Intercept, as coisas só fizeram se complicar um pouco. Vamos lá, vai continuar.
No fim de junho, o presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin, definiu que André Mendonça deveria ficar como relator do caso Dark Horse na corte. Antes disso, o diretor-geral da PF, André Rodrigues, disse inclusive em entrevista aqui no É da Coisa, no dia 9 de junho, que era necessário instaurar abrir um inquérito à parte para apurar o envio de recursos por Volcaro aos Estados Unidos sob a justificativa de financiar o filme Dark Horse.
Na entrevista, você, Reinaldo, inclusive explicou que foi levantada a suspeita de que o dinheiro bancou despesas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro no estado americano do Texas, onde ele vive desde fevereiro de 2025. Vamos acompanhar agora o que disse Andrei ao É da Coisa ainda em 9 de junho.
Financiar filme não é crime. Receber financiamento também não. Agora, se um dinheiro sob pretexto de financiar serve para financiar coação de autoridades, serve para caixa 2 de campanha, aí não é, não tem nada a ver com filme. Aí é um dinheiro que está sendo usado para prática de crime. Essa questão do dinheiro para o Dark Horse Não dá para investigar isso no âmbito do inquérito que tá aí, né, do Master. Isso tem que ter um inquérito à parte.
Reinaldo, a Polícia Federal recebeu várias denúncias, denúncias formais, ou seja, representações relacionado com esse episódio do eventual financiamento, ou financiamento de pessoas no exterior, ou desvio de recurso. Enfim, cada representação, foram 4 ou 5, se não me equivoco, é trazer algumas informações. E de fato, isso há um trâmite técnico interno nosso, que é avaliação pela nossa Corregedoria-Geral, avaliação pela nossa área, seja área de inteligência ou de combate ao crime organizado, e que dá o encaminhamento técnico-jurídico para esses casos.
O entendimento da Polícia Federal é de que as representações trazem algumas lacunas, algumas dúvidas, alguns elementos que exigem uma investigação própria, porque muitas vezes podem não se confundir com os casos que já estão em andamento. Então, nós assim, a nossa área técnica se manifestou, e como há possibilidade de pessoas com prerrogativa de foro, isso foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República para sua manifestação.
E aí o encaminhamento também técnico-jurídico para a eventual instauração, que é o nosso entendimento, de um inquérito policial para tratar desse caso específico, e aí com o segmento jurídico.
Meninos, vamos ter de lembrar aqui algumas coisas. Quando o Ciro Nogueira caiu em desgraça, senador do PP, Né, no caso Dark Horse, não sei o quê. O Flávio Bolsonaro, candidato, pré-candidato do PL à presidência da República, foi lá e pisou no pescocinho do Ciro, né? Ah, muito, vai bem, vai bem, vai bem. Como chama lá no Pelourinho? Vai bem, Isa. Muito grave isso, muito grave, muito grave, disse o Flávio. Não é porque aliado meu que eu vou pegar leve, que eu sou, sabe que o meu negócio é ser justo, sou justo, fazer o quê?
O Centrão falou: eita, mas tá largando a mão assim já de cara? É que ninguém segura a mão de ninguém. Já de cara vai lá e ninguém sabia dessa história de Dark Horse. As conversas que vieram a público, inclusive aquelas troca de mensagens que envolvem o Caro, cunhado, é que o dinheiro era para filme, era para filme, né? Não tem nenhuma sugestão ali de que não fosse para filme. A questão é saber se foi para o filme, que depois nós temos uma investigação que tá aqui em São Paulo que nós vamos ver também.
Você veio aqui para quê? Para ter todas as informações, para ter um pouco de memória, não é isso? Eis que explode no dia 13 de maio a matéria do Intercept, a matéria do Intercept que trouxe Esta mensagem aí nem vou colocar toda, mas só para lembrar assim o tom entre íntimo e melancólico do Flávio pedindo dinheiro ao Vorcaro, aquele que o Flávio dizia que nem conhecia, nem sabia quem era, que o problema do Master era um problema do PT, segundo ele.
Aliás, ele levou essa, ele levou esse troço agora no dia 7 de julho, quando ele falou lá no BR, no escritório de representação comercial dos Estados Unidos, ele voltou a falar do escândalo do Master como se não tivesse nada a ver com ele. Aí um jornalista perguntou: e aí, meu filho, tal, como é que é esse negócio do filme? Filme, nem sei do que você está falando. Mas aí veio esse áudio a público. Solta aí.
Irmão, preferi te mandar o áudio aqui para você ouvir com calma. Bom, aqui a gente tá passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida, né? Não sei como é que vai ser daqui para frente, como é que isso tudo vai acabar, mas tá na mão de Deus aí. E você também, eu sei que você tá passando por um momento dificílimo aí também, essa confusão toda, não é? Você sem saber exatamente como é que vai caminhar isso tudo. E apesar de você ter dado liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá?
Mas enfim, é porque tá no momento muito momento decisivo aqui do filme. E como tem muita parcela para trás, cara, tá todo mundo tenso. E fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou para o filme, né? Imagina a gente dando calote no Jim Caviezel, no Cyrus, os caras.
Imagina, eu só de imaginar nisso, só de eu imaginar isso, eu já fico tenso. Por isso que a versão que circulou na internet, que é uma com Música, né? É porque a gente se emociona mais, que dá devida atenção dramática. Porque eu penso, Jim Caviezel, caote nele? Ah não, não pode, não pode, porque puxa, atores hollywoodianos e tal, né? É muito triste. Nós não podemos perder o pique da emoção também, vai.
Difíceis da nossa vida. Irmão, estou e estarei contigo sempre. Não tem meia conversa entre a gente. Não sei como é que vai ser daqui para frente.
Então, como vai ser daqui para frente é uma boa questão a ser colocada hoje, que vai estar colocada inclusive para o André Mendonça, que eu sei como foi com Ciro Nogueira, mandado em busca e apreensão. Eu sei como foi com o Jacques Wagner, mandado de busca e apreensão por muito menos dinheiro do que R$62 milhões. Como é que vai ser daqui para frente? Nós vamos ver como vai ser daqui para frente. Só para lembrar, naquele 13 de maio, 2 ou 3 horas depois, quando a coisa pegou fogo, aí o Flávio deu uma entrevista.
E admitiu que sim, tinha pedido dinheiro. Acho que no dia seguinte concedeu uma entrevista dizendo que tinha sido criado um fundo especial nos Estados Unidos, o HavenGate, não é HeavenGate, é HavenGate, é para o filme exclusivo, exclusivo para o filme. Bom, isso já se sabe agora que não era um fundo imobiliário. Vai bem, vamos aproveitar o fundo imobiliário e dar uma finalidade cultural ao fundo imobiliário. Afinal, por que não?
E que o responsável pelo fundo era o advogado que cuidava da situação legal do Flávio nos Estados Unidos, que finalmente agora está com green card. Imagina, tem eleito ministro do Supremo, que não entram no Supremo, e ele tem o green card. Isso é que é poder, valeu, Beniza! Não, ele também tava lá. Ele pediu, troca de mensagem, que o dinheiro fosse enviado diretamente aos Estados Unidos, e dos Estados Unidos então viesse para a tal da GoUp da Karina da Gama, aquela moça que tem aquela produtora complicada de que a gente vai falar daqui a pouco também.
E o Flávio é muito corajoso, muito corajoso. No dia 19 de maio, 3 dias depois, vale bem, 3 dias depois, Isa disse: tudo estará esclarecido porque eu vou apresentar um relatório. Diga.
E aí eu quero acrescentar duas coisas que foram os meus pedidos, tanto a produtora quanto ao fundo, né, que ele se organizassem para fazer uma prestação de contas a todo mundo das despesas que foram feitas em função desse investimento no filme, de forma transparente, em até 30 dias. Foi isso que eu pedi. E o meu outro pedido, aí o jurídico também concordou, o outro pedido é que assim que o filme começar a dar o resultado, o valor que foi aplicado no filme em função do investimento, né, por intermédio dessa empresa indicada pelo Daniel Boccaro, ele vai ser destacado, ele vai ser separado para que que a disposição das autoridades brasileiras para fazer o que entender que tá dentro da lei.
Portanto, com muita tranquilidade, muita transparência, era isso que eu tinha que falar sobre o filme, tá?
Eu falei de novo Green Card para o Flávio, né? Não é para Eduardo, que para mim vai o negócio seguinte, esse negócio de ser tudo fruto, tudo jaca caída da mesma jaqueira, eu acabo confundindo, né? Eu acabo reconhecendo uma certa personalidade própria no Jair Renan. Mas aí, razão de questões de natureza gramatical. É, então não, Green Card para o Eduardo. Então ali assim, não só o dinheiro, quando começar a render, vai tudo para o povo brasileiro, tá?
Mas ele prometeu relatório. Esse relatório, gente, eu devo dizer, foi feito secretamente, entregue só para Isa. Isa leu e falou: não vou contar para ninguém.
Isso tá guardadinho, tá guardadinho.
Não, não tem relatório nenhum, não tem relatório nenhum. E não, e as evidências na verdade apontam que, bom, será que foi para o filme, será que não foi? Porque aí, aí começa um outro rolo, que é o rolo envolvendo a Karina da Gama e a GoUp. E o Mário Frias, que é onde tá Mário Frias, coprodutor do filme, está Karina da Gama. Ele está, Karina da Gama está, Mário Frias, menos num lugar, olha bem, Isa, menos na Vila Brasilândia, uma das regiões mais pobres de São Paulo, onde mora esta mega empresária e onde pediu, né?
E para, e local em que desejava uma casa por um programa social, pediu isso à prefeitura do Ricardo Nunes, que celebrou com ela um contrato de 152 milhões já. Aquele instituto maravilhoso que ela tem, que cura, invente um mal, cura. Olha, amor, o seu amado, sua amada foi embora, fala com o instituto da Karina Gama que traz de volta em 3 dias. Vale bem, é o Conhecer Brasil, Conhecer Brasil, Instituto Conhecer Brasil, ICB. Traz de volta amor.
Olha, cura tudo, cura até amor verdadeiro, né? Eu quero saber, se o menos rende mandado de busca e apreensão, o mais não rende? Porque agora nós temos, daqui a pouco nós vamos ver, tem, nós vamos ter que falar um pouco, Carlinhos da Gama. Agora, quem gostou muito e achou que é, ó, super legal, muito bom, o Valdemar tá dizendo muito bom investigar, e o Rogério Marinho também achou ótimo. Tá todo mundo achando, bom, se tá todo mundo achando ótimo, muito bem.
Vamos lá, vai, que que disse o Marinho, o Valdemar, presidente do PL, disse apoiar a decisão do ministro André Mendonça de autorizar essa abertura de inquérito para investigar o financiamento do filme Dark Horse. Ao O Globo O líder do partido afirmou o seguinte: é bom que apure para que tudo fique esclarecido. Acho importante a iniciativa.
Excelente.
E o Rogério Marinho, o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho, disse ser ótima a abertura do inquérito sobre os repasses ao filme Dark Horse. Em declaração à Folha, o parlamentar disse que vai ficar mais claro que não houve ilícito. Segundo o jornal, avaliação do entorno de Flávio é de que, após o desgaste gerado pela relação entre ele e Vó Caro, o melhor é que tudo venha à tona. Apesar do otimismo de Marinho, integrantes do PL discordam.
De acordo com fontes consultadas pela reportagem, há preocupação com a decisão de Mendonça porque existe a possibilidade de novos desgastes ao filho 01 de Bolsonaro.
Se eles acham ótimo, eu também acho ótimo, né? E mesmo que eles não achassem ótimo, eu continuaria achando. Ó, daqui a pouco a gente traz. Saiu Trump, vamos tarifar todo mundo, todo mundo. Aliás, lista imensa de país, também o Brasil, mais 12,5%. E não, não tem nada a ver com Lula, viu? Não tem nada a ver. Ô, Fiesp! Ô, Scafi! Scafi! Ô, Scafi! Não tem nada a ver com Lula. Vai ler lá, saiu, tá? A gente vai trazer depois, cara. Não vai ler depois, você vê aqui, né?
Dark Horse. E o que investiga, presta atenção, porque essas investigações terão que ser compartilhadas. Se quer rolo, tá aqui, Dark Horse. E o que investiga aí a Polícia de São Paulo aqui no âmbito do contrato da Karina da Gama com a prefeitura e outras coisas, porque ela, ela é uma incubadora de empresas. O Oliver tá envolvido inclusive com outro filme sobre heróis nacionais, que naturalmente, se herói nacional, trata de Bolsonaro e conta com emendas também, né?
E aí já tá no âmbito da investigação do Flávio Dino. Flávio já falou que quer tirar de lá. Ai, por quê? Ah, veja você, a Karina e o que se passa, investigação aqui em São Paulo. Vai.
A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo investigam a empresária Karina da Gama por suspeitas de Federal de Licitação, desvio de verbas públicas, superfaturamento e lavagem de dinheiro. O foco central do inquérito da chamada Operação Wi-Fi é o Instituto Conhecer Brasil, o ICB, uma ONG presidida pela Karina, que é também dona da Go Up Entertainments, a produtora do filme Dark Horse. A investigação mira um convênio firmado entre o ICB e a Prefeitura de São Paulo para instalação de pontos de internet gratuita em bairros periféricos da capital paulista.
Inicialmente avaliado em R$108 milhões de milhões, o contrato saltou para R$157 milhões e R$100 mil depois de aditivos. A polícia suspeita que pelo menos R$26 milhões foram pagos por serviços que nunca foram efetivamente prestados.
Veja você. Ah, e tem uma coisa, sabe qual era a experiência do ICB em fazer pontos de Wi-Fi?
Nenhuma.
Teve aqui em São Paulo, o processo de terceirização passa mais estranhos às vezes. Vocês sabem, né? Tem empresa que nunca lidou com saneamento que privatiza saneamento, tem empresa que nunca cuidou de trem que passa a cuidar de, e depois começa a dar problema, né? E essa nunca tinha feito nada de Wi-Fi. Mas em compensação, teve um dia que a gente até, meninos, vê se vocês conseguem achar retranque na memória, teve um dia que eu listei Se achar, me manda no Zap, mas também não é, senão amanhã a gente vê.
Eu listei tudo que o ICB faz, olha, o Beni, mas é uma coisa espetacular, espetacular. Já disse, cura amor traído, cura espinhela caída, unha encravada, defluxo, refluxo, pulmão retido, Esse é bom curar longe da gente e não nunca no elevador, por favor, né? Proibido soltar pulga. Uma das minhas filhas uma vez tinha o quê, uns 2 aninhos, 3 aninhos, e falar coisa na frente de criança é perigo. E a gente entrou no elevador e tava uma, se é que vocês me deram a cartinha, nós falamos, ah, soltaram um pão aqui.
Meu filho mais velho tem uns 3 aninhos. Aí uma vez ele pegou o elevador e tem aquelas plaquinhas, ela não sabia ler ainda. Ela falou assim: sabe o que tá escrito ali? Falou para pessoa que tava junto: é proibido soltar pum no elevador. É, Instituto da Karina cuidava de tudo isso aí e fazia também com o de Wi-Fi. Mas tem mais aí, envolve Dark Horse. Vamos lá, vai.
Embora a polícia ressalte que o foco do inquérito é o contrato de internet, a polícia e o Ministério Público solicitaram a quebra dos sigilos de Karina. Há suspeita de que recursos públicos desviados da Prefeitura de São Paulo tenham ido parar na produção de Dark Horse. E há mais. A PF, sob a relatoria do ministro Flávio Dino, investiga se emendas parlamentares para o do BBB também foram desviadas para o filme. A defesa de Karina nega as irregularidades.
E para registro aqui, as entidades de Karina já receberam R$4,9 milhões em emendas. O deputado—
para um pouquinho só, Isa. Então, atenção, desde a grana aqui da prefeitura também ter sido usada para o filme, que é um trânsito de empresas terceirizadas e algumas que não existem. Até uma, tem até uma empresa que na verdade é uma empresa de acupuntura, olha bem, que ninguém entendeu. Empresa de acupuntura metida no meio, né? Ainda bem que não é a que eu fui. Uma vez eu fui fazer. Vocês já fizeram moxa, acupuntura, aquela coisinha que queima?
Ai, funciona.
Ah, funciona, funciona, funciona. Tivesse eu cura no universo, curaria. Mas é que aí também, né? Vamos lá. E aí tem as emendas. O glorioso deputado Mário Frias Para o ICB, ele destinou quanto? Vai dar o dinheirinho aí, vai.
R$2 milhões em 2025.
R$2 milhões, um troquinho aí, R$2 milhões para curar tantos males assim, né? Se vocês acharem os males aí, vocês me falam. Também os deputados federais, Bia Kicis, PL do DF, o Marcos Polon, aquele que gosta de uma pistola, PL Mato Grosso do Sul, Alexandre Ramagem, PL do Rio de Janeiro, aquele que tá foragido, a Carla Zambelli, que agora está sumida, né? Esses mandaram quanto juntos, Isa?
R$2,6 milhões em 2024.
Isso, mas aí para Academia Nacional de Cultura, que é a outra empresa da Carlinhos envolvida com o filme Heróis Nacionais. E aí até deputados estaduais resolveram também dar uma coisinha. Vai lá, eu vi o último parágrafo.
O deputado estadual de São Paulo, Gil Diniz, do PL, destinou R$200 mil para tal academia. Sua colega de partido, a Valéria Monteiro, outros R$100 mil para o ICB, que seria agraciado com mais R$213 mil do Lucas Bove. Mas o dinheiro acabou não sendo pago.
Entenderam?
É isso. E aí tem aquela nota fiscal do Flávio, de que já falamos aqui ontem. A nota fiscal do escritório dele, que nunca divulgou, para uma empresa que tá envolvida nesse esquema do Master, né, gerou nos seus aliados o temor de que, bem, talvez haja mais proximidade do que a gente imagina. Vamos lá, vai.
Sim, auditoria sobre a prestação de contas do ICB aponta—
eu pulei, vale bem, desculpa, desculpa, erro meu, erro meu, porque eu na verdade já tinha antecipado a 4. Mas só no caso da Karina, as auditorias feitas aqui em São Paulo Tá, tem nota fiscal fria cancelada emitida para si mesma, uso de empresas terceirizadas. Então, por exemplo, um repasse, ó, vai, de R$12 milhões, empresa Favela Conectada, tá sob suspeita. Uma outra empresa também terceirizada, a Ultra IP, processou o instituto alegando que realizou sozinha instalação de milhares de pontos de Wi-Fi, enquanto a Favela Conectada teria atingido como empresa, teria sido usada como empresa de fachada para justificar desvios.
Tá um rolo danado. Não tem como essa senhora não ser investigada se a investigação não passar para esfera federal, acho. Parece. Vamos ver, né? Mas nós aguardamos o Ministro André Mendonça, que certamente fará a melhor escolha. E agora sim, vai bem. Eu tinha pulado, sem problema. Nota fiscal e temor de mais vínculos de Flávio com Forcardo.
Vai.
A divulgação de notas fiscais que mostram que o escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro recebeu R$500 mil de uma empresa ligada a uma consultoria abastecida com recursos do Master reacendeu a preocupação na cúpula do PL. A gente tratou ontem sobre o caso. O escritório do senador prestou serviços à Contábil Correia, de Rogério Lourenço Novo. O contador também era da Copenhagen Consultoria, empresa para a qual Flávio enviou duas notas de R$500 mil cada, mas cancelou-as logo na sequência.
A Copenhagen recebeu aportes milionários de Vorkaro. Apesar de o senador sustentar que a contratação foi legal, dirigentes do partido avaliam reservadamente que o novo episódio prolonga a crise. A informação é do Globo. Nos bastidores, aliados do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, apontam que o principal temor não é apenas o impacto dessa revelação, mas a possibilidade de novos capítulos surgirem durante a campanha presidencial.
A avaliação é de que Flávio tem enfrentado uma crise atrás da outra e que há sensação de desconfiança diante de possíveis desdobramentos.
Bom, isso tá se revelando já nas dificuldades para fazer alianças. O problema é que de negativo em negativo vão aparecendo as evidências coisas contrárias àquilo que ele disse. Então, do não conheço, nunca ouvi falar, até os 12 pau, né? Eu falei 12 pau, 12 milhões de dólares, 13 milhões de dólares, que na verdade são R$62 milhões. Ah, nunca ouvi, não sei. E aí aparece essa história de uma nota fiscal para esta empresa envolvida naquele rolo.
Só que não tem nenhuma evidência de que ele prestou serviço, até porque não se tem notícia de que ele tenha efetivamente trabalhado como advogado alguma vez. Não seria melhor falar tudo de uma vez? Mas tudo, ele não vai saber o que é o tudo. Ele disse que ia ter o relatório, relatório nunca apareceu. Cadê o relatório? O fato é, a investigação tem de ser feita, tá aí, né? E o Lindbergh Acionou hoje a Polícia Federal para quê? Vai lá.
Acionou hoje a Polícia Federal contra o senador Flávio Bolsonaro. Parlamentar do PT citou a revelação das notas fiscais emitidas pelo escritório de advocacia de Flávio para empresas ligadas ao Master. Lindbergh pediu que a Polícia Federal incorpore as notas às investigações já em curso e que a PF aprofunde a apuração sobre a origem e o destino dos recursos. Na petição, o deputado afirma que a sequência de emissões e cancelamentos das notas fiscais levanta dúvidas que somente uma investigação poderá esclarecer.
O parlamentar do PT defendeu o compartilhamento das informações com inquéritos que já apuram o banco master Daniel Vorcaro e a Trust DTVM, que administra o fundo Stone, o principal acionista da Copenhagen. O deputado também pede diligências para reconstruir o caminho do dinheiro e verificar se houve efetiva prestação dos serviços advocatícios declarados.
É isso, né? Aí ele que deu os esclarecimentos. Nós vamos, deixa eu falar, eu vou falar um pouquinho de tarifa aqui porque saiu a decisão daquele psicopata. Depois nós vamos dar com mais detalhes, mas os Estados Unidos decidiram mesmo aplicar uma nova tarifa ao Brasil na Seção 301 por suposto uso de trabalho forçado. Não só o Brasil, uma penca de países. A sobretaxa agora de 12,5 foi anunciar nesta quinta, e deve-se somar os 25% daqueles produtos, os 25% já impostos.
Aspas: o representante de comércio determinou, em conformidade com orientação específica do presidente, que a alíquota da tarifa, bem como alcance das tarifas, das isenções, são apropriadas para obter a eliminação dos atos, políticas e práticas consideradas passíveis de sanção e investigação. A nova tarifa começa a ser aplicada a partir de 1:01 desta sexta, horário de Brasília. Nós vamos dar mais detalhes, mas que fique consignado desde já que obviamente isso não tem nada a ver com trabalho forçado, como se o Trump tivesse interessado nisso, em proteger.
A gente sabe o amor que ele tem inclusive por imigrantes, é uma pessoa muito sensível, assim como ele tem amor pelo meio ambiente, né, muito. É na verdade parte do protecionismo americano, parte do projeto do Trump, que nem ele sabe destruir o capitalismo, né, e de botar os Estados Unidos de joelhos para China, que é o que vai acontecer, né. O Flávio tá se oferecendo para ajudar, mas acho que não vai dar, né. Aí nós vamos ver detalhes disso.
E claro, né, isso nada tem a ver ter com o presidente Lula, não gostar de Lula, não sei o quê. Isso foi uma delinquência daquele Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, que resolveu somar, né, aplicação das tarifas. Veja o caso do Canadá, que também recebeu, enfim, né. Mas resolveu tirar uma casquinha política para, enfim, puxar o saco daqueles que são com, né, afinal de contas, os seus porta-vozes aqui dentro, não é mesmo?
Já tem uma nota à imprensa do governo brasileiro? Já tem uma nota à imprensa do governo brasileiro, né? Vocês estão com ela aí já?
Eu tô tentando abrir aqui o que o governo enviou para gente com essa nota.
Vê, porque eu sou míope, se eu for ler eu vou ter que tirar os óculos, fazer—
imagina, não Tem um zoom aqui, tem aí, temos.
Então vamos lendo e vamos parando aos poucos quando eu pedir. Fica atento, tá bom? Nota do governo brasileiro sobre o novo tarifaço do agente laranja. Vai.
O governo brasileiro rechaça a decisão do governo dos Estados Unidos de impor tarifas de 12,5% sobre produtos brasileiros em função do resultado da investigação da Seção 201, relativa à proibição de importação relacionadas ao trabalho forçado. Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e a luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais.
Para um pouquinho, vai bem. Atenção, União Europeia junta, também. Presta atenção nessa linha: na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista. Por quê? Porque a Suprema Corte disse que as tarifas eram inconstitucionais. Como aquele país tem um déficit de legalidade, de institucionalidade muito grande, ao contrário do que pensa os idiotas do rapapé, quer. Lá demora 10 meses para Suprema Corte dizer que o ato de um presidente é inconstitucional.
No Brasil, felizmente, pode demorar um dia, como eliminar. Aí, eu sou contra as liminares do Supremo, é porque você não estuda direito. Vai estudar, deixa de ser imbecil! Quer parar de chamar de imbecil? Quando não estuda, chama. Eu, por exemplo, sou imbecil em física quântica, só que eu não opino sobre física quântica, vale bem, entendeu?
Por quê?
Porque eu sou imbecil em física quântica, não opino. Opinar sobre o que não entende, opinar sobre o que não leu, aí é ruim. Não se faz o controle de constitucionalidade lá. Ai, mas não é a pátria da liberdade? É, inclusive a imprensa, vale bem. Ele pode prender jornalista, quebrar sigilo. Aqui no Brasil não pode. Ai, que invejinha da institucionalidade brasileira! Não sou eu que tô dizendo não. Há outra coisa para ler: Como Salvar a Democracia, Steven Levitsky e o Ziblatt.
Aqui, ó, tem um prefácio que é só sobre o Brasil. Ou a gente discute com bibliografia, eu discuto com cotovelo. Siga, pode ver.
Ao longo da investigação, diz a nota, o Ministério do Trabalho e Emprego prestou explicações e forneceu farta documentação sobre a legislação brasileira e da atuação das nossas autoridades aduaneiras para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado. Vale ressaltar ainda que o Brasil é reconhecido há décadas pela Organização Internacional do Trabalho, a OIT, pelos fortes compromissos assumidos no combate ao trabalho forçado.
Para um pouquinho, para um pouquinho. E quem é contra o trabalho que se faz aqui no Brasil interno é extrema-direita. Eu lembro lá daquele deputado, o deputado falando que não era mais para contratar nordestino. Lembra disso? Que no Sul não é mais contratar nordestino porque eles só ficam reclamando. A gente dá emprego para eles, eles ficam reclamando. Ministério Público do Trabalho vive sendo chicoteado aqui no Brasil porque coíbe o trabalho escravo, o que chama trabalho escravo, similar à escravidão, não sei o quê, que é trabalho forçado.
E o Brasil, sempre que sabe da origem de trabalho forçado, combate. Então é mentira. É pretexto protecionista. Siga.
Somos signatários de 66 convenções em vigor na OIT, a Organização Internacional do Trabalho, enquanto os Estados Unidos, que se arrogam o direito de nos julgar e de impor sanções, ratificaram apenas 10 dessas convenções. O Brasil ratificou todos os 4 instrumentos da OIT relacionados ao trabalho forçado: as Convenções 29 de 1930, 105 de 1957, a Recomendação 203 e o Protocolo à Convenção 29, ambos de 2014. Os Estados Unidos só ratificaram um desses instrumentos.
Os acordos de livre comércio celebrados pelo Brasil e pelo Mercosul, incluindo com Chile, União Europeia e Associação Europeia de Livre Comércio, contêm compromissos de eliminação do trabalho forçado e compulsório e de aplicação efetiva dessas proibições. Esse compromisso de combate ao comércio internacional de bens relacionados ao trabalho forçado é intensificado pela abordagem multidimensional de nossas políticas domésticas de fiscalização, prevenção, acolhimento pós-resgate das vítimas e combate ao trabalho escravo contemporâneo.
Tipificamos como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas as jornadas exaustivas, as condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção. Responsabilizamos as empresas e indivíduos aplicando multas severas e mantemos um cadastro de lista suja de empregadores.
Atenção, para um pouquinho, vale bem. E isso é severamente combatido aqui pela extrema-direita aliada do Trump. Como é que é ser mau caráter? Eu não sei. Picareta. Vamos lá, vou encerrando.
No último parágrafo, a nota diz: tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao Mecanismo de Solução de Controvérsias da OMC, Organização Mundial do Comércio.
Isto assinado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, do glorioso Sidônio, que esteve ontem aí na inauguração do novo estúdio da BandNews FM, a quem manda um abraço Obrigado pelo seu competente trabalho. É isso, né? E, ó, Estados Unidos provam meter-se no Brasil ao dizer que não se metem no Brasil. Olha só que coisa, hein? Vai lá.
Governo de Donald Trump comentou hoje as falas do presidente Lula sobre um eventual apoio americano a Flávio Bolsonaro. Na última segunda, o brasileiro desafiou o secretário de Estado americano, Marco a montar um comitê para apoiar a campanha bolsonarista nas eleições deste ano. Indagado pelo G1, um porta-voz do Departamento de Estado, que não se identificou, disse que os Estados Unidos estão interessados na liberdade de expressão e na integridade do processo democrático no Brasil.
Disse o seguinte: em termos gerais, os Estados Unidos têm um interesse histórico e global na liberdade de expressão e na integridade dos processos democráticos em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Uma ova, ou o Marco Rubio não teria se manifestado naqueles termos quando houve o tarifácio. Quando houve o tarifácio, ele atribuiu ao Lula. E agora nós estamos vendo 60 países, 59 países mais União Europeia. Por quê? Porque o tarifácio original do Trump se esgotava globalização agora, hoje, na madrugada. Então vem a outra em cima: protecionismo, como sempre dissemos aqui. E hoje, olha o BN, olha que ironia, escrevi isso no Metrópoles.
Tem dois grandes líderes defendendo o capitalismo no mundo: o Xi Jinping. Sim, Xi Jinping tá defendendo a globalização na forma como ela dessa fase do capitalismo, dos países que disputam a liderança mundial. E num segundo batalhão ali das 10 maiores economias, o Luiz Inácio Lula da Silva. Quem diria, hein? Quem diria, hein, Valeu Bem? Pois é. E olha, Eu sempre gosto quando a realidade bate à porta das pessoas, e é bom que as pessoas tenham compromisso com a realidade.
Mas por outro lado, eu me faço algumas perguntas. E vamos falar um pouquinho do caos em São Paulo, nos trens. E não adianta, ou a gente discute as questões na superfície e não olha as causas, ou a gente vai para as causas, escolhas, etc. O Tarcísio vai receber amanhã o Milei, sábado, né? Sábado, é sábado, sábado recebe o Milei, vai ganhar a medalha da Ordem de Ipiranga, mais importante de São Paulo. Depois ele vai na convenção do PL, né?
Eu temo pelos efeitos miasmáticos miasmáticos, asmáticos não, miasmáticos dessa presença. E o Milei é aquele que diz que Estado tem de acabar na prática, Estado é o mínimo, é quase nada, o mal do mundo é o Estado. Ele vem dessa corrente e tem aplicado algumas coisas lá que por um tempo vão dar até um efeitozinho positivo, até Então a tarja que eu escolhi para televisão é Tarcísio, o viva ao Milei anti-Estado e o caos privatista da miséria que aconteceu na cidade de São Paulo.
Incêndio em trem, incompetência óbvia de quem tá operando aquela coisa. Sim, o governador já disse que ele está começando a mudar de ideia sobre privatização. Eu já tinha mudado antes, até falamos uma vez sobre isso. Mas vamos lá, falha de trens, vai.
Uma falha no fornecimento de energia elétrica e um incêndio em um trem paralisou as linhas 11 Coral, 12 Safira e 13 Jade do transporte ferroviário metropolitano da Grande São Paulo hoje de manhã. Imagens de usuários do sistema mostraram faísca e incêndios em um vagão que foi consumido pelas chamas. Antes públicas, as 3 linhas começaram a ser administradas nessa semana pela concessionária Trivia Trens. A situação só foi completamente normalizada no início da tarde.
A falha em um trem por volta das 5:40 da manhã provocou uma ocorrência elétrica entre as estações Tatuapé e Brás, segundo a empresa. A circulação foi interrompida e os passageiros precisaram andar pelos trilhos até chegar às estações. Como ainda era madrugada, as pessoas precisaram acender as lanternas do celulares para iluminar o trajeto e muitos precisaram pular muros que cercam as linhas de trem. A gente vai acompanhar um vídeo com o início desse incêndio.
Quem tá acompanhando pelo rádio, começa a ter o trem e aí começa a aparecer alguns assim, o trem vai passando, vai começando a Umas explosões como se fossem raios, e até começa incêndio mesmo, e as pessoas começam a ficar apavoradas. O negócio absurdo, caos, né? Que mais? Vamos para 2 aí, vai.
A Trivia Trens ainda não informou o que causou a falha, mas segundo o Corpo de Bombeiros não houve registro de feridos. A Trivia disse lamentar os transtornos causados aos passageiros e reforça que está mobilizando todos os recursos necessários. Segundo a concessionária, por uma questão de segurança, após a falha elétrica, as subestações de energia de outras linhas foram automaticamente desligadas. Funcionários que trabalhavam nas linhas 11 e 12 na manhã de hoje afirmaram à Folha, sob reserva, que o fogo começou no pantógrafo, equipamento que coleta energia da linha e abastece os trens posicionados sobre a composição.
As chamas logo se espalharam pelo vagão. A TRI acionou 36 ônibus do Sistema PAESP, é o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergências, que normalmente é acionado aqui em São Paulo quando há alguma falha no metrô ou no trem. Mas houve longas filas para embarcar nos coletivos no início da manhã.
É evidente que tem incompetência, privatização mal feita, Essa ideia do Milei, que vai ganhar medalha, de que tudo que é do Estado não presta e tudo que é do setor privado presta, é uma ideia estúpida. O próprio governador, no dia 30 de junho, durante evento de inauguração da 8ª estação da Linha 17 Ouro do monotrilho, ele anunciou uma mudança de postura em relação às concessões e afirmou que não pretende repassar as linhas estatais restantes do para iniciativa privada.
Linha 1 azul, 2 verde, 3 vermelha, 15 prata. Aspas: a capacidade que a gente tem que ter é de mudar de opinião. Opa, bom! A gente não concede algo por conceder. Bom também. Não é aquele negócio de eu preciso necessariamente ter a iniciativa privada operando. Bom também. Não é isso. É como eventualmente eu posso ter mais investimentos e melhores serviços. O metrô está trabalhando muito bem, e hoje a tendência é que ele continue operando essas linhas.
Eu acho isso bom, porque quando houve a operação da privatização da Sabesp por um valor inferior ao que valia em bolsa, as ações foram vendidas por menos do que vale em bolsa. Isto é fato, não é opinião. Eu li um editorial de um grande veículo dizendo: é, realmente é estranho, mas é melhor que fique na mão dos privados. Por quê? Que eu saiba, tem de funcionar. O que que o governador fez? Item C, vai.
Após o episódio da manhã de hoje, foi anunciado que a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, a CPTM, vai retornar à operação das linhas 11 Coral, 12 Safira e 13 Jade por 90 dias. O formato de atuação ainda será definido pela diretoria da Agência de Transporte do Estado de São Paulo, Artesp, vinculada à gestão Tarcísio de Freitas. O presidente da Artesp, André Oliver explicou que o contrato de concessão firmado em 2025 com essa empresa concessionária, a Triad, já prevê a possibilidade de retorno temporário da CPTM em situações como essa, e que a experiência das concessões das linhas 8 e 9 em outra região da capital paulista mostrou a necessidade de uma fiscalização rigorosa e de uma cobrança firme de resultados.
São duas das linhas que a gente mais recebe reclamações dos nossos ouvintes com falhas é bem regulares aqui na região metropolitana.
É, e aí tem, eu, eu, vocês sabem que eu, eu, quando assim, quando eu acho uma coisa estranha, eu, eu falo que a coisa é estranha, né? Quando as pessoas dizem coisas que não me parecem muito lógicas, né, eu também reajo. Eu sou uma pessoa esquisita, quando eu gosto de alguma coisa digo sim, se eu não gosto, digo não. E eventualmente, se não gosto, nem oi. Olha, deixa eu dizer uma coisa, tem a REA 1 aí, o Tarcísio, sim, ele deu uma declaração realmente que me despertou um certo fascínio.
O governador de São Paulo afirmou hoje, Reinaldo, que a concessionária Trivia Trens poderá perder a concessão das linhas 11 Coral, 12 Safira e 13 Jade caso a empresa empresa não cumpra as obrigações previstas em contrato. Declaração foi dada horas depois da explosão seguida de incêndio em um trem da Linha 12, como a gente trouxe aqui há pouco. Ao ser questionado sobre o incidente após participar do 14º Encontro de Produtores Rurais em Ourinhos, o governador afirmou que a empresa poderá sofrer sanções caso não consiga prestar o serviço conforme previsto no contrato.
Vamos ao que ele disse à TVTEM: se a empresa não conseguir cumprir aquilo que está previsto no contrato, contrato, ela vai sofrer as sanções e a gente também não vai hesitar em algum momento em tirar a empresa do contrato.
Tá, mas aí eu vou ter que chamar meu amigo Guilherme Arantes, aquela música, valeu, bem, de que eu gosto tanto, sobre o farol no mar da incerteza, né? Porque é o seguinte, quando você faz um contrato, quando tem uma concessionária contratada. Não pode ser assim, o mar da incerteza sem farol. Tem que ser que nem o meu querido Guilherme Arantes, tem que ser um farol no mar da incerteza. Porque se eu tiver um governo que privatiza para uma empresa que não tem competência para fazer isso, não foi testado antes, aí o povo fica, coitado, perdido no farol do Mar da Incerteza. Tá aí, vai ver para a gente encerrar.
Belo.
É, não pegou aí o trecho do Farol do Mar da Incerteza, fica parecendo que nunca ninguém mais amou Acho que não é o caso, né? Mas no máximo a gente tomou um uísque, né? Foi bom, foi bom. Quer outro, governador? Aí eu vou convidar eu. Vamos conversar. Aliados alertam que Flávio não fez bem atacar as urnas daquele jeito bucéfalo, né?
Aliados de Flávio Bolsonaro avaliaram que o discurso de ataque às urnas eletrônicas repetido pelo parlamentar nessa semana é bem recebido pelo bolsonarismo raiz, mas pode levar a perda de votos entre eleitores considerados independentes. Pessoas próximas ao pré-candidato à presidência, ouvidas pelo G1, disseram que o grupo de independentes costuma decidir uma eleição acirrada. Segundo os aliados de Flávio, o discurso contra as urnas traz ainda risco de queda entre eleitores que se consideram de direita, mas não bolsonaristas.
Como a gente tem dito aqui, as pesquisas mais recentes apontam um recuo de Flávio nesses dois segmentos do eleitorado, chamados independentes e a direita não bolsonarista.
É, olha, Veja só, eu, o Paulo Figueiredo continua bravíssimo lá dizendo assim: não, é para pegar, pega para capar, tem que ser assim mesmo, tem que ser na porrada, tem que ser na pancada e tal, e não sei o quê. Bom, o que que eu vou falar? Olha bem, aconselho que continue.
Né?
Porque de fato, quando você ataca a urna, quando você, como recomendou Paulo Figueiredo, diz que é legal dizer que não estupraria uma mulher porque ela não merece, diz ele, isso é a coisa raiz. Esse é o bolsonarismo de verdade. Não tem que ser politicamente correto, diz o Paulo. Inclusive tem que enfrentar a imprensa, tem que dar pancada na imprensa, tem que dar porrada na imprensa. Bom, tá bom. Isso aí, vai fundo, né? Também acho que cria crispação desnecessária.
Inclusive ele ofendeu, tem uma troca de gentilezas entre ele, Paulo, e o Valdemar Costa Neto. Mas olha, olha o Beni, mas é uma linguagem bonita. Olha, mesmo assim, vai tomar caracu, vai, vai se beber. É uma coisa bonita, uma coisa edificante, né? Vai procurar sua enfermeira que você tá doendo. Ontem o governador Tarcísio esteve na BandNews FM na inauguração do novo estúdio, né? Eu achei até que a gente tivesse um vídeo sobre isso, mas pelo visto a gente não tem. Também, porque é uma declaração importante. É, vamos lá, do que eu tô falando.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que não concorda com as declarações de Flávio Bolsonaro sobre as urnas eletrônicas. Declaração foi dada durante o evento no Grupo Bandeirantes de Comunicação. Cerimônia, como você falou, Reinaldo, foi uma celebração dos 25 anos da Band News TV, marcou inauguração do novo estúdio, programação da emissora. Em declaração a jornalistas, o Tarcísio sugeriu que Flávio abandone a discussão que não leva a lugar nenhum.
Ele disse: olha, eu confio nas urnas, até porque se não confiasse eu não estaria disputando eleição. Foram as urnas que me trouxeram aqui, então eu sigo acreditando. Acho que a gente tem que discutir projetos, olhar o que o Brasil precisa e sair dessa discussão que não vai levar a lugar nenhum, e começar a pensar em projetos.
Declaração importantíssima, declaração importantíssima, porque quanto tempo eu tenho Acho que tá acabando já, né?
É um minutinho.
Declaração importantíssima, porque sim, o Tarcísio era o predileto de setores da direita, um pouquinho de uma outra visão das coisas, né, que achavam que o Bolsonaro, um Bolsonaro, poderia trazer dificuldades eleitorais, né? Então Mas ele foi alvejado tentando alçar voo pelo próprio Eduardo, pela família Bolsonaro, né? E já foi lançado a candidato para 2030 pelos mesmos que queriam agora em 2026. E de novo, eu li um texto, vale a pena, eu juro, eu juro que de novo o sujeito assegura que ele já está perfeito.
A história assim, caso Lula se reeleja, os 4 anos seguintes, olha bem, não existirão, tá? Viveremos num hiato. A pessoa vai tomar, o Brasil tomará uma injeção de propofol, tá bom? Bastante, bastante mesmo. E eventualmente com anestesia depois profunda. Longa, e aí acorda em 2030. Ai, que pena que a história existe, né? Ai, que chateação. É isso aí.
O É da Coisa.
Ó, estamos de volta. O coordenador do Flávio, o Rogério Marinho, negou que tem uma inflexão do Flávio para extrema-direita, tá? Bom, eu também, olha, nem eu acredito muito em flexão, porque ele nunca deixou de ser. Só se alguém acreditou que ele era um Bolsonaro vacinado. E esse vacinado que eu estou dizendo não tem nada a ver com a vacina da COVID, né? Eu falo vacinado assim num sentido metafórico. Eu nunca acreditei nem que ele fosse um Bolsonaro moderado.
Para mim, gente que ameaça Supremo é de extrema-direita. É um critério. Ah, mas o seu critério é muito rigoroso. O quê? Ameaçar o Supremo com ato de força? Então não, né? Parece que essa inflexão, né, porque as coisas estão começando a ficar difíceis. Republicanos hoje disse: as portas estão se fechando. Também. PP, Ciro Nogueira já falou que não quer união. Falou, olha, união nos estados, ok, mas aqui comigo união federal não vai ter, né?
E aí já vamos falar de Michele em seguida. O União Brasil não quer, o PP não quer, o Republicanos dizendo as portas estão se fechando, né? E o Valdemar, Valdemar, aquele que o Paulo Figueiredo manda tomar aquela cerveja preta, né, falou: olha, a Michele tá esperando um pedido de desculpas do Flávio, esperando que o Flávio peça para ela voltar para campanha. E o Flávio pediu, ele fez um vídeo, né? Ela parece que ainda tá fora da convenção aqui, também não quer ficar perto do Milei.
Não sou só eu, sabe o que é, Valerio? É que ela também tem Reinaldo no nome, entendeu? Michele Reinaldo, firmo Reinaldo, né? E aí é incompatível, dá aquele, aquela coisa assim. Aí o Flávio pediu: Michele, volta, volta, volta, vem viver outra vez ao meu lado, não consigo dormir sossegado, pois meu corpo está acostumado. Evidentemente aqui eu só lembrei do volta, não tô sugerindo nada, pelo amor de Deus, porque também tem certa esparrela que só faz uma vez, acho, confio.
Ele pediu para mim Pede, volta, Michele, volta, vai, volta, volta. Foi o vídeo, hein?
Então eu quero mais uma vez me dirigir a Michele. Todos nós reconhecemos o grande trabalho que ela fez no PL Mulher, percorreu o Brasil inteiro por uma causa, valorizando e inspirando milhares de mulheres a ingressarem na vida pública, e também o seu trabalho para ajudar as pessoas com doenças raras e os surdos. Todo mundo sabe que hoje até nós, os filhos, a gente tá proibido de ver o próprio pai, o que aumenta ainda mais a importância dela.
E ela precisa ser reconhecida, respeitada também por isso. O momento é difícil para todo mundo, ninguém é perfeito, eu não sou perfeito. E mais uma vez peço desculpas por alguns momentos que causaram desconforto, nunca foi minha de respeitar ninguém, ainda mais a esposa do meu pai. Também faço o pedido aqui à nossa militância para a gente olhar para frente nesse momento.
Volta, vem viver outra vez ao meu lado, não consigo dormir sem teu braço, pois meu corpo está acostumado. Volta, vem viver outra vez ao meu lado.
Essa interpretação da Gal Costa é dilacerante. A gente tem ouvido a Michele falando que vai estar para abrir. Ai, tem, já tem?
Tem.
Então fala, Michele, vai, vamos lá, vai, fala, fala, amada. Vai, como ela costuma chamar, né?
Depois que deixei o PL Mulher, me recolhi, tentei me afastar das articulações e da cena política. Flávio, eu assisti o seu vídeo e recebi as suas palavras com muita paz. Eu quero te agradecer por sua sinceridade. Você sabe o quanto a verdade é importante para mim. Todos nós cometemos erros, isso é humano, e o seu gesto de vir a público para pedir desculpas tem muito valor e poucos homens teriam coragem de fazer isso. O nosso propósito pelo bem do povo sempre foi maior do que desentendimentos.
Por isso, aceito o seu pedido, eu te desculpo. Vamos sentar, vamos conversar, ajustar os detalhes, e juntos vamos reunir um grande exército de pessoas de bem para resgatarmos o nosso Eu quero agradecer de maneira muito especial às minhas amigas Celina Leão e Damares Alves, que se empenharam dia e noite para que esse momento de reconciliação pudesse acontecer. Amigas, muito obrigada!
É, levou, botou a macharada de joelho. Vou ver, o Paulo Figueiredo, você não vai me obrigar a te ver, né? Foi bem. Será que eu vou ter que fazer isso? Ô meu Deus do céu, que vida miserável, que vida bandida! Fazer o quê, né? Vamos para o comercial. Vou ficar ainda na Loca 1, vou ficar aí com a Michele, e depois a gente vai para o Cássio quando a gente retomar lá na Nacional 3. É isso aí, vai.
O É da Coisa.
É uma gente estranha, é bom que se diga. É claro que o pau com a Michelle, a briga com a Michelle não era uma boa notícia para o Flávio, mas ao mesmo tempo une os radicais. Ah, quer dizer que agora os radicais deixarão de votar no Flávio porque ele pediu desculpas para Michele? Não, não deixarão de votar no Flávio porque ele pediu desculpa a Michele. Mas do ponto de vista político, não tem como. Isso não fortalece um líder. Isso não fortalece um líder.
Ah, saber pedir desculpas, tal, numa população ali, talvez no público das mulheres evangélicas isso caia bem, né? E também, se tem gente que tá surpreso com isso, eu apontei aqui evidentemente a Michele. Michele e outras foram e são alvos de misoginia dentro do próprio PL, mas elas escolhem viver com esses caras, né? Elas escolhem viver com esses caras. Por que razão exatamente? Não sei. Outro dia eu vi um gay que foi proibido de entrar no ambiente que tava o Flávio, um líder gay que se diz gay de direita, não sei o quê.
Por que que o cara tem essa condição, gosta de conviver entre aqueles que o discriminam? Eu não sei, mas também ele é livre para inclusive querer viver entre os que o discriminam. Você acha isso bom, né? Mas não, eu nunca imaginei que, ah não, não vai ser mais candidata, não vai ser não sei o quê. O fato é, ela passou a dividir a liderança do partido neste momento com Flávio. Isso é inequívoco, né? Talvez seja até um pouco mais prudente, hein, do ponto de vista deles. É isso aí.
O É da Coisa, meninos, eu tô mudando.
Atenção TV, vocês estão aí com a R3, Eduardo repete o vomitório golpista de Jair, de Flávio. Não adianta, eles não aprendem nada nem esquecem nada. Olha aí, o Flávio hoje não disse o Rogério Marinho, não, porque nós estamos falando. Eduardo, vai, vai, Vai, o Volibene, nada tem que ser convicto, porra. Ô, é, Volibene, eu vou fazer acordo, não tem essa, vai.
Sim, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro voltou a levantar suspeitas sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro. Hoje à tarde ele fez uma transmissão ao vivo com ativista argentino Fernando Cerimedo, que participou da campanha do presidente Javier Milei. Eduardo leu uma apresentação de slides com manifestações contra as urnas e a gente vai acompanhar o que ele disse.
Questionar a integridade das urnas eletrônicas controladas por fornecedores privados deixou de ser negacionismo para se tornar uma grave vulnerabilidade de segurança nacional, documentado pela CIA. Então os Estados Unidos mudou o foco com o qual ele analisa essa questão. Eu vou lembrar aqui que a Comissão de Integridade Eleitoral do Exército Brasileiro, que foi convidada pelo TSE para trabalhar na lisura das eleições de 2022, Eles fizeram um relatório, mas para o começo do ano de 2022.
Tinha acabado de mudar o presidente, né? Tinha acabado de entrar o Alexandre de Moraes como presidente do TSE, e o relatório final não isentou de vulnerabilidades as urnas eletrônicas brasileiras. Ele foi bem claro ao dizer—
pode parar, pode parar. Atenção, esse Ceremida é aquele que fez uma contabilidade picareta e mentirosa das urnas aqui. E isso que ele está falando é mentira. E isso que ele está falando é mentira. Portanto, eles não desistiram. Não adianta, não adianta. Esse é o, se o Flávio for eleito, nosso futuro chanceler, né? Um condenado. Eles são o que são, jaca caída da jaqueira, ponto. É isso aí.
O É da Coisa.
Que agitação, hein, meninos? Que agitação! Brincando de leve, estamos de volta. Estamos de volta nas redes sociais, no, na Band News TV, LG Channel e TCL Channel, e na Caverna do Unhudo. Olha só, os Estados Unidos nos taxaram, né, 12,5% junto com outros países e tal, porque usa, importa coisas de países que usa trabalhos forçados. E os Estados Unidos importam mais do que nós, dos países. O que que a gente tem aí?
Vai, Reinaldo. Sobretaxado hoje em 12,5% pelos Estados Unidos por importar justamente esses produtos ligados a trabalho forçado, o Brasil compra do exterior importou 30 vezes menos produtos sob esse risco do que o país norte-americano. Enquanto o Brasil importa 5,6 bilhões de dólares anuais em mercadorias supostamente nessas condições, os Estados Unidos lideram o ranking com 169,6 bilhões de dólares. Isso segundo o relatório Global Slavery Index apresentado em 2023 ao G20 pela Fundação Walk Free.
Os Estados Unidos lideram esse ranking global de importações de produtos sob risco de trabalho forçado forçado. O país importou 169,6 bilhões em 2021. Esse é o último dado disponível. O Brasil, como a gente falou, importou 30 vezes menos, equivalente a cerca de 1,2% do total importado por países do G20, os mais ricos do mundo. Só o G20 importou 468 bilhões de dólares em produtos com risco de trabalho forçado naquele ano.
É evidente que a importação do Brasil seria menor porque a economia é muito menor, não é 30 vezes menor. Então importam mais numericamente e proporcionalmente também. É protecionismo vagabundo. E sim, o governo vai buscar, tentar buscar mercados alternativos. É o certo. Vamos lá.
É, pretende mapear os setores mais afetados por todo o conjunto de tarifas e fechar o plano de ação em busca de mercados alternativos no Brasil. O plano de diversificação de estimado em R$130 milhões, deve ser apresentado no início de agosto pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações, Apex. Os técnicos do órgão aguardam justamente a decisão dos americanos sobre a nova tarifa para saber se será acumulativa e se haverá exceções à eventual nova sobretaxe.
É que eu saiba, só confere para mim, Pedro, e meninos, é essa lista de agora não tem exceções, né? Parece que essa pega geral. Eles estão forçando, eu insisto, a reciprocidade pura e simples, toma lá dá cá, pode não ser a melhor saída, mas talvez a gente tenha de pensar alternativas, né? É muito impressionante Que as coisas tenham assumido essa dimensão, né? Tá vendo o que dá não negociar? Não deixa de ser idiota. Vai ver qual foi a decisão tomada, tem nada a ver.
As seguintes mercadorias não estão abrangidas pela medida de hoje: materiais informativos, doações e bagagem acompanhada, diz a comunicação.
Matérias-primas, Nossa, agora a gente vai, agora sim vai dar bem, né? Ainda bem, estamos salvos, né? Mas o Eduardo certamente, que é quase já um cidadão americano, tá feliz, vale bem, tá feliz, né? Flavinho, negócio aqui é pegar criança de 14 anos e meter em cana. Isso sim. É que é cara que pensa no Brasil. E o Tarcísio, nós já dissemos, esteve na inauguração, foi aqui na Band News TV também, né? Não tem vídeo, é isso não, mas de qualquer modo tem uma fala importante, importantíssima, do Tarcísio sobre aí a questão da tarifa.
Que marca uma mudança de posição também. Mas todos são bem-vindos à ceia do Senhor, vale o BN desde que reconheça, né? Sim, é esse o bem comum.
Ele disse aqui para os jornalistas durante esse evento da Band News TV o seguinte: não faz sentido nenhum aplicar a lei de reciprocidade, só agrava a situação. Não ganhamos nada com isso. Essa investigação da Seção 301 da Lei de Comércio Americana já vem desde o ano passado, não é algo novo. O Brasil teve chance de negociar, podia ter negociado. Obviamente houve negociação, mas não obteve êxito.
Temos um pouquinho, para um pouquinho, a conversa continua ruim nesse trecho. O Brasil poderia ter negociado, como não negociou? Quem negociou? O Canadá? Quem negociou 60 países? Você vai insistir nesse negócio? Quem não negociou? Mas siga.
Temos uma gama de produtos que estão fora, isso prejudica a economia.
Dos 12,5%, não. E o seu estado, seu estado de adoção, né? Porque não sei se já colocou o endereço do iFood ali no— é o mais prejudicado. Mas siga.
Fala ainda: o nosso agronegócio, setor de macroequipamentos, perdemos competitividade em relação aos players globais. É importante que a negociação—
não, pera, para, para de novo, tá ruim. Que player global ficou fora da tarifa do Trump. União Europeia tá sendo toda taxada, sendo taxada. É, mas o trecho que eu vi nem é esse aqui. Tem um outro trecho que ele disse que não cabe agora buscar culpados. Tem esse trecho também, uma pena não ter o vídeo, que ele disse que não cabe agora buscar culpado, que a culpa da tarifa tá caindo em cima do E ele foi um dos que culparam o Lula lá atrás, assim como foi o cara que meteu o boné do Maga quando o Trump foi assumir a presidência.
Não meteu o boné do Maga? Tá aí, tá aí o que o Maga pode fazer por você. É incrível, é incrível, porque quando eu vi o trecho, eu não tinha visto essa parte, mas quando eu li o trecho que ele disse, não cabe buscar culpado, falei, bom, tá querendo livrar a cara do Flávio, porque agora tá em cima do Flávio, mais ou menos. Não, mas aqui tem essa conversa mole, essa conversa mole de que, ah, poderíamos ter feito diferente. Quem fez diferente?
A União Europeia fez diferente? O Canadá fez diferente? Quem fez diferente? Nem a China. Você não tá entendendo que é uma escolha do presidente dos Estados Unidos e do entendimento que ele tem e da resposta que ele acha que está dando à China, embora possa tá atuando contra os interesses dos Estados Unidos? Continua um pouco essa coisa assim: eu teria sido mais hábil. O Tarcísio, com a devida vênia, você não foi hábil nem para segurar sua candidatura à presidência.
O Tarcísio, na boa, não tô querendo ser agressivo porque até nós tivemos a conversa simpática, mas quem leva o lé de Flávio Bolsonaro e de Eduardo Bolsonaro não levaria um olé de Donald Trump e de sua truculência? Faz o seguinte, deixa aqui o desafio fofo, amigável, vale bem, porque sou sempre, tô terminando o programa com uma música de amor, né? O medo de amar é o medo. Vamos fazer o seguinte, eu faço um desafio. Se vai ficar no bolsonarismo, faz o seguinte: vence primeiro o Eduardo e depois você pensa em vencer o Trump numa conversa.
Seduz primeiro Eduardo e depois tenta seduzir o Trump, senão vira uma conversa à toa. É um óbvio desafio, vai, porque quem pode vencer o O menos ali vai treinando para vencer o mais. Agora, quem não consegue vencer o menos venceria o mais por quê?
O Rei, só antes da gente se despedir, só para eu corrigir uma coisa que eu trouxe aqui, tem outras exceções, tá? A tarifação é produtos que incluem matérias-primas que, sujeitas às tarifas adicionais propostas, poderiam levar à indisponibilidade de oferta doméstica nos Estados Unidos. Produtos que poderiam causar perturbações em toda a economia, sujeitos às tarifas adicionais propostas, são ao todo 471 produtos.
Mas na lista tem, então tem as exceções, café, madeira. A primeira tinha 2.100 exceções, essa aí tem menos, 471.
A gente vai, tem petróleo, gás.
Isso, a gente vai, vai ler tudo direitinho. Mas fica aqui meu desafio ao Tarcísio: primeiro Eduardo na guerra interna, E aí quem sabe você se qualifique para em 2031 vencer, sei lá, será que o Trump vai estar lá ou vai ter psicopata pior? Mas eu termino com amor. Tchau, gente, até amanhã!
É o medo de ser livre para o que der e vier, livre para sempre estar onde o João ou o Augusto estiver. O medo de amar é o medo de ter De a todo momento escolher com acerto e precisão a melhor direção. O sol levantou mais cedo e quis em nossa Nossa casa fechada, entrar pra ficar. O medo de amar é não arriscar, esperando que façam por nós o que é nosso dever recusar. O poder. O medo de amar é o medo de ter, de a todo momento escolher com acerto e precisão a melhor direção.
O sol levantou mais cedo e quis em nossa casa fechada entrar para ficar. O medo de amar é não arriscar, esperando que façam por nós. O que é nosso dever? Recusar o poder. O sol levantou mais cedo e cegou o medo nos olhos de quem foi ver.
Você acompanhou O É da Coisa na BandNews FM.
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