O É da Coisa de 23/03/2026, com Reinaldo Azevedo: Cadeia, Mito, Mártir; Flávio-centrão; Ratinho fora
- BolsonaroParecer favorável da PGR · Condições de saúde e internação hospitalar · Restrições e modalidades de execução · Argumentos humanitários vs. políticos · Impacto na construção do mito e martírio
- CPMI do INSS e interferência do SupremoDecisão inédita de Mendonça · Prorrogação da CPMI · Limites da autonomia do Congresso · Uso como palanque político · Violação de cadeia de custódia de provas
- Desistência de candidaturaRazões para abandono da candidatura · Impacto no cenário político do PSD · Sucessão de candidatos (Leite, Caiado) · Conflitos políticos no Paraná · Acordo com Moro e migração para PL
- Vazamento de dados sigilososPrisão do contador Washington Travassos · Acesso a dados fiscais de autoridades · Sigilo nível 4 e falta de transparência na defesa · Investigação da Polícia Federal · Envolvimento de ministros do STF
- Atuação ParlamentarFinanciamento do filme 'Dark Horse' · Participação de deputados (Mário Frias, Bíaquiles, Marcos Pollon) · Transparência e rastreabilidade de recursos · Despacho do Ministro Flávio Dino · Contradição ideológica da direita
- Vazamento de DadosLiderança de Cirilo Gomes (PSDB) · Desempenho de Elmano de Freitas (PL) · Cenários com e sem Cirilo · Importância do Nordeste nas eleições · Diferença entre Lula e Bolsonaro em 2022
- Critica e Analise de MidiaLetra que ataca centrão · Desaprovação da assessoria · Falta de controle sobre eventos · Contradição com alianças políticas
- Eduardo LeiteReafirmação de disposição de liderança · Projeto de centro democrático · Retórica anti-polarização · Apoio esperado de Ratinho Junior
- Saída de Autoridades de ÓrgãosEncerramento da defesa · Avanço da delação premiada · Negoção com Supremo · Decisão de não fazer colaboração premiada
- Roberto Campos NetoDefesa da gestão do Banco Central · Responsabilidade por funcionários de carreira · Investigação da CGU · Argumentação sobre porte do Master
- Relacoes EUA-IraAnúncio de Trump · Conversas com autoridades iranianas · Negações do Irã · Impacto nos preços de petróleo e mercado
- Transicao Administrativa GovernamentalAtokson Caro como possível articulador · Substituição de Gleisi Hoffmann · Papel do Congresso na governabilidade · Importância da gela moção na democracia
- Disputa Presidencial PSDPrazo até fim de março · Possíveis candidatos (Leite, Caiado) · Impacto da desistência de Ratinho · Escolha entre nomes
Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivólio e Arthur Covre. Oferecimento BTG Pactual, pra quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já!
Carcará! Pega, mata e come! Carcará! Vai morrer de fome! Carcará! Mais coragem do homem! Carcará! Pega, mata e come! Carcará! Lá no sertão É um bicho que a voa que nem avião
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Toy e pelo Band News TV. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre em rádio Band News FM ou no aplicativo Band Play.
Boa noite Boa noite Boa noite Betânia com 17, 18 17 pra 18 Você é que já tinha feito 18 Cantando Carcará Do João do Vale José Cândido Música que era Do show Opinião No Teatro de Arena No Rio Era Nara Leão que fazia Nara Leão saiu Com a sua voz afinadíssima Minimalista Maravilhosa E vem Betânia Ah O furacão
Com essa música espetacular, do caro cará que pega, mata e come. Até os corregos que nascem na Baixada, os fiote. Come os fiote também, vale bem. Tem essa não. Nós estamos um pouco em ritmo de caro cará, pega, mata e come. Nós vamos discutir tudo aqui. As fantasias todas. Não vou começar falando da questão domiciliar para o Jair Bolsonaro, que eu acho que vai sair.
A delação de Vorka. Tem gente que já sabe não só o que vai ter na delação, como sabe que os ministros vão tentar anular a delação. Vejam vocês. Já adivinharam tudo. Quem contou? Ah, acho que os ministros que anularam, né, Voibene? Os ministros que querem anular falam assim, ó, eu vou anular tudo, hein? Mas, enfim, viva a fantasia. Viva a fantasia. Nós estamos aqui para trazer informação, que é o nosso compromisso. Vamos lá.
PGR se manifesta assim. Ratinho desistiu da candidatura. Ô, vai bem. Oi. Arthur. Sim. Lembra aquele negócio? Ai, a polarização, a polarização. Tem que ter alguém que fala da polarização. O Ratinho já falou. Não é eu. Não é eu. Não é eu, não. Não, eu não. Então, aí, não sei o que vai ser. Nós vamos conversar sobre tudo isso. PGR se manifesta em favor da domiciliar para Bolsonaro. E aí? Pode dar, não pode dar? Faz o quê? Como é que vai ser? Vai.
O Procurador-Geral da República se manifestou hoje a favor do pedido de prisão domiciliar protocolado pela defesa de Jair Bolsonaro. Os advogados do ex-presidente pedem que o cliente que estava preso na Papudim antes de ser internado no hospital DF Star seja levado ao regime domiciliar por causa do quadro de saúde. Em documento assinado pelo Procurador-Geral Paulo Gonê, a PGR afirma o seguinte. Ao ver da Procuradoria-Geral da República, está positivada a necessidade de prisão domiciliar
em tempo integral do estado de saúde do ex-presidente, que se acha comprovadamente sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro. Gonê argumentou ainda que a decisão tem respaldo no dever público de preservação da integridade física daqueles que estão sob custódia do estado e que o quadro de saúde de Bolsonaro demanda atenção constante e que o sistema prisional em vigor não está apto a propiciar.
uma alegria espetacular, se manifestou. O que ele falou?
contra todas as vítimas. Isso. O coordenador do Grupo Prerrogativas, que é próximo do PT, Marco Aurélio de Carvalho, afirmou o quê? Primeiro negrito aí. O Prerrogativas defende a aplicação da lei sem seletividade para Chico e para Francisco. Se para o Bolsonaro cabe o direito de ser transferido para regime domiciliar, antes disso também cabe o direito para o réu pobre, preto e periférico que está em situações semelhantes ou até piores. Ah, bom, isso não tem a dúvida, né? E aí lembrou que o Bolsonaro
era de 60 metros quadrados, teve todos os cuidados médicos, cuidados que geralmente os presos brasileiros não têm. O que talvez a PGR-STF não tenha percebido, bom, o STF nem se manifestou ainda, é que estão criando um jacaré na banheira. Isso disse o Marco Aurélio. Se virarem de costas, não sabemos o que pode acontecer. Não entendi direito a metáfora, mas... Porque vai que ele vira de costas e o jacaré morre. Enfim, não sei. Ou não morre, sei lá.
De qualquer modo, é uma manifestação contrária, sem dúvida nenhuma, à concessão da prisão domiciliar. Eu insisto que eu vejo razões, sim, para a concessão da prisão domiciliar, mas eu vou tratar do assunto. Calma. Há condições. Para a prisão domiciliar, Roberto Podibão, que é próximo do prerrogativo,
Eu nem sei se ele pertence a prerrogativas, que até hoje era defensor do Vorcaro, hoje deixou. Mas ele escreveu um texto também, coassinou um texto, defendendo a prisão domiciliar. A Michele deve se reunir hoje com o Alexandre de Moraes? Vai lá. A ex-primeira-dama, Michele Bolsonaro, deve se reunir ainda nesta segunda-feira com o ministro Alexandre de Moraes para tratar sobre o pedido de prisão domiciliar a Jair Bolsonaro.
avaliar a situação. O encontro vai ocorrer no Gabinete de Moraes, no Supremo Tribunal Federal. Michele já esteve reunida com o ministro em outras oportunidades, também buscando a mudança de regime para o marido que desde janeiro cumpre pena na Papudinha. Se reuniram e ela até já foi embora, tá? Ah, já se reuniram, já foi embora. Eu nem chamo mudança de regime, porque regime tem três, né? Aberto, semiaberto e fechado. É uma modalidade de exercício de prisão, porque aí é muito importante saber que a prisão em
regime fechado do Bolsonaro não está revogada. A domiciliar é uma modalidade de exercício dessa prisão. Isso é importante, porque caso venha domiciliar, existe uma disciplina. Nós já vamos tratar disso. A domiciliar não é a escolhambação geral da República. A gente já fala, né? E médicos falam em alta da UTI nas próximas 24 horas. Vamos lá. Sim, o ex-presidente deve receber alta da UTI no hospital DF estar em Brasília ainda amanhã. A informação consta
mais recente boletim médico divulgado hoje. Segundo o documento, Bolsonaro apresentou evolução clínica favorável, deve receber a alta da UTI na terça, embora ainda não haja previsão de alta hospitalar, só da UTI. Um trecho do boletim divulgado hoje pela manhã diz, o ex-presidente mantém a evolução satisfatória, sem intercorrências, em uso de antibiótico, terapia endovenosa. Segue com suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora e deverá receber a alta da UTI nas próximas 24 horas.
a gente lembra, foi internado no dia 13 de março, depois de passar mal na Papudinha. O ex-presidente foi diagnosticado com uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração. Muito bem, olha aqui. Então, vamos lá. Vamos pensar aqui. Bolsonaro, se o Alexandre conceder a prisão domiciliar, o Bolsonaro segue sendo um preso, um apenado. Ele estará na casa dele por razões humanitárias.
Isso significa que a casa não pode virar um centro de peregrinação política, a casa não pode virar um escritório político, não vai poder ser o entra e sai a hora que bem entender, se conceder, o entra e sai a hora que bem entender, até porque, olha o bene, seria uma contradição nos próprios termos, não é mesmo, Arthur?
atendimento familiar 100% do tempo, para que possa zelar pela sua saúde, para que tudo isso... Evidentemente, ele não está em condições de atuar, a não ser simbolicamente, como o grande coordenador político da candidatura do Flávio, da direita, da extrema-direita, o que nome tem. Então, se vier a domiciliar, certamente virá com restrições. Não sei se vem. Eu defendo que sim.
Digo com mais clareza, além da razão humanitária, existe também a razão política. E ambas são importantes. Tratei disso já hoje no Metrópolis, escrevi um texto grande já hoje e passarei a cuidar desse assunto aqui com vocês. Vamos lá. Limites da domiciliar e o poderoso par mito e mártir.
criada lá atrás. Já faz tempo. O mito é sempre uma construção muito poderosa. Já recomendei 500 vezes aqui o livro Mitos e Mitologias Políticas do Raul Girardet. Então, quem se coloca como mito político, especialmente o populismo de viés autoritário, então esse mito político é o quê? Olha, nós vivemos num país que era um paraíso. A ideia do paraíso perdido. Bolsonaro faz isso. A ditadura era muito legal. Depois vieram os nossos inimigos e
E aí levar o Brasil para a decadência e para o caos. Sim, Bolsonaro faz isso, vieram os petistas, vieram as esquerdas. Agora nós precisamos recuperar a nossa grandeza. Recuperar a nossa grandeza significa nos livrar dos nossos inimigos. Os internos, claro, mas também os externos. Ah, mas isso daí o PT faz um pouco quando fala do Trump. Os bolsonaristas elegeram como inimigo externo a China. Vocês sabem disso, né?
os valores, etc. Assim a gente vai conseguir voltar à idade do ouro. E eu posso trazer isso para vocês. Bolsonaro sempre fez isso. Assim se construiu o mito Bolsonaro. Agora, tem também o mártir Bolsonaro, que está se colando ao mito. O que é o mártir? O mártir Bolsonaro é aquele que deu a sua vida, literalmente, e chama Messias, deu a sua vida para nos salvar. Vejam que isso é uma frequência
É frequente no discurso deles. Então, houve uma grande conspiração dos inimigos de que o Adélio, que desferiu a facada, teria feito parte. E por que ele tentou matar Bolsonaro? Justamente porque Bolsonaro tentava nos salvar. Tentava nos salvar e foi atingido por isso, nessa construção. Embora ele tenha sobrevivido num primeiro momento, até parecia bem, tenha exaltado durante a pandemia a sua condição de atleta,
tenha nos chamado a todos os jornalistas de bundões, que disse que a pandemia nele não faria grande diferença. Em nós, os bundões, sim, que como a gente é muito fracote, a gente morreria. Ele disse isso com todas as letras. Fez pouco caso das pessoas que estavam sufocadas e tal, e disse, eu sou atleta. Então, criou a medalha dos três Is, imorrível, embrochável, incomível, para distinguir as outras pessoas.
ao mesmo tempo, e eu estou chamando a atenção de vocês, porque esse par é um par poderoso na política. Que par? O mito e o mártir. Então, o mito é aquele que reúne as características sobre-humanas. O mártir é aquele que foi atingido gravemente pelos inimigos, gravemente pelos adversários, e aí, então, passa a sofrer, a padecer os piores tormentos.
é dito. Cada vez o Carlos entra lá, o Carlos ia para o hospital, exibia fotos do pai sempre numa situação terrível. Houve a exposição do abdômen todo costurado, nós vimos isso. O Carlos, eu falei Flávio? Flávio não, o Carlos sempre disse. O Carlos expondo o pai seminu, frágil. Quase assim a ideia do Cordeiro de Deus que veio para tirar os pecados do mundo. O verdadeiro Messias.
de hoje. Então, essas duas coisas convivem. É claro que a prisão domiciliar ser concedida, eles vão usar e explorar politicamente a questão. Não tenha dúvida. Ninguém pode impedi-los de usar isso, porque isso é da natureza deles, é da campanha deles, é do entendimento que eles têm do mundo, é a forma, é o diálogo que eles estabeleceram com
é o diálogo que eles estabeleceram com o público deles? Bom, ninguém pode impedi-los disso. Agora, é preciso ver como é que eles operariam, temos de ficar atentos a qualquer momento que pode sair a decisão do Alexandre, é preciso ver como eles operariam esse troço. Como é que eles iam operar esse negócio? A casa vai ser mesmo um centro de peregrinação?
A casa vai ser um comitê político? Bolsonaro pretende gravar vídeos lá dentro? Querem mostrar a rotina interna dele? Eu acho que tudo isso, se o Alexandre conceder a prisão domiciliar, isso tudo vai ter que ser bem pensado. Isso tudo vai ter que ser organizado. Porque a corte não está dando autorização, se der a domiciliar, para que se desmoralize a própria prisão e a própria condenação.
Não se trata de uma sentença absolutória. Não é. Que fique claro. Ah, mas já tratei disso aqui para encerrar essa coisa, porque tem muita coisa aí. Nós devemos pensar na circunstância de Bolsonaro vir a morrer na cadeia? Veja, eu acho que qualquer um que lida com isso como torcida, já disse aqui, tem um problema muito grave. Mas aí vai consultar o seu confessor,
lá com a sua alma, sei lá o que. Eu levo a sério a máxima de que o ódio é um veneno que você bebe esperando que o outro morra. Isso é terrível. Agora, objetivamente, existindo um risco de uma coisa grave da morte de Bolsonaro, é claro que isso em si interessa mais àqueles que estão empenhados na construção da figura do mito com o mártir do que ao outro lado.
Porque aí o mártir se consumaria. Aí o mártir fica perfeito. Porque o mártir, afinal de contas, tem de ser martirizado. Aí, observo, o mito deixa de produzir conteúdos presentes, o mártir deixa de produzir conteúdos presentes, e tudo se transforma numa reedição do passado a valor presente. Tá claro o que eu falei? Tá, né?
E aí a condição é poderosa. Então, eu diria a Bolsonaro, se sabe rezar, se um dia rezou, faz o seguinte, reze para se proteger dos amigos, ou dos que se dizem, não dos inimigos. Porque aí o inimigo, o adversário político, a esse realmente não interessa a morte de Bolsonaro. Vamos para uma questão eleitoral importantíssima. Depois tem, agora que é a desistência do Ratinho,
Glando Norte, aí tem o Mendonça fazendo uma coisa inédita, que é prorrogar uma CPMI, interferindo na rotina interna do Congresso. Olha, tem muita coisa. Ratinho desiste da presidência, fica lá no governo, vai. Governador do Paraná, Ratinho Júnior, do PSD, informou que desistiu de concorrer à presidência em nota. Ele afirmou que decidiu concluir o mandato como governador até dezembro de 2026 e, com isso, desistiu da pré-candidatura ao Palácio do Planalto. Segundo o comunicado divulgado pela assessoria de imprensa dele,
A decisão foi tomada ontem à noite, após profunda reflexão com a família. A decisão foi informada ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda. Com a desistência, os nomes do PSD para a presidência são de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás. O governador Ratinho Júnior decidiu concluir seu mandato no Paraná até dezembro de 2020.
6 dezembro desse ano. Portanto, ele deixa de participar da discussão interna do PSD que escolherá um candidato disposto a concorrer às eleições presidenciais nesse ano. A decisão foi tomada na noite deste domingo, dia 22, após profunda reflexão com sua família. O fato foi levado ao conhecimento do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda 23. O governador do Paraná continuará à disposição do PSD para ajudar o Brasil a virar a página do atraso, criar perspectivas mais
Bom, não é segredo para ninguém que... E vejo que na semana passada se dava assim... Kassab pretende apressar o lançamento de Ratinho. Ele deu entrevista, não faz tempo.
como pré-candidato. O problema é o seguinte, o Moro, Sérgio Moro, depois de trocas de gentilezas com Flávio Bolsonaro, quando foi demitido, quando foi chutado pelo Bolsonaro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, no dia 24 de abril de 2020, e disse que o Bolsonaro tentou proteger o Flávio para esconder os seus crimes, há uma farta troca de mensagens a respeito, públicas,
Agora ele fez um acordo com o Flávio, migrando para o PL, e vai concorrer ao governo do Estado nas pesquisas, é considerado favorito. Se o Ratinho sai para a presidência, ele já tem um problema no seu palanque local ali. Poderia sair ao Senado, estaria eleito com os pés nas costas, mas prefere ficar, e acho, não entregar o governo do Paraná a um outro que não seja do seu grupo político.
do Ratinho. Tem o Guto Silva, secretário de Estado do Planejamento, Alexandre Cury, presidente da Assembleia, Rafael Greca, ex-prefeito de Curitiba, aí se fala também do Eduardo Pimentel, enfim, não está claro. Vamos ver, ele vai... Um acordo com o Moro parece improvável. Hoje, agora em política, queridos, um acordo com o Moro parece improvável, porque o Moro se fez a revelia dele. Vai lançar um candidato correndo o risco de perder? Não sei.
que vai ser o embate interno ali. O fato é que ele era o candidato mais bem posicionado, não é melhor posicionado, não, mais bem posicionado, dos três do PSD, também aquele que no segundo turno chegava a empatar com Lula, tecnicamente, algumas pesquisas, era o preferido do Kassab para essa missão, mas a ascensão muito rápida do Flávio, e foi.
para eles. Para mim, não. Como todo mundo sabe. E esse arranjo no Paraná, isso tudo inviabilizou essa candidatura do Ratinho. Porque, convenham, a chance dele passar para o segundo turno era remota. As pesquisas indicavam. Portanto, não iria disputar a presidência, entregaria o governo de estado de bandeja, sem nem luta, para o Sérgio Moro,
nem iria para o Senado, porque, aliás, continua a não ir. Segundo consta, nem isso vai concorrer. Então, parece que optou por cuidar, digamos, da sua herança no Paraná. E depois diz, e aí, quero encerrar a coisa toda, quero cuidar das minhas empresas. Olha aqui, o que isso demonstra? A gente tem até o senador Otto Alencar, do PSD da Bahia, falando isso agora.
Neste programa sempre se disse sobre essa ideia de terceira via, candidato neném, ou não sei o quê. Quem lançou, quem inventou a tese da polarização sempre partiu do princípio, vale o bem, errado e mentiroso, de que as pessoas escolhiam ou Lula ou Bolsonaro porque não tinham alternativa. Ou Lula ou um Bolsonaro, se quiserem. Ah, também não oferece alternativa? Está vendo? O Lula não deixa ninguém crescer.
Bolsonaro não deixa ninguém crescer à direita, e aí as pessoas ficam reféns. Aí tem aquelas pesquisas que eu considero estranhíssimas. Você acha que Lula deveria concorrer à reeleição? Não, acho que não. Você acha que Bolsonaro, quando ainda? Você acha que Bolsonaro deveria tentar? Ah, não. E o que você quer? Ah, eu quero alguém novo. Aí se oferece alguém novo e é que não queria. Porque a tendência, as coisas se afunilarem em dois nomes,
não é só aqui que isso acontece, não. É muito raro aparecer, e quando aparece não costuma ser bom, um nome assim, como Bolsonaro foi. Só que Bolsonaro representa essa tradição disruptiva, tradição, representa esse elemento disruptivo da política, representa a não política, representa o discurso antissistema, ainda, ainda. O não queremos nada do que está aí, hoje facilitado enormemente,
que está aí. Imaginem, Flávio vai embalar, nós vamos ver a candidatura dele daqui a pouco, e ele tem hoje o Supremo sendo tratado como está, como está sendo tratado. O que facilita muito a sua vida. E o Bolsonaro já teria sido transferido por ação aqui da TV Band, já foi para o quarto fora da UTI, seguindo sem previsão de alta. Então, vejam que
o quadro apenas, o que está dado aí, na verdade, referenda aquilo que um pouco já se sabia. E aqui nesse programa você nunca comprou gato por lebre. Até porque eu sou contra vender o gato e sou contra vender a lebre também. Vai bem, para quê? Vai querer, ah, eu quero comprar lebre e levo migulim, mas ele migulim e ninguém leva. Até porque ele unha a cara. Tem essa. Vem com graça,
mas aqui nunca se comprou uma coisa pela outra porque aqui sempre se disse, o candidato do Bolsonaro será um Bolsonaro e essa conversa de terceira via essa conversa de candidato nem nem esse negócio de que o povo está doidinho para romper a polarização nunca passou de papo furado mas rendeu também muita teoria furada, quiçá sei lá, que outros benefícios está evidenciado aí agora
O Flávio disse que ele chamou o terceiro havia sequelado. Vamos lá. O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro cumpriu agenda no Nordeste durante o fim de semana. Ele passou pelo Rio Grande do Norte e pela Paraíba. Em Natal, Flávio apresentou o primeiro jingle da campanha ao Palácio do Planalto. Vamos acompanhar um trecho. Não é jumento... Aliás, parem de tratar o jumento assim, mas é gado brabo, porque o jumento é um bicho inteligente.
que não, mas é, né? O que mais que tem aí? Vai. Reinaldo, a letra diz que os eleitores não são jumento frouxo, mas sim gado brabo do Bolsonaro e que a população não quer um representante da terceira via sequelado. O trecho que não foi reproduzido em Natal diz o seguinte. Em 2026, Flávio Bolsonaro. Não queremos terceira via sequelado. Chega de PT, não chorem jumentada. Em 2026, são os dois lados na parada. É isso. E aí, tratando, obviamente,
adversários como jumentada, o que é muito próprio, muito característico dessa turma. E quanto à terceira via, vocês notem que a terceira via é coisa de sequela e o centrão cai do cavalo. Como se o Bolsonaro não gostasse do centrão. Como se o Bolsonaro não tivesse governado com o centrão. Como se o Bolsonaro não tivesse feito acordo com o centrão.
que lá atrás, na campanha, em 2018, a gente se lembra do general Heleno, né, cantando, se começa a se gritar, pega centrão, não fica um, meu irmão, lembra-se disso? Sim. A primeira passeata contra o Supremo e contra o Congresso, em 26 de maio, promovida pelo Bolsonaro, tinha como alvos o centrão e o STF. E também o comando do Congresso. Então, Rodrigo Maia,
o Columbre já. O tal do discurso antissistema. Sempre. Porque isso constitui um pouco a essência daquele que é o pensamento. Pensamento. Daquilo que é a prática do bolsonarismo. Agora, eles são antissistema? Bom, em muitos aspectos ninguém é mais sistema do que eles. Qual foi o destino dos filhos de Jair Bolsonaro? Vocês querem coisa mais sistema do que isso? O Flávio é senador e candidato à presidência. O Eduardo é deputado e está fora
do Brasil perdeu o mandato, mas foi, convenho, uma escolha dele. O Carlos impôs, o Bolsonaro impôs o nome do Carlos pra disputar o Senado por Santa Catarina. Vocês querem coisa mais sistema do que isso? E até o Jair Renan, né, abiscoitou uma vaguinha mais votado em BC. Nós vai descer, descer pra BC, né? Balneário Camboriú. Não é isso? Até ele. Sem dizer uma palavra, porque uma vez ele foi falar, o pai fez sinal, porque não é pra falar.
Quando falou, diz que os cidadões, caprichando no plural, para não correr risco de errar, vale bem, então vamos logo para o ONS. Cidadões. Ele tinha que fazer sei lá o que. Então, tem coisa mais sistema que Bolsonaro? Mas eles fazem o discurso antissistema, o discurso anticentrão. E assim foi ao longo dos quase dois primeiros anos de mandato, até que ele fez o acordo com o Arthur Lira.
passou a apoiar o adversário do escolhido de Rodrigo Maia, que era o Baleia Rossi. E o Arthur Lira teve uma votação consagradora. Arthur Lira que batia firme no governo. Tem muita gente que não lembra disso. Batia firme, viu? Vai bem, batia. Fez acordo e custou o orçamento secreto. Bolsonaro transferiu para o emendismo o governo do Brasil, para que ele ficasse livre para articular o seu golpismo. Livre de qualquer sanção. Eu lembro, eu era colunista da Folha, eu cheguei a contar
36, 37 crimes de responsabilidade. Que poderiam render impeachment, evidentemente jamais passaria. Assim como os crimes comuns também não. Porque aí nem a procuradora se movia no caso. E foi cuidando do golpe. Então essa história de que a gente não quer centrão, esse negócio de que a gente não quer centrão, como não quer centrão? Quer centrão sim. Até porque não se governa sem centrão. Se o Lula ganhar, vai governar com centrão. E se o Flávio ganhar, vai governar com centrão.
Agora, vocês vejam que lá no Rio Grande do Norte... Ah, não, foi Paraíba isso? Foi Paraíba o negócio da dança? Foi, foi João Pessoa. A Paraíba, a caravana de Flávio, foi recebida pelo líder do União Brasil no Senado, Efraim Filho, e pelo líder da oposição na Câmara, o deputado Cabo Gilberto do PL. Pelo X, Flávio postou um registro da passagem por João Pessoa nessa gravação que foi editada. Ele aparece dançando.
que chama o senador de 01 e fala que o capitão voltou. A gente vai acompanhar um trecho.
O capitão voltou. Então, nem mesmo se busca a identidade do Flávio é a identidade do pai. A identidade do Flávio é a identidade do pai. Fim de conversa. O capitão voltou.
Antes de eu ir para a questão do contador aí... Não, vamos para... Ah, sim, uma coisa importante. Sai um Datafolha no Ceará. Por que isso é importante? Vai lá. Reinaldo, um novo levantamento. O Datafolha mostrou o ex-governador Ciro Gomes à frente na disputa ao governo do Ceará contra o Eumano de Freitas, do PL, Ciro Gomes do PSDB, o Eumano de Freitas, o atual mandatário. A pesquisa contratada pelo jornal O Povo foi realizada de 16 a 18 de março,
eleitores em trinta e cinco municípios cearenses. Margem de erro de três pontos porcentuais pra mais ou pra menos com nível de confiança de noventa e cinco por cento. Em cenário com Ciro, ele lidera a disputa com quarenta e sete por cento das intenções de voto contra trinta e dois por cento de Eumano de Freitas que busca a reeleição. Na sequência, aparece o senador Eduardo Girão do Novo com cinco por cento. No cenário sem a presença de Ciro Gomes, Eumano de Freitas assume a liderança com quarenta e dois por cento das intenções de voto, seguido
pelo ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Claudio, do União Brasil, com 20%. Já o senador Eduardo Girão vai a 14%. Presta atenção aqui numa coisa importante e suponho que o PT esteja atento a isso. Na estratégia do Flávio Bolsonaro e na estratégia da direita, para ganhar a eleição é preciso diminuir drasticamente a diferença no Nordeste. Ou drasticamente, ou significativamente a diferença.
Lembre-se que o Lula ganhou do Bolsonaro com uma diferença de 1,8 ponto. Se você considerar que foi segundo turno, 1,8, 0,9 para lá, 0,9 para cá, 0,9. Foi muito apertado. E no Nordeste, o Lula teve 69,34% dos votos. O Bolsonaro teve 30,66. No Ceará, Lula teve 69,97 contra 30,03% do Bolsonaro.
o flavismo está fazendo. Nós precisamos diminuir, se a gente diminui a diferença no Nordeste, de maneira significativa, sabendo que vamos ser derrotados, e se a gente aumenta a diferença em São Paulo, é possível ganhar a eleição. É, é essa a conta. E ainda tem o negócio de Minas, mas Minas tem lá o Zema que está dizendo que é candidato, sim, mas também nada que ele, o segundo turno é outro papo. A gente sabe de que lado ele estará, não é isso?
cabeça deles, e a conta não é maluca, a conta faz sentido, a estratégia é essa. Tanto é que o Flávio vem desta feita adulando o Nordeste, que é uma coisa que essa extrema direita nunca fez. Apesar das bancadas bolsonaristas terem um peso nordestino gigantesco. Mas é uma coisa que nunca fizeram. Então agora, a ordem, inclusive, é nós precisamos desfazer as coisas que o Lula disse que fez
para o povo e para o Nordeste. Essa vai ser a briga. É claro que eles estão com uma vantagem, eles, os extremistas de direita, os direitistas, os flavistas, os bolsonaristas, chame cada um segundo seu gosto. Eles estão vivendo um momento que é muito positivo para eles. É muito positivo porque a ascensão do Flávio foi muito rápida, porque os benefícios reais da economia não estão sendo percebidos,
devidamente pela população, não com o impacto que se esperava, porque estamos vivendo uma crise de petróleo e há uma elevação objetiva de preço, que obviamente não é responsabilidade do governo, está fazendo um grande esforço, mas está difícil. Eu poderia dizer assim, politicamente os responsáveis por isso também, ou são corresponsáveis politicamente, aqueles que apoiam o Trump, apoiam a guerra, acho que é isso mesmo. Não é o caso do governo.
Tem isso e tem esse negócio de Banco Master de CPI do NSS do Diabo A4. E nós vamos ver ainda hoje o Mendonça prorrogando a CPMI do NSS, o que realmente é notável. Talvez, se vingando um pouquinho do Columbre, que demorou tanto para fazer a sabatina dele. Não que o ministro faça isso, hein? Não. Está sendo santificado. Essa CPMI, que é uma barafunda,
Tudo isso joga a favor. Por quê? Ah, mas o caso Master não é basicamente, não pega muito mais à direita? Pega. Pega muito mais à direita. Só que toda coisa de corrupção, vamos lá, vamos pro pau, tudo isso sempre atua contra o status quo, atua sempre contra o poder de turno. Daí que o Lula tenha meio lançado uma palavra de ordem. Precisamos resistir, precisamos ir pra briga, precisamos ir pro pau. Mas,
A gente sabe que, na percepção das pessoas, não é bem assim. Daí que, voltamos ao ponto, o exercício dessa prisão domiciliar, se concedida for, terá de ser feita com muita parcimônia. Moraes, prisão de contador por vazamento de dados. Vamos lá.
participar do vazamento de dados sigilosos envolvendo integrantes do Supremo, familiares dos ministros e outras autoridades. Em nota, o STF afirmou que Washington foi apontado pela Polícia Federal como um dos mandantes na cadeia de obtenção de dados fiscais protegidos por sigilo funcional. Documentos do governo do Rio levantados pelo Globo mostraram que Washington havia sido preso já no dia 13 de março. Na quinta da semana passada, a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária
estava apto a ser transferido para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio. A PF já havia deflagrado uma operação no início de março e cumpriu quatro mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária contra suspeitos de vazamento de dados. Na ocasião, os alvos não tiveram os nomes revelados. Segundo a Folha, o contador admitiu ter acessado dados fiscais de forma ilegal. Washington está inscrito como contador no Rio com registro ativo.
Olha aqui, aí começou uma conversa, né? Não, antes, o que a PGR sabe, diz sobre o vazamento de dados de autoridades?
Olha, como vocês viram aí, e a PGE,
costuma ser muito contida nessas coisas, é um negócio, assim, né? Supremo, mas quem tiver com autoridade aí, isso está no chamado nível 4 de sigilo no STF. No nível 4 de sigilo, nem o relator, mas aí se sabe que o relator é o Alexandre. A defesa está reclamando, está pedindo, vamos lá. O que a defesa diz? Vai. Trazer as palavras da defesa, porque os advogados do contador Washington Travassos de Azevedo
viram entrar com uma ação de reclamação no Supremo Tribunal Federal questionando a falta de acesso aos autos e outras circunstâncias envolvendo a prisão do cliente. O caso corre sob sigilo, como você disse, e a prisão de Washington só foi revelada no sábado. No depoimento APF, Washington admitiu ter pedido a um despachante os dados fiscais de dois CPFs de pessoas que, segundo ele, até então não sabia quem eram. No entanto, ele negou ter envolvimento com o esquema de vazamentos.
desconheceu os motivos para a manutenção da prisão do contador e já entra em sua segunda semana. É, o reclamado, a defesa tem todo o direito de reclamar e quer bem entender. Viva as reclamações da defesa, é isso aí. Veja só, isso não é o que consta na PGR. Os dados que a PGR tem são bem outros, bem diferentes disso. Existe o nível de sigilo 4, isso está na legislação.
quatro, sim, essas informações são guardadas. Claro que eu acho que em algum momento a defesa precisa saber, afinal de contas, qual é a acusação. Agora, olhem como é o Supremo. Quando se tem sigilo, na verdade, muita coisa que a própria imprensa publicou sobre um monte de coisa ultimamente deveria estar em sigilo. Só não estava em sigilo porque é uma indústria de vazamento. Senão estaria em sigilo. Porque muita coisa, os próprios
por exemplo, do caso Márcio, não sabiam, não sabem. Então, se é sigilo 4, as informações são realmente restritas. Olha aqui. Não, vou deixar para depois. Tem a questão da CPMI, tem a questão da saída do Roberto Podival, da defesa do Vorcaro, tem a conversa mole sobre delação, que tem gente que diz que já sabe tudo o que vai ter, já sabe até que o Supremo está tramando contra. Fica por aí.
Muito bem, estamos de volta. Vamos falar um pouquinho de emenda? Ainda hoje, CPMI, Volcar, Delação, fica aí. Vamos falar um pouco do emendismo? Dino e a emenda para a produtora de filme sobre Bolsonaro. Vamos lá, vai.
A Câmara também deverá se manifestar sobre o caso. No despacho, Dino destacou a necessidade de garantir o cumprimento da decisão do STF, que estabeleceu a transparência e rastreabilidade de emendas parlamentares. A decisão se dá após um pedido da deputada federal Taba Tamaral. Os três parlamentares destinaram ao todo R$ 2,6 milhões em emendas PIX em 2024 a uma ONG presidida pela sócia da produtora que fez o filme,
Dark Horse, que conta a história de Bolsonaro. O objetivo do despacho do ministro é apurar-se o repasse e teve como destinação final o financiamento do filme.
não entra. Mas sempre se viu assim, olha uma grande mamata, que no fundo é ideológica. Não é isso? Porque as artes são contaminadas pelas esquerdas, só tem esquerdistas, então aí se usa o dinheiro público, a tal da guerra cultural que eles faziam, fazem, para o esquerdismo, para a apologia da homossexualidade, ou do homossexualismo, como eles chamam. Enfim, a gente conhece.
Agora vejam que curioso. Quando se trata de financiar um filme para cantar as glórias de Bolsonaro, aí eles criam, digamos, a sua própria lei Rouanet. Aí eles apelam às emendas e usam as emendas para financiar um filme. E com certeza devem achar que isso é legítimo. Porque note que nem se fala aqui de uma lei. Por esse caminho aqui, você financia quem você quiser para fazer o discurso que você quiser e falar o que você bem entende com dinheiro público.
porque não tem nenhum conselho, não tem critério, não tem nada. É o dinheiro depositado na veia. E claro que isso lhes parece legítimo. O que mais que tem de Dino emenda, vai? Flávio Dino estabeleceu ontem diferentes prazos para que órgãos da administração pública e ministérios aperfeiçoem mecanismos de transparência e rastreabilidade para corrigir falhas na execução de emendas parlamentares. Segundo o magistrado, ainda há fragilidades no modelo de acompanhamento desses recursos. Dino classificou o cenário como uma inequívoca emergência
com destaque para a situação no Sistema Único de Saúde, o SUS, no qual, segundo ele, há necessidade de maior controle e transparência na aplicação das verbas. O ministro destacou também a necessidade de correções estruturais em órgãos como o Departamento Nacional de Obras contra as Secas, o DENOX, e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, a Codevasf. Dino apontou a existência de indícios de que as falhas de fiscalização permanecem graves e reiteradas
execução de emendas pelo Denox e pela Codevasf, citando problemas evidenciados por operações policiais. É engraçado que isso aqui, de fato, é considerado por muitos. Cheguei a ler textos, né? Olha como o Supremo interferindo em prerrogativas do Congresso. Nós vamos ver uma interferência daqui a pouco inédita, inédita. Não, isso aqui se trata apenas da aplicação do artigo 37 da Constituição.
que obriga a transparência do gasto público, a eficiência do gasto público, que se use adequadamente o dinheiro que pertence à população. É constitucional. E como a gente vê, não é o que acontece. É isso aí. Muito bem, estamos de volta? Ai, ai. O André Mendonça está sendo saudado como o novo herói do Supremo, aquele que tem critérios absolutamente únicos e tal. Eu não vou...
tratá-lo como não-herói, já disse, eu tive um encontro com ele muito cordial depois de tê-lo criticado muito. E ele foi muito educado comigo, eu também fui muito educado com ele, porque eu sou uma pessoa educada além de cheirosa. Mas o cheiro não teve impacto nenhum, mas na conversa sim. E ele tomou uma decisão inédita, que aliás ele reconhece inédita, de certo modo. Vamos lá, vai.
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CPMI do INSS, de acordo com seus próprios termos. Caso Alcolumbre não se pronuncie neste prazo, a decisão de Mendonça autoriza o presidente da comissão, senador Carlos Viana, prorrogar os trabalhos da CPMI.
lá, aí sim, a cinco, vai. Sim, o mandado de segurança protocolado pelo presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, para que a comissão fosse prorrogada num trecho do despacho. Mendonça afirmou, diante de todas as razões, reafirma a necessidade de autocontenção na atuação jurisdicional de modo a se preservar, sempre que possível, a vontade da maioria parlamentar composta por representantes eleitos pelo povo. Para um pouquinho, para um pouco, Voibene.
Não se apresse, Voibene. Está com pressa, Voibene? Vai perder o trem? Tem muito assunto.
que? Eu gosto disso. É preciso a autocontenção, hein? Está tudo certo. Vamos, viva a autocontenção. Artigo 58 da Constituição. Para que se instale uma CPI, é preciso ter motivo determinado, e o motivo determinado do INSS já foi para as calendras, motivo determinado, prazo definido, número de assinaturas. Se não for instalada e tiver condições de ser instalada, o Supremo pode determinar a instalação. Não determinou no caso da CPI do MAS na Câmara, porque tem uma fila gigantesca.
O Mota não estava se omitindo, o Supremo não tem espaço. Agora, a prorrogação de CPI, aí é matéria da mesa. É rotina interna. Tem nada na Constituição sobre prorrogação. Nada. Zero. Mas aí, o Mendonça diz, esse é o momento em que se dá o cavalo de pau. É sempre assim. Aliás, isso é muito comum em despachos. Então, assim, diante... Olha, eu respeito muito a autonomia do parlamento.
e tal, mas, vale bem. E ele segue. Vai, continua.
de prorrogação de uma CPMI, inclusive seu recebimento, leitura e publicação. Nunca aconteceu, hein? E eu acho bacana porque o... E evidentemente não se vai apontar isso, porque como tem um monte de gente que quer a prorrogação, inclusive no nosso meio. Aí sim, o ministro entra... Imagina os ministros que não são tão amados assim, hoje, tomando decisões dessa natureza. Autoritário, se mete na decisão. Tem gente que critica até o Dino,
Por que quer impor o artigo... O que está na Constituição é o artigo 37. E o Carlos Viana já se manifestou com o êxodo 22, 22, 24. Não aflijam a viúva nem o órfão. Se de alguma forma os afligirem e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor. Eu não entendi se ele resolveu transformar o Mendonça,
Deus, se comparou a si mesmo com Deus, não está muito claro. O fato é que a CPMI do NSS virou palanque por Carlos Viana e ponto. Ele é candidato à reeleição ao Senado pelo Podemos em Minas Gerais, virou um palanque para ele. Nem eles esperavam que o Mendonça fosse fazer isso. Nem eles. Porque o Mendonça tem votos em penca contra a interferência de um poder no outro. E esse caso é interferência mesmo.
é mais ou menos uma interferência. Porque a interferência é na rotina interna. Engraçado que dessa vez o Carlos Viano não vai falar que o Congresso está se metendo, né? Que o Congresso Supremo está se metendo. Quando o Supremo concede um habeas corpus, porque se quebra o sigilo de maneira ilegal desse ou daquele, aí ele fica furioso. Aí ele convoca os exércitos contra o Supremo. Agora, sabe qual é a boa interferência do Supremo na rotina do Congresso, Valeu Benio ou Arthur? Sabe qual é a boa?
aquela com a qual ele concorda. E a ruim, aquela de que ele discorda. E aí, é bom lembrar que legalidades flagrantes foram cometidas. Aliás, que desrespeitaram decisões do próprio Mendonça na CPI do INSS. Eu comentei hoje de manhã aqui, se essa CPI acabasse no dia 28, como se imaginava, até eles imaginavam, porque eles já tinham começado a fazer o relatório, até eles, olha o bem, imaginavam que ia acabar. Eu disse, já vai tarde. Já vai tarde porque Carlos Viana quer se...
é candidato à reeleição e está usando como palanque. Alfredo Gaspar, o relator, que é aquele que o Flávio disse é o único que realmente puxa voto para mim, também está de olho, porque o Senado em Alagoas meio se desestruturou ali, o que a direita ia fazer, também está de olho numa eventual candidatura ao Senado. E a CPMI do INSS virou o palco ideal, que permite, e claro, embora seja uma maioria instável, favorável ao governo,
Houve uma cochilada ali, eles assumiram o controle da CPMI e nós vimos até a cadeia de custódia de prova ser violada, claramente violada, sendo usada a CPMI como palanque. E aí, eu sei que o Mendonça não pensou nisso porque não faria uma coisa como essa, mas é que o Alcolumbre demorou bastante
Sabatina. Sabatina com o Mendonça. Demorou. E agora vem essa decisão. Absolutamente exótica. Mais um marco se estabelece aí, hein? Quando é a favor? Ah, a gente gosta disso. Então tá tudo certo. E quando a gente não gosta? Ah, quando a gente não gosta. Isso aí. E rapidamente, vocês se lembram que eu disse aqui, bom, o Flávio, eu acho que ele vai governar, concentrar um caso ele ganhe eleição, né? Agora ele tá dizendo que ele não tem nada a ver com o ataque,
o Centrão, não que... Oi, eu nem concordo. Ah, vai. Flávio Bolsonaro afirmou hoje, Reinaldo, a Folha, que um jingle que... O jingle, né, que mostramos aqui, que diz o Centrão vai cair do cavalo, desmerece partidos importantes, não passou pelo crivo da assessoria dele e que o PL terá mais cautela nos próximos eventos. A música foi usada pelo senador nesse ato de sábado, que marcou o início da pré-campanha pelo Nordeste, na região onde enfrenta a maior rejeição. A letra diz que o Centrão vai cair do cavalo e que o eleitorado
que era uma terceira via sequelado. Em nota enviada à Folha, a assessoria de imprensa de Flávio disse desaprovar a letra e diz aqui a nota. O detalhe da música não passou pelo crivo da assessoria do senador, que se tivesse conhecimento prévio, não concordaria com a letra. Ela desmerece partidos importantes para o resgate do Brasil das mãos sujas do PT. O PL terá mais cautela nos próximos eventos. Isso, aí ataca o PT, terá mais cautela. Demite então aí. Porque senão, né Flávio, aí já começa mal.
governar um evento no Rio Grande do Norte que é governar o Brasil? Será que passou? Não, isso é da natureza de vocês. Vocês sempre atacaram o centrão. Vocês atacam o centrão pra depois governar com o centrão. Qual é o mistério nisso? Isso é a essência do troço. Mas claro, olha, não queremos confusão. É isso aí. E atenção TV, comentar aqui, o Roberto Podival deixou oficialmente a defesa do Vorcar, o advogado Roberto Podival, que estava na defesa
também do Daniel Vorcaro, deixou oficialmente a defesa do Daniel Vorcaro. Eu li um troço meio absurdo, sei lá, se ele e o Zé Luiz Oliveira Lima se detestasse, ou então ciúme, ou então não sei o que. Não, a questão é simples. Mais simples do que parece. O Roberto Podio não faz delação premiada, ou colaboração premiada. Ele estava como uma espécie de consultor, certamente as coisas...
tentando minorar as agruras do local de cumprimento da medida cautelar da prisão preventiva. Isso foi operado. Afinal, o Vorcar agora está num lugar um pouco mais ameno do que o presídio federal. E aí se afastou. Sinal de que a delação vai avançar. Agora, para onde vai avançar?
que já sabe não só o que tem na delação, como já sabe também o que o Supremo vai fazer contra a delação. Já sabe tudo. Sabe tudo de um lado, tudo de outro, e se duvidar, sabe o resultado também. E aí, se for o caos, então, como eles imaginam, melhor. Não, apenas que o Roberto Poggio não faz delação premiada. E pronto. E aí, a delação está em curso, ele não tem o que fazer nada. Está em curso. Está sendo negociada, né? Depois precisa ser homologada. É isso aí.
Muito bem, estamos de volta no Band News TV e nas redes sociais. O Roberto Campos Neto vinha quieto até agora sobre a questão do Master e acabou se manifestando. O que a gente tem aí? Vai lá. Sim, o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou hoje que a cúpula da instituição não trata de operações de bancos de médio porte, como o Master, e também que a autarquia não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros.
O jornal havia questionado o economista sobre dois diretores do Banco Central, alvos da Controladoria Geral da União, por irregularidades na área de fiscalização. São eles, Beline Santana e Paulo Souza, apontados pelo relator do caso no STF, o ministro André Mendonça, como consultores informais de Daniel Vorcaro, dono do Master. Na nota, Campos Neto diz o seguinte. São funcionários de carreira que já estavam lá antes da gestão de Roberto Campos e assim seguiram até ano passado.
Paulo, deixou a diretoria e assumiu como chefe adjunto do Dessup, o Departamento de Supervisão Bancária, que monitorava bancos pequenos e médios e permaneceu lá até a liquidação. Os dois funcionários em questão contavam com o apoio dos quadros internos do próprio banco. A presidência do Banco Central não trata das operações específicas de bancos do segmento S3, ativos abaixo de 1% do PIB, como era o caso do Master, e não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros.
supervisão, tem uma tradição histórica de ter funcionários de carreira do BC e foi o que ocorreu na gestão de Roberto Campos Neto.
cometeu ali, assim, a não ser os funcionários que parecem que estão sob investigação. Tá, ninguém cometeu nada. Aliás, a CGU abriu uma investigação. Não cometeram nada de dolo, de coisa nenhuma. Mas é assim que funciona? Pô, mas esse é o Banco Central Autônomo que nem crítica podia ter? Não podia nem criticar a taxa de juros que logo os mercados têm um xilique? Parecia a voz de Deus? Não, a resposta é muito, muito, muito insuficiente.
Muito insuficiente. Nós já vamos para petróleo, Trump e a maluquice, mas o Leite reafirma a pré-candidatura após a existência de Ratinho. O Caiado também, não sei. Diga, vamos lá. Reinaldo, após o Ratinho Jr. desistir de se lançar candidato à presidência neste ano, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, voltou a se colocar como um possível nome do PSD para a disputa. Em uma publicação nas redes, Leite diz que reafirma sua disposição de liderar este projeto de um centro democrático.
do Rio Grande do Sul afirmou. De minha parte, reafirmo aqui minha disposição de liderar este projeto de um centro democrático que ofereça aos brasileiros um novo caminho de união, esperança e futuro. O PSD pode ganhar estas eleições. Estou pronto e com muita energia para estar à frente desta alternativa diferente e fora da polarização. Tenho certeza que seremos muito ajudados nessa missão pelo governador Ratinho Júnior. Mas de novo esse tema de polarização?
É aí que não dá. É aí que não dá. Porque a polarização, governador, eu lembro lá,
quando o senhor tentou a candidatura lá atrás, o senhor chegou a usar até a expressão nem nem, que eu usava um pouco em tom crítico. De novo esse negócio de polarização? E aí é um problema adicional, porque se essa conversa de que nome tenha, fora da polarização, candidato anti-polarização, já que não quer ser terceira via, nem nem nem, mas se for contra tudo isso que está aí, quem está fazendo discurso contra tudo isso que está aí é o Flávio. PT nunca mais!
O Flávio nem discute esse programa ou aquele, não sei o quê, até para puxar o saco do centrão depois da sua turma ter chutado o traseiro do centrão. Ataca o PT. E aí, se vocês entram nessa, vocês fortalecem o outro. Entende? Fortalece o outro. Parece um desenho animado que eu assistia na infância. Como é que chamava? Guse. Era um monstro estranho que ele comia metal e devolvia prego quando precisava. Mas ele era um herói. Alguém ia para o cinema, comia metal e devolvia prego. Então, assim, quando faz isso,
ajuda. São pregos os adversários do Flávio. Vocês, afinal de contas, realmente se opõem tanto a Flávio como a Lula? Ou, de fato, vocês se opõem a Lula? É a pergunta. E o Flávio é sempre a área conversável. E é por isso que não implaca também. Porque, afinal de contas, já que nós estamos em tempos bíblicos, porque só o Carlos Viana vai citar, né? Eu também cito, né, Arthur? Aí é Paulo, o primeiro epístolo de Paulo aos Coríntios.
Sabe se toca flauta, se toca água, mas não sabe o que toca. E aí o povo de Deus se desorienta. É flauta, é cítara, é o quê? Toca o quê? Mas também... Eu não sou coach, né? Cada um faz achar aquilo que... E, rei, já que a gente está nesse assunto, agora mesmo saiu uma nota assinada pelo Gilberto Kassab em que ele reafirma a intenção de decidir o nome do PSD à presidência ainda nesse mês de março. Havia especulação se agora ia adiar com essa desistência.
então definição se será Ronaldo Caiado, Eduardo Leite ou algum outro nome. Isso, e Trump suspende ataque ao Irã e anuncia conversações. Petróleo, a bolsa aqui subiu, o dólar caiu, e aí o Trump já disse que tem alguns pontos. Rapidamente, vai lá. O presidente dos Estados Unidos anunciou hoje a suspensão por cinco dias de ataques contra a infraestrutura energética do Irã. A decisão, segundo ele, foi tomada após conversas muito boas com autoridades iranianas ao longo do fim de semana. A versão, porém, é contestada por Teheran.
Relações Exteriores do país afirmou que as falas de Trump fazem parte dos esforços para reduzir os preços de energia e ganhar tempo para implementar planos militares. Vamos ao que postou o Trump inicialmente, ele disse,
Isso, deixa que Israel faz isso. E na geleia geral brasileira que o Jornal do Brasil anuncia, como diria o Gil Vitor Quato, o senador Otto Lenkar do PSD da Bahia, que é um figuraço, é o favorito para assumir a articulação do governo Lula junto ao Congresso, substituindo a ministra das relações institucionais Glaise Hoffman.
ao Senado, como a gente já sabe e tal. E sim, o Otto Alencar é do mesmo partido do Eduardo Leite, do Ronaldo Caiado e do Gilberto Kassab e do Ratinho. Aí vai bem, uma piada que a antiga vez já fazia, aí o Marciano desce aqui e fala assim, leve-me ao seu líder. Você é em quem? Me explica isso aí, como é que é esse negócio. Mesmo estrangeiro, quando você fala,
estranho, né? Tem coisa estranha aqui que é até positiva. Porque também, vocês sabem, uma hora eu falo direito disso, mas o fato da gente ter essa geleiona aí, também ajudou, quando o Bolsonaro tentou dar golpe, a falar, opa, calma lá, né? Como bem lembraram os autores de Como as Democracias Morrem, né? O Zibrat e o Levitsky. Aqui foi o presidente da Câmara o primeiro a dizer, ah, sim, ganhou. Ganhou a posição, ganhou o Lula. Nos Estados Unidos a gente viu. Então tem até
positivo. Mas também tem coisa que realmente foge ao convencional. Beijo também.
Carcará, mais coragem do que homem Carcará, fica, mata e come Carcará, lá no sertão É um bicho que a voa que nem avião É um pássaro malvado, tem o bico volteado que nem gavião Carcará, quando vê roça queima né Carcará
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