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O É da Coisa de 02/03/2026, com Reinaldo Azevedo: Bolsonarismo ainda golpista; guerra ilegal, imoral

02 de março de 20261h22min
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Assuntos8
  • BolsonarismoAvenida Paulista São Paulo · Participantes políticos · Estimativa de público · Comparação com manifestações anteriores · Discursos proferidos
  • Atuação de Lucia na políticaFlávio Bolsonaro impeachment STF · Nicolas Ferreira extremismo · Pedidos de anistia Bolsonaro · Crítica ao Supremo Tribunal Federal · Narrativas sobre democracia
  • Geopolítica de Trump, Xi e PutinCondenação de ataque unilateral · Violação de leis internacionais · Negociações diplomáticas · Crítica de Flávio Bolsonaro · Preparação para escalação regional
  • Luta bolsonarista contra STFAto de 26 de maio de 2019 · Atos de 19 de abril de 2020 · 7 de setembro 2021 · 5 de julho de 2022 · Cronologia de desestabilização
  • Mulheres na política e violênciaEpidemia de feminicídios no Brasil · Posicionamento de Flávio Bolsonaro · Ausência de Michelle Bolsonaro · Disparidade de intenção de voto por gênero · Subordinação feminina no bolsonarismo
  • Números e metodologia de estimativa de públicoSoftware de inteligência artificial · Margem de erro de 12% · Comparação com manifestações 2024-2025 · Redução significativa de participantes · Análise de imagens aéreas
  • Michelle Bolsonaro e cenário político familiarAusência na manifestação Paulista · Recuperação de cirurgia · Candidatura por Brasília · Dinâmica familiar política · Carta de Bolsonaro defendendo esposa
  • Viagens de Lula à EuropaPossível adiamento para Oriente Médio · Escalação de conflito Iran-USA-Israel · Cenários de alastramento · Impacto nas relações internacionais
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Arthur Covre e Lucas Belotti. Oferecimento iFood. Os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já! Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de O É da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá, que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo TAR e pelo Band News TV.

sociais, sempre Rádio Band News FM ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Arthur Covri. Boa noite. Boa noite, Lucas Belotti, a nova composição agora aqui, enquanto o Vólio Beni tenta chegar ao seu destino, está encolhido pela guerra. Já chegou o nosso Vólio Beni? Não vou falar onde. Olha, eu acredito que sim. Eu não tenho acompanhado as redes sociais dele, Reinaldo, mas ele tem feito um diário lá. Tem um diário de viagem. O último post era do avião, indo para o destino final.

Ele ia passar por Dubai, né? Pra chegar ao seu destino. E aí, por causa da guerra, pegaram o nosso Volio Beni na guerra. Ora, vejam vocês. E eu falei, Volio Beni, mandei parar, mas não pararam. Mesmo que o Volio Beni mandaram. Olha aqui, temos muita coisa. Claro que nós vamos falar de guerra. Infelizmente, e eu acho muito impressionante que tem gente comemorando. Mas o que se passa? Que destino contínuo se passa nas trevas?

da alma dessas pessoas, Luca Bellotti. Não sei. E tem gente assim, e o Brasil censurou os Estados Unidos. Não, apoia. País que vai e invade os outros, mata dirigente. Ah, não, ele era mal. Ah, mas então o Trump daqui a pouco vai mandar matar também o príncipe da Arábia Saudita, aquela pessoa boa, que pica os outros e põe no ácido. Isso é uma barbaridade. Isso é um absurdo, uma estupidez. É claro que o Brasil tinha de condenar.

era bola, nós vamos chegar lá. Nós vamos chegar a falar da guerra, etc., consequências. As motivações. O que dizem as leis internacionais, o que dizem as leis nacionais dos Estados Unidos. E, claro, quais são os fundamentos da política externa brasileira. Evidentemente, o Brasil só tinha que fazer isso que fez. Censurar. O ataque. Bom, mas nós vamos chegar lá. Eu quero começar com questões internas aqui, que dizem respeito ao nosso futuro, ao futuro

da política brasileira. E ontem nós vimos que os bolsonaristas foram às ruas, se manifestaram. Olha, mas sim, havia 5 milhões de pessoas nos sonhos e nos delírios dos bolsonaristas. Porque, de verdade, o ato micou. Muito menos gente do que esperavam. E ali nós vimos discursos sendo feitos e, portanto,

Vamos analisar esses discursos, interpretá-los, falar do futuro. Ah, quer dizer que micou? Então quer dizer que eles já perderam a eleição? Não, não. A eleição está perto, mas está longe. Tem muita coisa ainda. Agora, esperavam. Porque agora nós vivemos uma circunstância muito especial. Os bolsonaristas e a imprensa, de maneira geral, nunca estiveram tão juntos. Não, não estou dizendo. Expliquei já hoje, no Metrópole do Almoço, explico aqui.

Não estou falando de aliança subjetiva, Lucas, Arthur. Aliança subjetiva é o quê? É uma aliança entre sujeitos. Hum? Entre sujeitos. Então, eu vou lá, eu combino uma coisa com você. Fizemos uma aliança subjetiva aqui, não é no sentido assim, ai, as minhas questões íntimas. Não. No que diz respeito ao sujeito. Aliança objetiva é aliança que tem a ver com objetos. Estamos vendo o objeto do mesmo jeito, ainda que a gente não tenha combinado nada.

Em guerra existe muita aliança objetiva, ainda que você não goste do outro. Nossos objetos são os mesmos. Então deveria ter sido um... Não foi. Mas não foi mesmo. Nós vamos falar de números aqui. Vamos começar. O que nós temos aí? Vai. Reinaldo, integrantes da direita realizaram neste domingo manifestações pelo Brasil, com a principal delas na Avenida Paulista, em São Paulo.

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à Alemanha, onde cumpriu a agenda de palestras e visitas técnicas. A ex-primeira-dama Michele Bolsonaro também não esteve presente, segundo ela, porque passou por um procedimento cirúrgico na última sexta e estava se recuperando.

procedimento cirúrgico. Nique no nariz. Vai operar pra deixar rebitadinho? Não, meu nariz não é meu nariz. Tá tudo certo com ele. É por dentro que não tá. Aí é septo e etc. Apneia do sono, né? Aquela coisa. Não, não, não. Na apneia... Não tem? Eu tenho. Primeiro que a apneia não tem cirurgia. A apneia não tem cirurgia. Ainda bem. É, é. Desvio do septo mesmo. Eu tenho desvio do septo e alergia. Aí sim, a hora que congestiona, congestiona tudo porque não dá passagem do ar. Então aí,

liberar as forças aéreas para mim. Não é por causa de ronco, não. É porque top, seca a boca. Eu digo porque eu tenho o Reinaldo aí, enfim. Eu tenho a pneu do sono. Então, CEPAP para você. Já usa? Não. Já fiz o teste, aquele teste do sono lá com eletrodo em todo lugar. Então tem que usar CEPAP. Tem que usar CEPAP que empurra a ar no sono aí e você vai dormir. Olha aqui. Vamos lá.

O evento na Paulista deveria, como eu disse, ter atraído multidões. Não atraiu. A Michele não foi? Procedimento? Não, ela não foi porque ela foi miseravelmente atropelada pela família Bolsonaro. Essa é que é a verdade. Tanto é que teve lá uma hora que o Flávio falou das mulheres. Ronaldo Caiado estar ali? Sim, candidato do PSD junto com Flávio Bolsonaro. Agora, Romeu Zema?

Zema estava na Paulista? É sério isso? Minas vivendo a situação que está e Romeu Zema estava na Paulista? E depois o Flávio num dado momento disse, não, não é um troço eleitoreiro, não? Claro que não, imagina. Campanha eleitoral antecipada, nós vamos chegar lá, mas eu não vou pedir cassação de ninguém. Eu já disse que eu nem... O Arthur, o Lucas, esse negócio de campanha eleitoral antecipada, você já viu o momento que político não está pedindo voto? Nunca. Não, né?

sempre pedindo voto. Ah, não pode usar dinheiro público pra não sei o que. Agora, pedir voto, meu filho. Pedir voto, meu filho. Tá sempre ali na prática pedindo voto. Nós vamos ver o discurso do Flávio. Foi um discurso contra o PT, vamos tirar essa corja. Já o Nicolas não. O Nicolas era contra Alexandre, contra o Supremo. E aí? Temos mais dados aí sobre o que mais que se falou na Paulista, vai? Durante essa manifestação, Reinaldo, os presentes criticaram o presidente Lula e também as decisões

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em Belo Horizonte, Salvador, Campo Grande, Maceió, Goiânia, Recife, Porto Alegre, Aracaju, Curitiba, Fortaleza e no Distrito Federal. Tudo uma manifestação com a devida vênia michuruca do ponto de vista de público, inclusive na Paulista. Está tentando minimizar? Eu não. Eu não estou tentando minimizar, estou trabalhando com dados objetivos. Quem fez a medição agora também fez medições anteriores. Numa delas, em 25 de fevereiro, constava 185 mil pessoas.

Desta vez, insisto, tem as coisas todas contra o Lula, as de sempre, mais a esteira do negócio, do carnaval, que eles acusaram e não sei o quê, que pegou nas redes. E tem a pauta antissupremo. Pauta antissupremo, insisto, nunca o bolsonarismo e a mídia estiveram tão juntos. E isso não é uma acusação. Estou falando que o Flávio está conspirando com jornalista, com empresa, não é isso. É que coincide.

Eles nunca pararam de bater no Supremo e agora o Supremo está apanhando mais do que nunca. Meu artigo de estreia no Metrópolis hoje trata disso. Com muito douto, viu, Lucas? Depois vocês lêem. É, Arthur. A partir do livro da Bárbara Tuchman, A Marcha da Insensatez. Momento cultural. Era para ser um... Tá. Quanta gente tinha lá, vai. Reinaldo II, o monitor do debate político feito em parceria entre a USP,

Centro Brasileiro de Análise e Planejamento e a ONG More in Common, 20.400 pessoas marcaram presença no ápice da manifestação em São Paulo. Considerando a margem de erro de 12%, o público no horário de pico, ali às 3h53, mais exatamente, variou entre 18.000 e 22.900 participantes. A estimativa foi feita a partir da análise de imagens aéreas com o uso de um software de inteligência artificial.

na Avenida Atlântica, na Praia de Copacabana, na zona sul da cidade. Segundo a metodologia usada pelo monitor, a estimativa de público foi de 4.700 pessoas no momento mais cheio do ato no Rio de Janeiro. É pouco, viu, Lucas? Uma vez eu lancei um livro e tinha 1.300 pessoas. Tá vendo? Só com a minha presença. Só não. Não, é pouco. É pouco. Sabe por quê, Lucas, é pouco? Sabe por quê? Diga. 25 de fevereiro de 2024. A mesma medição, tá?

Mesma medição, mesmo grupo, mesma turma, mesmos especialistas, 185 mil pessoas. 7 de setembro de 2024, 45.400 pessoas. 6 de abril de 2025, 44.900 pessoas. 29 de junho de 2025, essa foi muito mal convocada, as pressas, 12.400 pessoas. 3 de agosto de 2025, 37.000 pessoas. 7 de setembro de 2025, 42.200 pessoas.

pessoas. E agora apareceu menos da metade do que da outra vez. Não, menos da metade? Metade praticamente. Teve uma hora de 22.900, né? Um pouquinho mais da metade. É pouco. É pouco considerando as circunstâncias favoráveis. E não me atribuo o que eu não disse. Lucas, o Arthur, já me bastam as coisas que eu mesmo digo. Não precisa me atribuir nada. Não é? Não é isso? Já basta o que eu digo. Não precisa falar.

do Flávio, eu não. Eu acho que ele pode ganhar a eleição. Quem não quer que ganhe, é bom que fique esperto. Inclusive vive um momento favorável. Nas pesquisas, não sei o que. E tem isso, tem essa conjunção agora. Que é a pauta antissuprema, que a gente vai ver. Que foi exercida ali ao máximo. E aí a gente precisa chegar à genealogia de certas ideias. Nós estamos aqui, eu, Humberto Eco, italiano maravilhoso, estudava semiótica,

devia respeito, escreveu romances. Um analista de mídia, quando perguntaram pra ele com qual personagem do nome da Rosa ele se identificava, o Arthur, o Lucas, ele falou, eu me identifico com os advérbios. Então, assim, eu investigo advérbios. Advérbios e ideias. É o que me interessa. São as coisas que me interessam. Entende? Então, nós vamos ver a genealogia de certas ideias aqui. Inclusive, os meninos aqui,

generosos, a manifestação da direita, foi uma manifestação da extrema direita. Não é uma correção, é só para deixar claro, porque direita é necessariamente democrática. Quando ela vai para a não democracia, é o extremismo de direita. Isso também é um juízo técnico. Lucas, presta atenção, Arthur. Lupus pilum mutat.

mentem. Lupus, pilus, mutante. Não mentem. Lupus, lobo, pilus, pilus, pilus, pilus, pilus, mutante. Mentem? Não. O lupus, pilus não, pilum, que é o objeto direto. Lupus, pilum, mentem. O lobo troca de pelo, mas não troca de vício. Tá bom? O lobo troca de pelo, mas não de comportamento. O bolsonarismo voltou a defender

o impeachment de Alexandre, agora vocês podem dizer, e agora sim, junto com a imprensa e muitos aspectos, setores dela. Mas essa pauta é de agora? Essa pauta é recente? Não, é que eles agora falam, tá vendo como nós estávamos certos? O Flávio defendeu o impeachment de ministros do STF e disse que é isso que eles querem com as eleições. Hum, não é nada. Defesa S explícita, Reinaldo, de impeachment de ministros da Suprema Corte, assinou também com uma instabilidade institucional, deixou claro, inclusive,

que quer uma maioria no Senado para provocar o impedimento desses ministros. Vamos ouvir.

Porque o nosso alvo nunca foi o Supremo. Nós sempre dissemos que o Supremo é fundamental para a democracia. Mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro. Então aí, o que eu acho bacana nesse raciocínio é o seguinte. Nosso alvo nunca foi o Supremo. A menos que o Supremo descumpra a lei. E quando é que o Supremo descumpre a lei? Quando ele faz aquilo de que a gente não gosta. Aí ele descumpre a lei.

que a gente não gosta, a gente diz que ele descumpre a lei, e aí a gente passa a defender o impeachment do ministro Supremo. Agora, até defender o impeachment, é que nós tivemos uma trama golpista que não defendeu apenas impeachment, defendeu o assassinato também. Defendeu que se fechasse a corte eleitoral. Era isso que se queria. O ministro Alexandre de Moraes estava na mira de golpistas que estavam na rua. Então, quando se diz

Existe um Flávio moderado? É isso que é moderação? Claro, o Lucas foi mais... O Lucas não. O Lucas não. Calma aí. Calma aí. O Nicolas... O Nicolas foi mais longe. A gente vai ver. O Nicolas foi mais longe. É que é por causa da idade. O Lucas acho que é mais jovem até. É por causa da idade. Ainda bem. É. Só. Só. Então... Não, ele quer prisão. Isto aqui,

isso aqui é a promessa da instabilidade institucional. É isso que eu acho fabuloso. Então, quando se fala assim, ah, nós queremos tal candidato porque ele vai investir na segurança jurídica. Impeachment de ministro do Supremo é segurança jurídica? A hora que isso acontecer, vem o quê? Bom, então não importa o que aconteça? Não, claro que importa o que aconteça, mas para ver se há razão para isso. Aqui o que o Flávio está dizendo é o seguinte, a gente só quer uma maioria

impechar ministro. Qual ministro? De preferência aquele que votou contra papai. Aí esse tal monitor fez uma pesquisa entre os presentes e 90% deles favoráveis ao impeachment de ministro do Supremo. Eu fiquei tão surpreso, Lucas. Eu falei, meu Deus, jura? É mesmo? Não esperava, né? Os que estavam lá na Paulista. Você acredita que estavam pedindo impeachment de ministro do Supremo? Me pergou de surpresa. Só faltou a pergunta, você acha o Reinaldo de Vida bonito? Eles podiam ter respondido.

Eu diria. Você acha? Eu acho que ia dar um 60% sim. 40% de invejosos. E ultrapassar toda a divergência ideológica reconhecendo a coisa objetiva. Puramente estética. Exatamente. É só uma avaliação estética. Mesmo com a divergência. Será? Não sei. Vou pedir na próxima. Isso. Tá bom. Bom, aí é o caso, então, de a gente lembrar. As ideias

têm filiação, as ideias têm origem, as ideias têm gênese. Essa militância... Ah, é porque se descobriu o negócio... Ah, é porque veio à luz o contrato da mulher. Não, tem nada a ver com o contrato, tem nada a ver com o Toffoli e tal. Não, isso tudo é antes. É antes. O que disse Bolsonaro? O que andou dizendo? Reinaldo, nesse particular, como em todos os outros, Flávio repetiu o que já disse o pai dele

dia 29 de junho de 2025, quando pediu maioria no Senado justamente com esse fim.

o nosso presidente da Câmara, o nosso presidente do Senado, o nosso presidente do Congresso Nacional, a maioria das comissões de peso no Senado e na Câmara. É, veja, a pauta é velha. Aliás, ela é velhíssima. Ela é velhíssima. E o próprio Flávio, o moderado, já disse como ele vê o mundo na hipótese de a extrema-direita ganhar a eleição,

e o Supremo falar que é inconstitucional. O próprio Flávio, no dia 14 de junho de 2025, afirmou que numa hipótese de vitória do bolsonarismo e de o Supremo decidir que o indulto é inconstitucional, ele é, de fato. Vai ser preciso, na opinião do Flávio, usar força. Vamos ouvir.

de ameaça, eu estou fazendo uma análise de cenário que é algo real que pode acontecer ou não pode. Então, Bolsonaro apoia alguém, esse candidato se elege, dá o indulto ou faz a composição aqui com o Congresso Nacional para aprovar uma anistia. Dois, três meses isso está concretizado. Aí tem o Supremo falando em constitucional, volta todo mundo para a cadeia. Não dá. Isso não dá. Certamente o candidato que o presidente Bolsonaro vai apoiar vai ter que ter esse compromisso, sim. Usar a força é o quê? Não é a força.

do argumento, certamente. Não, Lucas, né, Arthur? Não, imagino que não. No trocadilho mais óbvio de todos, é o argumento da força. Não, não, isso é impensável, isso é impensável. Aí é muito ruim, porque nós não podemos suportar um Supremo que não faça aquilo que a gente quer. E veja, eu estou tratando aqui de questões recentes, falas recentes. E claro, aí já vamos direto, o Nicolas Ferreira, se é preciso que alguém escale o discurso

do absurdo, a gente pode sempre contar com ele. Põe um trechinho dele aí, vai, pregando cadeia. E nós estamos aqui, pelo Fora Moraes. Alguém aqui, algum dia, quer vir pra Paulista pra poder comemorar o impeachment do Moraes? Mas eu digo mais. O destino final do Alexandre de Moraes não é impeachment, não. O destino do Alexandre de Moraes é cadeia! Por quê? Então, assim, é alguém que acha que se

falar, se botar o discurso lá em cima, se escandia sílabas, vai estar certo. É isso, é isso que alguns viram como fala de moderação? Você vota em quem você quiser. Eu não tô, querido. Agora eu pergunto, isso acena com alguma forma de estabilidade no país? Agora veio a guerra, o dólar subiu um pouco, a bolsa caiu um pouco, mas veja como estavam os indicadores. Na hora que vier a instabilidade institucional, é uma questão de responsabilidade. Você vai ter o quê?

coisas podem caminhar. Que é uma gente que não tem muita noção de nada. Como não tem noção, ataca o governo brasileiro porque o governo brasileiro criticou um ato de guerra, que aliás está sendo criticado dentro dos Estados Unidos e no mundo inteiro. Porque eles acham que é assim que tem que ser. Que se você contra o ataque ao Irã é porque você é a favor do Ayatollah. Vai caçar sapo, porra. Gente irresponsável, sem noção de limite. E a luta do bolsonarismo contra o STF?

Começou ainda em 2017, na pré-campanha ainda. Não é de agora. Não é de agora que o tribunal é visto como inimigo. E aí, eu vou ter de lembrar coisas aqui. Vou ter de lembrar coisas. Primeiro ato, Lucas, primeiro ato, Arthur, do governo Bolsonaro, promovido pelo governo Bolsonaro contra o Supremo, foi no dia 26 de maio de 2019.

perguntar, e quantas derrotas tinha o governo Bolsonaro no Supremo? Nenhuma. Eu ia fazer zero com a mão, mas fica sempre um gesto estranho. Nenhuma. Zero. Zero. Conjunto vazio. Ó, assim não fica estranho. Conjunto vazio. Não tinha perdido nada. Foi um ato contra o Rodrigo Maia, que era presidente da Câmara, contra o Davi Alcolumbre, que já era presidente do Senado, porque eles não tinham feito acordo ainda com o Centrão, com nada,

que era a época que o Lira era inimigo do governo, Bolsonaro, inclusive. Depois eles fizeram acordo com o Centrão. E foi um ato contra o Supremo, sem ter perdido nada. E um ato favorável a Sérgio Moro. Claro que aparecia como super-homem. Tem uma foto dele de super-homem. Ah, eu estava de super-homem. O Moro, depois transformaram o Moro num demônio. Que surpresa atacar o Supremo agora. Tanto é que o inquérito das fake news, o 4781,

não tinha nem que terminar o terceiro mês do governo. E já tinha campanha de desestabilização da democracia e do Supremo. Lembrar o Bolsonaro no dia 19 de abril de 2020, em frente ao QG do Exército de Brasília, num ato contra o Supremo que pedia AI-5. E ele foi lá. Oh, estamos contra o Supremo agora, porque o Supremo... Tá aqui, vai, põe aí.

Está aí. A 7 de setembro de 2021. Vai lá. 5 de julho de 2022. Dá golpe já. Reunião ministerial. Fala, Bolsonaro. Vai.

E aí, algo de novo nessa fala que teve hoje contra o Supremo?

Bolsonaro no dia 9 de julho de 2018 falando sobre o fechamento do Supremo. É um vídeo que depois a gente juntou com uma fala do Alexandre do dia 22 de maio. Mas como é mesmo, Dudu, pra fechar o Supremo, como é que faz? É fácil, né? Não é fácil fechar o Supremo? O pessoal até brinca lá, cara. Se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe, cara. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo, não.

O que é o STF, cara? Tipo, tira o poder da caneta de um ministro do STF. O que ele

na rua. Você acha que a população... Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter uma manifestação popular a favor dos ministros do STF? Milhões na rua? Não vai, mas... Falta o Gilmar. Todos se recordam que bastava um cabo e um soldado pra fechar o Supremo Tribunal Federal. O cabo, o soldado, o coronel, estão todos presos. E o Supremo Tribunal Federal aberto e funcionando. Eu acho que isso que tá aí prova, evidencia que Lupus Pilo

mutat, não mentem. O lobo muda de pelo, mas não muda de vício. Então não venham me falar em moderação, não venham. Ou então, ah, e também esse Supremo não ajuda. Tem nada a ver. O ódio ao Supremo, até parece que eles estão com ódio ao Supremo por excesso de ética. Com a devida vene, né? E claro que foi um ato escancaradamente eleitoreiro. Ora, vai.

tirar a corja do PT do poder. Antevendo-se eleito, disse também que o pai sobe a rampa com ele.

Só dá um grito no fundo da sua alma. Eu falei, pai, em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro! Eu tenho uma dúvida aí. Só uma coisinha. Vai subir como? Vai subir como? Ainda que você ganhe, já no dia 1º está nisteado? Já no dia 1º está nisteado? E aí?

A gente vive, e isso precisa ser apontado, e voltamos aqui à questão da aliança objetiva. A aliança objetiva é assim. Eu tenho, eu, digamos que eu e o Lucas nos odiemos. O que não é verdade. Mas existe. Não, eu sei que ele me adora, também adoro o Lucas. Enfim, ele vive me elogiando. Isso é verdade. Até aborrece um pouco. Mentira. Digamos que a gente se deteste. Mas digamos que o Arthur seja nosso inimigo. Não, é isso. Não. Tá bom, vai. Suposição. Tá bom.

pensar. Eu não preciso fazer uma aliança subjetiva com o Lucas. Subjetiva, isto é, combinar com o Lucas. Escuta, vamos nos unir para ferrar com ele? Basta que o Lucas tente ali ferrar com ele, basta que eu tente ferrar com ele, eu tenho uma aliança objetiva aí. Aliança objetiva é aliança em torno dos objetos. E às vezes você faz também, mesmo inimigos cordialmente fazem alianças subjetivas. Durante um tempo. Pacto. Como os nazistas fizeram com o Estado. Durante um tempo. Achando que os dois estavam ganhando tempo para depois

se pegarem. Se foi assim, o Stalin ganhou, mas não vou entrar nesse mérito agora. O Flávio está vendo uma aliança objetiva entre ele, o bolsonarismo, a extrema-direita e a imprensa. Por quê? Tem uma fase de crítica. Aliança objetiva, eu não estou condenando ninguém, não estou censurando ninguém, não estou patrulhando ninguém. Só estou vendo um objeto e descrevendo o objeto. Porque tem hora que o objeto está aí, como dizia Jô Soares.

Reinaldo, eu digo, boa noite, Xicara. Depois eu vou perguntar, mas Xicara, fala. Primeiro, quando ela dá boa noite, educadamente, você dá boa noite. É o objeto. E ele está vendo essa aliança. Ele vocalizou isso. Do que é que eu estou falando? Até outro dia, os bolsonaristas chamavam os jornalistas e as empresas de comunicação de extrema imprensa. Seriam todos, na designação de muitos deles, comunistas. Agora, Flávio fareja uma união objetiva entre o bolsonarismo e a imprensa na agenda anti-supremo. Vamos ouvir o que ele disse.

Mais pessoas estão vendo como ele foi colocado onde ele está, com uma farsa, atropelando lei, rasgando a Constituição, julgado por seus inimigos. Mas hoje, o canhão começou a virar para outros alvos, como nós já avisávamos desde lá de trás que ia acontecer. Quando era com Bolsonaro, Felipe, fechavam os olhos, incentivavam, publicavam essa falsa narrativa

Em que a imprensa está sendo atingida? Qual é? O que estão atingindo a imprensa? Verificar se houve quebra de sigilo, não sei o que. Ninguém tocou na imprensa. O que não pode é haver quebra de sigilo.

legal. Mas ninguém tocou na imprensa. É mentira isso. Agora, ele vê uma unidade de desígnios, como se costuma dizer na linguagem penal. Ele vê uma unidade de desígnios. E, portanto, espertamente, ele fareja um momento que ele considera positivo. E agora a imprensa passou a ser aliada. Aquela imprensa que era maltratada, chutada, tratada na porrada, metida no cercadinho, aí passou a ser aliada.

Bacana. E mais, ele está tentando um outro público também, que não é bem o público. As pesquisas indicam muito afeito ao bolsonarismo. Nós vamos falar de Irã, Estados Unidos, fica aí, fica aí. Ah, no mínimo você vai criticar o ataque, é claro que eu vou. Tem vergonha na cara a hora, bolas. Não? Mas eu já chego lá. Mas primeiro eu quero falar aqui, olha aí, tentando falar as mulheres, vai.

Flávio acenou para esse público tendo como pano de fundo uma epidemia de feminicídios. Vamos ouvir o que ele falou.

mais de 26 mil agressores e assassinos de mulheres nesse Brasil. E eu sou gadado com a Fernanda, sou pai de duas princesinhas que são a razão do meu viver. E eu imagino a dor dessas famílias que têm uma mulher agredida ou uma mulher assassinada por um covarde. E a gente não vai mais tolerar isso nesse país.

está pegando carona no discurso do feminicídio, os bolsonaristas sempre foram contra a caracterização do feminicídio, do tipo penal feminicídio. Né, Flávio? Vocês foram contra. Aliás, esses números delirantes aí, envolvendo a Mari, enfim. Agora, com absoluta certeza, o que ele está fazendo, por exemplo, Real Time Big Data, disputa entre os homens, até na pesquisa anterior,

Flávio, 33. Praticamente empate. Entre as mulheres, Lula, 42. Flávio, 27. Então ele está claramente fazendo um aceno às mulheres. Um aceno às mulheres num dia em que Michele não estava no palanque, porque nem sequer consultada ela foi sobre o fato de ela ter sido chutada pelo próprio marido, aliás. Razão porque ela não estava lá ainda. E aí tem uma explicação do Valdemar, a sete. O que é que eu estou falando?

identificou a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro como um fenômeno político, mas afirmou que Jair Bolsonaro não queria que ela se candidatasse a um cargo no executivo. A declaração foi dada em uma entrevista ao programa Canal Livre aqui da Band. Vamos acompanhar o que disse o Valdemar. O Bolsonaro nunca quis ela num cargo executivo porque ela não tinha tido nunca um mandato, nunca passou por um cargo, então ele achava que para assumir um cargo executivo era muito difícil para ela. Ela é um fenômeno. A Michele Bolsonaro tem um prestígio no Brasil,

Na mesma altura, do Lula, do Bolsonaro, Tarcísio, Bolsonaro e Michele. Os três empatam com o Lula no segundo turno. Ela se promoveu muito na liderança do Pé de Mulher, trouxe mulher para a política e fez um trabalho maravilhoso. Então, quer dizer, ela vai ser muito importante também. Ela passa uma situação muito difícil, que ela tem que cozinhar para o marido dela de manhã, porque ela tem que levar comida para ele todo dia no presídio.

É para ela ser candidata a senadora por Brasília. E a gente vê que não é. E a gente vê que não é. Então, eles têm dificuldade de lidar com isso. Essa é que é a verdade. O próprio Bolsonaro, porque ele não conversou com a mulher dele quando ele escolheu o filho e aposentou a Michele. E aí, no domingo, ele se manifestou sobre essa coisa da Michele. Do que é que eu estou falando?

Aliados de Jair Bolsonaro compartilharam a imagem de uma carta escrita pelo ex-presidente. No texto, ele defendeu a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro de ataques da direita e afirmou ter pedido que a mulher só se envolva nas articulações políticas para as eleições deste ano, após o mês de março. Ele disse o seguinte nessa carta. Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores. Deus, pátria, família e liberdade. Para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e a minha esposa. A Michele pedi para só se envolver na política,

após março de 2026, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados à minha pessoa. Numa campanha majoritária, bem como as cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados. Meu muito obrigado a todos pelo carinho e consideração da nossa união, o futuro do Brasil. Como a gente vê, a mulher é vista como função dele.

ela mesmo presidente do PL mulher ela está ali como uma vontade derivada e não como uma vontade autônoma e ela sacou isso tanto sacou isso que ela não estava presente insisto no palanque do Flávio então por mais que ele tente falar as mulheres ele fala as mulheres sem no entanto conseguir dar uma resposta compatível com a dignidade de ser mulher no ambiente da própria política e mesmo com uma mulher de direita

Só para... Vamos para 11? E aí a gente já... E nós vamos falar ainda mais de guerra. Flávio ataca a correta posição do Brasil sobre Estados Unidos e Irã. O que a gente tem aí? Criticou o governo Lula por condenar os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. Vamos à publicação do senador nas redes sociais. O posicionamento do governo Lula diante das ações do regime iraniano é inaceitável. Ao adotar uma postura de apoio político a Teheran neste momento, o Brasil se coloca do lado errado de um conflito grave,

e ignora a natureza objetiva do regime que está defendendo. Antes dessa postagem, de Flávio Itamaraty, divulgou uma nota afirmando que a negociação entre as partes é o único caminho viável para a paz. Vamos à manifestação do Ministério das Relações Exteriores, que diz o seguinte. O governo condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil.

Indigna, indecente e absurda essa posição do Flávio Bolsonaro. O mundo inteiro, praticamente, condenou o ataque. Porque viola... Eu vou demonstrar aqui os artigos da Carta da ONU que esse ataque viola. Esse ataque viola as leis americanas. Como, aliás, estão falando os democratas e até alguns republicanos preocupados. Que acham que é preciso botar limites às ações do Trump. O Brasil tem uma política externa.

na política externa, comprometidos com a autodeterminação. É claro que o Brasil não poderia apoiar. Não significa apoio ao regime iraniano. Significa, sim, censura um ataque unilateral de alguém que acha que pode chegar lá e matar um governante. É a morte de um governante. Fez-se um tribunal informal, Trump e Netanyahu disseram, vamos matar o Ali Khamenei? Vamos. Vamos matar a mulher dele? Bom, se ele estiver lá junto, morre.

também como morreu. O que é isso? É isso que me parece... Veja, quando eu falo da inexistência de uma direita democrática no Brasil, é esse tipo de estupidez que me assombra. Em razão. Vamos pegar no pé do Lula? Vamos pegar no pé do Lula. Então a gente vai e diz que agora o Lula está apoiando o Irã. Não está apoiando o Irã. Está censurando um ataque unilateral. Quando negociações estavam em curso. Celso Amorim falou aquilo que ele falou. Vai lá.

internacionais do presidente Lula, embaixador Celso Amorim afirmou hoje que o Brasil deve se preparar para o pior diante do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Em entrevista à Globo News, ele afirmou que ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país que está em exercício é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior. Ao ser indagado sobre o que seria o pior, Amorim mencionou o possível alastramento do conflito na região.

O pior seria o aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio com um grande potencial de alastramento.

armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais. Alastramento que já aconteceu. E o governo brasileiro trabalha com a possibilidade de adiar por algumas semanas a viagem de Lula a Washington em razão disso que está em curso. Fique aí com a gente. Tem muita coisa sobre a guerra. Eu quero que você saiba quais são as leis internacionais que estão sendo violadas. Eu quero que você saiba quais são as leis norte-americanas que estão sendo violadas. Tá? É isso aí. Bem, nós estamos de volta.

O Alexandre de Moraes negou a prisão domiciliar para Jair Bolsonaro, que diz que aqueles que estão indo a papuda a receber orientações políticas, ele sabe que está em condições. Vai, o que a gente tem? Vai. Ministro da STF negou hoje esse novo pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro. Na decisão, Alexandre de Moraes ressaltou que o ex-presidente mantém intensa a agenda de visitas, inclusive de políticos, o que revela um bom quadro de saúde.

Segundo Moraes, a solicitação da defesa não deve ser atendida porque é uma medida excepcional.

Bolsonaro não atende os requisitos. O ministro do STF ainda citou o seguinte no documento. Vamos a um trecho. Os atos concretos de tentativa de fuga, inclusive com o rompimento do monitoramento eletrônico e o resultado da perícia médica oficial, no sentido da total adequação do ambiente prisional às necessidades médicas do apenado, com absoluto respeito à sua saúde e à dignidade da pessoa humana, a demonstrar as condições plenamente satisfatórias do cumprimento da pena de Jair Messias Bolsonaro, conforme detalhado o relatório de suas atividades.

claro, que o Jair Bolsonaro está tendo atendimento 24 horas por dia. 24 horas por dia. Se ele quiser ir ao banheiro e não quiser se levantar sozinho, ele tem como acionar ajuda. Não está a gagar. E o Flávio disse ontem na Paulista, é uma pena até que eu nem pedi para separar, o Flávio disse ontem na Paulista, com todas as letras, que o pai dele ali usou uma imagem, uma coisa, um leão, um lutador, está bem. Então, é claro,

Daqui a pouco o Carlos vai e se der, tenta dramatizar ao máximo que o pai está... Eu quero muito que o Bolsonaro se recupere e quero que ele viva muito, para ele ter clareza, inclusive, todo mundo ter direito, do que fez. Mas assim, no campo das hipóteses, não há nada que possa acontecer com ele lá que não pudesse acontecer em casa.

casa, que ele fez aquilo que fez com a tornozeleira, é sinal de que ele estava sem a devida atenção. Então, daí a razão de ter sido negada, inclusive com recomendação da Procuradoria Geral da República, que outra passou por perícia. Mas, claro, interessa criar esse clima e tal. E o Alexandre liberou um tratamento para ele. Vamos lá. Em outra decisão de sexta, Alexandre de Moraes autorizou Bolsonaro a realizar tratamento de neuromodulação não invasiva por estímulo

. . . .

noite. O profissional poderá portar o equipamento necessário para a aplicação do estímulo elétrico ucraniano, desde que previamente vistoriado pela unidade prisional. A decisão destaca que a lei de execução penal permite a assistência integral à saúde dos presos. Isso, ele já recebe acompanhamento médico regular, com atendimentos frequentes e profissionais, a penitenciária e de médicos particulares. Não há nada, os clipes auriculares, põe o negócio assim na orelha, dá choquinho lá.

Não! Estímulo elétrico não é choque elétrico. Choque elétrico é o que se fazia nos porões da ditadura. Coisa do brilhante Ustra e tal. Isso não. Isso é tratamento médico. E ele tem atendimento 24 horas por dia. São raros os brasileiros, a não ser aqueles internados nas melhores UTIs, que têm esse tratamento. É isso aí.

Correta coisa. Muito bem, estamos de volta. Crescente Vermelho, mortos no Irã já seriam quase 600. Vai lá. Segundo o Crescente Vermelho, ao menos 555 pessoas morreram no Irã devido aos ataques dos Estados Unidos e de Israel que começaram no último sábado. A entidade afirma que ao menos 131 cidades do país persa foram atingidas. A Fox News, o presidente Donald Trump, diz que 48 membros do regime teocrático foram mortos, mas não há confirmação oficial desses números.

tal iraniana confirmou ontem que a cúpula militar do país foi morta, além do Ayatollah Ali Khamenei. Em outro fronte, a entrada do Hezbollah ampliou o caráter regional da guerra, que se espalha agora por todo o Oriente Médio. Hoje, Israel manteve os ataques ao Líbano, onde ficam os maiores grupos de integrantes do Hezbollah, e reforçou sua fronteira com o país, além de jurar o líder do grupo de morte. Bom, deixa eu dizer uma coisa.

O potencial bélico do Irã se mostra pela dificuldade que eles tiveram de matar o Ayatollah, né? O Khamenei.

em quatro, cinco semanas, ele resolve tudo, que está dando uma surra no Irã, como se o Irã tivesse realmente, de algum modo, alguma possibilidade de enfrentar os Estados Unidos numa guerra. Não tem. O Irã é, quando muito, uma potência militar regional. Mas quem pode enfrentar os Estados Unidos numa guerra? Eu digo quem pode enfrentar os Estados Unidos numa guerra. A Rússia. Mesmo a China, seria uma coisa complicada se entrar a questão nuclear no meio. Aí diz o Hegset,

da guerra. Nós não começamos a guerra. Como não começar a guerra? E se orgulha de não ter tropas americanas em solo iraniano? Não, não tem. Não precisa disso. Não precisa estar lá. O tipo de guerra que eles fazem hoje não precisa ter tropa. A capacidade do Irã se mede com quatro soldados americanos mortos. Você queria que morresse mais? Eu não. Eu só estou dizendo, eu só estou evidenciando a desproporção que há nisso tudo. E aí diz o Marco Rubio, os Estados Unidos estão fazendo isso para se defender. Isso é um truque. Vocês vão ver

falando isso, porque esse ataque desrespeita as leis americanas também, não só as leis internacionais, não só a carta da ONU, as leis americanas. A mulher do Kamenei morreu também. Vamos lá.

coma desde os ataques. A informação da morte foi confirmada hoje por autoridades iranianas. Ela se casou com Kamenei em 1965. Os dois tiveram quatro filhos e duas filhas. Mas Souré raramente aparecia em público. Ela nasceu em uma família religiosa e era filha de um famoso empresário iraniano. Agora são seis os mortos nos Estados Unidos, soldados americanos. Essa desproporção é tão... Ela diz por si da capacidade bélica do Irã de que

ele se orgulha tanto. 175 crianças mortas no ataque a uma escola. Sim, 19. Míssel israelense fura a defesa israelense. Fere 19. É claro que tudo isso é detestável. Agora, eu não posso condescender e fico chocado que se diga assim, ah, não precisamos chorar pelo Irã. Mas espera aí, por quê? A gente não precisava chorar por Hiroshima? Os japoneses fizeram perversidade

terríveis da Segunda Guerra, na China, por exemplo. Nós não precisamos chorar por Nagasaki? Não precisamos chorar por Dresden, na Alemanha, quando morrem inocentes? Não, nós precisamos chorar, prantear os mortos de maneira geral e tentar evitar a guerra. Que história é essa de não precisamos chorar? Não, precisamos. Até porque, carta da ONU, capítulo 1, artigo 2, item 4, todo mundo deve evitar o clima de ameaça e de ataque. O item 7, não se permite nem mesmo que a própria ONU

interferisse militarmente em países que estão ali em conflito. A não ser, e aí vai para o capítulo 7, que o Conselho de Segurança decida isso. E a primeira ação ainda não é ação militar. Aí a ação militar prevista no artigo 42. Mas também com limites e ainda para tentar estabelecer a paz. Ou então no caso de legítima defesa. E é por isso o truque do Rubio. O Rubio está dizendo assim, legítima defesa. O Irã está causando... É mentira que o Irã tivesse condições

fazer a bomba rapidamente, nem mesmo mísseis intercontinentais, o que está comprovado que seria ali para o voto de 2035, tudo mais constante. Resolução 26 e 25 da ONU, de 70. Proibição do uso da força, solução pacífica de controvérsia, não intervenção, que são os fundamentos da política externa brasileira, que o Flávio está dizendo agora, oh, não sei o quê. Segundo a Constituição dos Estados Unidos, artigo 1 da Constituição, sessão 8, cláusula 11. A guerra tem de passar pelo Congresso. Tem uma lei de 73,

governo Nixon, o War Powers Act, permite a ação desde que seja de autodefesa. Mas que autodefesa? Autodefesa do quê? Quem ali está sendo atacado? E aí o Trump diz, não, mas eu sou o comandante das Forças Armadas, mas para isso? Também apela uma lei de 2002, uma lei que o Congresso lhe facultou o ataque à presidência dos Estados Unidos para o Iraque, que ele está usando até agora. Não existe lei para isso nem nos Estados Unidos. É uma guerra ilegal do ponto de vista de

ilegal do ponto de vista das leis americanas e imoral, porque sustentado é uma mentira. E que põe o mundo a ser assim? Ele agora decide quem ele mata? Ele decide agora quem vive e quem morre? No mundo inteiro? Isso é inaceitável, senhor Flávio Bolsonaro. Deixa de ser sabujo, cara. Tem um mínimo de dignidade. Não precisa ser petista pra ter dignidade. Ou precisa, nesse caso. Hein? O que a direita brasileira virou essa coisa tão asquerosa?

A direita europeia consegue cessar a guerra, a direita brasileira não. Tem que ficar de quatro, de joelhos. É isso aí. E rapidamente, Netanyahu e Israel negam que o gabinete dele tenha sido atingido por ataque iraniano. Vai lá. Chamou de mentirosa a informação dada pela Guarda Revolucionária do Irã de que um ataque atingiu o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na manhã de hoje. Segundo o governo israelense, não há registro de ataques em Jerusalém.

paradeiro de Netanyahu era incerto. Teherã também fez ataques contra outras cidades israelenses. Os alvos foram instalações do governo, centro militares em Raifa e também Jerusalém Oriental, segundo o comunicado divulgado pelo Exército da República Islâmica. Em meio à escalada do conflito, o chefe de segurança do Irã, Ali Larijani, afirmou que o país não fará nenhum acordo com Israel ou com os Estados Unidos. Isso a propósito porque o Trump disse que estava rolando um acordo. Estamos vendo com quem nós vamos negociar.

Ele faz sempre. Ah, você queria que o gabinete... Não, não. Quem ficou comemorando o ataque ao lugar em que estava o Ali Khamenei foi o Netanyahu. Quem acha que tem o direito também de se juntar com o Trump e escolher quem governa cada país é Netanyahu, não é mesmo? Não, eu, pelo governo israelense, eu jamais choraria. Pelo governo iraniano, eu jamais choraria. Eu choro pelas vítimas.

Eu planteio as vítimas de todos os lugares, especialmente como uma guerra é mentirosa na sua fundamentação e viola todas as regras da convivência internacional. É isso aí. Muito bem, estamos de volta e Israel anuncia a morte de outra liderança. Vamos lá.

nas proximidades da sede da emissora estatal. Israel também emitiu um alerta de retirada de moradores ao sul de Beirute, no Líbano. Segundo as forças ainda do país do primeiro-ministro Benhamim Netanyahu, Abu Hamzahami ocupava há anos um dos principais postos do grupo terrorista e foi morto nesses últimos ataques. Segundo ainda Israel, Abu Hamzahami foi responsável por centenas de ataques contra o território israelense nesses últimos anos.

da jihad islâmica, Abu Hamza Rami. Olha, vocês sabem que tem uma coisa desses grupos radicais islâmicos, que eles vociferam o seu poder, a mesma coisa o Hezbollah fez, e nós vimos a facilidade com que Israel destruiu o Hezbollah, a facilidade com que Israel e os Estados Unidos acharam e mataram Ali Khamenei. Uma das maneiras de você ultrapassar todos os limites do aceitável

Subestimar o adversário, o Lucas ou o Arthur. Não subestimar. Você pega e fala, ele é terrível, ele é uma coisa pavorosa, a guarda revolucionária do Irã é capaz de fazer coisas horríveis. Então aí você vai e arregaça. Que foi o que se fez com Saddam Hussein. E quando se viu, Saddam Hussein, no fim das contas, para os inimigos não era de nada. Ele era terrível para o seu próprio povo.

fica o ataque. É isso aí. Muito bem, estamos de volta no Band News TV e nas redes sociais. Vamos voltar aqui para o Brasil. Em meio à tensão, o Columbre decide sobre o caso Lulinha. Quebra do sigilo decidida na CPMI do INSS, lembrando que ele teve o sigilo quebrado também pelo André Mendonça. Quer dizer, também. Pelo André Mendonça. O ministro André Mendonça.

se soubesse ser investigado. Vamos lá, o que a gente tem aí?

Inclusive, que o material vai ser examinado com o apoio da Secretaria-Geral da Mesa, Advocacia-Geral do Senado e também da Polícia Legislativa. A assessoria informou que ele ouvirá os dois lados antes de decidir. Não há um prazo definido para essa decisão.

Não há como ser coro de 31, que foi da votação nominal. Nós explicamos aqui. Até porque na votação simbólica, ou é pra sentar ou é pra levantar, Luca. Só senta ou levanta quem tá presente. Sim. Olha aí. Como é que faz? Então, ele fraudou o coro. Aí disse a 31, mas mesmo assim ele só contou 7, quando visivelmente havia 14. 14? O meu querido covre. Sim. É como se fala 14 em dois coros em pedagogia.

Como que é? 14. 14. 14. Não é 14. É, eu ia perguntar isso. Não é 14. Não, é 14. 14. 14. Põe o vídeo aí em que ele para de contar. Ele só aprendeu a contar até 7. Ele não aprendeu a contar até 14. Vai. Os suplentes não têm direito a voto. Votação simbólica dos requerimentos pautados em Globo. Os parlamentares que aprovam permaneçam como se encontram. Os que não aprovam, por gentileza, se manifestem. Não.

Vamos fazer a conta, por favor. Os que não aprovam, por gentileza, se levantem e se manifestem. Vamos lá. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete. Não, tem suplente levantado aí. Tem suplente aí. Oi? Só os titulares. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete. A pauta está aprovada.

Só para lembrar, põe as três fotos de novo, com todo mundo numeradinho que estava em pé. O Carlos Vianna não sabe contar. Um, Damião Feliciano. Dois, Alencar Santana. Três, Romero Rodrigues. Quatro, Orlando Silva. Cinco, Atila Lira. Seis, Neto Carleto. Sete, Rogério Correia. Oito, Soraia Tronic. Nove, Paulo Pimenta. Dez, Kleber Verde. Onze, Tereza Leitão. Doze, Randolfo Rodrigues. Treze, Jacques Wagner. Quatorze, Jussara Lima. Votação fraudada.

O que vai fazer o Alcolume? Não sei. A relação ali com o governo não vive o seu melhor momento. Ele pode decidir me inclua fora dessa. Eventualmente isso vai parar no Supremo. Porque não custa lembrar que as CPIs estão sob a jurisdição do Supremo. Elas podem muito, mas não podem tudo. Aliás, voto do seu André Mendonça, lembrando isso. Voto do Gilmar Mendes, lembrando isso. Jurisprudência firma.

do Supremo. Haddad de desconhecer vida de Lulinha e falou que não é governo. Ministro da Fazenda... Não é o Haddad que não é governo, é o Lulinha que não é governo. O ministro da Fazenda, que é governo, Fernando Haddad, evitou comentar a situação de Lulinha, filho do presidente Lula, durante a entrevista ao canal Flow News na noite da última sexta. O ministro foi indagado por um internauta sobre a quebra de sigilo bancário de Lulinha e afirmou que prefere não se manifestar sobre um caso do qual não tem informação.

E afirmou não ter relação com o empresário. Haddad destacou que o filho do presidente não integra o governo. Vamos ao que disse o ministro exatamente. Ele falou o seguinte. Eu não consigo comentar o que eu não conheço. Eu não conheço a vida do Lulinha. Quebraram o sigilo dele, mas não tenho ideia do que é o sigilo dele. Conheço a pessoa, mas ele não participa do governo. Eu não sei a conta corrente dele, não tenho a menor ideia.

Mas, sem dúvidas, há os caminhos para achar. Desculpa, gente, eu não entendi. Não tem relação com o empresário? Ele está chamando o Lulinha?

de O Empresário, é isso? Me esclareçam aí. Não tenho relação com o empresário ou com o Lulinha? Sim. Estou relendo aqui. Sim, exatamente, Reinaldo. Ah, tá. Não tenho relação com O Empresário. O Empresário, isso. Chamando o Lulinha de O Empresário. Aliados defendem Lula. E dizem que ele não interfere em apurações da PF. Vai lá. Vamos lá, Reinaldo. Em meio ao desgaste gerado pelas quebras do sigilo de Lulinha, aliados do filho do presidente têm feito uma defesa política

segundo informações do portal G1. Ao mesmo tempo, no campo jurídico, sustentam que não existem provas concretas contra o empresário. Ao G1, uma pessoa próxima a Lulinha... Pelo amor de Deus, para, para. Nunca mais a gente chama de o empresário. É o Lulinha. Senão, não sei se está falando careca, não sei se está falando Lulinha, não sei de quem está falando. O Lulinha, o filho do presidente, Lulinha... Uma pessoa próxima a Lulinha disse o seguinte ao G1.

Importante destacar que o presidente Lula deixa a Polícia Federal investigar. A reportagem, outro deputado federal

do PT, que respondeu que no governo anterior, abre aspas, o presidente trocava delegados da Polícia Federal para defender a família, fecha aspas.

O filho dele estava no relatório. Ou não está? A investigação do Mensalão se deu e a indicação da Polícia Federal era dele. Do Petrolão era da Dilma. Agora, nós temos um padrão Bolsonaro de lidar com a Polícia Federal, que o próprio Bolsonaro anunciou no dia 22 de abril de 2020, numa reunião ministerial. Coloca aí, vai lá.

Vocês viram que ele usou um verbo aí que a gente não usa muito aqui. Um verbo duro, difícil de usar.

Moro. O Sérgio Moro caiu logo depois. Um ou dois dias depois dessa reunião. Ele pediu demissão. Foi demitido. E saiu em todo canto que o Bolsonaro estava pressionando a PF. Tem aí as imagens. Não por acaso, o Bolsonaro divide a papudinha hoje com o Anderson Torres, que foi ministro da Justiça e chefe da PF, e com o tal de Silvinei Vazquez, que mandava na Polícia Rodoviária Federal. Não é? Então me parece que esse

o que se fez, faz todo sentido. Beijo, até amanhã.