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O É da Coisa de 15/05/2026 com Reinaldo Azevedo: Master: cai outra versão de Flávio; PF, RJ e STF

15 de maio de 20261h23min
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Assuntos6
  • Financiamento de filme sobre BolsonaroFlávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · Banco Master · Goap Entertainment · Eduardo Bolsonaro · Mário Frias · Bolsonaro · Dark Horse · Dinheiro público · Caixa 2 de campanha
  • Desafios para campanha presidencial de CaiadoFlávio Bolsonaro · Michele Bolsonaro · Romeu Zema · Carlos Bolsonaro · Eduardo Bolsonaro · Tarcísio de Freitas · Fernando Haddad · Ronaldo Caiado · Lula · PT · Bolsonarismo · Terceira via
  • Organização criminosaHenrique Vorcaro · Daniel Vorcaro · Banco Master · Operação Compliance Zero · A Turma · Os Meninos · Polícia Federal · Jogo do Bicho · Milícia do Rio de Janeiro
  • BolsonarismoFlávio Bolsonaro · Bolsonaro · Eduardo Bolsonaro · Carlos Bolsonaro · Jair Renan · Bolsonarismo · República · Aristocracia
  • Eduardo Bolsonaro e o filme Dark HorseDark Horse · Flávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · Cinema nacional · Cinema internacional
  • Evangélicos e PolíticaFlávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · Ronaldo Caiado · Romeu Zema · Lideranças evangélicas
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivólio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!

Na janela lateral do quarto de dormir Vejo uma igreja, um sinal de glória Vejo um muro branco e um bom pássaro Vejo uma grade, um velho sinal

Mensageiro natural, de coisas naturais Quando eu falava dessas cores mórbidas Quando eu falava desses homens sórdidos Quando eu falava desse temporal Você não escutou, você não quis acreditar

Mas isso é tão normal, você não quis acreditar Que eu apenas era cavaleiro marginal Lavado em ribeirão Cavaleiro negro que viveu mistérios Cavaleiro e senhor de casa e árvores Sem querer descanso nem dominical

Banhada em Ribeirão Conheci as torres e os cemitérios Conheci os homens e os seus velórios Quando olhava da janela lateral No quarto de dormir Você não quis acreditar Mas isso é tão normal Você não quis acreditar

Começa agora para todo o Brasil, mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá, que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pela Band News FM e pelo Band News TV. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre Rádio Band News FM, ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Isabela Mota. Boa noite, Vó e o Beni. Boa noite. Que está no seu último dia...

Mais um gancho para o Valeo Bene. Ele é muito indisciplinado, então volta e meia eu ponho de gancho. Que é para ele refrescar a cabeça. Volta que dia, vai, Bene? Volta o dia 4. 4 de 1. Dia 4. Muito bem. E neste tempo ficaremos aqui com Isabela e com Lucas Belotti. Geração Z dominando, hein?

A geração Z dominando aqui. A geração Z dominando. Aqui com a geração, sei lá, não tenho a menor ideia. Eu, Lucas Bellotti, o imortal criador do bloco de carnaval me lambe que eu vou. Não faz. Você é baby boomer, né?

É, é, é, 61, é? Então, pronto. É, então é assim, e eu, no caso desse bloco do Lucas, sendo bloco assim, eu também vou. Muito bem, nossa, é, paisagem da janela. Paisagem da janela, 1972, Loborges, Fernando Brant, tem tudo a ver, né? Bom, enfim, não preciso nem explicar, né? Quando eu falava, você não acreditou. Tá aí.

do Clube da Esquina, o álbum duplo, cada vez melhor, cada vez mais, talvez o melhor disco da história do Brasil. Muito bem, olha, sim, tem nova operação envolvendo o Banco Master, pai do Vorcaro Prezo, não vamos falar de tudo isso, mas tem uma questão fundamental.

É engraçado que eu acho que a imprensa está dando pouco espaço, porque, assim, até que não tenha resposta, eu continuarei a perguntar. Vai, Beni. Isabela, cadê o dinheiro? Cadê o dinheiro, Flávio? Flávio, cadê o dinheiro que o Vorcaro deu para o filme? Onde foi parar?

Tem um problema aí, tem um troço acontecendo, queridos. Nós já vamos falar a brigalhada que está na direita. Aliás, o Nicolas, mais uma vez, está dando o drible da vaca nos Bolsonaro. É muito impressionante. Olha aqui. Veio a público o áudio do Flávio pedindo dinheiro para o Vorcaro, certo? Clarissimamente.

Fica evidente que ele está pedindo dinheiro e fica evidente que o dinheiro vinha sendo dado pela conversa. E que o dinheiro tem parcela atrasada. Problemas. Ovolhos. De fato, na direita, mesmo na direita radical, tem gente que não sabia de nada disso.

tudo indica que era uma operação ali dos mano, dos brother, mas dos brother, brother de sangue. Flávio sabia, fica claro que Eduardo sabia, até porque uma operação ali envolve gente aliada de Eduardo, mas a direitona não sabia.

O Valdemar mesmo não sabia. E aí o Valdemar falou, mas como é que vocês ousam mexer com tanto dinheiro sem que eu saiba? Ó, Voibélio, que sacanagem. Um administrador. Gente, eu sou o Valdemar. Todo esse dinheiro eu não sei? No meu partido?

Pô, quem tem experiência nesse negócio, quem já foi até na cadeia, pra cadeia por causa disso, fui eu. Tem lá o tal cofre e tal. Né? Como é que é isso? Porque, veja só, veio... Nós vamos ter que... Vamos lá. Vamos ter que lembrar de novo o vídeo, vai. O áudio. Vamos pôr de novo o áudio?

para deixar claro que Flávio fala com o Vorcaro sobre coisas das quais ambos sabem. E é muito provável que o Vorcaro realmente achasse que estava dando dinheiro para o filme. Porque é sobre filme que eles falam. Começa ali o diretor, o ator, veja você e tal.

que é o mesmo ator que fez Paixão de Cristo, que eu chamo aquele filme do Mel Gibson, que é Cristo em Fatias, né, Valimene? Cristo aos nacos. Filme horroroso, pavoroso. Então, vamos lembrar.

Porque, assim, às vezes as pessoas esquecem. Talvez até, ô Pedrão, talvez eu mande parar num determinado momento aí e tal. Fica atento. Vai, solta. Solta o áudio de novo. Tá aí, né? O áudio tá disponível aí? Sim. Solta o áudio de novo do Flávio na linha. Me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí. Ei, você aí? Ahn! E, coitado do Vorcaro, àquela altura, né? Fazia cinco dias que o Banco Central tinha falado... Fala do...

Não vai ter compra do Master. O Vercário estava até aqui de problema. Mas sabe como é, né, Volebeni? O Flávio ali é solidário, meu irmão e tal, mas eu preciso do dinheiro. Vai, solta. Irmão, preferiria te mandar o áudio aqui para o seu ouvir com calma? Bom, aqui a gente está passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida, né? Não sei como é que vai ser daqui para frente, como é que isso tudo vai acabar, mas está na mão de Deus aí.

E você também, eu sei que você está passando por um momento dificílimo aí também, essa confusão toda. Você sem saber exatamente como é que vai caminhar isso tudo. E apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas, enfim, é porque está num momento muito decisivo aqui do filme. Para um pouquinho, para um pouquinho aí. Veja que ele está, ele se mostra solidário.

com a situação que passa o Banco Master, ele fala dos próprios problemas e diz, e sei que você deu toda a liberdade para cobrar o que demonstra intimidade absoluta. O que em si, veja, entendam, eu não estou dizendo que isso aqui indica crime. Nem mesmo que o financiamento, e também o financiamento do filme não seria crime.

O problema é em que a direita ajudou a transformar o caso Master. A afirmação reiterada do Flávio, de que ele não tinha nada com isso, nem conhecia. E agora a questão, onde está a grana, porra? Zorra, onde está a grana? Mas solta aí, continua, vai. E como tem muita parcela para trás, cara, está todo mundo tenso e preocupado... Para, de novo, de novo, de novo.

Tem o que, Voivend, que ele falou? Tem muita parcela para trás. Então, sim, pagamento vinha sendo feito. Vorcaro começou a enfrentar problema, como todo mundo sabe, e aí deve ter cessado. Mas o tempo todo ele está falando de filme. E acho que o Vorcaro achou que estava financiando o filme.

Vai, continua.

A gente precisa saber o que faz, cara, da vida, porque já tem muita conta para pagar esse mês, e mês seguinte também, e agora que é a reta final, que a gente não pode vacilar, não pode não honrar com os compromissos aqui, porque senão a gente perde tudo, cara, tudo contrato, perde ator, perde diretor, perde equipe, perde tudo. Podemos dar um toque aí, irmão? Desculpa o áudio longo aí, tá? Um abração, fica com Deus, cara. E você vê, inclusive, o tom de subserviência.

Então, estou de subserviência óbvio naquilo que, nessa fala dele, uma coisa chorosa, lamentosa. E eu hoje, de manhã, no Metrópolis...

Eu escrevi um texto sobre isso, sobre essa questão, e eu botei um trecho, Wally Bene, dos escritos do Marx, de 1844, do jovem Marx. Até pedi para a inteligência artificial me fazer uma ilustração do jovem Marx. E ele tem um texto sobre o dinheiro, a natureza do dinheiro. Pensa nesse tomzinho do Flávio aí.

E o que Marx escreveu, 1844? O dinheiro surge como esse poder distorcido tanto contra o indivíduo como contra os laços da sociedade, que se dizem entidades em si mesmas. Ele transforma fidelidade em fidelidade, amor em ódio.

ódio em amor, virtude em vício, vício em virtude, servo em senhor, senhor em servo, idiotice em inteligência, e inteligência em idiotice. Como o dinheiro, enquanto conceito existente e ativo de valor, confunde e perturba todas as coisas,

Ele é a confusão e a perturbação geral de todas as coisas. O mundo de cabeça para baixo. A confusão e perturbação de todas as qualidades naturais humanas. Aquele que pode comprar coragem é corajoso, ainda que seja covarde. Pois é.

Só que um espectro, para ficar no Marques, um espectro ronda à direita. À extrema direita. Cadê o dinheiro? O Flávio admitiu que recebeu dinheiro. Quando ele soltou a nota, ele já tinha lido a matéria do Intercept. E a matéria do Intercept falou, dos 134 milhões combinados, 61 milhões tinham sido repassados.

E aí vai o Flávio na nota e diz, no nosso caso, o que aconteceu foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Está admitindo. E depois disse, o contato é retomado quando há atraso no pagamento.

Aliás, isso tem vídeo também, né? Ele dizendo isso. Coloca o vídeo aí, vai. Toda essa história que está sendo veiculada agora, nada mais é do que um filho procurando investidores privados para fazer um filme privado sobre a história do seu próprio pai. Zero de dinheiro público, zero de lei Rouanet, como esse governo gosta de fazer, gastar dinheiro público para fazer autopropaganda deles mesmos.

Eu conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024. Não tinha mais governo Bolsonaro, não tinha absolutamente nenhuma acusação contra ele. O que acontece é que, com o passar do tempo, ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato que, ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, de o filme sequer ser concluído. Pronto, tá bom. Então tinha um contrato, tinha parcela e ele está demitindo tudo.

Aliás, vocês viram uma musiquinha Que tá circulando na internet? Sabe aquele chororô dele pro Daniel Alvorcaro? Oi, Daniel Alvorcaro Vocês viram a música que fizeram? A musiquinha? Deve ser com a ajuda de Iá Tá aí a musiquinha, não tá? Tá Quer ver? Olha que bonitinha a musiquinha Olha que fofo

A gente tá passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida. Irmão, estou e estarei contigo sempre. Não tem meia conversa entre a gente. Não sei como é que vai ser daqui pra frente. E apesar de você ter dado liberdade, Dani.

Sem graça de ficar te cobrando, Daniel Imagina a gente dando calote no gin cabezel Não ia ser legal Os caras renomadíssimos

Eu já tenho muita conta pra pagar esse mês E o mês seguinte também Porque senão a gente perde contrato Perde ator, perde equipe, perde diretor Perde tudo, Daniel Forcar, um abraço do Flávio Bolsonaro

Coisa de talento, né, Boybani? Olha aqui. Então, o dinheiro foi repassado, o Flávio demitiu, fez vídeo, fez tudo. Só que a Karina Ferreira Gama, a dona da produtora da Goap, em entrevista à Folha disse, eu já falei com a equipe do Flávio,

não tenho absolutamente nenhum recurso oriundo dessa pessoa, Vorkar, ou das empresas que ele ou Fabiano Zettel fazem parte.

Mais um pouco, ele, Flávio, como família, como pessoa interessada, etc., certamente apresentou novos investidores, novos apoiadores, mas não existe nenhum documento, contrato ou transferência dessa pessoa, e também de empresas que ela representa. Aí fez uma nota técnica também. Além da entrevista, tem uma nota técnica da empresa.

O Grupo Goalap afirma categoricamente que dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do senhor Daniel Vorcaro, do Banco Master. E aí, como vocês podem ver e informa quem nos acompanha pelo rádio,

Tem postagens do Eduardo no X reproduzindo a nota da Goap. A Goap falando, não recebi, não tem dinheiro, não tem nada comigo. O Flávio diz que recebeu, mas eu não recebi. E aí o Eduardo publica na linha assim, viu, não falei?

Aí o nepo velho lá da ditadura, o Paulo Figueiredo, também publica dizendo, viu, não falei? Bom, então, cadê o dinheiro? Cadê o dinheiro? Onde é que está? Que era para filme, era, porque a gente tem, inclusive, trechos da matéria do Intercept.

Na cabeça do Vorcaro, do cunhado. Não é assim, porque às vezes, né, essa gente, quando tem trocas, em vez de falar dólar, fala face, em vez de falar mil, fala cá. Não, não é. Não é linguagem metafórica, nem simbólica, nada. Estão falando de filme mesmo. Agora, a Goap está dizendo que ela está à disposição, inclusive, das autoridades.

Financiar filme não é crime. Agora, se essa grana está sendo usada para já fazer caixa 2 de campanha, por exemplo, aí é complicado, né? Ou, já que a produtora disse comigo, não veio. Como é que eles podem sustentar essas duas coisas? É confiar demais na burrice dos camaradas deles.

Sim, eles se orgulham de tratar a própria turma como gado, mas aí também já é demais. E aí apareceu uma investigação. Ah, antes, não, só ainda sobre essa coisa, o trompetista apareceu, né, gente? O trompetista apareceu ontem no Senado para sempre ilustrar esses momentos, né? Ali do chororô do Flávio para o Vorcaro. Vai, o que o trompetista tocou, vai?

O medley Roberto Carlos vai matar ele Ele juntou Tá bom Roberto Carlos vai matar ele Ele juntou Você meu amigo de fé, irmão camarada Com a marcha fúnebre Ai Jesus Agora, a PF tá apurando

Esse dinheiro foi usado pra bancar Eduardo Maison, Eduardo. Ô, vira a cara, hein? Hein, Vaibene? Vidinha a cara essa, hein? Sessenta e um pau? Hum, vem.

A Polícia Federal investiga os recursos do banqueiro Daniel Vorcaro que foram usados para financiar despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Essa suspeita surgiu após Flávio confirmar que pediu verba para o dono do Banco Master para financiar o filme sobre a vida de Jair Bolsonaro, mas a produtora da obra negar que tenha recebido os recursos. Como a gente tratou do assunto, registros obtidos pelo Intercept indicam que...

pelo menos parte do dinheiro combinado entre Flávio e Bolsonaro foi enviado ao fundo Havengate, Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos, e controlado por aliados de Eduardo. Segundo o portal G1, investigadores da PF apuram se a quantia teria sido destinada realmente à produção do filme ou se o financiamento à obra foi usado como fachada e os valores acabaram na mão de Eduardo. Porque...

O problema não é, veja, não sou eu a lançar suspeita, são eles. Matéria do Intercept, que eles achavam que, Vorcaro, Zé, achavam que estavam financiando o filme, achavam. Está lá, no dia 21 de janeiro de 2025, Zé, explicou a Vorcaro que o filme...

teria um fluxo específico de pagamento. Dez parcelas de 2 milhões e meio de dólares. Eita, filminho caro vai bem. Meses depois, em agosto do mesmo ano, Miranda, é uma pessoa que não vou ver, enviou a Daniel Vorcaro um documento com uma tabela indicando que o fluxo de pagamento acordado foi diferente. 14 parcelas, 12 delas de 1 milhão 660 mil dólares e 2 milhões de dólares.

Achavam que era filme. Oh, minha querida Isabela. Isabelíssima e Vólio Beníssimo. Todo grande momento tem seu grande artista, sempre. Simboliza, às vezes, uma era. Sim. Quando você pensa naquele período, quando você pensa naquelas pessoas.

Mas fala assim, é a cara da arte ali. É, sei lá, o próprio cinema, o próprio teatro. Pelo talento evidente, pela capacidade de representação, aquela coisa. É o caso do Mário Frias, co-produtor dessa obra-prima que está sendo produzida.

Também o Mário Frias está dizendo que não tem dinheiro do Vorcaro? E aí ele resolveu, soltou uma nota na condição de produtor executivo. Eu sempre que penso Mário Frias sendo executivo de alguma coisa...

me arrepia, né? Mas vamos lá, vamos para o Negrito aí. O que ele disse? Item 1. Esclarecendo, hein, que o Flávio Bolsonaro então mentiu. Ou ficou com dinheiro.

Ele disse o seguinte, o senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e naturalmente ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte, o que é legítimo, esperado e não configura em si nada além do óbvio. Dois, como já esclareceu...

Não, continue. Como já esclareceu a produtora Group Entertainment, não há um único centavo do senhor Daniel Vorcaro em Dark Horse. E ainda que houvesse, não haveria problema algum. Trata-se de relação estritamente privada entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco. Onde está o dinheiro?

E sem contar que o Mário Frias não está exatamente falando a verdade. Né? Ele tem dinheiro público, sim. Tem emenda que ele mandou para o filme de dois milhões. É uma vergonha atrás da outra. Uma vergonha atrás da outra.

Vamos aí, o STF tentando intimá-lo, vamos até Instituto Conhecer Brasil, vale bem. O Supremo Tribunal Federal tenta há mais de um mês intimar Mário Frias para que ele preste informações sobre possíveis irregularidades na execução de recursos de emendas destinados à ONG Instituto Conhecer Brasil. A entidade ligada à produtora do filme Dark Horse, o STF foi acionado pela deputada federal Taba Tamarau, que pediu a apuração de repassos de emendas, incluindo de Mário Frias para o que ele chamou de ecossistema de empresas.

comandado por Carina Ferreira da Gama. Ela é responsável pela produção do filme sobre Jair Bolsonaro. Frias, que também é produtor da obra, teria destinado 2 milhões de reais, como você disse, em duas emendas para essa ONG Instituto Conhecer Brasil. Isso. Em 21 de março o Dino pediu para ele se manifestar, em cinco dias, e aí tal, ele está fugindo. Não quer saber.

Olha só. Olha, nós já vamos entrar aí. Nós já vamos falar, tá? O Flávio falou. Michelle, candidata? Mas antes. Loibene. Tem empresário bolsonarista que foi assediado ali, ó. Veja só. 25 milhões de dólares quase do Vorkar.

Pelo menos 61 milhões de reais foram. Repassados. Foram. Intercept informou. Frávio não contestou. Então foram. Questão de estar. Mas, bicho, era para ser uma obra. Ainda hoje nós vamos ver aqui filmes espetaculares com um orçamento bem menor.

houve assédio a outros empresários. Comecem aí, a partir da segunda linha, de acordo com a Folha, vai lá. De acordo com a Folha, no segundo semestre do ano passado, pessoas ligadas ao deputado federal Mário Frias se reuniram com representantes do setor privado alinhados ao bolsonarismo para pedir ajuda de custos.

Um desses empresários relatou à Folha ter recebido um pedido de investimento de 10 milhões de dólares, cerca de 50 milhões de reais. Ele informou que rejeitou a injeção de recursos por causa do alto valor e falta de segurança de que o investimento daria retorno. A oferta incluía participação no faturamento do filme, estimado em 300 milhões de reais, juntando cinema e streaming.

300 milhões de reais, além de tudo, é um delírio, né? Mas tá aí, teve um empresário, ah, bolsonarista, me dá 10 milhões de dólares aí, só. Vai ver. Um cinquentinha. Cinquentinha. Considerando que já tinha mais 134. Oxi! Oxi! Ah, eu vou vender minha vida também pra ver se faz um filme. Também quero ganhadinha. Bom, dizer que a candidatura...

não subiu no telhado, subiu. Né? Subiu no telhado. Peraí, né? Hum. Mas, por enquanto, não, estamos com Flávio, estamos com Flávio, e também não tem muita saída mesmo, não, vamos ver. Tratei ontem aqui, é...

Porque um pedaço da direita imediatamente falou, vai Tarcísio, entra no aquecimento. Não, Tarcísio não pode. Ele não se desincompatibilizou. Mas aí a hostilidade à Michele é tal que o Flávio se encarregou de dizer de cara, Michele não será candidata. Michele não será candidata.

Vamos lá, vai. Mesmo diante desse desgaste gerado pelas mensagens enviadas a Daniel Forcar, o senador Flávio Bolsonaro tem sido encorajado por aliados a manter o projeto original de ser candidato à presidência. Segundo relatos feitos ao Metrópolis, o senador demonstra segurança com os próprios argumentos. Indagado pelo portal, se desistiria da campanha em favor da ex-primeira-dama Michele Bolsonaro, outra representante possível do bolsonarismo,

Flávio foi categórico, disse, Michele não será candidata. Flávio e Michele já se desentenderam publicamente e desde a escolha do parlamentar para ser o candidato ao Palácio do Planalto, a ex-primeira-dama evitou declarar apoio ao filho do marido. Sim, a Michele seria, a meu juiz, uma forte candidata.

em certo sentido, até mais forte do que o Flávio. Porque num enfrentamento, num confronto, é preciso tomar certos cuidados ali para que esse enfrentamento, esse confronto, não resvale em machismo e misoginia. É sempre uma coisa muito delicada. Ela é articulada...

Ela tem uma boa estampa. Ah, precisa ter boa estampa? Não, mas ela tem. É um dado. Fala a família conservadora e não sei o quê. Mas não é uma Bolsonaro e foi atropelada pela macharia do bolsonarismo.

E o Flávio foi falar com o pai dele lá, né? Foi lá cantar a música do Flávio Júnior. Pai, você foi meu herói, meu bandido. Ah, vai. Ainda ontem à tarde, após a revelação das conversas com o Daniel Vorcar, o Flávio visitou o pai, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária em Brasília.

Segundo um relato do próprio Flávio ao Metrópolis, o ex-presidente lhe deu conselhos. O senador disse ao pai que não fez nada de errado e, em seguida, segundo Flávio, ele ouviu de Jair o seguinte conselho. Tudo bem, segue firme, filho. Vai em frente, vai para cima e conta toda a verdade. Nada melhor do que a verdade. Nada melhor do que a verdade. Então, conta toda a verdade.

não há chance de mudança, até porque na estratégia adotada por eles, pensa bem, na estratégia adotada por eles, que não é de hoje, que eu identifiquei lá naquele 7 de julho, lá atrás, olha bem, Isabela, no artigo que eu escrevi, mesmo para perder, tem de ser um Bolsonaro. Acabou. Eles não vão transferir o controle da direita para ninguém.

Isto o Eduardo explicou no dia 4 de novembro de 2025 para o podcast Market Makers.

Vamos só lembrar, vai. Fala aí, Dudu. Quem vai ser o candidato? Eu não sei. Mas eu também vejo vitória na derrota. Se, por exemplo, eu conseguir uma candidatura, seria, obviamente, uma candidatura competitiva. Eu não gosto muito de falar disso, porque eu sou cético, mas várias pesquisas dão conta disso. Ainda que, de maneira arriscada, apostássemos, eu viesse a perder,

nós conseguiríamos ter um êxito de manter acesa a chama do conservadorismo, o eleitor de direita. De fato, existe um projeto do establishment que quer enterrar o Bolsonaro e o bolsonarismo para colocar adiante um candidato que seja pintado de direita. Agora, o Vorcaro aparece.

como produtor do filme. Aparece como produtor do filme. Vocês estão aí, né? Sim. Com esse negócio? Então vamos lá. O banqueiro Daniel Vorcar, do Banco Master, consta como produtor executivo do filme Dark Horse no site IMDB, que funciona como um banco de dados sobre filmes, séries de televisão e outras produções audiovisuais, no site que permite a usuários cadastrados em contas pagas.

editarem as páginas dos filmes, o nome de Vorcaro aparece ao lado de Mário Frias e Carina da Gama, da produtora Go Up Entertainment, como um dos produtores da obra. Não é possível determinar quando aconteceu a inclusão de Vorcaro na lista ou quem foi responsável por ela, vale lembrar que essa função de produtor executivo muitas vezes é dada àqueles que financiaram as obras como forma de depois eles conseguirem ser remunerados com uma parcela da bilheteria desses filmes.

É. E aí, mais um dado importante, porque uma parte da militância bolsonarista...

às vezes até disfarçado de análise e tal, tentou dizer, ah, Bolsonaro nunca quis nada com o Master, quando apareceu lá que a Caixa, não sei quem da Caixa teria feito alguma coisa que pudesse beneficiar o Master, ele tweetou isso, aí o Vorcar até reclamou do tweet do Bolsonaro, né,

Mas o Bolsonaro e ele, ele topou receber o Bolsonaro em sua casa em Brasília, em forma Intercept. Vocês têm aí, vai lá. Reinaldo, conversas privadas de Daniel Vorcaro mostram que o dono do Banco Master topou receber Jair Bolsonaro em sua mansão em Brasília no fim de março de 2025 para assistirem juntos a um documentário. A informação é do Intercept Brasil. O banqueiro autorizou a organização do encontro um dia após o ex-presidente ter virado réu por tentativa de golpe.

A reunião era parte do plano para contar com o apoio do Vorcaro para financiar a produção de Dark Horse. Mensagens obtidas pelo portal indicam que o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Mário Frias sabiam do encontro. Os registros mostram que Frias pediu para Tiago Miranda, fundador e sócio do portal Léo Dias, fazer a ponte com o Vorcaro. Os diálogos não permitem confirmar se o encontro de fato ocorreu.

Meninos, eu já corrigi essa informação, é ex-sócio, né? Só pra gente saber porque já é oficial que ele não pertence mais. Foi fundador, foi sócio e hoje tá fora. É... Tá aí. A proximidade cada vez mais evidente. Né?

Olha aqui, deixa eu dizer uma coisa para vocês. Isso é importante. Por que o bolsonarismo está completamente desorientado? Por quê? Desta feita. Mais do que das outras. Antes vinha à luz aquelas coisas absurdas que o Bolsonaro falava, mata, não sei o quê, corta cabelo, enfim. Os ataques aos direitos humanos, misoginia, aquilo tudo.

E cada vez que isso era denunciado pela imprensa, às vezes em tom mesmo assim de olha que absurdo, ele crescia. Homofobia, misoginia, violência com direitos humanos, agora mesmo, Flávio, maioridade penal aos 14 anos. Nessas coisas, quanto mais a esquerda bate e se escandaliza,

mais eles crescem. Aliás, eles falam coisas só para tomar porrada da esquerda. Só para depois falar, é que você gosta de bandido, a gente conta bandido e tal. Eles não estão muito acostumados, então com isso eles estão acostumados. A barbárie, a violência policial, estão acostumados.

Pegam coisas, muitas vezes, que a esquerda de linha identitária diz, defende, às vezes um tanto polêmica, sim. Transformam isso em um troço gigantesco. Agora, enfrentar uma coisa que é denúncia, que envolve corrupção, mas não é porque a gente não se envolve com essas coisas. Bom, estamos vendo. Estamos vendo. Estamos vendo. Hã?

Eles não têm muita resposta para isso porque, primeiro, não são impolutos, é mentira. E, segundo, nunca apareceu uma coisa tão escancarada assim. Nunca aconteceu uma coisa tão escancarada assim. Um pedido tão escancarado de dinheiro. Está aí, claro, evidente.

E aí eles não estão sabendo lidar. Estão perdidos. Porque, insisto, nem os próximos sabiam. Está começando a ficar claro que o Flávio, obviamente sim, o Eduardo, obviamente sim, mas os outros não. E eles vão falar o quê?

não tem, estão preparados para fazer a tal da guerra cultural, isso eles estão, vejam o caso do IP, um negócio da Anvisa, com problemas claros na linha de produção, tanto é que a empresa foi lá e teve que reformar um monte de coisa, ela própria está divulgando as mudanças que ela fez,

o troço lá da bactéria pseudomonas, foi a empresa até que detectou, e está lá com um lote de produtos que está lá estocado para ver o que fazer, transformaram isso numa guerra ideológica. A Anvisa, que é do PT, que é não sei o que, o diretor da Anvisa responsável, foi nomeado pelo Bolsonaro.

Gente do governo Tarciso participou da coisa. Obviamente não foi uma questão política, mas isso eles sabem fazer. Agora, no caso de corrupção, e fica evidente que ele pediu dinheiro? Hã? Aí. Aí não. Aí não sabe.

E o... Duas coisas aqui, sobre as quais estamos falando. O Flávio, vocês devem ter aí o material, né? Depois a gente coloca no lugar certo, Pedrão, na hora do corte. O Flávio está negando que o dinheiro tenha ido para...

O Eduardo, vocês estão com a informação aí? Então vamos lá. Numa entrevista à Globo News agora há pouquinho, o Flávio Bolsonaro negou que o dinheiro enviado por Daniel Vorcaro tenha sido repassado para o irmão Eduardo, que está nos Estados Unidos. Ele disse exatamente o seguinte, todos os recursos que foram aportados neste fundo, que é específico para a produção desse filme, foram utilizados integralmente.

E aí o Mário Frias, percebendo que estava botando os coleguinhas numa situação difícil, presta atenção. Meu Deus do céu! Senhores bolsonaristas, não é possível. Não é possível. Precisa ficar sobre dois apoios para ler. Esclareço. Vai bem. O Mário Frias diz, não tem dinheiro do senhor Vorcar aqui. Não tem.

O Fraívio disse, tem. E aí? Aí o Mário Frias, um intelectual, um pensador, um homem dotado de grande inteligência. Aliás, a gente tem que ser profundo bastante para acreditar na primeira impressão, como já disse alguém.

Esclareço... Isabela, presta atenção, não se distrai. Esclareço que não há contradição material, eu gosto de não há contradição material, entre os posicionamentos públicos sobre financiamento do projeto. Mas uma diferença de interpretação, Isabela. Claro. O Voidben, diferença de interpretação sobre a origem do investimento.

Quando afirmei anteriormente que não há um centavo do Master no filme, referi-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário do relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento foi firmado com a entre, pessoa jurídica distinta. Entendeu, Valeu Ben?

Não. É, porque você é um absurdo, não quer entender. É tão claro? É tão claro? Os Bolsonaro e Zema batem boca pelas redes. Oh, meu Deus. A gente, obrigado. Olha, você que acompanha. Olha, eu gosto de música, eu gosto de literatura. Adoro política. Uma política, né?

A gente é obrigado a lidar com cada coisa nessa profissão, mas eu fico sempre pensando, que quem trabalha em laboratório de análises clínicas está em situação pior, né? Se é que você me entende. Hum, vai lá.

Após o pré-candidato à presidência Romeu Zema criticar Flávio Bolsonaro pelo pedido de dinheiro a Daniel Vorcaro, Carlos e Eduardo Bolsonaro defenderam o irmão. Segundo Zema, ouvir Flávio pedindo dinheiro foi imperdoável, ao que Carlos reagiu afirmando que o ex-governador mineiro passou dos limites. Vamos conferir o que ele disse.

O engolidor de casca de banana está passando de todos os limites. Cadê os parlamentares para defender a verdade? Não me venha dizer que é ataque, apenas constatação frente mais uma bizarra apresentação. Da próxima vez, acende morteiro sabe onde, fechador de loja alheia e abridor de portas particulares.

Como sempre, a gente nunca entende direito. A parte do comedor de casca de banana, eu entendi. Essa sim. A parte da casca de banana, eu entendi. Abridor de portas particulares. Eu acho que ele está falando que o Zema está ajudando gente por baixo do pano.

Acender o morteiro sabe onde... É o que eu estou pensando, vai, Ben, será? Eu acho que é. Morteiro é rojão, né? Será que é? Que é tipo enfiar o rojão na parte terminal do aparelho digestivo e acender? Isso mesmo. Combina com a sofisticação do Carlos, né? Combina com a sofisticação retórica, claro, né? Isso. E dessa vez ele não falou de remolandês. Ah!

E o Eduardo ontem já havia publicado sobre o Zema, nem sequer ouviu o outro lado, bastou um par de horas para a união da direita, o potencial vice se aproveita e larga esta acusação sem fundamento. Não seja tão baixo, tão vil, Zema. E o Zema retrocou, vai.

Ele reagiu às postagens de Carlos Eduardo, também por meio das redes sociais. No X, o ex-governador de Minas Gerais, pré-candidato à presidência, não citou os irmãos de Flávio, seu adversário nas eleições desse ano, pelo menos a princípio, mas mandou uma indireta para Eduardo, que é ex-deputado federal, e Carlos, ex-vereador do Rio, e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina. Escreveu o seguinte, para quem não sabe diferenciar o oportunismo de coerência, dois pontos, o problema é seu. É.

É, a hiena é oportunista. Nós falamos onde é hiena aqui. É hiena! O bicho mais antipático do reino animal. Mas, por favor, se vocês encontrarem hiena, é para proteger as hienas, hein? Outro dia eu vi um desses vídeos no YouTube, não era inteligência artificial, que tem uma tribo e tal, tem as pessoas, elas domesticam a hiena. Um bicho feio, estranho, né? Mas, enfim, vai bem.

É, vira pet. E aí, sacaneando o Zema, os bolsonaristas radicais disseram que ele virou o Zória, associando ao Dória, que teria sido traidor. Que é uma sacanagem com o Dória, que o Dória fez a coisa certa quando o governador de São Paulo, em relação à vacina, em relação ao distanciamento social, sim, aderiu ao bolsonarismo lá atrás, durante a eleição, não sei o quê.

Mas fez a coisa certa, fez a coisa certa. Não estourou a dívida do Estado de São Paulo, como fez o Zema, mas, vamos lá, vai.

Em meia tensão entre Romeu Zema e o bolsonarismo, o presidenciável do Novo ganhou o apelido de Zória, em referência ao ex-governador de São Paulo, João Dória, considerado um traidor pelos apoiadores de Jair Bolsonaro. O ex-mandatário paulista associou sua imagem ao ex-presidente para vencer a eleição para o comando do Estado em 2018, mas se distanciou do chefe do executivo logo no primeiro ano de mandato. Por boas razões, por boas razões, de fato, se aproximou tal quanto PT, aquele negócio.

E por boas razões se distanciou. Fez a coisa certa. E fez uma boa gestão em São Paulo. A gente não é da mesma enfermaria ideológica não, mas é o fato. Agora.

E olha, rapaz, o Nicolas... É por isso que o Paulo Figueiredo, né, para o velho da ditadura, o Eduardo e outros do bolsonarismo, eles ficam loucos com o Nicolas, porque o Nicolas está dando o drible da vaca.

nos Bolsonaro. Ele não entrou de cabeça. Claro, atacou o governo Lula, olha, veja bem, não sei o que, mas ele está ali pedindo transparência. Sim, falar mal do governo Lula é de rigor. Se você é bolsonarista, esse é seu papel. Fale mal do governo Lula. Mas ele não está nessa, não.

Ele está dizendo, claro, que ele não acredita em condenações precipitadas. Acredito que transparência é sempre o melhor caminho. Flávio deu sua versão dos fatos e afirmou não haver qualquer ilegalidade em sua conduta. Tá bom, Valimeno? Então, tá bom. Aí, vai, claro, são muitos escândalos, governo do PT, não sei o quê, pá pá pá. Mas?

sem muita coragem. Aí nas páginas dele foi ele visitando o Teófilo Ottoni, contando das coisas que ele fez e não sei o quê, e mais uma vez deixando o bolsonarismo radical ali a ver navios. Ele não está... Ele não está querendo muito se comprometer com o troço, não. Porque fica claro que ele também não sabia.

E aí eu gostei muito, depois nós já vamos para o Lula, mas eu vou aqui, eu gostei muito de um deputado do PL, o José Medeiros, do PL do Mato Grosso. O Vale Bene, vamos parar com esse negócio aí, de ficar só com esse negócio de prurido moral, tá? Tá bom. Vamos parar, vamos parar com isso.

Ele disse que o problema dele, ele não está preocupado com o conteúdo moral da coisa do Flávio, não. Ele disse que se preocupa com outra coisa. Vamos para o negrito aí. O que ele falou? Trata-se de possível quebra de cadeia de custódia, vazamento ilegal de investigação, violação de dever funcional e instrumentalização político-seletiva de informações protegidas. Em democracias maduras, vazamentos ilegais de material sigiloso são tratados como ameaça institucional severa.

Isso. Não, olha, veja, eu não sou defensor de vazamento, mas por um acaso, quando o vazamento prejudica a gente do governo, em algum momento, vocês se opusaram. Quando a CPMI dominada por bolsonaristas começou a vazar coisas, vocês reclamaram? Foi? Não me lembro. Não me lembro. E outra, se não é crime, o problema é cadê a grana?

Cadê o dinheiro? Cadê o dinheiro? Que a gente não sabe onde é que está. Hein? Nós vamos para o comercial? Tem muita coisa ainda. Quer dizer, eu me manifestei e não me manifestei ao mesmo tempo mais ou menos assim. E ainda tem mais operação da Polícia Federal. Tem um monte de coisa. Fica aí, que você está gostando do que eu estou vendo.

o Renan está esclarecendo as coisas para você, até porque ele está sendo justo, está dizendo que o crime não é. Agora, onde é que está o dinheiro? O crime financiar filme não é crime. Né?

Teve até ouvinte nosso que sugeriu uma música que combina. Essa daqui, ó. Onde está o dinheiro? O gato meu, o gato meu que ninguém viu. Teve até ouvinte nosso que sugeriu uma música. Eita, tá voltando a fazer o áudio aqui. Agora sim.

Rapaz, eu lhe juro que eu tava com essa música na cabeça e ela só não vinha. Vários mandaram aqui. Eu queria. E aí o nosso ouvinte sempre ligadão, né? É isso. Sempre nos complementando. Onde tá o dinheiro? O gato comeu? É isso aí. O É da Coisa

Nós tratamos de mistérios aqui. Tem mistério onde está o dinheiro e tal. Pelo visto o Tarcísio sabe. Está satisfeito já. Ah, vem.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou hoje que a divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro preocupa, mas defendeu o filho de Jair Bolsonaro. Ele falou que o senador buscou imediatamente fazer todos os esclarecimentos necessários, mas reforçou que o povo brasileiro está cansado de corrupção. As declarações foram dadas durante a entrevista coletiva após evento em São Bernardo do Campo, aqui na BC Paulista. Indagado pela imprensa sobre o assunto, Tarcísio disse o seguinte.

É uma questão que preocupa, que precisa ser esclarecida, porque hoje esse escândalo do Máster está no centro das atenções de todos os brasileiros. O brasileiro não tolera mais a corrupção, o brasileiro está cansado, a gente vive um período muito difícil no Brasil.

O período onde as coisas não andaram, onde se gastou demais, taxa de juros lá em cima, as pessoas endividadas, as pessoas sem esperança e tomados por crises éticas, por crises institucionais. Isso é muito ruim. O Flávio imediatamente procurou dar todos os esclarecimentos, entrou em campo, falou do que se tratava. E eu acho que ele precisa continuar dando esclarecimentos à medida que as perguntas forem aparecendo. Porque é fundamental que todo mundo tenha segurança na relação ou no que aconteceu e ele possa...

continuar fazendo o que ele fez ontem. Deu a cara a tapa, foi lá, falou, se pronunciou e procurou explicar o que aconteceu. Bom, eu cheguei à conclusão que o governador entendeu o que aconteceu. Governador, o que aconteceu? Eu achei a fala mais confusa do que aquela do buraco da Sabesp. Hein? É, muito buraco, explode. O que aconteceu, governador?

O Flávio está dizendo que não tinha dinheiro. Ela tinha dinheiro no filme. Ele voltou a falar isso na Globo News. A produtora diz que não. Mas o que aconteceu? Hein?

E o Haddad, que vai disputar o governo com o Tarcísio? Vamos lá, vai. Fernando Haddad, que disputa contra, deve disputar contra Tarcísio de Freitas. O governo de São Paulo discorda do rival também nisso. O Haddad ignorizou as conversas entre Flávio e Vorcaro e os valores citados. Durante o evento ainda ontem do grupo Direitos Já em São Paulo, ele falou em tom irônico.

O cara pede uma contribuição de 134 milhões de reais para a família dele e o pessoal está apavorado com isso. Normal, você liga para uma pessoa, um amigo seu. O Brasil virou essa cleptocracia porque as pessoas perderam a noção do ridículo. Ele pediu isso para fazer um documentário sobre o pai dele. Até eu faço. E aí tem uma coisa, né, Isabela?

O Rorcaro, pelo visto, foi generoso. Porque eu já pedi 134 milhões que o Vale e o Bene, que poderia me emprestar e isso me ia fazer a menor diferença pra ele, em vez de ficar rodando pelo mundo aí, né? Podia falar, vamos ajudar o idoso. Ajudou? Nada. Nada, nem um tostão. Ah, o que mais?

Após o evento, Haddad concedeu uma entrevista coletiva, ele citou conexões entre o governo Bolsonaro e o Banco Master e falou que o caso envolvendo o Daniel Vorcaro é um rebento da gestão de Jair Bolsonaro. Vocês vão perceber que não existe uma possível relação entre o Bolsonaro e o Master. É uma coisa só. O Daniel Vorcaro foi autorizado a operar pelo presidente do BC indicado pelo... Ainda não.

Jair Bolsonaro. Jair Bolsonaro recebeu doação de campanha do Daniel Vorcaro. O Tarcísio de Freitas recebeu doação de campanha do Daniel Vorcaro. O ministro da Casa Civil tem relação com o Daniel Vorcaro. O ministro da SECOM do Bolsonaro tem relação com o Daniel Vorcaro. A ministra da SRI do Jair Bolsonaro tem relação com o Daniel Vorcaro.

Tem focinho de porco, rabo de porco, orelha de porco. Do que vocês estão falando? O Vorcaro é o rebento do governo Bolsonaro. Evidentemente, isso está aí pelo seguinte. Vai ser uma peça de resistência de campanha do Haddad aqui também.

E aí, estamos vendo. O próprio Galipo, que é o homem do Haddad, do Lula, já livrou a cara do Campos Neto, lá no Congresso. Mas tudo bem, vai falar isso. Agora, o Tarcísio falar que o Flávio explicou tudo, o que está explicado? Nada está explicado, né? É isso aí.

Muito bem, estamos de volta. Eu cheguei a comentar, não comentei diretamente. Na verdade, eu falei assim, em sentido genérico. Depois fiz uma pergunta específica, eu também disse isso com a polícia. E foi muito bem, vai.

O presidente Lula afirmou hoje à tarde que a verdade tarda, mas não falha, em uma referência em diretas revelações envolvendo Flávio Ivorcaro. A gente vai conferir a manifestação do presidente da República durante evento para entrega de unidades habitacionais na Bahia. Se tem uma coisa que um político tem que fazer, é olhar nos olhos do povo e permitir que o povo olhe o olho dele para saber quem está mentindo. E vocês estão vendo na televisão. A verdade é ela tarda, mas não falha.

Minha mãe dizia, mentira tem perna curta. Ela pode causar prejuízo. Vocês viram o que fizeram comigo porque eu não fosse candidato em 2018. Fiquei 580 dias preso. Eles acharam que eu tinha acabado no Brasil. Ele não conhecia o povo da Bahia e eu votei e sou presidente da República pela terceira vez.

Só para lembrar, muita gente contesta, enfim, mas eu também mantenho meu desafio, né? O Lula foi condenado sem prova. E, no entanto, o PT nunca propôs o golpe de Estado, né? Isso é um fato. Ah, não foi, foi condenado com prova. Tá bom, me dá a sentença, Sérgio Moro, vai lá, lê e manda a página que está a prova e eu apresento aqui.

O Valeo Bene está aqui comigo nove anos. Oito, né, Valeo Bene, você? Deve falar, não aguento mais esse desafio. É, mas ninguém apresenta, Valeo Bene, o que eu faço? O Valeo Bene está falando, vou ficar pelo menos alguns dias sem ouvir esse desafio. Ah, Lula, não comento, não vou comentar, vai. Em outro evento na Bahia em visita uma fábrica de fertilizantes, Lula foi indagado pela plateia sobre o áudio. Ele disse que é caso da polícia, mas não falou detalhadamente sobre a questão.

Eu não vou comentar um caso de polícia, não é meu? Eu não sou policial. Eu não sou procurador geral. O caso dele é de polícia. Você precisa ter algum delegado aqui? Não tem. Então, vá na primeira delegacia da Polícia Federal e pergunte como é que vai ser tratado o caso dele. O meu caso é tratado do povo brasileiro. É tratado da Petrobras, tratado do emprego.

É, eu acho que quanto menos comentar, melhor mesmo, porque tem a Polícia Federal que é autônoma e que está fazendo o seu trabalho. Agora, olha só, caiado, corajoso, ao centro-direita, alternativa, terceira via, ele poupa o Flávio, mas que sensual. Ele poupa o Flávio e ataca o PT. Não, eu não quero que ele fale bem do PT, ele é adversário do PT.

Mas, olha o Benny, vamos lembrar o lema do programa para ele? Est modus in rebus é uma medida nas coisas. É. Ou em Isabelês é est modus in rebus. Olha isso, eu me tomei. Como é que é est modus in rebus? Vai, Isabel. Est modus in rebus.

Isso, est modus en rebus. E tinha o latim, que era o latim paulistano, que é est modus en rebus, meu. E tinha o latim, que era o latim paraense, né? É, se for para o Flávio, é o irmão, né? Ele já culpou o carioquês. Est modus en rebus, irmão. As nossas tribos indígenas, depois precisamos falar. Fala, Caiado, o que tem? Vai.

O ex-governador de Goiás, pré-candidato à presidência, Ronaldo Caiado, pregou a união da centro-direita depois da revelação de que Flávio Bolsonaro pediu que Daniel Vorcaro patrocinasse a biografia do seu pai, Jair Bolsonaro. Em vídeo postado nas redes sociais, Caiado afirmou o seguinte. O que nós precisamos, mais do que nunca, é...

fazer com que a centro-direita brasileira não se divida, não rompa essa unidade para que possamos, aí sim, aquilo que é o fundamental, derrotar o PT e o Lula nas urnas no segundo turno.

Este é o compromisso que nós temos. Falhas de ordem pessoal devão ser tratadas por cada um que venha amanhã ser denunciado. Mas o objetivo principal é não mudar o foco. O foco é derrotar o Lula. E, sem dúvida nenhuma, é isso que a maioria da população brasileira espera de um pré-candidato à presidência da República.

Como é que é o negócio? Então vamos lá. Já disse, financiamento de filme não é crime. Agora, quando o Caiado vê alguma coisa que ele entende ser falha ética do PT...

Ele bota fogo no circo. Agora ele diz que é uma falha de ordem pessoal. Não, mas é uma falha de ordem pessoal de 134 milhões. De um dinheiro que a essa altura a gente nem sabe onde está. Porque afinal de contas, eles não dizem. E é uma falha de ordem pessoal? Ô, Caiá.

Não, pode ter, insisto, só faltava o Caiado começar a fazer campanha para o PT, não vai acontecer. Agora, com essa análise que ele faz, ele se diz o quê? De centro-direita? Essa é uma posição de centro-direita? Porque essa posição de centro-direita, inclusive, compreende a anistia, para a golpista.

Quer dizer, todo mundo, no fundo, essa coisa assim, não quero falar disso, está tirando uma casquinha também. Fica parecendo apoio, mas no fundo está tirando uma casquinha do Bolsonaro. Está dizendo assim, olha, do Flávio Bolsonaro, olha, eu também sou anti-PT, meu propósito também é derrotar o PT, e eu não estou com essa suspeita aí. Então eu sou uma alternativa. Por enquanto, as pesquisas dizem que não.

Até se aproximo do Lula no segundo turno, mas para chegar ao segundo turno é preciso passar pelo primeiro. E aí é 3%, 4%. E um pouco o Caiato está dizendo o seguinte, não importa a infração ética, qualquer que seja ela, o fundamental é vencer o PT.

Aí fica complicado, né, Caiado? Ser centro-direita, rapaz. É isso aí. O Eta Coisa

E tem pastores meio irritados aí, que tem o negócio do Flávio, quem sabe vão de caiada, como é que esse negócio aí vai? Segundo a Folha, a revelação de que Flávio pediu dinheiro ao Vocar para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro caiu como um balde de água fria entre lideranças evangélicas que nos bastidores já vinham demonstrando pouco entusiasmo com a pré-candidatura do senador.

A presidência e um grupo de WhatsApp que reúne pastores de relevância nacional, o clima azedou desde que o áudio de Flávio Paravorcaro veio à tona. A conversa revoltou pastores. Publicamente, os religiosos falam em aguardar pelos desdobramentos do caso. Mas nos bastidores, uma aula já defende migrar o apoio para Ronaldo Caiado. O mineiro Romeu Zema empolga menos, mas não é descartado.

É, porque juntar a questão ética, digamos assim, que afinal de contas, em nome do qual alguns pastores falam, com isso fica mais difícil, né? É isso aí. Muito bem, estamos de volta. Houve operação e o pai do Varcaro foi preso. Vai lá.

A Polícia Federal prendeu hoje o empresário Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master Daniel Vorcaro, na sexta fase da Operação Compliance Zero. Henrique foi alvo de um dos sete mandados de prisão da operação, que contou com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República e foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF.

Também foram expedidos 17 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. O pai de Vorcaro é investigado por ligação com a Turma, grupo classificado pela PF como uma organização criminosa suspeita de praticar condutas de intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos.

No âmbito do caso Master, a PF aponta que o Henrique Vorcaro solicitava serviços, fazia pagamentos e também mantinha contato e fazia pedidos a um outro grupo, conhecido como Os Meninos, que reunia hackers que atuavam para derrubar do ar reportagens negativas para o Master e publicar conteúdos positivos para o banco. Policiais da PF, da Ativa e aposentados também foram alvo da operação de hoje porque teriam participado do esquema.

Bom, deixa eu dizer o seguinte, sendo assim, são crimes contemporâneos, evidentemente, como crimes contemporâneos, aí a prisão preventiva, se for assim, é justificável. Outros alvos, vai lá. Vamos trazer os outros alvos desta operação, temos aqui a lista com esses outros alvos, nesse roteiro aqui, Reinaldo, que chegou para a gente depois. A corporação, não sei o que, depois vocês veem aí que rolo que deu, tá? Ah.

Agora eu achei, achei. A operação da Polícia Federal demonstrou que havia outros braços da organização criminosa, inclusive na própria PF. A corporação identificou dois policiais federais da ativa, o agente Anderson Vander da Silva Lima e a delegada Valéria Vieira Pereira da Silva como integrantes do grupo ligado a Forcaro. Anderson é apontado como a pessoa que repassava as informações dos sistemas internos da Polícia Federal, a Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado preso, e apontado como integrante dessa turma, a delegada Valéria e seu marido.

Francisco José Pereira da Silva, policial federal aposentado, também colaboravam para o repasse de dados sigilosos, segundo as investigações. As apurações da PF também indicam que Henrique Vorcário tinha ligações com operadores do Jogo do Bicho e com a milícia do Rio de Janeiro. O objetivo seria intimidar desafetos e atender a interesses do Master.

Manuel Mendes Rodrigues é apontado como responsável pelas ações no Rio. Um dos mandados de prisão foi expedido contra ele. Além disso, ele é descrito como chefe de um braço local do núcleo operacional chamado A Turma. A operação de hoje também mirou três hackers suspeitos de intimidar, vigiar desafetos e acessar informações sigilosas de processos judiciais em curso a mando de Vorcaro. O gerenciamento desse grupo, Os Meninos, era feito por Filipe Mourão, conhecido como Sicário.

e tinha como líder David Henrique Alves preso cautelarmente pela PF nessa quinta. Bom, sendo assim como está, são coisas contemporâneas, e as ações se justificam. É isso aí. O Eta Coisa

Olha, muito bem, estamos de volta. Tem algumas coisas que são interessantes aí. Vamos para a R7 aí. O Flávio deu uma entrevista à Globo News, né? E hoje, no curso do programa, sem saber disso, eu disse, olha, tudo indica que o Flávio sabia, tudo indica que o Eduardo sabia, e todo o resto da extrema-direita não sabia.

Tio Rei, você acha que o Jair sabia? Claro, né, gente? Mas, por exemplo, acho que Michele não. Você não é coisa de mulher, vale bem? Oh, Isabela, fiquem no lugar de vocês. Estamos lidando com dinheiro. Coisa pesada, coisa de homem. Ah, vai.

Lávio Bolsonaro disse em entrevista à Globo News que o dinheiro pedido a Daniel Vorcaro não foi encaminhado para Eduardo Bolsonaro, algo que o presidenciável negou e também confirmou que o advogado que cuidou do fundo do filme é de confiança de Eduardo Bolsonaro.

para o Eduardo Bolsonaro, disse ele fazendo referência ao dinheiro. Todo o dinheiro que foi aportado nesse fundo é integralmente utilizado para fazer o filme. Para cuidar das questões legais, você tem que contratar um advogado. E esse advogado é de confiança de Eduardo Bolsonaro, alguém que cuidou de todo o procedimento de green card.

Questionado sobre por que Vorcaro financiou o filme, Flávio disse o seguinte Eu imagino que seja com expectativa de retorno deste investimento. Ele bota um dinheiro. Não fez doação. Não está me fazendo favor. Eu não tinha absolutamente nada a oferecer em troca para ele.

É, aquele áudio, o irmão, né, tal. Aí, assim, ele embarcou na conversa do... Na desculpa que o nepo velho da ditadura lá, o Paulo Figueiredo, arrumou pra ele, né. Ah, no Rio todo mundo se chama de irmão e tal. Eu tenho amigo carioca que não me chama de irmão, não. Aí o PH aqui disse, vai ver que não é muito seu amigo, então. Mas, ô, vale o bem. Ô, ô, vale o bem. Oi. A R3 aí. Tá bom.

Pô, ô Fabinho! Que nem meu tio chamava meu primo Flávio. Fabinho! Ô Fabinho!

Por que, Flávio, por que você não contou para ninguém, não contou para nós, hein, Flávio? Por que você não contou? Vai, Flávio, explica por que você não contou, vai. O senador afirmou que omitiu publicamente sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro por causa de uma cláusula de confidencialidade ligada ao financiamento desse filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele falou, eu não falei que era mentira, tenho contrato de confidencialidade, estou falando disso agora porque viro à tona, não tem mais como negar.

Flávio disse que evitou comentar anteriormente sobre o vínculo porque isso levaria à revelação do projeto. Disse o seguinte na entrevista à Globo News. Eu falo assim, não, eu conheço o Vorcaro. A pergunta seguinte seria, qual seria? Qual a sua relação com ele? Eu ia ter que falar do filme, foi só por isso que eu me eximi.

O senador também afirmou que nunca disse que a informação era falsa e que justificou que resolveu tratar do assunto publicamente porque o caso se tornou conhecido. Na entrevista, Flávio sustentou que a relação com o Forcaro era apenas comercial. Não tinha essa de irmão, não. Falou, venham aqui de peito aberto dizer que não tem nada de errado, é uma relação contratual. Tá, e ninguém perguntou pra ele sobre a produtora? Não, não tô corrigindo a entrevista de ninguém, só quero saber.

produtores que não recebeu. E diz que as autoridades estão... Agora você vê, passou pelo Flávio, passou pelo Eduardo, os irmãos... Era um problema... Ô, Bolsonaro, esses caras veem o poder e veem o Estado brasileiro como um assunto pessoal.

como um assunto familiar, como um assunto privado. Eles não entendem o que é uma república e nunca entenderam. Aliás, se o Bolsonaro soubesse o que é uma república, ele não teria toda essa filharada pendurada na política. Gozado que todo mundo fazendo discurso de direita, todo mundo fazendo discurso liberal, e não há um filho da mãe que ganha vida na iniciativa privada.

Todo mundo se pendura no Estado. Aproveitando o sobrenome do Bolsonaro, aquele eleitorado que eles próprios chamam de gado. Até o Jair Renan. Até o Jair Renan foi se pendurar lá em Balneário Camboriú.

Já desde a terra-idade. Ninguém vai procurar um emprego na iniciativa privada. Eu não acho que ser político seja um problema. Eu gosto de política. Mas quando você se faz em cima de um sobrenome, tenta inventar uma aristocracia, especialmente uma aristocracia desse tipo, hã? Aí a gente tem esse troço.

É absolutamente impressionante que assim seja. Mas e a certeza de que vão levar os idiotas no bico? Eu sei lá, cara, eu juro, Valbeni, juro, Isabela, eu acho que lá entre eles, pega ali um whisky ou sei lá o quê, eu não bebo, tá bom, comendo farofa, comendo banana frita. Ele deve falar assim, mas que bando de idiota, não?

Mas que bando de Zé Mané? Olha só, olha só como eles caem na conversa. Deve ser assim. E aí, esse valor pornográfico desse filme, esse valor absurdo,

A propósito, vamos para 15 aí. Por que o valor pedido para o filme é um absurdo? Um absurdo em si.

E o dinheiro que agora não se sabe onde está. Ah, vai lá. Os 134 milhões de reais solicitados por Flávia Vorcaro para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro representam um orçamento superior ao de megaproduções do cinema nacional bem avaliadas nos últimos anos, como Agente Secreto, custou 28 milhões de reais, ainda estou aqui.

As cifras ficaram na casa dos 45 milhões de reais. O orçamento citado nas conversas entre Flávio e Vorcaro também seria o suficiente para produzir alguns dos grandes filmes internacionais dessas últimas duas décadas. Para se ter uma ideia, com 24 milhões de dólares, seria possível produzir 15 dos últimos 20 longas vencedores do Oscar de melhor filme, conforme o levantamento do Globo. Nesta conta, estão produções independentes, como a Nora e Parasita, Moonlight.

mas também obras hollywoodianas mais ousadas, como A Forma da Água e Birdman. Aliás, aqui, filmes...

adoráveis, como Birdman, que é maravilhoso, uma besteira com uma forma de... Eu lembro de você criticando. Nossa senhora, mas aquilo é uma tolice tão gigantesca. A Nora, que eu achei muito mais ou menos, Parasita, um bom filme, Moonlight, um grande filme, mas eu tenho outros aqui também, que eu trouxe aqui pra você. Baby Girl, com a Nicole Kidman, que eu adoro.

20 milhões de dólares, embora o filme não seja grande coisa não, dou nota 6. Mas é um grande filme.

Dona Tassi, porque assim, o cara, ele teria que ter a pinta de um grande sedutor, eu não entendi, porque ela ficou louca por ele, ele parece um pastel de vento. Mas enfim, ah, mas não é pra você ficar excitado com ele. Mas mesmo assim, a gente sempre tem uma certa noção e tal, né? Por exemplo, o Leonardo DiCaprio, quando fez o filme daquele navio, eu entendia, porque ela era louca por ele, porque de fato, coisa... Aí diz a Lília, aquele parece uma mocinha, por isso que você já...

a substância favoroso, mas é ruim é ruim de uma quantidade gigantesca mas fez um puta sucesso, faturou mais de 70 milhões de dólares custou 17,5 milhões de dólares zona de interesse maravilhoso, obra-prima obra superior 15 milhões de dólares o conclave hum né ben Switzerland

Não acho grande coisa. Nota 6. Mas fez um baita sucesso. 20 milhões. De dólares. O Agente Secreto aqui colocando em dólares. 5,6 milhões de dólares. Um excelente filme. Fez um baita sucesso. Oscar. Ainda estou aqui. Espetacular. Menos de 9 milhões de dólares. 8,95 milhões de dólares.

aí para cantar as glórias de um golpista, 25 milhões de dólares? Com elenco de segunda? Insisto, nas conversas, o Vorcar e o Zé Tedon entenderam que eles estavam financiando o filme mesmo.

E não se sabe onde está o dinheiro. Como bem lembrou. Lembraram os nossos telespectadores. Né? Sim. Nossos internautas, internautas, internautes. Beijo, até amanhã. Boas férias, vai bem. Obrigado.

Onde está o dinheiro? O gato comeu, o gato comeu Que ninguém viu O gato fugiu, o gato fugiu O seu paradeiro está no estrangeiro Onde está o dinheiro? Onde está o dinheiro? O gato comeu, o gato comeu Que ninguém viu O gato fugiu, o gato fugiu O seu paradeiro está no estrangeiro Onde está o dinheiro?

Eu vou procurar e ei te encontrar E com o dinheiro na mão Eu compro um vagão, eu compro a nação Eu compro até seu coração Onde está o dinheiro? Gato meu, gato meu E ninguém viu Gato Gil, gato Gil O seu paradeiro Buscar no estrangeiro Onde está o dinheiro?

Onde está o dinheiro? Gato meu, gato meu Que ninguém viu Gato Gil, gato Gil Seu parateiro Está no estrangeiro Onde está o dinheiro? No norte não está No sul estará Tem gente que sabe e não diz Está tudo por um triz E aí está o X E não se pode ser feliz

Onde está o dinheiro? O gato comeu, o gato comeu E ninguém viu, o gato fugiu, o gato fugiu O seu faradeiro está no estrangeiro Onde está o dinheiro? Onde está o dinheiro? O gato comeu, o gato comeu E ninguém viu, o gato fugiu, o gato fugiu O seu faradeiro está no estrangeiro Onde está o dinheiro?

Eu vou procurar, e eu te encontrar, e com o dinheiro na mão. Eu compro um vagão, eu compro a nação, eu compro até seu coração. Você ouviu o É da Coisa, na Band News FM.

Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!

O É da Coisa de 15/05/2026 com Reinaldo Azevedo: Master: cai outra versão de Flávio; PF, RJ e STF | Castnews Index — Castnews Index