O É da Coisa de 12/05/2026 com Reinaldo Azevedo: Dudu condenado; Bolsonaro e tolices; Lula e o crime
- PGR pede condenação de Eduardo BolsonaroCoação no curso do processo · Liberdade de expressão · Ataques ao Supremo Tribunal Federal · Saúde de Jair Bolsonaro · Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes · Paulo Gonê · Ratinho Júnior · Ricardo Salles · Gilmar Mendes · Luiz Fux · Zanin
- Defesa do Bolsonarismo e Jair BolsonaroCompetência do Supremo Tribunal Federal · Cerceamento de defesa · Nunes Marques · Saúde de Jair Bolsonaro · Mauro César Barbosa Cid · Luiz Fux
- O caso MasterProjeto de lei de FGC · Teoria conspiratória · Ciro Nogueira · Daniel Vorcaro · Marcelo Lopes · Flávio Bolsonaro · Michael · Valdemar Costa Neto · Banco Central
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- Fabricação de explosivosProtocolos de segurança · Indenização às vítimas · Tarcísio de Freitas · Carlos Augusto Leone Piani · Felipe Ferreira Guimarães Figueiredo
Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual. Pra quem espera mais de um banco. iFood. Os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já!
Existem pra ajudar Dizem que ela existe pra proteger Eu sei que ela pode te parar Eu sei que ela pode te prender Polícia, para quem precisa Polícia, para quem precisa de Polícia, Polícia, para quem precisa Polícia, para quem precisa de Polícia, dizem pra você Obedecer, dizem pra você Responder, dizem pra você Cooperar, dizem pra você Respeitar
Para quem precisa de polícia! Para quem precisa de polícia!
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Para quem precisa de polícia Para quem precisa de polícia
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Oé da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá que a gente se confunde, se atrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pela Band News TV e pela Band News FM, pelo Band News TV. Olha o Beni, esses artigos sempre vão me atrapalhar.
pela Band News FM, pelo Band News TV. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre em Rádio Band News FM ou no aplicativo Band Play. Olha aqui. Polícia para quem precisa de polícia. Boa noite, Isabela Mota. Boa noite, Vale o Beni. Boa noite. Nunca foi tão necessário. Hoje tem bastante coisa sobre polícia. E uma das grandes questões, está nessa música dos Titãs, é ter polícia para quem precisa de polícia.
Porque muitas vezes, né, aqueles que precisam de polícia pedem polícia para os outros. Mas, Ovalho Beni, é assim desde o sermão do bom ladrão do padre Vieira. Não é?
Não são só ladrões, diz o santo, os que espreitam bolsas, ou se cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhe escolher as roupas. Os que mais próprios e dignamente merecem esse título são aqueles a quem os reis encomendam exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais, já com manha, já com força, roubam e despojam os povos.
Os outros ladrões roubam o homem. Estes roubam cidades e reinos. Os outros se furtam são enforcados. Estes furtam e enforcam. Daí, polícia para quem precisa de polícia. E nós vamos tratar disso hoje. Aliás, nós já vamos começar falando de polícia para quem precisa de polícia.
Tem muita coisa, fica aí, tem plano de segurança do Lula, tem o Eduardo, agora a Procuradoria Geral da República, pediu para ele ser condenado. Olha, tem coisa, Pachuchu. Fica aí, você vai se divertir e se der. E se puder aprender, um pouco ótimo. E também nos ensinando sempre, porque a gente aprende com o nosso público. Não é isso? Sem qualquer demagogia, isso é verdade. Né?
PGR pede a condenação óbvia de Eduardo. Ih, lá vem chororô. Ai, meu Deus do céu. Ih, lá vem chororô. Aí alguém vai falar assim, ai, a liberdade de expressão no Brasil. Ai, como está a liberdade de expressão? Eu nem posso agora ameaçar juiz, coagir juiz, que logo tenho de responder.
Como começou uma tradição, como começou uma onda de ataque ao Supremo, porque você pode criticar o Supremo por bons motivos, isso sempre existe, mas você pode também atacá-lo por maus motivos. A gente sabe disso. E hoje tem um ataque por maus motivos. Tem gente hoje piscando para a fascista e atacando o Supremo.
e você errei, eu não pisco para fascista, como diria a pessoa, não sou moço de frete, não, não, não, não, não, não, vamos lá neste dia gelado em São Paulo, ai como eu odeio isso, meu Deus, olha bem Isabela, como eu detesto, Isabela, estou com você, terrível,
Nunca vou me acostumar. E aqui em casa tem uma paralaxe cognitiva entre mim e minha mulher nesse caso, porque ela adora o frio, eu odeio. Mas, por outro lado, ela gosta de dormir, ela gosta de frio para poder dormir toda coberta. E eu gosto de calor para poder dormir livre. Entendeu? Não gosto.
Imagina. Não, preciso ficar solto para dormir. Eu não posso ficar todo preso. Eu tenho uma namorada que gostava de dormir de conchinha. Me dá um desespero, porque a pessoa acha que é pessoal. Mas é que eu vim ao mundo só e eu preciso dormir só, assim, no sentido de... Me larga, né? Porque senão até o ritmo da respiração que fica na minha orelha, eu vou perder no ritmo da minha.
Nossa, que mala que você é, Reinaldo. Não, eu sou uma pessoa doce, está cheirosinha, mas eu não... É, é assim. Você está falando da sua mulher? Não. Falei de uma namorada lá atrás. Não, minha mulher eu me entendo. 40 anos é voyman, você já tem uma certa experiência. Na temperatura, não. Porque ela acha isso aqui uma delícia. O que tem de bom nisso? Fica tudo assim.
Reinaldo, para de falar porcaria, vamos trabalhar. PGR pede a condenação óbvia de Eduardo. Lá vem chororô. Vai!
A Procuradoria-Geral da República pediu a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo. A manifestação foi feita ontem no contexto do caso em que o ex-parlamentar é réu por atrapalhar a análise do STF sobre a trama golpista na qual o pai de Eduardo, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi depois condenado a 27 anos e três meses de prisão. E um trecho no qual pede a condenação do filho 03...
Do ex-presidente, o procurador-geral da República, Paulo Gonê, escreveu o seguinte, citando a atuação de Eduardo nos Estados Unidos contra instituições brasileiras. O inconformismo do réu materializou-se em atos concretos de hostilidade e promessas efetivadas de retaliação internacional, com o objetivo claro de paralisar as persecuções penais em curso, o que preenche integralmente os requisitos do tipo penal imputado.
Mas olha, nesse caso, o Eduardo chega a ser comovente de tanta prova que produz contra si mesmo. É o tipo de coisa, eu não preciso queimar pestana para saber se ele fez ou não fez. Ele fez. Mas se orgulhava de lá fora, mesmo nas questões relativas às taxas, às tarifas,
Ele dizia, não, sou eu, sou eu que estou fazendo. Batia no peito ele e o nepo velho da ditadura lá, o Paulo Figueiredo. Eu me lembro, Vole e Beni, Isabela, minha abelha, tem boa memória. Então, eu lembro que o Ratinho Júnior, acho que nós falamos aqui, o Ratinho Júnior, quando o Trump impôs as tarifas,
Aí o Ratinho Júnior resolveu, como ele não tinha coragem de bater no Trump, nem ele, ninguém da extrema direita, então ele resolveu bater no Lula. Ele disse assim, o culpado é o Lula, porque o Lula falou lá nos BRICS que ele quer uma moeda para o comércio local. Então não tem nada a ver com o Bolsonaro. O Ratinho estava até tentando livrar a cara do Bolsonaro. Não tem nada a ver com o Bolsonaro, tem a ver com os BRICS.
O Vaibê Eduardo veio ao público para protestar. Disse, não senhor, tem a ver com o Bolsonaro. Tem a ver com a gente sim. Fomos nós, fomos nós. E aí, meninos, nós temos aí alguns vídeos. Né? Quando o rapaz disse que ele tinha as partes pudendas roxas.
É. Não sendo gangrena, porque pode ser gangrena, também precisa ver, de repente, é uma gangrena. Não, é roxo! Tem outro que também tem a roxa, que está em prisão domiciliar. Tem. Mas, quer ver? Quando ele fala que é roxo, é ousado ter escolhido a cor roxa, né? Roxo, é? É. Hum.
Não, fala, Eduardo, vai. Fala, roxo, vai. Eu vou provar para o Alexandre de Moraes que ele encontrou um cara de saco roxo que vai acabar com essa brincadeirinha dele. Moraes, você, a sua mulher, e depois dela, que em breve será sancionado, seus filhos, eu vou atrás de cada um de vocês. Ai, que medo. Já foi ao médico, Eduardo? Hein? Precisa ver isso aí. Vai ser um problema isso aí.
Você sabe que com o Nunes, aquela resposta que ele deu ao Nunes, ao Nunes não, ao Salles, Ricardo Salles, que o Ricardo Salles falou até de grana que ele teria recebido para topar a chapa com o André do Prado, do Valdemar, eu achei que a resposta dele foi...
assim, bem pálida, não vi nada de roxo aí, tomando roxo como símbolo da macheza, da fortaleza, né?
Eu acho que isso ameaça. Isso aqui, será que ameaça? Fala, fala, fala, fala, fala, meu filho, vai. Alexandre Moraes está com medo. Alexandre Moraes está sem dormir. Porque ele sabe que daqui a pouco vai vir a lei Magnitsky. E do jeito que o Trump é, não vai vir só nele. Vai vir pegando, provavelmente, a esposa dele, o Fábio Schorr e outros atores da Polícia Federal. Não sei, que agora está tudo na mão do Trump e ele é imprevisível. Talvez venha para cima do PGR. Enfim.
Agora a bola está do lado deles. O meu conselho é, se vocês querem realmente resolver o problema, ajam rápido. Façam a anistia ampla, geral e restrita. É a dica que eu posso dar. Não houvesse mais nenhum vídeo, e é uma penca. Não houvesse mais nenhuma publicação nas redes sociais, e é uma penca. Esse videozinho, esse é do dia 12 de julho do ano passado, é o vídeo dos vídeos.
Alexandre vai ser punido, outros ministros vão ser punidos, Procurador-Geral da República vai ser punido, todo mundo punido. E como não punir? Aí vocês já sabem o que fazer. Condescender com a anistia.
Os juízes estão sendo ameaçados ou não estão sendo ameaçados? É clara, explícita e arreganhadamente. Que nome tem isso que ele está fazendo? Chama coação no curso do processo. Não há nada mais grave, evidentemente, do que ameaçar o juiz para que o juiz não tome a decisão que ele tem de tomar. Isso aqui fere a liberdade de expressão? Liberdade de expressão agora é ameaçar juiz?
E ameaçou, tanto que ameaçou até juiz que não ia julgar o pai dele. Quer ver? Vai. Gilmar Mendes está disposto a tudo? A sua esposa Guilmar está disposta a tudo? Será que o Zanin e o escritório do Zanin Advogado estão dispostos a tudo? Isso é o que a gente vai ver. Isso vai ser preciso, como o Paulo Figueiredo diz, queimar a floresta inteira para pegar...
lá o monstrinho da Birmânia, ou se nós teremos autoridades racionais, ponderadas e responsáveis para evitar que a gente chegue a esse ponto. O Gilmar nem era da primeira turma.
Nem é da primeira turma. Então, ameaça generalizada. E eu gosto quando a extrema-direita usa imagens, porque sempre usam imagens de destruição. Isso é uma força anímica deles. Essa coisa de destruir a floresta para pegar o monstri da Birmania. Podia ter falado do Vietnã, por exemplo. Queimar toda a floresta para pegar alguns vietcongues, não importa quantos inocentes morram. Massacre de milheiros.
Assim, não há saída possível que não a condenação. Se hoje até a imprensa está tomada pela delinquência, porque é delinquência, se hoje até a imprensa está tomada pela delinquência de confundir crime com liberdade de expressão, não será aqui que se vai confundir.
Porque no meu livrinho de frases máximas de um país mínimo eu já disse que quem confunde crime com liberdade de expressão fatalmente confundirá um dia liberdade de expressão com crime. Isso não é só um trocadilho. Então, sim, Eduardo será condenado e tem implicações na eleição, porque há prazos.
ele vai ser mantido na chapa? Segundo o Código Eleitoral, a chapa para o Senado é uma unidade. É o titular e os suplentes. A ineligibilidade de um suplente contamina toda a chapa. Ah, não, nós vamos insistir porque nós consideramos que lá na frente ele vai ser absolvido. Se não for, é a chapa toda que quebra a cara. Hum?
A chapa que, aliás, está dando problema, né, Volibem? Tá, Isabela, está dando problema. Está o maior barraco. Lá entre eles. Estou falando do Ricardo Salles, nós vimos isso ontem aqui. Tio... Vai ter a revisão judicial do caso Bolsonaro, hein?
E o relator escolhido, o relator escolhido é o Nunes Marques. E aí, mais uma vez, coisas impressionantes acontecem. O Vale Bene, você sabe que eu tenho uma mina de ouro nas mãos, viu? Ah, é? É. Chama ler as leis.
Mas quero deixar uma coisa clara, eu não tenho monopólio disso. Outros também podem. Eventualmente dormindo um pouco menos, tendo um pouco menos de preguiça. Que não é um mal que coalha o titio, né? Já escrevi 36 hoje. É. Idoso ou ativo.
Nunes Marques, relator da revisão judicial de Bolsonaro. O nosso Cássio Conká. Né? Hum, vai. O próprio será o relator no Supremo Tribunal Federal desse pedido de revisão criminal de Bolsonaro. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses pela tentativa de golpe de Estado. Os advogados de Bolsonaro defendem a anulação do processo e consideram que o caso deveria ser julgado pelo plenário da corte.
A relatoria foi sorteada entre os ministros da segunda turma do STF menos Luiz Fux, que julgou a ação enquanto ainda estava na primeira turma. Os advogados de Bolsonaro pedem que, com o pedido da revisão criminal, o Supremo anule o processo, reconhecendo-se a competência originária do plenário para julgar a ação penal.
Anule a colaboração premiada do Correio Mauro César Barbosa Cid, reconhecendo também a nulidade de todas as provas decorrentes desta delação. Anule o processo em virtude de manifesto de cerceamento de defesa e absolva o ex-presidente de todos os crimes imputados.
Aí o manifesto, o cerceamento de defesa, quer dizer, o cerceamento de defesa é tão claro, segundo eles, que ele é manifesto, não precisa nem ser demonstrado. E aí, aí começa. Vai ser divertido. Vamos lá, tem um papo furado.
Sobre, ah, olha, o Nunes Marques, que algumas coisas, vocês lembram, foi para o pleno do Supremo julgar, né? E como foi para o pleno do Supremo julgar, o Nunes Marques não reconheceu o crime de golpe de Estado. Achou que estava tudo certo ali. E aí começou a história, hum, o Nunes Marques acho que vai concordar. Tá, vamos ver. Talvez ele decida rasgar a lei.
Do que é que eu estou falando? Vai. A imprensa noticia que o voto do ministro Nunes Marques em uma ação penada ligada ao 8 de janeiro revela convergência com pontos centrais da revisão criminal apresentada pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal. O ministro já manifestou posição crítica à ampliação da competência da corte.
e a responsabilização baseada em construções amplas, justamente alguns dos principais argumentos usados pelos advogados do ex-presidente para tentar anular a condenação. Na revisão criminal, a defesa sustenta que a condenação foi construída a partir de uma narrativa globalizante, que teria reunido fatos heterogêneos, como discursos, reuniões e atos de terceiros, para suprir a falta da prova direta.
Vamos lá. Fica aqui meu convite para todos. Não tendo mais nada para fazer, já que se decide escrever a respeito, porque eu, vai, Beni, outro dia me encomendaram um artigo sobre física quântica.
Viu? Falaram assim, Ei, fale sobre a física quântica e a poesia de safo de lésbios. Eu disse, hum... Emocionante. Poesia de safo de lésbios, tudo bem, mas a física quântica eu preciso estudar um pouco. Não vou escrever o artigo já. E talvez eu nem escreva, Wally Manny, porque isso evidentemente é uma brincadeira, porque acho que eu não vou compreender direito.
Agora, ler os artigos 621 a 631 do Código de Processo Penal, aí, Isabela, já é uma tarefa factível. Possível, sim. É, basta ir lá. Antes era pegar o livrinho, que eu tenho aqui, que é o livrão da porra, mas está na internet também. Está no .gov lá. Está no Senado, está em todo lugar. O que você acha?
Há três situações apenas para revisão judicial. Tudo isso que foi falado teria de ser revisão do julgamento. Vocês se lembram que a defesa do Bolsonaro já tinha falado que o Supremo não era competente para julgar? Sim. E o Supremo falou, não, sou, sou competente.
Que não tinha prova? Não, tem. Que iria anular a deleção do Mauricílio? Não, a deleção do Mauricílio está mantida. Será que o Supremo vai, será que a segunda turma vai refazer o julgamento feito pela primeira turma? Hein? Isso não é que existe, como diria o padre Quevedo no Fantástico. Tem um monte de gente que nem sabe do que eu estou falando.
Mas o padre Quevedo era um que desfazia fantasmas, Isabela. Parapsicologista. Parapsicologista, exatamente. Ele era um parapsicólogo, na verdade, e aí ele falava, ah, tem fantasma na minha casa. Ia lá e demonstrava que o fantasma era fruto da sua mente, eu sei lá o que era, eu sei que fantasma não era. O padre Quevedo, como tio rei, não acredita em fantasmas.
Só acreditem em pessoas que não são muito boas da Veneta. Então, olha aqui. Vamos lá. Três hipóteses. Há um erro judicial. O juiz errou.
O juiz, a sentença condenatória foi contrária ao texto da lei. A lei diz uma coisa, a sentença diz outra. Existe um error injudicando, valeu bem, Isabela, olha só que nome feio. E aí, cabe. Fica evidente que houve o erro. Aplicou a lei de forma errada.
Ignorou provas e tal, isso ficou evidente. É o caso? Não. Mas, aparece um depoimento, mas isso não é revendo as provas do próprio processo, hein? Numa outra coisa, qualquer lá, de repente aparece um depoimento que comprova...
que um testemunho, uma evidência apresentada lá no caso da condenação do Bolsonaro era comprovadamente falsa. Mas isso não é reexame de prova, hein? Isso é um achado, muitas vezes, fortuito. Já aconteceu. Vai, paga, faz o exame de DNA para ver um determinado crime e acaba descobrindo que o outro crime, o autor era o outro, não era aquele. Tem de fazer a revisão.
aparece alguma prova nova que desmonta toda a tese. Agora, isso que a defesa está pedindo seria como, como, se fosse proceder a um novo julgamento. Não vai acontecer.
Não vai acontecer. Nem com o Nunes Marques. Agora, de fato, o Nunes Marques, ele... Nunes Marques, aquilo que aconteceu naquele 8 de janeiro, foi só uma coisinha, não teve grande importância. Acho que ele não fará assim, mas... né? Vole e Beni, vai saber. Né? Mas não será por esse caminho, acho. Né?
Agora, o Nunes Marques vai assumir o TSE. O Lula e o Flávio estarão na posse, sob o mesmo teto? O ideal na democracia é que se cumprimentassem, que houvesse uma... Mas isso já ficou lá atrás.
como num poema de Mário Faustino, a terra clara aberta em que o Jesus Cristo mais uma vez beijo enforcado, referindo-se a Jesus Cristo e Judas, não, não vai acontecer, mas vai lá.
O ministro Cássio Nunes Marques tomará posse nesta terça como presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Cerimônia no TSE está marcada para daqui a pouquinho, às 19h. O evento deve marcar o primeiro encontro público entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro desde que o parlamentar lançou sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
O Filho 01 de Jair Bolsonaro afirmou ao Globo que vai participar da cerimônia. Lula também deve comparecer ao evento, que reunirá ministros do Supremo Tribunal Federal, integrantes do governo, parlamentares e dirigentes partidários. Como falamos ontem, Nunes Marques convidou, além do presidente Lula, todos os ex-presidentes da República, incluindo Jair Bolsonaro e Fernando Collor, que estão presos em regime domiciliar. O ministro argumentou que o envio dos convites é praxe para essas cerimônias.
Bom, sobre a praxe, já falei ontem, não faz o menor sentido. E quanto ao Nunes Marques, vamos ver, porque o Nunes Marques presidente, vice André Mendonça, eu tenho lido algumas coisas que são de uma má consciência espantosa.
dizendo assim, Nunes Marques promete, dá a entender que vai fazer menos intervenções do que fez Alexandre de Moraes, ou que ele seria mais tolerante, mais... Tolerante com o quê? Com o crime?
Então tem um crime eleitoral. Ah, mas eu prefiro não... Veja, o Vaubene, Isabela, jogo em que o juiz aparece muito, de fato, não costuma ser um bom jogo. Agora, precisa ver se o juiz está aparecendo demais porque ele é uma estrela que gosta de aparecer mais do que os jogadores, ou se é necessário que ele faça a intervenção. Porque senão deixa a pancadaria correr.
E quando a pancadaria corre, vale o BN e Isabela, o jogo é bom? Não. Também não. Mas, quando a pancadaria corre, quem é punido? O mau jogador ou o bom jogador? É o bom jogador, né? Não é isso? Porque o mau jogador, como ele não tem talento, ele vai pra porrada. Só tem a porrada.
E eu vou acessar... Não, errei a imitação, cara. Entende? O Pelé... Não, porque o Pelé sabia da porrada também. Ele era o maior de todos os tempos. Mas também o Vaibane não tinha super-hapes não, hein? Quando iam pra cima dele, também ia. Isso, isso era bom.
Mas o bom jogador, ele se dá bem no jogo bom. Essa é a história de que o Nunes Marques, se ele fizer poucas intervenções, então ele é bom. Não! Não! Se precisar, tem que intervir. E eu vou sair mais cedo hoje, mentira. É que eu vou lá ao jantar, 800 conto.
Espero que a comida seja boa, pelo menos, né? Que o precinho é bom. Foi esse o preço. R$ 800,00 por pessoa. O ingresso vendido para essa cerimônia. Depois da cerimônia no TSE, Nunes Marques vai oferecer esse jantar com ingressos de R$ 800,00. O evento será num salão na Asa Sul, em Brasília, a partir das oito e meia da noite. O convite indica que será um jantar por adesão, modelo em que o dinheiro é arrecadado. É usado para custear a festa.
Essa venda de ingressos é realizada pela Associação dos Juízes Federais do Brasil.
Ao portal G1, o cerimonial da associação afirmou que está apenas intermediando as vendas, sem arcar com os custos do evento. Procurado, o TSE não se manifestou. É, também aí, assim, eu estou noticiando que está em todo canto, que está aparecendo que há uma grande indecência fazer jantar de R$ 800, não tem nada. Sendo promovido, as pessoas pagando, ah, mas aí vai lá pagar, vamos ver o que foi, que não sei o que.
Também há um excesso aí de coisas. Imagina, isso nos Estados Unidos é absolutamente comum, tem esses jantares, não tem nenhum problema. Com políticos, presidentes, não sei o quê. Não pode haver troca de favores. Não tem troca de favores? Está tudo certo. E também ninguém vai a um jantar de adesão de 800 conto.
As claras podem chegar lá e falar, aí, ministro, eu fui o seu jantar lá, não sei o que e tal. Né? Ai, mas a Carmen Lúcia não fez. Não, não é por isso que isso a torna uma juíza melhor ou pior. Ela não fez jantar quando virou presidente do TSE, mas, por exemplo, não foi uma boa presidente do TSE.
Ah, vai falar mal da Carmem Lúcia? Eu não estou falando mal. Quem fala mal é outra profissão. Eu não falo mal. Eu penso na demora em tomar determinadas decisões. No rolo que foi o acórdão sobre a cassação do Cláudio Castro. Eu não quero que juiz seja... Quero que seja eficiente. Em cumprir a sua função.
O Mota, vai falar do pacote de segurança? Vou falar do pacote de segurança. Vou ter que lembrar algumas coisas. Mais uma vez, a memória ser colocada a serviço dos brasileiros. Valeu, Beni, vou socializar a minha memória. Quando morrer, entregarei meu cérebro. Vai demorar. E tem metal, hein? É bom que saibam. Tem metal. Tem metal lá dentro, Isabela.
É verdade? Sério? É, ah, oi. Teve a neuris, mas tem uns metal lá. É por isso que funciona bem. Mota defende dosimetria e fala em diálogo com a STF. Vai.
O presidente da Câmara dos Deputados afirmou hoje que o Congresso vai se posicionar contra a suspensão da aplicação da Lei da Dosimetria. Após a legislação ser aprovada no Legislativo, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a aplicabilidade até que o STF julgue ações que questionam a constitucionalidade da lei.
O texto aprovado pelo Congresso beneficia condenados pela trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. A TMC, Mota, afirmou que o Legislativo vai defender a aplicabilidade da legislação e que tanto a aprovação quanto a derrubada do veto do presidente Lula ao texto foram aprovados por ampla maioria do Parlamento. Vamos ao que disse Mota. O que nós vamos fazer é, nos autos, nos posicionar para aquilo que foi decidido pelo Congresso.
Esperamos e confiamos que o STF irá sim dar a aplicabilidade aprovada pelo Congresso nesses casos inerentes à dosimetria. Deixa eu dizer uma coisa. O Mota não atacou o STF. Eu estou falando isso porque veio aquela delinquência. Alexandre de Moraes, olha que absurdo, suspendeu. Alexandre de Moraes, nós já demonstramos aqui, fez o que tinha de fazer.
tem duas ações diretas em constitucionalidade contra o que eu chamo de dosimetria pornô. O Supremo tem de julgar essas adins, essas ações diretas em constitucionalidade. Se forem rejeitadas, pronto, aplica-se. Fez a coisa certa. O que o Mota está dizendo é, nós vamos...
Dar as devidas explicações e tal, lembrar que foi um texto de consenso, e aí explicar o STF. E pronto. Um marqueteiro de Flávio no plano de ataque ao BC. A TV saiu do, aí, mas é no. No plano de ataque ao BC.
É o caso Master rondando o Fravinho. Vai! O publicitário Marcelo Lopes, escolhido para coordenar a comunicação da campanha à presidência do senador Flávio Bolsonaro, consta como um dos estrategistas do plano contratado pelo Banco Master para atacar o Banco Central e servidores. Segundo a Folha, a informação está no documento chamado Projeto DV, ao qual o jornal teve acesso.
O nome e a foto de Marcelão, como ele é conhecido em Brasília, aparecem na página em que são apresentados os três membros da equipe de estrategistas do plano. Marcelo Lopes negou envolvimento na campanha contra o BC e justificou o repasse de dinheiro como pagamento de serviços anteriores. Ele é listado ao lado de Tiago Miranda, dono da agência MITI e responsável pelo projeto, e do publicitário Anderson Nunes, da...
Unlimited Network, empresa que foi subcontratada para esse plano. Bom, esse plano que tem de ser investigado... As pessoas podem falar mal do Banco Central? Podem falar mal do Banco Central.
Criticar o Banco Central? Criticar o Banco Central. Eu mesmo criticava o Banco Central, muitas vezes. O Reinaldo já criticou o Banco Central? Ah, não, não recebi para criticar o Banco Central. Até porque as minhas críticas eram bem antes, anteriores. Agora, se trata de uma crítica industriada que pertence a uma cadeia de ações criminosas, e ações criminosas.
Aí a pessoa precisa responder. Agora, isso precisa ficar demonstrado. Será demonstrado? A ver. De qualquer modo, agora, mais um ponto de contato, digamos, entre o caso Master e Flávio Bolsonaro via aquele que é seu marqueteiro.
Por falar nisso, ainda tem mais outra coisa. A Folha obteve o comprovante de um pagamento via Pix feito por Miranda a Marcelo no valor de R$ 650 mil em 13 de dezembro, momento em que o projeto DV, iniciais de Daniel Vorcaro, estava em elaboração. A Unlimited Network também recebeu repasse de Miranda dois dias depois de R$ 400 mil.
O uso de influenciadores no plano para atacar executivos do BC veio à tona em janeiro, mas foi interrompido após a PF começar a investigar os posts coordenados. Marcelo Lopes disse que recebeu informação da inclusão de seu nome com surpresa e indignação e que não foi consultado sobre isso. Também disse que desconhece qualquer suposta campanha de ataques ao Banco Central ou a servidores mencionados na investigação da Polícia Federal.
Aí, a ver. Ainda, no caso da esteira do Banco Master, o Ciro Nogueira diz que segue candidato e que vai reapresentar o projeto, aquele projeto que está sendo usado como justificativa para ligá-lo à investigação sobre o Banco Master.
Por quê? Qual é a acusação? Recebeu o dinheiro do Banco Master, tinha contas pagas pelo Banco Master, pelo Daniel Vorcaro, e fez aquele projeto que elevava o valor do fundo garantidor, a garantia de investimentos.
caso o banco tenha problema, de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. Há falas de Vorcaro saudando esse projeto. Vamos lá, mas vamos primeiro ao que o Ciro falou, vai. O senador Ciro Nogueira foi às redes sociais hoje para afirmar que as investigações contra ele no caso do Banco Master são parte de um roteiro absurdo de ficção. A publicação foi feita um dia depois do parlamentar trocar de advogado no caso que investiga a relação dele com o Banco Master. Antônio Carlos de Almeida Castro, Cacai, deixou a defesa de Ciro.
que agora será representado por Conrado Gontijo. Vamos conferir o que disse o senador nessa postagem nas redes sociais. Tudo o que eu quero é que a polícia investigue. Investigue com isenção. E que o judiciário julgue da mesma forma. Mas eu confesso que tem uma coisa que me causou muita estranheza.
Por que começar esta operação por um líder da oposição? Nós que estamos na política entendemos por que certas coisas acontecem. No meu estado, que é governado pelo PT, a polícia que o PT comanda fez uma operação vinculada a carbono oculto, a chamada Carbono 86. Também tentaram vincular de todas as formas o meu nome, mas nada conseguiram.
Essas coisas não surgem por acaso. Acontece porque estamos num ano eleitoral. As questões técnicas e as provas estão em segundo plano para eles. O povo do Piauí me conhece. Sabe que isso não passa de um roteiro absurdo de ficção contra mim. Com o tempo e com os fatos, nós vamos desmascarar mais essas mentiras de quem tenta me parar.
Bom, ele escolheu esse caminho, lembrando que o Gontijo, o advogado que ele tem agora, é sobrinho do Cacai, que era o advogado anterior dele. Ele criou uma teoria conspiratória, né? Ele criou uma teoria conspiratória. Como a gente vê, ele... Ah, isso é um absurdo. Que eu saiba, não contestou frontalmente as contas pagas.
O dinheiro que era repassado... Ah, não, o dinheiro era para a empresa. O apartamento eu tenho origem, tá? E tudo seria uma conspiração. Por que começar por um dos líderes da oposição?
Bom, a questão é por quê? Porque a líder da oposição deveria necessariamente começar antes por um líder do governo? Essa acusação nesse governo fica um pouco difícil, e o Ciro sabe disso, até porque, por exemplo, a Polícia Federal, no caso do INSS, investiga o próprio filho do Lula. Então, num...
Fica difícil, né? Fica difícil ver com essa história. E, claramente, o Ciro tem uma estratégia de defesa aí. Ele reapresentou hoje a proposta que reajusta o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito, que eleva de R$ 250 mil para R$ 1 milhão o valor individual garantido pelo FGC em caso de quebra de instituições financeiras.
O texto é uma nova versão daquele que foi rejeitado pelo Congresso e ficou conhecido como emenda master em 2024, quando beneficiaria as negociações de CDBs do Banco Master, do qual o parlamentar é suspeito de receber os valores indevidos, o que inclusive tornou o senador alvo de diligência da Polícia Federal na semana passada. O projeto de Ciro prevê ainda a revisão do valor do limite de cobertura da FGC a cada quatro anos.
Não parece... Vamos lá. Estratégia de defesa, clara. Olha só, Valeu Beno, incrível, né? Me veio um verso à cabeça. Qual? Que é do sobrinho neto dele, do Mário Faustino. Final força pisar com violência. Ele está dizendo o seguinte. Ah, já que é assim, então eu vou... Eu acelero.
Quero mostrar que o projeto nada tinha a ver com o Master, tanto é que apresento de novo. Vai ser rejeitado outra vez. Primeiro que a institucionalidade que ainda regula essas coisas é a mesma, e quase você quebra o fundo garantidor com 250 mil. Imagina com um milhão.
não, veja, nem estou fazendo juiz de condenação, só estou dizendo que estamos diante de uma estratégia de defesa, prove que você nada teme, vá lá e apresente o projeto de novo, faça um vídeo e diga que se trata de uma perseguição, vídeo voltado para o Piauí, porque na verdade é o Piauí que pode lhe renovar o mandato de senador ou não, o que renovando lhe dá poder, não renovando lhe tira poder.
O Temer falou sobre o caso do Ciro Nogueira
O ex-presidente da República afirmou hoje que tem a melhor impressão de Ciro Nogueira e criticou o que chamou de pré-condenação do senador. Vamos ao que disse o ex-presidente durante um evento em Nova York hoje. Ele declarou que esse é um equívoco do nosso sistema. Quando a Polícia Federal investiga, ela faz o inquérito e depois propõe ao Ministério Público que tome as medidas.
Bastou registrar que alguém está envolvido em alguma coisa que já está pré-condenado. Segundo Temer, se algo for comprovado contra Ciro, transparecerá lá adiante. Advogado, o ex-presidente atuou para o Banco Master e falou sobre o assunto. Disse, faço trabalho de conciliação, mediação, mas não deu certo.
Tudo está sendo investigado. O ex-presidente também defendeu a redução de penas para condenados pela trama golpista, prevista na lei da dosimetria, que pode beneficiar Jair Bolsonaro. Segundo Temer, é um tema de pacificação do país.
Bom, são opiniões do ex-presidente, sim, acho que sempre é preciso tomar cuidado com acusações para não haver condenação prévia, e nisso estamos de acordo, ele mesmo foi vítima disso. Agora, quanto à pacificação em razão da dosimetria, aí efetivamente não podemos concordar. Acho, inclusive, o constitucionalista é ele, mas o constitucionalista amador Reinaldo Azevedo considera...
inconstitucional. Porque crime imprescritível agora está virando, sem contar que é uma lei ad hoc, uma lei que tem um objetivo específico de salvar algumas pessoas. Você não vai falar de mim, não. Eu lanço um programa de segurança pública importante e você fica aí com esse Reinaldo Azevedo. Vamos falar do que interessa. Plano de prevenção para a segurança pública. 11 bilhões.
O presidente Lula lançou na manhã desta terça um pacote de investimentos para a área de segurança pública, um novo plano chamado de Brasil contra o Crime Organizado, vai disponibilizar 11 bilhões entre verbas federais e empréstimos para o combate ao crime organizado. O evento foi realizado no Palácio do Planalto, com a presença de ministros, da base governista e do presidente da Câmara, Hugo Mota. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não compareceu.
Três governadores também marcaram presença, Rafael Fonteles, do Piauí, Carlos Brandão, do Maranhão e Ricardo Couto, do Rio. Segundo o governo, o programa se soma a iniciativas anteriores, como a PEC da Segurança, que foi aprovada na Câmara, e está parada há mais de dois meses no Senado. É, infelizmente.
infelizmente parada há mais de dois meses no Senado. Tem aí alguns pontos principais do plano. Combate financeiro contra as facções, reforço da segurança em presídios.
investigação, aprimorar a investigação de homicídios e combate ao tráfico de armas e explosivos. No caso dos presídios, eu não sei se botaram aqui coisas específicas, mas presídios estaduais também, contando com os presídios de segurança máxima. O que o Lula falou? Vamos lá, vai. Durante essa cerimônia, ao lançar o plano, o Lula lembrou que o crime está infiltrado nas altas esferas da sociedade brasileira.
O crime organizado é outra coisa poderosa, que muitas vezes a polícia olha para a favela, mas ele está, sabe, no 15º andar de um apartamento, olhando do apartamento de cobertura a ação da polícia. Muitas vezes ele está no meio empresarial, muitas vezes ele está no poder judiciário, muitas vezes ele está no Congresso Nacional, muitas vezes ele está no futebol. Ou seja, ele está espalhado por todas as categorias existentes e hoje a nível internacional.
Segundo o presidente, muitas vezes o criminoso é engravatado e está tomando um uísque.
Este programa está permitindo que a gente possa combater o crime organizado desde a esquina até o andar de cima do prédio mais alto deste país para que a gente possa dizer ao mundo que muitas vezes o criminoso não é o pobre, não é o negro, não é o desempregado que está num bairro pobre. Muitas vezes o responsável está no andar de cima, engravatado, tomando uísque e zombando na nossa cara.
Nós chegaremos a ler um dia. Muito obrigado, companheiros. É, não é porque tomam isque também que o cara pode tomar cachaça e também fazer. Porque as pessoas às vezes tomam isque e é pessoa boa. É bom deixar claro. Eu mesmo gosto do isquinho e sou uma pessoa boa.
Plano prevê a asfixia financeira e aumenta... Veja, porque presídios e segurança máxima mesmo, segurança máxima para valer, nós temos cinco, que são os presídios federais. Aliás, o Isabelita dos Patins, fui eu que fiz quatro, e o quinto, a Dilma, entregou 80%, aí ela foi empichada ilegalmente e o Temer assumiu. E inaugurou.
Aí, presídios estaduais também. A gente já vai ver. Mas vamos lá. Pontos do plano. Alguns pontos específicos do plano que são importantes. A 11 aí, vai.
O programa do governo prevê cerca, então, de R$ 1 bilhão em investimentos. Já neste ano, o pacote inclui uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para que estados e municípios de Distrito Federal possam financiar ações e equipamentos na área de segurança pública. A ideia é integrar ações entre União, governos locais, para reprimir a atuação das organizações criminosas e também a estrutura financeira e logística das facções.
Dos cerca de R$ 1 bilhão previstos para 2026, os recursos serão distribuídos da seguinte forma. Serão R$ 388,9 milhões para combate financeiro às facções, R$ 330,6 milhões para o sistema prisional, R$ 201 milhões para investigação de homicídios, para aprimorar essa apuração, R$ 145,2 milhões para combate ao tráfico de armas.
E aí, os 11 bilhões, aí são créditos que os estados podem firmar, acordos que os estados podem firmar com o governo federal, e deve, espero que o façam, porque tem uma sabotagem clara dos governadores ao plano de segurança. Porque fica extremamente, ah, o governo, eu li um editorial, ah, o governo, ah, o governo, fica parecendo que o crime é que começou agora.
no governo Lula, nunca nós tivemos uma Polícia Federal tão operosa na investigação dos crimes que estão sobre a sala da Polícia Federal. Agora, precisa mudar a estrutura disso. Sim, o crime se profissionalizou. Eu escrevi um longo artigo hoje a respeito. Olha aqui.
Tem o núcleo que trafica arma, tem o núcleo que trafica droga, tem o núcleo que trafica ouro, que é a mineração ilegal, tem o núcleo dos madeireiros, tem toda essa gente, cada um tem seu próprio núcleo.
E uma infraestrutura usa a infraestrutura da outra. Essa ideia do PCC, que tem o comando central, é um pouco fantasiosa, meu juízo. Na verdade, tem essas coordenações, mas cada um tem seu próprio núcleo de atuação. Aí você junta mais emenda. Sim, emenda, emenda parlamentar, o crime também entra. Financiamento ilegal de campanha, o crime também entra.
E aí entra mercado financeiro para lavar o dinheiro, mercado imobiliário para lavar o dinheiro. É muito complicado tudo isso. E é por isso que precisa integrar mesmo essas forças. Mas tem uma coisa aí sobre presídios, o item C que é importante. Vai lá.
o programa do governo federal prevê a implementação de um padrão de segurança máxima em pelo menos 138 presídios estaduais pelo país. O objetivo do governo Lula é replicar o modelo adotado no sistema penitenciário federal para evitar a articulação de lideranças criminosas dentro dos presídios. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, as unidades contempladas foram selecionadas por meio de critérios técnicos e estão distribuídas nas 27 unidades da federação.
O governo ainda não disponibilizou em quais presídios adotará as medidas e estão previstos R$ 330,6 milhões para a implementação das ações. O valor será destinado à compra de 45 drones, 45 kits de varredura, 138 raios-x e 138 veículos. Os equipamentos serão distribuídos para os presídios estaduais selecionados. É fundamental.
E aí o Lula, ele próprio, falou da conversa que ele teve com o Trump sobre a questão de segurança. Pode botar direto o vídeo aí, vai lá. Eu disse ao presidente Trump, se você quiser combater o crime organizado de verdade, você tem que começar a entregar alguns nossos que estão morando em Miami. É só querer discutir.
Nós falamos com o presidente de Trapa, nós temos proposta de asfixia financeira. Nós temos proposta de combater a lavagem de dinheiro, inclusive tem um Estado nos Estados Unidos, a Dalla West, se não me falha a memória, que é um Estado que tem lavagem de dinheiro de gente brasileira. E ao mesmo tempo, parte das armas que nós aprendemos vem dos Estados Unidos.
E essas coisas é importante dizer, porque senão eles passam a ideia que a desgraça toda está do lado de cá e que eles não têm nada a ver com isso. E é isso mesmo, o Dallauer é um paraíso fiscal. Tem um monte de gente lá escondendo dinheiro. E aí o Alckmin falou uma coisa importante sobre o governo Bolsonaro que é fundamental. Vai lá.
Durante o evento de lançamento do programa Brasil contra o Crime Organizado, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a política armamentista defendida pela gestão Jair Bolsonaro. Quem tem que portar arma é a polícia, que é profissional. A arma é um perigo.
A única política de segurança no mandato anterior era distribuir arma, liberar arma, liberar arma, liberar arma, liberar arma. E isso acaba na mão de bandido, acaba na mão do crime organizado. Uma das razões de São Paulo ter saído de 13 mil assassinatos para menos de 3 mil foi realmente para valer a retirada das armas e o combate ao tráfico de armas.
E controle das armas, retirar a arma, 73% das mortes violentas, intencionais, é arma de fogo. Tudo número verdadeiro, foi no governo dele, essa queda. Arma para autodefesa é uma coisa, a arma como fez Bolsonaro, que acabou inclusive com o rastreamento de armas de grosso calibre, o que é inacreditável que isso tenha sido feito, com Sérgio Moro como ministro.
E eu vou lembrar aqui, é claro que eu vou lembrar aqui, no dia 22 de abril, o Bolsonaro fez a defesa da distribuição de armas, inclusive foi o único presidente no poder a pregar luta armada. Isso nunca tinha acontecido no Brasil. Fala aí, Bolsonaro, com o seu vocabulário. 22 de abril de 2020, vai.
Como é fácil impor uma ditadura no Brasil. Como é fácil. O povo está dentro de casa. Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme. Que a garantia é que não vai ter um f*** que aparecer para impor uma ditadura aqui. Que é fácil impor uma ditadura. Facílimo. Um f*** que um prefeito faz um b***, algema e deixa o mundo dentro de casa. Se ele tivesse armado, ia para a rua.
E se eu fosse ditador, né, eu queria desarmar a população, como todos fizeram no passado, quando queriam antes de impor a sua respectiva ditadura. Aí, que a demonstração nossa, eu peço ao Fernando e ao Moro, que por favor assinem essa portaria hoje, que eu quero dar um porra de recado pra esses porra de recado. Por que que eu tô armando o povo? Porque eu não quero uma ditadura. E não dá pra segurar mais. Tá aí.
isso não tem a ver com defesa, coleção, não sei o que, isso tem a ver com a pura e simples brutalidade, ah, os caçadores, só se for caçador de javaporco, que tem que ser eliminado, diga-se de passagem, mas não com caça também, tem que ter manejo biológico, porque senão vai ter sempre gente soltando javaporco para depois ir dar uns tiros, esse pessoal em vez de comprar remédio para impotência, fica dando tiro.
A chamada, vale o bem, Nietzsche já tratou desse assunto vontade de potência. Não, vontade de potência era outra coisa, isso é só uma piada. É isso aí.
Aqui, todo mundo sabe, eu odeio crítico oportunista, todo mundo sabe que eu sou crítico da forma como se deu a privatização da Sabesp, e eu não sou contra privatizações, eu sou contra privatizar alguma coisa por valor abaixo do que vale no mercado. E sou contra a privatização de algumas empresas da forma como as pessoas falam, mas contra a privatização, por princípio, eu não sou.
Agora, também é preciso saber, tem uma música que o Caetano canta que não é dele, mas assim, é preciso saber o que dizer e o que não dizer na frente das crianças, no sentido de que, às vezes, não tendo nada para falar, o silêncio é de ouro, porque senão acaba dizendo coisas estranhas.
Ah, vai, Sabespa, explosão, Tarcísio desesperar por ação, e depois disso um troço que eu não entendi o que quer dizer. E quando eu não entendo o que quer dizer, eu pergunto. Ah, vai. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, não apontou culpados pela explosão na tarde de ontem, que deixou um morto na região do Jaguares, o Anoeste da capital paulista. Durante coletiva na sede do comando da Polícia Militar, o mandatário estadual afirmou o seguinte.
É difícil falar agora o que aconteceu porque a gente vai precisar aprofundar, precisa ter todos os parâmetros. O Instituto de Criminalística vai fazer o laudo, a perícia e vamos entender o que aconteceu. Na entrega de novas viaturas para a PM, Tarcísio falou mais um pouco sobre o assunto. Disse, ninguém faz isso querendo, pelo contrário, todo mundo quer fazer a obra ali da melhor forma possível.
E você tem muita incerteza em termos de cadastro ainda, mas não dá nesse momento para dizer o que aconteceu. Estava sendo feita uma reconstituição de tubulação. Foi escolhido um método não destrutivo para isso, com furo direcional, justamente para minorar problemas. Eu gosto desse negócio que você começa... Você começa a recorrer à coisa da engenharia...
Eu estou que nem... Eu tenho um meme do pânico de um velhinho que falava assim, eu não entendi nada do que ele falou, mas tudo bem. Agora, isso aqui, isso aqui realmente me deixou... Olha, Beni, para mim lançou uma questão filosófica profunda. Citei a pouco Nietzsche, não vou encontrar a resposta de Nietzsche. Voltei para o Avicgenstein. Em algum momento eu vou entender. O que é? O quê? O quê? Ele diz que por causa das muitas obras da Sabesp no Estado, é preciso dar uma parada e verificar os procedimentos. Vamos acompanhar.
Tem hoje 1.200 canteiros de obra da Sabesp no estado, nos 371 municípios. Então são muitas obras acontecendo ao mesmo tempo. Tem uma hora, então, que você tem que dar uma parada, porque, peraí, vamos verificar procedimentos. Porque a gente não pode ter esse tipo de coisa acontecendo. Está tirando o sono, está preocupando a gente. Então vamos revisitar esses processos para ver como é que a gente pode garantir a segurança das pessoas.
Essas empresas também vão ser cobradas pela regulação. A gente vai verificar se houve qualquer desvio de procedimento. Se tiver, vão ser severamente punidas.
Mas agora eu estou me borrando de medo, porque vivem esburacando minha rua aqui, tem um monte de marquinha no chão, e os procedimentos estão inseguros? Eu não vi nada do que ele falou. Vai parar tudo por um tempo? Gente, vamos rever o procedimento. Olha, não tendo que falar, não fala. Faz que nem a música do Secozinho Molhaz, então eu escuto.
E sim, as informações preliminares apontam o que sobre a explosão?
A explosão aconteceu porque uma tubulação de gás foi atingida por uma obra da Sabesp. Além do homem que morreu, três pessoas ficaram feridas. Ainda na noite de ontem, representantes da empresa de saneamento da Companhia de Gás de São Paulo, a Congas, disseram que estavam trabalhando em conjunto na obra. Segundo as empresas, 46 imóveis foram afetados e os moradores ficarão em hotéis com as despesas custeadas. De acordo com o governo paulista, 160 pessoas foram afetadas e serão totalmente ressarcidas.
Segundo o diretor institucional e regulatório da Congás, o Bruno D'Alcomo, as duas empresas estão trabalhando em conjunto para oferecer um conforto mínimo para essas pessoas pelo tempo necessário. O diretor da Congás também informou que os moradores receberão assistência médica e psicológica.
E o negócio das indenizações, alguém me esclarece aí, é um auxílio emergencial que elas vão receber, que estava previsto inicialmente receber os 5 mil, né? Quem já recebeu 2 mil vai receber mais 3 mil, mas isso é de imediato, é isso?
Não é pelos danos totais? É isso. É isso, né? Porque depois aí tem os danos materiais e tal. Inicialmente tinham falado, ah, 2 mil, não, agora 5 mil. O problema é que eu estou achando que ninguém sabe direito o que aconteceu, Valeu Beni. E como é coisa que explode, né? Sim. Talvez o governador tenha razão, seja melhor para tudo.
Do que tudo e pros áreas. Né? Porque em matéria de explodir tudo assim, blow up, eu prefiro o filme do Antonioni. Não é mesmo? É isso aí. O E da Coisa
Muito bem, estamos de volta e o Lula anunciou, meninos, eu vou ganhar um tempinho aqui, o Lula anunciou que a criação do Ministério da Segurança se aprovar a PEC. Vamos lá, pode botar o vídeo aí. Queria dizer, Jacques Wagner, uma coisa, o dia que o Senado aprovar a PEC da Segurança,
Nos próximos dias, nós criaremos o Ministério da Segurança Pública nesse país. Eu sempre recusei aprovar o Ministério da Segurança Pública, enquanto a gente não tivesse definido qual seria o papel do governo federal na segurança pública. Porque na Constituição de 88...
Eu que fui constituinte, o Alcum que fui constituinte e alguns também que foram constituintos aqui, sabe que nós passamos quase toda a responsabilidade para os governos de Estado, porque a gente estava naquela época, sabe, com muita necessidade de nos livrar do governo federal, porque era sempre um general de quatro estrelas que tomava conta da segurança pública dos Estados.
Bom, isso é verdade. Esse histórico que o presidente faz é compreensível que isso tenha acontecido. Agora, é preciso que haja a coordenação federal. E disse que a gente não está querendo atropelar a competência dos estados. E houve uma mega-operação 18 contra facções em 16 estados. Vamos lá.
Uma ação coordenada pela Polícia Federal cumpriu 71 mandados de prisão e 165 de busca e apreensão em 16 estados nesta terça-feira. A ação faz parte de uma mega operação contra o crime organizado, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A movimentação feita por equipes dos chamados FICUS, que são as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado, envolveu diversas investigações que culminaram na operação de hoje batizada Força Integrada 2. Os mandados foram cumpridos...
Nos estados do Espírito Santo, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e no Rio de Janeiro.
Sim, enfim, mais uma operação. O governo federal está atuando. Agora, eu insisto, é preciso que se faça a coordenação com os estados. Saibam que nem compartilhamento de cadastro tem. Entende? E, infelizmente, os governadores sabotaram. Sabotaram, os governadores de oposição sabotaram.
os esforços do governo de unificar o combate à segurança. Porque prefere ficar fazendo discursinho. Como, segundo as pesquisas, a avaliação da segurança dos estados é boa, do governo federal é ruim. Bom, vamos pegar o caso de São Paulo, que não dá para tirar o celular do bolso, sem que passe alguém e tome. Isso não é o governo federal que cuida. Isso é segurança do governo do estado, não do governo federal.
agora, nesse crime organizado, aí é preciso que haja integração. E, infelizmente, os governadores resistiram e resistem. Espero que isso pare. É isso aí. O Eta Coisa
Muito bem, estamos de volta. Ainda sobre Sabesp, Congas, a Erika Hilton quer convocar os presidentes da Sabesp e da Congas. Vamos lá.
A deputada federal apresentou hoje um requerimento na Câmara para convocar os presidentes da Sabesp, Carlos Augusto Leone Piani, e da Congás, o Felipe Ferreira Guimarães Figueiredo, além do coordenador da Defesa Civil de São Paulo, Rinaldo de Araújo Monteiro, para prestar esclarecimento sobre a explosão de ontem. O pedido foi protocolado na Comissão de Defesa do Consumidor na Câmara Federal após o acidente.
No requerimento, Erica Hilton afirma que o episódio configura uma gravíssima violação dos direitos de consumidores e questiona os protocolos de segurança adotados. A parlamentar também cobra explicações sobre o plano de indenização e acolhimento às vítimas. O texto de Hilton cita ainda outros acidentes envolvendo obras da Sabesp, desde a privatização da companhia, como a morte de uma idosa após a queda de uma tubulação em Mauá, em 2025, e o rompimento de um reservatório em construção em Mairiporã, em março.
Olha, eu vou falar o que tem de grave aí, caso se estabeleça essa relação. Isso é importante. Ah, virou engenheiro agora? Não. Engenheiro de lógica, vale o BNC, né? A gente não pode estabelecer uma relação assim, ah, como tem muita obra, aí acontece mais acidente. Que alguém vai dizer assim, ah, isso é óbvio. Não, mas se fosse óbvio...
Uma companhia aérea, ela não tem o número de acidentes de uma companhia aérea. Não é assim, ah, eu tenho 5 mil aviões, tenho direito a não sei quantos acidentes. Já que eu tenho muito avião, cai mesmo. Não. Eu tenho um índice de acidente. Aí sim, é diferente. E o índice de acidente tem que ser baixíssimo. Para pouco avião ou para muito avião. Entenderam? Se não, Isabela... Entenderam.
Como é que faz? A mesma coisa. Não, não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa. Então, o índice de acidente...
Não pode criar essa relação Ah, tem milhares de obras, acaba acontecendo. Não, porque cada obra tem de ter a segurança máxima possível para aquela obra. Senão daqui a pouco vai começar a cair prédio em São Paulo. Nós vamos falar, ah não, São Paulo constrói muito prédio e tem hora que cai mesmo. É pra cair prédio? Só isso. Não tô condenando ninguém. Só estou falando, cuidado com...
argumentações delinquentes. Porque senão, aí realmente fica muito ruim. Aí eu vou ver gente com troço pra furar o chão, vou sair correndo. Essa porra vai explodir. E à noite fazem muita obra aqui, eu vou começar a ficar com medo. Cuidado, hein? É, vai. Imagina.
Imagina a humanidade, o que perderia. Só pensar na perca da humanidade, já fico assustado. É isso aí.
Pronto, Isabela. Era isso que você queria, Vole e Bene também. Vocês queriam as brusinhas. Claro. Não é só brusinha. Não é só brusinha para mulher também. Venda as coisinhas para homem. Eu também, Vole e Bene. Eu gosto de comprar umas roupinhas aqui, mas acho que eu não vou ser beneficiário. Porque geral, né? Acho que nessas lojas não, Reinaldo. Mas, ó...
O presidente Lula anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas, termo utilizado para se referir ao programa Arremessa Conforme, que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. A partir de amanhã, as compras até esse valor não pagarão imposto, de acordo com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Seron. A mudança foi realizada via medida provisória.
que será publicada no Diário Oficial da União. A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa. Isso foi... veja você. Foi engraçado, né? Porque, em princípio, acho que faz sentido.
embora o Brasil viva uma situação muito boa no emprego. Agora, isso concorreu. Ah, o Lula está fazendo isso por causa da popularidade, ou sei lá o quê. Bom, o que concorreu?
para criar ali zonas de desgaste, isso é inequívoco. E foi engraçado porque o empresariado todo, os setores inclusive, que não gostam do Lula, o que eu acho injusto, porque ainda ontem eu fui ao Warren Wall-Banning com o nosso Felipe Salto, que lhe mandou um abraço.
vai ao ar o podcast, ficou muito bom, ficou bom, ficou bom. Nós temos setores aí da economia que estão indo bem, mas não tem muita simpatia pelo governo e tal. E foi engraçado porque no parlamento, a direita e a extrema direita, eles não se opuseram à taxação. Sabe onde eles foram se opor, Valibene? Nas redes sociais.
Então lá fizeram o H com setores de empresariado que defendiam a taxa. Para o eleitorado, que é uma gente que não é uma gente que se caracteriza por ter assim muito caráter. Para o eleitorado, aí taxa o blusinho e tal. E a Isabela falou, agora eu vou poder comprar sem taxa, resultado. Eu ia votar no Flávio, agora eu voto no Lula. Pronto, está feito. É isso aí.
Estamos de volta no Band News TV e nas redes sociais. O Voibene. Oi. O Isabel. Oi. Oi. O Ciro está bem ali, padrinho e tal. Que o Valdemar, que já provocou um terremoto na extrema-direita com o negócio do candidato dele aqui em São Paulo, André do Prado.
Agora ele falou que também não solta a mão do Ciro Nogueira não, porque ele quer o apoio do PP e tal, né?
E olha lá, muito orgulho, hein? Muito orgulho. Vai! O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou hoje que a sigla que era o senador Ciro Nogueira no palanque ao lado do pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro. A declaração ocorreu após a operação da Polícia Federal, que apontou que o senador recebia vantagens indevidas do dono do Banco Master, Daniel Forcaro.
Questionado se o PL ainda quer Ciro no palanque de Flávio, Valdemar respondeu o seguinte à CNN. Hoje ainda queremos, até que se prove alguma coisa contra ele. Se provarem alguma coisa contra ele, a conversa muda. Temos que dar o direito de defesa a ele. Olha só. De algum modo, a direita está sendo até mais... Houve progressista com o medinho desse negócio, a direita...
E claramente o Ciro está numa empreitada para enfrentar a acusação, que foi o que sobrou também para ele diante da, atenção para a palavra pletora de evidências,
de relação com o Banco Master. Tanto é que ele falou, vou reapresentar o projeto, que não tem a menor chance de passar. Mas com isso, ele só está querendo dizer, olha, o projeto não tinha nada de errado. E agora uma coisa do governador Tarciso, vocês sabem que houve lá um quiprocó na USP.
Foi lá, vereador, bateu a boca com o estudante, teve pancadaria, não sei o quê. Acho que houve despreparo no enfrentamento, porque estudante é estudante.
Eu já fui desalojado na USP de um prédio que era ocupado pela reitoria, não era o prédio da reitoria. Quando a gente invadiu a reitoria, a gente saiu sem... Foi negociado, pelo menos quando eu estava lá, não teve pancadaria. Mas teve uma área que teve. Eu mesmo levei uma borrachada no braço. Não é gostoso. Dói, inclusive. Quem diria?
É, não é bom. Vamos lá, fala, Tarcísio. O governador de São Paulo afirmou que a Polícia Militar agiu dentro dos limites da legalidade na operação que retirou estudantes da reitoria da USP no último domingo. Os alunos da universidade estão em greve desde 14 de abril, reivindicando uma série de melhorias.
em evento na sede do comando da PM, o mandatário paulista afirmou o seguinte, a polícia agiu como tinha que agir. A universidade é um espaço aberto, público de debate, é um espaço de conhecimento, pesquisa, extensão, mas não pode ser um espaço de baderna, depredação e destruição do patrimônio público.
Na ação, na madrugada, cerca de 50 agentes realizaram uma operação para retirar 150 alunos do saguão do prédio administrativo. Cinco alunos foram hospitalizados e quatro detidos. Segundo a Folha, a operação começou por volta das 4h15 da madrugada e durou cerca de 15 minutos. Segundo os estudantes, houve o uso de bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e o uso de cacetetes.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram policiais militares formando uma espécie de corredor polonês na entrada principal da reitoria e agredindo alunos enquanto eles deixavam o sagum ocupado. Quem passava era agredido pelos agentes. A USP afirmou não ter sido avisada sobre a operação da PM e repudiou o ato. Governador, tudo errado.
Eu não estou defendendo, eu já fiz ocupação de prédio, hoje não defendo mais, mas também não vou defender para dar porrada em quem faz. A época, a área que hoje serve a moradia era ocupada pela reitoria, ali nas colmeias da USP, que você conhece.
E tinha os prédios mesmo, que eram de moradia, prédio, prédio, não coméia propriamente, que era uma área de vivência, deveria ser, e virou sala de aula das letras. E nós fomos alojados, durante a ditadura. Durante a ditadura ainda? É, ia ter eleição direta para governador. E...
Teve ali algum confronto, mas não teve essa pancadaria, não. Durante a... O Brasil nem era plenamente uma democracia ainda, senhor.
Todo confronto com estudante que evolui para essa porradaria, eu não estou pedindo que estudante seja tratado como cidadão especial e tal, mas quando isso acontece, é porque a polícia está despreparada para esse troço. Até porque, governador, se se quer uma ação tranquila, civilizada, não se vai reocupar, até uso um verbo que o senhor gostaria, não se vai reocupar o espaço de madrugada. Né?
Isso sabe o que é? Fome de truculência, sede de truculência, vontade de truculência. É isso que é. E o senhor tem esses rompantes? O senhor tem. O senhor teve na Operação Verão aqui em São Paulo. O senhor vai e faz defesas precipitadas, como essa que o senhor está fazendo.
Tem gente ferida, o senhor diz, a polícia fez o que tinha que fazer. A operação foi mal sucedida, senhor. A operação foi mal sucedida. Tem gente ali que está resistindo aos policiais, que está depredando não sei o quê. Se for preciso, aumente o efetivo, vá lá e mobilize, cerque, tem táticas para cercar as pessoas.
sem enfiar a mão na cara dela, sem descer o porreta e sem descer o cacetete. Esse é um daqueles seus momentos, governadora, que o senhor fala na linha, como é que é mesmo? O dane-se lá, ah, vão denunciar, coisa, dane-se, não quero saber, né? Ah, pode denunciar pro diabo que o carregue, não é isso? Pra ONU, pra não sei quem, pro diabo que o carregue.
Não, não foi bem sucedida a operação. Foi mal sucedida. E de novo, não estou defendendo. Ah, fica aí que você não está defendendo, mas está defendendo. Não, não estou defendendo. Nem acho que seja uma boa tática ficar ocupando prédio, mas já achei, a ditadura já acabou, enfim. É outro período. Agora, quando o senhor faz isso,
E justifica, aí é essa coisa de, sabe a conversa do machão com o crime? É, comigo assim, não, não senhor, está tudo errado, está tudo errado. A única coisa que você, é engraçado, né, porque...
A Sabesp vai e faz o que fez, mata uma pessoa, mete o buraco lá, faz aquela coisa, explode. E o senhor faz aquela conversa lá do meme do pânico, né? Não entendi nada do que ele falou, porque não entendi nada do que o senhor falou, não separar tudo, rever os procedimentos e também não quero ser precipitado. Os estudantes da USP...
com gente hospitalizada que tomou porrada, com um corredor polonês, e aí, mas isso o senhor tem facilmente um diagnóstico. Né? É a pedagogia da porradaria. É por isso que as pessoas dizem que o senhor é um moderado?
e eu sempre, sempre e sempre discordei. O senhor não é. É mesmo? Gente, até amanhã.
Pra ajudar Dizem que ela existe Pra proteger Eu sei que ela pode te parar Eu sei que ela pode te prender Polícia Para quem precisa Polícia Para quem precisa De Polícia Polícia Para quem precisa Polícia Para quem precisa De Polícia Dizem pra você Obedecer Dizem pra você Responder Dizem pra você Cooperar Dizem pra você Respeitar
Polícia, para quem precisa, polícia, para quem precisa de polícia, polícia
Dizem que ela existe pra ajudar Dizem que ela existe pra proteger Eu sei que ela pode te parar Eu sei que ela pode te prender Polícia para quem precisa Polícia para quem precisa de Polícia para quem precisa de
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