O É da Coisa de 07/05/2026, com Reinaldo Azevedo: Trump: tapete vermelho para Lula; Master e Ciro
- Encontro Lula e TrumpRecepção com tapete vermelho · Discussão sobre tarifas comerciais · Combate ao crime organizado e narcotráfico · Terras raras e minerais críticos · Relação Brasil-EUA · Interferência em eleições · Conflitos internacionais (Irã, Venezuela, Cuba) · Reforma da ONU
- Operação Polícia Federal contra Ciro NogueiraSuspeita de recebimento de vantagens indevidas · Favorecimento ao Banco Master · Elaboração de emenda para o FGC · Custos de viagens e hospedagens · Aquisição de participação societária · Desdobramentos eleitorais
- Críticas BolsonaristasTeorias conspiratórias de Paulo Figueiredo · Tentativa de desgastar Lula · Comparação com o Barão de Munchausen · Impacto eleitoral do Caso Master
- Lei RouanetCríticas a Flávio Bolsonaro · Caso Banco Master · Funcionamento das instituições · Impacto eleitoral
- Delação de Daniel VorcaroProposta de delação à PGR e PF · Descontentamento do Ministro André Mendonça · Proteção de aliados · Movimentações financeiras no exterior · Ressarcimento ao Estado
Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivólio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!
Vem aprovar meu brunch, saiba que eu tenho approach, na hora do lunch, eu ando de ferry boat. Vem aprovar, vem aprovar meu brunch, saiba que eu tenho approach, na hora do lunch.
Eu ando de ferro e bot. Tá comigo. Eu tenho sabor a fé. É mesmo, compadre? Meu temperamento é light. Nossa senhora. Minha casa é high-tech. Que beleza. Toda hora rola o insight. Já fui fã do Getro Tu. Hoje me amarro no slash. Minha vida agora é cool. Meu passado é que foi trash. Vai. Vem aprovar meu brush. Sabe que eu tenho approach.
Fica ligado no link
Eu vou confessar my love Depois do décimo drink Só um bom e velho engove Eu tirei o meu gringar E fui pra Miami Beach Posso não ser popstar Mas já sou o novo riche Venha provar meu brunch Saiba que eu tenho approach Na hora do lunch Eu ando de ferry boat Leva teu brunch pra lá Venha provar meu brunch
Nada que eu tenho a proxa
Eu ando de ferro e mocho Olha só, eu tenho sex appeal Saca só meu background Não quero nem olhar É nóis como o Damon Hill É nóis como o Fittipal Não dispenso o happy ending Quero jogar no Dream Team De dia a uma, de um mês E de noite, drag queen Venha provar meu brunch Sabe o que eu tenho a proche Na hora do lanche
Vem aprovar meu prancha Sabe aqui eu tenho a prancha Na hora do lancha Eu ando de ferro e ponte
A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Vai da Coisa. E se agora você aparece confuso, atrapalhada, vem pra cá que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo Toyo e pelo Band News TV. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre em rádio Band News FM ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Vólio Beni. Boa noite, Isabela Mota. Boa noite.
Vem aprovar meu brunch. Saiba que eu tenho aprox. Na hora do lanche. Ô, vai, Beni. Eu tenho aprox. Ô, Isabela. Eu tenho aprox. O Reinaldo até lembrou esses dias aí, quando o Bush veio aqui. Eu encontrei o ponto G com ele. E agora encontrei o ponto G com o Trump. Que foi uma recepção espetacular. E o que está muito engraçado,
É porque, ó, nós vamos falar, basicamente, hoje nós vamos falar do Lula nos Estados Unidos, da conversa com o Trump, que foi a melhor possível, melhor possível, e claro, da operação da Polícia Federal contra o Ciro Nogueira, porque isso tem desdobramentos importantíssimos, muito além daquilo que parece.
Então o programa será concentrado um pouco nisso, e claro, trataremos de outras coisas, mas fundamentalmente dessa questão. A questão do Lula com o Trump, desde sempre, virou um tema da extrema-direita. Nós sabemos o trabalho feito lá fora por Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo e outros, né?
parem de expor o governo Trump com o governo Lula. O meu papel aqui é fazer análise política. Se você achar que eu te coloco... Você não precisa gostar de mim. Será sempre mau gosto não gostar, minha querida Isabela, mas não precisa. Claro. Agora, se você achar que eu coloco num caminho seguro, eu coloco num caminho seguro.
para análise, então tudo bem, você continua. Você acha que não? Não. Neste programa, você ouviu que qualquer que fosse o resultado do encontro de Lula com Trump, e o resultado seria bom para Lula. A catástrofe relacional com bullying no Salão Oval A catástrofe relacional com bullying no Salão Oval
E pronto, e o Lula teria o discurso da soberania pronto nas mãos. Fosse uma relação tranquila de trabalho, como foi, que durou uma hora e tanto a mais do que o previsto, todos os temas relevantes que são a agenda do país, que eu comentei hoje de manhã aqui, não é uma agenda do Lula.
Não é uma agenda do PT discutir a questão do crime organizado, e o Lula falou, ah, nem falamos disso, sinal de que não virou uma questão urgente. Mas a questão do crime organizado ser terrorismo ou não, interessa o país. Colaboração entre os países para crimes financeiros, interessa o Brasil. Questão das terras raras, interessa o Brasil. Questão das tarifas, interessa o Brasil. Tudo isso é do interesse do Brasil.
E não, não aconteceu o que a direita gostaria que acontecesse.
e agora eles estão aí, estão parecendo o Barão de Munchausen, não sei se vocês viram o filme, Barão de Munchausen, ele realmente existiu, mas assim, a direita está o Vaubene, está puxando a própria cabeça e botando embaixo do braço, como se isso fosse possível, para tentar explicar, ou então puxando o próprio cabelo para sair do pântano. Coisas absolutamente lógicas estão sendo ditas.
O Paulo Figueiredo agora está dizendo que o Lula resolveu entregar as terras raras mesmo. Começaram a fazer discurso anti-imperialista. Estão perdidaços. Perdidaços. Se vai ter efeito eleitoral ou não, bom, aí nós vamos ver. O fato é, teve direito a tapete vermelho.
Olha só. Vamos lá, vai. O presidente Lula foi recebido hoje com direito a tapete vermelho na Casa Branca pelo presidente Donald Trump para uma reunião de trabalho. A agenda em Washington serviu para discutir diversos assuntos, entre eles a relação econômica dos países e o combate ao crime organizado e ao narcotráfico em especial.
Lula chegou à Casa Branca por volta do meio-dia e 15 pelo horário de Brasília. Ao contrário do que Trump costuma fazer com outros chefes de Estado, que são recebidos em uma entrada coberta lateral da Casa Branca durante agendas bilaterais, Lula foi recebido por uma entrada maior da residência oficial e com direito a tapete vermelho.
A cerimônia com pompa não é comum na gestão Trump. Além do brasileiro, o rei Charles III e o príncipe saudita Mohammed bin Salman foram recebidos com tapete vermelho. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, também teve direito à honraria durante o encontro com Trump no Alasca. Era prevista uma declaração inicial de Lula e Trump, mas, a pedido da comitiva brasileira, o cronograma foi alterado. Os dois reuniram a portas fechadas e não concederam coletiva juntos no Salão Oval após a conversa.
E não deram coletiva juntos. Será que isso representa alguma coisa grave? Nada.
Nada, absolutamente nada. A agenda foi absolutamente satisfatória. O Trump se manifestou nas redes sociais, gostou muito da reunião. Após o fim do almoço, o Trump foi a rede social, que é a dele, compartilhou a seguinte mensagem. Acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o dinâmico presidente do Brasil.
Ele me chamou de dinâmico. E na conversa que a gente teve, consta também que ele encerrou com I love you. Amor, I love you. Amor, I love you. É? Olha só. Discutimos diversos temas, incluindo comércio e especificamente tarifas. A reunião foi muito produtiva. As representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário.
Pronto. A catástrofe não aconteceu. O que é bom. Evidentemente é bom. A catástrofe não aconteceu. O interlocutor do Brasil, afinal de contas, do governo americano, para os assuntos que dizem respeito ao Brasil, é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Então, toda aquela coisa assim, só Flávio consegue ter uma boa relação com o Trump. Não, não é só Flávio consegue ter uma boa relação com o Trump, até porque ele não foi lá, quando ele compareceu à reunião da CEPAC, daquele grupo de reacionários lá do Texas, ele não foi lá para estabelecer relações boas com o governo Trump. Ele foi lá...
para oferecer o Brasil como quintal do Donald Trump. Isso, meus queridos, é inquestionável. Não adianta. Mas, como quintal do Donald Trump contra a China. Não só a China responde por mais de um terço do nosso superávit comercial, sozinho.
Como o Brasil foi, no ano passado, o principal destino dos investimentos chineses. Como é que vai um candidato à presidência, que sim, pode ganhar a eleição, está em empate técnico com Lula, como é que ele vai lá e fala um troço como esse? Oferece o Brasil de bandeja para o outro? Que está caindo em desgraça, é bom que se diga. Contra o nosso principal parceiro comercial.
E aí no samba do aprox, eu falei, é para falar todo mundo português. Mesmo quem fala inglês, eu vou falar português. Porque eu quero que a nossa bela língua portuguesa, olha o Beni, ganhe um mundo. São coisas simbólicas. Ah, que bobagem. Não, não é bobagem. Não é bobagem. Primeiro que todo mundo se entende, evidentemente, porque há as pessoas que fazem, enfim, as versões, as traduções. Então dá para todo mundo se entender. E é importante que as pessoas que...
Que um povo fale na sua língua. Sim, nestes tempos é importante. Simbolicamente importante. Demonstra uma altivez necessária. Aliás, eu falava com um amigo hoje, é inegável que o Trump respeita o Lula. E com todos os seus defeitos de caráter e não são poucos,
Eu acho, Vole e Beni, eu acho, Isabela, que você só respeita quando você percebe que a pessoa se respeita. Se a pessoa também não se respeita, você fala, ah, deve ter algum componente de simpatia pessoal. Sim, com governantes respeitáveis também, o Trump já foi notavelmente grosseiro.
E com o Lula, definitivamente não. A relação é visivelmente boa. Nós vamos aqui tratar...
Dá destaque a algumas falas de membros da coletiva do Lula, retratando o que foi a reunião. Fica aí que tem muita coisa do Banco Másquer importante. Essa operação contra o Ciro Nogueira é muito mais importante do que parece. Fica aí. Nós vamos dar detalhes, vamos dar interpretação. Tem desdobramentos importantes no campo ideológico, tudo.
Mas essa coisa do Lula, sim, é importantíssima. Ah, o que a gente tem aí sobre coletiva, o que falarem os brasileiros, vamos lá.
Logo após o encontro entre Lula e Donald Trump, o presidente brasileiro e os ministros que integraram a comitiva que foi a Washington concederam uma entrevista coletiva na Casa Branca. Os primeiros a falar foram os membros da esplanada, na seguinte ordem, Mauro Vieira, das Relações Exteriores, Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Wellington Lima e Silva, da Justiça e Segurança Pública, Dario Durigan, da Fazenda e Alexandre Silveira, de Minas e Energia.
Depois do rápido discurso de cada um deles, Lula fez um longo pronunciamento e, na sequência, respondeu a perguntas dos jornalistas presentes. Nós vamos, ao longo do programa, teremos mais Lula, as falas dele, os pontos específicos. Mas agora vamos um pouquinho o que falou cada ministro. Vai lá.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que a reunião, que durou três horas, se estendeu por uma hora e dez a mais do que estava previsto inicialmente e disse que a conversa foi amistosa. Se desenvolveu num clima muito positivo, muito amistoso.
em que os dois chefes de Estado, extrapolando todo o tempo que havia sido programado, em uma hora e dez minutos, pelo menos a mais, foi um total de três horas, foi uma reunião muito produtiva em que os presidentes estabeleceram, inclusive, missões para cada uma das áreas. Os ministros puderam abordar os temas de seus ministérios.
quando o presidente Lula passou a palavra, e também do lado americano, os ministros que estavam presentes, as autoridades que estavam presentes, puderam participar desse intercâmbio de ideias sobre os temas bilaterais em discussão. Muito bem. O Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, porque o Brasil estava lá para tratar também de tarifas. Pode colocar aí.
Um dia muito bom. A cada encontro do presidente Lula com o presidente Trump, as coisas avançam um caminho um tanto mais. E, óbvio, discutimos a sessão 301, que é uma grande preocupação. Apresentamos e reiteramos a eles todos os dados e informações que já foram apresentadas.
indicando a necessidade de conclusão da sessão 301. O presidente Lula mencionou isso ao presidente Trump, nós mencionamos a contraparte e estabeleceu-se uma discussão em torno das tarifas efetivas que são aplicadas pelo Brasil e o não cabimento de sobretarifas em relação aos produtos brasileiros. E nós ficamos de nos reunirmos.
nos próximos 30 dias, para avaliarmos ou chegarmos a uma conclusão. Na nossa expectativa, uma conclusão que leve também ao encerramento da sessão 301. Márcio Elias Rosa. Sessão 301, explicando.
é os Estados Unidos têm um dispositivo que permite investigar países que tenham práticas comerciais desleais. Quem faz isso é o chamado Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos. Jameson Greer é o titular desse departamento.
Uma semana depois, na carta enviada ao Lula naquele 9 de julho, se falava ali que o Trump faria, recomendaria a investigação do Brasil, PIX, 25 de março, etanol e não sei o quê. E sim, e foi aberta a investigação. E ele está dizendo agora, o Márcio Elias Rosa...
novo ministro da Indústria e Comércio, que ficou no lugar do Alckmin, está dizendo que essa agenda vai avançar. Tudo indica que, além de cuidar das tarifas e talvez eliminá-las, também essa parte da investigação especial que existe na parte contra o Brasil, a coisa vai ser resolvida.
Eu estou colocando essas falas aqui porque compõem a agenda do Brasil lá nos Estados Unidos. Era a questão do crime organizado, o ministro da Justiça vai falar daqui a pouco. Era a questão das tarifas, falou agora o ministro da Indústria e Comércio. No caso do Ministério da Justiça, por que ele estava lá? Por que é que o Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, está lá? Para tratar...
de acordos de combate ao crime, especialmente na área financeira.
então vamos ouvir o que falou o Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça. Um trechinho, bem curtinho, vai lá. Eu considero a reunião muito exitosa. O presidente Luiz Inácio propôs grupos de trabalho para tratar tanto da questão doméstica como em nível de cooperação com outras iniciativas, e acho que foi, de fato, um dia histórico nesse encontro da relação Brasil-Estados Unidos. O Dario Durigam...
ministro da Fazenda, falou também sobre a questão comercial.
E por que não existem razões para haver tarifa contra o Brasil? Fala, Durigam, vai. Disse a eles que a economia do Brasil está vivendo um bom momento, um momento de estabilidade, com inflação sob controle, com crescimento acima do esperado, inclusive pelas previsões do FMI, das demais agências internacionais. Mostrei o quanto a renda das pessoas no Brasil está melhorando e vai avançar agora com os programas que o presidente está anunciando. Tratamos...
dos números do comércio internacional e do comércio bilateral. Nos números apurados pelo MEDIC, o Brasil teve um déficit em 2025 próximo a 20 bi com os Estados Unidos. Nos números dos Estados Unidos, do escritório de estatística norte-americano, o número se aproxima a 30 bi do déficit brasileiro. Então, o número deles, inclusive, dá mais razão ao nosso pleito.
Muito bem, dizendo, olha, o Brasil é um parceiro comercial seguro. Você não vai me botar logo aí, eu que fui a grande estrela. Boa, presidente. Vai ter muito o senhor aqui. Também Alexandre Silveira, das Minas de Energia, estava lá. E nós estávamos lá para cuidar também da questão de investimentos dos Estados Unidos aqui na exploração das terras-arras e processamento dos chamados minerais críticos.
para a grandeza do Brasil, não para a grandeza dos Estados Unidos, mas para a grandeza dos dois, porque se trata de colaboração. E não, Valeu Benedi, chegar lá e simplesmente falar, você quer minha terra rara? Hein, Trump? Eu dou. Não, não pode ser assim, tem que negociar. Fala, Silveira. Só o líder com a dimensão do presidente Lula, que governa a segunda maior democracia do mundo.
chegaria aos Estados Unidos e teria uma reunião tão produtiva, mas tão altiva, em defesa da soberania nacional, em defesa do Brasil, demonstrando todos esses temas que nós acabamos, os nossos colegas ministros acabaram de dizer, e especificamente sobre esse grande patrimônio do país, que é o nosso subsolo, as terras raras.
E os materiais estratégicos, o presidente Lula demonstrou e disse que acabou de aprovar no Congresso Nacional um marco regulatório que dá instabilidade a recepcionar investimentos do mundo. É isso. Assim age um... Deixa eu dizer, você pode não gostar. Ah, eu não gosto do Lula, porque o fato é...
que ele tem visão estratégica. Quando você coloca o que está acontecendo neste momento, desculpem, vis-à-vis o que foi falar o Flávio lá, você tem um pouco noção de quem é um e de quem é outro. Existe uma diferença brutal. E não adianta fazer de conta que não. De um lado está um interesse nacional, do outro está um arranjo.
que tendem a se desarranjar, porque esse negócio do Banco Master, agora chegando à direita, nós vamos explicar tudo. Complica bastante a vida deles também. Ah, eu não sei se muda o resultado da eleição ou não. Eu continuo achando que o Lula é favorito. E se perder? Vai se perder? Espero que o Brasil não acabe. O esforço dessa gente para que acabe é grande.
Mas então, já que eu fui a grande estrela, já que eu ganhei tapete vermelho, já que eu encontrei Boy Benny e o menino Isabela, o ponto de ir lá com o Trump também, então é justo que eu fale, sobretudo sobre as terras raras. O que eu falei? Vai, põe aí.
Tudo que se fala hoje é dos minerais críticos, porque a China, porque a China, porque a China, porque a China. Eu disse ao presidente Trump que nós não só fizemos uma coisa extraordinária, aprovando na Câmara ontem, sabe, a lei sobre a questão dos minerais críticos, como a aprovação de um conselho sobre a coordenação da presidência da república.
tratando a questão do minerar escrito como uma questão de soberania nacional, para que a gente possa compartilhar o potencial do Brasil, que ainda é pouco conhecido, porque nós só temos conhecimento de 30% do nosso território, e agora nós temos a obrigação de termos conhecimento de 100% do território, a compartilhar com quem queira fazer investimento no Brasil.
Nós não temos preferência. O que nós queremos é fazer, sabe, parceria, compartilhar com as empresas americanas, chinesas, alemãs, japonesas, francesas. Quem quiser participar conosco para ajudar a gente a fazer a mineração, para fazer a separação e para produzir a riqueza que essa tese rara nos oferece, estão sendo convidados para ir no Brasil.
Não, vem cá, você, eu sei, o Wally Benny, o Isabela, eu acho uma pena que eu não seja unanimidade, sempre acho. Mas o que eu posso fazer? A gente não é nem entre os parentes, né? Porque tem muito que não gosta de você, não, até que acho que não. Você não gosta da sua análise, acho... Está errado isso? É preferível o Brasil.
um presidente, um líder, que chegue lá e diga nós temos lá as terras raras, precisamos inclusive mapeá-las, agora temos um marco que foi aprovado na Câmara, vai ser... E todos são bem-vindos aqui para compartilhar com a gente.
a exploração dessas terras raras. Afinal, a China tem 43%, 44% delas, o Brasil tem 22%, 23%, depois quem tem mais tem 6%. E queremos todo mundo? O Lula, esse perigoso esquerdista, olha o bem, Isabela, está dizendo ao mundo, vem investir aqui. Nós não temos medo de capital estrangeiro, nós não temos medo de capital privado.
Agora, a exemplo de todos os países do mundo, esse tipo de coisa, a gente obviamente quer que tenha a coordenação do Estado brasileiro. Lembrei ontem aqui, nós temos uma Embrapa por causa do Estado, nós temos uma Embraer privatizada por causa do Estado, nós temos uma Vale privatizada por causa do Estado. Os Estados, mundo afora, hoje investem.
E me parece que é isso. E agora, assim, vocês leiam aí esse negócio, que eu até falei para o Trump, sorria, sorria. O presidente ainda brincou sobre a foto que tirou com o Trump e disse que falou para o americano sorrir. E então Jacoso pediu para a Casa Branca não suspender vistos de jogadores brasileiros durante a Copa do Mundo, que terá cidades americanas entre suas sedes.
Então eu saio muito, muito satisfeito da reunião. Acho que foi uma reunião importante para o Brasil e importante para os Estados Unidos. Eu sempre acho que a fotografia vale muito. E vocês perceberam que o presidente Trump rindo é melhor do que ele de cara feia.
E eu fiz questão de dizer para ele rir, um pouco é importante, alivia, alivia a nossa alma se a gente rir um pouco. E ainda brinquei com o presidente Trump, ele perguntou da Copa do Mundo, a seleção brasileira estava boa, e eu falei, eu espero que você não venha, sabe, anular o visto dos jogadores brasileiros para a seleção. Por favor, não faça isso, porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa do Mundo.
É isso. Ele riu. Ele riu porque agora ele vai rir sempre. Ele aprendeu que ria muito bom. Queridos, uma pessoa quase sábia nesse programa aqui, pode ver, falou que o Lula tem muito mais experiência internacional do que o Trump. Gostem ou não?
Pô, mas é aquele pernambucano, é aquele nove dedos, é aquele não sei o quê. É. É. É a origem dele. O importante é aprender. Além daquilo que o mundo fez de você, fundamental mesmo é o que você fará do que o mundo fez de você.
Isso é uma mistura de Kant e com Sartre. Entende? Importa o que fizeram de você, sempre importa porque compõe a sua base, a sua origem. Aquilo que você viveu, aquilo que você experimentou, a sua origem estará sempre em você, quando menos está na sua memória. No caso do presidente, é uma cicatriz. É uma amputação também. De que fazem pouco caso.
Agora, o que é que ele fez do que fizeram dele? E está aí. Ah, catástrofe! Não veio. Teve facções também, vamos lá. Indagado se a eventual classificação das facções criminosas brasileiras como terroristas pela Casa Branca foi abordada na reunião, Lula respondeu o seguinte. Não foi discutido isso.
O que eu queria dizer, entreguei por escrito, cada assunto que eu discuti com o presidente Trump. Além dos ministros falarem, eu terminei a reunião entregando para ele cada proposta nossa escrita em inglês. Em inglês, que é para ele saber o que nós queremos. Para não ter dúvida daquilo que nós queremos. E porque nós estamos levando muito a sério essa questão do combate ao crime organizado.
Esse negócio de dizer que o crime organizado, que as facções, no caso do Brasil, tomaram os territórios na cidade, nós temos que dizer, por exemplo, que o território de uma cidade, de um bairro, é do povo, não é de crime organizado, não é de facção criminosa. Isso é o que nós temos que dizer, e no mundo também.
Nós criamos uma base na cidade de Manaus para combater o crime organizado, o tráfico de armas e drogas na fronteira brasileira, com a participação de delegados da política de todos os países da América do Sul. Se os Estados Unidos quiserem compartilhar e participar conosco, estará convidado. Está certíssimo. Até porque é muito grave que nós tenhamos áreas dominadas pelo crime.
Mas todo mundo sabe que não é terrorismo. E é preciso atentar para as consequências de isso vir a ser considerado terrorismo. Inclusive as coisas em inglês, eu redigi pessoalmente, Boybini. Eu mesmo. Entendeu? Redigi em português, depois fizeram para que passaram para o inglês. Olha, bora. E isso é o que faz um estadista.
E sobre tarifa? O que ele falou? O presidente Lula ainda disse estar otimista com o fim das tarifas que ainda restam sobre produtos brasileiros e afirmou que dentro de um mês uma nova proposta deve ser discutida. Olha para a minha fisionomia. Você acha que eu estou otimista ou pessimista? Eu estou muito otimista. Veja, porque tem uma divergência entre eles e nós que ficou explicitada na reunião.
O ministro dele falou uma coisa, os nossos ministros falaram outra. Ora, como a gente não podia ficar debatendo o dia inteiro sobre isso, eu propus a outra, vamos dar 30 dias, vamos dar 30 dias para esses companheiros resolver o problema. E nós voltamos a conversar. Ainda falei, presidente, a gente não precisa fazer reunião lá no carro, a gente pode fazer teleconferência, é mais barato. Sabe, o que nós temos é que resolver esses problemas.
É isso. Ainda temos mais Lula falando, mas agora nós... Ah, não, antes ainda. Eu já ia partir para Banco Master, mas... Mas, olha, há um limite, deveria haver um limite para o ridículo. Mas não há. Se há coisa...
que foi muito mal distribuída no mundo, é limite para o ridículo. Os bolsonaristas apostavam no desastre do encontro. Trump é imprevisível, não sei o quê.
pautaram a periferia do Trump com coisas, com fofocas. As candinhas do bolsonarismo se prepararam. Vamos lá, vamos passar as informações, as críticas todas que o Lula fez ao Trump. Eu acho, insisto, eu acho o Trump completamente despreparado, completamente amalucado, mas...
também deve, negociante que é, deve dizer o seguinte, olha, é normal que um governante defenda o interesse do seu país, é normal que haja divergência.
Mas, de qualquer modo, eles prepararam as coisas. Vamos lá, vai. Aliados do senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro municiaram pessoas próximas a Donald Trump com conteúdos que mostram críticas de Lula ao presidente americano. Esse movimento bolsonarista nos Estados Unidos é liderado pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro e pelo blogueiro Paulo Figueiredo. Os dois têm relação próxima a uma ala de auxiliares de Trump e tentam influenciar a política externa da Casa Branca sobre temas voltados ao Brasil. Segundo pessoas próximas aos dois, relataram a Folha.
foi feita uma operação para apresentar a Casa Branca críticas feitas por Lula sobre o trabalho de Trump. Jason Miller, um dos conselheiros do presidente americano, passou a enviar mensagens nos últimos dias listando alguns episódios de embate com o brasileiro, como no caso da captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro na invasão promovida pelo Pentágono. O objetivo dos bolsonaristas era desgastar Lula com a visita, independentemente do resultado.
Sim, fizeram isso, apostando que fosse dar conflito. Não aconteceu. E aí o nepovéio da ditadura, o Paulo Figueiredo, falou que achava tudo muito estranho, porque não houve coletiva, não houve nada, visita sem status de chefe de Estado. Melhor ainda, porque sem ter esse status de visita oficial, houve o tapete vermelho.
É o contrário do que ele está falando. É o contrário do que ele está falando. Ah, o que ele achou estranho? Vai.
Reinaldo, após o encontro, o blogueiro-bolsonarista Paulo Figueiredo foi às redes sociais e fez justamente isso. Tentou criar uma narrativa de que o encontro teria sido, nas palavras dele, esquisito. Vamos ao que ele escreveu ao compartilhar uma publicação da Casa Branca. Visita sem status de visita de Estado. Coletiva de imprensa cancelada. Tweet seco do Trump. Que esquisito. E não, eu ainda não sei o que aconteceu, mas estou tentando apurar.
Não sei o que aconteceu, mas estou tentando apurar. E aí, nós temos... Ele lançou uma teoria conspiratória. Lançou uma teoria conspiratória. Vocês estão aí com a teoria conspiratória? Porque a teoria conspiratória tem até um vídeo. Ô Paulo Figueiredo, cara, burro...
Assim, porque tem uma pessoa que é burra. Burra, burra. Não, burro você não é, vai. Você não é. Não vou usar o exemplo. Vocês conseguiram emplacar o Flávio Candidato. Aquela coisa toda.
Agora, claro, vocês adoram manipular opinião pública, porque a sua teoria conspiratória também acaba incidindo gravemente quanto o Trump, se estivesse certa. Mas qual é a teoria conspiratória?
Paulo Figueiredo teorizou na última terça que a ida de Lula aos Estados Unidos para se encontrar com Trump teria um grande objetivo, seria uma contrapartida para negociar as terras raras brasileiras para evitar que PCC e Comando Vermelho fossem classificados como terroristas. Figueiredo, ligado a Flávio Bolsonaro, ainda acusou Lula de ser entreguista, ligou ao governo federal a venda da mineradora Serra Verde, especialista no mercado.
no trabalho com minerais críticos. O que a gente já explicou que é falso. A gente vai acompanhar o que disse o blogueiro no canal dele no YouTube. Vamos falar, Flávio Bolsonaro, entreguista, não sei o que. Ué, meu filho, foi o seu candidato, o seu presidente, que vendeu para os americanos Serra Verde. Ora, foi o seu candidato, o seu presidente, que vendeu para o Donald Trump. Foi lá em Washington, na Casa Branca, fechar acordos de minerais críticos com o Trump. Esse é um dos componentes dessa viagem do Lula.
No entanto, nem de longe essa é a principal razão da visita do presidente do Brasil aos Estados Unidos. Qual é? Pelo que eu apurei, com múltiplas fontes nesse caso, a principal razão da visita... Para um pouco, para um pouco. O Paulo Figueiredo também é dado a apurar as coisas com múltiplas fontes anônimas. Paulo Figueiredo.
Grande repórter. Hein, Paulo Figueiredo? Grande repórter. O bom das múltiplas fontes anônimas, porque não precisamos dizer quais são, você fala o que você quiser. Paulo Figueiredo, conte-nos o que você apurou com suas múltiplas fontes. Estamos curiosíssimos, Paulo Figueiredo. Por favor, nos tire das trevas da ignorância, Paulo Figueiredo. Vai!
é que o Lula foi informado de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações narcoterroristas poderia sair a qualquer momento por ordem do secretário Marco Rubio, que tem essa prerrogativa. Para tudo, foco em mim. Entendi. Atenção. Vale o bem, Isabel.
Vai sair a designação como grupos narcoterroristas. Lula não quer, porque aí ele quer sugerir que o Lula, de algum modo, tem algum interesse, que isso não sai. Como se não fosse o interesse do Brasil. Então o Lula faz o quê? Entrega as nossas terras raras. Em troca. E...
O Paulo apurou isso com múltiplas fontes. Sendo com múltiplas fontes, eu suponho que seja com múltiplas fontes, inclusive do PT, né, Vólio Beni? Que devem manter o Paulo Figueiredo municiado, né? Porque, assim, falaram assim, olha, eu privo ali da intimidade com o presidente Lula, e como é que é a fórmula, Vólio Beni e Isabela? O presidente Lula comentou com interlocutores que ele iria oferecer as terras raras.
só para não chamar o PCC e o Comando Vermelho de narcoterroristas. Termina a sua teoria, ó grande mestre das esferas, ó grande pensador, vai. Foi então que Lula resolveu puxar essa carta, fazer um apelo direto ao Donald Trump. Só que para isso, para pedir algo a Donald Trump, Lula precisava oferecer algo. E o que ele oferece?
justamente, às riquezas minerais brasileiras, às terras raras, como moedas de barganha. Então pode parar, porque agora isso é uma acusação muito grave também ao Trump. O Trump é tão bucaneiro, vale bem, Isabela, tão sem vergonha, que ele é capaz, então, de condescender A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A
Com organizações narcoterroristas só para ficar com as nossas terras raras. E é nessa hora que eu... Voibe, Isabela, memória é uma das coisas desse programa, né? Sim.
linkar as coisas, fazer você compreender. Nós estamos aqui para isso. Nosso prazer, nosso tesão é voluntar. Em sentido espanhol, tesón. É o quê? Esclarecer, lembrar, fazer os devidos liames. Pô, Reinaldo, fala uma palavra em português que é link. Não.
fazer os devidos liames, links. Eu obedei falar português, Reinaldo, liame mesmo. O que é liame? Presidente foi demais. Ô Flávio, Flavim, Flavim, conta pra nós, Flavim. Dia 28 de março.
O que você realmente quer com as terras raras? E como é que você pretende? Chegou lá para o Trump e falou, Trump, minhas terras raras são suas. Dê as suas. As do Brasil não, vai.
O Brasil vai ser o campo de batalha no qual o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução para os Estados Unidos se livrarem da dependência dos minerais críticos, especialmente das terras raras da China. Sem eles, a revolução tecnológica dos Estados Unidos fica estagnada.
e a segurança nacional se torna vulnerável. E quando os Estados Unidos se tornam vulneráveis, todo mundo livre se torna vulnerável. Brasil e Estados Unidos foram feitos um para o outro. Compartilhamos os mesmos valores judaico-cristãos e cada um tem aquilo de que o outro precisa. A América precisa de cadeias de suprimentos seguras para materiais críticos, um parceiro confiável no hemisfério e um mercado massivo para bens e serviços americanos.
E aí vem o Paulinho Nepoveli da ditadura para falar que o Lula foi lá para fazer negociações, expôrias, etc. É realmente do balaco-vaco. Vai ter gente caindo nessa conversa? Vai, ué! Você acha que não?
Sempre tem. Sabe aquela frase maravilhosa que todo dia sai de casa um espertalhão e um otário e eles fazem negócio? Um clássico. Não é? Quem sai ganhando o otário? Não. Então vai ter otário que vai sair repetindo isso por aí.
Vocês ficaram como a história do Hieronymus Murchal, o barão de Murchal, que tem um filme bacana que era de um dos caras do Monty Python.
que dirigiu As Aventuras do Barão de Munchausen. O Paulo, sabe que você está aparecendo? O Barão de Munchausen, quando contou... Que coitado, ele era só um contador de histórias e aí, valeu bem, alguém pegou as histórias dele e contou e o tratou como mentiroso verdadeiro, porque existiu o Barão de Munchausen, do século XVIII. Mas o filme é muito divertido. E ele contava, valeu bem, que entre outras coisas, ele caiu num pântano e puxando o próprio cabelo ele conseguiu se tirar do pântano. Até apareceu a imagem aí.
O que é uma impossibilidade física, não é mesmo? Ou então ele conta daqueles que foram à Lua, visitaram a Lua, olha lá, o barulho de Buchau se puxando o próprio cabelo. Foram à Lua e encontraram os selenitas. Os selenitas são aqueles que moram na Lua, em Selene, Lua. E as pessoas, quando ficavam cansadas, eu olho bem, tiravam a própria cabeça e andavam com ela debaixo do braço. Assim estão os bolsonaristas.
com essa soma de ridicularias. Acreditassem no titio? Não, mas não acredita. Continua não acreditar. Não iam apostar nessa besteira. Sêne, tem muito Banco Master ainda hoje, fica aí, mas a gente precisa falar daquilo que é importante para o futuro do Brasil.
Nós temos ainda o Lula falando sobre eleição. O que tem aí o Lula sobre eleição?
Lula disse que não acredita que Trump vai tentar interferir nas eleições brasileiras deste ano e defendeu a soberania dos países. Ele ainda falou que a relação entre os países melhorou muito desde o primeiro encontro com Trump, ainda em setembro do ano passado. Olha, se ele tentou interferir nas eleições brasileiras, ele perdeu, porque eu ganhei as eleições. Eu acho que não é uma boa política um presidente de outro país ficar interferindo nas eleições de outro país.
É o princípio básico para que a gente não permita a ocupação cultural, política e a soberania de um outro país. Eu penso que a nossa relação com o Trump é uma relação sincera. Eu penso que desde o primeiro encontro que nós tivemos de 29 segundos em Nova Iorque.
numa reunião da Assembleia Geral da ONU, até os telefonemas que nós fizemos, até o encontro da Malávia, e até esse encontro de hoje, eu acho que evoluiu muito. Eu tenho razões para acreditar que o Trump gosta do Brasil. Eu não acredito que ele vá ter qualquer influência nas eleições brasileiras. Até porque quem vota é o povo brasileiro.
E eu acho que ele vai se comportar como presidente dos Estados Unidos, deixando que o povo brasileiro decida o seu destino, como eu vou deixar que o povo americano decida o destino deles. Só uma pequena correção, sei lá o que, não sei exatamente, de qualquer modo o Trump era um político influente, mas quando houve eleição aqui o presidente era o Joe Biden. E os bolsonaristas dizem que o Biden interferiu, que é mentira.
absolutamente mentiroso, que tenha havido qualquer interferência dos Estados Unidos na eleição brasileira. Agora, eles, sim, sempre contaram com a interferência do Trump. E ainda tem mais... E o Lula teve ali sobre os conflitos do mundo. Ele também disse como é que foi a conversa.
Ele disse, inclusive, sobre a guerra do Irã e disse que não vai conseguir mudar a cabeça de Trump em uma reunião de três horas. Olha, o Trump não vai mudar o jeito dele ser por causa de uma reunião que durou três horas comigo. O que eu fiz questão de dizer para ele é que eu penso das coisas que eu acho que podem ser feitas. Eu acredito muito mais no diálogo do que na guerra.
Eu acho que a invasão do Irã, ela vai causar mais prejuízo do que ele está imaginando. Mas tem várias suposições. Ele acha que a guerra já acabou. Não é o real. Mas ele acha, eu não vou, sabe, ficar brigando com ele por causa da visão que ele tem da guerra. Ele acha que na Venezuela está tudo resolvido. Eu disse para ele que eu tenho interesse em discutir qualquer assunto que ele precisa discutir.
E quiser discutir comigo sobre Cuba, sobre Venezuela, sobre Irã, sobre o que ele quiser, eu estou disposto a discutir. Eu não tenho vocação belicista. A minha vocação é de diálogo. É acreditar no poder da narrativa. É acreditar no poder do convencimento. É assim que eu acho que a gente deve fazer política. Falei muito com ele sobre a questão de mudança no Conselho da ONU. É preciso reformar a ONU.
Rapaz, você viu Isabela, que eu até uso agora palavras que têm a origem latina muito clara, que eu usei belicista, que é de bellum, guerra. Tem até uma fase latina que eu pedi com o Reinaldo, que é Se o spaque para bellum. Se queres a paz, prepara a guerra.
E esse parabelo é muito... Eu gosto da formação da língua portuguesa, que é muito boa, né, e das palavras que vão... Porque, assim, se ois paquem parabelo. Esse ois escreve em vis, né? Mas se lia ois. Se ois paquem parabelo. E paquem se escreve passei, com c. Mas é que tinha, provavelmente, som de cá. Aprendi tudo isso. Não tem nada disso, não. Parabelo. Parabelo. Parabelo. Parabelo. Guerra.
E aí, o Vaibeni, não é, Isabela, nessa língua maravilhosa. O que quer o que pode essa língua? Flor do laço, sambódromo, Luz América Latim em pó. O que quer o que pode essa língua? Parabelo virou o quê? Parabelo. Parabelo. Revolve. Não é sensacional? Porque virou marca de arma também.
Se entrega, Curisco, eu não me entrego, não. Eu só me entrego na morte, de parabelo na mão. Deus e o diabo na terra do sol. Glauber Rocha. É preciso saber tudo, relacionar tudo. Nada ocupa lugar. Sabedoria não ocupa lugar. O problema, vale bem, é que a burrice também não.
E assim as coisas vão. Ah, não vamos agora falar de muito máster, consequências políticas, etc, etc, etc. Fica com a gente. O Eta Coisa Muito bem, estamos de volta. Vocês sabem, e nós vamos tratar disso com detalhes,
Na sequência, que houve a operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas. Com implicações importantes na área da política que nós vamos tratar aqui. Além daquelas que parecem óbvias. Tem muita coisa importante aí. O Haddad, Fernando Haddad.
ex-ministro da Fazenda, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, se manifestou a respeito. Um, o que a gente tem aí, vai?
Pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad afirmou nesta quinta que as pessoas não têm ideia de quem é o senador Flávio Bolsonaro, o principal adversário do presidente Lula, na disputa ao Planalto, e que espera que a campanha mostre quem é o personagem e quem são os amigos dele. Ao comentar sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Haddad ainda citou o caso do Banco Master.
disse o seguinte durante uma coletiva de imprensa após dar uma palestra na Fundação Fernando Henrique Cardoso em São Paulo. Eu creio que as pessoas não têm ideia de quem seja o Flávio. Eu espero que a campanha mostre quem é o personagem, quantos mandatos ele teve, quantos projetos ele aprovou, como é que ele angariou esse patrimônio considerável que ele detém, quem são os amigos dele.
As investigações estão sendo aprofundadas sobre os escândalos que o governo desbaratou, então tem havido uma compreensão maior de quem é responsável por esses desmandos. Quando surgiram esses desmandos, quem foram os responsáveis? Isso tudo vai ajudar a esclarecer. É, isso ele está falando em São Paulo, numa situação em que ele enfrenta um candidato...
que, por enquanto, tem uma ampla vantagem nas pesquisas. Quando eu digo por enquanto, eu sou muito objetivo nessas coisas, eu acho muito difícil, longe de ser impossível, o Haddad vencer. A diferença é muito maior do que aquela que ele... Hoje, do que aquela vida na eleição de 2022.
E eu acho que tem de haver uma aproximação. O Haddad fala disso porque... E tinha acontecido a operação do Master. O Haddad fala isso porque ele foi um dos grandes defensores de um endurecimento do governo nesse caso do Banco Master. E campanhas contra a corrupção, já falamos aqui, acabam atingindo governos também, mesmo quando são eles a combater a corrupção.
mas ele foi um dos que defenderam que se devia endurecer bastante, no caso do Banco Master. E houve até quem dissesse, olha, se as coisas não fossem assim, o governo vinha numa trajetória de ascensão, mas aí teve esse negócio. Então, para ele, claro, essa é uma tese importante. O que mais que ele falou? Vai lá.
Haddad havia sido indagado sobre como o governo poderia dialogar mais com a população, tendo em vista que Flávio aparece empatado ou até ultrapassando o Lula numericamente em pesquisas eleitorais recentes. Haddad então citou o caso Master e acrescentou que é preciso colocar as instituições para funcionar, cada um com a sua competência, citando a Receita Federal, a Polícia Federal e também o Ministério Público. Ele continuou, cada uma no que lhes compete e esclarecer para a opinião pública para onde foi o dinheiro do Master. O que é que...
campanhas o Master financiou? Quem é amigo de quem? Para a gente ter clareza do que aconteceu. Isso vai ajudar muito. Agora, o papel é dar transparência para isso. Nós já sabemos na gestão de quem, no Banco Central, diretores foram corrompidos. Estamos investigando parlamentares que podem ter envolvimento em beneficiar o Master e vamos atrás. Acrescentou dizendo que esse caso obviamente vai ter impacto eleitoral na campanha.
Pode ter, acho só que precisa tomar cuidado com os pronomes, porque se nós vamos, não sei o quê, hoje já tinha bolsonarista falando que tudo isso é uma operação de perseguição e não sei o quê, e que a Polícia Federal está a serviço. Acho que não, desse modo, porque afinal de contas o relator é o André Mendonça.
A Polícia Federal pediu essa operação. Aliás, pediu no dia 10 de abril. Saiu agora. Isso também gerou ali alguma especulação de por que agora. Mas as evidências, no caso, são muito sérias. E claro, ele também está fazendo uma referência indireta ao fato de que o maior doador da campanha do Tarcísio aqui foi o Fabiano Zetel, que é cunhado do Vorcaro. Doação, diga-se...
de acordo com a regra declarada, certinho. Mas, como foi uma doação, 2 milhões. Então, dizendo, ah, o Master é um problema da direita, não é nosso. Nós vamos tratar desse assunto. Porque, claro, não é exclusivamente da direita. Mas é principalmente da direita. É isso aí. O Eta Coisa
Muito bem, estamos de vai... Eita, o programa deve ter 18 horas hoje, mas enfim... Aja a garganta, né, Valerio? Caso Master, PF realiza operação contra Ciro Nogueira. E sim, o Caso Master agora se gruda à direita. Isso é inequívoco. Vai lá.
O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, foi o principal alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nessa quinta pela Polícia Federal, que apura crimes relacionados ao caso Master. A PF fez buscas em endereços ligados a Nogueira em Brasília e no Piauí. No total, foram expedidos 10 mandados de busca em São Paulo, Minas, Piauí e Distrito Federal. Também há um de prisão temporária, no caso de Felipe Cansado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro.
A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, relator do caso no STF, que negou que a operação atingisse o gabinete do Senado. Na decisão, Mendonça aponta que a PF vê indícios de que Nogueira teria atuado em favor de interesses do Master em troca de vantagens indevidas.
extrapolando relações de mera amizade. Segundo a PF, o senador recebia repasses mensais do esquema de Vorcaro que chegavam a R$ 500 mil. De acordo com a Polícia Federal, as transferências de dinheiro para o senador eram feitas por meio da parceria BRGD-CNLF, Pessoas Jurídicas. As operações eram comandadas por Felipe. E aí, há diálogos bastante eloquentes.
que o Mendonça transcreve ali a partir de informações da Polícia Federal.
Em conversas entre Daniel Vorcaro e Felipe, seu primo, a data de 28 de janeiro do ano passado, ele disse o seguinte, Felipe falando agora. Oi, Daniel, tudo bem? O pessoal me passou aqui sobre o aumento dos pagamentos parceiro BRGD, mas fluxo está indo praticamente todo para o BTG e ainda estou precisando aportar valores altos todo mês. Amanhã estarei o dia todo em SP. Tem algum horário que poderíamos falar?
E Daniel Vorcaro responde, estou na Venezuela, resolve isso para mim, eu ponho o dinheiro depois para repor. Meses depois, em 30 de junho do ano passado, Daniel relata a preocupação em conversa com Felipe com o atraso dos pagamentos a Ciro. Diz o seguinte, cara, eu estou no meio dessa guerra, atrasou dois meses, Ciro? E o Felipe respondeu, vou ver se dou um jeito aqui, vai continuar os 500 mil ou pode ser os 300?
É 500k, né? Como eles usam sempre. KKKKK, né, Vole Benninger? É GK. KKKKK.
Olha, deixa eu dizer, a defesa conduzida pelo Cacai, o glorioso Antônio Carlos de Almeida Castro, diz que o Vorcaro e todo mundo quer contribuir com a justiça, a fim de esclarecer que não teve, o Vorcaro e o Ciro, que não teve qualquer participação em atividades ilícitas, etc. Bom, o fato é o seguinte, desde o começo há uma guerra, a...
de atribuições sobre o caso Master.
O que o PT, os progressistas sempre apontaram, isso é um escândalo da direita e acaba caindo no governo. Já explicamos a razão aqui, sempre que tem investigação sobre corrupção, o status quo que é mais apanha. Desta feita, não adianta, o Ciro Nogueira é quem é. O Ciro Nogueira foi ministro-chefe da Casa Civil do Bolsonaro, é um cara de direita. Até outro dia era o cara que articulava, chegou a ser o principal articulador de uma candidatura anti-Lula. O tempo que queria o Tarcísio.
e que ele aparecia como vice, há vídeos do Flávio dizendo que ele seria um excelente vice. Então é claro que o caso chega à direita. Isso. Mas vai chegar a Flávio? Eis a questão. Então, as pessoas vão fazer, vão colar o central Flávio? Uma coisa é certa, a aliança.
do Flávio com o PT, com o PP, sofre um embaraço. Porque, digamos que não vire um companheiro exatamente exemplar. A essa altura, o PT está falando ah, o PP não quer a gente, não quer não. Melhor que queira o Flávio.
E tem a dinheirama, mas o problema é assim. Só, o Voibene, o dinheiro poderia ser... O cara fala, o dinheiro é meu, faz o que eu quero. Dou para quem eu quero. Quero comprar um Patek Philippe. Bilionários do Brasil, comprem o Patek Philippe para o Tio Rei, de ouro rosa, custa 2 milhões e 600 mil. São dinheiro de vocês. Vocês fazem o que vocês querem. O que eu farei para vocês? Nada.
A não ser a minha beleza, a minha graça, o meu charme, o meu veneno e a minha simpatia. Agora, se você é senador, e se você faz uma emenda que ajuda o banco, e se o banco se enrolou como se enrolou, aí as coisas se complicam. Do que é que eu estou falando, vai?
Em seu despacho, o ministro André Mendonça informa que, segundo a PF, Daniel Vorcário encomendou a Ciro Nogueira a elaboração de uma emenda com o objetivo de favorecer o Master. Em conversas de posse da PF, o então banqueiro diz que o texto apresentado pelo senador saiu exatamente como ele encomendou. A PEC em questão foi apresentada por Nogueira e propunha mudanças no funcionamento do Fundo Garantidor de Créditos, o FGC.
um mecanismo que protege correntistas e investidores em caso de quebra de instituições financeiras. O principal ponto previa ampliar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão o limite de garantia por CPF ou CNPJ no caso de compras de CDBs, os Certificados de Depósito Bancário. O argumento...
promover a segurança e rigidez do sistema financeiro nacional. Esse texto teria sido encaminhado à casa de Nogueira em um envelope e transformado depois na PEC apresentada pelo senador. A emenda não foi aprovada no Senado. Isso aí é grave. Vamos ver, tem outras coisas. Mas isso é grave porque, ainda que não tenha sido aprovada,
aos pagamentos, as evidências, os pagamentos mensais, e ele teria colocado, então, o seu mandato a serviço das ações do Vorcaro, do Banco Master, etc. Isso complica muito as coisas.
Soma dinheiro com uma ação objetiva em favor do Master? E evidentemente Ciro não fica nada bem no retrato. Mas há mais coisas que são bem ruins. Vamos lá.
A APF afirma que Vorcaro teria custeado hospedagens, deslocamentos e despesas de viagens internacionais de Ciro Nogueira, como no caso do Parque Hyass, New York, hotel cinco estrelas localizado em Manhattan, Nova York, além de despesas em restaurantes de alto padrão. A corporação menciona, por exemplo, um diálogo entre Vorcaro e Léo Serrano, apontado como uma espécie de intermediador das operações. Este questiona o dono do Master.
Só uma pergunta rápida. É para os meninos continuarem pagando conta dos restaurantes do Ciro barra Flávia até sábado? Na sequência, a Vorcaro responde. Sim, depois leva meu cartão para a Sun Barfs. Uma nota, Reinaldo. Sun Barfs refere-se a Sun Barthélemy. Trata-se de uma ilha localizada no nordeste do Mar do Caribe.
É uma coletividade ultramarina da França situada nas pequenas Antilhas, a cerca de 30 quilômetros a sudeste de Saint-Martin. Conhecida ali por luxo, praias paradisíacas e atmosfera francesa, é um destino para as celebridades muito ricas.
Eu vivo em São Bartelomi. Vocês não vão porque vocês não têm dinheiro para isso. Ah, o Alexandre tem. Não tem, não. Ele nada no dinheiro? É, meus ricos... Ah, precisa de muito dinheiro. Os meus amigos ricos lá, desse jeito vai ficar vazio lá, Vale Benin. Lá também, trancoso. Ai, ai. É, e o Ciro, em 16 de março, falou que abriria mão do mandato, né? Caso houvesse alguma coisa contra ele. Né?
E o irmão do Ciro também foi alvo...
de medidas cautelares, aliás, as mais graves até do que ele próprio. Vamos lá. Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima é administrador da CNLF Empreendimentos Imobiliários Limitada, que, segundo a PF, seria usada como um mecanismo de simulado para repassar vantagens financeiras a Ciro. O ministro André Mendonça determinou que Raimundo use tornozeleira eletrônica. Ele também está proibido de manter contato com outros investigados ou testemunhas. Deve entregar o passaporte à PF.
Em no máximo 48 horas, ele não pode sair da cidade onde mora sem autorização da justiça. Felipe Vorcar, o primo de Daniel, de quem falamos há pouco, foi preso. Ao autorizar a prisão temporária, Mendonça aponta que Felipe fugiu da segunda fase da Operação Compliance Zero em janeiro desse ano, usando um carrinho de golfe do condomínio de luxo Terra Vista em Trancoso. É, a hora que a coisa aperta, você pega o que está na mão, né, o carrinho de golfe.
Sabe o que é relevante nessa história toda? Importantíssimo aspecto aparentemente lateral, mas que não. Que nós vamos ver que tem desdobramento eleitoral. Veja só. O Ciro era, sem dúvida nenhuma, o grande articulador original, antes disso tudo começar, do campo da direita. Só que ele era, ele sempre foi odiado por Flávio. Ah, a gente é amigo, mentira. Pelo...
o velho da ditadura, o Paulo Figueiredo, porque o Ciro era, já no governo, o moderado desse grupo de extrema-direita. Com o Ciro sem circulação, porque agora, meu filho, ele vai ter que se defender, esquece. Politicamente ele está liquidado. E o PP fica numa situação difícil. Cai o grau de moderação da extrema-direita. O Ciro era um...
Cara moderado. Era, não morreu. É. De direita, que pegou carona no bolsonarismo, tentando botar um pouco de racionalidade na irracionalidade bolsonarista. Só que agora caiu em desgraça. E, portanto, aumenta o teor de radicalismo da extrema direita. Isso é inegável. É isso aí.
Muito rapidamente aí, meninos, e se aponta também um negócio de 13 milhões que teria sido adquirido por um milhão ali pela turma do Ciro, vai.
A aquisição de uma participação societária estimada em R$ 13 milhões pelo valor de R$ 1 milhão é uma das principais suspeitas de que o senador Ciro Nogueira recebeu benefícios de forma indevida de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, segundo investigação da Polícia Federal. O negócio não foi feito diretamente por Ciro e Vorcaro, mas por parentes deles, que também foram alvos da quinta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira.
A CNLF, empresa que tem Ciro como sócio e é administrada pelo irmão do senador Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, comprou 30% da Green Investimentos S.A., que era presidida por Felipe Vorcaro, primo de Daniel. A Green tinha participação acionária em outra empresa.
Trinity Energia Renováveis S.A. O advogado de Ciro Nogueira, Antônio Carlos de Almeida Castro Cacai, disse em nota que a defesa repudia qualquer relação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar. A reportagem não localizou a defesa de Felipe Vorcaro e de Raimundo Nogueira. É isso aí.
Estamos de volta rapidamente e depois, com mais detalhes, nós temos o último bloco que não vai ao ar na rádio. Quem está na rádio depois procura nas redes sociais, que só vai ao ar nas redes e na TV. O Mendonça, como está, dificilmente vai homologar a delação do Vorcaro, é o que parece. Vamos lá.
Segundo a colunista da Folha e da Band News FM, Mônica Bergamo, o ministro do STF, André Mendonça, relator do caso Master na Corte, não pretende homologar a proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro nos termos em que ela está se apresentando. O magistrado está descontente com o que consideram missões do empresário.
e tentativas de proteger aliados em sua suposta proposta de colaboração premiada. Os anexos da delação foram apresentados ontem às autoridades. A posição manifestada pelo magistrado, no entanto, foi feita antes ainda da entrega oficial dos documentos, com base em informações prévias que ele recebeu, segundo a Folha. De acordo com a reportagem, a operação autorizada por Mendonça contra Ciro Nogueira hoje seria uma clara demonstração de que o ministro do STF considera o material já acumulado pela Polícia Federal
suficiente para o aprofundamento das investigações contra agentes políticos suspeitos de atuarem em favor do dono do Banco Master. Ainda de acordo com a Folha, a operação contra Ciro também foi um recado para que Vorcário e seus advogados revelem mais informações no contexto da delação premiada. É, por exemplo, esse caso Ciro não estaria contemplado na delação. Nós vamos ver mais detalhes sobre isso. Isso aí.
Me pegou em vale bem, mas eu lembrei a tempo. Muito bem. Agora estamos de volta no Band News TV e nas redes sociais. Olha aqui. Esse troço do Ciro Nogueira, tudo indica que esse troço não estava na delação. Mas também ninguém sabe. É uma especulação, porque como a delação não é pública, é o disque-disque, né? Mas vamos lá, que a gente tem, vai.
A defesa de Daniel Vorcaro apresentou nesta semana a proposta de delação à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal. As autoridades devem cruzar as informações dos anexos com a do conteúdo dos nove celulares apreendidos de Vorcaro. Se não houver apresentação de fatos inéditos, a PF e a PGR podem desistir do acordo ou pedir mais complementos. Além disso, se houver avanço, a colaboração precisará ser homologada pelo ministro André Mendonça.
Um dos pontos centrais é conseguir o detalhamento das movimentações financeiras de Vorcaro no exterior. Outra questão é o volume de recursos que ele se comprometerá a devolver ao Estado brasileiro para fechar o acordo de delação em troca de benefícios, como a redução da pena e a progressão de regime. Só que agora apareceu um embaraço. Tudo indica que essas lambanças envolvendo o Ciro não estavam na delação.
É o que se tem. Ah, se essa não está, então outras não estão. Vamos lá, a gente tem que entender a natureza da delação. A explicação sempre técnica, que é o que se espera que esse programa faz. E nós fazemos. A delação está regulada pela Lei 12.850. A Lei 12.850 é a lei das organizações criminosas.
Portanto, você está fazendo uma delação no âmbito de uma organização criminosa. Cabe a quem celebra o acordo explicar como funcionava essa organização, quem fazia o que, falar de volumes desviados, acertar o modo de ressarcimento ao Estado, etc.
O que é que se tem um clássico da delação? Bom, se você está querendo um benefício, é preciso que você me apresente alguma coisa a que eu, Polícia Federal, a que eu, Ministério Público, ainda não tenha chegado. Se você vai apresentar coisas a que eu já cheguei, então aí não interessa.
Esse caso do Ciro Nogueira, de novo, vale bem, dar dinheiro para os outros não é crime. O dinheiro é meu, se eu quiser distribuir, dá. Quando eu estou lidando com autoridades, gente que tem um mandato público, que coloca serviço...
Então, da organização criminosa, estou usando o termo organização criminosa porque a delação está sendo feita nesse âmbito. Se o Ciro colocou o mandato dele a serviço dessa organização, ainda que não o tempo todo, mas nessa ou naquela ação, e se isso não está na delação, então aí você diz, opa, espera aí.
Assim como ele, há outros políticos que podem entrar. A exemplo do que eu expliquei ontem aqui...
Não basta que a gente queira que algo seja crime para que seja crime. Eu falo isso porque, evidentemente, tem expectativa. Tem de pegar esse, tem de pegar o Alexandre, tem de pegar o Toffoli. Calma, por causa dos contratos conhecidos, não. Isso, por si, não é crime. Agora, os ministros atuaram em favor da organização criminosa? Usaram a sua condição de agentes públicos para beneficiar o banco? Ou...
Eles próprios cometeram crimes autônomos nessa relação com o Master? Ah, aí sim. Mas não há evidência disso até agora. Eu falo isso porque tem muita gente dizendo Ah, se não, apresentar esses dois não serve. Agora, é evidente que para que a delação seja celebrada e daí que se diga o Mendonça não estaria disposto a homologar, é preciso ir além daquilo que já se investigou.
Não sei. Mas também é preciso saber que se a delação não for celebrada, os dados de que dispõe hoje PF e Procuradoria, que foram fornecidos em razão da delação, eles também não podem ser usados. Aquilo que é prova autônoma, que a PF chegou, que a PGR chegou,
Aí sim. Mas aquilo que decorre da colaboração, aí não. Porque senão, você brinca que quer fazer colaboração, pega os dados e depois manda o cara pastar. Isso também não pode. Desse modo também não pode ser feito. E veja, a delação é importante, por outro lado, porque se imagina que muitos bilhões aí,
podem ser devolvidos também. Então também não é tranquilo o Mendonça falar assim, ah, quer saber? Então também não. Porque a compensação também é importante. Então é claro que isso chega a um impasse. Veja só, a Polícia Federal tinha pedido, isso é uma operação da Andresa Mataisa,
no Metrópolis, a Polícia Federal tinha pedido essas ações contra o Ciro Nogueira no dia 10 de abril. Hoje é dia 7 de maio. Faz quase um mês. Porque só saiu agora
Mendonça expressa o seu descontentamento com o que se fez até agora. Houve até quem dissesse, isso é um recado para o Ciro Nogueira, que teria participado da derrubada do Messias. Aí eu já acho um pouco de exagero o Centrão falando isso. Não acho que seja isso.
Mas, de qualquer modo, parece haver uma administração de expectativas. O senhor não está entregando tudo aquilo a que nós mesmos já chegamos por nossa conta. A ver o que vai acontecer.
Obrigado pela audiência. Amanhã estamos de volta. É isso aí. Vamos lá. Lula e Trump conversando. Vem aprovar meu brunch. Saiba que eu tenho approach. Na hora do lunch. Eu ando de fairy boat. Venha aprovar. Venha aprovar meu brunch. Saiba que eu tenho approach. Na hora do lunch.
Eu ando de ferro e bot, tá comigo? Eu tenho sabor a fé. É mesmo, compadre? Meu temperamento é light. Nossa senhora. Minha casa é high-tech. Que beleza. Toda hora rola o insight. Ah, qualquer coisa rola. Já fui fã do Getro Tu. Hoje me amarro no slash. Minha vida agora é cool. Meu passado é que foi trash. Vai. Vem aprovar meu bruxo. Sabe que eu tenho a bruxo.
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Eu vou confessar my love Depois do décimo drink Só um bom e velho engove Eu tirei o meu gringar E fui pra Miami Beach Posso não ser popstar Mas já sou o novo riche Venha provar meu brunch Saiba que eu tenho approach Na hora do lunch Leva no de fairy boy Leva teu brunch pra lá Venha provar meu brunch
Nada que eu tenho a prox
Eu ando de ferro e mocho Olha só Eu tenho sex appeal Saca só meu background Não quero nem olhar Deloes como Demon Hill Tenais como Fittipaldi Não dispenso o happy end Quero jogar no dream team De dia a uma, de um mês E de noite, drag queen Venha provar meu brunch Sabe aqui eu tenho a prox Eu a prox do cara Na hora do lanche
Vem aprovar, vem aprovar meu prancha Sabe aqui eu tenho aprox Na hora do rancho Eu ando de ferro e ponte
Venha provar meu brush. Saiba que eu tenho a cruz. Na hora do lanche. Eu ando de ferro e boi. Venha provar. Venha provar meu brush. Saiba que eu tenho a cruz.
Vai lá, Cazê, que já tá gostando da Pruxa. Não, não, não. Ah, não tá até seu dia de migal, mas... Já saquei da Pruxa. Vira esse que eu vou pra os palávios. Já é fora. Sabe que eu tenho a Pruxa. Na hora do lance. É o ando de que eu me for. Você ouviu o É da Coisa, na Band News FM.
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