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O É da Coisa de 05/05/2026, com Reinaldo Azevedo: Trump e Lula; mais empate; imprensa e desconfiança

06 de maio de 20261h24min
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Assuntos5
  • Lula e TrumpAcordo bilateral de cooperação para combate ao narcotráfico · Questões econômicas e tarifas de exportação · Uso do PIX · Acordos sobre terras raras · Avaliação de governo e reputação internacional
  • Avaliação de governo e aprovação presidencialLula lidera no primeiro turno · Empate técnico no segundo turno com Flávio Bolsonaro · Avaliação do governo Lula · Comparativo com governo Bolsonaro · Confiança em instituições (Congresso, STF, Imprensa, Forças Armadas)
  • Terras RarasAcusação de entreguismo contra Lula · Venda de empresa de mineração de terras raras · Acordo de Goiás com governo americano sobre terras raras · Posição de Lula sobre a venda e o acordo · Crítica à esquerda e divergências internas
  • STF, Justiça e Prisão de BolsonaroDerrubada do veto de Lula ao projeto de dosimetria · Redução de pena para crimes como tentativa de golpe · Argumentos de inconstitucionalidade formal e material · Interpretação do Supremo Tribunal Federal
  • Rejeição de Jorge Messias pelo SenadoVotação no Senado e número de votos · Articulação política e possíveis apoios · Papel de Davi Alcolumbre · Teorias conspiratórias sobre a rejeição · Possibilidade de reindicação de Messias · Reunião de Lula com Messias
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual. Pra quem espera mais de um banco. iFood. Os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já!

Tomara, meu Deus, tomara, que tudo que nos separa, não prodifique, não caia, tomara, meu Deus. Tomara, meu Deus, tomara, que tudo que nos separa, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique, não rodifique

Como só seja a boba e a ara Tomara, meu Deus Tomara, meu Deus, Tomara E o nosso amor se declara Muito maior e não para em nós Se as águas da água nasceram

Tomara, meu Deus, tomara Uma nação solidária Sem preconceitos tomar Uma nação como nós

Tomara, meu Deus, tomara, que tudo que nos amarra, só seja bom, malha, rara, tomara, meu Deus. Tomara, meu Deus, tomara, e o nosso amor se declara muito maior e não para em nós. Se as águas d'água não para, escorrem na água.

Uma nação solidária não para em nós Tomará meu Deus do mar Uma nação solidária Sem preconceitos tomar Uma nação como nós

Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá que a gente desconfunde, desatrapalha e milhões de pessoas acompanham pelo Tchá e pelo Band News TV. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre em rádio Band News FM ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Isabela. Boa noite, Rolhebem. Boa noite. Tomara. Qual seu valença? Gênio absoluto da raça.

E, olha, o Beni, não posso fazer nada, tenho de contar que ele é fã do nosso programa. Ai, todo mundo é fã do seu programa. Não é todo mundo, tem gente que odeia e por bons motivos, inclusive. Ora, quem diz que eu acho que é todo mundo? Tem gente que não gosta. Oi, Isabela. Acontece, né? Tem gente que não gosta e, do seu ponto de vista, tem toda a razão de não gostar.

Agora, pode ver escondido, que eu sei que você faz. Pode ver escondido. Eu não ligo de eu ser sua paixão secreta. Entende? Hein, Valde Mendes? Pode ver escondidinho. Gostosinho. Ai, fica ali e fala assim, ai, maldito.

Sim, beijo para o seu Valença, essa música que não preciso explicar, tomara, meu Deus, tomara. E eu vou continuar a perseguir isso sempre, perseguir a vida inteira, busquei a vida inteira essa nação solidária que não para em nós, que vai além de nós.

gênio, total Alceu esteve aqui e me mandou convite esses dias, infelizmente era um dia que eu tenho um compromisso, não pude ir

que foi o mesmo dia, do show do Gil à noite, que eu também tinha comprado, você sabe, minha família, minhas filhas, meu Gil, eu não fui, não pude ir, e também não pude ir ao show do Alceu, mas Alceu, não me abandone, viu? Na próxima, estaremos juntos. É isso aí. Tomara, meu Deus, tomara.

Menina Isabela, o Voibene, você sabe que os bolsonaristas estão preocupados? Porque você sabe que eu sou sedutor, né? Eu sou. Eu sou sedutor. Eu busco pontos de contato com as pessoas e eu consigo estabelecer esses pontos de contato.

tanto é que você lembra quando o Bush veio aqui, o Bush fio, que eu falei, eu quero encontrar o ponto G das nossas relações. Eu não sei como é que o tradutor botou na orelha dele, que falou, eu sei que ele deu uma regaladinha no olho, ele falou, eita, o que será que o Lula está querendo? Eu queria só o melhor ponto de contato das relações do Brasil com os Estados Unidos. E agora eu vou buscar essa relação lá com o Trump.

E o Reinaldo botou aí uma taja na TV, quem está acompanhando pela TV, que está assim. Por que reunião com Trump é ganha-ganha para Lula? O que será que o Reinaldo vai falar? Que eu também acho que é ganha-ganha para mim. Mas o que será que é?

Ah, é o quê? Vai. O governo brasileiro tem a expectativa de que seja assinado um acordo bilateral de cooperação para o combate ao narcotráfico depois dessa conversa entre os presidentes Lula e Donald Trump nessa semana. A informação é da colunista Miriam Leitão, do Globo. Os dois presidentes devem se reunir na Casa Branca na próxima quinta-feira. A expectativa...

é de que se as conversas avançarem antes do embarque de Lula para Washington, os ministros da Fazenda, Dario Durigam, e da Justiça, Wellington Lima e Silva, também participem dessa viagem. Como a gente disse aqui no É da Coisa ontem, os dois presidentes também devem discutir questões econômicas, entre elas as tarifas aplicadas a exportações brasileiras e o uso do PIX, além de possíveis acordos sobre terras raras. Esse será o terceiro encontro entre Lula e Trump, desde que o republicano assumiu o segundo mandato.

Existe, e nós vamos falar daqui a pouco, porque o Eduardo agora resolveu fazer discurso anti-imperialista, viu, Vole e Beni? E agora ele está achando assim, e o Lula agora vai ficar de teretetê com o Trump? Oh, que coisa... Essa gente chega a ser engraçada, mas, enfim, já vamos falar. Veja só.

O Lula, nós vamos falar daqui a pouco de pesquisa, saiu a pesquisa Big Time Real Data. Big Time Real Data? Real Time Big Data. Real Time Big Data. É o contrário. Achei que tinha ficado estranho, viu, Isabela? Ficou estranho esse nome. Muito bem. Saiu a pesquisa? O Lula está bem, mas está empatado ali com o Flávio. A avaliação do governo ainda está...

Claudicante ou ruim, não vamos explicar tudo para você. Quem acompanha esse programa sabe que nada disso é surpresa. Mas a avaliação dele aqui dentro, por exemplo, é muito melhor do que a avaliação do Trump nos Estados Unidos.

Nós já falamos que o Trump tem a quarta pior avaliação da história, Isabel. Só perde para o Bush e filho, que não encontrou ponto G até hoje, coitado. Procurando. Está procurando. Para o Harry Truman durante a guerra da Coreia e para o Nixon durante o Othergate. Bom, e agora o Trump? É a quarta pior avaliação da história.

E digamos que o Trump não tem uma reputação internacional muito boa. Olha, Isabela, a diferença do Lula, que tem uma reputação lá fora muito melhor do que aquela que tem aqui dentro. Aquilo enfrenta uma oposição ferrenha dos oposicionistas e sempre contaminou boa parte da análise política. A gente lê coisas que são do arco da velha.

já disse aqui da tolerância que se passou a ter no Brasil com teses fascistas, por exemplo. Fascistoide. Ai, fascista tem que ter fascismo. Fascistoide serve à moda fascista? Aí serve para você? Então, vamos brincar de etimologia? É um assunto de que eu gosto. Estudei até. Então, tem essa tolerância com abusos absurdos.

E, portanto, a reputação dele aqui dentro não é tão boa como é lá fora. Agora, no encontro com o Trump, não tem como ele não ganhar. Por quê? Não é só isso uma guerra de reputações. Digamos que ele vá lá e consiga resolver essa questão, fazer um acordo de combate ao crime organizado, e isso passa também por questões...

de questões econômicas, como investigação de contas, cruzamento de dados, etc. Daí a importância do ministro da Fazenda, do ministro da Justiça, estarem juntos ali com Lula. Passa por isso, passa pela polícia, pela integração das polícias. Hoje essa integração já é boa, mas pode melhorar muito, passa por isso.

Mas nós temos também a questão do PIX. Quem quer taxar o PIX é o Trump. E os aliados do Trump aqui dentro...

Quem vive batendo no peito dizendo Trump está comigo, está conosco, é nosso chapa, e fica fazendo filminho na frente da Casa Branca, nós temos a nossa foto também em frente da Casa Branca. Não é, Valeu Ben? A Isabela ainda não estava no grupo. Se acharem a foto aí, você sabe, né, Isabela? Sim. O Trump nos convidou, nós fomos à Casa Branca, temos uma foto.

Lá, até o Augusto tá junto, o Augusto nem tirou os óculos escuros, ele tirou. Ele falou, ah, não, vou de óculos escuros mesmo. Estilo, né? Estilo. Mas quem ficava fazendo um filminho lá na frente da Casa Branca, o Eduardo, o Nepo velho da ditadura lá, um dos Nepo Baby da ditadura, o Paulo Figueiredo, né? Eles. Quem se jacta, se orgulha de ter intimidade com o Trump são eles.

Digamos que o Lula vá Não consiga

Fazer acordo nenhum. Então não vai resolver o problema. Olha, a gente em frente à Casa Branca. Você que está no rádio. Estamos ali em frente à Casa Branca. O Augusto, de óculos escuros e ar desafiador para Trump. O Válio Beni. O Válio Beni sempre acordado e tal. Eu ali no meio, sempre com aquela cara de grande sacerdote do nada. Que desgraciado. O Arthur Cove. Vice-presidente está sério, né?

pensando e tal, e o nosso PH ali falando, ai como eu estou gato aqui nos Estados Unidos. Jovem. Entendeu? É, então. Nós também vamos lá. Aliás, nessa montagem a gente precisa dar um jeito de unificar essa luz, Vivali Belen. Pedir para a inteligência artificial botar um pouco mais de... São eles que são íntimos.

O Lula era aquele que recebeu a carta malcriada, o Lula era aquele que recebeu ameaça, o amigo da Venezuela, o amigo de Cuba, todas aquelas coisas que eles disseram. Digamos que o Lula vá e não resolva nada. E que o Trump comece a fazer malcriação. Ok, o Lula volta aqui e faz um discurso em defesa da soberania.

E o discurso não será falso, será verdadeiro. Porque quem foi aos Estados Unidos no dia 28 de março para discursar na CEPAC, aquele antro de reaça lá no Texas, foi o Flávio Bolsonaro, e prometeu, olha o Benny, dar as terras raras ao Trump sem querer nada em troca, o que é uma generosidade essa pessoa que dá terra rara sem querer nada em troca.

Ela falou, Trump, minha terra rara é sua. O problema, Flávio, de a sua terra rara, que talvez tão rara não seja, mas não a nossa. Porque as terras raras são do Brasil. E ele foi lá e disse, pega a nossa. Pega a nossa na sua luta contra a China. Só que a China é o principal parceiro comercial do Brasil. É de uma sabugice, de uma burrice.

Raras. Isso sim é raro. Foi ele lá oferecer as terras raras. Há outra questão que o Lula precisa discutir. Os Estados Unidos estão decididos a considerar organizações criminosas como o PCC, Comando Vermelho, e organizações terroristas. Se isso acontecer, além das ameaças reais que há,

As ameaças reais de intervenção de natureza militar. A questão importante, como sabe qualquer banqueiro que está me ouvindo, você acha, Reinaldo, que tem banqueiro que está ouvindo você agora? Tem, acreditem. Por quê? Porque eu sou bonito. Eles não resistem. Nós teremos problemas com investimentos aqui.

Porque há muitos fundos que não podem investir, é uma questão dos compliances deles, eu não posso investir em países que têm área dominada por terrorismo. Aí não adianta falar, mas é que tecnicamente não é bem terrorismo, não interessa. Se os Estados Unidos considerarem terrorismo, para os efeitos de investimento, sim. Que é uma defesa que a extrema-direita faz. Existe ainda um resto de tarifa que precisa ser negociado.

Se tudo isso der certo, ótimo, excelente. E pronto, e fica claro que o Dudu Maravilha não é aquilo tudo, e que o Neppu Baby da ditadura também não manda muito lá, como ele imagina. E se tudo der errado, recupera-se o discurso da soberania, que é real, que é importante. Porque nós vamos ver daqui a pouco...

O Eduardo falando que o Lula agora é que estaria cedendo ao Trump. Não! Quem foi da terra rara ao Trump lá, sobre quatro apoios, foi o Flávio. A gente vai ver o vídeo daqui a pouco. Então, essa viagem do Lula é uma viagem de ganha-ganha por isso. Se tudo der certo e se conseguir negociar todo o passivo que existe para negociar,

Certamente tudo não terá, mas se a coisa avançar, ótimo. E se não avançar, denuncie isso e o que tem de ser denunciado aí? Estão querendo levar as terras raras na mão grande?

E de resto também, esse negócio de Trump, quem vive querendo o apoio do Trump, não sei o quê, são eles. A pesquisa Real Time Big Data, e não Big Time Real Data, mas que poderia ser também. Pode ser, né? Um grande tempo, uma data real. Diz que o apoio do Trump, considera o apoio do Trump positivo para um candidato, os brasileiros, 26%.

Considero negativo 35%, indiferente 32%. Então também não é nada que defina. Agora, é claro, se for coisa que pode prejudicar o Brasil grandemente, sim. Esse debate vai ter de ser feito. Porque a promessa já foi feita pelo Flávio. O Alckmin, nós já vamos...

Vamos para a 2. Atenção, TV, que depois aí eu volto lá para cima. Agora o Dudu virou crítico das ambições do Trump. Olha só quem diria. Vai! Eduardo Bolsonaro foi às redes sociais para tentar colar no presidente Lula a pecha de entreguista. Ele compartilhou a notícia da venda de uma empresa brasileira especialista em mineração de terras raras para uma companhia americana.

A reportagem cita um negócio avaliado em 2,8 bilhões de dólares envolvendo a Serra Verde de Goiás e a USA Heart Earth. A venda foi anunciada em 20 de abril, um mês antes, em 18 de março. Então, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, assinou um acordo com o governo americano para pesquisa e cooperação sobre terras raras. Eduardo ignorou os fatos e ligou a venda da Serra Verde ao governo Lula.

Foi além. Disse que há um racha na esquerda, uma vez que o PSOL acionou a Procuradoria-Geral da República contra o negócio. Ele, no entanto, omitiu que o próprio Lula se manifestou contra o tratado assinado por Caiado. No início de abril, em entrevista ao ICL Notícias, o presidente argumentou que Caiado não poderia fechar o acordo porque estaria, segundo Lula, fazendo concessão de coisa que ele não pode fazer porque é da União. E é mesmo, por determinação constitucional.

os minerais, os bens do subsolo, tudo isso é da União. E só pode ser negociado com autorização da União e explorado com autorização da União. E aí o Eduardo publicou o seguinte. Vai lá, Valho Bene, o que ele escreveu? Vamos no negrito aí.

Publicamente, Lula tenta rotular Flávio Bolsonaro como entreguista. Nos bastidores, porém, a realidade é outra. Lula cede aos tentos de Trump. E, sinceramente, isso não é necessariamente ruim, pois os Estados Unidos, historicamente, são um parceiro estratégico do Brasil, muito mais alinhado aos nossos valores do que ditaduras com as quais Lula anda junto.

Mas repare como há brigas dentro da esquerda também. O próprio PSOL, base de apoio de Lula, aciona o STF para tentar barrar medidas do próprio Lula. Isso mostra, ao contrário do que muitos imaginam, que a esquerda não é homogênea. Há divergências reais e disputas que acontecem às claras, muito mais graves do que exposições feitas na internet.

olha, eu não sei por onde eu começo a desmontar, comentar o hospício. Primeiro estou dizendo, a esquerda não é homogênea, mas quem disse que... Meu Deus do céu, tem uma frase antiga, a ignorância deve ser... Eu costumo dizer assim, a ignorância deve ser doce, porque senão não tinha tanta gente ignorante. Eu não sou tão ignorante porque também não gosto tanto de doce. Mas enfim, vamos lá, vai.

Tem uma frase antiga de esquerdistas, você sabe que eu com os 44, Isabela? 42, a gente combinou. 41, né? Ah, desceu um pouquinho. Depois a gente estava baixando essa idade. Combinado. 39. Mas é um lema antiquista, a esquerda só se une na cadeia. Valeu bem. De tanto racha que tem a esquerda.

Sempre teve. Eu venho de uma tradição trotskista que é, digamos assim, o racha dos rachas da esquerda. E os trotskistas, por sua vez, que sempre foram minoritários, também eram divididos. Entende? Tinha até uma brincadeira. Se tem quatro trotskistas, já tem dois grupos de dois. Entendeu? Então, nunca. Quem diz que a esquerda é homogênea? Claro que não é homogênea, em primeiro lugar.

agora o que eu gostei do Eduardo é o seguinte, ele se considera um entreguista, e acha que o irmão dele é um entreguista, aliás a parja certa disso aqui é o seguinte, Eduardo diz que Flávio é entreguista, que o Flávio está dizendo o seguinte, o Eduardo está dizendo o seguinte, o Lula está sendo entreguista, e ele acusa o Flávio de ser, mas isso é até bom,

Não é sensacional? Logo, é bom o quê, Voleo Benning? É bom o quê, Isabela? Ser entreguista. O Flávio acha que o negócio é ir lá e dar as terras raras para o Trump. Não é? Que foi, aliás, o que o Flávio prometeu.

nos Estados Unidos. Vamos lembrar o que ele falou no dia 28 de março? Hostilizando nosso principal parceiro comercial. Isso, agora me chama de agente chinês. É, Renato Lingding. Vai! Vai! Vai!

O Brasil vai ser o campo de batalha no qual o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução para os Estados Unidos se livrarem da dependência dos minerais críticos, especialmente das terras raras da China. Sem eles, a revolução tecnológica dos Estados Unidos fica estagnada e a segurança nacional se torna vulnerável.

Quando os Estados Unidos se tornam vulneráveis, todo mundo livre se torna vulnerável. Brasil e Estados Unidos foram feitos um para o outro. Compartilhamos os mesmos valores judaico-cristãos e cada um tem aquilo de que o outro precisa. A América precisa de cadeias de suprimentos seguras para materiais críticos, um parceiro confiável no hemisfério e um mercado massivo para bens e serviços americanos.

Eu sempre me surpreendo ouvindo isso, mas é entregar tudo mesmo, né? Que coisa. Calderon de la Barca, né? O rei tudo menos a honra. Aqui começa assim, o rei tudo a começar da honra. É, é entreguista. Mas o Eduardo está dizendo, é bom e o Lula também é.

É muito impressionante, cara. Nunca vi isso. Quer dizer, já vi. Tô vendo. Projeto de terras raras. Sim, a votação na Câmara. Vamos lá.

A votação na Câmara dos Deputados do projeto de lei que cria a política nacional para exploração de minerais críticos no país é adiada. A análise deve acontecer amanhã após pequenos ajustes na redação da proposta. O texto do relator, deputado Arnaldo Jardim, foi apresentado ontem à noite, prevê a criação de um fundo garantidor de até 5 bilhões de reais para incentivar projetos na área.

incluindo recursos públicos e privados. A proposta quer garantir a exploração e a transformação desses minerais dentro do Brasil, limitando as vendas do minério bruto para que o país não seja apenas exportador de matéria-prima. O objetivo do governo é que o projeto seja aprovado antes da visita de Lula a Washington. Em nota, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, disse que o governo apoia o relatório Mestrebrando.

E que, em diálogo com o relator, contribuiu para aprimorar a proposta, fortalecendo a política industrial e ampliando a agregação de valor à produção nacional. Agora, e é isso mesmo. Veja, nós não podemos ser... O mineral crítico não pode voltar a ser nosso pau-brasil, entendeu? Leva aí. Tem de processar aqui. Você tem que ter ganho de tecnologia.

Tem de ser parceria. E sim, precisamos de capital estrangeiro para isso. Mas tem que ser negociado e negociado direito. E aí sim, vamos voltar lá para o item B, lá do 1. Não é só isso. Esse capítulo das terras raras é muito importante. Mas tem a questão do PIX.

O que é engraçado, porque a curva... O Lula tem uma inversão na curva de popularidade quando o Nicolas inventa aquela mentira do Pix, que deve ter sido o vídeo mais viral da história da internet no Brasil. Mentiroso. E quem quer taxar o Pix?

O Trump tratou desse assunto naquela carta que ele mandou ao Lula pedindo para livrar a cara do Bolsonaro. Acho que 9 de julho do ano passado, não foi isso? Acho que foi. Naquela carta. Só vê para mim, acho que foi 9 de julho do ano passado. Isso mesmo.

posso fazer nada, a memória do velhinho é boa. Já a Lili fala do Pix. Não vai acontecer. Agora, não vai acontecer, porque nunca houve essa proposta. Quem tinha pensado lá atrás de taxar o Pix foi o Paulo Guedes. Porque com o movimento, com o volume que o Pix movimenta, se você taxa 0, 0, 0, 1, você ganha cada uma fortuna.

Depois desistiu também. E os Estados Unidos, ah lá, bom, prejudica nosso cartão de crédito, prejudica...

E aí, o que o Alckmin está falando? Vai. O vice-presidente da República acredita que o encontro entre Lula e Trump será uma oportunidade para esclarecer o funcionamento do PIX e buscar um bom entendimento. Segundo o geral do Alckmin, as autoridades vão argumentar que o Brasil não é um problema para os Estados Unidos, uma vez que os americanos possuem superávit comercial com o país. As declarações do vice foram dadas em entrevista à Globo News. Ao falar sobre o PIX e as questões econômicas entre as nações,

Alckmin disse o seguinte, o Pix é um sucesso, traz segurança e é um avanço do ponto de vista tecnológico que o mundo inveja. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. O que nós temos que fazer é um ganha-ganha, é fortalecer ainda mais a complementariedade econômica. Isso. E pronto. Vamos seguir esse rabisco que está aí, a gente trata mais adiante.

PT vai ao STF contra a redução de pena de Bolsonaro. Vai!

O PT vai acionar o STF contra a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria, que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi confirmada à Folha pelo líder do partido na Câmara, o deputado Pedro Uxay. No caso de Bolsonaro, o projeto de dosimetria reduz o tempo que vai passar em regime fechado, do intervalo atual de seis a oito anos, para entre dois e quatro meses, e quatro anos e dois meses, a depender da interpretação.

O ex-presidente foi condenado em 2025 a 27 anos e 3 meses de prisão pelo STF por 5 crimes como líder da trama golpista. Oficialmente, o PT argumentará inconstitucionalidade formal, apontando violação do processo legislativo, porque o Congresso não apreciou todos os dispositivos do veto total e material apontando supostas violações à Constituição. E aí, Reinaldo? Aí que eu concordo com a tese, mas não vai emplacar no Supremo.

Tem as duas, tem os dois problemas. Acho, eu disse que eu ia me debruçar sobre o assunto, mas me debrucei assim, sem sofrer muito. Acho que não faz, não acho que esteja autorizado a fatiar, como o Alcolumbre fez, a fatiar o veto. E acho que sim, em essência, fere a Constituição.

mas acho que o Supremo, e claro, interpretação de Constituição, etc., a menos que você tenha literalidade explícita ali, ela está sujeita sempre à interpretação. Na minha interpretação, fere a Constituição. Fere a Constituição. O inciso 43, artigo 5º. Mas...

eu não acho que o Supremo vai comprar essa briga. Mais essa. Até porque alguns equivocados, mesmo no terreno do governismo, um pouco mais amplamente da esquerda, decidiram também que, ah, esse Supremo, não sei o quê, só que na hora que precisa...

Vai todo mundo bater as portas do Supremo, né? Então, acho que o Supremo há caminho para dizer... Veja só. Na leitura que eu faço da Constituição... Ah, e você quem? Ah, eu sou um estudioso da Constituição. Todo mundo sabe disso. Falo com a responsabilidade de quem é ouvido por advogados, juízes.

Na leitura que eu faço, acho que fere a Constituição. Eu não acho aceitável que se diminua a pena ou que se extinga a pena de crime imprescritível. Não vejo como. Não vejo como. Mas isso é uma leitura.

Agora, acho que o Supremo não vai fazê-la. Porque de novo vai o Supremo tomar porrada, né? De novo. Então, acho que não vai acontecer. O Supremo vai, mas vai acontecer. Messias, sem perigo de conta governista dá certo. Olha, isso aqui saiu um texto até do Guedes.

da Globo News, que saiu no G1, eu estou trazendo aqui porque sim, a apuração está certa. Por isso que depois tentar atribuir responsabilidade a Alexandre de Moraes, a não sei quem, além de ser burro, porque não faz sentido,

carrega um tantinho de má-fé. Do que é que eu estou falando? Vai. O presidente Lula ainda está inconformado com a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo à vida no Senado. Ele obteve apenas 34 votos, 7 a menos do que o mínimo necessário, de 41. Disseram não 42 parlamentares. O G1 informa que, nas contas otimistas de algumas lideranças do governo,

Estariam os votos de Ciro Nogueira, presidente do Progressistas e notório adversário do governo, de Rodrigo Pacheco, hoje no PSB, que era o candidato de Davi Alcolumbre e de Eduardo Gomes, do PL de Tocantins. Também contariam ainda com Tereza Cristina, do PP.

E havia ainda outra penca de supostas possíveis adesões de parlamentares do partido de Bolsonaro, que não custa dizer, havia fechado questão contra indicação. Na lista estão Romares, Alci Lucas, Marcos Rogério, Wellington Fagundes, Wilder Moraes, Stevenson Valentim e Zequinha Marinho. Reinaldo, havia algum perigo disso dar certo? Não. Não.

Não, e tem gente que nem está aqui, que me falaram também, porque essa conta aqui, essa conta daria 41, 45. Poderia chegar a 48. Tem um deles, não vou falar porque a fonte que me passou, senão vai denunciar. Quando ele falou assim, ah, vai votar, eu falei, o quê? Esse? Esse? Vai votar no Messias?

Alguma vez na vida ele fez algo que não fosse delinquência? Política para começo de conversa? Não é nenhum destes aqui. E aí se tenta jogar nas costas do Alexandre, quer dizer, você conta com oito votos na prática, até o texto do João está falando em sete do PL, são oito com o Eduardo Gomes.

Um voto da Tereza Cristina, sem que o Alcolumbre concorde, não há a menor hipótese de acontecer. Eu sei que não há. Eu que não transito lá dentro. Eu que não ando lá dentro. Eu que falo ao telefone com as pessoas. Eu que não saio aqui e arrodo o meu quarto como Xavier Demetre, Valio Benic.

E aí era o Alexandre, aí foi o Alexandre que fez ameaças. O que? O Alexandre ameaçou essas pessoas aqui, por acaso? Foi isso? Só para depois haver o risco do impeachment, caso o Flávio ganhe, ficar ainda mais fácil? Essa tese absurda. Absurda. Hã?

Daí que eu tenho recomendado o livro sobre falar merda, do Frankfurt. Você vai para uma votação contando com isso e depois espera que dê certo?

Aí eu vou, falo com um, diz, não vai dar. Não era a gente que estava torcendo contra, era a gente torcendo a favor. Não dá. Fala com o outro, não dá. Contei aqui, teu testemunha. Falei, PH, tá aqui. Falei, não vai dar. Ah, mas... Não vai dar. Aí ele até perguntou, mas eles iam fazer isso sem dar? Eu falei, ah...

Aí falo com um do governo. É, acho que não vai dar. E aí a culpa é de Alcolumbre, a culpa é de... Não estou dizendo que Alcolumbre ajudou, não. Eu acho que ele é um dos responsáveis. Mas não se sabia disso? PL? Isalci Lucas? Marcos Rogério? Jura por Deus?

Esse outro de quem eu falei? A Glaze deu uma declaração sobre o comportamento del Columbre. Vamos lá, qual foi?

A deputada federal Glaise Hoffman afirmou que o Planalto não pode conviver com um inimigo dentro de casa. A declaração foi dada ao comentar à atuação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Para o governo, ele articulou a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF e contribuiu para a derrubada do veto de Lula ao projeto de lei da dosimetria. Globo News, a ex-ministra das Relações Institucionais e pré-candidata ao Senado pelo Paraná, classificou como vergonhosa a derrubada do veto.

Indagada sobre a relação do Planalto com o Columbre, ela respondeu o seguinte. O Davi foi correto na maioria dos casos e o governo também foi correto com ele na maioria dos casos. Agora, acho que se está entrando num jogo eleitoral, o governo tem que demarcar seu campo. O que não pode é ir para uma disputa eleitoral com um inimigo dentro de casa.

Bom, o negócio da dosimetria, eu acho estranho, porque o PT sabia que ia perder. O governo sabia que ia perder, mas escuta, quando se votou a dosimetria, qual foi o placar? Eu entendi que o veto do Lula fazia parte, inclusive, da guerra política. Ué, vai bem? Dizia, ó, eu veto, eu não vou compactuar com esse troço, com essa esbórdia.

Não, o veto não é... O veto, zero de surpresa. O veto é zero de surpresa. A queda do veto é menos surpreendente do que o Carlos dizer alguma coisa incompreensível e o Jair Renan apelar a coisas do outro mundo. Não é? A queda do veto. Claro que ia cair. Basta ver o placar.

de aprovação do texto. Caramba, ia cair. Agora, ô Messias, aí não. Ou você vai para uma votação como essa com a certeza de que vai ganhar, ou não vai contando com essa renca de gente do PL. Mas troca de quê?

Ora, mas aí quem sabe o PL... Qual era o cálculo? Claro que o PL, como o Messias vai entrar ao lado do André Mendonça, e aí fortalece o André Mendonça, o que enfraquece... Mas não faz sentido. Não faz sentido.

E depois vem o negócio do Alexandre. O sujeito, quando abre a janelinha da teoria conspiratória na cabeça, olha o Beni, vira um perigo fenomenal. Porque aí nada mais... Aí a política passa a ser aquela bonequinha russa, sabe? Aquela uma dedosa. Isso. Tudo, tudo... Você não consegue saber mais nada. Fica parecendo novela mexicana.

Eu não sou a sua mãe, eu sou a sua irmã. Eu não sou o seu pai, eu sou o seu tio. E assim vai. Nada é o que parece. Não, Alexandre não tem nada com isso. Já não fazia sentido. Aí vem com essa história. Existe a possibilidade de reindicação de Messias? Vamos lá, vai.

Uma das hipóteses que estariam sendo examinadas por Lula, segundo Igor Gadelha, do Metrópole, seria a reapresentação do nome de Messias. Isso poderia ser feito, por exemplo, depois das eleições, na hipótese, claro, de vitória do presidente Lula. Rinaldo, você acha isso possível? Eu acho isso tão despropositado, e não estou contestando a apuração do Igor, não.

Vamos para a objetividade, você sabe que eu adoro uma subjetividade, falar de arte, coisas que emocionam, mas em política é Didi, folha seca. Lula não indica, perde a eleição, dá uma vaga a mais para o Flávio. Porque, evidentemente, se o Lula perder, nem que ele indique o Espírito Santo, não vai passar.

Lula ganha. Qual é a tese? Ah, ele se sente fortalecido. E aí ele indica o Messias de novo, sem acordo nenhum com a Columbre, porque ele está fortalecido. Mas fortalecido significa que ele ganhou voto no Senado, no mesmo Senado que está aí? Vai comprar essa briga com a Columbre porque nem se sabe... Imagine a composição do futuro Senado, que pode não ser a melhor.

Eu só lembro que se o Lula ganhar a eleição, ele tem que governar depois. Quando se ganha a eleição, você não entra no gozo eterno. Você tem que governar. Não é o jorro de sementes de urano. Tem? Uma imagem um pouco para quem saca. Não. Tem que governar.

E aí, a melhor saída... Ainda bem que eu não sou conselheiro do rei. Jamais serei. A melhor saída seria entrar num acordo com a Columbre e com a parte que conta no Supremo Tribunal Federal.

Indicar um nome que fosse de consenso, que cumprisse as regras constitucionais, para que esse tema saia da campanha eleitoral. Esse tema tem de sair da campanha eleitoral. Mas isso é de uma evidência solar. Ah, você não entende nada? Tá bom. Então quem entende, faça. Quem entende, fez o que fez.

Se isso está sendo cogitado, assim, pode-se estar cavando uma vaga a mais para o Flávio, pode-se estar cavando uma crise neste governo antes que comece o próximo, se o Lula vence. E eu até acho que o Lula, ainda acho que o Lula vai vencer.

Apesar das pesquisas que vêm aí. E o Lula se encontrou com o Messias e...

pedir para ficar no governo, vai. É, os dois se reuniram ontem à noite para discutir a rejeição da indicação do advogado-geral da União para uma vaga no STF na semana passada, depois da derrota na quarta. Messias já havia ido ao Palácio da Alvorada para conversar com o presidente Lula. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e o líder do governo no Senado, Jacques Wagner, também participaram dessa primeira reunião, que teve um caráter mais de solidariedade ao rejeitado pelo Senado. Na conversa de ontem...

Lula pediu que o ministro continue no governo, mas eles não definiram se Messias, de fato, seguirá à frente da AGU, se será transferido para outra pasta. Isso porque setores do governo defendem que ele assuma o comando do Ministério da Justiça. Segundo o Globo, uma nova reunião deve acontecer na semana que vem, depois que o presidente retornar da viagem que fará aos Estados Unidos. É, veja, eu obviamente acho que pode, agora também tem uma hora.

que é preciso cessar o luto, né? Assim, tem uma hora que o chororô também precisa cessar, perdeu. Como a gente vê, com todos os esforços para que isso acontecesse. Com todo o pesar. Vocês sabem como eu protestei acerbamente com a derrota.

com a rejeição. Agora, também houve apostas erradas, né? Se apostou, por exemplo, que o apoio do André Mendonça daria sei lá quantos votos para o Jorge Messias. Eu acho que não deu nenhum. Entende? Em suma, rende uma tese acadêmica muito menos.

sobre o que não fazer. E olhem que eu acho o governo bom, vou falar daqui a pouco. Agora, nesse caso, na articulação política, do modo como isso foi conduzido, tem uma hora que é preciso agasalhar o desastre para poder marchar para frente.

Vamos sair da crise, indo para frente. Pesquisa. Lula lidera no primeiro turno e empata no segundo. Vai. Uma pesquisa real-time Big Data, divulgada nesta terça, aponta que na simulação de primeiro turno, Lula lidera a corrida presidencial. Foram ouvidas 2 mil pessoas por telefone entre os dias 2 e 4 de maio e a margem de erro é de dois pontos porcentuais. Nível de confiança é de 95%. Vamos agora aos números.

Lula com 40%, Flávio Bolsonaro 34%, Ronaldo Caiado aparece com 5%, Romeu Zema com 4%, Renan Santos tem 3%, Augusto Cury 1%, Aldo Rebelo também com 1%, assim como Cabo Daciolo com 1%. Brancos e Nulos somam 6%, não sabem, não responderam, 5%.

Na simulação em que Ciro Gomes, também atestado, o cenário muda pouco. Ele obtém 4% dos votos, Lula oscila 2 pontos porcentuais para baixo e Flávio 1. Na pesquisa anterior, divulgada em 2 de março, Lula tinha entre 39 e 40 e Flávio Bolsonaro entre 33 e 34. Portanto, no primeiro turno não aconteceu praticamente nada. De novo e de muito importante. Tudo oscilação dentro da margem de erro. Aí tem o segundo turno, vai lá.

Na simulação de segundo turno, há empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. Flávio tem 44%, enquanto Lula aparece com 43%. No levantamento anterior, divulgado em 2 de março, Lula tinha 42% contra 41% de Flávio. Era um ponto de diferença numericamente falando, porque está na margem de erro a favor de Lula. Agora é um ponto de diferença contra Lula. De novo, pode não ter acontecido coisa nenhuma.

Números significativos vem agora. Há simulações de segundo turno com outros candidatos. Aí sim, vamos lá. Lula aparece com 43%, contra Ciro Gomes também com 43%. Lula contra Ronaldo Caiado. Lula tem 43%, Ronaldo Caiado tem 42%. Lula contra Romeu Zema. Lula 43%, Romeu Zema 39%.

Portanto, o Lula empata com todos. O empate mais improvável é com o Zema, porque se dá nos extremos da margem de erro. Porque o Lula poderia ter entre 41 e 45 e o Zema entre 37 e 41. É um empate improvável, mas de qualquer modo está dentro da margem de erro.

E aí sim, aqui a gente tem dados significativos. Em março, o Lula tinha 44 e o Zema 35. Agora o Lula tem 43 e o Zema tem 39. Em março, o Lula tinha 45 e o Caiado 36. Agora o Lula tem 43 e o Caiado 42. Isso significa a força do antilulismo, a força do antipetismo.

E um momento que ainda é de oposição ao governo. Portanto, qualquer pangaré, não estou chamando vocês de pangaré, é só uma imagem. Qualquer pangaré, ou quase qualquer pangaré, que fosse com o Lula ali, razoavelmente conhecido, vai para o empate técnico. Você vê, Zema tem 4% ou tem 5%, quando vai para a disputa, o antilulismo...

Poderia eleger esses caras, se eles passassem, mas eles não vão passar. E, portanto, Flávio está numa situação obviamente confortável. Agora, a campanha não começou. Esses caras estão preservados de um monte de coisa. Você não ouve falar mal deles. O Zema fazendo as piores delinquências está sendo elogiado pela imprensa. Hélio Gaspar não disse que ele finalmente aderia ao lado certo da inconfidência mineira? Quem está tomando porrada é o Lula. Eles não estão tomando porrada nenhuma.

Já disse de esforço da imprensa, de qualquer fascistóide, ah, ele tem um lado bom. Quando começar a campanha, talvez se evidencie mais coisas do lado bom do governo, e esses outros também vão começar a apanhar. Porque, sim, a avaliação do governo, 52 desaprovam o governo e a aprovação é só de 42. Na sondagem anterior, a desaprovação estava em 51 e a aprovação em 44.

A rejeição do Flávio, dois pontos menores que a rejeição do Lula. Então, você acha que isso é compatível, Reinaldo, com a qualidade do governo? Eu não acho. Essa mesma pesquisa traz que há uma maioria que acha que o governo Lula piorou em relação ao governo Bolsonaro. Não há possibilidade disso ter acontecido. Não há possibilidade disso ter acontecido. Escolha a área. É número.

Não há possibilidade. Agora, o que há sim, e isso é sério, é que combate a corrupção no INSS, combate ao caso master, tudo isso caiu no colo do governo. Como anteviu um quase sábio neste programa,

Essas campanhas de combate à corrupção, essa voragem que toma o país nessas horas, isso sempre será contra o status quo. Não adianta. Se alguém achava que essa sanha, de algum modo, poderia colaborar com eleição, ah, porque tem muita gente, no caso o Master, do Centrão, envolvida, esquece.

Não é assim que funciona. Se for por aí, vai quebrar a cara. E eu vejo ainda agora gente que acha, não, o Lula tem que se distanciar do Supremo, não sei o quê. Até o Alckmin, que é uma pessoa sensata, falou sobre mandato para o Supremo. Deixa essas coisas sobre controlar o Supremo, deixa para a direita falar. Sabe o que o Lula tem que fazer? O Lula tem que mostrar as qualidades do seu governo. Isso sim. E tem que cobrar dos outros o que eles vão fazer.

sobre um monte de coisa. Com seis por um, com salário mínimo, com saúde, com educação. Isso sim, entrar nessa agenda é entrar na agenda do inimigo. Ou daqui a pouco vai ter gente falando assim, o Lula também tem que defender a maioridade penal aos 14 anos, como o Flávio.

Tem muita coisa ainda, a pesquisa avaliou também a confiança no STF, a confiança no Congresso, a confiança na imprensa. Será que a confiança na imprensa é muito maior do que a confiança no STF? E a desconfiança? Temos de falar de tudo isso. Fica aí. O É da Coisa

Muito bem, queridos. E eu vou falar de segurança e eu acho engraçado a forma como a pessoa noticia, né? Que eu vou dar dinheiro pra segurança. Eu falo assim, lula de olho na eleição ou vai bem. Você acha que a gente devia suspender a eleição pra poder investir em segurança? Ou a gente, porque vai ter eleição, não investe em segurança? O que você escolheria?

Vamos lá, vai.

o combate ao tráfico de armas, asfixia financeira das facções, qualificação das investigações para solucionar homicídios e crimes graves e o fortalecimento do sistema prisional. O programa está sendo desenhado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que está sob o comando do ministro Wellington Lima e Silva. Segundo a proposta, o crédito será direcionado ao Fundo Nacional de Segurança Pública e ao Fundo Penitenciário Nacional.

E aí, isso que eu falei, a brincadeira que eu fiz com o Vale e o Bene, de fato está. Ah, Lula investe de olho na eleição, Lula investe. O que eu não gosto dessa ranhetice...

Você quer provocar no leitor, você quer provocar no ouvinte, no espectador, a seguinte sensação. Está vendo? Agora que tem eleição, ele está fazendo isso. Porque não fez antes. Sem que você saiba se antes foi feito ou não foi feito e foi. E eu não estou falando isso porque você deve votar no Lula. Provavelmente sim. Não é segredo para ninguém. Eu não voto na extrema-direita.

Também não é segredo para ninguém. Mas não é por isso. Por um acaso, quando o Tarcísio aumentou o salário de professor aqui, alguém me viu dando porrada no Tarcísio por causa disso? Ah, agora que vem eleição, aumenta o salário de professor. Quando ele aumentou o salário de policial, alguém me viu dando porrada no Tarcísio porque ele aumentou o salário de policial? Porque eu não acho que os governos precisam parar porque vai ter eleição.

Eu sou, sim, favorável ao fim da reeleição, olha o bem. Aí sim, da reeleição. Nas circunstâncias dadas no Brasil. Sempre fui. Desde a aprovação da emenda. Quando o Fernando Henrique mandou, eu critiquei duramente. E eu era jovem, como diria o Fernando Pessoa, eu era jovem e ninguém estava morto.

Sou contra. Aí sim. Bom, a PEC da segurança pode emperrar, vai se apostar nas 6x1. Vai.

Senadores governistas têm admitido que a PEC da Segurança Pública não deve avançar antes de outubro, ou seja, antes da eleição deste ano. Informação é do jornal O Globo. A proposta é tratada como prioridade pelo governo, mas está parada desde março e sem nem sequer ter iniciado tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Diante do cenário, aliados do presidente Lula passaram a defender a concentração de esforços em pautas com maior apelo popular, como o fim das calças por um.

que atualmente tramita em comissão especial na Câmara. A PEC da Segurança foi aprovada pelos deputados em 4 de março e enviada ao Senado no dia 10, mas ainda aguarda avanço. Até o momento, não foi encaminhada para a CCJ, etapa inicial dessa tramitação. Na prática, o texto depende de decisões do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para começar a andar como escolha do relator e a definição do rito. Isso sim eu acho sacanagem, agora é outra coisa.

Está vendo a diferença, Valer Ben? Isso eu acho sacanagem. Porque aí você está, em razão do calendário eleitoral, prejudicando as pessoas. Prejudicando o país. Não vou fazer andar porque não vou botar brasa na sua sardinha. Aí não. Ou então preciso negociar, ver como é que é. Isso é sacanagem.

Agora, não é estranha a política. Também não é para tear fogo às vestes. A política não é feita por anjinhos. Anjinhos nem fazem política, vale bem. Como dizia José Arthur Giadawati, não existe política no céu.

mas já existe política no bordel. Não era bordel que ele usava, ele usava aquela palavra que termina com teiro. É isso aí. E agora, vamos falar de outras pesquisas? E tem coisa que também nós devemos pensar, viu? Nós da imprensa.

Claro. A pesquisa mediu também, a Real Time Big Data, mediu o grau de confiança em instituições.

Vamos lá, vai. O Congresso e o Supremo não aparecem nada bem. Se esses números são um sinal de problema e um convite à reflexão, então a imprensa também tem muito o que pensar. A gente vai lá os números. Dizem não confiar no Congresso 62% dos entrevistados contra apenas 32% que confiam. 6% não sabem ou não responderam. E aí, Reinaldo?

Então, aí eu vou dar os outros números, né? Você sabe que eu hoje tentei emplacar a palavra respondente no Metrópole, também não consegui. Também o Rafael Campos mudou. Agora eu boto o respondente aqui de novo, e o Vólio Beni também não fala. Que mal há na palavra respondente! Olha isso, tão lindo!

É bonita, mas eu não costumo falar no dia a dia. É, não, é respondente, né? As pessoas nem sabem o que é respondente. Não é, Isabela. Isabela, você está comigo, não está? Que respondente é uma palavra bonita. É bonita. Você é usual ou outra coisa. Ah, bom, tá vendo o Vólio Beni? É isso aí, conspira contra o Vólio Beni mesmo. Conspira contra o Tio Rei, tá? Ah, e como tá o... Não precisa... Não precisa perguntar a final, porque eu vou comentar tudo ao mesmo tempo. Vai lá, Isabela, e o STF, como tá, vai.

De fato, a confiança no Supremo não anda grande coisa. Dizem não confiar no tribunal 55% dos respondentes, contra 36% que confiam. 9% não sabem ou não responderam. Entre os que votam em Lula, a confiança ainda aparece numericamente à frente, 45% a 42%. Entre os eleitores de Flávio, 64% não confiam, contra apenas 29% que sim.

Os eleitores, aquela meia dúzia que vota no Zema no primeiro turno, aí a Voibenda quase 800% de desconfiança. Agora, e a imprensa? Então, olha, essa imprensa que vergasta... Posso usar vergastar, Voibenda? Pode. Gasta o seu léxico. Essa imprensa que vergasta o Supremo todo dia...

Deve estar lá nas nuvens. É isso? Não. A imprensa não aparece muito bem no retrato também. Dizem não confiar nela. 52%, quase igual aos que não confiam no Supremo. Fica na margem de erro. A confiança é um pouco maior, mas não muito. 40%. Não sabem ou não responderam. São 8%. É. Também a confiança fica no extremo da margem de erro. A desconfiança é a margem de erro. Igual.

Também não está essa maravilha. Mas calma, eu não comentei ainda, só estou chamando a sua atenção.

E aí tem um índice de uma instituição que está um pouquinho melhor. Mas também não está grande coisa, vai. É, quem aparece um pouco melhor no índice de confiança são as Forças Armadas, Reinaldo. Mas também não é nada espetacular. 44% afirmam não confiar contra 48% que confiam. Também 8% não sabem ou não responderam. Entre os eleitores de Lula, 61% não confiam. Contra 43% que sim. No eleitorado de Flávio, tem-se um empate. 43% confiam e 45% não.

Bom, se a desconfiança no Supremo, como querem alguns editoriais, é um sinal de que precisa do código de ética do Fachin, então nós temos que criar um outro código de ética aí que valha para toda a imprensa também. O que é, Reinaldo, você da imprensa? Está chutando o traseiro da imprensa? Não, é que a questão não é essa. Está tudo errado. As análises que estão por aí, boa parte dela, está tudo errado.

O que há é um discreto das instituições de maneira geral. Não é só no Brasil, e isso é muito perigoso. Que isso abre caminho para aventureiros de toda espécie. E para absurdos de toda espécie. Não, é compreensível que um congresso das emendas...

que o parlamento de maneira geral, os políticos, ou um deputado preso, é que as pessoas tenham o pé atrás com o político. Eu nem acho que ter o pé atrás com o político seja coisa muito ruim. Confiar demais também, enfim, parece que a gente enjonha. Tem que estar sempre ali, vigilante. O grau de desconfiança do Congresso é gigantesco, porque aí tem tantos críticos progressistas como os reacionários.

que queriam anistia para Bolsonaro, não sei o quê. Supremo, você vê que também um parceiro do eleitorado do Lula também é crítico, quase meio a meio. O do Flávio, a maioria, porque afinal de contas mandou o pai dele para a cadeia, o golpista, e os golpistas. Então parte do ódio, os números do eleitorado do Flávio evidenciam que o ódio ao Supremo, não, não, não, não, não, não, não.

esse negócio de máster, não sei o que, pode responder uma parte importante do eleitorado do Lula, que é meio a meio. O do Flávio, essa coisa esmagadora, é rancor contra o que há de bom no Supremo. Isso é número, não é querência. Entende? Só que quando vai para a imprensa, os números são muito ruins. Aliás, raramente estão baixos.

Reinaldo, você acha que isso é problema da imprensa? Certamente problemas há. Ocorre que não há uma imprensa. Há imprensas. Há imprensas dentro das próprias empresas. Há imprensas na Band. Isso aqui não é uma igreja em que todo mundo tem de pensar a mesma coisa, senão o Papa chama e puxa a orelha. A rigor, nenhuma empresa em que eu trabalhei era igreja.

E quando eu percebi que queria vir à igreja, eu caio fora. Porque eu não tenho, eu tenho cara de coroinha, mas não sou. Ao que o Vale Bem dizia, você não tem cara de coroinha, você tem cara de pecador mesmo. E quem disse que coroinha também não peca? Você já foi coroinha? Oi? Já foi coroinha? Claro que sim, né? Você acha que não? Então olha aqui.

O que tem é que as redes sociais atacam a imprensa todo dia também. Aquilo, de certo modo, que a imprensa faz com o Supremo, setores importantes dela, de não distinguir o que presta do que não presta, atinge a própria instituição, as redes, as bolhas das redes também fazem com a gente.

a imprensa deixou de ser, nisso aqui, ela deixou de ser um filtro importante para uma larga maioria. Ah, é tudo culpa de vocês porque vocês são todos comunistas. Não, não é isso. Porque essa desconfiança também existe para os que não são comunistas e até para aqueles que são francamente fascistóis. É todo mundo.

Ah, então vamos eleger um faquinho para a imprensa? Deus me livre e guarde. Aí sim, nunca ninguém conseguiria compreender mais nada. Como às vezes são os votos dele. É isso aí. O Eta Coisa

Olha, estão querendo eu mais em podcast, porque em podcast eu funciono videocast, eu sou quase tão bom quanto o Reinaldo de Vido. Os responsáveis pela estratégia de comunicação da candidatura à reeleição do presidente Lula planejam uma intensa agenda de participações dele em videocasts e podcasts de política durante a campanha. As entrevistas concedidas por Lula devem se tornar mais frequentes.

sobretudo após as convenções partidárias em julho e agosto. Um dos defensores dessa estratégia é o secretário nacional de comunicação do PT, Eden Valandares. Em declaração à Folha, ele disse pretendemos levar Lula para vídeo e podcasts de temas variados que topem falar sobre política na época das eleições. Esse modelo de campanha se inspira na disputa americana de 2024. Na ocasião, Donald Trump e Kamala Harris adotaram essa estratégia de participar de podcasts para divulgar suas propostas.

Bom, mas evidentemente, né, gente? Né? O Valeu Beneteu, eu funciono em podcast. Sim. O É da Coisa Santos. Ei, Neymar, dando rasteira em filho de amigo. Olha, rapaz. Eu vou lhe contar uma coisa. Que vergonha.

Ainda bem que eu não sou santista, né? Olha aí, ministro Gilmar Mendes, tá vendo? Precisa mudar de time. E o nosso Carlos Costa, aqui não é santista também? É, santista, sim. É, outra vergonha também. Coisa feia, hein, Carlos Costa? Que coisa feia. Deputado Tiago Ranjá preso em operação da PF, vai.

Polícia Federal prendeu hoje o deputado estadual do Rio, Thiago Rangel, na quarta fase da Operação Unia e Carne. A ação busca desarticular uma suposta organização criminosa, investigada por fraudes em procedimentos de compras de materiais e contratação de serviços, incluindo obras de reforma.

Na Secretaria de Educação do Estado, a operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes incluiu medidas como buscas e apreensões em 21 endereços e pedidos de prisão preventiva de investigados, entre eles Tiago Rangel. Segundo Moraes, os elementos levantados apontam a prática de crimes como organização criminosa, corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e fraude em licitações.

É, a coisa era feia, viu? Mais um pouquinho, vai. Na decisão, o ministro destacou que as apurações avançaram a partir de dados extraídos de um computador apreendido na Assembleia Legislativa do Rio, a LERJ. A máquina é ligada ao gabinete do ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacelar, atualmente preso. Entre os arquivos, foi identificada uma planilha com a relação de deputados e indicações para cargos em órgãos do governo com as colunas. O que tem...

E o que está pedindo? No caso de Rangel, aparece no campo o que tem a Superintendência Regional do Instituto de Pesos e Medidas, em Goitacazes. Eu gosto assim da coisa desassombrada, né? E o item C tinha coisa do Arco da Velha, vai rapidinho.

Na decisão, Alexandre de Moraes apontou mensagens com menções a atos violentos e intimidação que foram interceptadas pela Polícia Federal. Os diálogos de 2022 fazem menção a tiros e ameaças a uma pessoa que criticava parlamentar nas redes sociais. Os diálogos aparecem no material reunido pela investigação e foram reproduzidos por Moraes. Em um dos trechos, durante a conversa com o aliado, Rangel afirma que vai dar um jeito no inimigo e, em seguida, menciona que enviaria uma surpresa ao desafeto, acrescentando o seguinte. Moraes.

Depois de 12 tiros no portão, o recado está dado. Em outra conversa, os interlocutores de Rangel discutem uma ação para afastar um alvo. Um deles diz o seguinte, temos que arrancar a cabeça dele sem dar direito para ele. Vamos avaliar o melhor momento e tirar. Cortem-lhe a cabeça! É que ele leu Alice, olha o Berni, ele ficou apaixonado pela Rainha de Copas. E eu falei Goitacazes, é Campos dos Goitacazes, tá? Campos dos Goitacazes, exatamente.

O É da Coisa. Desenrola 2.0. Yes, vou me desenrolar. Vai, Benny. Vai, Benny. Vai, Benny, não. Vai, Benny, depois que eu vi a caixa forte dele... E ele nada no dinheiro. Aí, está desenrolado. Isso já nasceu desenrolado. Vai.

Um dia após o governo Lula divulgar o programa Desenrola 2.0, a Serasa Experian informou que 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em março, o equivalente a 49% da população do país. A empresa de proteção ao crédito também afirmou hoje que 47% dos débitos...

que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados em instituições financeiras. Ou seja, essas dívidas estão no foco do Desenrola 2.0. Segundo a Serasa, 21% das dívidas estão relacionadas a contas básicas, como contas de água, luz e gás. Outros 11,5% do endividamento são com o setor de serviço. Ainda de acordo com a empresa,

Há 338 milhões e 200 mil pessoas, dívidas contraídas, registradas, e o valor médio de dívida por pessoa é de R$ 6.728,51, enquanto o valor médio de cada uma das dívidas é de R$ 1.647,64. Vocês sabiam que o Brasil é um dos povos menos endividados do mundo com tudo isso aqui? Não sabia. É.

Menos endividado é México, 27,2%. Dívida é 200 das pessoas. 27,2%. Hungria, 35,2%. Letônia, 36,3%. Colômbia, 42,2%. Polônia, 42,4%. Brasil, 48 e pouco.

Acima do Brasil, Eslovênia, Lituânia, República Tcheca, Grécia, Estônia, Chile, 78,3, só para dar um número, Eslováquia, Itália, Macri, 80,9, olha o BN, Áustria, Espanha, Alemanha, Estados Unidos.

Estados Unidos com uma dívida muito acima do potencial, 103,5%. Portugal, Irlanda, e assim vai. Suíça, 224,5%. O Brasil é um dos menos endividados. Um dos menos endividados. O brasileiro. Mas as pessoas, eu já disse, precisa botar um pouco de ordem na zorra.

Entendeu? Como minha mulher me disse hoje à tarde aqui, olha o BN. Você vai ver. Não sei o que ela está aprontando para mim. Eu não resisti. É, os bancos, ajuste, vai. Os bancos vão aderir ao Desenrola 2.0, mas ainda aguardam definições operacionais para iniciar essa renegociação de dívidas. A informação é do G1. No início do dia de hoje, as instituições também ajustavam os sistemas para viabilizar a implementação e algumas já começaram a divulgar.

os canais por onde a renegociação deve acontecer, já que o programa entrou em vigor ontem após a publicação da medida provisória. É importante frisar que o acesso à iniciativa será feito pelos canais oficiais dos bancos, como aplicativos, sites ou agências, então é preciso ficar atento para não cair em golpes. Poderão participar do Desenrola os brasileiros endividados e que tenham renda máxima de até cinco salários mínimos, R$ 8.105, portanto.

Além disso, estudantes que tenham dívidas em atraso há mais de 90 dias também poderão renegociar débitos no desenrola FIES, micro e pequenas empresas e agricultores familiares também terão acesso ao programa. Só para deixar claro, o ranking que eu dei é em relação à renda das famílias, não ao número das pessoas endividadas. E o Brasil é um dos menos. O suíço, a sua renda, a sua dívida, minha querida Isabela, é 224%. E aí

A sua renda, a sua dívida é 224% da sua renda. É quatro vezes, duas vezes e tanto a sua renda. Em relação ao Brasil, então... Ah, mas o Brasil é um país pobre. Não interessa. Estou falando do comprometimento da renda.

Então não é assim tão grande, mas é bom que se faça alguma coisa. O governo está pensando em fazer também o desenrola, também para a DIN Plain, também para quem não deve. Tem um plano especial, que é o quê? Vamos para o item B da 15.1, vai.

Segundo o Globo, a ideia inicial para bancar a segunda fase do Desenrola é usar a sobra dos aportes do Fundo Garantidor de Operações da primeira fase. Isso porque, para financiar a parte do programa anunciado ontem, a União vai criar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias aos bancos. Para formar esse fundo, o governo buscará entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões em recursos deixados ociosos pelos trabalhadores nas instituições financeiras, o chamado dinheiro esquecido.

também será realizado um novo aporte de até R$ 5 bilhões pelo governo federal. Ou seja, aquilo que sobrar desse montante após a adesão à fase inicial do Desenrola deverá ser usado para bancar a segunda parte do programa destinada aos adimplentes. A ideia do governo é observar o andamento do programa e fazer eventuais novos aportes conforme a necessidade, mirando o menor custo possível. E aí?

O Lula ontem falou um troço sobre endividamento que foi miseravelmente distorcido pela extrema-direita, inclusive pela imprensa de extrema-direita. Vamos ver o que ele falou? Põe o vídeo aí.

E é muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar. Não sei se vocês estão lembrados, em 2008, quando teve a crise do subprime, teve uma crise no comércio mundial, que se dizia que o comércio estava caindo muito.

E eu fui para a televisão fazer um pronunciamento de oito minutos, vocês estão lembrados, pedindo para que o povo não tivesse medo de se endividar, mas com muita responsabilidade. Que as pessoas não deveriam gastar mais do que pudessem pagar. É maravilhoso que a gente queira comprar alguma coisa, mas é só importante a gente estar chamando atenção para que as pessoas façam as suas dívidas e não percam de vista.

as suas condições de pagamento. Ai, o Lula estimula o endividamento. Deixa de ser energúmeno. Primeiro que falou em responsabilidade. E é bom. Escuta aqui. O Japão, que não é conhecido japonês por sua irresponsabilidade e maluquice, a média da renda do povo japonês é de 124%. Você viu.

da sua dívida, 124% da sua renda. Portanto, a dívida, as hipotecas das casas nos Estados Unidos, eu não sei se vocês sabem, dívida. Os países mais ricos são aqueles em que as pessoas devem mais. Reino Unido, Finlândia, Suécia, Canadá, Coreia, Dinamarca, Luxemburgo, Holanda, Austrália, Suíça.

Dever não é um problema. O que é preciso é ser adimplente, ter como pagar. E aí sim, hoje há alguns fatores que estão atrapalhando um pouco as coisas. Não, o presidente não incentivou o endividamento, e sim poder endividar ser bom. Desde que você possa pagar. Não é? Uma compra, prestação que você faz é um endividamento.

Ou não é? Ou você não está devendo aquilo? Não tem obrigação de pagar aquilo. É dívida ou não é dívida? Beijo, até amanhã. Tomara, meu Deus, tomara Que tudo que nos separa

Não prodifique, não vaia, tomara, meu Deus. Tomara, meu Deus, tomara, E tudo que nos amara, Só seja boba e a rara,

Tomara, meu Deus. Tomara, meu Deus. Tomara, e o nosso amor se declara muito maior e não para em nós. Se as amas tais...

Tomara, meu Deus, tomara Uma nação solidária Sem preconceitos tomar Uma nação como nós

Tomara, meu Deus, tomara Que tudo que nos amarra Só seja bom, malha, rara Tomara, meu Deus Tomara, meu Deus, tomara E o nosso amor se declara Muito maior e não para

Se as águas da Guanapara escorrem na minha cara, uma nação solidária não para em nós. Tomara, meu Deus, tomara, uma nação solidária. Sem preconceitos tomar uma nação como nós.

Você ouviu o É da Coisa, na Band News FM.

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