O É da Coisa de 29/04/2026, com Reinaldo Azevedo – STF: Messias rejeitado; Nikolas alvo de Eduardo
Reinaldo Azevedo
Alexandre Bentivoglio
Hugo Gonçalves
Isabela Mota
- Indicação Jorge Messias STFRejeição de Messias · Anistia a golpistas · Posição sobre aborto · Atos golpistas de 8 de janeiro · Aperfeiçoamento do STF
- Eleições e PolíticaPesquisa eleitoral em São Paulo · Candidaturas ao Senado
- Críticas ao JudiciárioAutocontenção do STF · Papel do STF na política
Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual. Pra quem espera mais de um banco. iFood. Os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já!
Enquanto os homens exercem seus podres poderes Motos e fuscas avançam os sinais vermelhos E perdem os verdes, somos uns boçais Queria querer gritar setecentas mil vezes Como são lindos, como são lindos os burgueses e os japoneses Mas tudo é muito mais
Será que nunca faremos se não confirmar a incompetência da América Católica Que sempre precisará de ridículos tiranos? Será, será que, será que, será que, será que esta minha estúpida retórica Será que soar, terá que se ouvir por mais de um ano?
Quantos homens exercem seus todos poderes Índios e padres e bichas negros e mulheres E adolescentes fazem um carnaval Queria querer cantar afinado em coelhos Silenciar em respeito ao seu transe Num êxtase ser indecente Mas tudo é muito mau
Cada paisano e cada capataz Por sua porriça e para jogar sangue demais Nos pantanais, nas cidades catintas e nos gerais Será que apenas os hermetismos pascoais Os tons, os mil tons, seus sons e seus dons geniais Nos salvam, nos salvarão dessas trevas e nada mais
Enquanto os homens exercem seus pobres poderes Morrer e matar de fome, de raiva e de sede São tantas vezes gestos naturais Eu quero aproximar o meu cantar vagabundo Daqueles que velam pela alegria do mundo Tudo mais fundo, jeans e bens e tais
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de O É da Coisa. Em sequência parece confusa, atrapalhada, vem pra cá que a gente desconfunde, desatrapalha milhões de pessoas. Acompanha o programa pelo Otório e pelo Band News TV. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre em rádio Band News FM ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Valeu Bene, boa noite Isabela Mota. Boa noite. Começamos com Poder e Poder, de Caetano Veloso, de 1984. Caetano que foi citado hoje na sabatina do Jorge Messias.
Segundo o senador Márcio Bittar, do PL do Acre, do alto ou dos baixios de sua profunda ignorância misturada à truculência, burrice, o Caetano teria aderido à luta armada, teria participado da luta armada? Não!
Ele teve de sair do Brasil, ele viveu no exílio, senhor, porque ele cantava, porque ele compunha. Caetano não aderiu à luta armada. Aliás, a tropicália, o movimento, o tropicalismo, tinha uma visão bastante crítica das esquerdas mais ortodoxas, etc.
Em alguns nichos, o Caetano era considerado até um conservador, que era também burrice. Puxa, nossa senhora, também burrice. Mas ele não aderiu a certas ortodoxias, mesmo do padrão de esquerda. Isso é mentira. Então, é a estupidez mais crua. E a pessoa vai lá e fala. Ela não tem o receio.
Não precisa pesquisar, não precisa nada. Hoje, em muitos casos, a inteligência artificial até pode ajudar a burrice natural. Ou a burrice cultivada. Mas aí é que muita gente usa a inteligência artificial para aperfeiçoar sua burrice cultivada. Isso, de algum modo, está presente ali.
na sabatina do Jorge Messias, advogado-geral da União, e nós vamos falar disso, advogado-geral da União, submetido à sabatina na CCJ, acabou agora há pouco, assim que houver alguma previsão sobre a votação horária e plenária, vocês me avisem aqui, avisem os meninos aí. Foi aprovado por 16 a 11.
Se voltarem um programa lá atrás, alguns programas, foi a previsão que eu fiz, 16. Isso quer dizer aprovação no plenário? Não, só lembrando, são 27 membros da Comissão de Condição e Justiça. É esse parecer agora de aprovação que vai ser submetido ao plenário. E o Jorge Messias precisa de 41 votos. Ele se deu muito bem nessa batina.
Ele foi muito bem, uma sabatina tranquila. Nós vamos destacar aqui alguns pontos. E lembrar, olha o Ben Isabela, pela primeira vez, pode acontecer de um indicado ser derrotado. Existe a chance. O senador Weverton Rocha, que foi o relator da indicação dele, que defendeu a indicação dele, fez uma aposta há pouco, disse, acho que terá 48 votos.
As previsões estão as mais otimistas que eu ouvi, a dele, sem dúvida é a maior, mas havia apreensão de muita gente, há possibilidade da derrota. O senador Davi Alcolumbre até havia pouco.
resistia a indicação, a informação de que ele pediu o voto contra, ele nega que isso tenha acontecido. Agora, eu quero destacar aqui para vocês o seguinte. Nós tivemos, o tribunal foi criado com esse nome em 1890.
Até hoje, cinco pessoas foram rejeitadas pelo Senado em 1894. Já lembramos aqui todas no governo do Floriano Peixoto. O Marechal de Ferro não era exatamente um democrata, Isabela. Não. E indicações estranhas. O Barata Ribeiro, acho que tio avô do Agildo Ribeiro, o humorista, era médico.
ele indicou dois generais, um deles até tinha feito direito, mas não exercia a função. Indicou um subprocurador lá também, que não tinha, e até o presidente dos Correios. E aí o Senado rejeitou os cinco. E só, nunca mais se rejeitou ninguém.
Porque uma certa compreensão correta de que a República convive com a divergência. E que o adversário político não está ali para ser eliminado, ele está ali para ser vencido. Eu usei hoje na hora do almoço, meu querido Vólio Beni, minha querida Isabela, eu brinquei assim, com o meu mosquiteiro aqui. Alguém acha que eu quero o fim do Palmeiras?
Não. Não. Não quero o fim do... Eu não quero que o Palmeiras ganhe. É diferente. Eu não quero que o São Paulo ganhe. Pelo Vólio Beni, de vez em quando. Agora, o fim eu não quero. O fim eu não quero. Porque o que dá...
O que dá sentido à existência do Corinthians é poder competir com outros. É vencer o adversário, não é destruir o adversário. O objetivo do Corinthians não é ser o único time do Brasil. Deveria ser o melhor time do Brasil. Aqui está longe também, bem intimamente, não está fácil. Mas hoje a gente tem a lógica da depredação.
da depredação das instituições. E isso estava em curso ali, isso esteve em curso ali. Muitos dos senadores que se manifestaram, houve coisas abjetas. Houve senador dizendo assim, eu estou aqui e reconheço que vossa excelência tem informação, que vossa excelência tem autonomia, que vossa excelência é excelente, mas vou votar contra. Porque eu não estou pensando na República.
Eu estou aqui, eu quero que isso seja um ato político. O Flávio Bolsonaro, caso o Messias seja recusado, seja rejeitado, não seja aprovado, não consiga os 41 votos, é claro que o Flávio Bolsonaro vai bater no peito e falar que venceu. Venceu o quê? Ele não ganhou voto nenhum. Se acontecer, é porque o Alcolume não se mobilizou. Aí sim.
Pode acontecer? Pode acontecer. Mas o que hoje está em curso não é uma tentativa de indicação de um ministro do Supremo que possa fazer um bom trabalho. Não é nada disso. É mandar recado ao Supremo, já que o Supremo foi transformado no alvo principal, inclusive de setores da imprensa.
Não por seus defeitos, mas por suas qualidades. Tem defeito? Tem defeito. Mas é por suas qualidades. Então, o que eu vi ali, espero que não prevaleça, espero que ele seja aprovado, espero que não seja o primeiro nome rejeitado, porque os cinco do Floriano eu nem considero. Os cinco do Floriano eu nem considero.
Que você tem uma situação excepcional de um marechal ditador indicando gente para afrontar os poderes. Não. Agora, você tem uma indicação feita por um presidente eleito democraticamente, por um democrata. Indicando alguém que tem a devida formação para ser ministro do Supremo.
e eventualmente rejeitado pela pura e simples lógica da depredação, aí não. E eu li editoriais dizendo que seria conveniente, já que o Senado pode rejeitar, pois então que rejeite. Como se isso fosse um avanço institucional.
Só que isso não é avanço institucional, porque isso está dentro da lógica, insisto, da destruição do outro e não do diálogo com o outro. E aí seria muito ruim, sem dúvida.
Perguntas feitas para o Messias, que eram quase testes ideológicos. Quer dizer, bom, senhor Messias, eu reconheço que o senhor é progressista, vem de uma tradição progressista e tal, agora eu quero que o senhor faça uma profissão de fé reacionária aqui para ver se eu aprovo o senhor. Eu quero que o senhor se negue. Eu quero que o senhor não seja nada.
Até o Valdemar Costa Neto entendeu que ele vem de uma tradição progressista, mas tem uma formação, por exemplo, religiosa conservadora. Isso ficou claro ali também, no que falou sobre o aborto. Agora, o que não é possível é ir para uma votação como essa e não estar pensando coisa nenhuma na composição do Supremo.
porque, no fundo, é como negar a prerrogativa que o presidente tem de indicar alguém. Tivesse indicado alguém de fato assim, sei lá, um extremista de esquerda que diz esta república... Mas não! Não! Há posições ali do Messias que certamente...
deixam furiosos muitos progressistas. Ele está ali buscando a composição, eu diria, das várias vertentes que formam o Brasil. Tem condição de diálogo? Não, mas nós não estamos aqui para isso.
E aí nós vamos ver, o senador Flávio Bolsonaro fez uma pergunta para ele, e é incrível, porque a pergunta dele já é golpista, desde a pergunta. Desde a pergunta. Então, não é...
Não é uma coisa convencional o que está em curso. A votação está acontecendo, o Alcolumbre agora está reclamando dos senadores que estão demorando para votar. Alcolumbre esse que senadores disseram, atuou contra a aprovação. Ele negou, disse que não é assim. Mas vamos ver o que vai acontecer.
A eventual rejeição não abre um bom capítulo para o Brasil, ao contrário do que muitos tolos andaram dizendo por aí. O que precisaria ter sido feito, desde sempre, em qualquer sabatina, aí sim, seria uma sabatina consistente, que buscasse a interpretação devida da Constituição.
Mas para isso é preciso também que você saiba do que está falando. E nem sempre isso é verdade ali. A partir da fala do próprio Flávio. Já começou o processo de votação? Ainda não. Mas ele estaria reclamando que não estão votando? Por que então?
São outras indicações prévias. Menino, começou o processo de votação? Ainda não, mas ele está reclamando da demora de outras indicações prévias. Ah, entendi. Tá bom. Bom, processo de votação, como é daqui a pouco, aí a gente vai ver, a gente traz as informações aqui. Vamos lá. O Flávio.
resolveu fazer a sua pergunta ao Messias. Vamos ver o que a gente tem. Vai lá. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à presidência, fez uma pergunta a Jorge Messias sobre a anistia a golpistas, pessoas tratadas por ele como patriotas. E a gente vai ouvir a indagação do parlamentar. E nós aqui no Congresso, senadores e deputados, nós temos lutado muito.
por aprovação de uma anistia ampla, geral e restrita a essas pessoas, pessoas simples, via de regra, senhor Messias, trabalhadoras, sem nenhum antecedente criminal, com residência fixa, e que estavam apenas inconformadas com a forma como as eleições de 2022 foram conduzidas pelo senhor Alexandre de Moraes, enquanto presidente do TSE, porque de fato...
Ele desequilibrou essa disputa. E o senhor declarou no veículo de comunicação, eu vou abrir aspas aqui, nós que lutamos e vivemos pela democracia nos sentimos indignados com qualquer projeto que fale em anistia para golpistas. Quando a Constituição é muito clara, já que o senhor aqui está se propondo a ser um seguidor da Constituição, submisso à letra do seu texto.
se essa competência é exclusiva do Congresso Nacional, ou se existe algum outro crime que não seja suscetível de amnistia, à exceção daqueles quatro previstos na própria Constituição Federal. O debate foi iniciado aqui no Congresso Nacional.
E ele foi interditado, porque mais uma vez o ministro do Supremo Tribunal Federal parecia que estava pilotando o relator desse projeto lá na Câmara dos Deputados, inclusive com a suspeita de que ele próprio tenha redigido o texto final, que deixou de ser anistia e passou a ser algo chamado de dosimetria, que está longe de fazer justiça a essas pessoas.
O Flávio, nós vamos botar a resposta do Messias daqui a pouco. Mas, Flávio, a sua ignorância chega a ser encantadora. Porque é encantadora, sim, no sentido de que você é advogado. É por isso que, como advogado, Isabela Vólio Beni, ele foi um excelente vendedor de chocolate. Pelo menos no papel.
Porque assim, você ser deputado estadual, vendedor de chocolate e morar na mansão que ele mora, com o empréstimo do BRB ali bacanão, supostamente avaliado em 6 milhões, eu já disse que eu tenho um amigo que diz, nossa, mas eu pago até o dobro. Porque assim...
Porque, atenção, em primeiro lugar eu destaco a pergunta, que vocês viram, o golpe foi uma invenção, não aconteceu. Aquelas pessoas eram todas patriotas, elas estavam lá porque elas estavam inconformadas com o resultado da eleição que ele sugere ter sido fraudada, pelo Alexandre de Moraes. Veja que não mudou nada, é a mesma conversa.
São pessoas que não aprendem nada nem esquecem nada. Frase do Talleyrand para os Bourbons, quando teve a restauração na França. Voltaram com os mesmos vícios. A experiência não lhes ensinou nada. E eles também não esqueceram nada.
Neste momento, Alcolumbre se defende das acusações e que estaria sabotando a indicação do Jorge Messias. Tomara que seja verdade. O Flávio, você faz uma alusão aí, de fato, o inciso 43 da Constituição, do artigo 5º, olha bem, Isabel.
diz que a lei vai considerar inafiançável, insuscetível de graça, anistia, tortura, tráfico de entorpecentes, terrorismo e os crimes hediondos. Lembra que ele falou? Só quatro crimes não pode ter anistia. Lembra disso? Sim. Ele falou ali, né? É disso que ele está falando. Mas é que, coitadinho, ele não sabe ler, ele vendeu muito chocolate, ele não sabe.
que, bastava ele avançar um pouquinho, que o inciso 44 é o seguinte, olha só, estabelece que constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares contra a ordem constitucional. Imprescritível. Flávio, deixa de ser orelhudo, rapaz.
Se fosse a orelha física, eu jamais iria isso. Porque eu também não falo para as pessoas, deixa você cabiçudo, né, Vale Ben, porque eu não posso falar isso. Deixa o seu orelhudo, metaforicamente falando. Se o crime é imprescritível... Ô, Isabela, minha bela, como é que você vai iniciar um crime imprescritível? Hein, Flávio? Não. É inconstitucional, cara.
É inconstitucional a anistia. Se fosse graça, inconstitucional também. Mas vá consultar o artigo 60 da Constituição. Tio, tio, está te dando o caminho das... Mas eu preciso ensinar isso para um advogado? Não, tio, é que ele vende chocolates. Ah, bom!
Atenção, todo o artigo 5º da Constituição é cláusula Petra segundo o artigo 60. Entende? Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir a forma federativa do Estado, voto direto, secreto, universal e periódico, a separação dos poderes, os direitos e garantias individuais. Nem por emenda! Imagina por golpe.
É humilhante você receber essa lição de mim sendo senador. Não sei se o Messias passa, não sei se o Messias não passa. Eu estou falando aqui da bobagem que vossa excelência falou, ademais da pergunta golpista, que continua a não reconhecer o resultado da eleição de 22.
Não aprende nada, nem esquece nada. E de resto... Aliás, o Flávio, aquele é meio folgazão, né? Esse negócio assim, ó, estou aqui lutando contra o Messias. Nem isso o diretor está fazendo. Se o Messias for reprovado, ele até pode bater no peito. Mas não foi ele. Vamos ver o que foi que o Messias respondeu. Fala, Messias.
A discussão acerca de anistia é própria do ambiente político institucional. A crítica pública também é própria. A liberdade de expressão permite que se critique qualquer tipo de posição. Agora, a definição acerca deste tema compete a vossas excelências.
e não a mim, na condição de operador do direito. A anixia é um ato jurídico, político, institucional, que cabe ao Parlamento. Portanto, é algo que está, ou poderá estar em debate, nesta Casa. Não acredito que meu papel, caso aprovado por vossas excelências, senador Flávio Bolsonaro, seja...
apresentar manifestações antecipadas a respeito de qualquer assunto, muito menos interferir, senador, no debate político. Eu acho que o ministro da Suprema Corte pode atuar dentro do debate político.
quando solicitado, a bem de mediar conflitos. Porque é esta a posição que eu acredito e que tenho levado a minha vida inteira. Na minha vida de conciliador, de pacificador, eu acredito na conciliação como método de solução de conflitos. Ficou uma coisa meio rolando lero, sem dúvida nenhuma, porque é o seguinte, ele, se houver amnistia, se houver amnistia,
ou se houver indulto, a graça, vai parar o Supremo. E é inconstitucional, acabei de demonstrar aqui. Acabei de demonstrar aqui. É inconstitucional. Intestionavelmente inconstitucional. Mas ele não pode dizer, vou dizer que é inconstitucional. O que ele disse aí foi o seguinte.
Votar anistia? Anistia é prerrogativa do Congresso. Votar anistia com vocês. Agora, eu não posso aqui antecipar um juízo, porque se eu for aprovar, eu vou ter que me manifestar depois. E se eu falo aqui o que eu vou fazer, aí eu fico impedido de votar.
Agora, o Flavim Fabim Um tio meu chamava o primeiro que chama o Flavim Fabim É uma besteira essa sua pergunta Além de ser golpista, ela é burra Quem quer que tenha lhe passado Essa leitura A menos que você
Vale o Beni. Oi. Vamos dar uma tarefa? Lição de casa. No meu tempo chamava lição de casa. Hein? Vocês tinham isso ou não? Sim. Lição de casa? Dever de casa eu tinha. Não. Que dever? Dever era lição. Tá bom. Lição de casa. Lição de casa para Flávio. Faça uma redação. Eu quero com começo, meio e fim. Eu sou um professor de dissertação brabo.
chegando o último paráquio, o Wally-Bernet tem que voltar ao primeiro, demonstrando que matou a cobra e mostrou a cobra. Metaforicamente. Escreva aí, Flávio. Vamos. Os crimes imprescritíveis podem sim ser anistiados. Se anistia, o que continuará a ser crime permanentemente, Wally-Bernet? Como é que faz? Hein?
Como é que faz? Estão votando ali, indicações para o Conselho Nacional do Ministério Público, os senadores não estão indo votar, o Alcolume está pedindo para ir votar, enfim, vamos lá. Flávio, desculpa tratar assim, com essa dureza, mas é que sempre há tempo para aprender alguma coisa.
E agora vamos a outra coisa delicada, que é a questão do aborto. Porque também, muita bobagem se fala a respeito. Não estava muito claro ali o que está sendo votado, mas vamos lembrar. Vamos lá, vai. Durante a sabatina, Jorge Messias afirmou ser totalmente contra o aborto e disse que não terá qualquer ativismo em relação ao tema. Ele lembrou que cabe ao Congresso legislar sobre o assunto.
Sou totalmente contra o aborto, absolutamente. Da minha parte, não haverá qualquer tipo de ação, de ativismo em relação ao tema aborto na minha jurisdição constitucional. Eu quero deixar absolutamente vossas excelências tranquilos quanto a isso.
Agora, é importante que nós separemos três coisas. Primeiro, a convicção pessoal. Terceiro, a posição institucional. Segundo, a posição institucional. Terceiro, a decisão jurisdicional. E eu queria que vossas excelências, a partir dessa perspectiva...
entendessem isso muito claramente. Na condição de advogado-geral da União, apresentei um parecer perante o Supremo Tribunal Federal em que defendi, de forma muito clara e categórica, a competência privativa do Congresso Nacional para legislar sobre o tema do aborto. Ponto. Tem mais um vídeo aí que vai tratar da chamada assistolia fetal.
que foi uma votação sobre uma resolução do Conselho Federal de Medicina. E eu vou ter de explicar aqui. Coloca o outro trechinho dele e aí eu explico tudo junto.
Eu fui confrontado em relação ao tema específico da ADPF 1141, em que se discutia a prática terrível da sistolia fetal. Eu fico pensando, até porque fui confrontado por alguns senadores,
Eu acho que não há prática qualquer que seja positiva. Qualquer prática é dolorosa. Um aborto, qualquer que seja a circunstância, é uma tragédia humana. Agora a gente precisa olhar também com humanidade. Há uma mulher, há uma criança, há um adolescente, há uma vida.
É por isso que a lei estabeleceu hipóteses muito restritas de excludentes da ilicitude. E isso há décadas. Nós estamos falando quando a mãe, a genitora, correm risco de vida. Nós estamos falando do momento trágico, porque é preciso dizer que precede um crime o estupro.
e, mais recentemente, por decisão do Supremo Tribunal Federal, no caso da anencefalia. São essas três hipóteses estabelecidas dentro do nosso ordenamento jurídico de forma absolutamente restritiva. Vamos explicar. O lamentável Conselho Federal de Medicina, não pelas suas qualidades, mas pelos seus defeitos,
baixou uma portaria em 2024, portaria 2378, proibindo o uso da cistolia fetal, que é um procedimento que paralisa o coração do feto, portanto o feto morre, nos casos de aborto legal, com o feto a partir de 22 semanas.
Aborto legal. Portanto, no caso de estupro, risco de morte da mãe e anencefalia. Porque outros procedimentos com 22 semanas são muito arriscados para a mulher.
Na verdade, no mais das vezes, nesses casos, para meninas, para crianças estupradas. O Conselho Federal de Medicina houve por bem se comportar como se fosse Congresso, o Congresso Nacional, e legislar sobre aborto. Numa decisão, obviamente, ilegal.
com todas as vênias ao doutor José Iranda Silva Galo, presidente do Conselho Federal de Medicina, de tão notáveis serviços prestados já ao debate sobre a saúde pública, por exemplo, opor-se a máscaras, que ele disse que era uma questão ideológica. Como se isso, sim, não fosse uma questão ideológica. Bom, houve uma DPF,
Contra essa decisão ilegal, teve uma eliminada do ministro Alexandre de Moraes. Correto. Ah, sempre o Xandão, é sempre o Xandão. Lembrando que o Conselho Federal de Medicina não tem poder legal para fazer o que fez. Que criou uma barreira que não está prevista em lei. Que se choque, inclusive, com diretrizes da Organização Mundial da Saúde.
e que finalmente limita o acesso de muitas mulheres ao serviço de saúde. Não que o doutor José Irã não faça... Enfim, Jusa, seu antecessor, o Mauro Luiz da Silva Ribeiro, que é aquele que falou que quer usar cloroquina, usa.
Ah, tudo bem, esse médico acha que pode. Por que não usar, como diria meu querido Otto Alencar, presidente da CCJ, um antiprotozoário para combater um vírus? E aí, e aí sim, o Messias, na AGU, disse o óbvio. É ilegal, eu não estou defendendo o aborto.
Agora, o Conselho Federal de Medicina se comportar como se fosse tribunal? Não. Como se fosse tribunal? Como se fosse congresso? E também tribunal. E foi isso que fez o Messias. Messias não... Aliás, a minha posição sobre o aborto pessoal é essa do Messias. Vale o que está na lei.
Não, eu também não defendo, quem achar a posição atrasada, eu lamento. Eu não defendo a discriminação, o que eu defendo é mais educação sexual, mais distribuição de anticoncepcional, da pílula do dia seguinte para os casos em que houve exposição a risco dos remédios de camisinha, de todos os métodos contraceptivos, seguros, para evitar a gravidez indesejada.
Agora, nada disso resolve, em princípio, o estupro, o risco de morte, a anencefalia. E é aí que é permitido. E só. Mas é claro que lá se fez o debate obscurantista. Tentando impor a ele aquilo que ele não disse. Não é?
E aí, nada de aumentar esse quórum aí? Não, está difícil, viu? Está difícil. Ele esperava que chegasse a 60, 61. Chegou a 61 agora, me informa aqui o Pedro. É, vamos lá. Vamos ver, vamos ver. Lembrando ali... Ah, então está fácil. Não, lembrando que tem... Pelo menos 22 já disseram que eu vou estar contra. Não se sabe o que mais, né? É...
E o Messias também falou sobre a natureza do 8 de janeiro, as penas, etc. Vamos lá, o que tem aí vai bem.
Ainda em resposta a Flávio Bolsonaro, Messias classificou os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 como um dos episódios mais tristes da história recente do país. A gente vai acompanhar. O 8 de janeiro, como já pude declarar, foi um dos episódios mais tristes da história recente e acho que fez muito mal ao país. Efetivamente, as pessoas que foram presas no 8 de janeiro foram submetidas a um processo.
Foram processadas, muitas foram condenadas, algumas assinaram um acordo de não perseguição penal, algumas estão presas ainda e essa é uma situação evidentemente porque a prisão em si e o processo penal sempre carrega uma tragédia pessoal e familiar. Nós não podemos desconhecer. O que eu posso dizer em relação a este caso, até porque não posso antecipar julgamento,
no sentido de não me colocar em impulsão de impedimento, é que o sistema penal brasileiro prevê mecanismos próprios de correção pela revisão criminal. Portanto, essas questões podem estar sendo submetidas ainda à jurisdição do Supremo Tribunal Federal e eu não vou me colocar em situação de impedimento. Mas quero dizer...
que do ponto de vista do direito penal, nós temos que voltar, na minha compreensão, aquilo que é básico, a legalidade estrita, a taxatividade das condutas, a proporcionalidade das penas.
a individualização da conduta e a individualização da pena. Essas questões são basilares que nós temos que nos ater dentro de um julgamento de qualquer processo penal. Processo penal não é ato de vingança, processo penal é ato de justiça. O sucesso do sistema penal...
A eficiência do sistema penal, senador Renan Calheiros, não está em empreender mais. Está em reduzir a criminalidade. Dito isso em geral, e não no caso em particular. O Flávio diria, não, está em empreender mais sim. Vamos prender crianças a partir de 14 anos. Né, Flávio? A defesa que você fez no Washington Post? Hum?
Vamos prender crianças a partir de 14 anos e vamos soltar marmanjo golpista. E ele lembrou também, num outro momento, nem vou colocar o vídeo, que ele, na condição do advogado-geral da União, pediu a prisão em flagrante, que era o que ele poderia fazer, e não preventiva, como muitos disseram, que aí mais um ato de ignorância, porque a AGU não decide prisão preventiva.
Em suma, os golpistas ali deixando claro que o que eles pretendem é a volta do golpismo ao poder.
Eu vou dar um tempo agora, porque, Isabela, vamos conversar de coisas mais amenas. Nós vamos voltar. Mas a gente precisa tentar entender agora, queridos, esse universo da direita, porque aconteceu uma coisa muito importante. O Paulo Figueiredo, o nepo velho da ditadura lá,
Ele anunciou algumas coisas, vale bem. Tá? É, Isabela. Isabela, você fica sabotando a pendatura? É, você vai entrar na lista também. Do que é que eu estou falando? Vai!
O blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo criticou o integrante da extrema-direita que não tem apoiado com entusiasmo a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro. Durante transmissão ao vivo em seu canal do YouTube na última quinta, o blogueiro anunciou que fará um levantamento chamado por ele de viadômetro para cobrar aqueles que não apoiam Flávio. Viadômetro? Não, pera! Viadômetro? Ah, viadômetro seria uma pista em que ficam viados esfilando, é isso? Hum!
Mas como? Um viadômetro de gente do PL? Olha o bem, que coisa mais estranha. Ah, mas ele vai explicar. Vamos lá, vai explicar aí para nós. Rapaz, vai. Eu já falei, todas as redes sociais de todo mundo do PL vai ser monitorado para ver o nível de engajamento. Depois, porque depois vem o governo, não vem encher o saco pedindo coisa. E político que não quer ser criticado, pede para sair.
pede pra sair. E de novo, eu falei aqui, tô sendo justo aqui, não é só o Nicolas, ele é mais cobrado porque ele é realmente muito grande, é um fenômeno, etc, etc. Mas tem Michele, tem o pessoal de Santa Catarina, etc. Você, eleitor, deve fiscalizar o trabalho do seu representante e cobrar, cobrar, encontrá-los, eles forem pedir o seu voto, peça coerência, encontrem o deputado e falam assim,
Por que você não está postando sobre o Flávio, hein? E vocês gostem ou não, eu vou continuar expondo todos os casos. Eu vou chegar com números no programa. Porque eu mesmo estou encomendando levantamentos profissionais sobre redes sociais para chegar aqui com números. Eu vou criar um viadômetro para mostrar o quão viadinho é o político que não está fazendo campanha para o Flávio. E está tocando seus próprios interesses. Ah, mas Paulo, esse monitoramento de redes sociais dos políticos do PL é ditatorial.
Imagina, pessoas comuns são livres para terem a opinião que quiserem. Membros do PL, não. Quem é do PL tem sim a obrigação de apoiar o candidato do PL ou então buscar outro partido. E é assim que funciona qualquer organização privada do planeta. Entendi. Bom, a gente precisa fazer um clipe em homenagem ao...
ao Paulo Figueiredo e ao Eduardo, que é em nome de quem ele fala. Né, Valeu Beni? Porque, afinal de contas, sem essa de... Olha, porque tem que ser homem com a gapa. Vamos homenageá-los, vamos homenageá-los. Nunca vi rastro de pobre nem coro de noves homens. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Porque eu sou é homem, porque eu sou é homem. Menina, eu sou é homem, menina.
Eu sou é homem, como sou Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lombezome Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é homem Porque eu sou é homem Menina, eu sou é homem Quando eu estava pra nascer De vez em quando eu via Eu ouvia mãe dizer Ai meu Deus, como eu queria
Muito bem. Tem que ser macho no pé. Se não apoia, vai para o viadômetro. Porque a gente tem que entender. Isabela, você é muito teimosa. Você tem que entender as categorias superiores da política. Agora que você está nessa... Agora, agora aqui, não é da coisa. As categorias superiores da política.
Entende? O cara macho é PL e vai lá e vota no Fravinho. E o Nicolas está na... Tem coisa sobre o Nicolas. Me fala o que tem sobre o Nicolas aí. É, porque o Figueiredo deixou claro que o deputado Nicolas Ferreira é um dos alvos principais desse chamado viadômetro, Reinaldo. Acredita?
O deputado, que é o cara que vocês deram um mandato pro cara, o cara tá lá preocupado só com o grupo político dele, com o em favorecer, não sei o que. Tem gente tentando até mudar a Constituição pra ser presidente. Isso aí é humildade. Esse, pô, tem que ser aplaudido. Não fala dele, não fala dele. Ninguém deu, ninguém fala dele. Eu diria que o Nicolas é a urna eletrônica. Que ninguém pode falar nada.
de um determinado grupo político. Então tem que decidir se Brasil, acima de tudo, é só propaganda eleitoral ser slogan ou ser real. Se for real, vocês todos têm que agir em conformidade com o que vocês falam. E vão ser cobrados, sim. Vão ser cobrados com a verdade. O Nicolas mandou para a gente um clipe aqui, que ele quer que entregue lá para o Paulo Figueiredo. Vamos botar no ar o clipe do Nicolas.
Música
É isso, Flávio. Não, a gente não está acusando ninguém. Primeiro que não seria acusação, mas a gente está falando que só estou trabalhando segundo os critérios políticos elevados do Paulo Figueiredo, que diz que um dos principais aliados é um dos candidatos àquilo que ele chama viadômetro.
essa gente pode chegar ao poder de novo. É preciso que isso fique claro. Até entre eles, esse é o tratamento. Porque se o Paulo achasse que ser gay não fosse uma ofensa, ele não ia fazer isso. Ele acha que é uma ofensa.
Então, um negócio destrutivo, impressionantemente destrutivo, até entre eles, chega a ser assustador. A gente leva aqui na brincadeira, faz um pouco de coisa, mas... Mais...
Ele está falando que vai criar um regime policial paralelo. E o neto do ditador, o neto do ditador, perguntou isso a ditadura? Não, de jeito nenhum. Aliás, documentos revelados pela CIA nem tem tanto tempo. Eu brinco aqui, mas é séria a coisa. Brinco para tornar a vida mais leve.
Mas documentos revelados pela CIA mostram que Ernesto Geisel sabia que foi tratado por alguns como um grande estrategista da democracia. Sabia que a ditadura estava eliminando adversários. Sabia e deixou. E quem cuidava do sistema de informações quando esses adversários estavam sendo eliminados?
o vovô do nepo velho da ditadura.
Ah, agora eu sou responsável pelo meu avô? Não, você não é responsável, nem eu. Aliás, cadê a foto do meu avô? Nós na Tuia, no meio do cafezal, lá quando eu tinha 17 aninhos, uma barba iraniana. Será que vão achar a foto aí? Eu com o vovô, com o Terenciano? Não, eu... Meu avô não era ditador, meu avô era um sábio, não era ditador nada.
Agora, ele escolheu, eu diria, o avô dele até foi obrigado a conduzir durante algum tempo a abertura?
que talvez ele não tivesse feito. Apareceu aí. Olha eu e Terenciano. Eita, olha a Isabelita, 17 aninhos. Olha a barba. Cheia, né? O bigode não era muito, não. Depois encheu. Não dá para ter tudo. Mas é que eu era muito novinho também. Aí, ó. Vovô. Estava lá. Terenciano. Esse era demais. Esse era sábio.
E a gente no meio do... Nota o lenço no pescoço, está no meio da tuia. É elegante, elegante, elegante. É isso aí. O neto do ditador, que sabia que pessoas estavam sendo eliminadas, propondo um sistema policial no seu próprio partido. É isso. É com isso que se está lidando. É bom saber.
Isso aí. O É da Coisa Muito bem, estamos de volta, meninos. O Tarcício venceria no segundo turno em disputa contra a Dade. Está bem na pesquisa, mas caiu um pouco a avaliação. Mas o que ele tem aí? Vai.
A Genial Quest divulgou hoje uma pesquisa eleitoral em São Paulo, dando sequência aos dados divulgados ontem, que teve em Minas Gerais e Pernambuco. No levantamento paulista, foram ouvidas 1.650 pessoas por coleta domiciliar entre os dias 23 e 27 de abril. Margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou menos e um nível de confiança de 95%. Vamos agora aos números da pesquisa, primeiro turno.
Narciso de Freitas, 38%, varia até 40% no cenário sem Paulo Serra. Fernando Haddad, 26%, varia até 28% no cenário sem o Paulo Serra. Kim Kataguiri, 5%, Paulo Serra, 5%. Indecisos, somam 13%, Branco, Nulo, não vai votar, chega a 13%, variando até 14% no cenário sem o Paulo Serra. Paulo Serra, que foi aluno do Tio Rei. Olha só. Sabia? Sabia.
Foi meu aluno no segundo grau. Olha como eu... É que eu comecei na aula muito cedo. É bom deixar claro também. Que eu começou cedo. Então, né? Foi meu aluno, sim. Em São Caetano. É. No Colégio Cuarup de São Caetano. Mas é de São Caetano? É, mas são cidades vizinhas.
Falaram assim, onde tem o colégio, onde é o colégio que o Reinaldo... Ah, no Quarupi. Ah, então ele foi. É, estou vendo aqui que ele também é formado em faculdade de Direito em São Bernardo, então é tudo ali. Isso, isso. Ou será que foi em São Bernardo? Não. Não, mas foi em São Caetano.
Segundo turno, Darciso Haddad, o que dá aí? Darciso aparece com 49% das intenções, Haddad com 32%. Indeciso são 8%, brancos, nulos ou não vão votar são 11% dos entrevistados. Isso é uma vitória folgada, mas também a campanha não começou.
eu até acho que para o Haddad, que acabou de se tornar candidato, resistiu bastante, o número está bom. A Cuesta Mendica piora na avaliação do governo Tarcísio. A gestão é vista como ótimo ou boa por 39 contra 45 no levantamento anterior, de agosto. Classifica o governo como ruim ou péssimo 19, antes eram 15, e 35 vem como regular. Mas, claro, é uma avaliação muito boa.
isso é inegável. E aí eu vou ter que dizer, eu acho injusta com a qualidade da gestão, porque eu não acho tão boa assim. Vai. De novo. Quem manda, Voibene? O eleitor. Eu vou lá puxar a orelha do eleitor? Ô eleitor, vai fazer que nem o Paulo Figueiredo? Vamos patrulhar todo mundo. Não, uai.
Progressistas lideram pesquisa para o Senado em São Paulo. Aí, ó, está indo bem. Não é que São Paulo gosta da Simone Tebbit? Adotou a Simone Tebbit? Ah, aí. A pesquisa também levantou as intenções de voto dos eleitores paulistas para o Senado. Neste ano, são duas cadeiras em disputa na Casa Legislativa em cada unidade federativa. Vamos conferir aqui em São Paulo. Números do cenário 1.
com Márcio França e sem Marina Silva. Fica dessa forma. Simone Tebet com 14%, Márcio França com 12%, Guilherme Derrite 8%, Ricardo Salles chega a 6%, Andréa Duprado 5%, José Nibol 4%, Indecisos 24%, Branco ou Nulo, ou não irá votar, chega a 27%.
Bom, no cenário 2, aí muda um pouquinho, mas a Simone 14, Marina 12, Derrite 8, André do Prado 6, depois... Um outro cenário, sem Marina e Derrite com França, mas Derrite não ser candidato, não vejo.
possibilitário. De qualquer maneira, dá Simone 14, Márcio França 12, André do Prado 7. E sem Marina e com Marçal, que também não vai ser candidato, porque não é elegível. Mas Simone 15, Márcio França 12, Pablo Marçal 11, André do Prado 7. Vejam que a Simone lidera. Em todos os cenários, me parece muito provável que ela seja eleita. Ela não lidera... Não, lideram todos.
O que é, não acho surpreendente, ela é uma figura muito clara, muito serena. E ela diz que não quer servir isso do Haddad, não. Que isso não está colocado agora, deixar isso para lá. É isso aí. Muito bem. Votação começou, não?
Ainda não, eram nove itens na pauta, já foram seis dessas votações. Ainda faltam três? Ainda faltam três. Quórum atualmente de 70 senadores. Está aumentando, está crescendo, está crescendo. Vamos ver, vamos ver. Teve um debate ali importante, seja o Messias aprovado ou não, eu acho que, assim, o Voibene, qualquer que seja o resultado, vai ser apertadinho, apertadinho.
Messias, STF, aperfeiçoamento do tribunal e autocontenção. Vai! Durante essa batina na CCJ do Senado, Jorge Messias defendeu o aperfeiçoamento do Supremo Tribunal Federal e afirmou, óbvio, que todos os poderes da República devem se sujeitar a regras e contenções. Precisamos falar do seu aperfeiçoamento.
A credibilidade da corte, senador Magno Malta, é um compromisso e uma necessidade. Precisamos, por sua importância, de que o Supremo Tribunal Federal se mantenha aberto permanentemente ao aperfeiçoamento.
A percepção pública de que cortes supremos resistem à autocrítica e ao aperfeiçoamento institucional tende a pressionar a relação entre a jurisdição e a nossa democracia. Em uma república, todo poder deve se sujeitar a regras e contenções. Por isso, demandas da sociedade por transparência, prestação de contas...
escrutínio público, não devem causar constrangimentos a nenhuma instituição republicana de nosso país. Recalibragens institucionais, senador Sérgio Moro, e ajuste de rotas não são signos de fraqueza. Ao contrário.
fortalecem sim o poder judiciário, enquanto são capazes de neutralizar discursos destrutivos e de inibir narrativas autoritárias. Olha aqui, deixa eu dizer uma coisa, o Supremo está sob porrada direta.
Nós estamos vendo. Presta atenção aqui. Se fosse assim, ah, eu estou batendo no Supremo porque descobri que tem contrato de não sei quem, porque teve contrato de não sei o que lá, então aí precisamos corrigir isso, porque tem palestra de não sei onde. Não. Não é por isso. Não é por isso. Fosse por isso, as críticas teriam começado agora.
Começaram agora? Eduardo falou sobre o fechamento do Supremo em 2018. A primeira passeata contra o Supremo foi de 26 de maio de 2019. Desculpem, eu tenho memória. As manifestações todas contra o Supremo que houve, em última instância, era porque o Supremo era o limite do poder e tem de ser. Porque assim são as coisas. Porque é ele o intérprete final da Constituição.
Quando começaram as manifestações contra o Supremo, Bolsonaro nem tinha perdido nenhuma parada no Supremo. E depois se extremaram em razão da pandemia. Não. Não. Esses ataques ao Supremo é porque boa parte do Congresso, por exemplo, é bolsonarista que era, não gosta do papel que o Supremo teve no enfrentamento do golpe. Da mesma sorte, uma parte importante do eleitorado também, sim. Claro.
Quando se fala de autocontenção do Supremo, o Fachin vive dizendo isso, a Carmen fala, o Fux fala. Eu acho muito engraçado, porque eu não tenho receio de fazer debate. O Fachin, a autocontenção do Supremo, ele deveria ter pensado nisso. Por que ele demorou tanto para anular os processos contra o Lula quando estava na cara que o Sérgio Moro não era o juiz? Eu já tinha escrito 500 vezes. Eu que não sou jurista.
Eu sei que parece que sou, Isabela, mas não sou. Por que que... Ah, o Fux da autocontenção. O Fux da autocontenção é aquele que estendeu auxílio-moradia para todos os membros do Judiciário do Ministério Público, ficou quatro anos e tanto sem botar a liminar em votação, porque a época podia, e custou cinco bilhões aos cofres públicos. Estou mentindo?
a Carmen Lúcia, toda moralidade, olha o desastre que foi o processo de cassação do Cláudio Castro no Rio de Janeiro. Ao falar do resultado de votação, disse uma coisa, quando vem o acordo, diz outra. Ou do denário finalmente cassado em Roraima. Aí todo mundo vira grande moralista.
O Supremo é o intérprete final da Constituição? E se alguém me disser, ah, o Supremo se meteu aqui não deveria. Se meteu aqui não deveria aonde? Porque o Supremo se mete quando o Supremo é chamado. O Supremo não atravessa a rua para ir ajudar a velhinha, que não quer atravessar a rua. Ele é chamado a intervir.
Ah, mas agora vamos atacar o Supremo. E aí, ele falou ainda mais a respeito disso, o STF também não é um procon, qualquer coisa você corre lá. Porque os políticos usam um pouco o STF com esse caráter. Coloca aí para mim o vídeo dele. O que é que eu entendo de Supremo Tribunal Federal de Corte Constitucional? Eu entendo, começo a começar pelo que ele é. E ele é simplesmente uma coisa, o guardião dessa Constituição.
E o que ele não é? Ele não é casa legislativa, ele não é casa executiva, ele não é órgão de controle moral da República. O poder legislativo guarda os fundamentos desta Constituição Federal.
Esta é a principal função. Agora, eu preciso dizer que na dinâmica do equilíbrio entre os poderes, os desafios políticos que se apresentam e são colocados à apreciação do Poder Judiciário têm se avolumado. É uma realidade.
A política tem sido levada a uma espécie de terceiro turno e tensionado na perspectiva de transformar o Supremo Tribunal Federal numa espécie de terceira casa legislativa. Não tenho concordância com essa visão. Na minha visão, entendo que o Supremo Tribunal Federal não deve ser o PROCON da política. Não é o espaço do Supremo Tribunal Federal. Agora, o Supremo Tribunal Federal não pode ser omisso.
posto que a própria Constituição estabelece hipóteses muito restritas de atuação do Supremo Tribunal Federal na proteção e defesa da dignidade da pessoa humana, na vedação à discriminação, na defesa da igualdade, na proteção de minorias, na proteção de vulneráveis. Essas questões, elas são as questões centrais que devem guiar um juiz constitucional.
Resposta ótima, porque é o seguinte, boa mesmo, ele está dizendo que, olha aqui, o Supremo aparece tanto porque vem buscar o Supremo. Não fosse isso? Não. Agora, usam o Supremo, perde uma votação, corre para o Supremo. E o Supremo, se houver matéria constitucional envolvida, o Supremo tem de decidir, gente.
Existe para isso. Vai fazer o quê? É isso aí.
A votação foi aberta, viu, rei? Já aberta a votação. 79 senadores presentes, nem todos ainda estão compondo o quórum, mas já declararam presença. 79 vai abrir, então, a votação. Já todos agora manifestando as opiniões. Daqui a pouco a gente tem um resultado. Eu já mandei votar durante o meu programa. Estão avisados. Já estão avisados. É isso aí.
Ainda estão votando Messias lá? Ainda estão. Não tem resultado. Ainda nada. É, eu falei, vota logo. Rapidamente, o Lula quer não ir na de plentes também no programa Desenrola. Porque assim, vamos fazer o Desenrola para não ir na de plentes, porque aí o cara não fica nem devedor já, já resolve.
Vai, vamos lá. O presidente Lula pediu a equipe econômica que inclua no novo desenrola aquelas pessoas que estão endividadas, mas ainda não estão inadimplentes, ou seja, seguem pagando as dívidas em dia. Uma preocupação do presidente é com os trabalhadores informais, um segmento do eleitorado que ainda preocupa o PT porque demonstra insatisfação com o governo. A equipe econômica...
trabalha para incluir essas pessoas no novo programa, mas não descarta que elas fiquem para uma nova etapa do desenrola. A avaliação é que, caso sejam incluídas, o público-alvo seria muito maior e que a operacionalização pode ser mais difícil. É, o que mais?
O presidente Lula cobrou da equipe de ministros e dirigentes de bancos públicos que o Desenrola 2.0 tenha resultados efetivos. Em reunião ainda ontem, o presidente foi informado do desenho técnico do programa e não fez objeções aos parâmetros fechados pelo ministro Dario Durigan, com CEO de sete instituições financeiras. Lula reforçou que quer efetividade na proposta. O diagnóstico no Planalto é de que o Desenrola original poderia ter beneficiado um público maior.
O desenrola 1, lançado em 23, beneficiou cerca de 15 milhões de pessoas, com a regularização de mais de 53 bilhões de dívidas. Bom, é o seguinte. Sim, eu li um editorial furioso e tal, um juro alto. Aliás, o Banco Central baixou 0,25 ponto a taxa de juros. Ficou em 14,5 agora, continua um escândalo.
É claro que isso também interfere na dívida, agora existe uma facilidade hoje e um estímulo ao uso, inclusive de compras online, como se fosse quase um joguinho, que é, que devasta a renda mesmo das pessoas. Isso é inegável. É isso aí. O EDA COISA Muito bem, nós estamos de volta.
Jorge Messias foi rejeitado pela primeira vez desde 1894.
como indicado do presidente da República para o Supremo Tribunal Federal. Foram 34 votos sim, 42 votos não. A oposição está longe de ter 42 votos no Senado, portanto, evidentemente, há um problema aí de...
Articulação política, de condução política, é uma derrota gigantesca para o governo, sem dúvida nenhuma. O senador Davi Alcolumbre nega que tenha atuado.
contra a indicação, apesar da apuração de praticamente todos os jornalistas, de que seria assim. Como sabe o nosso PH, eu falei para ele, eu disse, três fontes importantíssimas me disseram que não passam.
houve certamente muita traição, voto secreto. É um momento péssimo das instituições, é bom que fique claro, porque não há nenhuma razão para a rejeição do Messias.
ele tem qualidades intelectuais, ele tem formação, ele tem uma trajetória que justifica, sim, a sua indicação, que justificaria a sua aprovação, e está longe de ser um radical. Agora, houve uma descoordenação,
entre Lula e Davi Alcolumbre, que vem lá de trás, se imaginava que essa coisa estivesse resolvida como estamos vendo, não está, porque essa votação aqui está muito abaixo das perspectivas mais pessimistas. As mais pessimistas não previam uma votação como essa.
Isso evidencia que tem gente disposta a botar fogo no circo. E tem gente que vai comemorar. Ah, o Senado finalmente teve. Porque se tivesse sido uma sabatina ruim, eu até compreenderia. Mas não foi. A gente volta a falar disso.
Muito bem, nós estamos de volta e vamos falar de uma derrota histórica, sem dúvida, sofrida pelo governo, porque a indicação... Veja só, sofrida pelo governo, pelo Lula, isso não tem como... Ah, não é bem do governo? É do governo, é do Lula também. No ambiente do Senado, é bom que fique claro.
Não é derrota eleitoral. A eleitoral é outra coisa. Acha, Reinaldo, você que tem algum impacto na questão eleitoral? Não tem nenhum. Isso por si, não. Agora, que tem muita gente ali, de algum modo, sendo iludida também no exercício da gestão política, isso é inequívoco.
Ah, foi o Flávio Bolsonaro que comandou, porque ele vai bater no peito. Evidentemente, se o Messias tivesse passado, ele bateria no peito dizendo olha, nós não criamos dificuldade nenhuma para isso. Agora que foi rejeitado, considerando que o PL em bloco disse que votaria contra. Agora, evidentemente, não foi só o PL que votou contra. Outros partidos, inclusive da base,
votaram contra também. E muitos enganaram o governo. Que consequência isso terá, interna, de reajuste, de rearranjo, não sei.
tem desdobramentos futuros? Eu já disse, uma parte da extrema-direita disse, se a gente ganhar a eleição, é um a mais para indicar, caso não haja tempo de se fazer uma indicação. É claro que Alcolumbre não trabalhou, não estou querendo jogar responsabilidade nas costas dele só, mas é evidente que ele não trabalhou pela indicação do Messias.
Qual é a natureza desse descontentamento? Se falava de uma espécie de aproximação dele com o governo, com o Lula? A gente está vendo que não. E aqui eu quero chamar muitos dos... O colunismo conservador...
Gosta de dizer que o Lula falou que ia governar com a conciliação, para a conciliação, e não governa para a conciliação. Vamos lá. Um raciocínio evidente, óbvio, básico aqui. O Messias é uma indicação de quem pretendia confronto com adversários? Não.
De quem pretendia confronto? Ah, é que o Lula resolveu indicar um petista puro sangue? Um esquerdista terrível? Não. O Messias poderia ser uma indicação, em muitos aspectos, ele poderia ser uma indicação de um presidente conservador. De um golpista, não. Golpista indicaria outra coisa.
E o presidente conservador. Suas teses no que diz respeito a costumes, etc., são teses conservadoras. Fez uma sabatina o tempo todo, uma sabatina da conciliação. Em nenhum momento procurou ali, rusga, compra-briga, nada. Nada. Inclusive sobre o papel do Supremo.
Agora, essa articulação vinha, ela foi deficiente o tempo inteiro. Não é fácil, não estou dizendo que seja fácil. Eu recebi logo de manhã hoje um alerta dizendo, olha, o Lula vai ter seu dia de Floriano Peixoto. Eu disse, não, mas o Floriano até brinquei.
Falei hoje aqui para a produção. No caso, eu estava falando com o Pedro. Eu disse, ó, acabei de receber, está aqui, está registrado, de duas fontes muito importantes que vai perder. E, por outro lado, inclusive gente do governo sabia que estava muito difícil. Mas...
se apostava ali em alguma articulação de última hora. Que houve traição, que houve gente dizendo que ia votar e não votou, faltaram o quê? Ele teve 34 votos, é isso? Isso. Faltaram 7 votos? Isso. Não há dúvida. Se acreditou...
inclusive em Conto da Caroxinha. Ai, tio, não entendi quando você fala Conto da Caroxinha. Não, você acreditou, inclusive, que gente que não é exatamente desse lado ia votar desse lado, já que a votação é secreta. E não aconteceu.
que outro nome mais conciliador do que Jorge Messias. Aí é o seguinte...
Vamos ver como as coisas se dão. Ah, Flávio ganha, não se consegue a tempo indicar outro nome, então aí sim eles vão fazer a maioria que eles esperam, porque se tiver a maioria no Senado, o que eles esperam? Então eles empicham dois, e aí no meio mais quatro, e aí já tem dois lá, e aí matropela todo mundo. Mas pode não acontecer desse jeito.
E talvez seja hora até de mais clareza no campo progressista também. Eu acho que sempre é preciso apostar na conciliação. Com quem quer conciliação.
Porque se você aposta na conciliação com quem não quer conciliação, lá vai a frase, o que você colhe é traição. Porque de verdade não se quer conciliação. Ou com quem finge querer conciliação, não é?
Que o governo veja direito onde foi que aconteceu esse erro de gestão desse troço. Eu insisto, desdobramento eleitoral não tem a não ser as páginas. Lula derrotado, Lula derrotado. A derrota que realmente conta não é essa. Isso não é antecipação de resultado eleitoral. Mas também é um sinal, acho...
de que nem sempre o caminho da conciliação é o caminho do acordo. Porque, insisto, Jorge Messias, mais moderado do que isso, vindo do campo progressista, é impossível. É um absurdo.
que um presidente eleito democraticamente, um democrata, que quase foi deposto por um golpe de Estado, tem uma indicação rejeitada. E que isso esteja sendo aplaudido em certos círculos, como triunfo do Senado, de um poder, etc. Não, isso é depredação da institucionalidade. Neste caminho as coisas não acabam bem, acreditem.
ou não terão um bom futuro. Até amanhã. Música
Será que nunca faremos se não confirmar A incompetência da América Católica Que sempre precisará de ridículos tiranos? Será, será que será, que será, que será Será que esta minha estúpida retórica Será que soar, terá que se ouvir por mais de um ano?
Quantos homens exercem seus podres poderes Índios e pardos e bichas negros e mulheres E adolescentes fazem o carnaval Queria querer cantar afinado com eles Silenciar em respeito ao seu transe Num êxtase ser indecente Mas tudo é muito mal
Cada paisano e cada capataz Por sua burrice fará jogar sangue demais Nos pantanais, nas cidades gatingas e nos gerais Será que apenas os hermetismos pascoais Os tons, os mil tons, seus sons e seus dons geniais Nos salvam, nos salvarão dessas trevas e nada mais
Quantos homens exercem seus poderes Morrer e matar de fome, de raiva e de sede São tantas vezes gestos naturais Eu quero aproximar o meu cantar vagabundo Daqueles que velam pela alegria do mundo Tudo mais fundo, jeans e bens e tais
Será que nunca faremos se não confirmar a incompetência da América Católica Que sempre precisará de ridículos tiranos? Será, será que, será que, será que, será que esta minha estúpida retórica Será que soar, será que se ouvir por mais ilusão?
Então cada paisano e cada capataz, com sua porrice para jogar sangue demais, nos pantanais, nas cidades, caatingas e nos gerais. Será que apenas os hermetismos pascoais, os tons, os mil tons, seus sons e seus tons geniais, nos salvam, nos salvarão dessas trevas e nada mais?
Quantos homens exercem seus poderes Morrer e matar do fome, de raiva e de sede São tantas vezes gestos naturais Eu quero aproximar o meu cantar vagabundo Daqueles que velam pela alegria do mundo Tudo mais fundo, jeans, bens e tais Tudo mais fundo, jeans, bens e tais
Tinhos, bens e tais. Você ouviu o É da Coisa, na Band News FM. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Tá esperando o quê? Pede iFood já!
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